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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FAFE RECEBE GENERAL RAMALHO EANES

“I Conferências de Fafe”: General Ramalho Eanes amanhã em Fafe

O ex-Presidente da Republica, General Ramalho Eanes, participa amanhã, terça-feira, dia 3 de Maio, às 18h30, no Teatro Cinema de Fafe, na primeira sessão das “I Conferências de Fafe”, onde fará uma reflexão dedicada ao tema “Os passos mais significativos dos 48 anos de democracia”, com a moderação de Luís Marques Mendes.

A iniciativa, promovida pela Câmara, no âmbito das comemorações dos 48 anos do 25 de Abril, levará a Fafe os ex-Presidentes da República e o atual Presidente para uma reflexão ampla sobre os 48 anos de construção da democracia portuguesa.

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ARCOS DE VALDEVEZ VOLTOU A ENALTECER A LIBERDADE

Arcos de Valdevez comemorou mais uma vez o 25 de Abril, o "Dia da Liberdade".

As comemorações tiveram início de manhã cedo na Praceta Combatentes do Ultramar (1961-1974), junto ao elemento escultórico de homenagem aos militares arcuenses, inaugurado no Dia do Concelho em 2012, com uma homenagem aos combatentes arcuenses tombados no Ultramar, onde foi colocada uma coroa de flores junto ao elemento escultórico, pelo Presidente da Câmara Municipal, João Esteves.

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Após este ato, prosseguiram as comemorações com a Cerimónia Oficial na Praça Municipal onde se reuniram o presidente da Câmara Municipal, João Esteves, os vereadores do município, membros da Assembleia Municipal e os Presidentes da Junta de Freguesia, bem como muitas pessoas que se juntaram no local para, também, testemunharem o hastear das bandeiras com guarda de honra efetuada pelos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez, o Corpo Nacional de Escutas e a Banda da Sociedade Musical de Arcos de Valdevez, neste dia de tanto simbolismo para a Nação Portuguesa.

De seguida teve lugar no Auditório da Casa das Artes, o Concerto pela Banda da Sociedade Musical de Arcos de Valdevez, o qual contou com bastante adesão por parte da população.

Neste momento, o Presidente da Câmara, João Manuel Esteves, felicitou a Banda de Música, o Maestro e a Direção, pela sua excelente atuação e pelo seu importante papel na divulgação de Arcos de Valdevez.

O autarca também apelou à “força e envolvimento dos arcuenses para, com os valores da Democracia, Liberdade e Desenvolvimento do 25 de Abril, continuarmos a construir o futuro de Arcos de Valdevez”.

Neste mesmo dia foi também, exibido, na Casa das Artes, à noite, o filme “SALGUEIRO MAIA: O IMPLICADO”.

A programação destas comemorações teve início no dia 22, sexta-feira, no Centro Interpretativo do Barroco, com os Encontros Literários do Alto Minho: “As palavras que nos unem”, com os escritores Tiago Salazar e Rui Cardoso Martins e a participação da Universidade do Saber da SCMAV.

No dia 23, sábado, na Casa das Artes, foi apresentada a peça de Teatro: “O HOMEM DA AMÁLIA” com Vergílio Castelo. No domingo, também na Casa das Artes, decorreu o concerto de Ricardo Ribeiro “Respeitosa Mente”.

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CELORICO DE BASTO CELEBROU O 25 DE ABRIL COM AS MÚSICAS DA REVOLUÇÃO

Foi num ambiente de festa e entusiasmo característico da liberdade que o Município de Celorico de Basto celebrou um dos grandes momentos da história de Portugal e da Democracia, a revolução do 25 de Abril, com a apresentação das Músicas da Revolução.

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Um espetáculo que contou com a interpretação de músicas de protesto por intérpretes do concelho.

O espetáculo iniciou com a intervenção do Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, José Peixoto Lima, que discursou de forma entusiasta demonstrando a importância e a força da democracia. “O 25 de Abril foi um dos maiores marcos históricos da nossa democracia, a força de um povo que cansado da ditadura articulou de forma pacífica e guiado pelas músicas da revolução, a libertação da censura imprimindo a liberdade. Uma liberdade que temos que enaltecer e valorizar, uma liberdade que nos permite evoluir de forma concertada, todos a caminhar no mesmo sentido, no sentido do crescimento do país na criação das melhores condições de vida para todos, de forma equitativa”. O autarca observou a vitória de Macron como um reflexo da importância da liberdade face ao poder absoluto e ditatorial. “Foi uma vitória da democracia, da Liberdade, da continuidade da União Europeia. Foi uma vitória de todos aqueles que acreditam que só com a liberdade poderemos alcançar grandes feitos e fazer mais e melhor por toda a humanidade”.

Pelo palco passaram músicas e poemas que marcaram e continuam a marcar as gerações com letras de intervenção que marcaram uma época mas que continuam atuais.

Pelo palco do Centro Cultural passou a Cooperartes que interpretou um medley com as músicas “A morte saiu à rua” e “Venham +5” de Zeca Afonso. O Zé Faria e Inês Calafate interpretaram “Vejam Bem” e “Vampiros” de Zeca Afonso e “Que Força é essa” e “Maré Alta” de Sérgio Godinho. Os Basfado interpretaram “Trova do Vento que passa” de Adriano Correia de Oliveira, “Os meninos do Huambo” de Paulo de Carvalho e “Os olhos Negros” de Adriano Correia de Oliveira. Os Cavaquinhos da Escola Profissional e Agrícola Eng Silva Nunes interpretaram “Venham mais cinco” e “Somos Livres” de Ermelinda Duarte. O jovem Eduardo Meireles cantou a músicas “Era tão bom” de Bezegol e por fim o Grupo Cultural de Gandarela interpretou a música “Venham mais cinco”  de Zeca Afonso e “Depois do Adeus” de Paulo de Carvalho.

O espetáculo contou ainda com a leitura de um poema de protesto por Teresa Seco e a interpretação pelo Grupo de Teatro Celoricense (GTC) de um trecho da peça “o Referendo” de Bertolt Brest do livro “Terror e Miséria no III Rich”.

No final do espetáculo foram todos convidados, com os cravos na mão, a interpretar à capela a música “Grândola Vila Morena” de Zeca Afonso, uma das músicas mais simbólicas da Revolução dos Cravos.

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FAMALICÃO COMEMORA O 25 DE ABRIL

“Cuidar de Abril é cuidar das autarquias locais, dar-lhes a responsabilidade e a confiança que merecem” – Mário Passos, Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão

Mário Passos criticou processo de descentralização nas comemorações do 25 de Abril. Autarca famalicense fala em “tiques do centralismo nacional”.

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão acredita que “já é altura de o país confiar definitivamente nas autarquias locais”. A descentralização de competências foi um dos temas abordados por Mário Passos no discurso proferido nas comemorações do 25 de Abril que, após dois anos de interregno, voltou a ser celebrado nos Paços do Concelho do município.

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O edil reafirmou ontem a disponibilidade para “aceitar mais competências, mas não a qualquer custo”. Mário Passos defende que a descentralização “não pode ser feita por decretos-de-lei frágeis, que se limitam a impor um conjunto de tarefas às autarquias” e que o debate sobre o assunto “tem que ser acompanhado de outros temas” tais como regionalização, competências do poder local, governação multinível e a eficiência de políticas públicas. “Não basta descentralizar administrativamente, importa abordar esta questão numa visão holística”, acrescentou.

O processo foi também criticado pelo presidente da Assembleia Municipal, Nuno Melo, que se referiu a Portugal como “um país onde há demasiada Lisboa e menos tudo o resto”. O conflito armado na Ucrânia foi também mencionado pelo responsável político para lembrar que “o que temos não é um dado adquirido”.

Refira-se ainda que a tradicional sessão solene extraordinária da Assembleia Municipal comemorativa do 25 de Abril contou também com a habitual intervenção dos vários partidos políticos.

A manhã ficou ainda marcada pelo hastear da bandeira nos Paços do Concelho ao som do hino nacional interpretado pela Banda de Música de Famalicão e pela plantação, simbólica, de um carvalho nos jardins dos Paços do Concelho, espécie autóctone caracterizada pela sua simbologia associada à força e resiliência.

As comemorações do 25 de Abril em Famalicão decorrem desde o passado dia 22 e prolongam-se até dia 30. Destaque para a programação da Casa das Artes para este fim-de-semana, com a apresentação do espetáculo de dança “Autópsia” da Companhia Olga Roriz e do concerto “Eixo do Jazz Ensemble Meets” com Mário Laginha.

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BRAGA DEU VOZ À JUVENTUDE NAS COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL

Sessão solene evocativa contou com intervenções de representantes de diversas estruturas juvenis 

O Município de Braga realizou esta Segunda-feira, 25 de Abril, uma sessão solene evocativa dos 48 anos da Revolução de Abril. A cerimónia, realizada no Salão Nobre da Reitoria da Universidade do Minho, ficou marcada pela participação de jovens e de representantes de diversas estruturas juvenis que evocaram os valores da Democracia e da Liberdade.

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Para Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, a celebração do 25 de Abril é um exercício de memória sempre “oportuno e necessário”, nomeadamente para as gerações mais jovens. Foi por este motivo, explicou o Autarca, que o Município de Braga decidiu realizar uma sessão evocativa com um formato diferente, dando a oportunidade aos jovens do Concelho de expressarem a sua opinião sobre o país, sobre o mundo e sobre a herança de Abril. 

“O 25 de Abril deu-nos o poder de transformar as nossas convicções e causas individuais num exercício de escolha, algo que se materializa não só nos actos eleitorais, mas também no confronto de ideias que deve ser estimulado na nossa comunidade”, referiu Ricardo Rio na cerimónia que contou com a presença da presidente da Assembleia Municipal, Hortense Santos, de vereadores, deputados municipais, de representantes de diversas autoridades civis, militares e académicas, assim como de diversas estruturas políticas e de juventude. 

De entre as diversas transformações ocorridas no país a partir de 1974, Ricardo Rio destacou a criação do poder local democrático. “Temos hoje um poder local de proximidade, consciente das necessidades dos territórios e dos cidadãos, um poder verdadeiramente transformador. Um poder de proximidade, que não seja centralista, que não congregue numa única esfera de decisão todos os recursos é, seguramente, mais capaz de responder aos anseios da população”, afirmou, defendendo a optimização do actual modelo, através de uma nova revisão administrativa do país. 

O Autarca Bracarense terminou a sua intervenção com um apelo ao exercício da cidadania activa, nomeadamente dos mais jovens. “É através dos jovens e da sua voz que se celebra Abril e se olha de diferentes formas o futuro”, disse. 

Ricardo Rio deixou ainda um agradecimento público à Universidade do Minho, que esteve representada pelo vice-reitor Eugénio Campos Ferreira, pela disponibilização do Salão Nobre da Reitoria para a realização da sessão solene evocativa do 25 de Abril.

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INTERVENÇÃO DO PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE AMARES, DR. JOÃO JANUÁRIO, NAS COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL

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Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal Exmas.

Sra. e Srs Vereadores

Exmos. Membros da Assembleia Municipal

Exmos. Sra e Srs Presidentes de Junta de Freguesia

Exmos. Convidados

Exmos. Antigos Combatentes

Exma. Comunicação Social

Minhas senhoras e meus senhores,

Começo, naturalmente, em nome da Assembleia Municipal de Amares, por agradecer e saudar a vossa presença e a todos os que contribuíram para a realização destas comemorações. Que enumero sem ordem de importância: Banda Filarmónica de Amares, Bombeiros Voluntários de Amares, Núcleo da Cruz Vermelha de Amares, Secção Columbófila de Amares, Clube Desportivo Recreativo e Cultural Amarense, Estudos Musicais Luís Capela, Associação Fluir Artes Musicais, Agrupamento de Escolas de Amares, entre outras.

Minhas senhoras e meus senhores,

Os jovens são a garantia do futuro com as suas perspetivas, novos horizontes e desafios. Porém, sabemos que, ao terem como garantida a liberdade e a democracia, existe uma certa desvalorização pela sua conquista e manutenção. Além disso, na ausência de respostas aos seus problemas, recorrem, cada vez mais, ao voto de protesto em movimentos antissistema, exploradores da incerteza e descontentamento, que colocam em causa os ideias de abril.

Precisamos de afirmar que as principais funções da democracia são a proteção dos direitos humanos fundamentais, como as liberdades de expressão, religião, orientação sexual; igual de género, proteção legal, e as oportunidades de participação na vida política, económica, e cultural da sociedade.

Nesta sessão comemorativa da liberdade, com a devida anuência dos meus colegas desta nobre Assembleia, pretendo adotar o discurso que em seguida será proferido por um aluno do Agrupamento de Escolas de Amares. Sem lápis azul e sem uma consulta prévia.

Se acreditamos que os jovens são a garantia do futuro, temos que ser consequentes, temos que os ouvir, temos que lhes dar as respostas que precisam, temos que os deixar voar.

Este simbolismo tem, também, como intuito sinalizar o importante trabalho da Escola, em particular o do Agrupamento de Escolas de Amares, na construção desse futuro, que merece ser sempre apoiado. A qual agradeço a todos os docentes e não docentes, na pessoa da sua diretora, professora Flora Monteiro.

Aproveito, também, para agradecer aos docentes envolvidos que organizaram e promoveram estes dois momentos que em muito vos deve orgulhar e nos orgulha a todos nós. Na certeza de continuarmos a trabalhar em conjunto pela nossa terra.

Para não ferir o regimento da nossa Assembleia após dar como terminada esta sessão iremos ter a intervenção anteriormente referenciada.

INTERVENÇÃO DO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE AMARES, DR. MANUEL DA ROCHA MOREIRA, NAS COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL

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Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Amares

Senhoras e Senhores Vereadores

Digníssimos Membros da Assembleia Municipal

Senhoras e Senhores Presidentes de Junta

Comunicação Social

Ilustres Amarenses

O passado dia 24 de março de 2022 fica registado como a data em que, no nosso país, o regime democrático superou em longevidade o regime autoritário que o antecedeu. Hoje celebramos, com todo o simbolismo, o primeiro 25 de abril em que os dias de democracia são mais do que os dias de ditadura – é um marco feliz da história de Portugal!

Em 1974, o Movimento das Forças Armadas abriu as portas deste novo ciclo do tempo, deste novo início de tudo que a Revolução dos Cravos desencadeou.

Do outro lado, 48 anos da ditadura mais longa da europa do seculo XX. Fascismo. Tortura. Presos Políticos. Guerra colonial. Pobreza. Censura. Analfabetismo. Opressão. Um profundo atraso social, económico e cultural que cada um de nós pôde testemunhar diretamente ou através das histórias contadas pelos nossos pais e avós.

Mas deste lado, rasgado nesse dia “inicial e limpo”, como Sophia o descreveu, contamos também 48 anos de Democracia. Uma democracia sonhada e conquistada por militares e sociedade civil que em espontânea alegria festejaram nas ruas com cravos vermelhos a liberdade e a paz. Democracia que devolveu às famílias os presos políticos e permitiu a Liberdade de expressão e de pensamento. Democracia que trouxe os homens da guerra e a descolonização. Que permitiu as lutas pela Igualdade de género e de oportunidades. Mais justiça social. Mais tolerância. Um sistema nacional de saúde para todos. Mais e melhores infraestruturas básicas. Mais escolaridade. Melhor qualidade de vida e maior esperança média de vida. Um sistema político com espaço para construir consensos e diálogos mas também para expressar opiniões e ideias divergentes.

Nunca mais se fechem estas portas que abril abriu, como disse Ary dos Santos no seu imortal poema, porque mesmo com todas as suas falhas e imperfeições, a democracia permitiu-nos construir uma forma nova de viver e estar.

Minhas Senhoras e Meus Senhores

Membros da Assembleia Municipal

Colegas de executivo

Amarenses

Na madrugada em que celebramos a conquista da nossa democracia, a Ucrânia conta dois meses de luta pela sua liberdade na sequência da invasão pela Rússia em 24 de fevereiro. E o poema do Português Jorge Sena podia ser dito na praça da Independência em KIEV:

Eu não posso senão ser

Desta terra em que nasci.

Embora ao mundo pertença

E sempre a verdade vença,

Qual será ser livre aqui,

Não hei-de morrer sem saber.

 

Trocaram tudo em maldade,

É quase um crime viver .

Mas embora escondam tudo

E me queiram cego e mudo,

Não hei-de morrer sem saber

Qual a cor da liberdade.

 

Não há conquistas absolutas.

Estamos a caminho dos 50 anos do 25 de Abril de 74.

O mundo continua a girar.

No rescaldo de uma pandemia que abalou as nossas convicções e modelos de vida, deparamo-nos agora com a instabilidade provocada pela guerra. Não sabemos as consequências deste conflito mas conhecemos a inevitabilidade dos danos humanitários, económicos, sociais e políticos que já lhe estão associados.

Neste mundo global que partilhamos, não ficamos indiferentes às perdas humanas que se estilhaçam na sequência da intolerância e da falta de respeito pela vida e pela liberdade.

A democracia é hoje e sempre um processo inacabado que é preciso alimentar com coragem e determinação.

Como representantes dos amarenses, ao longo deste quase meio século de poder local, os órgãos executivos, esta assembleia e os senhores presidentes de junta, viveram diversas provações.

Numa democracia que hoje está mais madura e enfrenta outras questões para ser bem-sucedida, sabemos que há muito a fazer para concretizar o concelho que os amarenses idealizam e legitimamente ambicionam.

No horizonte próximo temos a transferência de competências em diversas áreas, mas também a instabilidade económica fruto da especulação de matérias-primas e energia que terá consequências na capacidade de concretizarmos projetos. É necessário prosseguir um caminho de atratividade económico, inovação e melhoria das acessibilidades, ações na área do ambiente e clima, mobilidade, desenvolvimento sustentável, Infraestruturas de Águas Residuais e Abastecimento de Água.

Creio que, para pensar o futuro, é necessário olhar com orgulho para a forma como fizemos história e passar o testemunho aos jovens, olhos nos olhos. Porque neste meio tempo (48 anos de ditadura e 48 anos de democracia) temos ainda possibilidade de diálogo entre os obreiros da revolução e os capitães do futuro.

Deixo este apelo aos jovens, para que nos ajudem a continuar a cumprir o abril iniciado pelos capitães sem medo numa revolução que ainda hoje inspira o mundo. Através das armas mais fortes: o pensamento crítico mas fundamentado; a educação e compreensão das mudanças; a capacidade de olhar com criatividade e inovação para as várias dimensões da vida coletiva; e a da participação efetiva no debate e nas decisões importantes.

Precisaremos sempre de bravura e de capitães em cada tempo. Da convicção e mobilização da sociedade. Dos ideais dos partidos e movimentos políticos. E da capacidade de sonhar e fazer acontecer de todos os que fazem o nosso concelho e o nosso país.

Neste 25 de Abril, em que soltamos pombas brancas e cantamos canções de esperança, deixamos a nossa solidariedade para com aqueles que, no mundo, procuram a paz.

Viva Amares! Viva a participação democrática! Viva o 25 de Abril!

AMARES COMEMOROU O 25 DE ABRIL

Programa:

Comemorações dos 48 anos do 25 de Abril em Amares

Programa:

10h00: Hastear das Bandeiras, Homenagem aos Ex-combatentes, com deposição de coroa de flores, Largada de Pombos (Sociedade Columbófila de Amares) e Revista às Forças em Parada;

10h20: Atuação da Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro (frente aos Paços do Concelho);

11h00: Participação do Centro de Estudos Musicais Luís Capela (Salão Nobre dos Paços do Concelho);

11h10: Homenagem a Trabalhadores do Mapa de Pessoal do Município (Salão Nobre dos Paços do Concelho);

11h15: Intervenção de um aluno da Escola Secundária do Agrupamento de Escolas de Amares;

11h25: Atuação da AFAM – Associação Fluir Artes Musicais (Salão Nobre dos Paços do Concelho);

11h35: Sessão Solene da Assembleia Municipal de Amares (Salão Nobre dos Paços do Concelho).

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BARCELOS: MÁRIO CONSTANTINO EXORTA TODOS OS BARCELENSES A CUMPRIR ABRIL

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Presidente da Câmara exige condições para uma descentralização séria

Reivindicar Abril é lutar pela descentralização de competências, mas uma descentralização honesta, analisada setor a setor, discutida entre as partes, concertada entre Estado central e Municípios e autarquias, e nunca uma delegação de competências para aligeirar responsabilidades, imposta com prepotência, sem as devidas e justas compensações financeiras, penalizando as Câmaras Municipais e, por conseguinte, as suas populações, já que o dinheiro que vai ser gasto para a recuperação e manutenção dos edifícios escolares e dos centros de saúde, vai impedir que seja canalizado para outras prioridades municipais.”
Esta é uma das mensagens com maior significado político que o Presidente, Mário Constantino, deixou no discurso da Sessão Solene das comemorações dos 48 anos do 25 de Abril.
O autarca sublinhou também que “todos, Assembleia Municipal, Câmara Municipal, Juntas de Freguesia e de Uniões de Freguesia, Sociedade Civil, e cada um de nós, barcelenses, todos devemos contribuir para que Abril se cumpra. E, neste caso concreto, cumprir Abril é fazermos tudo o que esteja ao nosso alcance para transformar Barcelos num Concelho mais desenvolvido, mais coeso, mais solidário, e ambientalmente mais sustentado”.

Discurso na Sessão Solene das Comemorações do 25 de Abril – 2022

25 de Abril Sempre – 48 anos de Democracia

Celebramos hoje um dos dias mais importantes para o nosso país, evocando nesta sessão solene da Assembleia Municipal, os 48 anos do 25 de Abril de 1974.
Volvidas quase cinco décadas após a madrugada libertadora que descativou os portugueses de um regime ditatorial, totalitário e opressor, quero saudar todos os que contribuíram para a revolução dos cravos: os capitães de Abril e todos os homens e mulheres que, na ditadura, contribuíam para que Abril pudesse emergir naquela alvorada que abriu as portas da democracia ao povo português.
Evocar é recordar, e recordar é viver. Num tempo em que cerca de metade dos portugueses já nasceu em Liberdade, é cada vez mais importante sublinhar a importância desta data, no sentido de que todos tenham a noção de que se hoje podemos estar aqui a dar vivas à Liberdade, tempos houve em que isso era impossível e levava à perseguição, à prisão e à tortura!
Saudemos, portanto, todos aqueles que contribuíram para esse abrir de portas à Liberdade e à Democracia.
Sr. Presidente, minhas senhoras e meus senhores,
No decorrer destes últimos 48 anos, Portugal sofreu grandes transformações: Portugal descolonizou; o Regime Político Democrático consolidou-se, e o país sofreu um surto de desenvolvimento que para quem tem memória está à vista de todos!
Concretamente, podemos e devemos sublinhar o direto à liberdade sindical e à greve, e as garantidas das liberdades de imprensa, de reunião, de associação, de expressão, e de manifestação.
Falar de Abril é assinalar positivamente o fim da guerra colonial; exaltar a possibilidade de realização de eleições livres, confirmar a consolidação do regime democrático, e enfatizar a separação de poderes.
Assinalar Abril é lembrar que a igualdade de direitos e oportunidades entre homens e mulheres foi uma conquista da revolução e que também radicam dessa transformação político-social os direitos ao ensino, à educação, à saúde e à segurança social.
Evocar Abril é festejar o poder local e destacar o quão importante tem sido o contributo, eu diria, decisivo, das autarquias no desenvolvimento do país e do bem-estar e qualidade de vida dos portugueses!
Caros concidadãos,
Como todos sabem, esta é a primeira vez que, enquanto presidente de Câmara, estou a falar numa sessão solene evocativa da Revolução dos Cravos.
A Coligação, que tenho a honra de liderar e que saiu vitoriosa das últimas eleições autárquicas, apresentou-se aos barcelenses com um compromisso que todos os dias tento recordar para não fugir do objetivo que assumimos: “trabalhar arduamente para tornar Barcelos um concelho melhor para se viver, para se trabalhar, para se estudar e para se visitar, assegurando uma governação que não abdicará, nunca, do rigor e da transparência”.
Ora, e apesar de estarmos a governar o Município há escassos seis meses, julgo que estamos no bom caminho para cumprir o nosso desígnio e a nossa missão.
Quero confessar-vos que esperava encontrar uma casa mais bem organizada. Mas isso não me servirá nunca de desculpa para um eventual fracasso da minha presidência. Pelo contrário: às dificuldades respondemos com energia, ação e decisão.
Assim, e apenas como apontamento geral, não nos escudamos na falta de tempo e apresentamos um Plano e Orçamento que, aprovado nesta Assembleia, responde aos anseios mais imediatos da nossa população e lança pontes para objetivos mais estratégicos de médio e longo prazo.
Sem querer ser exaustivo, vou apontar apenas um exemplo do trabalho efetuado em cada um dos grandes setores da atividade municipal:
Na Educação, lamentando a falta de projetos para a candidatura a fundos comunitários das obras que o parque escolar necessita, arregaçamos as mangas e já conseguimos substituir as coberturas com amianto em 8 edifícios, esperando que, no início do novo ano letivo, o mesmo aconteça em todo o restante parque escolar.
Na Ação Social, triplicamos os apoios às famílias muito carenciadas para a compra de medicamentos. Neste âmbito, não posso de deixar de sublinhar o grande trabalho efetuado no acolhimento dos refugiados da guerra da Ucrânia, que mobilizou uma vasta equipa do Município, mas também de dezenas de voluntários da sociedade civil e a quem eu quero deixar aqui uma palavra de enorme agradecimento.
Nas Acessibilidades, conseguimos finalmente a aprovação do projeto da Circular Urbana, o que já motivou um acordo com a Infraestruturas de Portugal e nos vai permitir lançar o concurso, o mais tardar dentro de dois meses.
No Desporto, e após tanta propaganda eleitoral à volta da construção dos  Campos de Treinos no Complexo Desportivo Cidade de Barcelos, mandamos para concurso público no passado mês de março, a empreitada da segunda fase do Estádio Cidade de Barcelos.
Nos Equipamentos Municipais, lançamos a obra de recuperação da Casa Conde Vilas Boas, que estava à espera de começar há uma eternidade.
Na Cultura, ainda agora recentemente fez notícia, na comunicação social, a aprovação de uma candidatura de apoio à programação do Teatro Gil Vicente, candidatura exclusivamente feita pelos serviços municipais e que garante um financiamento de 600 mil euros nos próximos quatro anos.
Na vertente Ambiental e fruição dos Espaços Verdes, aprovamos e já está em fase de adjudicação o importante projeto do “Passadiço Pedonal ao longo da Margem direita do Rio Cávado, entre a Frente Ribeirinha de Barcelos e a Zona da Quinta do Brigadeiro”, obra que vai custar cerca de 3 milhões de euros.
E por falar em Ambiente e preocupações ambientais, o estado do rio Cávado preocupa-nos seriamente, pelo que contratualizamos a limpeza do rio de forma permanente para que as águas não sejam nunca mais um manto de jacintos.
No setor da Gestão Urbanística, há três focos bem direcionados e que começam a dar resultados:
    1- rapidez na apreciação dos processos de licenciamento com regras iguais para todos os munícipes;
    2- recuperar do atraso na questão dos processos fiscais;
    3- concluir o processo de Revisão do PDM – Plano Diretor Municipal, que, imagine-se teve início em janeiro de 2015 e deveria ter sido concluído no prazo de um ano. Pois, passados mais de sete, estamos agora a tentar concluí-lo de uma forma que não penalize os nossos munícipes.
Estas são, pois, as principais iniciativas que tomamos, não esquecendo, claro, a reorganização dos Serviços Municipais, dotando-os de uma eficácia capaz de responder o mais rapidamente possível às solicitações de todos os barcelenses.
Posto isto, Sr. Presidente,
Gostaria de dizer que muito me honra o trabalho que V. Ex.a tem efetuado na liderança da Assembleia Municipal, trabalho profícuo nas atividades que desenvolve, e trabalho substancial na dignificação deste órgão que é o maior do género de Portugal e que merece toda a dignidade que lhe tem imposto.
Isto porque, sabe V. Ex.a, sabem os Srs. Vereadores e sabem os Srs. Deputados, cumprir Abril vai muito mais além do que palavras de circunstância, narrativas mais ou menos populistas ou práticas políticas que em muitos casos são elas próprias a antítese do valor da Liberdade e da Democracia.
Cumprir Abril é tratar a oposição com dignidade e respeito pelos seus direitos, atribuindo-lhe gabinete, pessoal de apoio e material tecnológico como telemóvel e Ipad, mas sobretudo informação atempada para que possam exercer o seu dever de escrutínio.
Cumprir Abril é dar tratamento equitativo a todas as juntas de freguesia, dar-lhes previsibilidade de investimento, e respeitar os seus autarcas porque todos integram o Município e todos representam os cidadãos barcelenses;
Fazer Abril é ter a coragem de estabelecer protocolos com a EMEC para que não viva permanentemente na ilegalidade contabilística e possa cumprir os objetivos para os quais foi criada;
Viver Abril é assinar, pela primeira vez na história do Município de Barcelos, acordos coletivos de trabalho com todos os sindicatos, sem exceção, acordos que respeitam os trabalhadores e asseguram os seus direitos;
E Sublinhar Abril é aprovar o Código de Conduta para a prevenção e combate ao assédio no trabalho, que a lei exigia há muito e que se já tivesse sido implementado com certeza evitaria muitos problemas à autarquia, e que agora estão a ser dirimidos em tribunal, com prejuízos para todas as partes;
E Reivindicar Abril é lutar pela descentralização de competências, mas uma descentralização honesta, analisada setor a setor, discutida entre as partes, concertada entre Estado central e Municípios e autarquias, e nunca uma delegação de competências para aligeirar responsabilidades, imposta com prepotência, sem as devidas e justas compensações financeiras, penalizando as Câmaras Municipais e, por conseguinte, as suas populações, já que o dinheiro que vai ser gasto para a recuperação e manutenção dos edifícios escolares e dos centros de saúde, vai impedir que seja canalizado para outras prioridades municipais.
Por isso mesmo, e evocando Abril, que é também símbolo de descentralização e cooperação institucional, faço votos de que estas matérias venham a ser reanalisadas para que uma boa intenção não se fique por uma má prática política.
Sr, Presidente, Srs. Vereadores, Srs. Deputados, Minhas senhoras e meus senhores,
Vou terminar deixando aqui uma mensagem que me parece ser congregadora do espírito desta evocação de Abril.
Todos, mas mesmo todos, Assembleia Municipal, Câmara Municipal, juntas de freguesia e de uniões de freguesia, sociedade civil, representada por associações e coletividades, forças vivas, comunidade educativa – escolas e universidade -, tecido empresarial, Forças de segurança, e cada um de nós, barcelenses, todos devemos contribuir para que Abril se cumpra. E, neste caso concreto, cumprir Abril é fazermos tudo o que esteja ao nosso alcance para transformar Barcelos num Concelho mais desenvolvido, mais coeso, mais solidário, e ambientalmente mais sustentado.
Se assim for, estou convicto que, ano após ano, aqui estaremos de bem com a nossa consciência e felizes por estarmos a deixar uma melhor herança para as gerações dos nossos filhos e dos nossos netos.
Viva o 25 de Abril!
Viva Barcelos!
Viva Portugal!

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VIEIRA DO MINHO ASSINALA REVOLUÇÃO DOS CRAVOS

Na próxima segunda-feira, Vieira do Minho comemora os 48 anos da Revolução dos Cravos, numa cerimónia organizada pela Câmara Municipal e  Assembleia Municipal.

Para assinalar a efeméride foi preparado e organizado um vasto e diversificado  programa de atividades cujo destaque vai para  para a Sessão Solene comemorativa, pelas 10h00, no Salão Nobre da Câmara Municipal.

A programação passa, ainda pelas tradicionais atividades desportivas e culturais, pela apresentação de um livro e inauguração de exposição de pintura.

É neste sentido que convidamos o vosso prezado Órgão de Comunicação Social a estar presente, em reportagens, nestas celebrações de acordo com o programa em anexo.

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COMEMORAÇÃO DO 25 DE ABRIL EM PONTE DA BARCA

No âmbito das Comemorações do 48º aniversário da Revolução de 25 de Abril de 1974, o município de Ponte da Barca vai assinalar a data com a habitual Sessão Solene da Assembleia Municipal evocativa do 48.º Aniversário do 25 de Abril de 1974, nos Paços do Concelho, às 10h30, precedida pelo hastear das bandeiras, numa cerimónia que junta o executivo municipal, os representantes dos partidos políticos com assento na Assembleia Municipal, Presidentes de Junta de Freguesia, entre outras entidades militares e civis do concelho. A cerimónia contará, ainda, com um apontamento musical.

Da parte da tarde, a partir das 15h30, no auditório municipal, a autarquia promove um encontro que pretende ser uma conversa informal com barquenses que figuram em registos fotográficos e de vídeo tirados em abril de 1974, com a intenção de recordar como foi a chegada da Liberdade à Barca.

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FAMALICÃO DEDICA SEMANA ÀS COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL

Celebrações promovidas pela autarquia famalicense decorrem de 22 a 30 de abril

O 48.º aniversário do 25 de Abril vai ser celebrado em Vila Nova de Famalicão com poesia, livros, musica e dança. As celebrações contam com mais de uma dezena de atividades que se prolongam por mais de uma semana e arrancam já nesta sexta-feira, dia 22.

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Um concerto de música de intervenção a cargo dos músicos Gil Cadeias e Bruno Fer e uma sessão de leitura de poemas de abril, ambos no dia 24, uma feira do livro nos dias 22 e 23, na Praça D. Maria II e uma mostra de produtos locais na Praça – Mercado Municipal, nos dias 24 e 25, são algumas das iniciativas promovidas pela autarquia famalicense para assinalar mais um aniversário da Revolução dos Cravos.

As comemorações ficarão marcadas pela tradicional sessão solene extraordinária da Assembleia Municipal comemorativa do 25 de Abril que se realizará na segunda-feira, pelas 10h30, com transmissão em direto no portal do município.

Para além da intervenção do presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, e do presidente da Assembleia Municipal, Nuno Melo, o momento contará ainda com a habitual intervenção dos vários partidos políticos.

Antes, pelas 10h00, Mário Passos e Nuno Melo assinalam a data com o hastear da bandeira nos Paços do Concelho ao som do hino nacional interpretado pela Banda de Música de Famalicão e vão também plantar, simbolicamente, um carvalho nos jardins dos Paços do Concelho, espécie autóctone caracterizada pela sua simbologia associada à força e resiliência.

Ainda na cultura, destaque para a programação da Casa das Artes para o fim-de-semana de 29 e 30 de abril, com a apresentação do espetáculo de dança “Autópsia” da Companhia Olga Roriz e do concerto “Eixo do Jazz Ensemble Meets” com Mário Laginha.

Programa completo das comemorações disponível em www.famalicao.pt.

MONÇÃO COMEMORA O 25 DE ABRIL

O Município de Monção celebra a passagem do 48º aniversário do 25 de abril com um programa simbólico que tem como finalidade comemorar esta importante data para todos os portugueses e reforçar os seus ideais junto das gerações mais novas.

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O programa comemorativo, com A temática “A Senha da Revolução”, inicia-se no dia 22, sexta-feira, pelas 20h00, com o lançamento do vídeo “E Depois do Adeus”, nas páginas sociais do município, continuando, no dia 24, domingo, pelas 21h30, com o espetáculo “Emissora Nacional”, no Cine Teatro João Verde.

O dia 25 compreende a saudação da Banda Musical de Monção, pelas 10h00, no Largo do Loreto, a sessão solene comemorativa, pelas 11h00, e a visualização do vídeo “O Povo o Deu, o Povo o há Dado”, pelas 16h00, ambas no Cine Teatro João Verde.

ARCOS DE VALDEVEZ CELEBRA O 25 DE ABRIL

O 25 de Abril voltará a assinalar-se em Arcos de Valdevez, tendo o Município arcuense delineado um programa de relevo para a cerimónia oficial das Comemorações do “Dia da Liberdade”.

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  • A programação destas comemorações terá início no dia 22, sexta-feira, no Centro Interpretativo do Barroco, com os Encontros Literários do Alto Minho: “As palavras que nos unem”, com os escritores Tiago Salazar e Rui Cardoso Martins e a participação do CAO e da Universidade do Saber da SCMAV.

No dia 23, sábado, às 22h00, na Casa das Artes, será apresentada a peça de Teatro: “O HOMEM DA AMÁLIA” com Vergílio Castelo; seguindo-se no dia 24, às 22h00, também na Casa das Artes, o concerto de Ricardo Ribeiro “Respeitosa Mente”.

No dia 25, pelas 09h30, será feita uma homenagem aos Combatentes do Ultramar, na Praceta Combatentes do Ultramar (junto ao Centro Escolar Prof. António Melo Machado), com a deposição de uma coroa de flores e, após este momento, cerca das 10h00, na Praça Municipal, seguir-se-ão as Cerimónias Oficiais de Comemoração do 25 de Abril com o Hastear das Bandeiras e guarda de honra efetuada pelos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez, pelo Corpo Nacional de Escutas – Agrupº214 e pela Banda da Sociedade Musical Arcuense.

De seguida terá lugar no Auditório da Casa das Artes, o Concerto pela Banda da Sociedade Musical de Arcos de Valdevez.

Ainda inserido nas comemorações do 25 de Abril, será exibido, na Casa das Artes, pelas 22h00 o filme “SALGUEIRO MAIA: O IMPLICADO”.

A Câmara Municipal convida a população a participar em todas as iniciativas, as quais são todas de entrada gratuita.

CERVEIRA: MÚSICAS DE ABRIL NO 48ª ANIVERSÁRIO DA ‘REVOLUÇÃO DOS CRAVOS’

Programa comemorativo distribui-se entre a noite de 24 e a manhã de 25 de abril

A Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira propõe um concerto temático e um espetáculo de fogo de artifício, além da cerimónia protocolar de hastear de bandeiras e sessão solene.

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Vila Nova de Cerveira assinala, nos dias 24 e 25 de abril, o 48º aniversário da ‘Revolução dos Cravos’, e a música é a forma de expressão em destaque para manter viva esta data histórica e emblemática para todos os portugueses, símbolo da liberdade e da democracia.

O programa comemorativo da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira tem início na noite de domingo, 24 de abril, pelas 22h00, com a realização de um Concerto de Músicas de Abril, protagonizado pela Academia de Música Fernandes Fão, no Cineteatro de Cerveira – Marreca Gonçalves. À meia-noite, o convite vai no sentido de desfrutar de um céu colorido, graças a um espetáculo de fogo-de-artificio que assinala a entrada no dia 25 de abril, considerado o Dia da Liberdade de Portugal, graças à Revolução de 1974.

No dia 25 de abril, a autarquia cerveirense vai proceder à cerimónia de hastear de bandeiras, nos Paços do Concelho, pelas 09h30, ao som do Hino Nacional, interpretado pela Academia de Música Fernandes Fão, seguindo-se uma Sessão Solene no Salão Nobre da Câmara Municipal, na qual vão discursar o Presidente da Câmara Municipal, Rui Teixeira, e o Presidente da Assembleia Municipal, António Quintas.

CONCERTO DE AGIR COM FILARMÓNICA VIZELENSE ASSINALA COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL

A Câmara Municipal apresentou o programa comemorativo do 48.º aniversário do 25 de Abril, que será realizado numa parceria com o condomínio dos espaços comerciais do Fórum Vizela - Condomínios & Companhia e a Sociedade Filarmónica Vizelense e que terá lugar na Praça do Município.

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O destaque do programa vai para o dia 23 de abril com o concerto de Agir com a Banda da Sociedade Filarmónica Vizelense, que terá lugar às 22.00h, na Praça do Município.

Depois de em 2018, a Banda da Sociedade Filarmónica Vizelense ter atuado com Paulo de Carvalho, e em 2019, com Pedro Abrunhosa, sobe agora ao palco com o jovem músico AGIR, num concerto que marcará sem dúvida estas comemorações do 25 de Abril.

No dia 24 de abril sobe ao palco da Praça do Município o jovem músico vizelense Pedro Costa, que apresentará o seu espetáculo ‘Tons de Abril’, às 22.00h.

O dia 25 de abril ficará ainda marcado pelas cerimónias solenes. Às 10.30h terá lugar o hastear das bandeiras na sede do Município e às 11.00h realiza-se a sessão solene da Câmara e Assembleia Municipal de Vizela comemorativa da Revolução, na Praça do Município.

 23 abril

AGIR com Banda da Sociedade Filarmónica Vizelense

22.00h

Praça do Município

24 abril

Pedro Costa - ‘Tons de Abril’

22.00h

Praça do Município

25 abril

10.30h Hastear das bandeiras

Sede do Município

11.00h Sessão solene

Praça do Município