Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

MISSIONÁRIOS EVOCAM D. ANTÓNIO BARROSO

Exposição missionária itinerante evoca D. António Barroso

Os institutos missionários que se dedicam à evangelização em Portugal e no mundo, promovem uma exposição itinerante que, atualmente, está patente até ao dia 17 de novembro na Sala Gótica dos Paços do Concelho.

Cartaz

Intitulada «Pelos caminhos do mundo», a  exposição missionária presenta em três momentos. O primeiro é constituído por um conjunto de roll-ups (cartazes) que, apostando essencialmente na imagem, procuram apontar para uma entidade divina que faz caminho com as pessoas e que as envolve no seu projeto de vida para todos. Uma série de objetos que falam do encontro de culturas e religiões é a proposta do segundo bloco. E, finalmente, o terceiro, em forma de jogo, procura envolver o visitante na aventura de percorrer os caminhos do mundo.

A exposição dará relevo especial à figura do missionário de Remelhe, D. António Barroso, numa altura em que se comemora o aniversário do seu nascimento e passam 100 anos do seu falecimento.

A exposição decorre, também, na perspetiva do Mês Missionário Extraordinário (outubro de 2019), proposto pelo Papa Francisco, e coincide com a celebração do Ano Missionário (outubro de 2018 a Outubro de 2019), sugerido pela Conferência Episcopal Portuguesa.

No dia 10 de novembro, esta exposição será objeto de uma visita especial, durante a sessão cultural evocativa de D. António Barroso, antigo missionário em Angola, bispo de Himéria, em Moçambique, de Meliapor, na Índia e na diocese do Porto.

Posteriormente, a exposição percorrerá outros espaços do país, lançando-se, ela mesma, na aventura dos caminhos da missão.

COMUNIDADE SIKH DE PORTUGAL ORGANIZA REUNIÃO ECUMÉNICA E INTER-RELIGIOSA

19029296_1390545011038526_782669647725956157_n

Caros Amigos,

Pretendemos trocar ideias entre os muitos que sendo organizações religiosas comunidades ou igrejas, não costumam participam em eventos de carácter inter-religioso ou ecuménico, Portugal tem uma lei de liberdade religiosa, o que num estado de direito laico é uma peça importante de afirmação democrática, mas o preconceito e a descriminação acabam por superar de uma forma subtil a própria lei e manter a descriminação quanto ao relacionamento entre os crentes das diversas organizações religiosas.

A agenda que propomos discutir  numa base fraternal de entendimento tem como objectivo dialogar sem restrições, a participação no que respeita aos assuntos institucionais religiosos no que respeita ao ensino, comunicação social, (tempos de antena) capelanias imigração e todas as implicações legais do religioso na vida política e social.

Portugal é um estado laico, temos cerca de 50 denominações  "radicadas", e ainda mais de 600 confissões inscritas no Registo de Pessoas Colectivas Religiosas (RPCR). O que acontece é que, não mais de vinte representantes de diferentes comunidades, estão sempre presentes em todos os eventos e por “defeito” lideram todos os acontecimentos.  É urgente  uma  maior igualdade de tratamento entre as confissões minoritárias e as mais representativas ou mais representadas, e a defesa da liberdade de expressão e de consciência, de religião e culto, com respeito mútuo entre todas as denominações religiosas.

Em toda a Europa há fenómenos preocupantes de discriminação e intolerância religiosa em geral. São fenómenos subtis, gerados pela emergência de novos direitos e a progressiva laicização da sociedade. É preciso olhar para a liberdade religiosa com espírito de diálogo, com compreensão, sem pretender confrontos. Centenas de casos reveladores da tensão entre o Estado e as Igrejas no domínio da liberdade religiosa, mesmo com os católicos, as pessoas calam porque não faz parte da nossa tradição portuguesa reivindicar a liberdade religiosa.

Caros amigos, venho propor uma reunião preparatória onde poderão enviar vosso representante para que em conjunto possamos encontrar uma plataforma de diálogo com vossas propostas e opiniões sobre estes assuntos.

De momento gostaria de conhecer da vossa disponibilidade para participar neste evento e qual a pessoa que pode fazer a ligação com vossa comunidade. Também vossas sugestões de assuntos a discutir etc.

Aguardamos vossas respostas

Saudações

Mons. Alexandre Bonito ,       Missão Ortodoxa em Portugal

Contacto : 965155660               email: protos@sapo.pt

REUNIÃO ECUMÉNICA E INTER-RELIGIOSA

Semana de diálogo, e debate, na procura de soluções e questões de interesse comum

AGENDA:

-A Liberdade Religiosa

-Aplicação da Lei

-Perseguições e Discriminação

-Propostas de alteração a Lei vigente

-Objetores de consciência

Participantes a convidar:

-Testemunhas de Jeová

-IURD Universal

-Igreja Portuguesa de Scientology

-A Igreja da Unificação, Moonies

-Sinagoga de rito Progressista, Sinagoga oheljacob

-Ordem Naqshbandi em Portugal, Sufismo

-Comunidade Sihk

-Centro Espírita Perdão e Caridade

-Terreiro de Umbanda e Candomblé Mameto Dan Ejo

-Xintoistas

-Igreja Maná

-Igreja Unificação pela Paz Mundial (Moonies)

-Igreja Messiânica Mundial de Portugal

SÃO PAULO VI CRIOU A DIOCESE DE VIANA DO CASTELO HÁ 60 ANOS

Viana do Castelo: Imagem de São Paulo VI na Catedral recorda Papa responsável pela criação da diocese há 40 anos

«Igreja que não agradece não é Igreja», salienta D. Anacleto Oliveira 

O bispo de Viana do Castelo destacou este domingo a memória de São Paulo VI, Papa que foi responsável pela criação da diocese a 3 de novembro de 1977.

paulovi_viana-390x260

De acordo com uma nota enviada à Agência ECCLESIA, D. Anacleto Oliveira abençoou durante a Eucaristia uma imagem do Papa italiano (1897 – 1978), que passa assim a estar representado na Catedral de Viana do Castelo.

Num dia de festa e de ação de graças, o bispo de Viana do Castelo salientou que “Igreja que não agradece não é Igreja”, e defendeu que a melhor forma de “agradecer” as graças recebidas, ao longo destas quatro décadas, “é testemunhar no meio do mundo” a forma como Cristo é vivido neste território do Alto Minho.

“Anunciemos este amor no meio do mundo através das nossas palavras, mas sobretudo através da nossa própria vida, pois o amor anuncia-se melhor quando é vivido”, lembrou D. Anacleto Oliveira.

A 3 de novembro de 1977, Paulo VI erigiu canonicamente a Diocese de Viana do Castelo através da Constituição Apostólica ‘Ad aptiorem populi Dei’, separando-a da Arquidiocese de Braga.

Este domingo, D. Anacleto Oliveira encerrou também a Porta Santa da Gratidão que apontou simbolicamente também para este 40.º aniversário da Diocese de Viana do Castelo.

“Agradecer o amor que de Deus recebemos leva-nos a amarmo-nos uns aos outros, pois, quando nos unimos verdadeiramente a Deus, unimo-nos aos outros. Amando a Deus recebemos força para amar os outros”, frisou o responsável católico.

O encerramento das comemorações dos 40 anos da fundação da Diocese de Viana do Castelo coincidiu entre 28 de outubro e 04 de novembro com uma semana especial para a comunidade católica da região, que “contou com diversos momentos formativos e celebrativos”.

Na terça-feira, dia 30, tendo presente que a diocese minhota se encontra a viver um Ano Pastoral dedicado à Evangelização, e centrado na figura de São Teotónio, primeiro santo português, os padres de Viana reuniram-se com D. Anacleto Oliveira na terra de onde aquele santo é originário, em Ganfei, Valença.

Os participantes debruçaram-se sobre o tema ‘O padre evangelizado e evangelizador’, a partir de uma conferência do sacerdote José Vilar.

Na sua intervenção, aquele responsável recordou que a alegria deve ser uma marca fundamental da vida de cada evangelizador e alertou para as dimensões essenciais da vida do padre: “comunhão, evangelização, vida espiritual, vida humana (cuidado com a saúde), harmonia, formação, partilha”.

No dia 3 de novembro, data do 40.º aniversário da Diocese de Viana do Castelo, D. Anacleto Oliveira presidiu a uma Missa evocativa também na Sé local.

O programa de aniversário foi completado com um jantar-conferência no Centro Pastoral Paulo VI, em Darque, dada pelo chefe Luís Lavrador, da Seleção Portuguesa de Futebol), que assinalou também a abertura solene do ano letivo no Instituto Católico de Viana do Castelo.

JCP / http://www.agencia.ecclesia.pt/

CEMITÉRIOS SÃO AUTÊNTICAS GALERIAS DE ARTE FUNERÁRIA

No dia em que muitos minhotos vão aos cemitérios visitar as sepulturas dos seus entes queridos já falecidos, o BLOGUE DO MINHO deixa aqui uma sugestão para que esses espaços sejam também apreciados noutra perspectiva, através da contemplação das obras de arte, a decifração de símbolos e a descoberta de figuras notáveis que ali repousam, algumas das quais marcaram em suas vidas o desenvolvimento da sociedade local.

Ourem30JUL11 130

Desde as suas origens, o Homem procurou sempre superar a sua própria morte, constituindo essa uma das essências de todas as religiões. Através de determinados ritos garantia a viagem eterna para uma nova vida, colocando-se na posição fetal ou levando consigo a moeda com que haveria de pagar a Caronte a travessia para o Hades.

As antas e dolméns, as lanternas etruscas, as pirâmides egípcias e as técnicas de mumificação não são mais do que expressões de arte funerária de diferentes civilizações de épocas distintas que são actualmente estudadas e conservadas, classificadas como património cultural.

Durante muitos séculos, entre nós, o sepultamento era feito no interior das igrejas ou no terreno adjacente considerado campo santo. Ainda actualmente se conservam em muitos locais as pedras tumulares com as respectivas inscrições e, não raras as vezes, brasões de família. Nalguns casos, porém, uma certa falta de sensibilidade para a necessidade de se preservar o património tem levado à destruição das sepulturas existentes no interior das igrejas e capelas com a realização de obras alegadamente de melhoramento.

Em 1835, passou a ser proibido o enterro dentro das igrejas, decisão que juntamente com outras medidas tomadas pelo governo de Costa Cabral vieram a estar na origem da Revolução da Maria da Fonte.

Durante o século XIX, fortemente marcado pelo Romantismo, a arte funerária regista um grande desenvolvimento que se traduz na construção de grandes jazigos repletos de esculturas e motivos arquitectónicos, o emprego de novos símbolos associados nomeadamente a profissões e a obediências maçónicas, figuras alegóricas, motivos vegetalistas e uma profusão de epitáfios.

Com efeito, a arte funerária reflecte a visão do cosmos e a interpretação da vida e da morte feita a partir de um determinado contexto histórico, social e ideológico, revelando a estrutura social e a mentalidade da sociedade em que a mesma foi produzida. Devido ao seu elevado interesse patrimonial e cultural, alguns cemitérios tornaram-se visitas obrigatórias e estão incluídas nos roteiros turísticos como sucede com o cemitério de Pére Lachaise, em Paris ou o cemitério dos Prazeres, em Lisboa.

Ourem30JUL11 122

AS BRUXAS SÃO AS SACERDOTISAS DO PAGANISMO

Quais sacerdotisas dos ritos próprios do culto pagão, as chamadas bruxas desde sempre povoam o nosso imaginário, associado ao mal e representando figuras demoníacas que ao longo dos séculos foram inculcadas nas nossas mentes pela religião Cristã que entre nós viria a impor-se ao paganismo. Tal como a figura de Pã, deus dos bosques, dos campos, dos rebanhos e dos pastores veio ao longo da Idade Média a ficar associada à do Diabo transfigurado na dama pé-de-cabra.

 

FestivalMascaraIberica2011 063.JPG

Proveniente do latim paganus que significa literalmente camponês ou rústico, o paganismo constitui uma forma de expressão religiosa em íntima comunhão com os fenómenos da natureza e profundamente ligado às necessidades espirituais do indivíduo inserido no mundo rural. Prova evidente dessa realidade constitui as tradições que respeitam aos ritos do inverno e ao culto dos mortos, desde os peditórios de “Pão Por Deus” até à “Serração da Velha”, passando pela celebração do solstício de Inverno e o Entrudos, celebrações quase todas convertidas em celebrações cristãs como o Natal, como se de festividades pagãs não se tratassem a sua origem. O mesmo sucede com outras festividades como o Solstício de Verão, com os seus ritos associados ao fogo e transformados em festividades são-joaninas.

Existem entre nós vestígios de antigos santuários pagãos como a do deus Endovélico na região do Alandroal, registando a própria toponímia a sua ancestral influência como sucede com a serra do Larouco, proveniente do deus Laraucus.

Porém, no ano 312 deu-se a alegada conversão do Imperador Constantino ao Cristianismo e, a partir do ano 392, passou o paganismo a ser proibido no Império Romano e consequentemente reprimido e perseguido, sendo essas medidas agravadas com a pena de morte a partir de 435 para quem praticasse ritos envolvendo o sacrifício de animais. Não obstante, o paganismo continuou a praticar-se, de forma mais ou menos discreta, sobretudo entre as gentes que viviam no campo. E a conversão à nova religião trazida pelos invasores romanos não foi tarefa fácil, deparando-se com maiores dificuldades entre os povos de regiões com maior apego às mais ancestrais tradições como se verificou no Minho e em Trás-os-Montes.

Os antigos templos e santuários pagãos foram destruídos para em seu lugar serem erguidas igrejas, o mesmo sucedendo com as encruzilhadas dos caminhos rurais e outros locais de culto nas aldeias que deram lugar a cruzeiros e a pequenos nichos contendo retábulos com as “alminhas” do Purgatório que passaram espiritualmente a aterrorizar as mentes dos humildes camponeses, até então habituados a uma relação mais sadia com a natureza que os rodeavam. Os sacerdotes pagãos conferiram uma nova roupagem às festas pagãs, procurando por esse meio conferir-lhes um novo sentido.

Mas, ainda assim, a religiosidade pagã sobrevive ao lado da nova fé, traduzida na manutenção de velhas tradições como as máscaras transmontanas e as festas dos caretos, o entrudo e as fogueiras de S. João. E, mesmo no Minho onde aparentemente existe forte religiosidade cristã, o que se verifica realmente é uma verdadeira manifestação de exuberância que caracteriza o minhoto, mais não constituindo a festa cristã do que um pretexto para exteriorizar a sua alegria como uma forma de profunda comunhão com a vida e o meio que o rodeia, iluminada por magníficas girândolas de fogo-de-vistas que revelam o seu apego embora inconsciente a antigas práticas religiosas.

Devemos a tais práticas religiosas pagãs os nossos mais profundos conhecimentos de medicina popular no uso das mais variadas espécies botânicas, o saber da meteorologia baseado na observação constante dos fenómenos naturais e da própria astronomia transmitido de geração em geração através de axiomas, a riqueza da nossa gastronomia e um infinito universo de conhecimentos que fazem parte do rico património do nosso folclore.

Com o decorrer do tempo, as perseguições acentuaram-se, tornando-se mais implacáveis durante a Idade Média e sobretudo no período da Inquisição. As sacerdotisas do paganismo eram perseguidas sob a acusação de bruxaria, sempre associada a práticas identificadas com ritos satânicos e talentos que lhes permitiam voar sentadas em rudimentares vassouras…

Nos tempos que correm, tais feitos mais não passam de fantasias literárias e até antigos rituais ligados ao culto dos mortos foram pela sociedade de consumo transformados em motivos de diversão, tal como no passado foram associados ao mal. Mas, o certo é que as bruxas jamais deixaram de existir e o paganismo parece estar de volta!

 

COMUNIDADE SIKH DE PORTUGAL PRETENDE DIALOGAR COM OUTROS CREDOS E COMUNIDADES

Caros Amigos,

Pretendemos trocar ideias entre os muitos que sendo organizações religiosas comunidades ou igrejas, não costumam participam em eventos de carácter inter-religioso ou ecuménico, Portugal tem uma lei de liberdade religiosa, o que num estado de direito laico é uma peça importante de afirmação democrática, mas o preconceito e a descriminação acabam por superar de uma forma subtil a própria lei e manter a descriminação quanto ao relacionamento entre os crentes das diversas organizações religiosas.

31758292_1868800659818289_8809933670283476992_n

A agenda que propomos discutir  numa base fraternal de entendimento tem como objectivo dialogar sem restrições,  a participação no que respeita aos assuntos institucionais religiosos no que respeita ao ensino, comunicação social, (tempos de antena) capelanias imigração e todas as implicações legais do religioso na vida política e social.

Portugal é um estado laico, temos cerca de 50 denominações  "radicadas", e ainda mais de 600 confissões inscritas no Registo de Pessoas Colectivas Religiosas (RPCR). O que acontece é que, não mais de vinte representantes de diferentes comunidades, estão sempre presentes em todos os eventos e por “defeito” lideram todos os acontecimentos. É urgente uma maior igualdade de tratamento entre as confissões minoritárias e as mais representativas ou mais representadas, e a defesa da liberdade de expressão e de consciência, de religião e culto, com respeito mútuo entre todas as denominações religiosas.

Em toda a Europa há fenómenos preocupantes de discriminação e intolerância religiosa em geral. São fenómenos subtis, gerados pela emergência de novos direitos e a progressiva laicização da sociedade. É preciso olhar para a liberdade religiosa com espírito de diálogo, com compreensão, sem pretender confrontos. Centenas de casos reveladores da tensão entre o Estado e as Igrejas no domínio da liberdade religiosa, mesmo com os católicos, as pessoas calam porque não faz parte da nossa tradição portuguesa reivindicar a liberdade religiosa.

Caros amigos venho propor uma reunião preparatória onde poderão enviar vosso representante para que em conjunto possamos encontrar uma plataforma de diálogo com vossas propostas e opiniões sobre estes assuntos.

De momento gostaria de conhecer da vossa disponibilidade para participar neste evento e qual a pessoa que pode fazer a ligação com vossa comunidade.Também vossas sugestões de assuntos a discutir etc.

Aguardamos vossas respostas

Saudações

Mons. Alexandre Bonito ,       Missão Ortodoxa em Portugal

 Contacto : 965155660               email: protos@sapo.pt

REUNIÃO ECUMÉNICA E INTER-RELIGIOSA

Semana de diálogo, e debate, na procura de soluções e questões de interesse comum

AGENDA:

-A Liberdade Religiosa

-Aplicação da Lei

-Perseguições e Discriminação

-Propostas de alteração a Lei vigente

-Objetores de consciência

Participantes a convidar:

-Testemunhas de Jeová

-IURD Universal

-Igreja Portuguesa de Scientology

-A Igreja da Unificação, Moonies

-Sinagoga de rito Progressista, Sinagoga oheljacob

-Ordem Naqshbandi em Portugal, Sufismo

-Comunidade Sihk

-Centro Espírita Perdão e Caridade

-Terreiro de Umbanda e Candomblé Mameto Dan Ejo

-Xintoistas

-Igreja Maná

-Igreja Unificação pela Paz Mundial (Moonies)

-Igreja Messiânica Mundial de Portugal

MINHOTOS, DURIENSES E BEIRÕES CANTAM AO MENINO JESUS NA IGREJA MATRIZ DE LOURES

Minhotos, durienses e beirões rumam a Loures no próximo dia 16 de Dezembro para cantar ao Menino Jesus, em moldes tradicionais. A festa tem lugar a partir das 15 horas, na Igreja Matriz de Loures.

Neste evento vão participar o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega – Alto Minho; o Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho – Douro Litoral; o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil; o Rancho Tradicional de Cinfães e, naturalmente o anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho – Alto Minho.

Layout 1

 

VALENÇA VAI ENTREGA IMAGEM DE S. TEOTÓNIO AO PAPA

Valença Vai entregar imagem S. Teotónio ao Papa

Santo vai ser exposto e benzido na igreja onde Teotónio foi batizado

Valença vai entregar uma imagem de S. Teotónio ao Papa Francisco, no Vaticano, na próxima quarta-feira, 24 de outubro. A imagem de São Teotónio, primeiro santo português, vai passar a constar, pela primeira vez, na Galeria dos Santos, no Vaticano.

unnamed

São Teotónio vai ser levada, para o Vaticano, por uma delegação de Valença constituída pelo Arcipreste, presidentes da Câmara e Assembleia Municipal, presidente da Junta de Ganfei e pelo deputado valenciano Luís Campos Ferreira. A delegação valenciana vai ser recebida pelo Papa Francisco, em audiência, na próxima quarta-feira, 24 de outubro, às 10h.

Imagem Exposta em Ganfei

A imagem de São Teotónio, que vai ser entregue ao Papa Francisco, será benzida e exposta na celebração eucarística de domingo, 21 de outubro, às 10h, na Igreja Paroquial de Ganfei, na igreja onde São Teotónio foi batizado.

Promover a Figura de São Teotónio

Este ato insere-se no trabalho desenvolvido pela Câmara Municipal de Valença no sentido de promover a figura e o legado daquele que é considerado a figura maior do concelho e uma referência para a fundação de Portugal.

1º Santo Português – O Inspirador e Protetor da Nacionalidade.

Para Portugal São Teotónio é o primeiro santo, para a Cristandade o padroeiro dos cristãos escravizados, para Valença a figura maior, para os tempos da nacionalidade o homem que deu força espiritual à fundação do país.

Nasceu em 1082 na freguesia valenciana de Ganfei e faleceu em Coimbra a 18 de Fevereiro de 1162. São Teotónio é o primeiro santo português, celebrado como o reformador da vida religiosa. Conhecido como padroeiro dos cristãos escravizados, por ter amparado 1000 moçárabes, capturados numa incursão à Andaluzia por D. Afonso Henriques.

MINHOTOS, DURIENSES E BEIRÕES CANTAM AO MENINO JESUS NA IGREJA MATRIZ DE LOURES

Minhotos, durienses e beirões rumam a Loures no próximo dia 16 de Dezembro para cantar ao Menino Jesus, em moldes tradicionais. A festa tem lugar a partir das 15 horas, na Igreja Matriz de Loures.

Neste evento vão participar o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega – Alto Minho; o Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho – Douro Litoral; o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil; o Rancho Tradicional de Cinfães e, naturalmente o anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho – Alto Minho.

Layout 1

 

 

MINHOTOS, DURIENSES E BEIRÕES CANTAM AO MENINO JESUS NA IGREJA MATRIZ DE LOURES

Minhotos, durienses e beirões rumam a Loures no próximo dia 16 de Dezembro para cantar ao Menino Jesus, em moldes tradicionais. A festa tem lugar a partir das 15 horas, na Igreja Matriz de Loures.

Neste evento vão participar o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega – Alto Minho; o Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho – Douro Litoral; o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil; o Rancho Tradicional de Cinfães e, naturalmente o anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho – Alto Minho.

 

Layout 1