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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ARCUENSES EM LISBOA CANTARAM OS PARABÉNS À CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ

Sob a batuta do Presidente da Direção, Joaquim Cerqueira de Brito, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez é actualmente um dos mais destacados baluartes do regionalismo minhoto em Lisboa

Cerca de meio milhar de arcuenses e amigos afluíram hoje à Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, para cantar os parabéns à Casa do Concelho de Arcos de Valdevez pelo seu 64º aniversário.

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O dia foi de festa muito animada como só os minhotos sabem fazer. A abrir o apetite, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez iniciou a sua actuação no magnífico espaço ao ar livre a que se seguiu um serviço de entradas e aperitivos.

A festa foi ainda animada pelo Rancho Folclórico de Vilarinho das Quartas que se deslocou propositadamente a partir do Soajo. E, ainda pelos tocadores de concertina e cantadores ao desafio Carminda dos Arcos, Leiras do Soajo e Daniel Sousa.

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Em representação da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez esteve presente o Dr. Daniel Barros, Vice-presidente do executivo. A Junta de Freguesia de Marvila foi representada pelo seu próprio Presidente, o Dr. José António Videira. Também o Presidente da Junta de Freguesia do Soajo, Manuel Barreira da Costa esteve presente no evento. E, entre muitas outras entidades, fizeram-se representar a Presidente da Associação das Casas Regionais de Lisboa (ACRL) e as casas regionais de Valença, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira, Penacova, Tábua, Pampilhosa da Serra e Ferreira do Zêzere.

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A artesã Susana Cunha que é componente do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez apresentou os seus trabalhos artísticos inspirados em modelos tradicionais mas com novo design e executados em novos materiais.

O Pão-de-ló de Soajo fez a delícia de muitos convivas e está a consquistar cada vez mais apreciadores e a dar fama à região de origem. E o magnífico repasto regado com vinhos tintos e brancos, verdes e maduros de “Casal Videira”, produção do minhoto proprietário da Quinta da Valenciana, uma das mais excelentes unidades hoteleiras e de restauração da região de Lisboa, situada mais precisamente no concelho do Seixal.

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Fundada em 30 de Abril de 1955, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez é a mais antiga associação regionalista minhota de âmbito concelhio constituída em Lisboa, reunindo à sua volta a numerosa comunidade arcuense que ali vive e trabalha. Porém, a intenção de constituir esta casa regional era anterior à segunda guerra mundial, mas os constrangimentos da época forçaram ao adiamento da iniciativa que só veio a concretizar-se uma década após a sua conclusão.

Sediada na rua Augusto Rosa, junto à Sé Catedral de Lisboa, possui uma delegação na zona de Marvila onde funciona nomeadamente a sua Secção Desportiva que numerosos troféus tem arrecadado para a “Casa dos Arcos” como ela é vulgarmente tratada pelos arcuenses. Mas, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez destaca-se ainda pelo seu Grupo de Cavaquinhos e o Rancho Folclórico que vem adquirindo elevada qualidade e notoriedade. De realçar ainda o seu papel na criação e dinamização da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL).

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AVANTE MINHO... NA FESTA DO AVANTE!

Festa do Avante! Novas presenças do distrito de Braga confirmadas

Esta semana, com o programa integral da Festa do Avante! finalmente apresentado, torna-se claro, uma vez mais, a importância da Festa do Avante! no panorama cultural do País. Um novo ano, uma nova edição que prima pela grande abrangência dos géneros musicais, desde o Jazz até ao Metal Industrial.

São cerca de 12 palcos, nenhum deles secundário, com cerca de 175 iniciativas, 11 peças de teatro, 8 filmes (com a predominância do cinema português e de animação) e mais de 40 modalidades desportivas. Acrescentam-se ainda várias exposições e cerca de 70 debates com diversos temas. O programa completo pode ser consultado em www.festadoavante.pcp.pt.

A Festa também se salda pela sua grande variedade gastronómica e artesanal, com mais de 100 restaurantes e bares espalhados por todo o recinto e pelo conjunto das organizações regionais do PCP que de igual modo estarão presentes com os seus pavilhões, bem como das muitas delegações presnetes

Do distrito de Braga, para além dos elementos já revelados, do artesanato à gastronomia, participam também na edição da Festa do Avante! 2018 o Grupo Folclórico de Santa Cristina de Longos, de Guimarães, e do concelho de Braga a banda de Groove Folk "Cabra Çega" e ainda Daniel Pereira Cristo com o espectáculo “Cavaquinho Cantado”.

É ainda possível garantir lugar nas excursões organizadas pelo PCP com partida de vários concelhos do distrito, inscrições e informações: 253 61 68 50, 91 659 16 20.

PONTE DA BARCA LEVA FOLCLORE À FESTA DO AVANTE!

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Entre Ambos-os-Rios actua no Palco Arraial da Festa do Avante! no Sábado, dia 8 de Setembro, a partir das 18h45.

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Entre Ambos-os-Rios, concelho de Ponte da Barca, foi fundado no mês de Maio do ano de 2000, por iniciativa de um grupo de jovens da freguesia que se empenhou em fazer renascer os usos e costumes, aliados às danças e cantares tradicionais desta freguesia, tendo ainda como objetivo, recolher, preservar e divulgar as tradições do povo.

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Desde então, tem atuado pelo Concelho nas mais diversas festividades e romarias, entre elas, na romaria mais emblemática do Alto Minho, a Romaria de São Bartolomeu de Ponte da Barca.

Tem ainda levado o seu Folclore, a várias regiões do país, participando em festividades e festivais de folclore; e ainda com atuações em outros países, nomeadamente França (Paris e Bordéus), Andorra e Mónaco.

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Entre Ambos-os-Rios, proveniente de uma freguesia caracterizada pela cultura da terra, apresenta diversos trajes, que variam consoante a atividade representada: o traje de noivos; de mordomas; trajes de semana (de trabalho), homens e mulheres do campo. As dançadeiras e os dançadores apresentam o Traje Domingueiro de São Miguel.

Assim, com os seus cantares e danças, entre elas, a Cana Verde, a Chula e o Vira, bem como os seus trajes, o Rancho Folclórico e Etnográfico de Entre Ambos-os-Rios, pretende promover e divulgar a cultura e tradições do seu povo, retratando as épocas passadas.

GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO DANÇA NA FESTA DO “AVANTE!”

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 8 de Setembro, pelas 18 horas, subir ao Palco Arraial da Festa do Avante, para representar o folclore do Minho.

A “Festa do Avante! – iniciativa do Partido Comunista Português – é provavelmente o evento cultural de mais dimensão que se realiza no nosso país, com um programa cultural diversificado que inclui as mais diferentes manifestações artísticas e o único a este nível que não exclui o folclore e as tradições populares do povo português.

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Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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ARCUENSES FESTEJAM 63 ANOS DE ATIVIDADE DA CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ

Ontem foi dia de festa para a comunidade arcuense radicada na região de Lisboa. A sua associação regionalista – a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez – celebrou 63 anos de actividade.

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A confraternização teve lugar na Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Dr. João Manuel Esteves que assinalou o excelente trabalho que esta Instituição regionalista sediada na capital vem desenvolvendo em prol do seu concelho.

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A ocasião foi também escolhida para prestar homenagem a Manuel Barreira da Costa, Presidente da Junta de Freguesia de Soajo.

Fundada em 30 de Abril de 1955, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez é a mais antiga associação regionalista minhota de âmbito concelhio constituída em Lisboa, reunindo à sua volta a numerosa comunidade arcuense que ali vive e trabalha. Porém, a intenção de constituir esta casa regional era anterior à segunda guerra mundial, mas os constrangimentos da época forçaram ao adiamento da iniciativa que só veio a concretizar-se uma década após a sua conclusão.

Sediada na rua Augusto Rosa, junto à Sé Catedral de Lisboa, possui uma delegação na zona de Marvila onde funciona nomeadamente a sua Secção Desportiva que numerosos troféus tem arrecadado para a “Casa dos Arcos” como ela é vulgarmente tratada pelos arcuenses. Mas, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez destaca-se ainda pelo seu Grupo de Cavaquinhos e o Rancho Folclórico que vem adquirindo elevada qualidade e notoriedade. De realçar ainda o seu papel na criação e dinamização da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL).

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