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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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RECRIAÇÃO HISTÓRICA DAS INVASÕES FRANCESAS APROXIMAM O MINHO E A GALIZA

Valença e Tui Disparam Pela União. Recriação Histórica da 2ª Invasão Francesa

Presidente da Câmara de Valença e o Alcalde de Tui vão disparar o primeiro tiro de canhão, com pólvora seca, da recriação histórico-militar da 2ª invasão francesa, às 14h30, de sábado, 13 de julho. O ato pretende simbolizar as boas relações entre as duas cidades fronteiriças, durante séculos imponentes bastiões militares opostos.

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Valença na Época da 2ª invasão Francesa

A demonstração de peças de artilharia e mosquetes, com pólvora seca, é uma das muitas atividades proporcionadas, ao longo do dia, que inclui, ainda, paradas, acampamento, exercícios e o baile oitocentista, no âmbito da recriação da época da 2ª invasão francesa.

Programa da Recriação Histórica

11H30 - Içar da Bandeira Nacional e Hino, na Praça da República

14H30/17H

- Animação cultural e histórico-militar do acampamento histórico e zonas envolventes;

- Exercícios histórico-militares de infantaria e artilharia;

- Demonstrações de disparos de mosquetes e de peças de artilharia;

- Colocação de rondas e sentinelas e marchas pela muralha;

- Interação com o público, em contexto didático e pedagógico.

17H30/18H30 - Baile Popular Oitocentista, na Praça da República

19H - Arrear da Bandeira e Hino Nacional, na Praça da República

Esta é uma oportunidade para reviver o espírito, os principais momentos da invasão e os oito dias da ocupação de Valença, a pressão militar, a vida da Praça ocupada e a defesa inteligente do governador, Custódio César de Faria.

A iniciativa é do Município de Valença e Grupo de Recriação Histórica do Município de Almeida e integra-se na candidatura da Fortaleza de Valença a património mundial junto da UNESCO.

VALENÇA BATE RECORDE DE PEREGRINOS

Valença Bate Recorde de Peregrinos de Janeiro a Junho. 32 mil passam na Eurocidade Tui Valença

Nos primeiros seis meses do ano foram 32 021 peregrinos a percorrer o traçado do Caminho Português para Santiago de Compostela, por Valença e Tui, mais 4 054 (12,5%) do que no período homologo de 2018, segundo dados da Oficina do Peregrino.

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Mais 4 Mil Peregrinos

Foram mais 4 mil os peregrinos que escolheram a Eurocidade Tui Valença para passar e ou começar a sua peregrinação para Santiago de Compostela, relativamente a 2018, no primeiro semestre. Estes números denotam um aumento crescente do número de peregrinos que escolhem estas duas cidades, tanto percorrendo o Caminho Português para Santiago, como a variante do Caminho da Costa.

Valença e Tui, com um Pé em Portugal e outro em Espanha

Aqui pode experimentar a sensação de estar verdadeiramente dividido, ficar confuso e ter dificuldade em definir em qual dos países se encontra. Aqui vai perceber o tão frágil que é um limite geográfico quando os povos dos dois lados se sentem irmãos. Na verdade, quando estiver no meio da ponte metálica, com um pé em Portugal e outro em Espanha, vai sentir a magia do lugar, um lugar de encontros e sagrado para Valença e Tui, com a Catedral de Tui em frente a a Fortaleza de Valença atrás.

Valença e Tui são das cidades mais típicas e tradicionais das rotas jacobeias para Santiago de Compostela. Ponto de confluência de caminhos são dos pontos do mundo por onde passam e ou começam mais peregrinos para Santiago de Compostela.

Dois centros históricos únicos, marcados pela Fortaleza de Valença, candidata a Património Mundial da UNESCO e pela Catedral de Tui, que se completam, com um grande valor patrimonial, dinâmica comercial e social que cativam os peregrinos.

Mais Oferta de Alojamento

68 unidades hoteleiras do concelho proporcionam uma oferta acolhedora, com casas típicas, de pequenas unidades familiares e com um atendimento mais personalizado. Um número em franco crescimento de unidades que acompanha a dinâmica do Caminho de Santiago.

Riqueza Gastronómica

Valença apresenta à mesa uma gastronomia rica, diversificada e a preços atrativos que faz as delicias dos paladares dos peregrinos. Hoje, são 102 as unidades de restauração do concelho, com um número crescente de unidades instaladas nos eixos dos dois percursos do Caminho de Santiago, no concelho.

VALENÇA FAZ RECRIAÇÃO HISTÓRICA DA VIDA CASTRENSE NA FORTALEZA

Recriação Histórica em Valença. 13 de Julho na Fortaleza

Parada, acampamento, exercícios, fogo de artilharia, a defesa e o ataque à Fortaleza, o baile oitocentista... vão recriar a vida militar da Fortaleza de Valença, na época da 2ª invasão francesa, sábado, 13 de julho.

210 Anos Depois a História Recorda-se

210 anos depois a Fortaleza de Valença vai reviver os momentos históricos das invasões francesas e das lutas entre os portugueses e as tropas napoleónicas.s.

Programa da Recriação Histórica

11H30 - Içar da Bandeira Nacional e Hino, na Praça da República

14H30/17H

- Animação cultural e histórico-militar do acampamento histórico e zonas envolventes;

- Exercícios histórico-militares de infantaria e artilharia;

- Demonstrações de disparos de mosquetes e de peças de artilharia;

- Colocação de rondas e sentinelas e marchas pela muralha;

- Interação com o público, em contexto didático e pedagógico.

17H30/18H30 - Baile Popular Oitocentista, na Praça da República

19H - Arrear da Bandeira e Hino Nacional, na Praça da República

A Praça-Forte Que Demorou a Conquistar

A história dos assédios das tropas francesas à Praça-Forte, a partir de Tui foi longa, a que se seguiu o cerco a 9 de Abril de 1809, a capitulação da praça a 10 de Abril de 1809 e a saída do exercito francês a 17 de abril de 1809.

Esta é uma oportunidade para reviver o espírito, os principais momentos da invasão e os oito dias da ocupação de Valença, a pressão militar, a vida da Praça ocupada e a defesa inteligente do governador, Custódio César de Faria.

A iniciativa é do Município de Valença e Grupo de Recriação Histórica do Município de Almeida e integra-se na candidatura da Fortaleza de Valença a património mundial junto da UNESCO.

VALENÇA RECRIA INVASÕES FRANCESAS

Recriação Histórica em Valença no dia 13 de Julho na Fortaleza

Parada, acampamento, exercícios, fogo de artilharia, a defesa e o ataque à Fortaleza, o baile oitocentista... vão recriar a vida militar da Fortaleza de Valença, na época da 2ª invasão francesa, sábado, 13 de julho.

210 Anos Depois a História Recorda-se

210 anos depois a Fortaleza de Valença vai reviver os momentos históricos das invasões francesas e das lutas entre os portugueses e as tropas napoleónicas.s.

Programa da Recriação Histórica

11H30 - Içar da Bandeira Nacional e Hino, na Praça da República

14H30/17H

- Animação cultural e histórico-militar do acampamento histórico e zonas envolventes;

- Exercícios histórico-militares de infantaria e artilharia;

- Demonstrações de disparos de mosquetes e de peças de artilharia;

- Colocação de rondas e sentinelas e marchas pela muralha;

- Interação com o público, em contexto didático e pedagógico.

17H30/18H30 - Baile Popular Oitocentista, na Praça da República

19H - Arrear da Bandeira e Hino Nacional, na Praça da República

A Praça-Forte Que Demorou a Conquistar

A história dos assédios das tropas francesas à Praça-Forte, a partir de Tui foi longa, a que se seguiu o cerco a 9 de Abril de 1809, a capitulação da praça a 10 de Abril de 1809 e a saída do exercito francês a 17 de abril de 1809.

Esta é uma oportunidade para reviver o espírito, os principais momentos da invasão e os oito dias da ocupação de Valença, a pressão militar, a vida da Praça ocupada e a defesa inteligente do governador, Custódio César de Faria.

A iniciativa é do Município de Valença e Grupo de Recriação Histórica do Município de Almeida e integra-se na candidatura da Fortaleza de Valença a património mundial junto da UNESCO.

VALENÇA DESCOBRE SANTUÁRIO DE ARTE RUPRESTE

Valença Tem um Dos Maiores Núcleos de Arte Rupestre. Nova Rota Vai Valorizar Gravuras

Em Valença foram descobertos 115 afloramentos rochosos, com gravuras, sendo um dos maiores núcleos da Arte Rupestre no Noroeste Peninsular, segundo especialistas da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho.

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Neste conjunto estão incluídas algumas das mais belas e importantes composições da Arte Rupestre Atlântica, as quais foram classificadas como Imóvel de Interesse Público (IIP).

Algumas das gravuras remontam à Idade do Bronze – Ferro (1800 a.C. - 218 a.C.), tendo sido identificadas, catalogadas, fotografadas e decalcadas pelo Serviço Municipal de Arqueologia, no âmbito da Carta Arqueológica Municipal, em parceria com a Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho.

115 Rochas com Gravuras

Os 115 afloramentos rochosos com gravuras, em Valença, estendem-se pelas freguesias de: Verdoejo com 23, Taião com 15, Sanfins com 17, Ganfei com 24 e Gandra com 37.

Valença vai integrar a Rede Nacional de Arte Rupestre (RNART)

Valença vai integrar membro da Rede Nacional de Arte Rupestre (RNART) que tem por objetivo «promover, valorizar e capacitar os recursos patrimoniais e humanos das entidades da rede, potenciar o impacto e a missão dos sítios detentores de arte rupestre e instituir mecanismos de partilha de recursos físicos e humanos»

Esta rede conta com o respaldo técnico e cientifico da Fundação Côa Parque, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Rota da Arte Rupestre

Paralelamente, a este projeto RNART, o Município de Valença, em parceria com a Ventominho, vai implementar circuito interpretativo e didático de visitação / interpretação as gravuras identificadas no Monte dos Fortes, na freguesia de Taião.

Esta é a oportunidade para dar a conhecer este importante legado, tornando-o visitável a todo o público, nomeadamente o escolar, reforçando a oferta de turismo cultural / patrimonial do concelho.

VIZELENSES PASSEIAM A MONÇÃO E VALENÇA

Câmara de Vizela promoveu passeio com utentes do Desporto é vida! … e não tem idade

No âmbito da iniciativa ‘Desporto é vida! … e não tem idade’, e como forma de assinalar o final da época, a Câmara Municipal promoveu no dia 19 de junho, um passeio/convívio às cidades de Valença e Monção com o grupo de participantes naquela atividade.

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A atividade ‘Desporto é vida! … e não tem idade’  é um programa de atividade de carácter lúdico e desportivo que pretende motivar os idosos a adotar e manter um estilo de vida saudável, através da prática de atividade física regular e orientada. Funciona desde 2010 e apresenta-se como uma iniciativa que tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos.

Este projeto promove a qualidade de vida dos munícipes com idade igual ou superior a 60 anos, contrariando o sedentarismo e o isolamento, através do estímulo à prática regular de atividade física, enquanto incentivo da autonomia funcional (estimulação motora) e sócio afetiva (integração social) dos seniores.

Atualmente, participam na atividade 140 idosos que se distribuem em duas aulas semanais, nas modalidades de ginástica funcional, realizada no pavilhão municipal e hidroginástica, no âmbito de uma parceria com o Ginásio Atual Fitness.

Numa idade tão assolada pelo isolamento, participar em atividades com outras pessoas é a melhor forma de abrir um novo capítulo na página da vida dos idosos, sendo por isso que a iniciativa “Desporto é vida! … e não tem idade” regressa já no próximo mês de setembro, pelo que se esperam novas pessoas a aderir à iniciativa.

RAMPA DO FARO REGRESSA A VALENÇA

Rampa do Faro Regressa 46 Anos Depois. Espetáculo Automóvel em Valença

Alfa Romeo 2.000 Berlina, o Toyota Celica GT Four, Datsun 240 Z, Citroen AX Gti, o Lancia Delta HF Integrale, o MG B, Lotus Elan e Morgan serão algumas das maquinas que vão participar na Rampa do Faro.

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Uma centena de carros clássicos vão participar na Rampa do Monte do Faro, no dia 8 de junho, em Valença.

46 anos depois, da mais importante prova motorizada, Valença promete fazer vibrar os amantes desta modalidade com o barulho dos motores clássicos, o cheiro a gasolina e pneu queimado e o chiar das rodas nas curvas apertadas.

Percurso do Evento

O percurso tem uma extensão total de cinco quilómetros, sempre a subir, com duas mangas de manhã e três à tarde.

O evento decorrerá entre o cruzamento da Seara (Valença) / Azenhas (Ganfei) e o Santuário da Senhora do Faro.

Vencedor da Rampa de 1970 Regressa

O "Lumaro" que em 1970 ganhou a Rampa do Monte do Faro, na categoria Grupo 1, com um Cortina Lotus, vai voltar a Valença. 49 anos depois o Cortina Lotus promete brilhar nesta prova.

Nas memórias dos valencianos e dos aficionados ao desporto automóvel estão bem vivas as imagens de uma prova que foi mítica na região. A última edição ocorreu no ano de 1973.

Programa / Horário

8h – Agrupamento das viaturas - Avenida Miguel Dantas

10h – Primeira subida da manhã

11h – Segunda subida da manhã

12h – Reagrupamento de viaturas - Avenida Miguel Dantas

14h45 – Subida do grupo da manhã para a rampa (em conjunto)

15h- Primeira subida da tarde

16h – Segunda subida da tarde

17h - Terceira subida da tarde

18h – Reagrupamento de viaturas - avenida Miguel Dantas

A estrada estará cortada ao tráfego, neste percurso entre as 8h e as 19h, com exceção da pausa de almoço entre as 12h30 e as 13h.

A Rampa do Monte do Faro é uma iniciativa do Viana Motor Clube com a colaboração da Câmara Municipal de Valença.

O AECT RIO MINHO COLABORA COM ENCONTRO DE TOCADORES ‘ENTRE MARGENS’ ATRAVÉS DO PROJETO SMART_MIÑO

No âmbito desta colaboração o festival alarga a sua programação musical com 8 concertos, 2 na A Guarda, 3 em Caminha e outros três no Ferryboat que une as duas vilas.

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“Concertos no Rio Minho” é uma iniciativa do AECT Rio Minho no âmbito da Atividade 2 do projeto Smart_Miño, co-financiado pelo Programa Interreg V A, centrada na dinamização de experiências culturais conjuntas entre as duas margens do Rio Minho.

Esta atividade integra ações orientadas à recuperação e promoção do património imaterial minhoto, a organização de fóruns culturais entre agentes locais de ambas as margens e a participação em festivais de música transfronteiriços. Precisamente este último objetivo materializa-se com a presente participação no Encontro de Tocadores – Entre Margens 2019.

Com a participação do projeto Smart_Miño, o Encontro de Tocadores – Entre Margens 2019 alarga a sua programação musical com uma série de “Concertos no Rio Minho”, em Caminha, na A Guarda e no Ferry-boat que liga ambas as vilas, num total de 8, dois na A Guarda, três em Caminha e outros três a bordo do Ferryboat que une as duas vilas complementando desta forma o programa de atividades do festival transfronteiriço, com uma proposta que inclui parte do melhor folk e música tradicional de Galiza e Portugal. Nos ‘Concertos no Rio Minho’ poderemos ver Sérgio Mirra, Pan de Capazo, Segue-me à Capela, Carlos Batista e Roncos do Diabo, assim como vários concertos de tocadores e tocadoras de Galiza e Portugal a bordo do Ferryboat Santa Rita de Cássia. Todos os concertos são gratuitos.

São sócios do projeto Smart_Miño, o AECT Rio Minho, a Deputación de Pontevedra, a CIM Alto Minho e a Fundação Centro de Estudos Euroregionais Galiza-Norte de Portugal.