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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PAREDES DE COURA HOMENAGEIA OS COURENSES QUE COMBATERAM NA PRIMEIRA GRANDE GUERRA

Paredes de Coura homenageia com Memorial e livro os seus filhos que intervieram na I Guerra Mundial

6ª feira | 28 jun | 18h00

“Paredes de Coura na I Guerra Mundial - do Armistício à Paz em Versalhes” é evocado esta sexta-feira, dia 28 de junho – data em que se comemora O Tratado de Versalhes, assinado a 28 de junho de 1919, e que inaugurou oficialmente o período de Paz --, com o lançamento do livro inédito ‘O Silêncio e a Voz dos Heróis de Paredes de Coura na I Guerra Mundial’, bem como com a inauguração do Memorial em homenagem aos Combatentes Courenses.

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“Lembrar é antes de mais uma forma de amar. Uma forma de amar aqueles que deram em sacrifício pelo seu país muitos anos das suas vidas. Outros, porém, tiveram menos sorte e deram a vida toda. Mas a morte, como escreveu Camões, nunca será o final para todos aqueles que por obras valerosas se vão da lei da morte libertando”, o tributo de Vitor Paulo Pereira, presidente da Câmara de Paredes de Coura, recordando também que “nesse tempo dramático, muitas famílias e aldeias inteiras do concelho tiveram vontade de esquecer tempos tão violentos. Mas hoje é imperioso lembrar aqueles que lutaram pelo seu país e pela democracia. Queremos, por isso, que este livro e o monumento que vamos levantar sejam os lugares da memória dos que lutaram. O que de importante significa para nós permanecerá na memória desse lugar. Permanecer é significar”.

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Lembrar é uma forma de amar

‘O Silêncio e a Voz dos Heróis de Paredes de Coura na I Guerra Mundial’ é uma homenagem aos combatentes courenses que há 100 anos participaram naquele conflito, militares filhos da terra que intervieram nos palcos da Europa e de África, e foi escrito em coautoria por Henrique Rodrigues e Albino Penteado Neiva. Já o Memorial em homenagem aos combatentes courenses tem assinatura do escultor Ricardo Crista e vai permanecer à entrada das Portas de Corno de Bico, na Avenida Cónego Bernardo Chouzal.

“Temos o dever de lembrar que a Europa foi e poderá voltar a ser o mais violento dos continentes. É, por isso, dever cívico combater a força do esquecimento e construir lugares de memória ou de reflexão”, justifica Vitor Paulo Pereira, sublinhando que tanto o livro como o memorial “serão duas pertinentes formas de evocar a memória do altruísmo, do amor e do sacrifício”. Para o autarca, “a História, a permanência, a identidade e grandeza de Portugal estão profundamente ligadas ao contributo valoroso do povo de Coura e dos seus militares. Revemo-nos na ação dos nossos antepassados, nos atos de valentia e de coragem, de abnegação e de patriotismo de todos quantos participaram nessa Grande Guerra”.

Para além destas iniciativas nesta sexta-feira, 28 de junho, no dia seguinte o Arquivo Municipal promove ainda duas conferências temáticas: “Bernardino Machado, a Guerra e a Paz”, da autoria de Norberto Cunha, e “Paredes de Coura na Guerra. Os Heróis Ignorados”, da autoria de Henrique Rodrigues. Entretanto, no Arquivo Municipal, continua patente a exposição “Paredes de Coura na 1ª Grande Guerra”, que foi inaugurada no passado dia 14 de junho.

Recorde-se que o Armistício que pôs fim à I Guerra Mundial ocorreu no dia 11 de novembro de 1918. O Tratado de Versalhes, assinado a 28 de junho de 1919, inaugurou oficialmente o período de Paz.

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EXPOSIÇÃO ‘DA BATALHA DE LA LYS AO ARMISTÍCIO’ JÁ RECEBEU MAIS DE MEIO MILHAR DE VISITANTES

Patente no Museu Municipal de Caminha até ao final deste mês de janeiro

O Museu Municipal de Caminha tem patente ao público, até ao dia 31 de janeiro, a exposição “Da Batalha de La Lys ao Armistício - Os Caminhenses na Grande Guerra”, que destaca e homenageia os soldados caminhenses que participaram na Grande Guerra. Esta exposição já foi visitada por mais de meio milhar de pessoas.

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A exposição “Da Batalha de La Lys ao Armistício - Os Caminhenses na Grande Guerra” é composta por três núcleos.  O primeiro dá enfoque à Batalha de La Lys; o segundo, dá a conhecer os caminhenses na Grande Guerra, onde se podem ver os rostos e percurso de vida dos cerca de 150 homens que combateram na Primeira Grande Guerra e, por último, existe um núcleo dedicado a Sidónio Pais, um Presidente da República natural de Caminha. Esta mostra está a ser um sucesso, uma vez que o número de visitantes já ultrapassa o meio milhar.

Recorde-se que esta exposição fez parte das comemorações “Do Armistício da Grande Guerra ao Assassinato de Sidónio Pais” promovidas pela Câmara Municipal de Caminha em parceria com o Agrupamento de Escolas Sidónio Pais, com o objetivo de assinalar dois factos históricos: o Armistício e o assassinato de Sidónio Pais.

Patente até ao final do mês, a exposição “Da Batalha de La Lys ao Armistício - Os Caminhenses na Grande Guerra” pode ser visitada de terça-feira a domingo, das 10H00 às 13H00  e das 14H00 às 18H00. A entrada é gratuita.

CASA MUSEU DE MONÇÃO EXPÕE SOBRE A PARTICIPAÇÃO DE PORTUGAL NA GRANDE GUERRA

Exposição A participação dos soldados portugueses na 1ª Grande Guerra (1914-1918)

A Casa Museu de Monção/Universidade do Minho em colaboração com a Liga de Combatentes - Núcleo de Monção e o Município de Monção promove novamente a exposição intitulada - A participação dos soldados portugueses na 1ª Grande Guerra (1914-1918).

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Nesta exposição é possível observar um acervo gentilmente cedido pelo Dr. Manuel Albino Penteado Neiva, que foi usado por soldados portugueses que integraram o Corpo Expedicionário Português (CEP) e mais propriamente a designada “Brigada do Minho”, composto por objetos originais tais como capacetes e invólucros de armas designados como a “arte das trincheiras”, espadas, revolveres, máscara anti gás, o telefone usado nas trincheiras, mapas, objetos do quotidiano como o cantil, o prato de marmita, o garfo e a colher, moedas e notas da época, condecorações, bibliografia essencial da Grande Guerra, entre outras.

Nesta exposição pode observar-se documentação original da mobilização dos jovens portugueses para a Grande Guerra, relatos de La Lys e da vida nos campos de prisioneiros, a vida nas trincheiras, as designadas "cartas da saudade" escritas pelos jovens portugueses, elementos relativos às devoções e crenças no período da Guerra, os postais e textos e memórias dos combatentes.

Trata-se de uma iniciativa conjunta desta Unidade Cultural da Universidade do Minho, a Casa Museu de Monção e conta com a colaboração do Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência espólio), do Núcleo de Combatentes - Núcleo de Monção e do Município de Monção.

A Exposição pode ser visitada na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção até ao próximo dia 15 de fevereiro.

VALADARES, TEATRO MUNICIPAL ACOLHE COLÓQUIO “DO ARMISTÍCIO DA GRANDE GUERRA AO ASSASSINATO DE SIDÓNIO PAIS”

Sábado, dia 8 de dezembro, a partir das 10H00

Participam José Santos, Paulo Torres Bento, Armando Malheiro e Fernando Rosas

A Câmara Municipal de Caminha e o Agrupamento de Escolas Sidónio Pais vão promover o colóquio “Do Armistício da Grande Guerra ao Assassinato de Sidónio Pais”, com a participação de José Santos, Paulo Torres Bento, Armando Malheiro e Fernando Rosas. O evento decorre no próximo sábado, dia 8 de dezembro, pelas 10H00, no Valadares, Teatro Municipal de Caminha. Este colóquio encerra as comemorações“Do Armistício da Grande Guerra ao Assassinato de Sidónio Pais”.

A iniciativa “Do Armistício da Grande Guerra ao Assassinato de Sidónio Pais”teve como objetivo assinalar dois factos históricos: o Armistício e o assassinato de Sidónio Pais, avaliando o impacto que ambos tiveram no Município.

O colóquio do próximo sábadoé composto por dois painéis:“O CEP e os Militares do Concelho de Caminha”, orientado pelo sargento José Santos e Paulo Torres Bento; e “Sidónio, a Guerra e a Política”, com Armando Malheiro e Fernando Rosas. Esta formação dirige-se a todos os grupos de professores e educadores.

O colóquio terá início, pelas 10H00, no Valadares, Teatro Municipal de Caminha, ea abertura estará a cargo de Guilherme Lagido Domingos, presidente em exercício da Câmara Municipal de Caminha; Maria Esteves, diretora do Agrupamento de Escolas Sidónio Pais, e Jorge Oliveira Fernandes, diretor do Centro de Formação Vale do Minho.

O painel “O CEP e os Militares do Concelho de Caminha” apresenta as comunicações ‘Os militares do concelho de Caminha a e Brigada do Minho na Flandres”, por Paulo Torres Bento (professor de História e historiador especializado em temas locais e regionais), e “Na pele do soldado Português na Grande Guerra: necessidades e realidades”, com José Manuel Alves dos Santos (sargento ajudante do Exército e historiador de temas militares).

O painel “Sidónio, a Guerra e a Política” encerra o colóquio, com as intervenções “Portugal na 1ª Guerra Mundial, o quadro interno e o quadro externo”, a cargo de Fernando Rosas (doutor em História, da Universidade Nova de Lisboa) e “Sidónio Pais, o Sidonismo e a 1ª Guerra Mundial”, por Armando Malheiro da Silva (doutor em História, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto).

Exposição e mostra bibliográfica

para visitar até 31 de janeiro

Este evento integrou várias iniciativas, com destaque para a mostra bibliográfica “A Livraria do Coronel Júlio Torres” e a exposição “Da Batalha de Lalys ao Armistício”, patentes na Biblioteca Municipal e Museu Municipal, até 31 de janeiro.

A exposição “Da Batalha de Lalys ao Armistício” é composta por três núcleos.  O primeiro dá enfoque à Batalha de Lalys, o segundo, dá a conhecer os caminhenses na Grande Guerra, onde se podem ver os rostos e percurso de vida dos cerca de 150 homens que combateram na Primeira Grande Guerra e, por último, existe um núcleo dedicado a Sidónio Pais, um Presidente da República natural de Caminha.

A mostra bibliográfica “A Livraria do Coronel Júlio Torres” é composta por quatro painéis. Júlio Augusto Valadares Torres nasceu a 13 de abril de 1890, no Porto, filho de Júlio Augusto Valadares, negociante, natural de Caminha, e de Maria Adelaide Araújo Alves, natural de Monção. Era neto paterno de Manuel Gavinho Torres e de Maria Quitéria Valadares e materno de Domingos José Alves e Maria Emília de Araújo Cunha. Muito cedo, por doença e falecimento do pai, veio viver com a mãe para casa do avô paterno, na Rua de S. João nº 52, em Caminha. Participou na Primeira Guerra Mundial, inicialmente na Campanha de Moçambique, de maio a outubro de 1916, e depois em França, de janeiro de 1918 a junho de 1919.

Sobre a “A Livraria do Coronel Júlio Torres” importa referir que, em fevereiro de 2015, o Município de Caminha recebeu das mãos da Senhora D. Isolina Macedo 630 livros pertencentes à sua biblioteca pessoal, legada pelo seu pai, Coronel Júlio Valadares Torres. Trata-se de uma coleção que foi constituída ao longo da vida do Coronel e que o terá acompanhado pelas diversas residências, designadamente: Valença; Braga; Porto; Lisboa e Caminha. 1876 e 1949 são as datas extremas que as edições apresentam.

A Livraria do Coronel Júlio Valadares Torres, desde 2015 património do Município de Caminha, é gerida pela Biblioteca Municipal. Todos os exemplares foram catalogados e estão disponíveis para o público, em sala reservada. Os temas predominantes nestes volumes são: literatura portuguesa e estrangeira, sobretudo francesa; história; geografia; política; filosofia; estratégia militar e viagens. Os autores são de renome e alguns já raros ou mesmo ausentes nos catálogos do sec. XXI.

O afeto do Coronel Júlio Torres por cada um dos seus livros evidencia-se pelas encadernações personalizadas, com peles naturais e têxteis, maioritariamente manufaturadas pelo vilarmourense Mário Pontes, pelas anotações sistemáticas manuscritas, pelos recortes de imprensa que intercalava, de modo oportuno e frequente, entre as páginas dos volumes e pelo evidente carácter metódico que estabeleceu para conduzir a seleção das obras e a constituição da coleção. Em 2018, atendendo a este legado, alcançamos a intemporalidade dos livros e o reconhecimento pelo seu dom para perpetuar e renovar o saber e a cultura.

CAMINHA HOMENAGEIA COMBATENTES DA GRANDE GUERRA

A homenagem aos Mortos da Grande Guerra teve lugar hoje de manhã, em Caminha, com uma cerimónia no Largo dos Combatentes, seguida da inauguração da mostra bibliográfica “A Livraria do Coronel Júlio Torres”, e da exposição “Da Batalha de Lalys ao Armistício”.

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Foi, nas palavras do Presidente da Câmara, uma celebração da memória e da paz, mas também uma oportunidade de reflexão sobre um conflito que fez milhões de vítimas, num tempo em que se erguem novas trincheiras, sob a forma de muros, que ameaçam o futuro.

Fotos: Município de Caminha

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CAMINHA HOMENAGEIA ANTIGOS COMBATENTES DA GRANDE GUERRA

Iniciativas de homenagem aos Mortos da Grande Guerra dão a conhecer rostos e percursos de vida dos cerca de 150 caminhenses que combateram. Cerimónia principal tem lugar sábado, pelas 10h00 seguindo-se a inauguração de duas exposições

A Câmara Municipal de Caminha e o Agrupamento de Escolas Sidónio Pais vão homenagear os combatentes caminhenses da Primeira Grande Guerra, numa cerimónia que terá lugar sábado, dia 17, a partir das 10H00. A Homenagem aos Mortos da Grande Guerra integra o programado evento “Do Armistício da Grande Guerra ao Assassinato de Sidónio Pais”, que está a ser promovido em Caminha até 14 de dezembro.

Do Armistício da Grande Guerra ao Assassinato de Sidónio Pais” tem como objetivo assinalar dois factos históricos, o Armistício e o Assassinato de Sidónio Pais, avaliando o impacto que ambos tiveram no Município.

Acerimónia Homenagem aos Mortos da Grande Guerra inicia com a inauguração do futuro “Largo dos Combatentes”, em plenoCentro histórico de Caminha, pelas 10H00, seguida da inauguração da mostra bibliográfica ‘A Livraria do Coronel Júlio Torres’ e da exposição “Da Batalha de Lalys ao Armistício”.

A mostra bibliográfica ‘A Livraria do Coronel Júlio Torres’ é composta por quatro painéis e poderá ser visitada na Biblioteca Municipal de Caminha até 14 de dezembro. Júlio Augusto Valadares Torres nasceu a 13 de abril de 1890, no Porto, filho de Júlio Augusto Valadares, negociante, natural de Caminha e de Maria Adelaide Araújo Alves, natural de Monção. Era neto paterno de Manuel Gavinho Torres e de Maria Quitéria Valadares e materno de Domingos José Alves e Maria Emília de Araújo Cunha. Muito cedo, por doença e falecimento do pai, veio viver com a mãe para casa do avô paterno, na Rua de S. João nº 52, em Caminha. Participou na Primeira Guerra Mundial, inicialmente na Campanha de Moçambique, de maio a outubro de 1916, e depois em França de janeiro de 1918 a junho de 1919.

Em 1940 casou em Portalegre com Aura Adelaide de Araújo Cunha, natural de Monção, com quem teve duas filhas, Isolina Isabel da Cunha Torres e Maria Adelaide da Cunha Torres. Faleceu a 10 de janeiro de 1960 na sua casa da Rua de São João e está sepultado no cemitério de Caminha no jazigo de família.

Sobre a ‘A Livraria do Coronel Júlio Torres’ importa referir: ‘em fevereiro de 2015 o Município de Caminha recebeu das mãos da Senhora D. Isolina Macedo 630 livros pertencentes à sua biblioteca pessoal, legada pelo seu pai, Coronel Júlio Valadares Torres. Trata-se de uma coleção que foi constituída ao longo da vida do Coronel e que o terá acompanhado pelas diversas residências, designadamente: Valença; Braga; Porto; Lisboa e Caminha. 1876 e 1949 são as datas extremas que as edições apresentam. A Livraria do Coronel Júlio Valadares Torres, desde 2015 património do Município de Caminha, é gerida pela Biblioteca Municipal. Todos os exemplares foram catalogados e estão disponíveis para o público, em sala reservada. Os temas predominantes nestes volumes são: literatura portuguesa e estrangeira, sobretudo francesa; história; geografia; política; filosofia; estratégia militar e viagens. Os autores são de renome e alguns já raros ou mesmo ausentes nos catálogos do sec. XXI.   O afeto do Coronel Júlio Torres por cada um dos seus livros evidencia-se pelas encadernações personalizadas, com peles naturais e têxteis, maioritariamente manufaturadas pelo vilarmourense Mário Pontes, pelas anotações sistemáticas manuscritas, pelos recortes de imprensa que intercalava, de modo oportuno e frequente, entre as páginas dos volumes e pelo evidente carácter metódico que estabeleceu para conduzir a seleção das obras e a constituição da coleção.  Em 2018, atendendo a este legado, alcançamos a intemporalidade dos livros e o reconhecimento pelo seu dom para perpetuar e renovar o saber e a cultura.

Da cerimónia ainda faz parte, como referimos atrás, a inauguração da exposição “Da Batalha de Lalys ao Armistício”, patente no Museu Municipal de Caminha, que homenageia os caminhenses que combateram na Primeira Grande Guerra.

A exposição é composta por três núcleos. O primeiro dá enfoque à Batalha de Lalys. O segundo, dá a conheceros Caminhenses na Grande Guerra, onde se podem ver os rostos e percurso de vida dos cerca de 150 homens que combateram na Primeira Grande Guerra e, por último, um núcleo dedicado a Sidónio Pais, um Presidente da República natural de Caminha.

Sexta-feira, dia 16 de novembro, pelas 18H00, “A Maçonaria e a Loja Ancorense Vedeta do Norte” é o tema da conferência, com Paulo Torres Bento e um convidado da Maçonaria.

Na semana seguinte, a 23 de novembro, também pelas 18H00, decorrerá a conferência “A Pneumónica no Concelho de Caminha”, com Aurora Regoe Luís Belo.

No dia 8 de dezembro, terá lugar o colóquio “Do Armistício da Grande Guerra ao Assassinato de Sidónio Pais”, composto por dois painéis “O CEP e os Militares do Concelho de Caminha”, orientado pelo sargento José Santos e Paulo Torres Bento, e “Sidónio, a Guerra e a Política”, com Armando Malheiro e Fernando Rosas.

PROGRAMA:

Sexta 16 de novembro | 18H00

A Maçonaria e a Loja Ancorense Vedeta do Norte

Conferência

Paulo Torres Bento / Convidado da Maçonaria

Local: Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora

Sábado 17 de novembro

Homenagem aos Mortos da Grande Guerra

10H00

Cerimónia no “Largo dos Combatentes”

Local: Centro histórico de Caminha

11H00

Mostra Bibliográfica

Livraria do Coronel Júlio Torres

Local: Biblioteca Municipal de Caminha

11H15

Da Batalha de Lalys ao Armistício

Exposição

Local: Museu Municipal de Caminha

sexta 23 de novembro | 18H00

A Pneumónica no Concelho de Caminha

Conferência

Aurora Rego / Médico convidado

Local: Salão Nobre dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora

sábado 08 de dezembro

10H00

O CEP e os Militares do Concelho de Caminha

Colóquio

Sargento José Santos / Paulo Torres Bento

Local: Valadares, Teatro Municipal

15H00

Sidónio, a Guerra e a Política

Colóquio

Armando Malheiro / Fernando Rosas

Local: Valadares, Teatro Municipal

LIMIANOS REGRESSAM À GRANDE GUERRA

Recriação Histórica em Ponte de Lima: 18 de Novembro. Os Limianos na Primeira Grande Guerra

Com a organização do Município de Ponte de Lima e a participação da Companhia de Teatro Viv’Arte, juntamente com diversos grupos de teatro locais, como o Grupo Art’In Facha, Os Gorilas, o Grupo Duplaface e o Grupo Pequenos Actores do Lima, realiza-se no próximo domingo, 18 de novembro a Recriação Histórica Os Limianos na Primeira Grande Guerra. Agora que se cumprem cem anos sobre o término desse tão importante conflito bélico, que está a ser assinalado um pouco por todo o mundo e designadamente na Europa, tenta-se recriar um pouco da atmosfera vivida então, ao mesmo tempo que se presta um sincero tributo a todos os soldados limianos que integraram o Corpo Expedicionário Português (CEP).

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O recrutamento dos moços para o CEP, a guerra nas trincheiras e o regresso dos soldados a Ponte de Lima vão ser alguns dos aspetos a encenar nesta recriação evocativa da Primeira Guerra Mundial. A Recriação Histórica tem início às 15h00, dia 18 de novembro (domingo), nas imediações do Paço do Marquês, onde se encontra instalado o Centro de Interpretação da História Militar de Ponte de Lima.

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ARCOS DE VALDEVEZ JAMAIS ESQUECERÁ OS SEUS FILHOS QUE LUTARAM NA GRANDE GUERRA

Arcos de Valdevez assinalou centenário do Armistício da I Guerra Mundial

No passado dia 11 de novembro a Câmara Municipal de Arcos de Valdevez levou a efeito um conjunto de atividades para assinalar o centenário do Armistício da I Guerra Mundial e relembrar, em particular, os arcuenses que participaram neste conflito.

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Na primeira Guerra Mundial participaram cerca de 300 arcuenses, de quase todas as freguesias do concelho, dos quais pereceram 50. Muitos estiveram em França, mas muitos foram para África, nomeadamente para a Frente de Moçambique.

Logo pela manhã decorreu a Missa em memória dos Soldados Arcuenses tombados na 1ª Guerra Mundial, na Igreja de São Paio.

Depois, foi inaugurado o Memorial aos Soldados Arcuenses tombados na 1ª Guerra Mundial, Junto à Rotunda entre a N202 e a Avenida António Caldas (São Paio).

Esta obra, da autoria do escultor Bruno Marques, é, para o Presidente da Câmara Municipal, João Esteves, “uma homenagem a estes lutadores pela liberdade dos povos e através da qual se assinala mais um momento de participação dos Nossos na História de Portugal e na História Mundial”.

“Esta é a justa e merecida homenagem a estes arcuenses construtores da Paz, construtores de uma Europa e de um Mundo mais justo, mais solidário, mais livre, com mais desenvolvimento, construtores de um mundo onde se pretende que haja harmonia entre os povos e as nações”, referiu o autarca, justificando que a escolha do local também possui simbolismo, já que recaiu em S. Paio para estar junto ao local onde se encontra a presença militar no concelho, o Quartel da Guarda Nacional Republicana.

De referir também, que com a colocação do monumento neste local, a Câmara Municipal pretendeu contribuir para criar um maior dinamismo nesta zona da Vila. O espaço público foi requalificado; foi criado mais um espaço de memória arcuense, bem como criado mais um ponto de interesse para os arcuenses e para todos os que visitam o concelho.

Após este momento foi feita a apresentação do livro “Os Arcuenses na 1ª Grande Guerra”, da autoria dos arcuenses Jorge Pires e Manuel Rodas, e, ainda no âmbito desta iniciativa foi possível visionar gratuitamente na Casa das Artes arcuense o filme “O Soldado milhões”, que conta a história de um português nesta guerra, e que também tem passagens rodadas em Arcos de Valdevez.

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Breve descrição do escultor Bruno Marques sobre o elemento escultórico inaugurado

A peça escultórica criada evoca de uma forma genérica o perfil da trincheira.

A obra pretende ser uma metáfora que evoca o conflito, a interrupção conseguida pelo Armistício e a conquista de um novo período assente num acordo de Paz. A Trincheira é símbolo de Guerra, aqui representada por um conjunto de planos evocando a sua configuração, desenhada de forma minimal evoca o vazio, sugerindo o abandono das mesmas por parte dos exércitos.

Dois outros elementos, os capacetes e a pomba são utilizados de forma narrativa de modo a possibilitar uma leitura mais imediata do objeto. Os capacetes deixados (como que abandonados) no fundo da trincheira e no terreno que a sustenta evoca os soldados tombados, mas também o fim do conflito.

Por sua vez a Pomba, que outrora servira também alguns exércitos, é contemporaneamente usada por muitas culturas como o símbolo da Paz,  e, para os cristãos como símbolo do Espírito Santo, surge neste contexto como o elemento que deseja celebrar a Paz entre os povos,  assumidamente colocada em cima  do plano em que se inscrevem os nomes dos soldados tombados como que uma referência ao povo de Deus.

A Grande Guerra ocorreu num período de forte desenvolvimento e utilização de materiais como o aço. Este material foi fortemente usado na construção do armamento.

Evocando uma ligação com esse período utiliza-se o aço para a execução da Trincheira, explorando a sua, dureza e austeridade. Relativamente aos capacetes,  e à pomba, optou-se pelo bronze, a sua referência ao nível da História de Arte, a tradição ao nível dos materiais abordados por outros autores em diversas obras espalhadas pelo município e as suas características ao nível cromático  foram os argumentos que validaram a opção.

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CAMINHADA PELA PAZ ASSINALOU CENTENÁRIO DO ARMISTÍCIO DA I GUERRA MUNDIAL EM PONTE DA BARCA

Foi com uma caminhada pela paz que o município de Ponte da Barca assinalou ontem, 11 de novembro, o centenário do Armistício da I Guerra Mundial.

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Apesar do dia chuvoso, e depois das honras dadas pela Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Ponte da Barca em frente aos Paços do Concelho, os participantes rumaram ao cemitério municipal onde se encontra um monumento evocativo dos combatentes da Grande Guerra. Daí, seguiu-se para uma breve paragem nas casas onde viveram barquenses que combateram neste conflito, nomeadamente José Augusto Vale e membros da família Machado Cruz, tendo culminado no Largo Heróis da Grande Guerra onde está erigido um monumento em honra dos barquenses que morreram em combate na Primeira Guerra Mundial

Manter viva a valentia e bravura dos milhares de portugueses que participaram neste conflito e, de forma muito particular, os corajosos barquenses, foi o grande propósito desta singela homenagem, como atestou o Presidente da Câmara, Augusto Marinho: “as lições humanas, morais e éticas que a Grande Guerra encerra não podem ser esquecidas, pelo que se torna um dever evocarmos e homenagearmos todos aqueles que nela estiveram envolvidos”.

O autarca barquense defendeu, ainda, que evocar e homenagear estes soldados é “um ato de justiça para com o passado, é um ato de reconhecimento no presente e é, também, uma forma de prevenirmos o futuro.”

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ESPOSENDE COMEMORA ARMISTÍCIO DA GRANDE GUERRA

Município de Esposende evocou assinatura do Armistício

O Município de Esposende encerrou hoje as comemorações do centenário da Primeira Grande Guerra que ocorreu entre 1914 e 1918. Precisamente, cem anos após a assinatura do Armistício que ditou o calar das armas, assistiu-se, pelas 11 horas, a uma largada de pombos, junto ao Museu Marítimo, antecedendo a abertura da exposição “Memórias do Armistício”.

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A evocação do Armistício decorreu no Auditório Municipal, com a exibição do documentário “Lutaram como Diabos” e um recital de canto e poesia “In memorium da Grande Guerra”, com Carla Caramujo e poetas concelhios. A encerrar as cerimónias foi celebrada uma missa de Te DEUM, pelo fim da Guerra, na qual participou o arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga.

Para o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, a razão pela qual o Município decidiu evocar a Primeira Grande Guerra prende-se com a “necessidade de relembrar os momentos de terror e de dor, consciencializando a todos, para evitar situações semelhantes no futuro”. Benjamim Pereira enquadrou, ainda, a homenagem “a todos os esposendenses que lutaram nas trincheiras”, enaltecendo o feito heroico daqueles que “morreram pela pátria”.

O programa evocativo do Centenário da Primeira Grande Guerra iniciou-se em 2014, tendo o Município de Esposende promovido, ao longo de quatro anos, as exposições “Esposende nas Trincheiras” e “Novas da Guerra, Autores e Narrativas”, as conferências “O Mar de Esposende na I Grande Guerra” e “Esposende e a I Grande Guerra: Os homens e os acontecimentos”, um percurso evocativo da Primeira Grande Guerra em Esposende; e no centenário da Batalha de La Lys foram visitados os Talhões dos Combatentes da Grande Guerra, nos cemitérios de Marinhas, Esposende e Fão.

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NOS INTERVALOS DA GUERRA, MINHOTOS CANTAM E DANÇAM O VIRA NAS TRINCHEIRAS DA FLANDRES

As imagens registam momentos breves de distração ocorridos nos intervalos dos confrontos durante a primeira grande guerra, retirados das primeiras linhas de combate nos campos entrincheirados da Flandres ou em trânsito para os antigos territórios ultramarinos a fim de garantir a soberania portuguesa.

 

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Sem alegria a vida não faz o menor sentido para o minhoto. No trabalho da lavoura ou em dia de romaria, quando a colheita é abundante ou mesmo quando o pão escasseia na mesa, é com Fé e um sorriso largo no rosto que enfrenta os bons e maus momentos da vida e os supera, por vezes sabe Deus com que dificuldades.

Uma vez chamado a cumprir o seu dever – aquele que os políticos ditaram como sendo do interesse nacional! – o minhoto troca a enxada pela espingarda que leva ao ombro ou à bandoleira e, juntamente com ela, a concertina, o bombo e o cavaquinho. É que, nas breves pausas ocorridas entre os combates, o espírito jovial do minhoto constitui um tónico a levantar o moral dos soldados, fazendo-os reviver a alegria das romarias da sua aldeia, lembrando-os da família e das namoradas que ansiosamente os aguardam e despertando em todos que os rodeiam uma enorme vontade de lutar e vencer para poderem, enfim, regressar.

Fotos: Liga dos Combatentes

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MONÇÃO INAUGURA EXPOSIÇÃO SOBRE "A PARTICIPAÇÃO DE PORTUGAL NA 1ª GRANDE GUERRA"

No próximo dia 12 de novembro (segunda feira), pelas 17h30 será inaugurada na Nova Galeria do Largo do Paço, em Braga, a exposição intitulada - A participação de Portugal na 1ª Grande Guerra (1914-1918), com visita guiada pelo Dr. Manuel Penteado Neiva, que irá proferir uma conferência sobre a Brigada do Minho.

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Trata-se de uma iniciativa conjunta da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho e do Prémio de História Contemporânea Victor de Sá e conta com a colaboração do Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência espólio) e o apoio da Reitoria da Universidade do Minho.

A Exposição estará patente ao público até ao dia 30 de dezembro, com o seguinte horário:

- Segunda a sábado das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

A Organização é assegurada pela Casa Museu de Monção/Universidade do Minho e pelo Prémio de História Contemporânea Victor de Sá e conta com a Colaboração do Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência de espólio) e da Reitoria da Universidade do Minho.

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"OS LIMIANOS NA PRIMEIRA GRANDE GUERRA" REGRESSAM A PONTE DE LIMA ATRAVÉS DE RECRIAÇÃO HISTÓRICA

Recriação Histórica em Ponte de Lima: 18 de Novembro. Os Limianos na Primeira Grande Guerra

Com a organização do Município de Ponte de Lima e a participação da Companhia de Teatro Viv’Arte, juntamente com diversos grupos de teatro locais, como o Grupo Art’In Facha, Os Gorilas, o Grupo Duplaface e o Grupo Pequenos Actores do Lima, realizar-se-á, no próximo dia 18 de novembro (domingo) a Recriação Histórica Os Limianos na Primeira Grande Guerra.

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Agora que se cumprem cem anos sobre o término desse tão importante conflito bélico, que está a ser assinalado um pouco por todo o mundo e designadamente na Europa, tenta-se recriar um pouco da atmosfera vivida então, ao mesmo tempo que se presta um sincero tributo a todos os soldados limianos que integraram o Corpo Expedicionário Português (CEP).

O recrutamento dos moços para o CEP, a guerra nas trincheiras e o regresso dos soldados a Ponte de Lima vão ser alguns dos aspetos a encenar nesta recriação evocativa da Primeira Guerra Mundial. A Recriação Histórica tem início às 15h00, dia 18 de novembro (domingo), nas imediações do Paço do Marquês, onde se encontra instalado o Centro de Interpretação da História Militar de Ponte de Lima.

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HISTORIADOR MANUEL PENTEADO NEIVA APRESENTA EM BRAGA EXPOSIÇÃO SOBRE A PARTICIPAÇÃO DE PORTUGAL NA GRANDE GUERRA

No próximo dia 12 de novembro (segunda feira), pelas 17h30 será inaugurada na Nova Galeria do Largo do Paço, em Braga, a exposição intitulada -A participação de Portugal na 1ª Grande Guerra (1914-1918), com visita guiada pelo Dr. Manuel Penteado Neiva.

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Trata-se de uma iniciativa conjunta da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho e do Prémio de História Contemporânea Victor de Sá e conta com a colaboração do Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência espólio) e o apoio da Reitoria da Universidade do Minho.

A Exposição estará patente ao público até ao dia 30 de dezembro, com o seguinte horário:

- Segunda a sábado das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

A Organização é assegurada pela Casa Museu de Monção/Universidade do Minho e pelo Prémio de História Contemporânea Victor de Sá e conta com a Colaboração do Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência de espólio) e da Reitoria da Universidade do Minho.

PONTE DA BARCA VAI CAMINHAR PELA PAZ NO DIA QUE ASSINALA O CENTENÁRIO DO ARMISTÍCIO

No dia 11 do 11 (domingo), às 11h e 11 minutos, junte a família e amigos e apareça no àtrio dos Paços do Concelho, em Ponte da Barca, para fazer uma Caminhada pela Paz, precisamente no dia e hora que, há 100 anos, se assinava o Armistício e se colocava um ponto final na Primeira Guerra Mundial.

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Durante o percurso então contempladas visitas ao Cemitério Municipal, onde se encontra um Monumento evocativo dos combatentes da Grande Guerra, a casas de alguns barquenses que combateram na Grande Guerra e ao Largo dos Heróis da Grande Guerra onde se ergueu um Monumento em homenagem aos barquenses que tombaram na Grande Guerra.

MUNICÍPIO DE ESPOSENDE ASSINALA ARMISTÍCIO DA PRIMEIRA GRANDE GUERRA

A encerrar o programa evocativo do Centenário da Primeira Grande Guerra (1914-1918), iniciado em 2014, o Município de Esposende vai assinalar, no próximo domingo, dia 11 de novembro, o calar das armas e o fim deste conflito mundial.

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A Evocação do Armistício da Primeira Grande Guerra inicia-se pelas 11h00, altura em que o armistício entrou oficialmente em vigor, com uma largada de pombos, junto ao Museu Marítimo de Esposende. Simultaneamente, nas igrejas do concelho o toque dos sinos assinalará o calar das armas. Segue-se, às 11h30, a visita à exposição “Memórias do Armistício”, que estará patente na Arcada Exterior dos Paços do Concelho.

Já no período da tarde, pelas 17h00, no Auditório Municipal de Esposende, decorrerá a sessão de Evocação do Armistício, com exibição do documentário “Lutaram como Diabos” e Recital de Canto e Poesia “In memorium da Grande Guerra”, com Carla Caramujo (soprano) e João Queirós (piano) e ainda participação dos Poetas/Declamadores Alberto Serra, Bernardete Costa, Álvaro Maio, Isilda Nunes, Jorge Braga e Agostinho Teixeira. A encerrar o programa, às 19h00, na Igreja Matriz de Esposende, será celebrada Missa TE DEUM pelo fim da Guerra.

A Evocação da Primeira Grande Guerra, que integrou um vasto programa de ações ao longo de quatro anos, pretendeu trazer à memória os momentos que marcaram este conflito da História mundial, homenageando aqueles que nele estiveram envolvidos, nomeadamente os 197 combatentes do concelho, 13 dos quais perderam a vida em combate, de acordo com investigação do Consultor da Comissão Executiva da Evocação da Primeira Grande Guerra, Manuel Albino Penteado Neiva.