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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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VILA NOVA DE GAIA VIU DESFILAR O TRAJE TRADICIONAL PORTUGUÊS - UMA GRANDIOSA MANIFESTAÇÃO ORGANIZADA PELA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

XXIV Desfile Nacional do Traje Popular Português

Vila Nova de Gaia assistiu a uma grandiosa manifestação da etnografia popular portuguesa.

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No passado dia 14 de setembro, o Cais de Gaia serviu de cenário natural a um magnifico desfile que, ultrapassando os 1400 participantes, representou os mais variados temas do trajar português.

De norte a sul do país, todas as regiões etnográficas, com exceção dos Açores, se fizeram representar resultando numa mostra de cores e expressões da mais profunda forma de ser português. 

Das comunidades portuguesas da diáspora, estiveram presentes algumas representações, destacando a Casa de Portugal em Andorra e o Rancho Folclórico e Etnográfico Alma Lusa, vindo do Brasil.

Valorizar o nosso trabalho é, também, valorizar os grupos de folclore e todo o seu esforço abnegado em torno da salvaguarda das nossas matrizes identitárias e da nossa memória coletiva.   

Esta edição contou com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e da Fundação Inatel e, pela primeira vez, com a presença de uma delegação do gabinete da Sra. Ministra da Cultura.

A direção da Federação do Folclore Português agradece o empenho e dedicação de todos os intervenientes. 

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QUANTAS CORRENTES TEM O RELÓGIO DE BOLSO NO TRAJE TRADICIONAL DO MINHO?

Mal acabámos de partilhar na página do Facebook “Etnografia e Folclore – Debate e Partilha”, o artigo que aqui publicámos há instantes, e logo o sr Rui Pedra, também ele um folclorista da nossa região, partilhou duas fotos que com a devida vénia a seguir reproduzimos.

Com efeito, o folclore necessita de “conselheiros técnicos” mais avalizados em lugar de pessoas que se movem por interesses e vaidades pessoais em vez de servirem esta causa como se fossem os donos da verdade!

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QUANTAS CORRENTES TEM O RELÓGIO DE BOLSO NO TRAJE TRADICIONAL?

De acordo com o “refrão” de alguns técnicos muito entendidos nesta matéria formados nas casas de fados, apenas pode ser exibido uma única corrente para prender o relógio de bolso. Porém, a cada passo, somos confrontados com imagens que apresentam o cavalheiro com duas correntes… algumas destas personagens mostrando-se no próprio Desfile do Traje como o que acaba de realizar-se em Vila Nova de Gaia!

Começamos por colocar em dúvida a credibilidade desses técnicos de meia-tigela!...

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QUANTAS CORRENTES TEM O RELÓGIO DE BOLSO NO TRAJE TRADICIONAL?

De acordo com o “refrão” de alguns técnicos muito entendidos nesta matéria formados nas casas de fados, apenas pode ser exibido uma única corrente para prender o relógio de bolso. Porém, a cada passo, somos confrontados com imagens que apresentam o cavalheiro com duas correntes… algumas destas personagens mostrando-se no próprio Desfile do Traje como o que acaba de realizar-se em Vila Nova de Gaia!

Começaços por colocar em dúvida a credibilidade desses técnicos de meia-tigela!...

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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA HOJE DESFILE NACIONAL DO TRAJE EM VILA NOVA DE GAIA

A Federação do Folclore Português fará acontecer mais uma edição do Desfile Nacional do Traje Popular Português, no Cais de Gaia - Vila Nova de Gaia, hoje, dia 14 de setembro de 2019.

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O Cais de Gaia servirá para um grandioso desfile a decorrer numa passerele com 30 metros, dando relevo e destaque a um dos elementos portugueses com maior significado.

Edição após edição, o número de participantes tem vindo a aumentar e este ano contamos com mais de 1400 folcloristas a desfilar, sendo que, serão incluindo novos quadros e algumas surpresas que até ao dia do Desfile irão sendo reveladas.

Estarão presentes todas as regiões etnográficas, com exceção dos Açores.

Das Comunidades Portuguesas da diáspora, estarão também presentes algumas representações, destacando a Casa de Portugal em Andorra e o Grupo Folclórico Alma Lusa, vindo do Brasil.

Esta edição conta com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e da Fundação Inatel e contará com a presença de uma delegação do gabinete da Sra. Ministra da Cultura.

IMPRENSA DE ANDORRA DESTACA VINDA A PORTUGAL DO GRUPO DE FOLCLORE CASA DE PORTUGAL PARA PARTICIPAR NO DESFILE DO TRAJE

D’Andorra a Portugal per representar el vestit tradicional

El proper dissabte 14 de setembre tindrà lloc a la ciutat portuguesa de Vila Nova de Gaia la 24ª edició de la desfilada del vestit tradicional portuguès i el Principat d’Andorra marcarà presència a càrrec dels membres del Grup de Folklore ‘Casa de Portugal’.

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Des d’Andorra, per segon any consecutiu, viatjaran 9 membres que participaran a la mostra integrada per 1418 folkloristes de tot el país, una organització de Federació de Folklore Portuguès i a banda de la delegació andorrana a nivell exterior també es desplaçarà una parella del Brasil.

La delegació del Grup de Folklore ‘Casa de Portugal’, dins les diferents temàtiques del vestit tradicional (infància, treball, riu i mar, dol, fira, casament, festa), participarà amb el vestit tradicional de treball, d’anar al mercat i de festa de la regió de l’Alt Minyo, amb els corresponents atrezzos.

El moll del riu Duero, just davant de la Ciutat d’Oporto, serà el punt de trobada emblemàtic per gaudir amb millers d’assistents, de la desfilada dels vestits regionals sobre la “passerelle”.

El Grup inicia d’aquesta forma la temporada 2019-2020 amb iniciatives ja programades com les participacions, a l’octubre en un Festival a Valladolid i una nova edició de la Fira de Cultures integrada a la Fira d’Andorra la Vella.

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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA DESFILE NACIONAL DO TRAJE EM VILA NOVA DE GAIA

A Federação do Folclore Português fará acontecer mais uma edição do Desfile Nacional do Traje Popular Português, no Cais de Gaia - Vila Nova de Gaia, no dia 14 de setembro de 2019.

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O Cais de Gaia servirá para um grandioso desfile a decorrer numa passerele com 30 metros, dando relevo e destaque a um dos elementos portugueses com maior significado.

Edição após edição, o número de participantes tem vindo a aumentar e este ano contamos com mais de 1400 folcloristas a desfilar, sendo que, serão incluindo novos quadros e algumas surpresas que até ao dia do Desfile irão sendo reveladas.

Estarão presentes todas as regiões etnográficas, com exceção dos Açores.

Das Comunidades Portuguesas da diáspora, estarão também presentes algumas representações, destacando a Casa de Portugal em Andorra e o Grupo Folclórico Alma Lusa, vindo do Brasil.

Esta edição conta com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e da Fundação Inatel e contará com a presença de uma delegação do gabinete da Sra. Ministra da Cultura.

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA DESFILE NACIONAL DO TRAJE EM VILA NOVA DE GAIA

A Federação do Folclore Português fará acontecer mais uma edição do Desfile Nacional do Traje Popular Português, no Cais de Gaia - Vila Nova de Gaia, no dia 14 de setembro de 2019.

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O Cais de Gaia servirá para um grandioso desfile a decorrer numa passerele com 30 metros, dando relevo e destaque a um dos elementos portugueses com maior significado.

Edição após edição, o número de participantes tem vindo a aumentar e este ano contamos com mais de 1400 folcloristas a desfilar, sendo que, serão incluindo novos quadros e algumas surpresas que até ao dia do Desfile irão sendo reveladas.

Estarão presentes todas as regiões etnográficas, com exceção dos Açores.

Das Comunidades Portuguesas da diáspora, estarão também presentes algumas representações, destacando a Casa de Portugal em Andorra e o Grupo Folclórico Alma Lusa, vindo do Brasil.

Esta edição conta com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e da Fundação Inatel e contará com a presença de uma delegação do gabinete da Sra. Ministra da Cultura.

MORDOMAS DA SENHORA D’AGONIA EM VIANA DO CASTELO SÃO AS RAINHAS DA ROMARIA

Perto de setecentas mordomas desfilaram pelas ruas do centro histórico de Viana do Castelo, conferindo à grande romaria um momento único de singular beleza e encanto.

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A par do cortejo etnográfico e da procissão do mar, o desfile da mordomia constitui um dos momentos altos da festa que atrai à Princesa do Lima, para além de minhotos de toda a região, incluindo os emigrantes radicados nas mais longínquas paragens, como portugueses e estrangeiros de todas a proveniências.

E as moças vianenses, esplêndidas nos seus trajes característicos que testemunham a arte exímia das nossas bordadeiras, as mordomas deslumbraram com as suas arrecadas reluzentes, as arrecadas de Viana ou os brincos à rainha e a grande variedade e riqueza de peças da nossa ourivesaria tradicional cobrindo-lhes o peito.

O desfile da mordomia constitui um espetáculo de inexcedível beleza que atrai todos os anos milhares de forasteiros à magnífica cidade que é de todos conhecida como a princesa do Lima.

A Romaria de Nossa Senhora d’Agonia sintetiza a alma minhota em toda a sua grandeza e esplendor, revelando a pujança e a alegria, a beleza e o caráter das gentes do Minho. Por esta ocasião, qualquer que seja a sua origem, todos os minhotos são de Viana – somos todos vianenses!

Fotos: José Carlos R. Vieira

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SANTA MARTA DE PORTUZELO DESFILA EM VIANA DO CASTELO

Santa Marta de Portuzelo leva no próximo dia 9 de Agosto a Viana do Castelo. Desfile tem lugar às 10 horas da manhã a partir do Largo de São Domingos

As mordomas da Romaria de Santa Marta de Portuzelo vão desfilar em Viana do Castelo, levando consigo a beleza e tradição dos seus trajes característicos.

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O desfile tem lugar às 10 horas da manhã, pelas artérias da cidade, após a concentração, no Largo de São Domingos, para a visita de cortesia e apresentação de cumprimentos às entidades civis e religiosas. Às 8 horas, tem lugar a alvorada com salva de morteiros. Segue-se às 8h30 a entrada da Banda Marcial Ribeiradiense e do Grupo de Bombos de Santa Marta de Portuzelo.

Da parte de tarde, às 16 horas, a Banda de Música realiza um concerto no Centro Cívico e, às 18 horas, segue-se o desfile da Mordomia, da cascata para a igreja de Santa Marta, terminando o dia com a celebração de missa cantada em louvor a São Lázaro e pela intenção dos emigrantes.

Esplêndidas nos seus trajes característicos que testemunham a arte exímia das nossas bordadeiras, as mordomas deslumbraram com as suas arrecadas reluzentes, as arrecadas e os brincos à rainha e a grande variedade e riqueza de peças da nossa ourivesaria tradicional cobrindo-lhes o peito.

Fotos: Sérgio Moreira & Sílvia Moreira

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TRAJES DO MINHO VÃO AO CONGRESSO INTERNACIONAL DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ

Entre os milhares de congressistas que este fim-de-semana enchem por completo o Estádio da Luz, em Lisboa, para participarem no Congresso Internacional das Testemunhas de Jeová, contam-se também um considerável grupo de minhotos que marcam presença com os trajes tradicionais da nossa região, mormente o chamado traje à vianesa.

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Congressistas dos mais diversos países apresentaram-se com os seus trajes típicos, fazendo desse modo assinalar a diversidade de culturas e povos ali representados numa celebração que se pretende de concórdia universal.

QUE FIZERAM OS MINHOTOS AOS CASACOS DO SEU FATO DOMINGUEIRO?

Nas feiras, o minhoto comprava tudo o que precisava ou tinha interesse. Quer fosse em Barcelos ou em Ponte de Lima, em Viana do Castelo ou mais acima noutro mercado qualquer, podia-se encontrar alfaias agrícolas e produtos alimentares, gado de toda a espécie e mobilia tosca, tecidos e peças de vestuário. Haviam ainda os estúdios improvisados de fotografia e a tenda dos violeiros com os seus cavaquinhos e violas braguesas. Aí se contratavam jornaleiros e fazia-se o respectivo pagamento. Trocavam-se os produtos e obtinham-se alguns dinheirinhos. A gente moça aproveitava para namorar. Havia também o costume dos ranchos de pessoas da mesma aldeia se juntarem em locais determinados para concentrarem as suas compras sob o olhar atento de um familiar ou vizinho. E, finda a feira, os ranchos regressavam às suas terras, por vezes a cantarolar, felizes pela diversão que a feira lhes proporcionou. Com o tempo surgiu a camioneta da carreira e o automóvel, e todas essas vivências foram desaparecendo…

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Braga é desde há muito tempo uma cidade com bastantes indústrias – não é apenas a cidade dos Arcebispos! – pelo que não admira que grande parte dos artigos vendidos nas feiras do Distrito de Viana do Castelo tivéssem origem nas fábricas bracarenses. Era o caso do vestuário que, tirando aquele que podia ser confeccionado nos teares que então existiam em abundância nos lares minhotos, vestiam nomeadamente os homens ao domingo ou em dia de festa.

Naturalmente, o fato que o homem vestia era feito de três peças – calça, colete e casaco – a que se acrescentava o chapéu. Ao tempo ainda não tinha sido inventado o plástico pelo que os botões eram geralmente feitos a partir de outro material como o osso, a madeira ou ferragens. E não tinham aquelas intermináveis quanto ridículas filas de botões brancos em ambas as abas e cortes arredondados porque isso não servia para nada… o mesmo sucedendo ao chapéu de marmita que a partir de certa altura impuseram aos ranchos folclóricos!

Sucede que, alguém se lembrou de introduzir modificações no traje como se Viana do Castelo fosse uma outra equipa e o folclore uma espécie de futebol onde cada um enverga um equipamento diferente. E, daí toca a inventar as alterações mais bizarras que ainda na actualidade são mantidas como autênticas.

Pelo caminho, muitos ranchos minhotos, sobretudo do Distrito de Viana do Castelo – vulgo Alto Minho – deixaram o casaco pelo caminho, e por vezes até o colete e, à falta dele, passaram a segurar-se às “abas” da camisa… vamos lá agora saber onde o raio do minhoto perdeu o casaco!

Carlos Gomes

GALIZA DEBATE TRAJE VIGUÊS

Polémica en las redes por el traje atribuido a Vigo

El desconocimiento de la cultura gallega del programa de TVE “Maestros de la costura” indignó a especialistas vigueses del folklore

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“Quedamos escandalizados, parece mentira que un programa con esos medios non se esforzase máis, xa que no mesmo Museo del Traje de Madrid, aparecen varios modelos típicos de Galicia”. Así, Patricia González, costurera e investigadora de la indumentaria tradicional de Galicia asegura que “nunca houbo un traxe de Vigo, como moito pódese falar dun da área de Pontevedra, para nós é como ridiculizarnos”. El programa “Maestros de la Costura”, de TVE, consiste en que los candidatos a diseñadores elaboren un modelo inspirado en una propuesta del jurado, en este caso fue presentado por Lorenzo Caprile como un supuesto traje de Vigo que en realidad se correspondía al traje regional gallego "creado" por el franquismo.

A lo largo de todo el día las redes sociales se inundaron de comentarios, ya que el colectivo implicado en la recuperado del traje no se explican de dónde sacaron esa denominación. “O único que se nos ocorreu que é que fora consecuencia das ‘luces de Abel”, bromeó González en referencia a la mediática iluminación navideña de la ciudad.

Un traje de la zona de Pontevedra, recuperado por Patricia González y mostrado en  una Exposición do Traxe, en la Festa da Reconquista.

Al margen de la anécdota, la indignación se centra en el modelo escogido, una clara referencia al traje  creado por la Sección Femenina: “Franco quixo unificar o folclore co que creou unha indumentaria que correspondería á ‘galeguiña’ da época, para nós non pasa de ser un disfraz”, afirmou Patricia González, responsable de las exposiciones alrededor del traje gallego que cada año se inauguran con la Festa da Reconquista. Apunta como único acierto el dengue, una de las piezas más antiguas de la indumentaria gallega que se encontraba en rojo o negro en las cuatro provincias. En cuanto a la falda, señala que éstas siempre eran más largas, a la altura del tobillo y el mantelo, sí bien se utilizaba, se llevaba de otra forma.

“Deixei de ver o programa porque é imposible facer con cariño nada en tan pouco tempo”, afirmó la costurera, que tiene su propia línea de diseños inspirados en la indumentaria tradicional y que comercializa a través de la páginas de Facebook Obradoiro Costura Saiáns.n

Ana Baena / http://www.atlantico.net/

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ESTA NÃO É A FORMA CORRECTA DE TRAJAR NO MINHO – OS GRUPOS FOLCLÓRICOS DEVEM DAR-SE AO RESPEITO!

Se a apresentadora Cristina Ferreira foi alvo de crítica pela forma como vestiu o traje de noiva da região de Viana do Castelo apenas se deveu à sua grande visibilidade uma vez que o seu programa é um dos mais vistos na televisão portuguesa.

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Porém, existem grupos ditos folclóricos que, apesar de se apresentarem como tal, não se dão ao respeito e insistem em apresentar com indignidade as nossas tradições – são um verdadeito escarro do nosso folclore e como tal deveriam ser liminarmente varridos!

Sem deixar de lamentar o ridículo a que expõem os numerosos jovens que de tais grupos fazem parte, apresentamos uma amostra de alguns maus exemplos que por aí pululam em jeito de espantalhos… para a próxima, passaremos a nomear os próprios grupos para que sejam reconhecidos pelo público!

Fotos: recolha de Manuela Araújo

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