A execução da Rede de Saneamento de Vilar de Mouros encontra-se em fase de conclusão. Dotar as freguesias do concelho das infraestruturas necessárias para melhorar a qualidade de vida dos munícipes é uma das apostas do executivo caminhense. Esta é uma obra estruturante para os vilarmourenses, mas os trabalhos têm-se revelado bastante complexos, em virtude da natureza do solo, rochoso e duro, fatores que têm condicionado a sua progressão. O vereador, com o pelouro das obras públicas, Rui Lages, esteve no local a fim de acompanhar os trabalhos.
Esta obra prende-se com a construção das infraestruturas em “baixa” do Saneamento da Freguesia de Vilar de Mouros, da “EE 01, EE02 e EE03” e conduta elevatória e emissário “em alta” que coletarão as redes em causa, transportando os efluentes até à EE de Lanhelas. Como referimos, os trabalhos estão a terminar, a rede de saneamento já foi executada. Nesta fase, estão a decorrer os trabalhos nas estações elevatórias. Trata-se de um investimento de 792.456.01€ que vai garantir a qualidade do serviço prestado às populações e a sustentabilidade dos sistemas.
A execução da Rede de Saneamento da Freguesia de Vilar de Mouros é uma obra financiada pelo POSEUR em 85%, sendo o restante suportado pelo Município de Caminha.
Até ao final da época balnear, as praias do concelho oferecem várias atividades aos banhistas, com destaque para os percursos interpretativos, exposições e campanha de educação ambiental. No dia 1 de agosto, a praia fluvial das Azenhas, em Vilar de Mouros, vai ser palco do percurso interpretativo “Sentir a natureza”, cujo objetivo é fazer entender que cada elemento da natureza deve ser preservado e respeitado, para garantir o equilíbrio do sistema da biosfera. A qualidade das praias e as atividades que proporcionam confirmam a máxima “Praias do Concelho de Caminha – Destinos de Confiança”.
Com concentração às 9H30, junto ao mastro da Bandeira Azul, este passeio pedestre interpretativo ao longo das margens do rio Coura, vai permitir e identificar e interpretar os ecossistemas existentes.
A participação é gratuita, mas a inscrição é obrigatória. Assim, os interessados deverão realizar a inscrição através do email ambiente@cm-caminha.pt ou dos telefones 258 721 708 / 914 476 461.
Esta atividade é organizada pela Câmara Municipal de Caminha em parceria com Carlos Venade.
Recorda-se que, as quatro praias oceânicas do concelho – Caminha (Foz do Minho), Forte do Cão (Âncora), Moledo e Vila Praia de Âncora, e a praia fluvial das Azenhas, em Vilar de Mouros, apresentam a segurança e qualidade necessárias para que os banhistas, nesta época balnear especial marcada pela Covid 19, usufruam das praias em pleno.
O Auditório Municipal de Vila Nova de Cerveira vai ser palco, no próximo dia 24 de julho (quarta-feira), às 22h00, do “AMFF in Concert”. Trata-se de um espetáculo de música e multimédia que reúne em palco cerca de 200 alunos e professores da Academia de Música Fernandes Fão, com coro, orquestra e banda rock ao vivo. Entrada livre.
Contando com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, este ano o tema do espetáculo é dedicado ao Festival de Vilar de Mouros, que teve a sua primeira edição em 1965 naquela freguesia de Caminha. Neste tributo ao “Woodstock português” vão ser interpretadas 30 músicas de míticas bandas bem conhecidas do público como os U2, Elton John, Eagle-Eye Cherry, Silence4, Clã, Peter Murphy, Bob Dylan, Iggy Pop, Skunk Anansie e Guano Apes.
O “AMFF in Concert” é um projeto anual que afirma a Academia de Música Fernandes Fão (AMFF) e a sua ação na valorização da música, extrapolando os saberes eruditos para outros espaços onde a música impera e se conjuga, por vezes, com outras artes.
De acrescentar que a AMFF é uma instituição vocacionada para o ensino artístico da Música, reconhecida pelo Ministério da Educação e com autonomia pedagógica.
Os trabalhos de pavimentação e de colocação de tubagem de saneamento, que integram a empreitada da rede de saneamento de Vilar de Mouros, foram retomados, após uma interrupção imposta pela Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) para execução de sondagens arqueológicas.
Trata-se de um investimento que ronda os 800 mil euros e que vai garantir a qualidade do serviço prestado às populações e a sustentabilidade dos sistemas.