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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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UMA COLEÇÃO ESPECIAL QUE NÃO VAI QUERER PERDER! – ALVARINHO E OBRAS DE ARTE SECULARES?

Este foi o desafio lançado pela instituição mais antiga de Melgaço, Santa Casa da Misericórdia de Melgaço, à primeira marca de Alvarinho do concelho, Soalheiro.

A Santa Casa da Misericórdia de Melgaço, instituição mais antiga do concelho, associou-se à primeira marca de Alvarinho de Melgaço, Soalheiro, para criar uma coleção especial repleta de arte e história - “Soalheiro / 500 anos de Misericórdia”.

Trata-se de uma coleção comemorativa dos 500 anos desta instituição secular, com forte cariz de apoio social no concelho, sem descurar a preservação do património histórico e cultural que reflete a sua história. Cada garrafa representa uma icónica obra de arte. As vendas desta coleção revertem, em 20%, para a recuperação do património cultural e artístico existente no espólio da instituição, preservando a identidade histórica das mesmas.

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Sempre com foco na sustentabilidade do concelho onde está inserido, Melgaço, o Soalheiro aposta na cultura como mais um veículo para fomentar o potencial da região. “Valorizamos o potencial do nosso concelho e acreditamos na sua sustentabilidade. Criar condições para fixar pessoas, promover a qualidade do território e dos produtos associados a um terroir de excelência é fundamental. Por isso, estes projetos fazem todo o sentido” afirmam os produtores Soalheiro. Acrescentando, “esta dinâmica é vivida por toda a equipa Soalheiro, no dia a dia, seja através de projetos como o Projeto Germinar ou esta coleção especial focada na arte com história, seja pela consistência nas práticas ambientais que contribuem para a diversidade e valorização do território e da casta Alvarinho, ou até mesmo, pela criação do Clube de Produtores de Monovarietais de Vinho Verde, criando condições de subsistência para mais de 200 famílias”.

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RÓTULOS COM 5 SÉCULOS DE HISTÓRIA PARA COLECIONAR!

Das peças de arte destacadas nesta coleção, poderá admirar a tela comemorativa dos 500 anos da Misericórdia, onde se pode vislumbrar a Igreja da Misericórdia e “Nossa Senhora da Misericórdia”, conforme aparece na capa do Compromisso original da Misericórdia de Melgaço (um documento raríssimo, com 500 anos). Trata-se de uma obra muito importante para a instituição, que serviu também de capa para o livro "1517 - 2017, Um Compromisso com Cinco Séculos".  A obra foi pintada e oferecida pelo mestre António Bessa, autor, entre outros, do quadro oficial do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e pode ser apreciada no Lar Pereira de Sousa (Melgaço), onde está exposta.

Do espólio fazem ainda parte a “Bandeira Real da Misericórdia de Melgaço”, uma tela, com cerca de quatro séculos, encontrada por altura da comemoração dos 500 anos, nos arrumos da igreja da Misericórdia, em avançado estado de degradação. Foi restaurada pela Fundação Ricardo Espírito Santos Silva, tendo regressado a casa, em novembro de 2018, encontrando-se também exposta no Lar Pereira de Sousa.

Na mesma altura, foi ainda descoberta uma outra tela, também ela com cerca de 400 anos, composta por duas pinturas a óleo. Na parte da frente uma representação da “Descida da Cruz” e no reverso a figuração de “Nossa Senhora da Misericórdia”. Será esta obra, de dupla face, a ser restaurada, assim que as verbas arrecadadas com esta campanha atinjam os valores orçamentados para o efeito.

Quem adquirir esta coleção especial, além de contribuir para a preservação de um valioso património histórico, irá receber uma réplica da tela do Mestre António Bessa, um pin da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço, um saca-rolhas premium Soalheiro e terá ainda oportunidade de assistir, posteriormente, à apresentação das peças restauradas, recebendo uma réplica das mesmas.

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ADEGA DE MONÇÃO SUGERE 3 VINHOS PARA CELEBRAR O NATAL: DEU LA DEU; DEU LA DEU RESERVA E DEU LA DEU FERNANDO MOURA

Pela solenidade, pela gastronomia ou pela companhia, a noite de Natal constitui-se como um momento privilegiado para se celebrarem grandes vinhos. Escolher o vinho certo é uma questão de harmonia, de equilíbrio e de prazer à mesa.

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A Adega de Monção sugere para acompanhar os pratos típicos da noite de Natal, a marca Alvarinho mais vendida em Portugal e uma das mais prestigiadas da casa: Deu La Deu.

Dos vinhos antes do jantar, aos vinhos a servir com o bacalhau ou a acompanhar as típicas sobremesas da época, o Deu la Deu, o Deu la Deu Reserva e o Deu la Deu Fernando Moura são três excelentes opções para harmonizar a Ceia de Natal.

O Alvarinho Deu la Deu apresenta-se como um excelente aperitivo e acompanhante de pratos de marisco, peixe e carnes brancas. Com aroma predominante a fruta de caroço, onde se salientam as notas de pêssego, alperce, frutos tropicais e nuances florais, é um vinho harmonioso, elegante e intenso na boca, onde termina longo. Temperatura de consumo recomendada de 12ºC.

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Produzido com base numa seleção de uvas Alvarinho, provenientes de vinhas antigas da sub-região de Monção e Melgaço, o Deu la Deu Reserva mostra-se no aroma fresco, típico da casta, com forte presença de flor de laranjeira, pêssego e alperce. Na boca, onde é seco, macio e encorpado, sobressaem frutos de caroço e tropicais, como manga. Temperatura de consumo recomendada de 12ºC.

O vinho de homenagem a Fernando Moura, enólogo com mais de 30 anos de ligação à Adega de Monção, tem notas de pólvora seca e uma robustez que lhe permite ser servido a acompanhar uma entrada de queijos ou patés mas igualmente “uma carne mais pesada”, como uma posta de uma das maravilhosas carnes típicas da celebração, que, por norma, obriga a vinhos mais robustos.

Deu-la-Deu, a história

A Adega Cooperativa de Monção quis prestar uma homenagem a um episódio único da história nacional e da região, dando o nome de Deu la Deu a um dos seus mais prestigiados vinhos.

Segundo reza a história, em pleno século XIV D. Fernando estava em guerra com Castela e Monção estava cercada. A vila aguentou o cerco apesar da falta de recursos. Os alimentos eram escassos e os homens válidos muito poucos. Deu-la-Deu Martins, esposa do capitão-mor de Monção, Vasco Gomes de Abreu, que estava ausente a acompanhar o rei D. Fernando e o seu exército, tomou o comando da praça e, durante o tempo que durou o cerco, dirigiu os seus homens. Esgotava-se tudo, lentamente: os recursos militares, a comida, os próprios homens e a coragem também. E foi num desses momentos de desespero que, Deu-la-Deu mandou recolher a pouca farinha que ainda existia na vila e com ela fazer os últimos pães. Após a cozedura, Deu-la-Deu subiu à muralha com os pães nas mãos. Chegou-se a uma ameia e atirou-os aos sitiantes, gritando bem alto: “A vós, que não podendo conquistar-nos pela força das armas, nos haveis querido render pela fome, nós, mais humanos e porque, graças a Deus, nos achamos bem providos, vendo que não estais fartos, vos enviamos esse socorro e vos daremos mais, se pedirdes! Na verdade, também o inimigo tinha fome, muita fome. Por isso, face àquele esbanjamento de pão, acreditaram na fartura dos sitiados e levantaram o cerco, partindo para terras de Castela. Desta forma, com audácia e coragem, Deu-la-Deu salvou a praça e ficou, para sempre, ligada à história de Monção.

Adega de Monção

Fundada a 11 de outubro de 1958, por iniciativa de 25 viticultores, a adega encontra-se situada em plena Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na sub-região de Monção e Melgaço, onde a casta Alvarinho é melhor representada.

Esta sub-região da Região dos Vinhos Verdes é onde o Alvarinho tem origem e onde iniciou a sua evolução, o que aconteceu mesmo antes da existência de qualquer registo escrito.

A adega agrega 1.600 cooperantes e tem uma área vinícola1.151Ha.

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CLUBE DE PRODUTORES DE MONOVARIETAIS DE VINHO VERDE QUER CRIARREDE DE QUINTAS VITÍCOLAS EM PROL DO TURISMO SUSTENTÁVEL

A promoção do Turismo Sustentável no Território dos Vinhos Verdes e de Monção e Melgaço é a nova aposta do Clube de Produtores de Monovarietais de Vinho Verde (VVCPM). Em conjunto com todos os produtores que integram a associação, pretende-se criar uma rede e uma marca de quintas vitícolas que promovam um turismo direcionado para a sustentabilidade ambiental, social e económica e, ao mesmo tempo, promover o Turismo na região de Monção e Melgaço, território alvo nesta primeira fase do projeto.

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Foi sob este propósito, e em linha com a estratégia definida pelo Turismo de Portugal onde o enoturismo tem, cada vez mais, maior relevância, que o VVCPM apresentou o projeto “ENOTOUR – Promoção do Turismo Sustentável no Território dos Vinhos Verdes e do Alvarinho de Monção e Melgaço”, uma candidatura ao programa Valorizar, no âmbito do Portugal 2020, em fase de análise.

O objetivo é alinhar uma estratégia consertada entre o enoturismo com o turismo sustentável e com as tradições culturais e gastronómicas da região de Monção e Melgaço e do Vinho Verde. Neste sentido, é intento do Clube criar uma marca de cariz ecofriendly, que será depois atribuída aos produtores/quintas da região, com o propósito de credibilizar e promover as boas práticas ambientais que estão a ser aplicadas nas diversas quintas e adegas da região.

O projeto prevê ainda a criação de uma plataforma digital colaborativa que reunirá conteúdos em realidade aumentadaaliando a tecnologia à tradição, história e cultura local. Para tal, o Clube conjetura trabalhar num programa de atividades e ações direcionadas para a vertente ambiental, social, cultural e económica da região, transformando assim os meios existentes num produto turístico atrativo do ponto de vista da sustentabilidade nos seus vários níveis.

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PLATAFORMA COM OFERTA TURÍSTICA DIVERSIFICADA PARA ATRAIR MAIS VISITAS AO TERRITÓRIO

O projeto dinamizará toda a economia, uma vez que alavancará o aumento do número de turistas, motivados não só pela qualidade dos vinhos, mas também pela forte componente ambiental, que, ao visitarem a quinta/adega, acabam também por querer explorar a região.

É objetivo do Clube reunir na plataforma digital diferentes informações, possibilitando ao visitante uma experiência enriquecedora: o acesso a informações de cariz patrimonial e ambiental das diversas quintas, assim como a pegada ecológica, as medidas implementadas e a implementar, os objetivos ambientais e informações sobre os volumes de produção.

O visitante ficará ainda contextualizado sobre o território, assim como das ofertas turísticas (alojamento, restauração, entre outras). «Uma oferta turística integrada, fundada na qualidade do território, dos produtos e dos serviços.», garante o Clube de Produtores de Monovarietais de Vinho Verde.

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PROJETO PODERÁ SER APLICADO EM OUTRAS REGIÕES

O “ENOTOUR – Promoção do Turismo Sustentável no Território dos Vinhos Verdes e do Alvarinho de Monção e Melgaço” apresenta-se como um projeto com diferentes vertentes e em que todas se tornam essenciais para a região onde está inserido.

O projeto não ostenta qualquer restrição temporal ou territorial, existindo a possibilidade de, a longo prazo, ser implementado num diferente território vitícola ou alargá-lo a outros produtores interessados.

Terá ainda capacidade para englobar vários setores de atividade turística, nomeadamente hotéis, restaurantes, operadores turísticos, entidades promotoras do território a atuarem no PNPG, associações, produtores de artesanato local, entre outros, potenciando assim a criação de parcerias entre os diferentes atores, com o objetivo de proporcionar uma oferta turística mais completa e diversificada.

Sendo a sustentabilidade ambiental o pilar principal deste projeto, as diferentes entidades terão acesso a um conjunto de informação sobre as boas práticas ambientais, de forma a avaliarem a implementação no seu setor de atividade e assim contribuírem para um turismo mais sustentável, indo de encontro às metas definidas na Estratégia para o Turismo 2027.

No período pós-financiamento o “ENOTOUR – Promoção do Turismo Sustentável no Território dos Vinhos Verdes e do Alvarinho de Monção e Melgaço” será financiado principalmente através do pagamento de quotas anuais. Os produtores ou as associações que se mostrem interessadas em colaborar com esta plataforma tornar-se-ão assim sócios do projeto.

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VALORIZAÇÃO, INVESTIGAÇÃO E PROTEÇÃO

O Clube de Produtores de Monovarietais de Vinho Verde (VVCPM) foi fundado em 2018, por iniciativa dos sócios gerentes da Quinta de Soalheiro, com o objetivo de fomentar o enoturismo, a produção de uvas e de vinho de qualidade e a inovação e o desenvolvimento.

Apresenta-se como uma associação que pretende divulgar as potencialidades das diferentes sub-regiões do Vinho Verde, criando parcerias que permitam aumentar as visitas ao território e a melhoria do turismo das vinhas, incentivando o desenvolvimento económico mediante uma oferta turística integrada, fundada na qualidade do território, dos produtos e dos serviços.

Tem na sua constituição uma grande maioria de viticultores de Monção e Melgaço dedicados à produção de Alvarinho e produtores da região dos Vinhos Verdes cujo foco na qualidade, no enoturismo e na inovação são prioridades. Trata-se de produtores de uva da casta Alvarinho (DOC ou IG), incluindo os da sub-região de Monção e Melgaço, produtores de uva da casta Loureiro (DOC Vinho Verde ou IG Minho), produtores de outras castas Brancas e Tintas como Avesso, Azal, Arinto, Trajadura, Vinhão, Espadeiro, Alvarelhão, entre outras implantadas na região dos Vinhos Verdes. Representa ainda produtores que tenham atividade de enoturismo.

EXPERIÊNCIAS PELA REGIÃO DOS VINHOS VERDES

SUGESTÕES DE VISITA

Para assinalar o Dia Mundial do Enoturismo, o Clube de Produtores apresenta algumas sugestões de visita: à Quinta de Amaresum dos maiores produtores de Loureiro da região, localizada no concelho com o mesmo nome; à Quinta de Santa Cristina, uma referência na região de Basto onde o enoturismo é já uma realidade com profissionalismo e diversas possibilidades de visitas; à Quinta Edmundo Val, em Valença, que surpreende com uma vistosa panorâmica de vinhas e provas comentadas. Em Monção e Melgaço as propostas recaem no Solar de Serradeonde, para além de visita às vinhas, os visitantes têm a possibilidade de ficarem alojados - um Hotel recuperado de uma antiga casa apalaçada que permite um contacto muito próximo com a natureza e os prazeres do Alvarinho; na Quinta de Alderizum projeto de família dos irmãos Pinheiro que possui uma vasta área de Alvarinho e produção própria; no produtor Dom Poncianoque possibilita visitas às vinhas e provas na adega; e ainda na Quinta de Soalheiroimpulsionadora deste projeto que concretiza a possibilidade de dar resposta ao objetivo comum, dos produtores, de comunicar um complemento do turismo do vinho e da vinha, já existente em Portugal, nomeadamente o mais próximo desenvolvido da margem do rio Douro.

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NÚCLEO DE INVESTIGAÇÃO & DESENVOLVIMENTO DESAFIARÁ POTENCIALIDADES DO TERROIR DA ORIGEM DO ALVARINHO

O objetivo do Soalheiro é apostar no desenvolvimento de novos produtos e novos processos,

em torno da casta Alvarinho e do terroir de excelência onde estão inseridos,

privilegiando a qualidade e a sustentabilidade social, económica e ambiental.

Abrindo mais uma porta no caminho da inovação e da irreverência com consistência que a primeira marca de Alvarinho de Melgaço tem demonstrado, o Soalheiro implementou um Núcleo de Investigação e Desenvolvimento. O objetivo é apostar no desenvolvimento de novos produtos e novos processos, em torno do Vinho Verde, em especial da casta Alvarinho e do terroir de excelência onde estão inseridos, privilegiando a qualidade e a sustentabilidade social, económica e ambiental. Para os produtores “sair da zona de conforto é o que nos permite evoluir. Porque é nesse plano que surge a criação, a novidade, a inovação”.

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Este investimento pretende ser mais uma resposta à estratégia do Soalheiro para contribuir para a valorização de um território com elevado potencial de desenvolvimento, não só na produção de Alvarinhos de excelência, mas também em torno do turismo do vinho de uma forma mais abrangente e integradora.

Um dos fatores de diferenciação é a aposta na partilha de conhecimento, que permitirá aumentar a competitividade de forma sustentável. E acreditando que as parcerias são um fator chave para o sucesso deste Núcleo, o Soalheiro recebeu o Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) num dia de fórum e discussão em torno de uma área de dominador comum: o extenso trabalho já desenvolvido na região da origem do alvarinho: Monção e Melgaço.

Resultante da parceria com o IPVC será realizado um estudo socioeconómico e desenvolvido um modelo tridimensional do Clube de Produtores de Monovarietais de Vinho Verde (VVCPM), com base na informação especializada que já detém sobre o território de Monção e Melgaço. A associação agrega já mais de 150 produtores parceiros de produção do Soalheiro e tem como propósito contribuir para a produção de uvas e de vinho de qualidade, contribuindo para a afirmação da identidade histórico-cultural, patrimonial, económica e social dos territórios ligados a uma produção de excelência.

No plano de trabalhos está ainda o apoio ao desenvolvimento de uma tese de mestrado sobre a comunicação do Enoturismo, correlacionar a nutrição natural com a diferenciação aromática no âmbito da microbiologia das fermentações e apostar no desenvolvimento tecnológico com base na viticultura de precisão.

Acompanhe o canal de youtube (www.youtube.com/soalheiro) e descubra porque é tão importante a investigação para o Soalheiro, num brainstorming único com o CBMA - Centro de Biologia Molecular e Ambiental da Universidade do Minho, também parceiros deste projeto I&D

ADEGA DE MONÇÃO APRESENTA “ALVARINHO DEU-LA-DEU FERNANDO MOURA” A ASSINALAR 3 DÉCADAS DE COLABORAÇÃO DO CONCEITUADO ENÓLOGO

Foi apresentado no passado sábado o vinho “Alvarinho Deu-La-Deu Fernando Moura” que celebra os 30 anos de colaboração de Fernando Moura com a Adega de Monção.

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Como fez questão de salientar Armando Fontainhas, presidente da Direção, “Não há melhor forma para homenagear um enólogo do que ele próprio fazer o vinho que leva o seu nome no rótulo. São 30 anos que aqui ficam registados, uma vida dedicada a fazer bons vinhos e a elevar o nome da Adega de Monção.”

O “Alvarinho Deu-la-Deu Fernando Moura” resulta da junção de 3 alvarinhos numa produção limitada a 3031 garrafas, que resulta da simbologia 30 anos, 3 vinhos, 1 vida como se pode ler no rótulo. Com 300 garrafas de 1,5 L, a 37€ cada, 31 garrafas de 3 litros a 65€ e 900 caixas de 3 garrafas de 0,75L a 19€ cada garrafa, este vinho destina-se aos enófilos e a todos os que queiram festejar a vida com um Alvarinho.

Fernando Moura, enólogo com mais de 40 anos de vindimas, reconhece que “este vinho lhe deu um prazer especial a fazer, mas acima de tudo uma enorme responsabilidade pois não podia deixar ficar mal nenhum dos que comigo colaboraram na feitura deste vinho. Sim, porque tudo começa na vinha e na qualidade da uva e acaba aqui num processo em que são muitas as pessoas envolvidas. Eu sou apenas mais uma.”

O vinho que estará à venda em lojas especializadas, tem notas de pólvora seca e uma robustez que lhe permite ser servido a acompanhar uma entrada de queijos ou patés mas igualmente “uma carne mais pesada, uma posta de uma das nossas maravilhosas carnes ou mesmo um cordeiro que por norma obriga a vinhos mais robustos”, refere Fernando Moura.

O enólogo de 67 anos deu os primeiros passos no mundo dos vinhos ainda pequeno ao acompanhar o seu pai, viticultor em Basto. O destino estava traçado tendo frequentado com êxito o Curso Superior de Agronomia em Lisboa, durante os anos de 1975 a 1980. De então para cá foi toda uma vida dedicada ao vinho, iniciando em 1989 a sua ligação à Adega de Monção a convite do Dr. José Emílio. Desde então foram mais de 150 milhões de litros de vinho que passaram pelas suas mãos, sem contar com todos os litros que foram vinificados nos produtores onde também é consultor. De referir que atualmente são mais de 15 os produtores a quem dedica o seu tempo e saber. Todos eles na região dos Vinhos Verdes, região onde tem “visto uma enorme evolução e que ainda tem um grande campo de progressão” refere Fernando Moura com orgulho por ter sido parte ativa nesse processo.

Principais marcos

Entre 1986 e 2004, a Adega de Monção melhorou as condições tecnológicas de receção das uvas e o processo de vinificação, a capacidade de armazenamento, estabilização e engarrafamento dos vinhos.

Em 1999 aumentou as suas instalações com a criação de um novo centro de receção de uvas e vinificação – o Pólo de Melgaço.

Entre 2004 e 2006 tiveram início as obras de criação de modernização das instalações que permitiram alargar a comercialização a nível nacional e internacional.

Em 2005 surgiu o espaço Histórico e Cultural da Adega na antiga casa do Adegueiro e silos do Bagaço, que levou à sua integração na Rota dos Vinhos Verdes, Itinerário do Minho.

Em 2007, a Revista dos vinhos galardoou-a como a “Cooperativa do Ano”, e, em 2008 no evento “Lisboa Celebra o Vinho”, o Ministério da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas distinguiu-a com o prémio Empreendedorismo e Inovação.

Em 11 de Outubro de 2008 a Adega de Monção lançou uma aguardente de Vinho Verde Alvarinho, com numeração limitada, para a comemoração do seu Quinquagésimo Aniversário.

É desde 2008 PME Líder.

Em 2017, a Adega Cooperativa de Monção implementou um sistema de produção de energia fotovoltaica para autoconsumo e um sistema solar térmico, um investimento de 160 mil euros que permitiu minimizar a pegada ecológica. Ao todo, foram instalados 307 painéis solares fotovoltaicos de 265 W cada para autoconsumo.

Recentemente, a Adega de Monção, obteve dois Ouros, uma Prata e seis menções honrosas no concurso de Vinhos Verdes Engarrafados, promovido pela Comissão dos Vinhos Verdes. No Concurso Vinhos Portugal, organizado pela ViniPortugal, foi distinguida com um Grande Ouro e com um Ouro com o vinho Deu la Deu e Deu la Deu Reserva. O “Muralhas de Monção espumante 2015 Reserva” foi premiado com uma medalha de Prata no Concurso Internacional Brut Experience 2019.

Adega de Monção

Fundada a 11 de outubro de 1958, por iniciativa de 25 viticultores, a adega encontra-se situada em plena Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na sub-região de Monção e Melgaço, onde a casta Alvarinho é melhor representada.

Esta sub-região da Região dos Vinhos Verdes é onde o Alvarinho tem origem e onde iniciou a sua evolução, o que aconteceu mesmo antes da existência de qualquer registo escrito.

A adega agrega 1.600 cooperantes e tem uma área vinícola1.151Ha.

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GASTRONOMIA E VINHO ATRAÍRAM MILHARES DE PESSOAS À FESTA DAS COLHEITAS DE VILA VERDE

Festa das Colheitas de Vila Verde. Os saberes e sabores do mundo rural atraíram multidões no Dia da Gastronomia e do Vinho

Os saberes e sabores do mundo rural atraíram, ontem (11 de outubro), uma enchente à Festa das Colheitas de Vila Verde. Um mar de gente que se deliciou com os genuínos sabores da cozinha regional nas tasquinhas, restaurantes e expositores (doces, queijo, vinho, fumeiro…). A recriação fiel de uma tradicional pisada de uvas reforçou o simbolismo do Dia da Gastronomia e do Vinho, num serão que se revelou um hino à tradição minhota. O folclore, o encontro de cantares ao desafio e as rusgas populares garantiram a animação musical.

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Pouco passava das 21h quando começou mais uma viagem à (re)descoberta da genuína tradição do Minho. Um carro de madeira puxado por uma junta de bois trouxe o fruto da vinha para recriação da tradicional pisada das uvas. Depois, foram transportadas em cestos para uma dorna de madeira e pisadas repetidamente para extrair o néctar. Tudo à moda de antigamente. A iniciativa organizada pela Associação de Folclore do Concelho de Vila Verde decorreu em ambiente de festa e com muita animação musical do Rancho Folclórico de Prado S. Miguel. No final, uma merenda para fortalecer o corpo e recuperar energias para as atuações musicais que se seguiram.

Os sempre divertidos cantares ao desafio espalharam boa disposição pela bela moldura humana que se instalou em frente ao palco das colheitas. Das piadas mais bem-dispostas aos trocadilhos mais atrevidos, passando por algumas picardias saudáveis, os cantadores (Anjinho, Diana Monteiro, Pedro Malheiro, Liliana Oliveira, Aguiar de Barcelos, Naty, Manuel Silva, Adília de Arouca, Zé de Braga e Catarina Pires) arrancaram gargalhadas e chuvas de aplausos à plateia. Os tocadores Mickael Akordeon, Nandinho e Né fizeram vibrar a multidão com uma musicalidade alegre e contagiante.

O período do dia foi preenchido com atividades diversificadas. A manhã ficou entregue à criatividade do concurso de artesanato e aos doces sabores dos concursos do mel, geleia e marmelada, com organização da Aliança Artesanal e Loja Interativa de turismo de Vila Verde, respetivamente. Entretanto, a Escola Secundária de Vila Verde (ESVV) dinamizava ateliers de saúde no interior da tenda de conferências e de dança no exterior. Pela hora de almoço, a EPATV ensinou o público a preparar verdadeiros pitéus durante um showcooking que incluiu vários produtos locais.

A cozinha continuou na agenda ao início da tarde, desta vez voltada para a doçaria. A plateia pôde aprender a confecionar uma compota caseira e saborosa no workshop organizado pela Escola Secundária de Vila Verde. Depois, tempo para desgastar calorias de forma divertida. Dos mais jovens aos mais vividos, os ritmos quentes e alegres da Mega Aula das Colheitas – Intergeracional puseram toda a gente a dançar. Saúde, desporto e muita diversão numa iniciativa organizada pela Rede Social do Município de Vila Verde. Ao final da tarde, os Bombeiros Voluntários de Vila Verde realizaram um simulacro de acidente no recinto, seguido da cerimónia de bênção da nova viatura ao serviço dos soldados da paz.

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PRODUTOR DE VINHO VERDE ENTRE OS 100 MELHORES PRODUTORES DE VINHO

Pela 5ª vez consecutiva, Soalheiro distinguido pela “Wine & Spirits' - Top 100 Wineries”

Uma distinção que contribuiu para continuar a enaltecer, além-fronteiras, o Vinho Verde, Monção e Melgaço - A Origem do Alvarinho e o grande potencial dos Vinhos Portugueses.

Pela 5ª vez consecutiva, a adega Soalheiro foi considerada umas das 100 melhores adegas presentes nos Estados Unidos, pela “Wine & Spirits' 2019 - Top 100 Wineries”.  Uma distinção de excelência onde figuram apenas cinco adegas portuguesas - W&J Graham's, Quinta do Noval, Luis Pato, Taylor Fladgate e Soalheiro -, sendo a adega da primeira marca de Alvarinho a única a representar a região dos Vinhos Verdes.

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Este reconhecimento enaltece a estratégia levada a cabo pelos produtores Soalheiro que acreditam na importância de uma gestão cuidada - com foco na excelência e na qualidade, nunca sendo o volume a primeira prioridade - para potenciar o desenvolvimento social, económico e ambiental da região onde estão inseridos - Monção e Melgaço: a origem do Alvarinho. Para os produtores trata-se de “um prémio de consistência que reconhece o trabalho de uma equipa muito focada na diferenciação e na casta Alvarinho – a nossa origem e a nossa paixão”.

A “Wine & Spirits' 2019 - Top 100 Wineries” é uma distinção de referência no mundo dos vinhos, onde são analisados parâmetros de qualidade e consistência de várias empresas produtoras de vinho mundiais, que se destacaram pelos melhores desempenhos globais.

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PONTE DE LIMA É CAPITAL DO VINHO VERDE LOUREIRO

II Loureiro de Ponte de Lima ConVida: vinhos e produtores de oito regiões demarcadas reuniram milhares de visitantes

Entre 12 e 17 de agosto, milhares de visitantes rumaram a Ponte de Lima, não só para o Campeonato da Europa de Horseball, mas em simultâneo, para o II Loureiro de Ponte de Lima ConVida.

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O evento enológico cuja segunda edição teve início a 15 de agosto, proporcionou aos visitantes uma imersão em vinhos provenientes da Sub-Região do Lima, das regiões demarcadas do Vinho Verde, Dão, Porto e Douro, Trás-os-Montes, Bairrada, Lisboa, e Alentejo.

Com quase duas dezenas de produtores, e mais de 80 rótulos “à prova”, o evento cumpriu a proposição que lhe deu mote: a de agir em prol da promoção e valorização da casta Loureiro, potenciando o retorno económico para os agentes ligados ao sector.

Nas palavras de Victor Mendes, Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, o objetivo de “promover aquela que é a casta mais importante de Ponte de Lima (…) está dentro do que tem sido a nossa estratégia de promoção da nossa vinha e do nosso vinho, que é hoje um produto de muita qualidade”. Um produto que autarca considera “muito importante para a nossa economia” e “uma importante alavanca daquilo que é o nosso território”.

No decorrer deste evento, e pela primeira vez, Ponte de Lima coroou a sua Rainha das Vindimas.

Após pisar a passerelle em traje tradicional, roupa prática e vestido de noite, Mara de Castro, da freguesia da Feitosa, foi eleita vencedora do concurso que tem como objetivo a valorização e a divulgação da tradição, dos usos, e dos costumes do concelho, relacionados com a cultura da vinha e a produção do vinho. A vencedora seguirá para a próxima fase do concurso, a nível nacional, cuja gala decorrerá em Setembro.

A ligação entre estes dois produtos de excelência do mundo rural, resultou num fim-de-semana em cheio, que, a realizar-se futuramente, deve constar de qualquer roteiro.

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PONTE DE LIMA É REFERÊNCIA NACIONAL... E ATÉ NO ESTRANGEIRO!

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O concelho de Ponte de Lima é uma referência nacional, e até no estrangeiro, pelos seus afamados vinhos e enchidos tradicionais, realçou o Chef António Loureiro, a mais recente Estrela Michelin, proprietário do restaurante – A Cozinha – no centro histórico de Guimarães.

O famoso “ artista “ na culinária participou no passado Sábado em Ponte de Lima na  apresentação de dois dos melhores vinhos produzidos nesse  concelho e um Top proveniente das margens do Douro.

Na garrafeira Blue Wine, situada na Rua General Norton de Matos, junto da Santa Casa da Misericórdia, o Chef António Loureiro e duas dezenas de convidados, entre produtores, empresários da restauração, gastrónomos e amigos, provaram esses rótulos especiais ….

No grupo, salientavam-se o ex- eurodeputado da Segurança Alimentar e Saúde Pública, Inácio Faria, do Movimento Partido da Terra; a jornalista Odete Mendes, da Rádio Alfa em Paris; Carlos Silva, dirigente da Associação de Amizade França – Portugal, em Drancy, arredores da capital francesa; António Sousa, Presidente da Assembleia de Freguesia de Ponte de Lima e Arca; Chef Vítor Lima, fabricante do Folar Limiano, com sede junto da variante da Baldrufa; Cassilda Quesado, sobrinha do saudoso Prior António Quezado, de Vila Franca do Lima, cozinheiro eventual para o Arcebispado de Braga e Patriarcado, proprietária do Restaurante Solar do Taberneiro na vila, e os colegas estabelecidos na Correlhã: Fátima Amorim e Sonho do Capitão; Cozinha Velha, em Arcozelo; Casa de S. Sebastião, em S. Pedro de Arcos, restaurantes que têm divulgado do Arroz de Sarrabulho em Portugal, Espanha, Bélgica, França e Luxemburgo, e pode acompanhar com os vinhos participantes no evento.

Após o reconhecimento da qualidade vinícola autenticado pelo Chef Michelin, procedeu-se á prova dos dois Loureiros medalhados com ouro e prata em concurso dos Vinhos Verdes em 2017: o da Casa da Cuca, na freguesia de Moreira de Lima, com exportação para Espanha, França e Luxemburgo, e o Vila Antiga, normal e Escolha, produção da família Pereira Lima na Correlhã ; o momento mais aguardado estava para o produto da Aromas4U, uma Reserva Tinto 2016 do Douro, envelhecido durante nove meses em barricas de carvalho, produzido por empresários limianos, de Arcozelo, galardoado com uma das 135 medalhas de ouro atribuídas ao quarto prémio na categoria de países participantes em Maio último no Concurso Mundial de Vinhos de Bruxelas, entre 13.000 analisados por 350 provadores, duma selecção de mil nacionais, realizado na cidade suíça de Aigle (Genebra), recorde-se. Os vinhos dos jovens produtores sediados no pólo da Gemieira têm clientes na Espanha, França, Holanda, Alemanha, Suíça, Reino Unido e Canadá.

Para além do néctar das videiras, o Chef António Loureiro teceu elogios ao Folar Limiano, uma Bola de carnes com massa brioche molhada com vinho Loureiro (e alguns segredos), e os enchidos da empresa MinhoFumeiro da Correlhâ, galardoados com medalhas de ouro e prata em vários certamens do sector: presunto, lombo do cachaço e alheira de galo.

A fechar, um doce local, cuja receita veio “embrulhada” certo dia, há mais de cem anos, da sede em Margaride, Felgueiras: o Pão de Ló da Confeitaria Havaneza, na Praça de Camões, depois de inicialmente o mesmo patrão, o ter experimentado no ano de 1906, na Vilar, traseiras da Igreja Matriz.

Tito Morais / https://www.luso.eu/

PONTE DE LIMA É A CAPITAL DO LOUREIRO

Loureiro de Ponte de Lima ConVida abre amanhã portas ao público com mais de 80 rótulos “à prova”

A II edição do “Loureiro de Ponte Lima ConVida”, o evento enológico que procura preservar e divulgar a cultura da vinha, tem início amanhã, às 17h00, na Expolima.

Proporcionando uma imersão em vinhos provenientes da Sub-Região do Lima, mas também das regiões demarcadas do Vinho Verde, Dão, Porto e Douro, Trás-os-Montes, Bairrada, Lisboa, e Alentejo, este evento vínico conta com quase duas dezenas de produtores, e mais de 80 rótulos “à prova”.

De olho no mercado consumidor, mas também criador, o evento procura reunir os produtores de Loureiro de Ponte de Lima com os produtores de outras regiões de Portugal, no sentido de aprofundar conhecimentos pela comparação das diferentes castas, seus aromas, assim como o seu terroir. O evento vínico propõe um encontro de vigneron, com a prova de vinhos dos diversos territórios vitivinícolas do país, dando a conhecer a história de cada produtor. 

Agindo em prol da promoção e valorização da casta Loureiro, o Município de Ponte de Lima visa, com o evento, potenciar o retorno económico para os agentes ligados ao sector, alargando-lhes horizontes, de copo em mão, até 17 de agosto.

O evento decorre no âmbito das atividades que o CIPVV (Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde) dinamiza, pondo em evidência as várias razões pelas quais a Vila foi selecionada como sede Portuguesa da Rede Iter Vitis - a Rota Cultural dos Caminhos da Vinha na Europa.

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VINHOS D. SANCHO QUEREM POVOAR AS MESAS DA RÚSSIA

A Frutivinhos vai fazer embarcar, na próxima semana, rumo à antiga terra dos czares, as primeiras de um total de 18 mil garrafas da marca de vinho com o nome do segundo rei de Portugal.

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Em honra do “Rei Povoador”, que há 814 anos atribuiu o foral a Vila Nova de Famalicão, a cooperativa agrícola famalicense batizou a gama de vinhos que comercializa, três verdes e três espumantes (branco, tinto e rosé), a partir das uvas de 40 a 50 produtores locais do concelho, com o nome de D. Sancho I.

Com uma produção anual próxima dos 400 mil litros de vinho, a Frutivinhos, quase a fazer 60 anos de existência e cuja base exportadora se limitava até agora ao mercado da saudade e a Inglaterra, vai iniciar um novo capítulo na sua história, partindo à conquista da Rússia. “O vinho é bom”, garante Alberto Carvalho, presidente desta cooperativa agrícola, confiante nesta nova fase de afirmação internacional do D. Sancho I, que leva consigo também a marca de Vila Nova de Famalicão.

E foi "com os olhos postos no mundo” que a Frutivinhos apresentou esta quarta-feira, 31 de julho, o novo rótulo da marca vocacionado para a exportação, numa sessão inserida no Roteiro Pela Inovação, com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.

“São vinhos muito bons e com enorme potencial para serem apreciados no mundo inteiro”, declarou o autarca. Palavras em evidente contexto de simpatia, mas que não deixam de expressar o entusiasmo com que Paulo Cunha olha para a qualidade dos vinhos verdes produzidos em Famalicão. “O que o concelho – e a Frutivinhos, em particular – tem hoje para oferecer são vinhos jovens, frescos e leves, que evidenciam a variedade e qualidade das castas autóctones e que espelham a riqueza do nosso território no setor dos vinhos”.

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VINHO VERDE FAMALICENSE D. SANCHO JÁ SE BEBE NA RÚSSIA

Apresentação de novo rótulo para a exportação pela Frutivinhos, quinta-feira, 31 de julho, pelas 17h00, nos Serviços Educativos do Parque da Devesa

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O vinho D. Sancho I, assim batizado em honra do Rei Povoador que há 814 anos atribuiu o foral a Vila Nova de Famalicão, vai chegar à Rússia. A Frutivinhos - Cooperativa Agrícola de V.N. Famalicão, que comercializa a marca, envia na próxima semana o primeiro de dez contentores com cerca de 18 mil garrafas cada para a terra dos czares. Com esta encomenda, a Frutivinhos inicia um novo capitulo da sua história, alargando a sua base exportadora que até agora se cingia ao mercado da saudade e a Inglaterra.

É com os olhos postos no mundo que a cooperativa apresenta quinta-feira, 31 de julho, pelas 17h00, nos Serviços Educativos no Parque da Devesa, o novo rótulo da marca vocacionado para a exportação, no âmbito do Roteiro pela Inovação de Vila Nova de Famalicão, com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.

A Frutivinhos produz anualmente entre 350 a 400 mil litros de vinho, dividido por seis referências: três verdes e três espumantes (branco, tinto e rosé), a partir das uvas de 40 a 50 produtores locais do concelho. “O vinho é bom”, diz Alberto Carvalho, presidente da Frutinhos, confiante nesta nova fase de afirmação internacional do D. Sancho I, que leva consigo também a marca de Vila Nova de Famalicão.

ACHA QUE ENOTURISMO É APENAS PROVA DE VINHO? DESENGANE-SE…

O Soalheiro propõe-lhe uma experiência cultural que pode ser vivenciada em família e entre amigos… dos 8 aos 80 anos.

De férias ou sem ideias para relaxar no fim de semana? O Soalheiro propõe-lhe uma experiência cultural que pode ser vivenciada em família e entre amigos… dos 8 aos 80 anos. Uma descoberta do terroir da origem do Alvarinho – Monção e Melgaço – onde a gastronomia, a natureza e a amizade se fundem num momento que ficará certamente na memória. Mas se acha que o Enoturismo é apenas prova de vinho, desengane-se. É a descoberta de tudo o que o vinho tem para lhe ensinar. Desde a descoberta dos encantos da vinha, da preservação da biodiversidade até aos sistemas de produção tudo é uma aprendizagem que pode ou não terminar com uma prova vínica. 

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PASSEIOS NA VINHA, RAFTING, GASTRONOMIA E INFUSÕES… TUDO HARMONIZA COM O TERROIR DO ALVARINHO

A oferta de Enoturismo Soalheiro é diversificada e integradora e permite criar programas para famílias, sem limitação de idades, e amigos com perfis e gostos diferentes. Agora com reserva mais intuitiva, as diferentes propostas podem ser conhecidas em soalheiro.pt/Enoturismo

Na Visita Pur Terroir terá a oportunidade de visitar as primeiras vinhas. Plantadas em 1974, ano de muitas mudanças, estas vinhas continuam a dar origem a um vinho que revolucionou o conceito do Soalheiro percecionar o Alvarinho e o Vinho Branco - o Soalheiro Primeiras Vinhas. Consciente da necessidade de práticas sustentáveis, não só para a minimização dos problemas das alterações climáticas, mas, acima de tudo, pelo respeito pelo território, o Soalheiro tem apostado em novas formas de preservação do terroir com a implementação da agricultura biológica em todo as suas vinhas, baseada nos conceitos biodinâmicos e desafia-o a vir descobrir esta procura apaixonada pelo detalhe do território num passeio pelas vinhas.

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Cada perfil de Soalheiro tem uma história para contar, um momento, uma atitude. Por isso, o desafio é escolher o seu.Pode optar pela Prova Clássica, onde se deixará envolver pela frescura aromática da casta Alvarinho com o Soalheiro Clássico, a dimensão mais emblemática da marca ou a Prova Origem, que o desafiará a descobrir toda a história da primeira marca de Alvarinho de Melgaço e a paixão que os move. Aqui terá a oportunidade, entre outros, de provar a alma do Soalheiro, o Primeiras Vinhas, e um Soalheiro de vinhas de altitude, o Granit. Para quem acredita na irreverência da tradição, propomos a Prova Nature. Nesta prova poderá descobrir a família dos Soalheiro Naturais: o Terramater (um Soalheiro integralmente diferente, sem filtração), o Nature (um Soalheiro "Fora da Caixa", sem adição de sulfitos) e a mais recente edição limitada do Espumante Nature (baseado no método ancestral de fermentação, sem adição de sulfitos). Mas o terroir pode ser explorado de diferentes formas e a Prova Fusion representa uma verdadeira fusão de sabores onde o potencial do terroir é explorado no seu expoente máximo para que a aprendizagem seja continua e a inovação esteja sempre presente. Nesta visita terá a oportunidade de degustar as mais recentes novidades - o Rosé (Alvarinho & Pinot Noir) e o Sauvignon Blanc (A inovação e o ThePurTerroir®), entre outros.

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Mas se gostaria de explorar todas as Dimensões Soalheiro, harmonizadas com algumas das melhores iguarias que a região tem para oferecer: o fumeiro da Quinta de Folga e o queijo de prados de Melgaço, prepare as suas papilas gustativas para as melhores sensações de puro prazer. A Prova Premium proporcionará uma viagem pelos sentidos e revelará todo o potencial da casta Alvarinho e do “The Pur Terroir”.

Poderá ainda provar as infusões naturais do Minho. A “Soalheiro Infusion Selection” é composta por 10 ervas espontâneas caraterísticas do terroir Soalheiro e harmonizam com a gastronomia local e claro com perfis distintos de Soalheiro.

Localizados no Município de Natureza mais Radical de Portugal, Melgaço, tem ainda a oportunidade de explorar o Rio Minho e as serras que circundam o vale. Como complemento ideal às visitas pode ainda usufruir de uma divertida descida de Rafting.

Para descobrir todo o potencial enogastronómico da região, poderá usufruir de almoços e provas na vizinha Quinta de Folga. Sente-se à mesa na Quinta de Folga e tenha uma experiência gastronómica sem igual ao mesmo tempo que desfruta de uma vista única para as vinhas integradas numa paisagem rural tradicional. O ex-líbris é a produção do Porco Bísaro, ligado desde tempos imemoriais à confeção do Fumeiro da região. Na Quinta de Folga estes animais são criados ao ar livre, em regime de produção ecológica.

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CERIMÓNIA DE ENTRONIZAÇÃO DA REAL CONFRARIA DO VINHO VERDE TINTO DECORRE EM MONÇÃO

Constituída formalmente em outubro de 2016, a Real Confraria do Vinho Verde Tinto tem como objetivo relançar a produção e comercialização daquele produto vínico da Sub-Região de Monção é Melgaço, procurando igualmente contribuir para a preservação da tipicidade rural e valorização da autenticidade paisagística do território.

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No próximo sábado, 22 de junho, realiza-se o 4º capitulo da entronização de novos confrades, cerimónia que decorrerá, pelas 11h00, no Cine Teatro João Verde.

Antes, pelas 10h00, a confraria anfitriã recebe as confrarias convidadas, no Museu do Alvarinho, seguindo-se o habitual desfile. Pelas 13h00, encontro marcado na Quinta da Uva para almoço-convívio.

Neste dia, celebra-se um hermanamento com a Confraria dos Vinhos Tintos das Rias Baixas, da Galiza, sendo entronizados os novos elementos da Real Confraria do Vinho Verde Tinto. Entre estes, como confrades protetores as autarquias de Monção e de Melgaço, bem como a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Noroeste.

Como confrades de honra, Anselmo Mendes, enólogo e produtor de vinhos, Armando Fontainhas, presidente da Adega Cooperativa Regional de Monção, e José Emílio Moreira, antigo presidente da cooperativa monçanense e da Câmara Municipal de Monção.

Dos 13 confrades enófilos que serão entronizados, referência para o presidente da Câmara Municipal de Melgaço, Manoel Baptista, o vice-presidente da Câmara Municipal de Monção, João Oliveira, o antigo Alcalde de Salvaterra de Miño, Arturo Grandal Vaqueiro, e o Chefe José Cordeiro, estrela Michelin.

CONFRARIA DOS VINHOS VERDES ENTRONIZA PRESIDENTE DO MUNICÍPIO BARQUENSE

Ponte da Barca recebeu 51ª Entronização da Confraria dos Vinhos Verdes

O Presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca, Augusto Marinho foi entronizado Confrade Honorário da Confraria do Vinho Verde, com o grau de Cavaleiro, na manhã do passado sábado, à semelhança do Vice-presidente, José Alfredo Oliveira, também ele entronizado confrade com o grau de Mestre.

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A cerimónia decorreu nos Paços do Concelho no âmbito da entronização anual da Confraria do Vinho Verde.

Depois do Verde d'Honra seguiu-se a benção das insígnias na Igreja Matriz.

“É uma honra e um orgulho integrar esta confraria, uma das grandes promotoras do vinho verde, e a autarquia de Ponte da Barca vai fazer todos os esforços para honrar este convite”, disse na ocasião o Presidente da Câmara, Augusto Marinho, reiterando o empenho do Município na promoção do vinho nesta “região tão afamada deste néctar que é uma referência de Ponte da Barca pelo mundo” e que constitui uma das grandes mais valias turísticas e económicas do concelho.

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PONTE DE LIMA: O QUE OS MINHOTOS QUEREM É VINHO VERDE!

Secretário de Estado da Valorização do Interior, João Catarino Visita a Festa do Vinho Verde e dos Produtos Regionais de Ponte de Lima. 7 de junho – 20h30

A visita oficial à 29ª Festa do Vinho e dos Produtos Regionais de Ponte de Lima pelo Secretário de Estado da Valorização Interior foi adiada para as 20h30, por motivos de agenda do governante.

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Recordamos que a emblemática Festa do Vinho Verde e dos Produtos Regionais de Ponte de Lima abre as portas ao público às 17h do dia 7 de junho, acolhendo dezenas de produtores e expositores que fazem parte desta iniciativa com quase três décadas, cujo calendário de atividades contempla provas e degustações, workshops e harmonizações.

Além dos muitos rótulos, neste evento o vinho vem junto de enchidos e fumados: há petiscos regionais e propostas gastronómicas de profissionais da restauração, e da EPADRPL [Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima].

As noites de sexta e de sábado, sob a designação respetivamente da “Noite de Vinhão” e da “Noite de Loureiro”, contam com concertos musicais, atuando na sexta-feira, às 23h00

O artista Zé Amaro, e à 01h00 a festa continua com o DJ Zézé Gonçalves.

A “Noite de Loureiro”, no sábado, apresenta The Lucky Duckies, para uma “Vintage Night”, e a partir da 01h00, o Dj Pedro Pena fecha a “Noite de Loureiro”. 

A Festa do Vinho Verde e dos Produtos Regionais promove o XVII Concurso de Vinhos Verdes, nas instalações do Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde [CIPVV], e o Concurso do Leite-creme, pelas 16 horas, no Pavilhão de Feiras e Exposições, na tarde de sábado, realizando-se a entrega de prémios de ambos os concursos, no dia 8 de junho, às 18 horas, no recinto da Feira.

Em paralelo, durante o dia de domingo, decorre na Expolima o Concurso Regional de Dressage, com início às 09h00, e entrada livre aos espetadores. A entrada é gratuita, sendo que cada kit, composto por saco e copo de prova, tem um custo de 2€.

Os produtos da Região Demarcada dos Vinhos Verdes estão à prova nos próximos dias 7, 8 e 9 de Junho, em Ponte de Lima.

PONTE DE LIMA: ONDE O VINHO VERDE É UMA FESTA!

Festa do Vinho Verde e dos Produtos Regionais volta a Ponte de Lima para a sua 29ª Edição. Secretário de Estado da Valorização do Interior, João Catarino Preside à Inauguração

Os produtos da Região Demarcada dos Vinhos Verdes estão à prova nos próximos dias 7, 8 e 9 de Junho, em Ponte de Lima. A abertura oficial está marcada para o dia 7 de junho, às 17 horas, com a presença do Secretário de Estado da Valorização do Interior, João Catarino.

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Capital do Vinho Verde, durante estes três dias, a Vila mais antiga de Portugal dá as boas vindas a dezenas de produtores e expositores que fazem parte desta iniciativa com quase três décadas, cujo calendário de atividades contempla provas e degustações, workshops e harmonizações.

Além dos muitos rótulos, neste evento o vinho vem junto de enchidos e fumados: há petiscos regionais e propostas gastronómicas de profissionais da restauração, e da EPADRPL [Escola Profissional De Agricultura E Desenvolvimento Rural De Ponte De Lima].

Esta festa vínica está aberta ao público das 10h00 às 03h00 de sexta-feira, a “Noite de Vinhão”, das 11h00 às 03h00 de sábado, a “Noite de Loureiro”, e das 11h00 às 19h00 de domingo, contando com música ao vivo.

Na noite de sábado, pelas 23h00, a Feira acolhe o concerto de Zé Amaro, e à 01h00 o DJ Zézé Gonçalves toma o recinto do Pavilhão de Feiras e Exposições.

Já na noite de domingo, a animação musical está a cargo dos Lucky Duckies, para uma “Vintage Night”, e a partir da 01h00, o Dj Pedro Pena fecha a “Noite de Loureiro”. 

O setor vitivinícola tem assistido a um notável progresso nos últimos anos, facto que tem efeitos consideráveis tanto na diversidade como na qualidade do produto. É neste sentido que a Festa do Vinho Verde e dos Produtos Regionais promove o XVII Concurso de Vinhos Verdes, nas instalações do Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde [CIPVV]. O concurso que abre a Feira, pelas 10h00 de 7 de junho, é premiado pelas 18h00 do dia seguinte, já no recinto do Pavilhão de Feiras e Exposições da Expolima. O Concurso de Leite-creme decorre pelas 16 horas e é premiado em simultâneo a este último, em ambas as datas, no recinto do Pavilhão.

Em paralelo, durante o dia de domingo, decorre na Expolima o Concurso Regional de Dressage, com início às 09h00, e entrada livre aos espetadores. A entrada é gratuita, sendo que cada copo de prova tem um custo de 2€.

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Consulte o Programa da Festa do Vinho Verde e dos Produtos Regionais:

07/06 - SEXTA-FEIRA

10h00 - XVII Concurso de Vinhos Verdes

               CIPVV - Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde

16h00 - XI Concurso de Leite-creme

17h00 - SESSÃO DE ABERTURA OFICIAL

               Presença do Secretário de Estado da Valorização do Interior, João Catarino

18h30 -  Loureiros de Ponte de Lima  Prova Comentada

NOITE DO VINHÃO

23h00 - Concerto Zé Amaro

01h00 – DJ Zézé Gonçalves 

03h00 - Encerramento da Feira

08/06 - SÁBADO

11h00 - Abertura da Feira

11h15 - O Tempo não passa por estes Vinho  Prova Comentada

11h45 - Harmonização Chocolate com Vinho Verde Workshop/ Harmonização

12h30 - ConecSom  Animação Musical

15h00 - “Cocktails de Vinho Verde” Degustação

               com EPADRPL

15h45 - Novas tendências da Pastelaria com Vinho Loureiro  Workshop/ Harmonização

16h30 - Doces da EPADRPL com Loureiro Harmonização

              com EPADRPL

18h00 - Entrega de Prémios

               XVII Concurso dos Vinhos Verdes

               XI Concurso de Leite-creme

19h30 - Harmonização de Vinhos Verdes e Sushi  Workshop/ Harmonização

NOITE DO LOUREIRO

23h00 - Concerto The Lucky Duckies  Vintage Night

01h00 – DJ Pedro Pena

03h00 - Encerramento da Feira

09/06 - DOMINGO

09h00 - Concurso Regional de Dressage

11h00 - Abertura da Feira

11h30 - A Casta Vinhão Prova Comentada

12h30 - Hourglass  Animação Musical

14h00 - Os melhores da Festa do Vinho Verde  Prova Comentada

15h00 - Desfile dos Grupos de Folclore

15h30 - XXXIX Festival de Folclore do Grupo de Danças e Cantares de Ponte de Lima

19h00 - Encerramento da Feira

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PRODUTOR DE PONTE DE LIMA RECEBE MEDALHA DE OURO CONCURSO MUNDIAL DE VINHOS BRUXELAS 2019

Os produtos regionais portugueses continuam a receber distinções no estrangeiro, designadamente os vinhos, azeites, queijos, cervejas artesanais, sidra e enchidos.

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Desta vez, foi um produtor de Ponte de Lima, o agrónomo Rui Amorim, de Arcozelo, líder da empresa produtora da marca Aromas4u, que com o seu Tinto Douro Reserva 2016 recebeu a Medalha de Ouro no Concurso Mundial de Vinhos Bruxelas 2019!

O evento decorreu na primeira semana do presente mês em Aigle, Suíça, cidade situada a uma centena de quilómetros de Genebra, e reuniu vinhos provenientes de 43 países, cuja prova foi confiada a três centenas e meia de especialistas, oriundos de cinquenta nações.

A amostra apresentada pelo empresário limiano ao painel de peritos, integrava o lote das 1042 nacionais, produção de uma unidade agrícola do proprietário na região do Porto e Douro. Os vinhos da Aroma4U estão presentes em mercados internacionais, designadamente Espanha, França, Holanda, Alemanha, Suíça, Reino Unido e Canadá.

Portugal, sagrou-se assim no quarto lugar dos melhores vinhos do mundo, ao arrecadar 135 medalhas de ouro, 219 de prata e 11 de Grande Ouro, contemplando produções no Douro, Bairrada, Dão, Lisboa e Península de Setúbal; a lista de classificação foi presidida pela Espanha, seguida da França e Itália, nesta que foi a 26ª edição da conquista dos cobiçados prémios vinícolas, desta vez realizada em terras helvéticas.

A cidade de Brno, na República Checa, receberá a edição 2020 do Concurso Mundial de Vinhos de Bruxelas, agendada para 1 a 3 de Maio, informou a organização.

Tito Morais / https://www.luso.eu/

CERCA DE 1700 ATLETAS NO V MELGAÇO ALVARINHO TRAIL – QUINTAS DE MELGAÇO

Paisagens deslumbrantes encantaram os participantes

Adrenalina, aventura, descoberta, superação, conquista! São estas as palavras que melhor descrevem melhor o V Melgaço Alvarinho Trail – Quintas de Melgaço que, no passado domingo (26 de maio), levou até Melgaço cerca de 1700 entusiastas para uma corrida com a natureza. 

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No Trail longo, António Almeida (Vitória Fc Trail Running) e Susana Echeverria (Coimbra Trail Running) foram os grandes vencedores. No Ultra Trail sagraram-se vitoriosos Mário Fonseca (NAST) e Maria Ferreiro (Boavista Trail).

O evento contou com a participação de atletas oriundos de Portugal, de Espanha e também de outros países. «Trilhos fantásticos. Riachos deslumbrantes. Vila acolhedora. Habitantes simpáticos. Organização excelente.», são alguns dos comentários dos participantes, radiantes com os trilhos desta edição. Um Ultra Trail de 47Km (inserida no Circuito Nacional de Ultra Trail Séries 100 e no Circuito Regional de Trail Ultra da Associação de Atletismo de Viana do Castelo), um Trail Longo de 29Km e um Trail Curto de 17Km foram as propostas para esta edição. Este último acabou por ser anulado devido a problemas nas indicações do percurso, no entanto, a maior parte dos atletas prosseguiu à Descoberta de Melgaço.

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Foram muitos os atletas que ficaram tristes por verem a sua prova desclassificada, mas, por outro lado, radiantes por conseguiram desfrutar das magníficas paisagens. «Independentemente da falha do Trail Curto, que existiu, valeu a pena cada um dos (21) kms percorridos. Agora, depois do devido pedido de desculpas, há que levantar a cabeça e trabalhar para termos em 2020 uma prova ainda melhor. Por mim, se for igual a 2019, já chega para repetir», refere Jorge Costa, um dos atletas do Trail Curto, na página de facebook do Melgaço Alvarinho Trail. Miguel Rocha, também atleta do Trail Curto, aguarda a próxima edição. «Ainda não perdi a esperança de correr pelas vinhas de alvarinho e para o ano estarei de volta se possível.» E José Dias: «Pela primeira vez a participar neste trail fiquei triste com o sucedido, mas, mesmo fazendo 22km ao acaso, adorei as paisagens e o percurso que fiz. Para o ano penso regressar, mesmo sendo longe de casa.». Mário Fonseca, o vencedor do Ultra Trail, também adorou: «Obrigado Melgaço, que grande prova aqui têm! Adoro correr no Alto Minho, as paisagens são espetaculares, os trilhos são do melhor que há», referiu.

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«Organizar o Melgaço Alvarinho Trail tem sido um desafio, que de ano para ano nos preenche, nos entusiasma. Começámos em 2015 com cerca de 250 atletas. Este ano fomos cerca de 1700. É pelos atletas que o fazemos. Para lhes mostrar o nosso Melgaço, rodeado de paisagens de beleza ímpar. É por eles que o vamos continuar a fazer. Que vamos trabalhar arduamente, para que tudo corra da melhor forma.», atenta o diretor da prova, Igor Moreira, acrescentando que o evento «É fruto de uma equipa excelente e que sem eles nada seria possível!».

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As provas do Trail longo - series 150 e do Trail ultra - series 100 pontuavam para o Circuito Nacional da ATRP e para o Circuito Regional da Associação de Atletismo de Viana do Castelo. Houve ainda uma Caminhada de 13Km.

PERCURSOS DESLUMBRANTES

Entre montanhas e planícies, subidas e descidas, do Rio Minho, a menos de 40 metros de altitude, ao Planalto de Castro Laboreiro, onde se superaram os 1.300 metros de altitude, os atletas tiveram condições de excelência. Ao longo dos vários percursos, os participantes conseguiram contemplar as maravilhas que Melgaço ostenta: asPesqueiras Milenarias do Rio Minho, os Caminhos e Pontes Romanas, as Aldeias Típicas, os Trilhos, as Paisagens sobre os Vales dos Rios, Minho, Trancoso e Mouro, sobre a vizinha Espanha até ao Planalto Castrejo, onde se encontram dezenas de Dolmens, o Parque Nacional Peneda-Gerês (PNPG), onde se encontra a Porta de Lamas de Mouro, e vários monumentos como os Castelos de Melgaço e Castro Laboreiro, Conventos e Igrejas Centenárias, Museus, Termas, entre outros. Este ano, o evento passou pelas freguesias de Alvaredo, Cousso, Paderne, Penso, Peso, Prado Remoães e Vila.

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O MAT ESTÁ NOS ROTEIROS DOS TRAILS DE PORTUGAL

Começou com cerca de 250 atletas e quatro anos depois já eram cerca de 1400. As paisagens deslumbrantes, a tranquilidade da natureza, a adrenalina dos vários percursos, e, claro, a deliciosa gastronomia, acompanhada pelo ex-libris da região, o alvarinho, são as razões que motivam entusiastas de vários pontos do País e também de Espanha a participarem no trail mais a norte de Portugal, noDestino de Natureza Mais Radical de Portugal.

‘Melgaço tem excelentes condições naturais, quer na montanha quer no rio, conjunturas que estimulam os atletas. Quem corre gosta da natureza, de sentir liberdade, e o nosso concelho tem ótimas condições para tal. Melgaço já é uma referência para a prática de desportos de aventura e de deporto, quer de cariz competitivo e/ou de lazer» considera José Adriano Lima, Vereador do Desporto, valorizando o impacto que a iniciativa tem na economia local: «O MAT potencia e valoriza Melgaço. É um impulsionador de novas transações comerciais. Quem vem quer conhecer a região, a gastronomia, a cultura, a história, os costumes, e isso acaba por ter impacto no tecido económico local. E mais tarde acabam por vir visitar o concelho numa estadia mais prolongada. Vamos continuar a apostar no desporto», afirma o Vereador.

A completar a visita a Melgaço, a organização ofereceu aos participantes uma entrada nos museus de Melgaço, nomeadamente ao Museu de Cinema de Melgaço – Jean Loup Passek, ao Espaço Memória e Fronteira, ao Núcleo Museológico de Castro Laboreiro e ao Núcleo Museológico da Torre de Menagem.

A iniciativa, da organização da Melsport – Melgaço, Desporto e Lazer EM, contou com o apoio do Município de Melgaço, da ATRP - Associação de Trail Running de Portugal, da AAVC (Associação de Atletismo de Viana do Castelo) e dos Bombeiros Voluntários de Melgaço, e ainda com o patrocínio de diversas entidades. As Quintas de Melgaço foram o patrocinador oficial do evento, associando-se, pelo segundo ano consecutivo, ao nome do evento.

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