O Crédito Agrícola, em parceria com a Associação dos Escanções de Portugal, premiou três vinhos da região dos Vinhos Verdes na 12.ª edição do Concurso de Vinhos do Crédito Agrícola, com distinções atribuídas a vinhos das categorias branco e espumante.
Com Medalha de Ouro, na categoria de vinhos brancos, foram distinguidos os vinhos Alvarinho Deu-La-Deu Premium DOC Vinho Verde Branco 2020, da Adega Cooperativa e Regional de Monção, e Quinta da Lixa Alvarinho Reserva DOC Vinho Verde Branco 2021, da Quinta da Lixa.
Também com Medalha de Ouro, na categoria de vinhos espumantes, foi premiado o Solar da Pena Bruto Reserva DOC Vinho Verde Espumante 2021, do produtor Solar da Pena.
Nesta edição estiveram a concurso 274 vinhos, brancos, tintos e espumantes, de 102 produtores nacionais, Clientes e Associados do Crédito Agrícola, provenientes de várias regiões vitivinícolas do país. O júri, constituído por enólogos, enófilos e jornalistas especializados no sector, avaliou os vinhos em provas cegas realizadas a 25 de Outubro, tendo atribuído 77 Medalhas de Ouro e três Grandes Medalhas de Ouro.
A Cerimónia de Entrega de Prémios foi conduzida por Sílvia Alberto e contou com a presença de Sérgio Raposo Frade, presidente do Grupo Crédito Agrícola, Tiago Paula, presidente da Associação dos Escanções de Portugal, Francisco Toscano Rico, presidente do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), entidade que certifica o Concurso desde a sua primeira edição, Luís Souto Barreiros, presidente do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP), e de António Mendes, presidente da Federação Nacional das Adegas Cooperativas (Fenadegas).
Estiveram ainda presentes representantes das Comissões Vitivinícolas Regionais, do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto, bem como produtores premiados e responsáveis das Caixas de Crédito Agrícola Mútuo de todo o país.
Ao longo das suas edições, o Concurso de Vinhos do Crédito Agrícola tem vindo a afirmar-se como uma referência no reconhecimento da qualidade da produção vitivinícola nacional, reforçando a visibilidade de produtores e cooperativas e promovendo oportunidades de negócio que contribuem para o desenvolvimento das regiões vitivinícolas e das economias locais.
Pode-se dizer que foi nascido e criado na Quinta das Pereirinhas, freguesia de Troviscoso, concelho de Monção, e é considerado um dos melhores rótulos de vinho Alvarinho em Portugal, com avaliações de acreditados enólogos na Bélgica e França.
O produto vínico – Quinta das Pereirinhas – é um néctar de invulgar sabor e textura, de qualidade superior, e de presença em mercado nacional e internacional, aqui principalmente no europeu: Espanha, Bélgica, França, Suíça…
Se a singularidade dessa empresa privada monçanense é de salientar, também um dos seus ícones merece destaque! Os apreciadores, os momentos únicos, alguns deles com o nosso Clube de Gastronomia de Ponte de Lima, como desde há três anos na homenagem anual aos militares portugueses mortos na frente belga (Gent), em Mostras Gastronómicas da nossa Confraria dos Vinhos de Portugal na Bélgica / Ordem de S. Vicente, têm sido bafejados pela presença do Alvarinho Quinta das Pereirinhas.
Também, o ser desigual na escolha do recipiente, em especial a côr azul da garrafa, fizeram do – Foral de Monção – um dos mais procurados produtos da Sub – região dos Vinhos Verdes. O seu líder, João Pereira, cursou a Escola Superior Agrária de Ponte de Lima, integrada no Instituto Politécnico de Viana do Castelo, e depois apostou na sua empresa, ser formador na área, no apoio técnico a outros vinhos, mormente na Ribeira Lima, municípios de Viana do Castelo, Ponte da Barca e Arcos de Valdevez.
Paralelamente, sem segredos e com alma de bom confrade, é um amigo de amigo, e como tal, sendo Escanção – mór na Real Confraria do Vinho Alvarinho, participa, explica e divulga.
Colega confrade na Bélgica, o seu, nosso, porque é Portugal em causa nas suas tradições agroalimentares em que participa no estrangeiro, o Quinta das pereirinhas é o Ronaldo dos Alvarinhos, tal a sua colecção de medalhas, diplomas, tantos prémios…
E, como tal é motivo de tertúlia, vamos celebrar os últimos agraciamentos, os mais recentes, numa mesa, portuguesa, concerteza! O local já foi escolhido, será em Ponte de Lima – o centro do mundo – como lhe chamam diplomatas, colegas confrades em Bruxelas, e se escuta até nos corredores do Parlamento Europeu, e o prato selecionado… Na companhia, haverá um amigo, o produtor de Loureiro em Vila Franca do Lima, Avelino Matos, confrade da Confraria dos Gastrónomos do Minho, um romeiro a capítulos dessas associações de preservação da nossa gastronomia, pois já passou o quarteirão das presenças, como mo revelou na do Cultivo do Arroz de Estarreja, Aveiro, há três fins de semana atrás.
No âmbito das acções que decorreram esta manhã na sede da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, a Direcção informa que:
Está a colaborar com o Ministério Público e a Polícia Judiciária, disponibilizando toda a informação e elementos necessários à investigação em curso;
Não tem conhecimento prévio das acções alvo de suspeita, mas está empenhada em apurar responsabilidades e esclarecer quaisquer questões que decorram da investigação;
Compreende que, num momento particularmente exigente para o negócio do vinho, este tipo de denúncias e suspeições sejam comuns e, portanto, alvo de necessário esclarecimento;
Continuará a trabalhar para que a rastreabilidade e a certificação do Vinho Verde sejam o mais rigorosas possível, cumprindo com os objectivos definidos;
Lamenta que este tipo de denúncias seja, sobretudo, lesivo para o trabalho sério de mais de 12 mil viticultores e mais de 400 engarrafadores, com um impacto fortíssimo na imagem da marca Vinho Verde e no trabalho sério desenvolvido pela Região.
Nota de Pesar pelo falecimento do Professor José Augusto Maia Marques
A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) expressa a sua consternação e tristeza pela partida do Professor José Augusto Maia Marques, um Historiador de referência para a Região dos Vinhos Verdes mas, sobretudo, um Amigo desta Casa com presença assídua, que muito prezávamos.
Historiador, antropólogo e ensaísta, José Maia Marques foi autor de vários livros e artigos publicados em Portugal e no estrangeiro, para além de ser membro da Sociedade Histórica da Independência de Portugal e da Oral History Society, Cavaleiro da Távola da Confraria do Vinho Verde e programador na Fundação Gramaxo, na área do Património e História da Maia.
Em co-autoria com seu filho, Gonçalo Maia Marques, publicou em 2024 o livro documental “António Silva Monteiro: O Homem, a Casa e as suas Circunstâncias” editado pela CVRVV com o apoio da Câmara Municipal do Porto, proporcionando um levantamento de dados históricos de extrema relevância sobre o património material e imaterial do Palacete Silva Monteiro.
Com um novo trabalho em curso dedicado à história da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes desde a sua origem, José Augusto Maia Marques deixa na memória de toda a equipa da CVRVV o seu trato afável – pleno de humanismo -, os seus contributos de profundo conhecimento histórico, a dedicação, o empenho e o espírito de missão ao serviço da partilha da nossa História, fazendo-a resistir com veracidade ao longo do tempo.
A Região dos Vinhos Verdes despede-se de um dos seus maiores Amigos com um grande sentido de gratidão e de respeito pelo contributo que o Professor José Augusto Maia Marques nos deixa, expressando o seu enorme pesar e dirigindo à Família os mais respeitosos cumprimentos.
Uma semana decorrida sobre o acontecimento que juntou meia centena de convidados na embaixada de Portugal em Bruxelas, entre dirigentes de serviços na comissão europeia, diplomatas e elementos de referência na comunidade portuguesa na Bélgica, faltou mencionar os vinhos que molharam a palavra e as iguarias.
O destaque dos néctares vai para Arcos de Valdevez, com o branco Loureiro Muros de Grade, o qual recentemente foi galardoado em dois concursos, principalmente a medalha de ouro Vinho Verde Fest em 2024, assim como esse mui exportado para os EUA, Japão e Brasil, o Aphros vinhão.
Quanto ao verdasco Limiano, a escolha para degustação foi o Loureiro Lethes, produzido na Quinta de Vilar em Arcozelo, a terra natal do chefinho João Leonardo Matos, que juntamente com o colega Domingos Gomes, de Cardielos, Viana do Castelo, alicerçaram e construíram a Mostra Gastronómica que abriu a temporada de eventos para o Outono e Inverno da nossa Confraria dos Vinhos de Portugal na Bélgica – Ordem de S. Vicente com sua Grã – Mestre Cecília Vidigal e restante direcção presentes nesta Mostra coordenada pelo signatário e o confrade arcoense, o eurocrata Victor Alves Gomes.
E, por registar essa entidade que preserva e divulga as nossas produções agropecuárias em Bruxelas e região, fundada pelo Presidente Ramalho Eanes no Parlamento Europeu, acrescemos as outras duas, participantes na cerimónia e foto de capa: confraria dos Sabores de Portugal no Luxemburgo e a do Cultivo de Arroz de Estarreja, Portugal.
De outubro a novembro, Ponte de Lima transforma-se numa rota de sabores, onde o Vinho Verde Loureiro se junta a petiscos tradicionais e criativos, disponíveis em 20 estabelecimentos por apenas 4 euros.
Ponte de Lima volta a brindar à tradição e à inovação gastronómica com mais uma edição do “Lourear a Pevide”, iniciativa que decorre entre 15 de outubro a 30 de novembro de 2025 e que promove o Vinho Verde Loureiro de Ponte de Lima e a gastronomia local.
Assim, será possível visitar 20 espaços aderentes – entre restaurantes, cafés e tasquinhas – espalhados pelo concelho, do centro histórico às freguesias mais distantes, e desfrutar de um copo de Vinho Verde Loureiro de Ponte de Lima acompanhado de um petisco especial, ao preço simbólico de 4 euros.
Entre as propostas que os visitantes poderão saborear, destacam-se o Arroz de Chocos com Mexilhões, a Sandes de Pão Lêvado com Pernil Assado e Cebola Caramelizada em Vinho do Porto, as tradicionais Tripinhas ePunhetas de Bacalhau, ou as frescas brochetas de tomate e presunto ou de polvo. Uma diversidade que reflete a riqueza e a autenticidade da cozinha limiana, sempre em perfeita harmonia com a frescura e aroma do Loureiro.
“Este ano, o Lourear a Pevide chega ainda mais longe, com a adesão de novos espaços em várias zonas do concelho. É uma forma de mostrar como o vinho e a gastronomia unem o território, valorizando o que temos de melhor e convidando todos a redescobrir Ponte de Lima através dos sabores”, sublinha a organização.”
Uma rota gastronómica com prémios
A experiência ganha ainda mais sabor com a caderneta de espaços aderentes. Cada participante poderá colecionar carimbos ao longo das suas visitas e, ao atingir 5 carimbos em locais diferentes, deve depositar a caderneta no Posto de Turismo de Ponte de Lima. Para além da recordação, os participantes ficam automaticamente habilitados a ganhar prémios, como uma viagem de avião sobre o Vale do Lima, para 2 pessoas, um fim de semana no Cerquido By Nhôme com passeio a cavalo, para 2 pessoas ou um Cabaz de produtos do Mercado Agrolimiano.
Identidade e impacto territorial
Mais do que um evento gastronómico, o Lourear a Pevide 2025 é um momento de valorização do património cultural e enogastronómico de Ponte de Lima, reforçando o papel do Vinho Verde Loureiro como embaixador do concelho e dinamizando a restauração local.
“O Loureiro é o vinho que melhor traduz a identidade de Ponte de Lima. Ligá-lo à criatividade dos nossos petiscos é uma forma de contar a história e a atualidade do concelho à mesa, promovendo simultaneamente a economia local e o turismo gastronómico”, acrescenta a organização.”
Informações práticas
Datas: Outubro e Novembro de 2025
Locais: 20 espaços aderentes no concelho de Ponte de Lima
11 de outubro, sábado, 08h00, Parque Desportivo das Caldas
A aventura está de volta. Desafiamos-te a percorrer 50 ou 70 km pela natureza, história e património de Monção!!!
O GPS EPIC Samsys é um conjunto de 9 eventos de BTT, realizados ao longo do ano, em diferentes concelhos de Portugal. Com orientação exclusiva por GPS, em autonomia total e custos reduzidos para os participantes, tem como objetivo promover as regiões, aliando a prática do exercício físico ao turismo.
A Etapa 8, denominada “EPIC Terras do Alvarinho”, é organizada pelo Clube de Cicloturismo de Monção, com apoio da Câmara Municipal de Monção, que propõem a realização de dois percursos, 50 e 70 quilómetros, dando a conhecer aos participantes um pouco da nossa história e os locais naturais e patrimoniais mais emblemáticos de Monção.
Os percursos prometem encantar os participantes que, em ambos os casos, terão a oportunidade de deslumbrar-se com um conjunto multiplicador de lugares mágicos e inspiradores, onde “saltam à vista” paisagens de “cortar a respiração” que “nascem” nas margens dos rios Minho, Mouro e Gadanha e se “espreguiçam” pelo alto das serras.
No próximo sábado, dia 27 de setembro | Colheita de 2024, com três medalhas de ouro, marca o brinde aos visitantes
A Dona Paterna, marca de vinhos de Melgaço, com mais de 50 anos de história, volta a brindar ao Dia Mundial do Turismo, este ano em parceria com o restaurante Adega do Sossego. No dia 27 de setembro, todos os visitantes que escolherem este espaço emblemático para almoçar ou jantar serão recebidos com um copo de boas-vindas de Alvarinho Dona Paterna - colheita de 2024, recentemente galardoado com três medalhas de ouro.
Situada a dois passos do coração de Melgaço, a Adega do Sossego é reconhecida pela autenticidade da cozinha regional, tornando-se um cenário ideal para celebrar a hospitalidade e a tradição. Esta iniciativa conjunta procura valorizar quem faz do turismo uma experiência de descoberta e partilha, reforçando a ligação entre vinhos de excelência e gastronomia local.
«Celebrar o Dia Mundial do Turismo na Adega do Sossego é a nossa forma de agradecer a todos os que escolhem Melgaço como destino. Um brinde de alvarinho é um convite a sentir a essência da nossa terra, onde a hospitalidade se serve à mesa e no copo.», sublinha Carlos Codesso, produtor da Dona Paterna. «Acreditamos que é nas pequenas experiências, como um copo de alvarinho partilhado, que reside o segredo de um turismo (momento) verdadeiramente memorável.», realça.
Para reservar mesa na Adega do Sossego, basta contactar através do +351 962 419 788. Morada: Av. Peso 1141 4960-256 Peso-Paderne, Melgaço.
O alvarinho Dona Paterna é um clássico. O Alvarinho Dona Paterna é um vinho emblemático, fresco e mineral, que expressa o melhor do terroir de Melgaço. Com fruta branca, citrinos, tons salinos e flores é perfeito como aperitivo ou para acompanhar especialidades de mariscos, de peixe ou de carnes de aves. Deve ser bebido entre 10-11ºC, para uma experiência perfeita.
A colheita de 2024 conquistou este ano medalhas de ouro no VINARIUM International Wine Contest 2025, no Asia Wine Challenge™ 2025 e no Portugal Wine Trophy 2025, reconhecendo a excelência e a autenticidade do terroir de Melgaço.
DIA MUNDIAL DO TURISMO
O Dia Mundial do Turismo celebra-se a 27 de setembro de 2025, sob o tema “Turismo e Transformação Sustentável”, escolhido pela Organização Mundial do Turismo (OMT).
Este ano, pretende destacar a importância de repensar o setor, promovendo práticas mais responsáveis e amigas do ambiente, capazes de gerar benefícios reais para as comunidades locais e de proteger os recursos naturais.
O turismo sustentável é visto como uma ferramenta essencial para o desenvolvimento económico, social e ambiental, incentivando todos – desde viajantes a empresas e governos – a adotar escolhas conscientes e inovadoras.
Conheça aqui o programa que a autarquia de Melgaço preparou para assinalar esta data.
UM TERROIR ÚNICO NO MUNDO
Graças à exposição atlântica e a um clima caracterizado por elevada pluviosidade, humidade atmosférica, temperatura amena e pequenas amplitudes térmicas, a casta alvarinho atinge neste terroir o máximo das suas potencialidades.
O vinho alvarinho é um vinho nobre. Deve ser cultivado até 200 metros de altitude, tendo assim as condições perfeitas para sua maturação. Por isso a sua raridade e baixa produção. Monção e Melgaço é, não só o berço, mas o solar do Alvarinho.
«Monção e Melgaço possuem um terroir único, com condições de microclima e solo que possibilitam a produção de vinhos alvarinho de excelência, reconhecidos mundialmente. Monção e Melgaço são, indiscutivelmente, a origem do alvarinho», afirma Carlos Codesso.
A sub-região de Monção e Melgaço foi criada em 1908, integrada na Região dos Vinhos Verdes, mas a casta Alvarinho existe em Portugal há mais de 700 anos.
HÁ MAIS DE 50 ANOS QUE CARLOS CODESSO SE DEDICA À PLANTAÇÃO E CULTIVO DA VINHA
Tudo começou em 1974, ano em que iniciou as primeiras plantações de alvarinho, numa das mais importantes sub-regiões da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, a sub-região de Monção e Melgaço, designadamente em Paderne, Melgaço, inspirado pelo seu pai, Manuel Codesso. 16 anos depois, em 1990, nasce a marca Dona Paterna, altura em que Carlos Codesso lança no mercado o seu primeiro vinho, o 100% Alvarinho.
Ao longo destes mais de 50 anos, não só se consolidou como uma referência na produção de vinhos de excelência, como também contribuiu significativamente para o desenvolvimento da viticultura na região. Carlos Codesso tem apostado em diferentes segmentos, apresentando hoje um vasto portfólio, com diferentes perfis, quer de alvarinho como de outras castas, assim como de espumantes e aguardentes, mas o Alvarinho continua a ser o ex-libris da marca.
A excelência dos vinhos Dona Paterna tem vindo a ser reconhecida em prestigiados concursos nacionais e internacionais. Nos últimos anos, a marca arrecadou diversas medalhas de ouro e prata em certames como o Decanter World Wine Awards, o Concurso Internacional de Vinos Bacchus, o Frankfurt International Trophy, o VINARIUM International Wine Contest, o International Wine Challenge, o Concurso de Vinhos da Região Demarcada dos Vinhos Verdes e o Asia Wine Challenge™ 2025, onde, recentemente, a Dona Paterna foi galardoada com medalha de ouro nas colheitas Alvarinho 2024 e Alvarinho Reserva 2022. Estes prémios reforçam o posicionamento da Dona Paterna como uma referência de qualidade e consistência na sub-região de Monção & Melgaço.
Articulação de equipas no terreno garante rastreabilidade das uvas
No âmbito do protocolo de cooperação que mantêm há mais de 15 anos, a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), o Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP) e a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) realizaram uma sessão conjunta de Coordenação de Controlo e Fiscalização da Vindima 2025, reforçando as medidas articuladas entre as três entidades.
Para além de preparar a coordenação dos controlos de vindima, a sessão incidiu numa maior eficiência entre as equipas, nos pontos de contacto e na agilização dos processos partilhados para um maior rigor e acompanhamento, para assegurar a rastreabilidade das uvas dos respectivos produtores, assim como o cumprimento da Lei em matérias relacionadas com a defesa das Denominações de Origem e Indicação Geográfica.
Baseando-se na partilha de conhecimentos para reforçar o controlo da origem dos Vinhos Verdes e dos Vinhos do Douro e do Porto, os dirigentes e respectivas equipas das três entidades - CVRVV, IVDP e ASAE - reuniram-se na Casa dos Vinhos Verdes, no Porto, para articular os planos para as DO Vinho Verde e DO Douro e Porto.
De 13 a 17 de agosto, o Mercado Municipal de Celorico de Basto será, mais uma vez, o epicentro de uma das feiras mais concorridas no norte de Portugal: a XXVI Feira de Artesanato e Gastronomia e Mostra de Vinhos.
A abertura está marcada para as 18h00, na entrada do Mercado Municipal, de um evento, que se afirma ano após ano como um verdadeiro ex-líbris da região, é muito mais do que uma feira - é um espaço de encontro, de convívio e de celebração da identidade local que junta população, visitantes e amigos num ambiente de festa que se prolonga ao longo de cinco dias.
Com animação permanente, a Feira atrai não só os celoricenses, como também muitas pessoas de fora do concelho, que aqui encontram um verdadeiro roteiro de sabores, tradições e cultura. Artesãos e produtores locais e de outros pontos do país marcam presença para dar a conhecer os seus produtos, contribuindo para a diversidade e autenticidade desta iniciativa. As bancas enchem-se de peças únicas, os copos brindam com o vinho verde da região e os pratos típicos, preparados com dedicação, convidam a saborear o melhor da cozinha tradicional.
Mais do que um certame, a FAG é uma verdadeira celebração entre gerações, num espírito de partilha que espelha a hospitalidade e a vivacidade do povo celoricense. É, acima de tudo, um lugar onde se vive intensamente o prazer de estar junto, de conversar, rir e de manter vivas as tradições.
O desporto também marca presença nesta edição, com dois dias especialmente dedicados às finais das Ligas de Futsal 2025. No dia 14 de agosto, jogam-se as finais femininas e no dia 15, é a vez das finais masculinas, ambas a prometer momentos de forte emoção e envolvimento da comunidade.
Durante cinco dias, Celorico de Basto transforma-se num lugar onde os sentidos se despertam, as memórias ganham sabor e o tempo abranda para dar lugar ao que realmente importa: estar, partilhar e celebrar.
O Secretário da Direcção da Liga dos Combatentes em Gand, Bélgica, Victor Alves Gomes acompanhado da esposa Trinn Aasma Gomes, deslocam-se no próximo fim de semana ao Alto Minho, com o epicentro do descanso e preparação de reuniões de trabalho no domínio da cultura, gastronomia e ciência, na sua casa em Padreiro, Arcos de Valdevez.
Para já, realçamos a actividade prevista no âmbito da nossa Confraria dos Vinhos de Portugal na Bélgica – Ordem de São Vicente, na qual tem o estatuto de embaixador, integra visitas á produção dos conceituados vinhos Lethes, o vencedor dos concursos dos 900 anos do Foral de Ponte de Lima, e da Festa do Vinho Verde e dos Produtos Regionais de Ponte de Lima, com medalhas de ouro, e do Alvarinho Quinta das Pereirinhas, de Melgaço e Monção, que entre outros foi galardoado com um triplo prémio na categoria, e é nosso colega confrade honorário da supracitada Confraria dos Vinhos de Portugal na Bélgica. O amigo Victor Alves Gomes terá ainda reuniões com entidades oficiais da região, em especial Arcos de Valdevez, Ponte da Barca e Ponte de Lima, ora nas áreas do Património Cultural, ora na cozinha regional, pois é também um ilustre parceiro do nosso Clube de Gastronomia de Ponte de Lima.
Depois de uma deslocação a Lisboa, regressa novamente á Ribeira Lima, onde uma outra parte do programa está em fase de conclusão para os dias seguintes. O casal Victor Gomes e Triin são dirigentes de serviços na Comissão Europeia, respectivamente como administradores no CESE (Conselho Europeu e Económico Social), uma instância comunitária de consulta do Parlamento Europeu, e do Conselho Europeu de Investigação (CEI), gestor de Bolsas de cientistas no velho continente.