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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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VIDAS ÍNTIMAS, DE NOËL COWARD | ARTISTAS UNIDOS – O ESPECTÁCULO QUE NOS FAZ RIR TANTO QUE NOS ESQUECEMOS DE CHORAR

14 de Dezembro – 22h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

No próximo sábado, 14 de Dezembro, às 22h00, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, os Artistas Unidos apresentam o espectáculo de teatro Vidas Íntimas, de Noël Coward, com Tradução de Miguel Esteves Cardoso, Encenação de Jorge Silva Melo e Interpretação de Rúben Gomes, Rita Durão, Tiago Matias, Vânia Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso.

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Jorge Silva Melo e os Artistas Unidos abrem-nos uma inesperada janela sobre o sofisticado e genial Noël Coward (1899-1973), um dos autores mais representados no mundo anglo-saxónico durante os anos 1920-30. O dramaturgo britânico foi depois negligenciado e mais tarde recuperado (Harold Pinter, em gesto de homenagem, encenou-lhe uma peça no National Theatre em 1976), sendo hoje de uma inactualidade insolente. Vidas Íntimas (1930) é uma daquelas peças a que associamos um cortejo de adjectivos e proezas. Senão vejamos: escrita em apenas três dias, foi o seu mais duradouro sucesso de crítica e bilheteira, o exemplo mais eloquente da sua arte. É uma peça sobre o brilho e a opacidade da linguagem, sobre as alegrias e os malefícios do casamento e do divórcio, sobre casais que não são felizes juntos nem separados, sobre as luzes que se apagam quando acaba o champanhe. A épica leveza de Coward não deverá nunca confundir-se com ligeireza, a sua frivolidade é inquietante. Philip Hoare, um dos seus biógrafos, notou que apesar de todo o brilhantismo cómico, Coward pode ter sido um dos maiores trágicos da sua época. Vidas Íntimas, defende, é um divertimento sombrio. E acrescenta: Faz-nos rir tanto que nos esquecemos de chorar.

Devem ser muito raras as pessoas que são completamente normais, lá no fundo das vidas privadas de cada um. Tudo depende de um dado conjunto de circunstâncias. Se todas as geringonças cósmicas se fundem ao mesmo tempo e se solta a faísca certa, sabe-se lá o que uma pessoa não será capaz de fazer.

Noël Coward, Vidas Íntimas

"A frivolidade só é frívola para aqueles que não são frívolos", diz a Madame De na obra-prima de Max Ophüls. E podia aplicar-se a este teatro de dinner jackets, champanhe, rosas, camélia e muita malícia. Mas vistas agora estas Private Lives são uma das mais cruéis análises das relações matrimoniais. Sob a doçura de uma primavera na Cote d´Azur quanto veneno, quanta maldade, quanto amor perdido? Uma obra-prima que queremos revisitar, um grande autor "menorizado" e fundamental. Depois de Pinter, Williams, Miller, quem? E com um sorriso de compreensão pelas fraquezas humanas.

Jorge Silva Melo

Vidas Íntimas de Noël Coward

Tradução Miguel Esteves Cardoso

Com Rúben Gomes, Rita Durão, Tiago Matias, Vânia Rodrigues, Isabel Muñoz Cardoso

Cenário e Figurinos Rita Lopes Alves e José Manuel Reis

Luz Pedro Domingos

Encenação Jorge Silva Melo

Produção Artistas Unidos

Co-Produção Teatro Nacional São João e Centro Cultural de Belém

Maiores de 12 anos.

Bilhetes à venda (5,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt.

CRIANÇAS DE CERVEIRA VÃO RECEBER A CINDERELA

Autarquia coloca “Cinderela – O Musical” no sapatinho das crianças do concelho

Cerca de 500 crianças do pré-escolar (Agrupamento e santa Casa da Misericórdia) e do 1º ciclo do concelho de Vila Nova de Cerveira assistiram, esta quarta e quinta-feira, à estreia no Norte do país de ‘Cinderela – O Musical’, pela Associação Cultural CRI’ART. As três sessões do espetáculo decorreram no Cineteatro de Cerveira e fazem parte da prenda de Natal oferecida pela Câmara Municipal.

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Dezembro é sinónimo de muita cor, magia e de fazer sonhar as crianças. Com este propósito, nesta quadra festiva, a autarquia cerveirense tem proporcionado momentos do imaginário dos mais pequenos, recorrendo às personagens mais clássicas dos desenhos animados, através do teatro, da música ou do cinema, sempre bem acompanhados das doces e estaladiças pipocas.

Após já terem sido brindados com os espetáculos de teatro musical “A Branca de Neve no Gelo” (2014), “Espelho, Espelho Meu” (2016), “Alice no País das Maravilhas” (2017) e do filme “O Grinch” (2018), este ano foi a vez de assistirem ao “Cinderela – O Musical”. Questionados pelo Vereador Pedro Soares se se tinham portado bem, um ‘siiim’ em uníssono fez eco no auditório. Deixando votos em nome da Câmara Municipal de um Feliz Natal com muitas prendas, a euforia instalou-se com o correr o apagar das luzes e o correr da cortina vermelha.

Vila Nova de Cerveira é o segundo concelho do país, e o primeiro da região Norte, a receber este espetáculo da Associação Cultural CRI’ART, baseado na clássica história dos irmãos Grimm sobre a jovem Cinderela, maltratada pela madrasta e as suas duas filhas, sonha mudar de vida e encontrar a felicidade. A jovem acredita no poder dos sonhos e tem uma fé inabalável no futuro, que não se deixa abater mesmo nas maiores adversidades. Tudo muda quando surge a sua fada madrinha, que lhe mostra que “sonhar é acreditar”.

Com efeitos especiais, cenários e figurinos primorosos, pensados para deslumbrar e fazer sonhar as crianças, a encenação passa uma mensagem intemporal de gentileza, bondade, respeito pelo próximo, fé e esperança, valores decisivos para um futuro melhor.

P'RA ONDE VAIS FAGUNDES?! - PEÇA DE TEATRO VOLTA À CENA EM CARREÇO

O grupo de teatro da Sociedade de Instrução e Recreio de Carreço  depois do êxito na estreia vai voltar à cena, no próximo dia 14 de Dezembro pelas 22 horas, nas suas instalações uma nova produção teatral intitulada “Pra onde vais Fagundes?!”.

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Peça teatral de um só acto, procura recrear a viagem do célebre navegador vianês pelas águas da Terra Nova, entrelaçando a epopeia com a ficção bem humorada e crítica mordaz à sociedade contemporânea.

Mais uma vez a encenação  está a cargo do  conhecido (actor, encenador e dramaturgo) António Neiva , a partir de textos de Manuel Quintas Neves,  que se refere a este trabalho da seguinte forma: “Esta epopeia Fagundiana, podemos compará-la  à epopeia Alexandrina que é caracterizada por uma aposta na brevidade do texto, nos elementos polifónicos, imaginativos e  didacticamente irónicos.

Apresenta um tom de exaltação, isto é, de valorização  dos seus heróis e seus feitos. Tudo isto, de repente, soa a falsete e desmistificam-se histórias mal contadas. 

Nela se fala dos costumes e características do  "Povo Luso, alma imensa", da nossa autocomiseração e saudade, do eterno sebastianismo e do desenrasca, dos nossos sonhos e esperança na mudança. 

A epopeia possui habitualmente um fundamento histórico, mas não reproduz os acontecimentos com fidelidade, antes os deforma, apresentando-os como atos exemplares que funcionam como modelos de comportamento. 

Os principais objetivos deste trabalho são propagar a reflexão sobre este espetáculo de teatro e mapear o momento histórico pelo qual passa este texto "Fagundiano".

O grupo de teatro promete momentos de boa disposição, exaltando a figura de João Alvares Fagundes e a sua façanha de demanda pelo “fiel amigo”, o Bacalhau.

Em bom sotaque vianense, imagine-se, entre a rua Grande e o velho cais, a repetida pergunta carregada de mistério e desconcerto...”Pra onde vais, Fagundes?!”

II FESTIVAL DE TEATRO DE PONTE DA BARCA FOI UM SUCESSO

Terminou no passado dia 01 de dezembro o II Festival de Teatro que a autarquia de Ponte da Barca levou a cabo em parceria com 6 grupos (Companhia Movimento Incriativo; Associação Cultural Unhas do Diabo; Grupo de Teatro Minc Juvenil; Krisálida – Associação Cultural do Alto Minho; e protejo de teatro comunitário da Associação Magalhães em Movimento).

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No total de oito espetáculos, o objetivo passou por promover a cultura e potenciar iniciativas para todas as faixas etárias, o que reitera a vontade da autarquia em apostar num programa cultural diversificado ao longo do ano.

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P'RA ONDE VAIS FAGUNDES? - SOBE À CENA EM CARREÇO

O grupo de teatro da SIRC estreia nova peça  “Pra onde vais Fagundes?!”

O grupo de teatro da Sociedade de Instrução e Recreio de Carreço vai estrear , no próximo dia 6 e 7  de Dezembro, nas suas instalações uma nova produção teatral intitulada “Pra onde vais Fagundes?!”.

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Peça teatral de um só acto, procura recrear a viagem do célebre navegador vianês pelas águas da Terra Nova, entrelaçando a epopeia com a ficção bem humorada e crítica mordaz à sociedade contemporânea.

Mais uma vez a encenação  está a cargo do  conhecido (actor, encenador e dramaturgo) António Neiva , a partir de textos de Manuel Quintas Neves,  que se refere a este trabalho da seguinte forma: “Esta epopeia Fagundiana, podemos compará-la  à epopeia Alexandrina que é caracterizada por uma aposta na brevidade do texto, nos elementos polifónicos, imaginativos e  didacticamente irónicos.

Apresenta um tom de exaltação, isto é, de valorização  dos seus heróis e seus feitos. Tudo isto, de repente, soa a falsete e desmistificam-se histórias mal contadas. 

Nela se fala dos costumes e características do  "Povo Luso, alma imensa", da nossa autocomiseração e saudade, do eterno sebastianismo e do desenrasca, dos nossos sonhos e esperança na mudança. 

A epopeia possui habitualmente um fundamento histórico, mas não reproduz os acontecimentos com fidelidade, antes os deforma, apresentando-os como atos exemplares que funcionam como modelos de comportamento. 

Os principais objetivos deste trabalho são propagar a reflexão sobre este espetáculo de teatro e mapear o momento histórico pelo qual passa este texto "Fagundiano".

O grupo de teatro promete momentos de boa disposição, exaltando a figura de João Alvares Fagundes e a sua façanha de demanda pelo “fiel amigo”, o Bacalhau.

Em bom sotaque vianense, imagine-se, entre a rua Grande e o velho cais, a repetida pergunta carregada de mistério e desconcerto...”Pra onde vais, Fagundes?!”

FESTA DA MARIONETA LUSO-GALAICA ANIMA CAMINHA NOS DIAS 7 E 8 DE DEZEMBRO

Maluga chega, pela primeira vez, a Vila Praia de Âncora já no início de 2020

Caminha é a capital da marioneta nos dias 7 e 8 de dezembro com a promoção de mais uma edição da Festa da Marioneta Luso-Galaica – Maluga- e que este ano traz muitas novidades. Oficinas divertidas, animação de rua e vários espetáculos com destaque para o reportório do teatro tradicional de fantoches português, o Dom Roberto, vão dar o mote a esta 5ª edição. Pela primeira vez, o Maluga vai chegar a Vila Praia de Âncora já em janeiro de 2020, com vários espetáculos dirigidos para a comunidade escolar.

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O festival da marioneta é promovido pela companhia de teatro Krisálida e resulta de uma parceria com a Câmara Municipal de Caminha, reunindo companhias de marionetas de Portugal e da Galiza (Espanha), entre espetáculos em sala e na rua, mas também com oficinas de construção de marionetas para crianças a partir dos 4 anos.

De acordo com Carla Magalhães, diretora artística da Krisálida, “o festival não para de crescer e na edição deste ano apostamos na forma popular portuguesa do teatro de marionetas de luva em Portugal, o Teatro Dom Roberto, uma relíquia da cultura popular nacional. Vamos ter dois espetáculos deste género, pela companhia MãoZorra através do fantocheiro/roberteiro João Costa, recuperado de mestres que o faziam de forma bastante intensiva em Portugal até aos finais da década de 1960, além de uma nova peça que este artista criou dentro da matriz deste teatro”.

Como já referimos, esta edição conta com um programa aliciante e vai levar a marioneta, pela primeira vez, a Vila Praia de Âncora. São muitos os espetáculos a que poderemos assistir nos dias 7 e 8 de dezembro.

O dia 7, começa com o espetáculo "A girafa que comia estrelas", protagonizado pelo Movimento InCriativo, de Arcos de Valdevez, no Valadares, Teatro Municipal de Caminha, pelas 11H00. Trata-se de uma adaptação do conto homónimo de José Eduardo Agualusa.

Da parte da tarde, pelas 15H30, a Praça do Conselheiro Silva Torres é palco do Teatro D. Roberto"O Caçador", encenado por MãoZorra – Teatro de Marionetas. O Teatro Dom Roberto é um género popular de teatro de marionetas português em que todas as personagens falam com "voz de palheta", levando a que o vocabulário se baseie em palavra e onomatopeias em que a letra 'R' é predominante. Este género terá chegado a Portugal no século XVII, através de marionetistas italianos e franceses.

O primeiro dia do festival termina no Valadares com a exibição da peça "Auga que non vas beber", pela companhia galega Fantoches Baj. É uma comédia musical para marionetas com canções populares e da memória coletiva na península ibérica, como "A Saia da Carolina" ou "O sermão do padre Damião".

No domingo, dia 8, decorrerão as oficinas divertidas com a construção de marionetas de mesa por crianças, projeto denominado "Quem é quem?" e que é conduzido pela companhia Historioscópio, do Porto. As crianças terão a oportunidade de dar corpo às personagens da sua imaginação, construindo-as e dando-lhes vida, além de criar as suas próprias histórias. As oficinas decorrerão nos Paços do Concelho a partir das 10H00.

Pelas 15H30, o Teatro Dom Roberto está de regresso à Praça Conselheiro Silva Torres, com a história "O Barbeiro", em que Roberto, o protagonista destas histórias, vive uma aventura no dia do seu casamento com a polícia e o diabo à mistura. De seguida é apresentada a história "A Tourada", retratando uma verdadeira tourada à portuguesa, mas com um touro que é doce e que gosta de festinhas.

Esta edição termina no Valadares, pelas 17H00, com o espetáculo “João Pateta”, pela companhia Historioscópio – Teatro de Marionetas. A partir dos Contos para a Infância de Guerra Junqueiro, “João pateta” aborda o imaginário das histórias tradicionais do meio rural, contadas e recontadas oralmente de geração em geração. A peça tem a particularidade de ser acompanhada por música ao vivo, com uma banda sonora original ao estilo dos 'blues'.

Este projeto é apoiado pela dgArtes – Direção Geral das Artes.

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CABECEIRAS DE BASTO APRESENTA "HORA DO CONTO"

CTCMCB apresentou ‘Elmer, O Elefante’ em semana dedicada à ‘Hora do Conto’

Cerca de 300 crianças do ensino pré-escolar participaram esta semana, de 18 a 22 de novembro, na ‘Hora do Conto’ dinamizada pela Câmara Municipal, através do Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto (CTCMCB), na Biblioteca Municipal Dr. António Teixeira de Carvalho, na vila do Arco de Baúlhe.

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A vereadora da Educação e Cultura, Dra. Carla Lousada, assistiu à sessão desta manhã, dia 22 de novembro.

‘Elmer, O Elefante’ foi a história contada às crianças, uma história que trabalha a aceitação das diferenças de forma lúdica, levando os mais novos a encarar a diversidade como algo positivo. Com a ‘Hora do Conto’ estimulou-se a imaginação e a curiosidade mas também o gosto pela descoberta.

A encenação do Centro de Teatro pretendeu, assim, estimular nos mais pequeninos o contacto com a literatura, proporcionando momentos muito divertidos a todos os espectadores.

A componente lúdica e pedagógica prosseguem, assim, de mãos dadas, proporcionando o Centro de Teatro, em parceria com a Biblioteca Municipal Dr. António Teixeira de Carvalho, divertidas aprendizagens às crianças.

Crianças da Escola Básica Padre Dr. Joaquim Santos, Prof. Filomena Mesquita, do Arco de Baúlhe, de Pedraça, de Cavez e da Faia, bem como do Jardim de Infância de Santa Senhorinha, Gondarém e Bucos participaram nesta iniciativa.

Com a dinamização da ‘Hora do Conto’, a Câmara Municipal pretendeu impulsionar a criatividade das crianças, contando histórias de forma alegre e descontraída, com o intuito de ‘seduzir’ as crianças para o universo da literatura e, dessa maneira, ajudar na formação de novos leitores.

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GRUPOS DE TEATRO AMADOR DE ESPOSENDE PREPRARAM DUAS NOVAS ESTREIAS

No âmbito do programa municipal CREARTE – Crescimento da Arte Teatral em Esposende, os grupos de teatro amador da Juventude Unida de Marinhas (JUM) e de Fonte Boa vão estrear duas produções teatrais.

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Assim, no próximo dia 30 de novembro, às 22h00, o grupo de teatro da JUM leva à cena, no Salão Paroquial de Marinhas, a peça “Ensaio Geral”, de Vitor Gabriel, e, no dia 14 de dezembro, às 21h45, no Centro Social e Paroquial de Fonte Boa o Grupo Teatro Fonte Boa (GARFO) estreia a peça “A Talha”, de Luigi Pirandello. Ambas as produções contam com encenação de Jorge Alonso e Eva Fernandes.

“Ensaio Geral” é uma opereta cómica. Um grupo de teatro ensaia uma famosa tragédia portuguesa e hoje é o dia do ensaio geral. O encenador quer começar o ensaio mas falta a atriz principal da cena. Como a estreia é no dia seguinte é preciso ensaiar, tem que se arranjar uma solução que passe pela substituição da atriz em falta. A escolha de quem a irá substituir e o que daí resulta irá gerar situações cómicas e inesperadas. E como se não bastasse ter faltado a atriz principal, uma outra à última da hora avisa que não virá também. Todos procuram remendar estas faltas, inclusive o “ponto” que terá um importante papel nesta trama. Para adensar a questão o empresário do teatro, o mecenas, assistiu escondido a todo este rol de cenas falhadas e interrompidas. Será mesmo possível estrear? Iremos então assistir ao desenrolar de um ensaio geral muito especial.

A peça “A Talha” retrata a história de um rico e conflituoso latifundiário; o famoso Don Lolò, antecipando uma grande colheita de azeitonas, compra uma gigantesca Talha para armazenar o óleo extra que será produzido. A Talha é colocada numa despensa mas sem motivo o objeto é encontrado completamente quebrado e dividido em dois.

O Artesão Zi Dima, famoso na área por ter inventado a sua singular e poderosa cola é chamado mas Don Lolò insiste no uso de agrafes. Zi Dima põe-se a trabalhar, irritado com a falta de confiança na sua cola, conserta a jarra com agrafes mas acaba preso dentro dela por causa da colocação dos agrafes. A cola é tão poderosa que a única maneira de o soltar seria esmagar a Talha. Don Lolò, o dono do pote, vai então à cidade para consultar o seu advogado, que o aconselha de que é legalmente obrigado a quebrar o dito pote para libertar Zi Dima, mas que Zi Dima será obrigado a compensá-lo pelo valor da Talha. O que se segue é uma série de ações farsescas que, eventualmente, irão levar Don Lolò a ser alvo da piada de toda a aldeia. Uma situação paradoxal, no limite do grotesco, e um final inesperado de humor Pirandelliano, são os ingredientes desta hilariante obra.

O projeto CREARTE está a ser dinamizado pelo Município com o intuito de incentivar o crescimento da arte teatral no concelho. Através deste, os grupos locais de teatro amador têm tido a oportunidade de desenvolver produções teatrais e de fazer a sua apresentação em vários espaços do concelho, o que se traduz no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU “Educação de Qualidade” e “Parcerias para a Implementação dos Objetivos de Sustentabilidade”.

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PONTE DE LIMA APRESENTA GERTRUDE STEIN E ACOMPANHANTE, DE WIN WELLS | ESCOLA DE MULHERES

22 de Novembro – 22h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

Na próxima sexta-feira, 22 de Novembro, às 22h00, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, a Escola de Mulheres apresenta o espectáculo de teatro Gertrude Stein e Acompanhante, de Win Wells, com Cucha Carvalheiro e Lucinda Loureiro, acompanhadas pelo pianista Nuno Vieira de Almeida, com Encenação, Dramaturgia e Versão Cénica de Fernanda Lapa.

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Em cena, um diálogo improvável entre a escritora e poetisa americana Gertrude Stein, já falecida e a sua companheira de 36 anos de vida, Alice B. Toklas, que a convoca para dar opiniões sobre os seus assuntos preferidos: ela própria, a literatura, a pintura, as artes.

As duas personagens interpretam, várias vezes, outras personagens que com elas conviveram, como o irmão de Gertrude, Leo, Picasso, Mabel Dodge, entre outras.

A peça recua e avança desde o primeiro encontro entre ambas até às suas mortes.

Mais do que uma peça gay, como tem sido considerada, é um espectáculo sobre uma relação amorosa que nos apresenta personagens marcantes da cultura mundial.

A adaptação d’ A Escola de Mulheres tem tradução de Fernando Villas-Boas e música de Nuno Vieira de Almeida, que, em palco, ao piano, comenta a acção com peças musicais do período Modernista e de compositores que conviveram com as duas: Stein e Toklas.

AUTORIA Win Wells

TRADUÇÃO Fernando Villas-Boas

ENCENAÇÃO, DRAMATURGIA E VERSÃO CÉNICA Fernanda Lapa

ESPAÇO CÉNICO E FIGURINOS António Lagarto

INTERPRETAÇÃO Cucha Carvalheiro, Lucinda Loureiro e Nuno Vieira de Almeida (ao piano)

ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO Marta Lapa

DESENHO DE LUZ Paulo Santos

FOTOGRAFIA Margarida Dias

MESTRA DE GUARDA-ROUPA Aldina Jesus

ASSISTENTE DE ESPAÇO CÉNICO Jesús Manuel

DIRECÇÃO DE PRODUÇÃO Ruy Malheiro

CO-PRODUÇÃO Escola de Mulheres e São Luiz Teatro Municipal

Maiores de 12 anos.

Bilhetes à venda (5,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

BARCELOS REALIZA FESTIVAL DE TEATRO EM BALUGÃES

O festival de teatro PALCO DE TERRA arranca este fim de semana. De 23 de novembro a 1 de dezembro, vindo da Galiza, Boticas e Braga, o teatro monta palco na terra de Balugães, em Barcelos.

Este sábado, pelas 21h30, o teatro de revista “Braga por um canudo”, do Grupo Cénico de Arentim, abre a programação. No domingo, pelas 16h00, é a vez do grupo galego de Teatro Afeccionado San Fins de Rebordans levar à cena a comédia “Bar Manolo”. O festival continua no fim de semana seguinte, no dia 30 de novembro, pelo Grupo de Teatro Fórum Boticas com uma das clássicas comédias gregas “Lisístrata ou a greve do sexo”. O certame fecha com a atribuição do Prémio PALCO DE TERRA, no dia 1 de dezembro, às 16h00.

O prémio anual PALCO DE TERRA foi instituído para reconhecer e agradecer o trabalho e o esforço de pessoas e instituições no âmbito do teatro realizado no meio rural e da criação artística sobre o Minho. Em 2018, a distinção foi atribuída ao Cénico Lírio do Neiva, distinguido por ser o grupo de teatro amador mais antigo do Minho em atividade, tendo sido fundado em 1933.

O festival é organizado pelo Teatro de Balugas com a colaboração da Junta de Freguesia de Balugães. A entrada é livre e limitada à lotação do auditório da Junta de Freguesia de Balugães.

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PÁTRIA É A NOVA ESTREIA NA CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO

AGENDA | Ensaio aberto à Comunicação Social

O diretor da Casa das Artes de Famalicão, Álvaro Santos, convida o vosso órgão de Comunicação Social a participar, no próximo dia 27 de novembro, às 15h00, no ensaio aberto de “PÁTRIA”, mais uma coprodução de teatro que estreia (a segunda neste mês) em Vila Nova de Famalicão.

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Durante este ensaio, será permitida a recolha de imagens e, depois, gravar declarações dos envolvidos nesta encenação teatral.

PÁTRIA é uma coprodução entre A Turma e a Casa das Artes de Famalicão. Estará em Vila Nova de Famalicão em 29 e 30 de novembro, às 21h30, no Grande Auditório.

Entrada: 8 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros

M/12

Duração: 60 m

«Enquanto houver cenas de família haverá questões a colocar ao mundo». Disse-o Roland Barthes e no ciclo 'Retrato de Família' se faz lema. Segunda fase do mesmo, que se inicia em residência da Fábrica das Ideias. Processo final do convite a Bernardo Carvalho — autor de uma «escrita depurada, urbana e cerebral - para que escrevesse obra original, a que respondeu com ideia há tempos armazenada: monólogo que acouta um pai e um filho, um filho e um pai, ao mesmo tempo e em tempos diversos. Em 'PÁTRIA', um homem narra a sua história de refugiado em alheio país. Tendo nas paredes ouvintes, interpreta homem só, na esperança de que o julguem demente e dele se esqueçam. De uma vez por todas. Conta a história desse homem expatriado e injustiçado (ou assim nos faz crer), até que um estrangeiro lhe bate à porta, pronto a contradizê-lo. Talvez o velho refugiado não seja quem anuncia. Acaso nem refugiado seja. Velho sequer. E o estrangeiro não venha a ser tão estrangeiro assim.

Ficha Artística

texto - Bernardo Carvalho

encenação - Manuel Tur

interpretação - Pedro Almendra

cenografia - Ana Gormicho

desenho de luz - Cárin Geada

figurinos - Anita Gonçalves

música original - João Hasselberg

produção - A Turma (A Turma é uma estrutura financiada pela Direção Geral das Artes)

“A CRIATURA”, A PARTIR DE “QUANDO NÓS, OS MORTOS, DESPERTARMOS” | COMPANHIA DE TEATRO DE BRAGA

15 de Novembro – 22h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

Na próxima sexta-feira, 15 de Novembro, às 22h00, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, a Companhia de Teatro de Braga apresenta A Criatura, a partir de Quando Nós, os Mortos, Despertarmos, de Henrik Ibsen, com encenação de Lelio Lecis, Director da Companhia de Teatro Akroama (Itália), com interpretação de António Jorge, Eduarda Filipa, Rogério Boane e Solange Sá.

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O espectáculo centra-se no conceito de criação artística, analisando a delicada sintonia que se cria entre o autor e seu trabalho. Lelio Lecis transporta o público para a última história contada por Ibsen, com o espectáculo A Criatura, uma obra dedicada à arte, aos sonhos e aos impulsos de paixão, onde a loucura e a morte se conectam com o sentido mais profundo da criação artística.

"A criação artística é para o seu criador a única possibilidade de comunicar o seu mundo aos outros, mas também a si mesmo", explica o encenador, reflectindo sobre a intimidade da relação que é criada entre o artista e a sua "criatura".

No geral, o trabalho representa a reflexão de uma extrema meditação feita pelo autor sobre si mesmo e sobre a sua própria arte, através do personagem de um famoso escultor (Rubek), actualmente idoso, que descobre ter sacrificado o amor pela arte e a própria arte pelo sucesso, acompanhado por imagens fervorosas, numa cadeia de actos de absoluto egoísmo. O escultor torna-se, de facto, famoso em todo o mundo, principalmente pela sua escultura sobre a ressurreição, que representa uma jovem mulher que se eleva em direcção ao céu, a partir de um pedestal que parece uma terra povoada por seres humanos semelhantes a animais. Na realidade, o escultor deve sua fama mais ao pedestal do que à estátua.

O professor Rubek, o orgulhoso herói do drama, o homem que acredita ter conquistado a imortalidade e a glória, descobre nunca ter vivido. Então, ele tenta acordar do seu sono profundo, apenas para se entregar à morte.

Apesar das raízes nórdicas do espectáculo, o encenador consegue recriar no palco o sabor da terra da Sardenha: na verdade, da Sardenha respiram-se as luzes, os silêncios, a linha do horizonte, um nervosismo que nunca se torna neurose e o tempo que se divaga lentamente.

Lelio Lecis, que há anos estuda a relação entre o artista e a obra de sua criação, encontrou numa história do século XIX – a mesma que inspirou Ibsen na escrita de "Quando Nós, os Mortos, Despertarmos" – uma representação eficaz desse delicado relacionamento.

Ficha Técnica e Artística

Adaptação – Lelio Lecis [a partir de Henrik Ibsen “Quando Nós. os Mortos. Despertarmos”]

Tradução – Ana Cruz

Encenação – Lelio Lecis

Cenografia e Figurinos – Valentina Ena

Guarda-Roupa – Manuela Bronze e Mónica Melo

Confecção Figurinos – Manuela Lopes e Mónica Melo

Desenho de Luz – Lelio Lecis

Projecção Laser – João Moura

Design Gráfico – Carlos Sampaio

Fotografia – Eduarda Filipa

Operação de Luzes – Vicente Magalhães

Operação de Som – João Chelo

Captação de Som da personagem "Gerente" – Luís Rosa Lopes

Voz-off da personagem "Gerente" – Rui Madeira

Elenco – António Jorge, Eduarda Filipa, Rogério Boane e Solange Sá

Director Técnico do Theatro Circo – Celso Ribeiro

Maiores de 14 anos

Bilhetes à venda (4,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

MONÇÃO REALIZA ESTREIA NACIONAL DE “CA_MINHO” NO CINE TEATRO JOÃO VERDE

A peça de teatro “CA_MINHO”, uma coprodução da Comédias do Minho e do Teatro Meridional, é estreada esta sexta-feira, no Cine Teatro João Verde (CTJV), pelas 21h30. A entrada é gratuita, sendo necessário a apresentação de bilhete, o qual pode ser solicitado na Loja Interativa de Turismo ou na bilheteira do CTJV.

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Nos dias seguintes, a peça é apresentada em três freguesias do concelho: Junta de Freguesia de Pias (dia 16, pelas 21h00), Centro Cultural do Vale do Mouro, em Tangil (dia 17, pelas 16h00) e Casa do Povo de Barbeita (dia 20, pelas 21h00). As entradas são gratuitas, encontrando-se limitadas à lotação da sala. Seguem-se apresentações nos restantes municípios do Vale do Minho e, posteriormente, uma temporada em Lisboa.

“CA_MINHO” parte de uma pesquisa histórica, antropológica e vivencial que incorpora a contemporaneidade, assumindo a região do Minho como território de referência e homenagem. Trata-se de uma iniciativa lançada pela Comédias do Minho que entronca no Projeto Províncias, desenvolvido pelo Teatro Meridional, desde 2003.

Os pressupostos concetuais de construção deste projeto assentam na procura de um trabalho de exploração da linguagem gestual, transformando a dramaturgia em movimento e intenção dos corpos, de forma a tornar expressivo um universo que identifique a região na sua condição e construção humana.

Com encenação/desenho de luz de Miguel Seabra, a peça de teatro conta com dramaturgia de Natália Luiza, música original/espaço sonoro de Rui Rebelo e interpretação de Emanuel Arada, Joana Magalhães, Luís Filipe Silva, Pedro Diogo, e Rosinda Costa. A direção artística (Teatro Meridional) pertence a Miguel Seabra e Natália Luiza. A direção artística (Comédias do Minho) tem assinatura de Magda Henriques.

Dia 15, 21h30

Cine Teatro João Verde, Monção

Dia 16, 21h00

Junta de Freguesia de Pias

Dia 17, 16h00

Centro Cultural do Vale do Mouro, Tangil

Dia 20, 21h00

Casa do Povo de Barbeita

LITTLE B | VISÕES ÚTEIS: MAIS UMA ESTREIA ABSOLUTA, A SEGUNDA NA PRESENTE TEMPORADA, NO TEATRO DIOGO BERNARDES, EM PONTE DE LIMA

8 de Novembro – 22h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

Esta sexta-feira à noite, 8 de Novembro, a partir das 22h00, o Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, apresenta o espectáculo de teatro, em estreia absoluta, Little B, pelo Visões Úteis, concebido, escrito e interpretado por Ana Vitorino, Carlos Costa, Mário Moutinho e Sara Barros Leitão, numa co-produção do Teatro Municipal do Porto, Teatro Diogo Bernardes e Teatro Académico Gil Vicente, de Coimbra.

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“Little B”, a nova criação do Visões Úteis, é um espectáculo concebido, escrito e interpretado por Ana Vitorino, Carlos Costa, Mário Moutinho e Sara Barros Leitão, assumindo e ampliando a dinâmica colaborativa que é marca da identidade da companhia.

Inspirado pela biografia profissional de Mário Moutinho – Artista Associado do Visões Úteis em 2018 e 2019 –, o espectáculo recusa, no entanto, uma perspectiva arquivista ou documentarista: aqui não interessa tanto a vida do Mário, mas a pluralidade de vidas que uma vida pode conter; não tanto a sua vida vivida, mas a sua vida por viver; não tanto aquilo que (d)ele se recorda mas os atalhos, imprecisões e armadilhas da memória que se tornam evidentes quando se tenta arquivar uma vida.

E sobretudo, mais do que aquilo que o Mário fez, interessa o que sonhou e falhou fazer – porque é aí que todos nos encontramos: o protagonista de Dumas/Sartre (“Keane”) que nunca fez, o Próspero, rodeado de marionetas, que nunca interpretou, o solo de bateria (“Little B”, The Shadows) que nunca tocou.

“Little B” estreia a 8 de Novembro de 2019 em Ponte de Lima (Teatro Diogo Bernardes), apresentando-se posteriormente em Setúbal (Casa da Cultura, Dezembro de 2019), no Porto (Teatro Municipal/Rivoli, Janeiro de 2020), Coimbra (Teatro Académico Gil Vicente, Janeiro de 2020) e Sintra (Festival Muscarium, Setembro 2020).

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Direção e Texto Ana Vitorino, Carlos Costa, Mário Moutinho, Sara Barros Leitão

Cenografia Inês de Carvalho

Sonoplastia João Martins

Desenho de Luz Pedro Correia

Vídeo Alexandra Allen, Sara Allen

Interpretação Ana Vitorino, Carlos Costa, Mário Moutinho, Sara Barros Leitão / Mafalda Banquart, participação especial Clara Costa, Pedro Monteiro

Coordenação de Produção Teresa Camarinha

Produção executiva Pedro Monteiro

Coordenação técnica Zé Diogo Cunha

Produção Visões Úteis

Coprodução Teatro Municipal do Porto, Teatro Diogo Bernardes, Teatro Académico de Gil Vicente

Agradecimentos Teatro de Marionetas do Porto

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O Visões Úteis é um projecto artístico de origem teatral, fundado no Porto em 1994 e que criou e produziu já mais de meia centena de trabalhos, em Portugal e no estrangeiro, entre espectáculos de teatro, trabalhos de Performance na Paisagem e Performances Comunitárias.

Desenvolve também actividade de investigação, de formação – através do seu Serviço Educativo – e de edição, quer pela publicação de livros, quer pela criação e produção de filmes e formatos sonoros.

O Visões Úteis é um projecto pluridisciplinar, com uma direcção partilhada e assente em metodologias de trabalho colaborativas que convocam uma especial participação de toda a equipa artística.

A Direcção Artística é de Ana Vitorino, Carlos Costa e João Martins.

Bilhetes à venda (5,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt.

II FESTIVAL DE TEATRO DE PONTE DA BARCA

Depois do sucesso da I edição, o Festival de Teatro está de regressoa a Ponte da Barca com início a 14 de novembro e término no dia 1 de dezembro. A iniciativa, promovida pela Câmara municipal em parceria com 6 grupos (Companhia Movimento Incriativo; Associação Cultural Unhas do Diabo; Grupo de Teatro Minc Juvenil; Krisálida – Associação Cultural do Alto Minho; e projeto de teatro comunitário da Associação Magalhães em Movimento) pretende promover a cultura e potenciar espetáculos para todas as faixas etárias, o que reitera a vontade da autarquia em apostar num programa cultural diversificado ao longo do ano.

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No total estão previstos oito espetáculos, todos a decorrer no auditório da Epralima.  As primeiras peças de teatro acontecem nos dias 14, 21 e 28 de novembro, com a peça "A Girafa que Comia Estrelas", direccionada ao público Escolar. Segue-se a peça "Sexta-feira 13, no dia 29, e as peças a "Alma do Lobo, e "Plásticos", no dia 30. "O Auto da Barca do Inferno" e "Baile de Outono" encerram, a 1 de dezembro, a edição deste ano. A entrada é gratuita.

PONTE DA BARCA ASSINALA DIA DO IDOSO - UTENTES DAS IPSS’S LOCAIS PRESENTEADOS COM UMA TARDE DE TEATRO

Com forma de assinalar do Dia Internacional do Idoso (1 de Outubro) e o Dia Mundial da Terceira Idade (28 de outubro) o grupo das Oficinas do Lazer, da Rede Social local, em parceria com o município e as instituições locais proporcionaram aos utentes institucionalizados do concelho um momento de encontro entre instituições e muita diversão com a recriação de uma peça de teatro concretizada pelo grupo Movimento Incriativo que visou, sobretudo, entreter os espetadores e proporcionar uma tarde repleta de boa disposição.

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Além dos Centros de Dia e Lares de Idosos (Associação Social e Cultural a freguesia de Britelo, Santa Casa da Misericórdia de Ponte da Barca, Centro Paroquial e Social de Lavradas, Associação Social e Cultural dos Amigos da Barca e Centro Social de Entre Ambos-os-Rios) este também presente a APPACDM que dá apoio a outro grupo de pessoas com outro tipo de fragilidades, designadamente os cidadãos portadores de deficiência e que também fazem parte desta “família” que são as Oficinas do Lazer.

Reforçar a promoção de um envelhecimento saudável e a valorização da autonomia, são as bases das ações traçadas pela Autarquia e pelos vários parceiros a que se associa para a concretização destes objetivos.

Recorde-se que a dinamização das Oficinas do lazer, criadas no âmbito do trabalho em Rede e coordenado pelo Município de Ponte da Barca desde 2006, tem como principal objetivo a criação de momentos de convívio para e com os utentes das diversas IPSS’s do concelho, pelo que a autarquia continua a apostar na criação de dinâmicas de parceria entre as várias instituições, numa lógica integrada de articulação e de maximização de sinergias.

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