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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO ESTREIA "TALVEZ UM DIA"

"TALVEZ UM DIA" estreia esta sexta-feira na Casa das Artes

A Casa das Artes de Famalicão acolhe, esta sexta-feira, dia 25 de setembro, às 21h30, a estreia de "TALVEZ UM DIA", uma nova coprodução com a companhia Fértil Cultural e com o Teatro Diogo Bernardes, que esteve prevista para assinalar o Dia Mundial do Teatro 2020, mas que acabou por ser adiada dada a atual pandemia Covid-19.

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O espetáculo, cujo ingresso custa 8 euros ou 4 euros para estudantes, portadores do Cartão Quadrilátero Cultural e seniores, repete no sábado, dia 26, à mesma hora.

"TALVEZ UM DIA" é uma criação de Rui Alves Leitão e apresenta um exercício que pretende explorar o conceito de esperança infinita, um padrão muito típico na sociedade oriental. Talvez Um Dia alguma coisa aconteça.

Assente numa linguagem poética, esta composição teatral pretende ser um espetáculo sensorial, emocional e de uma reflexão da existência humana. Sem que se chegue a nenhuma conclusão ou sem pretender qualquer alusão à moral, "Talvez Um Dia" pretende apenas um momento de questionamento mútuo entre o ator e o espetador. Remete para a ilusão de que tudo se resolverá por si, desresponsabilizando-nos dos nossos atos enquanto nos acudimos numa esperança infinita, invisível e incongruente. O problema está na culpa, que ninguém a quer.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Texto e encenação Rui Alves Leitão

Interpretação Neusa Fangueiro e Tanya Ruivo

Cenografia Carlos Neves

Figurinos Filipa Carolina

Desenho de Luz Paulo Neto

Produção Executiva Ana de Sousa Vieira

Técnico César Cardoso

Fotografia Margarida Ribeiro

Vídeo Rúben Marques

Parceiro institucional República Portuguesa – Ministério da Cultura

Coprodução Fértil Cultural, Casa das Artes de Famalicão e Teatro Diogo Bernardes

Apoio Município de Famalicão, Município de Ponte de Lima, ENIF

Revista "Sigilo Público"

Para além desta estreia, é também dia 25 de setembro que a Fértil Cultural lança no campo editorial a revista "Sigilo Público". Depois do espetáculo, esta nova publicação é apresentada no Pequeno Auditório da Casa das Artes. Trata-se de uma edição que pretende ser um espaço de partilha de ideias e práticas artísticas, culturais e educacionais aliadas à arte, que almeja ocupar um lugar entre as escassas edições deste género.

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COMÉDIAS DO MINHO REPRESENTA EM PAREDES DE COURA

Paredes de Coura dá as boas vindas ao pré-escolar com ‘Dama Pé de Mim’, pelas Comédias do Minho

Paredes de Coura dá as boas vindas aos alunos do pré-escolar com a apresentação do espetáculo de teatro "Dama Pé de Mim", pela companhia Comédias do Minho, na quinta e sexta-feira, 24 e 25 de setembro, nos cinco Jardins de Infância do concelho.

Com criação e interpretação de Ana Madureira e conceção musical de Vahan Kerovpyan, ‘Dama Pé de Mim’ é uma peça de teatro dedicada às crianças e que nestes dois dias vai percorrer os espaços exteriores e recreios dos jardins de infância do Centro Escolar (Vila), Santa Casa da Misericórdia e OUSAM (Rubiães), na quinta-feira, e OUSAM (Cristelo) e Mozelos, na sexta-feira, cumprindo todas as regras de higiene e segurança preconizadas pela Direção-Geral da Saúde face à Covid-19.

DAMA PÉ DE MIM

Espetáculo de Teatro | sinopse

Espera aí!

Se eu tenho uma coroa, sou uma princesa

Se sou princesa, tenho um cavalo

Se tenho um cavalo, saio do castelo

Se saio do castelo…

Farta de olhar para o seu umbigo, Dama Pé de Mim monta o seu Cavalo e parte à procura de um amigo. Pelo caminho encontra a Amália, a mala que já foi crocodilo, conhece o Nuno, a nuvem caída do céu e mergulha no rio profundo. Mas só quando chega ao supermercado, descobre o que é um amigo. Com a ajuda do Sr. Rodrigo.

Uma história com música, texto que rima e a participação do público.

Ficha artística

Criação e interpretação: Ana Madureira

Criação musical: Vahan Kerovpyan

Apoio à criação: Vahan Kerovpyan e Blaise Powell

Conceção do objeto musical: Nuno Guedes

Desenho de luz: Vasco Ferreira 

Duração: 40 minutos

Datas e locais da apresentação 

24 set, 5ª feira

  • 9h45 – Jardim de Infância do Centro Escolar (Vila)
  • 11h15 – Jardim de Infância da Santa Casa da Misericórdia
  • 14h00 – Jardim de Infância do OUSAM, Rubiães 

25 set, 6ª feira

  • 10h00 – Jardim de Infância do OUSAM, Cristelo
  • 14h00 – Jardim de Infância de Moselos

TEATRO DE BALUGAS ESTREIA “A FURGONETA” EM VIANA DO CASTELO E BARCELOS

A estreia de “A Furgoneta” marca a abertura do Festival Transfronteiriço de Teatro Amador PLATTA. O novo espetáculo do Teatro de Balugas, com texto e encenação de Cândido Sobreiro, realiza-se no dia 25 de setembro, pelas 21h30, na Sala Principal do Teatro Municipal de Viana do Castelo, e, no dia seguinte, 26 de setembro, à mesma hora, no Theatro Gil Vicente em Barcelos.

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De 25 a 27 de setembro, o Teatro do Noroeste - CDV apresenta a 3.ª edição do Festival PLATTA, estando este ano, excecionalmente, concentrado entre Portugal e a Galiza. Este Festival conta com os espetáculos “A Furgoneta”, do Teatro de Balugas e “Coa Mirada Nas Súas Mans”, do Lohengrin Teatro, para além das Leituras Encenadas do texto vencedor do II Prémio PLATTA de Teatro Breve. A entrada é livre, mas sujeita a levantamento de bilhete.

No dia 26 de setembro, o novo trabalho da companhia de teatro barcelense é apresentado no Theatro Gil Vicente em Barcelos, às 21h30. Os bilhetes podem ser adquiridos online em https://GilVicente.bol.pt/.

“A Furgoneta” conta-nos a história de Romão e do irmão que decidem reformar o negócio do pai, homem com milhares de quilómetros feitos pelas aldeias do Minho. Mas agora o negócio é outro: a furgoneta que vendia tudo e mais alguma coisa passa a startup, e a compra de uma simples faca, que dava para estonar batatas e cortar o pescoço ao frango, já não é feita da mesma maneira! Confrontados por um modo de vida que está a chegar ao fim entre os últimos fregueses e os velhos vendedores ambulantes, os dois irmãos vêm-se divididos entre o progresso tecnológico e os que ainda resistem nas aldeias à espera da buzina estridente e dois dedos de conversa.

À boleia da furgoneta, somos também confrontados com a desertificação e o abandono do mundo rural. No retrovisor, já se avistam escavadoras!

O texto deste novo trabalho do Teatro de Balugas é o projeto vencedor da 1.ª edição da Bolsa TEIA de Criação Teatro Amador 2020, lançada com o objetivo de incentivar a produção de teatro amador no âmbito das associações que integram a rede cultural TEIA - Teatro Em Iniciativa Associativa, do Projeto Comunidade do Teatro do Noroeste - Centro Dramático de Viana do Castelo.

“O CÉU POR CIMA DE CÁ” REVELADO NA CASA DAS ARTES EM FAMALICÃO

Estreia dias 19 e 20 de setembro

O CÉU POR CIMA DE CÁ é uma proposta artística da Companhia de Música Teatral (CMT) concebida para o Município de Vila Nova de Famalicão e pensada de forma a criar uma articulação com a iniciativa Famalicão Cidade Orizuro, recentemente lançada pelo município. Uma cidade imaginária onde todos têm voz e podem expressar os seus desejos. Onde todos estão ligados, mesmo na distância. Onde os pássaros crescem na ponta dos dedos.

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Um primeiro vislumbre decorreu em espaços públicos da cidade onde foi possível avistar alguns dos pássaros imaginários com que se estabeleceu um primeiro diálogo com o espaço, o quotidiano, as pessoas, os sonhos e desejos. E esses "primeiros pássaros" congregaram outros à sua volta. Todos os que a imaginação e as mãos fizerem voar.

Como nascem, como voam, como cantam, como pintam o céu, como deixam o embalo das mãos para encher os corações, atravessando os territórios da poesia, da música, da imagem e do movimento sem parar nas fronteiras? Esse é o mistério que se desvenda, agora, em estreia absoluta, no palco da Casa das Artes, 19 e 20 de setembro, com uma performance, interativa, videográfica e multimédia.

Os bilhetes custam 4 euros (Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores 2 euros).

Espetáculo para toda a família.

Sáb.19 – 17h00 | Dom.20 – 11h00

O CÉU POR CIMA DE CÁ é uma Coprodução da Companhia de Musica Teatral e da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

Ficha técnica e artística

Conceção: Companhia de Música Teatral

Direção artística: Paulo Maria Rodrigues

Performers: Gustavo Paixão, Inês Silva, Jorge Graça, Mariana Miguel, Mariana Vences

Espaço cénico: Miguel Ferraz e Paulo Maria Rodrigues

Produção executiva: Céu Santos

Gestão de projeto: Helena Rodrigues

Coprodução: Casa das Artes e Companhia de Música Teatral

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CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO ESTREIA "TALVEZ UM DIA" EM FAMALICÃO E PONTE DE LIMA

A Casa das Artes de Famalicão prepara a estreia para os dias 25 e 26 de setembro de “TALVEZ UM DIA”, espetáculo da Fértil Cultural e que conta com a coprodução deste teatro municipal.

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Talvez Um Dia alguma coisa aconteça. Talvez Um Dia acorde e tudo seja diferente.

Um exercício poético assente numa composição teatral que nos remete para a ilusão de que tudo se resolverá por si, desresponsabilizando-nos dos nossos atos enquanto nos acudimos numa esperança infinita, invisível e incongruente. O problema está na culpa, que ninguém a quer.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Texto e encenação Rui Alves Leitão

Interpretação Neusa Fangueiro e Tanya Ruivo

Cenografia Carlos Neves

Figurinos Filipa Carolina

Desenho de Luz Paulo Neto

Produção Executiva Ana de Sousa Vieira

Técnico César Cardoso

Fotografia Margarida Ribeiro

Vídeo Rúben Marques

Parceiro institucional República Portuguesa – Ministério da Cultura

Coprodução Fértil Cultural, Casa das Artes de Famalicão e Teatro Diogo Bernardes

Apoio Município de Famalicão, Município de Ponte de Lima, ENIF

“BRINCAR DE MIÚDOS E TEATRO PARA GRAÚDOS” – UM LIVRO DE JAIME FERRERI

“Brincar de Miúdos e Teatro para Graúdos” é uma das obras de Jaime Ferreri, publicada o ano passado pela Editora barquense “AquiLeio Edições”, com capa magnificamente ilustrada pelo seu neto Guilherme Ferreri de Gusmão que se revela um excelente designer gráfico.

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Este delicioso livro constitui uma colectânea de 22 textos encenados pelo autor e destinados a levar o teatro a todas as localidades. Ou não fora o próprio Jaime Ferreri encenador e diretor de atores da Associação Cultural “Os Canários” de Bravães, em Ponte da Barca.

Através deste livro, o escritor convida-nos a fazer uma viagem pelo imaginário popular e a saborear a musicalidade das palavras. Como não podia deixar de ser, o Minho está sempre presente, tal como os costumes das suas gentes, as tradições, as expressões repentistas e as lendas, brincando com o quotidiano e connosco próprios. O teatro liberta-nos do peso do quotidiano!

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Jaime Ferreri vive em Ponte da Barca e a par de uma dedicada carreira docente na área da informática e matemática, desenvolveu o gosto pela criação literária e pela dramaturgia, tendo ao longo dos anos encenado inúmeras peças de teatro, com particular destaque para as encenações anuais, por altura da Semana Santa, de “A Mui Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo” no mosteiro de Bravães, Ponte da Barca.

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BRAGA: RETOMA DA PROGRAMAÇÃO DO THEATRO CIRCO AFIRMA-SE PELA "VANGUARDA E INOVAÇÃO"

Apresentada programação de Setembro/Outubro

Decorreu hoje, dia 31 de Julho, a apresentação de resultados e balanço da retoma de actividade do Theatro Circo após o período de encerramento, motivado pela pandemia de Covid-19, e a Rentrée da Programação, com as propostas para Setembro/Outubro.

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Como sublinhou Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, o Theatro Circo estava a viver um período ´continuamente muito positivo´ da sua actividade até à fase da pandemia, registando uma programação ecléctica, diversificada e que ia ao encontro de diferentes tipologias de públicos de dentro e fora do Concelho. “Ao longo dos últimos anos, a programação tem conseguido ter uma adesão superior ou muito próxima dos 100 mil espectadores por ano, um número marcante para uma sala de espectáculos com capacidade para perto de 900 lugares. Para além disso, o Theatro é ainda um catalisador de outras dinâmicas e participa activamente na articulação de projectos de grande importância para a cidade, como o são o Braga Cultura 2030 ou a Braga Media Arts”, referiu, sublinhando o facto de o Theatro ter, logo que possível, aberto as suas portas e ajustado a programação às circunstâncias, continuando a assumir todas as suas responsabilidades com parceiros, prestadores de serviço e colaboradores.

Ricardo Rio realçou ainda que, para além da componente da programação, a recuperação materializa-se no arrojo com que o Theatro Circo assume responsabilidades adicionais. “A partir de Setembro o Theatro passa a coordenar a rede de espaços culturais de natureza programativa sob a alçada do Município, com a incorporação do gnration, e a preparação do novo Media Arts Center, que ficará localizado no antigo Cinema São Geraldo. Continuaremos a ter um Theatro Circo cada vez mais em prol de Braga e todos os Bracarenses”, disse.

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Sob a retoma da programação, Paulo Brandão, programador do Theatro Circo, realçou a adesão do público à iniciativa ´7 Quintas Felizes´, às sessões de cinema e às oficinas disponibilizadas. “Mesmo com todas as limitações, tivemos mais de 950 espectadores no 7 Quintas Felizes e 300 nas sessões de cinema, sendo que o feedback das oficinas foi extremamente positivo”, revelou. O programador destacou ainda o sucesso do espectáculo online de comemoração do 105.º aniversário do Theatro, no dia 21 de Abril, que juntou dezenas de artistas e teve um total de mais de 25 mil visualizações.

Por seu turno, Lídia Dias, vereadora da Cultura, abordou o relatório de contas de 2019 da empresa municipal. “O Theatro Circo fechou o ano de 2019 com um resultado positivo de cerca de quatro mil euros e passaram cerca de 98 mil pessoas pelo Theatro, sendo que o ligeiro decréscimo face ao ano transacto justifica-se pelo encerramento do espaço no mês de Agosto e na aposta em espectáculos que consideramos fundamentais e dirigidos à qualificação e capacitação junto do público, como é o caso da Braga Media Arts”, referiu, lembrando que a solidez dos resultados do Theatro permite que a casa de espectáculos se afirme, neste período de pandemia, pela ´vanguarda e inovação´.

Programação Setembro/Outubro incluí múltiplas actuações de artistas nacionais

Para Setembro/Outubro, pese embora a menor densidade, a programação do Theatro Circo inclui uma maior aposta no teatro e múltiplas actuações de artistas portugueses, a começar por Miguel Ângelo, dia 5 de Setembro, e a terminar com Noiserv. Uma semana depois, recebe Moullinex, com a convidada Selma Uamusse, seguindo-se, no dia 18 de setembro, David Bruno, a apresentar o mais recente álbum, “Raiashopping”. No dia seguinte, sobem ao palco da sala da Avenida da Liberdade Medeiros/Lucas, com Rui Souza ao piano, enquanto Rui Massena fecha o mês de setembro no dia 26. Ainda em Setembro, o monólogo teatral “A Grande Vaga de Frio”, com Isabel Silvestre, é encenado no dia 11.

Outubro começa com a cantautora Cátia Mazari Oliveira e o seu projecto A Garota Não, no dia 02. A Orquestra Filarmónica Portuguesa, sob direcção de Osvaldo Ferreira, apresenta “From Mozart to Beethoven”, no dia seguinte.

Nos dias 9 e 10 de Outubro, o encenador Tiago Correia leva ao palco “Alma”, e a Jangada Teatro apresenta “Pinóquio”, em 16 e 17 do mesmo mês. Ainda no teatro, o Theatro Circo acolhe uma récita de “Castro”, com encenação de Nuno Cardoso, no dia 22. No dia 24 de Outubro, o Theatro Circo recebe ainda Noiserv, que estará a apresentar o novo disco, “Uma palavra começada por N”.

Adicionalmente, entre 11 de Setembro e 31 de Outubro, vai estar exposta, no Salão Nobre, a mostra “Live, Love, Refugee”, do fotógrafo Omar Imam, numa parceria com os Encontros da Imagem.

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PONTE DE LIMA É UMA SURPRESA APRESENTA AS DATAS DE PROGRAMAÇÃO ATÉ AO FINAL DO EVENTO – 14 DE AGOSTO DE 2020

14 de Julho a 14 de Agosto de 2020

Praça do Pavilhão de Feiras e Exposições de Ponte de Lima | Expolima

Encontrando-se praticamente realizados metade dos espetáculos do Ponte de Lima é Uma Surpresa, os quais têm sido de enorme qualidade e bastante procurados pelo público, quer presencialmente, quer através das plataformas digitais, mantendo todo o rigor no respeito pelas normas da Direção Geral de Saúde para eventos e espetáculos ao ar livre, divulgamos toda a programação, por datas, até ao final do evento.

Os bilhetes, gratuitos, poderão ser levantados, nos dias correspondentes à realização de cada espetáculo, no máximo de dois por pessoa, na bilheteira do Teatro Diogo Bernardes, a partir das 10h00 e até às 17h30, de segunda a sexta-feira e a partir das 20h00 na bilheteira da entrada do recinto do Ponte de Lima é Uma Surpresa, também dois por pessoa.

Para os espetáculos dos fins-de-semana, os bilhetes, também gratuitos, deverão ser levantados, nos dias correspondentes à realização de cada espetáculo, no máximo de dois por pessoa, na entrada do recinto do Ponte de Lima é Uma Surpresa, a partir das 17h00.

Entradas Gratuitas | Lotação Limitada a 300 Espectadores | Uso Obrigatório de Máscara | Ao Ar Livre e em Segurança

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+ Música + Dança + Teatro + Circo

Programação até 14 de Agosto

  • 28 de Julho – 22h00 – Música: Manuel de Oliveira apresenta [ENTRE], com Sandra Martins e João Frade
  • 29 de Julho – 22h00 – Música: Maria João Ogre Electric
  • 30 de Julho – 22h00 – Teatro: Do Mito Nasceu o Homem | Fértil Cultural
  • 31 de Julho – 22h00 – Música: Dança Contemporânea / Música: Do Aqui Para Sempre | Joana Jardim e Filipe Miranda
  • 1 de Agosto – 22h00 – Música / Fado: Francisco Moreira
  • 2 de Agosto – 22h00 – Música / Poesia: Krake + Adolfo Luxúria Canibal
  • 3 de Agosto – 22h00 – Música: The Postcard Brass Band (Rúben da Luz, Mário Marques, Sérgio Carolino, Michael Lauren)
  • 4 de Agosto – 22h00 – Música: ANIMAIS
  • 5 de Agosto – 22h00 – Música: Surma
  • 6 de Agosto – 22h00 – Música: The Last Internationale | Versão Acústica
  • 7 de Agosto – 22h00 – Música: A Garota Não
  • 8 de Agosto – 22h00 – Música: Valter Lobo
  • 9 de Agosto – 22h00 – Música: Trio Pagú
  • 10 de Agosto – 22h00 – Música: O Gajo
  • 11 de Agosto – 22h00 – Teatro: Dá-me a tua mão para não ser tão grande o silêncio | Teatro No Ar (Sessões às 19h00 e às 22h00)
  • 12 de Agosto – 22h00 – Música: Lula Pena
  • 13 de Agosto – 22h00 – Música: Cremilda Medina
  • 14 de Agosto – 22h00 – Música: Selma Uamusse

Tendo em consideração a salvaguarda de todos os espectadores, deverão ser cumpridas algumas normas e orientações, a saber:

- Foi elaborado e amplamente divulgado, para além de poder ser consultado no local, o Plano de Contingência do recinto e do evento Ponte de Lima é Uma Surpresa.

- A lotação máxima do recinto será de 300 lugares sentados, devidamente espaçados, podendo ser reduzida de acordo com a natureza do espetáculo.

- Será proibido assistir aos espetáculos em pé.

- Os bilhetes para acesso a qualquer um dos espetáculos do Ponte de Lima é Uma Surpresa são gratuitos, mas obrigatórios, não sendo permitida a entrada no recinto a quem não for portador de bilhete de entrada.

- Os bilhetes poderão ser levantados, nos dias correspondentes à realização de cada espetáculo, no máximo de dois por pessoa, na bilheteira do Teatro Diogo Bernardes, a partir das 10h00 e até às 17h30, de segunda a sexta-feira e a partir das 20h00 na bilheteira da entrada do recinto do Ponte de Lima é Uma Surpresa, também dois por pessoa.

- Para os espetáculos dos fins-de-semana, os bilhetes deverão ser levantados, nos dias correspondentes à realização de cada espetáculo, no máximo de dois por pessoa, na entrada do recinto do Ponte de Lima é Uma Surpresa, a partir das 17h00.

- Obrigatório o distanciamento físico de 2 metros no acesso ao recinto e às bilheteiras ( a lotação da bilheteira do Teatro Diogo Bernardes é de 1 pessoa).

- É obrigatória a medição de temperatura de todos os presentes, sem registo escrito, à entrada do recinto.

- É obrigatória a higienização das mãos à entrada no recinto.

- É obrigatório o uso de máscara por parte do público durante todo o tempo dos espetáculos.

- As portas abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e pede-se aos espectadores que compareçam mais cedo, com, pelo menos, meia hora de antecedência para se efeituarem todos os procedimentos de segurança.

- A abertura do recinto será antecipada para assegurar o acesso ao mesmo à chegada ao recinto, devendo os espectadores dirigir-se de imediato aos lugares indicados pelos assistentes de sala, cumprindo rigorosamente as instruções dos mesmos.

- Os acessos abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e os espectadores devem comparecer mais cedo, com, pelo menos, meia hora de antecedência para se efeituarem todos os procedimentos de segurança.

- A permanência nos locais de atendimento deve ser limitada ao tempo estritamente necessário à realização do atendimento.

- Os espetáculos terão início à hora marcada e a direção e/ou produção poderá impedir o acesso ao recinto depois do início dos espetáculos.

- Existirão lugares juntos para 4 coabitantes, 3 coabitantes, 2 coabitantes e lugares individuais.

- Grupos de mais de 4 coabitantes terão que, obrigatoriamente, ser separados, cumprindo o previsto no ponto anterior.

- Existirá um espaço reservado a cidadãos portadores de deficiência e respetivos acompanhantes.

- Qualquer espectador que abandone o recinto só pode voltar ao mesmo com novo bilhete, caso haja disponibilidade, cumprindo, novamente, todos os procedimentos de segurança e sem garantia do lugar ocupado previamente.

- Os espectadores devem cumprir rigorosamente todas as instruções dos assistentes de sala, devidamente identificados e em nenhum caso poderão trocar de lugares ou deslocar-se pelo recinto sem motivo justificado.

- Nas instalações sanitárias, feminina e masculina, apenas serão permitidas duas pessoas em simultâneo, situação que será sempre controlada por um assistente de sala à entrada das mesmas.

- Não é permitida a entrada no recinto com garrafas de vidro.

- No final de cada espetáculo, os espectadores deverão, obrigatoriamente, permanecer sentados nos seus lugares até serem instruídos pelos assistentes de sala para abandonar o recinto, por local diferente da entrada, de forma disciplinada e respeitando o distanciamento físico.

- Não será permitida a permanência de espectadores no interior do recinto após o final dos espetáculos.

- Será elaborado e amplamente divulgado o Plano de Contingência do recinto e do evento Ponte de Lima é Uma Surpresa.

- A lotação máxima do recinto será de 300 lugares sentados, devidamente espaçados, podendo ser reduzida de acordo com a natureza do espetáculo.

- Será proibido assistir aos espetáculos em pé.

- Os bilhetes, obrigatórios para entrada, serão gratuitos e poderão ser levantados, dois por pessoa, no Teatro Diogo Bernardes, a partir das 10h00 e até às 17h30, de segunda a sexta-feira e a partir das 20h00 na entrada do recinto dos espetáculos; aos fins-de-semana, poderão ser levantados, também dois por pessoa, a partir das 17h00 na entrada do recinto dos espetáculos.

- As portas abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espetáculos e pede-se aos espectadores que compareçam mais cedo, com, pelo menos, meia hora de antecedência para se efeituarem todos os procedimentos de segurança.

- Obrigatório o distanciamento físico de 2 metros no acesso ao recinto.

- Obrigatório o uso de máscara desde o acesso e em todo o tempo que permanecerem no recinto dos espetáculos.

- À entrada no recinto realizar-se-á a medição da temperatura corporal de cada espectador e cada um deve proceder à obrigatória higienização das mãos.

- Os espetáculos terão início à hora marcada e a organização poderá impedir o acesso depois do início dos espetáculos.

- Qualquer espectador que abandone o recinto só pode voltar ao mesmo com novo bilhete, caso haja disponibilidade, cumprindo, novamente, todos os procedimentos de segurança e sem garantia do lugar ocupado previamente.

- Os espectadores devem cumprir rigorosamente todas as instruções dos assistentes, devidamente identificados e em caso algum poderão deslocar as cadeiras e/ou trocar de lugares.

- Apenas será permitido o acesso às instalações sanitárias a duas pessoas de cada vez.

- No final de cada espetáculo, os espectadores deverão permanecer sentados nos seus lugares até serem instruídos pelos assistentes para abandonar o recinto por local diferente da entrada, de forma disciplinada e respeitando o distanciamento físico.

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BARCELOS COMEMORA ANIVERSÁRIO DO THEATRO GIL VICENTE

O Theatro Gil Vicente comemora sexta-feira, 31 de julho, 118 anos. Comemorações decorrem no Largo Dr. Martins Lima

Dada a restrição do acesso a espetáculos, motivada pela pandemia do Covid-19, a Câmara Municipal organizou um espetáculo ao ar livre no espaço em frente ao Theatro, o Largo Dr. Martins Lima, inserido na programação da iniciativa cultural “Prá Frente Barcelos”.

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Assim às 21h30, realiza-se um espetáculo de dança pela Escola de Dança de Barcelos com Trovas e Cantigas intitulado “Poetas e Tradições”, com entrada gratuita e lotação limitada.

Esta iniciativa fica também marcada por uma campanha de adoção de animais de companhia, uma parceria com a Strettdogs -Associação de Proteção Animal , no âmbito do acordo de colaboração com o Município de Barcelos.

Pode reservar e levantar o seu bilhete para assistir a este e outros espetáculos do programa “Prá Frente Barcelos”, de terça feira a sexta-feira, das 10h00 às 18h00, ou no próprio dia do espetáculo no período de 1 hora que antecede o evento.

TEATRO DE BALUGAS QUESTIONA LINHA DE MUITO ALTA TENSÃO NO MINHO

Criação teatral no vale do Neiva regista a instalação da Linha de Muito Alta Tensão no Minho

SEM REI NEM ROQUE tem como palco o território de Barcelos e Ponte de Lima, com incidência no vale do Neiva e as suas aldeias afetadas pela construção do projeto elétrico. O trabalho de campo é da responsabilidade do Teatro de Balugas e vai registar o confronto da natureza e das pessoas com a colocação da linha no terreno, questionar o que fica, o que desaparece e que poder é este que se assenhoreia do território.

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São as novas torres, sem reis, maiores do que as torres sineiras das nossas igrejas e que assustariam as defesas dos nossos primeiros castelos roqueiros. Cada torre tem mais de 75 metros de altura, numa área de implantação de 200 m2, além de margens de segurança ao longo de toda a linha, garantidas pela criação de uma "servidão administrativa" com uma largura de 45 metros, tudo em nome de uma prometida “energia verde e limpa” e de uma também prometida “luz mais barata”.

CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO REABRE COM TEATRO ESTA QUINTE-FEIRA

História de Oliver Twist, colocada em palco pelo Baú dos Segredos | Classes A e B

É com a interpretação do elenco do Baú dos Segredos, nas classes A e B, da História de Oliver Twist, que a Casa das Artes de Famalicão abre portas esta quinta-feira, para retomar a sua programação cultural normal.

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O espetáculo, com produção de João Regueiras e da Casa das Artes, pode ser visto sempre às 21h30, no Grande Auditório, nos dias 2, 3 e 4 de julho.

A entrada custa 3 euros e estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e seniores (a partir de 65 anos) pagam 1.5 euros.

Salienta-se que o acesso à sala de espetáculos, devido a razões de segurança sanitária, será especificamente acompanhado pela equipa de acolhimento do teatro municipal, que dará todas as indicações necessárias.

A História de Oliver Twist do Baú dos Segredos é uma adaptação de João Regueiras da obra “Oliver Twist” de Charles Dickens, com a qual este atelier de teatro comemora o seu décimo terceiro aniversário, ao serviço da cultura famalicense.

Adaptação, encenação e cenografia de João Regueiras. O elenco é formado pelos alunos das classes A e B do Baú dos Segredos. Assistência de Encenação: Débora Lopes, Ana J. Regueiras e Tiago Regueiras. Direção Musical: Rui Mesquita.

Participação Especial: Maria Gil Alves, Ema Costa, Lara Domingues, Mariana Rodrigues, Ana Carolina Carvalho, Beatriz Macedo, Joana Pinheiro, Maria Dias e Sara Faria. Os

figurinos e caracterização estão a cargo de Cármen Regueiras e Emília Silva.

A luz e som são da responsabilidade da Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão

O espetáculo tem o apoio do Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco.

FAMALICENSES TÊM "NOITES DE INSÓNIA"

Noites de Insónia regressam via Zoom

A Casa de Camilo, em S. Miguel de Seide vai iniciar na próxima quarta-feira, 24 de junho, um novo conjunto de sessões “Noites de Insónia”, dedicadas à obra do escritor Camilo Castelo Branco. Todas sessões serão realizadas via zoom, às 21h30, e os interessados deverão solicitar a sua inscrição através do email geral @camilocastelobranco.org. Cada participante irá receber a senha de acesso 24 horas antes do início do evento.

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A primeira sessão terá como dinamizador Sérgio Guimarães de Sousa, que irá abordar o texto “Uma paixão bem empregada”, de Camilo Castelo Branco. No site www.camilocastelobranco.org é possível fazer o download do PDF "Uma paixão bem empregada" in Cenas Contemporâneas.

A 15 de julho, João Paulo Braga dinamizará a sessão com o texto “Sete de Junho de 1849” e a 22 de agosto caberá a Sérgio Guimarães de Sousa abordar “De abismo em abismo”. A iniciativa continua a 9 de setembro com João Paulo Braga e o texto “A formosa das Violetas”.

Refira-se que a iniciativa tem como objetivos principais fomentar o gosto pela leitura dos textos de Camilo Castelo Branco e proporcionar a partilha de abordagens e de interpretações da prosa do romancista de São Miguel de Seide.

Para cada sessão é sugerida a leitura prévia de um texto de Camilo, o qual é cedido gratuitamente pela Casa de Camilo, desde que solicitado para o endereço eletrónico geral@camilocastelobranco.org.

RAUL DE OROFINO SERVE "FEIJÃO COM ARROZ NO TELETRABALHO"

Raul de Orofino faz apresentação especial para a Associação Comercial de Braga da comédia “Feijão com Arroz no Teletrabalho”

O ator, autor e palestrante Raul de Orofino faz esta noite, às 21h30, uma apresentação especial para a Associação Comercial de Braga da sua nova Comédia-Palestra Online. Intitulada “Feijão com Arroz no Teletrabalho”, a peça aborda a história de um casal, ambos em regime de teletrabalho e em stress, pois vêem-se obrigados a conciliar a vida profissional com a vida doméstica, além de terem de conviver um com o outro 24 horas por dia, todos os dias.

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Trata-se de uma história plena de humor que leva as pessoas a refletir sobre o atual contexto, de modo a poderem agir de uma forma construtiva face às mudanças em curso. No final, é feita a transição para a palestra, estabelecendo-se a ligação entre a alegoria e realidade: a necessidade de aprendermos a encarar as adversidades, viver as constantes mudanças com qualidade, conviver com as diferenças dos outros de forma saudável em casa e no trabalho, e a sermos mais solidários, mais tolerantes e mais pacientes. Resumindo, mais resilientes.

O acesso ao evento é gratuito, podendo a inscrição ser feita através do link da Associação Comercial de Braga https://bit.ly/WebinarACB13

“Feijão com Arroz no Teletrabalho” estreia no ano em que Raul de Orofino completa 30 anos do seu projeto Teatro ao Domicílio e marca o lançamento de um novo formato teatral, a Comédia-Palestra Online direcionada às empresas. O objetivo é motivar os colaboradores para as novas mudanças, ajudando-os assim a adaptarem-se a esta nova fase da nossa vida coletiva.

O ator e palestrante apresenta também na Comédia-Palestra Online a sua fábula “A Verdadeira História do Lobo Mau”, da sua autoria, e que contém mensagens relacionadas com quebras de paradigmas e adaptação às mudanças. As suas apresentações são feitas através de plataformas informáticas como o Zoom, Hangout ou Skype.

Raul de Orofino é ator, autor, escritor, palestrante e professor de Inteligência Emocional, tendo mais de 5.000 apresentações no seu currículo. É autor do livro “Mário, o Teu Humor Está no Armário” (Edições Vogais e Cia.), que conta como as pessoas mudaram as suas atitudes no trabalho e na vida pessoal depois de terem aprendido a “alimentar-se de humor” nos vários países por onde atuou (Brasil, Portugal, Espanha, Itália, Angola e Cabo Verde).

O projeto inovador “Teatro do Domicílio” nasceu no Brasil em 1990. Três anos mais tarde, foi também precursor do projeto “Teatro em Aviões”, o que mereceu uma menção na revista norte-americana Time Magazine pelo facto de ser o primeiro homem no planeta a fazer teatro a bordo de um voo comercial. A partir daí, começou a apresentar os seus espetáculos nas empresas. Sendo autor, no final do espetáculo conversava com os colaboradores das empresas sobre as histórias a que tinham assistido. Estas conversas tornaram-se uma palestra e, desta forma, Raul tornou-se um ator-palestrante.

O ano passado, participou de outro projeto original em parceria com o jornal Dinheiro Vivo, com o designado Xarope Emocional, uma web-série de 21 episódios de 2 minutos cada, que retratam com humor os comportamentos de personagens com desequilíbrios emocionais nas empresas.

"RAPOSOS" ATACAM EM BARCELOS

“Raposos” distinguido como melhor espetáculo não profissional nos Prémios Guia dos Teatros 2020

A peça de teatro “Raposos” do Teatro de Balugas foi eleita pelo Guia dos Teatros como o “Melhor Espetáculo Não Profissional”. O espetáculo, que já tinha vencido o Festival de Teatro de Barcelos no ano passado, é um alerta sobre a propriedade da terra e os seus elementos naturais.

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Foram premiadas 24 categorias e atribuídos alguns prémios pela organização, com destaque para o Prémio Carreira Guia dos Teatros 2020 para a atriz Eunice Muñoz.

A plataforma digital Guia dos Teatros anunciou os prémios online, pois a cerimónia organizada para o efeito no Museu do Teatro, em Lisboa, acabou por ser cancelada devido à pandemia do COVID-19.

O diretor artístico do Teatro de Balugas, Cândido Sobreiro, agradeceu ao Guia dos Teatros e a todos que votaram no espetáculo “Foi a primeira vez que a categoria de Melhor Espetáculo Não Profissional integrou o Guia e, por isso, estamos gratos pelo prémio”.

“Raposos” estará novamente em cena em Setembro, no Theatro Gil Vicente, em Barcelos.

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CENTRO DE TEATRO DE CABECEIRAS DE BASTO APRESENTA TRIBUTO A ZECA AFONSO COM "OLHAR FRATERNO"

Cabeceiras de Basto inova com espetáculo online

O Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto (CTCMCB) está a preparar um magnífico evento - teatro ONLINE – de tributo a Zeca Afonso intitulado ‘OLHAR FRATERNO’ que estará em cena na página do facebook do CTCMCB, em facebook.com/ctcmcb, na noite de 25 de abril, a partir das 21h30.

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Trata-se de “uma estreia absoluta” neste novo formato ONLINE que decorre da atual situação que vivemos e das restrições impostas pelo Estado de Emergência decorrente da pandemia provocada pelo Covid-19.

O desafio foi lançado a quarenta atores em quarentena para embarcarem nesta aventura criativa e ensaiarem esta peça em videoconferência, a partir das suas casas, em circunstâncias diferentes às habituais, culminando com a produção de uma encenação totalmente virtual que será apresentada na noite de 25 de abril.

‘OLHAR FRATERNO - Tributo a Zeca Afonso’ estreou em 2012 em Cabeceiras de Basto e foi a primeira criação do CTCMCB. Através de um novo olhar, os encenadores Armando Luís e Roberto Moreira revisitaram este espetáculo, reinventando-o num novo formato de apresentação ONLINE, tornando-o acessível à distância de um ecrã, em circunstâncias diferentes às que o público está habituado, mas com uma nova abordagem que, certamente, cativará os Cabeceirenses, em particular, e os utilizadores desta rede social, em geral.

Mantendo uma atividade regular desde 2012, através de oficinas de teatro e de trabalho artístico comunitário no concelho Cabeceirense, o CTCMCB, movido pelo sentido de compromisso com a comunidade, encontrou nesta condição de confinamento social, uma oportunidade de aproximação criativa e artística com o público e com os formandos das oficinas de interpretação teatral, quebrando barreiras de uma forma muito inovadora, apresentando uma peça que fala sobre liberdade e a falta dela, sobre confrontar os nossos medos silenciosos e dar-lhes voz, cantando-os.

Este é um espetáculo para maiores de 12 anos, criado a partir da obra poética de José Afonso.

Apesar dos condicionalismos atuais, o Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto continua, assim, desta forma inovadora, em formato ONLINE, a desenvolver atividades ligadas à promoção cultural através da criação de eventos que envolvam novas formas e abordagens artísticas.

Sinopse

“Olhar Fraterno é, primeiro que tudo, a concretização de um desejo antigo – homenagear o Zeca. É um espetáculo a preto e branco, cru! Tal como o país dos brandos costumes e dos agoniantes silêncios que Salazar tanto zelava. José Afonso, professor de liceu, cantor nas horas vagas e ativista por conta própria, ergueu-se desse silêncio com uma humildade contagiante... e cantou! Com a sua música protestou. Lutou com as suas baladas. Queremos que o público olhe para o homem, para os seus fantasmas; que conheçam o José, o Zeca e o Zéquinha. Uma pessoa simples que só desejava ter o seu tamanho real”.

ABSOLUTAMENTE IMPERDÍVEL!