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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CONCELHIAS DO PSD DO AVE EXIGEM PLANO EFETIVO PARA DESPOLUIÇAO DO RIO AVE

Governo desrespeita recomendação que a Assembleia da República aprovara por unanimidade!

Despoluir e revitalizar o rio Ave é o objetivo que está a unir e mobilizar as concelhias do PSD dos sete concelhos atravessados pelos 90 quilómetros de percurso do Ave, desde a nascente, na Serra da Cabreira, em Vieira do Minho, até à foz em Vila do Conde. Ao longo das próximas semanas, as sete estruturas partidárias vão promover, através dos seus representantes eleitos nas autarquias locais, uma tomada de posição conjunta das Câmaras, Assembleias Municipais e Assembleias de Freguesia, a exigir do Governo a elaboração imediata de um Plano de Despoluição e Revitalização do Rio Ave.

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Trata-se dos concelhos de Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso, Guimarães, Santo Tirso, Trofa, Vila Nova de Famalicão e Vila do Conde, a que se juntam as mais de 6 dezenas de freguesias atravessadas por aquele curso de água, o que poderá resultar no envio de cerca de sete dezenas de propostas de recomendação ao Governo.

A expetativa dos responsáveis sociais democratas é que esta tomada de posição assente na união de propósitos entre territórios contíguos, torne a Administração Central sensível ao problema e a faça avançar de imediato para a elaboração de um diagnóstico, avaliação, identificação das principais áreas de intervenção e elaboração um plano de ação urgente.

“Não podemos esperar mais. O Rio Ave tem uma importância crucial para a economia da região. É fundamental para a saúde, para o ambiente e, sobretudo, para a valorização do elemento água para as gerações vindouras e tem um potencial cultural e turístico de grande alcance”, afirmam, em uníssono, os presidentes das Concelhias do PSD dos identificados territórios.

Para além da importância ambiental do rio Ave para a sustentabilidade da vida e para a biodiversidade dos ecossistemas, os responsáveis realçam o potencial turístico deste curso de água, na sequência do aparecimento nos últimos anos de novos e ambiciosos projetos à volta da Bacia Hidrográfica do Ave, como a construção de novos parques e de percursos pedonais através da recuperação das margens ribeirinhas, e que se têm traduzido no desenvolvimento de atividades de lazer e desportivas e no aparecimento de novas oportunidades de desenvolvimento regional.

“Quase 40 anos depois de iniciado o processo de despoluição do Rio Ave e mais de 500 milhões de euros de investimento, há resultados visíveis e positivos que importa prosseguir. Não podemos permitir que haja agora um retrocesso, que se desista do rio Ave e que se comprometa o esforço realizado”.

“Quase 40 anos depois de iniciado o processo de despoluição do Rio Ave e mais de 500 milhões de euros de investimento, há resultados visíveis e positivos que importa prosseguir. Não podemos permitir que haja agora um retrocesso, que se desista do rio Ave e que se comprometa o esforço realizado”.

Em vez de cumprir a emanação parlamentar, o Governo limitou-se a iniciar a implementação de um plano de intervenção nos rios Vizela, Burgo e Ferro.

Em concreto, as propostas que se pretende aprovar em sede dos executivos autárquicos e respetivas assembleias, remetem para a necessidade e urgência de elaboração de um plano de despoluição e revitalização do Rio Ave assente em diversos objetivos, donde sobressaia avaliação e diagnóstico das situações com impacto direto na qualidade da água e identificação das principais áreas de intervenção; a elaboração de uma estratégia de atuação conjunta e partilhada entre entidades para fazer face aos fenómenos de poluição; a definição de uma estratégia de intervenção na ação integrada de fiscalização; a execução das medidas definidas no âmbito do PGRH – Plano de Gestão da Região Hidrográfica do Cávado, Ave e Leça; o melhoramento da performance da solução das infraestruturas investindo na telegestão e em ID&I; e finalmente a criação de uma Comissão de Acompanhamento da execução do plano.

“A despoluição e revitalização da bacia hidrográfica do Ave, nas suas diversas facetas, pressupõem uma abordagem integrada e colaborativa, que exige, para além do papel primordial e insubstituível do Estado, o envolvimento ativo dos municípios e das freguesias e inclusivamente o compromisso e cumplicidade dos cidadãos. A sociedade está pronta e até desejosa em abraçar este desafio e em ajudar as instituições públicas a devolver o Rio Ave às comunidades”.

“Ao circunscrever o plano de ação à bacia do rio Vizela, o Governo descrimina negativamente as populações que vivem, estudam e trabalham na área de ação da bacia hidrográfica do rio Ave”

“Está na hora de aproveitar esta oportunidade e devolver o Rio Ave às pessoas”.

“Não aceitamos que o Vale do Ave continue a ser desconsiderado pelo Governo

Os signatários

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HISTORIADOR JOEL CLETO REVELA HISTÓRIAS DO CAMINHO DE BRAGA A SANTIAGO DE COMPOSTELA

Póvoa do Varzim/Joel Cleto: Conferência revela histórias do caminho de Braga a Santiago

O Grupo dos Amigos do Caminho de Santiago da Póvoa de Varzim organiza esta sexta-feira, 14, a conferência “O Caminho de Santiago pelo Gerês – A Geira Romana”, proferida pelo historiador e arqueólogo Joel Cleto.

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Segundo a organização, as inscrições gratuitas para o evento, marcado para as 21h30, no Centro de Congressos do Hotel Axis Vermar, em Póvoa do Varzim, com capacidade para 550 pessoas, “decorrem de forma incrível e a disponibilidade da sala é já pouca”.

“Todos juntos faremos o caminho pelo Gerês, local que provavelmente todos adoram. É o Caminho Primitivo Português em destaque”, adianta a organização, informando que antes da conferência há um momento musical pelo Coral Ensaio, da Escola de Música da Póvoa de Varzim, dirigido pelo maestro e professor José Abel Carriço. O grupo interpreta música do século XVI “escolhida de forma especial para o evento”.

“O enorme interesse suscitado por um número tão elevado” de peregrinos e outros interessados na conferência, que conta com o apoio do museu municipal e do Município de Póvoa do Varzim, obrigou à alteração do local inicialmente previsto para a sua realização.

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Na mesmo dia, duas horas antes da conferência, pelas 19h30, realiza-se um “Encontro de Peregrinos, Amigos e Colaboradores do Caminho pela Geira”, com o objetivo de trocar ideias sobre este itinerário jacobeu, que liga Braga a Santiago de Compostela, na distância de 240 quilómetros, apresentado em Braga em abril de 2017.

Este traçado, conhecido por Caminho da Geira Romana e dos Arrieiros ou Caminho Jacobeu Minhoto Ribeiro, foi percorrido por mais de 300 peregrinos em dois anos e as associações envolvidas no seu estudo, nomeadamente a Associação Jacobeia do Caminho Minhoto Ribeiro e a Associação Codeseda Viva, pretendem que seja oficializado antes do Ano Santo Jacobeu de 2021.

Nesta altura estão em curso os levantamentos históricos, patrimoniais e culturais sobre o itinerário – que prevê dois traçados essenciais a partir de A Estrada, por Pontevea e Ramalhosa ou por Sarandon e Vedra -, bem como trabalhos de limpeza e marcação. Está igualmente em curso a preparação de infraestruturas de alojamento.

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INSTITUTO RENASCER DÁ FORMAÇÃO EM VILA DO CONDE SOBRE "AUTOAFIRMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL"

Instituto Renascer promoveu formação sobre “Autoafirmação Pessoal e Social” e “Gestão Doméstica” – Uma iniciativa promovida pelo Instituto Renascer

O Instituto Renascer desenvolveu uma formação de Capacitação para a Inclusão, denominada “Autoafirmação Pessoal e Social” (300 horas) e “Gestão Doméstica” (300 h), uma iniciativa financiada pelo POISE (Programa Operacional Inclusão Social e Emprego), pelo Programa Portugal 2020, União Europeia e Fundo Social Europeu.

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No âmbito da seleção dos formandos o Instituto Renascer articulou com a Associação “O Tecto”, em concreto com a Equipa de RSI desta Instituição, a qual “deu um apoio imprescindível na seleção dos formandos, com base no seu perfil psicossocial, o que teve um impacto bastante positivo no decurso da ação”, referiu Jorge Mandim, Presidente do Instituto Renascer.

Esta ação de formação visou, de acordo com Jorge Mandim, “fazer com que os formandos se tornassem protagonistas das suas próprias vidas, de modo a que sentissem que trilham o seu próprio caminho e não o caminho traçado por outrem. Isto, sim, é autoafirmação pessoal e social. Neste sentido, ao longo da formação pretendeu-se desenvolver três aspetos: quem eu sou, o que quero ser e o que quero alcançar”.

Em suma, a autoafirmação pessoal e social pressupõe que a pessoa seja a principal protagonista da sua vida, lutando pelos seus projetos, vencendo as pressões sociais e os obstáculos com que se confronta no quotidiano.

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CRAV FOI A VILA DO CONDE PARA O CONVÍVIO NACIONAL DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE RUGBY

CRAV no convívio de abertura sub 8, sub 10 e sub 12

As equipas sub 8, sub 10 e sub 12 do CRAV participaram no convívio nacional de abertura da Federação Portuguesa de Rugby, que se realizou em Vila do Conde, no espaço Agros a 14 de outubro.

Num dia que era visto com apreensão pelos responsáveis das equipas participantes, em virtude da passagem do furacão Leslie, o evento decorreu da melhor forma.

Estiveram sobretudo presentes equipas da região norte e centro, num total de cerca de 30 equipas e 300 jogadores, num dia de temperatura amena e praticamente sem chuva.

Quanto aos jogos passaram-se sob o signo do desportivismo e do gozo da prática desportiva. Não houve vencedores nem vencidos, a não ser o Rugby e o desporto, que saíram engrandecidos do evento.