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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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SANTA MARTA DE PORTUZELO: O LINHO SAI DA TERRA

No passado dia 6 de julho, um grupo de santamartenses juntou-se para arrincar o linho. Plantado no final de abril num terreno do lugar de Samonde, cedido pelo Sr. Meleiro, esteve cerca de dois meses na terra.

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A produção rendeu cerca de dez quilos de semente e este é já o terceiro ano consecutivo que se executa a sementeira. Esta atividade vai enriquecer os conteúdos do Núcleo Museológico do Linho de Santa Marta de Portuzelo, inaugurado em setembro de 2017.

É um projeto que envolve vários parceiros e elementos da comunidade, apostando na intergeracionalidade e partilha de saberes, nomeadamente dos idosos que ainda se lembram desta atividade.

Após a ripagem o linho vai a alagar no rio de Santa Martinha, passando por vários tormentos até chegar à peça final do linho.

Para acompanhar estas atividades pode aceder à página: https://www.facebook.com/NucleoLinhoSantaMartaPortuzelo/

Fotos: Sérgio Moreira & Sílvia Moreira 

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ESPOSENDE PROMOVE TURISMO CRIATIVO

Município de Esposende convida visitantes a experimentar artes locais

O Município de Esposende está a promover, junto dos visitantes e no âmbito da rede nacional de turismo criativo, CREATOUR, formas de experimentações de tradições locais. Na primeira fase, a ação tem contemplado a criação de experiências e atividades artesanais associadas ao junco, mas o plano é mais vasto e envolve outras áreas, como a tradição em torno do sargaço ou a prática de desportos marítimos.

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As experimentações relacionadas com a arte do junco têm sido desenvolvidas no Centro de Informação Turística de Esposende, mas há ações programadas para locais públicos. Assim, aproveitando a realização da Feira Mensal de Artesanato de Esposende, a 15 de julho, realiza-se, no Largo Rodrigues Sampaio, o workshop “O junco sai à rua”, aproveitando o certame e todos os visitantes da cidade em época alta. Esta oficina criativa a realizar no recinto da feira, pretende promover as artes do junco, levando este tipo de artesanato ao encontro de todos.

De resto, esta é mais uma ação integrada no EScriativo, um projeto municipal de turismo criativo, baseado na oportunidade de oferecer ao visitante experiências exclusivas, capazes de estimular o potencial criativo, em áreas que estejam profundamente enraizadas na vida da comunidade anfitriã.

O Município de Esposende é membro da rede nacional CREATOUR, um projeto que visa desenvolver destinos de Turismo Criativo em cidades de pequena dimensão e áreas rurais.

Refira-se que foram já desenvolvidas várias ações, pelo Município de Esposende, no âmbito do Turismo Criativo, entre as quais destacamos dois seminários internacionais e oficinas.

Prevê-se que no primeiro trimestre de 2019, estas oficinas temáticas passem a realizar-se no Centro Interpretativo do Junco, localizado na freguesia de Forjães.

Para este trimestre de julho a setembro estão previstas ainda as ações “O junco vai à praia”, com workshop e desfile de moda, na Praia de Suave Mar, no dia 26 de agosto.  No dia 29 de setembro, realizar-se-á, no Centro de Informação Turística de Esposende, uma ação de promoção das “Artes do Junco”, integrando as comemorações do Dia Mundial do Turismo.

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MINHOTOS EM ANDORRA REALIZAM FEIRÃO PARA “MATAR” A SAUDADE

Feirão em Andorra, para “matar” a saudade...

Decorreu no passado dia 8 de Julho a quinta edição do Mercado Tradicional “O Feirão” organizado pelo Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ no Principado de Andorra com o apoio do Comú d’Andorra la Vella.

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A Praça Guillemó da capital andorrana acolheu na manhã de domingo a feira à moda antiga integrada por cinco zonas temáticas que os elementos do Grupo recrearam de forma a reafirmar a portugalidade no Principado.

Cerca de duas centenas de pessoas visitaram a mostra, puderam degustar os petiscos portugueses e apreciar as cantigas e danças tradicionais do norte de Portugal.

Os produtos hortícolas (couve, alface, fruta) os animais da capoeira vivos (galos, coelhos, cabrito) fizeram as delícias dos mais pequenos e os produtos apresentados foram os primeiros a ser vendidos.

No espaço do artesanato os visitantes puderam apreciar e adquirir os trabalhos realizados pelas mãos habilidosas das lavradeiras do Grupo.

A doçaria portuguesa mereceu destaque com bolos caseiros de todo tipo e não faltaram os pastéis de Belém, Torta de Azeitão, Sonhos de cenoura e Docinho do Convento.

O stand dos enchidos, azeite transmontano e brôa de milho, fizeram as delícias dos visitantes que os adquiriram até finalizar existências.

A tasquinha foi o ponto de encontro de sabores do Feirão no qual o vinho verde serviu para regar os petiscos elaborados pelos elementos do Grupo e para matar saudade dos sabores lusitanos. As pataniscas e bolinhos de bacalhau, bifanas, moelas e a feijoada provocaram satisfação generalizada naqueles que quizeram degustar a gastronomia portuguesa enquanto as danças do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ e a musica tradicional portuguesa a cargo do Grupo Folclórico dos Residentes do Alto Minho e do Rancho Folclórico da Penya Encarnada, convidades pelos anfitriões, amenizavam o evento até ao inicio da tarde de domingo.

O Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ inicia agora um periodo de descanso depois de uma temporada repleta de actividade de promoção da portugalidade em terras andorranas e além fronteiras.”

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FOLKLOURES’18: QUE GRANDE ESPETÁCULO!

Grupo Folclórico Verde Minho – entidade organizadora do FolkLoures – está de parabéns!

A cidade de Loures foi ontem palco de um grandioso Encontro de Culturas: o FolkLoures’18. A festa abriu ao som dos bombos e caixas dos Mareantes do Rio Douro, de Vila Nova de Gaia, que despertaram a localidade da sua habitual calmaria. Seguiu-se o Grupo Arrufarte que também rufou vigorosamente os seus bombos, conferindo à iniciativa o ambiente característico das romarias do Minho.

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A cerimónia de boas-vindas e entrega de lembranças teve este ano lugar em palco, tendo como pano de fundo a réplica da fachada da igreja de São Paulo, em Macau, um local que se afigurou mais apropriado para o efeito relativamente ao que era habitual em anos anteriores, nos Paços do Concelho, como forma de acolhimento por parte da autarquia local. Nesta cerimónia, o Presidente da Câmara Municipal de Loures fez-se representar pelo Dr. Francisco Sousa e a Federação do Folclore Português pela engª Manuela Carriço. Também a Rádio do Folclore Português (RFP) fez-se representar através de Rafael Passos que é curiosamente o responsável do Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho.

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À hora marcada, após a refeição onde todos os grupos se juntaram e confraternizaram, todos os participantes reuniram-se junto ao Pavilhão Paz e Amizade e iniciaram o desfile rumo ao Parque da Cidade onde, teve lugar a sua actuação em palco.

O grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” representou em palco a dança tibetana “Capriccio de Kumara”, actuação que prendeu a atenção do público que esgotou por completo a plateia, conservando um silêncio e uma atenção raramente observáveis em espectáculos populares ao ar livre.

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Seguiu-se a magnífica representação da Festa dos Tabuleiros de Tomar anunciando já a sua edição no próximo ano naquela linda cidade das margens do rio Nabão. O Grupo anfitrião – Grupo Folclórico Verde Minho – abrilhantou o espectáculo com a alegria, colorido e vivacidade que caracteriza o folclore do Minho, região que também esteve magnificamente representada pelo Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, de Esposende.

No FolkLoures, o cante alentejano nunca é esquecido e, em representação deste género de manifestação cultural do nosso Alentejo, esteve o Grupo Coral e Etnográfico Amigos do Alentejo do Feijó – Almada, rigorosamente trajado e sempre muito apludido pelo público que manifestamente apreciou a sua actuação.

Em representação do Douro Litoral actuou o Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, impecavelmente trajado e com rigorosa execução, grupo aliás reconhecido com um dos melhores sediados na região de Lisboa. E, como não podia deixar de ser – a organização do evento nunca esquece a identidade do concelho de Loures! – o folclore saloio esteve presente através do Rancho Folclórico de Lousa, concelho de Loures.

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O FolkLoures’18 terminou com uma imponente sessão de fogo-de-artifício que a muitos fez lembrar as grandiosas romarias do Minho, com os foguetes a estalejar nos céus e a iluminar a cidade de Loures com a promessa de que, para o ano, o festival será ainda mais grandioso.

O BLOGUE DO MINHO tem conhecimento que a organização já está a encetar os contactos com diversas entidades com vista à organização do FolkLoures’19, iniciando os preparativos com vista à sua realização. E a próxima edição promete trazer a Loures grandes novidades!

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