A Frutivinhos vai fazer embarcar, na próxima semana, rumo à antiga terra dos czares, as primeiras de um total de 18 mil garrafas da marca de vinho com o nome do segundo rei de Portugal.
Em honra do “Rei Povoador”, que há 814 anos atribuiu o foral a Vila Nova de Famalicão, a cooperativa agrícola famalicense batizou a gama de vinhos que comercializa, três verdes e três espumantes (branco, tinto e rosé), a partir das uvas de 40 a 50 produtores locais do concelho, com o nome de D. Sancho I.
Com uma produção anual próxima dos 400 mil litros de vinho, a Frutivinhos, quase a fazer 60 anos de existência e cuja base exportadora se limitava até agora ao mercado da saudade e a Inglaterra, vai iniciar um novo capítulo na sua história, partindo à conquista da Rússia. “O vinho é bom”, garante Alberto Carvalho, presidente desta cooperativa agrícola, confiante nesta nova fase de afirmação internacional do D. Sancho I, que leva consigo também a marca de Vila Nova de Famalicão.
E foi "com os olhos postos no mundo” que a Frutivinhos apresentou esta quarta-feira, 31 de julho, o novo rótulo da marca vocacionado para a exportação, numa sessão inserida no Roteiro Pela Inovação, com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.
“São vinhos muito bons e com enorme potencial para serem apreciados no mundo inteiro”, declarou o autarca. Palavras em evidente contexto de simpatia, mas que não deixam de expressar o entusiasmo com que Paulo Cunha olha para a qualidade dos vinhos verdes produzidos em Famalicão. “O que o concelho – e a Frutivinhos, em particular – tem hoje para oferecer são vinhos jovens, frescos e leves, que evidenciam a variedade e qualidade das castas autóctones e que espelham a riqueza do nosso território no setor dos vinhos”.
Famalicão apresentou novo rótulo para a exportação pela Frutivinhos, nos Serviços Educativos do Parque da Devesa.
O vinho D. Sancho I, assim batizado em honra do Rei Povoador que há 814 anos atribuiu o foral a Vila Nova de Famalicão, vai chegar à Rússia. A Frutivinhos - Cooperativa Agrícola de V.N. Famalicão, que comercializa a marca, envia na próxima semana o primeiro de dez contentores com cerca de 18 mil garrafas cada para a terra dos czares. Com esta encomenda, a Frutivinhos inicia um novo capitulo da sua história, alargando a sua base exportadora que até agora se cingia ao mercado da saudade e a Inglaterra.
É com os olhos postos no mundo que a cooperativa apresentou na passada quarta-feira, 31 de julho, nos Serviços Educativos no Parque da Devesa, o novo rótulo da marca vocacionado para a exportação, no âmbito do Roteiro pela Inovação de Vila Nova de Famalicão, com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.
A Frutivinhos produz anualmente entre 350 a 400 mil litros de vinho, dividido por seis referências: três verdes e três espumantes (branco, tinto e rosé), a partir das uvas de 40 a 50 produtores locais do concelho. “O vinho é bom”, diz Alberto Carvalho, presidente da Frutinhos, confiante nesta nova fase de afirmação internacional do D. Sancho I, que leva consigo também a marca de Vila Nova de Famalicão.
Apresentação de novo rótulo para a exportação pela Frutivinhos, quinta-feira, 31 de julho, pelas 17h00, nos Serviços Educativos do Parque da Devesa
O vinho D. Sancho I, assim batizado em honra do Rei Povoador que há 814 anos atribuiu o foral a Vila Nova de Famalicão, vai chegar à Rússia. A Frutivinhos - Cooperativa Agrícola de V.N. Famalicão, que comercializa a marca, envia na próxima semana o primeiro de dez contentores com cerca de 18 mil garrafas cada para a terra dos czares. Com esta encomenda, a Frutivinhos inicia um novo capitulo da sua história, alargando a sua base exportadora que até agora se cingia ao mercado da saudade e a Inglaterra.
É com os olhos postos no mundo que a cooperativa apresenta quinta-feira, 31 de julho, pelas 17h00, nos Serviços Educativos no Parque da Devesa, o novo rótulo da marca vocacionado para a exportação, no âmbito do Roteiro pela Inovação de Vila Nova de Famalicão, com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.
A Frutivinhos produz anualmente entre 350 a 400 mil litros de vinho, dividido por seis referências: três verdes e três espumantes (branco, tinto e rosé), a partir das uvas de 40 a 50 produtores locais do concelho. “O vinho é bom”, diz Alberto Carvalho, presidente da Frutinhos, confiante nesta nova fase de afirmação internacional do D. Sancho I, que leva consigo também a marca de Vila Nova de Famalicão.
Atleta de Celorico de Basto foi vice-campeão europeu em artes marciais na modalidade de Sanda na Rússia
Jorge Ricardo Pinto, atleta celoricense, esteve na Rússia, de 14 a 21 de Maio, e tornou a participação da Seleção Nacional de Wushu da Federação Portuguesa de Artes Marciais Chinesas (UPD(FPAMC) no Campeonato Europeu ainda mais brilhante ao sagrar-se vice-campeão na modalidade de Sanda.
Moscovo foi a cidade que acolheu mais um campeonato europeu e Celorico de Basto viu o seu guerreiro no pódio com a conquista de mais uma medalha, desta vez de prata, numa prova de alto nível onde estiveram presentes os melhores lutadores da Europa.
No regresso a Portugal, o atleta mostrou-se muito satisfeito com o resultado obtido, “todas estas conquistas fazem com que todo o trabalho árduo, tanto meu como do meu treinador seja recompensado no final com estes prémios e estas vitórias alcançadas, mas ambicionando sempre mais.”
O atleta integra a Associação Lutador Incansável, de Celorico de Basto, uma associação reconhecida pelos resultados atingidos a nível nacional e internacional e conta com o Mestre Joaquim Cunha, como treinador. Pratica Sanda há 10 anos a esta parte, uma das duas disciplinas oficiais de competição do Wushu moderno. O Sanda é uma forma de combate livre em plataforma elevada chamada “leitai”, em que os atletas competem usando equipamento de proteção. À exceção de técnicas e métodos ilegais, os atletas de Sanda podem aplicar técnicas de braços, de pernas e projeções de todos os estilos de wushu.
O Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto felicitou o atleta pelos resultados alcançados e pela forma brilhante como tem representado o seu concelho e o seu país.“É um orgulho, Jorge Pinto é o exemplo de um atleta incansável, com um empenho incondicional diário e uma dedicação a toda a prova, tudo isto misturado com a paixão que nutre pelas diferentes modalidades que pratica e uma equipa técnica de excelência só podem levar a resultados muito positivos. Celorico de Basto e o país estão gratos”.
É importante recordar que Jorge Pinto foi também, em Março deste ano, vice- campeão do Mundo de K1, modalidade que também pratica.
Proximamente em junho deste ano irá representar a Seleção Nacional em Sanda no campeonato internacional em Espanha, mas o objetivo principal do atleta e da equipa técnica é integrar a comitiva que participará no campeonato do Mundo em Shangai, na China, em Novembro próximo.
O Embaixador da Rússia em Portugal, Mikhail L. Kamynin, foi recebido esta Quinta-feira, 21 de Fevereiro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, que esteve de visita a Braga a convite da InvestBraga. Nesta deslocação, Mikhail L. Kamynin teve a oportunidade de conhecer o dinamismo da Cidade e da região, assim como o seu ecossistema económico e empresarial.
O presidente da Câmara Municipal de Braga e da InvestBraga, Ricardo Rio, reconheceu a importância da visita dos embaixadores ao Concelho no trabalho de promoção do potencial de Braga nas suas várias dimensões. “A Rússia é uma referência mundial pelo seu potencial económico, pela sua dimensão demográfica e pela ligação histórica que existe entre os dois países”, sustentou Ricardo Rio.
A visita do Embaixador da Rússia foi uma primeira abordagem deste diplomata e uma oportunidade única para mostrar o que Braga faz de melhor, desenvolver contactos, identificar parceiros e cimentar as relações entre Braga e a Rússia para um futuro a médio e longo prazo de oportunidades de cooperação.
Antes de ser recebido nos Paços do Concelho, o embaixador visitou o Altice Forum Braga, a Reitoria da Universidade do Minho e o seu Departamento de Física, onde contactou também com um grupo de estudantes russos.
Sobre a InvestBraga
A InvestBraga, a Agência para a Dinamização Económica de Braga, atua como o braço económico do município e tem como missão promover o desenvolvimento económico da região. Através da atração de investimento e de empreendedores, e com a inovação como um dos seus fios condutores, a agência aposta na credibilização do município enquanto parceiro de negócio junto de investidores nacionais e internacionais. A InvestBraga assume como missão a de colocar Braga no mapa do investimento, do empreendedorismo e da inovação.
Um lote de vinhos da Adega Cooperativa de Ponte de Lima recebeu a semana passada, medalhas de ouro e prata em mais uma edição da PRODEXPO (Feira Internacional de Vinhos) a maior exposição do sector na Europa Oriental, realizada em Moscovo, Rússia.
Moscovo PRODEXPO 2019 Vinhos da Adega Ponte de Lima novamente distinguidos.
O principal produto da empresa limiana, o Loureiro Colheita Selecionada, voltou a receber medalha de ouro (tal como em 2018) no Concurso de Vinhos e Bebidas Espirituosas, realizado no âmbito daquele evento internacional. Mas desta vez, a Presidente da Direcção, Celeste Patrocínio, trouxe na bagagem mais prémios: outros dois galardões daquele metal precioso foram conquistados pelos vinhos Adamado e o Rosé, e ainda a prata para o Loureiro e Aguardente vínica Velha!
Para participar naquela Feira anual do sector vinícola, Portugal fez-se representar a convite da CAP (Confederação dos Agricultores de Portugal) por 35 empresas, metade das quais cooperativas ou privadas, oriundas principalmente dos concelhos de: Almeirim, Favaios, Pegões, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Celorico de Basto, Vila Nova de Gaia e Torres Vedras.
A PRODEXPO nesta sua 26ª edição que decorreu de 11 a 15 de Fevereiro último, ocupou uma área de 100 mil metros quadrados, com 2300 expositores provenientes de 60 países. O número de visitantes ultrapassou os 50 mil, salientando-se o interesse por parte de muitos estrangeiros, proporcionando assim a abertura de novos mercados de exportação para os produtos apresentados.
Recorde-se, que a Adega Cooperativa de Ponte de Lima foi fundada há sessenta anos, produzindo actualmente 9 vinhos, 3 espumantes e 2 aguardentes.
Alguns dos vinhos ora medalhados integram a lista para a degustação enogastronómica que o eurodeputado da Segurança Alimentar, José Inácio Faria, do Movimento Partido da Terra / PPE, vai organizar na Primavera próxima em Bruxelas. O acontecimento, a realizar no Parlamento Europeu, designado de Semana de Portugal / Minho, regista já duas dúzias de produtos aderentes, como vinhos, doces, salgados e enchidos, para além de um menú tradicional dos portugueses.
Adega de Ponte Lima ganha Medalhas de Ouro, Prata e Distinções na Prodexpo 2018, Moscovo
A Adega Cooperativa de Ponte de Lima, presidida pela Dr.ª Celeste Patrocínio, recebeu, na maior feira de alimentos e bebidas da Rússia e o principal evento desse setor de toda a Eurásia, a Prodexpo, que comemora, em 2018, 25 anos, as seguintes Medalhas:
Ouro – Loureiro Colheita Seleccionada
Prata – Loureiro
Prata – Rosé
Distinções para Ouro do Lima e Adamado
A Adega
A Adega de Ponte de Lima foi fundada em 1959. Com sede na rua Conde de Bertiandos, na vila de Ponte de Lima – a vila mais antiga de Portugal – a Adega dispõe atualmente de uma capacidade de onze milhões e meio de litros. A Adega de Ponte de Lima, sendo a expressão institucional de cerca de 2000 produtores, seus familiares e trabalhadores, constitui sem dúvida a mais relevante estrutura – se se quiser – a maior empresa do concelho de Ponte de Lima.
Em 1998, a Adega obteve certificação de Qualidade pela Norma NP EN ISO 9001, atribuída pela APCER – Associação Portuguesa de Certificação, tornando-se, assim, a primeira adega do País a dispor desta certificação.
A Adega de Ponte de Lima insere-se na sub-região do Lima, uma das nove sub-regiões que integram a Região Demarcada dos Vinhos Verdes, a noroeste de Portugal, que pelas suas características naturais de solo e clima e pelas castas que possui, produz vinhos muito diferentes, mas com características comuns, medianamente alcoólicos, frutados e frescos.
Produção
Os vinhos da Adega de Ponte de Lima resultam da vinificação de uvas perfeitamente maduras de castas regionais, provenientes das vinhas dos seus associados, assegurando a autenticidade e o carácter do genuíno Vinho Verde.
Nos vinhos Brancos, o Loureiro tem expressão especial pela sua magnífica adaptação ao “terroir” da Ribeira Lima – berço do Loureiro – dando origem a um vinho muito apreciado pelo aroma e pelas suas excelentes características olfato-gustativas. Nos vinhos tintos destaca-se o Vinhão produzido exclusivamente da casta com o mesmo nome.
O Vinhão identifica-se pelo seu aroma inconfundível a frutos vermelhos e frutos silvestres e pelo seu requintado paladar.
Prémios 2017
VINHO VERDE ESPUMANTE LOUREIRO BRUTO
Ouro – Japão, Sakura
VINHO VERDE LOUREIRO PREMIUM 2016
Prata – Portugal , Concurso Vinhos de Portugal
Bronze – Hong Kong, Decanter Asia Wine Awards
VINHO VERDE LOUREIRO COLHEITA SELECCIONADA 2016
Ouro – Rússia, Prodexpo
Prata – Alemanha, Berliner Wine Trophy
Prata – Alemanha, Mundus Vini
Prata – Portugal, Wine Master Challenge
Bronze – Reino Unido, International Wine & Spirit Competiton
Alunos da Escola de Dança Ent'Artes continuam a ser premiados fora de portas. Carolina Costa, de 11 anos, foi admitida num estágio de Verão na Ballet Bolshoi Academy.
Professora Diana Sá Carneiro sublinha que o talento não chega e que a conquista é fruto de muito trabalho
O ano não podia começar de melhor forma para a jovem Carolina Costa. Com apenas 11 anos, a jovem bracarense conseguiu ser admitida para um estágio numa das mais antigas e prestigiadas escolas de ballet clássico, a Ballet Bolshoi Academy, nos Estados Unidos onde a jovem terá a oportunidade de aprender com alguns dos melhores professores do mundo.
A candidatura foi gravada e enviada por vídeo para o outro lado do Atlântico. O anúncio foi feito hoje, no entanto a aventura só começa em Junho. Para além de começar a ter aulas de ballet clássico, a jovem bracarense irá também frequentar aulas de Russo.
Diana Sá Carneiro, professora na escola de dança Ent'Artes, afirma que esta conquista "é fruto de muito trabalho" já que "talento não chega" para atingir os sonhos tão ambiciosos destes jovens. Segundo a mesma, os alunos da escola treinam cerca de 4 a 5 horas diárias passando por várias aulas como dança contemporânea, jazz e pilates.
De destacar que no ano passado a jovem bailarina arrecadou várias medalhas em competições como o concurso Internacional de Dança no Porto, onde foi medalha de prata, Dance World Cup Final em Offenburg, na Alemanha, onde ficou em terceiro lugar e ainda o Youth America Grand Prix, uma Semi-Final Europeia que decorreu em Paris, onde a bracarense de apenas 11 anos conseguiu ficar no top 12 na categoria Pré-Competitivo.
O atleta esposendense da BAKE (IOGKF-PORTUGAL), Joninhas Vilar, foi convocado para a Seleção Nacional de Karate que representará Portugal no 45º Campeonato da Europa de Cadetes, Juniores e Sub21, prova da WKF(World Karate Federation), que decorrerá em Sochi, na Rússia, entre os dias entre os dias 2 e 4 de fevereiro de 2018.
A Praça da República em Vila Praia de Âncora foi ontem à noite pequena para acolher o mar de gente que ali afluiu para assistir ao espectáculo de abertura do “ÂNCORA Folk’17”, um grandioso festival de folclore que teve como cenário a fachada da capela da Nossa Senhora da Bonança, padroeira dos pescadores desta típica vila minhota do concelho de Caminha.
O espectáculo decorreu até à 1 hora da madrugada e o público não arredou pé nem regateou o aplauso aos grupos participantes.
Este festival é organizado pelo Grupo Etnográfico de Vila Praia de Âncora e contou este ano com representações da Polónia, Espanha e Ossétia do Norte-Alânia (Rússia), respectivamente os grupos “The Slowianki Ensemble”, “Grupo Municipal Virgen del Mar” de Almeria e “Youth Dance Ensemble ARFAN”.
O “ÂNCORA Folk’17” prossegue com a realização de espectáculos hoje na Praça Conselheiro Silva Torres em Caminha, amanhã junto à Igreja de Âncora e, no dia 13, no Cine-Teatro dos Bombeiros Voluntários em Vila Praia de Âncora.
Comemora-se este ano o centenário da Primeira Guerra Mundial. Faz no próximo dia 28 de julho que as grandes potências europeias se envolveram num conflito que custou mais de 9 milhões de mortos em combate e 22 milhões de incapacitados e feridos graves, para além da fome, miséria e doença causada às populações civis de ambos os lados do conflito.
De um lado a Alemanha, o Império Austro-Húngaro e a Itália. Do outro, a França, o Reino Unido e o Império Russo. Em Portugal, após uma posição inicial de defesa dos territórios ultramarinos das intromissões alemãs, o governo da República viria em 1917 a decidir-se pelo envio de tropas portuguesas para o teatro de guerra europeu, tendo o Corpo Expedicionário Português (CEP) atingido perto de 200 mil mobilizados.
Com destino ao campo de batalha foi constituída a 4ª Brigada do Corpo Expedicionário Português, a célebre “Brigada do Minho” que, no dia 9 de abril de 1918, haveria de bater-se de forma heroica pela defesa das suas posições, acabando impiedosamente massacrada com um elevado número de mortos.
IV Brigada, o Minho em nós confia
Seu nome honrado entrega em nossas mãos
E seu nome, que soou, de sempre, a valentia
Aos quatro batalhões, - unidos como irmãos
Tudo a mesma Família - há-de servir de guia
Canção da «Brigada do Minho»
França - Julho de 1917
“A 4ª Brigada de Infantaria que desde 7 de Fevereiro do corrente ano de 1918 guarnecia e tinha a seu cargo a responsabilidade do sector de “Fauquissart”, tendo a cooperar com ela tacticamente o 6º Grupo de Metralhadoras Pesadas e as 4ªs baterias de morteiros médios e morteiros pesados, tinha as suas forças distribuídas no referido sector no dia 8 de Abril da seguinte forma:
Batalhão Infantaria 20: com sede do comando em Temple-Bar, ocupava o S.S.1. (Fauquissart I) com 3 companhias na 1ª linha e uma em apoio.
Batalhão Infantaria 8: com a sede do comando em Hyde-Park, ocupava o S.S.2. (Fauquissart II) com 3 companhias em 1ª linha e uma em apoio.
Batalhão Infantaria 29: com sede do comando em Red-House, constituía o apoio dos batalhões em primeira linha, tendo as suas companhias distribuídas pelos postos de apoio da 2ª linha.
Batalhão Infantaria 3: com sede do comando em “Laventie” constituía a Reserva tendo todas as companhias acantonadas nesta posição.
Morteiros médios e pesados, 4ª B.M.L., grupo de metralhadoras pesadas, achavam-se distribuídos pelas respectivas dos dois sub-sectores.
A 4ª Brigada de Infantaria ligava-se no seu flanco direito com a 6ª Brigada de Infantaria e no flanco esquerdo com uma Brigada Escocesa (119ª Brigada da 40ª Divisão Britânica) que havia dias ocupava o sector de "Fleurbaix", vinda da ofensiva do "Somme" de 21 de Março.
O efectivo da brigada achava-se extremamente reduzido, pois em principio de Abril faltavam-lhe em pessoal e animal, para o seu completo, aproximadamente 51 oficiais, 1300 praças e 85 solípedes, o que era devido não só ás baixas que dia a dia a brigada vinha sofrendo nas operações com o inimigo nas ainda ao rigor do clima a que os Portugueses não estavam habituados e ao violentos e árduos trabalhos que sem descanso eram exigidos ás tropas da Brigada, desde que seguiu da zona da retaguarda para a frente em 21 de Julho de 1917, primeiro para instrução em 1ª linha por enquadramento sucessivo de companhias, e depois de batalhões sem e com responsabilidade, nos sectores ocupados por tropas inglesas desde "Fleurbaix" a "Armentiére" e em "Beuvry" depois nas reparações do sector "Neuv-Chapelle", ocupado pela 2ª Brigada, durante o período intensivo de instrução no mês de Agosto e parte de Setembro de 1917; mais tarde na ocupação do sector de “Ferme du Bois” desde o dia 23 de Setembro, emq eu se rendeu a primeira B.I. até 30 de Dezembro porque foi rendida pela 2ª B.I., vindo, então, constituir a reserva da 2ª Divisão, e, logo em seguida além da instrução, empregada para o enterramento do cabo, e execução de urgentes reparações dos postos da linha das aldeias, do corpo, e ocupação efectiva de alguns dos mesmos, que eram batidos com insistência pelo inimigo e finalmente na ocupação do sector de “Fauquissart”, desde 7 de Fevereiro, em que rendeu a 6ª B.I., até ao dia 9 de Abril em que se deu a ofensiva alemã contra a frente portuguesa
Durante todo este período de tempo, em que decorreu de 21 de Julho de 1917 a 9 de Abril de 1918, comportaram-se as tropas da Brigada sempre de molde a merecer o elogio e louvor das instâncias superiores, quer Portuguesas quer Inglesas, repelindo com energia todos os "raids" e ataques inimigos e tendo evidenciado sempre uma alto espírito ofensivo, sempre que se encontrava em 1ª linha. É uma prova flagrante o enorme dispêndio de munições de metralhadoras, e de muitos morteiros especialmente em permanência no sector de “Ferme du Bois”, em que chegou a atingir o extraordinário consumo de 1352 projécteis de morteiros ligeiros no prazo de 24 horas, como deve constar dos mapas estatísticos existentes no C.E.P.
Não obstante a impecável disciplina e boa vontade sempre manifestada pelas tropas das unidades da Brigada no cumprimento dos seus deveres, era bem evidente o cansaço e a fadiga física das tropas, especialmente nos últimos tempos e, já, na ocupação do sector de “Fauquissart”, resultante do progressivo acréscimo de actividade de operações de bombardeamentos por parte do inimigo, especialmente de bombardeamentos a todo o momento, que demoliam quási por completo as trincheiras, impedindo a continuidade e regularidade das operações e aumentando o já de si duro, extremamente fatigante, trabalho das tropas da Brigada, sendo cada vez maiores as faltas no pessoal em virtude das baixas e dos doentes por fadiga, evacuados para os hospitais e, não sendo as mesmas preenchidas, resultava com o decréscimo dos efectivos num excessivo trabalho para os restantes, a acrescentar ao que já lhes competia”.
- Relatório da 4ª Brigada de Infantaria (do Minho). Corpo Expedicionário Português – 2ª Divisão
«Португалия: «Здесь русский дух...» Лиссабон é o título em russo de um guia da cidade de Lisboa, publicado pela editora Altheia, da autoria de dois jornalistas russos. “Portugal:" espírito russo aqui... “ Lisboa” constitui a sua tradução para a Língua portuguesa e exibe na capa a imagem de uma peça da ourivesaria tradicional minhota.
O presidente da Câmara de Viana do Castelo pediu ontem uma "reunião urgente" ao ministro da Defesa depois de confirmada a desistência do grupo brasileiro Rio Nave do negócio dos estaleiros locais.
O autarca José Maria Costa (PS) assumiu "profunda preocupação" com a situação dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), nomeadamente pela confirmação da saída dos brasileiros do processo de reprivatização.
"Solicitei uma reunião urgente ao senhor ministro da Defesa para me inteirar do ponto de situação deste processo e qual o cenário alternativo pensado pelo Governo, caso o processo da reprivatização não resultar", explicou.
O grupo russo RSI Trading é agora o único na corrida à venda dos estaleiros, depois de os brasileiros da Rio Nave terem desistido do negócio, conforme avançou ontem à Lusa fonte governamental.
Segundo a fonte, o grupo brasileiro, um dos dois selecionados para a última fase da reprivatização dos ENVC, já comunicou a intenção de "não manter" a proposta pela empresa pública portuguesa, perante a "indefinição" de Bruxelas em autorizar a conclusão do negócio.
"Face a estas notícias, quero ser informado da posição do Governo perante o arrastar desta situação, se já estão esclarecidas as dúvidas colocadas pela Comissão Europeia e qual será o plano procedimento a seguir para os ENVC, se Bruxelas não aceitar os esclarecimentos", disse ainda José Maria Costa.
O autarca tinha já anunciado, na segunda-feira, a realização na próxima semana de uma reunião com o secretário de Estado da Defesa, Paulo Braga Lino, para conhecer se existem "cenários alternativos" pensados pelo Governo para a empresa.
Contudo, José Maria Costa admitiu ontem a necessidade de antecipar este encontro, tendo em conta "os últimos desenvolvimentos", reclamando que a reunião seja com o ministro José Pedro Aguiar-Branco.
A venda da empresa está suspensa desde Dezembro devido a pedidos de esclarecimento apresentados pela Comissão Europeia ao Governo português, por dúvidas na atribuição de apoios estatais aos ENVC de 180 milhões de euros.
A propósito deste processo de investigação lançado por Bruxelas, elementos dos ministérios das Finanças e da Defesa reuniram-se ontem na Comissão Europeia.
O objetivo, precisou à Lusa fonte ligada ao processo de reprivatização, passa por convencer as autoridades comunitárias da necessidade de "concluir rapidamente" a venda da empresa e "salvaguardar os postos de trabalho".
A mesma fonte admitiu a "esperança" numa intervenção do presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, nomeadamente "sensibilizando" os representantes dos vários países para esta operação.
Apesar deste impasse, o grupo russo RSI Trading já confirmou o prolongamento por mais um mês da validade da proposta, que entretanto expiraria, o mesmo não acontecendo, assim, com os brasileiros da Rio Nave.