Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

IMPACTO DO COVID-19 A NÍVEL INDIVIDUAL E SOCIETAL

Joana Azevedo, Licenciada em Administração Pública pela Universidade do Minho e Técnica da Associação Famílias, irá apresentar a conferência intitulada “Implicações da Pandemia de COVID 19, a nível individual e a nível societal”, no próximo dia 30 de Novembro, na Associação Dinamizadora dos Interesses de Vieira, em Vieira do Minho.

Joana Azevedo .jpeg

A pandemia de COVID 19 acarretou consequências visíveis, nomeadamente ao nível de segmentos como a desigualdade social, a distribuição de recursos e a igualdade de oportunidades. A distribuição de recursos e a igualdade de oportunidades, sendo ambas repercussões da pandemia, apresentam-se como grandes desafios. “De facto, uma das muitas consequências graves é o incremento das desigualdades, tanto sob o ponto de vista económico, como social. Não nos podemos esquecer, igualmente, do impacto da transmissão intergeracional da desigualdade e de todas as consequências que esta encerra”, adiantou Joana Azevedo.

De acordo com a Técnica, “a COVID-19 trouxe consigo um vírus que tem contaminado a saúde mundial, mas vai muito para além da saúde de todos nós «per si». A paralisação, o abrandamento, o distanciamento e a adaptação acarretada pelo vírus tiveram, têm e terão consequências graves na vida de todos nós, nomeadamente a nível social, psicológico e económico-financeiro. No que concerne às consequências económico- financeiras destaca-se, a título de exemplo, a paragem dos serviços, o abrandamento nas produções, a diminuição da procura de determinados bens e serviços, as dificuldades que acometeram empresas e os subsequentes pedidos de lay-off, os despedimentos coletivos, os pedidos de insolvência, entre outras situações que afetam, inequivocamente, a economia de muitas famílias”.

Joana Azevedo adiantou que “as contas familiares alteraram-se, na medida em que uma grande fatia da população verificou quebras abruptas de rendimento. Verificou-se, em alguns casos, a perda do posto de trabalho, noutros a diminuição de rendimentos ou a redução do número de horas de trabalho. Ora, as quedas abruptas do rendimento resultam necessariamente numa diminuição da procura, do consumo, bem como numa alteração significativa dos hábitos de consumo das famílias portugueses”.

Contudo, “não se pode afirmar que as consequências nefastas da pandemia, nos rendimentos das famílias, seguem uma linha equitativa”, explica Joana Azevedo. O impacto no rendimento disponível das famílias depende, em parte, do número de pessoas do agregado familiar que aufere rendimentos provenientes do trabalho. Famílias com rendimentos que não proveem do trabalho, mas de apoios sociais, estão, para já, a sentir menores impactos gerados pela pandemia. É certo que a pandemia trouxe consequências negativas para a maioria dos portugueses, mas os seus impactos são claramente distintos, tendo em conta a realidade de cada família, aspeto que será analisado em pormenor no Workshop “Impacto do Covid 19 a nível individual e societal”.

A iniciativa é dinamizada no âmbito do Curso de Educação e Formação de Adultos, promovido pela Die Apfel e financiado pelo Programa Operacional Capital Humano (POCH), Programa Portugal 2020, Estado Português e Fundo Social Europeu (FSE).

CERVEIRENSES CAMINHAM PELA VIDA

Liga Portuguesa Contra o Cancro propõe caminhada solidária readaptada ao contexto

Está lançado o desafio solidário. Durante o mês de outubro, faça uma caminhada pelos (en)cantos de Vila Nova de Cerveira com a t-shirt da Liga Portuguesa Contra o Cancro vestida e partilhe uma fotografia com o Município de Vila Nova de Cerveira, acrescentando o hastag #CorridaParaAVida. Os interessados podem adquirir as t-shirts este fim-de-semana, 26 e 27 de setembro, no Terreiro, com um valor simbólico de 3 euros.

CorridaParaVida_2020.jpg

É verdade que a pandemia Covid-19 veio alterar o formato de muitas atividades/eventos, mas também é verdade que a população tem sabido readaptar-se, e a Liga Portuguesa Contra o Cancro – Núcleo Regional do Norte não é exceção.

Não podendo organizar a Caminhada Solidária nos moldes tradicionais, a proposta apresentada é cada participante, sozinho ou acompanhado, em hora e local por si definido, fazer uma caminhada com a t-shirt da LPCC vestida e partilhar a sua experiência, inspirando outras pessoas a fazê-lo. O apelo é que esta atividade cumpra sempre as normas estabelecidas pelo Govenro e as recomendações de segurança emanadas pela Direção Gral de Saúde, no que rrespaita à prevenção e contenção à Covid-19.

As t-shirts vão estar à venda este fim-de-semana, no Terreiro, podendo ainda ser adquiridas, de segunda a sexta-feira, nos Serviços Municipais de Intervenção Social (SMIS), entre as 09h00 e as 17h00. Para mais informações, os interessados devem contatar o número 251 70 80 71.

A fotografia pode ser enviada para o email comunicacao@cm-vncerveira.pt e, quando convertida em post nas redes sociais, deve ser integrado o hastag #CorridaParaAVida

BRAGA: RICARDO RIO É UM DOS SIGNATÁRIOS DA CAMPANHA "VACINA PARA TODOS"

Iniciativa defende acesso gratuito e universal à futura vacina da COVID-19

O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, é uma das mais de cem personalidades portuguesas que se associaram à campanha ‘Vacina para Todos’, que defende o acesso universal e gratuito à vacina da COVID-19. Os signatários consideram estas vacinas como um “bem comum global”, devendo ser “livres de qualquer direito de patente pertencente a qualquer pessoa”.

rua do souto.JPG

Para Ricardo Rio é fundamental garantir um acesso universal à futura vacina, independentemente da nacionalidade ou capacidade económica. “A COVID-19 e os seus efeitos são mais significativos na população mais carenciada, pelo que se torna imperativo assegurar a vacinação a todos”, refere o Edil, considerando ainda que esta “é a única forma de combater eficazmente a pandemia”. O Autarca Bracarense sublinha que esta campanha não pretende impor a vacinação, mas “garantir o acesso a todas as pessoas que se queiram vacinar”.

Lançada em Portugal pela Academia de Líderes Ubuntu, um projecto do Instituto Padre António Vieira, a campanha associa-se à iniciativa "Declare covid-19 vaccine a global common good" do Prémio Nobel da Paz Mohammad Yunus,

António Ramalho Eanes, Joana Marques Vidal, Bagão Félix, D. Manuel Clemente, D. José Tolentino de Mendonça, Marçal Grilo, Isabel Alçada, Isabel Jonet, Silva Peneda, Lídia Jorge, Luís Represas, Laborinho Lúcio, Margarida Balseiro Lopes, Nuno Lobo Antunes, Morais Sarmento, Pedro Norton de Matos e Pedro Roseta são algumas das 118 personalidades portuguesas, das mais diversas áreas, que se associaram a esta iniciativa.

A campanha ‘Vacina para Todos’ defende a criação de um mecanismo que determine o “retorno justo dos investimentos em pesquisa para a descoberta de uma vacina covid-19”. Por outro lado, consideram os signatários, “os resultados da investigação devem ser do domínio público, disponibilizando-os a qualquer unidade de produção que se comprometa a operar sob rigorosa supervisão regulamentar internacional e somente para essas unidades”.

Mais informações sobre esta campanha podem ser consultadas em www.vacinaparatodos.pt.

BRAGA: CENTROS DE SAÚDE DO CÁVADO JUNTAM-SE NO COMBATE À PANDEMIA

Conselho da Comunidade do ACES une esforços na prevenção da pandemia durante o Inverno. Reunião juntou cerca de 15 entidades

O Conselho da Comunidade, órgão consultivo do Agrupamento de Centros de Saúde do Cávado - ACES Braga, reuniu ontem com o objectivo de fazer o ponto da situação epidemiológica e preparar o Plano de Acção para o quarto trimestre deste ano. A sessão teve lugar ontem, no gnration, e contou com a presença de cerca de 15 entidades.

cantrossaudecavado (1).jpg

Presidido por Sameiro Araújo, vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, o Conselho da Comunidade tem vindo a assumir uma postura de compromisso, consulta e partilha de preocupações em torno da saúde dos Bracarenses, colaborando com o ACES nas várias formas de mitigação da pandemia provocada pela Covid-19.

Destacando a “colaboração que tem existido entre a Autarquia e as instituições de saúde”, Sameiro Araújo lembrou “o empenho e profissionalismo de todos os profissionais do ACES nesta fase de intenso trabalho, particularmente na luta contínua contra a pandemia”.

Na reunião, o director do ACES Braga, Domingos Sousa, apresentou a proposta de Plano de Acção face à Covid-19 tendo em vista o quarto trimestre do ano corrente, sustentando que, “apesar dos valores terem estado estáveis nas últimas semanas, os números apresentam um ligeiro aumento, que mostram a importância de todos assumirem um papel activo na prevenção”.

O Plano apresentado assume-se como uma ferramenta de enorme importância para todo o trabalho que está a ser desenvolvido entre as várias entidades, sendo que o ACES Braga está a trabalhar para que exista uma maior celeridade no reagendamento das consultas em atraso, uma vez que existe urgência na retoma dos serviços de atendimento junto dos utentes.

De acordo com o plano apresentado, estão a ser implementadas diversas alterações ao funcionamento das Unidades de Saúde Familiar (USF). Exemplo disso é o acompanhamento que está a ser efectuado pelo médico de família aos casos de Covid. “A teleconsulta vai ser uma realidade mais frequente para que a população, nomeadamente a mais frágil, não tenha que se deslocar à USF, sobretudo na época gripal que se avizinha, onde cada gripe tem de ser encarada como um potencial caso de infecção”, explicou Domingos Sousa.

Sameiro Araújo apelou ainda à colaboração das entidades locais das freguesias no sentido de sensibilizar a população para evitar deslocações desnecessárias aos Centros de Saúde, para aspectos burocráticos. “Só com a articulação entra a população e as instituições Bracarenses é que conseguiremos retomar alguma da normalidade e enfrentar este grave problema que nos atingiu a todos sem excepção”.

Nesta sessão, foi ainda aprovado o alargamento da representatividade do Conselho da Comunidade, ao serem incorporadas entidades como a Santa Casa da Misericórdia, Associação de Farmácias, Bombeiros Voluntários Braga, Cruz Vermelha Braga, Bombeiros Sapadores Braga, Protecção Civil Braga e Arquidiocese Braga.

cantrossaudecavado (2).jpg

cantrossaudecavado (3).jpg

cantrossaudecavado (4).jpg

cantrossaudecavado (5).jpg

MUNICÍPIO DE ESPOSENDE QUER REABRIR UNIDADES DE SAÚDE

Reabertura das Unidades de Saúde

Sendo certo que a pandemia da COVID-19 ditou profundas alterações no funcionamento das unidades de saúde, o que representou a necessidade de implementação de várias medidas tendentes a resolver os problemas de segurança que se registam nos vários edifícios ainda encerrados, verifica-se, porém, que o atraso nesta reabertura, por razão das dificuldades da ARS Norte em promover tais alterações em tempo útil, tem vindo a gerar uma onda de protestos por parte da comunidade.

visita apúlia.jpg

Atento aos constrangimentos e condicionamentos impostos às populações, decorrentes do encerramento das Unidades de Saúde – Apúlia, Belinho e Forjães -, o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, agendou uma reunião, com visita a algumas daquelas unidades, com o diretor do Agrupamento de Centros de Saúde do Cávado III Barcelos/Esposende (ACES), Fernando Ferreira.

Aguardamos, até à data, serenamente, pela reabertura, no início de agosto, tal como tinha ficado definido, na reunião realizada a 8 de julho, promovida pela Câmara Municipal, com a participação do diretor do ACES Cávado. O Município de Esposende solicitou mesmo, à ACES Cávado, a reabertura, ainda que condicionada, para atender os utentes.

Contudo, e dado que não se procedeu à reabertura das unidades de saúde, o Município de Esposende realizou hoje uma reunião, com o objetivo de fazer um ponto da situação e tentar perceber quais as razões que, efetivamente, obstam à reabertura.

Nesta reunião foi o Município de Esposende confrontado com novas necessidades que nada têm a ver com a situação da pandemia provocada pela COVID-19, mas antes decorrentes do abandono e falta de manutenção que esses edifícios estatais registam.

O Município de Esposende mantém total confiança nos responsáveis do ACES Cávado, mas não deixará de estar ao lado das populações, nomeadamente na adoção de outras medidas de reivindicação dos seus direitos se, no máximo, até final de setembro, não se verificar a reabertura das unidades de saúde em questão.

O Município de Esposende reiterou, ainda, que jamais aceitará que as unidades de saúde que estão encerradas sejam desativadas definitivamente, disponibilizando-se desde logo, para preparar a transferência das valências de saúde para o Município, procedendo à intervenção nessas unidades de saúde, em moldes a definir posteriormente.

Assim, o Município de Esposende vai solicitar, com caráter de urgência, uma reunião com o diretor da Administração Regional de Saúde, ocasião em que também será abordado o problema associado aos recursos humanos, nomeadamente à falta de profissionais para o serviço nas unidades de saúde. O Município de Esposende vai, ainda, convocar uma reunião com os presidentes de Junta, enquanto representantes das populações, no sentido de os esclarecer sobre este processo.

BLOCO DE ESQUERDA QUESTIONA MINISTÉRIO DA SAÚDE SOBRE A INTERNALIZAÇÃO DO SERVIÇO DE RADIOLOGIA NA UNIDADE DE SAÚDE LOCAL DO ALTO MINHO

No passado dia 13 de julho o Bloco de Esquerda através do deputado Moisés Ferreira reuniu com a administração da USLAM, em seguimento da reunião questionamos o governo sobre a internalização do serviço de radiologia na USLAM.

30896665677_924637718b_z.jpg

Hoje, o deputado Moisés Ferreira questionou a Ministra da Saúde, Marta Temido, na audição da comissão parlamentar de Saúde sobre esta matéria. Podem consultar o vídeo aqui. 

O serviço de Radiologia da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) está concessionado desde 2004 a empresas privadas. Não porque não seja um serviço essencial ao funcionamento da ULS, das suas unidades hospitalares e dos seus centros de saúde, mas porque a falta de médicos radiologias terá obrigado a este recurso.

O recurso a concessões deste tipo é sempre pior para os serviços públicos, para os utentes e para os profissionais de saúde. Pior para os serviços porque as instituições pagam mais para serviços que não estão internalizados e sobre os quais não conseguem exercer controlo de qualidade; pior para os utentes porque se tiver um serviço internalizado e com capacidade de realização de exame descentralizada é sempre mais rápido o acesso a estes meios complementares de diagnóstico; pior para os profissionais porque contratados através destas empresas têm piores condições de trabalho e vivem sob regime de precariedade.

A concessão a privados deve cessar e há agora a oportunidade de começar a fazer esse caminho. O Bloco de Esquerda sabe que cinco médicos radiologistas já se dirigiram formalmente à Administração da ULSAM manifestando sua disponibilidade e vontade para integrar esta Unidade Local de Saúde e trabalhar no SNS. Três destes médicos estarão já a trabalhar temporariamente na ULS ao abrigo de procedimentos temporários e excecionais criados para responder à epidemia.

Há, para além dos médicos radiologistas, vários técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica que há muito tempo são colocados nos hospitais de Viana do Castelo e de Ponte de Lima pela empresa concessionária que estão também disponíveis para integrar o SNS e reforçar assim a resposta de radiologia da ULSAM.

Face esta situação o Governo tem de fazer uma coisa: autorizar de imediato a contratação sem termo de todos estes profissionais, de forma a construir na ULSAM uma resposta própria e internalizada na área da radiologia. Não há agora nenhuma razão ou desculpa para continuar a concessionar um serviço que é essencial à ULSAM e aos utentes. Lembramos a Lei de Bases da Saúde que estipula que é ao Estado que cabe, primordialmente, a prestação de cuidados de saúde da população, através do SNS, sendo que o setor privado é remetido para uma posição de complementaridade.

O Bloco de Esquerda entende que é  preciso cumprir esta Lei de Bases e isso faz-se com a recuperação da resposta pública na área de radiologia na ULSAM, aproveitando as disponibilidades de profissionais que devem ser contratados agora para o SNS.

Capturarbeusalm1.PNG

Capturarbeusalm2.PNG

ASSOCIAÇÃO CIDADÃOS DE ESPOSENDE ALERTA PARA INCUMPRIMENTO DE RECOMENDAÇÕES DA DGS

Em causa está o transporte de passageiros do comboio turístico em Esposende, onde não estão a ser cumpridas as medidas de prevenção recomendadas.

Associação Cidadãos de Esposende alertou para o incumprimento das recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS) no transporte de passageiros no comboio turístico do concelho. Sem máscara facial, sem distanciamento social e com aparente falta de higienização regular: são estas situações graves que já levaram a associação a contactar o presidente da câmara municipal de Esposende, Benjamim Pereira.

comboio turistico esposende.JPG

Foram vários dias em que a associação esteve a acompanhar o transporte de passageiros, tendo inclusive alguns membros da direção realizado uma viagem para confirmar que as recomendações emitidas pela DGS para mitigar a propagação de covid-19 estão a ser cumpridas em Esposende.

Na viagem realizada e registada fotograficamente, verifica-se que não existe um cuidado em colocar a máscara e são transportados os viajantes lado a lado sem marcação de distanciamento nos assentos do comboio ou aconselhamento por parte do motorista.

Associação pediu parecer à DGS

Perante esta conjuntura, a associação pediu junto da entidade oficial um parecer sobre o transporte no comboio turístico. A DGS esclarece que as orientações estão publicadas em “Medidas Gerais para Transportes Públicos Coletivos e Individuais” e são bem claras, nomeadamente:

  • Desinfetar as mãos antes e depois da utilização de um transporte público
  • Distanciamento físico
  • Utilizar uma máscara facial
  • Garantir medidas de redução de contacto entre utilizadores e motorista
  • Reduzir a lotação máxima do transporte para assegurar o distanciamento entre utilizadores
  • Controlar a entrada de passageiros com vista a evitar que o veículo ultrapasse a lotação máxima estabelecida
  • Sinalizar os lugares onde as pessoas se devem sentar

Perante estes factos, a associação solicitou a Benjamim Pereira uma imediata intervenção no comboio turístico de Esposende, aconselhando mesmo que em situações onde os viajantes não tenham máscara facial seja o próprio município a disponibilizar uma para garantir a segurança de todos.

Manter a segurança é essencial

A associação diz entender que a economia é importante para o concelho, mas mais importante é a saúde de todos os que residem ou visitam Esposende. Ter turismo implica criar condições de segurança não apenas para quem visita o concelho mas para quem diariamente vive no concelho.

Sabendo que basta uma situação para criar um surto pandémico, a organização considera que a prevenção é fundamental.

Segundo os responsáveis da associação, não se entende que perante uma situação tão grave como a que o mundo vive ainda se verifiquem situações em Esposende de risco, relembrando um recente ajuntamento com um número acima do que está recomendado pela DGS que se realizou numa unidade hoteleira local e contou com a presença de altas figuras locais.

“+ SAÚDE” NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE MONÇÃO

Iniciativa decorre entre 27 de julho e 14 de agosto, abrangendo as atividades “Espaço Escuta Ativa” e “Atividades de Saúde e Bem Estar”.

O Município de Monção, pertencente à Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis, promove, entre os dias 27 de julho e 14 de agosto, a iniciativa “+ Saúde” com a realização de um conjunto de atividades que terão lugar na Biblioteca Municipal de Monção.

saude 02.png

“+ Saúde” é uma iniciativa focada na dinamização de um espaço de escuta ativa direcionado para as crianças, jovens e adultos, através da implementação de um programa de atividades de bem-estar, centrado no corpo, na mente e na promoção da saúde mental.

Desta forma, nos dias mencionados, todas as segundas, quartas e sextas, entre as 10h00 e as 12h00, decorrerá o “Espaço Escuta Ativa”, orientado por um psicólogo. Por sua vez, entre os dias 10 e 14 de agosto, das 10h30 às 11h15, os jardins da Biblioteca Municipal recebem “Atividades de Saúde e Bem Estar”.

Mais informações:

Biblioteca Municipal de Monção

251 650 140

ESPOSENDE REABRE CENTROS DE SAÚDE

Por forma a esclarecer a comunidade sobre a reabertura das Unidades de Saúde do concelho que ainda se mantêm encerradas por força das obrigatórias alterações decorrentes da pandemia por Covid-19, o Presidente da Câmara Municipal de Esposende convocou os Presidentes de Junta e os líderes de todos os partidos políticos com assento na Assembleia Municipal para uma reunião com o diretor do Agrupamento de Centros de Saúde do Cávado III Barcelos/Esposende (ACES), Fernando Ferreira.

aces1.jpg

Na passada terça-feira, dia 7 de julho, reabriu a Unidade de Saúde de Fão, depois de terem sido implementados todos os meios necessários que permitem dar cumprimento às orientações da Direção Geral de Saúde e, assim, salvaguardar a segurança de utentes e dos profissionais de saúde, estando também já assegurada a abertura em horário integral do Centro de Saúde de Esposende, entre as 8h00 e as 20h00.

Como nota prévia, o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, agradeceu a presença de todos e, em especial, a disponibilidade do Diretor Executivo do ACES no sentido de contribuir, na primeira pessoa, para clarificar todas as questões sobre o assunto.

Referindo que as populações merecem todo o empenho do Município neste contexto, Benjamim Pereira transmitiu que a Câmara Municipal não tem qualquer intervenção ou responsabilidade sobre o encerramento e/ou reaberturas destes equipamentos de saúde, assumindo, contudo, total disponibilidade do Município para, dentro das suas capacidades e competências e tal como tem vindo a suceder, colaborar no que for possível no sentido de garantir o bem-estar, a saúde e a segurança das populações.

Dando a palavra ao Diretor do ACES Cávado, Fernando Ferreira, foi, por este, apresentada uma informação geral da forma como decorreu todo o processo de reorganização da gestão dos Centros e Unidades de Saúde desde que teve início a situação de pandemia por COVID-19, tendo sido obrigado a efetuar uma reorganização interna profunda no sentido de permitir a melhor prestação de serviços à população, mas sempre na perspetiva de garantir a sua segurança e a dos seus profissionais.

Referiu que, de entre os maiores constrangimentos, salienta-se a escassez de recursos humanos e a necessidade de sua contratação, pois os novos procedimentos exigiam uma disponibilidade não existente. Aliás, e a par da necessidade de se salvaguardar a identificação de pequenas intervenções a concretizar nas instalações e a aquisição de sinalética, a reabertura de todos os equipamentos, explicou, tem como principal problema a necessidade de contratação, algo que está a cargo da Administração Regional de Saúde do Norte.

A reabertura das Unidades assenta, pois, em exigentes critérios de saúde pública que visam garantir a prestação segura e permanente de serviços de saúde primários à população, afiançando que tudo está a ser feito para que seja possível que tal ocorra no mais curto prazo possível. Foi referido, aliás, que se trabalhará afincadamente com o objetivo de se possibilitar a reabertura das Unidades até ao início de agosto, assim estejam cumpridas todas essas condições. Relativamente à Unidade de Saúde de Apúlia, está já a ser realizada a avaliação das intervenções necessárias e quanto à Unidade de Saúde de Forjães, está em estudo uma reabertura a tempo parcial, pois, mais uma vez, a escassez de profissionais de saúde não permitirá a reabertura, nesta fase próxima, em tempo integral. A Unidade de Belinho está também a ser alvo de avaliação, sendo certo que a insuficiente equipa de profissionais constitui o mais relevante impedimento à reabertura.

Reconhecendo os constrangimentos que se vivem nesta fase, Fernando Ferreira apelou à compreensão de toda a população, ao apoio dos presentes e, sobretudo, das Juntas de Freguesia e da Câmara Municipal, reiterando que o ACES e a Administração Regional de Saúde estão a desenvolver todos os esforços para que a situação se resolva no mais curto prazo possível.

Perante questões como a dificuldade de os utentes acederem a consultas presenciais, foi referida a necessidade de se reinventarem as formas de acompanhamento em matéria de saúde, privilegiando-se o atendimento telefónico ou por vídeo conferência, pois pretende-se que a população possa minimizar ao máximo a ida aos Centros e Unidades de Saúde, reduzindo-se, assim, o risco de contágio da COVID. Mas, reafirmou, sem se colocar em causa a prestação dos cuidados necessários. Por outro lado, referiu também alguns indicadores relativos a esta fase de pandemia, em que o ACES nunca deixou de acompanhar, mesmo que à distância, toda a comunidade mais vulnerável, sobretudo por via telefónica, mas, ainda, realizando vários domicílios durante o pico da pandemia.

Já na fase de conclusão da reunião, o Presidente da Câmara, Benjamim Pereira, referiu que a COVID-19 não terminou e terá que haver muito bom senso em todo este processo de reabertura das Unidades de Saúde e, sobretudo, que será da maior relevância que não se use a Saúde para se fazer política, desinformando a população e transformando processos que devem ser conduzidos com rigor em meros casos políticos. Aliás, criticou o aproveitamento político deste caso por parte de alguns e referiu que, dada a proximidade às populações das respetivas freguesias, os presidentes de Junta, tal como os líderes partidários, se constituem como mensageiros da informação, real e verdadeira, sobre este processo, o qual continua a suscitar discussão, e que importa transmitir a verdade toda a comunidade para que não subsistam dúvidas e não se lancem especulações.

A este propósito, Benjamim Pereira salientou “é muito importante ter-se confirmado que são completamente falsas as alegações em como eu havia mentido perante a Assembleia Municipal acerca da reabertura da Unidade de Saúde de Fão, alegações essas que resultam apenas e somente de uma vontade de denegrir o meu nome e a minha conduta e atuação neste assunto”.

Reiterou que a Câmara Municipal estará completamente disponível para contribuir em tudo o necessário para que a reabertura se concretize no menor prazo possível, mas sempre dentro dos limites da legalidade. Há sempre procedimentos administrativos a cumprir e, claro, também importa não esquecer que as instalações são da responsabilidade do ACES.

Relativamente às ações a empreender no imediato, aproveitou para salientar que as Juntas, a própria Câmara, a Cruz Vermelha de Marinhas e as IPSS poderão seguramente colaborar na realização do transporte de todos os que de tal necessitem, minimizando-se, dessa forma, os transtornos enquanto toda a situação não se estabiliza.

Concluiu agradecendo a disponibilidade de todos e finalizando com a promessa, corroborada pelo Diretor do ACES, em como as Unidades não serão encerradas nesta fase, estando temporariamente inativas até que estejam reunidas todas as condições para a sua reabertura.

aces2.jpg

VIEIRA DO MINHO REABRE UNIDADES DE SAÚDE DE RUIVÃES E ROSSAS

Unidades de Saúde de Ruivães e Rossas reabrem a 13 e 20 de Julho

O presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, António Cardoso, reuniu, ontem, dia 09 de julho com o Diretor Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde Cávado II Gerês/Cabreira, Nuno Oliveira, e com os cinco presidentes das Juntas de Freguesia das áreas abrangidas pelas extensões de Saúde de Rossas e Ruivães, a propósito da reabertura destas unidades.

20200710_111448.jpg

Atendendo aos constrangimentos provocados pela pandemia, o Agrupamento de Centros de Saúde Cávado II Gerês/Cabreira foi obrigado a efetuar uma reorganização interna profunda, no sentido de assegurar a melhor prestação de serviços possível à população, garantindo as necessárias condições de segurança a todos os utentes e também a todos os profissionais.

Todo este processo foi acompanhado pelo Município de Vieira do Minho e pelas Juntas de Freguesia, que disponibilizaram todo o apoio ao nível da logística inerente a estas alterações.

O ACES Gerês/ Cabreira entende que estão reunidas as condições para a reabertura destes serviços em Vieira do Minho. Assim a Extensão de Saúde Ruivães retomará a sua atividade no dia 13 de julho e a Extensão de Saúde de Rossas no dia 20 de julho.

O processo de reabertura dos serviços de saúde obedece a orientações e regras muito específicas, tendo em conta a atual situação de saúde pública que o país atravessa.

Assim, tendo em atenção a segurança de utentes e profissionais, informa-se que:

  • As consultas são preferencialmente marcadas por telefone ou e mail. Não se dirija à sua Unidade de Saúde sem consulta marcada. Apenas é permitida a entrada dos utentes na Unidade com consulta marcada e 10 minutos antes da hora;
  • Apenas é permitida a entrada de acompanhantes em casos devidamente justificados (crianças e utentes com dependência)
  • Todos os pedidos de medicação crónica devem ser efetuados preferencialmente por telefone ou email, acompanhados sempre de número de utente

        - ucsp.vieiraminho@arsnorte.min-saude.pt

        - Telefone: Extensão de Rossas: 253 656161

                           Extensão de Ruivães: 253658 144

  • Os resultados de exames complementares de diagnóstico devem ser enviados preferencialmente por email, acompanhados sempre de número de utente.

A segurança para os utentes e profissionais deve ser sempre mantida. Mantenha o distanciamento social, as regras de etiqueta respiratória e higiene das mãos.

A responsabilidade é de cada um de nós.

A VELHA ALIANÇA

  • Crónica de Gonçalo Fagunde Meira

Fomos rotulados como destino de risco para turistas, mas não exorcizamos tristezas invocando velhas alianças. Neste salve-se quem puder para minimizar efeitos pandémicos ninguém se respeita nem se solidariza. Se nem a União Europeia, um espaço de sofrível unidade, consegue uma política comum para enfrentar o inimigo invisível, como podemos esperar que o mundo em geral o faça?

gonfagmeira12jul20.jpg

Na verdade, temos com os Ingleses uma aliança que data de 1373 e se reforçou em 1386 com o tratado de Windsor, depois da vitória na batalha de Aljubarrota, em que contamos com a ajuda das suas tropas. Mas disponibilizar-nos alguns combatentes para ajudar a esconjurar inimigos diz pouco. Daquelas bandas, houve sempre interesses económicos a justificar solidariedades. Atente-se no apelidado acordo dos panos e dos vinhos de 1703 (Tratado Methwen) no qual, segundo os especialistas, só saímos a perder. Por isso o anulamos em 1836, quando se desejava eterno. Também nos ajudaram a expulsar as tropas de Napoleão de Bonaparte na Guerra Peninsular, mas depois esmoreceu a vontade de sair de Portugal, sendo preciso conspirar para os mandar de volta.

Mas isso é outra história. Atente-se antes no presente e nas estórias de Boris Johnson. Começou por desvalorizar a pandemia e apostou na imunidade de grupo. Intrépido, acabou no hospital, onde, segundo ele, um enfermeiro português ajudou a salvar-lhe a vida. Recuperou, mas mais de 44.000 dos seus concidadãos não tiveram a mesma sorte. E a situação está longe de controlada. No dia 3 do mês corrente, por exemplo, infelizmente, faleceram 137 pessoas no Reino Unido, sendo a esmagadora maioria de Inglaterra. O convencimento e o individualismo perante um inimigo desconhecido tem este triste fim.

Como bem diz António Guterres, o mundo não está preparado para enfrentar este flagelo da Covid 19 e o que deveria fazer era, com humildade, unir esforços para acertar uma estratégia comum que enfrentasse o mal. Mas, olhando para o panorama mundial, o que vemos é cada um por si e um pouco todos contra todos, tentando, em pânico, evitar o naufrágio e o consequente colapso económico, mesmo que para isso tenha que se fazer batota na divulgação de mortos e infetados.

Portugal, como todos, tem os seus problemas e tem aspetos de sérias apreensões, que, está provado, foram desvalorizados. Mas tem evitado dramas, contornando dificuldades melhor que a esmagadora maioria dos países, com o feito heroico de proteger os mais idosos, algo que outros bem mais desenvolvidos não conseguiram ou não quiseram. Colocar-nos na lista de países de risco também é muito para encobrir dificuldades próprias, com despeito à mistura.

goncalofagundes@gmail.com

ESTE FIM DE SEMANA NÃO VISITE O S. BENTO EM VIZELA

No decorrer desta semana, foi detetado um caso positivo de COVID-19, nomeadamente uma das funcionárias da Escola Básica de Tagilde.

Santuário de S. Bentovizela.jpg

Face ao exposto, a Câmara Municipal de Vizela, o Agrupamento de Escolas de Infias e a Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica 1 e do Jardim de Infância de Torre Tagilde encerraram aquele estabelecimento de ensino, suspendendo todas as atividades do ATL a decorrer naquela escola e que estavam a ser frequentadas por 10 crianças.

Entretanto, a Câmara Municipal estabeleceu contacto com a Delegada de Saúde, sendo que a situação está a ser acompanhada e monitorizada pelas autoridades de saúde, que já iniciou a realização de testes COVID-19 a todos os envolvidos, sendo que foram já detetadas mais de uma criança infetadas, aguardando-se ainda os resultados da totalidade dos testes.

Assim, e colocada a possibilidade de um surto, e apesar da situação já se encontrar a ser acompanhada pelas autoridades de saúde, a Câmara Municipal apela aos vizelenses para se manterem em casa, para assim, evitar a transmissão da doença na nossa comunidade.

A Câmara Municipal de Vizela apela a que, este fim de semana, não se desloquem ao S. Bento. Esta visita pode ser realizada em qualquer outro dia durante o ano. Evite a concentração de pessoas.

De destacar que a população de Vizela está de parabéns e sempre demonstrou bom desempenho e colaboração no cumprimento medidas decretadas pelas autoridades nos últimos meses, contudo, e para evitar novos surtos, a Câmara Municipal de Vizela apela à população vizelense para respeitar as recomendações das autoridades, em especial a prática de distanciamento social e o uso de máscara, para evitar a transmissão da doença na nossa comunidade.

Estamos perante um tempo de mudança. É importante que todos percebam que não estamos perante o regresso à normalidade, estamos sim a iniciar um novo percurso de um longo caminho na construção de uma nova normalidade. Vamos todos fazer a nossa parte!

ESTE FIM DE SEMANA NÃO VÁ AO PARQUE DAS TERMAS DE VIZELA

No decorrer desta semana, foi detetado um caso positivo de COVID-19, nomeadamente uma das funcionárias da Escola Básica de Tagilde.

parque termasvizzell.jpg

Face ao exposto, a Câmara Municipal de Vizela, o Agrupamento de Escolas de Infias e a Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica 1 e do Jardim de Infância de Torre Tagilde encerraram aquele estabelecimento de ensino, suspendendo todas as atividades do ATL a decorrer naquela escola e que estavam a ser frequentadas por 10 crianças.

Entretanto, a Câmara Municipal estabeleceu contacto com a Delegada de Saúde, sendo que a situação está a ser acompanhada e monitorizada pelas autoridades de saúde, que já iniciou a realização de testes COVID-19 a todos os envolvidos, sendo que foram já detetadas mais de uma criança infetadas, aguardando-se ainda os resultados da totalidade dos testes.

Assim, e colocada a possibilidade de um surto, e apesar da situação já se encontrar a ser acompanhada pelas autoridades de saúde, a Câmara Municipal apela aos vizelenses para se manterem em casa, para assim, evitar a transmissão da doença na nossa comunidade.

A Câmara Municipal de Vizela apela a que, este fim de semana, não se desloquem ao Parque das Termas, em particular no domingo, para assistir ao programa da RTP Aqui Portugal. Evite a concentração de pessoas. Veja o programa em casa na televisão, em mais um momento de promoção e divulgação de Vizela.

De destacar que a população de Vizela está de parabéns e sempre demonstrou bom desempenho e colaboração no cumprimento medidas decretadas pelas autoridades nos últimos meses, contudo, e para evitar novos surtos, a Câmara Municipal de Vizela apela à população vizelense para respeitar as recomendações das autoridades, em especial a prática de distanciamento social e o uso de máscara, para evitar a transmissão da doença na nossa comunidade.

Estamos perante um tempo de mudança. É importante que todos percebam que não estamos perante o regresso à normalidade, estamos sim a iniciar um novo percurso de um longo caminho na construção de uma nova normalidade. Vamos todos fazer a nossa parte!

DEPUTADA DIANA FERREIRA (PCP) VISITA HOSPITAIS DE BRAGA E GUIMARÃES

O Serviço Nacional de Saúde, conquista da Revolução de Abril e instrumento para a concretização do Direito à Saúde, é desde sempre defendido e acarinhado pelo PCP. As suas dificuldades ou debilidades têm de ser combatidas e é necessário reforçar a sua capacidade de meios humanos e materiais, ainda mais na atual situação sanitária.

diana_ferreira11-300x250.png

Para avaliar a situação do Hospital de Guimarães e do Hospital de Braga, a deputada do PCP, Diana Ferreira, reunirá na próxima segunda-feira, dia 6, com as administrações dessas instituições. Na área da saúde, o trabalho dos deputados do PCP e as suas intervenções na Assembleia da República assentam numa procura constante de conhecimento profundo das diversas realidades dos serviços públicos, bem como da situação dos seus trabalhadores e dos utentes.

Programa da deputada Diana Ferreira no dia 6 de Julho:

9:30 - Reunião Hospital de Guimarães

11:30 - Reunião Hospital de Braga

ESPOSENDE: UNIDADE DE SAÚDE DE FÃO REABRE NA PRÓXIMA SEMANA

Centro de Saúde de Esposende retomou horário normal

O Centro de Saúde de Esposende está a funcionar desde ontem, com o horário completo, ou seja, das 8h00 às 20h00, e, na próxima semana, vai reabrir a Unidade de Saúde de Fão, o que acontece depois de terem sido implementados todos os meios necessários que permitem salvaguardar a segurança de utentes e dos profissionais de saúde.

Centro Saúde Fão.jpg

Começa, assim, a cumprir-se a anunciada reabertura das Unidades de Saúde concelhias que ainda se mantêm encerradas por força das obrigatórias alterações decorrentes da pandemia por Covid-19. As mesmas assentam em critérios de saúde pública no sentido de salvaguardar a prestação permanente de serviços de saúde primários à população, mas sempre observando as condições de segurança impostas pela Direção Geral de Saúde.

Preocupada com o impacto que estes encerramentos, se bem que temporários, representam para a população, a Câmara Municipal tem reivindicado junto das entidades competentes (Agrupamento de Centros de Saúde do Cávado III Barcelos/Esposende e Administração Regional de Saúde), enquanto únicas responsáveis pelo funcionamento destes equipamentos públicos.

Recorde-se que, face aos constrangimentos provocados pela pandemia, o ACES Cávado foi obrigado a efetuar uma reorganização interna profunda no sentido de permitir a melhor prestação de serviços à população. Assim mesmo, e de forma a garantir as necessárias condições de segurança, o plano de retoma da prestação de cuidados nas Unidades do ACES implica a adoção de medidas extraordinárias, entre as quais a contratação de recursos humanos, razão pela qual ainda não foi possível a reabertura de todos os equipamentos.

Sublinhando que o encerramento definitivo de qualquer uma das atuais Unidades de Saúde nunca esteve em causa, e considerando os constrangimentos que se vivem nesta fase, apela-se à melhor compreensão de toda a população na certeza de que tudo estamos a fazer para que a situação se resolva no mais curto prazo possível.

Importa referir que a Câmara Municipal, numa perspetiva de apoio a toda a comunidade, tem disponibilizado circuitos de transporte que abrangem todo o território concelhio, assegurando a deslocação dos utentes. Do mesmo modo, as IPSS do concelho também têm tido o cuidado de apoiar a comunidade mais idosa no transporte, sempre que solicitada a sua colaboração e identificada a necessidade.

Centro Saúde Esposende (1).jpg

PRESIDENTE DA CÂMARA DE VIZELA ENTREGOU MÁSCARAS DE PROTEÇÃO PARA INCÊNDIOS AOS BOMBEIROS

O Presidente da Câmara Municipal entregou esta tarde, no quartel dos Bombeiros, máscaras de proteção aos Bombeiros Voluntários de Vizela.

ENTREGA MASCARAS BVV.jpeg

Tratam-se de máscaras de proteção para incêndios rurais, um equipamento de proteção individual que confere ao utilizador um elevado nível de proteção contra possíveis queimaduras da face e pescoço, bloqueando e reduzindo a inalação de fumo e partículas de cinzas, mas também de proteção ao COVID-19.

O objetivo desta atribuição é criar as condições necessárias e fundamentais ao desempenho em segurança das funções dos bombeiros, numa indiscutível, relevante e louvável ação na nossa sociedade, uma corporação exemplar que tem sabido responder sempre às suas funções na defesa de pessoas e bens. 

Com a atribuição deste apoio, a Câmara Municipal pretende reconhecer a importante missão que é desempenhada pelos Bombeiros de Vizela, em prol da qualidade de vida das populações e do desenvolvimento do nosso Concelho, em especial no momento que vivemos por causa da pandemia da COVID-19.

De destacar que este Executivo Municipal definiu a área de proteção civil como uma prioridade tendo implementado uma nova política, não apenas ao nível da reorganização do serviço municipal de Proteção Civil, nomeadamente na aquisição de equipamentos para reforçar a sua operacionalidade no terreno junto das populações, mas também no trabalho que tem sido feito em parceria com os Bombeiros Voluntários e a GNR de Vizela.

GREVE NO SERVIÇO DE IMAGIOLOGIA DA UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DO ALTO MINHO

30 junho, 2 e 3 julho

Concentração dos TSDT de Radiologia agendada para as 9 horas, do dia 30 de junho, em frente ao Hospital de Santa Luzia (Viana do Castelo), conta com a participação da Deputada e Coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins.

No dia 30 de junho arranca a greve dos Técnicos de Radiologia do Serviço de Imagiologia ULSAM - Unidade Local de Saúde do Alto Minho. Os profissionais vão concentrar-se à porta do Hospital de Santa Luzia (Viana do Castelo), pelas 9 horas, para protestar, publicamente, contra a não internalização dos TSDT de Radiologia na instituição ULSAM, indo contra o preconizado na Lei do Orçamento de Estado, contra a precariedade das condições de exercício profissional e contra a violação do direito à informação no que respeita aos termos dos contratos de trabalho. A greve manter-se-á nos dias 2 e 3 de julho. A manifestação contará com a participação da Deputada e Coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins.

“Estes profissionais exigem ver aplicado o disposto no artigo 279º, da Lei nº2 de 2020, de 31 de março, que defende a internalização dos Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica nas instituições e serviços públicos de saúde, o que neste caso, se reflete na internalização dos TSDT de Radiologia na ULSAM” salienta o Presidente do STSS, Luís Dupont.

Em cima da mesa está também a negociação de remunerações dignas e não discriminatórias da prestação de trabalho e de condições de exercício que permitam corresponder, cabalmente, às necessidades da população que servem, o reconhecimento de um exercício consentâneo com a qualificação, conhecimento e competência destes profissionais, a aplicação das normas do Código do Trabalho e da Lei, sem desvios e as condições contratuais e de exercício que dignifiquem os profissionais.

ISAVE: ALUNOS DE ENFERMAGEM AVALIAM STRESS DURANTE A PANDEMIA

A avaliação dos níveis de stress, exaustão e coping em enfermeiros/as durante a pandemia de Covid-19 constitui o tema de um estudo que está a ser desenvolvido pelos estudantes da Licenciatura em Enfermagem do ISAVE — Instituto Superior de Saúde — com sede em Amares.

IMG_9538.jpg

Trata-se de um estudo online para avaliar os “níveis de stress, exaustão e coping em enfermeiros/as durante a pandemia Covid-19” e é coordenado pelos docentes Lígia Monterroso, Mafalda Duarte e João Neves Silva.

A necessidade de fazer esta investigação resultou da constatação de que a recente pandemia de Covid-19 teve um impacto significativo nos profissionais de saúde em Portugal e, em particular, nos enfermeiros/as que lidam direta ou indiretamente com esta realidade em Cuidados de Saúde Primários (CSPs) ou em Estruturas Residenciais para Idosos (ERPIs).

“Elevados níveis de stress e exaustão profissional nos enfermeiros, associados à insuficiência de estratégias de coping,, provocam baixos níveis de qualidade de vida e desempenho no trabalho, comprometendo não só o sucesso das organizações como também a qualidade dos cuidados de saúde prestados” — é o ponto de partida do estudo em marcha.

Os objetivos a atingir incluem a identificação das “fontes geradoras de stress nos/as enfermeiros/as” e a comparação entre o stress sentido entre estes profissionais que operam em CSPs e os que operam em ERPIs, para além de quantificar e descrever estratégias de coping igualmente relativas a estes profissionais de saúde.

Os alunos de Enfermagem do ISAVE convidam a participar todos os/as enfermeiros/as a exercer a sua profissão em CSPs e ERPIs em Portugal e cuja atividade predominante seja a prestação direta de cuidados de saúde, através do preenchimento de um questionário anónimo e confidencial.

Os dados recolhidos serão tratados, analisados e divulgados de acordo com as regras de investigação e ética científica — informam os alunos da Licenciatura de Enfermagem.