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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BARCELOS: FESTIVAL DE TEATRO AMADOR DO NOROESTE PENINSULAR ESTÁ DE VOLTA A BALUGÃES

O festival PALCO DE TERRA, dedicado ao teatro amador do Norte de Portugal e Galiza está de volta para a 6ª edição, de 9 a 11 de dezembro, no auditório da Junta de Freguesia de Balugães (Barcelos).

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Durante três dias, o melhor do teatro amador do noroeste peninsular monta palco na terra de Balugães. Promovido pelo Teatro de Balugas, este ano o Festival PALCO DE TERRA abre com um encontro literário dedicado aos autores de teatro do vale do Neiva, esta sexta-feira, pelas 21h30.

No sábado, pelas 21h30, a comédia “Falar Verdade a Mentir”, da Contacto - Companhia de Teatro Água Corrente de Ovar, abre a programação dedicada ao teatro. O festival continua no domingo, com um espetáculo de teatro físico, “Fátum”, pela companhia galega O’Catre Teatro. O certame fecha com a cerimónia de entrega dos Prémios Palco de Terra. São galardões concedidos anualmente para reconhecer e agradecer o trabalho e o esforço de pessoas e instituições no âmbito do teatro realizado no meio rural, e da criação artística sobre o Norte de Portugal e Galiza. O Teatro Escoitade, de Vigo, foi premiado, na categoria “Instituição”, pelo trabalho desenvolvido ao longo de 50 anos na dinamização e promoção do teatro amador na Galiza. Na categoria “Personalidade”, a distinção foi para o ator e encenador Manuel Ramos Costa, por uma vida dedicada ao teatro amador, em especial na Contacto - Companhia de Teatro Água Corrente de Ovar.

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FESTIVAL DE TEATRO AMADOR DO NOROESTE PENINSULAR ATRIBUI PRÉMIO PALCO DE TERRA AO TEATRO ESCOITADE E MANUEL RAMOS COSTA

O Teatro Escoitade, de Vigo, foi premiado, na categoria “Instituição”, pelo trabalho desenvolvido ao longo de 50 anos na dinamização e promoção do teatro amador na Galiza. Na categoria “Personalidade”, a distinção foi para o ator e encenador Manuel Ramos Costa, por uma vida dedicada ao teatro amador, em especial, na Contacto - Companhia de Teatro Água Corrente de Ovar.

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Os Prémios PALCO DE TERRA são uma iniciativa da companhia Teatro de Balugas, cuja primeira edição se realizou em 2017. São galardões concedidos anualmente para reconhecer e agradecer o trabalho e o esforço de pessoas e instituições, no âmbito do teatro realizado no meio rural e da criação artística sobre o Norte de Portugal e Galiza.

A cerimónia de entrega acontece no dia 11 de dezembro, às 16h30, no auditório da Junta de Freguesia de Balugães (Barcelos), que encerra o Palco de Terra - Festival de Teatro Amador do Noroeste Peninsular.

O ator, encenador e dramaturgo Fernando Pinheiro foi o vencedor da primeira edição, em 2017, e entre os galardoados estão ainda os nomes do Cénico Lírio do Neiva (2018), Núcleo Promotor do Auto da Floripes 5 de Agosto (2019), Dantas Lima (2019), Teatro do Noroeste-CDV (2020), Orlando Alves (2020), Programa CREARTE - Crescimento da Arte Teatral em Esposende (2021) e Maria Laura Pinto (2022).

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CELORICO DE BASTO LEVA À CENA A PEÇA DE TEATRO “AS MULHERES”

“Foi um murro no estômago” que a plateia sentiu ao assistir à peça de teatro “Mulheres” dramatizada pelo grupo Tim.Bra” no dia 25 de novembro, no Centro Cultural Marcelo Rebelo de Sousa, no âmbito do Dia Internacional da Eliminação da Violência Contra as Mulheres”

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“Senti na pele as emoções e as sensações destas mulheres, foi um murro no estomago perceber que a violência contra as mulheres continua a ser tão comum apesar de vivermos na era da comunicação e da informação” disse-nos a vereadora da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Maria José Marinho. “A peça foi absolutamente comovente e os exemplos apresentados mostram que não há idade, estrato social ou formação que inibam a violência contra as mulheres que vivem dentro dessas situações anos a fio pela vergonha, pelo medo, pelos filhos, pela carência económica, afetiva… e colocarmo-nos no lugar do outro é sentir a sua dor e perceber que, tantas vezes, é tão difícil sair dessa situação de violência. Por isso temos que saber lidar com as vítimas, acolhe-las, aconchega-las e criar condições para que se sintam confiantes para sair dessa situação. Só assim, com esse conforto seremos capazes de ajudar as mulheres vítimas a sentirem-se empoderadas para agir reagir”. 

A peça dramatizada por três atrizes retrata três exemplos de três mulheres vítimas de violência, um projeto da Academia Tim.Bra que conta com 7 anos de existência como nos disse a diretora artística, Vânia Silva, “esta peça tem tido um impacto muito grande, sobretudo nas escolas, mas também para muitas mulheres que nos abordam e que sentem este espetáculo como uma força impulsionadora para agir. A Academia Tim.Bra acredita no teatro como uma ferramenta de mudança”. A peça retrata a violência no namoro, a violência doméstica e a violência sexual.

Segundo a Coordenadora do Programa CLDS 4G Celorico+Social, Elisabete Coelho, “quando lemos a sinopse desta peça percebemos no imediato que seria a forma perfeita de tocar as pessoas, de as fazer pensar, e agir. E de facto, trata-se de uma interpretação marcante que nos faz refletir. Nestas temáticas é preciso ser duro na forma como as mesmas são apresentadas para que a indiferença dê lugar à ação”.

A peça esteve em Celorico de Basto pelo CLDS 4G Celorico+Social em parceria com o Município de Celorico de Basto no âmbito da sensibilização para a eliminação da violência contra as mulheres.

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VIANA DO CASTELO: TEATRO AMADOR DE LANHESES LEVA À CENA A PEÇA “A HERANÇA”

Após muito tempo afastadas, quatro irmãs se reencontram durante o enterro da mãe.Juntas, elas terão de decidir o que fazer com a herança, o que servirá de pretexto para relembrar as próprias vidas, bem como a relação familiar. As divergências são inevitáveis, pois elas seguiram caminhos muito diferentes: Selma, a irmã mais conservadora, está casada com um militar e leva uma vida disciplinada em Darque; Regina, é divorciada,  está de bem com a vida e , depois de alguns casamentos, prefere ficar solteira. É esotérica, não costuma se reprimir e tem uma visão "alto astral" da vida; Maria Lúcia  abandonou um casamento convencional e o filho para viver um grande amor no Brasil e veio especialmente para o velório e a partilha dos bens; e Laura, a caçula, revela-se uma intelectual sisuda e surpreende as irmãs ao assumir a sua homossexualidade. A divisão dos bens familiares é mero pretexto para que o texto esmiúce a intimidade de cada uma daquelas mulheres: o passado vem à tona, assim como as frustrações, os traumas, as desavenças e, claro, o afecto e a forte ligação amorosa entre as quatro irmãs. O texto intercala humor, ironia a momentos de alguma emoção .Durante o encontro, elas discutem e brigam, mas ao mesmo tempo, relembram os bons tempos passados e descobrem muitas novidades sobre elas mesmas.Vivem intensamente suas afinidades, seus problemas e suas diferenças.

O conflito, que as diferencia e divide  que abre espaço à crueldade, permite que ao final se retome a unidade familiar. A inegável acção do tempo e sua corrosão sobre as emoções humanas são a fonte de dramaticidade. O humor não é o elemento que norteia os diálogos e a acção - em primeiro lugar está a coerência de cada personagem e suas contradições.

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PONTE DE LIMA: LIMIANOS VÃO AOS FADOS EM ARCOZELO

DEZEMBRO CULTURAL

No próximo mês de dezembro a Junta de Freguesia Arcozelo vai levar a cabo iniciativas de âmbito cultural e gratuitas para a população local e para todos aqueles que nos queiram visitar.

Começamos dia 01 com o Duplaface (grupo de teatro de Arcozelo) com a peça "Alguém terá que morrer" que conta a história de uma família muito peculiar que ao receber a visita indesejada de um "desconhecido" e de forma hilária tenta descartar e mandar embora indesejada personagem...

Já dia 09 e também contando com artistas da terra é a vez de dar voz aquele género musical que é património imaterial da humanidade – o fado!

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PEÇA DE TEATRO “MULHERES” APRESENTADA EM CELORICO DE BASTO

Como forma de recordar o Dia Internacional da Eliminação da Violência Contra as Mulheres, o CLDS 4G Celorico + Social em parceria com o Município de Celorico de Basto irá promover a apresentação da peça de teatro “Mulheres”. A peça será dramatizada no Centro Cultural Marcelo Rebelo de Sousa no próximo dia 25 de novembro, pelas 21h30.

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Participação gratuita e inscrição obrigatória para o link https://bit.ly/Teatro-Mulheres

A encenação e dramatização é protagonizada pelo grupo de teatro Tin.Bra numa peça que visa  sensibilizar contra a violência, a peça de teatro “Mulheres” servirá para desafiar a população a refletir sobre os comportamentos de risco que poderão desenvolver-se durante um relacionamento.

Para Maria José Marinho, Vereadora da Câmara Municipal de Celorico de Basto, “esta peça pretende colocar-nos no lugar do outro, no caso da vítima, a mulher, e perceber que é preciso ser capaz de sair de cenários de violência apesar das múltiplas dificuldades. Uma abordagem teatral que tem por objetivo sensibilizar para uma problemática que tem vindo a acentuar-se apesar da era da comunicação e da informação. Até outubro deste ano estavam contabilizadas 22 mulheres mortas por violência doméstica, um número que nos obriga a refletir”.

A peça de teatro “Mulheres” decorre esta sexta, pelas 21h30, no Centro Cultural Marcelo Rebelo de Sousa com entrada gratuita e inscrição obrigatória para o link https://bit.ly/Teatro-Mulheres

TEATRO, CINEMA E LEGOS CONVIDAM PARA FIM-DE-SEMANA EM PAREDES DE COURA

O teatro, ou se preferirem de uma outra forma, as histórias contadas que passam de geração em geração e são partilhadas entre amigos com ‘Uma roda: entre histórias’, mas também o cinema com o filme sobre o herói de poderes ilimitados ‘Black Adam’, bem como as construções Lego preenchem a animação deste fim de semana em Paredes de Coura.

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Uma Roda: entre histórias

Os contos divertem, encantam e ensinam gerações desde o alvorecer da humanidade. Histórias que nos parecem inventadas ontem são, afinal, companheiras centenárias de serões passados em redor do fogo. Partindo de uma recolha de relatos, crenças e cantigas realizada em territórios do Alto Minho, este espetáculo propõe revisitar essa prática antiquíssima de contar histórias. Tem a forma de uma roda, um círculo de pessoas, na qual os contadores de histórias entretecem as suas narrativas, num diálogo informal entre si e o público. Um espetáculo que restaura assim um espaço ancestral de partilha de afetos, saberes e esperanças, de um património que, enraizado numa paisagem singular, fala dos laços que nos unem a todos.
O património oral recolhido nos concelhos de Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira, além de revisitado neste espetáculo, está registado em vídeo, num processo de criação de que resulta ainda um documentário.

Ficha Artística
Direção artística: José Barbieri
Encenação: Luís Correia Carmelo
Narração: Cheila Pereira, Luís Filipe Silva, Rui Mendonça, Sara Costa
Participação especial: Ana Sofia Paiva, António Fontinha, Cristina Taquelim, Luís Correia Carmelo, Paula Carballeira
Formação: Ana Sofia Paiva
Recolha e registo: Memória Imaterial CRL
Documentário: João Gigante
Apoio científico e catalogação: Paulo Correia
Coprodução: Comédias do Minho e Memória Imaterial CRL

Paredes de Coura

18 de novembro – Centro Cultural de Paredes de Coura / 21h30
19 de novembro – Sede da Junta de Freguesia de Formariz / 20h30
20 de novembro – Escola Primária de Cunha / 16h00

Entrada livre

Black Adam

O mundo precisa de um herói e só tem Black Adam. Quase 5 mil anos depois de lhe terem sido concedidos os poderes ilimitados dos antigos Deuses – e de ter sido aprisionado –, Black Adam é libertado do seu túmulo na Terra, e prepara-se para usar a sua forma única de justiça no mundo moderno.

Título original: Black Adam
Género: Aventura, Drama
Realização:  Jaume Collet-Serra
Atores: Dwayne Johnson, Sarah Shahi, Pierce Brosnan
Duração (minutos): 120
Classificação: m/12

Horário:
Dia 19 - 15h00 e 21h30
Dia 20 - 15h00 e 21h30

Workshop LEGO: decorações de Natal

Neste workshop serão dadas ideias para várias decorações de Natal construídas com peças LEGO. Modelos simples e alegres para decorar a casa.

Limitado a 7 famílias. Indicado para crianças dos 7 aos 12 anos de idade.

Inscrição obrigatória através de email: caixadebrinquedos@paredesdecoura.pt

Data: 20 de novembro às 15h00

Duração: 1h

Entrada Gratuita

BARCELOS: THEATRO GIL VICENTE LOTADO PARA VER ESPETÁCULO “ARTE NÃO TEM IDADE”

Um espetáculo de dança levado a palco por pessoas com mais de 65 anos lotou por completo o Theatro Gil Vicente, no passado dia 10, culminando assim o projeto a “Arte Não Tem Idade”, inserido no programa “Cultura para todos numa cidade educadora inclusiva”.

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No caso em concreto, esta ação foi desenvolvida pela ARCA - Associação Recreativa e Cultural de Arcozelo e visou promover a participação em várias disciplinas e áreas artísticas, nomeadamente a Dança, a Música e a Expressão Dramática, mais propriamente, junto da população mais idosa e reformada.

Durante o decorrer do projeto, realizaram-se encontros, oficinas e aulas, sobre orientação de professores e profissionais capacitados, tendo justamente em vista a realização deste evento final, no qual os participantes puderam exprimir e mostrar todas as capacidades adquiridas ao longo do processo.

De resto, entre os objetivos da ação constavam concretamente “criar espaços e tempos de lazer, recreio,  bem-estar; desenvolver e potenciar as capacidades artísticas, expressivas e motoras dos mais idosos, incentivando rotinas e estilos de vida saudáveis, melhorando a sua qualidade de vida, bem como a inclusão e solidariedade, em momentos onde os idosos pudessem ocupar o seu tempo livre, socializar e participar ativamente em atividades culturais e recreativas.

Recorde-se que o Programa “Cultura para todos numa cidade educadora inclusiva” é promovido pelo Município, e cofinanciado em 334 mil euros pelo Fundo Social Europeu, através do Programa Norte 2020.  No caso concreto desta ação operacionalizada pela ARCA, o financiamento ascendeu aos sete mil euros mais IVA.

Ao apoiar esta operação, os Fundos Europeus Estruturais de Investimento constituem-se como instrumento fundamental para a promoção da inclusão social, do emprego e da qualidade de vida.

O Município de Barcelos coordena o projeto que tem cinco entidades do concelho envolvidas (IPCA, APACI, APAC, Banda Musical de Oliveira e Centro de Emprego de Barcelos) e mais de 50 entidades atuantes nos setores da cultura e social.

Esta ação de divulgação é financiada pelo POAT – Programa Operacional de Assistência Técnica.

GOVERNO ATRIBUI A COMÉDIAS DO MINHO ESTATUTO DE UTILIDADE PÚBLICA

A Presidência do Conselho de Ministros - Gabinete do Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, por meio do Despacho nº. 13225/2022 de 15 de Novembro, publicado em Diário da República n.º 220/2022, Série II de 2022-11-15, acaba de atribuir pelo prazo de 10 anos, o estatuto de utilidade pública à Comédias do Minho - Associação para a Promoção de Actividades Culturais do Vale do Minho.

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VALENÇA: AQUI HÁ FANTASMAS!

Teatro Comédia “Aqui Há Fantasmas “ Este Sábado em Valença

O auditório da ESCE Valença recebe a peça “Aqui há Fantasmas”, no próximo sábado, 12 de novembro, às 16h00, a cargo do grupo de teatro Vai Avante, com entrada gratuita.

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A famosa e hilariante comédia de Henrique Santana, conta com encenação de Mário Sá e promete proporcionar uma tarde de sábado muito divertida

A história desenvolve-se à volta de um palácio hipoteticamente assombrado.

A personagem do cientista Professor Hermes quer tirar as dúvidas e decide desenvolver “a experiência científica do séc. XXI”: criar a pílula da coragem. Xixas será a cobaia escolhida a troco de algum dinheiro para passar a noite no Palácio acompanhado pela Enfermeira Amélia de forma de medir, através do Esfigmógrafo, os níveis de medo e pânico perante cenários mais ou menos assustadores. Mas será que Fantasma há só um?

ENCONTRO DE TEATROS ESTÁ DE VOLTA A ESPOSENDE

Evento decorre até 3 de dezembro no Auditório Municipal de Esposende

Com a apresentação da peça “Paris”, por Ángel Fragua e Mara Correia, arrancou, no passado dia 5 de novembro, no Auditório Municipal de Esposende, o 12.º ET – Encontro de Teatros, promovido pelo GATERC – Grupo Amador de Teatro Esposende Rio Cávado, com apoio do Município de Esposende.

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O evento, que decorre até ao dia 3 de dezembro, prossegue no próximo dia 13, às 16h00, com a peça “O Anexo”, a cargo do coletivo Ajidanha. Com dramaturgia e encenação de Nádia Santos e interpretação de Ana Grilo e Carla Sofia Miguel, a peça tem como pano de fundo a dramática história de Anne Frank.

No dia 19, às 21h30, sobe a palco a peça “Seja um ditador em 10 passos”, com texto e interpretação de Sofia Bernardo. Num diálogo entre autora e personagem, a peça fala do que está escondido dentro de cada um nós, da ambição e da forma como estamos sujeitos a jogos de poder em todos os dias das nossas vidas. É uma reflexão sobre os sentimentos negativos que tantas vezes encontramos à nossa volta, mas por uma lente de ironia que mostra o lado mais ridiculamente humano.

No dia 26, às 21h30, é a vez do grupo anfitrião, o GATERC, apresentar a peça “Al Olaré”, com encenação de Eva Fernandes e Jorge Alonso. A ação remete para o mundo do espetáculo, dos saltimbancos e comediantes no tempo da Comédia del Arte. O tema é intemporal, fala da crise. “Al Olaré” é a história de um embuste. Nada voltará a ser igual depois do golpe dado a um país, a uma geração, a muitas gerações.

A encerrar esta edição, apresenta-se no dia 3 de dezembro, às 21h30, o coletivo Contilheiras, com a produção “Contilhices”, com texto e direção de Linda Rodrigues. “Contilhices” é um passeio pelas pérolas da língua portuguesa feitas de palavras picantes para resumir conceitos ou ideias populares em espelho com formas literárias mais ou menos eruditas, com o intuito de fazer pensar.

O Encontro de Teatros, inicialmente denominado ETA – Encontro de Teatro Amador, surgiu em 2009, por iniciativa do GATERC, com apoio do Município de Esposende, no âmbito do projeto municipal CREARTE – Crescimento da Arte Teatral em Esposende. Com a mesma energia que caracterizou as primeiras incursões deste coletivo, permanece o espírito criativo de novas e promissoras narrativas, abrindo as portas ao público que continua a aplaudir a qualidade, o profissionalismo e a paixão dos vários grupos, que, de forma intensa, continuam a laborar sobre esta nobre arte da representação.

Toda a programação e demais informações sobre o Encontro de Teatros poderão ser consultadas no site do Município em: www.municipio.esposende.pt/pages/1026?event_id=1671.

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DO MINHO PARA O MUNDO ATRAVÉS DO IMAGINÁRIO POPULAR

Os contos divertem, encantam e ensinam gerações desde o alvorecer da humanidade. Contos que nos parecem inventados ontem são, afinal, companheiros centenários de serões passados em redor do fogo. Os narradores, contadores de histórias, são os mestres que nos devolvem o encanto de ouvir um conto bem contado.

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As Comédias do Minho partem, em conjunto com a Memória Imaterial, para uma nova aventura em redor da arte de contar histórias. O espetáculo de narração oral Uma Roda: entre histórias, encenado por Luís Correia Carmelo, circula entre 3 de novembro e 11 de dezembro pelos concelhos de Melgaço, Valença, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira e Monção. Cada espetáculo será único. O repertório de contos narrados pelos atores das Comédias do Minho varia a cada sessão. Para além disso, semanalmente, estará presente um narrador convidadoLuís Correia Carmelo, Ana Sofia Paiva, Cristina Taquelim, António Fontinha e Paula Carballeira são os contadores de histórias que se juntam à equipa residente para acender a imaginação dos espectadores com a sua forma única de apropriar a tradição oral.

Segundo Magda Henriques, responsável pela direção artística das Comédias do Minho,  “A arte faz-se, também, para ampliar a medida dos nossos mundos e desestabilizar a nossa frequentemente acomodada perceção, por isso a escolha das histórias e o modo como se contam importam.”

processo de construção do espetáculo partiu de uma recolha de lendas, relatos e crenças realizada em territórios do Alto MinhoPaulo Jorge Correia fez a catalogação do património oral recolhido pela equipa da Memória Imaterial e comenta que “grosso modo, estes relatos fazem um retrato de um mundo pretérito, onde o mundo rural e as suas formas de vida estão sempre presentes. (...) Alguns habitantes desta zona raiana conservaram na memória lembranças de uma história comum com a Galiza, no contrabando por exemplo, mas também nas crenças e nas lendas cujos enredos e personagens se espelham nas águas do rio Minho. Neste caso, são de realçar as histórias de lobisomens e das procissões das almas (os acompanhamentos), bem como a profusão de histórias tidas como verídicas sobre as almas penadas de familiares ou amigos.

Em reação, José Barbieri, diretor da Memória Material CRL e diretor artístico do espetáculo, salienta “Sim, parte deste mundo tradicional morreu. Mas como em todos os processos naturais, nada morre, tudo se transforma. As histórias continuam vivas, transformando-se, adaptando-se aos tempos, como sempre. E que tem isto a ver com este espetáculo? Tem tudo. Porque os narradores tradicionais vão desaparecendo, mas os mundos que eles representavam continuam por aí no ar, buscando novos narradores, novas formas de contar que lhes deem voz e novas audiências que os escutem e recontem.”

Uma Roda: entre histórias tem a forma de uma roda, um círculo de pessoas, na qual os contadores de histórias entretecem as suas narrativas, num diálogo informal entre si e o público. Este é um espetáculo que restaura um espaço ancestral de partilha de afetos, saberes e esperanças, de um património que, enraizado numa paisagem singular, fala dos laços que nos unem a todos.

património oral recolhido nos concelhos de Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira, além de revisitado neste espetáculo, está registado em vídeo, num processo de criação de que resulta ainda um documentário realizado por João Gigante.

De 14 a 18 de dezembro, o espetáculo pode ser visto em Torres Vedras, no contexto da programação da Memória Imaterial CRL.

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TEATRO DE BALUGAS: “A FURGONETA” NOMEADA PARA PRÉMIO EM ITÁLIA

A peça “A Furgoneta” do Teatro de Balugas (Barcelos) é o trabalho português nomeado para o Premio Mecenate Teatro Amatoriale de Melhor Espetáculo Internacional, um galardão do promovido pela Compagnia AD HOC di Roma que tem o alto patrocínio da Federação Italiana de Teatro Amador. Este prémio pretende eleger o Melhor Espetáculo de teatro amador internacional e conta com produções de diferentes países como Cuba, Marrocos, Espanha, Hungria, Canadá e Portugal.

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O trabalho, com texto e encenação de Cândido Sobreiro, já tinha sido finalista para Melhor Espetáculo Internacional nos prémios ESCENAMATEUR da Confederação de Teatro Amador em Espanha, em 2022, e conta-nos a história de Romão e do irmão que decidem reformar o negócio do pai, homem com milhares de quilómetros feitos pelas aldeias do Minho. Mas agora o negócio é outro: a furgoneta que vendia tudo e mais alguma coisa, até a compra de uma simples faca, que dava para estonar batatas e cortar o pescoço ao frango, já não é feita da mesma maneira! Confrontados com um modo de vida que está a chegar ao fim entre os últimos fregueses e os velhos vendedores ambulantes, os dois irmãos veem-se divididos entre o progresso tecnológico e os que ainda resistem nas aldeias à espera da buzina estridente e dois dedos de conversa.

A cerimónia de entrega decorrerá em Roma, no dia 5 de dezembro, e o espetáculo premiado será apresentado na capital italiana em 2023.

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CAMINHA: VEM AÍ CINEMA, TEATRO, MÚSICA, DANÇA, ARTES CIRCENSES E INSTALAÇÕES ARTÍSTICAS, NUMA AUTÊNTICA FESTA DA CULTURA

Festival Tempos Cruzados chega a 5 de novembro, com nove grandes espetáculos de acesso livre

O Festival Tempos Cruzados está a chegar ao concelho de Caminha, com vários espetáculos e múltiplos géneros artísticos. O Valadares, Teatro Municipal de Caminha e o Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora são os palcos principais, mas poderá haver ainda uma surpresa e um terceiro espaço, mais improvável. O festival, multidisciplinar, começa a 5 de novembro, com cinema vocacionado para os mais pequenos, mas conta com uma grande abrangência de áreas artísticas, pensadas para os mais variados gostos. Todos os espetáculos são gratuitos.

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São dois meses de espetáculos, numa iniciativa organizada em parceria por várias entidades: a Direcção-Geral do Património Cultural, o Museu Nacional Soares dos Reis e os Municípios de Caminha, Chaves e Vila Nova de Gaia. Oito espetáculos já têm data marcada, quatro em cada uma das salas, e um nono, agendado para 26 de novembro, uma Performance Artística de João Fiadeiro, deverá acontecer num terceiro espaço.

A organização assume com a realização deste festival, objetivos muito concretos: “desenvolver um projeto turístico cultural em rede, com uma narrativa comum e agregadora, que incentive os fluxos e as ligações entre diversos lugares com interesse patrimonial; oferecer uma programação descentralizada, que desenvolva novas dinâmicas ao nível do turismo cultural, fomentando os movimentos de visitantes e espectadores por entre diferentes territórios na região Noroeste do país; constituir uma base para a criação de uma estrutura em rede de produção cultural e artística que assegurará a continuidade e a consolidação do projeto nos próximos anos, permitindo a adesão de novos parceiros”.

Em Caminha, como nos demais concelhos, os locais foram criteriosamente avaliados, já que a intenção era optar por espaços “com relevante valor patrimonial, arquitetónico e simbólico”. Além disso, considera a organização, “ao privilegiar espaços interiores e espaços públicos agregadores e com notório significado histórico pretende-se promover uma relação renovada, abrangente e espontânea com os temas e os lugares do património, potenciando deste modo um cruzamento profícuo entre vários tempos históricos e estéticos”.

Há cinema, teatro, música, dança, artes circenses e instalações artísticas, numa autêntica festa da cultura que vai marcar o outono da melhor forma. 

Os mais novos são o primeiro público-alvo. “Lightyear” é o filme de animação que será apresentado dia 5 de novembro, em duas sessões. O filme da Disney e da Pixar é uma longa-metragem original, que combina aventura e ficção científica.

No dia seguinte, 6 de novembro, são ainda os mais novos a faixa privilegiada e poderão conhecer “Os sonhos do Tom”, num espetáculo infantil inspirado na obra de Mark Twain.

Sendo a multidisciplinariedade a grande marca deste festival, os géneros representados na programação permitem uma visão alargada e atualizada das práticas artísticas e culturais, permitindo corresponder a diferentes tipos de público, como sublinha a organização. 

No dia 12 de novembro é a vez da música, com o concerto Frankie Chavez e Peixe (Miramar). O projeto Miramar, dos guitarristas Frankie Chavez e Peixe, está de regresso com o seu segundo longa-duração, Miramar II é descrito como “um conjunto de temas – mais luminosos, aventureiros e esvoaçantes – que tanto nos remete para ecos da melhor música popular portuguesa do século passado, como nos faz viajar, on the road, pelas desérticas paisagens do Texas”.

Ainda em novembro, a 19, a dança entra em cena com Inner Calling - espetáculo de dança contemporânea pela Intranzit Cia.

O Festival Tempos Cruzados fecha o cartaz deste mês de novembro a 26, agora com uma Performance Artística de João Fiadeiro, em local a designar.

A programação do festival recomeça em dezembro, no dia 10, com música, pela voz de Tatanka, que se tornou conhecido como o vocalista de uma das mais bem-sucedidas bandas portuguesas da atualidade – The Black Mamba.

A carreira a solo, a partir de 2016, trouxe num registo mais pessoal e “de regresso às suas raízes”. “Em 2021, participa no Festival da Canção como compositor convidado, com o tema “Love Is On My Side”, interpretado pelos seus The Black Mamba, com o qual venceram o Festival e ganhando assim o acesso à Eurovisão. Em 2022, Tatanka integra a equipa de jurados do programa Ídolos e é ainda distinguido com a sua banda “The Black Mamba” com o prémio melhor grupo nos Prémios Play, que distinguem o que de melhor se faz em Portugal”, recorda a organização e Tempos Cruzados.

A dança/performance regressa a 16 com o Baile dos Candeeiros. A sinopse remete para a época da ditadura, em Portugal, quando organizar convívios e encontros era um ato suspeito e perigoso, por isso, tudo devia ser feito de uma forma subtil e camuflada. Originalmente criado na Foz do Douro, no Porto, o Baile dos Cinco Candeeiros original seguia esta dinâmica.

O Festival Tempos Cruzados termina com música e com Gisela João em concerto intimista. “Com uma voz e um timbre absolutamente singulares, Gisela João é uma figura central e uma das mais importantes intérpretes da história da música portuguesa. Na primavera de 2021, editou o seu terceiro álbum “AuRora”, o seu registo mais pessoal e intimista, onde pela primeira vez revelou os seus dotes de letrista e compositora. Com quatro remisturas de temas de “AuRora”, Gisela João continua a declarar o seu amor às pistas de dança, uma paixão antiga e diversas vezes mencionada em entrevistas, em que assume ter crescido entre as festas de música eletrónica e o fado tradicional”.

TEMPOS CRUZADOS - PROGRAMAÇÃO

Sáb, 05 novembro | 16H00 e 21H00

LIGHTYEAR

Sessão de Cinema - Animação

Angus MacLane, EUA, 2022, M/6

Festival Tempos Cruzados (NORTE 2020)

Local: Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora

Entrada gratuita

Dom, 06 novembro | 16H00

OS SONHOS DO TOM

Espetáculo Infantil a partir da obra de Mark Twain

Festival Tempos Cruzados (NORTE 2020)

Local: Valadares, Teatro Municipal de Caminha

Entrada gratuita

Sáb, 12 novembro | 21H30

FRANKIE CHAVEZ E PEIXE (MIRAMAR)

Concerto

Festival Tempos Cruzados (NORTE 2020)

Local: Valadares, Teatro Municipal de Caminha

Entrada gratuita

Sáb, 19 novembro | 21H30

INNER CALLING

ESPETÁCULO DE DANÇA CONTEMPORÂNEA pela INTRANZIT Cia.

Festival Tempos Cruzados (NORTE 2020)

Local: Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora

Entrada gratuita

Sáb, 26 novembro | 18H00

I AM SITTING

Performance Artística de João Fiadeiro

Festival Tempos Cruzados (NORTE 2020)

Local a designar

Sáb, 10 dezembro | 21H30

TATANKA

Concerto

Festival Tempos Cruzados (NORTE 2020)

Local: Valadares, Teatro Municipal de Caminha

Entrada gratuita

Sáb, 16 dezembro | 21H30

BAILE DOS CANDEEIROS

Dança/Performance

Festival Tempos Cruzados (NORTE 2020)

Local: Valadares, Teatro Municipal de Caminha

Entrada gratuita

Sáb, 17 dezembro | 21H30

GISELA JOÃO 

Concerto

Festival Tempos Cruzados (NORTE 2020)

Local: Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora

Entrada gratuita

PÓVOA DE LANHOSO: OFICINAS DE TEATRO COM INÍCIO MARCADO PARA 18 E 19 DE OUTUBRO

Na passada segunda-feira, 10 de Outubro, a Vereadora da Cultura, Fátima Moreira, apresentou no CIMF (Centro Interpretativo da Maria da Fonte) esta atividade de formação na área do teatro, destinada a todos os que queiram participar, sendo as inscrições e a frequência gratuitas. As Oficinas de Teatro têm início marcado para os dias 18 e 19 de Outubro.

As aulas irão decorrer no CIMF e os formadores serão Bruno Laborinho e Tiago Guimarães, dois atores povoenses. No final do ano letivo, cada grupo irá apresentar os resultados do trabalho promovido nas oficinas com um espetáculo ou performance, na Mostra de Teatro.

Assim, as datas para o arranque de mais um ano de oficinas de teatro já estão definidas e podem inscrever-se pessoas de todas as idades, desde crianças a adultos, pois os grupos de trabalho irão abranger todas as faixas etárias e irão ser distribuídos da seguinte forma:

Crianças – terça-feira, às 18h30

Iniciação – quarta-feira, às 18h30

Exploração – quarta-feira, às 21h00

Criação – terça-feira, às 21h00

As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias e decorrem até ao dia 16 de Dezembro, na receção do Theatro Club e/ou na receção do CIMF, onde poderão ser facultadas mais informações, ou através do link https://bit.ly/3EDs2fD

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FAMALICÃO: TEATRO NARCISO FERREIRA ATRAI QUASE 3.500 ESPETADORES EM SEIS MESES

Espaço cultural de Famalicão abriu no final de março

Foram quase 3.500, os espetadores que passaram pelo renovado Teatro Narciso Ferreira (TNF), em Riba de Ave. O número reflete a afluência do público à estrutura cultural do Município de Vila Nova de Famalicão, desde que abriu ao público, no final do mês de março, até ao final do mês de setembro.

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Cinema, teatro, música e novo circo formam as áreas da programação do TNF desde o dia 26 de março, que resultaram num total de 41 sessões e espetáculos.

Passados praticamente seis meses de atividade, o vereador da Cultura da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Pedro Oliveira, faz um “balanço muito positivo” da atividade do TNF. Com “mais de 40 espetáculos e quase 3.500 espetadores”, o vereador salienta que “os números falam por si: tivemos espetáculos, programação em diversas áreas e tivemos público”“Com estes números conseguimos mostrar que há atividade cultural e artística em Riba de Ave, fruto da dinamização do Teatro Narciso Ferreira”, sustenta Pedro Oliveira.

O vereador da Cultura alude a “uma experiência consolidada” e que tem tudo para ser ainda melhor. “Desde o momento em que tomamos a decisão de reabilitar este espaço, temos de o potenciar ao máximo e estão reunidas as condições para que isso seja feito com a sua associação à Casa das Artes”, desatacou Pedro Oliveira. E acrescentou: “Estamos a fazer desta estrutura um polo cultural importante, um espaço de referência, não apenas para a freguesia de Riba de Ave, como para todo o concelho e região”.

Para Álvaro Santos, diretor da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, estrutura que assumiu a responsabilidade da programação e gestão do TNF, o que se tem feito naquele teatro é colocá-lo ao serviço da comunidade, num “processo programático intencional”.

“O TNF está próximo da comunidade e trabalha com ela”, frisa Álvaro Santos apontando para tudo aquilo que já está refletido na programação realizada e no “trabalho em articulação na plataforma Sobre o Palco que reúne perto de duas dezenas de estruturas artísticas”.

O diretor da Casa das Artes de Famalicão conclui que “o TNF é um espaço plural na sua programação e nos seus públicos. É um espaço onde queremos que as pessoas se sintam bem”.

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MONÇÃO: O FANTOCHE QUE AJUDA A CRESCER

Laboratório-Oficina de Fantoches Criação e Orientação | Teatro e Marionetas de Mandrágora

O FANTOCHE QUE AJUDA A CRESCER LABORATÓRIO – OFICINA DE FANTOCHES

A arte da marioneta é uma ferramenta fundamental para o diálogo cognitivo, artístico e educativo. As suas imensas potencialidades, plásticas e dramáticas, tornam o teatro de marionetas uma vertente de comunicação simbólica entre ator, marioneta e espectador! Análise, construção, manipulação e dramatização são processos muito diversificados que convergem para um mesmo fim – a exploração simbólica do objeto.

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São, assim, desenvolvidas etapas para se conceber uma metodologia que nos permita atingir objetivos específicos através da exploração artística.

CRIAÇÃO E ORIENTAÇÃO: Teatro e Marionetas de Mandrágora

DATAS e HORÁRIO: 13 + 14 OUT | 17:30 – 20:30

LOCAL: Biblioteca Municipal de Monção

DURAÇÃO TOTAL DA FORMAÇÃO: 6h

NÚMERO MÁXIMO DE PARTICIPANTES: 15 pessoas

PÚBLICO-ALVO: Agentes educativos, Rede de Colaboradores Locais e outros os interessados

INSCRIÇÃO ONLINE: www.comediasdominho.com/portfolio/laboratorio-oficinafantoches/

INSCRIÇÃO PRESENCIAL: Balcão de atendimento da Biblioteca Municipal de Monção (2ª – 6ª: 10h – 18h + sábado: 15h – 18h)

  1. Eng. Duarte Pacheco 12,

4950-508 Monção

PREÇO: Atividade gratuita

TEATRO E MARIONETAS DE MANDRÁGORA

O Teatro e Marionetas de Mandrágora é uma companhia profissional de teatro de marionetas com direção artística de Clara Ribeiro e Filipa Mesquita e direção plástica de enVide neFelibata. A Companhia foi fundada a 2 de abril de 2002. Na simbiose de uma linguagem simbólica que conjuga o património e o legado tradicional com o pensamento e a dinâmica da sociedade contemporânea, num diálogo nem sempre pacífico surge um elemento fundamental, a marioneta. Este elemento apoia-nos na procura de uma identidade cultural própria.

O objetivo é o de descobrir as potencialidades estéticas, plásticas, cénicas e dramáticas da marioneta em si mesma, como em relação com o ator e, nessa descoberta, explorar a dramaturgia que caracteriza o Teatro e Marionetas de Mandrágora: a de explorar a cultura, a crença e a lenda aliada à urbe, à exploração tecnológica e à velocidade da aldeia global. Ao longo do nosso percurso artístico têm sido diversas as propostas, quer nos públicos (adulto, jovem, escolar e familiar); quer na formação de base ou especializada. Uma das suas grandes apostas é a digressão nacional e internacional dos projetos. Descentralização, trabalho comunitário, criação em parceria e a valorização social e inclusiva são preocupações preponderantes no seu quotidiano.

www.marionetasmandragora.com

COMÉDIAS DO MINHO

Quem somos?

As Comédias do Minho são uma associação cultural de direito privado, com 18 anos de existência. Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira são os nossos municípios associados e o nosso território de ação por excelência. Cinco municípios - um projeto cultural.

O teatro é a nossa casa de partida, mas o projeto estende-se para além dele. A visão colocada em prática é, cada vez mais, a de uma articulação de conhecimentos que contribua para ampliar, nutrir, informar, pensar e exercitar a relação entre Arte e Cidadania.

A missão a que as ‘Comédias’ se propõem é a de dotar o território de um projeto cultural próprio, adaptado à realidade socioeconómica e, portanto, com um enfoque especial no www.comediasdominho.com envolvimento das populações. Há um vínculo de investimento em propostas artísticas e pedagógicas de efetivo valor participativo e/ou simbólico para as comunidades a quem se dirigem.

Esta missão é colocada em prática através de três eixos de ação dialogantes: a companhia de teatro profissional, o projeto pedagógico e o projeto comunitário.

A Companhia de Teatro leva as suas criações às vilas e aldeias dos cinco municípios de atuação, com itinerâncias que podem ter lugar num auditório, numa Junta de Freguesia ou numa aldeia abandonada. As criações têm autoria dos atores/criadores residentes ou de criadores convidados. Quer ajudar-se à democratização do acesso ao teatro e criar um diálogo entre pontos de vista internos e externos ao Vale do Minho.

O Projeto Pedagógico tem uma área de ação abrangente. Oferece programação regular na área das artes performativas para todo o público escolar, famílias, agentes educativos e elementos da rede de colaboradores locais do vale do Minho (bibliotecas, museus, serviços educativos). Organiza, igualmente, formações e oficinas no âmbito das mais diversas áreas artísticas. O objetivo maior é o de desenvolver hábitos culturais no território, chaves de aproximação aos objetos artísticos e ferramentas para ativar novos mediadores e atores culturais.

O Projeto Comunitário tem como núcleo de atividade cinco grupos de teatro de amadores que, dirigidos pelos atores residentes da Companhia, desenvolvem anualmente novas criações e organizam o FITAVALE - Festival Itinerante de Teatro de Amadores do Vale do Minho.

Este eixo vive também da estreita relação entre as Comédias do Minho e as associações culturais do território, num trabalho de relação e de proximidade.

Como chegámos aqui?

A ‘Associação para a Promoção de Atividades Culturais no Vale do Minho - Comédias do Minho’ foi criada em 2003, fruto do investimento e da colaboração dos municípios de Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira. Os seus cinco presidentes de câmara pensaram que, depois das ditas necessidades básicas garantidas, era preciso criar uma companhia de teatro que levasse o teatro às aldeias. Juntos, pensaram e fizeram. A Associação propôs-se, inicialmente, a desenvolver uma prática teatral profissional, assente numa estreita relação com as comunidades locais. Procurou, através da criação e da difusão de uma oferta teatral regular na região, colmatar algumas lacunas que caracterizam os territórios de baixa densidade – nomeadamente as resultantes do isolamento a que estão sujeitos.

Em 2007, decidiu dar-se um passo no sentido de alargar a presença e os objetivos das ‘Comédias’ no território. Definiu-se, sob a direção de Isabel Alves Costa, a implementação www.comediasdominho.com dos três eixos de intervenção que, com especificidades próprias, concorrem para o fortalecimento do projeto cultural como um todo. Por diferentes caminhos, tentam alcançar um destino comum: as pessoas, na sua diversidade e nas suas múltiplas formas de participação.

Ao longo dos anos, com a promoção do Crédito Agrícola, o mecenato da VentoMinho e o financiamento da República Portuguesa – Cultura / DGArtes, foram-se criando as condições para o crescimento e afirmação da singular identidade das Comédias do Minho.

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