No último domingo, dia 16 de novembro, a Casa do Minho do Rio de Janeiro recebeu a visita do Dr. Luís Marques Mendes, minhoto e candidato à Presidência da República.
A reunião contou também com a presença da Srª Sofia Rodrigues, assessora de imprensa da candidatura, e do Dr. Flávio Martins, Presidente do Conselho Permanente das Comunidades Portuguesas.
Representando a Casa do Minho, a presidente Fátima Gomes participou do encontro e conversou com o candidato, destacando a boa impressão diante das propostas apresentadas em prol do nosso querido Portugal e das comunidades portuguesas no Brasil.
Na ocasião, a presidente Fátima Gomes ofereceu lembranças institucionais da Casa do Minho e acompanhou atentamente a exposição feita pelo candidato e pelo Dr. Flávio Martins, fortalecendo ainda mais os laços entre Brasil e Portugal.
Regressamos com mais uma crónica sobre a nossa participação no primeiro fim de semana deste mês em cerimónias da Casa do Minho no Rio de Janeiro. Respondendo ao convite, juntamente com o antigo elemento da direcção comercial da TAP em Bruxelas, o conterrâneo Joaquim Gomes, um dos momentos a assinalar na noite de Santoínho – Sábado 1 de Novembro – foi a prova de charcutaria do concelho de Ponte de Lima.
No decorrer do arraial minhoto, uma réplica do que se realiza em Darque, Viana do Castelo, ocorreu uma degustação selecionada de produtos regionais. Na prova salientaram-se o paio, o salpicão e chouriça de carne da
Arte do Fumeiro, da freguesia de Sá, e a alheira de galo, da Correlhã, ambas no concelho Limiano. Com explicações sobre a sua produção, e também da presença desses enchidos e fumados em actividades mormente este ano, como: o Verde de Honra em Fevereiro na abertura das comemorações dos 900 anos do foral de Ponte de Lima; em Março, na Mostra Gastronómica Internacional de Honsingen, Luxemburgo; em Maio, na entrega de publicações de autores Limianos para a Biblioteca do Centro de Língua Portuguesa – Camões – na Universidade de Estocolmo em Maio; em Outubro na Mostra Gastronómica de Portugal (Alto Minho e Douro) e Taiwan em Lisboa e uma outra com Arcos de Valdevez e Ponte de Lima em Bruxelas, desta vez, atravessaram o Atlântico.
A qualidade, o sabor, foram temas dominantes de conversa entre os convidados, desejando saber alguns dos comensais, onde os adquirir em suas viagens de férias a Portugal, assim como quando se repetirá nova apresentação. Talvez em 2026, admitia a Presidente da Casa do Minho, Fátima Gomes, com raízes em Viana do Castelo, e João Ribeiro, o gerente dos dois restaurantes da mais prestigiada instituição regionalista portuguesa no Brasil, o Costa Verde e o Santoínho ou salão nobre.
Voltamos hoje com mais uma crónica da visita quase relâmpago à “Cidade maravilhosa” no âmbito de amizades, parentesco e novas oportunidades de cooperação nas áreas do turismo cultural e gastronómico.
Uma tertúlia de bacalhau(s) foi motivada pelo almoço no Costa Verde, um salão no primeiro andar da centenária Casa do Minho, onde ao Domingo Minhoto há sempre comida portuguesa, com certeza: Cozido e bacalhau, este acentuadamente na receita “ à Padeiro” um prato com similitude no lusitano “à Lagareiro” e algum complemento do tradicional “à Narcisa”, surgido em 1930 nessa taverna da capital do Minho, mas agora designado oficialmente de “Bacalhau á Braga”, ou “á Minhota”.
Na mesa redonda muita conversa em volta dela, onde pontificavam a Presidente da prestigiada instituição regionalista na antiga capital do Brasil, Fátima Gomes, com raízes em Carvoeiro, Viana do Castelo, e o gerente dos restaurantes (salão nobre ou Santoínho e Costa Verde), o amigo João Ribeiro. Acompanhavam a delegação das quinas, o conterrâneo Joaquim Gomes, em tempos elemento da nossa TAP na capital da Europa, depois na sede da companhia no Norte de Portugal, Porto, e agora, dedicado á agricultura Limiana e banhos ou ares marítimos por Matosinhos.
Uma substancial presença de bacalhau ao longo da refeição, começando pelos bolinhos ou pastéis, esse característico salgado que já em 1889 era sugestão do nosso António Feijó, então Cônsul de Portugal no país – irmão, para um jantar em casa de família, acompanhar o bacalhau assado, e em 1909 é mencionado numa ementa do arquivo do Paço de Calheiros, Ponte de Lima, talvez para receber o diplomata, pois numa carta de Setembro desse ano relata a presença nas Feiras Novas.
E, conversa segue a conversa, depois de conhecer o autor do Bacalhau “Brasileiro”, o Chef Isaías Franco, há mais de duas décadas proveniente do Ceará para profissional de cozinha na capital carioca, lá partilhamos ideias e possível cooperação com o nosso Clube de Gastronomia de Ponte de Lima, melhor elementos das artes culinárias. E, entre tagarelices, surgiram elogios aos trabalhos realizados pelos nossos Chefs: Thomas Egger, João Leonardo Matos, Paulo Santos, Domingos Gomes, … e apresentação de imagens dos seus pratos com o “fiel amigo” guardados em álbuns do telemóvel.
O responsável dos dois espaços para comensais, cujas áreas totalizam mais de seiscentos metros quadrados e capacidade para meio milhar de convidados, recordemos seu nome, João Ribeiro, enaltecia na sua intervenção as qualidades e longa tradição da culinária portuguesa, sublinhando os doces de sobremesa, dos conventuais aos populares. E, surpresa, eis que alguns deles satisfizeram a saudade e o palato: as natas e as cavacas ou bolos de gema.
E, assim decorreu uma parte do penúltimo domingo, 2 de Novembro, num convívio de faca e garfo, de recordações e emoções do que temos de melhor no nosso rectângulo á beira-mar plantado, para turisticamente vender no exterior.
Um convite irrecusável, uma visita interessante, um rever de familiares e amigos, e conhecer outros. Assim aconteceu, pois assim se cumpriu um programa de última hora, tendo por companhia nos eventos da Casa do Minho, instituição regionalista centenária pois foi fundada a 8 de Março de 1924, o antigo director comercial da TAP em Bruxelas, Joaquim Gomes. Mas, para além deste amigo, também outros Limianos nos acompanharam na missão cultural e gastronómica no Rio de Janeiro: o casal Gaspar Alves e esposa Rosa, ela de Rebordões Souto e ela de Calheiros, empresários de panificação em Nova Iguaçú.
Respondendo ao convite da Presidente Fátima Gomes, com raízes em Carvoeiro, Viana do Castelo e marido, participamos na réplica do Santoínho, na noite de Sábado, 1 de Novembro. O local, o salão nobre do edifício na Rua Cosme Velho, com capacidade para meio milhar de comensais á mesa, estava composto, tal como a ementa dum arraial minhoto: sardinha assada na brasa com batata cozida, fêveras de porco grelhadas, caldo verde, enchidos variados, vinho tinto português, etc.
Abancamos na mesa da directoria, partilhamos o calor do acolhimento, a saudade típica das Feiras Novas e Senhora da Agonia, pois a festa Luso – Brasileira – Minhota isso nos fez recordar… Conversa intensa, muita amizade a outras novas, pois a líder da casa já é nossa conhecida de eventos de Verão na nossa Ribeira Lima. Com supervisão do gerente de cozinhas e cerimónia, João Ribeiro nada faltava, com reposição de comidas, vinhos e muito calor humano incluído. Da animação, há a salientar a brilhante presença do Rancho Folclórico Maria da Fonte, os gigantones, os arcos de festas, as canções e danças, um verdadeiro, sentido, único programa típico das tradições portuguesas e da mais nortenha região lusitana no país – irmão desde 1979!
E sobremesas, as especialidades doceiras das duas Pátrias. doce de gema, ou de romaria, ou da Páscoa; quindins; sidónios…
Mais informação temos a relatar, mais crónicas haverá, pois o programa vasto mas apertado, cumprido ou satisfeito, do relatório necessita, pois muitos têm sido os leitores transatlânticos a solicitar umas linhas, parágrafos…
Casa do Minho em Newark esteve em festa no passado sábado. O salão nobre do Portuguese Instructive Social Club de Elizabeth, em Nova Jérsia, foi pequeno para acolher os conterrâneos e amigos que ali acorreram para celebrar os 38 anos dos Grupos Folclóricos da Casa do Minho de Newark — uma data que reafirma o compromisso da comunidade portuguesa em preservar e celebrar as suas raízes.
Começou a contagem decrescente para mais um convívio com a assinatura do nosso Clube de Gastronomia de Ponte de Lima, em parceria com o Centro Económico e Cultural de Taipei em Portugal e a Casa do Concelho de Tomar em Lisboa.
Com inscrições limitadas, mas uma diversificada apresentação de produtos, o Encontro Gastronómico e Cultural do Alto Minho (Viana do Castelo, Ponte de Lima e Arcos de Valdevez) , Douro(Tabuaço e Lamego) e Taipei (Taiwan), pretende reunir parte da comunidade desta pequena nação asiática, algumas das representações oficiais em Portugal e definir linhas para uma cooperação entre dois territórios.
O programa promete, pois na sequência de reuniões preparatórias realizadas em Lisboa e Ponte de Lima, o pessoal de cozinha elaborou a seguinte ementa: entradas Salgados e enchidos como: cogumelos recheados com alheira de galo, paio escarlate, salpicão da Serra de Arga, morcela com ananás, pataniscas de Bacalhau, pastéis do dito, rissóis de leitão, broa de milho de Ponte de Lima e do Soajo, salpicão de lombo do cachaço, espetada de crocante de alheira aromatizada com maçã (Tabuaço), misto de enchidos do Douro, queijos de vaca, cabra, amanteigado, curado, de várias regiões de Portuga; de Taiwan teremos o frango de pipoca, o Rolinho Primavera com legumes e os ovos marinados.
O prato principal | Bacalhau à Almeida Garrett (1799-1854) , um tributo ao primeiro diplomata português na Bélgica, após a sua independência em 1830, apresentado no encontro do Clube de Embaixadores em Bruxelas, a 24 de Janeiro do corrente ano. Nas sobremesas, guloseimas de Portugal e de Taiwan (República Democrática da China), das quais destacamos: arroz-doce, Leite creme, Pudim Abade de Priscos, Pudim de Laranja, Doce de gema ou cavacas de romaria, castanhas de ovos, Bolo Rei, Pão de Ló tradicional, Bolo de roda recheado com feijão vermelho, Bolo de roda recheado com natas. As inscrições podem ser efectuadas no endereço electrónico do cartaz em anexo.
Constituída há trinta e oito anos, a Casa do Minho em Newark é o local de encontro e união da comunidade minhota naquela cidade do Estado de New Jersey. Em Newark, os nossos conterrâneos vivem sobretudo no Ironbund, um bairro onde aliás vive a maior parte por portugueses e brasileiros ali radicados e onde o português é a língua mais usada.
A Casa do Minho revela a pujança e a juventude de uma comunidade que procura ardentemente manter vivas as suas raízes culturais e a sua identidade. O seu Rancho folclórico e o seu grupo de zés-pereiras constituem a alma da associação, bem assim como o seu grupo de Juventude.
Mesmo distante das suas terras de origem ou de seus pais, os nossos conterrâneos em Newark dançam o vira, a chula e a cana-verde como qualquer minhoto que não foi arrancado ao seu rincão natal porque, apesar do imenso oceano que o separa, o coração está sempre presente. Por isso, ele vibra ao som da concertina e depressa se embala ao ritmo do nosso folclore.
À sua maneira, os nossos conterrâneos radicados nos Estados Unidos da América como, aliás, um pouco por todo o mundo, constituem os seus ranchos folclóricos, reeditam as festas, preservam as tradições e sobretudo conservam os laços que os unem entre si e fazem dos minhotos uma efetiva comunidade, preservando a solidariedade humana que é, afinal de contas, a primeira razão de ser da criação da Casa do Minho em Newark.
Constituída há trinta e oito anos, a Casa do Minho em Newark é o local de encontro e união da comunidade minhota naquela cidade do Estado de New Jersey. Em Newark, os nossos conterrâneos vivem sobretudo no Ironbund, um bairro onde aliás vive a maior parte por portugueses e brasileiros ali radicados e onde o português é a língua mais usada.
A Casa do Minho revela a pujança e a juventude de uma comunidade que procura ardentemente manter vivas as suas raízes culturais e a sua identidade. O seu Rancho folclórico e o seu grupo de zés-pereiras constituem a alma da associação, bem assim como o seu grupo de Juventude.
Mesmo distante das suas terras de origem ou de seus pais, os nossos conterrâneos em Newark dançam o vira, a chula e a cana-verde como qualquer minhoto que não foi arrancado ao seu rincão natal porque, apesar do imenso oceano que o separa, o coração está sempre presente. Por isso, ele vibra ao som da concertina e depressa se embala ao ritmo do nosso folclore.
À sua maneira, os nossos conterrâneos radicados nos Estados Unidos da América como, aliás, um pouco por todo o mundo, constituem os seus ranchos folclóricos, reeditam as festas, preservam as tradições e sobretudo conservam os laços que os unem entre si e fazem dos minhotos uma efetiva comunidade, preservando a solidariedade humana que é, afinal de contas, a primeira razão de ser da criação da Casa do Minho em Newark.
Constituída há trinta e oito anos, a Casa do Minho em Newark é o local de encontro e união da comunidade minhota naquela cidade do Estado de New Jersey. Em Newark, os nossos conterrâneos vivem sobretudo no Ironbund, um bairro onde aliás vive a maior parte por portugueses e brasileiros ali radicados e onde o português é a língua mais usada.
A Casa do Minho revela a pujança e a juventude de uma comunidade que procura ardentemente manter vivas as suas raízes culturais e a sua identidade. O seu Rancho folclórico e o seu grupo de zés-pereiras constituem a alma da associação, bem assim como o seu grupo de Juventude.
Mesmo distante das suas terras de origem ou de seus pais, os nossos conterrâneos em Newark dançam o vira, a chula e a cana-verde como qualquer minhoto que não foi arrancado ao seu rincão natal porque, apesar do imenso oceano que o separa, o coração está sempre presente. Por isso, ele vibra ao som da concertina e depressa se embala ao ritmo do nosso folclore.
À sua maneira, os nossos conterrâneos radicados nos Estados Unidos da América como, aliás, um pouco por todo o mundo, constituem os seus ranchos folclóricos, reeditam as festas, preservam as tradições e sobretudo conservam os laços que os unem entre si e fazem dos minhotos uma efetiva comunidade, preservando a solidariedade humana que é, afinal de contas, a primeira razão de ser da criação da Casa do Minho em Newark.
A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez esteve presente, no passado sábado, em Lisboa, na cerimónia de entrega da Medalha Municipal de Mérito Cultural à Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, pela Câmara Municipal de Lisboa, num ato de reconhecimento do papel das Casas Regionais em Lisboa.
Fundada a 30 de abril de 1955, a Casa dos Arcos assinala este ano sete décadas de atividade ininterrupta, ao serviço da promoção da cultura, do desporto e da solidariedade social.
Ao longo do seu percurso, a instituição tem desenvolvido um papel de grande relevância na preservação e divulgação das tradições arcuenses, bem como na criação de pontes entre Lisboa e o concelho. Entre as suas iniciativas destacam-se o Rancho Folclórico, o Grupo de Cavaquinhos, a Biblioteca Tomaz Figueiredo, colóquios, tertúlias e festas tradicionais, além da organização da emblemática Estafeta Lisboa – Arcos de Valdevez, que percorre cerca de 500 quilómetros com trocas de testemunho a cada 10 quilómetros.
O Município de Arcos de Valdevez reconhece e enaltece o trabalho desenvolvido pela Casa de Arcos ao longo de 70 anos, na promoção das tradições, no fortalecimento da identidade local e na aproximação da comunidade arcuense residente em Lisboa às suas raízes.