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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ROMARIA DE SÃO JOÃO D’ARGA (CAMINHA) E ROMARIA DE S. BARTOLOMEU (PONTE DA BARCA) ELEITAS ENTRE AS 7 MARAVILHAS DA CULTURA POPULAR

O Minho está de parabéns! Duas das romarias com as quais se candidatou ao concurso “7 Maravilhas da Cultura Popular” promovido pela RTP – a Romaria de São João D’Arga em Caminha e a Romaria de S. Bartolomeu, em Ponte da Barca – foram distinguidas como as vencedoras.

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As demais foram o Bailinho da Madeira, o Criptojudaísmo de Belmonte, as Festas em Honra de Nossa Senhora dos Remédios (Lamego), Os Santeiros de São Mamede do Coronado (Trofa) e o Colete Encarnado (Vila Franca de Xira).

Este concurso que em nada fez por desmerecer o valor de outras candidaturas, procurou seleccionar as “7 Maravilhas da Cultura Popular portuguesa” nas categorias de Artesanato, Mitos e Lendas, Festas e Feiras, Músicas e Danças, Rituais e Costumes, Procissões e Romarias, Artefactos.

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ROMARIA DE SÃO JOÃO D'ARGA A UM PASSO DE SE TORNAR UMA DAS “7 MARAVILHAS DA CULTURA POPULAR”

Votação começou hoje, através do 760 207 761, e decorre até ao próximo sábado . Catarina Furtado e José Carlos Malato conduzem os programas do próximo sábado na RTP

A Romaria de São João d’Arga está a um passo de ser classificada como uma das “7 Maravilhas da Cultura Popular”. A candidatura, apresentada pelo Município de Caminha, ultrapassou seis fases, em que a avaliação foi realizada em parte por um painel de especialistas e posteriormente pelo público, através do voto por telefone. As votações abriram hoje para a etapa decisiva e terminam no programa de sábado, dia 5 de setembro, à voz dos apresentadores Catarina Furtado e José Carlos Malato. O programa Daytime será transmitido pela RTP e RTP Internacional, a partir de Bragança, das 10H00 às 19H30, e a Gala Final a partir das 22H00.

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A Romaria de São João d’Arga realiza-se anualmente, desde há vários séculos, no Santuário de São João d’Arga, local onde se encontra a capela com o mesmo nome. É conhecida, principalmente, pelas suas danças e cantares e pela beleza típica dos trajes coloridos das suas romeiras, característicos do Alto Minho. Nela encontramos a riqueza das danças como o Vira, a Rosinha, o Malhão, a Góta da Serra d’Arga, a Cana-verde, a Tirana, etc., num encontro espontâneo de grupos de tocadores de concertinas, cantadores e dançarinos aos quais se juntam os romeiros no adro da capela.

Para a RTP, que promove a iniciativa, neste concurso, elege-se “o património cultural material e imaterial de Portugal, elevando a nossa cultura popular a um patamar de causa pública. O desafio é evidenciar a vivência e reconhecimento desse património e eleger o que de melhor Portugal tem, enfatizando as tradições, associadas a uma determinada região do país”.

Trata-se de uma inquestionável oportunidade para valorizar e promover não apenas o património em causa, neste caso a Romaria de São João d’Arga, mas todo o concelho. A votação é decisiva e, como referimos, começou hoje, através do 760 207 761, e decorre até ao próximo sábado.

CAMINHA: SÃO JOÃO D'ARGA JÁ NOS CHAMA À ROMARIA DO PRÓXIMO ANO

Este ano, a serra d’Arga conserva a sua pacatez por ocasião da festa a S. João. As rusgas e os romeiros não sobem a serra com os seus cantares característicos. Não há bailaricos, cantadores ao desafio nem aguardente com mel para aquecer o corpo e a alma. Mas, a romaria concorre a uma das 7 Maravilhas da Cultura Popular. E, quem sabe, não irá ganhar? Resta-nos a lembrança de outros anos e a esperança em dias melhores!

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A Romaria de S. João d’Arga, no concelho de Caminha, é provavelmente a mais genuína de todas as romarias do Minho e, quiçá, de Portugal inteiro. Quem nunca subiu a penedia daquele maciço montanhoso jamais esteve tão próximo de Deus e respirou tamanha beleza da criação divina.

A mais de oitocentos metros de altitude, em pleno santuário da natureza, situa-se a capelinha do S. João d’Arga, rodeada de quarteis onde se alojam os peregrinos. E, em redor, num sublime hino ao Criador, a vida selvagem revela-se em todo o seu esplendor. Os garranos apascentam livremente nos planaltos agrestes da serrania e a vegetação respira o ar livre das impurezas da civilização humana.

A quebrar a tranquilidade e pacatez das gentes serranas, o S. João d’Arga chama os peregrinos que, de terras distantes, ali acorrem em devoção ou por simples atração pela folia. E, com eles, misturados nos ranchos de romeiros, lá vêm os tocadores de concertina que, durante a noite inteira, vão animar a festa com os seus cantares brejeiros a lembrar as cantigas medievais de escárnio e maldizer.

Aqueles que por fé sincera ali vão no cumprimento de uma promessa dão três voltas em redor da capela, findas as quais se dirigem ao seu interior para depositar uma esmola ao santo… e outra ao diabo! Assim convém para que este, ao longo do ano, não faça tantas diabruras…

Em regra, as promessas a S. João d’Arga têm a ver com pedidos de cura de verrugas, quistos, doenças de pele e infertilidade ou ainda ajuda para arranjarem casamento. De resto, como veremos, a devoção a S. João d’Arga revela cultos ancestrais ligados a ritos de fertilidade.

Pelo caminho, os romeiros passam junto ao “penedo do casamento” onde têm o costume de lançar uma pedra para que esta ali fique, no cimo dele, dependendo das tentativas feitas para o conseguir com êxito o tempo de espera para a concretização do desejo.

Não estão fáceis os tempos que correm. Apesar disso, o penedo “arranja testo para qualquer panela”. E, imbuídos de fé, os solteiros não desistem:

Ó meu Senhor S. João

Casai-me que bem podeis

Já tenho teias de aranha

Naquilo que bem sabeis

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ROMARIA DE NOSSA SENHORA D’AGONIA: QUEM NÃO SENTE NÃO É VIANENSE!

Se o meu sangue não me engana

Como engana a fantasia

Havemos de ir a Viana

Ó meu amor de algum dia

Ó meu amor de algum dia

Havemos de ir a Viana

Se o meu sangue não me engana

Havemos de ir a Viana

 

Composição: Pedro Home De Mello / Alain Oulman

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Olhai como vão belas as mordomas da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia! Vê-de a chieira com que desfilam pelas ruas da cidade Princesa do Lima. O garbo com que envergam os trajes tradicionais que fazem a nossa identidade. O seu porte altivo e a alegria estampada nos rostos. E o povo, deslumbrado, a vê-las passar!

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Os fotógrafos santamartenses – o mesmo é dizer vianenses! - Sérgio Moreira & Sílvia Moreira – não perdem pitada para através da sua objectiva captar a sua beleza inigualável, a expressão dos seus rostos, a profundidade dos seus olhares e mostrar o encanto das nossas gentes. Crianças, avós, moças casadoiras… em todas as pessoas existe uma dignidade que a todos nos orgulha!

Como disse o poeta limiano Teófilo Carneiro:

Pintores de Portugal, ajoelhai!

Isto é um milagre, não é cor nem tinta!...

Mas não pinteis, pintores! Orai, rezai!

Uma beleza destas não se pinta!...

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A minha terra é Viana

Sou do monte e sou do mar

Só dou o nome de terra

Onde o da minha chegar

Ó minha terra vestida

De cor de folha de rosa

Ó brancos saios de Perre

Vermelhinhos de Areosa

 

Virei costas à Galiza

Voltei-me antes para o mar

Santa Marta saias negras

Tem vidrilhos de luar

 

Dancei a gota em Carreço

O Verde Gaio em Afife

Dancei-o devagarinho

Como a lei manda bailar

Como a lei manda bailar

Dancei em a Tirana

E dancei em todo o Minho

E quem diz Minho diz Viana

 

Virei costas à Galiza

Voltei-me então para o sol

Santa Marta saias verdes

Deram-lhe o nome de azul

 

A minha terra é Viana

São estas ruas estreitas

São os navios que partem

E são as pedras que ficam

É este sol que me abrasa

Este amor que não engana

Estas sombras que me assustam

A minha terra é Viana

 

Virei costas à Galiza

Pus-me a remar contra o vento

Santa Marta saias rubras

Da cor do meu pensamento

 

Composição: Pedro Home De Mello / Alain Oulman

Fotos: Sérgio Moreira & Sílvia Moreira

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CAMINHA: FESTA A SÃO JOÃO D'ARGA É UMA DAS MAIS GENUÍNAS ROMARIAS DE PORTUGAL!

A Romaria de S. João d’Arga, no concelho de Caminha, é provavelmente a mais genuína de todas as romarias do Minho e, quiçá, de Portugal inteiro. Quem nunca subiu a penedia daquele maciço montanhoso jamais esteve tão próximo de Deus e respirou tamanha beleza da criação divina. O Santuário de S. João d’Arga está para os cristãos – e em particular para os minhotos! – como Meca está para os muçulmanos.

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A mais de oitocentos metros de altitude, em pleno santuário da natureza, situa-se a capelinha do S. João d’Arga, rodeada de quarteis onde se alojam os peregrinos. E, em redor, num sublime hino ao Criador, a vida selvagem revela-se em todo o seu esplendor. Os garranos apascentam livremente nos planaltos agrestes da serrania e a vegetação respira o ar livre das impurezas da civilização humana.

A quebrar a tranquilidade e pacatez das gentes serranas, o S. João d’Arga chama os peregrinos que, de terras distantes, ali acorrem em devoção ou por simples atração pela folia. E, com eles, misturados nos ranchos de romeiros, lá vêm os tocadores de concertina que, durante a noite inteira, vão animar a festa com os seus cantares brejeiros a lembrar as cantigas medievais de escárnio e maldizer.

Aqueles que por fé sincera ali vão no cumprimento de uma promessa dão três voltas em redor da capela, findas as quais se dirigem ao seu interior para depositar uma esmola ao santo… e outra ao diabo! Assim convém para que este, ao longo do ano, não faça tantas diabruras…

Em regra, as promessas a S. João d’Arga têm a ver com pedidos de cura de verrugas, quistos, doenças de pele e infertilidade ou ainda ajuda para arranjarem casamento. De resto, como veremos, a devoção a S. João d’Arga revela cultos ancestrais ligados a ritos de fertilidade.

Pelo caminho, os romeiros passam junto ao “penedo do casamento” onde têm o costume de lançar uma pedra para que esta ali fique, no cimo dele, dependendo das tentativas feitas para o conseguir com êxito o tempo de espera para a concretização do desejo.

Não estão fáceis os tempos que correm. Apesar disso, o penedo “arranja testo para qualquer panela”. E, imbuídos de fé, os solteiros não desistem:

Ó meu Senhor S. João

Casai-me que bem podeis

Já tenho teias de aranha

Naquilo que bem sabeis

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Fotos: José Carlos R. Vieira

HOJE É 15 DE AGOSTO – O DIA EM QUE A MAIORIA DAS ALDEIAS DE TODO O PAÍS DEVERIA ESTAR EM FESTA!

Por todo o país, neste dia 15 de Agosto é costume haver festas em quase todas as pequenas localidades. Engalanam-se as igrejas e capelas, enfeitam-se os andores, erguem-se os arcos de romaria, estendem-se os festões, contratam-se os conjuntos musicais e os ranchos folclóricos e iluminam-se as ruas e o terreiro da festa. É o dia da padroeira!

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A aldeia recebe os seus emigrantes, aqueles que partiram para terras distantes no estrangeiro. E também aqueles que vivem na região de Lisboa ou noutras paragens. Juntam-se as famílias e os amigos revendo amizades e matando saudades. Antes que partam de novo e a terra regresse à sua habitual pacatez, entregue a um punhado de habitantes que são os guardiões da aldeia e seus costumes.

Este ano tudo é diferente. O pároco celebra a missa em honra da padroeira mas os fiéis mantêm a distância física entre si. Os santos já não saiem em procissão pelos caminhos a dar a volta ao cruzeiro. Não há música nem bailarico. Raios partam o maldito covid!

VAI O FOLCLORE CONTINUAR DE QUARENTENA NO PRÓXIMO ANO?

Há semelhança do que este ano acontece, em 2021 não deverá haver festivais de folclore, festas e romarias

Anuncia-se já a invevitabilidade de um novo surto de coronavírus a partir do próximo mês de Setembro. Entretanto, aguarda-se a disponibilização de uma vacina que terá entretanto de ser testada, produzida e distribuída em grande escala, propósito que levanta as mais sérias dúvidas – os países mais poderosos estão na primeira fila!

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A verificar-se tais previsões por parte das entidades sanitárias, pouco ou nada se alterará no próximo ano relativamente às medidas sanitárias. O folclore e as festas tradicionais constinuarão impedidas de realizar-se – são praticamente os únicos eventos actualmente proibidos! – e não voltaremos uma vez mais a pode realizar os nossos festivais, festas e romarias. Trata-se de um privilégio que continuará reservado apenas a alguns privilegiados…

Cumprindo os seus deveres de cidadania, as pessoas que se encontram ligadas à divulgação do folclore e da cultura tradicional – associações, ranchos e grupos folclóricos – suspenderam todas as actividades em conformidade com as directrizes do Governo e da Direcção-Geral de Saúde, na suposição de que tais medidas se destinavam à defesa da saúde pública.

Porém, a pretexto de que a democracia não pode ser suspensa, tem vindo a ser estabelecidas tantas expecções que já se tornaram regra e nos levam a questionar se o folclore representa de alguma forma um atentado à democracia ou está na origem da pandemia, justificando-se o carácter excepcional da sua proibição.

"CHORO SANTO"

"Choro Santo"

Rainha-Mãe, este ano não podes sair à rua, não podes abençoar o trabalho duro, moroso, exigente e perigoso dos nossos pescadores e homens do mar. Rainha-Mãe, encontraste em distanciamento, mas perto do nosso peito, em cada olhar e prece, dirigimo-nos a ti Rainha-Mãe !

Numa "Romaria" sem foguetes, sem barulhos mas com mentes barulhentas e olhares que falam. Rainha-Mãe, este ano o barco não andará, os milhões de forasteiros não sairão à rua, e não haverá os costumeiros foguetes, bombos, carrinhas de doçarias ou brinquedos que tocam, giram e entretém em troca de uns meros eurinhos. Rainha-Mãe, este ano não haverá isto... e só o Teu manto nos poderá valer ... nossa Rainha-Mãe!

Texto: Márcia Filipa Barbosa Passos / Designer: José Artur R. Passos

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PONTE DA BARCA: ROMARIA DE SÃO BARTOLOMEU TEM PROGRAMA DIGITAL

Foi apresentado no dia 5 de agosto, o programa da Romaria de São Bartolomeu 2020, no Jardim dos Poetas.

A apresentação foi feita por Augusto Marinho, Presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca, em conjunto com Pedro Bragança, Presidente da Associação Concelhia das Festas de São Bartolomeu, e José Silva, representante dos Presidentes de Junta de Freguesia.

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Neste ano completamente atípico, o programa é maioritariamente digital, tendo apenas alguns apontamentos presenciais, para assinalar momentos importantes, evitando assim aglomerados de pessoas. Foi ainda lançado o desafio a todos os Barquenses para pendurar os franjeiros à janela, para se manter o espírito e a memória da Romaria e colorir as ruas de Ponte da Barca, homenageando assim a Romaria de São Bartolomeu.

Para o Autarca Barquense, Augusto Marinho, “este ano a Romaria será diferente, e adequada ao momento que vivemos, devido a esta Pandemia que promoveu uma alteração social e de comportamentos muito forte. O reflexo na Romaria também se fez sentir, contudo conseguimos criar um programa alternativo, rico e diversificado, para alavancarmos o espírito da Romaria.”

Para o Presidente da Associação Concelhia de Festas de São Bartolomeu, Pedro Bragança, “as iniciativas inseridas no programa deste ano apelam para a memória e peço a todos os Barquenses que venham senti-la e não vivê-la”.

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