Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

APROVADA CANDIDATURA DE CERCA DE 900 MIL EUROS PARA AMPLIAÇÃO DE REDE DE SANEAMENTO BENEFICIANDO AS FREGUESIAS DE MOLEDO, ÂNCORA, RIBA DE ÂNCORA E SEIXAS

Financiamento garantido através do NORTE 2030 – parceria entre a Câmara de Caminha e a ADAM

As freguesias de Moledo, Âncora, Riba de Âncora e Seixas são as beneficiárias de uma candidatura no âmbito do ciclo urbano da água, para ampliação da rede de saneamento, que se traduz num investimento próximo do milhão de euros. A candidatura, apresentada em parceria entre a Câmara Municipal de Caminha e a ADAM, e aprovada, inclui a construção de rede gravítica de drenagem de águas residuais, três estações elevatórias e condutas elevatórias.

No âmbito de candidatura apresentada ao programa NORTE 2030, numa parceria entre o Município de Caminha e a ADAM - Águas do Alto Minho, foi aprovado o projeto Sistema de Águas do Alto Minho – Cmn.01 - expansão de Redes de Águas Residuais do Concelho de Caminha, que prevê obras de ampliação de redes de saneamento nas freguesias de Âncora, Moledo, Riba de Âncora e Seixas, num investimento total de 901 mil euros.

O projeto prevê investimentos de fecho dos sistemas de saneamento de águas residuais em baixa, na área de abrangência do Sistema de Águas do Alto Minho com vista à otimização da utilização da capacidade instalada e da adesão ao serviço, que servirão cerca de 127 habitantes residentes/ 95 alojamentos, através da construção de cerca de 2,9 km de rede gravítica de drenagem de águas residuais, três estações elevatórias e 1,1 km de condutas elevatórias.

Os investimentos, previstos realizar pelo Município de Caminha, incluem a ampliação de rede de saneamento na Rua da Gateira, em Moledo, na Travessa da Gelfa e Av. Forte do Cão, em Âncora, em Juía e Trás-o-Rio, em Riba de Âncora, e na Travessa da Rabusca, em Seixas.

ARQUITETO CAMINHENSE VENTURA TERRA E A SUA CASA EM LISBOA

293724900_5584657828245645_4923345817853240271_n.jpg

Nome incontornável da arquitetura portuguesa, ligado à modernização de Lisboa no início do século XX, Miguel Ventura Terra nasceu neste dia 14 de julho, no ano de 1866. Entre as suas obras contam-se, por exemplo, os Liceus Pedro Nunes e Camões, a Sinagoga de Lisboa e o Teatro Politeama.

Fonte: EGEAC

502580773_5034494466775988_1777934546123012001_n.jpg

«Casa Ventura Terra»

Rua Alexandre Herculano, 57

[Do lado direito a Sinagoga de Lisboa «Shaaré Tikvá» (Portas da Esperança) inaugurada em 1904, projecto do arq. Ventura Terra]

O Prémio Valmor de Arquitectura de 1903 coube a um edifício, a «Casa Ventura Terra», na Rua Alexandre Herculano, 57, do qual Miguel Ventura Terra (1866-1916) foi o arquitecto e proprietário.

Edifício com decoração sóbria, vãos esguios com persianas articuladas de recolha lateral, elementos que o distinguiram dos edifícios da altura.

Destaque ainda para o friso superior de azulejos pintados no estilo Arte Nova.

Mantém a função original, habitação para rendimento.

Data(s): [c. 1903-1904]

Fotógrafo: Joshua Benoliel

Miguel Ventura Terra nasceu em Seixas do Minho, Caminha, a 14 de Julho de 1866. Frequentou o curso de Arquitectura da Academia Portuense de Belas Artes entre 1881 e 1886. Nesse ano, viajou até Paris como pensionista do Estado, na classe de Arquitectura Civil. Na capital francesa estudou na École Nationale et Speciale des Beaux-Arts e no atelier de Victor Laloux. Regressou a Portugal em 1896 e foi nomeado arquitecto da Direcção de Edifícios Públicos e Faróis. Nessa altura, triunfou no concurso para a reconversão do edifício das Cortes na Câmara dos Deputados e Parlamento, em Lisboa.

Foi autor de palacetes, de habitações de rendimento mais qualificadas, essencialmente na capital portuguesa, construções eclécticas, cosmopolitas e utilitárias, mas também de importantes equipamentos urbanos como a primeira creche lisboeta (1901), da Associação de Protecção à primeira Infância; a Maternidade Dr. Alfredo da Costa (1908) e os liceus Camões (1907), Pedro Nunes (1909) e Maria Amália Vaz de Carvalho (1913).

Projectou, igualmente, dois pavilhões da representação portuguesa na Exposição de Paris, de 1900, bem como o pedestal do monumento ao Marechal Saldanha (em Lisboa), com o escultor Tomás Costa (1900); a Basílica de Santa Luzia, de Viana do Castelo (1903); a Sinagoga de Lisboa (Shaaré Tikvá ou Portas da Esperança) inaugurada em 1904 na Rua Alexandre Herculano; o edifício do Banco Totta & Açores, na Rua do Ouro, Lisboa (1906); o Teatro Politeama, Lisboa (1912-1913), representativo da Arte do Ferro; e o Palace Hotel de Vidago.

Alcançou quatro vezes o Prémio Valmor de Arquitectura (1903, 1906, 1909 e 1911) e uma Menção Honrosa, no mesmo concurso (1913).

Também trabalhou na área do urbanismo, nomeadamente com projectos para o parque Eduardo VII (em Lisboa), planos para a zona ribeirinha da capital (1908) e o plano de urbanização do Funchal (1915).

Ventura Terra foi um dos grandes responsáveis pela criação da Sociedade dos Arquitectos Portugueses, em actividade desde 1903, e da qual foi o primeiro presidente. Exerceu o cargo de vogal do Conselho dos Monumentos Nacionais e foi vereador da Câmara Municipal de Lisboa até 1913. Morreu em Lisboa a 30 de Abril de 1919.

Fonte: Lisboa de Antigamente

502620702_5034494426775992_4009700176587732326_n.jpg

CAMINHA: DEVAGAR COMEÇA SEIXAS… A ROMARIA A SÃO BENTO – 2 A 11 DE JULHO

504800575_1022006100128022_3464312167967061539_n (1).jpg

Durante a idade Média os Frades Templários fixaram-se em Seixas, tendo edificado uma Capela dedicada ao culto de S. Bento.

A 5 de Julho de 1848 a monarca D. Maria II resolve dar início ao processo para a emissão do Alvará Régio que instituíra a Confraria de S. Bento de Seixas, a Irmandade tomou a responsabilidade de administrar o património do Santo.

Por degradação da capela primitiva, toma a Irmandade a determinação de erigir uma nova, a qual ficou concluída em 1870, sendo de grandes dimensões e em estilo neoclássico.

S. Bento viveu entre 480 e 543,fundou em Monte Cassino um Mosteiro, tendo aí escrito a Regra da sua ordem em 534,a qual se baseava na Pobreza, na Castidade, na Obediência, na Oração e no Trabalho, sendo seu lema Orar e Trabalhar.

Tinham também a obrigação de hospedar peregrinos e viajantes.

Fonte: https://www.cbeseixas.com/

CAMINHA: DEVAGAR COMEÇA SEIXAS… A ROMARIA A SÃO BENTO – 2 A 11 DE JULHO

504800575_1022006100128022_3464312167967061539_n (1).jpg

Durante a idade Média os Frades Templários fixaram-se em Seixas, tendo edificado uma Capela dedicada ao culto de S. Bento.

A 5 de Julho de 1848 a monarca D. Maria II resolve dar início ao processo para a emissão do Alvará Régio que instituíra a Confraria de S. Bento de Seixas, a Irmandade tomou a responsabilidade de administrar o património do Santo.

Por degradação da capela primitiva, toma a Irmandade a determinação de erigir uma nova, a qual ficou concluída em 1870, sendo de grandes dimensões e em estilo neoclássico.

S. Bento viveu entre 480 e 543,fundou em Monte Cassino um Mosteiro, tendo aí escrito a Regra da sua ordem em 534,a qual se baseava na Pobreza, na Castidade, na Obediência, na Oração e no Trabalho, sendo seu lema Orar e Trabalhar.

Tinham também a obrigação de hospedar peregrinos e viajantes.

Fonte: https://www.cbeseixas.com/

CAMINHA: SEIXAS ACOLHE REUNIÃO DESCENTRALIZADA DE MAIO DO EXECUTIVO CAMINHENSE

No dia 28 do corrente mês, pelas 18h30, no Salão Nobre da Junta de Freguesia

A próxima reunião descentralizada da Câmara Municipal de Caminha vai ter lugar na freguesia de Seixas, no dia 28 do corrente mês, pelas 18h30. Mensalmente, o executivo Caminhense dirige-se a cada uma das freguesias do concelho para ouvir o que os fregueses têm a dizer sobre a sua freguesia. Este mês, o executivo camarário vai até Seixas para um encontro com os munícipes, no Salão Nobre da Junta de Freguesia.

Os cidadãos interessados em participar, podem fazer a respetiva inscrição através do telefone 258 710300, ou por email: geral@cm-caminha.pt  até 48 horas antes da data reunião.

Como temos vindo a referir, estas reuniões são um meio que os munícipes têm à disposição para interagirem diretamente com os decisores políticos do concelho. Além de favorecerem a proximidade junto da população, estas reuniões permitem ao presidente e vereadores da Câmara Municipal ouvir, esclarecer e prestar contas da gestão municipal, contribuindo assim para uma democracia local mais participativa.

Estas reuniões apresentam como único ponto da ordem de trabalhos a auscultação dos munícipes. Os interessados em intervir deverão proceder à respetiva inscrição, com uma antecedência mínima de 48 horas da data da reunião. No momento da inscrição, os munícipes deverão indicar o contacto telefónico e o assunto a tratar. Será dada prioridade aos assuntos relacionados com as freguesias em questão e de interesse coletivo e/ou público.

reuniao descentralizada seixas 2025.jpg

QUEM FOI O COMANDANTE ARAÚJO PEREIRA – UM CAMINHENSE NATURAL DE SEIXAS QUE FOI MAESTRO DA BANDA DA ARMADA?

22161772_TpVMw.jpeg

O Maestro Capitão-de-fragata José Joaquim de Araújo Pereira iniciou os seus estudos musicais com a professora Emília Fão, em Seixas-Caminha, sua terra natal, fazendo ainda parte da Filarmónica local sob orientação de João da Costa e do maestro Rafael Alves.

Após ingressar na Marinha, concorreu à Banda da Armada, onde fez toda a sua carreira até ascender a Oficial, prestando as respetivas provas públicas no Conservatório Nacional de Lisboa (Provas Técnicas) e na Escola Naval (Ciências Sócio-Militares).

Como componente do famoso agrupamento “Os Náuticos”, percorreu Cabo Verde, Guiné, Angola e Moçambique e participou em várias gravações para a rádio e televisão.

Entretanto, prosseguiu os seus estudos académicos, completando o Curso Complementar dos Liceus e a admissão à Universidade, ao mesmo tempo que no Conservatório Nacional de Lisboa completava os Cursos de Acústica, História da Música, Educação Musical e o Curso Superior de Composição.

Em 1983, frequentou o 1º Curso de Regência de Orquestra, promovido pela Associação Portuguesa de Educação Musical e patrocinado pelo Conselho da Música da Alemanha Federal, o qual foi lecionado pelo Maestro Hans Herbert Joris.

Em 1986, participou num Curso de Interpretação e Direção de “Big-Band”, na Fundação Calouste Gulbenkian.

Fez parte do Conselho Pedagógico da Escola de Música e Bailado de Linda-a-Velha, como Diretor dos Cursos ali ministrados aos alunos da Banda da Armada.

Autor de vários arranjos de música ligeira gravados pela Banda da Armada no disco “Anos 90” e de algumas marchas militares, das quais se destaca “Na Terra e no Mar”, inserida no Long-Play “Cantando o Mar”.

É membro da International Military Society.

Fonte: https://ccm.marinha.pt/

EDIFÍCIO DO MUSEU MUNICIPAL DE ESPOSENDE FOI PROJETADO PELO ARQUITETO CAMINHENSE MIGUEL VENTURA TERRA

Miguel-Ventura-Terra7.jpg

O arquiteto Miguel Ventura Terra foi em 1908 o autor do projeto do edifício destinado ao Teatro-Club de Esposende, inaugurado em 1911.

Neste edifício, entra-se desde 1993 instalado o Museu Municipal de Esposende, o qual foi para o efeito adaptado pelo arquiteto bernardo Ferrão.

Miguel Ventura Terra nasceu em Seixas, no concelho de Caminha, em 14 de julho de 1866, tendo falecido em Lisboa em 1919. Entre as suas inúmeras obras, contam-se a renovação do Palácio de São Bento, a Maternidade Alfredo da Costa, o Teatro Club de Esposende, o Hotel e o Santuário de Santa Luzia em Viana do Castelo, o Hospital de Esposende e o edifício do banco de Portugal, no Porto.

Museu_de_Esposende.JPG

ARQUITETO MIGUEL VENTURA TERRA E SUA FAMÍLIA À VARANDA DE SUA CASA EM LISBOA – “PRÉMIO VALMOR” DE ARQUITETURA JUNTO À SINAGOGA DE LISBOA

93131133_10222753906015829_6205846955214503936_o.j

Rua Alexandre Herculano, Lisboa, na varanda do Arq. Miguel Ventura Terra, prédio doado às Belas Artes de Lisboa e Porto para com o seu rendimento pagar bolsas de estudos a alunos talentosos sem possibilidades financeiras, conforme placa gravada no edificio.

Esta foto deve ser de 1904, a Rua Alexandre Herculano ainda tinha este aspeto. A foto pertence á família Terra e o seu autor é António Joaquim Terra, irmão de Miguel Ventura Terra.

Texto: Alda Sarria Terra (Sobrinha-bisneta de Miguel Ventura Terra)

83242281_10221907939947206_2825588503625072640_o.j

CAMINHENSE MIGUEL VENTURA TERRA FOI UM DOS MAIS NOTÁVEIS ARQUITETOS PORTUGUESES DO SEU TEMPO – ERA NATURAL DE SEIXAS – A ELE SE DEVE A CONSTRUÇÃO DA SINAGOGA DE LISBOA

Passam 121 anos desde a data da inauguração em Lisboa da Sinagoga Shaaré-Tikvá, cuja primeira pedra havia sido lançada dois anos antes. O projeto é da autoria do caminhense Miguel Ventura Terra, considerado um dos maiores arquitetos da sua época, tendo-lhe valido o Prémio Valmor de Arquitetura.

O templo encontra-se situado na rua Alexandre Herculano, nº 59, edificado dentro de um quintal muralhado visto que não era então permitida a outras denominações religiosas para além da Igreja Católica, a construção com fachada para a via pública. O terreno para a construção da sinagoga foi adquirido pela comunidade judaica, em nome de particulares, dadas as dificuldades com que então se debatia para obter o reconhecimento oficial. Até então, o culto era exercido em diversas casas de orações que, no entanto, não reuniam as condições necessárias para o efeito.

Miguel Ventura Terra nasceu em Seixas, no concelho de Caminha, em 14 de julho de 1866, tendo falecido em Lisboa em 1919. Entre as suas inúmeras obras, contam-se a renovação do Palácio de São Bento, a Maternidade Alfredo da Costa, o Teatro Club de Esposende, o Hotel e o Santuário de Santa Luzia em Viana do Castelo, o Hospital de Esposende e o edifício do banco de Portugal, no Porto.

563282_407976902585701_329270742_n

252625_407977882585603_1353679160_n

428777_407977472585644_1198905028_n

307019_407976439252414_140316087_n

293724900_5584657828245645_4923345817853240271_n.jpg

SABIA QUE COURA JÁ DEU NOME A UM APEADEIRO DE COMBOIO DA LINHA DO MINHO?

A “Paragem de Coura” como era oficialmente designada situava-se entre Caminha e Seixas, na Linha do Minho, tendo entrado ao serviço em 15 de Janeiro de 1879.

Em Junho de 1913, era servida pelos comboios tramways entre Viana do Castelo e Valença. O mapa dos horários referente a esse ano surge com a categoria de paragem. A designação que lhe foi atribuída prendeu-se naturalmente com a proximidade da localidade de Coura pertencente a Seixas visto serem em regra escolhidos entre a toponímia mais próxima.

Relativamente a Paredes de Coura, o comboio jamais chegou a apitar!

Horario_Linha_Minho_e_Ramal_Braga_Tramways_-_Guia_Official_CF_168_1913.jpg

SABIA QUE FOI O ARQUITETO CAMINHENSE MIGUEL VENTURA TERRA QUEM PROJETOU A SALA DAS SESSÕES DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA?

Retrato de Miguel Ventura Terra no Hemiciclo, desenhando a planta do espaço, José Veloso Salgado, 1914, óleo sobre tela, coleção privada.

Miguel Ventura Terra nasceu em Seixas, concelho de Caminha, em 1866. Estudou Arquitetura na Escola de Belas-Artes do Porto.

Em 1886, frequentou a École des Beaux-Arts (recebendo o diploma de arquiteto de 1.ª classe) e o atelier do arquiteto Victor Laloux.

Premiado com várias medalhas de honra, ganhou o concurso para a remodelação do Palácio das Cortes. São de sua autoria importantes edifícios como a Sinagoga de Lisboa (1905), o Palacete Valmor e o Banco da Rua do Ouro (Banco Totta e Açores) (1906), os Liceus Camões (1907) e Pedro Nunes (1908), a Maternidade Alfredo da Costa (1908), a Casa Tomás Quartim (1911), distinguida com o Prémio Valmor, o Teatro Politeama (1912-1913) e a Igreja de Santa Luzia de Viana do Castelo.

AF00169_2010.jpg

A Sala das Sessões, inaugurada em 1903, foi projetada pelo arquiteto Ventura Terra depois de um violento incêndio em 1895 ter destruído a primeira sala da Câmara dos Deputados, desenhada pelo arquiteto Possidónio da Silva.

A sala foi construída no local de um dos quatro claustros monásticos, ocupando ainda uma capela que lhe ficava anexa.

De planta semicircular e disposição em anfiteatro, pelo que tem a designação de Hemiciclo, tem carteiras de madeira de carvalho trabalhada ao estilo inglês, ordenadas por bancadas simples, onde se sentam os 230 deputados de acordo com a tradição parlamentar pós Revolução Francesa, da esquerda para a direita, voltados para a tribuna presidencial.

A iluminação zenital da sala é feita através de uma claraboia de estrutura em ferro e vidro, denunciando, tal como na Sala dos Passos Perdidos, as influências parisienses vanguardistas dos arquitetos-engenheiros, amenizadas aqui,  pelo neoclassicismo lisboeta de Miguel Ventura Terra (em contraste com o arrojado modernismo de José Marques da Silva que pontuava, à época, na arquitetura do Porto).

A decorar a sala, por detrás da tribuna da Presidência, está uma estátua de corpo inteiro representando a República, com uma esfera armilar nas mãos, da autoria do escultor Anjos Teixeira, datada de 1916.

Mais acima, destaca-se uma grande luneta pintada por Veloso Salgado, representando as Cortes Constituintes de 1821 - que elaboraram a Constituição de 1822, a primeira da história constitucional portuguesa - reunidas na Biblioteca do Convento das Necessidades em Lisboa. Este tema foi o eleito, após a avaliação das duas propostas apresentadas pelo pintor em 1923, tendo a pintura sido cuidadosamente estudada em numerosos esbocetos de composição e retrato, existentes no Museu da Assembleia da República. No centro da composição, disposta em torno da mesa da Presidência (na qual está o arcebispo da Baía, Frei Vicente da Soledade), destaca-se a figura do orador Manuel Fernandes Tomás, considerado um dos maiores mentores da Revolução Liberal de 1820.

Esta grande tela semicircular é emoldurada por brasões com as armas dos distritos e das antigas províncias ultramarinas, evocativos das circunscrições por onde os deputados eram eleitos, pintados por Benvindo Ceia.

As três pinturas do teto, distribuídas em torno da grande claraboia, foram executadas por Alves Cardoso e representam alegorias à Ciência, às Artes e à Indústria; à Pátria, à Paz e à Fortuna; ao Comércio e à Agricultura. Tal como a composição da luneta, estas foram executadas após a realização de estudos preparatórios, levados a concurso em 1921.

Por cima das tribunas destinadas ao corpo diplomático e às altas individualidades estão grupos escultóricos com figuras alegóricas, da autoria de Moreira Rato e de Teixeira Lopes, e, acima da mesa da Presidência, da autoria deste último.
No balcão da galeria central do último piso, destaca-se um relógio monumental de pedra, remodelado em 1990, com máquina eletromecânica com sistema de controlo de quartzo dos fabricantes alemães Bürk e Kienzle.

As galerias do primeiro piso, destinadas ao público, são pontuadas por seis estátuas de gesso, identificadas pelas inscrições nos respetivos plintos: a Constituição, de Simões de Almeida, sobrinho, a Lei, realizada por Francisco Santos, a Jurisprudência, de Costa Mota, tio, a Eloquência, moldada por Júlio Vaz Júnior, a Justiça, por Costa Mota, sobrinho e a Diplomacia, da autoria de Maximiano Alves, símbolos alegóricos ligados à arte de legislar e ao exercício do poder. A capacidade total das galerias é de 660 lugares.

Entre agosto de 2008 e março de 2009 realizaram-se obras de remodelação da Sala das Sessões da Assembleia da República, período em que as reuniões plenárias decorreram na Sala do Senado, especialmente adaptada para o efeito.

Estas obras permitiram dotar a sala de condições mais adequadas aos trabalhos parlamentares. Contudo, a arquitetura original do espaço, tal como concebida pelo arquiteto Ventura Terra no final do século XIX, manteve as suas características essenciais.

Nesta sala, realizam-se as sessões plenárias da Assembleia da República, isto é, as reuniões com os 230 deputados eleitos nas eleições legislativas. Todas as sessões plenárias são públicas e realizam-se, habitualmente, às quartas e quintas-feiras, às 15h00, e às sextas-feiras, às 10h00. Realizam-se também nesta sala as sessões solenes, como é o caso da sessão comemorativa do 25 de Abril ou da sessão de tomada de posse do Presidente da República.

Além das sessões plenárias, realizam-se ainda nesta sala as reuniões da Comissão Permanente (o órgão que funciona fora do período de funcionamento efetivo da Assembleia da República) e as reuniões das comissões parlamentares em que se procede ao debate na especialidade do Orçamento do Estado e das Grandes Opções do Plano.

Fonte: Assembleia da República

1 (22).jpg

CAMINHA: ONTEM FOI NOITE DE FESTA EM SÃO BENTO DE SEIXAS

450484731_945058414331939_4008592518326817091_n.jpg

Durante a idade Média os Frades Templários fixaram-se em Seixas, tendo edificado uma Capela dedicada ao culto de S. Bento.

A 5 de Julho de 1848 a monarca D. Maria II resolve dar início ao processo para a emissão do Alvará Régio que instituíra a Confraria de S. Bento de Seixas, a Irmandade tomou a responsabilidade de administrar o património do Santo.

Por degradação da capela primitiva, toma a Irmandade a determinação de erigir uma nova, a qual ficou concluída em 1870, sendo de grandes dimensões e em estilo neoclássico.

S. Bento viveu entre 480 e 543,fundou em Monte Cassino um Mosteiro, tendo aí escrito a Regra da sua ordem em 534,a qual se baseava na Pobreza, na Castidade, na Obediência, na Oração e no Trabalho, sendo seu lema Orar e Trabalhar.

Tinham também a obrigação de hospedar peregrinos e viajantes.

Fonte: https://www.cbeseixas.com/

450541125_945056824332098_3190124436129832341_n.jpg

450543958_945056754332105_5976115875102176900_n.jpg

450549131_945056650998782_6711749854558052996_n.jpg

450643985_945056984332082_2970617412885103681_n.jpg

450646838_945056930998754_2219700365276490522_n.jpg

450654306_945056674332113_5522805239743517045_n.jpg

450766268_945056694332111_5805430818921453147_n.jpg

450863108_945056834332097_228130230287431192_n.jpg

450871042_945056794332101_8211807688066435306_n.jpg

CAMINHA: SEIXAS ESTÁ EM FESTA!

449832838_785897113738923_1576935325402004330_n.jpg

Durante a idade Média os Frades Templários fixaram-se em Seixas, tendo edificado uma Capela dedicada ao culto de S. Bento.

A 5 de Julho de 1848 a monarca D. Maria II resolve dar início ao processo para a emissão do Alvará Régio que instituíra a Confraria de S. Bento de Seixas, a Irmandade tomou a responsabilidade de administrar o património do Santo.

Por degradação da capela primitiva, toma a Irmandade a determinação de erigir uma nova, a qual ficou concluída em 1870, sendo de grandes dimensões e em estilo neoclássico.

S. Bento viveu entre 480 e 543,fundou em Monte Cassino um Mosteiro, tendo aí escrito a Regra da sua ordem em 534,a qual se baseava na Pobreza, na Castidade, na Obediência, na Oração e no Trabalho, sendo seu lema Orar e Trabalhar.

Tinham também a obrigação de hospedar peregrinos e viajantes.

Fonte: https://www.cbeseixas.com/

441043791_745740501087918_6293885605552703563_n.jpg