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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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GOVERNO CLASSIFICA PESCA NAS PESQUEIRAS DO RIO MINHO COMO PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL

A Direção-Geral do Património Cultural, através do Anúncio nº. 265/2022 de 30 de Novembro, publicado em Diário da República nº. 231/2022, Série II de 30 de Novembro, procedeu à inscrição da manifestação «Pesca nas Pesqueiras do Rio Minho» no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial

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LAMPREIA DO RIO MINHO: VALENÇA CAPACITA RESTAURAÇÃO COM PRODUTOS DO CONCELHO

A Câmara Municipal de Valença realizou uma ação de capacitação da restauração local focada na Lampreia do rio Minho.

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Esta ação de capacitação explorou as novas formas de confecionar e apresentar esta iguaria, nomeadamente, Lampreia estufada com cogumelos e Lampreia fumada com agridoce de cebola roxa, salteado de cogumelos selvagens e ovo líquido.

Trazer novos públicos a consumir lampreia, qualificar e diversificar a oferta de pratos, tendo por base este produto foi um dos objetivos desta ação.

Nesta ação de formação e capacitação participaram cozinheiros de vários restaurantes do concelho.

O Município pretende que a restauração de Valença apresente, além dos pratos tradicionais, sabores inovadores, atrativos e seguindo as novas tendências gastronómicas, tendo por base produtos endógenos de Valença, já qualificados, como é o caso da Lampreia do Rio Minho.

As  ações de capacitação foram financiadas pelo Programa Operacional Mar2020.

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INVENTARIAÇÃO DE CRUSTÁCEOS DO AQUAMUSEU DO RIO MINHO PUBLICADA EM REVISTA INTERNACIONAL

Divulgação da diversidade biológica do rio Minho: Uma das espécies foi registada pela primeira vez em Portugal.

Uma equipa de investigadores do Aquamuseu do rio Minho, em Vila Nova de Cerveira, inventariou um grupo de crustáceos da Ordem Amphipoda, presente no rio Minho, num trabalho conjunto com o CIIMAR - Universidade do Porto, que viu agora ser publicado na revista internacional Graellsia - uma importante publicação do Conselho Superior de Investigação Científica (CSIC) espanhol, editada, em Espanha, pelo Museu Nacional de Ciências Naturais.

Neste trabalho científico foram examinados 100 exemplares que se identificaram como pertencendo a 34 espécies. Destas, 23 espécies são novos registos para o rio Minho, incluindo uma espécie,  Parametopa kervillei Chevreux, 1901,  que é um novo registo para Portugal.

Estes invertebrados aquáticos são importantes em termos alimentares para outros grupos de organismos, assim como podem dar indicações da qualidade ecológica do estuário do rio Minho. O trabalho contribuiu, igualmente, para o conhecimento da biodiversidade do rio Minho e nacional, sendo uma referência de base para trabalhos futuros nesta área.

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MUNICÍPIO DE CAMINHA ASSINA AUTO DE RECONHECIMENTO DE FRONTEIRA DO RIO MINHO

Município de Caminha representado pelo Vereador João Pinto

A assinatura do auto de reconhecimento de fronteira do rio Minho entre os municípios portugueses e galegos realizou-se ontem, a bordo da lancha “NRP Rio Minho”, tendo o Município de Caminha sido representado pelo Vereador João Pinto.

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Na cerimónia participaram os autarcas de ambas as margens, assim como os comandantes das capitanias dos Portos de Caminha e de Tui, respetivamente Pedro Santos Jorge e Pablo Redondo.

Esta é uma cerimónia anual e acontece nos termos do artigo XXV e do artigo VIII, do anexo I, do Tratado de Limites entre Portugal e Espanha, assinado a 29 de setembro de 1864, altura em que foi reconhecida a linha fluvial do rio Minho, que serve de fronteira entre Portugal e Espanha, banhando vários municípios ribeirinhos.

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MUNICÍPIOS MINHOTOS E GALEGOS ASSINAM ATA DE VISTORIA DE FRONTEIRA

A assinatura do auto de reconhecimento de fronteira do rio Minho entre os municípios portugueses e galegos realizou-se, ontem, a bordo da lancha “NRP Rio Minho”

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Os autarcas de Monção, Salvaterra, As Neves e Arbo assinaram, ontem, a ata de vistoria de fronteira entre Portugal e Espanha em pleno rio Minho, juntamente com os restantes municípios portugueses e galegos banhados por aquele troço de água internacional.

A assinatura do auto de reconhecimento de fronteira do rio Minho entre os municípios portugueses e galegos realizou-se a bordo da lancha “NRP Rio Minho” com a presença dos autarcas de ambas as margens e o comandante da Capitania do Porto de Caminha, Pedro Santos Jorge, e do seu congénere de Tui, Pablo Redondo.

O embarque dos autarcas portugueses efetuou-se em Vila Nova de Cerveira e o dos autarcas galegos em Tui. O encontro entre as duas embarcações, lancha “NRP Rio Minho” e lancha “Cabo Fradera”, teve lugar em pleno rio Minho. A cerimónia oficial decorreu a bordo da lancha portuguesa.

O Município de Monção, representado pelo seu presidente, António Barbosa, assinou a ata de vistoria da fronteira entre os dois países com os seus homólogos galegos dos Ayuntamientos de Salvaterra do Miño, Marta Valcarcel, de As Neves, Xosé Manuel Mendez, e de Arbo, Horácio Gil Exposito.

A presente cerimónia enquadrou-se nos termos do artigo XXV e do artigo VIII, do anexo I, do Tratado de Limites entre Portugal e Espanha, assinado a 29 de setembro de 1864, quando foi reconhecida a linha fluvial do rio Minho que serve de fronteira entre os dois países.

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GOVERNO COLOCA A CONSULTA PÚBLICA A PESCA NAS PESQUEIRAS DO RIO MINHO PARA A SUA CLASSIFICAÇÃO COMO PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL

A Direção-Geral do Património Cultural, através do Anúncio n.º 191/2022, de 14 de setembro, publicado em Diário da República n.º 178/2022, Série II de 2022-09-14, coloca a consulta pública para efeitos de inscrição «Pesca nas Pesqueiras do Rio Minho» no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial.

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AQUAMUSEU DO RIO MINHO ACOLHE LONTRA FÊMEA PROVENIENTE DE PROGRAMAS DE INVESTIGAÇÃO E CRIAÇÃO EM CATIVEIRO

Transferência decorre ao abrigo do Protocolo de Cooperação Científica entre o Município de Vila Nova de Cerveira e a Estação Biológica Internacional Douro-Duero.

Ao abrigo do Protocolo de Cooperação Científica entre o Município de Vila Nova de Cerveira e a Estação Biológica Internacional Douro-Duero, o Aquamuseu do Rio Minho acolheu uma lontra fêmea, de forma gratuita e definitiva. A lontra chegou, no dia 9 de agosto, a Vila Nova de Cerveira, transferida do Parque do Douro Internacional (Miranda do Douro).

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Nascida em cativeiro no dia 1 de junho de 2020 e filha de um casal de lontras oriundas de Alcobaça, a lontra fêmea encontra-se agora em fase de adaptação ao seu novo habitat. Para além da componente científica, associada ao estudo do comportamento destes animais em cativeiro, o Aquamuseu do Rio Minho pretende sensibilizar o público que o visita para a importância da qualidade da água e das margens dos rios e dos ribeiros para a sobrevivência das lontras, bem como alertar para os riscos associados à introdução de mamíferos exóticos que competem com esta espécie, como é o caso do visão americano​.

Recorde-se que o Município de Vila Nova de Cerveira, assinou, no passado dia 15 de junho, um Protocolo de Cooperação Científica com Estação Biológica Internacional Douro-Duero, considerando a cooperação fundamental para o desenvolvimento dos territórios. Em sequência do protocolo, ambas as entidades comprometeram-se a levar a cabo um trabalho de cooperação científica e de investigação partilhada nos rios transfronteiriços Minho e Douro, com intercâmbio de dados na monitorização dos seus ecossistemas aquáticos.

O Município de Vila Nova de Cerveira, através do Aquamuseu do Rio Minho, tem por missão divulgar o património natural da Bacia Hidrográfica do Rio Minho e o património cultural associado à pesca artesanal do Rio Minho internacional, assim como, promover o conhecimento científico sobre os recursos naturais e etnográficos, estabelecendo para o efeito, parcerias e colaborações com Universidades de Investigação em Portugal e Espanha. Já a Estação Biológica Internacional Duero-Douro é uma organização luso-espanhola, para conservação dos espaços naturais transfronteiriços, através da investigação científica, a educação ambiental, o ecoturismo sustentável e a inovação tecnológica.

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AQUAMUSEU DO RIO MINHO SENSIBILIZA PARA A IMPORTÂNCIA DA REUTILIZAÇÃO

Ateliês de Verão realizam-se nos dias 19 e 26 de agosto e são dirigidos a crianças entre os 7 e os 13 anos.

Nos dias 19 e 26 de agosto, o Aquamuseu do rio Minho, em Vila Nova de Cerveira, desafia os mais novos a refletirem sobre a importância de “Reutilizar para reduzir”. Os ateliês de verão decorrem nos jardins do Aquamuseu, entre as 14h30 e as 16h30, e têm como público as crianças entre os 7 e os 13 anos.

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Nestes ateliês, os participantes vão experimentar criar, de uma maneira fácil e rápida, pequenas carteiras de bolso ou de ombro onde poderão guardar moedas, notas, documentos ou papeis, reutilizando embalagens tetrabrik. O objetivo é fomentar a reutilização de materiais de maneira a reduzir a nossa pegada ecológica e assim contribuir para um planeta mais sustentável.

A participação nos ateliês de verão do Aquamuseu está sujeita a inscrição (pelo telefone 251708026 ou via email para aquamuseu@cm-vncerveira.pt ) e é limitada a um grupo de 15 participantes.

BLOCO DE ESQUERDA QUESTIONA GOVERNO SOBRE BARCO INSTALADO NO ESTUÁRIO DO RIO MINHO

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda entregou, hoje, na Assembleia da República, um conjunto de questões ao Governo sobre a instalação de uma casa flutuante para alojamento local, em pleno estuário do Rio Minho e Coura. 

O rio Minho é um rio internacional, com 300 quilómetros, nasce na Serra de Meira, no estado espanhol e desagua entre Caminha e A Guarda. O estuário do rio Minho encontra-se localizado entre o concelho de Valença e a foz (Caminha), com uma extensão de 14 quilómetros, fazendo um pouco antes da sua desembocadura no oceano, uma junção com o rio Coura. No estuário do rio Minho, que abrange os concelhos de Valença, Vila Nova de Cerveira e Caminha, no distrito de Viana do Castelo, constitui uma zona húmida de elevado valor ecológico, que inclui águas estuarinas, o Sapal do rio Coura e Tamuge, e o Paul da Ribeira do Cerdal, um conjunto de habitats ocorrentes no rio (bancos de areia, vasa e ilhas) e respetivas margens.

 Segundo o Plano Sectorial da Rede Natura 2000 Relativo ao Território Continental: “Esta área alberga uma avifauna muito diversificada, com destaque para as aves aquáticas invernantes, que ocorrem em maior concentração entre os finais de outubro e os princípios de março. De notar a ocorrência da Águia-sapeira Circus aeruginosus, do Garçote Ixobrychus minutus, da Garça-vermelha Ardea purpurea e da Negrinha Aythya fuligula. Destaca-se ainda a ocorrência de grandes bandos de Pato-real Anas platyrhynchos e a nidificação da Galinha-de-água Gallinula choropus, do Galeirão Fulica atra e do Mergulhão-pequeno Podiceps ruficolis. É também um local importante de passagem migratória para passeriformes, nomeadamente as áreas de caniçal na confluência dos dois rios e as manchas de floresta aluvial”.

O Estuário do rio Minho é considera desde 1986 um refúgio de caça, é um sítio RAMSAR (Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional), uma Important Bird Area, Sítio da Rede Natura 2000, Zona de Proteção Especial para as Aves (ZPE) e Zona de Especial Protección para las Aves (ZEPA).

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda tem recebido denúncias da população dos concelhos do Alto Minho, no distrito de Viana do Castelo, sobre a instalação de uma casa flutuante no dia 22 de junho 2022, na margem esquerda do rio Coura, em Caminha, em pleno estuário do rio Minho. A casa flutuante é um alojamento turístico, propriedade da empresa “Reina Sofia House Boat” e tem como finalidade o alojamento turístico.

A situação tem criado muito desagrado na população local por estar instalada em zona protegida.

Os deputados do Bloco de Esquerda pretendem saber se o ministério do ambiente e da ação climática tem conhecimento da situação e se concorda com a instalação deste empreendimento comercial em pleno estuário do rio Minho.  

O Bloco de Esquerda quer saber se foram cumpridas todas as regras e licenças para estar atracado numa zona protegida e se foi solicitada à APA, Capitania e ICNF algum estudo ou parecer para a instalação do barco.

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VILA NOVA DE CERVEIRA: AQUAMUSEU CELEBRA 17º ANIVERSÁRIO COM UM FIM DE SEMANA DE ATIVIDADES

16 e 17 de julho

Visitas guiadas gratuitas, atelier “pintar a natureza”, exposição sobre o Rio Minho e atividade “dormir com os peixes” são alguns dos momentos do programa.

De forma a comemorar o 17º aniversário do Aquamuseu do rio Minho, que se assinala no próximo dia 13 de julho, o Município de Vila Nova de Cerveira preparou um conjunto de atividades para o fim de semana seguinte (16 e 17 de julho).

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As celebrações arrancam no sábado, dia 16, com a inauguração da exposição “Rio Minho – uma diversidade de inspiração”, às 10h00. Da parte da tarde, às 14h30, vai realizar-se o ateliê “pintar a natureza”. O dia termina com a receção das crianças que vão participar na atividade “Dormir com os peixes”, às 21h00. Já para domingo, foi preparada uma tarde divertida para os mais novos. Entre as 15h30 e as 17h00 vai realizar-se um espetáculo de animação infantil.

Durante o fim de semana será, ainda, possível usufruir de visitas guiadas gratuitas. As mesmas decorrem, nos dois dias, às 10h30. Será também dinamizada uma visita guiada encenada no sábado, às 16h00. No domingo, entre as 14h00 e as 18h00, a entrada no Aquamuseu é também gratuita.

As atividades são de participação livre, com exceção da atividade “Dormir com os peixes” que é dirigida a crianças dos 7 aos 13 anos e limitada a 20 participantes. Para este momento, a inscrição é obrigatória e pode ser feita pelo telefone 251 708 026 ou via email para aquamuseu@cm-vncerveira.pt.

PROGRAMA

16 de julho (sábado)

10h00 – Inauguração da exposição “Rio Minho – uma diversidade de inspiração”

10h30 – Visita guiada gratuita

14h30 às 15h30 – Ateliê “Pintar a natureza”

16h00 – Visita guiada encenada gratuita

21h00 – Receção das crianças - Início da atividade “Dormir­ com os peixes”

17 de julho (domingo)

10h30 – Visita guiada gratuita

14h00 às 18h00 – Entrada gratuita

15h30 às 17h00 – Espetáculo de animação infantil

O AECT RIO MINHO E AS EUROCIDADES POEM A CIRCULAR AS BICICLETAS ‘E-BIKE RIO MINHO’, O PRIMEIRO SERVIÇO DE GESTÃO VERDADEIRAMENTE TRANSFRONTEIRIÇO NA PENÍNSULA

O AECT Rio Minho, em parceria com as eurocidades Tui-Valença, Tomiño-Cerveira e Salvaterra-Monção colocaram hoje em circulação as ‘e-bike Rio Minho’, um serviço de partilha de bicicletas elétricas que nasce como o primeiro serviço de gestão verdadeiramente transfronteiriço em toda a Península Ibérica. Graças a esta iniciativa qualquer pessoa residente ou visitante poderá cruzar de um país a outro nas 46 bicicletas disponíveis de forma gratuita, simplesmente criando um cartão de utilizador ou descarregando a APP criada para este serviço.

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Para a inauguração do serviço realizou-se um circuito no qual estiveram presentes, não só representantes institucionais (do AECT Rio Minho, Deputación de Pontevedra, CIM Alto Minho, concelhos e CCDR-N), mas também residentes de todos os concelhos. Partiram comitivas desde Monção e Salvaterra e também de Tomiño e Cerveira, que se juntaram a Tui-Valença no Largo dos Comboios de Valença a meio da manhã. Desde aí fizeram um trajeto conjunto que passou simbolicamente pela ponte de ferro até à alfandega de Tui, onde se realizou os discursos oficiais.

O diretor do AECT Rio Minho, Rui Teixeira, sublinhou que este projeto é “um passo pequeno, mas muito importante no âmbito da sustentabilidade e do turismo. Temos as bicicletas da ‘Amizade’ e vão dar a conhecer o território a quem o visite”.

Por sua vez, o vice-diretor Uxío Benítez destaca que o serviço ‘e-bike Rio Minho’ é o primeiro projeto que realmente é gerido de forma partilhada entre os dois países, Galiza e Portugal. Sublinhou que se trata de uma iniciativa piloto que tem intenções de ampliação, pelo que se está a trabalhar na captação de mais fundos comunitários para aumentar o número de bicicletas disponíveis, o número de estações de carga e ancoragem, e também a inclusão de mais localidades do Rio Minho para além das eurocidades.

A presidente de Deputación de Pontevedra, Carmela Silva, destacou a “experiência única” que foi “sair de Valença e chegar a Tui” passeando com as bicicletas transfronteiriças “por essa ponte que é um símbolo internacional”. A presidente realçou a importância de “trabalhar juntos e juntas” para posicionar o território do sul da Galícia e o norte de Portugal “em projetos que vão trazer visitantes e que permitirão demonstrar os valores ambientais, culturais e patrimoniais que são um orgulho para todas e todos nós”. Estes projetos de futuro começam com “ideias concretas” como esta “e-bike Rio Minho” promovida pelo AECT Rio Minho, “uma das mais ativas que existem” e que “transforma o território para melhorar as vidas das pessoas”. 

O alcalde de Tui, Enrique Cabaleiro, manifestou a sua esperança de que a velha ponte de Tui seja no futuro um percurso onde circulem unicamente bicicletas e pessoas a pé, ideia de que pressupõem um grande “desafio”. Assim o sublinhou o presidente de câmara de Valença, Jóse Manuel Vaz Carpinteira, que assegurou que o desejo “não será fácil”, contudo servirá para potenciar a mobilidade suave e usufruir da paisagem e do património, assim como “fortalecer a relação entre eurocidades”.

A alcaldesa de Salvaterra, Marta Valcárcel, sublinhou no ato de hoje deu-se a conhecer o trabalho importante feito a partir do AECT Rio Minho e das Eurocidade sobre o meio ambiente e o turismo. “Esta mobilidade suave fomentará o atrativo e a visita aos nossos municípios”, disse, assegurando que desde Monção-Salvaterra está-se a trabalhar num projeto de modificação da sua ponte internacional (a 3ª com mais trânsito de toda a fronteira peninsular) para garantir um melhor espaço para as bicicletas e o turismo. O presidente de Monção, António Barbosa, por sua vez, salientou que haverá “um espaço com condições para circular em bicicletas e ir a pé” para potenciar o proveito da natureza, assim como destacou o importante papel do “AECT Rio Minho como mecanismo de transformação e afirmação deste território”.

Finalmente, a representantes de Tomiño, Sandra González, referiu o trabalho transfronteiriço. “Não podíamos ter passado mais obstáculos: a pandemia, a crise de bicicletas e a crise de microchips, contudo mesmo assim este projeto seguiu adiante. Não foi singelo, contudo fomos capazes de o fazer”, destacou, ao mesmo tempo, que lembrou que a iniciativa une duas peças que marcam o ADN da eurocidade, a mobilidade suave e a cooperação transfronteiriça: “Cada vez mais a UE valoriza mais estes projetos que cozem a fronteira e unem a povos vizinhos. As bicicletas vão ser muito usadas e os residentes vão se sentir mais próximos.”

O presidente da CIM Alto Minho, Manoel Batista, sublinhou, por sua vez, o projeto extraordinário que é o ‘e-bike’ que “marca uma ligação entre o território” e que permite a cada um de nós diminuirmos a nossa pegada ambiental. Salientou “o dinamismo extraordinário que o AECT Rio Minho está a conseguir levar aos territórios também com este projeto”.

Finalmente, o vice-presidente da CCDR-N, Beraldino Pinto, sublinhou a alegria de ver este projeto de partilha das bicicletas transfronteiriças reforçando a ligação entre o Norte de Portugal e Galiza. “Este projeto deve ser replicado em outros territórios porque vai em benefício das populações e ultrapassa barreiras que muitas vezes surgem e que aqui foram vencidas. O exemplo do AECT Rio Minho e dos municípios é de facto muito grande e temos de o usar para concretizar projetos como este. Um projeto que é evidência de uma boa utilização de fundos comunitários.”

O orçamento do projeto é de 90.000 euros, sendo financiado em 75% pelo FEDER através do POCTEP e o resto do AECT Rio Minho (Deputación de Pontevedra e CIM Alto Minho) e eurocidades. adicionalmente, o estado português, através do fundo ambiental conseguiu financiamento para a instalação de estações físicas de ancoragem na parte lusa, que pressupôs um investimento doutros 75.000 euros.

Como funciona o serviço?

As bicicletas do serviço ‘e-bike’ podem ser utilizadas de forma gratuita por qualquer pessoa, desde que resida num dos concelhos pertencentes ao território do AECT Rio Minho ou seja visitante pontual, podendo-se mover por todo o território ribeirinho das eurocidades durante um máximo de três horas diárias. Para usar uma bicicleta é necessário dirigir-se a um balcão de atendimento (Casa do Concello de Tomiño, Posto de Turismo de Cerveira, Oficina de Turismo de Tui – Corredera, Piscinas Municipais de Valença, Casa do Concello e Museo de Ciência de Salvaterra, Loja Interativa de Turismo e Posto de Informação de Turismo de Monção) e criar um utilizador ou descarregar a aplicação fazendo um deposito com um cartão de crédito que será devolvido passado 48 horas após a entrega da bicicleta caso esta não apresente danos.

As bicicletas disponíveis estão situadas em estações virtuais, no caso dos concellos galegos e em estações físicas no caso dos municípios portugueses. No caso da eurocidade de Tui-Valença existem estações na Praza da Inmaculada, na Estação de Comboios ou na Piscina Municipal, respetivamente. Esta eurocidade dispõem de 14 veículos que agora no verão podem circular entre as oito da manhã e as oito da noite (hora portuguesa). No caso de Tomiño-Cerveira existem 16 bicicletas com uma estação virtual em Tomiño na Praza do Seixo, por sua vez em Cerveira as estações estão na Praça do Município e na Avenida das Comunidades Portuguesas. Em Salvaterra existem 16 bicicletas a estação virtual onde se pode retirar e devolver as bicicletas está no Parque de A Canuda, e em Monção na Lodeira e a Praza Deu la Deu.

Mais informações em www.aectriominho.eu/e-bikeriominho

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MUNICÍPIO DE CERVEIRA ASSINA PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO COM ESTAÇÃO BIOLÓGICA INTERNACIONAL DOURO-DUERO

O objetivo é a cooperação científica e de investigação partilhada nos rios transfronteiriços Minho e Douro. Além disso, o Aquamuseu do Rio Minho vai receber uma lontra fêmea proveniente dos programas de investigação e criação em cativeiro.

Considerando a cooperação fundamental para o desenvolvimento dos territórios, no passado dia 15 de junho, foi assinado um Protocolo de Cooperação Científica entre o Município de Vila Nova de Cerveira - Aquamuseu do Rio Minho e a Estação Biológica Internacional Douro-Duero. A assinatura aconteceu a bordo do navio-aula ESCUA, no Rio Douro internacional, em Miranda do Douro - Zamora, com a participação do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira, e do Coordenador da Estação Biológica, David Velasco. Presentes na assinatura estiveram, também, a Vereadora cerveirense Sónia Guerreiro e o Vice-Presidente e o Vereador do Município de Miranda do Douro, Nuno Rodrigues e Vítor Bernardo, respetivamente.

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Ao abrigo do protocolo, o Aquamuseu do Rio Minho vai acolher, de forma gratuita e definitiva, um exemplar de lontra fêmea proveniente dos programas de investigação e criação em cativeiro da Estação Biológica Internacional Douro-Duero, garantindo a sua manutenção adequando na matéria de alimentação, espaço e cuidados próprios da espécie.

Em sequência do protocolo, ambas as entidades comprometem-se, ainda, a levar a cabo um trabalho de cooperação científica e de investigação partilhado nos rios transfronteiriços Minho e Douro, com intercâmbio de dados na monitorização dos seus ecossistemas aquáticos transfronteiriços. Para o autarca Rui Teixeira “é fundamental reforçar o trabalho em rede para garantir a conservação dos recursos naturais e culturais em espaços naturais transfronteiriços, entre os que se encontram o património natural e cultural do Rio Minho”.

Recorde-se que Município de Vila Nova de Cerveira, através do Aquamuseu do Rio Minho, tem por missão divulgar o património natural da Bacia Hidrográfica do Rio Minho e o património cultural associado à pesca artesanal do Rio Minho internacional, assim como, promover o conhecimento científico sobre os recursos naturais e etnográficos, estabelecendo para o efeito, parcerias e colaborações com Universidades de Investigação em Portugal e Espanha. Já a Estação Biológica Internacional Duero-Douro é uma organização luso-espanhola, para conservação dos espaços naturais transfronteiriços, através da investigação científica, a educação ambiental, o ecoturismo sustentável e a inovação tecnológica.

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MELGAÇO LANÇA PACOTE TURÍSTICO “A LAMPREIA E AS PESQUEIRAS DO RIO MINHO”

Amanhã, sábado, dia 14 de maio, pelas 11h00. Durante a Festa dos Pescadores das Pesqueiras do rio Minho

Melgaço organiza amanhã, sábado, dia 14 de maio, a Festa dos Pescadores das Pesqueiras do rio Minho e, aproveitando o potencial turístico e cultural da atividade piscatória na raia, lança o pacote turístico “A Lampreia e as Pesqueiras do Rio Minho”. A festa é uma organização da autarquia melgacense e da Associação dos Pescadores e marca o encerramento da época de pesca nos dois lados da fronteira* neste rio. A iniciativa tem início pelas 11h00, junto ao acesso ao rio Minho na freguesia de Alvaredo (coordenadas: 42.101261, -8.313881).

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Para além de ser um momento de convívio entre os pescadores, assim como das várias instituições/entidades com as quais estes mantêm relações profissionais e/ou institucionais, a Festa dos Pescadores das Pesqueiras do rio Minho pretende chamar a atenção para a importância da atividade piscatória nas pesqueiras do Rio Minho, nomeadamente ao nível dos aspetos económicos, ecológicos, sociais, patrimoniais e culturais.

O pacote turístico “A Lampreia e as Pesqueiras do Rio Minho”, uma iniciativa promovida em colaboração com os pescadores, a Capitania do Porto de Caminha e o Município de Melgaço, nasceu com o propósito de preservar e divulgar as Pesqueiras do rio Minho, bem como a arte piscatória aqui desenvolvida, que foi sendo transmitida de geração em geração e que permanece até aos dias de hoje. A ação consiste em orientar os turistas pelos trilhos de acesso às pesqueiras, exemplificando todo o processo da arte da pesca, pelos próprios pescadores, desde a construção das redes até ao seu uso nas pesqueiras, contando as histórias e curiosidades sobre a arte da pesca artesanal e das construções milenares existentes nas duas margens.

A ação oferecerá, assim, aos turistas uma experiência associada à gastronomia, aos produtos endógenos e à descoberta das suas origens, à autenticidade do território e ao saber fazer tradicional. O rio Minho marca a identidade das gentes de Melgaço e a ele estão ligadas as principais atividades que foram, durante anos, as suas fontes de sobrevivência. O rio era rico em espécies que ainda hoje fazem as delícias gastronómicas, com destaque para o salmão, sável, savelha e, sobretudo, a lampreia, espécies utilizadas como produtos de promoção turística do concelho de Melgaço e da região.

PROGRAMA:

11h00 - Concentração dos pescadores e entidades convidadas (acesso ao Rio Minho por Alvaredo - coordenadas: 42.101261, -8.313881)

11h15 - Caminhada pelas pesqueiras e explicação da arte da pesca

             - Apresentação do pacote turístico “A Lampreia e as Pesqueiras do Rio Minho”

13h00 - Almoço convívio

PESQUIRAS DO RIO MINHO: preservar um saber comum aos dois territórios da raia

A origem da construção das pesqueiras do rio Minho perde-se na História: as primeiras referências documentadas são do séc. XI. Já eram utilizadas pelos romanos para a pesca daquela que é considerada uma das maiores iguarias do rio Minho: a lampreia. Testemunham saberes ancestrais na escolha dos melhores sítios para a sua implementação, na sua orientação em relação às correntes do rio, no processo de trabalhar a pedra e erguer os muros, na escolha das redes mais adequadas e, ainda, no sistema de partilha comunitária do seu uso.

O rio internacional concentra, nas duas margens e apenas no troço de 37 quilómetros, entre Monção e Melgaço, cerca de 900 pesqueiras (das quais cerca de 350 estão ativas), “engenhosas armadilhas” da lampreia, do sável, da truta, do salmão ou da savelha.

Estas construções representam um património ímpar que, dado o seu elevado valor, tem de ser conservado e preservado. Desta forma, está em curso a candidatura das pesqueiras do rio Minho ao registo nacional de património imaterial, promovida pelo Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Rio Minho. «Mais do que guardar a história que as pesqueiras encerram é dar-lhe dinâmica, do ponto de vista económico, tornando-as numa referência para o setor do turismo.», atenta Manoel Batista, autarca de Melgaço.

«É um património vivo, mas que está em risco, claramente. Esta candidatura é uma oportunidade de dar valor a esta prática viva e um momento único para os jovens voltarem ao rio, onde tem estado praticamente ausentes.», alertou o antropólogo Álvaro Campelo aquando da apresentação pública da candidatura, em agosto de 2020.

*No troço compreendido entre a linha que passa pelas torres do Castelo da Lapela, em Monção - Portugal, e pela igreja do Porto, em Espanha, e o limite superior da linha fronteiriça.

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CAIS DE ATRACAÇÃO DE A GUARDA VAI MANTER-SE INOPERACIONAL CONTINUANDO A IMPEDIR TRAVESSIA DO FERRYBOAT

Presidente da Câmara de Caminha está a avaliar soluções provisórias para a embarcação e trabalhadores 

O cais de atracação de A Guarda mantém-se inoperacional e assim deverá continuar durante os próximos meses, inviabilizando as viagens do ferryboat Santa Rita de Cássia entre as duas margens do Rio Minho. A situação preocupa o Presidente da Câmara de Caminha que, com o seu homólogo de A Guarda, se deslocou a Santiago de Compostela para reunir com a Presidente dos Portos da Galicia. Do encontro não resultou uma solução previsível para um prazo curto e Miguel Alves está a avaliar as hipóteses que possam minimizar a problemática da travessia e o serviço dos trabalhadores adstritos à embarcação.

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Os problemas no cais de atracação de A Guarda revelaram-se efetivamente graves, não havendo qualquer possibilidade de atracar o ferryboat na margem galega com o mínimo de segurança, nem seria, nestas condições, possível obter sequer autorização das autoridades marítimas e fluviais para a operação. O problema é complexo e transcende o município de A Guarda. A empreitada para a reparação da infraestrutura, que se estima ter um custo da ordem dos 300 mil euros, é da responsabilidade dos Portos de Galicia, que está sobre alçada do Governo Regional.

Miguel Alves e António Lomba deslocaram-se a Santiago de Compostela como referimos, com o intuito de sensibilizar diretamente a responsável dos Portos de Galicia para a necessidade de encontrar uma solução rapidamente e de obter mais informação sobre a obra. Mas, “tendo em conta o que nos foi transmitido pela senhora Presidente dos Portos de Galicia, temos que equacionar várias questões relativas ao funcionamento da embarcação, ao serviço prestado pelos trabalhadores adstritos ao ferryboat e à problemática da travessia de passageiros entre as duas margens do Rio Minho”, sublinha o Presidente da Câmara de Caminha.

Nos últimos dias, Miguel Alves desenvolveu vários contactos, equacionando algumas possibilidades que permitam uma situação provisória, sendo certo que, durante ainda vários meses, não teremos ferryboat a funcionar por impossibilidade de podermos atracar a embarcação do lado galego.

Em Santiago de Compostela, os presidentes dos dois municípios encontraram-se com Susana Lenguas Gil, a Presidente dos Portos de Galicia (Instituto Público dependente do Governo Regional que gere todos os portos autonómicos da Galiza) na sede da instituição.

No encontro deram conta da preocupação de Caminha e de A Guarda relativamente ao facto do cais de atracação de A Guarda estar inoperacional há vários meses, impedindo o seu uso por parte do ferryboat e, assim, inviabilizando a travessia do Rio Minho. Miguel Alves e António Lomba abordaram a questão do prejuízo que a situação acarreta para as autarquias, em particular a de Caminha que tem de manter custos de manutenção da embarcação e de pagamento dos salários do pessoal e de contratados mas, sobretudo, o desgaste que provoca nas economias dos dois concelhos raianos.

A responsável dos Portos de Galicia garantiu partilhar a apreensão dos autarcas, confirmando que está em elaboração o estudo técnico que servirá de base à execução do projeto de reabilitação do cais galego. No entanto, o procedimento para a empreitada só será lançado em 2023 de modo a que a obra possa decorrer na primavera e verão desse ano.

Susana Lenguas Gil foi peremptória na vontade de avançar com a solução do problema, mas também se mostrou cautelosa, alertando para a complexidade dos procedimentos administrativos e para a evolução do preço das matérias-primas, em função da instabilidade da situação internacional, que poderão ainda condicionar os prazos e os custos avançados.

PÁSCOA: MUNICIPIOS REFORÇAM CAMPANHA TURISTICA COM MAIS PASSEIOS NO RIO MINHO

Os municípios de Monção, Valença, Tui e Salvaterra, em colaboração com o Turismo Porto e Norte de Portugal e o Turismo da Galiza, entidades parceiras do Projeto “Rio Minho: Um Destino Navegável”, reforçam o número de saídas da embarcação, no âmbito da campanha turística do rio Minho.

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No período da Páscoa, muitas pessoas aproveitam para fazer uma pausa no trabalho, coincidindo com as férias escolares dos filhos. Com o propósito de garantir uma maior oferta aos visitantes, o projeto “Rio Minho: Um Destino Navegável”, realizará, durante o fim de semana e feriados, mais um passeio de barco, passando a efetuar-se 3 saídas do Cais de Pescadores de Tui: a primeira às 15h00, a segunda às 16h30 e, agora, a terceira às 17h45, hora portuguesa.

Durante a semana, mantem-se os dois passeios vigentes, um às 15h00 e outro às 16h30, com exceção de segunda e terça-feira, os quais servem para os serviços procederem à manutenção da embarcação turística. Estes passeios, com duração aproximada de uma hora, permitem ao visitante apreciar as belas panorâmicas dos centros históricos dos quatro municípios, desde o rio, e desfrutar de uma nova experiência na região do Vale do Minho.

Para usufruírem destes passeios fluviais gratuitos, os interessados dispõem de três opções para procederem à respetiva inscrição: Lojas de Turismo dos 4 municípios, quiosque informativo junto ao Cais de Pescadores de Tui, a partir das 13h30,  e Central de Reservas do Operador Turístico, acedendo ao website: www.hemisferios.org

As excursões turísticas de dia completo, onde os participantes visitam os quatro municípios, continuam a fazer-se com bastante sucesso. Com duração aproximada de 8 horas, o percurso, feito em barco, minibus e comboio turístico, conta com o apoio de um guia turístico, que acompanha os visitantes aos espaços culturais e patrimoniais visitáveis em cada localidade.

Os interessados em participar nestas excursões turísticas de oito horas, devem inscrever-se numa das 4 lojas de turismo ou na Central de Reservas do Operador Turístico, através do website: www.hemisferios.org. Sendo um projeto com cofinanciamento europeu, a inscrição é gratuita, mas limitada a 15 pessoas por grupo.

A campanha turística do rio Minho está disponível no website do Projeto “Rio Minho: Um Destino Navegável”, em www.riominho.org. Além da informação sobre as excursões e passeios de barco, poderão encontrar informação sobre o destino rio Minho, bem como atividades a realizar no âmbito do projeto transfronteiriço.

Nesta página, encontra-se acessível um Geoportal, com os principais pontos de interesse do destino, notícias sobre o projeto e “dicas” interessantes para quem pretende navegar no rio Minho, nomeadamente a APP Calados do Rio Minho, a qual permite conhecer, em tempo real, o caudal do rio Minho entre as Eurocidades Tui-Valença e Monção-Salvaterra.

A campanha turística do rio Minho é uma ação do projeto “Rio Minho: Um Destino Navegável”, aprovado pelo programa INTERREG V-A Espanha-Portugal (POCTEP), com cofinanciamento europeu.

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APRESENTAÇÃO DO “XACOBEO TRANSFER”

Vai ter lugar amanhã, sábado, a apresentação do novo serviço de transporte náutico entre Caminha e A Guarda (Camposancos),

O evento terá lugar, como referimos, no dia 9 de abril às 11h00 (hora portuguesa), na zona exterior da Estação Marítima A Pasaxe, em Camposancos (A Guarda) e contará com a presença do Primeiro Vice-Presidente e Conselheiro da Presidência, Justiça e Turismo, Alfonso Rueda Valenzuela. Na cerimónia, estará presente também o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Caminha, Rui Lages.

Nota: Em caso de chuva, o evento será transferido para o Hotel El Molino

CERVEIRA: ‘COMO SE ALIMENTAM OS ANIMAIS’ É O TEMA DAS FÉRIAS DA PÁSCOA DO AQUAMUSEU

Dirigido a crianças entre os 7 e os 13 anos. Inscrições a decorrer!

Técnicos deste equipamento público supramunicipal propõem uma série de atividades lúdico-pedagógicas para preencher a semana de férias letivas que antecede a quadra pascal.

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As férias escolares da Páscoa estão à porta e com elas chegam as sugestões lúdico-pedagógicas do Aquamuseu do rio Minho. De 11 a 14 de abril, a atividade proposta versa a temática de ‘Como se alimentam os animais?’ e é dirigida a crianças com idades entre os 7 e os 13 anos. As atividades são dinamizadas entre as 14h00 e as 17h00.

Porque a alimentação é uma função indispensável para a vida de qualquer animal, e porque os animais recorrem a fontes alimentares que variam de umas espécies para as outras, ao longo de quatro dias, as crianças inscritas vão ter a oportunidade de desenvolver ações que abordam as caraterísticas e as adaptações especiais que possuem os animais carnívoros, insetívoros, omnívoros e herbívoros.

Complementarmente à aprendizagem mais teórica, os técnicos do Aquamuseu do rio Minho vão ainda propor a cada um dos participantes a elaboração, e respetivo preenchimento de um livro de registo das atividades e conhecimentos adquiridos, que levará para casa no último dia destas Férias da Páscoa 2022.

A participação nas Férias da Páscoa do Aquamuseu está sujeita a inscrição (pelo telefone 251708026 ou via email para aquamuseu@cm-vncerveira.pt ), com um valor de 15 euros e é limitada a um grupo de 15 crianças com idades compreendidas entre os 7 e os 13 anos.

Na Páscoa e no Verão, o Aquamuseu do rio Minho disponibiliza uma programação que permite proporcionar umas férias divertidas, repletas de descobertas e novas experiências, sem descurar a dinamização de atividades que se adaptem e incentivem o estudo e o sucesso escolar!

“RIO MINHO: UM DESTINO NAVEGÁVEL” APRESENTADO NA BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

Envolvendo as eurocidades Monção/Salvaterra de Miño e Valença/Tui, o projeto tem como objetivo posicionar o rio Minho como um destino turístico único e diferenciador.

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O “Rio Minho: Um Destino Navegável” foi apresentado, ontem à tarde, na Bolsa do Turismo de Lisboa (BTL), no stand da Entidade do Porto e Norte de Portugal. O Município de Monção esteve representado pelo seu presidente, António Barbosa.

Envolvendo as duas eurocidades Monção/Salvaterra de Miño e Valença/Tui, o projeto tem como finalidade a concretização de um conjunto de medidas, iniciativas e atividades, focadas na atratividade e sustentabilidade do rio Minho, como um destino turístico transfronteiriço de excelência.

O objetivo é preservar a envolvente ambiental e fortalecer a componente turística neste território único e diferenciador, de forma a alargar a oferta cultural, patrimonial e gastronómica dos quatro municípios banhados pelo rio Minho, proporcionando aos visitantes um conjunto diversificado de experiências e descobertas.

Um dos aspetos mais relevantes do projeto são os passeios de barco no rio Minho. Coincidindo com o Carnaval, tiveram inicio no dia 25 de fevereiro, colocando à disposição de munícipes e visitantes passeios fluviais curtos, com duração de uma hora, e passeios mais largos, com duração de 8 horas,

Estes compreendem visitas às quatro localidades raianas, sendo o transporte, em terra, efetuado em minibus ou comboio turístico. Quem estiver interessado em participar tem, obrigatoriamente, de inscrever-se na Central de Reservas, acedendo ao website da Hemisférios www.hemisferios.org, operadora turística responsável pelas viagens.

Nesta página, estão disponíveis os horários e os programas com visitas aos municípios. A embarcação, com 24 lugares disponíveis, tem capacidade para 15 pessoas, cumprindo-se as recomendações de distanciamento da Direção Geral de Saúde.

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