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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MELGAÇO: CAÇA AOS OVOS NAS VINHAS DE ALVARINHO

De 6 a 22 de abril, Melgaço

Para o Soalheiro a cultura do vinho tem a ver com a entrega, com a dedicação e com o simbolismo do momento.

Com o objetivo de valorizar as particularidades do terroir de Monção e Melgaço: A Origem do Alvarinho e demonstrar que a cultura do vinho tem a ver com a entrega, com a dedicação e com o simbolismo do momento, o Soalheiro propõe uma Caça aos Ovos nas vinhas. A iniciativa decorre nas férias da Páscoa (entre 6 e 22 de abril) e destina-se a qualquer um que queira desfrutar de uma experiência diferente, independentemente da idade.  Este passeio temático é oferecido em qualquer reserva de visita ao Soalheiro e pode ser efetuado de segunda-feira a domingo, incluindo feriados.

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Integrando a Rota do Vinho Verde Alvarinho, os visitantes podem descobrir nas próprias vinhas as várias dimensões da casta. A produção rege-se por todos os princípios da sustentabilidade, estando ali em perfeita harmonia com a natureza. O contacto com a flora tradicional, a ecologia e a vindima, em função da data da visita, tornará estes passeios inesquecíveis.

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RUSGA DE JOANE RECRIA TRADIÇÕES DO LINHO

Rusga de Joane leva a efeito o espetáculo etnográfico “Vivências – na senda do linho”, que decorrerá no dia 31 de março, pelas 16h no grande auditório da Casa das Artes de V. N. Famalicão.

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Integrado nas comemorações do 28º aniversário o Grupo Etnográfico Rusga de Joane, será um espetáculo de revisitação às memórias e vivências das gentes de outrora. Tendo o linho, como o fio condutor entre as tarefas agrícolas, o serão, as cantigas de embalar, rituais da morte, a religiosidade e por fim a festa, a romaria.

Organizado pelo Grupo Etnográfico Rusga de Joane, este espetáculo conta com o apoio do Município de Vila Nova de Famalicão e encenação do Teatro da Didascália.

  • Espetáculo etnográfico: Vivências – na senda do linho
  • Data: Domingo, 31 de março de 2019
  • Hora: 16h
  • Local: Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão (grande auditório)
  • Entrada Livre (carece de levantamento de bilhetes, junto da organização)
  • Organização: Grupo Etnográfico Rusga de Joane
  • Coorganização: Município de Vila Nova de Famalicão
  • Encenação: Teatro da Didascália

FOLCLORE: ALBARDE-SE O DONO À VONTADE DO BURRO!

A cultura e a civilização constrói-se por camadas. Sob o edifício de uma civilização encontra-se sempre os vestígios de uma civilização anterior. Ou, melhor dito, de várias civilizações que se foram sucedendo ao longo da História.

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O Xé-xé, figura característica do carnaval do século XIX, afinal não desapareceu… apenas anda disfarçado no carnaval do século XXI

 

Nas fundações de uma igreja cristã encontram-se os vestígios de um santuário pagão. Onde existe um castelo existiu porventura um castro. Onde existe um orago ou se venera um santo da religião cristã certamente existiu uma divindade pagã. E, todos os rituais do Cristianismo não são mais do que novas formas de celebrar antigos ritos pagãos.

O rito é a celebração do mito. O Homem antigo celebrava a acção criadora dos deuses como forma de assegurar o ciclo da Vida, o perpétuo renascimento, garantindo desse modo que ele jamais seria interrompido. Da mesma forma que também nós festejamos o Natal e a Páscoa, o Entrudo e o S. João!

A Vida sucede à Morte tal como esta “nasce” da Vida. Isto é essencial para o camponês (=pagão) cuja sobrevivência dependia do renascimento dos vegetais e da Natureza em geral. E ele observava o mundo à sua volta! O entrudo (carnaval na versão cristianizada refere-se ao jejum da carne e, à semelhança do jejum muçulmano, constituía uma medida de purificação do corpo (saúde) pois dela também depende a purificação da alma. Como diziam os gregos, alma sã em corpo são!), as pulhas, a serração da velha, a queima do Judas (versão cristianizada), o xe-xé e muitas outras são também formas de “purificação” da comunidade através da crítica social.

De lembrar que outrora a religião emanava instruções relativas a todos os aspectos da vida social, incluindo a saúde e as questões sanitárias.

Os bota-fumeiros nas igrejas e a defumação das casas durante a visita pascal era só uma forma de assegurar a higiéne. Nas igrejas, devido às sepulturas e também aos contágios entre as pessoas que se entretinham a conversar enquanto o padre lá falava no seu latim… nas casas, para expelir a bicharada que durante o inverno se alojava no travejamento. E, com base nesta linha de raciocínio, a meu ver fácil é de compreender muitas das nossas tradições e desmontar certas ideias erradas que as pessoas difundem e não são menos graves do que aquelas com que por vezes nos deparamos nas maneiras de trajar!

Mas, quando fazemos um reparo sofremos de imediato represálias… portanto, albarde-se o dono à vontade do burro!

FAMALICÃO: FRADELOS CUMPRIU A TRADIÇÃO!

Só com muita força de vontade, persistência e determinação é possível manter as tradições ao longo dos tempos. Foi assim em Fradelos, na noite da passada terça-feira, com a Queima dos Galheiros. Com muito frio, muita chuva e muito vento e com o Entrudo a lutar para não arder.

No final da noite queimavam os galheiros e a tradição cumpria-se. Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, que marcou presença em Fradelos trata-se de “uma tradição muito importante que significa a preservação de uma cultura e de costumes ancestrais”.

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Refira-se que ao longo do dia, em vários lugares da freguesia, a população saiu à rua amontoando os restos das sementeiras, os galhos velhos das árvores e o silvado, no topo coloca-se um boneco a quem se chama entrudo e pega-se fogo. Os galheiros chegam a atingir os 15 metros de altura.

A Queima do Galheiro assinala, assim, o final das festividades carnavalescas e o início da quaresma pascal. Nos últimos anos, a tradição tem ganho dimensão e qualidade, muito graças ao trabalho incentivador promovido pela Associação Juvenil de Fradelos Koklus em parceria com a Junta de Freguesia que tem procurado envolver as novas gerações na iniciativa.

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MONTALEGRE DÁ ESPAÇO À CORRIDA COM OBSTÁCULOS

ISAVE apoiou 600 atletas no “Montalegre U rban Fit”

Montalegre voltou a ser palco de um evento desportivo extraordinário que juntou mais de 600 atletas, a 2 de março, na terceira edição do ISAVE Montalegre Urban Fit, prova que combina corrida com obstáculos urbanos.

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Organizada pela empresa URBAN FIT RACE, esta prova de corrida com obstáculo tem o apoio dos estudantes de Enfermagem do Instituto Superior de Saúde (ISAVE) e conta com o apoio, entre outros, do município de Montalegre.

Os alunos do ISAVE  - da Licenciatura de Enfermagem, enquadrados pelo Prof. Gilvan Pacheco - estão treinados neste tipo de serviços ao desporto, especialmente esta prova considerada uma corrida de obstáculos, desenvolvida num ambiente natural, bem como ambiente Urbano, em áreas com vários obstáculos naturais e outros artificiais como: pirâmides de madeira, paredes, pneus, paredes inclinadas, poças, fardos, escadas, trincheiras, reboques, etc., o que implica riscos ao enfrentar e superar os mesmos.

No âmbito das unidades curriculares teóricas e práticas do Curso de Licenciatura em Fisioterapia e sob a supervisão do coordenador do Curso de Licenciatura em Fisioterapia Professor Doutor Gilvan Baroni Pacheco e da fisioterapeuta Professora Sílvia Xavier, os estudantes participaram no evento Urban Fit de Montalegre com objetivo de aplicarem as técnicas de avaliação, diagnóstico e tratamento nas lesões músculo-esqueléticas adquiridas durante a prova. Desta forma, os estudantes colocaram em prática as técnicas de Fisioterapia Desportiva aprendidas durante o curso num contexto diferente do estágio realizado em Clínicas e Hospitais.

A prova realizou-se com partida e chegada no Pavilhão Multiusos de Montalegre, onde foram efetuadas partidas de 10 em 10 minutos, em grupos de 200 pessoas.

Nesta III edição do Montalegre Urban Fit, a prova foi dividida no escalão Elite, apenas com escalão individual masculino e individual feminino.

A prova apresentou um carácter solidário ajudando uma instituição do concelho e teve um percurso de oito quilómetro em que cada participante enfrentou 20 obstáculos com diferentes níveis de dificuldade e com muito frio garantido nesta altura do ano nas terras do Barroso.

A próxima prova realiza-se em Amares, no dia 1 de junho, com chegada e partida no centro de Ferreiros, estando as inscrições abertas até 19 de maio.

VIANA DO CASTELO: ALVARÃES PREPARA VIA SACRA

40 ANOS da Via Sacra em quadros-vivos da Vila de Alvarães

No âmbito das comemorações dos 40 anos da Via Sacra em quadros-vivos de Alvarães estamos a tentar recolher fotografias destas últimas 4 décadas. Deste modo, apelamos a todas as pessoas que tenham fotografias em sua posse referentes a este evento para que possam partilhá-las connosco.

Pedimos que contactem a Organização para se proceder à recolha e respectiva cópia das fotografias.

Muito obrigado,

A Organização "Julio / Fernanda / Patricia "

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