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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ARROZ PICA NO CHÃO: EM VILA VERDE É QUE SE COME BEM!

Fim de semana Gastronómico: “Programa completo com boa mesa, boa cama, bons doces e ótimas caminhadas!”

Está a chegar o momento da despedida de mais uma edição de sucesso da Rota das Colheitas, promovida pelo Município de Vila Verde.

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O Fim de Semana Gastronómico ‘Verde Verde, Capital no Pica no Chão’ regressa entre os dias 23 e 25 de novembro, sexta a domingo, com uma vasta e diversificada programação turístico-cultural que envolve a excelência da gastronomia minhota, a beleza do património natural do concelho e, ainda, o conforto do alojamento local. Pica no Chão e Pudim Abade de Priscos são os maiores destaques de um vasto leque de iguarias tradicionais que vilaverdenses e visitantes têm a oportunidade de apreciar nos restaurantes aderentes, acompanhadas pelo bom vinho da região. Durante o fim de semana, decorre também a 8ª ‘Mostra Doces e Sabores da Nossa Terra’, uma iniciativa que reúne diversas pastelarias do concelho, onde a qualidade da doçaria está em cima da mesa para deliciar os paladares.

Para quem for amante da natureza e, em simultâneo, pretender queimar as calorias extra do Fim de Semana Gastronómico, há momentos de desporto por entre a beleza das paisagens verdejantes do concelho. A Semana Autóctone, de 19 a 25 de novembro, a Caminhada Ambiental ‘Zona Ribeirinha Entre o Homem e o Cávado’, no dia 24 de novembro, e o Trilho ‘Aboim da Nóbrega a Vade’, no dia 25. A Feira de Produtos em 2ª mão é outra iniciativa que faz parte do roteiro turístico do fim de semana, no dia 15, das 09h00 às 18h00, na praça da república em Vila Verde. Hoje, durante a conferência de imprensa de apresentação da iniciativa, António Vilela, Presidente do Município de Vila Verde, mostrou-se satisfeito com a edição deste ano: “Um programa completo com boa mesa, boa cama, bons doces e ótimas caminhadas, onde possam desfrutar do património natural e construído!”.

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Um fim de semana repleto de dinâmica a fechar a Rota das Colheitas!

Aproximam-se três dias consecutivos de atividades culturais e recreativas que apostam na promoção e divulgação dos saberes e sabores tradicionais da região. A apresentação do programa ficou a cargo da Vereadora da Cultura, Júlia Fernandes. Por estes dias Vila Verde é a ‘Capital do Pica na Chão’, uma iniciativa gastronómica que arrasta anualmente diversos participantes que se deliciam com os pratos mais típicos do Minho. No menu principal, o Pica no Chão, também conhecido como arroz de cabidela, é o pitéu da festa, confecionado pelas mãos experientes das cozinheiras dos restaurantes aderentes e apresentado de diferentes formas. Para sobremesa, as sugestões são o famoso pudim abade de priscos e o doce de regalados, ambos com uma receita verdadeiramente única. Estas e muitas outras iguarias preparadas pelos nove restaurantes aderentes para demonstrar a riqueza e a qualidade da cozinha minhota. No entanto, as propostas para saborear a qualidade gastronómica não ficam por aqui. A VIII Mostra Doces e Sabores da Nossa Terra chega com a participação de sete pastelarias e o melhor da doçaria vilaverdense. No dia 25 de novembro, domingo, há 15% de desconto nas especialidades.

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...mas há muito mais para apreciar e conhecer!

Com o objetivo de tornar o fim de semana ainda mais convidativo, a visita a Vila Verde pode estender-se com as excelentes condições proporcionadas por diferentes empreendimentos turísticos. Em cima da mesa há sete opções de estadia que, entre sexta e sábado, oferecem descontos entre os 15% e os 20%. Além da gastronomia e alojamento, o evento inclui também momentos para desfrutar e, em simultâneo, valorizar a beleza das paisagens naturais do concelho. A começar mais cedo, de 19 a 25 de novembro, a Semana da Floresta Autóctone está mais direcionada para as escolas como forma de ensinar os mais novos a preservar e proteger a natureza. Durante esses dias, é lançado um concurso lúdico que consiste na apanha da maior castanha e a maior folha de castanheiro, sendo que o vencedor recebe um prémio simbólico. A Caminhada de Ambiental ‘Zona Ribeirinha Entre o Homem e o Cávado’ e o Trilho ‘Aboim da Nóbrega a Vade’ são as duas iniciativas desportivas que acontecem no sábado e domingo, respetivamente, como forma de promover e dar a conhecer a riqueza da fauna e flora dos diferentes lugares do concelho.

“Fechamos a Rota das Colheitas com chave de ouro!”

Na conferência de imprensa de hoje de manhã, o Presidente do Município de Vila Verde expressou o entusiasmo e orgulho com mais uma edição do Fim de Semana Gastronómico ‘Vila Verde, Capital do Pica no Chão’. “Depois de termos vivido momentos únicos no verão com a Rota das Colheitas chegou agora o momento de encerramos com chave de ouro toda esta programação”, afirma António Vilela, justificando de seguida a afirmação. “Depois das colheitas e de já se ter demonstrado a tradição e o potencial dos nossos produtos locais, chegou agora o momento de os colocar na mesa, apesar de isso já acontecer ao longo das iniciativas. No entanto, este é aquele momento em que por excelência estarão na mesa os produtos que melhor representam o nosso concelho”, refere o edil. Acrescenta também a importância da participação de restaurantes, pastelarias e alojamentos turísticos, afirmando que é dessa forma que se chega a um “programa muito completo com boa mesa, boa cama, bons doces e ótimas caminhadas!”.

António Vilela lembra ainda a relevância das atividades desportivas. “São elementos de forte atração para o nosso território. Uma excelente forma de valorizar e divulgar as nossas paisagens”, sublinha. Em jeito de conclusão, o autarca considera fundamental trabalhar no sentido de cativar visitantes ao concelho mesmo nas alturas mais baixas. “Este é um desafio que fazemos permanentemente no concelho Vila Verde que não fica à margem do crescimento turístico do país. Procuramos uma estratégia em que o concelho se afirme pela qualidade da sua gastronomia, das suas paisagens, do seu património, mas também e, sobretudo, pelo acolhimento dos vilaverdenses, que gostam de receber bem”, frisa.

“Um fim de semana extremamente agradável!”

Após uma breve explicação do programa, a Vereadora da Cultura refere que se avizinha “um fim de semana extremamente agradável” por diversas razões. “Depois de comer um delicioso Pica no Chão, um Pudim Abade de Priscos, entre outras iguarias tradicionais, quem vem pode fazer umas belíssimas caminhadas. É também um bom momento para celebrar a Semana Autóctone com várias iniciativas numa perspetiva de promoção da nossa floresta e do nosso território”, conta Júlia Fernandes. À semelhança de António Vilela, a autarca está confiante numa edição com um balanço bastante positivo. “Estão reunidas as condições para mais um fim de semana de sucesso. Como disse o Presidente e bem, terminamos com chave de ouro a Rota das Colheitas, um programa com mais de trinta iniciativas ao longo de quatro meses”, concluiu.

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VILA DE PRADO REALIZA FEIRA DE ANTIGUIDADES, USADOS E VELHARIAS

Vila de Prado recebe a próxima Feira de Antiguidades no dia 17 de novembro

O Largo S. Sebastião na Vila de Prado prepara-se para acolher mais uma edição da Feira de Antiguidades, Velharias e Usados durante o dia 17 de novembro (sábado).

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De manhã até ao fim do dia, o espaço será ocupado por diversos expositores com artigos das mais variadas funções desde livros, roupas, discos, brinquedos e máquinas, entre muitos outros objetos.

As oportunidades de negócio estão em cima da mesa com preços acessíveis sempre ao terceiro sábado de cada mês.

Organizada pela Junta de Freguesia da Vila de Prado, a iniciativa tem despertado a atenção de muitos visitantes, que ajudam a promover e dinamizar o território local e concelhio.

Perspetivam-se excelentes negócios, tanto para quem vende como para quem compra!

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cartaz feira de velharias

MINHOTOS REGRESSAM ÀS "SOPAS DE CAVALO CANSADO"

Matança da Seba, Rejoada, Sopa de Cavalo Cansado e Magusto regressam à Lage

A Lage prepara-se para receber mais uma edição da ‘Matança da Seba; Rejoada, Sopa de Cavalo Cansado e Magusto’ durante o próximo fim de semana, 17 e 18 de novembro.

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Uma tradição que atrai anualmente largas dezenas de pessoas para viver momentos de grande entusiasmo e convívio.

No primeiro dia, sábado, as atenções estão viradas para a famosa recriação agrícola, a matança da seba, que acontece no lugar da Goja, a partir das 17h. Já no domingo, como habitualmente, há rejoada para o almoço com mesa farta nas instalações da sede da Junta de Freguesia, às 13h.

Durante a tarde, decorre o magusto típico. As famosas sopas de cavalo cansado também prometem fazer as delícias de lagenses e visitantes. A par do ano passado, as receitas da iniciativa revertem para uma causa social e, desta feita, o objetivo é a aquisição de um órgão para igreja paroquial.

O evento é aberto a toda a população e a organização fica a cargo da Junta de Freguesia da Lage, com o apoio das organizações e associações locais.

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Dois dias de muita tradição!

Inserida na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, a iniciativa pretende proporcionar dois dias de comunhão com o mundo rural, reforçando laços de amizade e dinamizando a freguesia. A matança da seba vai ter lugar no lugar da Goja, onde várias pessoas se juntam para levar a cabo uma atividade ancestral que cumpre todas as regras em vigor. O animal morre sem sofrimento, através de uma descarga elétrica, e a veterinária municipal está presente para garantir que se cumprem as condições higieno-sanitárias impostas por lei.  Tudo o resto será realizado como manda a boa tradição do Minho. A palha a arder é utilizada para queimar o pelo e fazer a cora da pele. Posteriormente, é feito o desmanche do animal. Durante todo o evento, os participantes e espectadores presentes têm à disposição petiscos para confortar o estômago.

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Um domingo em cheio!

No dia seguinte, 18 de novembro, a festa continua a bom ritmo. O espaço da sede da Junta de Freguesia está reservado para tempos de diversão com uma mesa repleta de sabores tradicionais, com uma saborosa rejoada preparada pelos voluntários locais. No decorrer da tarde, há também um magusto tradicional de forma animar o pessoal. A organização convida famílias, amigos e pessoas individuais a participar e a juntar-se à festa.

“Vive-se um autêntico ato de tradição”

Para o Presidente da Junta de Freguesia da Lage, o evento acontece essencialmente com o objetivo de valorizar a cultura tradicional, embora a recriação ancestral tenha sofrido alterações em função da evolução das normas legais. “Vive-se um autêntico ato de tradição. Com a colaboração de uma pessoa especializada na medicina veterinária, a matança da seba é feita com animal sem dor, tudo conforme as regras estipuladas”, afirma Carlos Pedro Castro. O autarca sublinha que a iniciativa gastronómica tem revelado um crescimento bastante positivo e que é fundamental fazer parte da Rota das Colheitas. “Tem corrido bem. De ano para ano, há um aumento gradual de participantes. Estar na Rota, aquela que é a maior festa de Vila Verde, possibilita sempre um maior impacto para o exterior”, refere o presidente da Junta de Freguesia da Lage.

A ‘Matança da Seba, Rejoada, Sopa de Cavalo Cansado e Magusto’ é mais uma iniciativa que pretende preservar e valorizar a genuína tradição minhota e que procura dinamizar e promover o território local e concelhio.

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VILA VERDE: ASSIM ERA AO TEMPO DOS NOSSOS AVÓS!...

Cervães. ‘Ciclo do pão e Olaria’ dá o mote para conhecer a ‘Tradição dos nossos avós’

Está a chegar mais uma viagem pelo mundo rural inserida na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, de Vila de Verde. A iniciativa ‘Tradição dos Nossos Avós’ está de volta a Cervães e, este ano, além da demonstração do ciclo do pão, há lugar para apresentar o trabalho de olaria à moda antiga.

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De 17 a 19 de novembro, o Centro Social e Paroquial de Cervães é o palco das atenções durante três dias de programação cultural com atividades que prometem promover e valorizar a tradição local. O evento conta com uma exposição temática, degustação dos sabores tradicionais, animação musical e trabalhos de oficina de pintura protagonizados pela comunidade escolar. Ao longo dos últimos dois anos, a atividade lúdica-pedagógica tem-se revelado mobilizadora e conta com a organização conjunta da cervaense Maria Amélia Oliveira e do Centro Social e Paroquial de Cervães, com a colaboração da Junta de Freguesia de Cervães, associações locais e o centro escolar.

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“Cervães é um local muito grande e cheio de tradições!”

Como forma de impulsionar e divulgar as potencialidades locais, a iniciativa ‘Tradições dos Nossos Avós: Ciclo do Pão do Milho e a Olaria’ surge da boa vontade de vários elementos da freguesia. Maria Amélia Oliveira é natural de Cervães e está, desde o início, de mangas arregaçadas para recuperar e reviver a tradição local, relembrando os tempos dos nossos avós.  “Cervães é um local muito grande e cheio de tradições. É preciso reavivá-las com iniciativas deste género”, afirma Maria Amélia. Adianta também que é necessário chamar a atenção dos mais pequenos em relação à importância da herança cultural: “Aposto nas nossas crianças porque são elas as pessoas do futuro. Queremos, desta forma, mostrar um cheirinho do que foram as nossas tradições e, assim, sensibilizá-las para o respeito e a valorização da nossa cultura”.

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Três dias de convívio e animação

A abertura do evento acontece com a celebração da missa das colheitas, às 19h30 do dia 17 de novembro. Logo de seguida, toda a gente é convidada a conhecer e apreciar a exposição de olaria intitulada ‘Oleiros e barreiras de Cervães’, um projeto onde constam vários objetos domésticos e alguns de construção civil dos tempos antigos.

No dia seguinte, domingo, os escuteiros e associações da freguesia promovem uma visita a dois fornos de oleiro tradicionais na freguesia com a intenção de mostrar aos visitantes como se fazia e processava o barro. O início da tarde fica reservado para os sabores da broa de milho e da sopa de burro cansado, duas iguarias que são preparadas no local pelas mãos experientes das pessoas da terra. Pelo espaço, está também um especialista de olaria (um oleiro de meia idade que aprendeu a trabalhar com os seus pais) a demonstrar o processo desta atividade que domina com mestria. Com a intenção de promover convívio e confraternização, a organização prepara o tradicional magusto. A par do que sucedeu em anos anteriores, o grupo folclórico de Cervães entra em palco para animar ainda mais a festa.

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Para os mais novos aprenderem e os mais velhos recordarem

No último dia, segunda-feira, o evento é mais direcionado para as crianças da escola e os idosos da freguesia. Para os mais novos é uma excelente oportunidade de conhecerem e se relacionarem com a vida dos antepassados e para os mais velhos é ocasião para reavivarem a memória desses tempos.   Além da exposição, há a possibilidade de os alunos terem um espaço para uma oficina de pintura, onde têm a oportunidade de personalizar miniaturas de barro. O desfecho do evento está previsto por volta das 17h/17h30. A recente iniciativa ‘Tradições dos Nossos Avós: Ciclo do Pão do Milho e Olaria’ integra pelo segundo ano a programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, e pretende promover e valorizar a genuína tradição local. 

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VILA VERDE VAI AOS FADOS

Restaurante Vila Luena organiza jantar com Fado e gastronomia tradicional portuguesa

O Restaurante Vila Luena, de Vila Verde, está a preparar mais um jantar diferente e apelativo que junta a excelência da gastronomia minhota aos sons inconfundíveis do tradicional Fado, numa aliança harmoniosa entre duas famosas artes lusitanas.  Inserida na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, a iniciativa decorre no dia 17 de novembro, sábado, com o início marcado pelas 21h e cumpre um duplo propósito. Por um lado, proporcionar aos clientes momentos para apreciar e se deliciarem com a qualidade dos pratos da casa. Por outro, admirar música ao vivo do Fado interpretada pelas vozes e guitarristas da região do Minho.

No que toca à carta de menus, o restaurante propõe aos clientes duas sugestões: o saboroso bacalhau acompanhado com batatas a murro e grelos e o lombo de boi com castanhas, ananás grelhado e queijo da serra. Para deixar o paladar mais doce, o Restaurante Vila Luena sugere pudim Abade de Priscos, maçã assada, vários tipos de fruta e ainda queijo da serra para a sobremesa. No entanto, a organização põe em cima a mesa outras alternativas para quem não simpatizar com essas iguarias. Os interessados devem reservar previamente os seus lugares. Neste momento, são já muitos os espanhóis que não deixaram escapar a oportunidade e têm os seus nomes na lista de reservas para o jantar, mas a sala ainda tem lugares disponíveis para um serão bem passado em terras vilaverdenses.

“Silêncio que se vai cantar o fado!”

Como um dos responsáveis da casa, Abel Pimenta está feliz com as edições anteriores e espera que este ano se repita a adesão habitual: “É sempre bom. Recebemos sempre muita gente, inclusive os nossos vizinhos da Espanha. Nós até temos uma parceria com o turismo da Galiza, eles vêm cá e nós vamos lá, uma espécie de intercâmbio. Espero que seja bem-sucedida, tal como as edições anteriores. Trabalhamos para isso!”. (risos) Para o dono do restaurante, os espanhóis são grandes apreciadores da gastronomia minhota e revela que os ingredientes que se usam são caseiros para os pratos ficarem mais saborosos. “Os espanhóis gostam do nosso bacalhau, do nosso melhor bacalhau. Também usamos bom azeite. Além disso, a broa de milho é feita à moda antiga, chegamos a fazer a fermentação no dia anterior. A comida tradicional é assim que se faz!”, conta Abel Pimenta.

Logo após o jantar, o espaço é ocupado pelas canções do fado lusitano nas vozes de artistas da zona do Minho. Prometem-se momentos únicos, de emoção e respeito, “como se costuma dizer, silêncio que se vai cantar o fado!”. O organizador considera ainda que integrar na programação Na Rota das Colheitas é relevante para uma maior divulgação do evento gastronómico. “Tudo contribui para chamar atenção das pessoas e a Rota e mesmo a comunicação social trabalham nisso e ajudam muito”, conclui.  O ‘Jantar com o Fado e ementa tradicional portuguesa’ continua com as inscrições abertas a toda população e garante deliciar todos os participantes com a qualidade da gastronomia da região do Minho, confecionada com mestria pelo Restaurante Vila Luena.

VILA VERDE CELEBRA O S. MARTINHO COM CASTANHAS, SARDINHA. BROA E VINHO

Valbom S. Martinho. Uma tarde de alegria com sardinhas, castanhas, vinho da casa e muito mais!

Entre mantas e casacos quentes, foram largas dezenas de pessoas que, apesar do dia frio e cinzento, não quiserem ficar sentadas no sofá e saíram à rua para em comunhão festejar de forma antecipada o dia do padroeiro da freguesia: S. Martinho.

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Inserida na vasta e diversificada programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, o Festival da Sardinha na Broa aconteceu durante a tarde de ontem, 10 de novembro, junto à igreja paroquial de Valbom S. Martinho com muita animação e convívio. Sardinhas, carne, broa caseira, castanhas assadas e o bom vinho verde da terra não pararam de circular entre as pessoas que se deliciaram com a qualidade gastronómica típica da região. Pelo espaço, estava também o famoso pote de ferro colocado diretamente sob o lume de uma fogueira a cozinhar o caldo à moda antiga, que ajudava a aquecer o corpo e a aconchegar o estômago. Mais para o fim, Tiago Maroto e o seu companheiro subiram ao palco com desgarradas e canções populares, criando momentos de grande diversão para o público.

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É tudo feito à mão, “aqui não há farinhas”!

Entre os mais jovens e mais crescidos, a festa fez-se com a ajuda da boa vontade de muitos. Rosa Gomes e Zulmira Mendes, naturais da terra vizinha de Sabariz, apresentaram-se pela primeira vez na festa em Valbom a convite da organização para confecionar o tradicional caldo. “Tudo que sabemos é graças aos nossos pais e nossos avós. O caldo leva batata, cebola, feijão, cenoura...depois acrescenta-se a carne de porco, de vaca, chouriças. Só no fim é que mete o repolho. Aqui não há farinhas, é tudo das nossas coisinhas de casa. À boa moda antiga!”. Felizes por estarem ali, Rosa e Zulmira esperam para o ano voltar para fazer aquilo que tanto gostam.

Também com a tarefa de preparar os ‘comes’, Abel Malheiro esteve sempre de volta das brasas. Primeiro com o olhar atento para as castanhas, depois para as rainhas da festa, as sardinhas. “Eu nem dei conta de quantas castanhas passaram por aqui, mas foram mesmo muitas! Do resto, saíram 500 sardinhas, 20 kg de fêveras, 20 kg de tiras, sempre com muito vinho verde a acompanhar!”, conta Abel com um ar satisfeito. Acrescenta ainda que esta festa é uma excelente forma de passar bons momentos entre família e amigos: “As pessoas estão todas animadas. É bom ver a freguesia unida, junta”. 

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“Momento de convívio saudável, de recordar o S. Martinho, as castanhas e de partilhar amizades!”

Para o Presidente do Município de Vila Verde, o Festival da Sardinha na Broa é um evento da freguesia de Valbom S. Martinho que estima a cultura tradicional, impulsiona a confraternização e dá a apreciar a qualidade da gastronomia minhota. “É uma festinha com muita tradição. Um momento de convívio saudável, de recordar o S. Martinho, as castanhas e de partilhar amizades. Permite também conhecer os nossos produtos, a nossa gastronomia”, refere António Vilela. O autarca não poupa elogios aos sabores locais: “As castanhas e o vinho estão aprovadíssimos. O vinho é de cá de S. Martinho e tem muita boa qualidade, como maior parte do vinho deste ano”. António Vilela deixa também claro que a união de freguesias não prejudicou a força das festas das freguesias, afirmando que “a agregação não descaracterizou aquilo que é o potencial e a tradição de cada uma”.

Com tudo gratuito e oferecido pela organização, a gastronomia foi apreciada com muitas opiniões positivas, como “as castanhas são pequenas, mas muito saborosas” ou “o vinho está uma maravilha!”, que se iam ouvindo pelo recinto. A animação musical com as desgarradas tradicionais protagonizadas pelo artista minhoto Tiago Maroto e o seu companheiro chegou por volta das 16h30, com a plateia animada a acompanhar as letras dos temas da música popular portuguesa. A organização do evento ficou a cargo da Junta de União de Freguesias de Valbom S. Pedro, Passô e Valbom S. Martinho.

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VILAVERDENSES MERGULHAM NO CÁVADO

Vila de Prado dá as boas vindas a 2019 com um revigorante Mergulho no Cávado

Vila de Prado prepara-se para entrar em 2019 ‘de corpo e alma lavada’. Pela quinta vez, as margens do rio Cávado são ‘invadidas’ por banhistas das mais variadas idades que, de forma corajosa, tornam o seu 1ª domingo do ano um dia único e memorável. O desafio ‘Mergulho no Cávado – 1º Domingo do Ano’ está agendado para o dia 6 de janeiro, à hora habitual, 11h15, com a beleza natural da praia Fluvial do Faial como pano de fundo. A iniciativa é aberta a toda a população sem necessidade de inscrição, basta aparecer no dia à hora marcada, todos(as) são bem-vindos.

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O frenesim em torno da praia é evidente durante a época balnear, em que recebe largos milhares de visitantes, vindos dos mais diversos pontos do país. Uma azáfama que, naturalmente, esmorece durante os meses mais frios. Um dos objetivos do Mergulho no Cávado passa por chamar a atenção para a imensa beleza natural de um espaço que merece uma visita em qualquer altura do ano. Em simultâneo, assume-se também como uma excelente iniciativa para momentos de confraternização e convívio entre pradenses e visitantes.

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O evento nasceu em 2015 pela vontade de um grupo de pradenses, encabeçado por António Silva (mais conhecido por Mousinho). O que começou por ser uma brincadeira entre amigos acabou por crescer e no ano passado já contou com a participação de mais de quarenta pessoas e a presença de órgãos de comunicação de alcance nacional, como a SIC, o Jornal de Notícias e o Porto Canal. Sem receio às temperaturas frias da água, foram muitos que disseram que viveram “uma experiência única”, “um dia de brincadeira” e uma boa forma de entrar com o pé direito no novo ano. Uma tradição recente que está para ficar na Vila de Prado.

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VILA VERDE ADIA MATANÇA DA SEBA

Lage. Matança da seba e rejoada adiadas para os dias 17 e 18 de novembro

Inicialmente agendada para os próximos dias 10 e 11 de novembro, a atividade tradicional ‘Matança da Seba; Rejoada e Sopa de Cavalo Cansado/Magusto’ da Lage foi adiada para o fim de semana seguinte, 17 e 18 de novembro. O evento vai divide-se ente a Goja e a sede da junta de freguesia e está aberto a toda a população. Em breve, serão divulgadas mais informações obre a iniciativa.

SARDINHA NA BROA EM VILA VERDE É UM VERDADEIRO FESTIVAL!

Festival da Sardinha na Broa regressa a Valbom S. Martinho e é tudo gratuito!

Apesar do frio intenso, a chama da tradição continua bem viva Na Rota das Colheitas em Vila Verde.

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Valbom S. Martinho é a próxima freguesia a mostrar a força do mundo rural com mais uma edição do Festival da Sardinha na Broa. A iniciativa decorre no dia 10 de novembro, a partir das 15h, no largo da igreja paroquial com um programa que conta com as iguarias da gastronomia regional, as tradicionais desgarradas minhotas e a alegria contagiante dos participantes.

O forno de lenha a cozer a broa, as brasas para assar as sardinhas e a carne, a fogueira para as castanhas e a pipa pronta para servir o vinho novo. Está tudo a postos para uma tarde bem passada com os melhores sabores da gastronomia minhota e muito convívio à mistura.

A iniciativa é aberta a toda a população e os ‘comes e bebes’ são totalmente gratuitos, é tudo generosamente oferecido pela organização, a cargo da Juntada União de Freguesias de Valbom S. Martinho. Valbom S. Pedro e Passô.

Tiago Maroto é o nome escolhido animar musicalmente a iniciativa. Com várias participações televisivas, o jovem artista traz na bagagem temas da música popular portuguesa ao som da tradicional concertina. Momentos que prometem fazer do dia de S. Martinho memorável entre um ambiente de alegria e de boa disposição.

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“É o convívio da freguesia!”

O Presidente da Junta de União de Freguesias de Valbom, S. Pedro, Paçô e Valbom S. Martinho assume que a Festa da Sardinha na Broa “é o convívio da freguesia” e acredita que a próxima edição vai superar os anos anteriores.

“Tem corrido sempre muito bem, as pessoas aderem cada vez mais. No entanto, acho que desta vez ainda vai correr melhor. Tem tudo para que isso aconteça!”, afirma Joaquim Martins. O autarca convida toda a população a passar uma tarde animada a saborear a excelência da gastronomia regional com muita música e com o típico magusto.

“Entre sardinhas, bifanas, fêveras, castanhas e vinho verde, a comida não vai faltar. Durante a tarde, temos também o popular Tiago Maroto com muita diversão. Toda a gente está convidada com tudo gratuito!”, frisa Joaquim Martins, acrescentando que este evento é realmente muito importante na divulgação da freguesia e que o facto de estar integrada na Rota das Colheitas é uma mais valia.

“É uma boa maneira de dinamizar a freguesia e trazer visitantes a Valbom. Fazer parte da Rota das Colheitas é bom. As pessoas vêm mais rápido, porque sabem logo que vai haver ‘comes e bebes’ e muita animação”, conclui.

Preservar e reviver as tradições locais e promover e divulgar o território são os objetivos concretos da festa anual que se insere na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que se desenrola entre o mês de agosto e de novembro com a participação de mais de trinta iniciativas.

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PAPAS EM VILA VERDE... SÃO DE SARRABULHO E CHORAR POR MAIS!

Coucieiro serviu mais de 900 litros de papas de sarrabulho e recebeu visitantes de todo o país!

A Festa de Sarrabulho de porco caseiro regressou a Couceiro com casa cheia e muita boa disposição.

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O salão paroquial da freguesia albergou perto de mil pessoas vindas de vários pontos do país para saborear as tradicionais papas de sarrabulho durante o passado fim de semana, 3 e 4 de novembro.

A organização preparou um evento em que foram consumidas três porcas e novecentos litros de papas com a ajuda excecional de dezenas de voluntários que, de forma empenhada e dedicada, trabalharam com afinco para tornar a Festa de Sarrabulho um momento alto na freguesia. Uma iniciativa que foi um sucesso desde o primeiro momento e que este ano voltou a crescer de forma significativa, voltando a contar com a presença de uma estação de televisão nacional, desta vez a TVI, que emitiu em direto para o telejornal.

A edição deste ano contou com dois almoços e um jantar com as atenções viradas para as deliciosas papas de sarrabulho, acompanhadas porrojões, farinhote, tripa e pelo bom vinho verde regional.

Na mesa, houve também outras sugestões para quem não fosse amante da iguaria tradicional. Pelo evento passaram diversas famílias e amigos em longos convívios e em grande animação. A iniciativa ficou a cargo de uma organização conjunta entre a Junta de Freguesia Coucieiro, a Comissão de Festas S. João Batista e a Associação dos Amigos de S. João Batista.

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Papas aprovadas pelos paladares dos participantes!

Mais uma vez, Vila Verde mostrou a excelência da gastronomia minhota com as inconfundíveis papas de sarrabulho. Da população local aos visitantes, foram muitos os que ficaram satisfeitos com a confeção dos pratos típicos do Minho. António Coelho, natural de Barcelos, foi uma das pessoas que não perdeu a oportunidade de aquecer o estômago e agradar o paladar.

“Vi na televisão imagens a confecionar os pratos e decidi vir até aqui com os meus amigos. A comida está maravilhosa e o vinho é bom”, comentou. Vindo de Vila Nova de Famalicão, António Costa foi outro participante na Festa do Sarrabulho que também se revelou muito contente por marcar presença: “Gosto de eventos deste género, onde há tradição. As papas estão muito boas!”. Pela primeira vez na iniciativa, António sublinhou a importância de preservar a cozinha regional e disse que é uma iniciativa para repetir.

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“O nosso salão já é pequeno para tanta gente!”

O Presidente da Junta de Freguesia de Coucieiro está verdadeiramente feliz com a afluência da edição este ano, dizendo mesmo que foi um “sucesso”. “Correu muito bem, melhor que o que estávamos à espera. Em comparação com o ano anterior, fizemos o dobro de litros de papas. Não há dúvidas que superou as nossas expectativas, vieram pessoas de todo lado”, afirmou Luís Ferreira. O autarca admitiu ainda que a afluência subiu consideravelmente e que é necessário arranjar soluções para acolher todos os visitantes: “O nosso salão já é pequeno para tanta gente. Vamos ter que alargar!”.

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“Sabores tradicionais da gastronomia minhota são foco de atração e promoção”

Manuel Lopes, vice-presidente do Município de Vila Verde, referiu a importância do evento para demonstrar a qualidade da cozinha minhota e congratula o trabalho da freguesia nesse sentido. “Temos aqui a prova que os sabores tradicionais da gastronomia minhota são um foco de atração e promoção das nossas freguesias. Coucieiro está de parabéns por desenvolver este evento, que tem crescido todos os anos”, disse o autarca. Manuel Lopes considerou que as papas estavam “muito boas”, antes de realçar a relevância do evento para divulgação local e concelhia: “É uma iniciativa com notoriedade e que dá visibilidade ao concelho e, neste caso, à freguesia do Coucieiro”.

No que diz respeito à programação, as atividades de domingo à tarde foram adiadas devido às condições atmosféricas adversas. A ‘Cagada do Porco’ e o ‘Magusto Típico’ foram reagendadas para o próximo fim de semana.  A Festa de Sarrabulho faz parte da programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que decorre do início de agosto até ao fim deste mês (novembro), tendo como principais objetivos preservar as tradições do mundo rural, valorizando e divulgando o concelho de Vila Verde.

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TRAIL VALE DO HOMEM JUNTA ATLETAS EM VILA VERDE

Sem medo à chuva, perto de 300 atletas participaram no Trail do Vale do Homem

As aventuras desportivas inseridas na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas continuam a levar os participantes à descoberta das belas paisagens naturais do concelho.

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Desta feita, oportunidade para conhecer a verdejante zona do Vale do Homem. A primeira edição do Trail do Vale do Homem decorreu ontem, dia 4 de novembro, com a participação de perto de 300 atletas e com a presença de um público bastante animador. Apesar da chuva e do frio intenso, a iniciativa decorreu sem alterações, com a realização de dois trails, com percursos diferentes, sob a cronometragem da Sinctime. O percurso mais longo começou no mosteiro Valdreu, com uma distância de 22 km, e o mais curto partiu da zona de Lazer de Oriz com 12km de trajeto. As provas passaram por todas as freguesias e uniões de freguesias do Vale do Homem e a praia fluvial da Malheira em Sabariz (Vila Verde) foi o palco final.

A competição foi disputada por desportistas das mais distintas idades, sendo que o evento era aberto a escalões com idades compreendidas entre os 14 e os 80 anos. Após as corridas, os melhores classificados foram recompensados com peças de artesanato, loiça pintada os motivos dos Lenços Namorar Portugal. Foram premiadas as três melhores posições nas diferentes categorias e géneros, um momento muito alegre com fortes aplausos por parte dos atletas e da plateia. Pelo recinto, houve também momentos para outras atividades de exercício físico ao som de músicas animadas. Foram diversas as pessoas que se juntaram para participar e tornar o seu domingo mais saudável e divertido. A organização ficou a cargo da Associação de Freguesias do Vale do Homem (AFVH), com o apoio de vários parceiros, e integrou a Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.

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Atletas vilaverdenses com excelentes resultados

Já com muitas horas de trail nas pernas, o jovem vilaverdense Paulo Mesquita foi o grande vencedor da versão longa do Trail do Vale do Homem. O atleta, que está neste momento a preparar-se para a final do campeonato nacional de trail em Zêzere, chegou ao fim da corrida de domingo com sinais de cansaço, mas feliz pelo bom resultado a correr ‘em casa’. “Estou há quatro semanas a preparar-me para uma prova que exige mais a nível de força e de resistência do que de velocidade. Ainda assim, decidi vir cá fazer este treino de velocidade para me preparar para a competição de Zêzere. Apesar de me sentir cansado, sinto que, mesmo assim, deu para alcançar um bom resultado”, referiu.  Com um ar muito satisfeito, Paulo acredita na potencialidade da iniciativa, faz alguns elogios e diz que tem vontade de repetir a experiência.  “Esta prova tem pernas para andar. Acho que foi muito bem organizada. Os trilhos são lindíssimos e, se para o ano se voltar a fazer, estarei cá de certeza absoluta. É a minha terra e tenho todo o gosto em participar”, concluiu. O Trail Curto Feminino foi conquistado por Adriana Gomes, atleta natural de Vila de Prado. “Correu muito bem. Superou as minhas expetativas. Não vinha para aqui a contar ganhar, sabia que era uma prova rolante e eu não estou muito habituada.  Vinha mais com o foco no tempo”, contou Adriana. Feliz pela vitória, a desportista espera regressar no próximo ano: “Se porventura acontecer e se eu tiver disponibilidade, não vou faltar!”.

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Ecovia ou passadiço ao longo do Rio Homem na mira da AFVH

Para a presidente da Associação de Freguesias do Vale do Homem, a atividade também correu melhor que o esperado. “Estávamos a contar que viessem no máximo 200 inscrições e chegámos às 275 inscrições, um número que nos satisfaz imenso”, referiu Sandra Mendes. Admitiu que, como é a primeira aventura, há aspetos a melhorar, mas “no geral acho que correu tudo muito bem”. A dirigente da Associação realçou ainda que o objetivo principal se prende pela divulgação da zona do Vale do Homem e que surgiu a ideia de “criar uma ecovia ou passadiço ao longo do rio”. Nesse sentido, a iniciativa “veio provar que estamos unidos para levar com a ideia para a frente”. No que toca ao futuro do evento, Sandra está confiante que há força para continuar: “A equipa vai reunir, mas sinceramente acho que tem pernas para andar!”.

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“Temos aqui paisagens únicas”

Por sua vez, o Presidente do Município de Vila Verde deixou rasgados elogios à atividade desportiva, pois considera que é uma excelente forma de potenciar a zona do Vale do Homem. “Temos aqui paisagens únicas. Julgo que este rio é uma mais valia para os Municípios que estão à volta. Não só Vila Verde, mas também Terras do Bouro e Amares. Portanto, ainda bem que se organizam estas provas para tirar partido deste recurso”, afirmou António Vilela. O autarca sublinha que esta é também uma forma de impulsionar o turismo e valorizar o território: “Estas iniciativas começam a motivar as pessoas que têm propriedades junto ao rio. Serve também para contrariar um pouco o que é a desertificação do interior. Desta forma até podemos colocar estes percursos como roteiros turísticos e aumentar o número de visitantes às margens dos nossos rios, dinamizando também a economia local”.

VENCEDORES

Trail Curto (12km)

Masculino

1.º João Martins (Let’ s Go)

2.º Ricardo Miranda (Águias Alvelos)

3.º Manuel (GD Airão Curviã)

Feminino

1.ª Adriana Gomes (Minho Aventura)

2.ª Joana Fernandes (Individual)

3.ª Lúcia Dias (ARCABARCELOS)

Trail longo (22km)

Masculino

1.º Paulo Mesquita (EDV Viana Trail)

2.º Igor Moreira (Melgaço Alvarinho Trail Team)

3.º Pedro Vale (ARCABARCELOS)

Feminino

1.ª Eva Gomez (Club Atletismo Salvaterra)

2.ª Helena Fernandes (Individual)

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VILA VERDE: PAPAS DE SARRABULHO COMO AS DE COUCIEIRO EM TODO O MUNDO NÃO HÁ IGUAL!

Coucieiro. “Quase todo Portugal ouve falar nas nossas Papas de Sarrabulho!”

Está a chegar mais um fim de semana de excelência gastronómica na programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde. De 3 a 4 de novembro, a freguesia de Coucieiro abre o apetite com os sabores inconfundíveis da Festa de Sarrabulho de porco caseiro.

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Todos os anos, o salão paroquial de Coucieiro recebe centenas de pessoas vindas de vários pontos do país. As atenções estão viradas para as tradicionais papas de sarrabulho, tradicionalmente acompanhadas por rojões, farinhote, tripa e pelo bom vinho verde regional. No entanto, há outras opções na ementa para quem não for grande fã do sarrabulho. Durante os dois dias, o programa começa ao início da tarde e estende-se pela noite fora. Espera-se um fim de semana de convívio e muita alegria, num evento aberto a toda a população. A iniciativa resulta de uma organização conjunta entre a Junta de Freguesia Coucieiro, a Comissão de Festas S. João Batista e a Associação dos Amigos de S. João Batista.

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“Temos isto sempre cheio, cheio!”

O presidente da Junta de Freguesia de Coucieiro não esconde a satisfação pelo crescimento significativo de um evento recente. “Não havia uma festa com as papas de sarrabulho e nós entendemos que seria boa ideia incluir esse prato regional na Rota. No primeiro ano fizemos 80 litros de papas e no ano passado já confecionámos 480. Temos isto sempre cheio, cheio!”, afirma Luís Ferreira, acrescentando que, por esta altura, Coucieiro recebe visitantes de Norte a Sul de Portugal. “Vêm pessoas de Lisboa, Porto, Aveiro, Guimarães... Ainda no outro dia me ligaram lá de baixo [Sul] com interesse de estar cá nestes dias. Quase todo Portugal ouve falar nas nossas Papas de Sarrabulho. Claro que ficamos muito contentes!”, sublinha.

O autarca frisa também que, apesar do imenso trabalho, é um gosto enorme proporcionar momento de união e alegria a todos os que os visitam, “juntamos aqui amigos, famílias de 20 a 30 pessoas, é um espetáculo!”. Uma festa que ganha ainda mais projeção e visibilidade por integrar Na Rota das Colheitas (Vila Verde) apresenta-se como uma mais valia através da promoção e divulgação que é feita previamente. “Não há dúvidas que a Rota nos ajuda muito, quase 100%. A publicidade que o Município faz é realmente importante. Assim, conseguimos levar o nome de Vila Verde mais longe!”, remata.

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Animação, convívio e muitas papas de sarrabulho!

Não faltam motivos para dar um salto até Coucieiro nos próximos dias. Com o frio já instalado, as papas de sarrabulho de porco caseiro chegam para aquecer as noites frescas. Tudo feito na hora pelas mãos experientes das pessoas da terra. A programação recreativa abre portas no sábado, 4 de novembro, a partir das 12h00, e o dia é dedicado inteiramente à gastronomia minhota. No domingo, o espaço abre pelas 12h00, para o almoço. Para animar a tarde, a organização preparou o jogo ‘Cagada do Porco’, às 15h00, e o ‘Magusto Típico’ chega uma hora mais tarde para fechar o evento. 

A ‘Festa do Sarrabulho’ de porco caseiro conta com a colaboração dedicada de dezenas de voluntários que se prestam a ajudar em tudo que for necessário para tornar a iniciativa um sucesso. O evento faz parte das mais de trinta iniciativas da programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que começou no mês de agosto e termina no final do mês de novembro.

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VILA VERDE: FEIRAS NOVAS DE PICO DE REGALADOS... FOI UM VERDADEIRO REGALO!

Pico de Regalados. Não houve frio que afastasse os milhares de visitantes das Feiras Novas!

Com séculos de história, as Feiras Novas não esmorecem e voltaram este ano a granjear grande adesão popular. As temperaturas estavam pouco convidativas, mas o frio intenso não foi motivo para as pessoas ficarem em casa e não impediu que a Vila do Pico de Regalados vivesse um dos pontos altos do ano. Tudo aconteceu no passado fim de semana, 26 a 28 de outubro, com uma programação ampla e repleta de iniciativas dinâmicas que atraíram a atenção de milhares visitantes. Entre várias atividades lúdicas, os cavalos voltaram a ser os grandes protagonistas. O passeio a cavalo, o espetáculo equestre, as demonstrações de coudelaria, a garraiada e a conhecida corrida de cavalos de passo travado foram os diversos espetáculos equestres que passaram pela vila.

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No decorrer dos três dias, a festa incluiu a realização de outras iniciativas animadas em que se fez sentir a força da genuína tradição minhota.  As recriações de práticas ancestrais, a qualidade da gastronomia regional, a criatividade do artesanato, a autenticidade das feiras tradicionais e a animação da música popular enriqueceram e alegraram as festividades. Natural da vila de Ponte de Lima, a espectadora Isabel Barreto chegou pela primeira vez às Feiras Novas e não poupou elogios. “Nunca tinha vindo cá, mas isto é bonito! Já vi o espetáculo equestre e o jogo dos paus. Aconselho as pessoas a vir até aqui, eu espero o ano cá voltar!”, refere.

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Manter a tradição sem esquecer a inovação

O Presidente da Junta de União de Freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós mostrou-se satisfeito com a iniciativa e deixa claro os objetivos a que se propõe. “Queremos manter as Feiras Novas, mantendo a tradição e tudo aquilo que a gravita. Além disso, queremos inovar tanto quanto possível. Tal como fazemos com o jogo do pau e o espetáculo equestre”, afirma César Cerqueira. Acrescenta ainda que é uma forma de dinamizar o território e valorizá-lo: “Apostamos em iniciativas que enalteçam e tragam gente à nossa freguesia e ao nosso concelho, queremos que seja uma referência regional”. No fim da conversa, o autarca frisa a importância da ligação entre as Feiras Novas e a Rota das Colheitas, “tanto uma como outra só ganham com esta parceria!”.

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“A força desta iniciativa resulta da união”

“A força desta iniciativa resulta da união”, é esta a expressão com que António Vilela inicia o discurso. Para o Presidente do Município de Vila Verde, a festa centenária acontece sobretudo pelas sinergias que estão envolvidas. “É através da união da Junta, das instituições e, principalmente, das pessoas que a nossa cultura continua a vigorar e perdurar no tempo”, vinca. Relembra que as Feiras Novas viveram tempos complicados, no entanto, não se deixaram enfraquecer, graças à vontade e esforço dos picoenses. “Estavam a decair um pouco, como acontece com a maior parte das feiras, mas a Junta de Freguesia, em conjunto com a Associação, soube levantá-las e, hoje, temos aqui uma feira com uma atividade muito diversificada”, refere António Vilela, concluindo com fortes aplausos à edição deste ano e sublinhando a importância da presença dos mais pequenos no folclore. “Assistimos a grandes espetáculos, que valorizam a terra e que promovem as tradições do nosso país. Além disso, temos nos grupos culturais a participação infantil e isto ignifica que está garantida a continuidade da nossa cultura!”, remata.

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Uma programação vasta com os cavalos em destaque

O evento abriu portas na noite de sexta feira, 26 de outubro, com a representação das atividades tradicionais, uma desfolhada e malhada de milho (com a construção da respetiva meda de palha) e um magusto à boa do Minho. Já no dia seguinte, sábado, as iniciativas arrancaram pelo ar fresco da manhã, com a Feira Franca e as exposições de cavalos e bovinos. A programação cultural continuou na parte da tarde com a afamada corrida de cavalos de passo travado e, mais tarde, com a garraiada. Depois do jantar, seguiram-se as animadas desgarradas e as rusgas populares. À semelhança do dia anterior, domingo foi dia de acordar cedo em Pico de Regalados. Por lá esteve a Maria Cerqueira, uma vendedora, que costuma ir todos os anos. Confessou que “este ano, a procura é a castanha. Está frio, mas as pessoas vão pedindo de um pouco de tudo.” Pouco tempo depois, chegou a vez de abrir espaço para a 2ª edição do Free Trail 'Feiras Novas' e para o III Passeio a Cavalo. A Eucaristia encerrou a manhã. No período da tarde, o público teve a oportunidade de desfrutar do afamado espetáculo equestre, do desfile etnográfico e, para fechar, do festival de folclore, que apresentou em palco as danças e cantares populares do Minho.

A organização das Feiras Novas da Vila do Pico de Regalados ficou a cargo de uma colaboração conjunta entre a Junta da União de Freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós e a A.C.D.R. do Pico de Regalados. Foi a iniciativa que fechou a mês de outubro da programação turístico-cultural Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, um evento que acontece entre o início de agosto e fim de novembro com a intenção de preservar a herança cultural e projetar o nome do Vila Verde mais longe.

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VILAVERDENSES DANÇAM BALLET

Curso Ballet estreia-se na Escola de Música da Vila de Prado

A Escola de Música da Vila de Prado prepara-se para alargar o já vasto leque de atividades ao dispor da população, com um novo curso que promete fazer as delícias da pequenada.

CARTAZ BALLET.

As inscrições para as aulas de ballet já estão abertas e destinam-se a crianças entre os 04 e os 12 anos de idade.

Para mais informações, os interessados devem contactar a Escola de Música da Vila de Prado através do endereço escolamusicaprado@gmail.com ou do número 917 593 241.

O curso terá lugar no Espaço do Cidadão/Loja do Munícipe, antiga escola do Bom Sucesso Nº1.

VILA VERDE: PICO DE REGALADOS FESTEJA FEIRAS NOVAS

26 a 28 de outubro. Pico de Regalados está em festa com as centenárias Feiras Novas!

É na Vila do Pico de Regalados que encerra mais um mês da Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, uma programação turístico-cultural de promoção da cultura popular e da tradição minhota. Não faltam motivos de interesse e o Largo da Feira está pronto para receber as centenárias Feiras Novas, que este ano decorre entre os dias 26 e 28 de outubro.

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Três dias intensos de atividades diversificadas que prometem captar a atenção de milhares de pessoas, proporcionando uma autêntica viagem pelos saberes e sabores do mundo tradicional. Com a animação musical e os momentos de convívio assegurados, a iniciativa dá a picoenses e visitantes a oportunidade de assistir e participar nas recriações de práticas agrícolas ancestrais, de degustar a qualidade da gastronomia regional e observar a autenticidade das feiras tradicionais e da criatividade do artesanato.

Quem não vai querer deixar escapar o evento são os amantes da arte equestre, com as múltiplas atividades que lhe estão associadas. A exposição de cavalos lusitanos, o passeio a cavalo, o espetáculo equestre, a garraiada e a emblemática corrida de cavalos de passo travado prometem ser um dos grandes destaques das ‘Feiras Novas’, promovendo um ambiente único e festivo ao público presente. O certame conta com vários séculos de história e a matriz tradicional  está a cargo da A.C.D.R. do Pico de Regalados e da Junta da União de Freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós.

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César Cerqueira: “Queremos que as iniciativas sejam inovadoras”

O presidente da Junta da União de Freguesias não esconde a satisfação pelo sucesso das edições anteriores e espera que este ano o evento continue na mesma toada, uma aliança harmoniosa entre tradição e modernidade. “Procuramos seguir a ideologia tradicional com recurso a atividades associadas ao mundo rural, mas queremos que as iniciativas sejam inovadoras, tanto quanto possível, tornando a iniciativa mais dinâmica”, realça César Cerqueira. Com objetivos bem definidos, o autarca sublinha que a iniciativa tenha um alcance cada vez mais abrangente e uma presença consolidada na agenda regional. Destaque também para uma iniciativa muito recente, a 2ª edição do Free Trail, “no ano passado, a novidade correu muito bem e acreditamos que este ano ainda vai correr melhor”. O passeio de cavalos também regressa em força e com novidades na bagagem. Desta vez, inclui uma rota de prova de vinhos regionais de diversos produtores locais. César Cerqueira sublinha ainda que a Rota das Colheitas é fundamental para uma maior promoção e divulgação do evento, no entanto não esquece o potencial das Feiras Novas. “É também interessante para a Rota ter a nossa festa no seu programa...é bom para ambas as partes”, concluiu César Cerqueira.

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Equídeos são reis nas famosas Feiras Novas!

As portas do evento abrem no final do dia da próxima sexta-feira, às 21h00, com quatro atividades agrícolas tradicionais frequentes do meio rural. Pelo recinto, há a demonstração da desfolhada e malhada do milho, com a construção da respetiva meda de palha, e um magusto típico. No dia seguinte, a programa começa de manhã cedo e estende-se pela noite dentro, começando logo às 08h00 com grande variedade de produtos tradicionais em exposição na feira franca e as mostras de equídeos e bovinos.  A parte da tarde é preenchida com duas atividades que vão fazer as delícias dos apaixonados pelos equídeos e não só. A Corrida de Passo Travado, que costuma atrair sempre uma multidão, chega às 15h e, passadas três horas, é tempo da garraiada. Após o jantar, a animação musical dá um ar da sua graça com as desgarradas minhotas (20h30) e com as mais de duas dezenas de rusgas populares, às 21h00.

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Um domingo repleto de alegria e animação

No último dia, 28 de outubro, a manhã traz consigo a feira franca, que se prolonga durante o resto do dia. Às 9h00, segue-se o II Free Trail ‘Feiras Novas’ e o III Passeio a Cavalo, que tem as provas de vinhos de vários produtores regionais como novidade no roteiro. A manhã fecha com uma celebração religiosa, agendada para as 11h00. A tarde de domingo das Feiras Novas espera-se repleta de energia e boa disposição. O espetáculo equestre e o desfile etnográfico são duas atividades que, habitualmente, captam a atenção do público e que, mais uma vez, prometem alegrar a plateia. Cabe ao Festival de Folclore fechar as festividades com a presença de quatro grupos culturais, três naturais do concelho de Vila Verde e um vindo de fora, que prometem animar o recinto com as danças e cantares tradicionais.

As Feiras Novas do Pico de Regalados contam centenas de anos de história que, desde sempre, procurou promover e difundir a cultura do Minho e projetar o nome da própria terra e mesmo de Vila Verde.  Nesse sentido, encontra-se inserida na programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, que, de agosto a novembro, se desenrola em mais de trinta iniciativas em diferentes freguesias com o objetivo de preservar as raízes do mundo rural.

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PCP ESTÁ CONTRA ENCERRAMENTO DA ESTAÇÃO DOS CTT DA VILA DE PRADO

Comissão Concelhia de Vila Verde do PCP denuncia intenção de encerramento dos CTT da Vila de Prado

A organização do PCP no concelho de Vila Verde esteve hoje em contacto com a população da Vila de Prado, informando-a da intenção da Administração dos CTT de encerrar a Estação de Correios daquela localidade.

Este encerramento estava a ser preparado pela "calada da noite". Não fosse a denúncia levada a cabo pelo PCP e nenhum dos utentes - nem sequer os trabalhadores daquela Estação - teriam conhecimento desta gravosa decisão.

No comunicado que foi distribuído à população - em anexo - pode ler-se que a organização concelhia do PCP está "completamente contra essa decisão" e apela à luta dos utentes "pela manutenção em funcionamento da Estação de Correios e contra quaisquer medidas que visem a sua transferência para outro edifício ou para a responsabilidade da Autarquia". Isto porque - refere o comunicado - "passar a Estação para a responsabilidade da Câmara Municipal ou da Junta de Freguesia não defende os direitos dos utentes, nem os interesses da região".

O caminho necessário para inverter a degradação do serviço prestado pelos CTT passa por "exigir a reposição dos CTT no sector público do Estado", pelo que urge não só lutar contra o encerramento, mas também "denunciar as consequências negativas da privatização".

Reafirmando o empenho da organização concelhia de Vila Verde em lutar contra mais esta nefasta decisão tomada pela Administração dos CTT, manifestamos a nossa solidariedade com os utentes e os trabalhadores dos CTT afectados.

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