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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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EXPOSIÇÃO COLONIAL PORTUGUESA: UMA MINHOTA E UMA INDÍGENA GUINEENSE DA ETNIA BIJAGÓS

Em 1934, realizou-se no Palácio de Cristal, no Porto, a 1ª Exposição Ultramarina Colonial Portuguesa.

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O certame destinou-se a mostrar a grandeza de Portugal, incluindo os seus territórios ultramarinos. Para o efeito, reconstituiram-se no local aldeias indígenas, foi criado um jardim zoológico com animais exóticos e edificadas réplicas de monumentos ao mesmo tempo que se dava a conhecer os diferentes povos e grupos étnicos, a sua gastronomia e o empreendedorismo empresarial do país naqueles territórios.

Na prática, esta exposição viria a tornar-se um ensaio para a organização da Exposição do Mundo Português que veio a ter lugar em Lisboa apenas seis anos depois.

Na imagem vemos uma minhota com o seu traje domingueiro de lavradeira – vulgo traje à vianesa – junto de uma jovem indídegena guineense da etnia dos Bijagós.

Fonte: Arquivo Municipal do Porto

FC PORTO ASSINOU PROTOCOLO DE UTILIZAÇÃO COM CENTRO DE ESTÁGIOS DE MELGAÇO

Durante o período de um ano, equipa B do Futebol Clube do Porto está em Melgaço em preparação para a nova época

A Melsport – Melgaço, Desporto e Lazer E.M. assinou hoje, 22 de julho, um protocolo de utilização do Centro de Estágios de Melgaço com o Futebol Clube do Porto – Futebol SAD. A cerimónia protocolar aconteceu esta manhã, na Câmara Municipal de Melgaço.

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O protocolo tem como intuito que o Centro de Estágios de Melgaço passe a acolher estágios, de futebol e de outras modalidades, bem como outras atividades desportivas promovidas pelo FC Porto, garantindo a prestação de um serviço de qualidade elevada, que cumpra com todos os requisitos necessários para a sua boa prática desportiva no contexto de preparação/competição da equipa.

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A Melsport compromete-se, ainda, a promover a receção oficial da equipa nos Paços do Concelho, bem como a visita ao Solar do Alvarinho e a espaços de referência locais, assim como a promover junto da Escola Superior de Desporto e Lazer de Melgaço os contactos necessários para que esta disponibilize um conjunto de equipamentos inovadores na ótica do estudo da alta performance e ainda o contato junto das empresas locais com vista à realização de atividades de team building, como rafting, canyoning, entre outras.

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EQUIPA B DO FC PORTO ESTÁ EM ESTÁGIO EM MELGAÇO

A equipa B do FC Porto está, atualmente e até 25 de julho, a estagiar nas instalações do Centro de Estágios de Melgaço, de forma a preparar a pré-epoca.

Neste âmbito, no dia 23 de julho, pelas 17h00, será realizado um jogo de preparação à porta aberta, sem bilheteira, frente ao Real Clube Celta de Vigo B, no Centro de Estágios de Melgaço.

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CENTRO DE ESTÁGIOS DE MELGAÇO PREPARADO PARA ATLETAS DE DIVERSAS MODALIDADES E NÍVEIS DE COMPETIÇÃO

O Centro de Estágios de Melgaço registou, neste primeiro semestre de 2022, um crescimento na ordem dos 26% face ao período homólogo no ano de 2019, antes da pandemia COVID-19. A aposta na qualidade da oferta e requalificação dos vários espaços justificam o crescimento.

O espaço está preparado para receber atletas de diversas modalidades e de todos os níveis de competição, constituindo uma das grandes apostas do município no chamado turismo desportivo. De realçar que, em 2004, foi oficializado pela UEFA e selecionado para centro de treinos para o Euro 2004.

Inaugurado em 2001, o Centro de Estágios de Melgaço é um espaço idealizado e construído de forma a oferecer um serviço de elevada qualidade, com equipamentos adjacentes que visam a atividade desportiva, tanto na vertente lúdica como na vertente competitiva ao mais alto nível. O complexo constitui-se como um polo dinamizador do desenvolvimento do desporto, lazer e turismo na região e posiciona-se como um dos mais modernos, melhor equipados e mais completos complexos desportivos. «Em 2021 foi alvo de inúmeras e profundas intervenções com o intuito de dotar os vários espaços de condições de excelência, oferecendo assim uma experiência de qualidade a quem escolhe o nosso Complexo para treinar, quer para a realização de estágios profissionais, quer para a utilização do público em geral dos seus diversos equipamentos.», atenta o autarca melgacense, Manoel Batista, e também Presidente da Melsport – Melgaço, Desporto e Lazer EM.

NUM ÚNICO ESPAÇO, MELGAÇO CONSEGUE RESPONDER A TODAS AS NECESSIDADES DOS DISTINTOS GRUPOS DE TRABALHO

O Complexo divide-se em duas grandes áreas: a área de lazer, com diversos equipamentos que permitem a prática do desporto de manutenção e equipamentos destinados a atividades lúdicas e culturais; e a área destinada ao desporto de alta competição, servida por infraestruturas capazes de acolher diversas modalidades, tanto para competição como para treino.

É nesta última área que se situa o Centro de Estágios, dotado de um conjunto de equipamentos próprios, disponibilizados em exclusivo aos clubes em estágio. Com uma localização privilegiada e inserido num espaço natural de rara beleza, o Centro de Estágios de Melgaço oferece condições de excelência para acolher equipas e desportistas profissionais e amadores, das mais variadas modalidades, como futebol, futsal, andebol, basquetebol, trail running, atletismo, ciclismo, salto com vara, rugby, entre outras. É composto por estádio de futebol (com capacidade para 1700 espectadores), pista de atletismo, campo de treinos, balneários, clube de saúde, ginásio de manutenção, salas de tratamentos e massagem, entre outros. Estes equipamentos encontram-se vedados ao exterior, mas interligados entre si, visando oferecer as condições necessárias a um melhor estágio, em segurança, tranquilidade e com privacidade.

Até ao momento, o Centro de Estágios recebeu atletas de vários pontos do mundo: Espanha, França, Itália, Canadá, Austrália, China, Qatar, Marrocos, Guiné Equatorial, Roménia, Angola, Polónia, Portugal, Dinamarca, Rússia, Suíça e Nigéria (são alguns dos exemplos).

O Centro de Estágios de Melgaço tem ainda, neste momento, em estágio a Seleção Nacional SUB 15 de Basquetebol, feminina e masculina, e também a sua congénere da Polónia. Nos dias 22, 23 e 24 de julho decorrerão jogos abertos ao público (sem bilheteira) entre as duas Seleções de Basquetebol, no gimnodesportivo do Centro de Estágios. Dia 22 de julho, às 18h30 e 20h30, e nos dias 23 e 24 de julho, os jogos acontecem pelas 16h00 e 18h00.

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MIGUEL VENTURA TERRA E OS PROJETOS PARA A CONSTRUÇÃO DO MONUMENTO AO INFANTE D. HENRIQUE NO PORTO

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1394-1894, por Ventura Terra

Folha do semanário ilustrado Pontos e Vírgulas, com gravura representando maqueta para o concurso do monumento ao Infante Dom Henrique, da autoria do arquiteto Ventura Terra.

Responsabilidade: Santos (fotogr.); António de Sousa Nogueira (grav.)

Local de edição: Porto

Editor: Pontos e Vírgulas

Impressor: Litografia União

Preto e branco

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Projeto para o monumento ao Infante Dom Henrique

Documento/Processo, 1997 – 1997

PT-CMP-AM/COL/PST/D.PST:2204(12)

Local de edição: Porto

Editor: Câmara Municipal do Porto

Colorido

Estampilha: não

(Coleção: Comemorações Henriquinas no Porto, em 1894, nº 12)

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Projeto para o monumento ao Infante Dom Henrique apresentado depois do concurso, conjugando dois dos projetos anteriores

Documento/Processo, 1997 – 1997

PT-CMP-AM/COL/PST/D.PST:2204(17)

Local de edição: Porto

Editor: Câmara Municipal do Porto

Colorido

Estampilha: não

(Coleção: Comemorações Henriquinas no Porto, em 1894, nº 17)

MIGUEL ALVES É UMA DAS SEIS PERSONALIDADES QUE COMPÕEM GRUPO DE TRABALHO PARA ATRAÇÃO DE NOVOS OPERADORES PARA O AEROPORTO DO PORTO

Presidente da Câmara Municipal de Caminha, que também é Presidente do Conselho Regional do Norte, chamado a assumir papel de relevo da definição da estratégia para o aeroporto Sá Carneiro, no Porto

Miguel Alves é uma das seis personalidades que compõem o grupo de trabalho que vai tentar encontrar uma estratégia para atração de novos operadores para o aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto. O grupo contará também com dois autarcas e representantes de mais três entidades.

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O Presidente da Câmara Municipal de Caminha, que também é Presidente do Conselho Regional do Norte, foi chamado a assumir, nesta qualidade, um papel de relevo da definição da estratégia para o aeroporto Sá Carneiro.

A criação deste grupo de trabalho foi conhecida ontem. Segundo a agência Lusa, o grupo vai definir mecanismos e incentivos para atrair novos operadores para o aeroporto Francisco Sá Carneiro e apresentar propostas ao Governo para reforçar a conectividade aérea da região Norte.

São também conhecidos todos os elementos que vão integrar este grupo de trabalho: presidentes da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-Norte), da Câmara do Porto, Câmara da Maia, do Conselho Regional do Norte, do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) e da Associação Empresarial de Portugal (AEP).

A agência refere que este grupo de trabalho está já organizado, estando em fase de agendamento a primeira reunião. Sobre as motivações, destaca a vocação industrial e exportadora da região, a internacionalização das suas empresas, a atratividade turística e as relações de cooperação com a diáspora portuguesa no mundo.

PRESIDENTE DA CÂMARA DE VIANA DO CASTELO NA INAUGURAÇÃO DA NOVA LOJA DA CASA PEIXOTO NO PORTO

O Presidente da Câmara Municipal, Luís Nobre, marcou presença na inauguração da nova loja da Casa Peixoto no Porto, num momento que reuniu clientes, fornecedores e parceiros da empresa vianense. O edil esteve presente naquele que é um momento importante para a empresa de comércio de materiais de construção e decoração, agradecendo à administração por elevar o nome de Viana do Castelo.

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A Casa Peixoto abriu a nova loja em Paranhos, na estrada da Circunvalação, no Porto, sendo esta, agora, a maior loja que a empresa tem no país.  

Com mais de quatro décadas de existência, a Casa Peixoto apresenta agora um conceito inovador e uma nova estética. Com uma área comercial superior a 8 mil metros quadrados, a loja portuense representa o maior desafio da marca desde a abertura da loja de Aveiro. O espaço foi projetado para proporcionar uma nova experiência ao consumidor e pretende destacar-se como um local de referência na apresentação das últimas tendências de decoração e materiais de construção. 

Com um conceito de estética diferenciado, semelhante a uma galeria de arte, conta com milhares de produtos expostos em áreas amplas e organizadas, no qual se destacam marcas nacionais premium, entre muitas outras marcas selecionadas pela sua qualidade, seleção de matérias-primas e produção, seguindo os mais importantes critérios de sustentabilidade. 

A Casa Peixoto conta atualmente com 6 lojas físicas nas cidades de Viana do Castelo, Braga, Guimarães, Porto, Aveiro e Lisboa e, além-fronteiras, conta também com um representante em Paris, além da loja online. 

Atualmente, o negócio familiar já vai na terceira geração e conta com mais de 200 colaboradores, tendo alcançado em 2021, um volume de negócios superior a 52 milhões de euros e com uma previsão de 65 milhões de euros no final do presente ano.

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OFÍCIO-PRECATÓRIO DO JUÍZO CRIMINAL DO PORTO AO JUIZ DE DIREITO DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

Ofício-Precatório do Juízo Criminal da comarca do Porto ao Juiz de Direito da comarca de Vila Nova de Famalicão, datado de 20 de Março de 1950, a ordenar a citação dos arguidos José Casimiro da Silva e Armando Filipe Cerejeira Pereira Bacelar, acusados do crime de imprensa e crime contra a segurança do Estado, a propósito da publicação de "Eleições Livres" editada pela Comissão Distrital de Braga dos Serviços de Candidatura do General Norton de Matos.Contém a cópia da queixa deduzida no processo de corpo de delito contra: 1) José Casimiro da Silva; 2) Dr. Armando Filipe Cerejeira Pereira Bacelar; 3) Dr. José Graça, 4) Miguel Augusto Alves Ferreira; 5) Dr. Fernando Marques Coelho Correia Simões; 6) Joaquim Vítor Batista Gomes de Sá.

Fonte: Arquivo Municipal de Ponte de Lima

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MAREADA – ASSOCIAÇÃO CULTURAL LEVA AO PORTO TERTÚLIA SOBRE APÚLIA E O SARGAÇO

Sob o mote “Apúlia e Sargaço – Uma relação entre a terra e o Mar” e a convite da Macaréu – Associação Cultural, falou-se desta vila do concelho de Esposende nas instalações da associação portuense, no Porto, no passado sábado, dia 11.

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O evento, que contou com uma interventiva plateia e foi promovido pela associação portuense em colaboração com a Mareada, deu a conhecer a tradição da apanha do Sargaço em Apúlia através de pequenos documentários e testemunhos recolhidos pela Mareada, bem como através de um trabalho realizado por esta associação, demonstrativo da importância do Sargaço na vila Apuliense.

Apúlia e as tradições da apanha do sargaço estão intimamente ligadas, dada a importância do sargaço na sua história e que, principalmente nos últimos 100 anos, a tem transformado.

A associação Apuliense planeia apresentar em breve este mesmo trabalho no concelho de Esposende.

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CRAV CONQUISTA VITÓRIA SOFRIDA NO PORTO

CDUP B e C.R. Arcos de Valdevez defrontaram-se no dia 20 de novembro no Estádio Universitário do Porto. O resultado cifrou-se em 15-37 favorável os minhotos, espelhando a superioridade dos visitantes e a boa réplica dada pela equipa da casa.

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 O início de jogo foi disputado sob o signo do equilíbrio, com os visitados a quererem mostrar os seus pergaminhos de equipa da casa. Assim, aos 4 minutos inauguraram o marcador, com a conversão de uma penalidade, ao que o CRAV respondeu com outra dois minutos depois, restabelecendo a igualdade no marcador (3-3). No entanto, ao minuto 12, após nova penalidade a favor dos arcuenses (3-6), é o CDUP quem marca o primeiro ensaio (10-6).

Contudo a superioridade dos da casa durou pouco mais que 10 minutos. No minuto 23, o CRAV passa para a frente do marcador com o seu primeiro ensaio e não mais largou a posição de vencedor. Até ao intervalo, os minhotos viriam a fazer um segundo ensaio, deixando o resultado em 10-23.

Em campo estavam duas maneiras diferentes de estar em casa. De um lado, o CDUP, com uma equipa menos poderosa fisicamente, conseguia pontualmente algumas penetrações, explorando falhas defensivas do adversário. Por outro lado, esta jovem equipa do CDUP mostrava uma forte organização defensiva, que foi adiando a supremacia dos visitantes. Por sua vez, os arcuenses, como referido, mostraram alguma falta de acerto defensivo em alguns momentos do jogo, mas dominaram quase por completo as operações com um jogo vistoso e intenso, com várias perfurações em várias zonas do terreno, aproveitando a mobilidade das suas unidades.

O início da segunda parte foi o retrato fiel do jogo. Durante quase 25 minutos, o CRAV conseguiu instalar-se no meio campo adversário, dominando na grande maioria dos capítulos do jogo, visto que tinha a supremacia na posse de bola.  O terceiro ensaio dos minhotos, que finalmente tinham quebrado a defesa adversária, viria apenas ao minuto 67 (10-30). Três minutos depois, o CRAV lograva o quarto ensaio, equivalente ao ponto de bónus ofensivo. Tudo parecia estar bem encaminhado para os arcuenses, que atingiriam a plenitude dos objetivos: a vitória mais o ponto de bónus por quatro ensaios marcados ou mais três que o adversário. Todavia, a lutadora equipa do CDUP respondeu com um ensaio nos cinco minutos finais, invalidando o bónus ofensivo do CRAV, que voltou a querer marcar mais pontos, mas sem efeito perante a aguerrida defesa dos portuenses.

Em termos de balanço, o resultado espelha o que se passou no jogo, com um claro domínio da equipa arcuense, que teve uma forte réplica do seu adversário.

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ESCRITOR E POETA DELFIM GUIMARÃES NASCEU HÁ 150 ANOS – EFEMÉRIDE ASSINALA-SE EM 2022!

Delfim Guimarães foi o poeta de Ponte de Lima e da Amadora

Assinala-se em breve a passagem dos 150 anos sobre o nascimento do escritor e poeta Delfim Guimarães. O seu nome está ligado à cidade do Porto onde nasceu em 4 de Agosto de 1872.

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A Lisboa onde trabalhou e fundou a editora “Guimarães, Libânio e Cª” que viria mais tarde a adoptar a denominação de Guimarães Editores. A Ponte de Lima à qual dedicou grande parte dos seus versos e também alguns dos seus romances, para além da sua enorme ligação familiar do qual foi inclusive Administrador do Concelho. E ainda à cidade da Amadora onde viveu e deixou importante obra cívica da qual salientamos a criação da Liga dos Melhoramentos da Amadora, responsável pela instituição da Escola Alexandre Herculano.

O nome de Delfim Guimarães encontra-se consagrado na toponímia de Lisboa, de Ponte de Lima e também da cidade da Amadora onde, aliás, dá o nome ao jardim que constitui a sua sala de visitas e aí tem erigido um busto. Apenas o Porto, cidade onde nasceu, não lhe prestou até ao momento a devida homenagem. A efeméride que este ano se assinala constitui uma excelente oportunidade para conhecer a vida e a obra deste escritor.

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“Delfim Guimarães. O Poeta da Amadora” é o título da melhor biografia até ao momento produzida acerca da vida e obra do poeta e escritor Delfim Guimarães. Da autoria de Lopes Vieira, o livro é uma edição da Câmara Municipal da Amadora, publicado em 1989 e encontra-se actualmente esgotado. A passagem dos 150 anos sobre a data do seu nascimento justificaria seguramente uma segunda edição desta obra.

Neste livro, o autor traça de uma forma admirável o perfil do escritor Delfim Guimarães, acrescentando à sua biografia a sua obra literária e a sua intervenção cívica, não apenas no domínio profissional como ainda como cidadão interventivo na sua época que deixou uma obra cujos frutos continuam a ser colhidos pelas actuais gerações. Referimo-nos principalmente à sua acção política e cívica naquela localidade que viria a ser o actual Concelho da Amadora, nomeadamente através da criação da Liga de Melhoramentos que, entre outras iniciativas, foi responsável pela fundação das Escolas Alexandre Herculano.

Lopes Vieira convida-nos a uma digressão através da obra literária do escritor Delfim Guimarães, apresentando-nos muitos dos seus poemas, grande parte dos quais dedicados ao Ponte de Lima, facto que por si só justificaria o seu reconhecimento como “O Poeta de Ponte de Lima” – se foi na Amadora que ele viveu grande parte da sua vida e pelo seu progresso social se bateu, não restam dúvidas de que foi a Ponte de Lima que dedicou os seus versos!

Rua Delfim de Brito Guimarães

Poeta 1872 - 1933

Freguesia(s): Campolide

Início do Arruamento: Rua Basílio Teles

Fim do Arruamento: Rua José Malhoa

Data de Deliberação Camarária: 08/02/1995

Data do Edital: 17/02/1995

Data do Edital do Governo Civil:

Data do Edital do Governo Civil:

Designação(ões) Anterior(es): Troço da Rua A à Avenida José Malhoa, compreendido entre a Rua Basílio Teles e a Avenida José Malhoa.

Historial: “Aos vinte e três dias do mês de Setembro de mil novecentos e noventa e quatro pelas dezasseis horas, numa das salas dos Paços do Concelho, reuniu a Comissão Municipal de Toponímia (...) Seguiu-se a leitura de uma carta da casa do Concelho de Ponte Lima, solicitando que o nome do poeta Delfim Guimarães, seja atribuído a uma rua de Campolide, situada nas imediações da sede da referida Instituição.

A Comissão emitiu parecer favorável, designando para o efeito o troço da Rua A à Avenida José Malhoa, compreendido entre a Rua Basílio Teles e a Avenida José Malhoa que, assim, passará a denominar-se: Rua Delfim De Brito Guimarães/Poeta/1872 – 1933”.

Delfim de Brito Guimarães nasceu no Porto em 4 de Agosto de 1872 e faleceu na Amadora, em 6 de Julho de 1933. De filiação republicana e maçónica, estudioso das Letras Portuguesas, cavaleiro apaixonado pela Menina e Moça de Bernardim Ribeiro, em querelas com Teófilo Braga ou em franca e admirativa correspondência com D. Carolina Michaëlis de Vasconcelos, conforme transcreveu no seu «Arquivo Literário». A sua paixão romântica pela política (União Republicana), levou-o às polémicas sobre as cores e os símbolos da bandeira nacional. Em 1889, veio para Lisboa e com apenas dezanove anos começou a trabalhar como guarda-livros no Século, onde passou a administrador. Ali permaneceu por dez anos mas foi obrigado

a retirar-se, pois a Administração não via com bons olhos a sua actividade literária. Fundou e consolidou uma importante Casa Editora – a Guimarães Editores, que ainda hoje existe na Rua da Misericórdia. Através desta editora, trouxe ao nosso conhecimento, autores estrangeiros notáveis em cuidadas traduções. Poeta, novelista, crítico, erudito, dramaturgo, investigador literário, Delfim de Brito Guimarães prestou valiosos serviços às letras portuguesas. Iniciou a sua carreira de escritor em 1893 com Alma Dorida, um livro de poemas escritos em prosa, dedicado à sua mãe. Nesse mesmo ano escreveu também Lisboa Negra, versos que dedicou à Capital, revelando a sua difícil adaptação a esta cidade. Confidências, um novo livro de poemas, é publicado em 1894 e, no ano seguinte, sai um livro de «orações», em verso, intitulado Evangelho. Em 1902, escreve uma comédia denominada Juramento Sagrado e neste mesmo ano, escreve um poema inspirado em ambientes medievais e de cariz romântico, chamado A Virgem do Castelo. No ano em que abre a Livraria, em 1903, publicou Outonais, obra em poesia dedicada ao amor e, em 1916, durante a Grande Guerra, por publicou uma colectânea de poemas de diversas métricas e estilos, intitulada A Alma Portuguesa. Deixou um património editorial inestimável, quer pelo fundo editorial acumulado, quer pelos serviços que prestou à cultura portuguesa.

IN / Fonte: http://www.cm-lisboa.pt/

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A imagem mostra os descendentes do escritor Delfim Guimarães por ocasião da atribuição do seu nome a uma artéria de Lisboa.

Delfim Guimarães nasceu em Santo Ildefonso, no Porto e viveu grande parte da sua vida na Amadora, nos arredores de Lisboa, onde teve grande intervenção cívica e política. Porém, as suas raízes familiares encontram-se em Ponte de Lima, terra em relação à qual consagrou muitos dos seus poemas.

Em Lisboa fundou em 1899 a editora “Guimarães, Libânio e Cª”, actualmente conhecida como Guimarães Editores.

Na Amadora onde viveu e veio a falecer, em 6 de Julho de 1933, foi o grande impulsionador da Liga dos Melhoramentos da Amadora e das escolas Alexandre Herculano. Esta cidade consagrou-lhe um jardim em pleno centro, atribuindo-lhe o seu nome e aí descerrando o busto cuja imagem junto se reproduz. Autêntica sala de visitas da Amadora onde se realizam os principais eventos culturais, o Parque Delfim Guimarães foi inaugurado em 1937 pelo então Presidente da República, General Óscar Carmona.

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Delfim de Brito Monteiro Guimarães (Porto, 4 de Agosto de 1872 - Amadora, 6 de Julho de 1933) foi um poeta, ensaísta, bibliófilo e tradutor português.

Trabalhou na área comercial onde desempenhou funções de contabilista e de administrador de diversas empresas, mas ficou conhecido pela sua produção literária, nomeadamente poesia, ensaio, conto, teatro e história, tendo sido fundador da editora «Guimarães, Libânio e C.ª» em 1899, atualmente conhecida como Guimarães Editores.

Tem colaboração em publicações periódicas, como é o caso das revistas Branco e Negro (1896-1898), Ave Azul (1899-1900), A Sátira (1911), Atlântida (1915-1920) e na Revista de turismo iniciada em 1916.

Foi iniciado na Maçonaria na Loja O Futuro, em Lisboa, com o nome simbólico de Bakunine.

A 17 de maio de 1919, foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.

Fonte: Wikipédia

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Exemplar com dedicatória oferecido ao jornalista Rocha Martins, aqui tratado por “ilustre camarada”, em 5 de Abril de 1921.

“Á Memória de Herculano” é o título de um poema de cariz patriótico da autoria do escritor e poeta Delfim Guimarães, publicado em 1910, por ocasião da “celebração do centenário do nascimento do egrégio historiador português” ocorrida em 28 de março daquele ano, e editado pela Livraria Editora Guimarães & Cª, editora fundada pelo próprio autor.

Com vasta obra literária, o escritor Delfim Guimarães nasceu no Porto em 4 de agosto de 1872, encontrando-se também ligado a Ponte de Lima, terra à qual dedicou a maioria dos seus versos e ainda á cidade da Amadora onde viveu e veio a falecer em 6 de julho de 1933.

O livro cuja imagem reproduz foi pelo autor oferecido a Henrique Marques, na dedicatória tratado como “bom amigo e camarada”.

“Asas de Portugal” é o título de um poema de cariz patriótico da autoria do escritor e poeta Delfim Guimarães, publicado em 1922, por ocasião da primeira travessia aérea do Atlântico Sul levada a cabo por Gago Coutinho e Sacadura Cabral, no contexto das comemorações do primeiro centenário da independência do Brasil.

O poema foi escrito na Amadora, terra com grandes tradições aeronáuticas, e editado pela Livraria Editora Guimarães & Cª, editora fundada pelo próprio autor.

Com vasta obra literária, o escritor Delfim Guimarães nasceu no Porto em 4 de agosto de 1872, encontrando-se também ligado a Ponte de Lima, terra à qual dedicou a maioria dos seus versos e ainda á cidade da Amadora onde viveu e veio a falecer em 6 de julho de 1933.

O livro cuja imagem reproduz foi pelo autor oferecido à Redação do jornal Diário de Notícias.

O Parque Delfim Guimarães situa-se no centro da Amadora, na zona mais antiga da cidade, entre a Avenida Elias Garcia e a linha de caminho de ferro que, desde finais do século XIX, contribuiu decisivamente para a expansão do primitivo aglomerado urbano designado como Porcalhota.

Correspondendo ao mais antigo e emblemático espaço verde do concelho, construído na década de 30 do século XX, por iniciativa da então estrutura municipal sediada em Oeiras foi primeiro apelidado de Jardim-Parque da Amadora, ocupando os terrenos agrícolas situados nas imediações do bairro Santos Mattos, primeiro conjunto habitacional da cidade.

O espaço integrado no Parque organiza-se a partir de uma pérgola central, dotada de fonte e bancos em redor. A partir deste espaço definem-se caminhos sinuosos, pontuados por canteiros de roseiras e herbáceas. O jardim possui, igualmente, alguns elementos importantes para a história local como o busto do poeta Delfim Guimarães que deu o nome ao espaço e que se encontra implantado numa rotunda intermédia assim como algumas lápides comemorativas de efemérides locais.

Inicialmente o parque integrou um tradicional espaço com areia balouços e escorregas, conjunto que, depois de ter sido reformulado, se transformou num moderno parque infantil obedecendo às novas normas de segurança. Igualmente numa intervenção mais recente foi criada uma "zona de estadia formal", dotada de bancos e cadeiras.

História

O Parque Delfim Guimarães deve o seu nome ao poeta que viveu e faleceu na cidade (1872-1933) tendo contribuído para esta iniciativa o tenente Cândido Pinheiro, vereador da Câmara de Oeiras, residente na então freguesia da Amadora. O conjunto ajardinado foi inaugurado a 27 de Junho de 1937, na presença do Presidente da República, General Óscar Carmona, escassos dias depois de a Amadora ter sido elevada à categoria de vila. Em 1997 o jardim foi sujeito a obras de reconversão a cargo da Arquiteta Paisagista Patrícia França, tendo estas sido parcialmente concluídas em 2002. Em 2015 o espaço foi novamente objeto de uma intervenção, apostando-se desta vez numa poda algo radical das árvores existentes, intervenção esta com impactos negativos no valor paisagístico do conjunto, tendo sido reduzidas as áreas de sombra e a bela mancha verde que caraterizava o local. De notar que este é um dos poucos espaços verdes existentes na zona central da cidade tão intensamente urbanizada, algo que hoje se sabe ser indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população.

Paulo Fernandes/IPPAR/2007. Atualizada por Maria Ramalho/DGPC/2015.

Fonte: http://www.patrimoniocultural.gov.pt/

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QUANTO CUSTAVAM EM 1926 AS CONVERSAÇÕES TELEFÓNICAS NA LINHA PORTO-FAMALICÃO-BRAGA?

O Ministério do Comércio e Comunicações - Administração Geral dos Correios e Telégrafos - Direcção dos Serviços da Exploração Eléctrica, através da Portaria nº. 4580, publicada em Diário do Govêrno n.º 36/1926, Série I de 1926-02-20, fixou as taxas a aplicar às conversações pela nova linha telefónica do Pôrto-Famalicão-Braga, bem como na cabine pública em Famalicão, apos a sua conclusão.

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VIANA DO CASTELO: ENVIO O JORNAL “A AURORA DO LIMA” PARA O PORTO EM 1858

Carta enviada por Fernando José Martins a José Lopes de Calheiros e Meneses, a residir no Corpo da Guarda, nº 107, Porto, a informar a remessa do dinheiro referente aos alqueires de milho vendidos, e das folhas da Nação e Povo e da Aurora do Lima. Escreve sobre o centeio velho, plantas, um damasqueiro seco e sobre as videiras.

Fonte: Arquivo Municipal de Ponte de Lima

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REGISTO DO BILHETE DE IDENTIDADE Nº 67 PERTENCENTE AO VIANENSE JOÃO XAVIER

As imagens reproduzem o registo do Bilhete de Identidade nº 67, com data de 7 de Fevereiro de 1916, pertencente ao vianense João Xavier, a residir no Porto. Filho de Francisco Xavier e Maria Teresa. Nasceu em 14 de Janeiro de 1881, em Viana do Castelo, Freguesia de Nossa Senhora de Monsarrate. Casado, exercia a profissão de Empregado Comercial.

Fonte: Arquivo Distrital do Porto

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