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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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TEATRO EM CELORICO DE BASTO É UM FESTIVAL

Festival de Teatro Amador “Àmostra” encerrou com casa cheia

O Grupo de Teatro Celoricense apresentou, nos dias 15 e 16 de junho, no Centro Cultural Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa a peça “A farsa do Advogado Pathelin” e encerrou um mês dedicado ao teatro.

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Ao longo de um mês, Celorico de Basto assistiu a 4 peças de teatro diferentes que levaram ao palco grande parte dos atores que integram o GTC.

“Este festival é a melhor forma de apresentarmos o trabalho que temos vindo a desenvolver ao longo dos tempos. É facto que ainda dispomos de parcos recursos mas estamos a trabalhar para conseguirmos todas as condições para que os nossos atores possam apresentar mais peças ao longo do ano” disse Filipe Gonçalves, Presidente do GTC.  Filipe Gonçalves disse ainda que terminaram, neste momento, um ciclo de formação. “Todas as turmas do GTC terminaram os três anos de formação e temos agora um grupo alargado de atores preparados para trabalhar arduamente em teatro. Não quer dizer contudo, que deixaremos de ter formação, ainda vamos analisar a hipótese de abrirmos novas turmas” ressalvou.

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O mês de teatro proporcionou a apresentação de peças de muita qualidade que moveram a população a assistir.

No dia 26 de maio, dia de abertura do festival “Àmostra”, foi apresentada a peça o Chá de São Cornélio” pelo grupo de teatro do Centro Cultural Lordelense – Vila Real. No dia 2 de junho, o grupo de teatro de novelas – Penafiel apresentou o teatro de revista “Ide dar lavagem à porca”.

No dia 10 de junho, o Grupo de Teatro Celoricense apresentou uma peça de teatro infantil original criada e encenada por Tiago Pires, denominada “Ulisses”. Durante aproximadamente uma hora, alguns dos mais jovens atores do GTC, com cenário e figurinos à época interpretaram as aventuras de Ulisses, uma personagem da Ilíada e da Odisseia de Homero.

“Este festival de teatro é a prova viva de que somos um concelho voltado para a cultura e que existem artes que nos identificam, e o teatro é uma dessas artes” disse Joaquim Mota e Silva, Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto. “Continuaremos a apoiar esta dinâmica criada por este grupo de teatro e, estou certo, que muito em breve, serão reconhecidos pelo trabalho meritório que têm desenvolvido na formação e na divulgação desta arte” enalteceu o autarca.

A encerrar este festival subiu ao palco a peça francesa “a Farsa do Advogado Pathelin” e encheu o auditório que se divertiu com a comédia apresentada. Uma peça adaptada para situações do nosso quotidiano mas que foi composta na idade média e que critica e satiriza os costumes das duas mais fortes classes sociais da França no século XV, os comerciantes e os homens das leis. Esta peça foi encenada por Tiago Pires e teve os alunos que integram o último ano de formação de adultos, como atores.

Os presentes no encerramento do festival “Àmostra” aplaudiram, de pé, a interpretação dos atores.

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TURMA 11 DA EB1 DE PONTE DE LIMA APRESENTA O ESPECTÁCULO “CONFEITOS PARA TODOS – A FESTA DA AMIZADE” INSERIDO NO SERVIÇO EDUCATIVO DO TEATRO DIOGO BERNARDES

21 de Junho – 17h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

No próximo dia 21 de Junho, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, será apresentado o exercício espectáculo Confeitos Para Todos – A Festa da Amizade, inserido no Curso de Teatro de Longa Duração para o 1.º Ciclo, pela Turma 11 da EB1 de Ponte de Lima, resultante do Serviço Educativo do Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, da responsabilidade do Município de Ponte de Lima em parceria com a Fértil Cultural, com direcção de Neusa Fangueiro e apoio de Rui Alves Leitão e Albertina Rêgo, com entradas gratuitas e para maiores de 3 anos.

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“Numa cidade, disfarçada de floresta, onde árvores se misturam e se fazem parecer casas, um grupo de amigos preocupado com o mundo procura algo valioso que possa salvar este de todo o mal que o está a assombrar. Num brincar ao faz de conta onde a imaginação é primordial, estes meninos na sua busca encontram um monstro… imaginário composto pelos corpos de outras crianças.”

Recorde-se que no passado dia 26 de Maio, no Largo da Alegria (Além da Ponte), foi apresentado o exercício final da formação/curso de longa duração do Serviço Educativo do Teatro Diogo Bernardes 2017-2018, dirigido aos actores dos grupos de teatro do concelho, com o título Turistas.

O espectáculo resultou da formação para actores dos grupos Duplaface Companhia das Artes, Gorilas e Pequenos Actores do Lima, de Ponte de Lima, no âmbito do Serviço Educativo do Teatro Diogo Bernardes, também sob a direcção da Fértil Cultural, estrutura profissional de teatro.

No decurso da formação, foram abordadas várias técnicas de interpretação, explorando a voz, o corpo e as emoções, bem como temas como a dramaturgia, a encenação e a música em cena, para que os participantes desenvolvessem novas formas de expressão dramática e criação teatral.

Para a temporada de 2018-2019, coincidente com o próximo ano lectivo, o Serviço Educativo do Teatro Diogo Bernardes irá manter o Curso de Teatro de Longa Duração dirigido ao 1.º Ciclo e a formação de teatro para adultos, com destaque para os actores amadores do concelho.

Serão ainda, ao nível escolar, acrescentadas mais duas ofertas educativas.

Visitas Encenadas ao Teatro – É usual os teatros de agora abrirem as suas portas aos públicos escolares de forma a mostrar como funcionam tecnicamente; no entanto, se esta apresentação for meramente técnica pode cair numa linguagem desadequada e cansativa para o público a que se está a dirigir. Uma forma de contornar este problema é transformar a visita técnica numa criação artística ambulante pelo teatro. São vários os teatros que adoptaram este modelo com resultados positivos.

Papim Papa Palavras – Espectáculos de Teatro Para os Jardins de Infância

Papim, um monstro papão fora do vulgar, em vez de assustar meninos vem para lhes mostrar a magia das palavras existentes nas histórias. Um monstro imaginário criado pela mãe do Afonso

através do seu brinquedo preferido, um móbil cheio de palavras ilustradas. Durante o espectáculo vamos brincar com muitas palavras e a sua sonoridade. A porta bate e o Papim, que é um papão, papa tudo o que lhe aparece à mão.

“Papim Papa Palavras” é uma criação dedicada à primeira infância, com Criação e Interpretação de Neusa Fangueiro e Rui Alves Leitão e Criação Plástica Theresa Campos.

O interesse na participação nas distintas actividades e/ou na recepção do espectáculo “Papim Papa Palavras” deve ser comunicado pelos estabelecimentos de ensino do concelho de Ponte de Lima, através de correio electrónico, até 30 de Junho de 2018.

Os Serviços do Teatro Diogo Bernardes comunicarão às escolas a decisão final até 15 de Agosto de 2018.

O início das actividades decorrerá em Outubro de 2018.

Mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

FESTIVAL CONTRACENA ANIMA CABECEIRAS DE BASTO

Cabeceiras de Basto acolheu nos passados dias 8, 9 e 10 de junho, o ContraCena – Festival de Teatro que juntou três companhias – duas portuguesas e uma espanhola – no auditório da Casa da Juventude e que proporcionaram ao numeroso público três espetáculos teatrais multidisciplinares, dirigidos a diferentes faixas etárias.

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Durante os três dias culturais dedicados ao teatro foram superadas as expectativas e o feedback da organização e do público presente é muito positivo.

No primeiro dia de espetáculo, no dia 8, marcaram presença os vereadores Dra. Carla Lousada e Eng. Pedro Sousa, sendo que nos dias 8 e 9 de junho, participou nos eventos o vice-presidente da Câmara Municipal, Dr. Mário Oliveira.

No dia 8 de junho subiu ao palco a peça ‘Entre a flauta e a viola’ pela companhia Thamuse Teatro, de Mondim de Basto. Baseada na peça de Camilo Castelo Branco, a encenação contou a história de Aniceto que queria, a todo o custo, afastar a filha Vitória de dois pretendentes.

No dia 9 esteve em palco o drama ‘Tejas Verdes’ apresentado pela companhia Jano Teatro, de Valladolid, Espanha.

No dia 10 de junho a encenação ‘Cinderela’ foi protagonizada pel’ A Capoeira Companhia de Teatro, de Barcelos, um espetáculo dedicado ao público infantil com recurso à técnica de manipulação direta de marionetas.

À semelhança das edições anteriores, esta terceira edição do festival foi organizada pela Câmara Municipal e produzida pelo CTCMCB – Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, marcando a programação cultural de Cabeceiras de Basto e reforçando o papel ativo do concelho enquanto município embaixador do teatro na região.

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VALENÇA CONTA EM PALCO HISTÓRIAS DE TRAPICHEIRAS E CONTRABANDISTAS

História de Valença em Palco. Teatro Conta Vida das Trapicheiras e Contrabandistas

Conhece as estórias do Trapiche? Recorda-se da fronteira? Como era a vida de Valença e Tui nos anos 70 e 80? Sabe o que são mandranas e apalpadeiras? Onde se escondia o contrabando? Os produtos emblemáticos do contrabando?

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Sábado, 16 de Junho, às 21h30, as respostas a estas perguntas sobem ao palco dando voz aos seus verdadeiros protagonistas com as “Memórias da Fronteira”, na Escola Superior de Ciências Empresariais.

Reviver Valença dos Anos 70 e 80

A peça segue a linha imaginária entre Portugal e Espanha, o rio Minho e a Alfândega. A vida na raia, nas freguesias ribeirinhas, está carregada de memórias de sobrevivência que duraram até 25 de Junho de 1991. Valença é um manancial tem estórias que fizeram o dia a dia de muitas gerações, com preponderância nos anos 70 e 80 do último século.

Estórias Verdadeiras em Palco

Esta peça escreveu-se e encenou-se a partir de várias entrevistas que foram recolhidas antecipadamente, junto de trapicheiras e contrabandistas de Valença que viveram na primeira pessoa os momentos da fronteira. A interpretação e construção cénica foi feita com a comunidade local.

Viagem no Tempo

O Contrabando e o Trapiche foram atividades de sobrevivência dos homens e mulheres de Valença, proporcionados pela condição de fronteira. Durante séculos foram a grande fonte de sobrevivência de muitas famílias valencianas ficando para sempre na memória

A iniciativa é do CLDS Valença 3G (Contrato Local de Desenvolvimento Social), com o apoio da Câmara Municipal de Valença. A peça tem dramaturgia e encenação de Rui Alves Leitão.

Uma oportunidade única para assistir em palco à história de Valença focada nas memórias do contrabando e trapiche em Valença.

"ULISSES" ENCHE CENTRO CULTURAL EM CELORICO DE BASTO

Alguns do atores mais jovens que integram o Grupo de Teatro Celoricense subiram ao palco do Centro Cultural este domingo, 10 de junho, feriado nacional, e apresentaram a peça “Ulisses” para uma plateia que se rendeu à interpretação dos jovens atores.

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“Foi absolutamente incrível ver estes jovens em cima do palco, nota-se a evolução, o gosto pela representação. O GTC não é apenas um grupo de teatro, é uma escola, uma família, um centro de artes que procura incutir a todos este “bichinho” pela representação, desde tenra idade” disse o Presidente do GTC, Filipe Gonçalves.

A peça apresentada é uma dramaturgia criada integralmente pelo encenador do GTC, Tiago Pires, que procurou, com estes jovens atores, apresentar algumas das peripécias de um dos mais ardilosos guerreiro de toda a epopeia grega, Ulisses.

A sala encheu para aplaudir os jovens atores que deram “o seu melhor” nas personagens que interpretaram.

“Eu interpretei duas personagens, foi muito giro. Eu gosto muito de fazer teatro, é muito divertido e não é difícil interpretar outras personagens é mais difícil decorar o texto” palavras de Leonor Lopes, atriz do GTC.

A peça levou dezenas de pessoas ao auditório que se mostraram muito agradadas com a peça. “O teatro é de facto um espetáculo. As crianças portaram-se muito bem, os figurinos eram muito bonitos e a peça estava muito bem enquadrada. Parabéns a todos e continuem a presentear-nos com estes ricos momentos” disse Francisco Magalhães, espectador.

 Durante certa de uma, alguns dos mais jovens atores do GTC, com cenário e figurinos à época interpretaram as aventuras de Ulisses, uma personagem da Ilíada e da Odisseia de Homero.

Nos próximos dias 15 e 16 de junho, o palco do Centro cultural receberá a peça “A farsa do Advogado Pathelin”, uma peça de teatro francesa composta no fim da idade média, que critica e satiriza os costumes das duas mais fortes classes sociais da França no século XV, os comerciantes e os homens das leis.

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CABECEIRAS DE BASTO INAUGURA FESTIVAL DE TEATRO

ContraCena – Festival de Teatro arrancou ontem com comédia que arrebatou o público

Arrancou ontem à noite, 8 de junho, no Auditório da Casa da Juventude de Cabeceiras de Basto o ContraCena – Festival de Teatro com a comédia ‘Entre a flauta e a viola’ levada à cena pela companhia Thamuse Teatro, de Mondim de Basto, que arrebatou a plateia.

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 Nesta estreia do ContraCena 2018 marcaram presença os vereadores Dra. Carla Lousada e Eng. Pedro Sousa.

Baseado na peça de Camilo Castelo Branco, a peça conta com encenação de Bruno Pereira e Nelson da Silva e um elenco composto por Alfredo Pinto Coelho, Gonçalo Ferreira, Nelson da Silva, Catarina Silva, Anita Barros e Mauro Lopes. O cenário e figurinos é da responsabilidade da Thamuse - Tâmegar Teatro.

De acordo com a sinopse, “Aniceto chega em fuga a uma estalagem de Barcelos na companhia de sua filha Vitória. Pretende com isso mantê-la afastada de dois pretendentes: um tocador de flauta já seu conhecido e um outro que a cortejava apenas por tê-la visto de passagem, tentando seguir-lhe o rasto. Este suposto pretendente concorria com o flautista, tocando guitarra. Uma vez chegados à estalagem assiste-se a uma sucessão de peripécias com usurário Aniceto tentando defender a todo o custo a sua fortuna”.

Este magnífico festival decorre até amanhã, dia 10 de junho, proporcionando ao público cabeceirense três dias culturais intensos que vêm reforçar o papel ativo do concelho enquanto município embaixador do teatro na região.

O ContraCena - Festival de Teatro realiza-se há três anos pela mão do CTCMCB, trazendo até Cabeceiras de Basto companhias de vários pontos do país e do estrangeiro para espetáculos de elevada qualidade e que esgotam a lotação do auditório da Casa da Juventude.

ContraCena – Festival de Teatro - Thamuse (2)

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FESTIVAL ContraCena CELEBRA TEATRO EM CABECEIRAS DE BASTO

Arranca amanhã, dia 8 de junho, em Cabeceiras de Basto, o ContraCena – Festival de Teatro que proporcionará ao público, até domingo, dia 10 de junho, três dias culturais intensos e gratuitos.

Festival de Teatro Contracena - cartaz 2018

Nesta terceira edição, este festival internacional, organizado pela Câmara Municipal e produzido pelo CTCMCB – Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, continua a movimentar a dinâmica regional com um conjunto de apresentações que extrapola as fronteiras e que expande a cultura local, conectando-a com pensamentos artísticos contemporâneos de diferentes partes do país e do mundo.

Este festival pretende, assim, marcar a programação cultural de Cabeceiras de Basto, reforçando o papel ativo do concelho enquanto município embaixador do teatro na região.

Durante os próximos três dias serão acolhidas duas companhias portuguesas e uma espanhola que compõem o programa do festival com três espetáculos teatrais.

O ContraCena - Festival de Teatro que decorre no Auditório da Casa da Juventude é um evento que se realiza há três anos pela mão do CTCMCB e que traz até Cabeceiras de Basto companhias de vários pontos do país e do estrangeiro para espetáculos de elevada qualidade e que esgotam a lotação do auditório da Casa da Juventude.

Programa

No dia 8 de junho, (sexta-feira) às 21h30, sobe ao palco a peça ‘Entre a flauta e a viola’ pela companhia Thamuse Teatro, de Mondim de Basto.

Baseada na peça de Camilo Castelo Branco, a peça conta a história de Aniceto que quer, a todo o custo, afastar a filha Vitória de dois pretendentes.

No dia 9 de junho, (sábado) às 21h30, sobe ao palco a peça ‘Tejas Verdes’ pela companhia Jano Teatro, de Valladolid, Espanha.

A encenação teatral que vem de Espanha trará muita poesia ao palco do auditório da Casa da Juventude. “Chamavam-na Colorina, porque caminhava de um jeito particular como esse pássaro (um pintassilgo). É a voz dos que não podem falar, dos que sofrem e caem no esquecimento. Um rosto, um número, um lamento”, lê-se na sinopse.

No dia 10 de junho, (domingo) às 16h00, sobe ao palco a peça ‘Cinderela’ pel’ A Capoeira Companhia de Teatro, de Barcelos.

Dedicada ao público infantil, a peça utiliza a técnica de manipulação direta de marionetas e conta a história de Cinderela, filha de um comerciante rico mas feita criada pela madrasta malvada. Um príncipe apaixonou-se por Cinderela, casaram e viveram felizes para sempre.

EM CABECEIRAS DE BASTO ACONTECE CULTURA!

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto convida a população a assistir a este Festival de Teatro ContraCena que abordará diversas temáticas. A entrada é gratuita.

TEATRO ASSINALA EM ESPOSENDE DIA MUNDIAL DO AMBIENTE

Hoje, dia 5 de junho, Dia Mundial do Ambiente, decorreu no Auditório Municipal de Esposende, a última de três sessões da peça de teatro “A Revolta dos Ecopontos”, apresentada pela Tin.Bra – Academia de Teatro, Braga, iniciativa de educação e sensibilização ambiental dirigida aos alunos do 2.º e 3 ciclos dos Municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Cávado.

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Esta iniciativa, organizada pela Esposende Ambiente e pelo Município de Esposende, é uma das quatro ações que compõem a “Campanha de Sensibilização Intermunicipal para Recolha Seletiva e Compostagem doméstica no Cávado”, promovida pela Comunidade Intermunicipal do Cávado (CIM Cávado) para o território da NUT III Cávado e financiada pelo PO SEUR. Esta campanha, atualmente ainda a decorrer, tem como principal objetivo sensibilizar a população em geral e população escolar para a recolha seletiva e compostagem doméstica, fomentando a adoção de hábitos ambientalmente mais corretos e consequente redução da quantidade de resíduos passíveis de valorização encaminhados para aterro.

Ao longo de três sessões assistiram a esta peça de teatro quase meio milhar de alunos do 2º e 3º ciclos pertencentes a 19 turmas da Escola António Correia de Oliveira, Escola António Rodrigues Sampaio, EB2,3 de Forjães, Escola Secundária Henrique Medina e Escola Profissional de Esposende. Para além da distribuição de material de sensibilização pelos participantes, foi igualmente entregue a cada uma das escolas um ecoponto doméstico, ato simbólico com vista à promoção de boas práticas de gestão de resíduos no espaço escolar.

Ainda no âmbito desta Campanha de Sensibilização e no que diz respeito à vertente da promoção da compostagem doméstica, será ainda realizada em junho, em data e local a definir, uma nova sessão de esclarecimento dedicada ao tema da compostagem, seguida da entrega de compostores domésticos aos munícipes interessados em reaproveitar os seus resíduos orgânicos e que não tiveram oportunidade de participar nas sessões que decorreram nas Juntas de Freguesia.  Tendo em conta que existe um número limitado de compostores disponíveis, os interessados em receber um dispositivo para fazer compostagem doméstica em casa deverão manifestar o seu interesse através de envio de mail para cea@esposendeambiente.pt.

BARCELOS: SALÃO DA UCHA FOI PEQUENO PARA VER ESTREIA DE PEÇA DE TEATRO

230 pessoas viram o espetáculo, este sábado “Tire dali a menina” é a nova peça

Faltavam poucos minutos para começar o espetáculo e já não cabia mais ninguém na sala. O Salão Paroquial da Ucha tem capacidade para 170 pessoas sentadas, mas ao olhar à volta, pelas laterais, havia mais de 60 pessoas em pé e sentadas no chão.

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Tudo a postos. O público ansioso por ver as cortinas abrirem e ter a revelação de uma nova peça. Foi a estreia da peça “Tire dali a menina”, uma comédia que reporta à década de 70.

Os holofotes ligaram-se e começou a ser contada a história de um pai que tem duas filhas ‘casadoiras’. Uma delas fala pelo nariz e está vestida como se fosse à primeira comunhão, outra é atrevida, estuda em Coimbra e está de visita a casa. Tudo se passa em Lisboa e Monsanto.

Foram sete as personagens que passaram no palco: às filhas e ao pai juntaram-se um pretendente que chega com o seu padrinho mas não consegue dizer o “r”, um criado que não está muito habituado a bons modos, e um pintor espanhol que pinta batalhas e apaixona-se muito facilmente.

“Foram menos de três meses de ensaios e preparações que exigiram muito de cada um de nós, mas que nos orgulhamos de levar a cena”, explica Filipe Gomes, o presidente e encenador do grupo de teatro amador “Os Pioneiros da Ucha”.

Sentado no público estava também Fernando Pinheiro, escritor, ator e diretor artístico, que aplaudiu o trabalho feito em palco. “A caracterização das personagens está muito boa. A comunicação verbal e a dinâmica criada em palco está muito bem trabalhada”, comentou Fernando Pinheiro, conterrâneo do grupo da Ucha.

“Tire dali a menina” sobe de novo a palco no dia 29 de junho, desta vez na freguesia de Pereira, Barcelos.

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MUNICÍPIO DE FAFE PROMOVE TEATRO PEDAGÓGICO

Mais de oito peças no palco do Teatro Cinema de Fafe para 4000 alunos do concelho

O Município de Fafe, em parceria com os agrupamentos de escolas de Fafe, iniciou em Fevereiro, um projecto de Teatro Pedagógico que levou a 4000 alunos do concelho, oito peças de teatro, integradas no programa curricular de cada ano lectivo.

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Ao palco do Teatro Cinema, subiram quatro grupo de teatro: o grupo AtrapalhArte, a companhia O Sonho, grupo Teatro Actus e o grupo Há Cultura.

A iniciativa, que se baseou nas obras de leitura aconselhada para cada ano de ensino levou, nos últimos três meses, peças como "A Farsa de Inês Pereira", o "Auto da Barca do Inferno” , o "O Príncipe Nabo", "Leandro, Rei da Helíria", "Pessoalmente" e “Episódios da Vida Romântica". Está agendada, para amanhã (30 de Maio), a última peça, "Aquilo que os olhos vêem ou o Adamastor".

O "Teatro Pedagógico 2018" foi um projecto direccionado a alunos do 2º e 3º ciclo e ensino secundário dos três agrupamentos do nosso concelho, bem como da ACR de Fornelos e da Escola Profissional de Fafe.

Pompeu Martins, Vereador da Educação, reconhece o Teatro Pegagógico como “um meio facilitador de aprendizagem e motivador da leitura. Pretendemos criar hábitos de visionamento de teatro, criando, assim, novos públicos para esta arte e contribuindo para o desenvolvimento e formação cultural dos nossos jovens.”

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CENTRO DE TEATRO DA CÂMARA MUNICIPAL DE CABECEIRAS DE BASTO É UM ESPETÁCULO!

Grande produção teatral ‘Aquilo que arde em nós’ emocionou plateia que lotou o Centro Hípico de Cabeceiras de Basto

Depois de dois meses de preparação do espetáculo e ensaios, o CTCMCB – Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto voltou a surpreender o público, desta vez com uma grande produção que trouxe à memória a tragédia vivida pelos portugueses com o flagelo dos incêndios que destruíram as mais importantes manchas florestais do nosso país em 2017.

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‘Aquilo que arde em nós’ foi a grande produção apresentada na noite do passado sábado, 26 de maio, inserida no programa da oitava edição da Feira do Cavalo que decorreu este fim de semana no Centro Hípico de Cabeceiras de Basto.

Com mais de 100 pessoas em palco, o magnífico e emocionante espetáculo ‘Aquilo que arde em nós’ lotou a bancada do picadeiro interior do Centro Hípico, num elenco composto por diferentes gerações que proporcionaram emoções fortes ao público presente. A peça, que contou com o apoio da Iberdrola, teve mais de 30 atores em palco, aos quais se juntou a participação de três associações locais – a Banda Cabeceirense, o Centro de Dança Corpo e Movimento e os Cavaquinhos da Raposeira.

Uma brilhante e comovente encenação teatral que tocou o coração de todos os presentes, quer pela emoção da paixão, quer pela tragédia dos incêndios que devastaram não só a floresta, como os bens e a própria vida de muitos portugueses.

De acordo com a sinopse, o espetáculo inspirou-se nas diversas formas que o fogo pode assumir nas nossas vidas. “É uma construção poética das chamas enquanto paixão, enquanto vida, vingança, alegria e dor. Esta história é uma obra forte, carregada de símbolos de um Portugal que ardeu tragicamente. É uma prova de amor através do fogo”, lê-se na sinopse que acrescenta: “é verão, e na Aldeia todos comemoram o São Pedro. Guida é a filha do meio de um pai muito severo. A chegada de Edgar, um rapaz de Viana do Castelo, acende algo dentro das raparigas, especialmente dentro dela. Mas o fogo da raiva parece crescer em Augusto, que também a deseja. Tudo parece arder. Tudo é festa. Tudo é tragédia. Tudo é coragem”.

O Centro de Teatro continua a promover a cultura ao seu melhor nível em Cabeceiras de Basto, cativando e fidelizando o público que acarinha este projeto de sucesso no nosso concelho.

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CELORICO DE BASTO ACOLHE FESTIVAL DE TEATRO AMADOR

Feira do Livro encerra com o arranque do Festival de Teatro Amador “Àmostra”

A Feira do livro em Celorico de Basto decorreu de 22 a 26 de maio e encerrou com o arranque do Festival de Teatro Amador “Àmostra” promovido pelo GTC em parceria com várias entidades.

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Esta edição da Feira do Livro foi sobretudo direcionada aos alunos do Agrupamento de Escolas com apresentação de várias obras literárias de vários autores que escolheram esta feira do livro para se apresentar ao público local.

“Encerramos da melhor forma a VII edição da Feira do Livro com a apresentação da peça “o Chá de São Cornélio” que deu arranque ao Festival de Teatro Amador “Àmostra”, um festival promovido pelo GTC, que procuramos apoiar da melhor forma. A literatura e o teatro têm uma aproximação bastante clara, num diálogo perfeito entre si. Faz todo o sentido encerrar a nossa feira com este festival” disse Joaquim Mota e Silva, Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto.

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“Para o ano esperamos que as condições sejam diferentes e possamos apresentar uma Feira do livro ao nível de anos transatos, com igual qualidade nas atividades apresentadas mas com um leque de oferta mais abrangente que atraia miúdos e graúdos” concluiu o autarca.

Durante a semana dezenas de alunos do agrupamento de escolas visitaram o certame e assistiram às apresentações literárias.

Rodrigo Leite, alunos do 4h do Centro Escolar da Vila, disse que “gosto muito de livros, o meu preferido nesta feira é o livro do Youtuber Tiagovski  “o Rei dos Céus”, ele é espetacular e eu vejo tudo o que ele publica no youtube, gostava muito de ter o livro”.

 A feira deu prioridade aos autores portugueses com grande referência poética, como Fernando Pessoa e Sophia de Mello Breyner Andresen e aos últimos lançamentos literários nacionais com a presença do livro de Rodrigo Guedes de Carvalho com “Jogos de Raiva”. Um dos livros mais procurados nesta feira foi o livro de Luca Caioli “Cristiano Ronaldo – A perfeição é o Limite”.

Uma feira com uma mostra literária ampla onde não faltaram grandes obras de escritores internacionais reconhecidos mundialmente como Nora Roberts e Dan Brown, para adultos e “Diário de um banana” de Jeff Kinney muito procurado pelos mais jovens.

Ao longo dos 5 dias passou pela feira Paulo Santos, autor dos livros “A cuscas no Castelo de Guimarães” e a “Cuscas na Torre de Belém”, Paulo Moreira que apresentou o livro de poesia “Dói-me a vida um pouco”, Marinho da Rocha apresentou o livro “O Eleito da Luz” e no último dia, foi apresentada a peça “o Chá de São Cornélio” perlo Grupo de Teatro do Centro Cultural Lordelense – Vila Real.

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POLÍTICA CULTURAL DO MUNICÍPIO DE ESPOSENDE APOSTA NO TEATRO

Benjamim Pereira recebeu o ator Ruy de Carvalho na sua terra natal

Os Municípios são determinantes para garantir o acesso das populações à cultura, substituindo-se muitas vezes ao Governo, afirmou o Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, esta tarde, no evento “Na minha terra cabe o mundo todo”, que trouxe o ator Ruy de Carvalho à Vila de Forjães.

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Benjamim Pereira falava no encerramento da sessão-conferência, realizada no Centro Cultural Escolas Rodrigues de Faria, após a visita às instalações da Associação ACARF, que, desde há oito anos, organiza esta iniciativa com ilustres personalidade, com particular enfoque para a cultura e literatura, mas que se estende a outras áreas. D. Ximenes Belo, Manuel Alegre, Pepetela, Rao Kiao e Carlos Lopes são alguns dos nomes que Forjães já recebeu no âmbito desta iniciativa.

O Presidente da Câmara Municipal saudou a ACARF pela realização deste evento cultural, que considerou da maior relevância. Na sua terra natal, onde o teatro amador tem fortes raízes, Benjamim Pereira afirmou o seu orgulho por, no anterior mandato autárquico, ter criado o CREARTE, um projeto vocacionado para o Crescimento de Arte Teatral em Esposende, que, entre várias outras atividades, aposta na formação dos grupos de teatro amador do concelho e na divulgação do seu trabalho. A propósito, o autarca destacou o relevante papel que as autarquias cumprem na divulgação não só do teatro, mas da cultura em geral, realçando que é “um investimento importante e significativo”.

Neste âmbito, considerou manifestamente insuficiente a fatia do Orçamento de Estado para o setor da Cultura, lamentando também que o Estado permita a degradação do seu património. Exemplificou com o estado de abandono a que está votado o Forte de S. João Baptista, em Esposende, edifício que o Município pretende assumir para o desenvolvimento de projetos no âmbito da parceria estabelecida com a Universidade do Minho. Lamentou, por outro lado o chumbo de uma candidatura de financiamento da Direção Regional de Cultura do Norte para a valorização do Castro de S. Lourenço, em Vila Chã, que integra a Rede de Castros do Noroeste, tendo o Município assumido a execução do projeto com fundos próprios. Rematou assinalando a forte dinâmica cultural do Município, que abrange diferentes manifestações artísticas, desde a música à dança.

A Ruy de Carvalho, que apelidou de “Senhor Teatro”, Benjamim Pereira expressou a sua admiração e respeito, tanto pela carreira profissional de 76 anos, como pela sua personalidade. Destacou a humildade deste que é um dos nomes grandes do teatro e da cultura em Portugal, dizendo que constitui um exemplo, pela alegria e vitalidade dos seus 91 anos de idade. Agradeceu a sua visita ao concelho, convidando-o a visitar a cidade em breve e assumiu o compromisso de o Município garantir, logo que possível, a apresentação de uma peça com Ruy de Carvalho em Esposende.

A Presidente da Associação ACARF, Anunciação Laranjeira, e o Presidente da Junta de Freguesia de Forjães, Manuel Ribeiro, lembraram as raízes teatrais de Forjães e expressaram a satisfação de receber o ator Ruy de Carvalho, figura maior do teatro português, enaltecendo-lhe a longa carreira que se estende à rádio e à televisão.

Mais do que uma conferência, proporcionou-se depois uma conversa entre o ator e o público presente, sendo vários os que aproveitaram a oportunidade para lhe colocar algumas questões, satisfazendo a sua curiosidade relativamente a alguns aspetos da vida profissional de Ruy de Carvalho. Num espírito de total abertura, Ruy de Carvalho a todos respondeu com simpatia, partilhando alguns episódios da sua longa carreira, e protagonizou breves registos teatrais, expressando a excelência da sua representação. Com humildade, agradeceu, reconhecido, o convite que lhe foi dirigido dizendo-se “muito feliz” por participar no evento “Na minha terra cabe o mundo todo”, e agradeceu ainda o tributo que lhe foi prestado, através da oferta do seu retrato, uma obra da autoria do artista Nuno Mendanha, de Forjães. Ruy de Carvalho, com a impressão da mão que teve oportunidade de fazer, tal como os anteriores convidados, passará a figurar na Parede da Fama do Centro Cultural de Forjães.

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TEATRO “OH! DOCE JULIETA” NO CINE TEATRO JOÃO VERDE EM MONÇÃO

26 de maio, sábado, pelas 22h00, 3,00 €

A peça de teatro “Oh! Doce Julieta” sobe ao palco do Cine Teatro João Verde amanhã, sábado, pelas 22h00. A entrada, no valor de 3,00 €, pode ser adquirida na Loja Interativa de Turismo, Praça Deu-la-Deu, ou no próprio local, antes do início do espetáculo.

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Com encenação de Gonçalo Fonseca, a peça conta com interpretação do Grupo de teatro Amadores do CTJV, Adelaide Lopes, Ana Felgueiras, Celine Gonçalves, Eduarda Pereira, Inácia Bartolomeu, José Dias, Lurdes Gonçalves, Peneda Cardoso, Piedade Coelho, Paulo Lobato e Regina Além. Na assistência de encenação está Paulo Lobato.

Na sinopse, pode ler-se: “Em Verona, duas famílias, os Montecchios e os Capuletos, cultivam uma intensa e insustentável inimizade que remonta há vários anos. Independentemente desta rivalidade, Romeu e Julieta, filhos únicos destas poderosas famílias, apaixonam-se e decidem lutar por este sentimento.

Toda a gente conhece a história de Romeu e Julieta e, se não conhecem, também não é neste espetáculo que vão ficar a conhecer. A maior história de amor de todos os tempos é levada à cena pelo Grupo de Teatro de Monção, mas a coisa não corre muito bem.

Entre encenadores ditadores, atores amadores e contra regras à procura de protagonismo, tudo pode e vai acontecer. Eles vão começar a matar e acabar a morrer.

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TURISTAS | SERVIÇO EDUCATIVO DO TEATRO DIOGO BERNARDES DUPLAFACE COMPANHIA DAS ARTES, GORILAS E PEQUENOS ACTORES DO LIMA

26 de Maio – 22h00 – Largo da Alegria (Além da Ponte) – Ponte de Lima

A 26 de Maio, sábado, no Largo da Alegria (Além da Ponte), será apresentado o exercício final da formação/curso de longa duração do Serviço Educativo do Teatro Diogo Bernardes 2017-2018, dirigido aos actores dos grupos de teatro do concelho, com o título Turistas.

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Os turistas são aquela espécie de pessoas que nos habita a casa sem quase darmos por ela. Usufruem das nossas cidades como que se fossem realmente deles, por vezes com um entusiasmo que não lhes cabe nos olhos enquanto olham para os monumentos ou para o prato típico da região. Acontece que enquanto “turistas”, são, muitas vezes, eles próprios o ponto de atracção. Nós também somos turistas de quando em vez, e também ficamos com os mesmos contentamentos.

Apesar de ser um factor essencial para a nossa economia é também um factor de controversa por estar a tomar conta das nossas cidades retirando-lhes a sua identidade.

Este espectáculo resulta da formação para actores dos grupos Duplaface Companhia das Artes, Gorilas e Pequenos Actores do Lima, de Ponte de Lima, no âmbito do Serviço Educativo do Teatro Diogo Bernardes, sob a direcção da Fértil Cultural, estrutura profissional de teatro.

No decurso da formação, foram abordadas várias técnicas de interpretação, explorando a voz, o corpo e as emoções, bem como temas como a dramaturgia, a encenação e a música em cena, para que os participantes desenvolvessem novas formas de expressão dramática e criação teatral.

Ficha Artística

Direcção Rui Alves Leitão

Apoio à Direcção Neusa Fangueiro e Pedro Correia

Interpretação Ana Leonor Lopes, Beatriz Correia, Beatriz Gonçalves, Beatriz Penha, Clarisse Pereira, Isabel Segismundo, Luísa Jorge, Margarida Martins, Miguel Máximo, Rui Miguel Puga, Susana Luciano e Tânia Dantas

Entradas gratuitas | Todos os públicos

Mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

CERVEIRA APRESENTA A PEÇA TEATRAL "EPIDEMIA CEREBRAL"

‘Epidemia Urbana’ chega a Vila Nova de Cerveira

A Associação do Porto de Paralisia Cerebral (APPC) apresenta, esta sexta-feira, 25 de maio, no Cineteatro de Cerveira, a peça de teatro 'Epidemia Urbana' apresentada pela ''Era uma Vez...teatro'', Companhia de Teatro desta associação. De entrada gratuita, o espetáculo homenageia o Mestre José Rodrigues.

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 ‘Epidemia Urbana’ é uma peça de teatro construída a partir de excertos da obra “Ensaio sobre a Cegueira”, de José Saramago, tendo também como “fonte” de inspiração as obras e percurso artístico do escultor José Rodrigues, recorrendo, inclusive, a algumas peças escultóricas do Mestre. O espetáculo aborda a busca pela “felicidade máxima” numa sociedade onde o “Ter” é mais importante do que o “Ser”. Será, assegura a Companhia, “um espetáculo visceral”.

De sublinhar que o conteúdo e mensagem desta peça de teatro é importante para Vila Nova de Cerveira, concelho ao qual o Mestre José Rodrigues esteve intimamente ligado por ter sido um dos fundadores da reconhecida Bienal Internacional de Artes e deixar um valioso legado artístico que sempre honrou a ‘Vila das Artes’.

Com entrada gratuita, a apresentação desta peça de teatro decorre no Cineteatro de Cerveira, esta sexta-feira, 25 de maio, às 21h30.

A organização é da Associação do Porto de Paralisia Cerebral (APPC), tendo como parceiros a Fundação Bienal de Arte de Cerveira, a Câmara Municipal e a Associação Cultural Convento de S. Payo.

“A CURVA” DE TANKRED DORST ESTREIA SÁBADO NO VALADARES, TEATRO MUNICIPAL DE CAMINHA

Câmara de Caminha e Krisálida voltam a levar o teatro às freguesias do Concelho

O Valadares, Teatro Municipal de Caminha foi o local escolhido para mais uma grande estreia. Sábado, dia 26 de maio, pelas 22H00, vai receber a estreia da peça de teatro “A Curva”, de Tankred Dorst apresentada pela Krisálida – Associação Cultural do Alto Minho. Depois da estreia, e à semelhança de anos anteriores, esta peça de teatro vai entrar em digressão pelas freguesias do concelho. Um ano depois, a Krisálida – Associação Cultural do Alto Minho e a Câmara Municipal voltam a levar o teatro às freguesias do concelho. A entrada é gratuita.

Esta peça de teatro é promovida no âmbito de um protocolo celebrado entre a Câmara Municipal de Caminha e a Krisálida – Associação Cultural do Alto Minho que garante que, à semelhança de anos anteriores, a Krisálida levará um espetáculo às 14 freguesias do concelho, conduzindo o teatro ao encontro do público nas salas das juntas de freguesia, nas ruas e nas pequenas praças, ao mesmo tempo que prosseguirá o projeto pedagógico em íntima articulação com a criação e produção artísticas, dirigidos às comunidades de crianças, jovens e suas famílias.

“A Curva” é uma farsa sobre a comercialização da morte. Sobre a peça, diz-se ‘dois irmãos vivem num lugar remoto junto a uma curva perigosa onde já aconteceram muitos acidentes mortais: 24 mais precisamente. Os irmãos encontraram formas engenhosas de conviver bem com esta situação e a vida decorre com relativa tranquilidade. Até que um dia o inesperado acontece…’.

“A Curva” apresenta na direção artística e produção Carla Magalhães; na encenação Nelma Nunes; na interpretação Alexandre Martins, Nuno J. Loureiro e Rui Barbosa; na cenografia e figurinos Grácia Cordeiro e no desenho de luz Rui Gonçalves.

A partir de 1 de junho, esta peça vai percorrer as várias freguesias do concelho, sempre pelas 22H00. Em junho, no dia 1, sobe ao placo do Centro Social Paroquial de Moledo; no dia 2 no Cineteatro do Bombeiros de Vila Praia de Âncora; no dia 15, no Centro Cultural de Gondar; no dia 16, no Centro Cultural de Argela; no dia 22, na Sociedade de Instrução e Recreio Ancorense, em Âncora; no dia 29, no Centro de Instrução e Recreio Vilarmourense e, no dia 30, no Centro Cultural de Dem. Em julho, no dia 6, a peça está em exibição na Junta de Freguesia de Arga de Cima e no dia 7, na Casa do Povo de Lanhelas.

HÁ TEATRO NAS TERMAS DE MELGAÇO

Este sábado, pelas 21h30: Um espetáculo do grupo melgacense ‘Os Simples’

A Fonte das Termas de Melgaço acolhe, este sábado (26 de maio), o espetáculo de teatro ‘O BAILE’, uma encenação de Joana Magalhães. A peça, protagonizada pelo grupo de teatro melgacense, Os Simples, foi inspirada no espetáculo de teatro-dança ‘Kontakhof’, criado em 1978 por Pina Baush, e estará em cena pelas 21h30.

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Num espaço de uma beleza inegável, a Fonte das Termas assume-se como o ex-libris da estância termal, rodeada de uma magnífica paisagem natural. Este é o enquadramento perfeito para a noite que promete fixar a atenção dos presentes. A entrada é aberta ao público em geral e os bilhetes, comprados no dia, têm um custo de dois vinis.

FICHA ARTÍSTICA

Encenação: Joana Magalhães

Texto: Vários autores

Interpretação

Ana Freitas, Artur Caldas, Cristina Vilas, Gabriel Lourenço, Humberto Sousa, Inês Ribeiro, Jorge Filipe Dias, José Maria Pereira, Lídia Sousa, Maria Clara Araújo, Maria do Amparo Taboas, Maria José Rocha, Maria José Silva, Maria Olívia Lima, Maria Taboas, Patrícia Cunha, Raul Fernandes e Tânia Domingues.

Desenho de Luz: Vasco Ferreira

Fotografias: João Gigante

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SINOPSE:

‘A festa é um excesso permitido, ou melhor, obrigatório”, (Freud, Sigmund, 1913, Totem e Tabu).

‘Kontakhof’, espetáculo de teatro-dança criado em 1978 por Pina Baush, é a obra que serve de inspiração para este espetáculo. Num salão de baile, os amadores de Melgaço dançam e festejam para procurar contacto, com o outro e com o lugar. Nesta festa, procuram romper com a rotina dos trabalhos, para logo a seguir a ela voltar. É o local de todas as liberdades e transgressões, uma ocasião, como escreve Álvaro Domingues (2017) de ‘especial intensificação e visibilidade daquilo que costumamos chamar identidade, espírito colectivo, comunidade.’

Sobre as Termas de Melgaço

Localizado num dos mais belos recantos do Norte português, o Parque Termal do Peso ou Estância Termal de Melgaço situa-se na freguesia de Paderne, lugar do Peso, em Melgaço. Implantadas num Parque onde a água das nascentes minerais e dos três ribeiros que o cruzam é uma presença constante, as Termas de Melgaço oferecem, a quem as procura a possibilidade de desfrutar de uma ligação descontraída com a Natureza proporcionando em simultâneo a utilização de um recurso ímpar reconhecido pelo seu potencial terapêutico. Indicadas para o tratamento de diferentes patologias, nomeadamente: Diabetes Tipo 1, Diabetes Tipo 2, Dislipidemias, Dispepsia, Duodenites, Colecistites crónicas, Disquinésia biliar, Obstipação, Cólon irritável ou Colite funcional, Lombalgia, Artralgia, Rinite alérgica, Sinusite, Faringite crónica e Bronquite crónica; as Termas de Melgaço irão dispor ainda de uma oferta complementar aos tratamentos clássicos, focados numa vertente de bem-estar, estética, beleza e relaxamento.

A História

A história documentada das Termas foi iniciada com o primeiro registo no município de Melgaço em 1884. Em 1885, engarrafaram-se as primeiras águas, tendo Adriano Cândido Moreira solicitado, quatro anos depois, licença para a sua aplicação terapêutica. A água é mineralizada, gasocarbónica, bicarbonatada, cálcica/magnesiana e ferruginosa, com uma temperatura de 15°C e pH de 6.

As duas nascentes (Fonte Principal e Fonte Nova ou Galeria Nova), a monumental Buvete, o Balneário, e a Oficina de Engarrafamento, fazem parte harmoniosa de um Parque Termal de frondosa e variada vegetação cortado pela ribeira da Bouça Nova. É sem dúvida a Buvete da Fonte Principal o ex-líbris das Termas de Melgaço, obra desenhada pelo Engenheiro Luís Couto dos Santos, terminada em 1915. Trata-se de um pavilhão monumental da arquitetura do ferro, construído sobre a captação. De planta quadrada a nível mais baixo do que o solo, para o qual se desce por três largas escadarias para o centro, no qual se encontra a nascente. Anexo ao parque do seu lado poente encontra-se a propriedade do Hotel do Peso, construído em vários corpos, onde não falta a capela. É atualmente uma nostálgica ruína a lembrar outros tempos, mas, em breve, será um Hotel-Boutique, de 4 estrelas, com cerca de 44 quartos. Até à data, será o primeiro hotel do país 100% acessível a pessoas com mobilidade condicionada.

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CASA DA CULTURA DE MELGAÇO RECEBE FITAVALE

Amanhã, 19 de maio, pelas 15h30, no âmbito do FITAVALE

O grupo de teatro VerdeVejo apresenta amanhã o espetáculo ‘DÍDIMO’. O evento acontece no âmbito da 8ª edição do FITAVALE, Festival Itinerante de Teatro de Amadores do Vale do Minho, e terá lugar na Casa da Cultura, pelas 15h30.

fitavale

FITAVALE, uma iniciativa das Comédias do Minho, tem início hoje e irá percorrer os cinco concelhos do Vale do Minho, onde cinco grupos de teatro amador do Vale do Minho apresentarão as suas criações, mas nenhum sobe ao palco no seu próprio município. ‘Os Simples’ - Melgaço, a Associação Filarmónica Milagrense - Monção, +TAC - Paredes de Coura, VerdeVejo - Valença e Outra Cena - Vila Nova de Cerveira, são os grupos em cena.

PROGRAMA | 18 a 20 de maio

18 de maio

P COURA | Centro Cultural

21:00 Abertura do 8º FITAVALE

21:30 Os Simples, com O BAILE

19 de maio

MELGAÇO | Casa da Cultura

15:30 VerdeVejo, com DÍDIMO

VALENÇA | Auditório de Verdoejo

21:30 Outra Cena, com AGUARELA #40

20 de maio

MONÇÃO | Cineteatro João Verde

15:30 + TAC, com A RATOEIRA

VN CERVEIRA | Cineteatro

21:30 Grupo de Teatro de Amadores CTJV, com OH! DOCE JULIETA

Consulte o programa aqui!

SINOPSE

VERDEVEJO - DÍDIMO

DÍDIMO é uma viagem entre realidades, entre dualidades, entre o céu e a terra, a chama e a gota, o invólucro da árvore e da carne do corpo.

REALIZAÇÃO Luís Filipe Silva e Rúben Silva

ARGUMENTO Rúben Silva

CÂMARA E EDIÇÃO Nuno Alves

ELENCO Manuel Esteves, Andreia Gomes, Ricardo Silva, Xavier Rodrigues, Júlia Ferreira, Conceição Torres, Julieta Borges, Diana Exposto, Joana Esteves, Augusta Salvador, Anabela Neves

MÚSICA Coro Polifónico de Verdoejo

DIREÇÃO MUSICAL Miguel Serra

A saber que a Comédias do Minho é um projeto cultural que começou em 2003, com a colaboração dos municípios de Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova da Cerveira, destinado a criar uma companhia de teatro profissional.

A sua missão é dotar o vale do Minho de um projeto cultural próprio, adaptado à sua realidade socioeconómica e, portanto, com um enfoque especial no envolvimento das populações, a partir da construção de propostas de efetivo valor participativo e simbólico, para as comunidades a que se dirigem.

ANIMAÇÃO TEATRAL PELAS RUAS DE MELGAÇO CONVIDA A VISITAR OS MUSEUS

Amanhã, dia 18 de maio, entradas gratuitas em todos os espaços museológicos

No âmbito da iniciativa REDITUS – I Jornadas sobre Património Cultural de Melgaço

Em Melgaço, o Dia Internacional dos Museus é assinalado com visitas guiadas ao Espaço Memória e Fronteira e ao Museu de Cinema Jean Loup Passek. A ação, sob a temática ‘Época Contemporânea’, encerra a iniciativa REDITUS – I Jornadas sobre Património Cultural de Melgaço.

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A atividade promove a arte e a cultura contemporâneas do concelho de Melgaço, junto dos colaboradores da área de atendimento turístico e animação cultural, que pretendem envolver a comunidade local e os turistas através de cenas teatrais, encenadas espontaneamente pelas ruas da vila, e trajados a rigor para cada um dos espaços, incentivando as pessoas a participarem nas visitas.

Programa:

11h00 – Visita Guiada ao Espaço Memória e Fronteira

15h00 – Visita Guiada ao Museu de Cinema Jean Loup Passek

16h00 – Alvarinho de Honra

As visitas terminam com um espetáculo musical ao vivo: uma curta performance acústica onde as músicas estarão relacionadas com as temáticas de cada espaço museológico.

Durante este dia, e no âmbito do Dia Internacional dos Museus, as entradas para todos os espaços museológicos são gratuitas.

APOSTA NA DIVULGAÇÃO DO PATRIMÓNIO CULTURAL

Estas jornadas enquadram-se num projeto de quatro encontros culturais que assentam numa retrospetiva histórica sobre o Património Cultural de Melgaço, percorrendo, cronologicamente, as seguintes temáticas: o Paleolítico (novembro de 2017), o Neolítico (fevereiro de 2018), a Época Medieval (abril de 2018) e a Época Contemporânea. ‘O intento é promover o conhecimento do vasto Património Cultural existente no concelho, criando uma sequência de ações que permitam a melhor interpretação destes valores e da sua contextualização histórica.’, salienta a organização.

MELGAÇO MUSEUS

O concelho de Melgaço possui uma série de museus e núcleos museológicos com valiosíssimas coleções e enormes potencialidades pedagógicas, culturais e turísticas, que proporcionam uma visão integrada da Cultura e Património que é imprescindível no panorama de Melgaço.

Espaço Memória e Fronteira

Dedicado à história recente do concelho, relacionada com o contrabando e a emigração, pretende-se rememorar a vida clandestina e perigosa de muitos homens e mulheres melgacenses.

Tel. 251 418 106 | memoriaefronteira@cm-melgaco.pt

Museu de Cinema Jean Loup Passek

O Museu de Cinema tem por base o espólio colecionado, ao longo da vida, pelo francês Jean Loup Passek e doado ao Município. Apresenta duas exposições, uma de carácter permanente e outra temporária, distribuídas pelos dois andares do edifício, que permitem que os visitantes entrem na história do cinema, apreciando diversos aparelhos, como lanternas mágicas com as respetivas caixas e placas de vidro pintadas à mão, fenaquistiscópios com os seus discos, zootropos com bandas e praxinoscópios, e ainda um dos primeiros cartazes a anunciar o cinema em sala, e outros ilustrativos da evolução do cinema desde as suas origens até ao cinematógrafo. Poderão ainda ver e manusear réplicas de brinquedos óticos, um peep–show e uma caixa ótica para diorama teatral e ainda assistir a filmes.

Tel. 251 401 575 | museudecinema@cm-melgaco.pt

Núcleo Museológico da Torre de Menagem

Instalado no interior da Torre de Menagem, ex-libris da arquitetura militar concelhia, possui uma exposição dedicada ao Património arquitetónico e arqueológico, desde a Pré-história até à Idade Contemporânea.

Tel. 251 410 191 | nucleomuseologico@cm-melgaco.pt

Núcleo Museológico de Castro Laboreiro

Este núcleo museológico abarca a terra, os castrejos e as criações ao longo da História. Os dois patamares do edifício evocam a morfologia do território: o planalto, as brandas, as inverneiras e os lugares fixos. É uma visão do que foi a evolução da ocupação humana na freguesia de Castro Laboreiro. Tel. 251 465 016 | museuclaboreiro@cm-melgaco.pt

Horário dos Museus e da Porta de Lamas de Mouro

Abril – setembro: das 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 18h00

Outubro – março: das 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 17h00

Encerrados nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1 de janeiro, e todas as segundas-feiras e domingo de Páscoa.

A Oficina Temática da Porta de Lamas de Mouro encerra à segunda-feira, mas a receção está aberta ao público.

MELGAÇO: O destino de natureza mais radical de Portugal

17 de maio de 2018