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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ARTE DE ORLANDO POMPEU EM EXPOSIÇÃO NA SUIÇA E ITÁLIA

Entre os meses de maio e julho, o mestre-pintor Orlando Pompeu, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Canadá, Estados Unidos, Dubai e Japão, esteve a convite da Galeria 111, uma galeria de arte na cidade de Zurique, na Suíça, numa residência artística que promoveu no território helvético a criatividade e talento do conceituado artista plástico português natural do concelho de Fafe.

No decurso da presença em Zurique, onde o artista plástico criou diversas aguarelas sobre papel num estilo pictórico heterogéneo, criativo e contemporâneo, foram agendadas para o próximo ano a inauguração de três exposições de Orlando Pompeu na Suíça. Nomeadamente, na Galeria 111, em Zurique; na Fundação Pro Ronco, em Ascona, no Cantão de Ticino; e no Hotel Casa Berno, junto ao lago alpino Maggiore.

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O mestre-pintor Orlando Pompeu, com os responsáveis da Fundação Pro Ronco, em Ascona, uma relevante instituição cultural helvética a quem o artista plástico ofertou uma obra de sua autoria

Refira-se que durante o presente mês de julho, o mestre-pintor tem patente em Florença, uma das mais conhecidas cidades italianas, uma exposição dedicada à temática de sapatos femininos. Trata-se de uma parceria cultural que Orlando Pompeu estabeleceu com a EVALUNA, um dos maiores fabricantes de sapatos femininos italianos, que acabou de inaugurar uma nova loja em Florença, e cuja inauguração computou uma exposição do conceituado artista plástico português.

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Aguarelas sobre papel dedicadas à temática de sapatos feminis, da autoria de Orlando Pompeu, em exposição durante o mês de julho na cidade italiana de Florença

No âmbito desta parceria cultural com a EVALUNA, Orlando Pompeu terá patente no próximo mês de setembro, no âmbito da MICAM, a maior feira internacional de calçado, em Milão, uma nova exposição dedicada a temática de sapatos femininos em Itália.

PONTE DE LIMA: NATURAL DA CABRAÇÃO FEITO PRISIONEIRO NA GRANDE GUERRA

Abilio José Domingues - 1ºCabo - Regimento de Infantaria nº3, da 4ª Brigada de Infantaria do Corpo Expedicionário Português, natural da Freguesia da Cabração, concelho de Ponte de Lima.

Era filho de José Manuel Domingues e de Maria Clara de Matos.

Foi feito prisioneiro pelo inimigo e internado no campo de Muster II, situado no município suíço do cantão de Grisões.

Fonte: Arquivo Histórico-Militar

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CARLOS RAMOS: HERÓI SEM CAPA DA COMUNIDADE PORTUGUESA NA SUÍÇA

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  • Crónica de Daniel Bastos

As comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo são um campo fértil em exemplos notáveis de uma cidadania comprometida com a dignidade do ser humano, merecedores do nosso maior respeito e admiração.

Um desses exemplos inspiradores, que nunca devemos esquecer, é indubitavelmente o do comendador Carlos Ramos, antigo conselheiro da comunidade portuguesa na Suíça, a quem tem devotado ao longo das últimas décadas uma intensa dinâmica associativa, e um dos sobreviventes e heróis de Alcafache, o maior acidente ferroviário de sempre em Portugal.

Natural do concelho de Tondela, distrito de Viseu, Carlos Ramos decidiu emigrar para a Suíça em 1985, aos 25 anos de idade, em demanda de melhores condições de vida e numa época em que a nação helvética começava a tornar-se o principal pólo de atração da emigração lusa em detrimento da França. A 11 de setembro desse ano, o jovem tondelense apanhou o “comboio do emigrante” Sud Express, em Santa Comba Dão, que o levaria para a Suíça, sendo que apenas 20 minutos após o início da viagem sobreveio um choque frontal entre o Sud Express e o regional que vinha da Guarda.

O trágico acidente ferroviário, que ocorreu junto ao Apeadeiro de Moimenta-Alcafache, na freguesia de Moimenta de Maceira Dão, concelho de Mangualde, e cuja estimativa oficial aponta para 49 mortos, dos quais apenas 14 foram identificados, continuando ainda 64 passageiros oficialmente desaparecidos, projetou Carlos Ramos do comboio mas sabendo que havia pessoas presas dentro da carruagem, regressou ao mesmo e conseguiu salvar duas vidas tendo com o seu gesto assombroso partido as pernas e sofrido queimaduras em 70% do corpo.

Gravemente ferido, o sobrevivente e herói de Alcafache seria evacuado para Lisboa no helicóptero que transportava o então Presidente da República, Ramalho Eanes, que acabou por ter um papel decisivo no seu salvamento e com quem criou uma forte amizade que perdura até aos dias de hoje. Após um período doloroso de recuperação, que incluiu dezenas de operações, e que nem sempre teve o devido reconhecimento do seu gesto de altruísmo extraordinário por parte dos responsáveis dos Caminhos de Ferro Portugueses, Carlos Ramos, detentor de um espírito abnegado, franco e resiliente, emigraria definitivamente para a Suíça em 1993, já casado e com um filho de um ano, estabelecendo-se em Neuchâtel como viticultor.

Foi a partir da capital do cantão suíço homónimo que o herói sem capa da comunidade portuguesa em terras helvéticas encetou uma relevante dinâmica em prol do movimento associativo luso. Designadamente, no Centro Português de Neuchâtel, no Grupo de Veteranos de Neuchâtel e na Casa do Benfica de Neuchâtel, e que o catapultaria até há poucos anos como membro do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP) da Suíça.

Radicado há quase trinta anos na nação helvética, o exemplo de vida inspirador e notável do emigrante tondelense, foi oficialmente reconhecido em 2018, quando o atual Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, com a presença do general Ramalho Eanes e o então Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, distinguiu Carlos Ramos, no Palácio de Belém, com as insígnias de Comendador da Ordem do Mérito.

Uma ordem honorífica portuguesa que visa distinguir atos ou serviços meritórios que revelem abnegação em favor da coletividade, praticados no exercício de quaisquer funções, públicas ou privadas, e que no caso de Carlos Ramos, é inteiramente justa e merecida, e revive a máxima de Giacomo Leopardi: “O primeiro motivo por que se está disposto a ajudar outro nas devidas ocasiões é a alta apreciação que se tem de si mesmo”.

CP COMPRA À SUIÇA 22 COMBOIOS REGIONAIS

Stadler e CP - Comboios de Portugal assinam contrato para 22 comboios regionais

O operador ferroviário público português CP - Comboios de Portugal e a Stadler assinaram um contrato de aquisição de 22 comboios regionais pelo valor aproximado de 158 milhões de euros. Esta adjudicação constitui a primeira entrada do modelo FLIRT para passageiros na península ibérica.

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Foto: Jornal de Negócios

A Stadler e a CP assinaram hoje o contrato de aquisição de 10 automotoras elétricas (“UME”) e 12 unidades bimodais (“UMB”) e inclui o serviço de manutenção durante um prazo mínimo de 4 anos, bem como a prestação de serviços de formação. Este contrato, que permitirá renovar a frota de comboios regionais da CP, enquadra-se no plano de renovação de material circulante do operador português.

Para poder circular nas linhas não eletrificadas, os FLIRT UMB dispõem de um módulo de potência, ou “Power Car”, que alberga um sistema de tração diesel-elétrica. O seu desenho está concebido para garantir uma fácil reconversão no futuro de automotoras bimodais para elétricas, assim como para permitir que os motores diesel possam ser substituídos ou complementados com baterias, em função das necessidades do operador. 

Os 22 FLIRT de bitola ibérica (1668 mm) têm  63,2 metros de comprimento, no caso das UME, ou 74,4 metros de comprimento, no caso das UMB. São compostos por três carruagens e oferecem uma capacidade máxima de 375 passageiros, dos quais 214 podem ir sentados. As caixas, de 3,2 metros de largura fabricadas em alumínio, para além de maximizarem a capacidade, são fabricadas de acordo com a normativa EN 15227 C-1, garantindo a máxima segurança em caso de colisão.  Podem alcançar uma velocidade máxima de 160 ou 140 km/hora, consoante a fonte de alimentação utilizada.

As automotoras FLIRT, graças ao seu conceito modular, permitem otimizar a sua configuração interior para oferecer um transporte cómodo, acessível, conectado, eficiente e amigo do meio ambiente. A Stadler colocou uma especial ênfase na otimização da acessibilidade do veículo, permitindo o acesso sem obstáculos a partir de plataformas com diferentes alturas a todos os passageiros, incluindo aqueles que têm mobilidade reduzida, que podem dispor de áreas reservadas, juntamente com outras previstas para bicicletas ou carrinhos de bebé. Também é possível disponibilizar máquinas de venda automática a bordo para oferecer um maior conforto ao passageiro. Contarão com uma rede Wifi para aceder tanto a conteúdos do operador, como a conteúdos multimédia, o que será complementado com um avançado sistema de informação ao passageiro visível de todos os ângulos, de forma a garantir uma ótima experiência de viagem. De acordo com a filosofia da Stadler, 95% dos materiais utilizados nos FLIRT são recicláveis.

Ansgar Brockmeyer, Vice-Presidente Executivo Comercial e de Marketing de Stadler Group, afirmou: “Estamos muito orgulhosos de que os FLIRTs tenham sido selecionados para renovar a frota de comboios regionais. Estou certo de que os utilizadores portugueses apreciarão a tecnologia ferroviária de última geração incorporada nestes veículos, como já o fazem milhões de pessoas na Suíça, Alemanha e Holanda, entre outros países. O mercado português é de extrema importância para a Stadler e é nossa intenção contribuir para a revitalização da indústria ferroviária nacional”.

Mais de 1900 FLIRTs vendidos

O modelo FLIRT é o produto estrela da Stadler. À semelhança de todos os seus outros modelos, conta com níveis extremamente elevados de segurança e é muito popular entre os clientes de todo o mundo. Com 1900 unidades a circular em 21 países, a Stadler já vendeu mais FLIRT do que qualquer outro dos seus modelos. O grupo Stadler conta com três projetos de FLIRT bimodais na Europa, concretamente no Reino Unido (Abellio East Anglia e Keolis Wales & Borders) e em Itália (Vale d’Aosta), que perfazem um total de 67 veículos, posicionando-se como fabricante líder neste segmento de mercado, com um conceito de FLIRT bimodal absolutamente fiável e testado em circulação.

Sobre a Stadler

A Stadler fabrica comboios há 75 anos. O fornecedor internacional de veículos ferroviários tem a sua sede em Bussnang, na zona este da Suíça. Conta com um quadro de aproximadamente 12.000 pessoas, distribuídas pelas suas diferentes instalações de produção e engenharia, bem como em mais de 40 centros de serviços pós-venda. A empresa está consciente da sua responsabilidade social para com a mobilidade sustentável e, por isso, fabrica produtos inovadores, sustentáveis, duradouros e de qualidade. A Stadler oferece uma ampla gama de produtos nos segmentos do transporte ferroviário e urbano: comboios de alta velocidade, comboios de longo curso, regionais e suburbanos, metros, comboios-elétricos e elétricos. Para além disso fornece também locomotivas de linha, locomotivas de manobras e carruagens de passageiros. A Stadler é o fabricante líder mundial de veículos ferroviários de cremalheira.

MOÇAS DO “CANCIONEIRO DO ALTO MINHO” SERVIRAM DE MODELO AO PINTOR LIMIANO RICARDO FERREIRA

O artista limiano Ricardo Ferreira que recentemente expôs algumas das suas obras em Ponte de Lima, inspirou-se nas lindas jovens que fazem parte do grupo “O Cancioneiro do Alto Minho” nalguns dos seus trabalhos.

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Reconhecido como um dos mais lídimos representantes do folclore da nossa região, o grupo “O Cancioneiro do Alto Minho” encontra-se sediado no Luxemburgo, tal como o artista Ricardo Ferreira radicado na Suíça. Longe da Pátria o coração bate mais forte pelas nossas origens!

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EMIGRAR PARA A SUIÇA

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  • Crónica de Daniel Bastos

Dentro do espaço europeu, a Suíça, oficialmente Confederação Suíça, uma república federal composta por vinte e seis estados, chamados de cantões, perdura como um dos principais destinos da emigração portuguesa, como comprovam os mais de 200 mil lusos que vivem e trabalham no território helvético, essencialmente na hotelaria, restauração, construção civil, indústria manufaturada, serviços de limpeza e agricultura.

A dinâmica da emigração portuguesa na nação helvética, que se desenvolveu sobretudo a partir da década de 1980, esteve na génese da criação, há pouco mais de um ano, do portal online “Emigrar para a Suíça”. Um projeto criado pelo jovem emigrante português Samuel Soares, que tem como principal objetivo apoiar e informar a comunidade lusa residente no território e todos quantos queiram emigrar para a Confederação Suíça.

Natural de Portimão, Samuel Soares contou recentemente à imprensa de língua portuguesa no mundo que conseguiu reunir cerca de 9 mil seguidores ao longo deste último ano. Segundo o mesmo, a grandeza desses números devem-se essencialmente a artigos publicados durante a quarentena, fase em que tem traduzido para português as informações que têm sido publicadas na página da Confederação Suíça para que os portugueses possam estar informados sobre o avançar da situação.

Ainda segundo o engenheiro civil de profissão, o número de pedidos de portugueses que pretendem viver na Suíça são cada vez maiores, contexto que tem concorrido para que surjam amiúde na plataforma questões relacionadas com a procura de casa, a busca de emprego, as autorizações de estadia prolongada e tudo o que esteja ligado à vida na Suíça.

O recente portal online “Emigrar para a Suíça”, na esteira de outras plataformas que estão a surgir e a ser dinamizadas no seio das comunidades portuguesas espalhadas pelos quatro cantos do mundo, robustece a ideia-chave da investigadora no Centro de Estudos de Comunicação e Cultura (UCP) e no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (ISCTE), Cátia Ferreira. Nomeadamente, que a “forma como os emigrantes portugueses comunicam está a mudar”, porquanto o “recurso à internet parece estar cada vez mais generalizado”, ou não fosse esta “uma tecnologia que atenua as barreiras culturais, que facilita o conhecimento de novas culturas e de contactos interculturais”.

ALVARINHOS DA ADEGA DE MONÇÃO GANHAM OURO EM ZURIQUE

A Adega Cooperativa de Monção vê, uma vez mais, a qualidade dos seus vinhos ser reconhecida e premiada além-fronteiras. Os vinhos Deu la Deu Reserva 2017 e o Deu La Deu Terraços 2016 conquistaram a medalha Albariño de Oro na VIII edição do Concurso Internacional Albariños Al Mundo Zurich 2019.

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Considerado a maior montra internacional do Alvarinho, o Concurso Internacional Albariños Al Mundo é organizado pela Unión Española de Catadores e tem como principal objetivo dar a conhecer aos principais mercados vinícolas mundiais a excelência da produção das regiões onde esta casta assume o protagonismo.

Armando Fontainhas, presidente da direção da Adega de Monção, manifesta a sua enorme satisfação pelas distinções alcançadas, “provas irrefutáveis da enorme qualidade dos nossos vinhos. Temos vindo a percorrer um longo caminho. Este é mais um marco na história de uma instituição que deixa um enorme legado no setor vinícola. Estamos todos de parabéns – sócios e colaboradores - mas sobretudo a região de Monção e Melgaço que reúne características únicas, que nos permitem alcançar este sucesso”, destaca o responsável.

Os vinhos em prova, originários de Espanha e Portugal, são avaliados por um júri criteriosamente selecionado, constituído por sommeliers, jornalistas, prescritores e responsáveis de compras.

Principais marcos

Entre 1986 e 2004, a Adega de Monção melhorou as condições tecnológicas de receção das uvas e o processo de vinificação, a capacidade de armazenamento, estabilização e engarrafamento dos vinhos.

Em 1999 aumentou as suas instalações com a criação de um novo centro de receção de uvas e vinificação – o Pólo de Melgaço.

Entre 2004 e 2006 tiveram início as obras de criação de modernização das instalações que permitiram alargar a comercialização a nível nacional e internacional.

Em 2005 surgiu o espaço Histórico e Cultural da Adega na antiga casa do Adegueiro e silos do Bagaço, que levou à sua integração na Rota dos Vinhos Verdes, Itinerário do Minho.

Em 2007, a Revista dos vinhos galardoou-a como a “Cooperativa do Ano”, e, em 2008 no evento “Lisboa Celebra o Vinho”, o Ministério da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas distinguiu-a com o prémio Empreendedorismo e Inovação.

Em 11 de Outubro de 2008 a Adega de Monção lançou uma aguardente de Vinho Verde Alvarinho, com numeração limitada, para a comemoração do seu Quinquagésimo Aniversário.

É desde 2008 PME Líder.

Em 2017, a Adega Cooperativa de Monção implementou um sistema de produção de energia fotovoltaica para autoconsumo e um sistema solar térmico, um investimento de 160 mil euros que permitiu minimizar a pegada ecológica. Ao todo, foram instalados 307 painéis solares fotovoltaicos de 265 W cada para autoconsumo.

Recentemente, a Adega de Monção, obteve dois Ouros, uma Prata e seis menções honrosas no concurso de Vinhos Verdes Engarrafados, promovido pela Comissão dos Vinhos Verdes. No Concurso Vinhos Portugal, organizado pela ViniPortugal, foi distinguida com um Grande Ouro e com um Ouro com o vinho Deu la Deu e Deu la Deu Reserva. O “Muralhas de Monção espumante 2015 Reserva” foi premiado com uma medalha de Prata no Concurso Internacional Brut Experience 2019.

Adega de Monção

Fundada a 11 de outubro de 1958, por iniciativa de 25 viticultores, a adega encontra-se situada em plena Região Demarcada dos Vinhos Verdes, na sub-região de Monção e Melgaço, onde a casta Alvarinho é melhor representada.

Esta sub-região da Região dos Vinhos Verdes é onde o Alvarinho tem origem e onde iniciou a sua evolução, o que aconteceu mesmo antes da existência de qualquer registo escrito.

A adega agrega 1.600 cooperantes e tem uma área vinícola1.151Ha.

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RICARDO FERREIRA RETRATA PONTE DE LIMA EM TONS DE AGUARELA

Pintores de Portugal, ajoelhai!

Isto é um milagre, não é cor nem tinta!...

Mas não pinteis, pintores! Orai, rezai!

Uma beleza destas não se pinta!...

Teófilo Carneiro

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A paisagem limiana é porventura uma das mais deslumbrantes de Portugal. E, Ricardo Ferreira, fazendo orelhas moucas ao poeta, decidiu pintar Ponte de Lima em tons de aguarela. E, apesar do seu sublime encanto, o aguarelista fez da pintura uma verdadeira oração, agradecendo ao Senhor por juntar tantas maravilhas no pequeno paraíso que constitui a sua terra natal.

João Ricardo Alves Ferreira nasceu em Ponte de Lima a 12 de Outubro de 1961, na rua Beato Francisco Pacheco. É um pintor autodidata exercendo a sua arte nas horas livres. A aguarela é a técnica que melhor domina. Actualmente encontra-se nos Alpes suíços onde trabalha numa estação de ski. Mas, a tela chama-o sempre a nela retratar o carinho que sente pela sua terra – Ponte de Lima!

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