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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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1º ENCONTRO DE TOCADORES DA ESCOLA DE CONCERTINAS FILIPE OLIVEIRA EM SINTRA FOI UM ESTRONDOSO SUCESSO A REPETIR NO PRÓXIMO ANO

A festa ainda não acabou e os acordes das concertinas continuam a ouvir-se lá para os lados da Terrugem, no concelho de Sintra. São mais de duas centenas de tocadores que ao longo da tarde deste domingo animam o Largo da Feira naquela localidade, perante uma larga assistência. E o local escolhido não podia ser melhor, com estacionamento adequado, asseio público e instalações sanitárias condignas, excelente disposição da plateia, das tendas e das tasquinhas.

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Foram cerca de duas dezenas os grupos de tocadores que se inscreveram para participar neste encontro e não faltou sequer um grupo oriundo da Galiza, mais concretamente da Comarca de Pontevedra – Lumes na Leira.

Ao longo de vários anos, Filipe Oliveira tem sabido semear amizades um pouco por toda a parte e este encontro constituiu a colheita bem merecida daquilo que semeou! As opiniões e os gestos de apreço são unânimes e todos reconhecem ainda o enorme talento do nosso conterrâneo. Fazemos votos para que siga em frente e o BLOGUE DO MINHO cá estará!

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RECRIAÇÃO HISTÓRICA DAS INVASÕES FRANCESAS APROXIMAM O MINHO E A GALIZA

Valença e Tui Disparam Pela União. Recriação Histórica da 2ª Invasão Francesa

Presidente da Câmara de Valença e o Alcalde de Tui vão disparar o primeiro tiro de canhão, com pólvora seca, da recriação histórico-militar da 2ª invasão francesa, às 14h30, de sábado, 13 de julho. O ato pretende simbolizar as boas relações entre as duas cidades fronteiriças, durante séculos imponentes bastiões militares opostos.

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Valença na Época da 2ª invasão Francesa

A demonstração de peças de artilharia e mosquetes, com pólvora seca, é uma das muitas atividades proporcionadas, ao longo do dia, que inclui, ainda, paradas, acampamento, exercícios e o baile oitocentista, no âmbito da recriação da época da 2ª invasão francesa.

Programa da Recriação Histórica

11H30 - Içar da Bandeira Nacional e Hino, na Praça da República

14H30/17H

- Animação cultural e histórico-militar do acampamento histórico e zonas envolventes;

- Exercícios histórico-militares de infantaria e artilharia;

- Demonstrações de disparos de mosquetes e de peças de artilharia;

- Colocação de rondas e sentinelas e marchas pela muralha;

- Interação com o público, em contexto didático e pedagógico.

17H30/18H30 - Baile Popular Oitocentista, na Praça da República

19H - Arrear da Bandeira e Hino Nacional, na Praça da República

Esta é uma oportunidade para reviver o espírito, os principais momentos da invasão e os oito dias da ocupação de Valença, a pressão militar, a vida da Praça ocupada e a defesa inteligente do governador, Custódio César de Faria.

A iniciativa é do Município de Valença e Grupo de Recriação Histórica do Município de Almeida e integra-se na candidatura da Fortaleza de Valença a património mundial junto da UNESCO.

VILA VERDE: ROTA DAS COLHEITAS É UM HINO À TRADIÇÃO E AO MUNDO RURAL

Um hino à tradição e ao mundo rural, está a chegar a maior edição de sempre da Rota das Colheitas!

Está a chegar a maior edição de sempre da programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde, tanto ao nível da quantidade e diversidade de atividades como de freguesias envolvidas. Do início de agosto ao fim de novembro, são 41 iniciativas distribuídas um pouco por todo o concelho que colocam em evidência a riqueza da tradição e da cultura popular e convidam vilaverdenses e visitantes a embarcar numa viagem pelo tempo. Recriações de práticas agrícolas ancestrais, gastronomia regional, música popular, artesanato, hospitalidade, beleza do património natural e edificado. Arraiais, festas e romarias. Atividades de desporto e natureza... Não faltam motivos para vir e ficar por Vila Verde, já que vários espaços de alojamento se juntam à Rota com descontos e condições especiais de estadia. Uma programação rica e diversificada que foi apresentada durante a manhã de hoje, 11 de julho, na Loja Interativa de Turismo de Vila Verde.

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Uma oportunidade soberana para viver experiências únicas e inesquecíveis. Aqui, os participantes não precisam de ficar apenas a assistir e podem ‘meter as mãos na massa’. Malhar o centeio e desfolhar o milho, pisar as uvas e espadelar o linho… Aprender os saberes e apreciar os sabores locais. Experimentar na primeira pessoa os hábitos e costumes da genuína cultura popular do Minho. Um programa vasto e alargado que atinge o apogeu na ‘Festa das Colheitas – XXVIII Mostra de Produtos Regionais’, que vai decorrer de 09 a 13 de outubro. Durante cinco dias consecutivos, a sede do concelho acolhe uma mostra do melhor que Vila Verde e a região têm para oferecer, num evento que valoriza a herança cultural enquanto divulga o território pelo país e pelo mundo.

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António Vilela: “Valorizar a cultura, dinamizar a economia e promover o território”

Presente na sessão, o presidente do Município de Vila Verde, António Vilela, sublinhou a grande diversidade de iniciativas de uma Rota que “vai abranger quase todo o concelho”. “Vila Verde vive e revive tradições seculares em áreas muito diversas. Gastronomia, folclore, música, práticas agrícolas, valorização dos espaços naturais, do património construído e imaterial, artesanato, produtos locais...”, referiu.

António Vilela prosseguiu frisando o papel preponderante das instituições locais e dos vilaverdenses no sucesso da iniciativa. “Ao longo deste período (agosto a novembro), com a colaboração de muitas instituições e da população em geral, Vila Verde desenvolve um cartaz que pretende também ser de atração turística e valorização do território. E que acaba por ter um custo muito reduzido para o Município, graças ao trabalho voluntário desenvolvido pelos diversos parceiros locais: juntas de freguesia, associações, instituições, empresas, cidadãos a título individual…”, afirmou.  Um rol alargado de iniciativas que surgem na senda da estratégia desenvolvida pelo Município de Vila Verde. “Valorizar a cultura, dinamizar a economia local e promover o território pela positiva. Criar âncoras de desenvolvimento para o concelho”, concluiu o edil.

O regresso ao mundo rural com “atividades únicas em que todos podem ‘meter as mãos na massa’”

De seguida, coube à vereadora responsável pelo pelouro da Cultura, Júlia Fernandes, a apresentação detalhada de um programa que se estende ao longo de quatro meses e atravessa 26 freguesias vilaverdenses com 41 iniciativas que vão fazer o coração do Minho bater mais forte. “A maioria das atividades decorre em espaço rural, nas quintas da lavoura, com os métodos e as alfaias tradicionais”, referiu, acrescentando que a Rota cumpre um duplo objetivo. Por um lado, a perspetiva lúdico-pedagógica. Uma oportunidade soberana para os mais velhos recordarem tempos idos, voltarem a sentir os cheiros, os sons e os sabores da mocidade. Para os mais novos, a oportunidade de contactarem com a sua história e aprenderem “de onde vem o pão, o vinho, os panos de linho… conhecerem estes ciclos”. Por outro, o âmbito turístico-cultural. “Atrair um número cada vez maior de visitantes, que aqui encontram atividades únicas em que podem ‘meter as mãos na massa’. Malhar o centeio, pisar as uvas, saborear as iguarias regionais e o bom vinho verde… Tudo com o envolvimento da população local que faz destas iniciativas um sucesso e um veículo de promoção do nosso território e da nossa cultura”, finalizou Júlia Fernandes.

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TELEVISÃO DE ANDORRA DESTACA "O FEIRÃO" ORGANIZADO PELO GRUPO DE FOLCLORE "CASA DE PORTUGAL"

El mercat tradicional "O Feirão" es consolida amb la seva sisena edició

Per sisè any consecutiu, el Grup de Folklore 'Casa de Portugal' ha organitzat el mercat "O Feirão". La plaça Guillemó d'Andorra la Vella s'ha convertit en una fira tradicional d'inicis del segle vint on els visitants han pogut gaudir de la cultura del país lusità.

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Les persones que s'han apropat aquest matí a la plaça Guillemó d'Andorra la Vella han pogut viure un retrocés en el temps. Han passejat per un mercat tradicional portuguès d'inicis del segle passat. En la sisena edició d'aquesta fira no hi han faltat els productes gastronòmics autòctons de la regió del nord de Portugal.

 Aquest mercat tradicional lusità es divideix en cinc zones diferents. Els visitants que s'hi apropin podran gaudir de tot tipus de productes gastronòmics. El que crida més l'atenció és la recreació d'aquesta petita granja.

Un mercat que es consolida any rere any i que té l'objectiu d'apropar la cultura portuguesa als andorrans.

L'esdeveniment ha comptat amb balls regionals i música a càrrec del Rancho Folclórico dels Residents de l'Alto Minho.

Informa: Oliver Jaén

Imatge: Àlex Soldevila

Fonte: https://www.andorradifusio.ad/

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VIZELA JÁ TEM VEÍCULO DE SOCORRO MÓVEL ANIMAL

Vizela já tem veículo de socorro móvel animal

Integrado no programa Vizela ProAnimal e no seguimento da reestruturação em curso do setor veterinário municipal, a Câmara Municipal de Vizela apresentou hoje o novo veículo de socorro móvel animal.

De realçar que esta medida está integrada no programa Vizela ProAnimal, um plano integrado para este setor que a Câmara Municipal se encontra a desenvolver no sentido de estruturar, dinamizar e dignificar as políticas municipais relativas aos animais errantes.

O Presidente da Câmara Municipal destacou na sua intervenção que a aquisição deste veículo faz muito sentido numa Autarquia que não tem um CRO definitivo, destacando ainda que Vizela é uma das primeiras Câmaras do país a fazer este tipo de intervenção com um veículo de socorro animal.

Este novo veículo de socorro móvel animal tem como principal preocupação o bem-estar dos animais, aliado às diversas intervenções que têm sido efetuadas no abrigo provisório, dotando-o de melhores condições para o acolhimento dos animais errantes.

O novo veículo irá apoiar na Campanha Municipal de Vacinação Antirrábica e Identificação Eletrónica, através da deslocação às freguesias – 1 vez por mês (12 vezes/ano) e ao centro urbano – 1 vez por semana (48 vezes/ano). O atendimento será efetuado individualmente no interior, com condições físicas semelhantes a um consultório, melhorando substancialmente a qualidade no serviço.

Este veículo prestará ainda apoio na recolha e transporte de animais errantes, protegendo-os e salvaguardando-os das condições atmosféricas e de olhares alheios, com maior respeito pela condição. Os animais serão devidamente acondicionados  no transporte, aumentando a segurança e o bem-estar, e poderão ser transportados para o Abrigo/CRO e os acidentados para clínicas com protocolo cheque veterinário, e os errantes para esterilizações com protocolo cheque veterinário.

De realçar que desde que este Executivo tomou posse, a Câmara Municipal de Vizela entregou uma maior atenção a esta matéria, que foi completamente descurada nos mandatos anteriores, mas que é sem duvida uma situação preocupante de preservação do bem-estar animal.

Nesse sentido, o Executivo procedeu à implementação de uma série de medidas, das quais se destacam: a compra de medicamentos e alimentos, a recolha com a criação de uma equipa, e recuperação de uma viatura e a aquisição de meios, a construção de um abrigo provisório e construção de Canil e Gatil Municipal, a Campanha de comunicação e sensibilização municipal animal, a contratação de um Veterinário, a implementação de uma Campanha de adoção, a instalação de Eco Dogs, a implementação do Cheque Animal, a Campanha de redução de errantes, a Viatura de socorro animal e a Campanha de vacinação antirrábica e identificação eletrónica de animais.

O objetivo deste Executivo passa assim por colocar Vizela na primeira linha das autarquias no que toca às políticas municipais relativas aos animais errantes, em contraponto com o que acontecia até agora, em que se verificava uma total ausência de estratégia nesta matéria.

GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PREPARA EM GRANDE AS COMEMORAÇÕES DAS SUAS BODAS DE PRATA

No próximo dia 2 de Fevereiro de 2020, passam precisamente 25 anos desde que o Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho – vulgo Verde Minho – foi legalmente constituído na região de Lisboa, passando a sediar-se em Loures, um dos mais importantes concelhos da área metropolitana de Lisboa, geograficamente situado às portas da capital.

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O Grupo Folclórico Verde Minho está a preparar uma série de actos comemorativos que deverão decorrer ao longo de todo o ano e terão naturalmente o seu ponto alto com a realização da próxima edição do FolkLoures’20.

As celebrações começarão inevitavelmente no dia da efeméride com a realização do Almoço do Arroz de Sarrabulho com Rojões à Moda de Ponte de Lima, esperando-se a presença das mais altas individualidades dos concelhos de Loures e Ponte de Lima, a começar pelos respectivos autarcas.

Também a organização da próxima edição do FolkLoures já se encontra em marcha, devendo o programa ficar preenchido até ao final do próximo mês de Outubro, encontrando-se já algumas representações confirmadas.

Neste momento, o Grupo Folclórico Verde Minho está a requalificar a sua representação, nomeadamente através da introdução de instrumentos musicais tradicionais como a viola braguesa e a renovação dos trajes e apresentação dos novos componentes.

A cada dia mais reconhecido pela nossa região a qual procura servir com espírito de missão, o Grupo Folclórico Verde Minho afirma-se como um guardião das nossas tradições e do folclore minhoto na região de Lisboa, colocando-se nomeadamente ao serviço do concelho de Ponte de Lima na cidade onde se encontra sediado – Loures!

O MINHO É VERDE - FOLCLORE É VERDE MINHO!

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1995 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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