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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PONTE DA BARCA: MAIS DE UM MILHÃO E MEIO DE EUROS PARA REABILITAÇÃO DO BAIRRO DE AGRELOS

A Câmara Municipal de Ponte da Barca vai reabilitar, ao abrigo do programa 1º Direito, 24 apartamentos divididos pelos 3 blocos que compõem o Bairro de Agrelos, em Ponte da Barca, num investimento de 1.588.607,00€.

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Como refere o Presidente da Câmara Municipal, Augusto Marinho, “esta intervenção vai criar melhores condições de habitabilidade e dignidade de modo a melhorar a qualidade de vida destas famílias”.

Apesar dos 3 blocos do complexo serem de uma construção relativamente recente, apresentam diversas anomalias no que toca a impermeabilização, isolamento e ventilação, quer no interior dos fogos/unidades de habitação quer no exterior e espaços comuns

Relativamente à envolvente exterior, os problemas incidem sobre a deterioração do isolamento existente em caixa de ar intermédia, inúmeras pontes térmicas decorrentes do sistema construtivo utilizado à época de construção, caixilharias em alumínio sem corte térmico e deterioração da impermeabilização da cobertura. Este conjunto principal de problemas identificados resultam não só numa fraca prestação térmica dos edifícios como no surgimento de problemas no interior dos apartamentos.

Os problemas no interior dos fogos são, não só mas também, resultado do problemas existentes na envolvente exterior  traduzem-se em bolores  nos tetos e paredes nas instalações sanitárias, na degradação do pavimento em taco, e ainda em termos funcionais a degradação do mobiliário em fórmica das cozinhas.

Deste modo, as intervenções ao nível do exterior vão ser corrigidos problemas de eficiência energética e impermeabilidade, e no interior as intervenções vão passar, essencialmente, pela substituição de pavimento, mobiliário das cozinhas, substituição de loiças sanitárias, cerâmicos de cozinhas e instalações sanitárias, carpintaria de interiores, pintura de paredes e tetos, entre outros.

Tratando-se de unidades habitacionais para resposta a necessidades sociais, e existindo casos de moradores com dificuldades de mobilidade, as obras pressupõem ainda intervenções nas instalações sanitária para adaptação a cadeira de rodas e noutros casos substituiu-se a banheira por uma base de duche.

Recorde-se que o “1º Direito” é um programa de apoio ao acesso à habitação do IHRU - Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana.

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AUTARCA DE VIANA DO CASTELO APRESENTA BOAS PRÁTICAS NO CONGRESSO “CIDADES QUE CAMINHAM”

O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, participou hoje no congresso “Cidades que Caminham”, organizado pelo Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade (ICVM), e que acontece na Fundação Manuel António da Mota, no Porto, tendo destacado o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável que está a ser desenvolvido para a cidade.

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O autarca vianense marcou presença no painel “Boas práticas de cidades que planeiam a caminhabilidade” e referiu que o Plano irá incorporar a concessão interurbana, o novo serviço ferroviário e fluvial, aprofundando ainda a viabilização de constituição de operadores ferroviários e fluviais locais.

Viana do Castelo lançou recentemente o concurso internacional de ideias para a nova ponte pedonal, que irá favorecer os modos suaves. Foi ainda uma das cidades fundadoras da Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis e prepara-se para ser Cidade Europeia do Desporto em 2023.

Luís Nobre referiu que, em Portugal, “passaram mais de duas décadas de densas reflexões, desafios, estratégias, debates que incidiram e influenciaram a requalificação urbana e ambiental, o planeamento e ordenamento do território e a qualidade de vida urbana, o que também se refletiu em Viana do Castelo”, já que o município vianense tem vindo a material políticas públicas ativas desde 2002 para potenciar os modos suaves e a mobilidade ativa.

O autarca referiu que este planeamento estratégico já tem vindo a ser promovido ao longo de quatro gerações, tendo o programa Viana Polis gerado 100 milhões de euros de investimento em revitalização urbana, nomeadamente numa rede ciclável de 18,7 kms, estando projetados 23,4 kms. Através da Polis Litoral Norte foram construídas 26 kms de Ecovia Litoral Norte. A empreitada da Praia Norte representou um investimento de 2,15 milhões de euros, a Praia da Amorosa sofreu obras de 1,58 milhões, tendo ainda Viana do Castelo recebido 11 ações que totalizaram 10 milhões de euros.

Os transportes urbanos, a requalificação da Linha do Minho, os miniautocarros elétricos, foram outros passos dados pelo município em prol da mobilidade.

Segundo a presidente do ICVM, Paula Teles, o congresso pretende afirmar a necessidade de se "voltar a pôr as cidades a caminhar" e de tanto autarcas como políticos e técnicos começarem essa mudança pelos "passeios", infraestruturas que, disse, "não podem ser barreiras arquitectónicas".

ARCOS DE VALDEVEZ ABRE MAIS UMA FASE DA REABILITAÇÃO URBANA

Já se encontra aberto à circulação o troço que liga a Rua Nunes de Azevedo à Rua General Amilcar Mota e que faz o acesso ao centro da Vila a partir da EN 303 (P. Coura).

O acesso a esta via contribui para uma melhoria da circulação viária e pedonal e faz parte da reabilitação de espaços urbanos que o Município tem vindo a implementar.

De notar que nos últimos anos já foram objeto deste tipo de intervenções a Rua Félix Alves Pereira, a Rua Padre Manuel Himalaya e a Rua de S. Bento.

O Município pretende dar continuidade à reabilitação de outras artérias da sede do concelho, de forma a valorizar o espaço público, melhorar a qualidade de vida da população, assim como reforçar a segurança rodoviária e potencializar a reabilitação urbana do edificado, tornando o centro urbano cada vez mais acessível e atrativo.

Esta obra insere-se nas obras do Plano de Ação para a Reabilitação Urbana, através do qual se pretende valorizar e dinamizar o centro urbano, o comércio e o turismo.

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FAMALICÃO: ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA DE LOUSADO E RIBEIRÃO EM DISCUSSÃO PÚBLICA ATÉ 28 DE JULHO

Sessão de esclarecimento na sede da Junta de Freguesia de Ribeirão, no dia 20 de julho, pelas 18h30

A proposta de delimitação da Área de Reabilitação Urbana (ARU) e o projeto da estratégia de reabilitação urbana de Ribeirão/Lousado estão em discussão pública até ao próximo dia 28 de julho. Neste âmbito, Ribeirão vai acolher uma sessão pública de esclarecimento no próximo dia 20 de julho, pelas 18h30, na sede da Junta de Freguesia.

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A delimitação em análise abrange a maioria do parque edificado existente nas duas freguesias, que inclui habitação, atividades económicas e equipamentos, resultando numa área total próxima de 623 hectares.

O processo formal de definição do limite da ARU de Ribeirão/Lousado resulta da necessidade de uma maior conjugação das políticas de habitação e reabilitação urbana, tendo como contexto as políticas de ordenamento do território e de promoção do desenvolvimento e competitividade urbanos.

Os interessados poderão consultar a proposta da Estratégia de Reabilitação Urbana de Ribeirão/Lousado na página eletrónica do Município em www.famalicao.pt/aru-de-ribeirao-lousado, no Departamento de Ordenamento e Gestão Urbanística, localizado na Praça Álvaro Marques, Vila Nova de Famalicão, onde poderá ser solicitado atendimento técnico, no horário de atendimento ao público, com marcação prévia.

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BRAGA: NOVO PROJECTO HOTELEIRO É “INSTRUMENTO DE VERDADEIRA REGENERAÇÃO URBANA”

Investimento de 16 milhões de euros cria novo hotel em Braga

Braga vai passar a contar com um novo projecto hoteleiro no centro da Cidade. Localizado na zona histórica, em plena Avenida Central, o Hotel Plaza Central é a nova aposta do Grupo Hoti Hoteis, que tem o seu ponto de partida num edifício contíguo ao antigo Recolhimento das Convertidas.

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Num investimento de 16 milhões de euros e com abertura prevista para a Páscoa de 2024, o projecto, alvo de análise e provação por parte da Direcção Regional da Cultura Norte (DRCN), prevê a adaptação do edifício do séc. XVIII ao programa hoteleiro - preservando as suas características da arquitectura -, e a construção de um novo edifício de estilo contemporâneo que assumirá como referência o alinhamento do Convento das Convertidas. O projecto prevê a cedência de 1530 m2 da área do terreno ao domínio público, para a criação de uma área verde.

“Quando olhamos para este projecto e para a sua implementação na zona envolvente, percebemos que é um instrumento de verdadeira regeneração urbana. Não é só o edifício que vai ser reabilitado, mas sim toda esta envolvente que, graças ao jardim público que vai ser criado, vai dar a oportunidade aos Bracarenses e a quem nos visita de conhecer todo este espaço, assim como os logradouros dos edifícios contíguos com a interacção que será criada”, referiu esta Segunda-feira Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a apresentação do novo projecto, na presença de Manuel Proença, presidente do Grupo Hoti Hoteis, Rosário Rodrigues, arquitecta projectista e de representantes da Entidade do Turismo do Porto e Norte de Portugal e da Direcção Regional da Cultura Norte (DRCN).

Com cunho português no design, decoração e materiais, o novo hotel terá 109 quartos, spa, piscina interior e exterior, restaurante, bar, claustro e uma sala de reuniões.

Segundo o Autarca, este projecto vem reforçar a capacidade hoteleira da Cidade e responder a toda a dinâmica que Braga tem tido do ponto de vista turístico. “Este projecto é uma boa notícia para a Cidade de Braga. Ter um grupo económico que se disponibiliza para investir este valor é sinal que o turismo de Braga alimenta o retorno para este tipo de investimento e que, ao longo dos últimos anos, a Cidade se tornou um dos principais destinos turísticos da região, do país e da Europa”, enalteceu Ricardo Rio.

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Recolhimento das Convertidas será convertido em equipamento cultural

À margem da apresentação deste projecto hoteleiro, Ricardo Rio adiantou que o Município e a CIM do Cávado aguardam a oficialização da cedência de propriedade do edifício, de forma a reabilitar o monumento para fins culturais.

“A Câmara de Braga e a CIM do Cávado têm dado os passos necessários para garantir a propriedade do edifício do antigo Recolhimento das Convertidas.  Neste momento estamos a aguardar uma reunião com o novo ministro da Administração Interna para podermos avançar com a cedência em definitivo deste imóvel e assim desenvolvermos um projecto de salvaguarda e de revitalização cultural que vai servir a Cidade e que será uma mais-valia para este destino de excelência que é a cidade de Braga”, concluiu Ricardo Rio.

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INTERVENÇÃO URBANÍSTICA NA ZONA ENVOLVENTE DO TRIBUNAL DE FAMALICÃO EM DISCUSSÃO PÚBLICA

Sessão Pública de esclarecimento no dia 5 de janeiro, pelas 21h00, via plataforma ZOOM

Na sequência da intervenção urbanística que está a ser preparada para a zona envolvente ao Palácio da Justiça de Vila Nova de Famalicão, na entrada Norte da Cidade, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão irá promover uma sessão pública de esclarecimento, que terá lugar no próximo dia 5 de janeiro, pelas 21 horas, em formato online, através da plataforma ZOOM.

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Os dados de acesso poderão ser obtidos na página www.famalicao.pt/sessao-publica--area-envolvente-ao-palacio-da-justica, e os documentos afetos a esta proposta urbanística podem ser consultados no Portal do Município em www.famalicao.pt/unidade-de-execucao-1---area-envolvente-ao-palacio-da-justica.

Esta sessão vem no seguimento do período de discussão pública da proposta de delimitação da Unidade de Execução da área envolvente ao Palácio da Justiça, que decorre até dia 10 de janeiro de 2022.

A par da sessão pública prevista para o dia 5 em formato online, os interessados poderão, por escrito, formular reclamações, sugestões ou observações, dirigidas ao Presidente da Câmara Municipal, através do email camaramunicipal@famalicao.pt ou por via postal até dia 10 de janeiro.

VIANA DO CASTELO DISTINGUE ARQUITETO FERNANDO TÁVORA COM O PRÉMIO CARREIRA

Viana Práxis distingue arquiteto Fernando Távora pelo “inestimável contributo” para desenvolvimento urbanístico de Viana do Castelo

A Câmara Municipal entregou os prémios da primeira edição Viana Práxis – Prémio de Reabilitação Urbana de Viana do Castelo, tendo distinguido com o Prémio Carreira, a título póstumo, o arquiteto Fernando Távora, pelo inestimável contributo para o desenvolvimento urbanístico de Viana do Castelo.

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O Prémio Carreira foi selecionado, por unanimidade, pelo júri constituído pela Câmara Municipal, a Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Proteção do Património, a Associação Portuguesa de Municípios com Centro Histórico, a Ordem dos Arquitetos, a Ordem dos Engenheiros, a Universidade do Porto, a Universidade do Minho, a Escola Superior Gallaecia e o Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

Na categoria “Reabilitação de Edifícios”, foi distinguido com Menção Honrosa o Edifício Melo Alvim, situado na Avenida Conde da Carreira.

No âmbito do programa da cerimónia de atribuição de prémios, foi também promovida uma conferência com comunicações sobre o tema “Cidade, Património e Reabilitação” pelos membros do júri e uma tertúlia com os membros da comissão científica, sobre a reabilitação urbana e património.

O programa terminou com a inauguração de uma exposição dedicada ao “VIANA PRÁXIS – Prémio de Reabilitação Urbana de Viana do Castelo”, que está patente nos Antigos Paços do Concelho. A mostra pretende destacar as obras candidatas ao prémio Reabilitação de Edifícios e o Prémio Carreira, onde estarão patentes alguns esquissos, desenhos, e maquete da autoria do arquiteto Fernando Távora, em colaboração com a Fundação Marques da Silva.

Integrada na exposição está também uma experiência virtual de modelação 3D em holograma, de alguns edifícios da Avenida dos Combatentes, da autoria do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. No mesmo espaço poderá ainda ver-se imagens de obras municipais em curso, designadamente projeção do novo Mercado Municipal e da futura Praça Viana.

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CABECEIRAS DE BASTO: MOSTEIRO DE S. MIGUEL DE REFOJOS FOI UM DOS FINALISTAS NOMEADOS PARA DUAS CATEGORIAS DO PRÉMIO NACIONAL DE REABILITAÇÃO URBANA 2021

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto orgulha-se de ver a Recuperação e Reabilitação do Mosteiro de S. Miguel de Refojos finalista do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana 2021, cujos vencedores foram ontem, dia 7 de julho, anunciados.

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A candidatura, apresentada pelos projetistas Paulo Freitas e Maria João Marques, responsáveis pelas intervenções que têm decorrido nos últimos anos no Mosteiro de S. Miguel de Refojos, foi uma das três finalistas nomeada para a categoria Melhor Reabilitação Estrutural e uma das quatro finalistas nomeada para a categoria Melhor Intervenção de Impacto Social.

O Prémio Nacional de Reabilitação Urbana é uma iniciativa da revista mensal Vida Imobiliária que conta com o Alto Patrocínio do Governo da República Portuguesa, através da Direção Geral do Património Cultural, e com o apoio de diversas empresas, designadamente, e entre outras, da SECIL. Este prémio tem como objetivo premiar a excelência na reabilitação e regeneração urbanas das cidades portuguesas e distingue todos os anos alguns dos melhores projetos nacionais bem como o trabalho dos promotores, arquitetos, engenheiros e construtores que participaram na conceção e construção.

No corrente ano de 2021, concorreram 87 projetos, oriundos de 23 concelhos de norte a sul do país, que foram avaliados pelo júri constituído por académicos de várias áreas, arquitetos, engenheiros, dirigentes de várias organizações ligadas à construção e reabilitação e, ainda, por personalidades de reconhecido mérito e excelência.

A candidatura do Mosteiro de S. Miguel de Refojos incluiu os projetos de recuperação do rés-do-chão do edifício dos Paços do Concelho – entrada, tesouraria e SAU/Espaço do Cidadão – , a reabilitação das coberturas e fachadas do Mosteiro e da Igreja, o restauro da antiga livraria e do antigo refeitório (ex-auditório Ilídio dos Santos).

A Câmara Municipal congratula-se com a distinção e felicita os arquitetos Paulo Freitas e Maria João Marques, autores dos projetos de restauro e reabilitação do NOSSO MOSTEIRO que mereceram o reconhecimento do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana 2021, através das nomeações, sempre muito meritórias e honrosas, para Melhor Reabilitação Estrutural e Melhor Intervenção de Impacto Social.

De referir que o Prémio de Melhor Reabilitação Estrutural foi atribuído à reabilitação do edifício Castilho 203, em Lisboa, e o Prémio Melhor Intervenção de Impacto Social foi ganho pela recuperação das Termas Romanas de S. Pedro do Sul.

Antiga Livraria do Mosteiro de S. Miguel de Refojo

Antigo refeitório do Mosteiro de S. Miguel de Ref

SAU-Espaço do Cidadão - Mosteiro de S. Miguel de

Teto da Entrada dos Paços do Concelho - Mosteiro

MUNICÍPIO DE BARCELOS DESMATERIALIZA PROCESSOS DE URBANISMO

Plataforma e-Urbanismo permite submissão de processos de licenciamento

A Câmara Municipal de Barcelos melhorou a aplicação informática “e-Urbanismo", de forma a que todos os munícipes e técnicos possam submeter os projetos de licenciamento de uma forma rápida, cómoda, sem necessidade de deslocações e, à distância de um click, poderão aceder à informação e submeter a documentação relacionada.

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Através desta plataforma já existente, e que permitia que todos os requerentes de processos de licenciamento de obras particulares tivessem acesso integral aos seus processos através da Internet, a partir de amanhã é possível submeter online todos os processos de licenciamento de urbanismo; pagar taxas através de entidade e referência multibanco; consultar os processos de forma melhorada e simplificada.

Desde 2018, os pedidos de licenciamento na área do Urbanismo passaram a dar entrada nos serviços municipais em CD pelos respetivos requerentes, anulando-se, dessa forma, a entrega de documentos em suporte de papel.

Com a criação desta nova funcionalidade do e-Urbanismo, a entrega de documentação passa a ser mais célere, mais fácil e mais eficaz e, consequentemente, poupa-se na utilização de papel, no seu manuseamento e arquivo e, também, nas deslocações aos serviços municipais dos requerentes de licenciamentos de obras, já que todas as fases dos processos de licenciamento têm, a partir de amanhã, um tratamento digital.

A desmaterialização dos procedimentos administrativos tem em vista não só a otimização dos recursos internos e a garantia de redução de custos para os munícipes, mas também a prossecução do objetivo principal que consiste na redução progressiva da utilização do papel.

URBANISMO DE FAMALICÃO GANHA BALCÃO DE ATENDIMENTO TÉCNICO VIRTUAL

Processos urbanísticos podem ser submetidos e acompanhados a partir de casa

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão tem um novo balcão de atendimento para o Urbanismo, uma ferramenta digital que permite a instrução de processos urbanísticos, o seu acompanhamento, o esclarecimento de dúvidas e a sua atualização sempre que necessário. Particularmente dirigido aos profissionais do sector, nomeadamente aos gabinetes de projetos e aos técnicos da área, a nova porta de acesso ao município vem facilitar e simplificar o acesso aos serviços municipais de uma área marcadamente técnica sem prejuízo do rigor administrativo necessário e em benefício da uma maior transparência municipal.

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O acesso ao Atendimento Técnico do Urbanismo via digital faz-se a partir do Portal do Município, em www.famalicao.pt, na área Residentes, Balcão Virtual (https://www.famalicao.pt/balcao-virtual).

Depois de um registo simples, o utilizador pode efetuar os seus pedidos, carregar documentos, preencher formulários e submeter processos, trocar mensagens e ver o histórico das suas ações.  Esta área de atendimento virtual do Urbanismo junta-se ao atendimento geral virtual do Balcão Único que está disponível no mesmo endereço eletrónico e permite o acesso dos cidadãos a documentação, ao acompanhamento dos seus processos e ao histórico das comunicações trocadas com o município. A plataforma digital de atendimento geral do município já é utilizada regularmente por perto de mil utilizadores registados.

“Esta crescente evolução e desenvolvimento do atendimento digital do município representa a aposta do município na modernização dos serviços administrativos autárquicos, adaptando-os aos tempos modernos e aproveitando as novas tecnologias para simplificar a vida das pessoas e o trabalho dos próprios funcionários municipais”, refere o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha. E acrescenta: “A estes ganhos, já de si importantes, acresce o aumento da transparência do rigor administrativo municipal”.

Com a implementação da plataforma de submissão em matéria de Urbanismo, foram atualizados os modelos de requerimentos em função do tipo de operação urbanística, foram criadas listas de verificação de apoio à instrução dos pedidos, novos documentos anexos de apoio, minutas de termos de responsabilidade e declarações e procedeu-se à atualização do Manual de Apoio à submissão eletrónica

MUNICÍPIO DE ESPOSENDE AGILIZA PROCESSOS URBANÍSTICOS EMPRESARIAIS PARA IMPULSIONAR ECONOMIA LOCAL

Projetos empresariais terão “Via Verde”

Com o intuito de impulsionar a economia local, fomentar o investimento e criação de emprego, o Município de Esposende criou uma “Via Verde” para as Empresas”.

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Numa altura particularmente delicada para as empresas e para a economia local, fruto da atual situação pandémica, a Câmara Municipal coloca em prática um procedimento que garante ainda maior agilidade na avaliação dos processos de instalação e ampliação de estabelecimentos/unidades empresariais no concelho.

Assim, todos os processos de natureza empresarial associados a novos investimentos terão prioridade na análise e consequente informação da Divisão de Gestão Urbanística. As empresas titulares de processos a decorrer na Divisão de Gestão Urbanística terão uma resposta mais rápida aos seus pedidos, assim como uma maior flexibilidade nos procedimentos e prazos de execução das obras inicialmente definidos nos respetivos alvarás de licença.

Desta medida resulta a extensão automática dos prazos de execução de todas obras, particulares e empresariais, entre 1 de fevereiro e 31 de dezembro, pelo período de 365 dias, bem como o aumento dos prazos concedidos para efeitos de audição dos interessados, em sede de audição nos termos do CPA, de 15 para 45 dias; de aperfeiçoamento dos pedidos, de 10 para 30 dias; para os interessados darem resposta a despachos de regularização de operações urbanísticas, de 45 para 60 dias; e para dar início aos processos de declaração de caducidades várias, de 10 para 30 dias, após o fim dos prazos legalmente estabelecidos.

Sobre a “Via Verde para as Empresas”, o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, refere que esta medida se enquadra na estratégia do Município de criação de condições capazes de agilizar o investimento privado, designadamente através da criação, ampliação e modernização do tecido empresarial. “Para além da manutenção de um vasto e diversificado conjunto de apoios, o Município avança com mais esta ação que, apesar de não se refletir em apoio direto, terá um grande impacto na dinamização económica, uma vez que vai potenciar a injeção mais rápida de investimento privado na economia local”, realça o autarca.

“Face ao atual quadro sanitário e económico, sentimos necessidade de apoiar, mais ainda, as empresas e a economia local, numa ótica também de proteção do emprego do concelho”, refere ainda Benjamim Pereira, brevemente será lançado o Projeto (RE)START e o PLANO+ que contempla um conjunto de instrumentos de auxílio fiscal e atratividade económica para fomentar o investimento e o emprego no concelho.

Por outro lado, com o alargamento de prazos dos processos de obras particulares, o Município procura adequar os procedimentos ao quadro epidemiológico vigente, ultrapassando os constrangimentos que daí possam resultar, refere Benjamim Pereira.

MUNICÍPIO DE BRAGA PREMIOU BOAS PRÁTICAS DE REABILITAÇÃO URBANA

Cerimónia de entrega dos prémios decorreu no Theatro Circo

O projecto da ‘Casa na rua de São Marcos’ e do ‘Edifício da Casa Redonda’, na Praça da República, foram os vencedores da segunda edição do Prémio Municipal de Reabilitação Urbana – Reabilita Braga. Os prémios foram entregues esta Segunda-feira, 9 de Novembro, numa cerimónia realizada no Theatro Circo e que será transmitido esta Terça-feira, 10 de Novembro, através do portal reabilitabraga.pt.

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Na cerimónia, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, referiu que o prémio Reabilita Braga constitui um importante instrumento para estimular e divulgar as boas práticas de intervenção. “Com esta iniciativa, assumimos o desafio de reconhecer publicamente o trabalho de quem contribui para a reabilitação da Cidade”, frisou o Edil, lembrando o “período auspicioso que Braga tem vivido do ponto de vista da reabilitação urbana”.

Já o vereador Miguel Bandeira, que tutela o pelouro da reabilitação urbana, sublinhou que o prémio representa “um estímulo à reabilitação urbana que integra a valorização do património arquitectónico e urbanístico”.  

Organizado pelo Município de Braga em parceria com a ‘Vida Imobiliária’, o Prémio Municipal de Reabilitação Urbana – ‘Reabilita Braga’ visa distinguir as boas práticas de reabilitação urbana e premiar a investigação académica realizada nesta área. Com cerca de 30.000 m2 de área intervencionada a concurso, a edição de 2020 do Prémio ‘Reabilita Braga’ registou um novo recorde, com propostas diversificadas e de grande qualidade, uma montra do melhor que se faz na reabilitação do património edificado dos nossos centros históricos.

Na categoria ‘Edificação’ foi vencedor na modalidade ‘obra de restauro e de reabilitação’ o projecto ‘Casa na rua de São Marcos’, um edifício do séc. XIX, situado no Centro Histórico da Cidade. Trata-se de um projecto habitacional marcado pela conservação das qualidades pré-existentes: os pavimentos, as caixilharias em madeira e outros elementos decorativos presentes na clarabóia e nos tectos, mas respondendo em simultâneo aos desafios contemporâneos da eficiência energética e do conforto. Este é um projecto com assinatura do arquitecto António Pedro Faria para um cliente particular e com obra da construtora AOF - Augusto Oliveira Ferreira.

Na modalidade ‘obra de construção em ARU’ foi vencedor o ‘Edifício da Casa Redonda’, um edifício de cinco pisos, que ocupa o n.º 1 da Praça da República. Este é um projeto que sofreu algumas alterações desde o seu primeiro esboço, motivadas pela descoberta de vestígios arqueológicos durante a intervenção. A obra foi executada pela Varibasic a partir do projecto do arquitecto Paulo Jorge Fernandes Gomes para um cliente particular.

O valor do trabalho arquitectónico do candidato ‘Casa na Praça Mouzinho de Albuquerque’ não passou despercebido ao júri que decidiu atribuir-lhe uma menção honrosa. Esta é uma habitação unifamiliar localizada numa das principais praças do Centro Histórico, um projeto que consegue harmoniosamente criar uma transição entre espaços, entre o edificado pré-existente e uma nova construção erguida no logradouro. Este é um projeto do atelier Carvalho Araújo e com obra da Pedralbet – Construções.

No que se refere à categoria de ‘Investigação’, o júri do ‘Reabilita Braga’ distinguiu o trabalho intitulado ‘Entre o Campo da Vinha e o Campo de Touros. Uma proposta de reabilitação e reutilização do Palacete Vilhena Coutinho’, do arquitecto Marco Vieira.

De referir que os prémios têm o valor de 5.000 euros para a categoria de ‘Investigação’. Na categoria de edificação o júri atribuirá prémios no valor de 5.000, no caso da sub-categoria nova edificação, e de 10.000 euros, para a sub-categoria reabilitação e restauro.

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BRAGA: VENCEDORES DO PRÉMIO DE REABILITAÇÃO URBANA ANUNCIADOS A 9 DE NOVEMBRO

Cerimónia no Theatro Circo será transmitida em directo no portal reabilitabraga.pt

Os vencedores do Prémio de Reabilitação Urbana – ‘Reabilita Braga’ serão anunciados no próximo dia 9 de Novembro. Esta é uma iniciativa promovida pelo Município de Braga que visa distinguir as boas práticas de reabilitação urbana e premiar a investigação académica realizada nesta área. A cerimónia terá lugar no Theatro Circo, pelas 17h00, e será transmitida em directo no portal reabilitabraga.pt.

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A cerimónia de entrega do prémio inclui a realização de um debate que contará com as participações do vereador Miguel Bandeira, de Bernardo Reis, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Braga, de António Carlos, Delegado Distrital de Braga da Ordem dos Engenheiros, e dos vencedores da edição de 2018 do Prémio REABILITA BRAGA, a arquitecta Marta Campos e Filipe Ferreira, administrador da AOF. Este debate será moderado por António Gil Machado, director da ‘Vida Imobiliária’

Para o vereador Miguel Bandeira, este prémio representa “um estímulo à reabilitação urbana que integra a valorização do património arquitetónico e urbanístico”. “É uma iniciativa que pretende divulgar boas práticas, valorizar o saber-fazer ligado às atividades tradicionais de Braga, como o trabalho ornamental da pedra, a recuperação das madeiras e da talha, dos estuques, dos azulejos e dos vitrais, relacionando as linguagens contemporâneas, eficiência energética e a conforto do edificado”, salienta o vereador.

Depois de uma edição de arranque de grande sucesso, em 2018, o prémio bienal ‘Reabilita Braga’ voltou a registar um novo recorde de candidatos. “Esta edição foi particularmente rica, com propostas diversificadas e demonstrou já uma evolução de intervenção aos níveis do melhor que se vem fazendo nos centros históricos”, acrescentou Miguel Bandeira.

O prémio Reabilita Braga divide-se nas categorias de ‘Edificação’ e de ‘Investigação. A categoria ‘Edificação’ encontra-se subdividida em duas modalidades: Obra de construção – as obras de criação de novas edificações inserida em Área de Reabilitação Urbana legalmente constituída; e obra de restauro e de reabilitação – considerada como intervenção em espaço público e/ou em edifícios, localizada no território municipal, que respeite as características arquitectónicas e patrimoniais da estrutura pré-existente e valorize a sua história e identidade.

Já a categoria de ‘Investigação’ inclui trabalhos académicos (teses de mestrado, doutoramento e “papers”), desenvolvidos em universidades portuguesas sobre temas da reabilitação urbana e cujo objecto de estudo seja (ou esteja localizado) no Concelho de Braga.

Sobre o olhar criterioso do júri passaram uma dezena de candidatos, de pequena e grande escala, todos localizados no território municipal, sendo que a difícil decisão de escolher os melhores entre os melhores, coube a um júri constituído por sete personalidades de diferentes áreas.

Na categoria ‘Edificação’ integram o júri Alexandre Basto, Isabel Silva, António Carlos Rodrigues, Ricardo Silva e o Miguel Bandeira, Vereador da Regeneração Urbana e Ligação às Universidades da Câmara Municipal de Braga, que integra ainda o júri da categoria ‘Investigação’, a par de José Alberto Rio Fernandes e Manuel Miranda.

Os prémios têm o valor de 5.000 euros para a categoria de ‘Investigação’. Na categoria de edificação o júri atribuirá prémios no valor de 5.000, no caso da sub-categoria nova edificação, e de 10.000 euros, para a sub-categoria reabilitação e restauro.

VIANA DO CASTELO: CONSTRUÇÃO DO BAIRRO DOS PESCADORES SOB O IMPULSO DO ALMIRANTE HENRIQUE TENREIRO

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Data provável: 1948 a 1952

Fonte: Biblioteca Central de Marinha / Arquivo Histórico

  • Comentário de Gonçalo Fagundes Meira
Henrique Tenreiro, homem assumidamente defensor do Estado Novo, forte nas pescas (apontado como um amigo sentido dos pescadores, dados os muitos benefícios que para eles criou no domínio social), através da Junta Central das Casas dos Pescadores, depois da criação de escolas para os filhos dos homens do mar, a funcionar nestas casas, manda fazer um levantamento sobre as necessidades de habitação para os pescadores portugueses. E assim nascem os bairros dos pescadores. Em finais da década de 1960, boa parte das povoações do litoral português estavam cobertas com bairros para a gente da pesca, especialmente artesanal. Bairros aprumados, prontos a satisfazer necessidades básicas e com uma traça condizente com a filosofia do Estado omnipotente. Mas algo foi feito. E Tenreiro, salazarista assumido, não deixava de evidenciar ações que se destacavam pelo esforço e voluntariedade.

MUNICÍPIO DE BRAGA SUBMETE A APRECIAÇÃO PÚBLICA PLANO DE URBANIZAÇÃO DAS SETE FONTES

Plano de Urbanização das Sete Fontes e alteração ao PDM em discussão pública até 30 de Setembro. Todos os documentos podem ser consultados na internet e no Balcão Único

A proposta de alteração ao Plano Director Municipal (PDM) para a área das Sete Fontes e respectivo Plano de Urbanização está em fase de discussão pública até 30 de Setembro. O processo de participação terá um prazo superior ao legalmente previsto com o objectivo de promover uma discussão ampla e abrangente entre a sociedade Bracarense.

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Todos os documentos estão disponíveis para consulta no portal https://setefontes.cm-braga.pt/ ou, fisicamente, no Balcão Único, situado no edifício do Pópulo, de Segunda a Sexta-feira, das 09h00 às 17h30, mediante agendamento através do telefone 253 61 60 60.

A formulação de reclamações, observações e/ou sugestões podem ser registadas no portal, no Balcão Único ou por correio electrónico através dos seguintes endereços:

A fase de discussão pública em torno da alteração do PDM para as Sete Fontes e do respectivo Plano de Urbanização constitui um passo determinante no processo que levará à execução do Parque das Sete Fontes.

Miguel Bandeira, vereador do Património e Planeamento, recorda que o processo de “salvaguarda e a preservação das Sete Fontes decorreu de um intenso processo de participação pública”. “A própria classificação como Monumento Nacional, em 2011, foi resultado de uma dinâmica cidadã ímpar, iniciada no final da década de 90. Desde 2013 que este processo tem sido motivo de empenho por parte deste executivo e pretendemos que continue a ser transparente e participado”, salienta o vereador.

Com a alteração ao PDM, o Município assegura a concretização do Parque e o seu usufruto pela população, assumindo-o como uma componente de uma vasta ocupação florestal que penetra na Cidade. A Autarquia garante, igualmente, a organização da colmatação urbana de enquadramento do Parque, estabelecendo “portas” de entrada e uma frente edificatória que o valorize, estimule a sua vivificação e aumente a sua utilização e segurança.

O Plano de Urbanização das Sete Fontes, elaborado pelo conceituado urbanista Jorge Carvalho, assegura salvaguarda e valorização do sistema de abastecimento de águas à Cidade do século XVIII, classificado como Monumento Nacional desde 2011.

Este documento orienta toda a vertente urbana de enquadramento do parque, estabelecendo portas de entrada e uma frente edificatória que valoriza o Ecoparque, estimula a sua vivência e utilização. O plano vai estabelecer uma relação mais funcional entre as Sete Fontes e os núcleos envolventes, nomeadamente com a freguesia de Gualtar, com o hospital, Areal/Alegria, Areal de Baixo e Areal de Cima, qualificando a malha urbana envolvente e definindo uma frente de parque capaz de o dinamizar e qualificar.

ALTERAÇÕES DE TRÂNSITO PARA OBRA DE REQUALIFICAÇÃO DA PRAÇA DA REPÚBLICA E JARDIM MANUEL FARIA EM VIZELA

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No seguimento das obras de requalificação obras de requalificação e revitalização da Praça da República e Jardim Manuel Faria, integrada no PARU – Plano de Ação de Regeneração Urbana de Vizela e no Plano de Ação - Regeneração Urbana Sustentável – RUS, a Câmara Municipal de Vizela informa as seguintes alterações de trânsito, a partir do dia 16 de julho e até ao dia 19 de agosto:

  • Rua Dr. Pereira Caldas (Rainha), será cortada junto ao BANCO, na entrada para a Praça da República. Assim, as viaturas que façam o sentido descendente sairão pela travessa existente entre o Banco e o Restaurante Rainha no sentido da Rua Joaquim Ribeiro Ferreira, que ficará provisoriamente com aquele sentido de circulação;
  • A Rua Antonio Pereira da Silva ficará cortada ao trânsito;
  • A ligação da Rua Abade Tagilde à Rua da Praça, manterá o sentido agora existente.

Esta alteração de trânsito tem como objetivo minimizar os efeitos dos trabalhos e melhorar as condições de segurança das equipas de trabalho e moradores das zonas afetadas, minimizando ainda os impactes ambientais e do tráfego resultantes desta intervenção.

A Câmara Municipal de Vizela apela à cooperação e compreensão de todos os munícipes, pedindo desculpa por todos os constrangimentos resultantes das obras, reiterando que se trata de uma obra de extrema relevância para o Concelho, sendo que a Autarquia irá envidar todos os esforços para que as intervenções decorram de modo a minorar o seu impacto no quotidiano dos munícipes.​

CÂMARA DE VIZELA ADIA INAUGURAÇÃO DA REQUALIFICAÇÃO DO LARGO DA IGREJA DE TAGILDE

Atendendo à deteção de um caso positivo de COVID-19 na Escola Básica de Tagilde e consequente encerramento daquele estabelecimento de ensino, a Câmara Municipal de Vizela e a União de Freguesias de Tagilde e Vizela S. Paio decidiram adiar a inauguração das obras de requalificação do Largo da Igreja de Tagilde, que estava prevista para este sábado, dia 11 de julho.

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Assim, apesar da situação já se encontrar a ser acompanhada e monitorizada pelas autoridades de saúde, mas colocada a possibilidade de um surto naquela freguesia, a Câmara Municipal de Vizela e a União de Freguesias de Tagilde e Vizela S. Paio adiam, para data a definir, a inauguração das obras de requalificação do Largo da Igreja de Tagilde, até se encontrarem reunidas todas as condições de segurança para a realização daquela iniciativa.

De destacar que a população de Vizela está de parabéns e sempre demonstrou bom desempenho e colaboração no cumprimento medidas decretadas pelas autoridades nos últimos meses, contudo, e ara evitar novos surtos, a Câmara Municipal de Vizela apela à população vizelense para respeitar as recomendações das autoridades, em especial a prática de distanciamento social e o uso de máscara, para evitar a transmissão da doença na nossa comunidade.

Estamos perante um tempo de mudança. É importante que todos percebam que não estamos perante o regresso à normalidade, estamos sim a iniciar um novo percurso de um longo caminho na construção de uma nova normalidade. Vamos todos fazer a nossa parte!

MUNICÍPIO DE BRAGA LANÇA NOVA EDIÇÃO DO PRÉMIO DE REABILITAÇÃO URBANA

Pré-candidaturas abertas a partir de 4 de Julho

O Município de Braga acaba de lançar a segunda edição do Prémio Municipal de Reabilitação Urbana – ‘Reabilita Braga’, uma iniciativa que visa distinguir as boas práticas de reabilitação urbana e premiar a investigação académica realizada nesta área. As pré-candidaturas decorrem entre os dias 4 de Julho e 4 de Setembro, através do portal reabilitabraga.pt.

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Para Miguel Bandeira, vereador que tutela a Regeneração Urbana, este Prémio procura “reconhecer as melhores intervenções de salvaguarda do património edificado”. “O Prémio Reabilita Braga’ representa um estímulo a todos os intervenientes, sejam eles promotores, projectistas e investigadores, na valorização continuada dos recursos culturais urbanos que temos, na minimização dos impactos ambientais no território e, mais do que tudo, um apelo à inversão do arruinamento do edificado com valor patrimonial e ao potenciamento dos nossos Centros Históricos”, explica o vereador.

Miguel Bandeira lembra ainda que esta iniciativa visa promover a divulgação de intervenções exemplares, a valorização das técnicas e dos materiais tradicionais de construção que, segundo refere, “constituem uma inequívoca forma de preservar o nosso modo de saber fazer e de dar oportunidade de trabalho aos que laboram nestas áreas”.

Prémio com duas categorias

 Com o apoio da revista ‘Vida Imobiliária’, o prémio Reabilita Braga divide-se nas categorias de ‘Edificação’ e de ‘Investigação.

A categoria ‘Edificação’ encontra-se subdividida em duas modalidades: Obra de construção – as obras de criação de novas edificações inserida em Área de Reabilitação Urbana legalmente constituída; e obra de restauro e de reabilitação – considerada como intervenção em espaço público e/ou em edifícios, localizada no território municipal, que respeite as características arquitectónicas e patrimoniais da estrutura pré-existente e valorize a sua história e identidade.

Já a categoria de ‘Investigação’ inclui trabalhos académicos (teses de mestrado, doutoramento e “papers”), desenvolvidos em universidades portuguesas sobre temas da reabilitação urbana e cujo objecto de estudo seja (ou esteja localizado) no Concelho de Braga.

Os prémios têm o valor de 5.000 euros para a categoria de ‘Investigação’. Na categoria de edificação o júri atribuirá prémios no valor de 5.000, no caso da sub-categoria nova edificação, e de 10.000 euros, para a sub-categoria reabilitação e restauro.

O regulamento está disponível no portal reabilitabraga.pt ou em www.cm-braga.pt. Mais informações podem ser obtidas através o e-mail reabilita.braga@cm-braga.pt.