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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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COMÉDIAS DO MINHO ESTREIAM “ESTÁVAMOS PARA LÁ DO TEMPO” A PARTIR DA OBRA DE ÁLVARO LABORINHO LÚCIO

As Comédias do Minho estreiam o espetáculo de teatro "[Estávamos] para lá do tempo", no dia 15 de janeiro, em Valença. A peça vai percorrer os concelhos de Vila Nova de Cerveira, Monção e Melgaço, terminando a circulação no dia 13 de fevereiro, em Paredes de Coura. Com dramaturgia e encenação de Tânia Guerreiro, o espetáculo foi criado a partir do universo literário de Álvaro Laborinho Lúcio.

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O ano de 2021 encerra o ciclo de quatro anos de programação das Comédias do Minho em torno de uma ideia de justiça, trabalhada a partir da diversidade de olhares e através de múltiplos caminhos.

As Comédias do Minho convidaram Tânia Guerreiro para criar um espetáculo a partir do imaginário e pensamento de Álvaro Laborinho Lúcio – jurista, político, professor e romancista. Tânia Guerreiro é atriz e criadora residente do Teatro do Vestido, em Lisboa, desde há 20 anos.
Explica que "o convite surgiu em 2019, quando estava em Paredes de Coura a fazer uma cocriação do Teatro do Vestido com as Comédias do Minho. Magda Henriques, diretora artística das Comédias, lançou-me este enorme desafio. Ponderei muito e aceitei. Cruzei-me com Álvaro Laborinho Lúcio noutro contexto, relacionado com a Arte e Educação, e é uma figura que admiro muito!”

A par com a constância da criação no território pelos artistas residentes, há uma vontade de repetir convites a alguns artistas externos à companhia. Desta forma, estabelecem-se relações artísticas intermitentes e duradouras, que promovem a troca, o movimento e a renovação de ideias. As Comédias do Minho exploram múltiplas visões e formas de fazer.

Não foi imposta qualquer premissa para a abordagem da encenadora ao universo de Laborinho Lúcio. Começou por ter longas conversas com o jurista-romancista e partiu para a pesquisa artística através de leituras. Debruçou-se particularmente sobre os dois primeiros romances do autor – “O Chamador” e “O Homem Que Escrevia Azulejos”. Ficou, também, cativada por uma peça de teatro escrita por Álvaro Laborinho Lúcio enquanto diretor do Centro de Estudos Judiciários, que se destinava à encenação pelos futuros magistrados.

Nas palavras de Tânia Guerreiro, “este espetáculo debruça-se muito sobre a memória. Aquilo de que nos lembramos é, ou não, parte real da nossa história? Se nos lembramos é porque é real, mas pode não ter acontecido realmente assim. Mas essa memória, entre ficção e verdade, faz parte de nós. Constrói-nos. Cada um lembra o que viveu de uma forma única. E, por isso, o espetáculo também se relaciona muito com a questão da identidade. Quem somos nós e como é que nos podemos encontrar? Penso que só nos encontramos através do encontro com o outro”.

Magda Henriques, responsável pela direção artística das Comédias do Minho desde 2016, refere a importância deste espetáculo para abordar a questão da verdade. “Com esta nova criação da companhia, exploramos a impossibilidade da posse da verdade, porque ela está para além dos factos. E a ideia de verdade está intimamente ligada a uma ideia de justiça. Pensar a complexidade de uma é pensar a complexidade da outra.”

[Estávamos] para lá do tempo aposta numa forte componente visual, com um papel de relevo atribuído ao vídeo. A estrutura narrativa é fragmentada, composta por várias histórias, memórias e camadas visuais, que se tocam para explorar a possibilidade do passado individual atravessar o presente e, com ele, continuar pelo futuro. O espetáculo é sobre a forma como cada um se constrói através do que guarda (para sempre) e sobre esse ato de gravar nas profundezas da vida a sua experiência única.

O espetáculo é o resultado de um processo de criação colaborativo que se iniciou em setembro de 2020. Tânia Guerreiro esteve em residência em Paredes de Coura durante três meses e meio.

Trouxe as suas ideias iniciais e, diariamente, na sala de ensaios das Comédias do Minho, lançou as suas propostas à equipa para as fazer crescer em conjunto. A cocriação é assinada pela equipa artística da companhia e pelos artistas externos. O elenco integra Joana Magalhães, Rui Mendonça e o ator convidado, António Mortágua. Ricardo Baptista foi convidado a criar o espaço sonoro e Stéphane Alberto a conceber o espaço cénico e figurinos. Vasco Ferreira assina o desenho de luz e o vídeo para cena.

O teatro é a casa de partida das Comédias do Minho, mas o projeto cultural estende-se para além dele. Com as práticas artísticas no centro, a visão é cada vez mais a de uma articulação de conhecimentos que contribua para ampliar, nutrir, informar, pensar e exercitar a relação entre Arte e Cidadania.

As ‘Comédias’ desenvolvem a sua atividade no Vale do Minho há 17 anos, através de três eixos de intervenção – a companhia de teatro, o projeto pedagógico e o projeto comunitário. Os três eixos são dialogantes e concorrem para o fortalecimento do projeto cultural como um todo. Por diferentes caminhos, tentam alcançar um destino comum: as pessoas, na sua diversidade e nas suas múltiplas formas de participação.

TEATRO DE BALUGAS VENCE CONCORSO TEATRALE INTERNAZIONALE "CITTÀ DI CHIVASSO" EM ITÁLIA

A peça "Pão Nosso" vence Concorso Teatrale Internazionale "Città di Chivasso" em Itália

O júri do festival atribuiu o prémio de Melhor Espetáculo ao trabalho do Teatro de Balugas, como o prémio de Melhor Encenação a Cândido Sobreiro, autor e encenador da peça de teatro premiada. A entrega decorreu online na passada segunda-feira e contou com a presença do júri, composto por várias personalidades ligadas ao teatro, como Paolo Ascagni, presidente da UILT Nazionale - Unione Italiana Libero Teatro.

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O certame foi organizado pela Officina Culturale APS e teve os apoios institucionais da IATA (International Amateur Theatre Association) e da CIFTA (Comité International des Fédérations Théatrales Amateurs de culture latine). No final da entrega, ficou o convite para a peça ser apresentada em Chivasso (Piemonte, Turim) após o término das restrições impostas pela Covid-19.

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VAMOS APLAUDIR ON LINE O TEATRO DE BALUGAS!

Caro Público!

Precisamos do vosso APLAUSO online!

A peça "PÃO NOSSO" do Teatro de Balugas está em exibição no Festival Internacional de Teatro Città di Chivasso (Turim, ITÁLIA).

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O nosso muito obrigado!

Teatro de Balugas

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BARCELOS ANUNCIA PROGRAMAÇÃO ESPECIAL PARA 2021 NO THEATRO GIL VICENTE

Theatro Gil Vicente inicia 2021 com programação especial

O Theatro Gil Vicente arranca o ano de 2021 com uma programação especial, tendo como destaques, durante o mês de janeiro, o espetáculo de TIM, o vocalista dos Xutos e Pontapés que, no dia 29, às 20h30, apresenta o seu novo projeto musical “20-20-20” e a peça de teatro “Casal da Treta” com Ana Bola e José Pedro Gomes, no dia 22, às 20h30.

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A agenda de espetáculos para o primeiro mês do ano inicia com o tradicional “Concerto de Ano Novo”, pelo Coro de Câmara de Barcelos, no dia 2, às 11h00. No dia 8, às 20h30, é a vez das boas-vindas a 2021 com o Grupo de Câmara da Banda Musical de Oliveira, espetáculos que prometem proporcionar ao público um momento festivo com muita música e harmonia.

A música continua no dia 15, às 20h30, com João Pedro Brandão que apresenta o álbum “Trama no Navio”, concerto que se insere no Ciclo Jazz ao Largo.

A programação de janeiro do Theatro Gil Vicente também contempla oficinas de teatro com sombra, pelo Teatro e Marionetas de Mandrágora, no dia 9, às 10h30.

Os mais novos começam o ano no reino da fantasia com a peça “Capucha Vermelha”, pelo Teatro e Marionetas de Mandrágora, no dia 10, às 11h00; a Capoeira – Companhia de Teatro de Barcelos apresenta a peça “Pinóquio”, no dia 17, às 11h00. As peças de teatro inserem-se na rubrica “Em família no TGV”.

A CTB- Companhia de Teatro de Braga leva à cena a peça de teatro “Amor de Perdição” exclusiva para as escolas do concelho, no âmbito do serviço educativo, no dia 20, com duas sessões: 10h30 e 14h30.

O Cineclube Zoom leva ao Theatro Gil Vicente dois filmes: “Os conselhos da noite”, de José Oliveira, no dia 12, às 20h00; e “Guerra”, de José Oliveira e Marta Ramos, no dia 26, às 20h00. O bilhete para as sessões de cinema têm um custo de 3,5 euros para o público em geral.

Parte integrante da programação do Theatro Gil Vicente, o programa musical triciclo está de regresso com concertos noutros locais: dia 8, às 20h30, Marinho atua no Salão Nobre dos Paços do Concelho e, no dia 22, às 20h30, o duo electrónico composto por Pedro Chau e Pedro Oliveira apresentam Ghost Hunt, na Sala Multimédia do Museu de Olaria.

Os bilhetes para assistir aos espetáculos no teatro podem ser adquiridos no local, ou através de reserva por e-mail (tgv@cm-barcelos.pt) ou telefone (253 809 694).

TEATRO DE BALUGAS VAI REPRESENTAR PORTUGAL NO MONDIAL DU THÉÂTRE NO MÓNACO

Há mais de 30 anos que o Mondial du Théâtre não recebia uma companhia de teatro portuguesa. Criado em 1957, o Festival Mundial de Teatro Amador realiza-se, de quatro em quatro anos, no Principado do Mónaco e vai contar com o espetáculo “Pão Nosso” do Teatro de Balugas (Barcelos), selecionado para representar Portugal na sua 17ª edição, que vai acontecer de 17 a 22 de agosto de 2021.

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O certame, que recebeu mais de 80 candidaturas, conta com 15 espetáculos apurados de países como Argentina, Eslováquia, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Irão, Itália, Japão, Lituânia, Marrocos, Portugal, República Centro-Africana, Reino Unido e Rússia que serão apresentados no Théâtre Princesse Grace e no Théâtre des Variétés.

A peça de teatro “Pão Nosso”, com texto e encenação de Cândido Sobreiro, fala-nos da aldeia de Balugães, terra onde já se amassou muito pão e onde se talharam muitas gamelas de pinho. O pão era o sustento, as gamelas também. Uma relação de pequenas histórias que contam mais do que o artefacto, o alimento, o labor. Uma recolha de memórias, ladainhas, cantigas e ofícios, recuperando utensílios e articulando artisticamente com a comunidade a criação do espetáculo. A partir daqui, o Teatro de Balugas aborda de uma forma teatral e poética o ciclo do pão na aldeia, reconstruindo-o a partir de princípios diferentes não tradicionais e quase oníricos.

O trabalho da companhia de teatro de Balugães, vencedor do CONTE 2020 - Concurso Nacional de Teatro com o Prémio Ruy de Carvalho para melhor espetáculo, é uma vez mais premiado internacionalmente, depois de ter sido um dos três espetáculos finalistas nomeados para Melhor Espetáculo Internacional nos prémios ESCENAMATEUR da Confederação de Teatro Amador em Espanha, selecionado para o Festival Transfronteiriço de Teatro Amador PLATTA, e um dos representantes de Portugal no Festival Ibérico de Teatro Amateur, ambos festivais também realizados em Espanha. A peça de teatro foi também selecionada para o Red Apple International Theater Festival, no Sri Lanka, e para o Concorso Teatrale Internazionale “Città di Chivasso”, em Itália, onde foi apresentada online devido à pandemia.

PONTE DE LIMA RECEBE PINÓQUIO – JANGADA TEATRO

A PROGRAMAÇÃO DE 2020 PARA A INFÂNCIA, JUVENTUDE E FAMÍLIAS TERMINA EM GRANDE NO TEATRO DIOGO BERNARDES

19 de Dezembro – 11h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

No próximo sábado, 19 de Dezembro, em apenas uma sessão, às 11h00, no cumprimento das medidas de restrição em vigor, o Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, apresenta um espetáculo de alto nível para a infância, juventude de famílias, que certamente será reconhecido como um dos melhores deste e do próximo ano no género – Pinóquio, a partir do texto de Carlo Collodi, pela Jangada Teatro, com encenação de Xico Alves.

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“Tudo o que um sonho precisa é alguém que acredite que ele possa ser realizado.”

Numa oficina comum de um homem comum, numa vila comum de Itália, o incomum acontece: este que, até ao momento, era apenas uma marioneta, vive! Pinóquio traz-nos esta história familiar de esperança, através dos olhos juvenis do protagonista que dá o nome a este maravilhoso espetáculo. Mas a magia vem sempre com um preço, e cabe a ele o papel de descobridor do mundo e de si próprio. O que será preciso para ser um menino de verdade?

Pinóquio depara-se numa luta constante de compreensão das relações pessoais e do novo e desconhecido mundo a que tenta pertencer.

Consequentemente, é rapidamente abordado por leis, regras e limites que o tentam moldar na sociedade. E Pinóquio fará de tudo para agradar e ser aceite… quando na verdade, não se apercebe que o que importa realmente é sua própria aquiescência.

E como não poderia deixar de ser, tudo começa com uma misteriosa estrela azul…

O teatro vai prender-se ao conto original e abordar a história familiar que o público conhece. A luta de Pinóquio em compreender se é ou não um menino de verdade, o seu entendimento das leis, limites e regras da sociedade e a descoberta do mundo, são alguns pontos que vão ser explorados. A peça pretende guiar-se pelos olhos do rapaz de madeira, que tenta adaptar-se e ser aceite num mundo limitador.

Ficha Artística e Técnica

Dramaturgia | Filipe Gouveia

Encenação | Xico Alves

Assistentes de Encenação | Rita Calatré e Vítor Fernandes

Interpretação | Filipe Gouveia, Sara Maia, Sónia Ribeiro, Paulo Pires, Vítor Fernandes e Xico Alves

Música Original e Desenho de Som | Paulo Pires

Figurinos | Cláudia Ribeiro

Cenografia | Carlos Pinheiro e Emanuel Santos (Coletivo Monte)

Desenho e Construção de Marioneta e Máscaras | Sandra Neves (Coletivo Monte)

Desenho e Operação de Luz | Fernando Oliveira

Operação de Som| Fred Meireles

Design Gráfico | Zé Tavares

Fotografias de Cena | Filipa Brito

Vídeo | Chromia studio

Produção Executiva | Alejandrina Romero, Fred Meireles e Susana Morais

Bilhetes à venda (4,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

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MUNICIPIO BARQUENSE LEVOU TEATRO E LEMBRANÇAS AOS ALUNOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS

O Município de Ponte da Barca, em parceria com o Agrupamento de Escolas, e no âmbito do projeto School4all proporcionou aos alunos do ensino Pré-escolar e do 1º ciclo a oportunidade de assistirem a uma peça de teatro. Esta iniciativa que levou o teatro à escola contou com a Companhia de Teatro Etecetera que encenou a peça "Era uma vez", e com o Teatro do Bulhão que dirigiu a peça "Estranhões e Bizarrocos”.

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Em simultâneo e de forma a assinalar esta quadra natalícia, o Município de Ponte da Barca ofereceu aos alunos um jogo didático de forma a proporcionar o convívio familiar do agregado familiar dos discentes do ensino Pré-escolar e 1º Ciclo e um chocolate ofertado pelo Continente Bom dia, no âmbito do projeto Missão Continente.

O Presidente da Câmara, Augusto Marinho, e restante executivo municipal acompanhou estas representações pelas escolas, tendo levado uma palavra de apreço por todo o trabalho realizado pela comunidade educativa neste ano particularmente difícil para todos e desejos de um excelente Natal a todos.

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AMADO MONSTRO | JOÃO DIDELET E MARCANTONIO DEL CARLO: O INÍCIO DA DIGRESSÃO NACIONAL DO ESPECTÁCULO É NO TEATRO DIOGO BERNARDES, EM PONTE DE LIMA

16 de Dezembro – 20h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

A 16 de Dezembro, quarta-feira, pelas 20h00, no Teatro Diogo Bernardes, espectáculo de teatro Amado Monstro, texto de Javier Tomeo, com tradução, adaptação, encenação e interpretação de João Didelet e Marcantonio Del Carlo, que iniciam em Ponte de Lima a digressão nacional do espectáculo, que se prolongará ao longo de 2021, depois da estreia e apresentação em Lisboa.

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Esta peça é a adaptação da obra com o mesmo nome, do reconhecido romancista espanhol Javier Tomeo.

Retrata a vivência de um homem que, subjugado pela mãe, só aos quarenta e sete anos se candidata ao seu primeiro emprego, guarda nocturno da garagem de um banco. Durante a entrevista, liderada pelo director de recursos humanos, os dois homens descobrem que ambas as mães são possessivas, criando uma empatia pouco esperada neste tipo de situações. Porém, ambos têm algo a esconder, seja no seu passado, seja no presente.

Ficha Artística e Técnica

De Javier Tomeo

Tradução, adaptação, encenação e interpretação João Didelet e Marcantonio Del Carlo

Cenografia Marcantonio Del Carlo

Figurinos João Didelet

Desenho de luz Virgínia Esteves

Música original André do Áudio

Coprodução Teatro da Trindade INATEL e MSHOW

Nota Biográfica do Autor

Javier Tomeo (1932 – 2013) foi um escritor e dramaturgo espanhol. Licenciado em Direito e Criminología pela Universidade de Barcelona, nos anos cinquenta escreveu literatura popular, sob o pseudónimo de “Frantz Keller” para a Editora Bruguera. Em 1963, editou, juntamente com Juan María Estadella, La brujeria y la supersticion en Cataluña. Em 1967, publicou o seu primeiro romance e, em 1971, foi distinguido com o Prémio Cidade de Barbastro, com El Unicornio. Nos anos 80, escreveu os romances Dialogo en re mayor e Amado Monstro, tendo, na década seguinte, expandido o seu universo literário com a publicação de El Gallitigre (1990), El crimen del cine Oriente (1995), Los misterios de la Ópera (1997), Napoleón VII (1999) ou Cuentos perversos (2002), entre outros.

Quase a chegar ao final do ano de apresentações de espectáculos, o Teatro Diogo Bernardes continua a cumprir a sua função de Serviço Público de Cultura, com a continuidade da temporada anunciada até ao final de Março de 2021, desafiando os espectadores para assistir a eventos de alta qualidade, em datas e horários adaptados às medidas de contenção da Covid-19 e reunindo todas as regras de segurança, no cumprimento da legislação e das orientações da Direcção Geral de Saúde.

A Cultura É Segura!

Bilhetes à venda (6,00€) no Teatro Diogo Bernardes e em teatrodiogobernardes.bol.pt.

Mais informações pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

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NAPOLEÃO VAI A PONTE DE LIMA

A 15 de Janeiro de 2021, às 20h00, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, Napoleão ou O Complexo de Épico, pela Companhia do Chapitô.

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Os bilhetes (5,00€) serão disponibilizados a partir das 9h30 do próximo dia 15 de Dezembro (terça-feira), na bilheteira física do Teatro Diogo Bernardes e a partir das 14h00 na bilheteira electrónica (https://www.bol.pt/.../93121-napoleao_ou_o.../Sessoes)

O número máximo de entradas a adquirir na bilheteira física, apenas no caso de existirem filas, será de 4 bilhetes por pessoa, cumprindo-se a lotação estabelecida em cumprimento do Plano de Contingência Covid-19, de acordo com a planta da sala adaptada em função do mesmo (https://www.facebook.com/.../pcb.../3457846717580515/).

- Lugares individuais na plateia e para coabitantes (2, 3 e 4 lugares) nas frisas e camarotes.

- Os bilhetes para as frisas e camarotes serão vendidos em bloco, na totalidade dos lugares.

Maiores de 12 anos.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

Na procura de entender o homem que foi Napoleão e o fenómeno em torno de si criado, debatemo-nos entre o fascínio e o repúdio.

Lança-nos questões políticas e sociais, que mantêm a sua actualidade e pertinência.

A sua ambição pessoal, audácia e determinação levaram-no longe, expandindo territórios, apropriando-se dos ideais da Revolução Francesa. Mais tarde, reaproxima-se de valores aristocráticos que antes repudiara, centraliza em si o poder e auto proclama-se Imperador.

A sua força de vontade era única. A sua queda foi proporcional à sua ascensão. Uma vida romanesca, que reúne todos os ingredientes para uma boa história.

Muito é e continuará a ser dito sobre Napoleão Bonaparte, caberá ao público julgar ou celebrar a figura histórica, o homem que foi Napoleão.

A nós cabe-nos a tarefa de contar, procurando com humor e poesia, os reversos da história. Porque todas as moedas têm duas faces: cara ou coroa.

Criação Colectiva da Companhia do Chapitô

Encenação - Cláudia Nóvoa e José C. Garcia

Dramaturgia - Ramón de Los Santos

Interpretação - Jorge Cruz, Susana Nunes e Tiago Viegas

Direcção de Produção - Tânia Melo Rodrigues

Sonoplastia - Sílvio Rosado

Figurinos - Cláudia Nóvoa e Glória Mendes

Desenho de Luz - José C. Garcia e Saturnino Rodrigues

Design Gráfico - Sílvio Rosado

Fotografias de Cena - Frank Saalfeld

Divulgação - Cristina Carvalho

Motion Design - Sofia Serrazina

Video Spot - Joana Domingues e Bruno Gascon

COMPANHIA DO CHAPITÔ

Esta nova criação colectiva da Companhia do Chapitô, a 37ª do seu repertório, explora o estilo de comédia visual e física que convida à imaginação do público e tem notabilizado este colectivo em palcos internacionais, reconhecido com uma série de prémios dentro e fora de portas.

Desde a sua formação em 1996, produziu 35 criações originais, apresentadas em Portugal e um pouco por todo o mundo: Alemanha, Argentina, Brasil, Cabo Verde, China, Colômbia, Costa Rica, Eslováquia, Espanha, E.U.A., Equador, Finlândia, França, Irão, Grécia, Itália, Noruega, Rússia, Suécia e Uruguai.

PONTE DE LIMA RECEBE O "FLAUTISTA DE HAMELIN"

FLAUTISTA DE HAMELIN – O MUSICAL | TEATRO BOCAGE - DEZEMBRO É MÊS DE TEATRO PARA OS MAIS NOVOS E PARA AS FAMÍLIAS

12 de Dezembro – 11h30 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

No próximo sábado, 12 de Dezembro, em apenas uma sessão, às 11h30, de forma a permitir o cumprimento das medidas previstas no estado de emergência e o recolher obrigatório, o Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, nestes dias que anunciam o Natal e em que os mais pequenos merecem, mais do que nunca, divertirem-se e assistirem a espetáculos de qualidade, o Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, apresenta Flautista de Hamelin – O Musical, pelo Teatro Bocage, espetáculo para maiores de 3 anos.

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Flautista de Hamelin – O Musical

Teatro Bocage

Esta história acontece há muitos anos atrás, por volta de 1284, numa cidade alemã chamada Hamelin.

Mas esta não é uma cidade qualquer, é uma cidade musical onde tudo tem música e cor. Tudo funciona perfeitamente até que um dia a cidade é invadida por uma enorme praga de ratos, deixando o Rei João Pizzicato muito atarefado à procura de alguém que o ajude.

É então que Hamelin recebe a visita de personagens muito especiais com possíveis soluções para este problema: a Formiga Rabiga, especialista em invasores, o Gato das Botas, especialista em biscoitos e o misterioso Flautista do Bosque. Cada um com uma ideia diferente para libertar a cidade desta enorme praga.

Mas nesta história, onde tudo tem um toque de musical, os ratos não são o único problema. Os nossos protagonistas irão ainda aprender e ensinar a cumprir promessas, trabalhar em equipa e respeitar os outros.

Vem daí celebrar numa fantástica e divertida aventura musical para toda a família e sê bem-vindo a Hamelin, onde tudo é belo e vive a cantar! Vais adorar! E se não saíres a cantar, vais ter de voltar!

Adaptação e Encenação: João Pedro Santos

Interpretação: Rogério Maurício, Sérgio Ribeiro e Zita Milene

Direção Musical: João Pedro Santos

Cenografia e Figurinos: João Pedro Santos e Zita Milene

Produção: Companhia de Teatro Bocage

Bilhetes à venda (4,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

FAMALICÃO APRESENTA MÚSICA, BAILADO, TEATRO E CINEMA A ENCERRAR A PROGRAMAÇÃO DE 2020 DA CASA DAS ARTES

A Casa das Artes de Famalicão encerra 2020 com uma programação variada ao nível das artes e dos públicos-alvo. Música, bailado, teatro e cinema fazem parte do menu final de dezembro.

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No dia 09, às 20h30, David Fonseca traz a Vila Nova de Famalicão o seu recente espetáculo “RADIO GEMINI_CLOSER”: o cruzamento do cinema e das imagens com a sua música num espetáculo único que se propõe a levar o público numa viagem intimista através do seu imaginário peculiar. Uma oportunidade única de descobrir muitos dos caminhos secretos que este artista percorre através das suas composições e dos seus olhos, um filme interativo em tempo real para acompanhar em conjunto com a sua performance ao vivo.

A 11 de dezembro, às 20h30, é a vez do bailado subir ao palco da Casa das Artes com “O PRIMO BASÍLIO”, um bailado em II atos a partir da obra homónima de Eça de Queirós. Direção artística de Solange Melo e Fernando Duarte. Elenco: Luísa_Solange Melo, Basílio_Fernando Duarte, Juliana_Cristina Maciel, Jorge_Filipe Portugal, Leopoldina_Carlota Rodrigues, Sebastião_Pedro António Carvalho.

No dia 18, às 20h45, após uma remarcação da anunciada estreia que estava prevista acontecer em novembro e integrando o 3.º capítulo da Poética da Palavra | Encontros de Teatro, é exibida a peça de teatro "AIRBNB E NUVENS - uma radionovela", numa encenação de Manuel Tur e interpretação de Diana Sá, Eduardo Breda, João Castro, Pedro Almendra e Teresa Arcanjo. Em "AIRBNB E NUVENS - uma radionovela", Manuel Tur entrega-se a uma íntima reflexão sobre o processo de comunicação e expõe em palco a mecânica da comunicação radiofónica, os seus artifícios, recursos e métodos. Mais importante do que a exposição que se queira levar a cena, de tudo quanto aí venha a acontecer, interessa, acima do mais, dar a ouvir, simples e ludicamente, por puro prazer. Transmitir esse gozo que é, na verdade, a génese da rádio. Uma “radionovela” sobre um país falido, alugado e com a mania das grandezas (sim, Portugal),

No mês do Natal, a pensar no público mais jovem, no dia 19, às 11h00, é exibido o filme de animação “O SEGREDO DAS BOLACHAS” (versão portuguesa). É uma comédia de animação inspirada em bolachas em forma de animais. A história gira à volta de uma família que tem de usar uma embalagem dessas bolachas para impedir que o tio malévolo tome conta de um circo antigo caído em desgraça. É corealizado pelo veterano Tony Bancroft, animador com vasta carreira e corealizador de "Mulan", e Scott Christian Sava, que trabalhou nos "Power Rangers" americanos e também é co-autor do guião. Um filme para toda a família.

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VIANA DO CASTELO: PRÉMIO PALCO DE TERRA PARA O TEATRO DO NOROESTE-CDV E PARA ORLANDO ALVES

A companhia de teatro de Viana do Castelo foi premiada, na categoria “Instituição”, pelo trabalho desenvolvido na dinamização e promoção do teatro amador na região através da rede cultural TEIA, com destaque para a realização do Festival Transfronteiriço de Teatro Amador PLATTA e a Bolsa de Criação Teatro Amador TEIA. Na categoria “Personalidade”, a distinção foi para o ator e encenador Orlando Alves por uma vida dedicada ao associativismo, com destaque para o Grupo Nun'Álvares de Fafe, em especial para o trabalho desenvolvido no Teatro Vitrine.

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O Prémio Palco de Terra é uma iniciativa da companhia Teatro de Balugas (Barcelos), cuja primeira edição se realizou em 2017. É um galardão concedido anualmente para reconhecer e agradecer o trabalho e o esforço de pessoas e instituições no âmbito do teatro realizado no meio rural e da criação artística sobre o Minho. A iniciativa tem o apoio da Câmara Municipal de Barcelos, Fundação INATEL e Junta de Freguesia de Balugães (Barcelos).

Os galardoados do Prémio Palco de Terra 2020 foram anunciados hoje (1 de dezembro) e como a entrega presencial foi cancelada devido ao estado de emergência em vigor, a cerimónia será transmitida online no dia 8 de dezembro, às 13h00, nas redes sociais do Teatro de Balugas.

O ator, encenador e dramaturgo Fernando Pinheiro foi o vencedor da primeira edição, em 2017, e entre os galardoados estão ainda os nomes do Cénico Lírio do Neiva (2018), Núcleo Promotor do Auto da Floripes 5 de Agosto (2019) e Dantas Lima (2019).

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PRÉMIO PALCO DA TERRA PARA O TEATRO DO NOROESTE-CDV E PARA ORLANDO ALVES

A companhia de teatro de Viana do Castelo foi premiada, na categoria “Instituição”, pelo trabalho desenvolvido na dinamização e promoção do teatro amador na região através da rede cultural TEIA, com destaque para a realização do Festival Transfronteiriço de Teatro Amador PLATTA e a Bolsa de Criação Teatro Amador TEIA. Na categoria “Personalidade”, a distinção foi para o ator e encenador Orlando Alves por uma vida dedicada ao associativismo, com destaque para o Grupo Nun'Álvares de Fafe, em especial para o trabalho desenvolvido no Teatro Vitrine.

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O Prémio Palco de Terra é uma iniciativa da companhia Teatro de Balugas (Barcelos), cuja primeira edição se realizou em 2017. É um galardão concedido anualmente para reconhecer e agradecer o trabalho e o esforço de pessoas e instituições no âmbito do teatro realizado no meio rural e da criação artística sobre o Minho. A iniciativa tem o apoio da Câmara Municipal de Barcelos, Fundação INATEL e Junta de Freguesia de Balugães (Barcelos).

Os galardoados do Prémio Palco de Terra 2020 foram anunciados hoje (1 de dezembro) e como a entrega presencial foi cancelada devido ao estado de emergência em vigor, a cerimónia será transmitida online no dia 8 de dezembro, às 13h00, nas redes sociais do Teatro de Balugas.

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"PÃO NOSSO" DO TEATRO DE BALUGAS SELECIONADO PARA FESTIVAL EM ITÁLIA

Depois da seleção para o Red Apple International Theater Festival no Sri Lanka, o espetáculo “Pão Nosso” do Teatro de Balugas foi agora selecionado para o Concorso Teatrale Internazionale "Città di Chivasso" em Itália. O trabalho é um dos 8 espetáculos finalistas de vários países, como Croácia, Itália e Portugal. A organização do festival é da Officina Culturale, com sede em Chivasso, Piemonte (Turim).

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O trabalho da companhia de teatro de Balugães (Barcelos) é uma vez mais premiado internacionalmente, depois de ter sido um dos três espetáculos finalistas nomeados para Melhor Espetáculo Internacional nos prémios ESCENAMATEUR da Confederação de Teatro Amador em Espanha, selecionado para o Festival Transfronteiriço de Teatro Amador PLATTA, e um dos representantes de Portugal no Festival Ibérico de Teatro Amateur, ambos festivais também realizados em Espanha.

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Concorso TeatraleInternazionale Città di Chivass

PONTE DE LIMA: TEATRO PARA BEBÉS E NÃO SÓ | ESTAÇÃO DAS LETRAS: OS BEBÉS PRECISAM E MERECEM VIR AO TEATRO – A CULTURA É SEGURA

1 de Dezembro – 11h30 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

A 1 de Dezembro, às 11h30, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, teatro para bebés, com o espectáculo Branco – Teatro para Bebés e Não Só, pela Estação das Letras.

No silêncio do branco há uma linha vazia de sons e palavras, um verso sem rima à espera que cada cor no seu brilho ecoe.

Branco é um espetáculo de cor e de luz.

Branco é a cor de uma nuvem, o calor de um colo, a liberdade de um momento e a inocência de um sorriso.

Quantas cores brincam no branco?

Num mundo branco calmo e sereno vivem as cores do arco íris. Todos os dias acordam bem cedo e na luz branca do branco mostram o esplendor da sua cor. Um pássaro azul , uma mão amiga um chapéu para dar...

Querem saber mais ? Não podemos contar

A Estação das Letras apresenta "Branco" um espetáculo sem princípio nem fim.

Interpretação: Tiago Duarte

Produção: Estação das Letras

Dos 3 meses aos 3 anos.

- Por questões de segurança, apenas serão admitidos 15 bebés, os quais só podem ser acompanhados, no máximo, por 2 adultos obrigatoriamente coabitantes.

- Sempre que possível, pois trata-se de um público muito especial, os bebés deverão assistir ao espectáculo no colo de um adulto acompanhante.

- É obrigatório o uso de máscara por parte dos adultos e maiores de 10 anos durante todo o tempo dos espectáculos.

Os bilhetes (4,00€ para adultos e gratuito para bebés dos 3 meses aos 3 anos) encontram-se à venda, unicamente, na bilheteira física do Teatro Diogo Bernardes. Não há venda através de bilheteira electrónica.

Mais informações pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt.

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NED KELLY | TEATROMOSCA: A REVOLUÇÃO ADIADA CHEGA AOS PALCOS NACIONAIS E SOBE AO PALCO EM PONTE DE LIMA

Aquele que será, certamente, um dos melhores espetáculos de teatro do ano, estreado há cerca de uma semana, no dia 27 de Novembro, sexta-feira, às 20h00 – Ned Kelly, pelo teatromosca –, será apresentado no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima.

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Trata-se de uma criação de Pedro Alves, Paulo Castro e Paulo Furtado/The Legendary Tigerman, numa coprodução do teatromosca com a companhia australiana Stone/Castro e São Luiz Teatro Municipal e pode-se mesmo afirmar que “a revolução adiada chega aos palcos nacionais”.

NOTA BREVE SOBRE O ESPETÁCULO “NED KELLY”

Edward “Ned” Kelly foi um dos mais famosos fora-da-lei australianos e a sua vida inspirou aquela que é reconhecida como a primeira longa-metragem ficcional da História do Cinema, de que hoje só resta uma cópia restaurada de 17 minutos. Já muito se escreveu sobre Ned e o seu gangue, ora retratado como o mais influente ícone cultural australiano, capaz de inspirar inúmeros trabalhos artísticos, ora como um assassino desmerecedor do estatuto de herói. O espetáculo que o teatromosca apresenta agora em coprodução com a companhia australiana Stone/Castro, criado por Pedro Alves, Paulo Castro e o músico Paulo Furtado/The Legendary Tigerman, baseia-se tanto na história de Ned Kelly como nas histórias produzidas a partir da lenda que rodeia ainda a sua vida, assente num dispositivo vídeo-cenográfico que privilegia a simultaneidade da captação e transmissão de imagens em cena, realizadas e editadas em direto, complexificando a textura espaço-temporal do evento teatral, multiplicando os níveis de presença dos atores e criando uma “mise en abîme” onde se espelham os processos de construção da ação cénica e dos seus resultados em vídeo. Num contexto de diluição das fronteiras entre disciplinas artísticas, cria-se um espetáculo que se ocupa tanto de reencenar as imagens sobreviventes da longa-metragem de 1906, como em (re)construir as cenas perdidas. Assim, tomando como ponto de partida a(s) história(s) de Ned Kelly e também documentos cinematográficos, literários e outros, através de processos do teatro documental, e num momento em que proliferam as chamadas notícias falsas, lança-se um olhar sobre a “transitoriedade” da História e a “frágil autenticidade” do arquivo, acreditando que legislar a memória histórica não será nunca uma atividade livre de perigos e não sujeita a erros e enganos.

SOBRE O ESPETÁCULO

Muito provavelmente, em 1854, terá nascido Edward “Ned” Kelly, um dos mais reconhecidos "fora-da-lei" australianos, que ganhou um certo estatuto lendário por ter desafiado as autoridades coloniais. Em junho de 1880, entrincheirado num hotel, Ned e o seu gangue improvisaram armaduras de ferro que lhes cobriam o peito e a cabeça e enfrentaram a polícia num tiroteio que durou 12 horas e só acabou com a morte de todos os outros membros do grupo de marginais, exceto Ned Kelly, que foi preso depois de ter sido atingido com 28 tiros nas pernas e de ter enfrentado sozinho cerca de 50 agentes. Em 1906, foi realizada aquela que é reconhecida como a primeira longa-metragem ficcional da História do Cinema, “The Story of the Ned Kelly Gang”, inspirada na vida desta mítica personagem. Grande parte deste filme esteve perdida durante décadas, tendo sido feitas inúmeras descobertas sucessivas ao longo dos últimos anos do século passado que permitiram que fosse preparada uma cópia restaurada com 17 minutos de duração de um filme que, originalmente, se estima que tivesse 60 minutos. Em 2000, o escritor australiano Peter Carey publicou “True History of the Kelly Gang”, um elaborado gesto de ventriloquismo literário que ficciona uma autobiografia de Ned Kelly a partir de cartas, supostamente, escritas pelo próprio bandido.

De facto, alvo de um especial interesse no seu país de origem, Kelly poderá ser visto como o último sinal de um tempo e espaço sem lei, um verdadeiro ícone cultural, capaz de inspirar inúmeros trabalhos artísticos e biografias, celebrado como o equivalente australiano de Robin Hood. Contudo, também não será difícil encontrar outros que o veem como um assassino, desmerecedor desse estatuto de herói popular que lhe tem sido colado à pele. Os criadores teatrais Paulo Castro e Pedro Alves juntam-se ao músico Paulo Furtado/The Legendary Tigerman para criar um espetáculo, coproduzido pelo teatromosca e pela companhia STONE/CASTRO, que se inspira tanto na história de Ned Kelly, como nas histórias produzidas a partir da lenda que ainda hoje rodeia a sua vida.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Criação Pedro Alves, Paulo Castro e Paulo Furtado/The Legendary Tigerman

Encenação Pedro Alves e Paulo Castro

Interpretação Mariana Fonseca, Nádia Yracema, Pedro Alves e Paulo Castro

Banda sonora original Paulo Furtado/The Legendary Tigerman

Cenografia Pedro Silva

Conceção de vídeo Ricardo Reis e Tim Carlier

Figurinos Helena Guerreiro

Fotografia Catarina Lobo

Direção técnica e desenho de luz Carlos Arroja

Operação técnica de luz e som Nuno Gomes

Produção executiva Inês Oliveira

Coprodução do teatromosca com a companhia australiana Stone/Castro e o São Luiz Teatro Municipal

Bilhetes à venda (4,00€) no Teatro Diogo Bernardes e em www.teatrodiogobernardes.bol.pt

Mais informações pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

PINÓQUIO VAI A PONTE DE LIMA PELO NATAL

Para festejar o Natal com a infância, juventude e famílias, a 19 de Dezembro, com sessões às 16h00 e às 18h30, o Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima apresenta mais um espectáculo dedicado aos mais novos e não só - Pinóquio, a partir do texto de Carlo Collodi, pela Jangada Teatro, com encenação de Xico Alves.

Brevemente informações sobre venda de bilhetes.

Maiores de 6 anos.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

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TEATRO DIOGO BERNARDES, EM PONTE DE LIMA, APRESENTA MAIS UM GRANDE ESPECTÁCULO DE TEATRO

ALMA | A TURMA: COM DATAS E HORÁRIOS ADAPTADOS ÀS NORMAS DE COMBATE À PANDEMIA

20 de Novembro – 20h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

No dia 20 de Novembro, sexta-feira, às 20h00, horário que permite respeitar o recolher obrigatório, o Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, apresenta o espetáculo de teatro Alma, pela A Turma, com texto e encenação de Tiago Correia, dando continuidade à programação anunciada e a que o público tem aderido de forma bastante satisfatória, pois sabem que a Cultura é Segura e as salas de espetáculos cumprem à risca as normas e orientações da Direção Geral de Saúde para a prevenção da Covid-19.

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Alma é uma peça sobre a juventude, a solidão e a possibilidade de confiança na amizade e no amor. A importância de que se revestem os laços familiares e a transmissão de valores entre gerações são alguns dos temas abordados.

É retratado um episódio de viragem na vida conturbada de um adolescente. Impossibilitado de se mover após um acidente, um rapaz passa os dias no sótão da casa dos avós, a olhar pela janela. As visitas do amigo, da namorada e de uma desconhecida vão precipitar a revelação do que verdadeiramente aconteceu.

Foi distinguida com o Grande Prémio de Teatro Português SPA 2018. O júri realçou a qualidade da obra – as personagens apresentam-se com uma autenticidade surpreendente, num texto que dirige um olhar lúcido e questionador sobre a futilidade do mundo contemporâneo.

Tiago Correia. Tomar, 1987. Licenciado em Teatro-Interpretação e Pós-Graduado em Dramaturgia e Argumento, pela ESMAE. Cofundou A Turma, em 2008, assumindo a sua direção artística desde 2018. É ator, encenador, dramaturgo, professor de interpretação e músico da banda Les Saint Armand. Encenou pelA Turma, História de Amor (Últ. Cap.), de Jean-Luc Lagarce, Do Discurso Amoroso, a partir de Roland Barthes, Gaspar, de Peter Handke, A Noite Canta, de Jon Fosse e, da sua autoria, Pela Água, Turismo e Alma. Autor de peças de teatro, filmes e audiowalks, com obra publicada, recebeu por duas vezes o Grande Prémio de Teatro da SPA, com os textos Pela Água (2016) e Alma (2018).

texto e encenação TIAGO CORREIA

interpretação BERNARDO GAVINA _ INÊS FILIPE _ RAFAEL FERREIRA _ TELMA CARDOSO

cenografia _ ANA GORMICHO

figurinos _ SARA MIRO

desenho de luz _ PEDRO NABAIS

música original _ ANDRÉ JÚLIO TEIXEIRA

vídeo e fotografia _ FRANCISCO LOBO

desenho de som _ JOEL AZEVEDO

direcção técnica _ ZÉ DIOGO CUNHA

operação de som _ LEANDRO LEITÃO

design gráfico _ FRANCISCO RIBEIRO

assistência à criação e produção executiva _ MARIA PINTO

produção administrativa e executiva _ LUDOVICA DADDI _

MAFALDA BASTOS

produção _ A Turma

coprodução _ Teatro Nacional São João _ Teatro Virgínia

parceiros _ Theatro Circo _ Teatro Municipal da Guarda _

Teatro Diogo Bernardes _ Teatro do Noroeste - Centro Dramático de Viana

apoios

A Turma _ A Liga _ Fundação Escultor José Rodrigues _ Antena 2 _ FNAC Santa Catarina _ Rádio Nova _ Revista Intro _ Revista Gerador

mecenas _ A Turma _ Brochado Coelho e Associados _

Central de Informação

classificação etária >14

duração 75 minutos (máx. previsto)

agradecimentos _ Daniel Teixeira _ Gaia Ortopédica _

João Figueiredo _ MobileBrains Tecnologias Lda _ Pedro Figueiredo _ Prosma Lda - Soluções Construções _ Ricardo Cruz - Informática _ Sofia Fernandes _ Teatro Municipal do Porto - Rivoli _ Zé Diogo Cunha

Mais uma vez recordamos que o Teatro Diogo Bernardes cumpre todas as normas e orientações da Direção Geral de Saúde e é “Recinto Saudável & Seguro” (“Clean & Safe”) para Recintos de Espetáculos de Natureza Artística, junto da IGAC – Inspeção Geral das Atividades Culturais e “Recinto Saudável & Seguro” (“Clean & Safe”) para Património Cultural para Equipamentos Culturais de Gestão Municipal (www.portugalcleanandsafe.com), atribuído pelo Turismo de Portugal, através do Turismo do Porto e Norte.

Bilhetes à venda (4,00€) no Teatro Diogo Bernardes e em www.teatrodiogobernardes.bol.pt

Mais informações pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt