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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CASA DO CONCELHO DE PENACOVA EM LISBOA ORGANIZA EXCURSÃO AO MINHO

A Casa do Concelho de Penacova, em colaboração com a agência de viagens TopElite Turismo de Viana do Castelo irá realizar no fim-de-semana de 20 e 21 de Junho de 2020 um Passeio Cultural e Recreativo ao Minho.

Durante o passeio iremos visitar 𝐕𝐢𝐥𝐚 𝐝𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐝𝐞, 𝐁𝐚𝐫𝐜𝐞𝐥𝐨𝐬, 𝐄𝐬𝐩𝐨𝐬𝐞𝐧𝐝𝐞, 𝐁𝐫𝐚𝐠𝐚, 𝐞 𝐆𝐮𝐢𝐦𝐚𝐫ã𝐞𝐬.

No Sábado irão desfrutar de uma típica noite no 𝐀𝐫𝐫𝐚𝐢𝐚𝐥 𝐌𝐢𝐧𝐡𝐨𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐐𝐮𝐢𝐧𝐭𝐚 𝐝𝐨 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐨𝐢𝐧𝐡𝐨 em Viana do Castelo, onde vão saborear a comida típica sem limites, assistir a uma desfolhada, e ver dançar ranchos e viver a música folclórica e popular minhota.

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ARTUR MACIEL QUE FOI A ALMA DA CASA DO MINHO EM LISBOA APARECE NA FOTO SENDO O PRIMEIRO A CONTAR DA ESQUERDA

Chegada ao Rossio do Conde Vladimiro d’Omerson. A contar a partir da esquerda, Artur Maciel, François Mauriac, Condessa d’Omerson, Madame Mauriac, Ferreira dos Santos, Guilherme Pereira de Carvalho, António Ferro, Conde Vladimiro d’Omerson e António Eça de Queirós. Em 10 de Junho de 1935.

Foto: Arquivo Nacional da Torre do Tombo

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LUÍS ESTEVES, PRESIDENTE DA CASA DO CONCELHO DE CASTRO DAIRE, LEVA AS “CASAS REGIONAIS EM LISBOA” AO COLÓQUIO INTERNACIONAL PROMOVIDO PELO INATEL E O CENTRO DE ESTUDOS DE ECONOMIA PÚBLICA E SOCIAL (CEEPS)

Casas Regionais em Lisboa em Colóquio Internacional - 18 e 19 NOV - Teatro da Trindade INATEL

CASAS REGIONAIS EM LISBOA é tema apresentado no X Colóquio Ibérico de Economia Social do CIRIEC, I Colóquio Internacional de Economia Social da Fundação INATEL, subordinado ao tema genérico ‘Sustentabilidade do Território, Património e Turismo Social’, a acontecer, nos dias 18 e 19 de Novembro, no Teatro da Trindade em Lisboa.

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A comunicação está ao encargo de Luís Esteves, nosso conhecido presidente de direção das Casa de Castro Daire em Lisboa, membro do Conselho Nacional da CPCCRD (Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto) e membro da direção da ACCL (Associação das Colectividades de Lisboa) e sua intervenção intitula-se ‘Casas Regionais em LisboaRepositórios rurais em espaços culturais urbanos’.

O colóquio contará com um primeiro dia, para a participação de especialistas nacionais e internacionais nos temas em apreço e com um segundo dia, para a realização de comunicações por parte de docentes e investigadores provenientes de várias instituições de ensino e investigação, alargando o debate e aprofundando o conhecimento sobre as matérias neste contexto. A abertura cabe aos principais representantes das entidades envolvidas e dos representantes da Comissão Europeia e Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social de Portugal e termina com um concerto Worl Music Concept com Lula Pena (Portugal) e Muzsikás (Hungria).

Luís Esteves dedica a sua investigação de doutoramento, ao fenómeno de estruturas associativas, sem fins lucrativos, do século XX, resultante do fluxo migratório das aldeias para as cidades. Estes espaços urbanos são elementos estruturantes, de identidade e memória, arquivos de herança rural, enriquecedores do património histórico e cultural. Aspiração de ‘reaportuguesar’ Portugal num país idealizado, por meio das atividades realizadas em coletivo de ritos e rituais, por via da recolha do folclore e levantamentos etnográficos dos usos e costumes dos antepassados. Estudo de investigação-ação, inserido num modelo etnográfico que revela as práticas do migrante português como ser intermediário do reconhecimento e transmissão do seu próprio património. Principais atores de promoção e divulgação da cultura tradicional e popular portuguesa na capital lisboeta, incluindo a salvaguarda e produção da documentação geral mais significativa.

Através da análise em campo, as Casas Regionais em Lisboa funcionam como locais de sociabilidade, pontos de encontro, que implicam simultaneamente os modos de interação na vida quotidiana e suas formas de agrupamento permanente cujos estatutos e modos de funcionamento são núcleos geradores de iniciativas próprias, aglutinadores de vontades, universo de dirigentes e dirigidos, possuidores de organogramas semelhantes. O que torna possível a afirmação da singularidade de cada uma destas Casas Regionais como repositório de uma tradição que tem na sua fonte um complexo de valores de património ético comum com o qual os associados se identificam e em torno do qual se mobilizam. São estes valores que fazem a diferença, a defesa de interesses e promoção de temáticas de relevo para as regiões, manifestações evidentes da sociedade organizada, ou seja, como expressão da sociedade civil, fator de estabilização e pacificação de caráter intergeracional que assenta em larga medida nos laços dos afetos que radicam na cultura, valores, modos de ser e de estar. 

CASA DO MINHO REABRE INSTALAÇÕES E SERVE COUVADA À MINHOTA

A Casa do Minho em Lisboa reabriu ontem aos seus associados e amigos para a realização de mais um tradicional almoço da couvada minhota. Recorde-se que as suas instalações foram submetidas a obras de requalificação, o que obrigou ao seu encerramento temporário.

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Foram mais de duas centenas de convivas que esgotaram o espaço agora mais agradável e acolhedor, para degustar um dos pratos mais apreciados da nossa cozinha tradicional.

A gastronomia minhota não é apenas constituída pelos mais elaborados e requintados pratos produzidos na nossa região mas também pelos mais simples manjares das gentes humildes das nossas aldeias.

Para além da actuação da tocata do Rancho Folclórico da Casa do Minho, a iniciativa contou ainda com a participação do fadista Rui Vaz que presenteou os presentes com a inte4rpretação de 6 fados do seu último disco, em grande parte dedicada ao cancioneiro Minhoto.

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EXCURSIONISTAS DE BARCELOS VISITAM GRÉMIO DO MINHO, ACTUAL CASA DO MINHO EM LISBOA

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Os excursionistas de Barcelos, no Grémio do Minho (identificados no álbum): Miguel Fernandes Ferreira da Silva; José da Costa Lima; Domingos Marques; António Matos BaFirmino Barbosa; António Lemos; António Domingos Cardoso; José Luís da Silva; Domingos Gomes Ferreira; José de Azevedo; José de Araújo; António Cardoso de Faria; João Joaquim Pereira; Rogério Calás de Carvalho; Avelino Linhares; João Cardoso; Rogério da Costa; Firmino Rodrigues da Cruz Lima; Manuel Ferreira Lemos; António Pereira; Francisco Queirós; José Joaquim Pereira; João Gonçalves Fernandes; António da Fonseca; José António Fernandes; Joaquim Júlio de Sousa; José Pereira da Fonseca; Joaquim Ferreira.

Data: 29 de Julho de 1934

Fonte: Direcção-Geral de Arquivos

CERVEIRENSES EM FESTA ASSINALAM 10º ANIVERSÁRIO DA CASA CERVEIRENSE EM LISBOA

Mais um ano a exaltar-se o sentimento de pertença e a amizade por Vila Nova de Cerveira. Cerca de 400 cerveirenses e amigos juntaram-se, este domingo, 3 de novembro, para comemorar o 10º aniversário da Casa Cerveirense em Lisboa. Ambiente de confraternização contou com a presença do Presidente da Câmara e da Assembleia Municipal, Fernando Nogueira e António Machado, e do Adjunto do Presidente Pedro Soares.

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Desde a sua fundação em 2009, a Casa Cerveirense em Lisboa dinamiza, anualmente, um convívio entre conterrâneos residentes em Lisboa e no concelho. Este ano, o 10º aniversário ficou marcado pela festa e partilha, mas sobretudo pela inauguração, em fevereiro, da nova sede, em Olivais Norte.

Atualmente liderada por Rosa Paula Brito, a Casa Cerveirense em Lisboa voltou a reunir centenas de pessoas com ligação ao concelho de Vila Nova de Cerveira, entre as quais os presidentes da Câmara e Assembleia Municipal, Fernando Nogueira e António Machado, respetivamente, e do Adjunto do Presidente, Pedro Soares.

Fazendo jus às origens alto-minhotas, a festa desenrolou-se a preceito, com muita boa-disposição entre os presentes, complementada com a animação a cargo do Rancho Folclórico da Casa do Minho.

A comemoração do 10º aniversário terminou como manda a tradição, com o cantar de parabéns e o corte do bolo, com a certeza de nova reunião familiar em 2020.

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CERVEIRENSES COMEMORAM 10 ANOS DE REGIONALISMO EM LISBOA

Os cerveirenses radicados na região de Lisboa responderam à chamada: perto de um milhar afluíram hoje à Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, para festejar o 10º aniversário da Casa Cerveirense.

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O evento contou com a participação o Presidente da Câmara Municipal de Vila Nov de Cerveira, Dr. Fernando Nogueira, o Presidente da Assmbleia Municipal, Major António Machado, o Vogal da Junta de Freguesia dos Olivais, Dr Duarte Cordeiro, a Presidente da ACRL, Drª Anabela Antunes e de representantes de várias casas regionais sediadas em Lisboa. Para além, naturalmente, dos membros dos diversos órgãos sociais da Casa Cerveirense.

A animação esteve uma vez mais a cargo do Rancho Folclórico da Casa do Minho – também ele dirigido por um cerveirense, o sr Paulo Duque que é simultaneamente Presidente da Assembleia Geral da Casa do Minho.

No momento em que esta notícia é publicada ainda a procissão vai no adro que é como quem diz, a festa ainda se vai prolongar por toda a tarde, com muita animação e regadinha com vinho verde como manda a tradição minhota!

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