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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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VODAFONE EXPANDE FIBRA EM VIANA DO CASTELO

A Vodafone Portugal alarga a cobertura do seu serviço de fibra no concelho de Viana do Castelo, onde mais lares e empresas têm agora acesso à melhor experiência de telecomunicações em Portugal. Após a expansão inicial no concelho, o serviço de fibra chega agora a quinze novas freguesias a sul do Rio Lima.

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Esta expansão insere-se no compromisso assumido pela Vodafone de levar a sua rede de fibra ótica a 5,3 milhões de famílias e empresas, permitindo aos consumidores terem maior liberdade de escolha e garantindo o acesso de todos aos benefícios da economia digital.

A posição de destaque que a Vodafone Portugal conquistou ao longo dos últimos anos no serviço de televisão por subscrição é o resultado da qualidade do serviço prestado, bem como de um alargado conjunto de inovações introduzidas no mercado que têm contribuído para os mais elevados índices de satisfação e de recomendação, de acordo com o Barómetro de Telecomunicações da Marktest.

A expansão da fibra ótica da Vodafone Portugal neste concelho possibilita também o acesso das empresas a serviços integrados de telecomunicações e tecnologias de informação, tais como soluções fixas de internet, cibersegurança, aplicações na cloud, Internet of Things, entre outros serviços inovadores.

Características diferenciadoras do serviço Vodafone

  • Vodafone Tvcom os conteúdos preferidos dos portugueses, como Amazon Prime Video, HBO PortugalNetflix e Youtube, pesquisa inteligente por voz, área kids e muito mais;
  • Apps avançadas como Serviços Públicos, que permite aceder a serviços digitais da Administração Pública sem sair de casa; e Smart Replay, que permite rever os principais acontecimentos de um jogo de futebol durante a sua emissão;
  • Zapping ultrarrápido;
  • Imagem 4K: qualidade 4x superior ao Full HD;
  • Smart Router com Super Wi-Fiem toda a casa;
  • Rede 100% fibraque oferece até 1Gbps de velocidade;
  • Velocidade de internet garantida, medida e certificada no dia da instalação;
  • Melhor experiência de Gaming: lag mínimo e jogabilidade máxima;
  • Líder na satisfação dos Clientesem todas as categorias de telecomunicações – Televisão, Rede Fixa, Internet Fixa, Internet Móvel e Rede Móvel – pelo European Consumer Satisfaction Index (ECSI);
  • Experiência de TV por fibra e Internet móvel distinguida “Melhor do Teste”pela DECO PROTESTE. 
  • Melhor rede móvel nos mais recentes estudos de qualidade das redes móveis promovidos pela Anacom.

"QUANDO O TELEFONE TOCA"

  • Crónica de Gonçalo Fagundes Meira

Há anos, lembro-me de ver na televisão uma enorme fila de adeptos de um dos clubes grandes de Lisboa (não me recordo de qual) esperando horas, pacientemente, para eleger os corpos sociais da sua agremiação. Alguns, questionados pelos repórteres sobre idêntico comportamento em eleições para órgãos governamentais, logo se apressaram a dizer que não se dispunham a tal sacrifício para esse fim. Pode chocar mas esta é a realidade que temos. Espera-se tempo infinito para eleger gente pouco recomendável, que vai dirigir clubes de futebol cheios de vícios, mas não se pode perder tempo para escolher quem nos governe. Não é por acaso que os abstencionistas vão crescendo em cada eleição da governação do país. Mas também não admira que os melhores da sociedade não queiram ser governantes, já que, mais bem remunerados e livres de enxovalhos, podem exercer funções no privado. Se há políticos a portarem-se mal e por isso sujeitos a críticas, esta prática de destratar quem nos governa só facilita os inimigos da democracia.

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Momento alto das Festas d’Agonia nos anos 30/40 do século passado. O Cortejo Etnográfico na antiga Rua Cândido dos Reis, hoje Passeio das Mordomas da Romaria.

 

Ora é com esta cultura instalada que temos que contar, sabendo o que devemos fazer em muitas situações onde o populismo impõe regras em prejuízo dos valores e da verdade. As televisões, por razões puramente comerciais, promovem todo o tipo de concursos e convidam os espectadores a telefonar para escolherem o que se entende como melhor. Assim aconteceu recentemente com a iniciativa “Sete Maravilhas da Cultura Popular”, à qual concorreu a Romaria d’Agonia, opção que, perante a realidade que expus, nunca devia ter sido tomada. Que verdade nos oferece um concurso em que os espectadores fazem valer bairrismos em detrimento da valia dos motivos em concurso?

Já sabemos que quando se quer vestir a camisola do bairro todos os argumentos são bons para mobilizar gente a votar no tema da terrinha, independentemente do interesse que o mesmo tenha. Organizam-se movimentos, estimulam-se brios, fala-se ao coração e toda a população vota, se fizer falta até o cão, o gato e o periquito. Desta forma, nestas maravilhas em que nos metemos, ou meteram a mais afamada romaria de Portugal, sai como vencedora distrital a Romaria de São Bartolomeu da Ponte da Barca, que bem conheço e considero uma romaria como tantas outras do Alto Minho. E, desta forma, uma romaria criada em 1772, com um alto nível cultural, que, estima-se, atrai a Viana um milhão de forasteiros – já mobilizava largos milhares no século XIX –, se vê ultrapassada por uma romaria vulgar. Mal, muito mal, é dar crédito a este tipo de iniciativas. A grandeza da nossa Romaria não é compatível com estes concursos de pacotilha para fazer o jogo dos canais televisivos.

"CHORO SANTO"

"Choro Santo"

Rainha-Mãe, este ano não podes sair à rua, não podes abençoar o trabalho duro, moroso, exigente e perigoso dos nossos pescadores e homens do mar. Rainha-Mãe, encontraste em distanciamento, mas perto do nosso peito, em cada olhar e prece, dirigimo-nos a ti Rainha-Mãe !

Numa "Romaria" sem foguetes, sem barulhos mas com mentes barulhentas e olhares que falam. Rainha-Mãe, este ano o barco não andará, os milhões de forasteiros não sairão à rua, e não haverá os costumeiros foguetes, bombos, carrinhas de doçarias ou brinquedos que tocam, giram e entretém em troca de uns meros eurinhos. Rainha-Mãe, este ano não haverá isto... e só o Teu manto nos poderá valer ... nossa Rainha-Mãe!

Texto: Márcia Filipa Barbosa Passos / Designer: José Artur R. Passos

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OS INTERESSES DA CRISTINA

  • Crónica de Gonçalo Fagundes Meira

Nunca vi com muita simpatia a mudança dos profissionais de televisão entre as diversas estações, já que considero haver valores maiores para além do vil metal. Mas não pensa assim quem sabe vender qualidades de que se julga possuidor no exercício da função. Porém, julgo que quando se muda de estação televisiva – talvez aqui com uma força especial – fica claro que é mesmo o dinheiro que está na origem de tudo, esquecendo-se a ponderação de outras razões, especialmente as de respeito pelos espectadores.

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Uma cena do princípio do século XX. Uma boa alternativa à televisão da atualidade.

 

A televisão, para mim, vai pouco além do espaço noticioso. Parafraseando Jorge Sampaio, o nosso ex-presidente da República (um presidente bom e de grande seriedade), que dizia “haver mais vida para além da crise”, também eu acho que há mais vida para além do pequeno ecrã. Mas, fugidiamente, vou-me apercebendo de quem por lá anda, o que faz e como se transmuta, perante a sedução remuneratória.

Os canais de televisão sobrevivem na base das audiências. Por isso, quem prender o grosso dos espectadores terá mais possibilidades de apresentar melhores resultados financeiros e solidificar a sua presença no mercado. E para ter audiências tudo se faz, tudo se alicia e de tudo se deita mão. E aqui é que a “porca torce o rabo”. Como, para mal da cultura, não somos um povo exigente e nos damos bem com a banalidade, é por aí que as televisões caminham. Nem mesmo a oficial RTP, que vive em parte dos nossos impostos, corta radicalmente com esta prática.

O folhetim Cristina Ferreira, a vestir a pele do macaco em cada dia, é simplesmente deplorável, já que, em meu entender, se trata de manipulação e aproveitamento de massas a um nível que só pode merecer repulsa. As suas trivialidades, estridência e exibicionismo, incompreensivelmente, granjearam-lhe audiências que ela vende como negócio de feira. “Hoje e amanhã, quem melhor me pagar, é que me leva, porque eu também levo os meus espectadores”, pensará. E os pobres lá vão atrás dela.

Mas não me admira que o povo assim se comporte, porque, particularmente, até os nossos políticos lhe fazem pela vida, inclusive Jerónimo de Sousa, que, na sua bondade, lá foi ao seu programa expor um pouco da sua vida privada. Mas, já antes, logo no primeiro dia na SIC, o beijoqueiro do nosso Presidente da República lhe tinha telefonado, para lhe fazer um miminho, como tinha prometido em resposta às muitas solicitações dela. E o nosso Primeiro-Ministro, coitado, até lá foi mostrar dotes culinários. Mas, Jerónimo, os fretes são para quem são e em política não vale tudo. Neste país de crédulos, também à boleia dos políticos e do seu eleitoralismo é a que a Cristina ganha milhões.

goncalofagundes@gmail.com

PINTOR JOSÉ DE BRITO NASCEU EM SANTA MARTA DE PORTUZELO

José de Brito foi um pintor português que nasceu em Santa Marta de Portuzelo (Viana do Castelo), a 18/2/1855. Em 1873, vai estudar na Academia Portuense de Belas Artes onde tem por professores Tadeu de Almeida Furtado, João Correia e Soares dos Reis.

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Em 1885, obtém uma bolsa régia, concedida por D. Fernando II, que lhe permite partir para Paris, para estudar na Academia Julien, com Boulanger, Lefébre, Laurens e Benjamin Constant.

Em 1896 regressa a Portugal onde inicia a sua atividade docente na Academia Portuense de Belas Artes.

Entre as suas obras destacam-se, "O Batismo de Cristo" para a Igreja da Trindade, "Retrato de Júlio António de Amorim Lima" para o Hospital de São Marcos (Braga) e a pintura do teto do Teatro Nacional S. João.

Fonte: Arquivo Municipal do Porto

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O pintor no seu atelier

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A matança do porco. Óleo sobre tela

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Mártir do fanatismo. Óleo sobre tela

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Painel da Igreja da Trindade: Baptismo de Cristo. Óleo sobre tela

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Retrato de mulher

QUEM É SÉRGIO MOREIRA, O FOTÓGRAFO VIANENSE QUE ATRAVÉS DA SUA OBJECTIVA REGISTA A BELEZA E AS TRADIÇÕES DAS GENTES MINHOTAS?

Sérgio Moreira nasceu em 1970 em França, mas reside em Santa Marta de Portuzelo desde a Infância.

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É Funcionário da Câmara Municipal de Viana do Castelo.

Frequentou cursos de formação profissional na área da fotografia e da imagem em diferentes instituições, de entre as quais o Instituto Português de Fotografia no Porto (IPF), ETAP – Viana do Castelo e Academia Olhares - Porto. É membro da Associação Portuguesa dos Profissionais de Imagem.

Participou em exposições nacionais e internacionais: “Sixth Expo ART IAPAJ” Oizumi Bunkamura (Japão, 2014/ Funchal, Portugal 2014); “Granada International At Fair” (Granada, Espanha 2015); “Word Black ¶ White” (Setúbal 2015/ Aveiro 2015); “X Rocnik Veletrhu Fotografie 25 (Praga, 2017); “United Photo Press | 26 Years of UPP Creative Artists” (Munique 2019).

Sérgio Moreira partilha o seu gosto pela fotografia com Sílvia Moreira, sua esposa. Professora e mestre em Estudos da Criança pela Universidade do Minho, Sílvia especializou-se na pós-produção fotográfica, edição e tratamento digital de imagem. Em simbiose, o casal tem abraçado diversos desafios tais como a realização de diversos

cartazes de festas e romarias de entre os quais: Festas de Perre (2013), Romaria de Santa Marta de Portuzelo (2013, 2015, 2016, 2017 e 2018); Festas de S. Pedro e S. Paulo de Serreleis (2016, 2017, 2018 e 2019); Festas da Sra. do Amparo – Cardielos (2019), FolkLoures 2020, bem como da grandiosa Romaria de Nossa Senhora D’Agonia 2015 de Viana do Castelo.

Apreciadores da cultura popular, têm igualmente difundido com as suas imagens a beleza da mulher e do traje e costumes minhotos através da página “Imagens da minha terra” e “Beleza e tradição”.

Apreciam e registam a beleza do mundo e das suas gentes, mas é no retrato que encontram a profundidade e a eloquência dos olhares que os fascinam.

Fotos: Sérgio Moreira & Sílvia Moreira

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HAVERÁ NO MUNDO MULHER MAIS BELA DO QUE A MINHOTA?

A beleza da mulher minhota em geral e da vianesa em particular, envergando os seus trajes tradicionais, constitui uma das razões do grande esplendor da Romaria da Senhora d’Agonia que todos os anos atrai a Viana do Castelo milhares de visitantes.

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Tal como disse o escritor vianense Cláudio Basto que, “Á luz da sciência não há, pois, um tipo de mulher minhota, – e  não o há comàticamente, como o não há nas maneiras, na cultura, nem sequer no vestuário…

Desde a castreja rude, com a sua escura saia de fuloado, o seu singuidalho, a sua capela na cabeça e as suas chancas de pau atadas aos pés por correias, até à afifana, branca e bonita, esbelta e flexuosa, perfeitamente senhoril no seu vistoso traje aldeão e na sua breve chinelinha, há um sem-número de tipos femininos.

Mas se, em tais condições, não podemos conseguir um tipo, podemos criá-lo psicologicamente, à custa do interior, do íntimo das mulheres minhotas: pela sua actividade intensa e tenaz, pela sua resistência a fadigas sem conto, pela sua alegria tantas vezes ruidosa, – pelo seu trabalho contente, enfim.

Se o verde é a cor característica da terra minhota, o trabalho – o trabalho contente – é a qualidade característica da mulher do Minho.

(Vamos supondo que realmente existe um Minho…)

No perfil da minhota, ainda podereis achar típico o seu amor ao “ouro” – com que se enfeita exuberantemente e onde entesoura os seus capitais, o seu dote de noiva, as suas economias de esposa e mãe – o seu apego aos arraiais, onde namora, canta e baila por tempo esquecido; a sua predilecção por cores vivas, “berrantes”, com que, sobretudo no concelho de Viana, garridamente se veste – mas o que na Mulher minhota achareis acima de tudo, como verdadeiramente típico, é o seu amor ao trabalho, que executa satisfeita, alegre.”

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Também o grande escritor Ramalho Ortigão não se pouco em elogios em relação à mulher vianense, quando escreveu n’As Farpas o seguinte: “A aldeã do distrito de Viana é, por via de regra, tecedeira. É preciso não se confundir o que no Minho se chama tecedeira com o que geralmente se entende por teceloa. A tecedeira de Viana não se emprega numa fábrica nem tem propriamente uma oficina. Sabe simplesmente tecer como a menina de Lisboa sabe fazer crochet; e junto da janela engrinaldada por um pé de videira o seu pequenino tear caseiro, como o da casta Penépole, tem o aspecto decorativo de um puro atributo familiar, como um cavalete de pintura ou um órgão de pedais no recanto de um salão. A tecedeira trabalha mais para si do que para os outros nesse velho tear herdado e transmitido de geração em geração, e não tece servilmente e automaticamente, como nas fábricas, sobre um padrão imposto pelo mestre da oficina, mas livremente, como artista, ao solto capricho da sua fantasia e do seu gosto, combinando as cores segundo os retalhos da lã de que dispõe, contrastando os tons e variando os desenhos ao seu arbítrio. Tecer em tais condições é educar a vista e o gosto para a selecção das formas num exercício infinitamente mais útil que o de todas as prendas de mãos com que nos colégios se atrofia a inteligência e se perverte a imaginação das meninas de estimação, ensinando-lhes ao mesmo tempo como se abastarda o trabalho e como se desonra a arte.

(…) O marido minhoto, por mais boçal e mais grosseiro que seja, tem pela mulher assim produtiva um respeito de subalterno para superior, e não a explora tão rudemente aqui como em outras regiões onde a fêmea do campónio se embrutece de espírito e proporcionalmente se desforma de corpo acompanhando o homem na lavra, na sacha e na escava, acarretando o estrume, rachando a lenha, matando o porco, pegando à soga dos bois ou à rabiça do arado, e fazendo zoar o mangual nas eiras, sob o sol a pino, à malha ciclópica da espiga zaburra.”

Ainda, em relação ao tradicional uso do ouro, regressemos às palavras de Cláudio Basto: No perfil da minhota, ainda podereis achar típico o seu amor ao “ouro” – com que se enfeita exuberantemente e onde entesoura os seus capitais, o seu dote de noiva, as suas economias de esposa e mãe – o seu apego aos arraiais, onde namora, canta e baila por tempo esquecido; a sua predilecção por cores vivas, “berrantes”, com que, sobretudo no concelho de Viana, garridamente se veste – mas o que na Mulher minhota achareis acima de tudo, como verdadeiramente típico, é o seu amor ao trabalho, que executa satisfeita, alegre.”

Fotos: José Carlos R. Vieira20842288_10214525623360877_6984097794943641944_n.jpg

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MATER: A EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA PARA VER E SENTIR A ROMARIA DE NOSSA SENHORA D’AGONIA

Exposição fotográfica “Mater” inaugura dia 1 de agosto no Estação Viana Shopping

Pela primeira vez em 248 anos, a festa de Nossa Senhora d’Agonia, que leva anualmente milhares de pessoas a Viana do Castelo, não se vai festejar nas ruas. Nesta edição, cujo lema é "Sentir as festas d'Agonia" e em que a festa será celebrada em formato digital, também o Estação Viana Shopping reforça este convite e apelo para se sentir as festas no coração.

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Assim, de 1 a 31 de Agosto, o Estação Viana Shopping acolhe a exposição fotográfica Mater, do fotógrafo e designer vianense Rui Carvalho, que nasce no âmbito desta edição muito especial da Romaria mas também no âmbito do seu projeto Pulsar Viana – programa cultural do Estação Viana Shopping que desafia os artistas da região do Minho a usar o Centro Comercial enquanto palco.

Mater, que significa “mãe” e nos remete para a “mãe que cuida”, ou seja, para a Nossa Senhora d’Agonia, é uma homenagem e reconhecimento do fotógrafo aqueles a quem devemos a preservação desta tradição, geração após geração. Foi em 1772, com os homens do mar vindos da Galiza e de todo o litoral português, que nasceu a rainha das romarias, que ainda hoje é repetida, anualmente, na semana do dia 20 de agosto, feriado municipal. A Romaria nasceu da fé e devoção dos pescadores de Viana do Castelo à sua padroeira e “Não é só a devoção que as gentes da Ribeira de Viana do Castelo têm pela Senhora d’Agonia, é mais do que isso! É um carinho como de um filho que cuida da sua mãe, um respeito e uma devoção que se transformam em força e garra nos momentos mais difíceis”, afirma Rui Carvalho, o autor.

Estação Viana Shopping marca assim a Romaria de Nossa Senhora d’Agonia que é uma festa única no panorama nacional e cuja identidade cultural e religiosa é inconfundível. A exposição destina-se a todos vianeses e a todos os que pretendem visitar a cidade durante o próximo mês de agosto, a propósito da Romaria e conta com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo e da VianaFestas.

De 1 a 31 de agosto os visitantes do Centro vão assim poder encontrar uma mostra de cerca de 30 imagens, com dimensão 3x2 metros, em vários locais do Centro como Praça Central, Piso 1 e Piso 2 e em diversos formatos, numa exposição que pretende impactar não só pela sensibilidade e dimensão das imagens mas também pela variedade de formatos pensados para o espaço do Centro.

O Pulsar Viana é um projeto que visa aproximar a comunidade local, oferecendo aos visitantes do Estação Viana Shopping uma oportunidade única para descobrir mais sobre as regiões de Viana do Castelo e do Minho. Ao abraçar esta iniciativa, o Centro pretende tornar-se no ponto de encontro da arte, cultura e tradição.

O Estação Viana Shopping convida assim todos os seus visitantes a conhecer a Exposição Mater, de 1 a 31 de agosto, numa verdadeira celebração e homenagem à Romaria de Nossa Senhora d’Agonia cuja inauguração acontece no próximo dia 1 de agosto, pelas 17h na Praça Central do Centro.

Rui Carvalho nasceu em 1976, em Viana do Castelo, representando a terceira geração de fotógrafos na família, seguindo os passos do avô e do pai. Licenciado em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, há 25 anos que está ligado à fotografia.Através do seu olhar pela objetiva, procura expressar a cultura, as tradições e, acima de tudo, os sentimentos e a vivência do povo. Em 1993 iniciou uma colaboração ininterrupta com a Comissão de Festas de Senhora d’ Agonia, em várias áreas de conceção, design, imagem e comunicação. É também responsável, desde 2015, pelo registo fotográfico da Romaria d’Agonia para a Comissão de Festas

Inaugurado em 2003, o Estação Viana Shopping é a superfície comercial de referência na cidade de Viana do Castelo e na região Minho litoral. Com 92 lojas, distribuídas por três pisos, tem cerca de 19.182 m2 de Área Bruta Locável (ABL). A arquitetura do Centro é única, com a linha do comboio a atravessá-lo. A par com as lojas de roupa, acessórios, sapatarias, decoração, telecomunicações e serviços os visitantes podem usufruir da zona de restauração e dos mais de 600 lugares de estacionamento. O Estação Viana Shopping oferece ainda aos visitantes uma esplanada panorâmica e o vianamini, um espaço infantil gratuito, inspirado na temática dos comboios e destinado a crianças entre os 2 e os 9 anos de idade. A par da experiência única de compras e de lazer que oferece aos seus clientes, o Estação Viana Shopping assume a responsabilidade de dar um contributo positivo para um mundo mais sustentável, trabalhando ativamente para um desempenho excecional nas áreas ambiental e social. Todas as iniciativas e novidades sobre o Centro podem ser consultadas no site www.estacaoviana.pt e na página de Facebook disponível em www.facebook.com/estacao.viana

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REVISTA “TimeOut” DÁ A CONHECER AS MELHORES PRAIAS DO MINHO

Agora que o Verão chegou, fizemos-lhe uma lista com as melhores praias do Minho para que possa aproveitar esta época balnear ao máximo.

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PRAIA DE MOLEDO

Areais de perder de vista, bares com bons comes e bebes, muitas ondas e muito vento, claro, um bom aliado para quem pratica windsurf, por exemplo. Agora que o Verão está instalado, fizemos-lhe uma compilação das melhores praias do Minho para que possa aproveitar esta época balnear ao máximo. Damos-lhe sugestões do que ver e fazer nas redondezas, o que comer nos restaurantes e como chegar aos sítios sem dramas ou complicações. Pegue na toalha, no protector solar e nesta lista, e faça-se à estrada. Boas férias.

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PRAIA DE VILA PRAIA DE ÂNCORA

O rio Âncora cruza-se com o mar e pode atravessá-lo sobre um passadiço que liga duas praias. A parte norte forma uma espécie de piscina, perfeita para crianças. A parte sul é mais tranquila, com dunas e passadiços. Aqui o vento também não o obriga a dizer adeus aos banhos de sol, já que o paredão funciona como uma espécie de abrigo.

COMO CHEGAR: A A28 leva-o até à praia em 25 minutos a partir de Viana.

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PRAIA DO FORTE DO CÃO

Fica em Gelfa, a poucos minutos de Vila Praia de Âncora, e é uma alternativa das boas para fugir às praias mais populosas. A água é convidativa à prática de desportos como o surf e o windsurf. Fica à beira do forte com o mesmo nome, ladeada por rochas e vários elementos naturais, entre os quais a Mata da Gelfa. É, também por isso, uma praia mais selvagem, eleita por quem gosta de fazer caminhadas.

COMO CHEGAR: A partir de Viana do Castelo siga pela N13 sentido sul-norte para a Rua da Gelfa. A viagem dura 22 minutos, com o mar como fundo.

JÁ QUE AQUI ESTÁ: Passe na Casa dos Caracóis, em Vila Praia de Âncora, e prove os caracóis à pescador, com refogado de pimento vermelho e cebola, fritos em azeite e alho ou grelhados na chapa.

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PRAIA DE AFIFE

Um verdadeiro postal, com areias brancas rodeadas de campos de milho e um mar frio adorado por praticantes de surf, bodyboard e stand up paddle. Ao fim-de-semana e na época balnear é complicado estacionar. Tem bandeira azul desde 1987, o que reforçou a fama de ser uma das praias mais limpas do norte. Do que é que está à espera para pegar no fato de banho e na toalha e fazer-se à estrada?

COMO CHEGAR: A partir de Viana do Castelo, siga pela N13 no sentido sul-norte. Até chegar à praia é uma viagem de cerca de 20 minutos.

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PRAIA DO CABEDELO

O vento ajuda a que desportos náuticos como o windsurf e o kitesurf sejam o ponto alto desta praia. Mas também vale a pena estender a toalha na areia, principalmente de manhã, altura mais favorável aos banhos de sol. De tarde, aproveite para caminhar pelo areal ou pelos passadiços que se estendem para sul.

COMO CHEGAR: A partir de Viana do Castelo, apanhe a N13 até encontrar a Avenida do Cabedelo. São apenas 5 km até avistar o mar.

JÁ QUE AQUI ESTÁ: Instale-se no FeelViana Hotel. São quatro estrelas de conforto a poucos passos da praia. O spa, a piscina interior e a sala de yoga contribuem para uma estadia mais zen.

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PRAIA DO RODANHO

Não são muitos os banhistas que por lá param, talvez porque esta praia está escondida atrás de um denso arvoredo que não denuncia a costa. Para se chegar ao areal é preciso atravessar um passadiço que cruza as dunas. Depois, é tudo seu. São cerca de 2 km de areia fina, banhada por um mar com adeptos de bodyboard e stand up paddle em acção. Curiosidade: esta praia tem uma das dunas de maior altitude do Norte de Portugal.

COMO CHEGAR: Pela EN13. Deve sair numa estrada não sinalizada entre a Praia do Cabedelo e a Praia da Amorosa.

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PRAIA DE OFIR

Fica mais ou menos a uma hora do Porto e é bastante concorrida, apesar de o areal ter vindo a diminuir ao longo dos anos. Há bares de praia para beber uns copos entre mergulhos, barracas para alugar e, como em qualquer praia do Norte, vento. Se preferir uma zona mais calma, caminhe para a esquerda (de quem está de frente para o mar), passe o corredor de rochas e estenda a toalha na zona envolvida pelo pinhal de Ofir.

COMO CHEGAR: A A28 é a melhor estrada para chegar a Ofir.

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PRAIA DE APÚLIA

É um daqueles clássicos que não sai de moda, sobretudo para programas em família. Está muito bem equipada com barracas para alugar, casas de banho, bares e, claro, bandeira azul. Já que está por Esposende, aproveite para conhecer o Parque Natural do Litoral Norte, que se estende ao longo de 16 km de costa entre a foz do rio Neiva e a zona da Apúlia.

COMO CHEGAR: A A28 é a melhor estrada para chegar a Esposende.

Francisca Borges / https://www.timeout.pt/

ROMARIA DE NOSSA SENHORA D’AGONIA EM VIANA DO CASTELO É UMA PARADA DE BELEZA E TRADIÇÃO

Quem nunca teve o privilégio de assistir em Viana do Castelo ao desfile da mordomia da romaria de Nossa Senhora d’Agonia nunca se deleitou com tanta beleza, colorido e tradição a desfilar frente aos seus olhos.

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Quis o Criador que este recanto paradisíaco tivésse o maior esplendor e encanto e, nele, colocou toda a beleza para que nada desmerecesse a sua magnífica obra de arte. Mais ainda, fez aí nascer os melhores fotógrafos – pintores de talento exímio! – para fixar na sua arte toda a infinita beleza e louvar a divina generosidade que faz do Minho o paraíso terreal.

Este ano não poderemos assistir presencialmente ao desfile da mordomia. Por essa razão, aqui deixamos o registo de alguns dos mais lindos rostos da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, fixados pela objectiva da dupla de consagrados fotógrafos santamartenses Sérgio Moreira & Sílvia Moreira.

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