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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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EPATV INVESTE NA ECONOMIA CIRCULAR

A EPATV investe na Economia Circular através do programa Erasmus+

Entre os passados dias 3 e 8 de Novembro a EPATV, no âmbito da sua participação no projeto Erasmus+ "Green Enterprise" (2018-1-LV01-KA229-046962), participou na segunda reunião de Intercâmbio de alunos de curta duração do projeto.

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Nesta reunião, os alunos (divididos por grupos empreendedores multinacionais) apresentaram os resultados dos estudos de mercado realizados no sentido de avaliar a aceitabilidade e viabilidade do seu produto. Assim, dos grupos de trabalho, cerca de metade viu-se compelida a redesenhar o seu produto para um melhor posicionamento no mercado. Recorde-se que o objetivo deste projeto é que cada uma destas equipas multinacionais de empreendedores, no final do projeto, apresente um produto respeitador dos princípios de economia circular. Os alunos tiveram oportunidade de assistir a um workshop sobre preparação de um plano de negócio - muito pertinente, dado que é um dos produtos a elaborar, assim como, diversas palestras e visitas subordinadas à temática da economia circular e sustentável.

No decurso da mobilidade, houve oportunidade para planear as fases subsequentes do projeto, sendo a próxima reunião de trabalho na Eslovénia, na qual os alunos elaborarão a sua campanha de promoção de produto e de marca. Até lá, os alunos da EPATV que integram os diferentes grupos empreendedores continuarão a aprimorar o produto, sempre em contacto permanente e trabalho cooperativo com os seus parceiros italianos, letões e eslovenos."

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VILAVERDENSES MATAM A SEBA

Lage revive a tradição com 'Matança da Ceba e Rejoada'

A Lage vai reviver a tradição através da recriação de uma prática típica do Minho rural. No próximo fim de semana, 23 e 24 de novembro, a freguesia regressa ao tempo em que a família e a vizinhança se juntavam em torno da matança da ceba (porco), uma atividade fundamental para garantir mantimentos para a estação fria. As sopas de cavalo cansado e a música popular vão reforçar o cariz tradicional da iniciativa e ajudar a animar a festa. No dia seguinte, a comunidade junta-se em ambiente de convívio e amizade na rejoada com papas de sarrabulho. Preservar e divulgar a tradição são os grandes objetivos do evento organizado pela Junta de Freguesia da Lage, inserido na programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

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 “Com a chegada do tempo frio, começava a haver menos galinhas e ovos. A matança do porco garantia carne para o resto do inverno, que era preservada na salgadeira”, afirma o presidente da Junta, Carlos Pedro Castro, recordando o forte espírito de comunidade em torno desta prática tradicional. “Também era uma atividade social. Os vizinhos combinavam para fazerem sempre à vez. Este fim de semana na casa de um, no seguinte na casa do outro… Todos ajudavam e todos recebiam uma parte do sarrabulho. Assim, todos os fins de semana havia sarrabulho”, refere Carlos Pedro Castro.

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O evento arranca na tarde de sábado, 23 de novembro, pelas 16h00. O Monte de Santa Cruz - Santa Helena recebe a recriação da ‘Matança da Ceba’, uma iniciativa que alia tradição e modernidade, já que o processo é acompanhado pela veterinária municipal, assegurando o cumprimento escrupuloso da legislação em vigor. O resto é tudo à moda antiga. A palha a arder é utilizada para a queima do pelo e a cora da pele. Depois, é altura do desmanche do animal que outrora ajudava a alimentar uma família inteira durante boa parte do inverno. As concertinas e outros instrumentos da música popular garantem a animação e, no final, haverá uma merenda com vários petiscos tradicionais, entre os quais as famosas sopas de cavalo cansado.

O final da manhã de domingo, 24 de novembro, traz consigo a rejoada com papas de sarrabulho, um banquete que todos os anos junta largas dezenas de pessoas num almoço convívio muito alegre e animado. Família e amigos sentados em torno de uma mesa vasta a partilhar histórias enquanto degustam uma das mais apreciadas iguarias da gastronomia minhota. Como já é habitual e a época do ano convida, haverá castanhas assadas e um magusto típico para manter viva a chama da tradição. As inscrições para o almoço podem ser efetuadas na sede da Junta de Freguesia da Lage (horário de atendimento), no sábado na ‘Matança da Ceba’ ou através dos seguintes contactos: 938 308 882; 962 023 678; 961 243 296.

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VILAVERDENSES VÃO AOS FADOS AO SABOR DA NOSSA GASTRONOMIA

Restaurante Luena homenageia a ‘alma lusitana’ no Jantar com Fado e Ementa Tradicional Portuguesa

O Restaurante Vila Luena, em Vila Verde, prepara-se para orquestrar um evento que junta dois símbolos da ‘alma lusitana’, o fado e a gastronomia. O Jantar com Fado e Ementa Tradicional Portuguesa vai decorrer amanhã, 16 de novembro, inserido na programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde. A iniciativa tem sido um sucesso e, este ano, conta uma vez mais com a presença de um grupo de visitantes que chegam de Espanha, da Galiza.

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Os convivas serão recebidos com uma ginjinha, a que se seguem entradas diversificadas e, depois, uma das grandes novidades da ementa: a Sopa de Perdiz à Pimenta. Para o prato principal, as opções são o Bacalhau com Broa ou a Posta Barrosã. Na mesa das sobremesas a oferta é muito variada com Pudim Abade de Priscos, doces típicos, fruta…

Depois, silêncio que se vai cantar o fado! Teresa Baixo e Isa de Castro, mãe e filha, são duas fadistas locais com vários espetáculos em Portugal e no estrangeiro. Preparam-se para ocupar o palco com uma cumplicidade ímpar aliada a um talento imenso para cativar a plateia do primeiro ao último tema.

Homenagear o Fado, Património Imaterial da Humanidade, e promover a gastronomia portuguesa e local são dois dos objetivos do evento, avança Deolinda Pimenta, do Restaurante Vila Luena. A iniciativa pretende também divulgar o concelho de Vila Verde e fomentar este intercâmbio com ‘nuestros hermanos’. “Eles vêm cá, nós também vamos lá [Galiza] a eventos culturais”, afirmou Deolinda Pimenta.

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SARDINHA PINGA NO PÃO NA ROTA DAS COLHEITAS EM VALBOM

Valbom festejou o São Martinho com magusto e Festival da Sardinha na Broa

Após vários dias de muita chuva, as nuvens deram tréguas para cumprir o ‘Verão de São Martinho’, no passado dia 11 de novembro. Foram muitos os que aproveitaram esta aberta nas condições meteorológicas para participar no Festival da Sardinha na Broa, com direito a magusto, em Valbom São Martinho.

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Entre umas castanhas assadas para cumprir a tradição e aconchegar o estômago, e um copo de vinho verde regional para ‘empurrar’, as conversas decorriam em ambiente de boa-disposição e alegria. A meio tarde, alto e começa o baile! O grupo do Borguinha de Braga entrou em cena, os sons alegres da música popular tomaram conta do espaço e a plateia não resistiu a um pezinho de dança.

Pouco depois, as sardinhas começavam a sair da brasa, quentes e suculentas, a pingar na broa caseira cozida em forno de lenha. O público provou, aprovou e repetiu, numa prova viva de que os sabores tradicionais continuam a ser muito apreciados. Tudo gratuito, generosamente oferecido pela organização, a cargo da União de Freguesias de Valbom São Pedro, Paçô e Valbom São Martinho. A iniciativa integrou a programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

O público compareceu em grande número e gostou do que viu, ouviu e saboreou. José António Silva não falha um Festival da Sardinha na Broa e tenciona manter a assiduidade. “Venho cá todos os anos, é uma tradição vir cá no São Martinho. Comi castanhas e sardinhas, provei o vinho… estava tudo ótimo. Aconselho todos a virem, é uma maravilha!”, afirmou.

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“Balanço muito positivo”

Para a organização, o balanço foi “muito positivo”. “Superou as nossas expectativas. Num dia de trabalho, foi bastante bom termos cá tantas pessoas, muitas das quais de fora da freguesia”, afirmou o presidente da União de Freguesias de Valbom São Pedro, Paçô e Valbom São Martinho, Joaquim Martins.

O autarca assegurou que transmitir a tradição local aos mais novos é um dos grandes objetivos de um evento que pretende também proporcionar à população local momentos de encontro, partilha e convívio, bem como atrair visitantes à freguesia. Joaquim Martins sublinhou ainda a importância da programação Na Rota das Colheitas na divulgação e promoção do evento.

Presente no local, o presidente do Município de Vila Verde, António Vilela, recordou a tradição popular de comer castanhas assadas e provar o vinho em Dia de São Martinho. A sardinhada e a música popular ajudaram a enriquecer o evento. “As tradições estão bem preservadas no nosso território e a cultura popular continua a ser uma âncora de desenvolvimento e crescimento. As nossas freguesias, juntas, instituições… sabem valorizar a cultura como forma de promoverem as suas terras, de agregarem as pessoas e atraírem visitantes”, referiu António Vilela.

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ISAVE PARTICIPOU NA Iª CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE GERONTOLOGIA E GERIATRIA

Numa organização conjunta da Associação Nacional Interdisciplinar da Economia Social, da Associação de Desenvolvimento do Noroeste Peninsular, da Sociedade Galega de Xerontologia e Xeriatria e da Ixus – Formação e Consultadoria, Lda, decorreu, no passado dia oito de novembro, em Vila Nova de Cerveira, a primeira edição da Conferência Internacional de Gerontologia e Geriatria.

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No evento, que constituiu um sucesso, até pela presença de um elevado número de profissionais e estudiosos das diferentes áreas da saúde e do social, o ISAVE, Instituto Superior de Saúde, esteve representado pela diretora do Curso de Licenciatura em Enfermagem, Lígia Monterroso, que interveio no painel subordinado ao tema “As políticas sociais no desenvolvimento”, apresentando uma comunicação.

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SARRABULHO EM VILA VERDE FOI DE COMER E CHORAR POR MAIS!

Coucieiro. Comensais vieram de todo o país e consumiram mil litros de sarrabulho caseiro!

Chegaram a Coucieiro vindos de diferentes pontos do país (Lisboa, Ovar, Porto, Braga, Guimarães…) para saborear um dos mais apreciados pratos da gastronomia regional do Minho. Durante dois dias, 9 e 10 de novembro, passaram pelo salão paroquial da freguesia mais de 1200 pessoas para a Festa do Sarrabulho de Porco Caseiro. No total, foram consumidos cerca de mil litros de papas de sarrabulho, servidas com os acompanhamentos típicos, como rojões, farinhote e tripa, entre outros.

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O Sarrabulho de Coucieiro é confecionado de forma tradicional, com carne de porcos caseiros criados na freguesia, garantindo um sabor único e inconfundível. Que o digam os comensais, que provaram e aprovaram os pitéus. David Pimenta já tinha planos para a noite de sábado, mas acabou por adiá-los para jantar em Coucieiro e não se arrependeu. “Eu ia comer fora com os meus amigos, mas pensei: vou antes à terra dos meus avós e dos meus pais comer as papas. Já comi, as papas estavam muito boas e gosto muito deste convívio”, referiu.

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“É uma maravilha”

Não faltou também o vinho verde regional e a doçaria num evento que pretende reavivar a tradição local, juntando a família e os amigos à volta de uma mesa recheada, em ambiente de convívio e alegria, à boa moda minhota. Luís Silva é cliente habitual, “venho todos os anos”, e não poupou elogios à organização. “É o ambiente, este vinho verde é do melhor que há, a comida é espetacular… Não há melhor que isto, é uma maravilha e todos os anos melhora”, afirmou.

No entanto, há muito trabalho a fazer antes das iguarias chegarem à mesa. E se já em pequenas quantidades é um prato trabalhoso, para preparar mil litros de papas de sarrabulho são precisos muitos braços para ajudar. E assim foi. Mais de 60 voluntários trabalharam de forma abnegada em prol da freguesia, já que, anualmente, a receita reverte a favor de obras, eventos ou outras necessidades locais. A iniciativa resultou de uma organização conjunta entre a Junta de Freguesia de Coucieiro, a Comissão de Festas e a Associação dos Amigos de S. João Baptista. Integrou a programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

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Evento “leva o nome de Coucieiro a todo o país”

Contas feitas, o presidente da Junta de Freguesia fez um balanço “muito positivo”. Luís Ferreira não escondeu a satisfação pelo crescimento de um evento que começou (em 2013) por confecionar 80 litros de papas e que este ano já ultrapassou a barreira dos quatro algarismos. A qualidade dos ingredientes é um dos segredos do sucesso. “Entre papas e rojões, são perto de 600 Kg de carne de porco caseiro”, afirmou, acrescentando que a mestria dos responsáveis pela cozinha e a dedicação de todos os voluntários são fundamentais para o êxito alcançado.

A presença Na Rota das Colheitas e a forte divulgação também são elementos-chave para o crescimento de uma iniciativa que, segundo o autarca local, “leva o nome de Coucieiro a todo o país”. De futuro, as perspetivas são de estabilizar nos mil litros de papas de sarrabulho, com o objetivo de manter a elevada qualidade a que a organização habituou a população local e visitantes, avançou Luís Ferreira.

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E, O MELHOR ARROZ DE CABIDELA DE PORTUGAL, COME-SE EM (TORRES, VILA VERDE)!

O Restaurante Torres, com sede em Ponte de S. Vicente, concelho de Vila Verde, recebeu ontem em Santarém, Diploma e Medalha de ouro como vencedor do 1º Concurso de Cozinha Tradicional organizado no âmbito da Feira Nacional de Gastronomia.

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Com um espaço instalado na Feira desde há vários anos, o conceituado restaurante minhoto apresentou durante a semana vários pratos típicos da região, designadamente á base de carnes e peixes, com destaque para receitas de Bacalhau ou de carne Minhota.

Mas, a concurso, o gerente Fernando Torres, apostou na iguaria do seu concelho e da sua cozinha, desde há mais de cinquenta anos referência na região e no país, recorde-se.

Assim, o júri presidido pela agrónoma Ana Soeiro, representante de Portugal no Comité Europeu IGs (Produtos Tradicionais e Sistemas de Qualificação) e Directora Executiva da QUALIFICA (Associação Nacional de Municípios e de Produtores), premiou no topo da classificação o Arroz de cabidela ou Pica no chão, esta, uma designação popular em Vila Verde, pois a carne de galo é a principal matéria na confecção da iguaria.

Pelas mesas da família Torres e seus colaboradores passaram vários apreciadores dos seus menús, com destaque para Fernando Mendes. O apresentador de TV (O Preço Certo, na RTP) degustou recomendações do Chef cozinheiro e outras delícias de sua própria escolha.

A título de registo, refira-se que o Restaurante Torres de Vila Verde, tem sido um embaixador europeu da nossa gastronomia. Entre suas participações, elenquemos a presença na Semana da Gastronomia Portuguesa, organizada pela Rádio Alfa, em Paris, e no grupo de cozinheiros do Norte (Ponte de Lima, Vila Verde, Guimarães, Tabuaço e Porto), que elaboraram um jantar em 2 de Abril último, para 300 convidados no Parlamento Europeu em Bruxelas, por iniciativa do então eurodeputado da Comissão Parlamentar de Segurança Alimentar, José Inácio  Faria, natural de Viana do Castelo.

Tito Morais / https://www.luso.eu/

 

ROTA DAS COLHEITAS EM VILA VERDE TEM O SABOR DA SARDINHA NA BROA

Tudo gratuito no ‘Festival da Sardinha na Broa’ de Valbom S. Martinho

A freguesia de Valbom S. Martinho prepara-se para afastar o frio de novembro com o calor do ‘Festival da Sardinha na Broa’. Durante a tarde do dia 11 deste mês, os sabores tradicionais fazem-se acompanhar pela música popular, em ambiente de convívio e alegria. As sardinhas assadas na brasa e as broas caseiras são as ‘rainhas da festa’, mas, em pleno Dia de S. Martinho, não vão faltar também as castanhas assadas no calor da fogueira e o bom vinho regional. Tudo totalmente gratuito, oferta da organização, a cargo da União de Freguesias de Valbom S. Pedro, Paçô e Valbom S. Martinho. O evento vai decorrer nas imediações da igreja paroquial e integra a programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

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As broas são confecionadas no local, de forma tradicional e começam a sair quentinhas do forno de lenha por volta das 16h, acompanhadas pelas suculentas sardinhas assadas na brasa. Uma hora mais tarde, a animação da música popular toma conta do recinto com a atuação do Borguinha de Braga. A iniciativa prolonga-se pela tarde dentro e é aberta a toda a população.

Oportunidade de “partilhar e criar bons momentos"

Para o presidente da União de Freguesias de Valbom S. Pedro, Paçô e Valbom S. Martinho, a iniciativa pretende “recordar o passado, as nossas tradições, e, ao mesmo tempo, permite aos jovens conhecerem a cultura da freguesia”. Joaquim Martins também não esquece o convívio que o ‘Festival da Sardinha na Broa’ oferece à população, dizendo que “é uma oportunidade para as pessoas poderem partilhar e criar bons momentos”.

O autarca destaca ainda a presença da freguesia na programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que é “uma mais-valia para Valbom S. Martinho e uma grande ajuda para divulgarmos e promovermos a nossa terra e as nossas tradições”. 

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VILAVERDENSES REALIZAM CAMINHADA AMBIENTAL

Caminhada Ambiental na zona do Gontinho em Duas Igrejas, zona esta de paisagem e de flora e fauna autóctones entre o vale do Neiva e o Vale do Trovela.

Do melhor que há em Vila Verde em termos de património natural.

Actividade do âmbito da Semana da Floresta Autóctone (18 a 23 de Novembro).

Mais informações e/ou inscrições, p.f., responder para o email educacao@cm-vilaverde.pt ou contactar via telemóvel para o número 961 318 625. Basta enviar nome completo e respectiva data de nascimento, para efeitos de seguro.

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FESTA DO SARRABULHO ATRAI VISITANTES DE TODO O PAÍS A VILA VERDE

Festa do Sarrabulho de Porco Caseiro. Os sabores da gastronomia regional prometem arrastar multidões a Coucieiro

Os sabores caseiros da gastronomia regional prometem atrair um mar de gente ao salão paroquial da freguesia de Coucieiro para mais uma Festa do Sarrabulho de Porco Caseiro, a 9 e 10 de novembro. O crescimento do evento faz com que este ano a organização esteja a preparar mais de mil litros de papas de sarrabulho, acompanhadas por rojões, farinhote, tripas e vinho regional, entre outros. Tudo confecionado de forma tradicional e com porco caseiro, garantindo um sabor único e inconfundível. As atenções estão voltadas para estas iguarias tradicionais da cozinha minhota, apesar de haver outras opções no cardápio, numa iniciativa que junta à mesa familiares e amigos em ambiente de descontração e convívio.

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No ano passado, os 850 litros de papas de sarrabulho preparados pela organização ‘evaporaram’ e foi preciso reforçar a oferta ainda antes de a iniciativa terminar. Este ano, o presidente da Junta de Freguesia de Coucieiro garante que a organização está preparada e que “vão ser confecionados mais de 1000 litros de papas”. Luís Ferreira recorda que o evento começou “só com 80 litros”, volume que tem aumentado todos os anos, porque são cada vez mais pessoas a quererem “experimentar os sabores caseiros de Coucieiro”. “Afinal de contas, o que é caseiro sabe sempre melhor”, gracejou o autarca, acrescentando que é tudo feito na hora por uma equipa de voluntários entendidos nesta arte gastronómica.

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Visitantes de várias zonas país

A Festa do Sarrabulho de Porco Caseiro decorre num espaço acolhedor e recebe visitantes de várias zonas do país. “Vêm pessoas de Coimbra, Aveiro, Porto, Braga, Guimarães... Até vem um grupo de Lisboa, com cerca de 20 pessoas que já marcam presença há alguns anos”, afirma o presidente.  A iniciativa arranca pelas 12h de sábado, 9 de novembro, sendo o dia completamente dedicado à degustação dos sabores tradicionais da boa gastronomia minhota. No segundo dia, o Salão Paroquial de Coucieiro ‘abre portas’ às 12h para o almoço e o evento termina com a realização do jogo ‘Cagada do Porco’, que começa às 15h.

A iniciativa resulta de uma organização conjunta entre a Junta de Freguesia de Coucieiro, a Comissão de Festas e a Associação dos Amigos de S. João Baptista. Insere-se na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que de agosto a novembro se desdobra em dezenas de iniciativas de preservação da tradição, promoção da cultura e divulgação do território.

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ROTA DAS COLHEITAS DE VILA VERDE RECUPERA ARTE DA TECELAGEM

‘Tradições dos Nossos Avós’ levaram Cervães ao encontro da arte da tecelagem

Cervães recebeu, de 26 a 28 de outubro, a quarta edição da iniciativa ‘Tradições dos Nossos Avós’, que todos os anos destaca uma atividade tradicional da região. Desta feita, as luzes dos holofotes estiveram viradas para a arte da tecelagem, com exposições (do antigo ao moderno), visitas guiadas e demonstrações sobre o tema. Como já vem sendo habitual, o programa deu também a conhecer os métodos tradicionais de preparação e confeção do pão de milho.

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“A tecelagem ainda é um modo de vida em Cervães. Há muitas pessoas da freguesia que tecem e há outras que trabalham como intermediárias entre os produtores e os armazéns comerciais”, avançou Maria Amélia Oliveira, que organiza o evento em conjunto com o Centro Escolar e o Centro Social e Paroquial de Cervães. A cervaense destacou também o forte envolvimento de crianças e jovens para passar estes saberes às gerações mais jovens.

Maria Amélia Oliveira sublinhou a importância de Cervães ter uma iniciativa capaz de “reavivar várias tradições ao longo dos anos”, salientando ainda a união da freguesia em torno do evento, já que a organização contou com o apoio da Junta de Freguesia, associações e comunidade local. A iniciativa integrou a programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

Do passado ao presente

A edição deste ano arrancou com a exposição sobre a tecelagem, aberta ao público durante os três dias de ‘Tradições dos Nossos Avós’, e com uma tecedeira a trabalhar ao vivo no tear, numa demonstração que aguçou a curiosidade do público. O pontapé de saída foi abrilhantado por dois momentos musicais, um com cantares tradicionais e outro com músicas atuais, numa mostra do talento local.

A exposição, dividida em três setores, apresentou a evolução dos métodos e utensílios ao longo do tempo. O primeiro setor com as alfaias de antigamente, o segundo com a tecelagem moderna e o terceiro contou com trabalhos elaborados pelos alunos do Centro Escolar de Cervães, cada vez mais familiarizados com os saberes tradicionais. Entre fusos, caneleiros e teares, entre outros utensílios, pontuavam também panos, toalhas, bolsas, tapeçarias… os produtos finais da arte da tecelagem.

A mostra atraiu vários visitantes, entre os quais Avelino Cunha, que marcou presença motivado pela esposa. Avelino Cunha estreou-se este ano na ‘Tradições dos Nossos Avós’ e revelou que gosta da ideia de reavivar as tradições, acrescentando que “a tecelagem ainda faz parte do dia-a-dia de muita gente da freguesia”.

Uma tradição com futuro

O segundo dia incluiu um momento dedicado ao ciclo do pão de milho. Da preparação à cozedura em forno de lenha, os presentes aprenderam a confecionar esta iguaria regional à boa moda de antigamente e depois saborearam o resultado final. No último dia, destaque para a partilha de conhecimentos entre diferentes gerações com visitadas guiadas dos alunos do Centro Escolar e dos idosos do Centro Social e Paroquial de Cervães.

Para a Vereadora da Cultura do Município de Vila Verde, esta iniciativa contribui para garantir “que esta tradição [da tecelagem] não se irá perder”. Júlia Fernandes referiu que o forte envolvimento de crianças e jovens nas ‘Tradições dos Nossos Avós’ é vista como “um passar de testemunho” e que a programação Na Rota das Colheitas também passa por aí, “trazer a tradição para os tempos atuais e levar as novas gerações a perpetuá-la, experimentá-la e a ter vontade de ‘transportá-la’ para o futuro”. A vereadora concluiu deixando os parabéns a Cervães por “mais um ano de grande envolvimento de toda a freguesia, especialmente da comunidade educativa”.

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CARRINHOS DE ROLAMENTOS ACELERAM NA ROTA DAS COLHEITAS

Mais de 70 pilotos sentiram a adrenalina da IX Corrida de Carrinhos de Rolamentos e Rodas de Lanhas

Velocidade, adrenalina e tradição voltaram a encher as ruas de Lanhas para a IX Corrida de Carrinhos de Rolamentos e Rodas, que decorreu no passado dia 27 de outubro. Centenas de pessoas saíram à rua para assistir à veloz descida das 75 ‘máquinas’ pelo asfalto, numa iniciativa que extravasa as fronteiras do concelho e do país, contando até com participantes que chegam da vizinha Espanha. A cronometragem da prova ficou a cargo da Federação de Desportos de Inércia da Galiza e os resultados de ‘nuestros hermanos’ contaram para o campeonato. Vários participantes ‘correram’ com os carros tradicionais, mas não se fechou a porta a veículos mais sofisticados, numa competição em que reinou a diversidade.

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A iniciativa foi organizada pela Junta de Freguesia de Lanhas e integrou a programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde. O presidente da Junta, Bruno Eiras, destacou a “grande evolução” da iniciativa ao longo dos anos, atraindo cada vez mais público e participantes. “Recebemos pessoas da Galiza, Braga, Vila Nova de Gaia, Ílhavo, Vila Nova de Famalicão... Nota-se que a prova está consolidada e que as pessoas têm gosto em participar”, referiu o autarca. Bruno Eiras ainda fez questão de destacar o convívio e o lazer que a prova oferece ao público e aos participantes, bem como o entusiasmo da população local, “há um grande interesse e uma grande motivação da população em manter esta tradição viva”.

“É uma tradição antiga, mas nota-se que as pessoas têm gosto nisto”

Arlindo Barros, conhecido pelos amigos como ‘Chico Charuto’, foi um dos ‘corajosos’ a fazer-se à estrada. O piloto veio do centro de Vila Verde e não é nenhum estranho na prova, “este foi o meu quarto ano aqui em Lanhas”. Arlindo Barros destacou “o convívio, a pista favorável à prova e os fantásticos prémios em cerâmica pintada à mão”, juntamente com o ambiente que se gera em torno da iniciativa. Realçou ainda que é necessária perícia na arte da condução. “As pessoas querem sempre ver despistes. Nós tentamos evitá-los, mas é uma coisa que acaba sempre por acontecer”, confessou o piloto, acrescentando que a prova permite reviver “uma tradição antiga, mas nota-se que as pessoas têm gosto nisto, tanto que há muitos jovens a participar”.

Quem também reparou na forte presença da juventude foi Francisco Lopes. “De facto, nota-se cada vez mais jovens a participar, gosto muito de ver isso”, referiu o espectador, acrescentando, em tom de gracejo, que “afinal, não é só um brinquedo dos meus tempos de criança”. Francisco Lopes também aproveitou a prova para viajar pelas suas memórias, pois tinha carrinhos de rolamentos e com eles criou “muitos bons momentos”.

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ACTIVIDADES EQUESTRES ABRILHANTAM FEIRAS NOVAS DE PICO DE REGALADOS

Atividades equestres brilharam nas seculares Feiras Novas do Pico de Regalados

As Feiras Novas do Pico de Regalados resistiram ao desgaste do tempo, atravessaram os séculos e chegam aos dias de hoje com um fulgor assinalável. As atividades equestres (corrida, espetáculo noturno, passeio e exposição) estiveram em destaque num cartaz amplo e diversificado que trouxe ao Largo da Feira três dias, 25 a 27 de outubro, recheados de iniciativas capazes de ‘agradar a gregos e troianos’.

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Da animação da música popular às recriações de práticas tradicionais (desfolhada e magusto), passando pela gastronomia regional, feira franca e diversas atividades desportivas, estavam reunidos os condimentos para uma receita de sucesso que atraiu largos milhares de pessoas à Vila do Pico de Regalados. Tudo em ambiente de festa, convívio e alegria.

Uns vieram de perto, outros nem por isso. Rosa Maria, natural de Ponte de Lima, confessou que soube da festa pelo marido e “como nunca tinha vindo ao Pico de Regalados, decidimos vir”. A limiana deixou claro que gostou do que viu, “foi uma festa claramente à moda minhota”, e ainda prometeu que, “se puder”, no próximo ano voltará às Feiras Novas do Pico de Regalados.

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“Três dias de festa, tradição e convívio”

As atividades equestres foram a grande atração da festa e não faltaram iniciativas para fazer as delícias dos apreciadores dos equídeos. O presidente da União de Freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós, César Cerqueira, destacou a Corrida de Passo Travado, que “contou com mais de 80 participantes”, e o Espetáculo Equestre Noturno, em que a luz, som e fogo ajudaram a abrilhantar a beleza da arte equestre. 

César Cerqueira realçou também a manhã de domingo (27 de outubro), dedicada ao desporto. “Foi uma manhã extremamente ocupada, com seis atividades desportivas e muitos participantes. Só o IV Passeio a Cavalo Rota das Quintas teve cerca de 100 participantes”, referiu. Trail, BTT, caminhada e dois passeios de motos foram as outras modalidades ao dispor de picoenses e visitantes.

O presidente da União de Freguesias destacou ainda a atuação de Augusto Canário, um artista minhoto com uma carreira consolidada e que é capaz de arrastar multidões. Para finalizar, fez questão de “agradecer a todas as pessoas que, de alguma forma, contribuíram para estes três dias de festa, tradição e convívio”.

Valorizar Vila Verde e preparar o concelho para o futuro

Já o presidente do Município de Vila Verde, António Vilela, não poupou elogios ao trabalho desenvolvido na preparação de um “evento de promoção da nossa terra”. “É preciso unir muitas pessoas para levar para a frente esta festa e só com este esforço coletivo é que as Feiras Novas conseguem ter esta dimensão. É com estas iniciativas que valorizamos o concelho e preparamos Vila Verde para o futuro”, afirmou.

António Vilela referiu ainda que as Feiras Novas “representavam um momento de celebração pelo fim das colheitas, em que as pessoas vinham para vender e comprar produtos, mas também conviver e criar laços de amizade”.  Nesse âmbito, o autarca parabenizou a organização e a população local “pela forma como têm vindo a recuperar o passado e a valorizar as Feiras Novas da freguesia”.

A iniciativa foi organizada pela União de Freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós e pela ACDRSS de Pico de Regalados. Integrou a programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que, de agosto a novembro, se desdobra em mais de 40 iniciativas de preservação da tradição, promoção da cultura, dinamização da economia e divulgação do território.

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VILAVERDENSES RECRIAM DESFOLHADA TRADICIONAL DO MILHO

Desfolhada tradicional deu o pontapé de saída para dois dias de festa em Atiães

A desfolhada tradicional deu o ‘pontapé de saída’ para dois dias (26 e 27 de outubro) de tradição, música popular, convívio e muita alegria na estreia da freguesia de Atiães Na Rota das Colheitas. No final, foi servida uma merenda tradicional para ajudar a recuperar forças após o trabalho. A igreja decorada com os produtos do campo foi outro dos destaques do serão de ontem. As atividades prosseguem durante a tarde de hoje, 27 de outubro, com jogos populares, torneio de futebol, feira tradicional e muita animação musical (espetáculos de folclore e rusgas populares) nas imediações da sede da Junta de Freguesia.

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O relógio marcava 19h30 quando as primeiras pessoas se juntaram em volta das canas de milho para desfolhar as espigas com as mãos, à boa moda de antigamente. Aos poucos, o número de pessoas aumentava e o número de canas ia diminuindo. De vez em quando, um dos participantes levantava-se a gritar “rei sou eu, rei sou eu”, para assinalar o aparecimento de uma espiga-rainha, e começava a distribuir beijos e cumprimentos pelos restantes ‘desfolhadores’.

Tudo isto ao som de concertinas e castanholas, acompanhadas de cânticos populares que iam alegrando o recinto. A meio da desfolhada, as concertinas silenciaram-se para dar espaço ao Rancho Folclórico de Varziela (Felgueiras). O grupo percorreu mais de 50 km para trazer animação à festa com os cantares tradicionais e juntou-se à população local numa demonstração de como se desfolhava noutros tempos.

“Apesar de todo o cansaço, sinto-me feliz”

Deixar tudo pronto para estes dois dias de festa não é uma tarefa fácil e Rosa Pereira que o diga. A representante da AJDRC de Atiães admitiu que o primeiro dia da foi de “muito cansaço”. Afinal de contas, foi preciso “cortar e carregar o milho, confecionar bolos, tratar da sardinhada e do caldo verde, decorar o recinto…”. No entanto, Rosa Pereira orgulha-se do trabalho realizado, “apesar de todo o cansaço, sinto-me feliz”.

Entre os participantes estava Júlia Cunha, residente em Atiães há 30 anos, que considerou a entrada da freguesia Na Rota das Colheitas “uma mais valia para a nossa terra”, porque contribui para a divulgação de Atiães e promove uma atividade que “junta os habitantes e dá para as pessoas conviverem”.

Atiães “tem muito potencial”

Quem também marcou presença na estreia de Atiães Na Rota das Colheitas foi a Vereadora da Cultura do Município de Vila Verde, que deixou largos elogios à organização. Júlia Fernandes começou por destacar os dois pontos fortes do arranque da iniciativa, uma desfolhada que “agregou a freguesia e captou um grupo de Felgueiras” e a decoração da igreja com produtos agrícolas, associando Atiães “a todo um movimento em torno da decoração das igrejas e do agradecimento pelos frutos da terra”. A Vereadora da Cultura ainda realçou toda a vontade e motivação da população local em “fazer as coisas acontecer” e terminou dizendo que a freguesia “tem muito potencial”.

O evento resulta de uma organização conjunta entre a AJDRC e a Junta de Freguesia de Atiães, inserido na programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

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EPATV GALARDOADA COM A BANDEIRA VERDE

A EPATV comemorou no dia 18 de outubro, o Dia das Bandeiras Verdes, no multiusos de Guimarães, com a entrega das bandeiras a todas as Escolas do País.

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A cerimónia do Galardão, trata-se do maior evento da Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE). Neste dia, as escolas recebem o galardão Eco-Escolas como reconhecimento do trabalho desenvolvido no âmbito do programa ao longo do ano letivo, estimando-se a presença de mais de quatro mil crianças de escolas de todo o País.

O programa é coordenado a nível internacional, nacional, regional e de escola. Esta coordenação multinível permite a confluência para objetivos, metodologias e critérios comuns que respeitam a especificidade de cada escola relativamente aos seus alunos e caraterísticas do meio envolvente.

Depois da entrega dos prémios dos desafios 2018/19 e dos espetáculos no palco da Gala da Tarde, o dia terminou com a entrega da Bandeira Verde Eco-Escolas a cada uma das escolas presentes.

A EPATV relativamente às atividades 2018-19 recebeu os prémios referentes ao 3º lugar no Eco-Painel dos alimentos e ao 2º lugar para o Calendário do mar.

A EPATV contribuiu com 22 alunos, voluntários, na organização do evento, que tiveram funções na receção, nos insufláveis, nos jogos das Eco-Escolas e nas pinturas faciais.

A EPATV inscreveu-se pela primeira vez no programa Eco-Escolas no ano letivo 2007/2008 e desde essa data foi sempre galardoada com a Bandeira Verde, reconhecido pelas boas práticas ambientais que tem adotado com toda a comunidade escolar.

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ROTA DAS COLHEITAS DÁ A PROVAR OS "SABORES DE OUTONO"

Feirinha ‘Sabores de Outono’ dá o mote para dois dias de tradição, música e convívio em Esqueiros

Os ‘Sabores de Outono’ trazem a Esqueiros dois dias, 24 e 25 de outubro, de tradição, música e convívio. A iniciativa arrancou durante a manhã de hoje com muita animação. Os alunos da EB1 e do Jardim de Infância de Esqueiros juntaram-se para interpretar a música ‘Andorinha Negra’ e, de seguida, um grupo mais reduzido dançou o folclore. A manhã marcou também a abertura da Feirinha Sabores de Outono, onde os interessados poderão adquirir produtos agrícolas, doces, compotas… Inclui ainda uma zona dedicada ao artesanato local e outra à castanha, que “é a rainha” da edição deste ano. O ‘pontapé de saída’ da feira decorreu ao som dos ritmos alegres dos tocadores de concertina.

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A música regressa ao final da tarde de hoje com a atuação da Academia de Música de Vila Verde (19h30), a que se segue um jantar/convívio com gastronomia regional. Pelas 21h, começa o magusto típico, acompanhado pelos sons da música popular. Amanhã, a Feirinha Sabores de Outono abre pelas 10h. Uma hora mais tarde, decorrerá a entrega de prémios do concurso de decoração de travessas em terracota com os motivos do outono.

Aproximar os encarregados de educação e a comunidade local da escola, colocar os alunos em contacto com as tradições locais, angariar fundos para adquirir materiais didáticos e desenvolver atividades do âmbito escolar. De acordo com a professora Alexandra Matos, são estes os principais objetivos da iniciativa organizada em conjunto pela EB1/JI de Esqueiros, encarregados de educação e Junta de Freguesia. O evento integra a programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

Presente na sessão de abertura, o presidente do Município de Vila Verde não poupou elogios ao trabalho desenvolvido em Esqueiros. Numa altura em que o concelho celebra a época das colheitas e a cultura popular, António Vilela sublinhou a importância de transmitir aos jovens alunos as genuínas tradições locais e promover a interação da escola com a comunidade local e com os pais, para que “sintam também esta vontade de participar no processo educativo dos filhos e se envolvam nestas atividades”. O edil destacou ainda a proatividade da comunidade escolar, já que a iniciativa permite angariar verbas para desenvolver atividades ao longo do ano letivo.

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VILA VERDE PROMOVE TECELAGEM TRADICIONAL

Cervães. Cultura da tecelagem em destaque na iniciativa ‘Tradições dos Nossos Avós’

Cervães prepara-se para receber a quarta edição da iniciativa ‘Tradições dos Nossos Avós’. Este ano, o maior destaque vai para a cultura da tecelagem, do antigo até ao moderno, com exposições, atividades lúdico-pedagógicas e partilha de conhecimento entre diferentes gerações. À semelhança dos anos anteriores, mantém um momento dedicado ao ciclo do pão de milho. O evento vai decorrer de 26 a 28 de outubro, no Centro Social e Paroquial de Cervães.

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O arranque está marcado para as 20h30 de sábado, 26 de outubro, com a abertura da exposição sobre a tecelagem em Cervães, que terá três espaços. O primeiro dedicado à tecelagem antiga com as alfaias de outros tempos, o segundo referente à tecelagem moderna e o terceiro com a exposição dos trabalhos realizados pelos alunos do Centro Escolar de Cervães. A abertura vai incluir um momento musical para animar a festa com os cantares da tecelagem. A exposição estará aberta ao público também durante os restantes dias, a partir das 10h.

O segundo dia inclui um momento dedicado ciclo do pão de milho, pelas 15h. Da preparação até à cozedura em forno de lenha, as broas serão confecionadas totalmente à moda antiga. No final, tempo para a degustação desta iguaria tradicional. Para além disso, o público poderá ainda saborear as sopas de cavalo de cansado. A iniciativa encerra na segunda-feira, 28 de outubro, dia de visita guiada dos alunos do Centro Escolar e dos idosos do Centro Social e Paroquial de Cervães. Uma atividade que irá promover a troca de conhecimento entre gerações e a transmissão da cultura tradicional para os mais novos.

O evento resulta de uma organização conjunta entre a cervanense Maria Amélia Oliveira, o Centro Escolar e o Centro Social e Paroquial de Cervães. Maria Amélia Oliveira sublinha a importância de “manter a cultura viva”, frisando que os mais novos “não devem esquecer as raízes” e que essas tradições são “enriquecimentos para enfrentar as adversidades da vida”. A organização conta ainda com o apoio da Junta de Freguesia de Cervães, de associações locais e da comunidade, numa verdadeira demonstração de união na freguesia. A iniciativa integra a programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.