De 3 a 6 de julho, a Coudelaria de Alter e Companhia das Lezírias estão presentes na Feira do Cavalo de Ponte de Lima 2025 — um dos mais emblemáticos certames equestres do país, que alia tradição, excelência equestre e um ambiente único.
Ao longo da Feira teremos gosto em receber todos os que nos queiram visitar e conhecer mais de perto o nosso trabalho, os nossos cavalos e os projetos em curso.
O Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage, do concelho de Oeiras – predominantemente composto por courenses e seus descendentes – actuaram anteontem em Samora Correia, no concelho de Benavente, nas comemorações do Centenário da Sociedade Filarmónica União Samorense.
Tratou-se do 8º Festival de Inverno de Folclore que, além do anfitrião Rancho Folclórico Ceifeiras e Campinhos da SFUS, de Samora Correia, contou ainda com a participação do Rancho Folclórico de Poceirão, de Palmela.
O Festival teve início com o desfile pelas ruas de Samora Correia, a partir da Praça da República, seguindo-se a actuação dos grupos participantes no salão nobre da colectividade samorense. A iniciativa contou com o apoio da Câmara Municipal de Benavente e da Junta de Freguesia de Samora Correia.
Entretanto, o Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage retomou os seus ensaios e prepara-se para regressar à sua actividade normal já partir do início do próximo ano com a realização dos eventos que habitualmente realiza.
Iniciou-se este agrupamento em 1937 pela primeira vez, com trajes e cantares da época, tendo como repertórios “ Verde Gaio Valseado, Valsa a dois Passos, Valsa das Carreirinhas, passo Largo, Remexida”, entre outras.
Devido à mentalidade da época veio a findar em 1942.
Várias foram as tentativas de reiniciar o Rancho, mas foi nos anos 80, que este esteve no auge do mundo do folclore, em 1991 igualmente pelos mesmos motivos voltavam a terminar atividade.
Foi então que no ano 2006 um grupo de Forenses com muita dedicação e empenho fizeram um trabalho de recolha das Danças, trajes, Costumes e Tradições que caracterizavam os Forenses dos anos 30.
Sendo a atividade principal das nossas gentes, o trabalho do campo, empenhamo-nos para que toda a beleza que envolve o mundo rural da época, transparece-se aos olhos de quem visse o nosso Rancho.
Assim, demos vida novamente ao Rancho Folclórico Regional dos Foros de Salvaterra, após largos meses de trabalho, os nossos pares apresentam em palco um harmonioso conjunto de trajes e adornos que eram usados nos Arraiais, Romarias e nos trabalhos agrícolas, como complemento à garra com que dançam.
Iniciou-se este agrupamento em 1937 pela primeira vez, com trajes e cantares da época, tendo como repertórios “ Verde Gaio Valseado, Valsa a dois Passos, Valsa das Carreirinhas, passo Largo, Remexida”, entre outras.
Devido à mentalidade da época veio a findar em 1942.
Várias foram as tentativas de reiniciar o Rancho, mas foi nos anos 80, que este esteve no auge do mundo do folclore, em 1991 igualmente pelos mesmos motivos voltavam a terminar atividade.
Foi então que no ano 2006 um grupo de Forenses com muita dedicação e empenho fizeram um trabalho de recolha das Danças, trajes, Costumes e Tradições que caracterizavam os Forenses dos anos 30.
Sendo a atividade principal das nossas gentes, o trabalho do campo, empenhamo-nos para que toda a beleza que envolve o mundo rural da época, transparece-se aos olhos de quem visse o nosso Rancho.
Assim, demos vida novamente ao Rancho Folclórico Regional dos Foros de Salvaterra, após largos meses de trabalho, os nossos pares apresentam em palco um harmonioso conjunto de trajes e adornos que eram usados nos Arraiais, Romarias e nos trabalhos agrícolas, como complemento à garra com que dançam.
A Federação do Folclore Português irá reunir em Santarém, durante o próximo fim-de-semana, os Conselheiros Técnicos da instituição.
Esta reunião, que se tem realizado duas vezes por ano, tem permitido ao Conselho Técnico Nacional conhecer mais de perto aquilo que têm sido as dificuldades do trabalho no terreno, o que, permite uma resposta mais rápida e eficaz às questões colocadas.
Este Encontro reveste-se de especial relevo, pelo facto de coincidir com o final da 2ª fase do processo avaliativo traçado no início deste mandato, sendo que, ao momento, a esmagadora maioria do país tem as grelhas de avaliação já preenchidas, o que, permitirá observar a evolução da qualidade dos Grupos Etnográficos e as ações que poderão ser necessárias tomar para corrigir eventuais desvios àquilo que seria expectável.
De igual forma, será também analisado o resultado do inquérito de satisfação que a direção teve a decorrer durante o mês de novembro, para que aqueles que estão de forma constante no terreno possam colaborar num processo de melhoria que se quer contínuo.
Espera-se, como sempre, que seja um momento de partilha e reflexão para tornar o movimento mais coeso, coerente e com uma imagem mais sóbria.