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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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JOSÉ EUSÉBIO, PEREGRINO A SANTIAGO DE COMPOSTELA, REALIZA NA PÓVOA DE VARZIM UMA CONFERÊNCIA PARA NOS CONTAR A SUA EXPERIÊNCIA… E DAR TESTEMUNHO DA SUA FÉ!

José Eusébio, peregrino a Santiago de Compostela, já percorreu 12 vezes itinerários jacobéus. Em conferência a realizar na Póvoa de Varzim, no próximo dia 25 de Janeiro, vai dar testemunho da sua experiência… e da sua Fé!

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Conferência dia 25 em Póvoa do Varzim

“Caminho pela geira é incomparável e constitui uma viagem no tempo”

O Grupo dos Amigos do Caminho de Santiago da Póvoa de Varzim promove na sexta-feira, da 25 de Janeiro, uma conferência intitulada “As Minhas Histórias do Caminho”, com a participação do peregrino José Eusébio, que percorreu uma dúzia de vezes diferentes itinerários jacobeus, o último dos quais o Caminho da Geira Romana e dos Arrieiros.

Na perspetiva de José Eusébio, de 31 anos, este caminho, que liga Braga a Santiago de Compostela, na distância de 240 quilómetros, “é incomparável”, com “paisagens de cortar a respiração e uma tranquilidade inexplicável. Uma viagem no tempo, muito graças ao seu legado romano”.

O peregrino, que já percorreu sete itinerários jacobeus, adianta que “as gentes desta rota demonstram espírito hospitaleiro e estão empenhadas no seu desenvolvimento.  Este caminho é sinónimo de aventura, paz e felicidade”.

Quanto à vontade de associações, como as do Caminho Jacobeu Minhoto Ribeiro e de Codeseda Viva, de oficializar este caminho até ao Ano Santo Jacobeu de 2021, José Eusébio, natural de Póvoa do Varzim e residente em Barcelos, afirma que é “claramente possível” concretizar o objetivo.

“Nesta fase é necessário marcar o caminho, com as famosas setas amarelas e criar as infraestruturas de apoio aos peregrinos, como albergues. Colmatando estas lacunas, o crescimento do número de peregrinos será exponencial”, refere o conferencista, que é instrutor de fitness  e professor de natação.

A conferência decorre no Museu Municipal de Etnografia e História da Póvoa de Varzim, a partir das 21h30. A participação é gratuita, mas a inscrição obrigatória, podendo ser feita na página de Facebook do Grupo dos Amigos do Caminho de Santiago da Póvoa de Varzim.

Após a apresentação de José Eusébio, segue-se uma conversa com a assistência e a ideia da organização  - que guarda “uma surpresa para o final”, aconselhando os participantes “a não comerem muito à sobremesa” - é que todos “levem muitas dúvidas” sobre o caminho de Santiago pelo Gerês.

O orador já percorreu os caminhos Central Português, Português da Costa e Variante Espiritual, Português do Interior (bicicleta), Finisterra/Muxia, Primitivo, Inglês e da Geira Romana e dos Arrieiros (concluído a 31 de dezembro de 2018).

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TERRABOURENSE FREI BENTO DOMINGUES É O MAIOR TEÓLOGO PORTUGUÊS DA IGREJA CATÓLICA

Universidade do Minho concede “honoris causa” ao “maior teólogo” português

“O maior teólogo” da Igreja e uma “voz grande da cultura”, justifica Moisés Lemos Martins. Um reconhecimento de um itinerário centrado numa “teologia da periferia”, como diz frei Bento. Ou um nome “marcante na produção teológica em Portugal” e “um dos pilares da sociedade portuguesa”, como dizia há poucos meses, sobre Bento Domingues, o agora arcebispo Tolentino Mendonça.

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Bento Domingues: Um “magistério na cultura portuguesa – no campo religioso e fora dele”, dizia Tolentino Mendonça, em Junho (foto Francisco Marujo)

 

Frei Bento Domingues, frade dominicano, teólogo, colunista do jornal Público e autor do ensaio A Religião dos Portugueses, será doutorado honoris causa pela Universidade do Minho, no próximo dia 15 de Fevereiro, soube o 7MARGENS. Frei Bento é, “por certo, o maior teólogo” da Igreja Católica em Portugal e é uma “voz grande da cultura portuguesa”, diz Moisés Lemos Martins, director do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS), do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade do Minho (UM), justificando a proposta de doutoramento.

A sugestão partiu do departamento de Ciências da Comunicação e do CECS. O doutoramento, acrescenta o professor catedrático da UM, será feito no âmbito dos Estudos Culturais. “O que me admira é terem tido esta ideia, que acolhi com agrado e reconhecimento, mas não era coisa que me passasse pela cabeça. A Universidade não tem obrigação nenhuma, esta escolha surpreendeu-me. Podia dizer que não queria, mas também seria ser exibicionista”, diz frei Bento ao 7MARGENS, comentando a informação, recebida nos primeiros dias de Janeiro.

Moisés Lemos Martins, que será o padrinho do doutoramento, acrescenta que “a presença permanente de frei Bento no espaço público, atravessando a segunda metade do século XX e já este século”, destaca-o como “homem da Igreja e da cultura, debatendo a condição humana e os desafios que se lhe colocam”. Ele tem sempre “uma palavra de esperança sobre a humanidade, num tempo em que muito se desespera, porque são muitos os desesperados e porque os desequilíbrios sociais não têm a solução que se exige”, acrescenta. Além disso, as suas intervenções, escritas ou faladas, colocam “em confronto permanente o Evangelho com os problemas do mundo e da humanidade”.

“Faço uma teologia da periferia”, diz Bento Domingues. “A única forma de interpretar [esta decisão] é que o estatuto da minha teologia foi sempre marginal. Sempre trabalhei em teologia nas formas mais variadas, mas não dentro de instituições católicas universitárias em Portugal. E a Universidade do Minho também não é confessional.

Prática teológica e inteligência da fé

Frei Bento começou por decidir não fazer doutoramento. “Depois andei em ziguezagues”, conta: ainda na década de 1990, chegou a ser convidado pelo então reitor da Universidade Católica Portuguesa (UCP), padre Isidro Alves, para professor da respectiva Faculdade de Teologia e membro da equipa da revista teológica Communio. “Pedi-lhe garantia de que teria plena liberdade de ensino e ele respondeu que não o poderia fazer. Por isso, disse-lhe que não ia. Se fosse, corria o risco de perder um amigo e isso eu não queria.”

“O problema da prática teológica é que, se ela não é feita em liberdade, é um serviço à instituição e não uma inteligência da fé”, diz frei Bento. Apesar disso, e mesmo não tendo estado nunca ligado a uma instituição de forma muito dilatada no tempo, Bento Domingues acabou por ter uma intensa actividade ligada a universidades: leccionou vários anos no Instituto Bartolomeu de las Casas (Peru), na Universidade de São Tomás (Colômbia) e no Instituto Pedro de Córdoba (Chile), além de ter orientado cursos de animação e formação de missionários (Angola e Moçambique).

Em Portugal, o percurso foi idêntico: “Tive sempre relação com universidades, mas as não-confessionais.” Além de centenas de conferências, em muitos sítios, “quase sempre da ordem do acontecimento e não do institucional”, o frade dominicano esteve, por exemplo, nos conselhos gerais do Instituto de Ciências Sociais, de Lisboa e da Universidade do Porto (neste caso, entre 2014-18) e, na década de 1990, foi o responsável, com Alfredo Teixeira, pela criação do curso de Ciências das Religiões, da Universidade Lusófona, que entretanto abandonou. “A ideia era fazer teologia num espaço laico, mas era difícil: como não oferecia carreira, só podia ser para quem pudesse pagar e para pessoas reformadas ou desocupadas.”

Frei Bento tem insistido na ideia de que, desde 1910 e da instauração da República, a teologia tinha desaparecido das universidades públicas portuguesas, com o fim do curso que existia em Coimbra. A situação só ficou remediada com a criação da faculdade na UCP e a criação do Instituto Superior de Estudos Teológicos, ambos no final dos anos 1960. A UCP “nasceu contra o ISET”, que tinha sido criado por várias ordens religiosas e onde frei Bento também se empenhou bastante. Mas a Católica “também evoluiu” nos últimos anos, considera.

Por isso, este doutoramento surge como “um reconhecimento de um itinerário, de um trabalho que não teve espaço nas universidades públicas nem na Católica. Por isso aceitei. E é também uma forma de dizer que não devemos desistir.”

Um “gesto seminal”, um “grande autor”

Para Bento Domingues, a melhor definição do seu modo de fazer teologia foi feita por José Tolentino Mendonça, actual arcebispo e bibliotecário do Vaticano, na apresentação da edição revista e actualizada do seu livro A Religião dos Portugueses, editada em Maio de 2018 pela Temas e Debates (e co-organizada pelo autor deste texto). “Ele entendeu que eu nunca quis desistir da prática teológica e que isso para mim foi o essencial, incluindo com as minhas crónicas no Público ou a direcção da colecção Nova Consciência, no Círculo de Leitores”, publicada na década de 1990.

Nessa intervenção, Tolentino Mendonça considerou A Religião dos Portugueses como um livro “absolutamente marcante na produção teológica em Portugal” e que traduz um “gesto seminal” e uma “mudança de respiração” na teologia. E apontou o seu autor como “um grande artesão da teologia”, que “mostra uma juventude e um saber fazer verdadeiramente incontornável”. E acrescentou: “Temos uma grande dívida para com frei Bento Domingues, no sentido da inquietação e da incitação que ele nos faz ao pensamento.”

Ao mesmo tempo, disse que Bento Domingues tem a “capacidade de penetrar [e ser um] poder de referenciação”, com um “magistério na cultura portuguesa – no campo religioso e fora dele” que evidencia “como, através do pensamento e através da palavra, frei Bento é capaz de mostrar que aquilo que define os portugueses é o coração”. Enfim, considerou o frade dominicano como “um grande autor” e “um dos pilares da sociedade portuguesa”.

Fonte: António Marijo / http://setemargens.com/

SOLSTÍCIO DE INVERNO OCORRE HOJE – É O NATAL DO SOL!

De acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa, “O Solstício de Inverno ocorrerá no dia 21 de dezembro de 2018 às 22h23min, marcando o início da estação no hemisfério norte (a mais fria apesar da Terra vir a estar o mais perto do sol a 3 de janeiro). O sol neste dia de solstício estará o mais baixo possível no céu em Lisboa e aquando da sua passagem meridiana atingirá a altura mínima de 28°.

A tabela abaixo mostra que a duração do dia no Solstício de Inverno é efetivamente a mais curta. A 21 de dezembro de 2018 o disco solar nascerá às 07:51:04 horas e pôr-se-á às 17:18:07 horas em Lisboa.

A duração do dia será de 09:27:03 horas, o que é apenas 1 segundo a menos do que no dia seguinte.

O Inverno prolonga-se por 88,98 dias até ao próximo Equinócio, a 20 de março de 2019.”

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NATALE SOLIS INVICTI OU O SOLSTÍCIO DE INVERNO

Todo o mundo cristão celebra por esta altura o nascimento de Jesus, não obstante desconhecerem-se quaisquer referências históricas ou bíblicas que mencionem a data em que tal acontecimento se verificou. Por conseguinte, o Natal é festejado a 25 de Dezembro ou a 7 de Janeiro de acordo com as tradições católica ou ortodoxa, em virtude da adopção dos calendários juliano ou gregoriano. Ora, é nesta ocasião que ocorre o solstício do inverno ou nascimento do sol, precisamente a altura em que os raios solares deixam de decrescer e passam de a aumentar, fazendo de novo crescer os dias em relação às noites.

Desde a mais remota antiguidade que o ser humano adorou o sol, deusificando-o e atribuindo-lhe a primazia sobre as demais divindades. Tal sucedeu na Caldeia, na Palestina e no Egipto, aqui adorado sob o nome de Ra. Na antiga Pérsia e na Índia, o deus Sol era designado por Mitra tendo o seu culto dado origem ao mitraísmo que viria mais tarde a rivalizar com o cristianismo a sua influência no Império romano, acabando por vir a sucumbir com a sua queda e mais tarde acabando por desaparecer por completo com o avanço do islamismo na Pérsia. Antes, porém, o mitraísmo fora assimilado pelos gregos e espalhou-se por todo o Império romano. O deus Mitra era geralmente representado por um jovem com um boné frígio, túnica e manto sobre o ombro esquerdo. Esta religião era superiormente dirigida por um sumo pontífice a os seus sacerdotes ostentavam sobre a cabeça uma mitra. Curiosamente, trata-se do chapéu com que os bispos se apresentam quando envergam as vestes pontificais, tendo a sua origem na Pérsia e no Egipto, correspondendo ao turbante e por conseguinte aludindo à adoração de Mitra.

Não admira, pois, que ao culto solar tenha sido sobreposta a adoração ao menino Jesus, sendo-lhe atribuída a data do seu nascimento precisamente numa altura em que os romanos celebravam o natale solis invicti consagrado ao deus Sol, à semelhança do que se verifica com inúmeras festividades pagãs que foram de algum modo adaptadas e "convertidas" à crença cristã. Na mesma ocasião realizavam os romanos as saturnais ou saturnálias que, como o próprio nome indica, eram festividades consagradas a Saturno, trocavam de presentes e organizavam um banquete público, aspectos que de alguma forma podemos relacionar com as tradicionais “festas dos rapazes” em várias localidades de Trás-os-Montes. Aliás, o culto a Saturno chegou a ser muito difundido na Península Ibérica, tendo diversos escritores da antiguidade referido-se à existência de santuários entre os quais se supõe ter havido um na Ínsua do rio Minho, um local onde actualmente as gentes locais vão em peregrinação ao Senhor Jesus dos Mareantes, fazendo festa rija em Agosto. Saturno era o deus protector dos semeadores e das sementes, pelo que os romanos acreditavam que durante as saturnais regressava a abundância, assegurando a fertilidade durante essa época do ano.

Ainda em relação ao mitraísmo, também este possuía extraordinárias semelhanças com o cristianismo, entre as quais a crença no céu e no inferno, na ressurreição, nos pastores que tal como os reis magos ofereciam presentes, no dilúvio, na santificação do domingo, na prática da confissão e da comunhão e, finalmente, a própria celebração do 25 de Dezembro!

A celebração do nascimento de Jesus constitui actualmente uma festa que é vivida com grande grande intensidade pelo povo português e que, apesar da sua significação profundamente religiosa, também não escapa às regras de funcionamento de uma sociedade mercantilizada, virada cada vez mais para os interesses materiais em detrimento dos valores espirituais. Não obstante, as festividades da quadra natalícia encontram-se profundamente enraizadas no nosso folclore revelando-se através das mais diversas manifestações de cariz popular, na gastronomia, na música, nas lendas e de um modo geral em todos os aspectos que envolvem tais celebrações. Não obstante, temos principalmente nos últimos tempos vindo a constatar que tradições oriundas de outros países têm vindo a substituir alguns costumes genuínos do nosso povo, como sucede com a reverência ao "Pai Natal", agora destituído para dar lugar a S. Nicolau, quando outrora as festividades decorriam exclusivamente em torno do "menino Jesus". Da mesma forma que o tradicional presépio cedeu o lugar ao nórdico pinheiro de Natal enfeitado com flocos de neve, mesmo em locais onde jamais nevou...

GOMES, Carlos. http://www.folclore-online.com/

DESCOBRIR O MINHO ATRAVÉS DO SAGRADO E DO PROFANO

A ATURMINHO (Associação de Turismo do Minho) e AHET MINHO – Associação de Hotelaria e Empreendimentos Turísticos do MINHO, no âmbito do Programa Operacional Regional do Norte 2020, encontram-se a desenvolver um conjunto ações que têm como objetivo contribuir para o desenvolvimento sustentado de toda a região do Minho, designadamente através da dinamização do produto turístico religioso e cultural tornando o destino Minho numa referência de excelência na oferta do turismo religioso e cultural, até ao mês de outubro de 2019.

Com aposta prioritária nos mercados internacionais, o projeto trará aos 24 concelhos dos distritos de Braga e Viana do Castelo turistas e visitantes internacionais que, por via direta e indireta, aumentarão a competitividade empresarial autóctone, e a melhoria de vida generalizada da população minhota.

Após a criação da marca Discover Minho, o projeto tem já em pleno funcionamento as redes sociais Facebook (https://www.facebook.com/discoverminho/) e Instagram (https://www.instagram.com/discoverminho/). Encontram-se em fase de desenvolvimento um portal sobre o Minho, bem como duas aplicações para mobile, uma para turistas e outra para os profissionais do setor, que em breve estarão disponíveis para download, entre outras ações.

O projeto Discover Minho tem tido a adesão de inúmeras entidades, como por exemplo as autarquias, que entendem a utilidade do mesmo, bem como o seu caráter diferenciador (sagrado e profano) como forma de promover a região minhota.

Responsável do Projeto: Dr. Antero Filgueiras

Organização: ATURMINHO e AHET MINHO

Email: comunicacaodiscoverminho@gmail.com

Facebook: https://www.facebook.com/discoverminho/

ESTRELAS DO MINHO BRILHAM NA ARGENTINA

Ontem foi dia de festa para a comunidade minhota – e portuguesa em geral! – radicada na Argentina. O Rancho Folclórico Estrelas do Minho participou na procissão das festas patronais da Paróquia Imaculada Conceição de Monte Grande, em Buenos Aires.

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As colectividades do município de Esteban Echeverria participaram no evento e o Rancho Folclórico Estrelas do Minho esteve representada pelas lindas moças minhotas da comunidade minhota e luso-descendentes a quem coube levar em procissão o andor de Nossa Senhora de Fátima.

Fotos: RFEM

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SÉ DE BRAGA COMEMORA DIA DE S. GERALDO

DIA DE S. GERALDO - 5 DE DEZEMBRO | 10h30 Sé de Braga

A comemoração do dia de S. Geraldo é já uma tradição na Sé de Braga. S. Geraldo nasceu em Cahors, França. Entrou muito novo para o Mosteiro de Moissac, onde estudou e se tornou famoso pelas suas qualidades humanas e intelectuais.

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Foi Arcebispo de Braga do ano de 1099 a 1108. Morreu em Bornes, Concelho de Vila Pouca de Aguiar, no dia 5 de Dezembro 1108, durante uma visita pastoral que realizava por aquelas terras. É o padroeiro da cidade de Braga. Na Sé foi responsável por várias reformas e mandou construir uma Capela que dedicou a S. Nicolau e onde está sepultado.

O Serviço Educativo do Tesouro-Museu da Sé de Braga, em colaboração com a Escola EB1 da Sé, organiza, mais uma vez, a representação “S. Geraldo e o Milagre da Fruta”. Esta actividade, além do seu interesse educativo, dá a conhecer uma lenda com longa tradição na Catedral.

A iniciativa realizar-se-á na Sé de Braga, no dia 5 de dezembro (4ª feira), pelas 10h30 horas.

A Capela de S. Geraldo estará aberta ao público durante todo o dia, mostrando o magnífico retábulo ornamentado com a fruta da época, uma alusão ao suposto milagre de S. Geraldo.