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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MINHO: A CESTARIA TRADICIONAL VAI BEM COM O VINHO VERDE!

“Cesteiro que faz um cesto faz um cento desde que tenha verga e tempo!”

Não há feira no Minho ou em qualquer outro ponto do país na qual a cestaria não ocupe o seu lugar de destaque entre as mais diversas tendas de artesanato. Ela constitui uma das formas mais apreciadas de artesanato popular pela sua utilidade e graciosidade.

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A cestaria constitui uma das artes tradicionais mais antigas do ser humano, praticada entre todos os povos com um objectivo utilitário. As peças de cestaria são criadas de acordo com a sua funcionalidade, adquirindo formas mais ou menos graciosas consoante o talento do cesteiro.

A cestaria compreende a técnica de fabricação de cestos do tipo entrelaçado, que engloba os géneros cruzado, encanado, enrolado e torcido, conforme a maneira de dispor as fibras e o tipo espiral, com ou sem armação de sustentação.

Na nossa região, bem poderia constituir uma forma de promover a nossa região associado o artesanato de vime ao vinho verde – ambos constituem produtos emblemáticos do Minho!

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SOALHEIRO CLÁSSICO 2020 SURGE COM MAIS MINERALIDADE

Soalheiro Clássico mantém-se um alvarinho frutado como sempre, confirmando 2020 como uma vindima excecional.

Com mais mineralidade, mas mantendo-se fiel às suas caraterísticas intemporais, surge o Soalheiro Clássico 2020. A elegância deste clássico da Primeira Marca de Alvarinho de Melgaço aliada à frescura aromática da casta Alvarinho confere-lhe um perfil mais consensual e intemporal destacado pela intensidade gustativa e pela notável longevidade em garrafa.

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Para António Luís Cerdeira, enólogo do Soalheiro, “embora mais mineral do nunca, a edição 2020 do Soalheiro Clássico distingue-se do Soalheiro Granit - um vinho de montanha, mais vertical - por ter mais fruta, mais volume e uma invulgar longevidade em garrafa”. De cor amarela-citrina, o seu paladar é intenso, fresco e tropical. A sua versatilidade torna-o a companhia perfeita em vários momentos distintos à mesa, sendo eleito para aperitivo ou para acompanhar pratos de marisco, peixe ou carnes de aves.

Este ano, a Vindima em Monção e Melgaço, começou cerca de uma semana antes do que é costume nesta sub-região dos Vinhos Verdes e as expetativas acerca da qualidade desta colheita eram as melhores. Com o lançamento deste Clássico, António Luís Cerdeira confirma que foi “uma colheita excecional”. Para o Enólogo do Soalheiro, o final do ciclo, que ficou marcado por um final de agosto mais ameno e que permitiu experienciar uma amplitude térmica elevada caraterística deste território - com temperaturas de cerca de 30ºC durante o dia e noites com temperaturas por volta dos 16ºC – “levou a uma maturação mais lenta com a manutenção da frescura aromática e gustativa, caraterística marcante dos nossos vinhos”.

O lançamento desta edição realiza-se, em simultâneo, com o lançamento de novos modelos de garrafa e de caixas personalizados e de design ecoeficiente que contribuem para a redução da pegada ambiental da marca. A nova garrafa, cuja produção passa a ser feita em Portugal, permitiu uma redução de 19% das emissões de CO2 no seu fabrico e uma redução de 8,5 vezes emissões de CO2 no transporte, uma vez que, até agora, as garrafas vinham do centro da Europa.

Nesta trajetória de sustentabilidade, também, as caixas do Soalheiro foram personalizadas, consumindo agora menos 39% de cartão em cada embalagem e representando uma redução da pegada no transporte. O cartão passou a ser oriundo de florestas geridas de modo responsável (certificado FSC) e a funcionalidade da caixa veio realçar o potencial de evolução destes alvarinhos, uma vez que depois de aberta, pode ser guardada em pé, por quem pretende beber o vinho ainda jovem, ou deitada, posição ideal para que o vinho possa evoluir em garrafa da melhor maneira possível.

SOALHEIRO TRAZ PARA PORTUGAL PRODUÇÃO DE GARRAFA SUSTENTÁVEL

Nova garrafa, reformulação das caixas e cobertura vegetal da nova adega representam redução significativa da pegada ambiental.

Numa trajetória contínua de procura de soluções cada vez mais sustentáveis e eficientes, o Soalheiro lança um novo modelo de garrafa personalizado e traz a sua produção para Portugal. Os irmãos António Luís e Maria João Cerdeira dizem que estes são novos passos dados no mesmo sentido de sempre: “A qualidade e consistência dos nossos vinhos sempre foram consequência de princípios que não queremos alterar, mas que precisamos de reinventar para não se perderem. Quando os nossos pais, com a ajuda dos nossos avós, plantaram a primeira vinha, nós éramos muito pequenos. Crescemos a ouvir dizer que tínhamos de acarinhar a terra e as videiras para que nos dessem as melhores uvas. Uns anos mais tarde, a garagem deixou de abrigar o nosso Ford Escort vermelho e apareceram os primeiros rótulos com o nome Soalheiro. A partir do momento em que começámos a juntar às nossas uvas as de família e de amigos vizinhos, os nossos pais sempre nos mostraram, sem precisar de o pôr em palavras, que tínhamos de respeitar ao máximo o trabalho destes viticultores e o que as vinhas nos davam. E é daí que vem a nossa preocupação com a natureza e com as pessoas que a trabalham, aquilo a que gostamos de chamar de Território.” 

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A aposta na produção em Portugal da nova garrafa reduziu as emissões de CO2 no transporte em 8,5 vezes, uma vez que, até agora, as garrafas vinham do centro da Europa. Para que tal mudança fosse possível, a primeira marca de Alvarinho de Melgaço investiu num modelo personalizado e de design ecoeficiente, que além de colocar Portugal como fornecedor prioritário, permitiu uma redução de 19% das emissões de CO2 no seu fabrico. Um novo modelo que traz, também, melhorias diversas: “A nova garrafa foi concebida para se guardar mais facilmente no frigorífico e numa prateleira, a pensar nas casas de família, restaurantes e garrafeiras. Tem uma marisa dupla que facilita um corte preciso e elegante da cápsula, a pensar não só nos sommeliers, mas também a pensar nos recém-apaixonados pelo vinho. Por último, optamos por gravar Soalheiro no vidro, um pequeno detalhe que terão de procurar com atenção, uma espécie de assinatura de toda a equipa, de todos os viticultores que ajudaram a escrever a nossa história e cujo esforço queremos ver reconhecido em cada uma das nossas novas garrafas.”

Nesta trajetória de sustentabilidade, também, as caixas do Soalheiro foram personalizadas, consumindo agora menos 39% de cartão em cada embalagem e representando uma redução da pegada no transporte. O cartão passou a ser oriundo de florestas geridas de modo responsável (certificado FSC) e a funcionalidade da caixa veio realçar uma das caraterísticas que António Luís Cerdeira, enólogo do Soalheiro, mais aprecia nos vinhos: “Uma das qualidades marcantes do Soalheiro é a frescura aromática que transporta quando consumido jovem, aliada a uma grande capacidade, que nos surpreende constantemente, de evolução em garrafa. Enquanto desenvolvíamos o protótipo da nova caixa com uma empresa portuguesa, decidimos que a caixa deveria passar a contemplar essas duas possibilidades: depois de aberta, pode ser guardada em pé, por quem pretende beber o vinho ainda jovem, ou deitada, posição ideal para que o vinho possa evoluir em garrafa da melhor maneira possível.”

CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL: O REFLEXO DO DESENVOLVIMENTO DE UMA CONSCIÊNCIA COLETIVA

Estes projetos foram desenvolvidos pelo Núcleo de Investigação do Soalheiro, que surgiu após a adega ser a primeira em Portugal, em 2019, a ter uma certificação IDI (Investigação, Desenvolvimento e Inovação). Já antes, a empresa tinha certificação ambiental de toda a atividade e, desde 2006, certificação biológica de todas as vinhas da Quinta. Maria João Cerdeira, responsável pelas Vinhas e Infusões do Soalheiro, diz que as certificações só têm sentido se forem olhadas como uma oportunidade para a reinvenção e aumento da qualidade com redução do impacto: “A nossa ideia é olhar esta trajetória como uma oportunidade para melhorar e não como uma limitação. A certificação biológica das vinhas permitiu um aumento da biodiversidade nas parcelas e o desenvolvimento de vinhos que já são icónicos para o Soalheiro, como o Nature ou o Terramatter. A certificação ambiental é reflexo do desenvolvimento de uma consciência coletiva na empresa que, só em 2020, nos permitiu uma redução de 10% nos resíduos de cartão e plástico. Pensar na eficiência ambiental tem-nos permitido reinventar a empresa, reforçando valores centrais para o Soalheiro como a consistência e a qualidade.”

Já em abril deste ano, o Soalheiro tinha dado a conhecer uma parceria com a fundação The Porto Protocol, cuja missão está centrada na mitigação das alterações climáticas, para o desenvolvimento de uma cobertura vegetal na modernização da adega, que além de um melhor enquadramento paisagístico, trará uma poupança energética estimada de 26% ao ano.

MELGAÇO BRINDA À VIDA COM ESPUMANTE ALVARINHO

“Um Espumante único, fruto de uvas de excelência e muita dedicação.”

Assim é o ESPUMANTE DE ALVARINHO TERRAS DE REAL BRUTO.

Foi lançado na primeira festa do espumante, em 2015. Já provou?

Pode ser adquirido online, via facebook

Terras de Real Alvarinho

e instagram alvarinho_terrasdereal, no Solar do Alvarinho de Melgaço, no Intermarché Melgaço e na adega do produtor.

CONTACTOS: 939 479 134 | terrasdereal@hotmail.com

“Brindar à Vida com Espumante Alvarinho” é o mote da VI edição da Festa do Espumante de Melgaço, que este ano decorrerá num formato diferente: através das redes sociais da autarquia e do site municipal, onde serão apresentadas as 22 referências de espumante alvarinho de Melgaço, bem como os produtos da região.

Dia 28 de novembro, 22h00: BRINDE À VIDA COM ESPUMANTE ALVARINHO

Brinde na sua casa, em segurança, e envie-nos uma fotografia desse momento para o partilharmos neste evento e nas redes sociais.

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A Festa do Espumante de Melgaço teve a sua primeira edição em 2015. Desde então tem contribuído para a afirmação da identidade de Monção & Melgaço como território vínico de excelência, fruto de condições naturais e humanas singulares: solo, microclima e saber-fazer.

Com o consumo de espumantes a crescer de ano para ano, o Município de Melgaço, com a realização deste certame, pretende apostar num segmento que se tem revelado num dos mais bem-sucedidos produtos já experimentados. Vinho predileto para festas e celebrações, símbolo de glamour e muito apreciado por todas as camadas, especialmente as mais jovens, o espumante de Alvarinho produzido nesta região oferece uma variada gama de produtos que têm demonstrado uma qualidade surpreendente. Trata-se de uma grande celebração em torno dos espumantes elaborados em Monção & Melgaço, facultando aos produtores uma nova oportunidade de promoção e divulgação mas, sobretudo, de contacto direto com diferentes públicos.

«A Festa do Espumante foi uma aposta arriscada, mas hoje o certame já se afirmou. E prova disso são os números: em 2019 tivemos cerca de 9 mil visitantes. É uma montra privilegiada para o nosso Alvarinho e para a gastronomia regional. Não tenho dúvidas, nenhumas, de que é uma aposta ganha!», afirma Manoel Batista.

Este ano, em virtude da situação pandémica provocada pelo novo coronavírus COVID-19, a Festa não se realizará nos mesmos moldes, mas sim num formato online. “Brindar à Vida com Espumante Alvarinho” é o mote desta VI edição da Festa do Espumante de Melgaço, que será assinalada através das redes sociais e do site municipal, onde serão apresentadas as 24 referências de espumante alvarinho de Melgaço, bem como os produtos da região. A Festa decorrerá de 20 de novembro a 4 de dezembro e haverá mesmo um Brinde à Vida com Espumante Alvarinho: a autarquia apela a que todos, no dia 28 de novembro, pelas 22h00, brindem em suas casas e depois partilhem o momento através das redes sociais da autarquia.

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FESTA DO ESPUMANTE DE MELGAÇO SERÁ CELEBRADA EM FORMATO ONLINE

Entre os dias 20 de novembro e 4 de dezembro

À distância de um clique, todos ficarão a conhecer os espumantes de alvarinho de Melgaço, bem como os produtos da região.

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MELGAÇO CELEBRA A FESTA DO ESPUMANTE DESDE 2015

A Festa do Espumante de Melgaço teve a sua primeira edição em 2015. Desde então tem contribuído para a afirmação da identidade de Monção & Melgaço como território vínico de excelência, fruto de condições naturais e humanas singulares: solo, microclima e saber-fazer. «A Festa do Espumante foi uma aposta arriscada, mas hoje o certame já se afirmou. E prova disso são os números: em 2019 tivemos cerca de 9 mil visitantes. É uma montra privilegiada para o nosso Alvarinho e para a gastronomia regional. Não tenho dúvidas, nenhumas, de que é uma aposta ganha!», afirma o autarca melgacense.

“Brindar à Vida com Espumante Alvarinho” é o mote da VI edição da Festa do Espumante de Melgaço, que este ano decorrerá num formato diferente. A autarquia não quis deixar passar em branco o certame e reinventou-o: através das redes sociais e do site municipal irá apresentar as 24 referências de espumante alvarinho de Melgaço, bem como os produtos da região. Perante as vicissitudes em virtude da situação pandémica, Melgaço encontrou aqui uma forma de promover e ajudar os produtores e a economia local a reerguer-se. «Os nossos produtores merecem o reconhecimento do seu trabalho!», afirma o autarca, Manoel Batista.

A Festa deveria acontecer no último fim de semana de novembro (nos dias 27, 28 e 29), mas, uma vez readaptada, a autarquia alargou o período do certame: de 20 de novembro a 4 de dezembro todos os espumantes de alvarinho de Melgaço serão divulgados nas redes sociais e no site municipal, bem como os contactos e devidas informações dos produtores, para que todos possam encomendar os produtos diretamente ao produtor e, assim, celebrar a Festa em casa, em segurança. Aliás, haverá mesmo um Brinde à Vida com Espumante Alvarinho: a autarquia vai apelar a que todos, no dia 28 de novembro, pelas 22h00, brindem em suas casas e depois partilhem o momento através das redes sociais da autarquia.

Paralelamente, serão divulgados os mais variados produtos da região. A Festa do Espumante, tal como foi idealizada, tem como propósito não só valorizar o espumante, mas todos os produtos locais, bem como todo o concelho através de uma oferta turística integrada onde o enoturismo, o turismo rural, os desportos aventura, o património cultural e paisagístico, a hotelaria e restauração constituem fatores dinamizadores para este que é o Destino de Natureza Mais Radical de Portugal. «É esta uma forma de darmos a conhecer o território. Os produtos do território, facilitando a realização de negócios», refere Manoel Batista.

MELGAÇO TEM 14 PRODUTORES DE ESPUMANTE

Adega do Sossego, Alvaianas, Casa de Canhotos, Dom Ponciano, Dona Paterna, Encosta da Capela, Encostas da Cabana, Encostas dos Sobrais, Quinta do Regueiro, Quintas de Melgaço, Reguengo de Melgaço, Soalheiro, Terras de Real e Valados de Melgaço, são os 14 produtores que produzem espumante de Alvarinho em Melgaço, resultando num total de 24 referências e de diferentes perfis.

Ao longo dos tempos, e agora em resposta às dificuldades que a crise provocada pelo novo coronavírus COVID-19 gerou, os produtores têm-se adaptado e são já muitos os que estão a fazer vendas online, levando Melgaço a vários cantos do país e do mundo.

Todas as informações estarão disponíveis nas redes sociais da autarquia e no site – www.cm-melgaco.pt.

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SOALHEIRO TERRAMATTER: NATURAL E INTEMPORAL

Um Alvarinho biológico que reinventa os vinhos de antigamente com uma atitude exploradora e os olhos postos no futuro.

Como uma obra de arte em aberto, para ser finalizada por quem a aprecia, surge o Soalheiro Terramatter 2019. Pertence à família dos Soalheiros Naturais - um vinho com depósito, não sujeito a filtração e elaborado com uvas biológicas da casta Alvarinho. 

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É um vinho para os mais jovens, mas também para os enófilos mais experientes. Tem personalidade vincada e um perfil diferenciado que resulta de um processo que olha para a agricultura biológica e para a vinificação minimalista como uma oportunidade para abordar o saber dos antepassados com uma atitude exploradora.

António Luís Cerdeira, Enólogo do Soalheiro, diz que a espontaneidade que carateriza a vinificação do Terramatter é uma aprendizagem que trouxe um enorme respeito pelo acaso. “É engraçado como o vinho nos mostra que o passado e o futuro, muitas vezes, se unem quando experimentamos: ao fazer um vinho sem filtração com o perfil do Terramatter, damos oportunidade a quem o prova de o beber mais ou menos untuoso, mais ou menos frutado ou vegetal, consoante o agitar da garrafa antes de o servir. Atualmente, estão tão em voga os conceitos de obras de arte abertas, de pratos finalizados na mesa, com o toque do comensal, e ao experimentarmos a partir de técnicas ancestrais acabámos por recriar esse conceito neste vinho: o Terramatter que cada um prova é sempre finalizado por quem o serve.”

UMA HOMENAGEM AO TERRITÓRIO

O nome Terramatter surge como uma homenagem ao território onde nasce, Monção e Melgaço - um vale rodeado por montanhas, o Parque Nacional Peneda-Gerês, o Rio Minho, as diferenças de altitude e a infinidade de pequenas parcelas, próprias do minifúndio, onde muitas famílias plantam o Alvarinho. A viticultura biológica, que dá origem ao Terramatter, tem como objetivo aumentar a biodiversidade nas vinhas e sublinha o respeito pelo território, um equilíbrio entre tradição e inovação que se reflete, também,  no processo de vinificação: fermentação malolática parcial em barricas de castanho, típicas do território, e uma combinação inaudita com ovos de cimento que dispensam bâtonnage para o removimento das borras. Segredos que poderá descobrir numa visita ao Soalheiro ou imaginar em cada prova deste vinho.

O teor alcoólico moderado e a versatilidade fazem do Terramatter o companheiro ideal para uma harmonização com pratos de peixe ou carnes brancas ou para um final de tarde num bar de vinhos.

MONÇÃO - MELGAÇO: NO TERRITÓRIO DO ALVARINHO O ENOTURISMO CELEBRA-SE TODO O ANO

Soalheiro convida a conhecer Monção e Melgaço. Condições especiais para reservas feitas até 8 de novembro 2020. As visitas podem ser realizadas até 8 de novembro 2021.

No próximo dia 8 de novembro comemora-se o Dia Mundial do Enoturismo e, de forma a assinalar esta efeméride, o Soalheiro, primeira marca de alvarinho de Melgaço, decidiu brindar os visitantes com uma campanha especial e comemorá-lo durante todo o ano. O convite é para conhecerem o território da origem do alvarinho – Monção e Melgaço – a sua gastronomia, natureza e hospitalidade.

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O Enoturismo do Soalheiro é muito mais do que apenas uma prova de vinho. É a descoberta de tudo o que este território tem para ensinar, sendo privilegiadas as experiências personalizadas. Desde a descoberta dos encantos da vinha, da preservação da biodiversidade até aos sistemas de produção, tudo é uma aprendizagem.

Para entrar nesta viagem pelos sentidos, que revelará todo o potencial da casta Alvarinho e do “The Pur Terroir”, basta escolher a prova que gostaria de realizar. A oferta é variada e inclui as diferentes dimensões Soalheiro. Por exemplo, a prova Nature desafia a conhecer a família dos Soalheiro Naturais. Irreverentes e “fora da caixa”, estes vinhos valorizam a biodiversidade e o ecossistema vitícola, fomentando a sustentabilidade ambiental. Já a prova Fusion representa uma verdadeira fusão de sabores, onde o potencial do terroir é explorado no seu expoente máximo para que a aprendizagem seja continua e a inovação esteja sempre presente. Mas se optar pela prova Premium terá a oportunidade de conhecer todas as dimensões do Alvarinho Soalheiro.

A campanha é válida para todas as marcações de provas de vinho, até 8 de novembro de 2021, desde que a reserva seja feita até ao próximo dia 8 de novembro de 2020. Os visitantes têm 10 euros à disposição no total da reserva e, as mesmas, podem ser feitas online, no portal www.soalheiro.com/enoturismo, inserindo o código, 8NOVEMBRO, no campo "Aplicar promoção ou voucher".  

Todas as experiências estão desenhadas de acordo com as recomendações da Direção-Geral de Saúde e do Turismo de Portugal ("Clean & Safe").

NO PONTO MAIS A NORTE DE PORTUGAL (MELGAÇO): PRESIDENTE DO TURISMO DO PORTO E NORTE VAI ACOMPANHAR VINDIMAS DE ALVARINHO

14 setembro, 10h30, Soalheiro

A convite do Soalheiro, primeira marca de alvarinho de Melgaço, o Presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, Luís Pedro Martins, vai estar em Melgaço, no dia 14 de setembro, para acompanhar um importante momento para o território - as vindimas - e descobrir as potencialidades da Sub-Região de Monção e Melgaço: a origem do alvarinho. A visita está agendada para as 10h30.

Luís Pedro Martins irá acompanhar de perto as vindimas e conhecer a nova Adega Soalheiro, um investimento da marca de cerca de um milhão de euros que tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da região do Alvarinho. Recorde-se que a uva Alvarinho, mesmo com todas as condicionantes que a pandemia impôs à economia, vê assegurada a estabilidade do seu valor para reconhecer o esforço de todos os agricultores e garantir uma viticultura sustentável na região dos Vinhos Verdes.

Localizado no ponto mais a Norte de Portugal, o Soalheiro tem vindo a apostar na promoção do Turismo Sustentável, direcionado para a sustentabilidade ambiental, social e económica. Para os produtores “esta aposta tem como objetivo dinamizar toda a economia, uma vez que alavanca o aumento do número de turistas na região, motivados não só pela qualidade dos vinhos, mas também pela forte componente ambiental, que, ao visitarem a quinta/adega, acabam também por querer explorar a região”. Reforçando, “queremos partilhar com quem nos visita o que o vinho tem para ensinar. Desde a descoberta dos encantos da vinha, da preservação da biodiversidade até aos sistemas de produção tudo é uma aprendizagem que pode ou não terminar com uma prova vínica. trabalhamos para criar uma oferta turística integrada, fundada na qualidade do território, dos produtos e dos serviços”.

Visão partilhada pelo Presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal que considera que “a gastronomia e os vinhos são um dos produtos mais estruturantes para a consolidação da oferta turística da região e da imagem do destino no contexto nacional. Os números disponíveis demonstram que por via direta ou indireta, a enogastronomia contribui para o índice de fidelização ao destino, a coesão territorial e social, e ainda ajuda a combater a sazonalidade”.

VINDIMA DE ALVARINHO: COLHEITA DESTE ANO PROMETE EXCELENTE QUALIDADE

2020 também foi um ano atípico para as uvas de Alvarinho em Monção e Melgaço.

Está a iniciar a Vindima 2020 em Monção e Melgaço, cerca de uma semana antes do que é costume nesta sub-região dos Vinhos Verdes, mas a qualidade das uvas começou a ser ditada há muito tempo. Para a primeira marca de alvarinho de Melgaço, Soalheiro, as expetativas acerca da qualidade desta colheita são as melhores.

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Miguel Alves, Engenheiro Agrícola, refere “a fase do abrolhamento, quando os gomos começam a surgir após o adormecimento, ocorreu na primeira quinzena de março, mais do que duas semanas antes do que acontece num ano médio nesta região”. O adiantamento na fase inicial do ciclo deu-se porque o Inverno acabou por ser menos rigoroso, menos frio, do que o normal, tendo isso consequências distintas num território tão heterogéneo, nomeadamente no vale e na montanha. O responsável pelo acompanhamento das vinhas do Clube de Produtores do Soalheiro exemplifica: “na parte mais alta do nosso território, nomeadamente na nossa vinha a 1100 metros de altitude, houve menos neve do que o costume, já no vale as temperaturas foram mais amenas”.

Durante a fase de crescimento vegetativo, a precipitação foi abundante e as temperaturas baixas, o que, como explica Miguel Alves, “acabou por atrasar o adiantamento do ciclo, fazendo com que o pintor, fase que dá início à maturação, tivesse início a meados de julho, cerca de uma semana antes do que num ano convencional”. O mês de julho e o início de agosto caraterizaram-se por temperaturas muito altas durante o dia e pela ausência de precipitação – em meados de agosto existiram algumas chuvas ligeiras que “favoreceram a qualidade das uvas e ajudaram a vinha a recuperar as reservas”.

O fim de agosto foi mais ameno, com temperaturas de cerca de 30 oC durante o dia e noites com temperaturas por volta dos 16 oC, uma amplitude térmica elevada que é uma das caraterísticas diferenciadoras do território de Monção e Melgaço, originada pela baixa influência dos ventos atlânticos, devido à proteção das montanhas que rodeiam o vale do Alvarinho. Para António Luís Cerdeira, Enólogo do Soalheiro, este final de ciclo “levou a uma maturação mais lenta com a manutenção da frescura aromática e gustativa, caraterística marcante dos nossos vinhos, o que nos leva a esperar um ano de produção média em termos de quantidade, com expetativas muito otimistas em relação à qualidade”.

AS VINHAS NESTA ALTURA DO ANO TÊM UM ENCANTO ESPECIAL

O ambiente que se vivencia no território nesta altura do ano é, ainda, mais especial, por isso, todos os programas de Enoturismo são adaptados a esta realidade. O circuito de visitas foi reformulado e a experiência é feita, maioritariamente, na parte exterior potenciando um contacto privilegiado com a natureza, principalmente nesta época em que os encantos da vinha ganham nova dimensão.

RECONHECIMENTO INTERNACIONAL DÁ PROJEÇÃO À CASTA ALVARINHO E AOS VINHOS PORTUGUESES

Sarah Ahmed (Decanter), Mark Squires (The Wine Advocate), Julia Harding MW e Joshua Greene, responsável pelo Year's Best Vinhos Verdes da Wine & Spirits, destacaram colheitas recentes e envelhecidas da primeira marca de Alvarinho de Melgaço.

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Da Europa aos Estados Unidos, o Alvarinho Soalheiro continua a ser reconhecido internacionalmente pela imprensa especializada e por especialistas do setor. A frescura aromática da casta Alvarinho e a intensidade gustativa da colheita 2019 do Soalheiro Clássico conquistaram o paladar de Sarah Ahmed, 95 pontos, e de Mark Squires, 92 pontos Parker. Joshua Greene, responsável pelo Year's Best Vinhos Verdes da revista Wine & Spirits, publicado na edição de agosto, considerou mesmo o Soalheiro Clássico 2019 como um dos melhores Vinhos Verdes do ano, ao atribuir-lhe 93 pontos.

Para Mark Squires, nas notas publicadas no The Wine Advocate, a colheita 2019 trouxe outros excelentes vinhos, atribuindo ao Soalheiro Allo 2019, 90 pontos Parker, e ao Soalheiro Granit 2019, 92 pontos Parker. A colheita 2019 do Soalheiro Primeiras Vinhas também foi premiada, desta vez por Sarah Ahmed, na seleção para a revista britânica Decanter, com a atribuição de 95 pontos.

ALVARINHO TEM PONTENCIAL PARA ENVELHECER EM GARRAFA

Provando a capacidade de envelhecimento do Alvarinho em garrafa, também vinhos de colheitas mais antigas foram reconhecidos por estes especialistas internacionais. Mark Squires, no The Wine Advocate, atribuiu 93 pontos Parker ao Soalheiro Primeiras Vinhas 2018 e 92 pontos Parker ao Soalheiro Reserva 2018. Já o júri da revista Wine & Spirits atribuiu ao Soalheiro Granit 2018, 95 pontos.

A especialista em vinhos portugueses e presidente do júri para Portugal dos Prémios Mundiais de Vinho da Decanter, Sarah Ahmed, destacou, ainda, da prova vertical dos Soalheiros Clássico e Primeiras Vinhas as colheitas 2016, 2015 e 2009, tendo atribuído aos Soalheiros Clássico e Primeiras Vinhas 2015 e 2016, 96 pontos. Na colheita 2009, o Soalheiro Clássico conquistou 94 pontos e o Soalheiro Primeiras Vinhas, 95 pontos.

Julia Harding MW nas notas publicadas no portal jancisrobinson.com atribuiu 17,5 pontos ao Soalheiro Granit 2018, 17 pontos ao Soalheiro Terramatter 2018 e 16,5 pontos ao Soalheiro Oppaco 2013.

A aposta na versatilidade da casta alvarinho e no potencial dos Vinhos Verdes da sub-região de Monção e Melgaço: a origem do Alvarinho, bem como o desenvolvimento do enoturismo com vista a potenciar a descoberta dos segredos do território, continuam a ser o foco da primeira marca de alvarinho de Melgaço que acredita na tradição com inovação e irreverência.

CASA DAS INFUSÕES ABRE EM MELGAÇO: UM NOVO ESPAÇO DE ALOJAMENTO LOCAL NO CORAÇÃO DO T ERROIR DO ALVARINHO

Gostaria de descontrair no meio da natureza? Então a Casa das Infusões é o local ideal para passar uns dias relaxados. A Quinta de Soalheiro, primeiro produtor de Alvarinho de Melgaço, passa a disponibilizar esta casa de alojamento local que está perfeitamente integrada na paisagem que a rodeia. A harmonia entre a vinha, o vale e a montanha convidam, por si só, a uma visita. A proximidade do único Parque Nacional português, a Peneda-Gerês, e a descoberta de tradições, como a gastronomia típica da região do Alto Minho e a prova de alvarinho e de infusões, criam o ambiente ideal para uma estadia com a família ou entre amigos.

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A Casa das Infusões conta com três quartos com capacidade para cinco pessoas (um quarto com cama de casal, um com duas camas individuais e um com uma cama individual). A casa de traço rústico transporta, através do imaginário e da decoração, para o tema das infusões. Cada quarto está inspirado em três ervas-aromáticas perfeitamente adaptadas ao território: Perpétua Vermelha, Hortelã-Verde e Alfazema. Esta casa de alojamento local dispõe de duas casas de banho, sala, cozinha equipada, lareira, aquecimento, ar acondicionado, internet, televisão por cabo e um espaço exterior com zona para churrasco. O pequeno almoço, preparado com produtos locais, está incluído. Dele faz parte a prova de infusões da coleção Soalheiro Herbal Tea Selection.

UMA EXPERIÊNCIA ÚNICA ATRAVÉS DA DESCOBERTA DA HISTÓRIA E DAS TRADIÇÕES DO TERRITÓRIO

A casa está inserida num espaço onde crescem as infusões e os visitantes terão a possibilidade de ter um contacto mais próximo com a atividade agrícola, onde se recorre a conceitos de produção sustentável que promovem a biodiversidade da fauna e da flora local, ligada à produção das infusões, proporcionando uma experiência única através da descoberta da história e das tradições do território. Toda a plantação é realizada em agricultura biológica e a aposta na convergência entre o terroir do vinho e das ervas aromáticas é uma aposta pioneira na região.

Longe do rebuliço citadino, é, ainda, o local ideal para desfrutar de uma experiência de Enoturismo.  Com um circuito de visitas reformulado, onde a experiência é feita, maioritariamente, na parte exterior, no Soalheiro tem ainda a possibilidade de visitar as vinhas e ter um contacto privilegiado com a natureza numa descoberta do terroir da origem do Alvarinho – Monção e Melgaço – onde a gastronomia, a natureza e a hospitalidade nunca desiludem.

A casa está aberta ao público, a partir de 1 de agosto, e as reservas já podem ser feitas através do site www.soalheiro.com/enoturismo. Toda a experiência está desenhada de acordo com as recomendações da Direção-Geral de Saúde e do Turismo de Portugal, estando atribuído à Casa das Infusões o certificado "Clean & Safe".

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DO VALE À MONTANHA: O QUE DISTINGUE AS DIFERENTES DIMENSÕES DE ALVARINHO?

De perfil mais frutado ou mais mineral… Soalheiro potencia a elasticidade da casta Alvarinho.

Potenciando sabores mais frutados ou mais minerais, a elasticidade da casta Alvarinho permite descobrir diferentes texturas do território. Na sub-região da origem do Alvarinho – Monção e Melgaço – o Soalheiro eleva as riquezas da casta, apresentando diferentes dimensões em função do local de plantação das vinhas: no vale ou na montanha. Exemplo disso, é o emblemático Soalheiro Clássico - um alvarinho “do vale”, perfeito, intenso, elegante e com volume – e o Soalheiro Granit - um Alvarinho produzido a partir de uma seleção específica de vinhas plantadas acima dos 300 metros de altitude.

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Mas afinal, o que distingue um Alvarinho oriundo de vinhas plantadas no vale ou de vinhas plantadas na montanha? O solo, o clima, e, claro, a vontade da primeira marca de Alvarinho de Melgaço de preservar a tradição, mas apostando na inovação com o estudo em detalhe de cada particularidade do terroir onde está inserido.

NO VALE… NASCE O SOALHEIRO CLÁSSICO

As uvas da casta Alvarinho utilizadas no Soalheiro Clássico são provenientes de diversas vinhas de pequena dimensão implantadas em solo de origem granítica entre os 100 e os 400 metros de altitude e localizadas num microclima muito particular na sub-região de Monção e Melgaço. As vinhas no vale estão protegidas pelas montanhas contra a influência do Oceano Atlântico. Esta cordilheira condiciona essencialmente a precipitação, a humidade e a temperatura do ar, fatores fundamentais na diferenciação qualitativa do nosso Alvarinho.

Por isso, o Soalheiro Clássico apresenta um perfil mais consensual pela frescura aromática da casta Alvarinho, intensidade gustativa e invulgar longevidade em garrafa. Intenso e tropical, é perfeito como aperitivo ou para acompanhar mariscos, pratos de peixe ou pratos de carnes de aves.

NA MONTANHA… NASCE O SOALHEIRO GRANIT 

As uvas de Alvarinho utilizadas no Soalheiro Granit são provenientes de vinhas de pequena dimensão implantadas em solo de origem granítica acima dos 300 metros de altitude. Este Soalheiro revela a mineralidade que relaciona o solo de origem granítica do terroir de Monção e Melgaço e a casta Alvarinho, aprimorado com a batonage e o estágio nas borras finas.

Por isso, apresenta cor amarela citrina, aroma com o perfil contido e elegante com notas minerais e final seco. Muito gastronómico, o Soalheiro Granit harmoniza na perfeição com todo o tipo de pratos de marisco ou peixe.

FUMEIRO, ALVARINHO E INFUSÕES: SABORES E SABERES DE UM TERRITÓRIO

Uma redescoberta do terroir da origem do Alvarinho com tradição e irreverência numa experiência de enoturismo digital Gostaria de experienciar o território de Monção e Melgaço: A origem do Alvarinho, através dos sabores do fumeiro, das infusões e de várias dimensões de alvarinho, sem sair de casa? O Soalheiro tem uma proposta única, a “Pur Terroir Soalheiro Digital Tasting”.

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Da prova fazem parte seis dimensões de Alvarinho: Soalheiro Clássico – o vinho mais emblemático da marca, o Soalheiro Granit – a mineralidade da casta Alvarinho, um vinho produzido de uma seleção específica de vinhas de altitude implantadas em solos graníticos, o Soalheiro Primeiras Vinhas - a alma do Soalheiro, o Soalheiro Reserva – Alvarinho fermentado em casco de carvalho, o Soalheiro Terramatter e o Soalheiro Nature – dois vinhos que fazem parte da família dos Soalheiros Naturais. O primeiro sem filtração e o segundo sem adição de sulfitos, conduzem à redescoberta do terroir com tradição e irreverência. 

Mas a experiência não fica por aqui. A elasticidade do território pode ainda ser provada através da destilação dos melhores bagaços da casta Alvarinho que dão origem a uma aguardente única: Alvarinho Soalheiro Aguardente Bagaceira, com mais de 20 anos, e das Infusões Soalheiro, uma excelente convergência entre o terroir dos vinhos e das ervas aromáticas. Tudo isto harmonizado com o Fumeiro Tradicional da Quinta de Folga.

Para além dos vinhos, do fumeiro e das infusões, será enviado o acesso exclusivo ao vídeo da prova comentada, guia com informação do Soalheiro, fichas técnicas dos vinhos e notas de prova, doseadores e saca rolhas profissional. O kit possibilita ainda acesso ao livro de receitas "Soalheiro na Cozinha". Um livro, exclusivo, elaborado pela equipa Soalheiro que decidiu partilhar a paixão pela gastronomia e pelos vinhos e transmitir pequenos grandes momentos gastronómicos harmonizados com Alvarinho.

Encarando o Enoturismo Digital como complemento às visitas presenciais, será oferecido, em cada kit, um voucher de uma visita à adega para duas pessoas, com validade de um ano.

Depois do sucesso das primeiras edições da Soalheiro Digital Tasting, a primeira marca de Alvarinho de Melgaço vai continuar a levar até casa das pessoas a paixão e os segredos da casta Alvarinho. A Pur Terroir Soalheiro Digital Tasting pode ser adquirida, sem sair de casa, através da página www.soalheiro.com/loja e será entregue na morada indicada.

Pur Terroir Soalheiro Digital Tasting - Vídeo de apresentação AQUI!