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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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TEATRO DE BALUGAS VENCE CONCURSO NACIONAL DE TEATRO

“Pão Nosso” vence Concurso Nacional de Teatro

O Prémio Ruy de Carvalho para o Melhor Espetáculo foi conquistado pelo Teatro de Balugas, que se apresentou no CONTE - Concurso Nacional de Teatro com a peça ‘Pão Nosso’. A companhia de teatro de Balugães venceu também o prémio na categoria de Melhor Cenário.

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O Teatro de Balugas foi um dos nove finalistas apurados para a final do CONTE 2020, certame decorrido em fevereiro de 2020, tendo depois sido o grupo nomeado para oito categorias. A gala de encerramento de mais uma edição do CONTE decorreu no passado sábado, no Theatro Club da Póvoa de Lanhoso, e foi o próprio ator Ruy de Carvalho, patrono do evento, que anunciou e entregou em mão o prémio ao Teatro de Balugas.

Cândido Sobreiro, diretor artístico da companhia Teatro de Balugas, referiu que este prémio “É fruto do trabalho de 13 anos a guardar a memória e o território do vale do Neiva e do Minho, do teatro da aldeia que consegue resistir e que continua vivo, feito com rigor, missão e seriedade.”.

O espetáculo “Pão Nosso”, com texto e encenação de Cândido Sobreiro, fala-nos da aldeia de Balugães, terra onde já se amassou muito pão e onde se talharam muitas gamelas de pinho. O pão era o sustento, as gamelas também. Uma relação de pequenas histórias que contam mais do que o artefacto, o alimento, o labor. Uma recolha de memórias, ladainhas, cantigas e ofícios, recuperando utensílios e articulando artisticamente com a comunidade a criação do espetáculo. A partir daqui, o Teatro de Balugas aborda de uma forma teatral e poética o ciclo do pão na aldeia, reconstruindo-o a partir de princípios diferentes não tradicionais e quase oníricos.

Esta produção do Teatro de Balugas resulta de uma residência artística de teatro comunitário que foi uma das premiadas pelo Programa de Apoio ao Associativismo da Fundação INATEL, tendo a peça arrecadado o prémio de Melhor Espetáculo no Festival de Teatro de Barcelos em 2018, bem como os prémios de Melhor Cenário, Melhor Sonoplastia, Melhor Iluminação Cénica e Melhor Guarda-Roupa. Em 2019, a peça de teatro foi selecionada para apresentação no Festival Transfronteiriço de Teatro Amador PLATTA, em Espanha.

O CONTE resulta da parceria que junta a Federação Portuguesa de Teatro e a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso na organização do evento.

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TEATRO DE BALUGAS LEVA À CENA A PEÇA "PAI NOSSO" NA FINAL DO CONCURSO NACIONAL DE TEATRO

Pão Nosso na final do Concurso Nacional de Teatro

O espetáculo "Pão Nosso" do Teatro de Balugas é um dos finalistas selecionados a nível nacional para o CONTE - Concurso Nacional de Teatro, que é organizado pela Federação Portuguesa de Teatro em parceria com a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso.

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Nove companhias de todo o país sobem ao palco do Theatro Club da Póvoa de Lanhoso, apresentando-se o Teatro de Balugas no dia 28 de fevereiro, pelas 21h45. O certame conta com 12 prémios, sendo de destacar o Prémio Ruy de Carvalho (patrono do CONTE).

Esta produção do Teatro de Balugas, com texto de Cândido Sobreiro, resulta de uma residência artística de teatro comunitário que foi uma das premiadas pelo Programa de Apoio ao Associativismo da Fundação INATEL, tendo a peça arrecadado o prémio de Melhor Espetáculo no Festival de Teatro de Barcelos em 2018, bem como os prémios de Melhor Cenário, Melhor Sonoplastia, Melhor Iluminação Cénica e Melhor Guarda-Roupa. Em 2019, a peça de teatro foi selecionada para apresentação no Festival Transfronteiriço de Teatro Amador PLATTA, em Espanha.

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ASSEMBLEIA GERAL DO CIAB APROVA PLANO DE ACTIVIDADES PARA 2020

Assembleia Geral do CIAB - Tribunal Arbitral de Consumo decorreu a 13 de novembro

No passado dia 13 novembro, a Assembleia Geral do CIAB reuniu-se na Póvoa de Lanhoso para a aprovação do Plano Actividades de 2020. No mesmo dia e no mesmo local decorreu, igualmente, a reunião do Conselho Técnico – Financeiro do CIAB, órgão do qual a senhora Vereadora, Dr.ª Ana Genoveva Araújo, também faz parte e a que presidiu, destinando-se a abordar o Plano de Atividades e Orçamento para o ano de 2020.

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Este órgão conta com a participação dos autarcas dos 19 municípios integrantes, assim como dos representantes da Direção-Geral da Política de Justiça e da Direção Geral do Consumidor, sendo de realçar o serviço de relevo que  o CIAB presta na resolução de conflitos pela via da mediação ou de julgamento arbitral,

O CIAB tem:

- Facilidade de acesso (regras de compreensão simples para as partes e funcionamento amigável);

- Celeridade na resolução (o processo de reclamação é, por regra encerrado em menos de 90 dias);

- Segurança das decisões (o acordo ou a sentença arbitral têm o mesmo valor que se obtidos no Tribunal Judicial);

- Proximidade dos utentes (os utentes do CIAB podem aceder aos seus serviços nos locais de atendimento disponíveis pelo território abrangido);

- Funcionamento baseado na voluntariedade das partes (mas nos serviços públicos essenciais funciona um procedimento de arbitragem necessária);

- Gratuitidade (os serviços prestados pelo CIAB são gratuitos).

O Município de Terras de Bouro é associado do CIAB, dispondo de um serviço de apoio ao consumidor.

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CONCELHIAS DO PSD DO AVE EXIGEM PLANO EFETIVO PARA DESPOLUIÇAO DO RIO AVE

Governo desrespeita recomendação que a Assembleia da República aprovara por unanimidade!

Despoluir e revitalizar o rio Ave é o objetivo que está a unir e mobilizar as concelhias do PSD dos sete concelhos atravessados pelos 90 quilómetros de percurso do Ave, desde a nascente, na Serra da Cabreira, em Vieira do Minho, até à foz em Vila do Conde. Ao longo das próximas semanas, as sete estruturas partidárias vão promover, através dos seus representantes eleitos nas autarquias locais, uma tomada de posição conjunta das Câmaras, Assembleias Municipais e Assembleias de Freguesia, a exigir do Governo a elaboração imediata de um Plano de Despoluição e Revitalização do Rio Ave.

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Trata-se dos concelhos de Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso, Guimarães, Santo Tirso, Trofa, Vila Nova de Famalicão e Vila do Conde, a que se juntam as mais de 6 dezenas de freguesias atravessadas por aquele curso de água, o que poderá resultar no envio de cerca de sete dezenas de propostas de recomendação ao Governo.

A expetativa dos responsáveis sociais democratas é que esta tomada de posição assente na união de propósitos entre territórios contíguos, torne a Administração Central sensível ao problema e a faça avançar de imediato para a elaboração de um diagnóstico, avaliação, identificação das principais áreas de intervenção e elaboração um plano de ação urgente.

“Não podemos esperar mais. O Rio Ave tem uma importância crucial para a economia da região. É fundamental para a saúde, para o ambiente e, sobretudo, para a valorização do elemento água para as gerações vindouras e tem um potencial cultural e turístico de grande alcance”, afirmam, em uníssono, os presidentes das Concelhias do PSD dos identificados territórios.

Para além da importância ambiental do rio Ave para a sustentabilidade da vida e para a biodiversidade dos ecossistemas, os responsáveis realçam o potencial turístico deste curso de água, na sequência do aparecimento nos últimos anos de novos e ambiciosos projetos à volta da Bacia Hidrográfica do Ave, como a construção de novos parques e de percursos pedonais através da recuperação das margens ribeirinhas, e que se têm traduzido no desenvolvimento de atividades de lazer e desportivas e no aparecimento de novas oportunidades de desenvolvimento regional.

“Quase 40 anos depois de iniciado o processo de despoluição do Rio Ave e mais de 500 milhões de euros de investimento, há resultados visíveis e positivos que importa prosseguir. Não podemos permitir que haja agora um retrocesso, que se desista do rio Ave e que se comprometa o esforço realizado”.

“Quase 40 anos depois de iniciado o processo de despoluição do Rio Ave e mais de 500 milhões de euros de investimento, há resultados visíveis e positivos que importa prosseguir. Não podemos permitir que haja agora um retrocesso, que se desista do rio Ave e que se comprometa o esforço realizado”.

Em vez de cumprir a emanação parlamentar, o Governo limitou-se a iniciar a implementação de um plano de intervenção nos rios Vizela, Burgo e Ferro.

Em concreto, as propostas que se pretende aprovar em sede dos executivos autárquicos e respetivas assembleias, remetem para a necessidade e urgência de elaboração de um plano de despoluição e revitalização do Rio Ave assente em diversos objetivos, donde sobressaia avaliação e diagnóstico das situações com impacto direto na qualidade da água e identificação das principais áreas de intervenção; a elaboração de uma estratégia de atuação conjunta e partilhada entre entidades para fazer face aos fenómenos de poluição; a definição de uma estratégia de intervenção na ação integrada de fiscalização; a execução das medidas definidas no âmbito do PGRH – Plano de Gestão da Região Hidrográfica do Cávado, Ave e Leça; o melhoramento da performance da solução das infraestruturas investindo na telegestão e em ID&I; e finalmente a criação de uma Comissão de Acompanhamento da execução do plano.

“A despoluição e revitalização da bacia hidrográfica do Ave, nas suas diversas facetas, pressupõem uma abordagem integrada e colaborativa, que exige, para além do papel primordial e insubstituível do Estado, o envolvimento ativo dos municípios e das freguesias e inclusivamente o compromisso e cumplicidade dos cidadãos. A sociedade está pronta e até desejosa em abraçar este desafio e em ajudar as instituições públicas a devolver o Rio Ave às comunidades”.

“Ao circunscrever o plano de ação à bacia do rio Vizela, o Governo descrimina negativamente as populações que vivem, estudam e trabalham na área de ação da bacia hidrográfica do rio Ave”

“Está na hora de aproveitar esta oportunidade e devolver o Rio Ave às pessoas”.

“Não aceitamos que o Vale do Ave continue a ser desconsiderado pelo Governo

Os signatários

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