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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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NOVA PONTE SOBRE O RIO AVE FICARÁ CONCLUÍDA EM AGOSTO DE 2025

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Arranque da obra foi assinalado hoje pelos autarcas de Famalicão, Trofa e Maia

Os autarcas de Famalicão, Trofa e Maia reuniram-se esta terça-feira, 6 de fevereiro, para assinalar “in loco” o arranque da construção do último troço da Variante à Estrada Nacional 14. A empreitada, que envolve a construção de uma nova ponte sobre o rio Ave e cuja responsabilidade é da Infraestruturas de Portugal (IP), deverá estar concluída em agosto do próximo ano e implica um investimento de 12.5 milhões de euros, no âmbito do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.

Acompanhado pelos autarcas da Trofa e da Maia, Sérgio Humberto e António Silva Tiago, respetivamente, o autarca famalicense Mário Passos enalteceu a importância desta empreitada que vem encerrar um processo e um tema que tem tanto de importante, como de longo.

“Esta é a peça que faltava para vermos finalmente resolvido um problema de décadas que tantos constrangimentos tem causado a esta região e a este corredor exportador que tanto faz pelo desenvolvimento e crescimento do nosso país”, afirmou o edil famalicense, lembrando que a solução encontrada resulta da união de esforços entre os três municípios e o estado central.

Recorde-se que este último troço agora em construção, que Mário Passos considera ser “estruturante” para a região, terá uma extensão de 2,4 quilómetros, com a existência de percursos pedonais e ciclovia.

A nova ponte, com 163 metros de extensão, será construída na zona de Carqueijoso, ligeiramente a Norte do Hospital da Trofa, cerca de 1 quilómetro a montante da atual ponte sobre o Rio Ave na EN14.

“Esta fase, muito concretamente, esta nova ponte é a menina dos olhos de ouro deste conjunto de quatro empreitadas uma vez que acaba por ser o desfecho de todo este longo processo”, referiu Pedro Caetano, responsável da Infraestruturas de Portugal presente no encontro desta manhã.

O responsável assegurou ainda que a IP “tudo fará para que se cumpra com o calendário estabelecido”, lembrando também todo um conjunto de trabalhos que serão desenvolvidos do ponto de vista ambiental junto à ribeira de Ferreiros, nomeadamente com a requalificação e estabilização das margens e a criação de percursos pedonais e bacias de retenção para os períodos de cheia.

Recorde-se que a empreitada foi adjudicada à construtora famalicense Gabriel Couto e será desenvolvida no âmbito do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, financiado pela União Europeia.

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FAMALICÃO E TROFA AVANÇAM COM PROJETO PARA NOVA PONTE CICLO PEDONAL

Protocolo assinado esta segunda-feira, 30 de outubro, por Mário Passos e Sérgio Humberto

Os autarcas de Vila Nova de Famalicão e Trofa assinaram esta segunda-feira, 30 de outubro, um protocolo que permitirá aos dois municípios avançar com a elaboração do projeto para uma nova ponte ciclo pedonal sobre o Rio Ave, que ligará os dois concelhos e recriará a antiga Ponte Pênsil.

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Mário Passos e Sérgio Humberto encontraram-se esta segunda-feira de manhã, nos Paços do Concelho da Trofa, para a assinatura do acordo que juntará os dois municípios como entidades adjudicantes com vista ao lançamento dos procedimentos pré-contratuais para a contratação dos serviços inerentes à caracterização do local de intervenção – estudos, ensaios, sondagens e levantamentos, como são disso exemplo os ensaios aerodinâmicos e dinâmicos e o estudo hidrológico e hidráulico – e à elaboração do projeto de execução da nova ponte.  

Refira-se que a futura ponte deverá recriar a antiga Ponte Pênsil que até janeiro de 1935 garantia a ligação entre os dois concelhos e que, em tempos, foi a principal travessia entre o Minho e o Douro.

O autarca famalicense, Mário Passos considera que esta nova ligação pedonal e ciclável entre Famalicão e Trofa vem reforçar “a relação socioeconómica existente entre os dois concelhos”, falando mesmo num “grande atrativo para a promoção dos dois municípios”.

Já o autarca da Trofa acredita que “será feita história” com a concretização desta empreitada. Sérgio Humberto lembrou ainda a execução da quarta e última fase da empreitada da Variante à Estrada Nacional 14 que inclui a construção de uma nova ponte sobre o rio Ave para falar naquilo que considera ser uma “revolução” nas ligações entre os dois municípios e nas margens do Rio Ave.

LIGAÇÃO RODOVIÁRIA ENTRE A VIA DIAGONAL E A INTERFACE RODOFERROVIÁRIO DA TROFA MELHORA A SEGURANÇA E MOBILIDADE DA POPULAÇÃO DE FAMALICÃO

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PRR - EN14 – Ligação rodoviária entre a Via Diagonal e a Interface Rodoferroviário da Trofa

Trabalhos de betonagem do 1.º tabuleiro do Viaduto da Ribeira de Vilares.

A presente empreitada consiste na execução da ligação entre a Via Diagonal, no concelho da Maia, e a Interface Rodoferroviário da Trofa, numa extensão de 10 km, e envolve a construção de uma ponte sobre o Rio Trofa e quatro viadutos.

O lanço em construção insere-se num empreendimento mais abrangente que compreende a construção da Variante à EN14 entre a Maia e Vila Nova de Famalicão.

Um investimento na melhoria da segurança rodoviária e das condições de mobilidade das populações dos concelhos de Vila Nova de Famalicão, Trofa e Maia, desenvolvido no âmbito do PRR - Plano de Recuperação e Resiliência, financiado pela União Europeia

Fonte: Infraestruturas de Portugal

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AUTARCAS DE FAMALICÃO, MAIA E TROFA SATISFEITOS COM LANÇAMENTO DE CONCURSO PARA A NOVA PONTE SOBRE O AVE

Concurso com investimento base de 17 milhões de euros

Os presidentes das Câmaras Municipais de Famalicão, Maia e Trofa, Mário Passos, António Silva Tiago e Sérgio Humberto, respetivamente, congratulam-se publicamente pelo lançamento do concurso público para o arranque da quarta e última fase da empreitada da Variante à Estrada Nacional 14 que inclui a construção de uma nova ponte sobre o rio Ave.

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O concurso público lançado pela Infraestruturas de Portugal (IP) foi publicado em Diário da República no passado dia 5 de maio, tendo como prazo para apresentação de propostas o dia 20 de junho de 2023.

O valor base da obra é de 17 milhões de euros e o prazo de execução da empreitada é de 600 dias.

Os três autarcas reuniram-se esta segunda-feira de manhã para acompanhar a evolução dos trabalhos que estão atualmente em curso no concelho da Trofa e reforçaram o seu contentamento com o avanço da última fase da obra.

Mário Passos, António Silva Tiago e Sérgio Humberto falam numa intervenção há muito reclamada junto do poder central pelas populações dos três concelhos, sobretudo por parte do seu tecido empresarial que constitui um dos principais eixos produtores, empregadores e exportadores do país e que tem visto a sua atividade “ser fortemente prejudicada devido aos constrangimentos de tráfego da EN14”.

E acrescentam: “Estamos a falar de um problema de décadas que tem causado muitos constrangimentos às populações e que tem atrofiado o crescimento das empresas que aqui estão sediadas”.

Recorde-se que a intervenção permitirá melhorar “as condições de segurança e acessibilidade numa zona densamente povoada e com grande dinâmica empresarial, mas fortemente condicionada pelo elevado grau de congestionamento e pressão marginal que caracterizam a atual Estrada Nacional 14”, pode ler-se na descrição da empreitada a concurso.

AUTARCAS DE FAMALICÃO, SANTO TIRSO E TROFA REUNIRAM COM MINISTRO DA SAÚDE

Manuel Pizarro garantiu que nehuma decisão está tomada e que faltam ainda estudos para uma decisão sobre a reorganização de rede de maternidades

Os Presidentes das Câmaras Municipais de Santo Tirso, Famalicão e Trofa, Alberto Costa, Mário Passos e Sérgio Humberto, respetivamente, estiveram ontem reunidos com o Ministro da Saúde, Manuel Pizarro, para lhe manifestar a sua preocupação comum com os resultados do estudo da Comissão de Acompanhamento de Resposta às Urgências de Ginecologia/Obstetrícia que aponta para um eventual encerramento da maternidade do Centro Hospitalar do Médio Ave que serve os três municípios e que está instalada em Famalicão.

O responsável minesterial transmitiu aos autarcas que o documento em questão carece de estudos mais aprofundados, sendo apenas uma base de trabalho para a melhoria dos serviços de saúde em Portugal, nomeadamente para a rede pública de maternidades. O Ministro mostrou também ser conhecedor do serviço de excelência que é prestado pela Maternidade do Centro Hospitalar do Médio Ave.

Os presidentes das Câmaras Municipais reconhecem o sentido de responsabilidade evidenciado pelo Ministro da Saúde e a sua disponibilidade para o diálogo e para a ponderação criteriosa. A mensagem transmitida foi de tranquilidade e de responsabilidade.

O Centro Hospitalr do Médio Ave está inserido numa região de grande força e vitalidade económica e social, servindo cerca de 250 mil habitantes. A administração tem sede em Santo Tirso, gerindo o Hospital Conde de São Bento, em Santo Tirso, e o Hospital S. João de Deus, em Famalicão.

DORL DE BRAGA DO PCP QUESTIONA: ANÚNCIO DE NOVA PONTE ENTRE VILA NOVA DE FAMALICÃO E TROFA: SERÁ DESTA?

O ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, na Assembleia da República, anunciou uma nova ponte sobre o rio Ave, que ligará os concelhos de  Vila Nova de Famalicão e Trofa, anunciando a sua conclusão no início de 2025.

São reconhecidos os problemas de mobilidade entre estes concelhos, a saturação e a falta de condições das vias rodoviárias necessárias. Tratam-se de concelhos densamente povoados e com actividades económicas de grande dimensão. Prova disso, é o congestionamento e o tráfego diário da Ponte da Lagoncinha. Pela sua localização, serve de alternativa diária, tanto a veículos ligeiros como pesados de mercadorias e de transporte, pois esta permite a ligação entre os municípios de Vila Nova de Famalicão, Trofa e Santo Tirso, sendo ainda um acesso ao nó da A3.

Não só pela urgência desta alternativa, mas também pela preservação de um monumento nacional, há vários anos que o PCP, quer na Assembleia da República, quer no plano local, vem reclamando repetidamente a concretização da variante à EN 14 na travessia da Trofa (V. N. de Famalicão/Trofa/Maia). Os alertas e propostas do PCP têm vindo a encontrar a resistência dos sucessivos governos do PS e do PSD/CDS, que não têm dado tradução prática às “boas intenções” que de quando a quando os seus responsáveis expressam. A título de exemplo, já em Julho de 2010, o então Deputado do PCP à Assembleia da República Agostinho Lopes questionou o governo sobre projetos para a construção de uma alternativa à ponte, requalificação ambiental da zona envolvente e o início das obras do troço variante poente EN14 até à cidade da Maia.

A única garantia que temos neste momento é que o Orçamento de Estado que está a ser debatido na Assembleia da República não contempla nenhuma verba para esta obra tão necessária. Estamos a falar, ainda, da intenção de lançamento de um concurso público, apenas.

O PCP continuará empenhado na defesa da melhoria das acessibilidades entre estes concelhos, estará atento ao cumprimento dos compromissos assumidos e reclamar os troços a Norte da Trofa e de ligação a Vila Nova de Famalicão.

FAMALICÃO E TROFA UNEM-SE PARA RECUPERAR E VALORIZAR MARGENS DO AVE

Plano estratégico envolve reconstrução da Ponte de Pênsil e recriação da Barca da Trofa entre outras ações

Reconstruir a antiga Ponte de Pênsil – uma estrutura que ligava Ribeirão (Vila Nova de Famalicão) e São Martinho do Bougado (Trofa) e que foi demolida em 1935 – numa vertente pedonal e ciclável para proporcionar uma nova passagem sobre o rio Ave, recriar a Barca da Trofa, recuperar azenhas, açudes, moinhos, construir novos parques de lazer. São estes os grandes objetivos do protocolo de colaboração para o desenvolvimento de um Programa Estratégico para a Recuperação e Valorização das Margens do Rio Ave, celebrado esta quinta-feira, entre os municípios de Vila Nova de Famalicão e da Trofa.

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Foi precisamente nas margens do rio Ave, no Parque das Azenhas, que Paulo Cunha e Sérgio Humberto selaram o compromisso conjunto de devolver o rio Ave às pessoas, restabelecer laços e restaurar a história, numa união de esforços que prevê a obtenção de fundos comunitários para a recuperação e valorização do património ribeirinho.

“A ponte de Pênsil é um dos grandes objetivos desta ação, mas não só, queremos também avançar com a recuperação dos açudes, dos moinhos, com a recriação da travessia da Barca e sobretudo criar novos parques de lazer junto ao rio”, afirmou Sérgio Humberto.

“São objetivos comuns para este território, o rio une-nos não nos separa e queremos que estas populações possam voltar a fazer travessias em segurança quer pedonal quer ciclável e unir as duas margens”, acrescentou.

Para Paulo Cunha, com este protocolo “os municípios de Famalicão e da Trofa assumem o seu papel de impulsionadores de um projeto que vai beneficiar as pessoas e valorizar o património. É preciso dar outra dimensão ao rio Ave, uma dimensão recreativa e de bem-estar das populações”.

“Recuperar, reerguer e restaurar são palavras importantes que vão permitir que as povoações retomem as suas relações e os seus laços”, adiantou.

Na prática, o protocolo define que ambas as autarquias comparticipem o investimento de 72 mil euros para a elaboração técnica do programa estratégico, que deve contemplar um conjunto de projetos intermunicipais que promovam a valorização ambiental e paisagística do território comum, com atividades e ações que potenciem a criação de um itinerário cultural, patrimonial, ambiental, turístico e social, que se consubstancie num grande parque periurbano.

“Já estamos a trabalhar neste projeto, já foi feito um estudo macro”, explicou ainda Sérgio Humberto, salientando que “como este não nenhum projeto em Portugal “um projeto supramunicipal que preserva o ambiente que quer requalificar o património, que quer reconstruir e repor bens que nunca deviam ter sido demolidos, que quer olhar para a fauna, para a flora para o futuro e para a qualidade de vida das pessoas”.

No essencial, a ideia deste plano é dotar os municípios de Vila Nova de Famalicão e da Trofa, nas freguesias de Lousado, Ribeirão, Fradelos, S. Martinho de Bougado e São Tiago de Bougado, de um espaço junto ao Rio Ave, com as caraterísticas de parque periurbano estruturado, estendendo o atual Parque das Azenhas de modo a integrar uma área mais abrangente ao longo das margens do rio Ave, incluindo, revitalizando e dinamizando o património construído, com especial destaque para os núcleos molinológicos, as pontes existentes, as praias fluviais, entre outros.

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FAMALICÃO E TROFA UNEM-SE PARA RECUPERAR E VALORIZAR MARGENS DO RIO AVEB

Protocolo de Colaboração é assinado amanhã, quinta-feira, dia 12 de agosto, no parque das Azenhas, na Trofa

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e a Câmara Municipal da Trofa convidam os órgãos de comunicação social para a cerimónia de assinatura do protocolo de Colaboração para Contratação do Programa Estratégico para a Recuperação e Valorização das Margens do Rio Ave, que se irá realizar amanhã, quinta-feira, dia 12 de agosto, pelas 15h30, no Parque das Azenhas, concelho da Trofa (entrada da Urbanização da Barca, conforme indicações em anexo).

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A minuta do protocolo de cooperação a celebrar entre os dois municipios foi aprovada na reunião ordinária da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão da semana passada, a 4 de agosto, e refere a importância do Rio Ave como “elemento natural que delimita, mas que simultaneamente une os dois concelhos vizinhos”.

Assumindo-se como elemento principal da paisagem e da biodiversidade e considerando o enorme potencial ambiental, patrimonial e turistico do Rio Ave, o protocolo prevê a realização de estudos técnicos, envolvendo ainda o objetivo de lançar uma candidatura a fundos comunitários.

“Há um exepetativa de um contexto comunitário futuro de apoios financeiros para intervenções ribeirinhas, mas para isso é preciso estudos, projetos e que haja percurso feito”, afirma, a propósito o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha.

A colaboração tem, assim, como objetivo a recuperação patrimonial, onde se incluem açudes, azenhas, moinhos e atravessamentos, mas também objetivos de natureza ambiental, turística e de preservação da memória identitária. Além da recuperação do património está a ser equacionada a hipótese de construção de pontes pedonais.

FAMALICÃO REQUALIFICA RIBEIRAS DE PENOUÇOS E FERREIROS

Requalificação das ribeiras de Penouços e Ferreiros desbloqueia variante à EN14 entre Famalicão e Trofa. Protocolo para a realização da empreitada assinado hoje entre a autarquia famalicense e a Infraestruturas de Portugal

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai avançar com a valorização e requalificação ambiental e paisagística das ribeiras de Ferreiros e Penouços, criando um percurso pedonal e ciclável que vai ligar as freguesias de Lousado e Ribeirão ao concelho vizinho da Trofa.

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A intervenção nos dois afluentes do rio Ave resulta de um protocolo assinado esta terça-feira entre a autarquia famalicense e a Infraestruturas de Portugal (IP) e vai permitir desbloquear a aprovação do estudo do impacto ambiental referente à construção do novo troço da variante à Estrada Nacional 14 que liga a rotunda de Santana, em Ribeirão, à nova travessia sobre o Ave.

“O tratamento destas duas ribeiras vai, em primeiro lugar, trazer mais qualidade de vida para todos aqueles que aqui vivem, vai permitir que deixem de haver obstáculos técnicos à construção da nova ligação entre Famalicão e a Trofa e da nova ponte sobre o Rio Ave e vai, por fim, permitir que a Continental Mabor reúna as condições necessárias para aumentar a sua nave industrial”, explicou hoje o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, na cerimónia de assinatura do protocolo que decorreu nos Paços do Concelho, com a presença do presidente da IP, António Laranjo, dos presidentes das autarquias da Trofa e da Maia, Sérgio Humberto e António Domingos Tiago, respetivamente, e do Presidente do Conselho de Administração da Continental Mabor, Pedro Carreira.

Paulo Cunha aproveitou ainda para salientar o clima de compromisso existente entre todas as entidades envolvidas no processo e para lembrar o retorno que esta obra vai trazer para a economia da região e do país. “É mais uma etapa que se cumpre para a valorização de um território que não é só de um concelho, mas sim de um eixo que liga os concelhos de Famalicão, Trofa e Maia e que é o eixo mais exportador do país”, disse.

O presidente da IP, António Laranjo, fala “num dos projetos mais estruturantes e relevantes” para a região.

Refira-se ainda que a intervenção nestas duas ribeiras vai implicar um investimento municipal que ronda os 300 mil euros e incidirá sobre uma área total de aproximadamente 66 mil metros quadrados.

De acordo com a memória descritiva, o projeto de requalificação ambiental das ribeiras de Ferreiros e Penouços prevê, entre outros trabalhos, a reedificação dos taludes marginais tornando-os mais estáveis e a sua revegetação, a execução de uma bacia de retenção na margem esquerda da ribeira de Ferreiros, de forma a reter os picos de cheia e o desenvolvimento dos percursos pedonais e cicláveis. À Infraestruturas de Portugal cabe, entre outros trabalhos, efetuar as expropriações dos terrenos necessários para a implementação do projeto.

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CONCELHIAS DO PSD DO AVE EXIGEM PLANO EFETIVO PARA DESPOLUIÇAO DO RIO AVE

Governo desrespeita recomendação que a Assembleia da República aprovara por unanimidade!

Despoluir e revitalizar o rio Ave é o objetivo que está a unir e mobilizar as concelhias do PSD dos sete concelhos atravessados pelos 90 quilómetros de percurso do Ave, desde a nascente, na Serra da Cabreira, em Vieira do Minho, até à foz em Vila do Conde. Ao longo das próximas semanas, as sete estruturas partidárias vão promover, através dos seus representantes eleitos nas autarquias locais, uma tomada de posição conjunta das Câmaras, Assembleias Municipais e Assembleias de Freguesia, a exigir do Governo a elaboração imediata de um Plano de Despoluição e Revitalização do Rio Ave.

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Trata-se dos concelhos de Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso, Guimarães, Santo Tirso, Trofa, Vila Nova de Famalicão e Vila do Conde, a que se juntam as mais de 6 dezenas de freguesias atravessadas por aquele curso de água, o que poderá resultar no envio de cerca de sete dezenas de propostas de recomendação ao Governo.

A expetativa dos responsáveis sociais democratas é que esta tomada de posição assente na união de propósitos entre territórios contíguos, torne a Administração Central sensível ao problema e a faça avançar de imediato para a elaboração de um diagnóstico, avaliação, identificação das principais áreas de intervenção e elaboração um plano de ação urgente.

“Não podemos esperar mais. O Rio Ave tem uma importância crucial para a economia da região. É fundamental para a saúde, para o ambiente e, sobretudo, para a valorização do elemento água para as gerações vindouras e tem um potencial cultural e turístico de grande alcance”, afirmam, em uníssono, os presidentes das Concelhias do PSD dos identificados territórios.

Para além da importância ambiental do rio Ave para a sustentabilidade da vida e para a biodiversidade dos ecossistemas, os responsáveis realçam o potencial turístico deste curso de água, na sequência do aparecimento nos últimos anos de novos e ambiciosos projetos à volta da Bacia Hidrográfica do Ave, como a construção de novos parques e de percursos pedonais através da recuperação das margens ribeirinhas, e que se têm traduzido no desenvolvimento de atividades de lazer e desportivas e no aparecimento de novas oportunidades de desenvolvimento regional.

“Quase 40 anos depois de iniciado o processo de despoluição do Rio Ave e mais de 500 milhões de euros de investimento, há resultados visíveis e positivos que importa prosseguir. Não podemos permitir que haja agora um retrocesso, que se desista do rio Ave e que se comprometa o esforço realizado”.

“Quase 40 anos depois de iniciado o processo de despoluição do Rio Ave e mais de 500 milhões de euros de investimento, há resultados visíveis e positivos que importa prosseguir. Não podemos permitir que haja agora um retrocesso, que se desista do rio Ave e que se comprometa o esforço realizado”.

Em vez de cumprir a emanação parlamentar, o Governo limitou-se a iniciar a implementação de um plano de intervenção nos rios Vizela, Burgo e Ferro.

Em concreto, as propostas que se pretende aprovar em sede dos executivos autárquicos e respetivas assembleias, remetem para a necessidade e urgência de elaboração de um plano de despoluição e revitalização do Rio Ave assente em diversos objetivos, donde sobressaia avaliação e diagnóstico das situações com impacto direto na qualidade da água e identificação das principais áreas de intervenção; a elaboração de uma estratégia de atuação conjunta e partilhada entre entidades para fazer face aos fenómenos de poluição; a definição de uma estratégia de intervenção na ação integrada de fiscalização; a execução das medidas definidas no âmbito do PGRH – Plano de Gestão da Região Hidrográfica do Cávado, Ave e Leça; o melhoramento da performance da solução das infraestruturas investindo na telegestão e em ID&I; e finalmente a criação de uma Comissão de Acompanhamento da execução do plano.

“A despoluição e revitalização da bacia hidrográfica do Ave, nas suas diversas facetas, pressupõem uma abordagem integrada e colaborativa, que exige, para além do papel primordial e insubstituível do Estado, o envolvimento ativo dos municípios e das freguesias e inclusivamente o compromisso e cumplicidade dos cidadãos. A sociedade está pronta e até desejosa em abraçar este desafio e em ajudar as instituições públicas a devolver o Rio Ave às comunidades”.

“Ao circunscrever o plano de ação à bacia do rio Vizela, o Governo descrimina negativamente as populações que vivem, estudam e trabalham na área de ação da bacia hidrográfica do rio Ave”

“Está na hora de aproveitar esta oportunidade e devolver o Rio Ave às pessoas”.

“Não aceitamos que o Vale do Ave continue a ser desconsiderado pelo Governo

Os signatários

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XI ENCONTRO DE CANTARES AO MENINO EM SANTIAGO DE BOUGADO.

Teve hoje lugar na Trofa o XI Encontro de Cantares ao Menino na Igreja da Senhora da Livração, na Trofa Velha.

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Este Domingo celebra o Baptismo de Jesus, dando por concluído assim o Ciclo natalício.

A Organização foi da responsabilidade o Rancho Etnográfico de Santiago de Bougado, da Trofa, na qual imperou pela qualidade dos grupos participantes, grupo Folclórico da Casa do Povo de Santa Cruz do Bispo, Matosinhos, Grupo Folclórico e Etnográfico de Arzila, Coimbra e Rancho Folclórico de S. Félix da Marinha, Vila Nova de Gaia.

A RFPTV fez a cobertura do evento e felicitou a organização pela qualidade ímpar do evento. Votos que são secundados pelo BLOGUE DO MINHO.

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RANCHO DAS LAVRADEIRAS DA TROFA LEVA A LISBOA O FOLCLORE DA REGIÃO D’ENTRE-O-DOURO-E-MINHO

Sob a divisa “Usos e Costumes em Lisboa”, decorreu hoje em Lisboa mais um festival de folclore organizado conjuntamente pelo Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e a Junta de Freguesia de São Vicente, do concelho de Lisboa.

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Coube ao Rancho das Lavradeiras da Trofa representar os usos e costumes das gentes da região d’Entre-o-Douro-e-Minho, mais concretamente do concelho da Trofa. Para além deste magnífico agrupamento folclórico da nossa região, participaram ainda o Rancho Folclórico de Gouveia – Beira Alta; Grupo Folclórico e Etnográfico de Cova do Ouro e Serra da Rocha (Coimbra) – Beira Litoral e o Grupo Folclórico “Os Camponeses de D. Maria” (Sintra) – Região Saloia, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa (Arganil) –Beira Serra.

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Todos os grupos demonstraram elevada qualidade na sua representação, desde a forma de trajar até à exibição propriamente dita. A organização, como de costume, manteve-se à altura. A decoração com motivos tradicionais foi a mais apropriada a este género de eventos. A festa foi animada e, até quando o Rancho da Ribeira de Celavisa se preparava para subir ao palco, o galo de serviço cacarejou a anunciar a actuação dos seus donos!

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A constante alusão a uma suposta região do Douro Litoral constitui um equívoco do ponto de vista geo-etnográfico porquanto se tratou de uma mera divisão político-administrativa, aliás efémera, criada ao tempo do Estado Novo. Com efeito, a reforma administrativa levada a efeito em 1936 subtraiu à vetusta Comarca d’Entre-o-Douro-e-Minho uma importante parcela de território para criar artificialmente a província do Douro Litoral. Esta englobava outrora, no Distrito de Aveiro, os concelhos de Arouca, Castelo de Paiva, Espinho e Santa Maria da Feira. No Distrito de Viseu incluía os concelhos de Cinfães e Resende. E, no Distrito de Vila Real, parte do concelho de Montalegre que outrora pertenceu ao extinto concelho de Ruivães que foi despois integrado no município de Vieira do Minho. Perante tal divisão, o Minho ficou supostamente reduzido aos atuais Distritos de Viana do Castelo e Braga, limitado a sul pelo Douro Litoral.

Em relação à entidade organizadora deste festival de folclore que contou com a participação do Rancho das Lavradeiras da Trofa – o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – trata-se de um grupo constituído em 1981 por arganilenses radicados na região de Lisboa e que “tem o objectivo de recolher, preservar e divulgar o que de mais valioso existe e existiu nas vidas e nas mentes dos seus antepassados, que tão generosamente o souberam transmitir. Este trabalho vai desde as modas, as danças e os cantares a muitas outras tradições, como os trabalhos rurais, serões, escapeladas, cavadas e romarias”.

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FAMALICÃO, SANTO TIRSO E TROFA UNIDOS NA MOBILIDADE INTERMUNICIPAL

Rede de transportes entre os três municípios deverá ficar operacional em 2019

A linha de transportes que vai ligar e aproximar os municípios de Vila Nova de Famalicão, Santo Tirso e Trofa deverá estar operacional em 2019. Na segunda-feira, os autarcas dos três municípios assinaram um protocolo de colaboração para a realização de um estudo de planeamento sobre a mobilidade de passageiros na área territorial dos três concelhos, tendo em vista a organização de futuras concessões de serviço público de transporte à população.

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Para o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, a celebração do protocolo entre as três autarquias é de “grande importância para a convergência territorial, que nos permite defender aquilo que nos une e que são os interesses da comunidade”.

O autarca lembrou as várias dificuldades que esta região conseguiu ultrapassar, sublinhando que “hoje é uma região com ambição e pujança”. Neste sentido, “era importante que déssemos este passo, neste setor”, afirmou adiantando que “foi fácil, devido à convergência das três autarquias”.

Paulo Cunha recordou ainda que muitos são os que vivem na Trofa ou Santo Tirso e trabalham em Vila Nova de Famalicão, ou vice-versa. “É por causa deles que assinamos este protocolo e que trabalharemos em conjunto para uma solução adequada”, defendeu.

Por sua vez, o presidente do município da Trofa, Sérgio Humberto, considerou que a região em que se inserem os três municípios “contribui, de forma significativa, para o PIB (Produto Interno Bruto) em termos nacionais” e que o futuro de Portugal não passa só pelo turismo, “tem de ser indústria também, tem de ser emprego”. Nesse sentido, o sistema inter-urbano de transportes vai “potenciar o tecido industrial. Potenciando isso, temos pessoas e emprego”, frisou Sérgio Humberto. O autarca trofense afirmou ainda que o atual sistema de transportes entre os três municípios é insuficiente ou inexistente.

O presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Joaquim Couto, considerou a“cerimónia simples, mas histórica”. O autarca defendeu que a organização de uma rede de transportes “devia ter sido a pedra de toque da organização dos territórios”já há muitos anos.

Joaquim Couto salientou que a forma encontrada para responder a esse desafio foi“encontrar uma formulação política que satisfizesse este objetivo e, depois, a sustentação técnica que permita chegar a esse objetivo. Em 2019 é provável que nós tenhamos uma nova concessão inter-municipal de transportes”.

A rede inter-urbana de transportes vai ser alvo de um concurso internacional e poderá vir a ser explorada por uma empresa ou através da concessão a um consórcio.

De acordo com o protocolo de cooperação os três municípios vão proceder a estudos conjuntos sobre a organização de um sistema de transporte público e partilhado (redes e serviços articulados e hierarquizados) sujeito a contratação futura, conjunta ou separadamente por cada entidade adjudicante, no âmbito da área territorial dos três concelhos em articulação com as redes “regionais” e “inter-regionais” que vierem a ser definidas pela Comunidade Intermunicipal e Área Metropolitana do Porto.

Caberá a cada município o investimento de 15 mil euros para a concretização do estudo.

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FAMALICÃO, TROFA E SANTO TIRSO CELEBRAM PROTOCOLO PARA CRIAÇÃO DE TRANSPORTE PÚBLICO PARTILHADO

Documento é assinado na segunda-feira, 19 de junho, pelas 16h00, em Santo Tirso

Os presidentes das Câmaras Municipais de Vila Nova de Famalicão, Santo Tirso e Trofa, Paulo Cunha, Joaquim Couto e Sérgio Humberto Silva, respetivamente, vão assinar, na próxima segunda-feira, 19 de junho, pelas 16h00, o protocolo de colaboração entre os três municípios, para a elaboração de estudos de planeamento destinados à organização do transporte público partilhado. A celebração do documento irá realizar-se no auditório do Museu Internacional de Escultura Contemporânea (ao lado da igreja), em Santo Tirso.

Refira-se o estudo sobre a mobilidade de passageiros na área territorial dos três concelhos tem em vista a organização de futuras concessões de serviço público de transporte à população. O estudo irá analisar os movimentos de passageiros que existem entre estes três municípios, nomeadamente os horários, os destinos e o número de pessoas envolvidas.

MUNICÍPIOS MINHOTOS CELEBRAM ACORDO DE COOPERAÇÃO

Famalicão, Santo Tirso e Trofa estudam criação de uma linha conjunta de transporte de passageiros

Os municípios de Vila Nova de Famalicão, Santo Tirso e Trofa vão avançar para a realização de um estudo sobre a mobilidade de passageiros na área territorial dos três concelhos, tendo em vista a organização de futuras concessões de serviço público de transporte à população. A novidade foi avançada esta quinta-feira de manhã, pelo presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, durante a reunião do executivo municipal, com a apresentação da proposta para a celebração de um acordo de cooperação entre os três municípios.

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“É nossa intenção que haja mais e melhor transporte público no concelho que sirva mais comunidade com mais frequência e que a mobilidade através dos transportes públicos seja uma evidência e um aspeto fundamental da nossa política pública”,explicou o autarca, acrescentando que o município tem neste momento em curso,“diversas iniciativas quer ao nível do Quadrilátero Urbano com a interação dos quatro municípios, quer ao nível da CIM do Ave com a interação dos oito municípios, mas também de uma forma bilateral como acontece agora entre estes municípios que são vizinhos, tendo em vista a criação de um novo modelo de transporte que vai melhorar significativamente as condições dos famalicenses relativamente ao modelo que hoje existe”.

O estudo irá analisar os movimentos de passageiros que existem entre estes três municípios, nomeadamente os horários, os destinos e o número de pessoas envolvidas.“Tudo isto tem que ser muito bem equacionado para quando lançarmos o concurso público termos uma métrica e dados concretos para que as empresas no mercado percebam que estas linhas de transporte que vão ser criadas são sustentáveis”, salientou Paulo Cunha.

O autarca destacou ainda a dimensão supramunicipal deste projeto. “Não estamos sozinhos, nem isolados, porque estamos conscientes do impacto que este projeto tem no futuro da região, na fixação de população e na criação de emprego, e por isso é queremos fazê-lo em conjunto com outros municípios da região. É uma solução amiga da região.”

De acordo com o protocolo de cooperação os três municípios vão proceder a estudos conjuntos sobre a organização de um sistema de transporte público e partilhado (redes e serviços articulados e hierarquizados) sujeito a contratação futura, conjunta ou separadamente por cada entidade adjudicante, no âmbito da área territorial dos três concelhos em articulação com as redes “regionais” e “inter-regionais” que vierem a ser definidas pela Comunidade Intermunicipal e Área Metropolitana do Porto.

Caberá a cada município o investimento de 15 mil euros para a concretização do estudo.

ATLETAS DE PALMO E MEIO DO CRAV PARTICIPAM NO TORNEIO DE NATAL NA TROFA

As equipas sub-8, sub-10 e sub-12 do CRAV deslocaram-se à Trofa para participar no convívio Regional de Natal aí organizado no domingo 18 de novembro.

Com uma excelente adesão dos jovens, sempre identificáveis pela sua energia e entusiasmo, a participação teve um saldo extremamente positivo pela forma como os jogos decorreram e belo excelente espírito presente na competição, em que só houve vencedores, pela experiência vivida e por mais um episódio na sua formação desportiva.

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ESCALÕES DE FORMAÇÃO CONVIVEM NA TROFA

Foi no campo do FC Bougadense, na Trofa, que as equipas sub-10 e sub-12 do CRAV participaram no último convívio regional do ano.

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As equipas foram positivamente surpreendidas com o tempo que se fez sentir, num dia ensolarado de temperatura amena, em que as previsões de chuva não se confirmaram.

Mais intenso foi o ambiente dentro de campo, com os jovens atletas a darem o seu melhor por atingir as tão desejadas vitórias. Contudo, apesar da intensidade, tudo correu dentro das regras de Sã convivência e do Espírito do rugby: é bom vencer, mas não é tudo. Interessa sobretudo participar e fruir ao máximo a diversão que o rugby proporciona.

Assim, mais uma vez a organização não afixou resultados e mais uma vez ninguém se importou com isso. Ficou uma bela tarde de rugby, coroada com um bolo de aniversário oferecido a todos os participantes, como forma de celebrar o segundo aniversário dos clubes de rugby da Trofa