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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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"VILARINHO DA FURNA: MEMÓRIAS DO PASSADO E DO FUTURO" - UM LIVRO DO PROF. DR. MANUEL ANTUNES INDISPENSÁVEL PARA QUEM DESEJA CONHECER MAIS ACERCA DESTA ALDEIA SUBMERSA

A convite do Grupo Folclórico Verde Minho, o Prof. Doutor Manuel Antunes proferiu hoje em Loures uma conferência subordinada ao tema “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Tratando-se de um caso de elevado interesse mormente para estudiosos e investigadores, recomendamos entre outros a leitura do livro “Vilarinho da Furna: Memórias do Passado e do Futuro”, obra de referência, escrita por um dos seus antigos habitantes e, indiscutivelmente, a pessoa que mais tem contribuído para a preservação da sua memória.

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Trata-se de uma obra da autoria do Professor Dr. Manuel Antunes, editado pelo Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, com o apoio da AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna.

Neste livro, o autor reúne uma série de artigos seus dispersos por várias publicações ou editados, acrescentando-lhe uma recolha de natureza etnográfica acerca dos usos e costumes das gentes daquela localidade e outros documentos de grande interesse histórico sobre Vilarinho da Furna e a luta dos seus habitantes pelos direitos que lhes assistem.

Vilarinho da Furna reside na alma dos portugueses como um paraíso perdido onde se evoca a lembrança quase lendária de um passado comunitário, surgindo como um monumento sempre que novas aldeias submergem às águas de uma nova albufeira de uma barragem em qualquer outra região do país, sejam elas a Foz do Dão ou a Aldeia da Luz, afundadas respectivamente pelas águas das barragens da Aguieira e do Alqueva.

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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PUBLICA EM LIVRO A PALESTRA PROFERIDA EM LOURES PELO PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES ACERCA DE VILARINHO DA FURNA

O Grupo Folclórico Verde Minho acaba de editar em livro a palestra proferida em Loures pelo Prof. Doutor Manuel Antunes, subordinada ao tema “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Esta série está a registar imensa procura, razão pela qual as primeiras edições já se encontram praticamente esgotadas. A realização, no próximo dia 7 de Julho, do festival que encerra o FolkLoures’18, a ter lugar em Loures, constitui uma excelente oportunidade para quem esteja interessado em obter toda a coleção que já vai em 5 livros editados.

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Do livro do Dprof. Doutor Manuel Antunes transcrevemos o respectivo prefácio:

“Vilarinho da Furna, uma povoação rural que conservava costumes comunitários, tornou-se devido à construção da barragem quase uma aldeia quase mítica aonde, ano após ano, al desce o nível das águas na albufeira, acorrem em peregrinação milhares de visitantes para contemplar o que ainda resta da localidade: as pedras das humildes casas rurais, o forno, os muros dos quinteiros e inúmeras recordações que os seus antigos habitantes guardam na sua alma.

O segredo de tal afecto que aquela humilde aldeia desperta em quem a visita, mesmo quem vai de paragens longínquas que pouca ou nenhuma ligação tiveram outrora com as gentes que ali habitavam, reside na crença profunda e na esperança de que a Humanidade possa um dia a viver numa grande aldeia que, à semelhança daquela, reine a justiça e a paz.

Dispersas pelo mundo, esquecidas e abandonadas para sempre são muitas as cidades que um dia surgiram devido à avidez da procura das riquezas materiais como sucedeu com a exploração do ouro. Ao contrário, Vilarinho da Furna conserva uma riqueza bem maior que, apesar de desabitada e sepultada nas águas da barragem, seja cada vez mais lembrada. É precisamente aquilo que representa em termos de valores espirituais e humanos que fazem de Vilarinho da Furna um bem de valor inestimável.

Vilarinho da Furna era em 1970 habitada por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Autor de vasta bibliografia e outros empreendimentos de vulto destinados à preservação da memória das gentes de Vilarinho da Furna, o Prof. Doutor Manuel de Azevedo Antunes é inquestionavelmente a pessoa mais indicada para nos descrever o que foi e representa a “aldeia afundada”, os usos e costumes das suas gentes e as perspectivas de futuro do local – porque, apesar de submersa, a aldeia que parece lendária permanece viva para sempre!”

ANTIGOS HABITANTES DE VILARINHO DA FURNA CHORAM AINDA LÁGRIMAS DE SAUDADE PELA TERRA ONDE NASCERAM

Conferência realizada em Loures pelo Prof. Doutor Manuel Antunes serviu para “matar saudades” da aldeia que já quase se tornou uma lenda

Não foi sem sentida emoção que alguns antigos habitantes de Vilarinho da Furna recordaram a sua infância ao ouvirem as palavras do Prof. Doutor Manuel Antunes – também um antigo habitante da “aldeia submersa” e que tem sido o principal responsável pela preservação da memória das suas gentes. E, a emoção subia ainda mais de intensidade perante as imagens da aldeia ainda com gente e vida! Sucede que, Vilarinho da Furna ficou submersa nas águas da albufeira da barragem, mais jamais no coração e na memória daquelas que lá viveram…

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A conferência decorreu no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, tendo sido expostos alguns quadros alusivos a Vilarinho da Furna, gentilmente cedidos para o efeito pelo Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna.

Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

De referir o especial destaque que foi conferido ao Museu Subaquático de Vilarinho da Furna – o primeiro do género a nível mundial – e a possibilidade de mergulhar literalmente nas águas que submergiram a aldeia, constituindo um convite e um desafio a todos quantos praticam o mergulho.

A iniciativa que constitui a abertura do programa FolkLoures’18, pertence ao Grupo Folclórico Verde Minho e contou a presença do Dr Francisco Sousa, membro do Gabinete de Cultura da Câmara Municipal de Loures e de Vitor Carreira, Tesoureiro da Casa do Concelho de Tomar. Refira-se que este evento culmina no próximo dia 7 de Julho, com um grandioso festival de culturas a ter lugar no Parque da Cidade, junto à réplica da fachada da Igreja de São Paulo, em Macau, e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

Para além da participação de ranchos folclóricos e grupos de cante alentejano, contará ainda com representações da cultura tradicional portuguesa e também do Tibete, por gentileza da Embaixada da República Popular da China. Um espectáculo que cresce a cada ano e coloca a cidade de Loures num patamar de primeira grandeza entre aquelas que dão primazia ao folclore e à cultura tradicional.

A próxima conferência a ser organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho está agendada para o próximo dia 20 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte. Vai ser proferida pelo Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, e será subordinada ao tema: “Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa”. . Entretanto, o conteúdo desta conferência será editado em livro, o qual pode ser solicitado ao Grupo Folclórico Verde Minho.

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PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI AMANHÃ A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir AMANHÃ, dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

PROF. DOUTOR MANUEL ANTUNES VAI A LOURES FALAR DA ALDEIA SUBMERSA DE VILARINHO DA FURNA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

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Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

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Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

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Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

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Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho no âmbito do FolkLoures’18

Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada” é o tema da conferência que o Professor Dr. Manuel Antunes vai proferir no próximo dia 30 de Junho, a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retratam os usos e costumes das gentes de Vilarinho da Furna, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Vilarinho da Furna era habitada em 1970 por cerca de 250 pessoas, que tiveram de abandonar a povoação devido à construção de uma barragem. A barragem foi inaugurada a 21 de Maio de 1972 e encontra-se localizada no concelho de Terras de Bouro, sendo alimentada pelo Rio Homem. Submersa pelas águas, as ruínas da aldeia são visíveis sempre que a barragem está vazia.

Manuel de Azevedo Antunes é doutorado em Ciência Política (2009). Estudante nas Universidades de Lisboa (1966-1976) e Paris – Sorbonne (1976-1977), desenvolveu atividade docente nas Universidades de Lisboa (1975-1992) e Maputo (1979-1987). Foi Consultor das Nações Unidas (1989), em Moçambique. Na Guiné- Bissau (1988-1992), participou, como coordenador, metodólogo e estatístico, no Inquérito Demográfico e Sanitário, para o Ministério da Saúde, com apoio do Banco Mundial. É, atualmente, Professor Associado e Investigador na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Preside a AFURNA – Associação dos Antigos Habitantes de Vilarinho da Furna, tendo publicado “Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Regra do Jogo, 1985), “Requiem por Vilarinho da Furna, Uma Aldeia Afundada” (Lisboa: Biblioteca da Universidade Lusófona, 1994) e “Vilarinho da Furna, Memórias do Passado e do Futuro” (Lisboa: Centro de Estudos da População, Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, 2005).

MUSEU DE VILARINHO DA FURNA REALIZA IV JORNADAS TÉCNICAS SOBRE OS CARVALHOS

Museu de Vilarinho da Furna/Campo do Gerês, de 26 a 28 de outubro irão decorrer em Terras de Bouro as IV Jornadas Técnicas Sobre os Carvalhos.

Estas Jornadas técnicas sobre os Carvalhos, agora com realização bienal, nos anos pares, dão continuidade a um projeto iniciado em 2013 como corolário do objetivo partilhado por várias entidades de promoverem uma floresta portuguesa saudável e rica para aqueles que nela vivem e dela dependem, bem como proporcionar espaços lúdicos e de ócio aos visitantes.

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Com a duração gratuita de 3 dias, estas jornadas decorrem no Campo do Gerês, Terras de Bouro, em pleno coração do Minho e do único Parque Nacional, o da Peneda-Gerês, onde se encontra a Mata de Albergaria de uma riqueza natural única. Os participantes, oradores, convidados e escolas são recebidos nos Museus de Vilarinho das Furnas e da Geira, para partilharem a sua experiência e conhecimento através de apresentações, debates, provas gastronómicas e momentos didáticos. Como a floresta não se vive em sala, são programadas saídas à floresta para conhecer o espaço mas também para darem o seu contributo ao legado deste património coletivo, através de ações de plantação e colheita de sementes. Se na floresta se geram uma multiplicidade de valores económicos, sociais e ambientais, o que se quer com estas jornadas é que cada um experiencie isso mesmo.

Para as IV Jornadas Técnicas sobre os Carvalhos e como tema principal foi escolhido o lema “Educar para a Floresta Autóctone” em três abordagens: a) Educar para o futuro; b) Educar para amanhã e c) Educar para beneficiar.

De facto, existe a necessidade urgente de repensar sobre a nossa forma de agir e incutir em todos nós, nomeadamente nos mais novos, uma consciência crítica sobre a problemática ambiental.

 Para formalizar a sua inscrição, inscreva-se aqui

https://goo.gl/forms/fbc7QrJ8usHYPERLINK "https://goo.gl/forms/fbc7QrJ8usYd6vlD2"Yd6vlD2  - Inscrições limitadas

Confirmem a vossa presença até ao dia 19 de outubro, através do e-mail:

martins@atahca.pt (José Carlos Martins -Técnico da ETL do GAL da ATAHCA) ou contactar pelos números 253321130 /911 193 518.