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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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LIMIANO SEBASTIÃO SANHUDO E LEAL DA CÂMARA CARICATURARAM “A CORJA!” NOS FINAIS DO SÉCULO XIX

“A Corja! Semanário de caricaturas” foi uma publicação concebida pelo caricaturista Leal da Câmara destinada a criticar as personalidades políticas de maior relêvo à época, com particular incidência no próprio rei D. Carlos.

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Sebastião Sanhudo

Leal da Câmara cuja residência na Rinchoa, concelho de Sintra, é actualmente uma casa-museu bastante visitada por alunos e estudiosos locais, reuniu à sua volta artistas de renome à época de entre os quais destacamos o limiano Sebastião Sanhudo.

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Sebastião Sanhudo caricaturado no semanário A Corja!

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Cabeçalho do semanário A Corja!

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Casa Museu de Leal da Câmara, na Rinchoa (Freguesia de Rio de Mouro), concelho de Sintra

SENHOR DA SERRA EM BELAS: ROMEIROS CANTANDO AO SOM DA GUITARRA

As imagens integraram diversas reportagens do jornal “O Século” e retratam diversos aspectos da já desaparecida e outrora muito concorrida Romaria do Senhor da Serra, em Belas, no concelho de Sintra, nas proximidades de Queluz. Uma festa, aliás, muito apreciada pelas gentes alfacinhas.

Numa das fotos, datada de 20 de Agosto de 1921, vemos vários romeiros cantando ao som da guitarra. Note-se, porém, a configuração do instrumento que mais se assemelha a uma viola.

Fonte: ANTT

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“FLORINHAS DO ALTO MINHO” DANÇAM NA FEIRA DAS MERCÊS (SINTRA)

O Grupo Folclórico “As Florinhas” do Alto Minho, sediado no Algueirão, trouxeram hoje ao recinto da tradicional feira das Mercês, no concelho de Sintra, a alegria e o colorido do folclore do Alto Minho – gente alegre, humilde e trabalhadeira que facilmente se integrou socialmente na vida local e para o seu progresso contribui com o seu labor e espírito associativo.

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Nos limites das freguesias de Rio de Mouro e de Algueirão-Mem Martins, a tradicional Feira das Mercês ocorre anualmente junto à humilde capelinha de Nossa Senhora das Mercês situada dentro dos limites da quinta da “Casa Pombal”, a qual pertenceu aos marqueses de Pombal, espaço que conjuntamente com o solar encontra-se atualmente em estado de completa ruína.

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Crê-se que a feira remonta ao tempo da dominação moçárabe, à época utilizada como um mercado de escravas. Nesse local, terá existido uma espécie de gruta que, transformada mais tarde em ermida, passou a acolher os devotos à Senhora das Mercês.

As moças já não se “derretem” a ver os rapazes passar junto ao famoso muro do derrete e, saloios de verdade, nem vê-los!

Cabe aos componentes dos grupos folclóricos conferirem o ambiente típico de outros tempos, com os seus quadros etnográficos e a música solta dos acordeões. Mas, nas tasquinhas, não falta o vinho e a água-pé, o leitão assado, a carne de porco às Mercês e a famosa pêra parda. E ainda as tendas onde se vende o feijão e o grão, os queijos e as castanhas e ainda as grandes barracas de comes e bebes.

Outrora bastante concorrida, o sítio onde a mesma se realiza encontra-se actualmente cercado por grandes urbanizações onde vivem pessoas das mais variadas proveniências. E, entre as gentes que ali vivem, destacam-se os minhotos que têm no Grupo Folclórico “As Florinhas do Alto Minho” o seu mais lídimo representante.

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