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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BARCELOS REALIZA FESTA DO TEATRO

Festa do Teatro com seis espetáculos de grupos de Barcelos. Iniciativa decorre de 22 de junho a 7 de julho

Depois da primeira edição da Festa do Teatro de Barcelos ter sido um sucesso, o Município de Barcelos aposta mais uma vez na realização da mesma, de 22 de junho a 7 de julho,  com o objetivo de  promover e valorizar os grupos de teatro amador do concelho, bem como descentralizar o acesso à cultura, levando o teatro a várias freguesias do concelho e, simultaneamente, dinamizando diferentes espaços.

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Com a realização da Festa do Teatro, o Município tem como objetivos promover e valorizar os grupos de teatro amador do concelho, bem como descentralizar o acesso à cultura, levando o teatro a várias freguesias do concelho e, simultaneamente, dinamizando diferentes espaços.

A decorrer ao longo de duas semanas esta mostra do teatro vai contar com espetáculos de seis grupos teatrais barcelenses em seis diferentes freguesias do concelho. 

A Festa do Teatro começa no dia 22 de junho, às 21h30, com as peças “Menina Júlia” para maiores de 12 anos e “Viva a Paródia” para maiores de 13 anos, pela Capoeira -Companhia de Teatro de Barcelos no Auditório de Alvito S.Pedro e,  pelo Grupo TeatroNeiva de A Mó, no Salão Paroquial de Cambeses, respetivamente.

No dia 6 de julho, às 21h30, é a vez do Auditório da Junta de Freguesia de Oliveira receber a peça “Trais pelos Dois” pelo Grupo de Teatro Amador da Pousa “O Branselho” que abrange todas as faixas etárias e, à mesma hora, o Salão Paroquial de Remelhe recebe a peça “Tira Dali a Menina” pelo Grupo de Teatro Amador Os Pioneiros da Ucha, para maiores de 3 anos.

A Festa do Teatro encerra no dia 7 de julho, às 16h00, com a peça “TPE-Tudo para Enterros” pelo TPC-Teatro Popular de Carapeços para maiores de 6 anos no Salão Paroquial de Macieira de Rates e, “O Genro Doutor” na Sede de Junta de Freguesia de Areias de Vilar pelo Teatro Experimental dos Feitos, peça para maiores de 6 anos.

A iniciativa tem como principal objetivo a troca de experiências entre grupos, o desenvolvimento da arte teatral e a promoção de novos projetos teatrais.

O Município de Barcelos, como membro da Rede de Cidades Educadoras e no enquadramento dos princípios da Carta das Cidades Educadoras, defende a necessidade de “construir uma cidade que se relacione com o mundo e que garanta liberdade de fruir a informação e a cultura”, sendo que esta é uma iniciativa que vai precisamente ao encontro deste desiderato.

FAMALICÃO RECEBE SHAKESPEARE

Nos dias 07 e 08 de junho, pela mão da ACE - Escola de Artes: Shakespeare antecipa verão na Casa das Artes

É de encantamento, amores e fantasia que as noites de 7 e 8 de junho estarão habitadas na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão. “Sonho de uma noite de verão” é a peça de teatro da autoria de William Shakespeare que será interpretada pelo jovem elenco dos alunos do 2º ano do curso de interpretação da ACE – Escola de Artes, em ambos os dias às 21h30. Bilhetes a 4 euros e 2 euros para estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural. Mais uma coprodução a envolver o teatro municipal famalicense.

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A peça de Shakespeare é contemporânea de “Romeu e Julieta” pelo que há pontos comuns às duas obras, concretamente, tudo que envolve um enredo de amores proibidos e casamentos arranjados à revelia do que ditam os corações enamorados.

Mas, apesar do negror da morte pairar sobre os desvalidos corações, ganha força a comédia, numa mescla que marca o teatro shakespeariano. Por isso, o espetador vê as personagens a mergulharem numa floresta povoada por elfos, fadas e outros seres encantados.

Uma flor mágica, que faz com que qualquer pessoa se apaixone pelo primeiro ser que vir pela frente é outro dos condimentos deste “Sonho de uma noite de verão” que resulta na inesperada paixão de uma donzela por um burro.

Ficha Técnica

Tradução: Maria Cândida Zamith

Encenação: Paulo Calatré

Assistente de encenação: Rafaela Sá

Cenografia: Ana Gormicho

Figurinos: Ana Isabel Nogueira

Desenho de Luz: José Diogo

Som: Rui Vieira

Fotografia de Cena: Pedro Figueiredo

Foto de Gerd Altmann da Pexels

com: Alunos do 2º ano do Curso de Interpretação da ACE Escola de Artes – Famalicão: Alberto Batista, Alexandra Guimarães, Ana Guimarães, Ana Marques, Catarina Matos, Andreia Coelho, Bruna Fernandes, Diogo Ribeiro, Diogo Sousa, Filipe Calder, Francisco Madureira, Íris Mendes, João Lin, Patrícia Nogueira, Patrícia Silva, Pedro Lemos, Tiago da Costa, Tiago Pereira e Vitória Ferreira

Direção de Produção: Glória Cheio

Produção: João Faustino

Direção Executiva: Liliana Moreira

TEATRO PERCORRE FREGUESIAS DE ESPOSENDE

“O Teatro e a Música vão a… Gandra” nos dias 15 e 16 de junho

No âmbito da política de descentralização cultural e integrado no projeto CREARTE – Crescimento da Arte Teatral em Esposende, a Câmara Municipal de Esposende vai levar a efeito, no fim-de-semana de 15 e 16 de junho, a iniciativa “O Teatro e a Música vão a… Gandra”.

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O Município associa-se, assim, à União de Freguesias de Esposende, Marinhas e Gandra, Paróquia de S. Martinho de Gandra, Escola Básica e respetiva Associação de Pais na realização de um fim-de-semana cultural, aberto à comunidade e que terá como mote os Santos Populares.

No dia 15 de junho, às 21h30, no Salão Paroquial de Gandra, o grupo de teatro amador Forjães em Cena apresenta a peça “‘A Vizinha do Lado’”, de André Brun.

No dia 16 de junho, o Coro de Pequenos Cantores de Esposende soleniza a Eucaristia Dominical, às 10h30, na Igreja Paroquial de Gandra. Já no período da tarde, pelas 18h00, terá lugar o Desfile de Marchas Populares, pela Escola Básica de Gandra, no Largo da Igreja, evento que já vai na 13.ª edição e que, este ano, tem como tema o rio Cávado. A partir das 20h00, decorre no mesmo local um Arraial-convívio.

Este fim-de-semana cultural reflete o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimentos Sustentável da Agenda 2030 da ONU Educação de Qualidade (ODS 4), Reduzir as desigualdades (ODS 10) e Parcerias para a Implementação dos Objetivos de Sustentabilidade (ODS 17).

TEATRO EM VILA PRAIA DE ÂNCORA APRESENTA "A GUARDIÃ DE RETRETES!"

O À Margem- Armazém Teatral   vai apresentar no Cine teatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora o seu último espectáculo "A Guardiã de Retretes!" no próximo  dia 15 de Junho pelas 21h30m.

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Trata-se de um espectáculo de benificência para a Associação dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora.

O espectáculo visa obter ajuda financeira para esta associação destes homens e mulheres que se dedicam a trabalhar em prol da comunidade. Toda a receita reverterá a favor da Associação dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora.

Esta iniciativa do À Margem- Armazém Teatral vem no seguimento da sua intervenção na comunidade de Viana do Castelo.

O teatro deve servir para ajudar a comunidade em todos os seus pólos!

Esperamos casa cheia para assim conseguir o máximo de ajuda possível para  esta Associação de homens e mulheres  e assim conseguirem melhores meios para ajudar toda a comunidade.

"O TEATRO VAI A... ANTAS" NO CONCELHO DE ESPOSENDE!

“O Teatro vai a… Antas” com o grupo Forjães em Cena

Integrado na estratégia de descentralização cultural e no âmbito do programa CREARTE – Crescimento da Arte Teatral em Esposende, o Município de Esposende vai promover a iniciativa “O Teatro vai a… Antas”.

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Assim, no próximo dia 8 de junho, às 21h30, no Salão Paroquial de Antas, o grupo de teatro Forjães em Cena apresenta a peça de teatro “A Vizinha do Lado”, de André Brun. O espetáculo tem entrada livre.

O professor de moral Plácido Mesquita vai de Forjães a Lisboa visitar o seu sobrinho Eduardo para o resgatar de uma vida condenável de maus vícios e encontra-o dividido entre a paixão pela sua vizinha do lado, a jovem Mariana, e a relação amorosa que mantém com Isabel Moreira, artista de variedades arrojada e muito determinada. O vizinho Saraiva e o porteiro Jerónimo contribuem para a confusão que se instala no prédio e contagia o professor, que vê o objetivo da sua viagem ser radicalmente alterado.

Através do desenvolvimento deste programa descentralizado de atividades, o Município proporciona à comunidade o acesso a eventos culturais nas suas próprias localidades e a possibilidade de apreciar o trabalho que é desenvolvido a este nível no concelho. De resto, tendo o Município vertido para o seu plano de ação os Objetivos de Desenvolvimentos Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, está também a contribuir para as metas Educação de Qualidade (ODS 4), Reduzir as desigualdades (ODS 10) e Parcerias para a Implementação dos Objetivos de Sustentabilidade (ODS 17).

A IDADE DO SILÊNCIO | TEATRO DO MAR: O ÚLTIMO ESPECTÁCULO DE TEATRO DA TEMPORADA 2018-2019 DO TEATRO DIOGO BERNARDES

Criação e Direcção de Julieta Aurora Santos e Interpretação de Luís João Mosteias e Sérgio Vieira. Dia 24 de Maio – 22h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

Esta sexta-feira à noite, dia 24 de Maio, a partir das 22h00, o Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, apresenta o espectáculo de teatro A Idade do Silêncio, pelo Teatro do Mar, com Criação e Direcção de Julieta Aurora Santos e Interpretação de Luís João Mosteias e Sérgio Vieira.

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Trata-se do último espectáculo de teatro da temporada de 2018-2019 do Teatro Diogo Bernardes, que apresentará ainda os concertos de Miguel Araújo, a 25 de Maio, de Kika Cardoso, a 26 de mesmo mês e o espectáculo de teatro para a infância e famílias Simão e o Livro Mágico, a 1 de Junho, Dia Mundial da Criança, data que o Teatro Diogo Bernardes reservou para os mais novos, com duas sessões do referido espectáculo, às 16h00 e às 18h30.

Voltaremos em Outubro para iniciar a temporada de 2019-2020, cujo trimestre de Outubro a Dezembro já se encontra encerrado em termos de programação, a qual será oportunamente apresentada à imprensa pelo Executivo Municipal.

Para a nova temporada continuaremos a apostar numa programação plural e diversificada, garantia da continuidade do bom nome do Teatro Diogo Bernardes no panorama cultural nacional e exemplo de autêntico serviço público de cultura.

Estamos certos que não iremos defraudar os espectadores e os públicos que continuamos a ver crescer e a acreditar nos espectáculos apresentados no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima.

Encontrámo-nos a ultimar os últimos pormenores do Festival Percursos da Música, que decorrerá em Julho e Agosto próximos, para apresentar oficialmente o programa.

Voltando ao espectáculo A Idade do Silêncio, que será mais um momento de alto nível cultural, o mesmo resume-se assim:

“Disponibilizámo-nos a simplesmente estar, sem grandes perguntas, nem invasões, a ouvir mesmo sem entender, a procurar olhar para lá do que se vê. Observámos aquele universo, muito particular, sabendo que eventualmente um dia faremos parte do mesmo, se o corpo resistir.

Vivemos numa tensão entre a permanência e a transitoriedade na vida e uma total impotência face à nossa condição de finitude.

Testemunhámos de perto as rotinas de idosos institucionalizados.

Construímos, com o artista polaco Lukasz Trzcinski, marionetas que são réplicas do rosto dos intérpretes, mas envelhecidos. O conflito explorado na criação, começa na própria projecção do actor num corpo com cerca de 80 anos.

Esta criação reflecte sobre a nossa relação com a dimensão temporal, colocando em conflito o frenesim do homem contemporâneo e a imediatez de tudo, com o tempo do idoso e a sua

necessidade de hábitos que, incorporados à vida, se tornam poesia do quotidiano, parecendo estabelecer uma relação continuada e duradoura com o mundo.”

Criação e Direcção Julieta Aurora Santos

Interpretação Luís João Mosteias, Sérgio Vieira

Banda Sonora Tiago Inuit

Vídeo Carlotta Premazzi

Marionetas Lukasz Trzcinski

Cenografia Luís Santos, Carlos Campos

Figurinos Sandra Santos, Adriana Freitas

Direcção Financeira e Gestão Sónia Custódio

Produção Executiva Miguel Marques Silva

Promoção e Grafismo Frederico Salvador

Maiores de 10 anos.

Bilhetes à venda (4,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

CERVEIRA RECEBE "RINOCERONTE"

Grupo de Teatro Amador ‘Outra Cena’ apresenta “¡RINOCERONTE¡”

Após a apresentação de sucesso durante o 9ª FITAVALE, o Grupo de Teatro Amador de Vila Nova de Cerveira ‘Outra Cena’ sobe ao palco do Cineteatro de Cerveira, esta sexta-feira, 24 de maio, para dar a conhecer o seu mais recente espetáculo - “¡RINOCERONTE¡” – com o apoio das Comédias do Minho. Entrada livre.

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Com início às 21h30, “¡RINOCERONTE¡” é retratada como uma “comédia absurda”, a partir da obra de Eugène Ionesco de 1959, mais diálogos adicionais de 2019.

De acordo com a sinopse, trata-se de “um retrato contemporâneo mais velho que a velha senhora ou selfie dos tempos vindouros ou tourada em que todos somos … E se todos os habitantes apanhassem ‘rinocerontite‘? E se a ‘rinocerontite‘ fosse uma doença contagiosa, propagada pelo ‘Totalitarismo + Carneirismo’? Ou será pelo ‘Conformismo + Político-Corretismo’? Ou pela Hipersensibilidade? Certamente que o espectador, não se revendo nestas categorias, já se sentirá imune à ‘rinocerontite’. Mas será, realmente? Que expressam essas suas rugas?… Ui! Não se enerve, que se lhe rebenta a veia, vai-lhe inchar o focinho todo. Ui! Talvez tenha ido longe demais… mas não corra atrás, pode ser um caminho sem retorno. Por falar em retorno, haverá antídoto à ‘rinocerontite’ ou não? Retorcido será certamente o corno da questão. Calma! Quem sou eu para comentar o que lhe cresce na fronte ou chamar-lhe rinoceronte? Sossegue e veja pelos seus próprios olhos”.

Com direção, adaptação e Diálogos adicionais ao cuidado de Rui Mendonça, o espetáculo de teatro conta com interpretação de 15 pessoas, numa produção do Outra Cena e Comédias do Minho, com apoio da Câmara Municipal de Cerveira.

De entrada livre, a apresentação de “¡RINOCERONTE¡” acontece esta sexta-feira, 24 de maio, às 21h30, no Cineteatro de Cerveira.

CABECEIRAS DE BASTO PROMOVE GRANDE PRODUÇÃO TEATRAL

Grande produção teatral ‘Todas Somos Tu’ em Cabeceiras de Basto. Espetáculo tem como palco o Centro Hípico na noite de 25 de maio

‘Todas Somos Tu’ é a mais recente produção teatral do CTCMCB – Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto que vai estar em destaque na noite do próximo sábado, 25 de maio, naquela que é a nona edição da Feira do Cavalo que decorre este fim de semana no Centro Hípico de Cabeceiras de Basto. O espetáculo conta com o apoio da IBERDROLA.

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A grande produção que vai ter em palco 55 pessoas é um espetáculo que exalta a força da mulher através de história de Diana, uma rapariga que decide deixar a sua terra para ir trabalhar numa grande cidade. “Cheia de medos e de incertezas, ela descobre através de um sonho a grandeza das qualidades femininas e percebe que pode conquistar o mundo. Afinal uma mulher nunca está sozinha”, lê-se na sinopse.

Para a IBERDROLA, “têm grande valor as oportunidades que lhe permitem aproximar-se da cultura das comunidades locais que envolvem o Sistema Eletroprodutor do Tâmega, projeto em construção até 2023. O apoio ao espetáculo ‘Todas Somos Tu’ é um exemplo disso. A capacidade de mobilização tanto dos que estão em palco como dos que irão assistir a esta peça é algo de grande relevância”.

São esperadas largas centenas de pessoas para assistir a mais uma brilhante peça de teatro produzida pelo Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto que continua, assim, a promover a cultura ao seu melhor nível em Cabeceiras de Basto, cativando e fidelizando o público que acarinha este projeto de sucesso no nosso concelho.

UM ENCONTRO PROVOCADO | COMPANHIA PAULO RIBEIRO, UMA DAS MAIORES REFERÊNCIAS NACIONAIS DA DANÇA CONTEMPORÂNEA EM PORTUGAL NO TEATRO DIOGO BERNARDES PARA UMA REFLEXÃO SOBRE A VIOLÊNCIA

17 de Maio – 22h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

Sexta-feira à noite, dia 17 de Maio, às 22h00, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, a Companhia Paulo Ribeiro, referência nacional e internacional da dança contemporânea, apresenta Um Encontro Provocado, com Coreografia, Cenografia e Desenho de Luz de Henrique Rodovalho e Interpretação de Margarida Belo Costa, Miguel Oliveira, Miguel Santos e Teresa Alves da Silva.

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Trata-se, na realidade, de um dos momentos mais altos, em termos de espectáculos, de toda a temporada de 2018-2019, do Teatro Diogo Bernardes, que termina no próximo dia 1 de Junho, não esquecendo que foi esta companhia a escolhida para a celebração dos 120 Anos do Teatro Diogo Bernardes, em 19 e 20 de Setembro de 2016, deixando marcas inesquecíveis a todos que estiveram presentes.

"O encontro provocado – para uma composição coreográfica – entre artistas de duas nacionalidades tão próximas, Brasil e Portugal, procura reflectir sobre uma questão perturbadora: a violência. Uma abordagem inscrita na diferença que essa mesma violência assume em cada um destes países da ‘mesma família’. No Brasil, a violência – de todos os tipos e esferas – está em níveis alarmantes; já Portugal é considerado, hoje, um dos países mais seguros do mundo. Porquê esta diferença, actualmente, tão grande entre o Brasil e Portugal? 

Quatro bailarinos portugueses e um coreógrafo brasileiro – numa linguagem artística que não expressa a palavra, mas sim o que ela quer ou o que não consegue dizer: a dança – enveredam pelas particularidades e especificidades destes dois países, compondo o questionamento que atravessa toda a peça. Corpos e movimento, que através da sua singular comunicação, expõem géneros, níveis e questões inerentes à ausência e à presença dessa mesma violência.

Quatro bailarinos na tentativa, por vezes, ingénua, de procurar ou encontrar uma solução, seja pelo confronto ou pela poesia, pelo versus ou versos de um mesmo problema. Durante esse espaço-tempo, revelam-se aos poucos e, inusitadamente, as diferenças existentes entre eles. Pensamentos e vontades distintos são abordadas fisicamente, criando um ambiente instável e inseguro. Uma instabilidade, por vezes, agonizante; mas outras, por acaso, irónicas e – porque não – engraçadas. Nestas diferenças, pesos e forças revelam-se e destacam-se. O corpo é o instrumento desafiador. O físico é a linguagem. Durante e dentro de um determinado espaço cénico, que parece alternar-se no tamanho e na forma, tentam quase o tempo todo, um certo equilíbrio, uma harmonia com estas diferenças. E no contexto dessa tentativa revelam-se momentos sensíveis e estes, seja por uma certa beleza plástica ou por uma delicada intenção, resultam numa quase pura poesia."

Henrique Rodovalho

Criada em 1995, a Companhia Paulo Ribeiro é uma companhia portuguesa de dança contemporânea, com um repertório próprio de peças ora criadas e dirigidas por Paulo Ribeiro, seu homónimo, fundador e um dos coreógrafos que esteve na origem do movimento artístico intitulado Nova Dança Portuguesa; ora por outros criadores convidados. Estrutura residente no Teatro Viriato (Viseu, Portugal) desde 1998, é a partir daí que desenvolve a sua atividade de pesquisa, de criação, de produção e de difusão; assim como de formação. Atualmente, a Companhia Paulo Ribeiro é dirigida pelos coreógrafos e bailarinos António Cabrita e São Castro.

Muito recentemente, a 27 e 28 de Abril passados, este espectáculo foi apresentado no Teatro Nacional de S. João, no Porto, no âmbito do Festival DDD – Dias da Dança, da seguinte forma: “Quatro bailarinos portugueses e um coreógrafo brasileiro – numa linguagem artística que não expressa a palavra, mas sim o que ela quer ou que não consegue dizer: a dança – enveredam pelo questionamento que atravessa toda a peça e que incide sobre a violência.

Corpos e movimento, que através da sua singular comunicação expõem géneros, níveis e questões inerentes à ausência e à presença dessa violência. A violência no ser, do ser. A violência perpetrada ao mundo, do mundo a cada um. A violência de viver ou de perder a vida. A violência enquanto sentimento humano. Na tentativa, por vezes, ingénua, de procurar ou encontrar uma solução, seja pelo confronto ou pela poesia, quatro bailarinos revelam aos poucos e, inusitadamente, as diferenças entre eles.”

O Diário de Notícias publicou que, “Segundo o coreógrafo, como o Brasil "está num momento muito confuso, muito delicado", as pessoas que vão assistir ao espetáculo consideram que ele tem "um frescor", que é "pelo menos uma coisa leve" que lhes está a acontecer.

"Aqui não", sublinhou, explicando que os bailarinos precisam de muita técnica para não irem parar ao hospital depois das várias quedas e confrontos que têm no palco, com o objetivo de "dar veracidade a tudo o que está a acontecer".

"Tem que saber levar porrada, mas tem que saber dar, para não machucar o companheiro. Tem toda essa técnica dentro da fisicalidade", disse Henrique Rodovalho, acrescentando que, ao mesmo tempo, os bailarinos têm que ter também "a técnica da dança contemporânea, que está inserida em vários momentos".

Em palco, haverá "desde violência de posicionamento, de um se sentir superior ao outro, até violência entre homem e mulher, auto violência", com os quatro bailarinos a mostrarem várias diferenças entre si.

"É difícil definir, mas é uma coisa que eu fui trabalhando em várias camadas. Cada um vai ter uma leitura, mas o espetáculo é no sentido de provocar isso mesmo, essa avaliação do que é que está a acontecer", frisou.”

COREOGRAFIA, CENOGRAFIA E DESENHO DE LUZ

Henrique Rodovalho

MÚSICA

Dawn of Midi: Io, Ymir, Moon, Atlas e Dysnomia (do álbum Dysnomia);

Ryuichi Sakamoto: Walker, Andata, Disintegration e Ubi (do álbum Async);

Silva: Nada será mais como era antes, Milhões de Vozes e Brasil, Brasil (do álbum Brasileiro)

INTERPRETAÇÃO

Margarida Belo Costa, Miguel Oliveira, Miguel Santos e Teresa Alves da Silva

PRODUÇÃO

Companhia Paulo Ribeiro

COPRODUÇÃO

Teatro Viriato e Teatro Nacional São João

A Companhia Paulo Ribeiro é uma estrutura financiada pela DGARTES

Bilhetes à venda (6,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

"O TEATRO VAI A... APÚLIA" NO DIA 18 DE MAIO

“O Teatro vai a… Apúlia”, no próximo dia 18 de maio. Integrado na política de descentralização cultural e no programa CREARTE (Crescimento da Arte Teatral em Esposende), a Câmara Municipal de Esposende vai promover a apresentação da peça de teatro “Aqui há Gato” pelo Grupo de Artes Recreativas de Fonte Boa (GARFO). O espetáculo está agendado para as 21h30, na Casa do Povo de Apúlia, e terá entrada livre.

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“Aqui há Gato” é uma peça cómica da autoria de Joaquim Graça do Vale, que abre uma janela sobre a complexidade das relações amorosas e suas aventuras, abordando-as sob perspetivas etária, estrato social ou simplesmente de ordem cronológica. As personagens encontram-se em constante aprendizagem daquilo que é ser-se feliz. As loucuras e peripécias ao longo de dois atos conduzem os espetadores numa viagem de dois sentidos entre a perfeição e a imperfeição enquanto humanos, quanto ao amar e ser amado. Uma comédia divertida onde o amor impera, diverte e surpreende.

Recorde-se que, em parceria com os grupos folclóricos do concelho, o Município vai levar a efeito a iniciativa “O Folclore vai a… Rio Tinto”, no dia 19 de maio, a partir das 15h00, no Largo da Igreja.

A política cultural do município proporciona o cumprimento Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, que o Município de Esposende assumiu no seu plano de gestão, no que se refere às metas Educação de Qualidade (ODS 4), Reduzir as desigualdades (ODS 10) e Parcerias para a Implementação dos Objetivos de Sustentabilidade (ODS 17).

TEATRO DE BALUGAS LEVA "PÃO NOSSO" A CARBALLIÑO (OURENSE)

“Pão Nosso” do Teatro de Balugas selecionado para o Festival Transfronteiriço de Teatro Amador PLATTA

O espetáculo “Pão Nosso” do Teatro de Balugas, de Balugães (Barcelos), sobe ao palco do Auditório Manuel María, no dia 10 de maio, às 20h30, em O Carballiño (Ourense), integrando o programa do festival que apresenta três espetáculos de teatro nos três idiomas das organizações que compõem a plataforma: português, galego e castelhano.

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Com três edições por cada membro (Castela e Leão, Galiza e Portugal), o Festival Transfronteiriço é promovido pela PLATTA - Plataforma Transfronteiriça de Teatro Amador, criada há nove anos para "fomentar o diálogo do teatro amador transregional e transnacional como uma realidade dentro do espaço cultural nacional e europeu". A plataforma é constituída pela Federación Galega de Teatro Aficionado, pela Erreguete - Revista Galega de Teatro, pela Federación de Grupos Aficionados de Teatro de Castilla y León e pelo Teatro do Noroeste - CDV/TEIA - Teatro em Iniciativa Associativa.

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O diretor artístico do Teatro de Balugas, Cândido Sobreiro, disse que esta participação "é uma oportunidade para mostrar o trabalho teatral desenvolvido pelo grupo” e também  “um intercâmbio cultural transfronteiriço para uma nova visão do teatro amador”.

O espetáculo do Teatro de Balugas resulta de uma residência artística de teatro comunitário que foi uma das premiadas pelo Programa de Apoio ao Associativismo da Fundação INATEL, tendo a peça arrecadado o prémio de Melhor Espetáculo no Festival de Teatro de Barcelos, bem como os prémios de Melhor Cenário, Melhor Sonoplastia, Melhor Iluminação Cénica e Melhor Guarda-Roupa.

O texto fala-nos da aldeia de Balugães, situada entre o Alto e o Baixo Minho, que foi terra onde já se amassou muito pão e onde se talharam muitas gamelas de pinho. O pão era o sustento, as gamelas também. Uma relação de pequenas histórias que contam mais do que o artefacto, o alimento, o labor. Uma recolha de memórias, ladainhas, cantigas e ofícios, recuperando utensílios e ligando artisticamente com a comunidade a criação do espetáculo. A partir daqui, o Teatro de Balugas aborda de uma forma teatral e poética o ciclo do pão na aldeia, reconstruindo-o a partir de princípios diferentes não tradicionais e quase oníricos.

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PONTE DE LIMA APRESENTA: ODEIO ESTE TEMPO DETERGENTE | UMA ODISSEIA EM 17 POEMAS DE RUY BELO

Interpretação de Maria João Luis e de Ana Nave | Direcção Musical e Interpretação de José Peixoto. 3 de Maio – 22h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

Sexta-feira à noite, dia 3 de Maio, a partir das 22h00, o Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, apresenta o espectáculo de teatro e de poesia Odeio este tempo detergente: Uma odisseia em 17 poemas de Ruy Belo, com Direcção Artística de Ana Nave, Interpretação de Maria João Luis e de Ana Nave, Selecção de Poemas e Dramaturgia de Rui Lagartinho e Direcção Musical e Interpretação de José Peixoto..

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Ana Nave leva a poesia de Ruy Belo para o palco, crente de que não é possível fazer a história da poesia portuguesa do século XX sem falar deste poeta que não deixou ninguém indiferente: “Uma obra à qual não é possível colar rótulos e que é atravessada por uma ideia de construção feita de casas, pássaros, árvores, homens em trânsito, jogos de luzes e sombras com o espaço e o tempo. Em Ruy Belo o humanismo não se explica, expõe-se através de perplexidades.”

“Como se fosse uma viagem sobre si próprio, sobre os temas da sua poesia”, disse à agência Lusa o ex-jornalista Rui Lagartinho, que selecionou os poemas e fez a dramaturgia. Apenas o primeiro e último foram escolhidos pela encenadora Ana Nave, como se de um "prólogo e epílogo se tratasse", e que depois trabalhou com Maria João Luís, com quem cointerpreta o espetáculo que vai estar em cena até domingo, no Jardim de Inverno do S. Luiz.

Nascido da vontade da encenadora trabalhar sobre a poesia de Ruy Belo, Rui Lagartinho levou a viúva do poeta, Teresa Moura Belo, a assistir a um espectáculo gizado juntamente com Ana Nave, a partir da poesia de Alexandre O´Neill, levado à cena, em 2015, também no S. Luiz.

A viúva do escritor nascido em S. João da Ribeira (Rio Maior), em 1933, entusiasmou-se com a ideia e foi a primeira a dizer “avancemos”.

Levar um espectáculo à cena leva algum tempo – há que encontrar os parceiros ideais, a equipa criativa, o espaço certo e os teatros fecham cada vez mais cedo a programação das temporadas –, e este trabalho acabou por só se concretizar agora, mais de um ano depois da morte de Teresa Belo.

Conjugando-se com as notas da guitarra interpretada ao vivo por José Peixoto, poemas como ‘Certas formas de nojo’, ‘Espaço preenchido’, ‘Povoamento’, ‘Elogio de Maria Teresa’ e ‘Um dia não muito longe, não muito perto’ remetem para um corpo poético atravessado por uma ideia de construção feita de casas, pássaros, árvores, homens em trânsito, jogos de luzes e sombras com o espaço e o tempo.

“Mas eu aqui completamente envolto neste tempo detergente

é da segunda-feira e da semana que preciso pois

posso lutar melhor por uma luz melhor

do que esta luz do mar à hora do entardecer

É da cidade é da publicidade é da perversidade

que preciso e não tenho aqui na praia”

escreveu Ruy Belo. E as palavras, seleccionadas por Rui Lagartinho, tomam agora as vozes de Ana Nave e Maria João Luis, e contam o aborrecimento e a efemeridade que talvez sejam ainda os nossos e os de todos os tempos.

Estreado em Março no Teatro S. Luiz, em Lisboa, o espectáculo iniciou recentemente uma digressão por vários palcos nacionais, apresentando-se em Ponte de Lima também com as subtis ironias de poeta que dialogava com as vogais e as consoantes. “Venho da vida e trago uma gramática”, escreveu.

O espectáculo integra ainda histórias pessoais contadas pela mulher de «riso claro» e «graça inesperada» invocada no poema ‘Elogio de Maria Teresa’, dialogando igualmente com as histórias daquela década de 1960 que os versos de Ruy Belo habitaram, quais melopeias sufocadas de humanidade e perplexidade.

Ruy Belo publicou oito livros de poemas originais, hoje reunidos no volume Todos os Poemas, que têm vindo a ser distinguidos pela crítica, um volume de ensaios sobre poesia e diversas traduções, além de ter colaborado na imprensa. Morreu aos 45 anos e a sua obra é hoje em dia considerada uma das mais brilhantes das letras portuguesas do século XX.

Direcção Artística: Ana Nave

Interpretação: Maria João Luis e Ana Nave

Selecção de Poemas e Dramaturgia: Rui Lagartinho

Direcção Musical e Interpretação: José Peixoto

Desenho de Luz e Direcção Técnica: João Cachulo

Operação Técnica em Digressão: João Cachulo e Sérgio Joaquim

Vídeo e Fotografias: Nuno 'Azelpds' Almeida

Figurinos: Rafaela Mapril

Produção Executiva: Mónica Talina e Vítor Alves Brotas

Apoio à Circulação: Fundação GDA

Uma co-produção São Luiz Teatro Municipal com Arte33

Bilhetes à venda (4,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

FAMALICÃO: TEATRO DA ACE QUESTIONA QUALIDADE DA DEMOCRACIA

A qualidade da vivência democrática em Portugal é questionada, esta quinta e sexta-feira, 2 e 3 de maio, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão através de “Insensatos”, a revisitação à Antígona de Sófocles, uma peça de teatro já com cerca de 3.000 anos e que é levada a cena com encenação e dramaturgia de João Castro e elenco da ACE - Escola de Artes.

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A coprodução Casa das Artes/ACE sobe a palco, em ambos os dias, às 21h30, no Grande Auditório deste teatro municipal. Bilhetes a 4€ e a 2€ para estudantes e Cartão Quadrilátero.

“Os alunos da ACE vão questionar as noções de democracia, entre a justiça democrática e a justiça moral”, refere o encenador. Aliás, João Castro recorda que “as leis e a moralidade são um tema que está na ordem do dia presentemente”.

Poucos dias depois de em Portugal se ter celebrado 45 anos desde a revolução do 25 de abril de 1974, João Castro sustenta que “esta abordagem é muito oportuna”.

O responsável pela encenação e dramaturgia explica que “Insensatos” é uma peça que viaja sempre entre “aquilo que é legal e o que é moral e faz o ponto e situação no que é que as pessoas optam por ficar: se do lado da legalidade e da burocracia, ou se do lado da moralidade e do que está certo do ponto de vista humano”.

Tal como na Antígona de Sófocles, a peça “Insensatos” fala sobre “duas irmãs que perdem dois irmãos, em campo de batalha, a lutarem um contra o outro. Um dos irmãos pode ser sepultado e o outro condenado a não ter sepultura. Mas uma das irmãs decide dar sepultura ao seu irmão mesmo contra as ordens da Cidade (a figura mítica de Creonte)”, refere o mesmo responsável.

João Castro indica que os 23 alunos do 1º ano do Curso Profissional de Artes do Espetáculo-Interpretação da ACE vão dividir-se por dois elencos. Um atuará no dia 2 e outro no dia 3. Inclusive, a figura do Creonte, que João Castro quer ver assumida como Cidade, num dia é masculina e no dia seguinte é “marcadamente feminina”. Esta é a grande novidade nesta versão da Antígona. Num dia, Creonte é masculino e no outro feminino e a dramaturgia vai no sentido de Creonte ser uma governante.

Insensatos a partir de Antígona de Sófocles

Tradução: Marta Várzeas

Dramaturgia e Encenação: João Castro

Cenografia: Alunos de Mestrado de Design de Interiores da ESAD

Orientação de Cenografia: Ana Gormicho

Figurinos: João Castro

Execução de Figurinos: Maria da Glória Costa

Apoio Figurinos: Lola Sousa

Desenho de Luz: José Diogo Cunha

Direção Musical: Sofia Faria Fernandes

Vídeo: João Faustino

Assistência de Encenação: Rafaela Sá

Fotografia de Cena: Pedro Figueiredo

Fotografia de Cartaz: Helena Machado

Apoio a Cabelos: José Resende

Agradecimentos: Maria Milano e João Gomes (ESAD)

Direção de Produção: Glória Cheio

Produção: João Faustino

Direção Executiva: Liliana Moreira

com:

Alunos do 1º ano do Curso Profissional de Artes do Espetáculo-Interpretação da ACE Escola de Artes – Famalicão: Ana Peixoto, Rita Silva, Andreia Pereira, António Barata, Bárbara Oliveira, Beatriz Pinho, Beatriz Costa, Bruno Monteiro, César Reguengo, Gabriela Ferreira, Gonçalo Mendes, Inês Ferreira, Inês Sousa, João Silva, Juliana Couto, Lúcia Barbosa, Márcia Azevedo, Margarida Sampaio, Rute Sousa, Sérgio Ferreira, Silvana Correia, Sofia Silva, Diana Santos.

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CRIANÇAS DE TERRAS DE BOURO VIRAM "O AMOR DA CAROCHINHA"

Teatro “O amor da Carochinha” em Terras de Bouro

No dia 26 de abril, no âmbito do projeto Ter + Sucesso, os alunos do 3º e 4º ano do agrupamento de escolas de Terras de Bouro, “foram ao teatro… ou melhor, a companhia de teatro Tin. Bra veio ao encontro dos alunos”.

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Contando com a presença da Vereadora do Município de Terras de Bouro, Dr.ª Ana Genoveva Araújo, a peça foi exibida no Auditório da Escola B/S de Terras de Bouro.

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VIANA DO CASTELO APRESENTA "A GUARDIÃ DE RETRETES"

O À Margem- Armazém Teatral vai apresentar no teatro Municipal Sá de Miranda a sua última produção intitulada "A Guardiã de Retretes!".

Será já no dia 3 de Maio de 2019 pelas 21,30 horas.

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Desta vez com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo.

Depois de ter percorrido algumas freguesias do concelho ,A guardiã  vem se apresentar ao público citadino no palco do teatro Municipal Sá de Miranda.

Mais uma vez vai  limpar e desinfectar retretes, ainda dar conselhos, vender papel higiénico e emprestar sonhos como cugnomista multifacetada.

Esta já é a nona vez que surge nos palcos do concelho na sua sessão de terapia do stress 

através da libertação do riso com as cenas que se desenrolam no decorrer da sua visita.

 São duas senhorecas que  vêm defecar , um Presidente da República irrequieto que distribui comendas e prebendas a umas quantas figuras públicas agraciadas,num Hollywoodesco 10 de Junho,enfim numa retrete onde tudo acontece, até uma selfie com Donald Trump.

Aproveite esta oportunidade para ver como desenvolvem o seu trabalho teatral os actores amadores de Viana do Castelo, com textos originais de escritores vianenses.

Os bilhetes já se encontram à venda na bilheteira do teatro Sá de Miranda.

BARCELOS: PARABÉNS AOS "PIONEIROS DA UCHA"!

Festa dos 30 anos esgota salão na Ucha

Mais de 200 pessoas encheram o Salão Paroquial da Ucha, em Barcelos, esta terça-feira, dia 16, para assistir à estreia da peça "A consequência da Verdade". A noite foi ainda de festa já que o grupo de teatro amador da Ucha festejou 30 anos.

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O auditório foi, aliás, pequeno para todos os que se quiseram juntar à festa.

"Na verdade, Os Pioneiros criaram-nos aqui um verdadeiro problema. Vamos ter de aumentar o salão porque já não cabe nem mais uma pessoa", brincou António Costa, o presidente da Junta de Freguesia da Ucha. 

A comédia apresentada pelo grupo uchense fez soltar muitas gargalhas no público. Algumas das que mais se ouviram foram de Amélia Fernandes: "Eu riu-me sempre muito. Adoro vê-los!"

Amélia é assídua nos espetáculos e não é a única: "Porque é que eu venho sempre ver?! Porque todas as vezes valem a pena", comentou Helena Pinto.

"A sensação de ver um espetáculo é sempre diferente", explicou Amélia.

As comemorações do aniversário d'Os Pioneiros da Ucha continua com mais espetáculos até dezembro. O próximo é no dia 18 de maio, na Ucha.

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