Atribui-se geralmente ao Infante D. Henrique a introdução da vinha na Madeira pouco tempo após a sua descoberta no século XV, coincidindo com o começo da colonização da ilha. Nada mais óbvio atendendo a que foi seu donatário por doação régia atribuída pelo rei D. Duarte em 1433.
Porém, atendendo a que foram os minhotos os seus principais povoadores, deve-se a estes particularmente a cultura da vinha na região, nomeadamente a introdução e desenvolvimento inicial da viticultura e vinicultura na ilha. Foram eles os responsáveis por trazerem consigo as suas práticas culturais, incluindo a da vinha. A casta Malvasia (Cândida) foi uma das primeiras e mais famosas a ser cultivada na ilha.
Os primeiros bacelos de Vitis vinífera chegaram à ilha após a sua descoberta por João Gonçalves Zarco, Tristão Vaz Teixeira e Bartolomeu Perestrelo, por volta de 1419.
A cultura da vinha foi uma parte inevitável do processo de colonização, impulsionada pela necessidade do vinho para o ritual religioso cristão e para consumo geral. A sua formação em latada nas encostas constitui um elemento que faz lembrar a paisagem minhota.
A casta Malvasia, foi importada da Grécia, mais especificamente perto de Esparta, ou de Creta e plantadas na ilha por volta de 1450.
O Minho e a Madeira estão profundamente ligados pelos mais estreitos laços históricos e culturais.
No concurso internacional de espumantes Brut Experience
Dona Paterna Espumante Rosé 2015 foi galardoado com medalha de ouro no 7º concurso internacional de espumantes Brut Experience. O vinho da marca de Melgaço obteve 92 pontos em prova cega.
Na competição, que contou com um painel internacional, diversificado e representativo de todo o setor, constituído por docentes universitários, jornalistas e críticos da especialidade, escanções, enólogos e proprietários de lojas de vinho, também o Dona Paterna Espumante 100% Alvarinho 2022 foi galardoado com medalha de prata (88 pontos).
É um orgulho ver os nossos produtos distinguidos entre grandes vinhos. Volto a reforçar que estas distinções são o resultado de todo o trabalho que a nossa equipa tem feito: oferecer vinhos com qualidade, que correspondam, ou superem, as expectativas do consumidor.», refere o produtor da Dona Paterna, Carlos Codesso.
«O Brut Experience pretende distinguir e dar a conhecer, aos consumidores, os melhores espumantes nacionais e internacionais, estimular a produção de espumantes de qualidade e contribuir para a expansão da cultura do espumante», refere a organização do certame, considerando que o evento «é uma experiência feita de vários momentos, um conceito que integra um Evento de Espumante com um Concurso Internacional de Espumantes.»
O concurso é organizado pela Enóphilo, marca com histórico na organização de eventos vínicos de nicho, como o Enóphilo Wine Fest, em Lisboa, Porto e Coimbra. Os criadores e responsáveis pela sua organização são José Miguel Dentinho, Engº de formação, jornalista de profissão e provador em vários concursos nacionais e internacionais, e Luis Gradíssimo, Engº de formação, enófilo e empreendedor, formador e organizador de eventos vínicos.
DONA PATERNA ESPUMANTE ROSÉ
O Espumante Rosé Dona Paterna resulta da combinação harmoniosa das castas Brancelho, Pedral, Vinhão e Alvarinho.
De sabor frutado, elegante e harmonioso, apresenta-se como um néctar leve e fresco, ideal como aperitivo ou para acompanhar mariscos ou pratos de peixe.
Deve ser bebido entre 6-8ºC.
DONA PATERNA ESPUMANTE BRUTO 100% ALVARINHO
Para a vinificação do Dona Paterna Espumante Bruto 100% Alvarinho as uvas utilizadas são criteriosamente selecionadas nas vinhas, com uma concentração em açúcar reduzida e de acidez fresca.
De cor amarelo citrino, bolha fina e persistente, o aroma mostra a fruta da casta Alvarinho com sabor persistente e complexo.
Ideal como aperitivo, pelas suas características, serve para acompanhar uma grande diversidade de pratos.
Deve ser bebido entre 6-8ºC.
HÁ 50 ANOS QUE CARLOS CODESSO SE DEDICA À PLANTAÇÃO E CULTIVO DA VINHA
Tudo começou em 1974, ano em que iniciou as primeiras plantações de alvarinho, numa das mais importantes sub-regiões da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, a sub-região de Monção e Melgaço, designadamente em Paderne, Melgaço, inspirado pelo seu pai, Manuel Codesso. 16 anos depois, em 1990, nasce a marca Dona Paterna, altura em que Carlos Codesso lança no mercado o seu primeiro vinho, o 100% Alvarinho.
Desde então, tem apostado em diferentes segmentos, apresentando hoje um vasto portfólio, com diferentes perfis, quer de alvarinho como de outras castas, assim como de espumantes e aguardentes, mas o alvarinho continua a ser o ex-libris da marca.
Existe uma corrente que refere que a introdução de vinha é anterior aos Fenícios, devido aos achados de graínhas de uva na zona de Marrazes (Leiria).
No entanto, na zona da região anteriormente designada por Estremadura, foi onde os Fenícios iniciaram o plantio de vinha em larga escala, devido à sua posição bastante favorável quer em termos geográficos, quer em termos edafo-climáticos.
Na altura, a Civilização Fenícia entrou em declínio, enfraquecida pelas Guerras Púnicas, sendo sucedida pelas Civilizações Egípcia, Grega e Romana.
Primeiro o Egipto, onde a cultura de vinha se processava em espaldares, havendo inúmeras gravuras alusivas quer à cultura e produção de vinho, quer ao seu transporte, sinónimo da grande importância que tinha para esta civilização.
Da Grécia é de onde verdadeiramente se iniciaram estudos muito mais aprofundados, como os locais mais adequados para o plantio de vinha, as castas, a condução das latadas, a poda, a produção e conservação de vinho. Conseguiu-se produzir néctar dos deuses de forma mais racional e de muito melhor qualidade!
Para o transporte marítimo eram utilizadas as ânforas, muito procuradas ainda hoje quando se trata de estudos e procuras arqueológicas. Havia ainda o transporte em odres que davam mau aroma ao vinho, levando assim, à adição de resina, solução encontrada na época, conduzindo ao termo “retsina”.
O destino da produção vínica grega era até o Imperador Augusto, da Civilização Romana. Devido à grande atividade militar, o cultivo das terras assumia um papel secundário.
Mais tarde os Romanos dedicaram-se verdadeiramente quer ao cultivo da vinha quer ao aperfeiçoamento da produção de vinho.
No caso da Península Ibérica, o interesse especial e legado de conhecimento foi deixado pelos Romanos, dado o muito longo tempo em que permaneceram por estas paragens: natureza dos solos, a sua preparação para a cultura da vinha, a multiplicação das plantas, o sistema de condução e a poda, a enxertia, as fertilizações, os tratamentos, e até o rigor na definição da data da vindima.
Escultura foi inaugurada em Lago, instalada no Largo do Paço
A porta de entrada no concelho, em Lago, tem agora uma nova escultura para ser apreciada por quem mora no concelho de Amares e por quem o visita.
Foto: Hugo Delgado
O Município de Amares inaugurou hoje uma bela peça de arte em homenagem ao vinho e aos produtores do vinho, elaborada por Alberto Vieira, no âmbito do Programa de Intervenções Artísticas e Comunidade “No Minho não há aldeia melhor do que a minha!”, do Consórcio Minho In.
A obra que teve a coordenação artística da zet gallery, representada por Helena Mendes Pereira, foi inaugurada na presença do Presidente da Câmara, Manuel Moreira, do Vereador, Delfim Rodrigues, da Presidente da Junta, Lurdes Arantes e do próprio escultor, Alberto Vieira.
Felicitando o autor pela conceção e resultado da obra, o Presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, sublinhou que “o vinho tem um grande peso nesta região e esta obra é uma homenagem a todos aqueles que fazem desta área o seu trabalho, que tanto engrandece o nosso território”.
O cacho de uvas “é o princípio de todo o trabalho, o requisito essencial para haver vinho” e, neste caso, está traduzido “num trabalho muito bonito e dinâmico”.
Lurdes Arantes, Presidente de Junta da Freguesia de Lago, reconheceu que é “uma honra” receber a obra na freguesia, dizendo que esta só poderia ser colocada naquele local, “na porta de entrada do Concelho”.
“Cacho de uva é o ponto de partida para tudo”
Para Alberto Vieira, artista que deu corpo à escultura, a obra pretende ser uma “homenagem aos trabalhadores do vinho e da vinha” e explica que o cacho de uvas significa “o ponto de partida para tudo”. “Temos aqui tudo o que dá origem ao processo que envolve a produção do vinho”. “Serve, acima de tudo, para valorizar este espaço, a cultura do vinho e todo o trabalho que este envolve”, salienta.
“Objetos artísticos que promovam os concelhos na sua ruralidade”
Para concluir, Helena Mendes Pereira, em representação da Zet Gallery, apontou que o projeto pretende que sejam criados um “conjunto de objetos artísticos que promovam os concelhos na sua ruralidade”, justificando, ainda, a escolha de Alberto Vieira para a concretização da obra. “É um artista que trabalha com qualquer tipo de material, com uma mensagem clara e objetiva. Não podia haver artista mais indicado para realizar esta obra”, acrescentou.
O concurso de arte Urbana “Memórias do Alvarinho de Melgaço 2021” decorre até 15 de janeiro
A Câmara Municipal de Melgaço, em parceria com a Fundação Convento da Orada, está a organizar o concurso de arte urbana “Memórias do Alvarinho de Melgaço 2021”. Sob a temática do vinho e da vinha, o concurso é aberto a artistas nacionais e estrangeiros, maiores de 18 anos, e decorre até dia 15 de janeiro.
A iniciativa, incorporada no Plano de Ação para a Reabilitação Urbana (PARU), visa animar a área urbana, potenciar o território, atraindo novos públicos, e contribuir para a afirmação da cultura do vinho e da dinâmica económica local, bem como da promoção turística. Serão selecionadas as dez propostas mais criativas e que reflitam a tradição, o vinho, os locais e as pessoas da sub-região Monção & Melgaço. O júri avaliará os trabalhos e selecionará as duas obras vencedoras que ficarão em exposição no centro urbano de Melgaço.
As obras de arte deverão sugerir aos espectadores um novo olhar sobre os espaços públicos do território e fomentar a reflexão sobre a importância da cultura do vinho e a sua ligação à arte. O concurso é o ponto de partida para, ao longo dos anos, criar um museu de arte ao ar livre, visitável 24 horas durante os 365 dias do ano. A ação prevê uma reflexão no despertar do interesse dos cidadãos pela arte e cultura, além de promover uma vivência estética ligada a uma temática territorial.
As dez propostas selecionadas estarão patentes ao público numa exposição a inaugurar em data e local a definir pela Câmara Municipal de Melgaço, na vila melgacense. Os trabalhos deverão estar preparados para ser desmontadas/transportados, já que poderão ficar, temporariamente, em exposição em outros locais e/ ou concelhos.
Aos dois melhores classificados do concurso, que é cofinanciado pelo Programa Operacional Regional do Norte 2014/2020 - NORTE 2020, serão atribuídos prémios no valor de 10.000€ e 8.000€, respetivamente, para a conceção artística e produção das respetivas obras.Regulamento disponível em www.memoriasdoalvarinhodemelgaco.pt.
Recorde-se que, no âmbito do PARU, o município está a levar a cabo investimentos avultados, superiores a dois milhões de euros, na reabilitação do espaço público da ARU da Vila. Os objetivos passam por melhorar o ambiente urbano e incrementar os níveis de satisfação da população residente: serão requalificados quase 25.000 m2 de espaço público. O concurso de arte urbana “Memórias do Alvarinho de Melgaço 2021” constitui-se, claramente, como animação do espaço público requalificado.
Adega de Monção espera obter valor recorde para apoio à reestruturação da vinha. Mais de 816 mil euros de investimento, numa área superior a 69 hectares
A Adega Cooperativa de Monção espera obter um apoio de mais de 816 mil euros para a reestruturação da vinha, através do programa VITIS 2020.
O valor resulta de um total de 157 candidaturas apresentadas pelos seus associados e envolve uma área superior a 69 hectares.
O VITIS constitui um regime de apoio para o setor vitivinícola nacional, que visa a reestruturação e reconversão de vinhas. Os apoios concedidos compreendem uma comparticipação financeira para a instalação da vinha, melhoria das infraestruturas fundiárias.
Armando Fontainhas, presidente da Adega de Monção, realça a importância do programa VITIS, que se constitui como um dos instrumentos privilegiados de melhoria da competitividade do setor e da qualidade dos seus produtos. “Este é um apoio crucial para a melhoria da qualidade dos vinhos produzidos na região de Monção e Melgaço. O reconhecimento que os nossos vinhos têm vindo a conquistar exige padrões de cultivo e de produção de elevadíssima qualidade. Temos que ser capazes de dar uma resposta em consonância com o que o mercado espera de nós”, reconhece o dirigente.
Os resultados das candidaturas serão decididos até 30 de abril de 2020.
Principais marcos
Entre 1986 e 2004, a Adega de Monção melhorou as condições tecnológicas de receção das uvas e o processo de vinificação, a capacidade de armazenamento, estabilização e engarrafamento dos vinhos.
Em 1999 aumentou as suas instalações com a criação de um novo centro de receção de uvas e vinificação – o Pólo de Melgaço.
Entre 2004 e 2006 tiveram início as obras de criação de modernização das instalações que permitiram alargar a comercialização a nível nacional e internacional.
Em 2005 surgiu o espaço Histórico e Cultural da Adega na antiga casa do Adegueiro e silos do Bagaço, que levou à sua integração na Rota dos Vinhos Verdes, Itinerário do Minho.
Em 2007, a Revista dos vinhos galardoou-a como a “Cooperativa do Ano”, e, em 2008 no evento “Lisboa Celebra o Vinho”, o Ministério da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas distinguiu-a com o prémio Empreendedorismo e Inovação.
Em 11 de Outubro de 2008 a Adega de Monção lançou uma aguardente de Vinho Verde Alvarinho, com numeração limitada, para a comemoração do seu Quinquagésimo Aniversário.
É desde 2008 PME Líder.
Em 2017, a Adega Cooperativa de Monção implementou um sistema de produção de energia fotovoltaica para autoconsumo e um sistema solar térmico, um investimento de 160 mil euros que permitiu minimizar a pegada ecológica. Ao todo, foram instalados 307 painéis solares fotovoltaicos de 265 W cada para autoconsumo.
Recentemente, a Adega de Monção, obteve dois Ouros, uma Prata e seis menções honrosas no concurso de Vinhos Verdes Engarrafados, promovido pela Comissão dos Vinhos Verdes. No Concurso Vinhos Portugal, organizado pela ViniPortugal, foi distinguida com um Grande Ouro e com um Ouro com o vinho Deu la Deu e Deu la Deu Reserva. O “Muralhas de Monção espumante 2015 Reserva” foi premiado com uma medalha de Prata no Concurso Internacional Brut Experience 2019.
Adega de Monção
Fundada a 11 de outubro de 1958, por iniciativa de 25 viticultores, a adega encontra-se situada em plena Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na sub-região de Monção e Melgaço, onde a casta Alvarinho é melhor representada.
Esta sub-região da Região dos Vinhos Verdes é onde o Alvarinho tem origem e onde iniciou a sua evolução, o que aconteceu mesmo antes da existência de qualquer registo escrito.
A adega agrega 1.600 cooperantes e tem uma área vinícola1.151Ha.
Clube de Produtores Monovarietais do Vinho Verde, Soalheiro, L´Campo e APPCDM – Centro de Valença desenvolvem projeto social
Assinatura do protocolo - 7 de março, 14h00, Valença
No próximo dia 7 de março, o Clube de Produtores de Monovarietais do Vinho Verde dá o primeiro passo na criação conjunta de um projeto social, em parceria com o Soalheiro, a exploração vitícola L’Campo e com a Delegação de Valença da APPACDM - Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental. Com o projeto Germinar, o Soalheiro, primeira marca de Alvarinho de Melgaço, desafiado por um casal produtor de uvas que integra o Club de Produtores por eles promovido, associa-se à APPACDM – Centro de Valença para juntos fomentarem um Projeto que visa a integração social de jovens e adultos com dificuldade intelectual e de desenvolvimento. A assinatura do protocolo está agendada para as 14h00, no Centro de Valença da APPACDM.
Este projeto passa pela integração dos utentes da APPACDM no trabalho na vinha de forma a promover o seu desenvolvimento pessoal, profissional e emocional sempre em função das competências ajustadas a cada perfil de integração. O motor central do projeto é António Matos, que para além de produtor de uvas é também Técnico Superior de Serviço Social e irá fazer o acompanhamento in loco de todos os elementos.
Depois de um ano de intenso trabalho e criação de sinergias, estão reunidas as condições para avançar de uma forma sustentada. A expetativa é, em breve, desenvolver um produto que possa autossustentar economicamente esta parceria. Pretende-se uma participação colaborante da sociedade, não numa lógica de caridade, mas numa lógica de reconhecimento da qualidade do produto produzido com a participação destas pessoas, que de outra forma não teriam essa possibilidade.
Dia 26 de Outubro, a partir das 9h, na Casa da Cultura
Ponte da Barca acolhe, no dia 26 de outubro, a partir das 9h, na Casa da Cultura, uma das sessões do II Congresso Internacional das Vinhas e dos Vinhos, organizado pela Associação Portuguesa de História da Vinha e do Vinho (APHVIN/GEHVID).
A iniciativa, que vai decorrer entre 25 e 28 de Outubro, nas Regiões Demarcadas do Douro, Dão e Vinhos Verdes tem como intuito, entre outros, a atualização de conhecimentos nos domínios que respeitam à História, Vitivinicultura, Enologia, Regulamentação Jurídica das regiões abrangidas e evolução das estruturas comerciais, de Marketing e de Enoturismo. O carácter internacional deste Congresso visa frutificar a troca de experiências com colegas investigadores nacionais e estrangeiros.
Em representação de cada região vitivinícola e, a par de Ponte da Barca, também o Porto, Nelas e Peso da Régua acolhem as restantes sessões que integram este Congresso. As fichas de inscrições e o custo de participação no Congresso poderão ser conhecidas no sitehttps://congressovinhasevi.wixsite.com/vinhasevinhos e enviadas por correio ou email para a APHVIN/GEHVID - Associação Portuguesa de História da Vinha e do Vinho, Rua da Restauração, n-º318, 4050-501 Porto ou paraaphvin@gmail.com, até ao dia 16 de Outubro.
Ponte da Barca associa-se ao II Congresso Internacional das Vinhas e dos Vinhos, no dia 26 de Outubro, a partir das 9h, no Auditório da Epralima
Ponte da Barca acolhe, no dia 26 de Outubro, a partir das 9h, no Auditório da Epralima, uma das sessões do II Congresso Internacional das Vinhas e dos Vinhos, organizado pela Associação Portuguesa de História da Vinha e do Vinho (APHVIN/GEHVID).
A iniciativa, que vai decorrer entre 25 e 28 de Outubro, nas Regiões Demarcadas do Douro, Dão e Vinhos Verdes tem como intuito, entre outros, a atualização de conhecimentos nos domínios que respeitam à História, Vitivinicultura, Enologia, Regulamentação Jurídica das regiões abrangidas e evolução das estruturas comerciais, de Marketing e de Enoturismo. O carácter internacional deste Congresso visa frutificar a troca de experiências com colegas investigadores nacionais e estrangeiros.
Em representação de cada região vitivinícola e, a par de Ponte da Barca, também o Porto, Nelas e Peso da Régua acolhem as restantes sessões que integram este Congresso.
As fichas de inscrições e o custo de participação no Congresso poderão ser conhecidas no site https://congressovinhasevi.wixsite.com/vinhasevinhos e enviadas por correio ou email para a APHVIN/GEHVID - Associação Portuguesa de História da Vinha e do Vinho, Rua da Restauração, n-º318, 4050-501 Porto ou para aphvin@gmail.com, até ao dia 16 de Outubro.
“O Vinho e a Vinha em Viana do Castelo” é o tema da exposição que o Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental vai inaugurar no próximo dia 12 de Novembro. A exposição estará patente ao público na Rua da Argaçosa, na Meadela.