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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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COUVADA TRADICIONAL FEZ AS DELÍCIAS DOS MINHOTOS QUE ONTEM AFLUÍRAM À CASA DO MINHO EM LISBOA

A couvada minhota – uma iguaria sem requinte mas que tem a simplicidade daquilo que constituía a alimentação do lavrador sobretudo nesta época do ano – é um dos pratos mais apreciados da nossa cozinha tradicional, a lembrar com nostalgia a vivência das nossas gentes das nossas aldeias.

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As carnes vieram de Ponte de Lima, os enchidos e o vinho de Vila Nova de Cerveira e a alegria também foi genuinamente minhota, onde não faltaram as concertinas a animar o convívio.

A iniciativa contou com a presença entre outros do Vice-presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, Dr. Miguel Teixeira, do deputado municipal Dr Jorge Nuno de Sá, representantes da Junta de Freguesia do Lumiar e de várias casas regionais e grupos folclóricos.

Entretanto, a Casa do Minho celebrou um protocolo com a Junta de Freguesia do Lumiar com vista à realização de diversas atividades naquela freguesia. Também foi tornado público que os ensaios do Rancho Folclórico da Casa do Minho passarão a realizar-se às sextas-feiras a partir das 21,45 no Lagar de São Vicente, em Telheiras.

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CASA DO MINHO EM LISBOA JUNTA MINHOTOS À MESA PARA APRECIAREM A COUVADA TRADICIONAL

O “maestro” que vai confecionar a Couvada à Minhota é Paulo Duque – Cerveirense da Freguesia de Covas e Presidente da Direção da Casa do Minho – uma garantia da qualidade do repasto

Os minhotos que vivem na região de Lisboa vão no próximo domingo, dia 20 de Novembro, afluir à Casa do Minho para degustar um dos mais apreciados pratos que outrora faziam parte da ementa habitual dos nossos lavradores – a couvada à minhota!

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A couvada constitui desde sempre um dos pratos mais apreciados do lavrador minhoto. Mal começava o Outono e com ele as longas noites passadas à lareira, as couves faziam parte da alimentação diária do pobre camponês. Juntava-lhe as batatas, o feijão, a chouriça e, de um modo geral, um pouco de tudo quanto a lavoura lhe oferecesse. Era um verdadeiro manjar dos deuses.

Remonta ao século IV Antes de Cristo a origem da couve, altura em que os gregos a descobriram na região da Jônia e dela se surpreenderam pelos seus poderes medicinais, para além das suas virtudes culinárias. Porém, foram os romanos que a trouxeram para a Península Ibérica e nos deram a conhecer, passando a constituir o género de verdura mais consumida até aos finais da Idade Média.

Rica em fibras, iodo, cálcio, potássio, enxofre, magnésio e ômega 3; além de vitaminas A, B1, B2, B6, C e K, a couve é uma hortaliça da família Brassicaceae, constituindo um alimento de baixa caloria, desde sempre utilizado no tratamento de doenças estomacais, tendo vindo com o tempo a revelar-se como um excelente anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural, aplicado no combate a gripes, problemas hepáticos, renais e menstruais; artrite, bronquite, hemorroidas, úlceras e pedras nos rins e, na medicina alternativa, como vermífugo, para evitar ressacas, e até mesmo para baixar a febre, quando aplicada em forma de cataplasma.

Conhecida na Galiza por “verça”, a variedade de couve-galega é no Minho responsável por uma das melhores iguarias da cozinha tradicional portuguesa – o caldo verde – considerada uma das 7 maravilhas da gastronomia de Portugal!

O paladar constitui um dos sentidos que o minhoto sempre conserva e o mantém permanentemente ligado ao seu rincão natural, ao seu pedaço de Minho. E, na capital, a Casa do Minho faz jus à sua tradicional divisa: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!

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Paulo Duque, Presidente da Direção da Casa do Minho, garante a qualidade da confeção desta iguaria da nossa cozinha tradicional.

CASA DO MINHO EM LISBOA A CAMINHO DO CENTENÁRIO

Grémio do Minho – atual Casa do Minho – foi fundada em 29 de abril de 1923

Passam no próximo dia 29 de abril de 1923 precisamente 100 anos sobre a data da fundação do então Grémio do Minho, a primeira entidade destinada a pugnar em Lisboa pelos interesses regionalistas do Minho e a congregar a colónia minhota ali residente.

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Naquele dia já longínquo, um punhado de 18 minhotos reuniram-se na rua do Benformoso, nº 150, os quais viriam a nomear a “Comissão Fundadora” encarregue de lançar as bases da futura agremiação regionalista. Foram eles Delfim Gomes de Faria (Braga); João Alves Pereira (Terras de Bouro); Manuel Abreu Vieira (Monção); João Pereira de Araújo (Arcos de Valdevez); Manuel Joaquim da Costa (Póvoa de Lanhoso) e Flávio Gonçalves (Monção).

Desde então, foram várias as instalações que lhe serviram de sede social. Funcionou na rua da Mouraria nº 27, na rua dos Anjos; na rua Víctor Cordon nº 14 e, finalmente, encontra-se instalada na zona de Telheiras. Mas foi na rua Víctor Cordon que a Casa do Minho conheceu o seu auge sob a liderança do jornalista Artur Maciel.

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A imagem data de 4 de julho de 1934 e apresenta os membros da Direção do Grémio do Minho, atual Casa do Minho, em Lisboa, e da Comissão organizadora da Semana dos Vinhos Verdes. Na foto identificam-se Francisco da Conceição Rosa, José Augusto da Cunha, Prudente da Rocha, Engenheiro Raul Dantas, Engenheiro Luís Cincinato Cabral da Costa, José de Azevedo, Álvaro de Lacerda, Pedro Bandeira, Ernesto Ferreira e Dr. Francisco Veloso.

Fonte: Arquivo Nacional da Torre do Tombo

Entretanto, como consequência das alterações introduzidas pelo Estado Novo com vista à instituição do corporativismo que atavés do Decreto-Lei nº. 23 049, de 23 de setembro de 1933, estabelecia os “grémios nacionais” como organismos corporativos das entidades patronais, o então Grémio do Minho passou a adoptar a designação de “Casa de Entre-Douro-e-Minho”, área geo-etnográfica que corresponde ao da histórica Comarca com o mesmo nome, incluindo portanto o Distrito do Porto e os concelhos de Ribeira de Pena, Mondim de Basto e Castelo de Paiva. De resto, área geográfica que ainda permanece inscrita nos estatutos em vigor da Casa do Minho.

Aliás, a propósito da criação artificial da província do Douro Litoral em 1936, escreveu a esse respeito o Conde d’Aurora em “O Douro Litoral”, da colecção “Antologia da Terra Portuguesa”, o seguinte:

Criou-se nos últimos anos, mutilando a velha e tradicional Província de Entre Douro e Minho (já truncada em 1834, subdividida em Minho e em Douro, já então sendo Santo Tirso, no Douro, por exemplo, mas não tendo qualquer efeito prático essa divisão de Províncias), de modo a ficarem nela incluídos o Distrito do Porto e ainda os Concelhos de Espinho, Arouca, Castelo de Paiva e Vila da Feira, do Distrito de Aveiro – e os de Resende e Cinfães, no de Viseu.

E sendo a nova comarca administrativa denominada Minho, apenas constituída pelos distritos de Braga e de Viana do Castelo.

Divisão de critério meramente ferroviário, baseado na penetração das duas velhas linhas do Estado, a do Minho e a do Douro, subdividindo-se em Ermesinde.

A querer partilhar a velha e ancestral Província na sua unidade inegável que resistira a tantos séculos, por se achar demasiado grande, porque não dar-lhe então os títulos, respectivamente, de Alto e Baixo Minho?

Assim poderiam continuar a ser minhotos, oficialmente, os povos do resto da velha comarca interamnense; minhotos sem distinção dos restantes, hoje destinados à condição de douro-litoralenses, os minhotos de Felgueiras, de Santo Tirso, da Póvoa ou de Baião…”

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A imagem data de 8 de maio de 1938 e mostra as crianças que receberam roupas e calçado na Casa de Entre-Douro-e-Minho, atual Casa do Minho. Face às dificuldades que então sentiam muitas famílias, as casas regionais possuíam uma vertente social que pode ser recuperada nos tempos que correm.

Fonte: Arquivo Nacional da Torre do Tombo

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Entretanto, na década de quarenta foi-se acentuando uma divisão interna que levou a uma cisão que esteve na origem da criação, em 1944, da Casa do Distrito do Porto, a qual já não existe.

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Em data imprecisa do ano de 1943, por ocasião das comemorações do duplo centenário da Independência de Portugal em 1143 e da Restauração em 1640, foi constituído o seu Grupo Folclórico que, apesar de algumas intermitências, se mantém na actualidade sob a batuta de Paulo Duque, actual Presidente da Direcção desta Instituição regionalista”.

Em 4 de Junho de 1956, esta instituição voltaria a alterar a sua denominação, adoptando a que mantém até aos nossos dias – Casa do Minho!

A caminho do seu 1º Centenário, o BLOGUE DO MINHO saúda os seus dirigentes e associados, endereçando votos para que novos e mais auspiciosos dias se apresentem no futuro.

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A imagem regista o almoço realizado no Grémio do Minho - actual Casa do Minho - em 8 de Julho de 1934, para a inauguração da Semana dos Vinhos Verdes.

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A imagem data de 4 de Julho de 1934 e mostra membros da Direcção do Grémio do Minho (actual Casa do Minho) e da Comissão Organizadora da Semana dos Vinhos Verdes.

Nela se identificam Francisco da Conceição Rosa; José Augusto da Cunha; Prudente da Rocha; Engº Raul Dantas; Engº Luís Cincinato Cabral da Costa; José de Azevedo; Álvaro de Lacerda; Pedro Bandeira; Ernesto Ferreira e o Dr Francisco Veloso.

Desde há muito tempo que a Semana dos Vinhos Verdes deixou de realizar-se naquela instituição.

Fonte: ANTT

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Em 20 de Junho de 1932, o Grémio do Minho, actual Casa do Minho em Lisboa, recebeu uma representação do Concelho de Viana do Castelo.

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A foto data de 15 de Julho de 1932 e mostra o Orfeão do Grémio do Minho, actual Casa do Minho em Lisboa.

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A fotografia data de 10 de Junho de 1935 e retrata a chegada ao Rossio do Conde Vladimiro D’Omerson, podendo ser identificados, a contar da esquerda, Artur Maciel, François Mauriac, Condessa d’Omerson, Madame Mauriac, Ferreira dos Santos, Guilherme Pereira de Carvalho, António Ferro, Conde Vladimiro d’Omerson e António Eça de Queirós.

Fonte: ANTT

POSTAL DO GRÉMIO DO MINHO – ATUAL CASA DO MINHO – EM 1930

“Tirada na Sala do Grémio em 2 de Fevereiro de 1930.”

“A Direcção do Grémio do Minho, como prova de absolucto reconhecimento, oferece à Comissão de gentis e incansáveis senhoras, constituída com o fim de angariar donativos para oferecerum estandarte à Colectividade.”

(Seguem-se as assinaturas dos directores)

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Fonte: Arquivo Municipal de Viana do Castelo

CASA DO MINHO EM LISBOA REALIZA COUVADA MINHOTA NO PRÓXIMO DIA 20 DE NOVEMBRO

Os minhotos que vivem na região de Lisboa vão no próximo dia 20 de Novembro afluir à Casa do Minho para degustar um dos mais apreciados pratos que outrora faziam parte da ementa habitual dos nossos lavradores – a couvada à minhota!

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A couvada constitui desde sempre um dos pratos mais apreciados do lavrador minhoto. Mal começava o Outono e com ele as longas noites passadas à lareira, as couves faziam parte da alimentação diária do pobre camponês. Juntava-lhe as batatas, o feijão, a chouriça e, de um modo geral, um pouco de tudo quanto a lavoura lhe oferecesse. Era um verdadeiro manjar dos deuses.

Remonta ao século IV Antes de Cristo a origem da couve, altura em que os gregos a descobriram na região da Jônia e dela se surpreenderam pelos seus poderes medicinais, para além das suas virtudes culinárias. Porém, foram os romanos que a trouxeram para a Península Ibérica e nos deram a conhecer, passando a constituir o género de verdura mais consumida até aos finais da Idade Média.

Rica em fibras, iodo, cálcio, potássio, enxofre, magnésio e ômega 3; além de vitaminas A, B1, B2, B6, C e K, a couve é uma hortaliça da família Brassicaceae, constituindo um alimento de baixa caloria, desde sempre utilizado no tratamento de doenças estomacais, tendo vindo com o tempo a revelar-se como um excelente anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural, aplicado no combate a gripes, problemas hepáticos, renais e menstruais; artrite, bronquite, hemorroidas, úlceras e pedras nos rins e, na medicina alternativa, como vermífugo, para evitar ressacas, e até mesmo para baixar a febre, quando aplicada em forma de cataplasma.

Conhecida na Galiza por “verça”, a variedade de couve-galega é no Minho responsável por uma das melhores iguarias da cozinha tradicional portuguesa – o caldo verde – considerada uma das 7 maravilhas da gastronomia de Portugal!

O paladar constitui um dos sentidos que o minhoto sempre conserva e o mantém permanentemente ligado ao seu rincão natural, ao seu pedaço de Minho. E, na capital, a Casa do Minho faz jus à sua tradicional divisa: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!

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Paulo Duque, Presidente da Direção da Casa do Minho, garante a qualidade da confeção desta iguaria da nossa cozinha tradicional

CASA DO CONCELHO DE PONTE DA BARCA FOI FUNDADA EM LISBOA HÁ 30 ANOS

Passam precisamente três décadas sobre a data de fundação em Lisboa da Casa do Concelho de Ponte da Barca. Constituída em 1992, era então uma das associações regionalistas minhotas de âmbito concelhio sediadas na capital do país. Porém, a sua existência foi quase efémera.

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A imagem regista o acto de celebração da escritura notarial da constituição da Casa do Concelho de Ponte da Barca, em Lisboa. (Na imagem, Carlos Gomes, Administrador do Blogue do Minho, no acto de assinatura)

A realização em 2001 de um almoço de lampreia que reuniu cerca de sessenta pessoas foi porventura a última iniciativa da Casa do Concelho de Ponte da Barca, em Lisboa. Na realidade, aquela instituição regionalista debatia-se então com a dificuldade de liquidar o empréstimo bancário concedido para a aquisição das suas instalações na rua do Telhal.

O jornal “Correio da Manhã” noticiou, na sua edição de 5 de março de 2001, a realização no dia anterior do almoço de lampreia na Casa do Concelho de Ponte da Barca, em Lisboa.

Desde então, aquela casa regional deixou de realizar actividades e inclusivamente eleger os respectivos corpos gerentes. A situação manteve-se num impasse sem se vislumbrar a possibilidade da sua reativação. E, ao que julgamos saber, as instalações passaram para a posse da Câmara Municipal de Ponte da Barca.

Ponte da Barca e os barquenses radicados em Lisboa perderam a sua representação regionalista – fica a memória de dias gloriosos!

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Os fundadores da Casa do Concelho de Ponte da Barca no momento em que procediam à celebração da sua escritura notarial.

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Alguns meses após a sua constituição, centenas de naturais de Ponte da Barca reuniram-se em Lisboa no I Almoço Barquense.

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VIANA DO CASTELO: JORNALISTA ÍGOR LOPES LANÇA O LIVRO “FESTAS D’AGONIA – VIANA DO CASTELO – PARA BRASILEIROS E LUSODESCENDENTES”

O jornalista luso-brasideiro Ígor Lopes vai no próximo dia 5 de agosto, pelas 18h, efetuar na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, o lançamento do livro "Festas D'Agonia - Viana do Castelo - Para brasileiros e luso descendentes", autor também do livro que retratou a história do Rancho Folclórico Maria da Fonte, da Casa do Minho do Rio de Janeiro.

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Esta nova obra foi apoiada pela autarquia vianense e vai contar com a apresentação de José Maria Costa, Secretário de Estado do Mar de Portugal e ex-presidente de Câmara de Viana. O Embaixador João Ribeiro de Almeida, presidente do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I.P, e o Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Paulo Cafôfo, irão falar sobre o autor no formato on-line.

O lançamento é presencial e aborda os bastidores desta que é considerada a Romaria das Romarias de Portugal e que é muito conhecida e frequentada pela Diretoria e pelos componentes da Casa do Minho carioca.

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Ígor Lopes é jornalista, escritor e social media entre Brasil e Portugal. É CEO da Agência Incomparáveis, que “defende a comunidade luso-brasileira”. É doutorando em Ciências da Comunicação pela Universidade da Beira Interior, é Mestre em Comunicação e Jornalismo pela Universidade de Coimbra; Licenciado em Comunicação Social, na vertente Jornalismo, no Rio de Janeiro, pela FACHA; Possui especialização em Gestão de Redes Sociais e Comunidades para Jornalistas pela Universidade de Guadalajara, México. Os seus cursos superiores estão reconhecidos e validados pela Universidade Nova de Lisboa e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Atua para agências de notícias e meios de comunicação onde há Diáspora portuguesa e comunidade luso-brasileira. É responsável pelo conteúdo do Gazeta Lusófona, da Suíça, e pela agência e-Global, de Lisboa. Trabalha na aproximação entre Brasil e Portugal em vários níveis e é responsável pelo departamento de Comunicação e Marketing da Mutualista Covilhanense, em Portugal, onde desempenha funções também na “Casa Moura”, projeto de ajuda humanitária que acolhe jovens menores desacompanhados, fruto de um compromisso assumido pelo Estado Português junto da União Europeia.

É autor dos livros “Maria Alcina, a força infinita do Fado” (2016), “Casa do Distrito de Viseu: 50 anos de dedicação à cultura portuguesa no Rio de Janeiro” (2016) e “Rancho Folclórico Maria da Fonte da Casa do Minho do Rio de Janeiro – A jornada do grupo português que valoriza a cultura minhota no Brasil desde 1954” (2019). Mais recentemente, escreveu um quinto livro, ainda sem data de lançamento: “Festas d’Agonia – Viana do Castelo – Para Brasileiros e Lusodescendentes” (2021).

É membro da Academia de Letras de Teófilo Otoni (ALTO), da Eco Academia de Letras, Ciências e Artes de Terezópolis de Goiás (E-ALCAT), da Academia de Letras e Artes de Paranapuã (ALAP) e da Academia Luso-Brasileira de Letras (ALBL). Foi condecorado no Brasil e em Portugal com medalhas, diplomas e comendas por diversas instituições.

É importante ressaltar que nos eventos já confirmados todos os procedimentos relativos aos cuidados com a pandemia de Covid-19 serão exaustivamente levados em conta pelas entidades promotoras. A segurança de todos é uma prioridade!

Fonte: http://artecult.com/

CASA DO MINHO EM LISBOA DEU FESTIVAL DE FOLCLORE EM BELÉM

O passado Domingo foi soalheiro como convinha. Em Lisboa, a zona histórica de Belém engalanou-se para receber a alegria e o colorido do nosso folclore. Tratou-se do XIX Festival de Folclore organizado pela Casa do Minho e o respetivo Rancho Folclórico.

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O festival teve início com o desfile dos ranchos pelas ruas de Belém, despertando como é habitual a curiosidade dos inúmeros turistas nacionais e estrangeiros que frequentam o local, muitos dos quais não desperdiçam a oportunidade de assistir a um espetáculo de vida e cor que carateriza o nosso folclore.

Foi um retomar pós pandemia com muita chieira, um festival com certa elevada qualidade em representação Folclórica, grupos de vários pontos do país, Ribeirão, Vila Nova de Famalicão, Os Camponeses de Vila Nova de Cernache Coimbra, Rosas do Lena, Rebolaria Batalha, Vale de Santarém, Ribatejo.

Muitos amigos na festa, de entre os quais salientamos o Presidente do Junta de Freguesia de Belém, Dr. Fernando Ribeiro Rosa, que deu os parabéns à Casa do Minho por voltar a encher o jardim Vasco da Gama, depois de dois anos de interrupção.

Em representação da Federação do Folclore Português esteve o Dr. Carlos Bom Sucesso, que deu os parabéns pela forma como organização deste festival, pela assistência e qualidade dos grupos.

Muitos regionalista no terreiro em representação da Casa Cerveirense, Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, Casa do Concelho de Ponte de Lima, o Presidente do partido Aliança Dr. Jorge Nuno Sá, um vianense convicto, e responsáveis e componentes de muitos ranchos e grupos Folclóricos não só Minhotos da periferia de Lisboa. Não faltaram os rojões, fêveras, enchidos tradicionais do Minho, Roscas, bolos de gema, papudos, vinhos verdes brancos e tintos. E o convívio terminou com alegria natural dos minhotos ao toque da concertina.

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FAMALICENSES DANÇAM EM LISBOA NA ZONA HISTÓRICA DE BELÉM – INICIATIVA DO RANCHO FOLCLÓRICO DA CASA DO MINHO

O Rancho Etnográfico de Ribeirão, de Famalicão, vai o próximo domingo, dia 5 de Junho, deslocar-se a Lisboa a fim de participar no XIX Festival de Folclore organizado pela Casa do Minho que vai ter lugar na zona histórica de Belém.

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Vão também participar naquele evento o Rancho Folclórico Rosas do Lena – Batalha, o Rancho Folclórico do Vale de Santarém e o Rancho Folclórico Os Camponeses de Vila Nova, uma representação que assegurará a excelente qualidade do espetáculo.

O festival terá início com o desfile dos ranchos pelas ruas de Belém, despertando como é habitual a curiosidade dos inúmeros turistas nacionais e estrangeiros que frequentam o local, muitos dos quais não desperdiçam a oportunidade de assistir a um espetáculo de vida e cor que carateriza o nosso folclore.

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