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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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SARGACEIROS DA APÚLIA DANÇAM NO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, concelho de Esposende, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Sargaço! Sargaço! – grita o sargaceiro ao avistar as algas que a mareada arroja, exortando os companheiros a entrarem mar dentro e enfrentarem com arrojo a rebentação das ondas. Após a maresia, a mareada é invariavelmente mais abundante, arrojando o mar as algas que se desprendem dos rochedos quase submersos. O grito do sargaceiro ecoa longínquo na praia. Os homens, vestidos de branqueta e a cabeça e pescoço protegido com o sueste, levam consigo o galhapão ou a gaiteira se o sargaço estiver próximo da praia. No areal, as mulheres transportam o sargaço nas carrelas para mais longe do alcance do mar, fazendo as camas onde fica a secar. Apó a secagem, as algas serão empregues como fertilizantes das terras, em produtos fito-sanitários e cosméticos, sendo cada vez mais conhecidas também as suas virtudes alimentares.

Fundado em 1934, o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia é um representante ímpar do folclore da Região do Baixo-Minho e vai seguramente constituir a grande atracão deste Festival de Folclore.

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PENAFIEL LEVA AO FOLKLOURES O TRADICIONAL “BAILE DOS PEDREIROS”

O Grupo Folclórico de Penafiel vai no dia 7 de Julho de 2018 trazer ao FolkLoures uma das tradições mais genuínas e pouco conhecidas da sua região – o Baile dos Pedreiros!

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures. Trata-se de uma grandiosa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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Perdem-se nos tempos as origens do “Baile dos Pedreiros”, aliás à semelhança de outras tradições do concelho de Penafiel como o “Baile dos Ferreiros” e o “Baile dos Pretos”. Estes bailes devem a sua existência ao Tombo das festas de Corpo de Deus em que cada corporação de artes e ofícios teria de apresentar, nas referidas festas, um baile bem constituído, bem trajado e com uma dança bem conseguida.

Descreve o escritor valenciano José Augusto Vieira, na sua obra “O Minho Pitoresco”, que no ano 1887, os Pedreiros vestiam de branco com faixa vermelha na cinta, barrete encarnado na cabeça, e traziam a tiracolo uma cabaça com bebida e a merenda. Sustentavam ainda numa das mãos um pico.

O mestre vestia de igual modo com excepção da casaca preta e de uma régua e de um esquadro que trazia nas mãos. A mestra vestia de lavradeira, o rapaz dos picos, do mesmo modo que os pedreiros. O meirinho, que era a figura da justiça naquela altura, vestia uma levita, cartola na cabeça, trazia uma bengala e empunhava uma arma…

Desfilavam pela cidade ao som de uma marcha, tocada por uma rebeca, instrumento pouco habitual hoje em dia, quando paravam encenavam uma dança em que o Mestre cumprimentava as entidades e relatava as obras que tinha realizado, desafiando os Pedreiros a dizer também.

A certa altura entre o Meirinho, o mestre e a mestra, desenrola-se uma pequena discussão, em que tudo acaba em paz.

Estes bailes correram o risco de se perderem. Porém, graças à Câmara Municipal de Penafiel e ao Grupo Folclórico de Penafiel, foram os mesmos reavivados, constituindo o FolkLoures’18 o palco privilegiado para destacar uma das tradições mais genuínas do povo português.

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FESTA DOS TABULEIROS DE TOMAR DESFILA NO FOLKLOURES’18

A tradicional Festa dos Tabuleiros regressa a Tomar no início do mês de Julho do próximo ano, conforme é tradição de quatro em quatro anos. Nesse sentido, não podia a organização do FolkLoures’18 deixar de conferir o devido destaque a tão importante manifestação cultural do nosso povo.

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O Grupo de Tabuleiros da Festa do Divino Espírio Santo da Freguesia de Carregueiros vai representar o concelho de Tomar com um conjunto de 20 pessoas transportando 10 tabuleiros.

A Festa dos Tabuleiros é uma tradição multi-secular da cidade dos Templários que se tornou uma dos mais importantes cartazes turísticos de Portugal, constituindo a maior festividade nacional em Honra do Divino Espírito Santo.

Os tabuleiros sã constituídos por trinta pães enfiados em canas que partem de um cesto de vime ou verga, sendo encimados pela coroa do Espírito Santo e a respectiva pomba ou a cruz da Ordem de Cristo que teve Tomar como a sua sede e a quem devemos em grande medida a epopeia dos Descobrimentos Marítimos.

As moças que tamportam os tabuleiros são formosas e apresentam-se vestidas de branco, com fitas de cores vivas à cintura ou a tiracolo.

A Festa dos Tabuleiros propriamente dita é antecedida da saída das coroas e o cortejos dos rapazes, celebrações que atraem sempre à Princesa do Nabão milhares de visitantes.

A organização do FolkLoures’18 agradece a colaboração Grupo de Tabuleiros da Festa do Divino Espírio Santo da Freguesia de Carregueiros e da Casa do Concelho de Tomar.

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CORPO DE DEUS/COCA DE MONÇÃO

QUE LOUCURA DE FESTA! 31 DE MAIO A 3 DE JUNHO.

O Corpo de Deus/Coca de Monção, festas concelhias, é um dos momentos mais relevantes do calendário cultural do concelho de Monção e um dos principais motivos de valorização da etnografia popular e afirmação da identidade coletiva do nosso povo, do nosso território.

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Exposição Cocas

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PENAFIEL DANÇA NO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo Folclórico de Penafiel vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Na verdejante encosta do Vale do Sousa onde se situa a linda e centenária cidade de Penafiel, terra de mil encantos, as suas gentes constituíram em 1980 o Grupo Folclórico de Penafiel para que a sua herança cultural fosse preservada e divulgada.

Representando a região que compreendia a vetusta Comarca d’Entre-o-Douro-e-Minho, os penafidelenses cantam e dançam o malhão e o vira, ao som da concertina e das violas braguesas e amarantinas, cavaquinhos e reco-recos, ferrinhos, bombos e tabuinhas.

Vestem-se com trajes de trabalho mas também de romaria. E, dessa maneira, percorrem o país e estrangeiro dando a conhecer as mais ricas tradições da sua região.

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GALIZA: “OS MAIOS” FESTEJA LA LLEGADA DE LA PRIMAVERA

"Os Maios" Festeja la llegada de la Primavera. Informacion, historia, curiosidades, imágenes, enlaces y todo lo que debes saber sobre "Os Maios" Festeja la llegada de la Primavera

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Desde tiempos ancestrales, se vienen celebrando en Galicia, cada primero de Mayo, una serie de ritos con el objetivo de festejar el fin del invierno y la llegada de la primavera. En concreto, los campesinos buscaban, a través de estos ritos agrarios, las buenas cosechas y alejar cualquier agente que pudiese perjudicarlas, este rito antiguamente consistía en dejar un ramo de "xestas" o "codeso" colgado en las puertas de las casas la noche anterior a la celebración de "os maios".

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La procedencia de esta fiesta no está demasiado clara, aunque tres son las posibilidades que se barajan: antiguas culturas grecolatinas, la cultura céltica o la sueva. De todas maneras, cada pueblo adapta estas ceremonias a su propia cultura, de ahí que haya diversas manifestaciones de la misma.

La figura representativa de esta fiesta es una construcción ornamental, generalmente piramidal o cónica, hecha con cañas cubiertas de helechos y adornadas con flores. En la provincia de Ourense, por el contrario, las construcciones suelen ser en forma de "potes", "hórreos", "cruceiros", "cruces",...

Además, todas las personas que participan en los festejos van interpretando diferentes canciones. Las coplas suelen ser satíricas, dirigidas a los poderes públicos y a las instituciones, además de los hechos acaecidos en el último año.

En Vilagarcía, el día 1 de Mayo, se organiza, en la Plaza de la Pescadería, una competición en la que se premia a los mejores mallos. No falta esta fiesta en Marín, donde los marineros construyen un barco que se adorna con elementos naturales. En la provincia de Pontevedra, otras localidades como Redondela o Caldas de Reis también organizan este tipo de festejos.

Pero si en algún lugar tiene tradición esta fiesta, éste es sin lugar a dudas Ourense, donde está declarada de interés turístico. El "Maio" suele tener en la cima una cruz que es lo que persigue la cristianización de la fiesta de supervivencia pagana. También Allariz, Valdeorras y Verín celebran su propio "maio".

Fonte: https://www.paxinasgalegas.es/

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A MÁSCARA VOLTA A ENCANTAR BELÉM

DE 17 A 20 DE MAIO VENHA VER OS CARETOS E FOLIÕES

O Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) regressa ao Jardim da Praça do Império, em Belém, com novos caretos e mascarados, grupos de música e algumas novidades, naquela que é uma rara oportunidade anual para conviver de perto com os foliões fora dos seus contextos de origem.

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Durante quatro dias, entre 17 e 20 de maio, o XIII FIMI apresenta estas tradições ancestrais através de uma programação variada que, além da gastronomia, artesanato e concertos, tem como ponto alto o grande desfile da Máscara Ibérica com 30 grupos de máscaras e centenas de participantes.

O desfile arranca no sábado, dia 19, pelas 16h30, e este ano conta com o Boi Tinga, do Brasil e os The Mummers, da Irlanda que se juntam aos grupos estreantes Gigantones e Cabeçudos de Viana do Castelo, Mazcaritos d’Uviéu (Astúrias), Entroido de Samede (Galiza), Merdeiros de Vigo (Vigo) e El Carnaval del Toro Morales de Valverde (Zamora).

Os concertos no Palco Ibérico voltam a trazer ritmos folk de raiz tradicional europeia, combinados com outros elementos de fusão, desta vez com as atuações, no dia 18, dos Bregia (Irlanda) e Oscar Ibáñez & Tribo (Espanha).

Durante o fim-de-semana é a vez dos concertos dos grupos Toques do Caramulo (Portugal), no sábado, e Realejo (Portugal) que encerram o cartaz na tarde de domingo.

Paralelamente ao Festival Internacional da Máscara Ibérica, entre os dias 14 e 18, realizamse, pela primeira vez, ciclos de debates (no Museu Nacional de Arqueologia) e de cinema (na Casa da América Latina), o Festival Popular (do projeto EU-LAC MUSEUS) e a Noite do Museus.

Os caretos vão andar à solta, venha descobri-los em Belém, de 17 a 20 de maio, a partir das 10h30, com entrada livre!

CAMPONESES DE PIAS LEVAM O CANTE ALENTEJANO AO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Situado na margem esquerda do rio Guadiana onde o cante alentejano assume uma faceta mais alegre, o Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” foi criado em 1968 com o objetivo de interpretar as lindas modas da terra. A opção de envergar os trajes das atividades agrícolas de meados do século XX acompanhados por instrumentos de trabalho, acrescentou-lhe o colorido dos campos, afirmando a ligação do Cante à paisagem rural. O rigor de apresentação dos seus trajes tem-lhe permitido ganhar vários prémios ao longo da sua existência.

O rigor e qualidade das suas interpretações sob a direção de Barão Cachola, granjeou-lhe o respeito dos outros grupos e a atenção do meio musical, o que logo levou à gravação em 1973 de um Long Play e à presença no programa ZIP ZIP da RTP, tornando-se sócio fundador da Federação de Folclore Português. A entrada de Manuel Coelho para a direção do Rancho em 1980, gerou uma nova dinâmica, que se traduziu na sua internacionalização e na presença assídua em diversos espetáculos no país.

O Grupo Coral e Etnográfico “os Camponeses de Pias” tem sido convidado a participar em diversos projetos musicais. No seu portefólio encontramos participações com Vitorino Salomé, Lua Extravagante e Janita Salomé. No Pavilhão Atlântico em Lisboa acompanharam Caetano Veloso, Maria Bethânia assim como Rio Grande, Ala dos Namorados e Paulo Ribeiro. Tem participado em vários programas televisivos nacionais e estrangeiros, telenovelas e documentários, participado e organizado festivais de folclore.

Em 2003 lançaram o CD "Pias Tradição Musical" e em 2013 a coletânea “O Cante à Moda de Pias”, integram a Confraria do Cante Alentejano e desde o primeiro momento apoiaram a Candidatura do Cante Alentejano à Lista Representativa de Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.

O empenho do seu jovem diretor António Lebre, concretizou a abertura da já afamada “ Taberna dos Camponeses de Pias”, onde se pode cantar, gotejar bons vinhos e saborear as iguarias da terra; também a sua dedicação conseguiu que um  grupo de jovens cantadores criasse “Os Mainantes”. 

Neste caminho, as vozes do Rancho mantém a mesma dolência e intensidade das memórias vividas na Aldeia de Pias. E com as cores do Cante continuam a participar nas cartografias do futuro onde a identidade de origem não se esquece, como poderão consultar no seu site (www.camponesesdepias.net ).

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SARGACEIROS DA APÚLIA DANÇAM NO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, concelho de Esposende, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Sargaço! Sargaço! – grita o sargaceiro ao avistar as algas que a mareada arroja, exortando os companheiros a entrarem mar dentro e enfrentarem com arrojo a rebentação das ondas. Após a maresia, a mareada é invariavelmente mais abundante, arrojando o mar as algas que se desprendem dos rochedos quase submersos. O grito do sargaceiro ecoa longínquo na praia. Os homens, vestidos de branqueta e a cabeça e pescoço protegido com o sueste, levam consigo o galhapão ou a gaiteira se o sargaço estiver próximo da praia. No areal, as mulheres transportam o sargaço nas carrelas para mais longe do alcance do mar, fazendo as camas onde fica a secar. Apó a secagem, as algas serão empregues como fertilizantes das terras, em produtos fito-sanitários e cosméticos, sendo cada vez mais conhecidas também as suas virtudes alimentares.

Fundado em 1934, o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia é um representante ímpar do folclore da Região do Baixo-Minho e vai seguramente constituir a grande atracão deste Festival de Folclore.

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TRADIÇÃO CUMPRIU-SE EM PONTE DA BARCA

Foi ao longo do último fim de semana que Ponte da Barca promoveu a XII edição da Festa das Tradições.

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Largas centenas de pessoas passaram pelo Centro de Exposição e Venda de Produtos Regionais durante estes três dias, onde se congregou a gastronomia com os tradicionais petiscos, tais como o caldo verde, o caldo de farinha, o bacalhau frito, o chouriço assado, a massa à lavrador ou o arroz de feijão, regados pelo distinto vinho verde da região, o artesanato, as danças e cantares regionais.

A animação esteve garantida com a atuação dos grupos Sexta às Nove, com Augusto Canário & Amigos,  com a atuação dos Ranchos Folclóricos do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca, Paço Vedro de Magalhães, Vila Nova de Muia e Lavradeiras de Oleiros.

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CESTOS FLORIDOS SÃO O EX-LÍBRIS DA FESTA DAS ROSAS EM VILA FRANCA DO LIMA

Espanto e emoção no cortejo das Festa das Rosas de Viana do Castelo

"Ó linda, dá uma voltinha para a gente ver o cesto." O pedido foi sendo repetido ao longo do cortejo dos cestos floridos que atraiu, na tarde deste sábado, centenas de pessoas a Vila Franca, em Viana do Castelo, na Festa das Rosas, a primeira grande romaria do calendário festivo do Alto Minho.

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O cortejo deste ano teve seis cestos, quatro de mordomas e dois de oferta. Cada cesto pesa cerca de 50 quilos e demora uma semana a ser feito, sendo certo que o trabalho de recolha de flores é anterior.

A devoção na Senhora do Rosário e o orgulho de preservar a tradição de oferecer um cesto à santa é comum às jovens mordomas que se emocionam e tremem quando têm de segurar e caminhar com o cesto na cabeça. O vento que se fez sentir na tarde deste sábado foi sendo o principal inimigo das mordomas e auxiliares para conseguirem equilibrar o cesto ao longo de um percurso com cerca de um quilómetro até à Igreja Paroquial. Pelo caminho, o público foi aplaudindo e ficando espantado com a minúcia dos desenhos nos cestos floridos.

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A Festa das Rosas de Vila Franca atrai centenas de forasteiros de todo o país. Só da freguesia de Vila Nova, concelho de Miranda do Corvo, vieram seis autocarros numa excursão que trouxe praticamente toda a população da freguesia até à Festa das Rosas. "Somos praticamente 300 pessoas e a GNR foi avisada para vigiar a freguesia que ficou quase sem gente", admitiu ao JN José Alexandre, presidente da Junta de Vila Nova. "Já viemos cá há quatro anos e numa votação que fizemos no último passeio foi escolhida novamente a Festa das Rosas porque muita gente queria cá voltar", explicou. "Esta festa é maravilhosa, muito bonita. Na nossa terra não há nada que se compare a isto. A igreja fica sempre linda", acrescentou Isabel Nunes, umas das excursionistas.

A Festa das Rosas continua nos próximos dias e promete atrair milhares de romeiros até Vila Franca do Lima.

Fonte: https://www.jn.pt/

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