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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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EUROCIDADE VALENÇA-TUI RECEBE FESTIVAL DE ARTES DE RUA

F.I.A.R.-Festival Internacional de Artes de Rua da Eurocidade – 3 Dias 24 Espetáculos de Rua

F.I.A.R. - Festival Internacional de Artes de Rua trás a arte às ruas da Eurocidade Tui Valença, entre 23 e 25 de julho. 24 espetáculos prometem diversão, alegria e muitas performances artísticas pelas ruas de Valença e Tui.

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Artistas de Itália, Espanha, França e Portugal, vão trazer a magia das artes da rua, no próximo fim de semana.

Teatro, dança, malabaristas, palhaços, magia e musica serão algumas das intervenções e performances artísticas programadas para estes três dias.

A arte vai invadir os espaços abertos, conquistar as praças e as ruas e interagir diretamente com os residentes e turistas. Em Valença os palcos serão o Jardim das Amoreiras e o Largo do Governo Militar, na Fortaleza, bem como o Jardim Municipal. Em Tui programam-se os espetáculos para a Praza do Concello, Paseo da Corredoira e Paseo Fluvial. As zonas históricas das duas cidades serão percorridas, ainda, por grupos itinerantes que realizarão as suas intervenções artísticas em movimento.

Esta é uma atividade dedicada às famílias, acessível a todas as faixas etárias.

O acesso aos espetáculos é gratuito, mas implica reserva prévia de bilhetes através dos sites www.tui.galwww.visitvalenca.com.

Todas as atividades terão lotação limitada e seguirão as normas emanadas pela Direção Geral de saúde.

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS ELEVOU EM 1937 O POSTO DE DESPACHO DO CAMINHO DE FERRO DE VALENÇA A SUBDELEGAÇÃO ADUANEIRA

O Ministério das Finanças - Direcção Geral das Alfândegas - 1.ª Repartição - 1.ª Secção, através da Portaria nº. 8743, publicada em Diário do Govêrno n.º 154/1937, Série I de 1937-07-05, elevou à categoria de subdelegação o posto de despacho do caminho de ferro de Valença, que se denominará Subdelegação aduaneira do caminho de ferro de Valença.

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VALENÇA TEM FÉRIAS DIVERTIDAS EM JULHO E AGOSTO

Rio em Família é a iniciativa que vai proporcionar férias divertidas, entre 12 de julho e 6 de agosto, de segunda a sexta-feira, em quatro áreas de lazer do rio Minho. O programa é da Câmara Municipal de Valença.

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No rio os kayaks e em terra as camas elásticas vão proporcionar umas férias verdadeiramente divertidas em entornos naturais fantásticos, para a população em geral, a partir dos 6 anos de idade.

As áreas de lazer da Pesqueira dos Frades, em Ganfei, da Senhora da Cabeça em Cristelo Côvo, da Pesqueira em São Pedro da Torre e na Foz do Manco em Friestas serão o palco do Rio em Família.

As atividades decorrerão entre as 15h00 e as 19h00, são gratuitas e estão abertas a todos os interessados sendo que os menores de idade terão que estar acompanhados por adultos.

Todas as atividades serão acompanhadas e monitorizadas pelos técnicos de desporto do Município de Valença.

Levar a população e turistas e desfrutar das áreas de lazer do entorno do rio Minho, descobrindo a riqueza paisagística e de biodiversidade destes espaços e proporcionar momentos de saudável convívio em família é o objetivo deste programa.

CONCURSO “FAR PLAY” A APROXIMAR AS PESSOAS DAS FORTALEZAS ABALUARTADAS DA RAIA DE FORMA CRIATIVA

Os municípios de Almeida, Elvas, Marvão e Valença reunidos no Projeto Rota das Fortalezas Abaluartadas da Raia em breve a inaugurar, lançam um inovador Concurso de aproximação das populações a este Património Cultural único da Raia Luso-espanhola. Trata-se do Concurso “FAR PLAY” que procura promover uma participação ativa, pedagógica e enriquecedora em torno deste Património através de diferentes manifestações artísticas: Urban Sketching, Fotografia, Artes Performativas, Criação Literária, Instalação Artística e Práticas Gastronómicas.

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O FAR PLAY é um Concurso aberto a todas as faixas etárias, talentos artísticos ou graus de experiência em projetos similares, podendo-se participar individualmente ou em grupo até 4 elementos.

O Concurso procura fortalecer o espírito crítico, a criatividade e o sentimento de pertença face a um património comum. Todos os concorrentes terão ajuda de especialistas e artistas nacionais com a concretização de 6 Masterclasses online e gratuitas relativas às 6 áreas artísticas a concurso, contando com André Letria da “Pato Lógico”, Pedro Neves da “Red Desert”, Bernardo Gramaxo da “The Takes”, Ricardo Garcia da “Ondamarela” ou, ainda, a escultora Maria Leal da Costa e o crítico gastronómico Fortunato da Câmara.

Estes especialistas farão igualmente parte do júri composto, ainda, por um representante do Turismo de Portugal e pelo Professor Jorge de Oliveira da Universidade de Évora.

Se a criatividade do Concurso e as Masterclasses já surgem como razões suficientes para gerar o interesse de tantos, os prémios são igualmente tentadores: 1 “Passe Rota das Fortalezas Abaluartadas da Raia” contemplando a estadia de 1 noite em 1 dos 4 municípios integrantes da Rota, com Visita Guiada à respectiva Fortaleza (por cada desafio a concurso); 1 Vale presente no valor de 50€ a utilizar em materiais ou experiências artísticas à escolha em loja FNAC, BERTRAND, PAPELARIA FERNANDES ou MIMO COOK (por cada desafio a concurso em cada município.

As inscrições para participar no Concurso FAR PLAY estão abertas e os trabalhos poderão ser entregues até 15 de setembro de 2021. Para mais informações sobre os desafios e inscrições, basta aceder ao site www.farplay.pt

No contexto “Rota das Fortalezas Abaluartadas da Raia”, a Raia Luso-espanhola é uma faixa da fronteira mais antiga do mundo, de cerca de 1316 km, e uma das mais fortificadas da Europa, com particularidades históricas e culturais únicas.

As populações raianas são herdeiras de uma continuidade demográfica construída em resposta ao problema da guerra do século XVII, assente na utilização do urbanismo civil para garantir a consistência e a continuidade do sistema defensivo, materializado nas várias fortificações que podemos encontrar ao longo da fronteira.

O sistema de defesa criado durante a guerra que opôs Portugal a Espanha (1640-1668) integra cerca de uma centena de fortificações do lado português. Nessa paisagem, para além da cidade de Elvas, reconhecida pela UNESCO como Património Mundial em 2012, destacam-se, pela excecional demonstração de autenticidade e estado de conservação, a Praça-forte de Almeida, a Fortaleza de Marvão e a Fortaleza de Valença.

Este sistema de defesa permitiu a Portugal, em 1668, reconquistar a soberania plena do Estado nos exatos limites espaciais do Tratado de Alcañices (1297) – não somente o tratado de fronteira mais antigo do mundo mas, também, o tratado na sequência do qual os reinos ibéricos firmaram uma Raia.

A Raia, espaço de conflitos bélicos, foi sobretudo um espaço de partilha e de convivência ao longo dos tempos.

Construídas na conjuntura política e militar da Guerra da Restauração (1640-1668), as fortalezas deste sistema destinaram-se tanto a proteger as comunidades raianas, como a defender e a afirmar a independência de Portugal ao longo da sua História.

Hoje, mais do que elementos evocadores de conflitos passados, estas fortificações constituem testemunhos de Paz e ligações linguísticas, económicas e culturais que unem os povos dos dois lados da fronteira.

A criação da Rota das Fortalezas Abaluartadas da Raia visa valorizar e dar a conhecer este património de excecional valor, um património que reflete alguns dos episódios mais marcantes da História nacional, que deixa transparecer a perícia técnica dos seus exímios construtores e a História de um povo sempre pronto a defender o seu território e a lutar pela Paz.

Para além da constituição da Rota que permitirá a descoberta deste Património de forma qualificada, e tendo presente o valor excecional deste património, os municípios de Valença, Almeida, Marvão e Elvas uniram-se com o intuito de preservar e restaurar os bens e assegurar a sua efetiva proteção no presente e no futuro; promover a participação informada de todas as partes interessadas, especialmente dos utilizadores diretos dos Bens, através de processos ativos de consulta pública e de ações orientadas para a sua proteção, valorização e promoção; proporcionar a fruição qualificada dos Bens, contribuindo para a excelência da experiência turística em Almeida, Elvas, Marvão e Valença; estimular a criação e desenvolvimento de indústrias criativas baseadas na excelência do valor patrimonial dos Bens e das suas envolventes; reforçar o papel das Fortalezas Abaluartadas da Raia como marcos arquitetónicos que permitem interpretar os múltiplos significados das históricas relações estabelecidas entre os dois lados da fronteira entre Portugal e Espanha.

VALENÇA REFORÇA OFERTA HOTELEIRA

Aumento de 39,2% em 2 Anos

A oferta hoteleira de Valença está nas 71 unidades de alojamento. Face a 2019 verifica-se um aumento de 39,2%, fruto sobretudo das novas unidades de alojamento local.

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A dinâmica crescente dos Caminhos de Santiago, o turismo patrimonial e comercial focado na Fortaleza, o de natureza na Ecopista do Rio Minho e o gastronómico, numa restauração emblemática atrai cada vez mais turistas. Fatores que tem motivado a confiança dos empresários em investir no setor do turismo no concelho.

Para o Presidente da Câmara, Manuel Lopes, “Os empresários do turismo investem em Valença confiantes nas elevadas potencialidades de um setor que é estratégico para o concelho. A Fortaleza de Valença é dos monumentos que mais turistas recebe a diário em Portugal, em média 10 mil, e estamos confiantes e com muita esperança na recuperação pós pandemia”.

Unidades Por Todo o Concelho

Valença tem 71 unidades de alojamento distribuídas por todo o concelho, com mais significado na cidade e nas freguesias atravessadas pelo Caminho de Santiago (Central e da Costa). Pelo concelho encontramos 26 unidades em Valença, 9 em Cerdal, 7 em Fontoura, 6 em São Pedro da Torre, 6 em Ganfei, 3 em Cristelo Côvo, 3 em Gandra, 3 em Gondomil, 2 na Silva, 2 em Friestas, 2 em Arão, 1 em Taião e 1 em São Julião. A oferta pode ser consultada no site www.visitvalenca.com.

Espera-se para breve a abertura de novas unidades que se encontram, de momento, em fase final do processo de licenciamento.

Registo Obrigatório dos Alojamentos Locais

As unidades de Alojamento Local, para poderem operar, tem obrigatoriamente de ter um número de registo. O registo deverá ser formalizado nos Serviços Técnicos de Obras, do Município de Valença, na Rua Mouzinho de Albuquerque, ou através do e-mail: sop@cm-valenca.pt ou telefone 251 809 513.

ESTE VERÃO, OS FINS DE TARDE ACONTECEM AO AR LIVRE, NA COMPANHIA DAS COMÉDIAS DO MINHO.

As Comédias do Minho estreiam o espetáculo de teatro FIM DE TARDE, no dia 1 de julho. A criação de Leonor Barata marca o regresso da companhia minhota ao formato presencial. Ao longo de um mês, a peça vai percorrer os concelhos de Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira, Melgaço, Valença e Monção.

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O regresso aos palcos faz-se ao ar livre e em horário de fim de tarde. Acomodar a segurança dos espectadores e a eventualidade de novo recolher obrigatório fez parte das premissas de criação. Os espectadores podem contar com um espetáculo que, com humor, coloca em cena algumas questões sobre a forma como contamos histórias e, com elas, nos construímos

Leonor Barata é uma criadora que desenvolve o seu trabalho na fronteira entre o teatro e a dança. O universo clássico está, muitas vezes, presente nas suas criações. Em FIM DE TARDE, parte da premissa de que “antes dos gregos não havia nada” para, de uma forma lúdica, explorar questões sobre a repetição das narrativas ao longo dos séculos. Será que há uma ‘grande narrativa’ que se reproduz em todas as pequenas narrativas ao longo do tempo? A pergunta traz consigo as possibilidades do “E se?”. Os três atores em cena ensaiam novos ângulos e desfechos para histórias que todos conhecem e para as suas múltiplas personagens. Será que somos nós que construímos a nossa narrativa ou é a ‘grande narrativa’ que nos constrói? Que sentido damos ao que vivemos através da forma como contamos a(s) nossa(s) história(s)?

Passado mais de um ano desde o início da pandemia de COVID-19, importa questionar de que forma a circularidade dos discursos influencia o olhar de cada um sobre si e sobre a sociedade. Depois de um ano e meio sem espetáculos presenciais, as Comédias do Minho ensaiam possibilidades para o fazer dentro dos limites de segurança, para que o teatro continue a ser uma realidade nas aldeias do Vale do Minho.

Envio em anexo duas fotografias da fase de ensaios (©Sara Barros), o dossier de imprensa com informações adicionais e alguns materiais gráficos. Não hesite em contactar-me, caso necessite de mais informações.

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GOVERNO REQUISITOU EM 1941 O MILHO AOS PRODUTORES

O Ministério da Economia - Gabinete do Ministro, através da Portaria nº. 9958, publicada em Diário do Govêrno n.º 289/1941, Série I de 12 de Dezembro de 1941, determinou que se considerassem requisitadas as quantidades de milho existentes na posse dos produtores dos concelhos de Caminha, Vila Nova da Cerveira, Valença do Minho, Monção, Melgaço, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Terras do Bouro, Montalegre e Chaves.

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PARTIDO “CHEGA” APRESENTOU CANDIDATOS AUTÁRQUICOS AOS CONCELHO DO DISTRITO DE VIANA DO CASTELO

O Partido “CHEGA” apresentou no passado dia 15 de Junho, os seus cabeças-de-lista às câmaras municipais e assembleias municipais dos concelhos do Distrito de Viana do Castelo. A iniciativa teve lugar no Restaurante Camelo, em Santa Marta de Portuzelo, e contou com a presença do Dr. André Ventura.

Os candidatos são os seguintes:

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Autarquia de Viana do Castelo

Câmara Municipal – Cristina Miranda

Assembleia Municipal – Manuel Moreira

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Autarquia de Ponte de Lima

Câmara Municipal – Gonçalo Abreu Lima

Assembleia Municipal – Tristão Bacelar Malheiro

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Autarquia de Caminha

Câmara Municipal – Carlos Gomes-Pinto

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Autarquia de Monção

Câmara de Monção - Artur Dias Trindade

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VALENÇA RECUPERA PATRIMÓNIO DOS CAMINHOS DE SANTIAGO

O Senhor dos Caminhos, em Fontoura, um dos principais símbolos do Caminho Português para Santiago, foi objeto de uma intervenção.

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O nicho, com o Cruzeiro do Senhor dos Caminhos, foi protegido com películas anti raios UV e com um novo sistema de iluminação leds. Nova sinalética interpretativa explicativa do traçado e da importância deste cruzeiro foi, também, ser colocada no local.

Está prevista, também, a produção de um desdobrável multilingue.

A intervenção decorreu no âmbito do Plano de Ação Piloto dos Caminhos de Santiago do Alto Minho, através da Pilot Action do projeto CultRing, financiado pelo programa INTERREG Europe.

Esta intervenção pretende dignificar um espaço memória para os peregrinos que já tinha sido objeto de uma grande obra em 2006, a cargo da Deutsche St. Jakobus - Gesellschaft (Sociedade Alemã do Apóstolo Santiago). Por essa época recuperou-se o cruzeiro / retábulo do Nosso Senhor dos Caminhos e criou-se a atual estrutura de proteção.

Valença Cidade dos Caminhos para Santiago

Valença é o ponto de confluência do Caminho Português Central (bem como do Caminho das Torres que coincidem no mesmo traçado), bem como do Caminho Português da Costa.

GOVERNO DEFINIU EM 1969 OS LIMITES ENTRE FREGUESIAS DE PAREDES DE COURA, VALENÇA E MONÇÃO

O Ministério do Interior - Direcção-Geral de Administração Política e Civil, através do Decreto nº. 48906, publicado em Diário do Governo n.º 60/1969, Série I de 12 de Março de 1969, definiu os limites entre as freguesias de Porreiras e Insalde, do concelho de Paredes de Coura, e as de Boivão, do concelho de Valença, e Pias, do concelho de Monção.

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VALENÇA E VILA NOVA DE CERVEIRA: GOVERNO FIXOU LIMITES ENTRE AS FREGUESIAS DE VILA MEÃ E S. PEDRO DA TORRE EM 1951

O Ministério do Interior - Direcção-Geral de Administração Política e Civil, através do Decrecto nº. 38198 de 10 de Março de 1951, publicado em Diário do Governo n.º 48/1951, Série I de 10 de Março de 1951, fixou o limite comum, na parte em dúvida, das freguesias de Vila Meã e S. Pedro da Torre, respectivamente dos concelhos de Vila Nova de Cerveira e de Valença.

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FALECEU O MELGACENSE ALBERTO PEREIRA DE CASTRO – FOI PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE VALENÇA.

Município de Valença decretrou luto municipal

O Município de Valença decretou um dia de luto municipal pela morte do antigo presidente da Câmara Major Alberto Pereira de Castro que, apurou a Rádio Vale do Minho, irá cumprir-se esta quarta-feira.

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Conforme noticiou a Rádio Vale do Minho, morreu esta terça-feira, aos 80 anos de idade, o Major Alberto Magno Pereira de Castro, antigo presidente da Câmara Municipal de Valença e antigo colaborador da Rádio Vale do Minho.

Alberto Castro nasceu em Melgaço em 16 de Agosto de 1940.Em 1966, cumprido o serviço militar obrigatório, com uma Comissão em Angola, ingressou na Guarda Nacional Republicana, tendo sido transferido para Valença em Novembro do mesmo ano com destino ao Comando da Secção, onde permaneceu até 1986.

Em Dezembro deste ano, assume o Comando interino da Companhia de Viana do Castelo, optando pela continuação nesta Unidade, como Adjunto do Comando e depois como Comandante da Companhia até 1992, data em que, terminando o Curso de Promoção a Oficial Superior da GNR no Instituto de Altos Estudos Militares, é colocado em Lisboa.

Por motivos de ordem familiar, passa à situação de Reserva, fixando-se definitivamente em Valença. No ano seguinte concorre nas Eleições Autárquicas, como Independente pelo PSD, à Presidência da Câmara local tendo sido eleito, cumprindo o mandato de 1993-1997.

Já na situação de Reforma exerceu o cargo de Presidente da Direção e do Conselho Fiscal da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Alto Minho e de Presidente do Conselho Fiscal da Santa Casa de Misericórdia de Valença.

Foi Presidente daAssociação de Valença do Minho dos Amigos do Caminho Português de Santiago, de que foi co-fundador em 1995, no final do estudo, com outras individualidades, desta via de peregrinação a Compostela.

Até ao momento, desconhece-se ainda a data e local onde irão decorrer as cerimónias fúnebres.

Fonte: https://www.radiovaledominho.com/

MINHOTOS JÁ VÊEM A LUZ AO FUNDO DO TÚNEL... PARA A GALIZA!

Fronteiras Portugal/Espanha: A luz ao fundo do túnel

O Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) do Rio Minho pretende apresentar, em breve, um plano próprio de reativação económica para a fronteira do Rio Minho com recurso a fundos europeus. Com o objetivo de amenizar os prejuízos causados pelo encerramento de fronteira, a entidade transfronteiriça aguarda ainda que os governos de Portugal e de Espanha revelem sensibilidade para com as preocupações sentidas pelas populações raianas, e efetivem medidas reais.

Com o anúncio do Governo de Portugal de abertura das fronteiras terrestres com Espanha já a partir deste sábado 1 de maio, aguardando-se a mesma medida brevemente do lado espanhol, a prioridade é já “o dia depois de amanhã”. “O mal está feito, agora é urgente atenuar os efeitos”, afirma o diretor do AECT Rio Minho e Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira. “Nos últimos 13 meses, a dinâmica socioeconómica transfronteiriça do Alto Minho e da Galiza apenas viveu em comum seis meses. Foi criado um deserto que afetou trabalhadores e empresas, pelo que é tempo de concretizar uma necessária e efetiva união de esforços para reativar esta vivência”, sublinha Fernando Nogueira, acrescentando: “Este é o momento para os Governos de Portugal e de Espanha, mostrarem que a última Cimeira Ibérica da Guarda não passou de um efémero marketing político”.

Aos prejuízos calculados por estimativa do primeiro confinamento (92ME), a pandemia Covid-19 veio adensar “a inquestionável relação umbilical existente nas regiões transfronteiriças, em particular do Alto Minho e da Galiza, e colocar a descoberto alguns pontos sensíveis”. Para o diretor do AECT Rio Minho não restam dúvidas, “os trabalhadores transfronteiriços e as empresas foram lesadas, e tem de haver compensações financeiras, pois é da a responsabilidade direta dos Estados a imputação dos custos extraordinários ao longo destes meses”.

A intenção é recorrer aos fundos europeus através do ‘Next Generation’, programa criado pela União Europeia para reativar economicamente os estados membros perante o contexto da pandemia Covid-19. Não obstante, o AECT Rio Minho considera que, comprovados cientificamente os duplos prejuízos nas zonas de fronteira, o ‘Next Generation’ deve conter medidas concretas para estes territórios excecionais.

Não obstante, e porque em breve vai avançar-se com a execução do Quadro Comunitário 2021-2027, no qual normalmente há medidas para a cooperação transfronteiriça, o AECT Rio minho considera ser necessário ter em linha de atenção o Minho-Miño e incluir contrapartidas específicas, bem como o papel dos estados centrais é reivindicado, de modo a concretizar instrumentos de compensação direta, ajudas económicas, às trabalhadores transfronteiriços que, em média, gastaram entre 200 e 300 euros a mais em combustível e perderam o tempo em filas e circuitos mais longos, durante o encerramento de fronteiras.

Apesar de Portugal ter anunciado a reabertura de fronteiras com Espanha a partir deste sábado, 1 de maio, há ainda algumas condicionantes na circulação, uma vez que Espanha ainda está sob ‘estado de alarma’ até 9 de maio, e a Comunidade Autónoma da Galiza está sujeita a um fecho perimetral, pelo que as saídas e as entradas neste território só são possíveis para motivos considerados na lei (trabalho saúde, educação…). Deste modo, os trabalhadores transfronteiriços deixam de estar sujeitos a um calvário provocado pelas longas filas no único ponto permanente de passagem e de fazer percursos extensos, levando mais tempo e despendendo mais dinheiro.

Por último, o AECT Rio Minho endereça um agradecimento a todas as entidades pelos esforços encetados para que este processo fosse o mais ágil possível, assim como a solidariedade manifestada para com os próximos passos.

VALENÇA INAUGURA REQUALIFICAÇÃO DA ESCOLA MURALHAS DO MINHO

Valença inaugurou a obra de requalificação da Escola Básica e Secundária Muralhas do Minho. O renovado complexo escolar implicou um investimento de 3,79 milhões de euros.

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O ato foi presidido pelo Primeiro Ministro, António Costa e contou com a presença do Presidente da Câmara de Valença, Manuel Lopes, do Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, entre outras autoridades.

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