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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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REGIONALISMO EM MOVIMENTO: CASA DE TRÁS-OS-MONTES É A MAIS ANTIGA ASSOCIAÇÃO REGIONALISTA EM LISBOA

Constituída no longínquo ano de 1905 sob a denominação de “Clube Transmontano”, a Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa é a mais antiga associação regionalista existente em Lisboa.

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Acto de posse dos Corpos Gerentes do Grémio de Trás-os-Montes em 1936. Identificados no álbum: Dr. Cândido Bragança, Coronel Bento Roma, Tenente-Coronel Carvalho Teixeira, Luís Machado Pinto, Dr. Ferreira Deusdado, João Pereira Fernandes, Dr. Abreu Lopes, Comandante Celestino da Silva, Engº Álvaro da Rocha Cabral, Alferes Guedes da Silva, Artur José Severo de Oliveira, Dr. Luís Gonzaga Nouza, Virgílio Alves Garcia, Fernando José da Costa, Pinto Saraiva e Alfredo de Araújo Mourão.

 

A sua síntese histórica é por ela própria apresentada no seu site oficial e dispensa comentários: “A primeira sede, à data da fundação, ficava situada na Rua Capelo, nº5, onde actualmente está a Rádio Renascença. Em 1907, passou para a Rua Nova do Almada, nº109-1º, onde se manteve 5 anos passando depois para o Largo Camões, nº6 –2º . De 1916 a 1929, sob a direcção de uma Comissão Administrativa, esteve localizada na Travessa da Glória, nº22 A – 1º, e já com a designação de Grémio, a sede esteve dois anos na Rua do Telhal, 71 – 2ºDº, transferindo-se, em 1931, para a Rua do Mundo nº20 – 2º, que viria a chamar-se Rua da Misericórdia. Em 1934, a sede ocupava o 2º andar do Palácio Regaleira, Largo de S. Domingos nº14 C e 14 D, aparecendo localizada na Avenida Elias Garcia, nº135, no ano de 1939. No ano seguinte, em 1940, regressa à Rua da Misericórdia, nº20 – 2º. Em 1991, a sede passou para o 3º andar do edifício nº50, no Campo Pequeno, onde presentemente se encontra.

A actual sede é propriedade da CTMAD, tem uma área total da ordem dos 150 m2, distribuída da seguinte forma: salão / biblioteca para reuniões, sala com hall a funcionar como secretaria, corredor, outra sala destinada a reuniões e convívios com maior número de assistentes, cozinha, duas casas de banho, uma sala / bar e uma marquise / arrecadação.

Além da área ser muito limitada e os espaços disponíveis pouco funcionais para o bom desempenho das suas actividades normais, a sede da CTMAD apresenta outro grande inconveniente, que é o facto de estar localizada num terceiro andar sem elevador.”

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Homenagem às senhoras da Comissão de Assistência, em 1934

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Audição de Canto Coral

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1931. Em dia de festa

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1930. Em dia de Festa

Fotos: ANTT

QUAL A ORIGEM DAS "CHEGAS DE BOIS" EM GOA?

O «DHIRIO»

A tourada ou "chega de bois", enquanto forma de luta envolvendo touros, é uma atividade desportiva muito popular em Goa, e uma prática ancestral ligada às comunidades agrárias católicas.

Em concani, é chamada de Dhirio.

Aqui, dois touros brigam entre si, geralmente numa área aberta. Às vezes, a tourada termina em 30 minutos, outras dura até 1 hora, dependendo da capacidade de luta dos touros.

A luta ocorre a qualquer momento, com base no desafio feito por ambos os proprietários dos touros.

Um treino diário é dado aos touros, levando-os para longas caminhadas, o que os mantêm em forma e prontos para a luta.

Estes touros de luta são mantidos separados de outros touros normais.

As lutas de touros são famosas no sul de Goa, e os goeses são loucos por assistirem a elas, em assistências que chegam a alguns milhares de pessoas.

Atualmente, esta manifestação cultural foi ilegalizada pelo governo indiano a revelia dos goeses, mas não totalmente banida, por continuar na clandestinidade.

A discussão pública mantém-se, com a vontade da comunidade católica em manter esta ancestral atividade à luz do dia.

Fonte: https://www.facebook.com/Galeria-dos-Goeses-Ilustres-290551081112191/

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PORQUE MIGUEL TORGA NÃO GOSTAVA DO MINHO?

Dizia o insígne escritor Miguel Torga que “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – como transmontano que era, dos pés à cabeça, desconhecia o escritor que o Minho também possuía outras cores como o branco da neve que a tempos cobre as serranias de Castro Laboreiro!

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"Desanimado, meti para Castro Laboreiro à procura dum Minho com menos milho, menos couves, menos erva, menos videiras de enforcado e mais meu. Um Minho que o não fosse, afinal. Encontrei-o logo dois passos adiante, severo, de curcelo e carapuça.

A relva dera finalmente lugar à terra nua que, parda como o burel, tinha ossos e chagas. O colmo de centeio, curtido pelos nevões, perdera o riso alvar das malhadas. Identificara-se com o panorama humano, e cobria pudicamente a dor do frio e da fome. Um rebanho de ovelhas silenciosas retouçava as pedras da fortaleza desmantelada. E uma velha muito velha, desmemoriada como uma coruja das catacumbas, vigiava a porta do baluarte, a fiar o tempo. Era a pré-história ao natural, à espera da neta.

 

Ó castrejinha do monte,

Que deitas no teu cabelo?

Deito-lhe água da fonte

E rama de tormentelo.

 

Bonita, esbofeteada do frio, a cachopa vinha à frente dum carro de bois carregado de canhotas. Preparava a casa de inverno para quandochegasse a hora da transumância e toda a família —pais, irmãos, gados, pulgas e percevejos— descesse dos cortelhos da montanha para os cortelhos do vale, abrigados das neves.

 

– Conhece esta cantiga?

– Ãhn?

 

Falava uma língua estranha, alheia ao Diário de Noticias, mas próxima do Livro de Linhagens do Conde de Barcelos.

 

– É legitimo este cão?

– É cadela.

 

Negro, mal encarado, o bicho, olhou-me por baixo, a ver se eu insistia na ofensa. O matriarcado teimava ainda...

 

– A Peneda?

 

A moça apontou a vara. E, como ao gesto de um prestidigitador, foram- se desvendando a meus olhos mistérios sucessivos. Todo o grande maciço de pedra se abriu como uma rosa. A Peneda, o Suajo e o Lindoso.Um nunca mais acabar de espinhaços e de abismos, de encostas e planaltos. Um mundo de primária beleza, de inviolada intimidade, que ora fugia esquivo pelas brenhas, tímido e secreto, ora sorria dum postigo, acolhedor e fraterno.

 

Quando dei conta, estava no topo da Serra Amarela a merendar com a solidão. Tinham desaparecido de vez as cangas lavradas e coloridas que ofendiam as molhelhas do suor verdadeiro. A zanguizarra dos pandeiros festivos e as lágrimas dos foguetes já não encandeavam a lucidez dos sentidos. Os aventais de chita garrida davam lugar aos de estopa encardida. Nem contratos pré-nupciais ardilosos, nem torres feudais, nem rebanhos de homens pequeninos, dóceis, a cantar o Avé atrás do cura da freguesia. Pisava, realmente, a alta e livre terra dos pastores, dos contrabandistas e das urzes. As pernas de granito dum velho fojo abriam-se num grande V, como as dum gigante no sono da sesta. E saltou-me vivo à lembrança o instantâneo de Joaquim Vicente Araújo, quando no seu Diário Filosófico da Viagem ao Gerês fala duma batida aos lobos, que presenciou, e em que toda a população masculina do lugar colaborara: «Era cousa de ver a má catadura duns e a presteza de todos, que descalços, outros de socos, armados desciam pelas fragas». Sem a coragem dos avós, agora os habitantes comunitârios de Vilarinho da Furna atacavam as alcateias a estricnina e caçavam corças furtivamente. Mas mesmo assim nao faziam má figura ao lado do rio Homem, que, talvez a querer justificar um nome que a etimologia lhe nega, parecia um lavrador numa leira de pedras, tenaz em todo o percurso, e sempre límpido, a espelhar o céu. Na margem de lá, o Pé do Cabril, solene, esperava a abraço duma ascensão. E coma a desafiar aquela pétrea majestade, arrogante e lustroso, o toira do lugar roncou de uma chã. Símbolo tangível da virilidade e da fecundação, nenhum outro deus, ali, tinha forças para o destronar. Plenitude encarnada do instinto natural de preservação da seiva capaz de se multiplicar em cada acto de amor, era ele o pólo de todos os cultos cuItos e desvelos. Rei já no tempo das casarotas megalíticas que me rodeavam, continuava a sê-lo ainda no presente por exigência e graça da própria vida.

 

Atravessada a ponte em corcova, galgados os muros ciclópicos da Calcedónia, numa erudiçao feita à custa dos pés, e guiado pelos miliários imperiais, segui a geira romana até chegar à Portela do Homem, onde as legiões invasoras pareciam aquarteladas. Mas foi a guarda fiscal, vigilante, que me recebeu.

 

A uma sombra tutelar, pouco depois, num minuto de descanso, a Historia recente da Pátria avivou-se.

 

– Uma das incursoes monarquicas foi por aqui...

– Tentaram... Tentaram...

– Este Minho! Este Minho!...

– Tem uma costela talassa, tem...

 

Mas recusei-me a reintegrar, por simples razões partidárias, aquelas viris penedias no planisfério verdurengo de onde a própria natureza as libertara. Tranquei as portas da memória e, pela margem do rio, subi aos Carris. Uma multidão minava as fragas à procura de volfrâmio, por conta da guerra e de quem a fazia. Teixos e carvalhos centenários acompanharam-me quase todo o caminho. Só desistiram quando me aproximei do cume da montanha, onde a vida, já sem raizes, tenta levantar voo.

 

Agora, sim! Agora podia, em perfeita paz de espírito, estender a minha ternura lusíada por toda a portuguesa Galiza percorrida. Pano de fundo, o mar de terras baixas era apenas um cenário esfumado; à boca do palco reflectiam-se nas várias albufeiras do Cávado a redonda pureza da Cabreira e a beleza sem par do Gerês. E o espectador emotivo já não tinha necessidade de brigar com o cavador instintivo que havia também dentro de mim. Embora através da magia agreste dos relevos, talvez por contraste, impunha-se-me com outra significação a abundância dos canastros, o optimismo dos semeadores e a própria embriaguez que anestesiava cada acto, no fundo necessária à saúde dos corpos individuais e colectivos. Integrava o alegrete perpétuo no meu caleidoscópio telúrico. Bem vistas as coisas, se ele não existisse faria falta no arranjo final do ramalhete corográfico português.

 

Em acção de graças por esta conclusão pacificadora, rezei orações pagãs no Altar de Cabrões, antes de subir à Nevosa e aos Cornos da Fonte Fria a experimentar como se tremem maleitas em pleno Agosto.

 

Estava exausto, mas o corpo recusava-se a parar. Pitões acenava-me lá longe, de tectos colmados e de chancas ferradas. Não obstante pisar o mais belo pedaço de chão pátrio, queria repousar em terra real e consubstancialmente minha. Ansiava por estender os ossos nos tomentos de Barroso, onde, apesar de tudo, era mais seguro adormecer. Quem me garantia a mim que, mesmo alcandorado nos carrapitos doirados da Borrajeira, não voltaria a ter pela noite fora um pesadelo verde?"

BOMBOS DA ASSOCIAÇÃO “US BAT N’PELLE” – ALFÂNDEGA DA FÉ – BRAGANÇA – RUFAM NO FOLKLOURES’19

Vêm do nordeste transmontano, mais especificamente de Alfândega da Fé, no concelho de Bragança. São a Associação Us Bat n’Pelle nasceu de um grupo de amigos que se juntavam no mês de fevereiro para ajudar na realização do desfile de carnaval daquela vila transmontana.

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Em 2015, numa brincadeira, pediram emprestados bombos a alguns amigos de terras vizinhas, apresentaramo-se no desfile de Carnaval e, de uma forma cuidada e organizada, juntaram mais de 20 tocadores de bombos.

A população perguntava se no ano seguinte iriam novamente desfilar nos festejos de Carnaval, porque tinha sido diferente e haviam emprestado mais alegria ao desfile. E, assim determinados, decidiram constituir notarialmente a associação Us Bat n’ Pelle.

A associação tem como objectivos fundamentais a produção, promoção e divulgação de actividades culturais, recreativas, desportivas e musicais, nomeadamente a prática da música com bombos e outros instrumentos, bem como a defesa do ambiente e contribuir para o desenvolvimento regional e local,.

É ainda seu propósito contribuir para um salutar e benéfico aproveitamento e utilização dos tempos livres, desenvolvendo actividades de âmbito nacional, dirigidas à população.

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BOMBOS DA ASSOCIAÇÃO “US BAT N’PELLE” – ALFÂNDEGA DA FÉ – BRAGANÇA – RUFAM NO FOLKLOURES’19

Vêm do nordeste transmontano, mais especificamente de Alfândega da Fé, no concelho de Bragança. São a Associação Us Bat n’Pelle nasceu de um grupo de amigos que se juntavam no mês de fevereiro para ajudar na realização do desfile de carnaval daquela vila transmontana.

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Em 2015, numa brincadeira, pediram emprestados bombos a alguns amigos de terras vizinhas, apresentaramo-se no desfile de Carnaval e, de uma forma cuidada e organizada, juntaram mais de 20 tocadores de bombos.

A população perguntava se no ano seguinte iriam novamente desfilar nos festejos de Carnaval, porque tinha sido diferente e haviam emprestado mais alegria ao desfile. E, assim determinados, decidiram constituir notarialmente a associação Us Bat n’ Pelle.

A associação tem como objectivos fundamentais a produção, promoção e divulgação de actividades culturais, recreativas, desportivas e musicais, nomeadamente a prática da música com bombos e outros instrumentos, bem como a defesa do ambiente e contribuir para o desenvolvimento regional e local,.

É ainda seu propósito contribuir para um salutar e benéfico aproveitamento e utilização dos tempos livres, desenvolvendo actividades de âmbito nacional, dirigidas à população.

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CASA DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO EM BRAGA DÁ POSSE AOS NOVOS ÓRGÃOS SOCIAIS

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A Direção da Casa de Trás-os-Montes e Alto-Douro vem por este meio informar que no próximo sábado dia 13 de abril, pelas 12:30 horas, nas instalações da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro em Braga, sita à Praça General Humberto Delgado, desta cidade de Braga, realiza-se o acto solene da tomada de posse dos órgãos sociais recentemente eleitos em Assembleia Geral do pretérito dia 23 de Março para o biénio 2019-2020.

A esta cerimónia seguir-se-á um almoço de confraternização onde não faltará a tradicional feijoada à transmontana entre outras iguarias.

CENTRO DE ESTUDOS REGIONAIS EXPÕE FOTOGRAFIA SOBRE ETNOGRAFIA DO BARROSO

A sombra do tempo: Exposição de fotografia etnográfica organizada pelo Centro de Estudos Regionais

Entre os dias 7 e 15 de fevereiro estará patente na Galeria da Santa Casa de Misericórdia de Viana do Castelo a exposição “A sombra do tempo – Itinerários narrativos de memórias de lugares. Covas do Barroso (Boticas)”, de Pedro Pereira e Mário João Braga, organizada pelo Centro de Estudos Regionais.

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De acordo com os autores, A sombra do tempo é uma exposição de fotografia etnográfica que se arquiteta numa sequência de quadros etnográficos que se constituem como uma proposta de itinerário narrativo patrimonial de Covas do Barroso (Boticas). Sugere-se partir de um quadro inicial, expresso numa singela marca primeva (a sombra do tempo) que, por contágio etnográfico, dialogará com outros quadros, compostos por outras marcas culturais, procurando desenhar uma geografia narrativa do património cultural de Covas do Barroso (Boticas).

A exposição, cuja abertura da exposição ocorrerá no dia 7 de fevereiro, às 17.00 horas, é organizada pelo Centro de Estudos Regionais, associação cultural com sede em Viana do Castelo, correspondendo aos seus propósitos de divulgação do património e de projetos que contribuam para a reflexão em torno da sua relevância para o desenvolvimento e sustentabilidade dos territórios e das comunidades.

A entrada é livre.

A direção do Centro de Estudos Regionais

JORNADAS CULTURAIS | “PORQUE SE FAZEM AS FESTAS?” VOLTAM A DEBATER A IMPORTÂNCIA DE FESTAS E RITUAIS ANCESTRAIS

A 2ª SESSÃO DE DEBATES TERÁ LUGAR NA CASA DO CARETO, EM MACEDO DE CAVALEIROS

As Jornadas Culturais | “Porque Se Fazem As Festas?” estão de volta ao norte do país, desta vez para abordar o tema das “Festividades do Entrudo”.  Após o sucesso da 1ª sessão, esta iniciativa dá início à 2ª sessão de debates que se realizará no próximo dia 2 de fevereiro, pelas 15h00, na Casa do Careto em Podence, Macedo de Cavaleiros.

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Aproveitando o facto de estarmos perto do período de Entrudo e em terra dos (re)conhecidos Caretos de Podence, nada melhor do que refletir sobre as tradições desta altura do ano e sobre os vários aspetos multidisciplinares que as envolvem.

Tendo como principal objetivo a divulgação e valorização do património cultural de Portugal, estas Jornadas Culturais proporcionam um amplo debate e a reflexão sobre a importância cultural, identitária e socioeconómica de tradições portuguesas na comunidade de hoje, utilizando uma abordagem de carácter multidisciplinar.

A 2ª sessão de debates, organizada pela Progestur e Fundação Inatel, tem como parceira a Universidade Lusófona e conta também com o apoio da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, Centro de Música Tradicional Sons da Terra e Casa do Careto | Caretos de Podence.

BOMBOS DA ASSOCIAÇÃO “US BAT N’PELLE” – ALFÂNDEGA DA FÉ – BRAGANÇA – RUFAM NO FOLKLOURES’19

Vêm do nordeste transmontano, mais especificamente de Alfândega da Fé, no concelho de Bragança. São a Associação Us Bat n’Pelle nasceu de um grupo de amigos que se juntavam no mês de fevereiro para ajudar na realização do desfile de carnaval daquela vila transmontana.

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Em 2015, numa brincadeira, pediram emprestados bombos a alguns amigos de terras vizinhas, apresentaramo-se no desfile de Carnaval e, de uma forma cuidada e organizada, juntaram mais de 20 tocadores de bombos.

A população perguntava se no ano seguinte iriam novamente desfilar nos festejos de Carnaval, porque tinha sido diferente e haviam emprestado mais alegria ao desfile. E, assim determinados, decidiram constituir notarialmente a associação Us Bat n’ Pelle.

A associação tem como objectivos fundamentais a produção, promoção e divulgação de actividades culturais, recreativas, desportivas e musicais, nomeadamente a prática da música com bombos e outros instrumentos, bem como a defesa do ambiente e contribuir para o desenvolvimento regional e local,.

É ainda seu propósito contribuir para um salutar e benéfico aproveitamento e utilização dos tempos livres, desenvolvendo actividades de âmbito nacional, dirigidas à população.

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VIEIRENSES ATRAVESSAM A PONTE DO DIABO

Autarquia promove “Trilho Ponte da Misarela”

Após um périplo de caminhadas realizadas em plena Serra da Cabreira, a Autarquia Vieirense promove, agora o Trilho Pedestre Ponte da Misarela, já este domingo, dia 16 de setembro.

Ponte da Misarela (Foto: mariofch - https://www.blogger.com/profile/08157613590328915957)

O itinerário proposto é de pequena rota, circular, que inicia, pelas 9h00, no Centro de Frades – Ruivães e termina na emblemática Ponte da Misarela, uma ponte com uma história ancestral, cuja sua edificação está associada ao “Diabo”.

Com uma extensão de 8.5 km, o itinerário proporciona ao pedestrianista o contacto directo com a história e crenças do povo, e com natureza exuberante do Concelho.

Na paisagem a percorrer pelos participantes no passeio pedestre  predominam afloramentos rochosos, prados e matos de altitude, que suportam um leque de espécies de fauna e flora típicos desta zona.

Os interessados em participar devem fazer a sua inscrição em animacao.turistica@cm-vminho.pt, ou através do telefone 925973100.

SERRA DO LAROUCO - O ATESTADO AO PASSADO GALAICO QUE UNE O BARROSO À GALIZA!

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  • Crónica de Domingos Chaves

Situada na zona da raia correspondente ao concelho de Montalegre em Trás-os-Montes, a Serra do Larouco faz parte do complexo montanhoso da Peneda-Gerês e é a segunda maior elevação de Portugal, atingindo os 1527 metros de altitude no seu cume. Num planalto granítico que se estende por 10 quilómetros, a Serra do Larouco apresenta uma paisagem que nos oferece a atmosfera escarpada de Trás-os-Montes, pintada pela presença de matos, designadamente de carqueija, tojos, giesta e de urze, juntamente com zonas de pastagem e a presença de carvalhos, alguns pinheiros e vidoeiros.

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Esta pitoresca paisagem é habitada por aves de rapina, lobos, corços, raposas, javalis e por uma notável presença de répteis como lagartos e cobras.

Nas zonas de maior concentração de matos de giesta e urze fica-se com a sensação de haver um chilrear permanente de serpentes escondidas por entre a vegetação, lembrando-nos que o território nacional em tempos ancestrais era apelidado de “Ofiussa”, a terra das serpentes.

Há sítios que insistem em reavivar a nossa memória para o passado ancestral de Portugal. Logo no seu nome, a Serra do Larouco remete-nos para o deus galaico Larouco, um deus do trovão, da metalurgia e da fertilidade. De facto, quando subimos ao alto da Serra e contemplamos as paisagens correspondentes às terras Barrosãs, ao Gerês, Peneda, Ourigo, Soajo e Cabreira, todas elas parecem pontos mais baixos perante o deus Larouco, que todas vigia na sua imponência trovejante.

Uma das dádivas de Larouco, é ainda a da medicina popular, justificando a sua ligação à serra, visto que nesta se dizem encontrar plantas terapêuticas nas suas zonas mais elevadas. Em diversas zonas e povoações em redor da Serra do Larouco, encontramos vestígios da antiga adoração ao deus e ao substrato cultural galaico do povo transmontano, como o Altar de Pena Escrita, dedicado a Larouco, em que este é comparado ao Júpiter romano, e povoações icónicas como Montalegre, Meixedo, Gralhas Santo André, Solveira e Vilar de Perdizes.

A Serra do Larouco é além de uma bonita serra, um atestado ao passado galaico que une barrosões e galegos. Tradicionalmente, e até há pouco tempo, os jovens das zonas circundantes dos dois lados da raia, tanto de aldeias portuguesas como galegas, uniam-se no cimo da serra para a festa ao “Deus Larouco”, em celebração de uma cultura que em tempos ancestrais, nos quais não existiam fronteiras, pertencia a um mesmo povo.

Foto: Domingos Chaves

- "ESTÓRIAS DO ARCO DA VELHA": - COMO E DE QUE VIVIA “A GENTE BARROSÔ NOS COMEÇOS E DURANTE AS PRIMEIRAS DEZENAS DE ANOS DO SÉCULO PASSADO!...

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              * Crónica de Domingos Chaves

Corria o ano de 1910!... Enquanto as tropas monárquicas com as suas luzidias espadas e os seus cavalos em passo de “caracol”, desciam pelas encostas do Larouco, tentando recuperar posições face ao avanço dos repúblicanos, dois meninos, a Maria Carneira* e o seu irmão Begia#, guardavam uma junta de vacas, ali para os lados do Castelo do Romão!...

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Assustados co`a “guerra”, esconderam-se por entre o arvoredo e os muitos penedos ali existentes, de onde só saíriam com a chegada do seu pai, que entretanto havia ido ao seu encontro. Pareciam coisas do “outro mundo” e era preciso serenar as crianças!... Crianças que cedo despertavam para a vida!...

No único aposento da casa, coberta de colmo esburacado, de rudes paredes de pedra sobreposta, por cujas fendas entrava o frio e o vento, nasciam essas crianças, nestas aldeias remotas e “perdidas no tempo. Nasciam sem assistência médica e só raras vezes com o auxilio de uma parteira improvisada, no mesmo leito e tosco e bárbaro do noivado.

O ritual era sempre o mesmo!... Momentos antes de dar á luz, a futura mãe colocava junto ao fogo do lar o pote de ferro com água para o banho. O marido, esse andava pelos campos a sachar, a lavrar ou a arrancar ervas. Acontecia por vezes uma vizinha chamá-lo para ver o filho que havia nascido.

Quatro ou cinco dias depois, a mãe aparecia pela primeira vez após o parto na rua com o filho ao colo, e uma semana depois já o levava para o monte. Neste “meio tempo” tem também lugar o baptizado...

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Durante dois anos – ás vezes mais – a criança alimentava-se do leite materno. Por vezes já comia pão e ainda mamava. Exposta ás intempéries da vida, ao calor e ao frio, ao sol e á chuva, como um “animalzinho bravio” nascido no monte sob uma lapa, a criança ou sucumbe ou fortalece. Eram as agruras do tempo e da época. A maioria das vezes cria-se bem resistente e forte, nesse severo regime de selecção natural.

Apartada do leite, é então invariavelmente abandonada á educação do próprio instinto. Aos cinco anos ensinam-lhe a rezar e aos sete, já lhe confiam a guarda das vacas e das ovelhas. Até eu sei como era!... Muitas vezes, a criança passa já os dias no monte, solitária, pastoreando o gado. O monte é a sua primeira escola e quase sempre a única.

Aos dez anos, começa a preparar-se para a comunhão, "indo á doutrina". Era assim que o “senhor padre” queria e determinava. Quem não seguisse a regra, entrava em “pecado”.

Aos doze anos comunga. E a vida de trabalho ininterrupto principia.Rapaz ou rapariga e de comunhão feita, é já uma criatura emancipada. Se os pais são pobres, vão “servir”. Se são filhos de um lavrador remediado, fazem em casa o tirocínio árduo da lavoura.

O “criado de servir” começa por ganhar o que come e bebe, bem como os “usos da casa”. Raros são aqueles que têm direito a “jorna”, e quando tal acontece, não ultrapassa os dois mil réis por ano.

Mais tarde - dos dezoito aos vinte anos - os mais diligentes e ao serviço de lavradores mais abastados, chegam a ganhar três moedas. Mas este salário é um fenómeno.

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Os usos variam também com a idade dos “criados”!... Uma a três camisas de estopa, um ou dois pares de calças de cotim ou saias de riscado, um colete e um par de sócos, é o prémio pelo seu trabalho.

Aos rapazes, as patroas remendam-lhes e lavam-lhes a roupa.

As raparigas fazem-no por conta própria.

As relações entre estes “servos pobres” e estes amos tão pobres como eles são quase familiares mas sempre com a noção inata da hierarquia.

Por volta dos vinte e dois, vinte e três anos, o moço de lavoura, tendo concluído a sua aprendizagem e livre de “ser soldado”, casa-se. É tão raro ficar um lavrador sem casar, como haver moço que não lute tenazmente, para se furtar ao tributo do sangue.

O casamento era por estas terras funcionava como base essencial á independência. Moço ou moça que não case fica condenado a servir toda a vida ou a trabalhar para os “bezinhos”.

O casamento é a aspiração unânime, o fim para que tendem todos os esforços, o prémio conquistado com as canseiras mais indescritíveis. O idilio, meio sensual e meio lírico, iniciado nas segadas, nas malhadas, no arranque das batatas, ou até no adro da Igreja, termina com a boda para se converter numa obstinada refrega pelo pão.

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Ordinariamente, a noiva leva para o casal um cordão e umas argolas de ouro e o noivo as alfaias indispensáveis para o granjeio das terras. Os parentes e os amigos oferecem aos esposados, alguns duas galinhas, outros uma raza de centeio, outros dois pedaços de pano de linho, um pote, meia dúzia de tigelas ou de pratos de barro, meio alqueire de pão, a pá para o forno ou um carro de lenha.

Se um deles é filho de lavrador abastado, este abona-lhes o gado!... Uma junta de “bacas” medianas para principiar e raras vezes um bezerro para a engorda. Algumas vezes, também raras, levam ainda em dote uma “céba” de porcos e um “odre” de vinho.

O primeiro dia de casados é para os noivos pobres o primeiro dia de trabalho árduo. Vão tratar os dois umas terras a “mêas”, que tomam a algum “bezinho”. Desde o nascer do dia até noite fechada, trabalham ambos no campo ou na eira. À noite, até altas horas, a mulher fia junto da lareira, a teia com que há de fazer as primeiras camisas e os primeiros lençóis. O homem descansa da labuta do dia, ajudando a mulher a dobar o fiado.

Feitas as sementeiras e antes das colheitas, quando a lavoura abranda, o homem vai ás feiras, vende os bezerros e ás vezes as “bacas”, compra outras mais baratas e vai ganhando alguns favores em carretos de pedra, de lenha ou de estrume. A mulher, no entanto, cora a teia, lança ninhadas de frangos e galinhas e engorda os porcos para sustento no ano que se segue.

Mas esses pobres têm uma riqueza: São independentes!... Enquanto pagarem com o que a terra lhes dá, essa terra que eles lavram cavam e semeiam pertence-lhes. É dessa terra, adubada com o seu suor, que lhes vem com o sustento, o orgulho de um domínio que se lhes afigura sem partilha. São deles as aguas, os campos, as árvores, os montes, as eiras e as casas. Não existe para eles, como para o operário citadino, um patrão dominador e imperativo. Só eles mandam na “sua fabrica”.

No ínicio do século passado, o alimento destes casais, reduz-se a pouco mais do que a caldo e pão. O homem que trabalha de manhã até á noite, a mulher que o acompanha na sua lida incessante, comem menos do que hoje as crianças da cidade. Mas se a gravidez a não deformou, é uma mocetona corada e jovial de larga bacia, de grandes seios e de roliços braços de trabalhadora. O homem é musculoso e rijo. Ambos cantam enquanto sacham. Nenhuma tristeza perturbam esses casais pacificos e laboriosos, que não conhecem o dinheiro. Gozam amplamente os dois saúdes humanas: a moral e a física, de cuja união resultam as felicidades perfeitas. O trabalho é o seu regime moral.

O caldo destes trabalhadores infatigáveis reduz-se a algumas couves galegas, apanhadas na horta, a alguns feijões e a um magro fio de azeite, ou um “bocado de unto” como adubo. O pão é de centeio, cozido em grandes fornadas no forno do povo para durar uma ou duas semanas. O cozer pão a miúdo é prejudicial á economia. Porque come-se mais enquanto é fresco e quantas mais vezes se acende o forno, mais lenha se consome. Raras, muito raras vezes, há sardinhas ao jantar ou à ceia. Petiscos como este só de longe a longe. Quando o sardinheiro as vende a mais de 5 ao vintém, a mulher aventura-se a gastar dez réis nesse luxo supérfluo.

Um quartilho de azeite, podia custar seis ou sete vinténs e durava a um casal pobre, de 15 dias a um mês. Anos há, em que o pão (centeio) escasseia e a caixa (arca) se esgota. Aí surgem de Montalegre os compradores, oferecendo oito tostões por alqueire.

Á salgadeira – os que a têm – vão apenas pelas festas do ano: no Entrudo, na Pascoa e no Natal, ou em dias de trabalho extraordinário, quando não podem de todo, sozinhos, granjear as terras, e rogam o auxílio dos vizinhos que vêem ajudar, sem direito a “jorna” e só pelo favor e pela mantença.

Nestes tempos, uma família de lavradores, que não satisfeita com as dádivas generosas da terra - pão, batatas, hortaliça, feijão e lenha, gasta em alimentação, vestuário e demais necessidades da vida para cima de dez tostões por mês, ou é rica ou está perdida.

Parecendo á primeira vista impossível que tão insignificante quantia possa chegar ao orçamento de uma casa, verifica-se, que ele é suficiente e não é mesmo atingido na maior parte das das vezes.

O exíguo "orçamento" de um casal de lavradores no inicio do século passado por terras de Barroso para as primeiras necessidades, assentava fundamentalmente em quatro modestísimas verbas: 240 réis para o azeite, 100 para as sardinhas, 20 para sal e 60 para sabão.

Fora do "orçamento", ficam as despesas de vestuário. Uma “andança” de roupa para homem, que pode custar aproximadamente 8 réis, dura entre 5 e 10 anos. Quase sempre usando “sócos”, o lavrador não chega a romper um por ano. A boina, que custa de seis a dez tostões, serve apenas para usar nos dias de feira ou nas festas. No trabalho diário, o lavrador usa uma capucha de burel no Inverno e um lenço da mão no verão.

As mulheres gastam ainda menos do que os homens!... Uma saia de chita, um avental com barras a enfeitar e um lenço para a cabeça, são as peças essenciais e que duram “uma vida”.

Roupa branca, lençóis, toalhas e ainda as calças de uso dos homens saem do linho, da estopa ou dos tomentos – da teia fiada em casa. O gado, é considerado fortuna comum.

A própria doença, parece respeitar todo este culto sagrado da economia dos lavradores de Gralhas e de outras aldeias vizinhas. Só a velhice mata esta gente...

Quando entram na agonia, a família manda chamar o padre para os confessar e ungir. Depois do padre, vem então o médico - se o houver - que raro receita e as mais das vezes chega a tempo de verificar o óbito.

E assim morreu economicamente todo este mundo e toda esta gente. Exactamente, como economicamente nasceram e viveram.Só a emigração a partir da década 60, mudaria os hábitos e o "bem-estar" destas gentes...

* Avó do signatário

# Tio-Avô

Domingos Chaves

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SENIORES DE FAFE VÃO PASSEAR AO ALTO MINHO E TRÁS-OS-MONTES

Passeio Sénior 2018. Inscrições gratuitas de 28 de Maio a 6 de Junho

O Passeio Sénior, promovido anualmente pelo Município de Fafe terá, este ano, dois destinos: Valença / Monção/Ponte da Barca e Lamego/Mirandela.

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A visita a Valença / Monção/Ponte da Barca decorre no dia 14 de Junho e o passeio a Lamego/Miranda terá lugar no dia 21 do mesmo mês.

Todos os seniores que se quiserem inscrever, de forma gratuita, devem deslocar-se à Loja Interactiva de Turismo, apresentando o respectivo Cartão Sénior, entre os dias 28 de Maio e 6 de Junho.  

Só os seniores com idade igual ou superior a 60 anos têm acesso aos passeios, podendo apenas usufruir de uma das deslocações.

A saída, em ambos os dias, está marcada para as 07h30, no Pavilhão Multiusos.

Recorde-se que as inscrições estão limitadas aos lugares existentes.

PONTE DE LIMA PROMOVE CAÇA E TURISMO EM MACEDO DE CAVALEIROS

Ponte de Lima Participa na XXII Feira da Caça e Turismo em Macedo de Cavaleiros

A imagem e os produtos típicos Limianos estão em destaque na XXII Feira da Caça e Turismo a decorrer este fim-de-semana, em Macedo de Cavaleiro, em simultâneo com a XXIV Festa dos Caçadores do Norte.

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O Município de Ponte de Lima participa com um stand próprio, cujo objetivo é o de promover os seus produtos endógenos e toda a região.

Tendo em conta a temática do evento, o Município de Ponte de Lima destaca a próxima edição da Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima, que este ano se realiza mais cedo, junto dos caçadores, expositores, clubes e associações cinegéticas. A X Feira de Caça, Pesca e Lazer de Ponte de Lima realiza-se no próximo mês de março, de 9 a 11, integrando a programação do projeto "Em época Baixa, Ponte de Lima em Alta".

Considerando Ponte de Lima como uma imagem de Marca, o Stand dispõe ainda de uma mostra de produtos, nomeadamente o afamado Vinho Verde e o Artesanato tradicional.

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