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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CAMINHA: UNIDADE MÓVEL ESTÁ A PERCORRER AS FREGUESIAS PARA APOIAR VACINAÇÃO GRIPE/COVID-19

Campanha arrancou com vacinação das pessoas mais idosas

A vacinação da população mais idosa contra a Covid-19 e Gripe já está a decorrer no concelho de Caminha. Vile e Argela foram as primeiras freguesias abrangidas, seguindo-se, durante o dia de hoje, a União de Freguesias que envolve as três Argas (de Baixo, de Cima e de São João) e a Freguesia de Dem. Ontem também começou a ser administrada a vacinação em Vila Praia de Âncora.

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A Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) de Caminha em colaboração com a Câmara Municipal de Caminha, está a mobilizar esforços para garantir vacinação Gripe/Covid-19 outono-inverno 2022/23. A Unidade Móvel está a deslocar-se a quase todas as freguesias do concelho com exceção de Caminha e Vila Praia de Âncora. Nestes casos, a vacinação decorrerá na Unidade de Saúde de Caminha e na Unidade de Saúde Familiar Vale do Âncora. Nesta fase, como referimos, são vacinadas as pessoas com 80 e mais anos no concelho de Caminha, com o objetivo “melhorar a proteção da população mais vulnerável”.  

Recorde-se que está em curso, a nível nacional, uma nova campanha de vacinação com vacinas de segunda geração adaptadas à variante Ómicron da Covid-19 e que pretende imunizar até dezembro cerca de três milhões de pessoas.

Nesta campanha, são elegíveis para serem vacinadas as pessoas com 60 ou mais anos de idade, os residentes e profissionais dos lares de idosos e da rede nacional de cuidados continuados, as pessoas a partir dos 12 anos com doenças de risco, as grávidas com 18 ou mais anos e doenças definidas pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e os profissionais de saúde e outros prestadores de cuidados.

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BRAGA UNIDA NA SENSIBILIZAÇÃO E PREVENÇÃO DO CANCRO DA MAMA

‘Outubro Rosa’

Braga volta a apostar na sensibilização e prevenção do cancro da mama, através de um vasto programa promovido pelo Município, em parceria com o Hospital de Braga, a associação ‘Rosa Vida’ e a delegação de Braga da Liga Portuguesa contra o Cancro de forma a apoiar as vítimas desta problemática e seus familiares.

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Na apresentação do ‘Outubro Rosa’, realizada hoje, 20 de Setembro, a vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Sameiro Araújo, salientou que este é um programa que une vontades de diversas entidades com objectivos comuns. “Mais do que a importância da cura, é na prevenção que temos de apostar. Com este programa, pretendemos acima de tudo congregar esforços de diversas entidades e sensibilizar a população para a importância da prevenção, mas também ajudar todos os que ultrapassaram a doença a regressar à sua vida normal, adoptando um estilo de vida saudável”, referiu, salientando que o programa visa atingir o maior número possível de pessoas possível.

Com um conjunto de iniciativas programadas, o ‘Outubro Rosa’ será assinalado com dois laços gigantes que serão instalados no Arco da Porta Nova e no edifício da Câmara Municipal e, em colaboração com a Associação Empresarial de Braga, as lojas comerciais da Cidade também terão laços cor-de-rosa nas suas montras.

No dia 7 de Outubro, terá lugar uma conferência no Hospital de Braga para abordar os direitos dos doentes oncológicos e de 8 a 16 o centro comercial Braga Parque irá acolher uma banca solidária para angariação de fundos.

No dia 14, na Colunata de Eventos do Bom Jesus recebe o “Jantar Solidário”, um evento cujas verbas angariadas revertem a favor da associação ‘Rosa Vida’, que promove a melhoria da qualidade de vida de doentes com cancro da mama, seus familiares e amigos.

Já para o dia 16 de Outubro, está agendado um dos pontos altos do programa com a realização da ‘Race For The Cure’ Portugal num formato diferente que tem como cenário os escadórios do Bom Jesus. As inscrições têm um custo de 5€ por participante e devem ser efectuadas online em https://www.raceforthecure.eu

No dia 21, haverá um concerto solidário no Espaço Vita e no dia 30, no centro comercial Braga Parque, terá lugar um ‘flash mob’ de cavaquinhos com a presença de 200 participantes, assim como o Fórum Rosa. O programa inclui ainda um workshop no Hospital de Braga direccionado para turbantes oncológicos.

A associação ‘Rosa Vida’ passa a apoiar ainda o Projecto Pulsar do Município de Braga, um programa de actividade física para doentes oncológicos, em reabilitação, cuja importância se repercute não só para a reabilitação física dos utentes, mas também para a sua recuperação psíquica e social. Este apoio vai permitir dotar o Pulsar de actividades como a Hidroterapia e o Pilates Clinico.

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SAÚDE MENTAL FOI MOTE PARA WORKSHOP EM PONTE DA BARCA

“Podemos ir ao fundo, o truque é não ficar lá”

Saúde Mental. Termo escutado com bastante frequência na atualidade. Mas o que realmente significa? Foi com o objetivo de contribuir para a literacia sobre a Saúde Mental, em contexto pessoal, social, profissional e educacional, que a Câmara Municipal de Ponte da Barca promoveu hoje, no auditório municipal, um workshop sobre esta temática, especialmente dirigido aos professores e funcionários do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca, aos encarregados de educação, às IPSS que prestam apoio à infância, designadamente creche e pré escolar, e APPACDM.

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Como explicou a Vereadora da Educação, Rosa Maria Arezes, que falava na sessão de abertura, “a autarquia de Ponte da Barca decidiu promover este worskshop no arranque de mais um ano letivo, por considerar que se trata de um tema cada vez mais pertinente em contexto educacional”. Opinião partilhada pela Vereadora da Saúde, Diana Sequeira que acrescentou, ainda, que “o contexto pandémico que se viveu veio acentuar e expor ainda mais a importância de se cuidar da saúde física e psicológica e a necessidade de promover a educação para a saúde”.

A sessão, conduzida por Nuno Cardoso, formador na área comportamental e Recursos Humanos, com licenciatura em Psicologia e Educação Física e Desporto, Mestrado e Doutorando em Psicologia do Desporto, serviu para desconstruir o conceito de Saúde Mental, que para muitos ainda é tabu.

Com recurso a uma linguagem clara e exemplificativa, o orador abordou a experiência emocional nas suas várias componentes, explorando-a à luz do auto conhecimento, da reflexão pessoal e da forma como nos relacionamos connosco e com os outros, a capacidade de lidar eficazmente com os desafios diários,  com as adversidades, com as exigências, saber dar a melhor resposta, através duma melhor percepção da ansiedade e do “rastilho” que a provoca, e a forma de controlar as nossas emoções. No fundo, ter a noção de que tudo começa no nosso pensamento, e ter a capacidade de saber pedir ajuda.

O workshop foi muito bem acolhido pelo público presente e, devido à pertinência do tema, ficou a promessa de, em breve, a autarquia promover uma sessão aberta a toda a comunidade.

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MUNICÍPIO ARCUENESE ASSINA CONTRATO PARA MELHORIA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez assinou o contrato interadministrativo de colaboração entre a CIM Alto Minho, os seus Municípios Associados, a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte) e a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM).

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O objetivo é avançar, de forma articulada, com elaboração de projetos para a realização obras de requalificação e melhoria das unidades de cuidados de saúde primários de Arcos de Valdevez e do Alto Minho, para posterior enquadramento em diversos instrumentos de financiamento, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência.

Para João Manuel Esteves, Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez “Este contrato vem reforçar a proximidade e a cooperação municipal com as instituições de saúde, em prol da melhoria na qualidade dos serviços de saúde prestados a nível local e regional”

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, numa parceria com a ULSAM, já realizou anteriormente investimento na requalificação da envolvente ao Centro de Saúde e na extensão do Centro de Saúde de Soajo, bem como no apoio ao combate à pandemia da Covid-19.

Com esta proximidade e parceria na área da saúde, pretende-se apoiar a população e reforçar da qualidade dos serviços prestados e a melhoria dos cuidados de saúde e bem-estar.

MONÇÃO: LAÇO VERDE NO EDIFICIO DO LORETO

Alusivo à doença de Alzheimer, visa alertar e sensibilizar a população para uma realidade cada vez mais presente na nossa sociedade.

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Ao longo de setembro, mês dedicado à doença de Alzheimer, a Associação Dinamicamente promove o III Encontro “Lembra-te Quem És”, através da realização de várias atividades que visam alertar, sensibilizar e consciencializar a população para uma realidade cada vez mais presente na nossa sociedade.

Respondendo ao desafio da associação junto da população, instituições públicas e estabelecimentos comerciais, a Câmara Municipal de Monção colocou um laço verde no Edifício do Loreto, incentivando, desta forma, a participação da comunidade monçanense nesta iniciativa.

No âmbito da campanha de sensibilização para esta doença neurodegenerativa, terá lugar no dia 17 de setembro, sábado, pelas 15h00, na Biblioteca Municipal de Monção, a apresentação do livro “Faz de conta que és a minha avó´”, da autoria de Lívia Bueno.

No dia 21 de setembro, quarta-feira, assinalando o Dia Mundial de Pessoa com Doença de Alzheimer, está prevista uma palestra subordinada à temática. Com início às 21h00, decorre no salão nobre da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Monção. A entrada é livre.

Pequenos gestos fazem uma grande diferença

“Vamos espalhar laços de esperança e apoio a cuidadores e pessoas com demência”.

PÓVOA DE LANHOSO EVOCOU DIA MUNDIAL PARA A SENSIBILIZAÇÃO E CONSCIENCIALIZAÇÃO MUSCULAR DE DUCHENNE E DE BECKER

A Câmara Municipal Póvoa de Lanhoso associou-se à evocação do Dia Mundial para a Sensibilização e Consciencialização da Distrofia Muscular de Duchenne e de Becker (DMD /BMD), que se assinala a 7 de setembro.

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Aceitando o repto da APN – Associação Portuguesa de Neuromusculares, o edifício dos Paços do Concelho da Póvoa de Lanhoso esteve iluminado de vermelho, durante a noite de 6 para 7 de setembro.

O objetivo foi chamar à atenção dos cidadãos da Póvoa de Lanhoso para a existência desta doença neuromuscular, rara, que afeta 1 em cada 3.500 crianças do sexo masculino. Dado que a doença também afeta algumas mulheres, embora as sintomáticas sejam muito poucas em todo o mundo, existe um número significativo de portadoras da mutação que pode ser transmitida aos seus filhos.

Por isso, este ano, a iniciativa é alusiva à campanha "Duchenne e as Mulheres", colocando o foco no impacto desta distrofia na vida do género feminino: mães, investigadoras, portadoras da doença, embaixadoras da mesma e outras representantes que vivem afetadas por esta distrofia.

A Póvoa de Lanhoso juntou-se assim a um movimento mundial que desafiou à iluminação, com a cor vermelha, de edifícios emblemáticos de cada território. Segundo a World Duchenne Organization (WDO), tal simboliza a união de todas as organizações internacionais, neste dia mundial, e permite cumprir o segundo objetivo - o de unir os doentes de Portugal aos do resto do mundo.

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ATIVIDADES DO BARCELOS SAUDÁVEL REGRESSAM JÁ NA PRÓXIMA SEMANA

AULAS DECORREM NO PAVILHÃO MUNICIPAL DE SEGUNDA A QUINTA-FEIRA

O Município de Barcelos reinicia na próxima segunda-feira, dia 12 de setembro, as atividades do Barcelos Saudável, do Centro Municipal de Marcha e Corrida de Barcelos, um programa de aulas de exercício físico para a saúde.

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As aulas, com a duração de 50 minutos, decorrem no Pavilhão Municipal de Barcelos às segundas e quartas-feiras, às 18h, e às terças e quintas-feiras, com três horários distintos, 17h00, 18h00 e 19h00.

Para frequentar as aulas de atividade física, os utentes deverão inscrever-se previamente através do e-mail desporto@cm-barcelos.pt e, posteriormente, aderir ao Programa Nacional de Marcha e Corrida/Centro Municipal de Marcha e Corrida de Barcelos que tem um custo anual de 10€.

O programa Barcelos Saudável é um projeto integrativo, adaptando-se aos diferentes géneros, idades e condição física dos utentes, sendo determinante para que muitos dos seus participantes desenvolvam a prática regular de exercício físico.

A prática regular de uma atividade física, ou seja, por definição, de qualquer movimento muscular de que resulte um gasto energético superior ao do repouso, traz benefícios a nível físico, social e psicológico a todas as pessoas, mesmo às que tiveram ou têm algum grau de incapacidade ou limitação, constituindo um pilar fundamental para um estilo de vida saudável. Bastam 30 minutos de atividade física diária moderada, para se começar a obter benefícios para a saúde.

Para mais informações, deverá enviar e-mail para desporto@cm-barcelos.pt.

MONÇÃO ASSINALA DIA MUNDIAL DA DISTROFIA MUSCULAR DE DUCHENNE

Esta noite, a Estátua da Danaide/Brasão Deu-la-Deu Martins ilumina-se de vermelho para assinalar a data.

O Município de Monção associa-se à Associação Portuguesa de Neuromusculares na celebração do Dia Mundial da Distrofia Muscular de Duchenne (DMD), 7 de setembro, iluminando com a cor vermelha a Estátua da Danaide/Brasão Deu-la-Deu Martins.

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Nesta iniciativa, marcada para esta noite, mais de 50 monumentos nacionais em várias localidades do pais vão iluminar-se de vermelho, de forma a sensibilizar a população para esta doença neuromuscular rara, que afeta, principalmente, os bebés do sexo masculino.

O Dia Mundial para a Consciencialização da Distrofia Muscular de Duchenne foi instituído no dia 7 de setembro de 2014. Em todo o mundo, a data assinala-se com a realização de iniciativas variadas e conferências científicas, que pretendem chamar a atenção para a existência da doença e para a sua identificação precoce.

A Distrofia Muscular de Duchenne (DMD) é uma doença genética, ligada ao cromossoma X, que afeta 1 em cada 3.500 crianças do sexo masculino. A edição de 2022, dedicada ao tema “As Mulheres e a Duchenne”, pretende alertar a sociedade para o facto de, embora muito raramente, a doença poder, também, afetar as mulheres.

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ARCOS DE VALDEVEZ: BLOCO DE ESQUERDA QUESTIONA GOVERNO PELA FALTA DA ESPECIALIDADE DE RADIOLOGIA NO CENTRO DE SAÚDE

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda entregou, na Assembleia da República, uma pergunta ao Ministério da Saúde, devido à falta da especialidade de radiologia no Centro de Saúde de Arcos de Valdevez. 

O Centro de Saúde de Arcos de Valdevez, que integra a Unidade Local de Saúde do Alto Minho, é dotado de unidades de saúde familiar, de unidade de cuidados de saúde personalizados, unidade de cuidados na comunidade e de unidade de serviços e apoio geral, dando resposta a uma população que ascende às 20 mil pessoas residentes no concelho de Arcos de Valdevez.

Esta unidade de cuidados de saúde está a deparar-se com algumas dificuldades no que concerne ao serviço de radiologia. De acordo com denúncias que têm chegado ao Grupo Parlamentar do Bloco por utentes, o equipamento de raio-x está avariado desde dos finais de 2020, causando transtorno à população local. Os utentes que necessitem de recorrer a este serviço têm de se deslocar aos serviços privados existentes no concelho ou deslocarem-se a Viana do Castelo ou a Ponte de Lima. 

Lembramos que a Unidade Local de Saúde do Alto Minho garantiu à imprensa, em junho de 2021, que o problema com o raio-x iria ser resolvido em breve, como se pode consultar na notícia: https://www.barcafm.pt/ulsam-garante-reabertura-em-breve-do-raio-x-do-centro-de-saude-de-arcos-de-valdevez/

Esta situação é altamente penalizadora dos utentes que se vêm impedidos de aceder aos cuidados de saúde de proximidade de que necessitam e aos quais têm direito e que estão privados há mais de ano e meio e apesar das promessas de resolução rápida. O Bloco de Esquerda considera fundamental que sejam tomadas medidas para reparar esta situação rapidamente. 

O Bloco de Esquerda pretende saber se o governo tem conhecimento da situação e que medidas estão a ser implementadas para solucionar a situação descrita. 

Por último, os deputados do Bloco, questionam a razão de a administração da USLAM anunciar a resolução do problema em junho de 2021, e não estar solucionado. 

ASSINATURA DE CONTRATO PARA MELHORIA DOS CUIDADOS DE SAUDE DO ALTO MINHO

No caso concreto de Monção, proceder-se-á à elaboração do projeto para a requalificação do Centro de Saúde de Monção.

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O Presidente da Câmara Municipal de Monção, António Barbosa, esteve presente ontem, em Ponte de Lima, na assinatura do contrato interadministrativo de colaboração entre a CIM Alto Minho, os dez municípios associados, a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte) e a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM).

No total, os dez municípios da CIM do Alto Minho e a ULSAM submeteram candidaturas no valor aproximado de 7 milhões de euros. Cerca de 3,5 milhões, valor sem IVA, já estão aprovados. Os restantes 3,3 milhões de euros, referem-se ao contrato assinado ontem, o qual contempla a requalificação estrutural de unidades de saúde da região, não envolvendo a instalação de novos equipamentos.

No âmbito deste contrato, os municípios vão proceder, de forma articulada, à preparação de projetos para obras de beneficiação das unidades de saúde primárias, visando, posteriormente, o respetivo enquadramento nos instrumentos de financiamento, nomeadamente, na componente C1 – Saúde do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência português.

No caso concreto de Monção, proceder-se-á à elaboração do projeto para o Centro de Saúde de Monção. Os técnicos municipais já realizaram um primeiro levantamento e identificação dos investimentos necessários para requalificação estrutural do edifício.

Esta intervenção, que tem sido reivindicada pelo Município de Monção nos últimos anos, representa, de acordo com António Barbosa, um passo em frente na prestação de melhores cuidados de saúde à população de Monção, vindo de encontro às reais e legitimas necessidades dos profissionais de saúde e utentes.

O Centro de Saúde de Monção, localizado junto a rotunda que dá acesso à EN 202 e EN 101, integra a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), sendo dotado de Serviço de Urgência Básico (SUB), servindo uma população que ascende às 20 mil pessoas.

CÂMARA DE CAMINHA PREPARA OBRAS DE BENEFICIAÇÃO DOS CENTROS DE SAÚDE DE CAMINHA E VILA PRAIA DE ÂNCORA

Aprovado contrato no âmbito da CIM permitirá aceder a financiamento comunitário

Está dado o primeiro passo para que possam vir a ser realizadas importantes obras de beneficiação nos centros de saúde de Caminha e Vila Praia de Âncora. O Executivo aprovou, na sua última reunião, a minuta do Contrato Interadministrativo de Colaboração entre a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, os dez municípios associados, a Administração Regional de Saúde do Norte e a Unidade Local de Saúde do Alto Minho. O objetivo é a candidatura conjunta a fundos comunitários que, concluída a parte burocrática nos vários municípios, irá avançar.

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Tendo em vista esta candidatura conjunta a fundos do PRR foram realizadas reuniões prévias com os coordenadores do Centro de Saúde de Caminha e USF Vale do Âncora (Unidades de Saúde de Caminha), Município e ULSAM de forma a ser elaborado pelos profissionais de cada Unidade de Saúde o levantamento de necessidades de intervenção para potencializar a qualidade dos serviços de saúde, de forma a clarificar as necessidades.

Após ser realizado o levantamento de necessidades pelos profissionais de saúde de ambas as Unidades de Saúde do concelho, o mesmo foi remetido à ULSAM. Estão assim devidamente identificadas as necessidades de cada unidade, que permitirão elaborar os respetivos projetos.

A decisão de trabalhar para uma candidatura conjunta no âmbito da CIM teve em conta o facto de que, na atribuição das novas competências aos municípios, encontra-se a saúde. Os signatários ponderaram também os desafios estruturais que esta atribuição de competências visa e o propósito de garantir o acesso à saúde de qualidade, considerando que o acesso ao financiamento adequado se faz através de fundos comunitários para melhoria de infraestruturas e equipamentos.

O contrato valoriza a importância dos centros de saúde ao defender que “os cuidados de saúde primários são cuidados de proximidade e o pilar do sistema de saúde português. O melhor caminho para atingir a meta da cobertura universal em saúde e garantir a acessibilidade aos cidadãos é dotar o território de infraestruturas que isso potenciem. Estes valores e objetivos são de grande importância para os municípios pois promovem o acesso, em tempos adequados, a cuidados de saúde atempados, eficientes e de qualidade”.

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PÓVOA DE LANHOSO ASSOCIA-SE À CAMPANHA “CONTRA O MELANOMA – À PARTIDA VALE TUDO!”

O Município da Póvoa de Lanhoso, através do Pelouro da Saúde, está a colaborar com a Liga Portuguesa Contra o Cancro – Departamento de Educação para a Saúde do Núcleo Regional do Norte na Campanha de Verão 2022 “Contra o Melanoma – à partida vale tudo!”.

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Neste sentido, no passado dia 28 de julho, realizaram-se duas ações de sensibilização, especificamente direcionadas para funcionários/as da Autarquia Povoense e para a população sénior do concelho.

Para a dinamização da primeira destas ações, contou-se com a colaboração da Divisão de Ambiente e Obras Municipais da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e de funcionários que desempenham as suas funções ao ar livre. Tratou-se de uma sessão presencial de abordagem pedagógica pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, que decorreu no auditório do Centro Interpretativo Maria da Fonte.

Para a dinamização da sessão presencial dirigida à população sénior, contou-se com a participação de cerca de 120 pessoas utentes da rede concelhia de Centros de Convívio e de algumas Instituições Particulares de Solidariedade Social. Este momento decorreu nas imediações do centenário Carvalho de Calvos.

Estas duas sessões representam a concretização das Ações 3 e 4. A participação Povoense nesta campanha abrange ainda outras ações: a Ação 1 – (In)Formar para Prevenir, que objetivou a formação dos monitores do Espaço Jovem servindo  como preparação para a dinamização da Ação 2 – “Contra o Melanoma, à partida vale tudo!”, dirigida às crianças e jovens participantes no programa municipal de ocupação de tempos livres Férias Ativas – Verão 2022.

Até ao momento, foram abrangidas cerca de 75 crianças/jovens, distribuídas pelos três  grupos do programa Férias Ativas 2022, sendo que se pretende alcançar a totalidade de participantes no programa que rondará 140 crianças/jovens. No âmbito da dinamização de atividades de Educação para a Saúde “As minhas Aventuras Contra o Sr. Escaldão”, a cada participante foram oferecidas uma lancheira e uma pulseira para medição da radiação ultravioleta. Está ainda prevista a disponibilização de informação direcionada para a comunidade em geral.

O cancro da pele é o cancro mais comum no mundo e o principal fator de risco é a exposição excessiva aos raios UV do sol que penetram e danificam a pele ao longo do tempo. A incidência de todos os cancros da pele está a aumentar, mas o cancro de pele é uma das formas de cancro mais tratáveis, com uma taxa de recuperação muito alta. Especial cuidado deve ser tomado para proteger as crianças, pois a sobreexposição solar durante a infância aumenta o risco de desenvolver cancro da pele ao longo da vida. Assim, informar, sensibilizar e prevenir é fundamental!

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PÓVOA DE LANHOSO PROPORCIONA RESPOSTA MÉDICA E DE ENFERMAGEM A UTENTES SEM MÉDICO DE FAMÍLIA

A partir de hoje, 1 de agosto, o Agrupamento de Centros de Saúde Cávado II (ACES) - Gerês/Cabreira II vai disponibilizar uma nova resposta unicamente direcionada para os utentes da Póvoa de Lanhoso sem médico de família.

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Esta resposta será assegurada através de uma equipa constituída por médico, enfermeiro e secretário clínico. Para o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Frederico Castro, esta solução “é muito importante, porque estamos a falar de 400 utentes que estavam sem médico de família”.

Não se trata aqui de médico de família, mas sim de suprir as necessidades dos utentes, que passam a ter cobertura assegurada ao nível dos serviços médicos e de enfermagem. “A partir de 1 de agosto, resultado do trabalho do ACES e da colaboração que a Câmara Municipal tem prestado, todos os habitantes da Póvoa de Lanhoso terão serviço médico garantido”, refere o autarca Povoense, mostrando-se muito satisfeito. “É mais um passo em frente nos serviços de Saúde e na qualidade de vida das pessoas”.

O serviço funcionará duas vezes por semana nas instalações do Centro de Saúde da Póvoa de Lanhoso, sobretudo no período da manhã. Os utentes já estão a ser contactados para aferir se continuam sem médico de família e para, mantendo-se essa situação, verificar se manifestam interesse em marcar consulta.

De entre outros aspetos, a colaboração da Câmara Municipal passou pela criação de condições para estes profissionais poderem desenvolver o seu trabalho. Frederico Castro destaca o “trabalho de equipa” entre a Câmara Municipal e o ACES, “até porque estamos a caminhar no sentido de assinar o auto de transferência na área da Saúde e tudo isto tem sido feito em conjunto com o ACES”.

No processo de delegação de competências, o autarca Povoense tem expectativa de que as condições para os municípios sejam melhoradas. “Ainda não assinamos o auto para a área da Saúde, porque entendemos que os interesses do concelho ainda não estavam salvaguardados. É uma questão de tempo, as condições têm vindo a ser reforçadas e as nossas reivindicações [as reivindicações dos municípios portugueses] têm sido cada vez mais atendidas. Não queremos saldo positivo na delegação de competências, mas também não queremos saldo negativo”.

BRAGA E BARCELOS: PCP DENUNCIA “CAMPANHA VERGONHOSA PELA PRIVATIZAÇÃO DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE”

PCP denúncia campanha vergonhosa pela privatização do Serviço Nacional de Saúde

  • O encerramento temporário de urgências nos hospitais de Braga e Barcelos e as dificuldades de funcionamento de diversas unidades de cuidados primários de saúde confirmam necessidades de investimento
  • Governo do PS não pode continuar a limitar-se a anunciar medidas com formato e concretização indefinida
  • PS, PSD, Chega, IL e CDS rejeitam sucessivamente propostas do PCP

No distrito de Braga são muitas as necessidades de investimento no Serviço Nacional de Saúde (SNS). O encerramento temporário de urgências nos hospitais de Braga e Barcelos e as dificuldades de funcionamento de diversas unidades de cuidados primários de saúde confirmam isso mesmo.

A situação verificada no Hospital de Braga é grave e tem potenciado manobras oportunistas de sectores políticos e sociais empenhados na crescente privatização do SNS e no negócio da doença.

A Direcção da Organização Regional de Braga (DORBraga) do PCP denúncia a campanha vergonhosa que PSD, Chega, IL e CDS têm vindo a concretizar pelo retorno do Hospital de Braga à gestão privada, favorecendo os interesses dos grupos privados do sector. Daí as recentes deslocações oportunistas ao hospital do presidente do PSD e de delegações da IL e CDS e os seus apelos à transferência de recursos para os grupos privados. Igualmente negativa e grave é a posição de Ricardo Rio, que a partir do cargo de presidente da Câmara Municipal de Braga, tem tomado parte activa nesta campanha.

Apesar das “lágrimas de crocodilo” destes partidos e responsáveis políticos, importa realçar que a situação actual resulta de muitos anos de desinvestimento, subfinanciamento e sobretudo de degradação da situação dos profissionais de saúde ao mesmo tempo que existiu uma forte aposta dos grupos privados da saúde nos últimos anos na sua capacidade e instalações.

Os vários governos e também o actual sabiam que ao desvalorizarem as carreiras, ao desrespeitarem os profissionais, ao desorganizarem os serviços estavam a contribuir para os empurrar para fora do SNS e a tornar os serviços públicos menos atractivos para os jovens profissionais que se vão anualmente formando.

Na recente discussão do Orçamento do Estado para 2022, o PCP destacou que para garantir que o Serviço Nacional de Saúde tem capacidade de assegurar os cuidados a que os utentes têm direito é necessário dotá-lo de profissionais de saúde em número adequado. Sem trabalhadores da saúde, nos hospitais e nos centros de saúde, compromete-se o acesso às consultas, cirurgias, exames e tratamentos. As dificuldades na contratação e fixação de profissionais têm causas: sem condições de trabalho; sem carreiras dignas; sem progressão nem desenvolvimento profissional; sem remuneração justa – perdem-se trabalhadores para o privado ou para a emigração.

Os problemas do Hospital de Braga não resultam do fim da PPP mas sim da falta de investimento no SNSApesar da persistência da carência de meios por responsabilidade dos governos do PS, que os resultados dos últimos concursos para a contratação de médicos não resolvem, o Hospital de Braga apresenta indicadores que superaram significativamente a atividade contratualizada com o Estado, em áreas tão relevantes como as primeiras consultas, consultas subsequentes e cirurgias, comprovando o acerto da decisão de reversão da PPP de gestão clínica do Hospital.

Relativamente às instalações do Hospital de Braga, o PCP propôs a afectação de verbas com vista à sua ampliação, tendo em conta que o Hospital tem vindo a recorrer ao aluguer de instalações a privados para conseguir responder às necessidades de cirurgias. Apesar da sua “súbita comoção”, importa realçar que estas propostas mereceram a rejeição por parte do PS, PSD, IL e Chega.

Durante 10 anos de gestão privada do Hospital de Braga, apesar dos inúmeros problemas que afectaram Braga e a sua população – recordemos a recusa de medicamentos a utentes, a transferência indevida de utentes para outros hospitais, o corte de serviços em várias especialidades médicas ou ainda o encerramento das urgências pediátricas durante a noite – nunca o Município emitiu um comunicado, nunca se ouviu a voz preocupada do Presidente Ricardo Rio, o que é bastante revelador da hipocrisia da posição que hoje diz defender. É lamentável que o presidente da Câmara Municipal de Braga, em tantos anos, apenas tenha vindo a público agora para dar voz aos interesses dos grupos privados que fazem da doença um negócio!

O fim da PPP que geria este hospital foi uma importante decisão para a qual foi decisiva a constante intervenção do PCP. Como era de prever, desde então mantém-se uma feroz batalha de propaganda, desvirtuando factos, omitindo dados fundamentais, explorando carências reais que persistem, procurando confundir a população e criar as condições para fazer andar para trás o que luta e a contribuição do PCP fizeram andar para a frente.

Os anúncios de medidas feitos pelo Governo na área da saúde, em grande parte de concretização ainda bastante indefinida, mostram que continua a atirar ao lado no que diz respeito às medidas que se exigem e impõem. Mais ainda, o que já se conhece do Estatuto do SNS aprovado pelo Governo constitui um evidente recuo em relação à nova Lei de Bases de Saúde aprovada em 2019, incluindo opções legislativas que estão longe de ser a solução para os problemas da saúde.

O problema das urgências hospitalares não se resolve com mais contratação de tarefeiros, nem impedindo as pessoas, que não têm mais nenhuma alternativa quando estão doentes, mesmo que com pouca gravidade, de lá irem. E também não se pode resolver com o encerramento de mais serviços de urgência, sejam obstétricas, pediátricas ou gerais, afastando ainda mais as populações das respostas a que têm direito. Resolve-se garantindo as condições para atrair e reter mais especialistas nos hospitais públicos e assegurando às populações uma resposta efectiva para os casos de doença aguda, mas não grave, nos cuidados primários de saúde.

Os problemas não se resolvem com novas PPP seja na gestão, seja na construção de novas unidades.

Neste sentido, relativamente à construção de novas instalações do Hospital de Barcelos, em coerência com o conteúdo do projecto de resolução aprovado na Assembleia da República, que prevê que a  construção do Hospital tenha financiamento do Orçamento do Estado e que a sua construção e a gestão sejam públicas e não decorram de parcerias público-privadas, o Grupo Parlamentar do PCP apresentou uma proposta com vista a dotação de verbas para este efeito na discussão do Orçamento do Estado. Mais uma vez, os votos contra de PS, PSD, Chega e IL impediram a sua aprovação. Pese embora este desfecho, o PCP continuará empenhado na salvaguarda do carácter público da construção e gestão pública do novo Hospital e na garantia do seu correspondente financiamento.

Ao não tomar medidas eficazes o Governo do PS está deliberadamente a permitir a degradação do SNS e a favorecer os grupos privados da saúde. É que estes grupos não só garantem boa parte do seu financiamento com transferências do SNS (cerca de 40% da despesa corrente), como prosperam tanto mais quanto maiores forem as dificuldades do SNS. E o que o Governo se prepara para fazer é entregar mais uma fatia do SNS ao privado, apresentando essa opção como uma falsa inevitabilidade.

Se o Governo quiser reforçar o SNS, o que tem a fazer é pôr fim ao seu subfinanciamento, bem patente no défice previsto de mais de mil e cem milhões de euros para 2022.

Se quer de facto valorizar o SNS, o que tem a fazer é melhorar as remunerações dos seus profissionais, garantir uma efectiva progressão na carreira e aplicar medidas urgentes como a proposta do PCP de dedicação exclusiva, com um aumento de 50% da remuneração base, a bonificação do tempo de serviço para uma mais rápida progressão na carreira e outros apoios.

Se o Governo quer defender o SNS, tem de garantir - tal como propõem o Conselho Nacional de Saúde e a Comissão para a reforma da Saúde Pública nomeada pelo próprio Governo -, uma verdadeira reforma da área da saúde pública, cuja importância a epidemia de COVID-19 veio sublinhar, garantindo-lhe efectivamente mais meios e profissionais para as funções estratégicas que desempenha. Melhor teria sido que o Governo PS tivesse concretizado as medidas que desde 2015 o PCP tem vindo sistematicamente a propor, muitas delas aprovadas em deliberações da Assembleia da República ou incluídas no Orçamento do Estado, e que consecutivamente não foram aplicadas.

A DORBraga do PCP reclama que o Governo tome imediatamente as medidas necessárias para suprir as necessidades existentes de forma a que os Hospitais de Braga e Barcelos possam garantir todos os serviços à população e apela à mobilização de utentes e profissionais em defesa dos seus direitos e do SNS.

CAMINHADA «ROTA SOLIDÁRIA» - PARA AJUDAR NA LUTA CONTRA O CANCRO

Domingo, 9h00, Multiusos de Fafe

Numa iniciativa do Município de Fafe, e que conta com o apoio da Junta de Freguesia de Fafe, da Cruz Vermelha de Fafe e do Grupo Restauradores da Granja, e das marcas Intermarché e E-Leclerc, realiza-se este domingo, dia 17 de julho, a Caminhada «Rota Solidária».

Com esta atividade pretende mobilizar-se um elevado número de participantes. O valor da inscrição (4,00 euros) reverte a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

Para participar basta proceder à inscrição na TICKETLINE - Rota solidária -, seguindo este link:

https://ticketline.sapo.pt/evento/rota-solidaria-65300

No local, estarão instalados insufláveis para que as crianças possam desfrutar de alguma animação extra enquanto os pais cumprem o circuito de caminhada. Esta valência terá supervisão com pessoal técnico especializado.

A cada participante será entregue um «kit» que contemplará 1 t-shirt, barritas energéticas, água e fruta. O ponto de encontro é no Parque da Cidade, no Multiusos de Fafe, às 9h00, onde será possível efetuar inscrições de última hora. Por esta causa: mobilize, colabore, participe!

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FAFENSES CAMINHAM CONTRA O CANCRO

Município de Fafe une-se à Liga Portuguesa Contra o Cancro e promove caminhada ''Rota Solidária'' este domingo

O Município de Fafe realiza este domingo, 17 de julho, a caminhada ''Rota Solidária'', uma iniciativa que visa apoiar a Liga Portuguesa Contra o Cancro, instituição para a qual reverterá o valor das inscrições, e destacar a importância do exercício físico na prevenção das doenças oncológicas. O evento conta com a participação de Aurora Cunha, ex-atleta olimpíca e muito reconhecida pelo seu percurso desportivo.

A caminhada de cinco quilómetros terá início com uma sessão de aquecimento e exercícios de relaxamento no final. O ponto de encontro será no Pavilhão Multiusos de Fafe, às 9h00 da manhã. No local, será possível fazer as inscrições ou apresentar o comprovativo de inscrição para levantamento de um kit. Haverá também atividades para as crianças, nomeadamente insufláveis vigiados onde os mais pequenos se poderão divertir fazendo desta uma atividade para toda a família.

O evento conta com o apoio da Junta de Freguesia de Fafe, da Cruz Vermelha de Fafe e do Grupo Restauradores da Granja, bem como do Intermarché e do E-Leclerc. Os bilhetes podem ser adquiridos na Ticketline, nas lojas Worten ou no Multiusos de Fafe no próprio dia.

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FAMALICÃO RENOVA ACORDO DE COOPERAÇÃO COM REDE SOLIDÁRIA DO MEDICAMENTO

Aprovada em reunião de câmara a renovação do acordo de cooperação com Associação Dignitude

O Município de Famalicão vai reforçar o apoio anual concedido para a aquisição de medicamentos solidários. A participação do município famalicense na Rede Solidária do Medicamento envolve um apoio potencial de 135 euros anuais, por cada beneficiário do agregado familiar, previamente sinalizado e identificado pelos serviços de Ação Social da autarquia. Trata-se de um aumento de 35% relativamente ao apoio anteriormente concedido.

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A renovação do acordo de cooperação entre a Câmara Municipal e a Associação Dignitude (IPSS), no âmbito do Programa abem: Rede Solidária do Medicamento foi aprovada ontem em reunião de câmara e envolve um investimento municipal global de 50 mil euros, sendo que o montante remanescente dos apoios concedidos será assegurado pela associação protocolada.

Refira-se que a cooperação entre o Município e a Associação Dignitude remonta a 2020 e, nestes dois anos, já beneficiaram cerca de um milhar de munícipes. Com este acordo, a autarquia famalicense pretende continuar a dar resposta às necessidades coletivas no domínio da saúde e da ação social, nomeadamente, as necessidades farmacêuticas das famílias que vivem em situação de insuficiência económica, alargando a abrangência do programa que já dispõe de Atribuição de Comparticipação de Medicamentos, previsto no Código Regulamentar sobre Concessão de Apoios.

O programa abrange todos os agregados familiares cuja capitação seja inferior a 50% do Indexante dos Apoios Sociais (IAS), mais concretamente 221,60€, sendo a comparticipação dada a 100% na aquisição de medicamentos comparticipados pelo Serviço Nacional de Saúde e sujeitos a receita médica. Excluem-se, deste âmbito, todos os indivíduos institucionalizados.

FAMALICÃO: DEPUTADO DO PARTIDO SOCIALISTA VISITOU NOVA UNIDADE DA MISERICÓRDIA

“Centro de Demências de Riba de Ave é de vanguarda europeia”

O deputado do PS à Assembleia da República Eduardo Oliveira visitou as instalações do Centro de Investigação, Diagnóstico, Formação e Acompanhamento das Demências (CIDIFAD), a nova unidade funcional da Santa Casa da Misericórdia de Riba de Ave, no concelho de Vila Nova de Famalicão, que implicou um investimento da instituição na ordem dos 20 milhões de euros.

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Eduardo Oliveira foi recebido por Salazar Coimbra, administrador-delegado da Misericórdia de Riba de Ave, que fez uma visita guiada pela nova estrutura de saúde mental.

“O Centro de Demências da Misericórdia de Riba de Ave é um equipamento de vanguarda europeia. É um grande investimento na saúde mental por parte da Misericórdia de Riba de Ave, com condições de última geração, sendo um tipo de estrutura que pode funcionar em convénio com o Serviço Nacional de Saúde, à semelhança do que já acontece com Hospital de Riba de Ave”, afirmou Eduardo Oliveira, após visitar a instituição, na segunda-feira, 27 de junho.

Refira-se que, segundo informações prestadas por Salazar Coimbra, em 2021, o CIDIFAD já recebeu 38 utentes de hospitais públicos de vários pontos do país, metade dos quais dementes sujeitos a cuidados paliativos.

O deputado socialista ouviu de Salazar Coimbra “as necessidades da instituição”, designadamente ao nível da “regulamentação das demências” para que o apoio ao Serviço Nacional de Saúde possa ser mais efetivo.

O Centro de Investigação, Diagnóstico, Formação e Acompanhamento das Demências junta-se ao Hospital Narciso Ferreira e outras valências de apoio social também administradas pela Santa Casa da Misericórdia de Riba de Ave.