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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PEÇA DE TEATRO "PEDRAS DA MEMÓRIA" EXIBIDA EM CELORICO DE BASTO

A Rota do Românico promoveu a produção de uma peça de teatro designada "Pedras de Memória", voltada para a valorização do património imaterial e dos monumentos da Rota do Românico, em cujas pedras está preservada a memória de séculos passados, com lendas, contos e histórias do Tâmega e Sousa como base de inspiração.

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Celorico de Basto conta com a inclusão de 4 monumentos na Rota do Românico, o Castelo de Arnoia, a igreja de São Salvador de Ribas, a Igreja de Santa Maria de Veade e de S. Salvador de Fervença.

A peça subiu ao palco do Centro Cultural Marcelo Rebelo de Sousa no dia 16 de outubro e contou com uma plateia atenta a assistir a um enredo inspirado nas lendas da região do Tâmega e Sousa, que procura fixar na dramaturgia uma parte do património imaterial. O espetáculo é trazido para a contemporaneidade através dos dispositivos cénicos, do jogo teatral, do humor, do canto e da música ao vivo.

A peça “Pedras de Memórias” é produzida pela companhia Jangada Teatro, com texto e encenação da responsabilidade de Luís Oliveira, e conta com um leque de atores amadores dos concelhos de Celorico de Basto, Felgueiras, Lousada, Paços de Ferreira, Paredes e Penafiel. Em representação de Celorico de Basto integram o elenco Natércia Seixas e Teresa Canais Seco, atrizes do Grupo de Teatro Celoricense, que aceitaram o desafio e se associaram a esta iniciativa.

Para Teresa Canais Seco esta é uma experiencia fantástica “que nos permite, enquanto atores amadores, ganhar mais experiência e crescer numa arte única, desafiante e que me deixa, particularmente, realizada. Esta peça procura, de forma hilariante, fazer referência a vários monumentos da Rota do Românico, com histórias, contos e lendas guardadas na memória de muitos e dramatizada com humor”.

A peça, que foi já exibida em Penafiel e Lousada, segue agora para o Auditório da Biblioteca Municipal de Felgueiras, onde será apresentada no próximo dia 22, no dia 23 na Casa da Cultura de Paredes e no dia 24 na Associação de Socorros Mútuos Freamundense, em Paços de Ferreira.

Esta iniciativa é cofinanciada pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

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GUIMARÃES E VIZELA: NOVOS OLHARES, VELHAS CAUSAS DINAMIZA TEATRO

“Estátuas Humanas: Não fique parado”

O projeto “Novos Olhares, Velhas Causas” é uma iniciativa financiada pelo Programa Operacional Inclusão Social e Empreso (PO ISE), pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), pelo Portugal 2020 (PT2020) e União  Europeia/Fundo Social Europeu (EU/FSE).

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No âmbito daquele projeto foi dinamizada a ação “Estátuas humanas: não fique parado!”. Tratou-se de um teatro, implementado em Guimarães e Vizela, composto por um conjunto de estátuas, maquilhadas e vestidas de forma exuberante, as quais abordaram a necessidade de erradicar a tolerância social às manifestações da violência doméstica.

A cada 10 minutos soou um sinal “não fique parado!” e todas as estátuas se moveram repentinamente para novas posições. O objetivo foi referir que não nos podemos resignar às manifestações de violência doméstica e que é necessário ter uma postura proativa.

Durante a ação foram distribuídos panfletos informativos do projeto, bem como foi incentivada a denúncia de situações de violência.

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PONTE DA BARCA: STAND UP COMEDY COM JOÃO SEABRA, JOEL RICARDO SANTOS E FAQUIRE PARA ASSISTIR NO DIA 22 DE OUTUBRO

No próximo dia 22 de outubro, sexta-feira, pelas 22h, o palco do auditório da Epralima vai acolher uma noite de stand up comedy. Três comediantes prometem uma noite diferente onde não faltarão histórias para todos os gostos com incursões pelo humor “sem tabus”. Em palco estará João Seabra, Joel Ricardo Santos e João Faquire que prometem um espetáculo de comédia inesquecível.

A iniciativa da Câmara Municipal tem ENTRADA GRATUITA..

João Seabra: Ventríloquo e humorista, João Seabra foi o humorista que mais vezes participou no programa “Levanta-te e Ri”, e ganhou fama com a sua frase de entrada “Eu bim de Braga”. Participou também em diversos programas de televisão, como apresentador e actor, nomeadamente “Por um canudo”, “Humor Cão”, “Herman SIC”, “Sempre em Pé”, “5 Para a Meia Noite”, entre outros mas onde se destaca é nos festivais de comédia e espetáculos em salas de todo o país e além-fronteiras, junto das comunidades portuguesas no estrangeiro.

Joel Ricardo Santos: Fez o seu primeiro espetáculo de comédia a solo em Fevereiro de 2011. Desde então, e com mais de duas centenas de espetáculos, tem vindo a marcar a comédia nacional com a energia e entrega que o caracterizam.

João Faquire: Considerado uma das mais brilhantes estrelas de stand-up comedy da sua geração, João Faquire já atuou ao lado de grandes nomes da comédia nacional. O humorista tem um canal no youtube com vários conteúdos de comédia como “Vou Apanhá-los Todos” ou “No Sofá é que é Bom".

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ECOS DE CENA APRESENTA “MALDITA BUROCRACIA” NO CINETEATRO DOS BOMBEIROS DE VILA PRAIA DE ÂNCORA

Estreia decorre no dia 24 de outubro, pelas 17H00

No concelho de Caminha, em outubro, o Teatro está em alta. No dia 24 de outubro, estreia a peça “Maldita Burocracia”, dramatizada pelo grupo Ecos de Cena, no Cineteatro dos Bombeiros Municipais de Vila Praia de Âncora. O espetáculo terá lugar pelas 17H00. A compra de bilhetes decorre apenas no dia do espetáculo.

São muitas as opções teatrais para este mês de outubro nos vários palcos do concelho de Caminha. “Maldita Burocracia”, da autoria de Maria Meixeiro, é outra das possibilidades. Trata-se de uma “comédia desesperante” levada a cena pelo grupo Ecos de Cena onde “Uma greve de atores numa noite de estreia põe um encenador à beira de um ataque de nervos, principalmente porque tem de dirigir-se ao público presente a justificar o cancelamento do espetáculo. No entanto, um dos atores fura a greve e vem de algum modo salvar o encenador desta situação embaraçosa, quando lhe propõe a encenação de uma nova peça de teatro com pessoas totalmente improvisadas no momento e com gosto pela arte performativa. E assim nasce em forma de ensaio a peça “Maldita Burocracia”. Uma peça dentro de outra peça, com todas as situações e imprevistos inerentes a um ensaio com estas características. O público ficará preso na ignorância e nas conjeturas sobre o final desta encenação, que pode muito bem terminar em sucesso ou de uma forma inesperada…”.

Como já referimos o espetáculo vai decorrer no dia 24 de outubro, pelas 17H00, no Cineteatro dos Bombeiros de Vila Praia de Âncora. Os bilhetes estarão disponíveis no local no dia do espetáculo e o preço é variado. As crianças até aos 5 anos de idade não pagam; dos 6 aos 9 anos o bilhete custa 1,5€ e a partir dos 10 anos 3,5€.

Ficha Técnica e Artística

Texto: Maria Meixeiro

Cenografia e Encenação: Maria Meixeiro

Produção: Porta de Cena

Elenco: Ecos de Cena (Ana Sousa, Clarisse Tavares, Graça Meira, Helena Trindade, José Sousa, Jéssica Moreira, Maria Sousa e Luís Pinto

Design Gráfico: Catarina Barrocas

Técnico de Som: Tiago Ferreira

Secretariado: Jéssica Dantas

Duração do espetáculo: 70min.

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BARCELOS: "PÃO NOSSO" DO TEATRO DE BALUGAS NOMEADO PARA O WWM - WORLD WIDE MECENATE

A peça “Pão Nosso” do Teatro de Balugas é o trabalho português nomeado para o Melhor Espetáculo Internacional no WWM - World Wide Mecenate, um galardão do Premio Mecenate Teatro Amatoriale promovido pela Compagnia AD HOC e com o alto patrocínio da Federação Italiana de Teatro Amador.

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Este prémio pretende eleger o Melhor Espetáculo de teatro amador internacional e conta com produções de diferentes países como Cuba, Espanha, Finlândia, França, Hungria e Lituânia.

O trabalho, com texto e encenação de Cândido Sobreiro, já tinha sido premiado em Itália, no ano passado, no Concorso Teatrale Internazionale "Città di Chivasso", para Melhor Espetáculo e Melhor Encenação.

Foi o espetáculo que representou Portugal este ano no Mónaco, no Mondial du Théâtre, o maior e mais importante festival de teatro amador do mundo. Foi também o trabalho vencedor do CONTE - Concurso Nacional de Teatro com o Prémio Ruy de Carvalho para Melhor Espetáculo em 2020, e um dos três espetáculos finalistas nomeados para Melhor Espetáculo Internacional nos prémios ESCENAMATEUR da Confederação de Teatro Amador em Espanha.

A cerimónia de entrega decorrerá em Roma, no dia 15 de dezembro, e o espetáculo premiado será apresentado na capital italiana em 2022.

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PONTE DA BARCA: STAND UP COMEDY COM JOÃO SEABRA, JOEL RICARDO SANTOS E FAQUIRE PARA ASSISTIR NO DIA 22 DE OUTUBRO

No próximo dia 22 de outubro, sexta-feira, pelas 22h, o palco do auditório da Epralima vai acolher uma noite de stand up comedy. Três comediantes prometem uma noite diferente onde não faltarão histórias para todos os gostos com incursões pelo humor “sem tabus”. Em palco estará João Seabra, Joel Ricardo Santos e João Faquire que prometem um espetáculo de comédia inesquecível.

A iniciativa da Câmara Municipal tem ENTRADA GRATUITA..

João Seabra: Ventríloquo e humorista, João Seabra foi o humorista que mais vezes participou no programa “Levanta-te e Ri”, e ganhou fama com a sua frase de entrada “Eu bim de Braga”. Participou também em diversos programas de televisão, como apresentador e actor, nomeadamente “Por um canudo”, “Humor Cão”, “Herman SIC”, “Sempre em Pé”, “5 Para a Meia Noite”, entre outros mas onde se destaca é nos festivais de comédia e espetáculos em salas de todo o país e além-fronteiras, junto das comunidades portuguesas no estrangeiro.

Joel Ricardo Santos: Fez o seu primeiro espetáculo de comédia a solo em Fevereiro de 2011. Desde então, e com mais de duas centenas de espetáculos, tem vindo a marcar a comédia nacional com a energia e entrega que o caracterizam.

João Faquire: Considerado uma das mais brilhantes estrelas de stand-up comedy da sua geração, João Faquire já atuou ao lado de grandes nomes da comédia nacional. O humorista tem um canal no youtube com vários conteúdos de comédia como “Vou Apanhá-los Todos” ou “No Sofá é que é Bom".

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"COMÉDIAS DO MINHO" ARRANCA A ATIVIDADE COM A ABERTURA DO ANO LETIVO

Nas Comédias do Minho, o ano de 2022 começa em 2021, com a abertura do ano letivo.

Os Encontros Excêntricos da Arte e da Educação existem para assinalar este início de ano e apresentar o programa do Projeto Pedagógico das Comédias do Minho. Acontecem no dia 13 de outubro, em Valença (auditório CILV), das 17h30 às 19h30.

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Neste espaço de encontro, é também dado a conhecer o pensamento que orienta a programação geral da associação cultural, bem como algumas pessoas que estarão a trabalhar com as Comédias do Minho nos próximos tempos.

A bióloga marinha, Ana Pêgo, foi convidada para falar sobre o seu projeto de educação ambiental e ‘artivismo’ – Plasticus Maritimus, uma espécie invasora. Para além de estar presente nos Encontros Excêntricos, conduzirá nos dias 14 e 15 de outubro, em Valença, uma ação de formação sobre os problemas que afetam os oceanos e sobre o seu processo de trabalho artístico com plásticos recolhidos na praia.

Miguel Fragata e Inês Barahona, da Formiga Atómica, foram convidados para falar sobre a sua próxima criação para o público infantil: “O Estado do Mundo”. Este espetáculo de teatro circula no Vale do Minho em janeiro e fevereiro de 2022 e é coproduzido pelas Comédias do Minho. 

E porque estes Encontros servem, também, como espaço de debate sobre a relação entre a arte e a educaçãoSara Brighenti irá falar sobre a sua experiência e visão como subcomissária do Plano Nacional das Artes.

Este ano, nos Encontros Excêntricos, é feito o lançamento oficial do Projeto Mutantes, que se estende aos 10 municípios do Alto Minho, por uma duração de 2 anosMutantes é um programa de oficinas artísticas especialmente dedicado aos adolescentes, mas que alcança também professores, mediadores e outros interessados em arte e educação. O projeto está inserido na iniciativa Cultura para Todos, promovida pelo NORTE2020.

FAMALICÃO: FÁBRICA OLIVEIRA & FERREIRA É PALCO DA NOVA PRODUÇÃO DA MOMENTO ARTISTAS INDEPENDENTES

«Sétimo Céu» é o nome da mais recente produção da companhia de teatro famalicense Momento - Artistas Independentes. A peça será apresentada nos dias 8, 9 e 10 de outubro, na antiga Fábrica Oliveira & Ferreira, em Riba de Ave.

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O espetáculo debruça-se no texto de 1978 de Caryl Churchill, com o mesmo nome, que aborda questões de identidade feminina, de sexualidade, comportamento social, colonialismo, racismo, pedofilia, homossexualidade e machismo. O espetáculo pretende ir ao encontro da chamada «terceira vaga do feminismo», partindo do universo sexual, mundano, feminino e direto, exposto na obra da autora, simultaneamente, emergindo o público na cenografia, como sombras de antepassados, ou de gerações futuras, que partilham alguns dos dilemas e frustrações, rodeando a ação num ângulo de 360ºgraus. As personagens ficam, assim, circundadas por uma espécie de abismo que invoca uma iminente queda.

«Sétimo Céu» tem encenação de Diogo Freitas e trata-se de um trabalho coproduzido com o Município de Vila Nova de Famalicão. Tem, de igual modo, como parceiro institucional o Ministério da Cultura, e conta com o apoio da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e Teatro Narciso Ferreira, Crisplantas e Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) do Instituto Politécnico do Porto.

Refira-se que a Momento – Artistas Independentes foi fundada pelos atores Daniel Silva e Diogo Freitas, dois jovens criadores formados na ACE Escola de Artes – Pólo de Famalicão, com o objetivo de refletir e repensar os clássicos, produzir textos contemporâneos e textos originais. Assumindo-se como uma casa de intérpretes, a Momento – Artistas Independentes pretende ser um aglomerado de estudos entre os quais de texto, de corpo e de voz com a intenção de criar bons produtos culturais que só podem ser obtidos através da cooperação e da insistência em aperfeiçoar cada objeto artístico.

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MUNICÍPIO DE PONTE DE LIMA E COMÉDIAS DO MINHO PROMOVEM A REALIZAÇÃO DAS OFICINAS DE CONTINUIDADE NA ESCOLA SECUNDÁRIA DE PONTE DE LIMA

O Município de Ponte de Lima em articulação com as Comédias do Minho, integra o Projeto Mutantes. Trata-se de um projeto de educação artística, que pretende uma aproximação das artes aos jovens, que constituem o público-alvo do projeto, ao estimular a criatividade e desta forma criar e fortalecer novas relações sociais, bem como fomentar a colaboração entre os diferentes agentes no terreno, em prol da democratização do acesso à arte e da produção cultural.

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Uma das dimensões do projeto centra-se nas Oficinas de Continuidade, esta modalidade de oficinas artísticas prevê a realização, em cada um dos 10 concelhos do Alto Minho aderentes ao projeto, ao longo do ano letivo 2021/ 2022, de sessões de trabalho em regime de continuidade.

No Muninicípio de Ponte de Lima, as Oficinas de Continuidade terão início a 20 de outubro e prolongar-se-ão ao longo de todo ano letivo, na Escola Secundária de Ponte de Lima, junto de um grupo de alunos entre os 12 e os 18 anos. Serão orientadas por artistas educadores que irão desenvolver vários tipos de atividades e que os levarão a trabalhar diversas competências por via das artes, nomeadamente através do Teatro e da Dança.

Mais informações em: http://www.comediasdominho.com/portfolio/mutantes-continuidade/

BARCELOS: PROGRAMAÇÃO DO THEATRO GIL VICENTE REGRESSA COM A MARCA DA DIVERSIDADE

O Theatro Gil Vicente apresenta, no mês de outubro, uma programação diversificada com teatro, cinema, oficinas de criação e música.

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Outubro começa com uma peça musical gráfica “Pequeno Mundo” do Space Ensemble, no dia 1 de outubro, às 14h30 e 21h30, desenvolvida por um grupo de criativos que cruzam diversas linguagens artísticas, em parceria com uma investigadora da área da Biologia. O projeto é financiado pela Direção-Geral das Artes.

O teatro está de volta ao cenário do teatro nos dias 2, 15, 16, 23 e 30 de outubro. Primeiro, com “Conversas com Magalhães”, às 21h30, pela Via3, Companhia de Teatro; nos dias 15 e 16, a peça de teatro “Estultos”, pela Cultura Espera- Associação; no dia 23, às 21h30, a peça “Ai a minha filha”, por Carlos Cunha Produções. A fechar, no dia 30, às 21h30, é a vez do palco do TGV receber a peça de teatro “A noite de Molly Bloom”, pela Acta- A  Companhia de Teatro do Algarve.

A música preenche alguns dias de programação, a começar com o concerto da barcelense Fábia Maia, no dia 9 de outubro, às 22h00, um  espetáculo que, para além de contar com temas já conhecidos da artista, apresenta também inéditos que farão parte do seu primeiro disco de longa duração, "Avariações".

O triciclo apresenta dois concertos: Jorge Queijo + Francisco Antão, com a apresentação ao vivo do álbum “Adufes & Pandeiros”, no dia 8 de outubro, às 22h00, num concerto que junta percussões tradicionais e eletrónica.

No dia 22 de outubro, às 22h00, os Mão Morta, na sua versão Redux, apresentam a banda sonora original que criaram para uma obra-prima do cinema do mundo italiano e tocam-na ao vivo acompanhando a exibição. Adolfo Luxúria Canibal, Miguel Pedro e António Rafela vão dar música a “Rapsódia Satânica”(Nino Oxilia, 1915), no Theatro Gil Vicente.

Nos dias 9, 16 e 23 de outubro, às 10h00, o palco do Gil Vicente recebe "A Palhaçaria que há em ti", uma oficina de sensibilização e prática da arte clownesca, expressão artística que permite a reinvenção de estados de ser e estar, através de vivências e de reflexões sobre o processo e a função social da palhaçaria.

A rubrica “Em família no TGV” reserva as tardes de domingo para os mais novos, dias 10 e 31, às 16h, com “Uma vez Hera...Hera para sempre!”, no âmbito do serviço educativo, no dia 10. No dia 31, último dia do mês, é a vez de “Pluft, o Fantasminha,” um espetáculo de música e animação.

A Zoom promove no Theatro três noites de cinema no mês de outubro, com a exibição, no dia 12, do filme “A Colecionadora”; no dia 19, “O Joelho de Claire”, e, no dia 27, do filme “A Minha Noite Em Casa de Maud”, de Éric Rohmer. As sessões têm início às 21h30 e têm entrada paga.

Fora de portas, o Largo Dr. Martins Lima recebe, no dia 5 de outubro, às 11h00, o concerto “Música e Monumentos" pela Banda Musical de Oliveira e dirigido pelo maestro Alfredo Macedo, com um reportório diverso, com a partilha de obras de vários países.

Os bilhetes para assistir aos espetáculos no Theatro podem ser adquiridos no local, ou através de reserva por e-mail (tgv@cm-barcelos.pt) ou telefone (253 809 694).

FAMALICÃO: TEATRO DA DIDASCÁLIA TRABALHA COM COMUNIDADE DE JOANE PARA MOSTRAR QUE "TODOS SOMOS PAISAGEM"

Inauguração performativa de herbário decorre em duas sessões nos dias 2 e 3, no fAUNA em Joane

Para onde vão as plantas quando morrem? As respostas a esta questão vão estar em destaque este fim de semana, 2 e 3 de outubro, no espaço fAUNA, do Teatro da Didascália, na vila de Joane, com um projeto artístico comunitário “Todos Somos Paisagem”.

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Ao perguntarmo-nos para onde vão as plantas quando morrem, segundo o Teatro da Didascália, uma das respostas que encontrámos é que «Todos Somos Paisagem». Neste seguimento, a entidade artística, em parceria com a Casa da Villa, unidade da ACIP - Ave Cooperativa Intervenção Psico-Social, e da Amitorre - Associação de Moradores da Habitorre, desenvolveu o «Para onde vão as plantas quando morrem?» que resulta de um trabalho exploratório da flora local, unido às artes plásticas e performativas, que irá culminar com a apresentação de um herbário, com elementos artísticos e uma performance, este sábado, 2 de outubro, pelas 18h00, e no domingo, pelas 16h00.

“Pensamos em algo que estivesse relacionado com o território”, refere Vera Santos, coordenadora do programa de mediação do Teatro da Didascália, onde se insere o «Todos Somos Paisagem», acrescentando que o trabalho desenvolvido com a comunidade, surgiu no sentido “não só de levar a cultura a outros públicos, como também, trazer a realidade local ou dos locais onde trabalhamos aos artistas”. Assim sendo, a coordenadora realça que “há aqui uma espécie de triângulo de colaboração neste projeto”, referindo-se à referida estrutura artística, Amitorre e Casa da Villa / ACIP.

A ação «Todos Somos Paisagem», decorreu de abril a setembro de 2021, na Casa da Villa e no espaço fAUNA, sede do Teatro da Didascália, tendo contado com o envolvimento de mais de 40 membros da comunidade de Joane. A partir das plantas observadas nos referidos espaços foi construído um herbário, que serviu de base para uma criação plástica e performativa sobre o papel das pessoas na paisagem natural, nomeadamente, como se fixam e transformam um lugar.

“Era um projeto completamente em aberto, que das primeiras sessões com as pessoas, dependia da idealização (…) foi tudo bastante espontâneo e orgânico, tal como a natureza”, refere Cristiana Vieira, coordenadora cientifica do projeto e especialista do Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto. “Um projeto de coexistência e de cocriação” é assim que a mesma descreve o projeto.

“Foi um percurso, uma construção sessão a sessão, trabalhamos com duas comunidades bastante diferentes (…) os jovens da ACIP e com a associação da Amitorre” disse Helena Espanhol, também coordenadora cientifica do projeto e especialista da mesma entidade museológica, “Os elementos da comunidade também foram trazendo as suas valências, algo que foi muito importante (…) nós davamos, eles também nos davam, tudo se transformava”, salienta Helena Espanhol.

“Este projeto tem uma particularidade muito interessante: temos duas biólogas e uma artista (…) fizemos uma fusão, supostamente, improvável” destaca a atriz e artista plástica, Cristina Cunha. “Não é um herbário convencional”, destaca a artista, pois houve “a minha intervenção foi de desconstruir um pouco, através de outras expressões e formas (artísticas)”.

Na fase inicial do projeto, foi focada a questão da botânica e no processo de construção do herbário, resultante da exploração dos espaços naturais da Casa da Villa e do fAUNA. Após a criação do herbário, como exposição, surgiu a parte performativa, ligada ao teatro, no qual foram criadas “umas criaturas”, fruto da “construção de máscaras e figurinos”, como refere Cristina Cunha, que serviram de suporte à componente performativa, que irá traduzir-se, no final do projeto, numa inauguração performativa do herbário, feita pelos participantes da comunidade.

Refira-se que para além das sessões performativas dos dias 2 e 3 de outubro, o herbário em exposição no espaço fAUNA poderá ser visitado de 2 a 9 de outubro, das 10h00 às 18h00, mediante marcação prévia, através do email rp@teatrodadidascalia.com ou do telefone 924 305 850.

Recorde-se que o Teatro da Didascália é uma cooperativa cultural fundada em 2008 e sediada na quinta da Bemposta, na freguesia de Joane, Vila Nova de Famalicão. A sua atividade desdobra-se entre a criação de espaços artísticos transdisciplinares e a programação e acolhimento de outros projetos artísticos: no seu espaço de criação e programação, o fAUNA, no encontro «Territórios Dramáticos», e no Festival Internacional «Vaudeville Rendez-Vous», que decorre nas cidades de Barcelos, Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão.

«Para onde vão as plantas quando morrem?» resulta da ação Todos Somos Paisagem, inserida no projeto HÁ CULTURA | CULTURA PARA TODOS promovido pelo Município de Vila Nova de Famalicão e cofinanciado pelo NORTE 2020, através do Fundo Social Europeu (FSE).

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KRISÁLIDA APRESENTA “OUTUBRO TEATRAL” EM CAMINHA

Iniciativa arranca a 1 de outubro com espetáculo “100C@RAS”

Em outubro, o concelho de Caminha vai destacar o teatro com a promoção de “Outubro Teatral”. Ao longo do mês, “Outubro Teatral” vai apresentar: “100C@RAS”, “Da Terra ao Mar”, “DonoDoNada” e “Escória”. A iniciativa tem início no dia 1 de outubro, com a apresentação da peça “100C@RAS”, pela Companhia Krisálida. Os bilhetes já estão disponíveis e podem ser adquiridos nos Postos de Turismo de Caminha e de Vila Praia de Âncora.

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“Outubro Teatral”, uma iniciativa da Krisálida – Associação Cultural do Altominho que conta com o apoio do Município de Caminha, traz ao concelho de Caminha novos projetos da krisálida, nomeadamente, o espetáculo “100C@RAS”, uma criação original sobre a violência digital, bem como “Da Terra ao Mar”, um espetáculo para bebés dos 0 aos 3 anos.

“Outubro Teatral” arranca já no dia 1 de outubro, com a apresentação de “100C@RAS”, pela Companhia Krisálida, um espetáculo sobre a violência digital que põe a nu uma realidade que muitas vezes achamos que só acontece aos outros. O espetáculo vai decorrer pelas 21H30 no Valadares, Teatro Municipal de Caminha e repete-se no dia 2 de outubro. O bilhete tem o preço de 5€ e pode ser adquirido nos Postos de Turismo de Caminha e de Vila Praia de Âncora.

No dia 10 de outubro, pelas 11H00, a Biblioteca Municipal de Caminha acolhe o espetáculo “Da Terra ao Mar” protagonizado pela Companhia Krisálida. Trata-se de espetáculo para bebes dos 0 aos 3 anos, centrado na temática da descoberta e que explora elementos da terra e do mar de forma lúdica e sensorial. O bilhete tem o preço de 10€ e poderá ser adquirido nos Postos de Turismo de Caminha e de Vila Praia de Âncora.

No dia 16 de outubro, o Cineteatro dos Bombeiros de Vila Praia de Âncora acolhe, pelas 21H30, o espetáculo “DonoDoNada”, a cargo da Companhia Varazim Teatro. Trata-se de um espetáculo destinado ao publico infantil e familiar. É uma parábola sem palavras onde os gestos e os movimentos dos atores não precisam do texto para se fazer entender. O bilhete tem o preço de 5€ e poderá ser adquirido nos Postos de Turismo de Caminha e de Vila Praia de Âncora.

“Outubro Teatral” encerra a 23 de outubro, com “Escória”, a cargo da Companhia BAAL17, no Valadares, Teatro Municipal de Caminha, pelas 21H30. O espetáculo fala de respeito, empatia e esperança numa Humanidade que também tem um lado doce, construtivo e colorido. O bilhete tem o preço de 5€ e poderá ser adquirido nos Postos de Turismo de Caminha e de Vila Praia de Âncora.

1 e 2 DE OUTUBRO

100C@RAS

Sinopse:

O ecrã do computador ou do telemóvel é um espelho onde criamos uma identidade, onde queremos ser reconhecidos, identificados, amados pelas imagens que criamos e pelos likes que recebemos. E, se o espelho ficar deformado e nos disser que somos o que não somos?

Um espetáculo frenético, digital, que põe a nú uma realidade que muitas vezes achamos que só acontece aos outros!

Ficha Artística e Técnica

Direção Artística: Carla Magalhães

Encenação: Jorge Alonso

Assistência de Encenação: Leonor Carvalho

Co-criação e Interpretação: Eva Fernandes, Raquel Ribeiro, Ricardo Ribeiro, Romeu dos Anjos Pereira

Desenho de Luz: Rui Gonçalves

Vídeos: Luar Imagem

Assistência de Produção: Ângela Calisto

Design: Ricardo Ferreira

Comunicação: Rubina Jassat

Produção: Krisálida

Duração aproximada: 50 minutos

Classificação etária: M/14

Preço: 5€

10 DE OUTUBRO

DA TERRA AO MAR

Sinopse:

Branca, uma menina muito curiosa, vai encontrando elementos da Terra e do Mar que a fazem descobrir um mundo sensorial e poético.

Este é um espetáculo curto e sem palavras, porque assim podemos dar mais ouvidos à cor, ao movimento e ao olhar.

Ficha Artística e Técnica:

Encenação: Carla Magalhães

Interpretação: Leonor Carvalho

Desenho de Luz: Rui Gonçalves

Cenografia, Adereços e Figurinos: Krisálida

Comunicação e Públicos: Rubina Jassat e Ângela Calisto

Produção: Krisálida

Duração aproximada: 30 minutos

Classificação etária: Dos 0 aos 3 anos

Preço: 10€

NOTA: Tendo em consideração as normas impostas pela DGS - Direção Geral da Saúde em virtude da atual situação pandémica as vagas são limitadas e sujeitas a reserva. A lotação do espaço está limitada a 12 bebés que apenas poderão ser acompanhados por um adulto.

As reservas poderão ser feitas através do email geral@krisalida.pt ou através dos telefones 960 115 415 / 937 056 045.

16 DE OUTUBRO

DoNoDoNaDa

Sinopse:

Donodonada é um espetáculo destinado ao público infantil e familiar a partir dos 3 anos. É uma parábola sem palavras onde os gestos e os movimentos dos atores não precisam do texto para se fazer entender. A música tem uma importância fundamental, porque acompanha constantemente as ações, enfatiza emoções.

Dentro de uma atmosfera lúdica criada as intenções e modula as a partir de um dispositivo cénico feito de madeira, cartão e papel, os personagens (inspirados no cinema mudo de Charlie Chaplin e Buster Keaton) perdem-se num remoinho de situações divertidas que nos remetem ao mundo em que vivemos para tentar conhecê-lo melhor. Há pessoas que são donas de muito e outras que são donas de nada. Isto está visto que é pura obra do acaso, porque os donos de tudo poderiam ter nascido donos de pouco e ser donos de muito os que nasceram donos de quase nada. Os que nada têm muito querem ter e os que muito possuem mais querem conquistar. O mundo dá voltas, reviravoltas, saltos, cambalhotas e ficamos todos de pernas para o ar. Vamos lá ver se nos entendemos. Se tão rápido a vida passa porque será que a gente passa a vida a querer ter muito quando finalmente não é preciso quase nada? Donodonada revela com humor e ironia que os seres humanos perdem demasiado tempo a lutar para ganhar e esquecem-se completamente que o que é bom mesmo... é brincar!

Ficha Artística e Técnica:

Criação e encenação: Gonçalo Guerreiro

Interpretação: Eduardo Faria, Joana Luna, Joana Soares

Criação musical: Paulo Lemos

Cenografia: Gonçalo Guerreiro

Figurinos: Gonçalo Guerreiro e Joana Soares

Desenho de Luz: Gonçalo Guerreiro e José Raposo

Assistente de Cenografia: Hugo Carvalho

Confeção de Figurinos: Adélia Agra

Fotografia: José Carlos Marques

Vídeo: João Rei Lima

Formação em Contexto de Trabalho: Teresa Pinhão em parceria com a JOBRA

Produção Executiva: Joana de Sousa

Duração aproximada: 50 minutos

Classificação etária: M/3

Preço: 5€

23 DE OUTUBRO

ESCÓRIA

Sinopse:

Dois seres, de humanidade duvidosa, transportam consigo tudo o que precisam para sobreviver, numa relação equilibrada, mas desigual. Um manda, o outro obedece. E assim continuariam, em direção a lado nenhum, não fosse o aparecimento de um terceiro que vem baralhar as contas. E que, apesar das suas intenções igualmente duvidosas, acaba por perturbar o equilíbrio e pôr a nu o lado cinzento, individualista e destrutivo desta relação.

De metáfora em metáfora, Escória fala de respeito, de empatia e de esperança numa Humanidade que também tem um lado doce, construtivo e colorido.

Ficha Artística e Técnica:

Criação: Coletiva

Encenação e Dramaturgia: Filipe Seixas

Interpretação: Ana Bárbara Soares, Joana Saraiva e Marisela Terra / Rolando Galhardas

Apoio à Construção de Cenário: Nuno Borda d'Água

Fotografia: Rui Cambraia / caMpo

Teaser: BAAL17

Direção de Produção: Sandra Serra

Produção Executiva: André Batista

Gestão: Rui Ramos

Duração aproximada: 45 minutos

Classificação etária: M/6

Preço: 5€

Mais informações ou reservas através do email geral@krisalida.pt ou dos telefones 960 115 415 / 937 056 045.

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AS COMÉDIAS DO MINHO LEVAM OS MAIS PEQUENOS AO TEATRO

As Comédias do Minho têm o prazer de apresentar o espetáculo de teatro, Estranhões e Bizarrocos, às crianças da raia alto-minhota. Estas histórias para adormecer anjos foram criadas por José Eduardo Agualusa, trazidas à cena por Joana Providência e produzidas pelo Teatro do Bolhão. De outubro a novembro, o espetáculo circula pelos municípios do Vale do Minho, com sessões para escolas e sessões para famílias.

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Entre 7 outubro a 26 de novembro, o Projeto Pedagógico das Comédias do Minho vai levar todas as turmas de primeiro ciclo de Melgaço, Valença, Monção, Paredes de Coura e Vila Nova de Cerveira ao teatro, para ver estes Estranhões e Bizarrocos. Ao longo dos dois meses, em cinco sessões públicas que acontecem ao fim-de-semana, o convite estende-se a todas as famílias do território.  

Nas palavras do escritor angolano, em Estranhões e Bizarrocos estamos perante um país onde tudo acontece ao contrário, os rios correm do mar para a nascente e os gatos são do tamanho dos bois. Com a interpretação de Joana Mont’Alverne voamos para O País dos Contrários, conhecemos O pai que se tornou mãe e ouvimos a história d’O primeiro pirilampo do mundo.

O espetáculo é uma porta para o espanto. Com ele estamos presentes no mundo interior das crianças, no mundo em que elas se movimentam, num tempo só por elas habitado e no qual todas as coisas duram para sempre.

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BRAGA: THEATRO CIRCO É UMA DAS MAIS BONITAS SALAS DE ESPETÁCULOS DE PORTUGAL

Uma das salas de espetáculos e teatro mais bonitas de Portugal fica na cidade de Braga: o Theatro Circo.

Além das magnificas peças a que pode assistir, sugerimos que faça uma visita guiada pelas suas salas e fique a conhecer a beleza dos seus detalhes, desde lustres, os frescos, a talha, entre outros.

Fonte: http://www.portoenorte.pt/pt/porto-e-norte/

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BARCELOS: THEATRO GIL VICENTE CREDENCIADO NA REDE DE TEATROS E CINETEATROS PORTUGUESES

Espaço municipal integra lista de 81 equipamentos culturais

O Theatro Gil Vicente (TGV) integra a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses, após candidatura apresentada pelo Município de Barcelos e aprovada pela Ministra da Cultura, conforme despacho de 9 de setembro de 2021.

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Às 50 entidades artísticas anunciadas no final de agosto, juntam-se agora 31 novos teatros, cineteatros e outros equipamentos culturais que vão integrar a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.

A candidatura do TGV aconteceu em julho deste ano, num processo de credenciação, liderado pela DGArtes, para verificar a existência de todas as condições requeridas – entre elas a regularidade de programação própria, especificações técnicas ao nível da sala, palco e estruturas de acolhimento, bem como a existência de uma equipa multidisciplinar a tempo inteiro.

Esta importante sala de espetáculos de Barcelos reabriu as portas a 7 de setembro de 2013, tendo completado em julho deste ano, 119 anos.

Dispõe de um auditório com 202 lugares e uma programação diversificada, com espetáculos de música, teatro, cinema, dança, marcados pela qualidade, promovendo os diversos agentes culturais do concelho e estabelecendo parcerias com entidades externas.

O TGV assume-se como um equipamento cultural de referência a nível regional e nacional. A sua programação tem apostado em grandes nomes nacionais e internacionais, mas também na produção local, promovendo projetos desenvolvidos por artistas e associações barcelenses.

A Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses é um instrumento estratégico de apoio às artes e à cultura, fundamental para o combate às assimetrias regionais e para o fomento de coesão territorial no acesso à cultura e às artes em Portugal, assente na descentralização e na responsabilidade partilhada do Estado central com as autarquias e as entidades independentes.

VIANA DO CASTELO: TEATRO MUNICIPAL SÁ DE MIRANDA INTEGRA REDE DE TEATROS E CINETEATROS PORTUGUESES

O Teatro Municipal Sá de Miranda acaba de ser integrado na Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP) por despacho da Ministra da Cultura. Esta rede assume-se como um instrumento estratégico fundamental para o combate às assimetrias regionais e para o fomento de coesão territorial no acesso à cultura e às artes em Portugal, assente na descentralização e na responsabilidade partilhada do Estado central com as autarquias e as entidades independentes.

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A Direção Geral das Artes manifesta, em ofício, “o seu apreço pela credenciação do Teatro Municipal Sá de Miranda neste importante e decisivo momento de concretização de uma política pública no domínio da cultura e das artes, que se pretende que tenha um impacto estruturante em todo o território nacional”.

O Teatro Municipal foi mandado edificar pela Companhia Fomentadora Vianense, grupo de personalidades vianenses, constituído em 1874, com o fim de, entre outros,” proceder à edificação de um theatro, que ficará sendo propriedade sua”.

Trata-se de um belo exemplar de raiz italiana, projetado por José Geraldo da Silva Sardinha, com plateia em forma de ferradura e três ordens de camarotes, com capacidade de cerca de 400 lugares.

O pano de boca foi desenhado por Luigi Manini e pintado por Hercole Labertini, cenógrafos do Teatro S. Carlos, e o teto, com retratos de dramaturgos, foi pintado por João Baptista do Rio.

Em 1985, ao celebrar-se o seu centenário, este espaço cultural foi adquirido pelo Município de Viana do Castelo, tornando-se então Teatro Municipal Sá de Miranda. Numa primeira fase, a autarquia promoveu obras de beneficiação devido à acentuada degradação em que se encontrava o espaço. Em 2000, ficaram concluídas as obras de requalificação e segurança com substituição integral da caixa de palco e instalação dos mais modernos equipamentos cénicos, que permitem pôr em cena os mais exigentes espetáculos. No logradouro interior desta casa de espetáculos foi construído um moderno café-concerto, para além de salas de ensaios e oficinas de armazéns de material cénico.

Em 2019, o Município concluiu uma outra empreitada de requalificação do Teatro Municipal, num investimento de 150 mil euros que incluiu, no exterior, o tratamento e pintura de todas as fachadas, incluindo caixa de palco; o tratamento e pintura de toda a caixilharia pelo exterior e interior; a substituição de caleiro interior orientado a norte, na cobertura; bem como obras de conservação no interior do segundo piso.

Atualmente, o Teatro Municipal acolhe inúmeras atividades culturais, sendo casa mãe de uma companhia de teatro residente. Dança, ópera, música clássica e contemporânea, teatro, workshops e conferências são algumas das ações que têm permitido ao Teatro Municipal assumir-se como um dos principais espaços culturais da cidade e da região.