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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BARCELOS: PARABÉNS AOS "PIONEIROS DA UCHA"!

Festa dos 30 anos esgota salão na Ucha

Mais de 200 pessoas encheram o Salão Paroquial da Ucha, em Barcelos, esta terça-feira, dia 16, para assistir à estreia da peça "A consequência da Verdade". A noite foi ainda de festa já que o grupo de teatro amador da Ucha festejou 30 anos.

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O auditório foi, aliás, pequeno para todos os que se quiseram juntar à festa.

"Na verdade, Os Pioneiros criaram-nos aqui um verdadeiro problema. Vamos ter de aumentar o salão porque já não cabe nem mais uma pessoa", brincou António Costa, o presidente da Junta de Freguesia da Ucha. 

A comédia apresentada pelo grupo uchense fez soltar muitas gargalhas no público. Algumas das que mais se ouviram foram de Amélia Fernandes: "Eu riu-me sempre muito. Adoro vê-los!"

Amélia é assídua nos espetáculos e não é a única: "Porque é que eu venho sempre ver?! Porque todas as vezes valem a pena", comentou Helena Pinto.

"A sensação de ver um espetáculo é sempre diferente", explicou Amélia.

As comemorações do aniversário d'Os Pioneiros da Ucha continua com mais espetáculos até dezembro. O próximo é no dia 18 de maio, na Ucha.

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BARCELOS: GRUPO DE TEATRO PIONEIROS DA UCHA CELEBRA 30 ANOS EM CENA

Grupo de teatro da Ucha estreia peça em dia de aniversário

| Grupo amador do concelho de Barcelos festeja 30 anos na próxima terça-feira, dia 16.

| Os Pioneiros da Ucha estreiam peça “A consequência da verdade”.

Vivem porta com porta, mas ainda não se conhecem. Carmo e Joaquim chegaram há pouco a Lisboa. Maria e Pedro decidem convidá-los para um jantar. O objetivo é conhecer o novo casal de vizinhos, mas as descobertas podem comprometer um bom relacionamento.

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“A consequência da verdade” é a história que o grupo de teatro amador da Ucha, Barcelos, tem estado a preparar desde o início do ano.

A primeira apresentação está marcada para terça-feira e o dia não é ao acaso.

O grupo arrancou a 16 de abril de 1989 e, por isso, festeja 30 anos.

“Queremos agradecer ao público que nos tem acompanhado ao longo destas três décadas com uma nova peça”, explica Filipe Gomes, presidente e encenador do grupo. A trama entre vizinhos passa-se durante o jantar mas avança para um jogo de ‘poker’ que se transforma em ‘strip poker’.

A comédia de dois atos vai estrear no salão paroquial da Ucha, em Barcelos, às 21h. Este é o quarto espetáculo de 12 que o grupo de teatro amador da freguesia barcelense tem previsto para este ano.

Tem sido uma apresentação por mês e prometem continuar até dezembro. “Fazemos teatro por gosto.

Nenhum de nós o faz com algum interesse a não ser pelo convívio e pelo gozo em proporcionar um momento divertido às pessoas”, acrescenta Filipe Gomes.

“Sabe sempre muito bem a todos nós ver os sorrisos de quem assiste aos espetáculos”, conclui.

A tradição do teatro na Ucha, em Barcelos, é centenária. Os primeiros registos de encenações na freguesia remontam ao início da década de 20.

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BARCELOS: GRUPO DE TEATRO DA UCHA LEVA À CENA "A CONSEQUÊNCIA DA VERDADE"

Grupo de teatro da Ucha estreia peça em dia de aniversário

| Grupo amador do concelho de Barcelos festeja 30 anos na próxima terça-feira, dia 16

| Freguesia com 100 anos de tradição de teatro

| Os Pioneiros da Ucha estreiam peça “A consequência da verdade”

Vivem porta com porta, mas ainda não se conhecem. Carmo e Joaquim chegaram há pouco a Lisboa. Maria e Pedro decidem convidá-los para um jantar. O objetivo é conhecer o novo casal de vizinhos, mas as descobertas podem comprometer um bom relacionamento.

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A consequência da verdade” é a história que o grupo de teatro amador da Ucha, Barcelos, tem estado a preparar desde o início do ano. A primeira apresentação está marcada para terça-feira e o dia não é ao acaso. O grupo arrancou a 16 de abril de 1989 e, por isso, festeja 30 anos na próxima semana.

“Queremos agradecer ao público que nos tem acompanhado ao longo destas três décadas com uma nova peça”, explica Filipe Gomes, presidente e encenador do grupo.

A trama entre vizinhos passa-se durante o jantar mas avança para um jogo de ‘poker’ que se transforma em ‘strip poker’.

A comédia de dois atos vai estrear no salão paroquial da Ucha, em Barcelos, às 21h.

FESTEJOS ATÉ AO FIM DO ANO

Este é o quarto espectáculo de 12 que o grupo de teatro amador da freguesia barcelense tem previsto para este ano. Tem sido uma apresentação por mês e prometem continuar até dezembro.

“Fazemos teatro por gosto. Nenhum de nós o faz com algum interesse a não ser pelo convívio e pelo gozo em proporcionar um momento divertido às pessoas”, acrescenta Filipe Gomes. “Sabe sempre muito bem a todos nós ver os sorrisos de quem assiste aos espectáculos”, conclui.

A tradição do teatro na Ucha, em Barcelos, é centenária. Os primeiros registos de encenações na freguesia remontam ao início da década de 20.

ESPOSENDE DESCENTRALIZA EVENTOS CULTURAIS

Município de Esposende mantém descentralização de eventos culturais

O Município de Esposende, no âmbito da política de descentralização cultural, vai realizar, ao longo do ano em curso, um conjunto de eventos culturais, de acesso gratuito, nas freguesias do concelho.

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O programa inclui espetáculos de teatro, música, dança e etnografia, a desenvolver por grupos e entidades locais, iniciando-se já no próximo sábado, dia 6 de abril, com a atividade “O Teatro vai a… Palmeira de Faro”. A partir das 21h30, no Auditório do Centro Paroquial, o grupo de teatro da Juventude Unida de Marinhas (JUM) leva à cena a peça de teatro “Círculo da Caça”, de Eduardo de Filippo. Este espetáculo decorre do projeto municipal CREARTE (Crescimento da Arte Teatral em Esposende) e integra as comemorações do Dia Mundial do Teatro, que se celebrou a 27 de março.

Em maio, no dia 12, às 21h30, “A Música vai a… Belinho”, no dia 18, às 21h30, “O Teatro vai a… Apúlia” e, no dia 19, às 16h00, “A Dança vai a… Rio Tinto”.

Para junho, estão previstas mais três atividades, nomeadamente no dia 8, às 21h30, “O Teatro vai a… Antas”, no dia 15, às 21h30, “O Teatro vai a… Gandra” e, no dia 16, às 11h00, “A Música vai a… Gandra”. Posteriormente, “A Música vai a… Belinho”, no dia 10 de agosto, às 22h00; no dia 15 de setembro, às 16h00, “A Etnografia vai a… Apúlia”; no dia 12 de outubro, às 21h30, “O Teatro vai a… Curvos” e, por fim, no dia 17 de novembro, às 16h00, “A Etnografia vai a… Gemeses”.

Através do desenvolvimento deste programa descentralizado de atividades, o Município proporcionará à comunidade o acesso a eventos culturais nas suas próprias localidades e a possibilidade de apreciar o trabalho que é desenvolvido a este nível no concelho. De resto, tendo o Município vertido para o seu plano de ação os Objetivos de Desenvolvimentos Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, está também a contribuir para as metas Educação de Qualidade (ODS 4), Reduzir as desigualdades (ODS 10) e Parcerias para a Implementação dos Objetivos de Sustentabilidade (ODS 17).

Refira-se que, também no âmbito do plano de descentralização cultural, o Município, em parceria com as Juntas de Freguesia, desenvolveu, em 2018, o programa “À Descoberta de…”, através da realização de um conjunto de eventos culturais em todas as freguesias do concelho.

CDV/TEATRO DO NOROESTE APRESENTA ROTTWEILER EM VIANA DO CASTELO

Em Cena até ao dia 13 de Abril

Teve apresentação a 27 de Março, Dia Mundial do Teatro, com a plateia do Sá de Miranda lotada, em demonstração evidente de que o povo de Viana gosta do teatro e da sua companhia residente, sempre a melhorar em desempenho e brio profissional, agora, felizmente, a ser reconhecida pelos poderes governamentais. Do Município esse reconhecimento, felizmente, nunca lhe foi negado. E porque o dia era inteiramente dedicado ao teatro, tal como aconteceu nas salas de teatro do mundo inteiro, foi lido pela atriz Elisabete Pinto, a mensagem alusiva ao dia, desta vez da responsabilidade de Carlos Celdrán, encenador, dramaturgo e formador cubano, e que foi traduzida para a língua portuguesa, honrosamente, por Tiago Fernandes, também ele um ator do CDV.

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Do bonito e tocante texto se transcreve um curto parágrafo: “O meu país teatral são esses momentos de encontro com os espetadores que cada noite chegam à nossa sala vindos dos mais variados recantos da minha cidade, para nos acompanhar e partilhar umas horas, uns minutos. Com esses momentos únicos construo a minha vida, deixo de ser eu, de sofrer por mim mesmo e renasço e percebo o significado do ofício de fazer teatro: viver instantes de pura verdade efémera, onde sabemos que o que dizemos e fazemos, ali, sob a luz da cena, é verdade e reflete o mais profundo e o mais pessoal de nós. O meu país teatral, o meu e o dos meus atores, é um país tecido por estes momentos em que deixamos para trás as máscaras, a retórica, o medo de ser quem somos, e damos as mãos no escuro”.

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Seguiu-se a peça, um texto de Guillermo Heras, com encenação de Ricardo Simões, interpretado por Alexandre Calçada e Tiago Fernandes, que procura confrontar o público com realidades que nos passam despercebidas, mas que comportam perigos para a manutenção das sociedades abertas e livres, tal com esta em que felizmente vivemos. As falsas notícias, ou as notícias com meias verdades, mas manipuladas para fazer descrer os cidadãos dos estados democráticos e apostar em caudilhismos e falsos defensores da segurança, da ordem e da moral estão em permanente crescendo, não sendo por acaso que em países livres a tirania se vai instalando, como constatamos regularmente.

Rottweler assenta numa entrevista televisiva feita em local desconhecido a um extremista, defensor de sistemas musculados, que destila ódio a tudo o que uma sociedade democrática deve comportar. Negativista, mas agressivo, perturbado, contraditório, o entrevistado, num diálogo tenso, acaba por liquidar o entrevistador, apesar do sentido de moderação deste. Trata-se de um trabalho que nos prende e nos faz refletir, aliás foi criado para isso mesmo. Ninguém se arrependerá de o ver, comentar e divulgar.

Gonçalo Fagundes Meira

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MONÇÃO APRESENTA REPRESENT`ART - III MOSTRA DE TEATRO ESCOLAR

Espetáculo, cujos protagonistas são alunos do 3º ano do 1º CEB, sobe ao palco do Cine Teatro João Verde este fim de semana, sábado e domingo, pelas 15h30. O objetivo é despertar o interesse pela representação nos jovens monçanenses. Por outras palavras, criar o bichinho do teatro.

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O projeto “Represent`art”, III Mostra de Teatro Escolar, promovido pela Plataforma de Arte e Cultura, estrutura cultural e educativa do Município de Monção, conta com a participação de alunos do 3º ano do 1º CEB do concelho, sendo apresentado este fim de semana, sábado e domingo, no Cine Teatro João Verde.

Os espetáculos, com início às 15h30, tem entrada livre, devendo, contudo, o bilhete ser levantado na Loja Interativa de Turismo ou no Cine Teatro João Verde. Os ensaios começaram, no passado mês de outubro, nas diferentes escolas abrangidas pelo projeto, culminando agora com a apresentação ao público.

No dia 6, sábado, participam os alunos da Escola Básica José Pinheiro Gonçalves (V3A e V3C), da Escola Básica do Vale do Mouro (T3A) e da Escola Básica de Pias (P3A). No dia 7, domingo, sobem ao palco os alunos da Escola Básica José Pinheiro Gonçalves (V3B), Colégio do Minho (3º ano) e Escola Básica de Estrada, Mazedo (M3A) 

O projeto “Represent`art” procura incentivar a criação de um conjunto de estratégias e atividades, onde os participantes desenvolvem rituais, exercícios, tarefas, técnicas e ferramentas que se revelem eficazes para adaptar o corpo e voz a diferentes espaços.

Pretende também fomentar a relação entre todos os intervenientes, despertar a motivação pelo mundo do espetáculo, o interesse pela representação e a curiosidade pelas artes performativas. Em síntese, criar o bichinho do teatro nos jovens monçanenses.

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TERMINOU ONTEM O 3º FESTIVAL DE TEATRO AMADOR DE ESPOSENDE

O 3.º FestiAma – Festival de Teatro Amador do Concelho de Esposende chegou ontem ao fim, no Auditório Municipal de Esposende, encerrando um ciclo de seis produções e 12 espetáculos, sempre com lotação esgotada.

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Nesta edição, que decorreu entre 16 de fevereiro e 31 de março, apresentaram-se em palco os grupos de teatro amador do concelho, nomeadamente o GATA – Grupo de Teatro Amador de Fão com a peça “O Nariz”, o GATERC - Grupo Amador de Teatro Esposende-Rio Cávado com a produção "Al Olaré", o grupo infantojuvenil Boca de Cena com "Escafandro", o grupo de teatro JUM com “Círculo da Caça”, o GARFO - Grupo de Artes Recreativas de Fonte Boa com a peça “Aqui há Gato” e o grupo Forjães em Cena com “A Vizinha do Lado”. Refira-se que dois dos textos são de autores locais, designadamente “Escafandro”, de Hugo Direito Dias, e “Aqui há Gato”, de Joaquim Graça do Vale.

No total estiveram envolvidos 87 atores amadores, sob a orientação dos encenadores Jorge Alonso, Eva Fernandes, Hugo Direito Dias e Jorge Vale. Para além da oportunidade de apresentarem publicamente o seu trabalho e de se conhecerem entre si, os grupos de teatro tiveram também a oportunidade de adquirir ferramentas relativas à organização de um espetáculo.

A adesão do público é também digna de registo, na medida em que cada espetáculo, com apresentações ao sábado e ao domingo, registou sempre casa praticamente cheia. Com efeito, assistiram ao 3.º FestiAma mais de 2500 espetadores, o que reflete o reconhecimento do público e a qualidade das produções apresentadas.

Nesta edição, pela primeira vez, as entradas foram cobradas, com o valor simbólico de dois euros por pessoa, sendo que a verba apurada se destina a apoiar o trabalho que os grupos de teatro vêm realizando.

Na cerimónia de encerramento do 3º FestiAma o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, agradeceu o empenho e a dedicação dos grupos de teatro do concelho, tanto pelo sucesso do festival como pela promoção e desenvolvimento da Cultura, em geral, e do teatro, em particular, no concelho. Registou-se, no final, um momento de alguma emotividade, com a homenagem ao senhor José Maria Mota, um amante do teatro e ator do grupo Forjães em Cena, recentemente falecido.

Recorde-se que o FestiAma é um evento promovido pela Câmara Municipal de Esposende, no âmbito do programa CREARTE – Crescimento da Arte Teatral em Esposende, enquadrando-se nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, que o Município refletiu para a sua gestão, nomeadamente no ODS 4 - Educação de Qualidade e no ODS 17 - Parcerias para a Implementação dos Objetivos de Sustentabilidade.

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ESPOSENDE LEVA TEATRO ÀS ESCOLAS

Município de Esposende proporciona teatro às escolas

O Dia Mundial do Teatro, que se comemorou a 27 de março, marcou o arranque de mais uma edição do projeto “O Teatro e as Escolas”, que o Município de Esposende tem vindo a desenvolver ininterruptamente desde 2002.

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O Auditório Municipal de Esposende acolheu, assim, a primeira dramatização de textos de grandes vultos da literatura portuguesa, concretamente a peça “Mestre Gil”, pela Companhia de Teatro Associação Coisa Feita, onde o ator João Loy deu vida a personagens da obra de Gil Vicente.

Foram realizadas duas sessões para cerca de 400 alunos do 9.º ano dos Agrupamentos de Escolas António Correia de Oliveira e António Rodrigues Sampaio, Escola Secundária Henrique Medina e Escola Profissional de Esposende.

O projeto “O Teatro e as Escolas” prossegue no dia 10 de maio, com a peça “O Ano da Morte de Ricardo Reis”, com base na obra com o mesmo nome de José Saramago, direcionado para os alunos do 12º ano das escolas do concelho.

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BRAGA PARTICIPOU NO II ENCONTRO DO CURSO BÁSICO DE TEATRO

Sessão decorreu na Casa das Artes de Famalicão

O Município de Braga levou quatro escolas do Concelho ao II Encontro do Curso Básico de Teatro que decorreu no auditório da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão. O encontro contou com a presença de representantes dos municípios de Braga, Vila Nova de Famalicão e Vila do Conde, directores das Escolas onde o Curso está a ser ministrado como experiência pedagógica em projecto-piloto, alunos, encarregados de educação, António Capelo - membro da direcção Artística da ACE Teatro do Bolhão - bem como vários actores que se uniram ao projecto.

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O Curso Básico de Teatro, destinado especialmente aos alunos do 1º, 2º e 3º ciclos de ensino básico, tem tido um impacto muito positivo junto da sociedade e instituições escolares.

Para Lídia Dias, vereadora da Educação e Cultura do Município de Braga, é “uma enorme satisfação” ver que em Braga, no primeiro ano de implementação do projecto, foi possível reunir um universo de 72 alunos entre o 1º e o 6º ano de escolaridade. “Estes alunos usufruem de formação artística no âmbito teatral, sendo-lhes permitido consolidar matérias do ensino regular através da ponte que se estabelece entre os conteúdos de cada disciplina do Curso de Teatro e o ensino regular de cada ano lectivo”.

Durante a sessão, onde os alunos envolvidos no projecto apresentaram o trabalho que têm desenvolvido ao longo do ano, foram ainda exibidos dados de avaliação-observação apurados ao longo do ano lectivo que justificam a pertinência da implementação do curso no sistema de ensino nacional.

No Município de Braga o Curso assume uma oferta formativa em regime livre na Escola EB1,2,3 André Soares; Escola EB1 São Lázaro; Escola EB 1,2 de Nogueira e Escola EB1 de Lomar em Braga.

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MELGAÇO PROMOVE DIVERSAS ATIVIDADES PARA COMEMORAR O LIVRO E A LEITURA

Até dia 6 de maio, para crianças e adultos

No âmbito da 4 ª edição de ‘EM ABRIL LIVROS MIL’

Até dia 6 de maio, Melgaço promove uma panóplia de atividades lúdico pedagógicas e culturais que pretendem assinalar o Dia Internacional do Livro Infantil (2 de abril) e o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor (23 de abril). Teatro, contos, poesia, espetáculos de música, de dança e workshops são propostas do Município, inseridas na iniciativa ‘Em abril Livros Mil’. Esta é a 4ª edição, numa organização da Rede de Bibliotecas de Melgaço.

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Uma visita ao Berçário da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço, com a leitura do livro “A Menina Gotinha de Água”, de Papiniano Carlos, e a peça de teatro “A ida ao Brasil”, protagonizada pelo Grupo de Convívio da Vila e encenada para os lares e salas de convívio do concelho, deram ontem, 27 de março - Dia Mundial do Teatro, o arranque à ação.

Programa ‘Em abril Livros Mil’

1 a 5 de abril

Semana da Leitura e Feira do livro

Agrupamento de Escolas

1 de abril

“Camilo, um camelo no deserto”, de Júlio Borges

Comemoração do Dia Internacional do Livro Infantil

09h30/ 11h00 / 14h30

Público: Pré-escolar e 1º ano (1º ciclo)

Local: Casa da Cultura e Biblioteca Municipal

3 de abril

Apresentação do livro “Um Lobo nunca abandona a sua alcateia”, de Catarina Fernandes de Oliveira

14h00

Público: 3º ciclo

Local: Casa da Cultura e Biblioteca Municipal

9 de abril

Workshop “Sussurradores”

10h00

Público: utentes da APPACDM

Local: Casa da Cultura e Biblioteca Municipal

12 de abril

All Music Fest: “De não saber o que me espera”

22h00

Público em geral

Local: Casa da Cultura

Ver programa próprio!

13 de abril

Contos Contigo: O Lobo que Queria Mudar de Cor”, de Orianne Lallemand

10h30

Contos e leituras para crianças e acompanhantes, com o objetivo de estimular a criatividade e a imaginação.

Local: Biblioteca Municipal

23 de abril

“Ler Melgaço”

Comemoração do Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor

Pintura de versos emblemáticos de poetas e ficcionistas portugueses no espaço público.

Sussurradores ao ar livre

Público: alunos do 6º ano

29 de abril

Concurso Nacional de leitura

13ª edição do CNL – fase intermunicipal

Local: Biblioteca Municipal de Viana do Castelo

30 de abril

Declamação de poesia

Comemoração do Centenário do nascimento de Sophia de Melo Breyner Andresen

10h00

Público: alunos do 5º ano e alunos da ESDL

Local: Escola Superior de Desporto e Lazer

2 de maio

Let’s movie on with zumba

Workshop e aula de Zumba

10h00

Público: alunos do ensino profissional

Local: Escola Superior de Desporto e Lazer

6 de maio

“Um Chã não toma um Xá”, de Sérgio Guimarães de Sousa

09h30 / 11h00 / 14h30

Público: alunos do 1º ciclo

Local: Casa da Cultura e Biblioteca Municipal

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BARCELOS MARCA A DIFERENÇA NO TEATRO GIL VICENTE

Diversidade marca programação de abril do Teatro Gil Vicente 

O Teatro Gil Vicente apresenta no mês de abril uma programação diversificada com teatro, cinema, música, humor e dança.

 

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A programação do espaço vicentino inicia com o primeiro concerto do terceiro trimestre do triciclo. No dia 4 de abril, às 22h00, a conceituada guitarrista e cantora portuguesa Lula Pena apresenta o seu mais recente disco “Archivo Pittoresco”.

Ainda no domínio musical, no âmbito do novo ciclo de programação “LINHA TGV” que traz ao palco algumas das mais entusiasmantes propostas da música contemporânea portuguesa e internacional, o TGV recebe o português Filho da Mãe, mestre da guitarra que apresentará “Água Má”, no dia 13 de abril, às 22h00 e, no dia 19,às 22h00, Maria Beraldo, clarinetista brasileira que trabalha com Elza Soares.

A sétima arte sobe ao palco do Gil Vicente no dia 5, às 21h30, com a peça “Judas”, pelo Teatro Académico Musical e Dramático de Kherson M.Kherson M.Kulish, da Ucrânica.

A dança marca presença nos dias 6 e 7 de abril com o espetáculo de dança urbana “Ser Criança” protagonizado pelos alunos da Escola Nico Dance Studio.O espetáculo terá duas sessões. A primeira a 6 de abril, às 21h30 e, a segunda a 7 de abril, às 18h00.

O humor também tem lugar com o espetáculo de stand-up comedy intitulado “Ódio de Estimação” protagonizado pelo humorista Paulo Almeida, no dia 12, às 22h00.

A rubrica “Em família no TGV” reserva a tarde de domingo, dia 14, às 16h, com “SING- Quem canta seus males espanta” um filme de comédia musical animado de Garth Jennings.

A Associação Zoom - Cineclube continua a levar o cinema ao Teatro Gil Vicente, com a exibição, no dia 9, do filme “ Todos Sabem”, de Asghar Farhadi, e no dia 16, do filme “A Pereira Brava”, de Asghar Farhadi. As sessões têm início às 21h30 e têm entrada paga.

Os bilhetes para assistir aos espetáculos no Teatro podem ser adquiridos no local, ou através de reserva por e-mail (tgv@cm-barcelos.pt) ou telefone (253 809 694). 

Ainda no âmbito da programação cultural do mês de abril, o Salão Nobre dos Paços do Concelho recebe, no dia 18,às 22h00, o espetáculo da cantora e violoncelista Joana Guerra, que traz na bagagem o álbum “Osso”, concerto inserido no triciclo. A entrada é livre.

A partir do dia 27, pode ainda visitar a exposição “Lenda do Galo – Era uma vez a história de um peregrino e de um galo que cantou”, de Carlos Araújo, que inaugura a 27 de abril, às 17h00 e estará patente até 26 de maio.

FAMALICÃO APRESENTA A "POÉTICA DA PALAVRA"

Capítulo 2, na Casa das Artes, de 4 a 12 de Abril

Poética da Palavra para destilar a essência do Teatro

A Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão programou para abril o segundo capítulo de "Poética da Palavra", uma proposta artística que pretende destilar a essência do Teatro: o texto, a palavra, a voz, o trabalho de ator. De 4 a 12 de abril, o Capítulo 2 vai abrir-se ao público com um fluxo de ação teatral que almeja criar cumplicidades duradouras entre a plateia do deleite cultural e o palco que fabrica na carne dos protagonistas esse prazer milenar que é o Teatro.

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A "Poética da Palavra" é, assim, um dos principais capítulos da programação primaveril deste teatro municipal que propõe cinco projetos: STAND DOWN, uma criação e interpretação de Ángel Fragua a partir de dois contos de Félix Albo; O ANJO de Henry Naylor, com interpretação de Teresa Arcanjo; ODE MARÍTIMA de Álvaro de Campos, com interpretação de Pedro Lamares; VIDA E OBRA DE UM HOMEM MAIS OU MENOS APRESENTÁVEL, com texto e encenação de Pedro Galiza e com interpretação de Daniel Silva; PEÇA PARA DUAS PERSONAGENS, de Tennessee Williams, com Encenação de Ivo Alexandre e interpretação de Anabela Faustino e Ivo Alexandre, numa coprodução da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro municipal de Bragança e a Companhia Ninguém.

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Pretende a Casa das Artes destacar a interpretação, a relação entre técnica, sentimento íntimo e subjetivo de convicção criadora e a consolidação da personagem, como um processo indissociável de um exigente trabalho pessoal, que é físico e de estudo profundo e inesgotável.

No final da cada apresentação, abre-se o tempo para uma conversa com os atores que protagonizam cada projeto teatral, no sentido de o público poder conhecer o trabalho, concreto, sobre o texto, a palavra e a sua relação com o corpo (que lhe dá voz), e o processo de construção de cada personagem.

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STAND DOWN

Criação e interpretação de Ángel Fragua a partir de dois contos de Félix Albo

4 de Abril | 5.ª 21h30 | Pequeno Auditório

Entrada: 4 euros. Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/12

Duração: 80 min

"Stand Down" não é "up", é outra coisa. São as memorias de um homem, as reais e as outras. São as lembranças de infância com os olhos de agora. São os primeiros silêncios, que viram falar mais alto do que as mais sonoras palavras. Uma viagem no palco entre Espanha e Portugal, numa miscelânea de sentimentos conduzida pelo ator Ángel Fragua. Partindo de dois contos de Félix Albo, "Secretos de Familia" e "Un Roble en un Cementerio", Ángel mostra-nos neste "Stand Down" porque razão morrer de amor pode ser só o inicio de uma estória. Porque "Stand Down" é a vida ali à espreita e o riso,
por vezes, do avesso.

Uma criação de Ángel Fragua a partir de dois contos de Félix Albo

Encenação: Mara Correia

Fotografia de cena e cartaz: O Revelador

Design de cartaz: Paulo Araújo

Produção: Inquieta - Produção e Comunicação Cultural

O ANJO, Henry Naylor

Encenação de Ángel Fragua e interpretação Teresa Arcanjo.

5 de Abril | 6.ª 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/14

Duração: 70 min

Há uma rapariga na Síria conhecida por "Anjo". É Rehana. Tem 19 anos, estuda direito e é filha de pais agricultores. Rehana vive em Kobane - uma pequena cidade da Síria junto à Turquia - que um dia é invadida pelo ISIS. Rehana foge para a fronteira com a intenção de chegar à Turquia, mas a memória do pai que ficou para trás, é mais forte. Rehana volta para Kobane e vai à procura do pai. Nessa altura, é capturada pelo ISIS e vendida como escrava sexual. Rehana consegue fugir e unir-se ao YPJ - Unidades Femininas de Proteção. A vida vertiginosa acelera: torna-se franco-atiradora, mata 100 invasores e passa a ser temida pelo Estado Islâmico, cujos membros acreditam que quem é morto por uma mulher não consegue entrar no paraíso e ter direito às setenta e duas virgens, no outro mundo. Rehana é uma rapariga, o "anjo" de Kobane. Uma história narrada por Rehana, que conta a sua história autobiográfica diretamente ao público, através da 'quarta parede'.

Autor: Henry Naylor

Tradução: José Paulo Tavares

Interpretação: Teresa Arcanjo

Encenação: Ángel Fragua

Assistente de encenação: Mara Correia

Desenho de iluminação: Pedro Pires Cabral

Figurino: Cláudia Ribeiro

Trechos musicais: Isabel Maria Silva

Fotografia: Lino Silva

Designer gráfico: Paulo Araújo

Registo Vídeo: Look Closer - André Macedo

Comunicação: Inquieta - Produção e Comunicação Cultural

Coprodução: Ángel Fragua e Teatro de Vila Real

ODE MARÍTIMA de Álvaro de Campos

Leitura/interpretação de Pedro Lamares

6 de abril | sábado 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/12

Duração: 70 min

Leitura da Ode Marítima de Álvaro de Campos, por Pedro Lamares.

Um dos mais desafiantes textos da poesia portuguesa. Uma viagem louca pelo

Imaginário coletivo das viagens veleiras, pelo abismo da alma, pela crueldade no delírio. A leitura da Ode será integral, ao longo de cerca de 1 hora, despida de cenário e adereços. O texto, a voz e a luz.

"VIDA E OBRA DE UM HOMEM MAIS OU MENOS APRESENTÁVEL",

Texto e Encenação de Pedro Galiza e interpretação de Daniel Silva.

7 de abril | Domingo 17h00 e 21h30|Pequeno Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/12

Duração: 75 min

"Um bom homem com uma boa consciência não anda tão rápido." Georg Büchner.

Este não será, definitivamente, um bom homem com uma boa consciência. Não será, também, um mau homem com uma boa consciência. Porém, decretá-lo um mau homem com uma má consciência será, talvez, um exagero. A meio caminho, como em tudo na sua vida. A meio caminho. A metro e meio, dir-se-á a certa altura. Estica-se o passado, recua-se até uma avó moribunda, imagina-se o futuro e vê-se... o quê? Uma montanha gelada. Cinzenta. Entretanto, sobra-lhe o aqui e o agora, os dias empilhados e achatados e siameses, o trabalho, ou antes, o emprego, igual ao primeiro, mas sem o bálsamo dignificante de que o outro se reveste, as avaliações semanais, semanais!, as pequenas violências, o silêncio atafulhado de insultos disparados em todas as direções e, à porta da loja, uma fotografia. De quem?

Texto, Encenação e Conceção Plástica: Pedro Galiza

Interpretação e Conceção Sonora: Daniel Silva

Produção Executiva: Inês Simões Pereira

Produção: Colectivo Grua

Peça Para Duas Personagens de Tennessee Williams,

Encenação de Ivo Alexandre e interpretação de Anabela Faustino e Ivo Alexandre.

Uma coprodução da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro municipal de Bragança e a Companhia Ninguém

11/12 de Abril | 5.ª / 6.ª 21h30| Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/12

Duração: 60 min

Peça Para Duas Personagens (The Two-Character Play ou Out Cry) foi considerada por Tennessee Williams a sua melhor e mais autobiográfica obra depois de Um Elétrico Chamado Desejo. Talvez pelo seu estilo minimalista, experimental e por se distanciar das peças realistas do seu reportório, não foi bem acolhida aquando da sua estreia (1973) e, desde então, é umas das peças menos conhecidas. É uma obra poética, metafórica, onde realidade e ilusão se confundem num universo caótico. Os irmãos Clare e Felice são dois atores que, depois de despedidos pela companhia de teatro onde trabalhavam, refugiam-se num teatro abandonado, onde apresentarão uma peça escrita por Felice.

Tradução: Jacinto Lucas Pires

Encenação: Ivo Alexandre

Interpretação: Anabela Faustino e Ivo Alexandre

Cenografia e figurinos: Sara Amado

Desenho de Luz: Nuno Meira

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"OS PIRATAS" VÃO AO GERÊS

Teatro “OS PIRATAS” na vila do Gerês

No dia 20 de março, no âmbito do projeto Ter + Sucesso, os alunos do 6º ano do agrupamento de escolas de Terras de Bouro, foram ao teatro… ou melhor, a companhia de teatro Educa veio ao encontro dos alunos.

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Contando com a presença da Vereadora do Município de Terras de Bouro, Dr.ª Ana Genoveva Araújo, a peça exibida no Auditório Prof. Emídio Ribeiro, na vila do Gerês, foi uma adaptação da obra da Educação Literária “Os Piratas” de Manuel António Pina e proporcionou aos alunos uma visão geral da obra e uma melhor compreensão da mesma.

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‘PLASTIKUS’ ESTREIA AMANHÃ NO VALADARES TEATRO MUNICIPAL DE CAMINHA

Teatro de marionetas terá lugar pelas 21H30

O Valadares, Teatro Municipal de Caminha vai acolher amanhã, dia 21, mais uma estreia da Krisálida- Associação Cultural do Alto Minho – ‘PLASTIKUS’, um espetáculo de teatro com marionetas, cujo objetivo é fazer uma ‘guerrilha antiplástico’, de modo a alertar para a poluição marítima provocada pelo lixo plástico e, para isso, até as marionetas são feitas de plástico apanhado nas praias do Alto Minho. Este espetáculo conta com o apoio do Município de Caminha. A estreia está agendada para as 21H30.  Depois, o Município vai levar as crianças do pré-escolare 1º ciclo do Agrupamento de Escolas Sidónio Pais ao teatro.

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‘PLASTIKUS’ leva ao palco um dos maiores problemas da humanidade – o plástico. Carla Magalhães explica: ‘hoje, está por todo o lado! Por todo o lado, mesmo! O plástico é um dos maiores problemas da humanidade”, portanto, o objetivo da Krisálida, com este teatro de marionetas, é alertar para as consequências deste material, que há cerca de 100 anos começou a mudar a vida de todos. Para a diretora artística da Krisálida, este é um papel social que a companhia não pretende descartar: “é um problema que já está a afetar as nossas vidas. Utilizar o teatro como ferramenta de trabalho para despoletar o pensamento crítico e o debate de problemáticas sociais sempre foi objetivo da Krisálida nas suas criações”.

Depois da estreia, ‘PLASTIKUS’ volta ao Valadares já no dia 23 de março, pelas 17H00. A entrada tem o valor de cinco euros.

A Câmara Municipal vai também levar os alunos do pré-escolare 1º ciclo do Agrupamento de Escolas Sidónio Pais ao teatro de marionetas. Assim, nos dias 22, as duas sessões decorrem no Valadares, Teatro Municipal de Caminha; no dia 26, na AMIR, em Moledo e no dia 28, no Cineteatro dos Bombeiros de Vila Praia de Âncora.

Na sinopse da peça, pode ler-se: ‘Ondina vive junto às ondas do mar, onde elas rebentam e enchem de espuma a praia. Durante muitos e muito anos, apenas a espuma banhava a areia da praia. E era aí que Ondina brincava com os seixos e com a espuma do mar. Mas novos objetos com sons, cores e formas extraordinárias surgiram na sua vida e Ondina gostava de brincar com eles. Pareciam uma nova espécie muito amigável e tão prestável que, devagarinho, se foram entranhando na sua vida. Quanto mais se entranhavam, mais ela precisava deles e sem dar por isso, o PLASTIKUS tornou-se absolutamente indispensável. E, assim cresceu, cresceu, cresceu na sua vida e Ondina rapidamente descobriu que ele estava por todo o lado! Por todo o lado mesmo!’

Quanto à ficha técnica, a encenação de ‘PLASTIKUS’ está a cargo de Clara Ribeiro; a assistência de encenação de Alexandre Martins; a interpretação de Carla Magalhães, Joana Vilar e Nuno J. Loureiro; a direção plástica e marionetas do Teatro e Marionetas Mandrágora Espaço Cénico; os adereços e figurinos de  Grácia Cordeiro; o desenho de luz de Rui Gonçalves; o desenho de som de Manuel Brásio; e o design de Ricardo Ferreira.

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TEATRO EM ESPOSENDE: AQUI HÁ GARFO!

Grupo de Artes Recreativas de Fonte Boa apresenta “Aqui há gato” no FestiAma

No próximo fim-de-semana, dias 23 e 24 de março, o GARFO - Grupo de Artes Recreativas de Fonte Boa sobe ao palco do FestiAma - Festival de Teatro Amador de Esposende, com a peça “Aqui há Gato”. O espetáculo é apresentado no sábado às 21h30, e, no domingo, às 16h30, no Auditório Municipal de Esposende.

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Da autoria de Joaquim Graça do Vale, “Aqui há gato” é uma peça cómica que abre uma janela sobre a complexidade das relações amorosas e suas aventuras, abordando-as sob as perspetivas etária, estrato social ou simplesmente de ordem cronológica. As personagens encontram-se em constante aprendizagem daquilo que é ser-se feliz. As loucuras e peripécias, ao longo de dois atos, conduzem o público numa viagem de dois sentidos entre a perfeição e a imperfeição enquanto humanos, quanto ao amar e ser amados. Uma comédia divertida onde o amor impera, diverte e surpreende.

O FestiAma continua, assim, num registo de assinalável sucesso, sempre com casa cheia, com os grupos de teatro amador do concelho a atuarem com todo o profissionalismo.

Até ao momento, apresentaram-se no FestiAma o GATA – Grupo de Teatro Amador de Fão com a peça "O Nariz", o GATERC - Grupo Amador de Teatro Esposende-Rio Cávado com a produção "Al Olaré", o grupo infanto-juvenil Boca de Cena com “Escafandro” e o grupo de teatro da JUM - Juventude Unida de Marinhas com “Círculo da Caça”. A terceira edição do FestiAma culmina no fim-de-semana de 30 e 31 de março, com o grupo Forjães em Cena, que leva à cena a peça “A Vizinha do Lado”.

Os bilhetes, com um custo unitário de 2 euros, podem ser adquiridos até às sextas-feiras anteriores aos espetáculos na Câmara Municipal ou no Centro de Informação Turística de Esposende e, ao fim-de-semana, no Auditório Municipal.

NOVO ESPETÁCULO DOS QUASE QUATRO, "TRUQUES DA TRETA" - 22 E 29 DE MARÇO, NO CAFÉ CONCERTO, EM VIANA DO CASTELO!

   Os Quase Quatro apresentam "Truques Da Treta".

   Sexta Feira, 22 e 29 de Março, 22h.

   Café Concerto, Viana do Castelo

   Organização: Teatro do Noroeste - CDV e Quase Quatro

   Apoio: Câmara Municipal de Viana do Castelo

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     Truques Da Treta

     O espetáculo,“Truques Da Treta” conta-nos o início, e o eventual fim, desta dupla de mágicos, intitulada Quase Quatro, aliando a magia, o teatro e a música à comédia e à parvoíce.
     Assumindo a insignificância do que estão a fazer, os Quase Quatro apresentam “Truques Da Treta”, não para o público, mas sim com o público. Cabe a cada qual, depois, encontrar o significado do mais parvo truque de cartas até ao mais estapafúrdio feito de escapismo.

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     Sobre os Quase Quatro

     Os Quase Quatro são uma dupla de charlatões pró-sociais vianenses, Tomé Pinto e Tozé Cruz, que desempenham um papel artístico, cultural, social e parvo através da magia, da música e das artes do espetáculo. Desde 2014 que a dupla se encontra ativa em todo o tipo de eventos, desde festas a espetáculos que propõem interagir e brincar com o público, incentivando-o a reagir, a questionar e a olhar para a realidade de uma outra perspetiva. Para além da sua participação assídua, e colaboração, em diversos tipos de intervenções artísticas e sociais, também têm em carteira diversos espetáculos de magia e música como por exemplo “Magia & Outros Estranhos Eventos” (2015), “Eh!Oh!” (2016), “Algo Que Se Apresente” (2017),” Projeto Alfa” (2017), “Magia, Seja Lá O Que Isso For” (2018) e “Truques Da Treta” (2018). Em “Truques Da Treta” contam com a direção artística do encenador Gil Filipe.

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