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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CANDIDATOS DO BLOCO DE ESQUERDA VISITAM COVAS E A SERRA D'ARGA

As candidaturas do Bloco de Esquerda de Viana do Castelo, Caminha e Vila Nova de Cerveira estão a organizar uma visita à Serra d´Arga e a Covas (Vila Nova de Cerveira), no próximo sábado, dia 31 de julho, com a presença do Eurodeputado do Bloco, José Gusmão. A visita de trabalho tem como objetivo a temática do lítio no Alto Minho.

14h30 - Encontro na Taberna do Horácio - EM552 19, Arga de Baixo

16 horas - Covas - (junto às minas)

A visita contará com a participação de ativistas na luta contra a exploração de lítio e associações locais, como a COREMA.

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HELENA MENDES PEREIRA APRESENTA "BIENAIS INTERNACIONAIS DE ARTE DE CERVEIRA (2009 A 2020): RESILIÊNCIAS, CRISES E TRANSFORMAÇÕES"

Está agendado para este sábado, 24 de julho, pelas 11h00, no Fórum Cultural, a apresentação do livro “Bienais Internacionais de Arte de Cerveira (2009 a 2020): resiliências, crises e transformações” da autoria de Helena Mendes Pereira. A publicação, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira e da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, dá continuidade ao trabalho editado pela Professora Margarida Leão, que revisitou as edições da Bienal Internacional de Arte de Cerveira de 1978 a 2007.

24 julho - livro bienais - Creditos Fotografia Lau

Esta nova publicação retrata o período entre 2009-2020, no qual há alguns factos históricos interessantes para compreender o espaço e o tempo de resiliência do projeto que se consubstancia na organização das Bienais Internacionais de Arte de Cerveira: crise financeira; Troika; Covid-19; mudança do organismo de gestão da Associação Projeto – Núcleo de Desenvolvimento Cultural para a Fundação Bienal de Arte de Cerveira; comemoração dos 30 e dos 40 anos do evento, de formas diferentes; a retoma da realização das BIAC em ano par; morrem Jaime Isidoro e José Rodrigues.

Além das sete edições das Bienais Internacionais de Arte de Cerveira (2009, 2011, 2013, 2015, 2017, 2018, 2020), o livro abrande também as exposições e principais eventos que tiveram lugar associados à ação da Associação Projeto e depois da FBAC ao longo destes 12 anos. Para a autora Helena Mendes Pereira, “este é um período de crises e transformações e, numa fase de mudança de ciclo, é o momento de fazer um ponto de situação, de repensar o futuro”.

A publicação considera o todo, com o mesmo caráter cronológico e documental, registo de todas as atividades e suas estatísticas, mas também será incluído um capítulo sobre o museu ao ar livre, ou seja, sobre as obras de arte em espaço público e que expandem a ação do “museu” para o território, tornando a própria vila num museu vivo e dinâmico. Existe ainda um capítulo com entrevistas a vários artistas, trabalho que a autora, Helena Mendes Pereira, tem vindo a desenvolver desde 2009 até ao presente e um capítulo de abordagem geral à coleção da FBAC.

DIREÇÃO-GERAL DAS AUTARQUIAS LOCAIS ATRIBUI PRÉMIO AUTÁRQUICO A CERVEIRA-TOMIÑO

Apresentada pela Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, a boa prática “Cerveira-Tomiño: um espaço naturalmente comum e verdadeiramente europeu” venceu a categoria “Diferenciação, Inovação e Criatividade” do Prémio Autárquico «Aristides de Sousa Mendes e outros salvadores portugueses – Holocausto, Valores Universais, Humanismo e Justiça», atribuído pela Direção-Geral das Autarquias Locais (DGAL), sob coordenação do Governo de Portugal, através dos Ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Modernização do Estado e da Administração Pública.

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O Prémio, integrado no «Projeto Nunca Esquecer - Programa Nacional em torno da Memória do Holocausto», é uma distinção honorífica e de natureza não pecuniária, entregue às autarquias que, por sua iniciativa ou em articulação com a sociedade civil, promovam práticas, programas ou projetos de elevado mérito e interesse público, em cinco categorias: «Coesão Social e Comunitária»; «Artes, Património e outros domínios Culturais»; «Modelar o Futuro sobre memórias e experiências vivas»; «Diferenciação, inovação, criatividade»; e «Fazer Acontecer».

O caráter diferenciador e inovador da cooperação transfronteiriça Cerveira-Tomiño foi distinguido com o prémio na quarta categoria - Diferenciação, inovação, criatividade-, destacando-se a filosofia base assente nos conceitos de “desfronteirização” e de “eurocidadania participativa”, promovendo ações e atividades promotoras da integração de políticas de proteção dos recursos naturais, de desenvolvimento económico sustentável e de coesão social no espaço transfronteiriço do Minho-Miño, através da cooperação inteligente entre as administrações, os agentes públicos e privados e da participação pública.

No processo de candidatura, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira apresentou o trabalho conjunto desenvolvido desde assinatura da Carta da Amizade, em 2014, e a constituição da Eurocidade Cerveira-Tomiño, em 2018, e que acolheu o reconhecimento da parte do júri afeto ao Prémio Autárquico, por se enquadrar na homenagem à coragem, ao humanismo e europeísmo do Cônsul Aristides Sousa Mendes, contribuindo para que a paz na Europa perdure e comportamentos/acontecimentos discriminatórios nunca mais se repitam.

Sob a máxima de que a verdadeira essência da Europa e dos Europeus precisa de ser continuadamente trabalhada para ser cimentada, valorizada e nunca cair no esquecimento, a Eurocidade Cerveira-Tomiño apresenta-se como uma boa prática na convergência entre ambos os concelhos, preconizados num território comum, utilizando o fator fronteiriço como uma oportunidade para o desenvolvimento territorial e socioeconómico, com maior igualdade e melhor qualidade de vida, de acordo com as prioridades definidas no âmbito europeu.

CERVEIRA – “VILA DAS ARTES” – HOMENAGEIA ATRAVÉS DE PINTURA MURAL O ETERNO MESTRE DOS INQUIETOS

A mesma pessoa, em dois períodos de vida distintos. O Município de Vila Nova de Cerveira e a Zet Gallery inauguram, este sábado, uma pintura mural de homenagem ao artista Henrique Silva pela ligação umbilical à Bienal Internacional de Arte de Cerveira. Com esta obra da autoria de Juan Domingues, plasmada numa das fachadas do Cineteatro de Cerveira – Marreca Gonçalves, completa-se a trilogia de eternização dos fundadores da Bienal e do conceito de ‘Vila das Artes’, através da arte interventiva e interativa com a comunidade.

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À entrada da vila, num edifício histórico e junto ao rosto do Mestre José Rodrigues, surge um novo mural de 10m, com dois rostos do carismático artista Henrique Silva, na juventude e na atualidade. Em progresso desde o dia 10 de julho, e com inauguração agendada para este sábado, às 10h00, o artista plástico venezuelano, filho de emigrantes portugueses, inspirou-se no livro de Paula Alcântara Carreira, intitulado “Henrique – As múltiplas vidas de um homem só, uma biografia possível do pintor Henrique Silva”, para retratar o passado e o presente daquele que considera ser ‘o eterno mestre dos inquietos’, captando-lhe o olhar sincero e inquieto, e uma eterna incapacidade de resignação.

Atualmente, com 88 anos de idade, Henrique Silva foi um dos impulsionadores das bienais de Cerveira, tendo sido diretor das Bienais de Cerveira entre 1995 e 2007. Em dezembro de 2013 foi nomeado vice-presidente da FBAC e coordenador cultural, tendo também assumido funções de diretor artístico da XVIII Bienal de Cerveira (2015). Com uma vida dedicada às artes, Henrique Silva tem um vasto e meritório percurso artístico espalhado pelo mundo, assim como na partilha de conhecimentos e experiências na área da educação ao nível superior.

A presente pintura mural ‘Homenagem ao Eterno Mestre dos Inquietos’ integra um projeto inédito em Portugal, consubstanciado na maior rede de residências artísticas que abrange os 24 municípios representados pelas três Comunidades intermunicipais da região do Minho, numa estratégia concertada que se destina a reforçar a identidade cultural do Minho e, desta forma, a dinamizar o território do ponto de vista artístico e turístico. A candidatura lançada pelo consórcio Minho Inovação, sob a marca “Amar o Minho”, obteve o apoio do Norte 2020 e dos FEEI.

De sublinhar que, com esta inauguração, o Município de Vila Nova de Cerveira completa a trilogia de homenagem aos três fundadores da Bienal de Cerveira em espaços públicos. O primeiro trabalho artístico remonta a 2016, com o artista brasileiro Elton Hipólito a evocar o mestre José Rodrigues num mural, com oito metros, intitulado de “Lacunas da Memória”, a ocupar uma fachada do Cineteatro de Cerveira; e desde 2017, a fachada principal da Casa do Artista exalta o pintor Jaime Isidoro com uma intervenção artística da autoria de Ana Torrie, onde surge o pintor, acompanhado do seu gato de estimação.

VILA NOVA DE CERVEIRA: SOLDADO MANUEL AFONSO COELHO – NATURAL DE COVAS – COMBATEU NA FLANDRES E FOI PUNIDO POR TER COMIDO A BOLACHA DA RAÇÃO

Manuel Afonso Coelho - Soldado - Regimento de Infantaria nº3, era natural de Covas, do concelho de Vila Nova de Cerveira.

Destacou para a Flandres em 22 de Abril de 1917 e desembarcou em Lisboa em 4 de Fevereiro de 1919. Foi feito prisioneiro de guerra pelo inimigo, tendo sido internado no campo de Münster II, entregue em 16 de Janeiro de 1919.

Enquanto permaneceu nas trincheiras, foi punido com 10 dias de detenção por não ter apresentado a bolacha da ração que lhe havia sido distribuída com a recomendação de a não comer…

Fonte: Arquivo Histórico-Militar

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VILA NOVA DE CERVEIRA: SOLDADO JOÃO GONÇALVES – NATURAL DE COVAS – COMBATEU NA FLANDRES E FEZ EXPLODIR GRANADAS DE MÃO NA TRINCHEIRA

João Manuel Gonçalves - Soldado - Regimento de Infantaria nº3, era natural de Covas, do concelho de Vila Nova de Cerveira. Destacou para a Flandres em 15 de Abril de 1917 e foi repatriado em 22 de Junho de 1919. Enquanto permaneceu nas trincheiras, foi punido com 10 dias de prisão disciplinar agravada por alegadamente ter feito explodir granadas de mão numa trincheira.

Fonte: Arquivo Histórico-Militar

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VILA NOVA DE CERVEIRA: SOLDADO LUÍS ALVES – UM CERVEIRENSE DE COVAS QUE TOMBOU NA FLANDRES NA PRIMEIRA GRANDE GUERRA

O Soldado Luís Francisco Braz Alves era um cerveirense natural da Freguesia de Covas que faleceu em 9 de Outubro de 1917, em consequência de graves ferimentos recebidos em combate.

Pertencia ao 1º Batalhão da 4ª Brigada de Infantaria destacada na Flandres na Primeira Grande Guerra.

Fonte: Arquivo Histórico-Militar

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VILA NOVA DE CERVEIRA: AQUAMUSEU DO RIO MINHO ASSINALA 16 ANOS EM FESTA

O Aquamuseu do Rio Minho comemora hoje, 13 de julho, 16 anos de serviço ao público. As comemorações prolongam-se durante o próximo fim de semana, com um conjunto de atividades gratuitas dedicadas a toda a família.

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Atendendo aos tempos de pandemia, e às orientações para evitar aglomerados populacionais, o Município de Vila Nova de Cerveira assinala o 16º aniversário do Aquamuseu do Rio Minho com toda a segurança.

O arranque das celebrações deu-se esta manhã, com a inauguração de uma pintura mural da autoria de Acácio de Carvalho no jardim do Aquamuseu. A intervenção artística integra a candidatura “LowPlast – A arte de reduzir o plástico”, financiada pelos EEA Grants, que visa sensibilizar para a redução do consumo de embalagens descartáveis.

O programa prossegue esta sexta-feira, 16 de julho, com a inauguração da exposição "As mulheres na atividade da pesca" (10h30), onde será retratado o papel da atividade feminina na pesca, não só no rio Minho, mas também em algumas vilas piscatórias portuguesas. 

Já este sábado, 17 de julho, será dada a conhecer ao público a mostra “O carocho sem vela” (10h30), focada nas tipologias de motores fora de borda que alteraram a funcionalidade do carocho, como embarcação tradicional com vela.

O último dia de celebrações decorrerá este domingo, com a entrada gratuita no Aquamuseu do Rio Minho (10h00 às 12h00 / 14h00 às 18h00). O programa encerrará às 18h00, no Jardim do Aquamuseu, com o concerto "Trobadores & Soldadeiras" Encontro Luso-Galaico. De referir que esta atividade é promovida pelo “Projeto Cardo” e o “Ideal Clube de Fado”, que desenvolveram projetos musicais com as populações dos 10 municípios do Alto Minho. Em Vila Nova de Cerveira, a parceria envolve o coro Infanto-Juvenil de Vila Nova de Cerveira e dará a conhecer a criação de novos arranjos para canções tradicionais, um momento único de redescoberta e reinvenção da música de raiz luso-galaica. O projeto é cofinanciado por: Norte2020, Portugal2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Situado junto à margem do rio Minho e integrado numa envolvente natural de Vila Nova de Cerveira, o Aquamuseu do rio Minho transporta para dentro de quatro paredes toda a riqueza daquele curso de água internacional. De portas abertas desde 13 de julho de 2005, este espaço público tornou-se num dos maiores polos de atração turística de Vila Nova de Cerveira, alcançando uma média de 25 mil visitantes por ano.

Para mais informações os interessados devem contactar o Aquamuseu do Rio Minho. (aquamuseu@cm-vncerveira.pt, 251708026).

Programa:

  • Terça-feira, 13 de julho

Intervenção artística do projeto LowPlast - A Arte de reduzir o plástico do artista Acácio de Carvalho

  • Sexta-feira, 16 de julho

10h30 - Inauguração da exposição "As mulheres na atividade da pesca"

  • Sábado, 17 de julho

10h30 - Inauguração da exposição "O carocho sem vela"

  • Domingo, 18 de julho

10h00 às 12h30 / 14h00 às 18h00 - Entrada livre no Aquamuseu do Rio Minho

18h00 - Concerto no Jardim do Aquamuseu "Trobadores & Soldadeiras" Encontro Luso-Galaico

Horário do Aquamuseu: Terça-feira a Domingo das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00

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AUGUSTO CANEDO É O CANDIDATO DO BLOCO DE ESQUERDA À CÂMARA MUNICIPAL DE VILA NOVA DE CERVEIRA

O Bloco de Esquerda Viana do Castelo aprovou, recentemente o primeiro candidato à Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira. O candidato é Augusto Canedo, professor e artista, reside entre a cidade do Porto e Vila Nova de Cerveira. Licenciado pela Faculdade de Belas Artes do Porto, em 1985. No biénio 1992/94, realizou o curso de doutoramento, Universidade de Salamanca, em "Fenomenologia do comportamento criativo". Inicia a carreira de docente em 1983 no ensino secundário, tendo ainda sido assistente, (disciplina de pintura) entre 1985/1990 na ESAP (Escola Superior Artística do Porto) e entre 1997/2002, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

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A sua atividade estendeu-se ainda à dinamização de diversos projetos, designadamente desde 1994 da "POR AMOR À ARTE" (galeria), na direção da Associação Projeto, como diretor artístico da Bienal de Cerveira, entre 2008 e 2013, na revista Bombart e do parque de Esculturas da Porta do Mezio.
Em relação ao seu trabalho artístico, realizou exposições em Espanha, França, Itália, Holanda, Alemanha, Grécia, Áustria, Suécia, Macau, Angola, Brasil, Perú, Estado Unidos da América e Canadá.
É a primeira vez, que o Bloco de Esquerda concorre no município de Vila Nova de Cerveira.

JOGOS DE LUZ E CENÁRIOS MULTIMÉDIA INVADEM ESPAÇOS PÚBLICOS EMBLEMÁTICOS DO CENTRO HISTÓRICO DE VILA NOVA DE CERVEIRA

Se reparar num ‘Giant Allien’ na cúpula da Piscina Municipal não se assuste. Entre esta sexta-feira e domingo, Vila Nova de Cerveira lança o desafio de partir à descoberta dos 10 espaços públicos identificados com 10 espetáculos de luz e cor, da autoria de 10 artistas e arquitetos nacionais e internacionais de renome. O ‘UMBRA – Festival Internacional de Artes e Multimédia’ é um evento inovador que acontece durante três noites, a partir das 22h00.

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Durante este fim-de-semana, percorrer as ruas do centro histórico de Vila Nova de Cerveira apresenta-se como um momento único para absorver e celebrar a relação da luz com a natureza, tendo o património histórico como denominador comum.

Com organização da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, o ‘UMBRA - Festival Internacional de Artes e Multimédia’ vem consolidar o Município de Vila Nova de Cerveira como um concelho atento e atuante no panorama artístico nacional e internacional, através da experimentação e da atividade expositiva como meio de reflexão sobre a arte e a cultura visual contemporânea.

Os 10 artistas foram selecionados por um júri especializado, após lançado concurso público, em março, pela Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira para a apresentação de propostas de instalações luminosas que convidassem o visitante a experimentar desafios ambientais e culturais diferenciadores.

Este evento manterá o centro histórico de Vila de Cerveira aberto e iluminado nas noites de 9, 10 e 11 de julho, sendo uma oportunidade única de, através de intervenções artísticas, conhecer os seguintes espaços: Igreja Matriz de São Cipriano, Castelo, Edifício da Piscina Municipal, Jardim da Piscina Municipal, Edifício Solar dos Castros, Edifício da ETAP - Escola Tecnológica, Artística e Profissional de Vila Nova de Cerveira, Largo de São Sebastião, Praceta Jaime Isidoro, Largo 15 de Fevereiro e a Ponte da Amizade.

Deixe-se contagiar pela vida que o ‘UMBRA - Festival Internacional de Artes e Multimédia’ vai despertar à noite. Este é o lema do evento que resulta da candidatura RIMA – Rede Intermunicipal de Música & Arte, financiada pelo NORTE-04-2114-FEDER-000598.

Locais | Artista | Obra

Castelo | Nerea Castro (ES) | VESSELS: FRAGMENTS [interactive installation]

Edifício da Igreja Matriz de São Cipriano | Grandpa's LAB (PT) | Weatherfall

Edifício da Piscina Municipal | ProSpirit (PT) | Giant Allien

Edifício do Solar dos Castros | Oh CUPA (PT) | Magma

Edifício da ETAP – Escola Tecnológica, Artística e Profissional | BESTSOUND (PT) | Passagem Luminosa

Ponte da Amizade | Eletres Studio - Luis Albino Reyes (PE) | Lum

Largo de São Sebastião | Yeswemakit (PT) | Dodecaedro com sombras

Praceta Jaime Isidoro | Marcelo X (BR) | Cor do Sol

Largo 15 de Fevereiro | Conquista Adrenalina (PT) | Mystical Garden

Jardim da Piscina Municipal | Pushkhy (PT) | > d0pamyna3.0

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AMPLIAÇÃO DO PARQUE DA AMIZADE EM CERVEIRA CONTEMPLA PISCINAS DESCOBERTAS E QUATRO CAMPOS DE JOGOS

Projeto ambicioso, mas fulcral para a afirmação turística em ambiente familiar. A Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira vai avançar com a ampliação de mais 5ha do espaço anteriormente denominado Parque de Lazer do Castelinho, agora Parque da Amizade. Dividida em três fases, a intervenção contempla piscinas descobertas, novos campos de jogos e instalações de apoio, além da requalificação urbanística envolvente, numa estimativa orçamental de 7,8ME.

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Criado em 2008, o Parque de Lazer do Castelinho conjuga a diversão dos mais pequenos com a tranquilidade paisagística pretendida pelas famílias, sendo uma referência turístico-ambiental a nível ibérico. A enorme afluência de residentes e turistas a este património natural, a afirmação dos laços de amizade com o concelho galego vizinho, Tomiño, e o impulso dos governos de Portugal e de Espanha em prol da cooperação transfronteiriça, em particular a aceitação dos projetos da Eurocidade Cerveira-Tomiño – Parque da Amizade e travessia pedonal e ciclável sobre o rio Minho – levou o atual executivo municipal a concretizar novos e arrojados desafios.

O projeto engloba a construção de novos equipamentos desportivos ao ar livre perfeitamente integrados em espaços verdes de utilização coletiva, como por exemplo duas piscinas descobertas (uma para adultos e outra para crianças), campo de futebol de 7, campos de ténis, campo de padel, campo de voleibol de praia, bem como as respetivas e necessárias instalações de apoio.

A edificação deste complexo desportivo e de lazer foi desenvolvida em plena articulação com as infraestruturas existentes, nomeadamente com o ex-líbris do Parque da Amizade, o Aquamuseu do rio Minho, estando prevista a construção do Museu do Carocho ao ar livre para exposição de embarcações típicas.

Complementarmente, novas valências exigem os devidos arruamentos paralelo ao caminho de ferro com estacionamento, passeios e infraestruturas, a realização do acesso pedonal à estação ferroviária, o tratamento dos percursos pedonais, bem como a ligação do Parque da Amizade à travessia pedonal e ciclável sobre o rio Minho.

Para o Presidente da Câmara Municipal, este é o “verdadeiro projeto de cooperação transfronteiriça que contribuirá para uma valorização definitiva de Vila Nova de Cerveira no espaço europeu, assente em três pilares basilares condutores: a integração ambiental, paisagística e socioeconómica”. Fernando Nogueira garante que “todo o projeto foi elaborado de forma coordenada e contínua, privilegiando o equilíbrio entre a conservação da natureza e a usufruição humana sob a perspetiva do bem-estar e da melhoria da qualidade de vida”.

Pela dimensão exposta e corroborada pela estimativa orçamental de 7,8ME, a execução física do projeto de ampliação do Parque da Amizade tem subjacente três fases distintas, sendo que o início dos trabalhos respeitantes à 1ª fase devem arrancar ainda no presente ano, especificamente com o prolongamento da faixa de rodagem e do estacionamento e passeios a nascente do arruamento paralelo ao caminho de ferro até à rotunda existente e a realização do acesso pedonal à estação ferroviária.

VILA NOVA DE CERVEIRA: HABITAÇÃO A CUSTOS CONTROLADOS JÁ PODE AVANÇAR NO CONCELHO

A Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira e a União de Freguesias de Campos e Vila Meã formalizaram o processo de cedência (por doação) dos terrenos localizados entre o Alto das Cerejas e o Monte da Tomada, numa área de cerca de 14.000m2, para acolher um projeto de habitação a custos controlados no concelho.

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Ultrapassados os inúmeros entraves e procedimentos administrativo-burocráticos, e estando o projeto da autoria da Escola Superior Gallaecia concluído, a autarquia cerveirense vai avançar com os mecanismos necessários para a submissão de candidaturas a fundos específicos do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana.

Segundo o Presidente da Câmara Municipal, “a efetiva concretização deste projeto é necessária e premente, para minimizar as enormes lacunas existentes no concelho na área habitacional, em especial para jovens e para os trabalhadores da zona industrial de Vila Nova de Cerveira”. Fernando Nogueira reitera que, “há duas décadas, que não se constrói em Vila Nova de Cerveira, nem a custos controlados nem sociais, pelo que esta área está identificada como uma prioridade”.

O projeto, já aprovado pela Câmara Municipal, vai nascer na União de Freguesias de Campos e Vila Meã, numa área de implantação de 13.840m2, para a construção de 44 habitações, representando o passo decisivo para a sua concretização.

As Habitações a Custos Controlados (HCC) são construídas ou adquiridas com o apoio financeiro do Estado, que concede benefícios fiscais e financeiros para a sua promoção, e destinam-se a habitação própria e permanente dos adquirentes, ou a arrendamento. A concessão destes apoios tem como pressuposto a construção de qualidade, e que obedeçam aos limites de área bruta, custos de construção e preço de venda fixados na Portaria 500/97, de 21 de julho.

“AUTARCAS DE AMBOS OS LADOS DA FRONTEIRA DÃO O EXEMPLO AOS GOVERNOS DE PORTUGAL E DE ESPANHA” – AFIRMA MINISTRA PORTUGUESA ANA ABRUNHOSA

Vila Nova de Cerveira voltou a ser o centro das atenções na cooperação transfronteiriça. O concelho foi escolhido para acolher, a 29 de junho, o Encontro de Cooperação Transfronteiriça ao mais alto nível, com representantes de entidades de Portugal e Espanha, numa organização da Secretaria de Estado da Valorização do Interior, em parceria com a CCDR-N e o AECT Rio Minho.

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A partilha de experiências e a troca de boas práticas por parte de diferentes agentes de cooperação transfronteiriça, assim como a discussão dos desafios futuros da partilha estratégias nos espaços luso-espanhóis, foram os principais objetivos desata jornada de trabalho que decorreu no Cineteatro Marreca Gonçalves.

Na sessão de abertura, o diretor do AECT Rio Minho e Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, manifestou a “grande expetativa e esperança” que esta fronteira tem na aplicação de “um plano real e efetivo para os territórios transfronteiriços e que, após a aprovação da Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriço Portugal-Espanha, na Cimeira da Guarda de 10 de outubro, se assista a um verdadeiro ponto de viragem que concretize uma visão mais próxima aos cidadãos sobre o desenvolvimento e coesão dos territórios fronteiriços”.

Presente na sessão de encerramento, a Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, destacou que “entre a Galiza e o Norte de Portugal, entre Portugal e Espanha, já se pensa em conjunto, já existe uma estratégia, e já há projetos em carteira mal os recursos apareçam” A governante acrescentou o importante papel dos autarcas de ambos os lados, demonstrando “um trabalho incansável e que têm sido verdadeiros parceiros da cooperação transfronteiriça, juntando-se para resolver os problemas comuns, dando o exemplo aos governos de Portugal e de Espanha”. Ana Abrunhosa deixou ainda uma mensagem para o concelho anfitrião: “Que melhor município do que Vila Nova de Cerveira [para receber este encontro] que, no Norte de Portugal, vai ser beneficiário de alguns dos maiores e mais simbólicos investimentos transfronteiriços dos últimos anos”.

O Presidente da Xunta da Galicia também marcou presença nesse Encontro de Cooperação Transfronteiriça, ressalvando que “a Europa nasce das regiões limítrofes e desenvolver-se-á enquanto houver uma política regional intensa e que se traduza nos instrumentos analisados no seio desta reunião”. Alberto Núñez Feijóo disse ainda que “é um regionalismo europeu que faz com que nossas nações tenham um desenvolvimento harmonioso e solidário”, e que, só desta forma, ajuda o grande mosaico da Europa a conseguir uma imagem coerente, onde nenhuma das suas realidades será esquecida”.

O Encontro de Cooperação Transfronteiriça contou ainda com as intervenções do Secretário de Estado de Política Territorial y Función Pública (Espanha), Víctor Francos, do Embaixador de Portugal em Espanha, João Mira-Gomes, da Embaixadora de Espanha em Portugal, Marta Betanzos Roig, do Secretário General del Reto Demográfico (Espanha), Francesc Boya Alós, do Presidente do Conselho Diretivo da Agência para o Desenvolvimento e Coesão, IP (Portugal), Nuno Oliveira dos Santos, da Secretaria Geral de Fondos Europeos (Espanha), Mercedes Caballero Fernandez, do Director xeral de Relacións Exteriores e coa Unión Europea, Jesús Gamallo Aller, do Presidente e Vice-Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, António Cunha e Beraldino Pinto, respetivamente, e de representantes de AECT’s Galiza- Norte de Portugal, de Eurocidades, de Comunidades de Trabalho.

XVII DANCERVEIRA APRESENTA-SE COM FORMATO ADAPTADO AO CONTEXTO PANDÉMICO

Revelando o caráter resiliente e flexível, a ADEIXA, Associação de Dança do Eixo Ibero-Atlântico, com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, promove, entre esta quinta-feira e domingo, a XVII edição do Dancerveira - Festival Internacional de Dança de Cerveira. Com lugares limitados, os espetáculos ao ar livre foram deslocados para o Centro Municipal de Atletismo, dando cumprimento às regras emanadas pela Direção-Geral de Saúde.

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Este ano, a participação ficou reduzida a 10 escolas e grupos de dança portugueses e espanhóis, o leque de professores de dança também é mais restrito, assim como toda a programação sofreu ajustes, mas mantendo a qualidade.

Assim, as manhãs ficam reservadas à dinamização de workshops temáticos dedicados ao jazz intermediário, ao jazz avançado, ao ballet intermediário e às danças urbanas intermediárias, mediante inscrição prévia. Por sua vez, os quatro habituais espetáculos ao ar livre, abertos ao público, mantêm-se, mas há alterações substanciais. Desde logo, a deslocação para o Centro Municipal de Atletismo, por ser um espaço que garante maior distanciamento; depois os horários, com o primeiro espetáculo a decorrer na sexta-feira, dia 2 de julho, às 21h30, no sábado estão previstas duas sessões, uma primeira às 18h30 direcionada para as vertentes ‘baby, solos e pequenos grupos’ e a segunda sessão mais generalizada, às 22h00, terminando no domingo com o espetáculo às 20h00.

As regras são muito claras e rigorosas: participantes e público têm obrigatoriedade de uso de máscara, de garantir o distanciamento social, e de preencher um formulário à entrada. Por sua vez, os participantes são sujeitos à realização de testes de despiste à Covid-19, não sendo obrigatório o mesmo procedimento para o público em geral, dado não ultrapassar o número de pessoas para espetáculos ao ar livre, indicado pela Direção Geral de Saúde. 

Além de promover a dança enquanto arte performativa, o Dancerveira tem a caraterística de marcar o arranque da programação cultural de verão de Vila Nova de Cerveira. Perante um verão ainda atípico, devido à Covid-19, Vila Nova de Cerveira consegue readaptar-se e apresentar um programa ‘Vi(m)ver Cerveira’, de excelência, readaptado e seguro.

Para mais informações e respetivas inscrições, os interessados devem contactar a ADEIXA, através do correio eletrónico: dancerveirafestival@gmail.com

OITO CONCERTOS SÃO DESTAQUE DO "Vi(m)ver Cerveira" 2021

Perante um verão ainda atípico, devido à Covid-19, Vila Nova de Cerveira consegue readaptar-se e manter a excelência do programa ‘Vi(m)ver Cerveira’, em segurança. São oito concertos e mais quatro eventos diversificados que prometem devolver alguma normalidade à dinâmica cultural, cumprindo rigorosamente as orientações emanadas pela Direção-Geral de Saúde.

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Os concertos de verão são o grande destaque pela qualidade dos artistas e pela quantidade. A edição 2021 do ‘Cerveira Acústica’ e das ‘Noites de Fado’ apresenta quatro fins-de-semana com oito espetáculos musicais, aqueles que tiveram de ser adiados em 2020 e os do corrente ano. Em julho, o ‘Cerveira Acústica’ conta com Miguel Araújo (16), António Zambujo (17), Ana Bacalhau (23) e Pedro Abrunhosa & Comité Caviar (24), e em agosto canta-se o fado com Marco Rodrigues (6), Katia Guerreiro (7), Sara Correia (13) e Aldina Duarte (14).

As novidades não se ficam por aqui, pois os condicionalismos epidemiológicos obrigaram à implementação de um conjunto de medidas excecionais. A mais relevante prende-se com o local dos concertos pois, de acordo com Resolução Conselho Ministros n.º 70-b/2021 para a Programação ao Ar Livre, no ponto 71, “a ocupação máxima do espaço pelos clientes, preferencialmente com lugares sentados, deve ser calculada com base na equação de 1 pessoa por 20m2”, além do uso obrigatório de máscara e do distanciamento físico. Neste sentido, foram ponderadas várias opções, nomeadamente o Auditório Municipal que ficaria condicionado a 70 lugares, os Jardins da Piscina Municipal para 110 lugares ou a Praça Alto Minho com 70 lugares.

Após reflexão e alcançados os pareceres técnicos e de saúde pública favoráveis, o Centro Municipal de Atletismo afigurou-se como a escolha mais correta, tendo em conta a dimensão do espaço e o fato de acolher quase 1000 pessoas, além de garantir todas as condições de segurança necessárias.

A partir do dia 1 de julho, os bilhetes estarão à venda na Loja Interativa de Turismo e na Plataforma Eurocidade Online (eurocidadecerveiratomino.eu), ou no próprio dia no local dos concertos, a 7€ o bilhete individual. Nesta vertente, também há novidades, com a venda de packs, o ‘Acústico’ e o ‘Fado’, a 20€ cada.

O ‘Vi(m)ver Cerveira’ 2021 conta ainda com mais quatro eventos, nomeadamente o XVII Dancerveira - Festival Internacional de Dança de Vila Nova de Cerveira, de 1 a 4 de julho, no Centro Municipal de Atletismo; o inovador UMBRA – Festival Internacional de Artes e Multimédia, de 9 a 11 de julho, que, através de instalações luminosas desenvolvidas por artistas e arquitetos nacionais e internacionais, constitui-se como uma oportunidade única para conhecer espaços singulares do concelho; o ‘O Crochet sai à Rua…em Cerveira – 2021’, que de 23 de julho a 30 de dezembro, apresenta-se a rigor (como sempre) e adaptado à temática dos 700 anos, com 13 quadros/cenários minuciosamente elaborados em crochet, com episódios singulares que escrevem a história de Cerveira durante a época medieval, um dos quais a ‘Assinatura do Foral atribuído a Vila Nova de Cerveira em 1321, por Rei D. Dinis’; e o XV Festival de Bandas de Música, com cinco bandas de música convidadas, agendado para 19 de setembro.

De salientar que Vila Nova de Cerveira está a assinalar, em 2021, os 700 Anos da Fundação, com a atribuição do foral por El Rei D. Dinis, a 1 de outubro de 1321, pelo que para dignificar tão memorável efeméride, o Município de Vila Nova de Cerveira tem uma programação condizente e representativa da identidade, sob o slogan “700 Anos a fazer História”.

ESTE VERÃO, OS FINS DE TARDE ACONTECEM AO AR LIVRE, NA COMPANHIA DAS COMÉDIAS DO MINHO.

As Comédias do Minho estreiam o espetáculo de teatro FIM DE TARDE, no dia 1 de julho. A criação de Leonor Barata marca o regresso da companhia minhota ao formato presencial. Ao longo de um mês, a peça vai percorrer os concelhos de Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira, Melgaço, Valença e Monção.

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O regresso aos palcos faz-se ao ar livre e em horário de fim de tarde. Acomodar a segurança dos espectadores e a eventualidade de novo recolher obrigatório fez parte das premissas de criação. Os espectadores podem contar com um espetáculo que, com humor, coloca em cena algumas questões sobre a forma como contamos histórias e, com elas, nos construímos

Leonor Barata é uma criadora que desenvolve o seu trabalho na fronteira entre o teatro e a dança. O universo clássico está, muitas vezes, presente nas suas criações. Em FIM DE TARDE, parte da premissa de que “antes dos gregos não havia nada” para, de uma forma lúdica, explorar questões sobre a repetição das narrativas ao longo dos séculos. Será que há uma ‘grande narrativa’ que se reproduz em todas as pequenas narrativas ao longo do tempo? A pergunta traz consigo as possibilidades do “E se?”. Os três atores em cena ensaiam novos ângulos e desfechos para histórias que todos conhecem e para as suas múltiplas personagens. Será que somos nós que construímos a nossa narrativa ou é a ‘grande narrativa’ que nos constrói? Que sentido damos ao que vivemos através da forma como contamos a(s) nossa(s) história(s)?

Passado mais de um ano desde o início da pandemia de COVID-19, importa questionar de que forma a circularidade dos discursos influencia o olhar de cada um sobre si e sobre a sociedade. Depois de um ano e meio sem espetáculos presenciais, as Comédias do Minho ensaiam possibilidades para o fazer dentro dos limites de segurança, para que o teatro continue a ser uma realidade nas aldeias do Vale do Minho.

Envio em anexo duas fotografias da fase de ensaios (©Sara Barros), o dossier de imprensa com informações adicionais e alguns materiais gráficos. Não hesite em contactar-me, caso necessite de mais informações.

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GOVERNO DECLAROU COMO UTILIDADE PÚBLICA INSTALAÇÕES DA HIDRO-ELÉCTRICA DO COURA EM CAMINHA, CERVEIRA E VIANA DO CASTELO

O Ministério do Fomento - Administração Geral dos Correios e Telégrafos - 2.ª Direcção - 1.ª Divisão, através do Decreto nº. 1189, publicado em Diário do Govêrno n.º 234/1914, Série I de 12 de Dezembro de 1914, declarou de utilidade pública as instalações eléctricas estabelecidas ou a estabelecer pela Empresa Hidro-Eléctrica do Coura nos concelhos de Caminha, Viana do Castelo e Vila Nova da Cerveira.

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