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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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VIEIRA DO MINHO ENSINA PODAS E ENXERTOS

Workshop Podas e Enxertos

A tradição voltou a cumprir-se em Vieira do Minho, desta feita com a realização do Workshop Podas e Enxertos com Prova de Vinhos, mais uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal.

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A iniciativa realizou-se no passado sábado, na Quinta Travessa em Eira Vedra tendo iniciado com um Workshop sobre podas e enxertos ministrado pelo Engº Agrónomo Augusto Assunção da Direção de Agricultura e Pescas do Norte.

Após o workshop passou-se à prática com os visitantes a terem a possibilidade de testarem os conhecimentos adquiridos durante o Workshop, em árvores de fruto.

Para além da aprendizagem obtida sobre técnicas e truques de podas e enxertos, os participantes também conviveram entre si,enquanto apreciavam vários vinhos da região.

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VIEIRA DO MINHO ENSINA A PODAR E ENXERTAR

Podas e Enxertos com prova de vinhos na Quinta Travessa

É já amanhã, dia 23 de março que a tradição se voltará a cumprir, em Vieira do Minho, com a realização de uma sessão sobre Podas e Enxertos com Prova de Vinhos.

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Trata-se de mais uma iniciativa  que pretende  valorizar a terra e a agricultura do Concelho

O evento vai decorrer na Quinta Travessa e será uma recriação de um dos momentos fundamentais no ciclo da videira.

A iniciativa que vai ter lugar pelas 14h30 inicia com uma sessão sobre podas e enxertos ministrado pelo Engº Agrónomo Augusto Assunção da Direção de Agricultura e Pescas do Norte.

Após a sessão os presentes vão poder testar os conhecimentos adquiridos numa sessão de enxertia. Pelas 16h30 a atividade encerra com uma prova de vinhos e degustação de produtos locais.

Para além de  constituir um momento de convívio entre os participantes, esta atividade pretende também atrair para o Concelho turistas de forma a combater a sazonalidade que afeta a região em época baixa.

VIEIRA DO MINHO RECEBE JORNADA TÉCNICA SOBRE O CASTANHEIRO

O Município de Vieira do Minho em colaboração com a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte vai promover a realização de uma Jornada Técnica sobre o Castanheiro. A iniciativa está inserida na edição do Mercado da Castanha e dos Produtos Locais, que vai decorrer, em Vieira do Minho de 9 a 11 de novembro.

GALHA

Das Jornadas Técnicas do Castanheiro consta a apresentação do programa de luta biológica contra a vespa da galha do castanheiro previsto pela Direção Regional, bem como o debate sobre a importância e o valor alimentar da castanha na região do Minho.

As Jornadas Técnicas realizam-se no sábado, dia 10, a partir das 14h00 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho e terão o contributo de um técnico da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte.

Considerada uma das pragas mais prejudiciais para os castanheiros em todo o Mundo, a vespa das galhas do castanheiro constitui uma séria ameaça à sustentabilidade dos soutos e das matas dos castanheiros.

Preocupada com esta realidade, a Câmara Municipal de Vieira do Minho continua a apostar no combate a estes insetos através de largadas de parasitas, que podem eliminar esta praga que afeta todas as produções.

GERÊS RECEBE JORNADAS TÉCNICAS SOBRE OS CARVALHOS

IV Jornadas Técnicas Sobre os Carvalhos no Campo do Gerês a 26, 27 e 28 de outubro

As IV Jornadas Técnicas sobre os Carvalhos, que têm como tema principal “Educar para a Floresta Autóctone” e que serão repartidas em três abordagens distintas: “Educar para o futuro”, “Educar para amanhã” e “Educar para beneficiar” decorrerão m ao longo de três dias, no Núcleo Museológico de Vilarinho da Furna, no Campo do Gerês.

CAPA

Com realização bienal, estas Jornadas dão continuidade a um projecto iniciado em 2013 como corolário do objectivo partilhado por várias entidades de «promoverem uma floresta portuguesa saudável e rica para aqueles que nela vivem e dela dependem, bem como proporcionar espaços lúdicos e de ócio aos visitantes». Saídas de campo, apresentações, debates, provas gastronómicas e momentos didácticos serão algumas das actividades a desenvolver no Museu de Vilarinho das Furnas e da Geira, onde serão partilhadas experiências e conhecimento entre participantes, oradores, convidados e escolas.

Com 150 inscritos nas Jornadas, os workshops “A Flora Silvestre à mesa” e “Processamento da Bolota”, serão duas das novidades a desenvolver, para além da introdução de copos em barro que substituirão os habituais copos de plástico, numa clara demonstração de preocupação ambiental.

As IV Jornadas Técnicas sobre os Carvalhos são organizadas pela ATAHCA, pela Associação de Compartes do Campo do Gerês, pelo Município de Terras de Bouro, UTAD, Ordem dos Biólogos e AMO PORTUGAL.

GERÊS ACOLHE JORNADAS TÉCNICAS SOBRE OS CARVALHOS

IV Jornadas Técnicas sobre os Carvalhos decorrerão nos dias 26, 27 e 28 de outubro – Inscrições até dia 19 de outubro

O Núcleo Museológico de Vilarinho da Furna, Campo do Gerês, irá acolher durante três dias, 26,27 e 28 de outubro, as 4ºJornadas Técnicas sobre os Carvalhos.

CAPA

Com o apoio do Município de Terras de Bouro e organização da ATAHCA - Associação de Desenvolvimento das Terras Altas do Homem, Cávado e Ave:

*Estas Jornadas técnicas sobre os Carvalhos, agora com realização bienal, nos anos pares, dão continuidade a um projeto iniciado em 2013 como corolário do objetivo partilhado por várias entidades de promoverem uma floresta portuguesa saudável e rica para aqueles que nela vivem e dela dependem, bem como proporcionar espaços lúdicos e de ócio aos visitantes.

Com a duração gratuita de 3 dias, estas jornadas decorrem no Campo do Gerês, Terras de Bouro, em pleno coração do Minho e do único Parque Nacional, o da Peneda-Gerês, onde se encontra a Mata de Albergaria de uma riqueza natural única. Os participantes, oradores, convidados e escolas são recebidos nos Museus de Vilarinho das Furnas e da Geira, para partilharem a sua experiência e conhecimento através de apresentações, debates, provas gastronómicas e momentos didáticos.

Como a floresta não se vive em sala, são programadas saídas à floresta para conhecer o espaço mas também para darem o seu contributo ao legado deste património coletivo, através de ações de plantação e colheita de sementes.

Se na floresta se geram uma multiplicidade de valores económicos, sociais e ambientais, o que se quer com estas jornadas é que cada um experiencie isso mesmo. Para as IV Jornadas Técnicas sobre os Carvalhos e como tema principal foi escolhido o lema “Educar para a Floresta Autóctone” em três abordagens:

  1. a) Educar para o futuro; b) Educar para amanhã e c) Educar para beneficiar.

De facto, existe a necessidade urgente de repensar sobre a nossa forma de agir e incutir em todos nós, nomeadamente nos mais novos, uma consciência crítica sobre a problemática ambiental.

Para formalizar a sua inscrição, inscreva-se aqui https://goo.gl/forms/fbc7QrJ8usYd6vlD2

Inscrições limitadas

Confirmem a vossa presença até ao dia 19 de outubro, através do e-mail:

martins@atahca.pt (José Carlos Martins -Técnico da ETL do GAL da ATAHCA) ou contactar pelos números 253321130 /911 193 518.

http://www.atahca.pt *

TERRAS DE BOURO REALIZA III JORNADAS TÉCNICAS SOBRE OS CARVALHOS. NATUREZA E TURISMO

O Município de Terras de Bouro, conjuntamente com a ATAHCA, Associação de Compartes da Freguesia de Campo do Gerês, com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e com outras instituições, vai realizar as “III JORNADAS TÉCNICAS SOBRE OS CARVALHOS ” a ter lugar nos próximos dias 25 e 26 de novembro no Museu de Vilarinho da Furna no Campo do Gerês Terras de Bouro.

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As III Jornadas técnicas sobre os Carvalhos, a decorrer nos dias 25 e 26 de novembro de 2016, agora com realização bienal, nos anos pares, dão continuidade a um projeto iniciado em 2013 como corolário do objetivo partilhado por várias entidades de promoverem uma floresta portuguesa saudável e rica para aqueles que nela vivem e dela dependem, bem como proporcionar espaços lúdicos e de ócio aos visitantes. Com a duração de 2 dias, estas jornadas decorrem no Campo do Gerês, Terras de Bouro, em pleno coração do Minho e do único Parque Nacional, o da Peneda-Gerês, onde se encontra a Mata de Albergaria de uma riqueza natural única. Os participantes, oradores, convidados e escolas são recebidos nos Museus de Vilarinho das Furnas e da Geira, para partilharem a sua experiência e conhecimento através de apresentações, debates, provas gastronómicas e momentos didáticos. Como a floresta não se vive em sala, são programadas saídas à floresta para conhecer o espaço mas também para darem o seu contributo ao legado deste património coletivo, através de ações de plantação e colheita de sementes. Se na floresta se geram uma multiplicidade de valores económicos, sociais e ambientais, o que se quer com estas jornadas é que cada um experiencie isso mesmo.

Para as III Jornadas Técnicas sobre os Carvalhos foi eleita a “Natureza e Turismo” como tema principal, em duas abordagens: a) a gestão dos recursos naturais; e b) a gestão dos produtos turísticos e dos seus consumidores. De facto, há que refletir-se sobre as políticas e os modelos de gestão e de organização do território bem como do desenvolvimento dos produtos turísticos, tomando em conta os interesses dos proprietários e gestores de propriedades com elevado valor natural e as dinâmicas verificadas no âmbito do produto turismo de natureza. Por outro lado, interessará procurar pistas para identificar encargos na preservação e valorização dos ecossistemas e formas de os repartir por quem deles usufrui ou promove a sua utilização.

VIEIRA DO MINHO ENSINA PODAS E ENXERTOS

Sessão de Podas e Enxertos em Vieira do Minho foi um sucesso

A Quinta de Calvelos, na freguesia de Soengas, acolheu a sessão prática de Podas e Enxertos com prova de vinhos no dia 19 de março.

A iniciativa promovida pelo Município de Vieira do Minho, no âmbito do Projeto “ Sentir Vieira” foi muito participada e permitiu aos presentes conhecer e pôr em prática algumas técnicas e truques sobre podas e enxertias, bem como conviver e apreciar alguns dos vinhos verdes da região.

O vereador, Afonso Barroso, mostrou-se muito satisfeito com o sucesso desta iniciativa e agradeceu a presença de Augusto Assunção, Engenheiro da Direção de Agricultura e Pescas do Norte que orientou a sessão.

PARTIDO “OS VERDES” QUESTIONA GOVERNO ACERCA DO ATRASO NA CLASSIFICAÇÃO DE ÁRVORES DE INTERESSE PÚBLICO

O Deputado de Os Verdes, José Luís Ferreira, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, sobre o atraso na classificação de árvores de Interesse Público.

Pergunta

Desde 1938, que as árvores podem ser classificadas de Interesse Público, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 28468, de 15 de Fevereiro, tendo em conta as que pelo seu porte, desenho, idade e raridade se distinguem dos outros exemplares. Para além destes critérios morfológicos a classificação também poderá ter em conta os motivos históricos ou culturais. A classificação é entendida como uma forma de proteção, que atribuí ao arvoredo um estatuto similar ao de património construído classificado.

A Lei n.º 53/2012, de 5 de setembro veio atualizar o Regime Jurídico da Classificação de Arvoredo de Interesse Público (AIP), revogando o Decreto-Lei, de fevereiro de 1938, considerado desatualizado, muito genérico e de difícil interpretação. Contudo, esta lei que deveria ter sido regulamentada no prazo de 60 dias pelo Ministério da Agricultura e do Mar esteve quase dois anos à espera da respetiva regulamentação.

Durante este período, de quase dois anos, embora tivesse havido indicação ao Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) de árvores com potencial enquadramento para a sua classificação, como a que o PEV sugeriu ("tília existente no entroncamento da Rua da Linha do Vouga com a E.N. 109-4, no vulgarmente conhecido como cruzamento do "Zé do Leite", concelho de Santa Maria da Feira), esta entidade informou os proponentes que só após a aprovação e publicação da regulamentação é que poderia dar início a novos processos de classificação.

Um ano e meio após a regulamentação da Lei n.º 53/2012, de 5 de setembro, pela Portaria n.º 124/2014, de 24 de junho, que estabelece os critérios de classificação e desclassificação de arvoredo de Interesse Público, continuam a existir situações em que ainda não foi aparentemente iniciado o seu processo de classificação.

Neste sentido, torna-se necessário esclarecer o ponto em que se encontra efetivamente a classificação das árvores de interesse público para que se evite o abate de algumas árvores que constituem um património natural ímpar e que representam ícones históricos e culturais de algumas localidades.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- Desde maio de 2012, quantas propostas para a classificação de árvores de Interesse Público foram recebidas pelo ICNF?

2- Das propostas que foram remetidas para o ICNF, quantos processos de classificação foram iniciados, após a publicação da Portaria n.º 124/2014, de 24 de junho?

3- O Ministério prevê regularizar os atrasos nos processos de classificação do arvoredo? Se sim, quando?

4- Quantas propostas de classificação deram entrada na última década, discriminadas por ano? Quantas árvores, em igual período, foram efetivamente classificadas de Interesse Público?

OS BALDIOS SÃO DO POVO!

Executivo Municipal de Cabeceiras de Basto aprova tomada de posição contra redução de áreas de baldios

Deliberações da Reunião de Câmara de 8 de maio de 2015

O Executivo Municipal de Cabeceiras de Basto, que reuniu esta tarde, dia 8 de maio, no edifício dos Paços do Concelho, aprovou, por unanimidade, uma tomada de posição contra redução de áreas de baldios, deliberando:

“1. Tomar uma posição de defesa dos agricultores do concelho de Cabeceiras de Basto, manifestando oposição à medida do IFAP de redução das áreas classificadas como pastagens arbustivas nos baldios;

  1. Solicitar à Ministra da Agricultura e do Mar que determine uma reavaliação daquela medida, no sentido de repor as áreas de baldio que permitam aos agricultores apresentar candidaturas e beneficiar dos apoios financeiros espectáveis até à entrada em vigor das novas regras de caraterização das mencionadas áreas de baldio;
  2. Enviar a presente tomada de posição a Sua Excelência o Primeiro-Ministro, à Sra. Ministra da Agricultura e do Mar e aos Grupos Parlamentares da Assembleia da República” (documento segue, em anexo, na íntegra).

Nesta reunião, o Executivo Cabeceirense aprovou, ainda, dois votos de congratulação, um à Escola Básica da Ferreirinha de Cavez por ter conquistado o primeiro prémio do Concurso Nacional ‘Uma Aventura... Literária 2015’ na categoria Trabalhos Coletivos/3.º e 4.º ano de escolaridade e outro ao jovem trompetista Carlos Eugénio Aguiar Leite por ter sido selecionado para integrar a Orquestra de Jovens da União Europeia.

Ao texto original intitulado ‘Uma Aventura no Mosteiro de Refojos’, orientado pela professora Maria da Glória Sousa, o júri atribuiu, no passado mês de abril, o primeiro prémio, destacando-se de entre os mais de 10 mil trabalhos individuais e de grupo.

O trompetista Carlos Leite foi um dos cinco jovens músicos portugueses selecionados para integrar aquela Orquestra como membro efetivo, sendo este o segundo ano consecutivo em que é chamado.

Em 2014 foi selecionado para o Estágio da Orquestra Gulbenkian e foi aprovado, para programa Erasmus, na Escola Superior de Música da Catalunya e Conservatory de Liceu em Barcelona e para a Universität der Künste, em Berlim. Neste mesmo ano foi também selecionado como membro titular da Orquestra de Jovens da União Europeia. Carlos Leite desenvolve, ainda, atividades com a Banda Sinfónica Portuguesa e com Orquestra Sinfónica de Barcelona e Nacional da Catalunha.

A Câmara Municipal deliberou, assim, aprovar estes dois votos de congratulação à Escola Básica da Ferreirinha e ao jovem músico Carlos Leite pelos êxitos alcançados e que contribuíram para a promoção do nosso concelho, ao mesmo tempo que reforçou o prestígio e a imagem de Cabeceiras de Basto.

Durante a reunião foi, também, renovado o protocolo com a União das Freguesias de Gondiães e Vilar de Cunhas no âmbito da cedência temporária de instalações da antiga EB1 da Uz e aprovada a abertura de procedimentos concursais para a prestação de diversos serviços.

A Câmara Municipal deliberado também atribuir diversos apoios logísticos à Banda Cabeceirense.

Reunião de Câmara Municipal de 8 de maio de 2015

Assunto: Redução das áreas classificadas como pastagens arbustivas nos baldios/Consequências para as candidaturas aos apoios da PAC

TOMADA DE POSIÇÃO

Considerando que o Governo, através do IFAP, optou por proceder à caracterização da ocupação cultural dos terrenos baldios através de fotointerpretação com base em ortofotomapas de 2012, quando tinha disponíveis áreas já aprovadas tecnicamente em campo, pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P. (ICNF) e cujo total de pastagens naturais é substancialmente superior;

Considerando que desta caracterização por fotointerpretação e depois de retirar os povoamentos florestais, afloramentos rochosos e caminhos, foi apurada uma superfície elegível para pastagens naturais bastante inferior à verificada em exercícios anteriores;

Considerando que o governo aplicou àquelas áreas um coeficiente de redução de 50% das pastagens arbustivas existentes em baldio;

Considerando, ainda, que as regras do Regime de Pagamentos Base (RPB) vão no sentido de impedir que os jovens agricultores que se instalaram, com o apoio do ProDeR, em áreas até então elegíveis, mas ainda sem RPU, se possam candidatar ao RPB, impedimento que vai provocar uma alteração profunda na perspetiva de rendimento a obter por estes jovens agricultores e poder colocar em causa a sustentabilidade do projeto, pois os pressupostos iniciais foram alterados.

Considerando que várias são as consequências destas opções políticas, nomeadamente:

-Os jovens empresários agrícolas instalados no âmbito da aprovação de projetos de investimento ProDeR, cujo projeto de instalação aprovado contempla áreas de baldio, vão ver

diminuir a sua superfície elegível com repercussões em termos do RPB, da Manutenção da Atividade Agrícola em Zona Desfavorecida (MAZD) e das Medidas Agroambientais;

- Muitos jovens agricultores que se pretendiam instalar, ficaram sem possibilidade de o fazer devido a esta redução bastante significativa de área.

-Estas medidas comprometem significativamente a aposta política da renovação do tecido empresarial agrícola bem como a continuidade do setor pecuário nesta região, nomeadamente em Cabeceiras de Basto e consequentemente empobrece toda a economia local que depende diretamente e indiretamente deste setor.

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, hoje reunida, delibera, por unanimidade:

  1. Tomar uma posição de defesa dos agricultores do concelho de Cabeceiras de Basto, manifestando oposição à medida do IFAP de redução das áreas classificadas como pastagens arbustivas nos baldios;
  2. Solicitar à Ministra da Agricultura e do Mar que determine uma reavaliação daquela medida, no sentido de repor as áreas de baldio que permitam aos agricultores apresentar candidaturas e beneficiar dos apoios financeiros espectáveis até à entrada em vigor das novas regras de caraterização das mencionadas áreas de baldio;
  3. Enviar a presente tomada de posição a Sua Excelência o Primeiro-Ministro, à Sra. Ministra da Agricultura e do Mar e aos Grupos Parlamentares da Assembleia da República.

Cabeceiras de Basto, 8 de maio de 2015

MUNICÍPIO DE PÓVOA DE LANHOSO OFERECE SOBREIROS À POPULAÇÃO

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso ofereceu cerca de 80 sobreiros à população, no âmbito das Comemorações do Dia Mundial da Floresta. Esta atividade, que a Câmara Municipal promoveu através do Gabinete Técnico Florestal do Município teve a colaboração do Centro de Interpretação do Carvalho de Calvos e de cerca de 20 alunas do Clube da Floresta da Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso, de professoras e do próprio diretor do Agrupamento de Escolas da Póvoa de Lanhoso, José Ramos.

Oferta de sobreiros a população 1

A população foi surpreendida com a oferta, gratuita. Estas comemorações decorreram junto ao Pingo Doce e junto ao Intermarché, na Vila da Póvoa de Lanhoso, no dia 18 de março.

O sobreiro representa uma das espécies florestais mais representativas do nosso país. Os povoamentos de sobreiros podem ser usados somente para produção de madeira e cortiça, mas igualmente com atividades complementares importantes, como pastagem e pastoreio, cogumelos silvestres, produção de plantas aromáticas e medicinais, fauna silvestre a turismo e recreio.

Está sujeita a legislação que a protege de cortes ou podas, pelo que para serem realizadas estas ações a legislação obriga a um pedido de autorização (Decreto-Lei n.º 169/2001, de 25 de maio, com alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 155/2004, de 30 de junho). A primeira extração de cortiça é realizada pelos 20 a 30 anos do sobreiro e as seguintes com um intervalo mínimo de nove anos. No entanto, apenas a partir da 3.ª extração a cortiça atinge elevada qualidade, sendo a chamada cortiça amadia.

A cortiça tem um leque alargado de usos e utilizações, sendo o mais conhecido a utilização de rolhas que promove o envelhecimento e o desenvolvimento de vinhos e aguardentes de elevada qualidade. No entanto, é utlizado igualmente na indústria automóvel, construção civil, aeroespacial, vestuário e uma infinidade de usos e utilizações que vão sendo descobertas.

Sensibilizar para a importância da floresta, para as espécies autóctones e, em especial, do sobreiro como espécie florestal a preservar, e importante na defesa da floresta contra incêndios, foi o objetivo desta ação.

Para além disto, desde 22 de dezembro de 2011, o Parlamento português aprovou, por unanimidade, o Projeto de Resolução que institui o sobreiro como a Árvore Nacional de Portugal.

GERÊS REALIZA JORNADAS TÉCNICAS SOBRE OS CARVALHOS

A ATAHCA conjuntamente com a Câmara Municipal de Terras de Bouro, Associação de Compartes da Freguesia de Campo do Gerês, com a Associação de Compartes da Freguesia de Campo do Gerês, com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e com outras instituições, vai realizar as “II JORNADAS TÉCNICAS SOBRE OS CARVALHOS” a ter lugar nos próximos dias 05 e 06 de Dezembro no Museu de Vilarinho da Furna no Campo do Gerês Terras de Bouro.

Acção acreditada pelo CCPFC para todos os grupos disciplinares.

AMARES É A CAPITAL MINHOTA DA LARANJA

Com origem asiática, provavelmente na região entre a Índia e os Himalaias, a laranja doce foi no século XVI trazida da China para a Europa pelos portugueses, tendo-se o seu cultivo disseminado para os mais diversos pontos do mundo, nomeadamente o continente africano e América. Não admira, pois, que as laranjas doces sejam em diversos países denominadas por “portuguesas” como sucede na Grécia onde lhe chamam portokali, na Turquia que toma o nome de portokal, na Roménia portocala e em Itália portogallo, designações que claramente remetem para Portugal.

A laranja também se encontra associada à cura do escorbuto, a doença que tão elevado número de marinheiros dizimou ao tempo das navegações dos Descobrimentos Portugueses e que levou nomeadamente à perda de cerca de dois terços da tripulação que seguiam nas naus de Vasco da Gama aquando da descoberta do caminho marítimo para a Índia.

Beneficiando de um clima ameno com reduzidas amplitudes térmicas, a laranja doce encontra em Amares uma região propícia para a sua cultura, sendo terra afamada pelas suas suculentas laranjas de casca fina que estão na origem de múltiplas especialidades da nossa gastronomia, entre as quais se destaca o delicioso pudim de laranja. E, a sua importância é de tal ordem que Amares ostenta nos seus símbolos heráldicos uma laranjeira arrancada de verde. Amares é, pois, no Minho a capital da laranja!

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Ingredientes:

Raspa e sumo de duas laranjas

1 chávena de medida de ovos - são 8 ovos

1 chávena de leite

3/4 de chávena de açúcar

caramelo liquido q.b.

Preparação:

Barre a forma com o caramelo e reserve. Num recipiente coloque os ovos inteiros e junte-lhes o açúcar. Bata muito bem, com o fouet até ter duplicado de volume. Raspe as laranjas, retire-lhes o sumo e junte aos ovos. Por fim junte o leite e continue a bater, até estar bem envolvido. Transfira para a forma e leve a cozer em banho-maria cerca de 50m. Se durante a cozedura o pudim estiver a crescer muito, junte água fria no tacho, para baixar. Deixe arrefecer na forma e leve ao frigorífico, até estar bem fresquinho. Desenforme e sirva, o pudim, acompanhado de rodelas de laranja.

Receita: http://www.7gramasdeternura.com/

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ARCOS DE VALDEVEZ ENSINA ENXERTIA E TRATAMENTO FITOSSANITÁRIO EM CASTANHEIROS

AFL | Divulgação - Workshop | Enxertia e tratamentos fitossanitários em castanheiros | 25 de Fevereiro de 2014 | Cendufe – Arcos de Valdevez

A Associação Florestal do Lima entidade promotora do projeto a “A Cidadania e Ambiente no Vale do Lima”, no âmbito do Programa Cidadania Ativa – EEA Grants da Fundação Calouste Gulbenkian, vai realizar 8 WorkShops sobre produtos florestais não lenhosos.

O 1º WorkShop a realizar é sobre enxertia e tratamentos fitossanitários em castanheiros conforme cartaz abaixo.

A participação, limitada a 20 participantes, é gratuita mas sujeita a inscrição obrigatória e confirmação. 

Inscrições e mais informações em http://www.aflima.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=176&Itemid=126

PÓVOA DE LANHOSO APOIA PRODUÇÃO DO MEDRONHEIRO

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso apresentou um projeto pioneiro no norte do país, que procura incentivar a plantação de uma espécie autóctone, o medronheiro, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da economia local e para a prevenção de incêndios florestais.

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Esta apresentação decorreu na manhã do dia 20 de Novembro, nos Paços do Concelho.

Na mesma oportunidade, realizou-se a assinatura de um protocolo de cedência de terreno (por 15 anos) entre a Câmara Municipal, representada pela Vice-Presidente, e duas jovens empreendedoras para a plantação com aquela espécie autóctone de uma área superior a dois hectares, nas imediações do Castelo de Lanhoso, o que assinalou de uma forma simbólica o arranque deste mesmo projeto. Com esta plantação de 1400 exemplares, consegue-se aumentar a biodiversidade daquele espaço.

“Trata-se de um reaproveitamento florestal, em que predominava o eucalipto e o pinheiro, mas de forma desordenada. Trata-se também de apoiar mais uma iniciativa empreendedora com recurso à floresta, o que permite atuar em diversas vertentes: na defesa da floresta, na prevenção da erosão, na prevenção de incêndios. É uma forma de apoiar o desenvolvimento de uma espécie autóctone, é um apoio ao desenvolvimento socioeconómico do concelho e, como sempre, a Câmara Municipal está disponível à criação de empresas no concelho, que proporcionem o seu desenvolvimento e a sua promoção. Desejo-vos os maiores sucessos”, referiu a Vice-Presidente da Autarquia, Gabriela Fonseca.

O Vereador da Proteção Civil também interveio. “Vamos deixar de ter incêndios naquele local para passarmos a ter uma espécie florestal, que, para além de vir fortalecer e contribuir para a dinâmica da economia do concelho, vai contribuir também para essa vertente de ordenamento florestal e de combate a incêndios”, salientou Armando Fernandes, relembrando que “este é um projeto pioneiro” e assegurando que a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, através do seu Gabinete Técnico Florestal, está disponível para apoiar este e outros projetos que surjam “até para que, mesmo nesta área, possamos aqui ter escala”.

As jovens produtoras partilharam os seus objetivos. “Agradecemos à Câmara por nos dar esta oportunidade, que é algo inovador”, referiu Cecília Geraldo, considerando que pode ser uma mais-valia para o concelho “e é isso que nós procuramos. Ser inovadoras com um fruto que é pouco conhecido cá em Portugal. É algo que é nosso e temos de fazer avançar a produção portuguesa”.

Fomentar as espécies florestais autóctones; potenciar o aproveitamento florestal; diversificar e aproveitar a multifuncionalidade da floresta; criar e dinamizar a economia e produtos locais; promover o ordenamento florestal e a diminuição de incêndios florestais; e apoiar o empreendedorismo são os principais objetivos deste projeto da Câmara Municipal, apresentados pela responsável pelo Gabinete Técnico Florestal, Manuela Freitas.

De lembrar que são diversas as potencialidades do medronheiro e do medronho: pode ser consumido como fruto, para curtimento de peles, para fins medicinais, na produção de doces e compotas, na produção de aguardente, vinagre e mel e mesmo para a produção de madeira.

A apresentação deste projeto integrou as comemorações do Dia da Floresta Autóctone, que ainda apresentam, no dia 25 de Novembro, a realização de sementeiras de espécies locais, no Centro de Interpretação do Carvalho de Calvos.

Através do ordenamento florestal, é ainda intenção fazer olhar para a nossa floresta como fonte inesgotável de recursos, que, para além de proporcionarem rendimento, contribuem ainda para a proteção da floresta e para melhoria de qualidade ambiental.