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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PROTOIRO ACUSA PAN DE MENTIR QUANTO AOS APOIOS PÚBLICOS À TAUROMAQUIA

Hoje serão discutidos alguns projectos que pretendem proibir apoios públicos à tauromaquia (BE, Verdes, PAN) e uma ILC. Festas populares como Colete Encarnado, Barrancos ou Touradas à corda dos Açores podem estar em risco se forem aprovados.

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A rotina demagógica de certos partidos de nicho já nos habituou a estes projectos ilegais, intolerantes e contra a cultura portuguesa, que têm sido repetidamente chumbados.

A Tauromaquia é das poucas áreas culturais que vivem da bilheteira, ao contrário da maioria das outras formas de cultura dependentes de apoios públicos. Não somos contra o financiamento do Estado às atividades culturais. Bem pelo contrário. Essa é a obrigação constitucional do Estado: promover o acesso à Cultura a todos os cidadãos. Mais, a tauromaquia é tutelada pelo ministério da Cultura e, por isso, qualquer apoio seria absolutamente legítimo.

Nas palavras de Hélder Milheiro, Secretário-geral da PROTOIRO "não existe nenhum programa de apoio à tauromaquia no Ministério da Cultura ou do Estado central, existindo uma situação de discriminação em relação às demais áreas culturais. Por exemplo o apoio para o cinema e audiovisual em 2020 tem um valor de 22,7 milhões de euros. O programa de apoios às artes (2020-2021) tem uma dotação de 18,6 milhões. A Tauromaquia tem zero!"

Muitos dos apoios que existem são para eventos de tauromaquia popular, ou seja, festas populares que vão muito para além da tauromaquia e que têm outras manifestações artísticas e culturais associadas, movimentando mais de 2,5 milhões de pessoas. Se estes projectos fossem aprovados muitas das maiores festas populares de Portugal desapareceriam. O Colete Encarnado de Vila Franca de Xira, as Festas do Barrete Verde de Alcochete, as Festas da Moita, as festas de Barrancos, a Vaca das Cordas de Ponte de Lima, as Touradas à Corda dos Açores, as Capeias Arraianas do Sabugal, classificadas como Património Cultural Imaterial de Portugal, são alguns exemplos.

Desconstrução dos apoios invocados:

Benefícios fiscais: A tauromaquia não tem nenhum tipo de benefícios fiscais em relação a qualquer outra área cultural. Aliás, neste momento, está penalizada com um IVA discriminatório de 23%, ao invés das restantes áreas culturais com iva a 6%. A única isenção fiscal existente é no IVA da prestação de serviços dos artistas, igual todos os setores culturais. No entanto, no caso da tauromaquia, a maioria dos toureiros possui sociedade empresariais, pagando iva a 23%.

Apoios europeus: É falso que existam. Existem apoios à raça brava dentro dos apoios a todas as raças autóctones portuguesas e não existe nenhum apoio a animais usados em touradas, pois os apoios só existem para as vacas bravas aleitantes (que não são usadas nas touradas) estando os toiros excluídos. A Comissão Europeia já por diversas vezes reiterou que não existem apoios europeus destinados a actividades tauromáquicas.

Proibição de apoios europeus: Não existem apoios destinados a atividades tauromáquicas, logo não podem ser proibidos.

RTP. As transmissões de touradas na RTP são líderes de audiências, mostrando o forte apoio dos portugueses a estes conteúdos culturais, que a RTP tem dentro das suas obrigações de promoção e divulgação da cultura portuguesa, como bem o reforça a ERC. Além das elevadas audiências, é provavelmente o programa mais barato da RTP no custo hora, pelo que é um exemplo de produção de conteúdos de elevada audiência a custo muito baixos.

Apoios municipais: o Poder Local investiu em todo o país pouco mais de 250 mil de euros ano, em actividades tauromáquicas, entre 2013 e 2017, segundo o Base, portal da contratação pública. Estes valores irrisórios são um investimento e não uma despesa, uma vez que a tauromaquia atrai anualmente cerca de meio milhão de espectadores em praças de touros e cerca de 2,5 milhões nas tauromaquias populares (de rua). Ambas com elevados impacto económico e no emprego. Por exemplo em 2019 as 3 corridas de toiros em Santarém, tiveram um apoio de 20 mil euros, geraram um impacto económico direto de mais de 1 milhão de euros. Um exemplo de boa gestão de dinheiros públicos.

Com efeito, convém não esquecer o artigo 13º da nossa Lei Fundamental, o Princípio de Igualdade, segundo o qual "Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei".

artigo 43º refere claramente que "O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas."

Também o artigo 73º, n.º1, da Constituição dispõe que: "todos têm direito à cultura" e "O Estado promove a democratização da cultura, incentivando e assegurando o acesso de todos os cidadãos à fruição e criação cultural. (...)" e o artigo 78º, nº 1, da Constituição acrescenta que: "todos têm direito à fruição e criação cultural, bem como o dever de preservar, defender e valorizar o património cultural." sendo que o nº 2 desse mesmo artigo dispõe que "incumbe ao Estado, em colaboração com os agentes culturais, incentivar e assegurar o acesso de todos os cidadãos aos meios e instrumentos de ação cultural, (...) e promover a salvaguarda e a valorização do património cultural, tornando-o elemento vivificador da identidade cultural comum."

Rematando Hélder Milheiro "estes projetos são inconstitucionais, discriminatórios e atentatórios dos mais elementares direitos dos cidadãos, em particular dos 3 milhões de portugueses que se afirmam aficionados, e das obrigações constitucionais do Estado. Estes projectos já foram repetidamente chumbados nas últimas sessões legislativas e acreditamos que os deputados saberão, uma vez mais, defender a cultura, legalidade e a liberdade de todos os portugueses."

Fonte: https://www.touradas.pt/ Foto: ProToiro

PAN QUER FIM DOS DINHEIROS PÚBLICOS PARA AS TOURADAS

O PAN – Pessoas – Animais – Natureza vai levar a debate amanhã um projeto de lei pela não utilização de dinheiros públicos em atividades tauromáquicas, no seguimento da iniciativa legislativa dos cidadãos que pede à Assembleia da República para terminar com a atribuição de apoios financeiros por parte de entidades públicas à tauromaquia.

No entender do PAN o Estado deve abster-se de continuar a financiar esta atividade, nomeadamente através de apoios concedidos aos produtores de raça bovina brava de lide, construção ou recuperação de praças de touros, transmissões televisivas de touradas na televisão pública, isenções ao nível autárquico (como é o caso do Campo Pequeno, que está isento de IMI em valores que ascendem aos 12 milhões de euros/ano), aquisições de bilhetes por parte das autarquias, entre outras formas de apoio.

A verdade é que o financiamento público à actividade tauromáquica configura uma muito questionável opção política com impacto em todos os portugueses. Não se percebe como pode um país, cujos cidadãos e cidadãs vivem diariamente confrontados/as com exigências decorrentes do rigor orçamental a que estão vinculados/as e com privações ao nível das mais elementares necessidades humanas, como sejam a saúde, a educação ou a habitação, permitir-se a injetar elevados montantes nesta atividade  anacrónica e que há muito é contestada pela sociedade portuguesa”, afirma Inês de Sousa Real, líder do grupo parlamentar do PAN.

É conhecido o posicionamento abolicionista do PAN relativamente à tauromaquia. Em Fevereiro deste ano,  o PAN conseguiu inscrever no Orçamento do Estado o aumento do IVA da atividade tauromáquica de 6% para 23%.

Infelizmente não estamos a discutir o fim desta atividade, um debate para o qual já vamos historicamente atrasados, mas em pleno Séc. XXI não faz qualquer sentido que o sofrimento animal tenho o alto patrocínio do Estado”, acrescenta a líder parlamentar.

SONDAGEM REVELA QUE MAIORIA DOS PORTUGUESES NÃO É CONTRA AS TOURADAS

Eurosondagem: 86,7% dos portugueses não são contra as touradas; 30,3% são aficionados e 67,1% não votaria num partido que as tente proibir.

Pelo menos 1 em cada 2 portugueses costuma assistir ou já assistiu a uma tourada e mais de metade acha que tauromaquia contribui para a imagem positiva do país. 30% dos jovens entre os 15 e os 30 anos declara-se aficionado. 

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Eurosondagem realizou um estudo de opinião nos dias 14 a 19 de Dezembro, com um total de 1100 entrevistas telefónicas validadas e um erro máximo da amostra de 2,92% para um grau de probabilidade de 95%. Este estudo foi encomendado pela ProToiro, Federação Portuguesa de Tauromaquia, e tem como objectivo aferir a opinião dos portugueses face às actividades tauromáquicas.

Na resposta à pergunta "Qual a sua postura em relação às touradas?" 30,3% dos inquiridos diz que é aficionado, por seu lado 33,7% diz que o tema lhe é indiferente, 22,7% diz não gostar mas respeita a liberdade de escolha e apenas 11% afirma ser contra a realização das mesmas. Há ainda uma diminuta percentagem de 2,3% que disse não saber a resposta ou preferiu optar por não responder. Assim, 86,7% não tem uma posição contrária às Touradas.

Outro dado a ter em conta encontra-se no desdobramento por faixa etária, em que 30% dos jovens entre os 15 e 30 anos se declara como aficionado. Cerca de 29% diz que lhe é indiferente, 24% não gosta mas respeita a liberdade de escolha e apenas 15% é contra. 

Outra das perguntas a que os entrevistados responderam nesta sondagem foi: "Já assistiu ou costuma assistir a touradas ao vivo?". Nesta questão 50,5% afirmam que sim e 43,3% diz que não, sendo que 6,2% diz não saber a resposta ou simplesmente opta por não responder. 

Quando questionados sobre se "o espectáculo taurino contribui para a imagem do nosso país?", os dados são esmagadores. A maioria, com 56,3%, diz que a arte tauromáquica contribui de forma positiva para a imagem de Portugal, enquanto 33,1% diz não ter qualquer impacto e apenas a esmagadora minoria de 4,4% diz contribuir de forma negativa. Há ainda 6,2% de inquiridos que optou por não responder. 

Relativamente à pergunta "Votaria num partido que tomasse medidas proibitivas contra actividade cultural contra touradas ou largadas de toiros?", 67,1% dos portugueses inquiridos responde que não. Apenas 14,5% responde afirmativamente e 18,4% diz não saber ou opta por não responder. 

Na reação a esta sondagem - a ProToiro vem regozijar-se publicamente pela imagem positiva que a arte tauromáquica tem junto dos portugueses. Nas palavras de João Santos Andrade, Presidente da ProToiro: "por muito que uma ruidosa minoria continue a espalhar mentiras sobre a festa, a tauromaquia dá cada vez mais provas de que continua bem viva e a crescer, principalmente junto das novas gerações". O Secretário-Geral da ProToiro, Hélder Milheiro, acrescenta: "esta é uma mensagem clara ao poder político e é também a prova de que o povo português está frontalmente contra medidas discriminatórias da arte tauromáquica em relação às outras manifestações culturais, nomeadamente no que ao aumento da taxa de IVA diz respeito".

Do ponto de vista do consumo de marcas associadas à tauromaquia 84,9% dos portugueses diz que "Não deixaria de comprar", apenas 6% afirma que deixaria de comprar essas marcas e 9,1% diz não saber ou ser indiferente. 

Já no que diz respeito à assistência de espectáculos taurinos por menores de idade, 71,1% dos inquiridos afirma que deveria ser "a família" a tomar essa decisão, 20,2% acha que deveria ser o Estado e 8,7% das pessoas dizem não saber ou não querer responder. 

Quando questionados sobre a gravidade cultural do desaparecimento das touradas, 70,5% dos portugueses afirma que tal seria grave ou muito grave. Apenas 19,1% dizer ser pouco grave e 6,5% nada grave. 3,9% não sabem ou não respondem. 

Um dado a reter também é o facto de 65,4% dos inquiridos afirmar já ter assistido ou costumar assistir a espectáculos tauromáquicos na televisão. Apenas 32,7% nega fazê-lo e 1,9% afirma não saber ou não querer responder. 

No desdobramento por região verifica-se que o maior número de aficionados se encontra a sul, norte e centro do país.  36% dos portugueses a sul do país diz ser aficcionado, 31,7% no centro, 31,5% no norte, 30,6% na Área Metropolitana do Porto e 26,3% na Área Metropolitana de Lisboa. 

ProToiro - Federação Portuguesa de Tauromaquia, é a representante oficial do sector em Portugal, congregando aficionados, toureiros, forcados, empresários, ganadeiros e as misericórdias, enquanto proprietárias de praças.

Fonte: https://ovilaverdense.pt/

 

VIANA DO CASTELO VAI RECONVERTER REDONDEL DA ARGAÇOSA EM COMPLEXO DESPORTIVO

Reconversão da praça de touros de Viana do Castelo em complexo desportivo volta a concurso por 4,9 milhões de euros

A Câmara de Viana do Castelo aprovou esta quinta-feira por unanimidade a abertura de um novo concurso público para a reconversão da antiga praça de touros da cidade em ‘campus’ desportivo por mais de 4,9 milhões de euros.

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O primeiro concurso público para a execução daquela empreitada, por um valor base de 3,5 milhões de euros, foi anulado, em Abril de 2018, por ter fechado deserto.

Esta quinta-feira, em reunião ordinária do executivo municipal, além da abertura de novo procedimento e da nomeação a a concurso público, foi aprovado o projecto para a requalificação da praça, com um prazo de execução de 18 meses, e das zonas adjacentes.

“Foi feita uma revisão ao projecto reduzindo a intervenção sem pôr em causa o que se prende fazer. Conseguiu-se aligeirar o projecto do ponto vista estrutural e conceptual. Quanto ao valor base do novo concurso, é uma média das consultas feitas ao mercado”, explicou o presidente da Câmara, José Maria Costa.

A reconversão da antiga praça de touros, desactivada desde 2009, ano em que cidade se declarou anti-touradas, está integrada no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), candidatado a fundos comunitários do Portugal 2020.

Em Setembro de 2019, o executivo municipal já tinha aprovado, também por unanimidade, a demolição “praticamente integral” da antiga praça de touros por ser considerar a “opção técnica e economicamente viável” para a reconversão do imóvel em ‘campus’ desportivo.

A intenção da autarquia passa por transformar a antiga arena, com uma área de 3.800 metros quadrados e cerca de 65 metros de diâmetro, numa estrutura multifunções, que sirva o desporto e os jovens do concelho, apta para a prática de várias modalidades em simultâneo, como ginástica, esgrima, patinagem artística e hóquei em patins e basquetebol.

A futura ‘Praça Viana’ será gerida pela Escola Desportiva de Viana (EDV), em regime de comodato, dotando a associação de condições adequadas para as inúmeras modalidades e para a formação dos jovens do concelho. A EDV tem mais de 1.300 atletas.

Fonte: https://ovilaverdense.pt/

VIEIRA DO MINHO VAI REALIZAR 17 CHEGAS DE BOIS

António Cardoso reuniu com produtores de gado

O Presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho reuniu, ontem com os produtores de gado do concelho com o intuito de preparar a sua participação no  Mercado da Castanha e dos Produtos Locais que abre portas ao público já, esta sexta-feira, dia 15 de novembro.

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O momento que contou com a presença de 30 produtores locais de gado teve por objetivo dar voz ativa aos produtores locais que ano após ano têm mostrado cada vez mais interesse em participar em eventos desta índole levados a cabo pela autarquia.

De salientar que a edição deste ano do Mercado da Castanha vão participação de 35 touros nas 17 chegas de bois que vão ter lugar, nos dias 15, 16 e 17 de novembro, no Parque dos Moinhos.

Refira-se que as chegas de bois são uma verdadeira atração turística num concelho que vê a tradição como uma mais-valia a preservar.

Trata-se, por isso, de uma iniciativa de valorização do setor primário e do mundo rural.

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PROTOIRO CRITICA MUNICÍPIO VIANENSE PELA DEMOLIÇÃO DO REDONDEL DA ARGAÇOSA

VIANA DO CASTELO DESTRÓI PATRIMÓNIO CULTURAL COM 70 ANOS

A PróToiro – Federação Portuguesa de Tauromaquia critica e condena a Câmara Municipal de Viana do Castelo que aprovou a demolição da Praça de Touros da cidade, um património que assinala este ano o seu 70º aniversário. Este ataque ideológico à Cultura Tauromáquica demonstra uma tremenda falta de respeito a gerações inteiras de vianenses que lutaram para construir esta praça na cidade.

Após o Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto considerar inconstitucional qualquer proibição municipal de touradas, a PróToiro estuda a melhor forma de impedir a demolição deste património.

Na Justiça continua a decorrer a ação intentada pela Protoiro contra a Câmara Municipal de Viana do Castelo, na qual se pede nulidade da declaração de cidade antitouradas.

Na defesa e valorização da Cultura Tauromáquica, a PróToiro garante que tudo fará para assegurar o cumprimento da legislação em Portugal.

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VIANA DO CASTELO: REDONDEL DA ARGAÇOSA VAI ABAIXO!

Aprovada demolição da praça de touros de Viana do Castelo

A Câmara de Viana do Castelo aprovou hoje por unanimidade a demolição "praticamente integral" da antiga praça de touros, desativada desde 2009, por considerar ser a "opção técnica e economicamente viável" para a reconversão do imóvel em 'campus' desportivo.

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Estamos a utilizar uma prerrogativa prevista no regulamento do Plano de Pormenor do Parque da Cidade (PPPC), que se prende com a alteração do uso. Há necessidade de refuncionalização do edifício e, quer a geometria quer o sistema construtivo trazem constrangimentos. Vamos manter a referência memorial do imóvel, mas vamos criar condições para, parcialmente, fazer ajustes demolindo sempre que necessário", explicou o vereador do Planeamento, Gestão Urbanística, Desenvolvimento Económico, Mobilidade e Coesão Territorial, Luís Nobre.

Em causa está a empreitada de requalificação e refuncionalização da antiga praça de touros da cidade que, em 2009, foi a primeira em Portugal a declarar-se antitourada, para equipamento destinado à função/uso desportivo, nomeadamente de ginástica.

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"Atendendo à exigência do programa a instalar, a implementação do mesmo está profundamente condicionada pela atual geometria do antigo equipamento, sendo cumulativamente agravado pela preexistência estrutural, a opção técnica e economicamente viável remete para uma solução de demolição praticamente integral", lê-se na proposta hoje aprovada em reunião camarária.

O documento refere que, "em consequência e para além da alteração funcional, a nova solução de projeto implica ligeiras alterações ao nível da implantação e volumetria, as quais, e ponderados os interesses subjacentes, considera-se a pretensão adequada, até mesmo desejável, continuando a garantir-se uma composição formal e estética coerente, bem como um correto enquadramento morfotipológico com a envolvente".

O documento será ainda submetido, na sexta-feira, à apreciação da assembleia municipal.

Em junho, o presidente da Câmara de Viana do Castelo disse hoje que a reconversão da antiga praça de touros da cidade em 'campus' desportivo começará em janeiro de 2020, sendo que até final de julho avançará o novo concurso público.

O primeiro concurso público para a execução da reconversão da antiga praça de touros da cidade em campus desportivo, com um investimento inicialmente previsto de 3,5 milhões de euros, foi anulado, em abril de 2018, por ter fechado deserto.

O aviso de abertura do primeiro concurso público para a reconversão da antiga praça de touros em complexo desportivo foi publicado em Diário da República a 21 de dezembro de 2017 e encerrou a 21 de janeiro do ano seguinte, sem qualquer proposta.

A obra de reconversão da antiga praça de touros, desativada desde 2009, ano em que cidade se declarou antitouradas, está integrada no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), candidatado a fundos comunitários do Portugal 2020.

A intenção da autarquia passa por transformar a antiga arena, com uma área de 3.800 metros quadrados e cerca de 65 metros de diâmetro, numa estrutura multifunções, que sirva o desporto e os jovens do concelho, apta para a prática de várias modalidades em simultâneo, como ginástica, esgrima, patinagem artística e hóquei em patins e basquetebol.

A futura "Praça Viana" será gerida pela Escola Desportiva de Viana (EDV), em regime de comodato, dotando a associação de condições adequadas para as inúmeras modalidades e para a formação dos jovens do concelho". A EDV tem mais de 1.300 atletas.

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com/

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O «DHIRIO» - A CHEGA DE BOIS EM GOA

A tourada, enquanto forma de luta envolvendo touros, é uma atividade desportiva muito popular em Goa, e uma prática ancestral ligada às comunidades agrárias.

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Em concani, é chamada de Dhirio.

Aqui, dois touros brigam entre si, geralmente numa área aberta. Às vezes, a tourada termina em 30 minutos, outras dura até 1 hora, dependendo da capacidade de luta dos touros.

A luta ocorre a qualquer momento, com base no desafio feito por ambos os proprietários dos touros.

Um treino diário é dado aos touros, levando-os para longas caminhadas, o que os mantêm em forma e prontos para a luta.

Estes touros de luta são mantidos separados de outros touros normais.

As lutas de touros são famosas no sul de Goa, e os goeses são loucos por assistirem a elas, em assistências que chegam a alguns milhares de pessoas.

Atualmente, esta manifestação cultural foi legalizada pelo governo indiano a revelia dos goeses, mas não totalmente banida, por continuar na clandestinidade.

A discussão pública mantém-se, com a vontade da comunidade católica em manter esta ancestral atividade à luz do dia.

Fonte: https://www.facebook.com/Galeria-dos-Goeses-Ilustres-290551081112191/?__tn__=kC-R&eid=ARBpvGIDorYWpiQB3OzXTingvsTfUDl-tNVcSwqDTmSo36gMPVx-AOFfLUoBARkmOmw9i89JW3JXHrCA&hc_ref=ARTyw2MQAAm3C4XysiL_93EODSyzaHMpphYjaF4tiL9jDwRkB0lYJ9lkDO_oFPU0OZQ&fref=nf&__xts__[0]=68.ARCh1YtU5udFzpA-CKMTeA4KB6EV_h3jl3mVHqBsf5174_qnviHMRkR9yDh1NE6GT9U7uJqXwrkzA0yly64xZ8Vgjpxyuz023e99dFlBpwC0gViG75Npvq5ELSf4I2i8SklOrRwxLwsUz5GYLgilL92sUI8nyTl6mGMfAFAIbm6b1XVr0ycO_WfQ3HNbRV9K5loUODI0YkTFm79Ztkzyx-ZJTk6GSRw6vnQ5ExRTPbr9Uu4ZVudP8TReDxnZnDgZUINfSv2N1_U8N3bPAHVOmG-UmbL2ePU2BHX75AYRAi1e9q7JsJR8e48zsRYsERH7-M21wR0z5KmOPH7JKRuWKk9JL-vLke4GDDU4wb4ChhjWFRQ2HY_fxMA

GOA PRESERVA TRADIÇÃO DA CHEGA DE BOIS

O tão apreciado sarapatel não é o único elemento cultural que une Goa e, de uma maneira geral, as gentes do antigo Estado Português da Índia à nossa região. Também as tradicionais chegas de bois muito comuns em Cabeceiras de Basto e no planalto barrosão que integra a vila minhota do Salto, são preservadas pelas gentes goesas de raízes católicas, as quais não professam portanto as crenças hindús nomeadamente em relação a estes animais.

Antes de votações, legalização de touradas de volta à agenda em Goa

O candidato do Congresso para o sul de Goa, Francisco Sardinha, que tinha movido uma resolução no Parlamento para a legalização de touradas em Goa durante a sua passagem anterior entre 2009-2014, prometeu levá-lo novamente.

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Apesar de ser banido por uma ordem da alta corte de Bombaim em Goa e mais tarde confirmada pelo Supremo Tribunal, as touradas continuam esporadicamente e é considerado o segredo mais bem guardado de Goa. O esporte que tem raízes na história colonial de Goa é praticado em aldeias dominadas por católicos de Goa. (FOTO HT)

 

A demanda longa de Goa pendente de legalização de touradas está de volta na agenda como as partes procuram superar uns aos outros em sua perseguição para o voto católico potencialmente significativo, que compõe um significativo 26% do eleitorado.

Com margens finas - muitas vezes na faixa de alguns milhares de votos - fazendo a diferença, os candidatos estão ansiosos para ir além do ordinário para garantir que todos os grupos de interesse são atendidos.

O candidato do Congresso para o sul de Goa, Francisco sardinha, que tinha movido uma resolução no Parlamento para a legalização de touradas em Goa durante a sua passagem anterior entre 2009-2014, prometeu levá-lo de novo,

"Eu sou a favor de touradas. Vou levá-la de novo. Quando os seres humanos lutam (boxe) você vê-los... Então, se os touros são feitos para combater o que está errado nele? Sardinha disse ao Hindustan Times.

Candidato BJP para o sul de Goa e sentado MP Narendra Sawaikar muito arremessados para a atividade.

"A tourada é uma coisa tradicional que vem acontecendo em Goa. Na matéria de Jallikattu, o governo da União tinha apoiado o carrinho (do governo do estado). Nós vamos apoiá-lo ", anunciou Sawaikar.

Apesar de ser banido por uma ordem da alta corte de Bombaim em Goa e mais tarde confirmada pelo Supremo Tribunal, touradas continua esporadicamente e é considerado o segredo mais bem guardado de Goa. O esporte que tem raízes na história colonial de Goa é praticado em aldeias dominadas por católicos de Goa.

Goa tem um eleitorado 11,31 lakh-forte que seja dividido ingualmente entre as circunscrições norte e sul de Goa, ambas detidas atualmente pelo BJP. Wooing católicos que compõem 26% do eleitorado do estado-16% no norte de Goa e 36% no sul de Goa-é visto como crucial para as chances de um candidato.

Ao contrário do esporte na Espanha, onde o touro necessariamente morre para acabar com a luta, localmente a luta termina quando um touro foge do local declarando o outro o vencedor, um fato que os apoiantes usam para fortalecer seu argumento.

Entretanto, os peritos legais permaneceram céticos sobre o movimento.

"Se houver uma mudança na lei central (prevenção da crueldade contra os animais Act), então touradas podem ser permitidas. Mas eu não acho que é viável porque foi banido, a proibição foi confirmada pelo HC e SC. Quando algo foi confirmado pelo SC, não vejo nenhuma justificativa para que o Parlamento intervenha e o altere ", afirmou o advogado Cleofato Almeida Coutinho acrescentando que Goa tem apenas dois MPs cuja influência é pouco.

A promessa de legalizar touradas tem sido repetida ao longo de vários anos por políticos com pouco sucesso como tentativas foram stonewalled pelo governo central e do Supremo Tribunal.

Gerard de Souza / https://www.hindustantimes.com/

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HOJE HÁ TOURADA EM PONTE DE LIMA - PROTESTO FOI DESCONVOCADO!

A manifestação de protesto convocada para hoje em Ponte de Lima através da rede social Facebook contra a realização de uma tourada acaba de ser desconvocada, alegadamente por engano na data com que a autarquia foi informada.

Refira-se que desde o 25 de abril de 1974, as manifestações não carecem de autorização, devendo apenas os organizadores informar as autoridades da sua realização por razões de segurança.

Os organizadores do protesto marcam nova convocatória para o próximo dia 8 de Setembro, fazendo coincidir com as Feiras Novas de Ponte de Lima.

Transcreve-se a referida nota publicada no Facebook:

“Boa tarde pessoal, devido a um erro de data no e-mail enviado à câmara municipal e por não ser possível corrigir por falta de tempo disponível por lei, lamento informar que o evento marcado para dia 11 vai ser cancelado...

Ficará desde já marcado e com tudo em ordem, para o dia 8 de setembro de 2019...

Obrigado pela compreensão”

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