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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PINTOR ARCUENSE MUTES INTEGROU EXPOSIÇÃO DIVERSEXCITY’2018

DIVERSEXCITY 2018 é um evento de arte contemporânea que promove a produção artística 2D, 3D e cénica, sobre a temática ‘diversidade de género e uma visão da sociedade actual’. Está incluído numa série de eventos que irão decorrer na cidade do Porto em Outubro sobre o mesmo tema.

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Os artistas são convidados a intervir e incorporar signos, símbolos das suas visões utópicas (ou não) e pessoais, ambicionadas para a aceitação da realidade actual da diversidade de género, nas suas realizações.

Pretende-se desta forma, fomentar a informação e discussão sobre um tema actual e deveras importante ‘diversidade de géneros’, como se manifesta na sociedade e como a sociedade se manifesta sobre esta sua transformação, criando assim um olhar sem filtros, real, da sociedade do século XXI.

Foi neste âmbito que no passado dia 6 de Outubro a Galeria Geraldes da Sivla no Porto, com curadoria de Lisa Teixeira Lopes, abriu as suas portas para a exposição coletiva ‘DIVERSEXITY’, sito na rua Santo Ildefonso 225 – 229 4000 – 470, na cidade do Porto, do qual o Arcuense Mutes foi um dos selecionados. Os artistas que integraram a exposição Diversexcity 2018, foram:

Acácio de Carvalho, Albino Costa, Ana Del Rio, Catarina Machado, César Vieira, Cristina Camargo, Céu Costa, Domingos Leite de Carvalho, Duarte Barros, Florentina Resende, Henrique do Vale, Isabel Mourão Alves, José Rosinhas, Lauren Maganete, Maria Rafael, Maria Rosas, Manuel Meira, Mutes, Miguel Vasconcelos, Nuno Raminhos, Pedro de Sousa Araújo, Ruy Silva, Sílvia Carreira, Susana Bravo e Teresa Ricca.

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FAMALICENSES CONVERSAM ACERCA DAS IMAGENS DO PORTO

Conversas à volta das imagens do Porto, no Arquivo Municipal de Famalicão

No próximo dia 11 de outubro, quinta-feira, pelas 18h00, o Arquivo Municipal Alberto Sampaio, em Vila Nova de Famalicão, vai acolher a conferência intitulada “O arquivo em imagens: contextualização do arquivo fotográfico no seio da Câmara Municipal do Porto”, inserida na iniciativa “Conversas à volta de…”.

A conferência, com entrada livre, tem como convidada Maria do Rosário Guimarães, que exerce funções como Técnica Superior no Arquivo no Histórico Municipal do Porto desde 1994, sendo coordenadora do Setor de Informação e Reprodução, do Arquivo Fotográfico e da Biblioteca de Assuntos Portuenses.

O arquivo fotográfico municipal, instalado no Arquivo Histórico, é resultado da produção documental do Município do Porto no decurso da sua atividade e de aquisições de arquivos e coleções de fotógrafos que trabalharam na cidade do Porto entre os séculos XIX e XX. Este acervo permite apoiar a administração municipal, preservar e divulgar o património iconográfico e mostrar os mais diversos aspetos da vida local e nacional. Nesta “conversa à volta de…” pretende-se dar a conhecer as diversas espécies fotográficas existentes nesta instituição.

Refira-se que Maria do Rosário Guimarães é licenciada em Filosofia e Pós Graduada com o Curso de Especialização em Ciências Documentais pela Universidade de Coimbra. Tem participado em programas de promoção do Arquivo no sentido de despertar a comunidade para a importância do seu património documental e também para a intensificação de uma política de captação de novos públicos. Tem apresentado diversas comunicações relacionadas com o acervo fotográfico integradas no Ciclo “O documento do Mês” da Casa do Infante. Tem orientado estágios curriculares de alunos das Licenciaturas, Pós Graduações e Mestrados de diversas Universidades no âmbito das Ciências da Informação, História da Arte e da Fotografia no que concerne ao tratamento documental de arquivos fotográficos

SERRALVES MOSTRA-SE EM FAMAÇLICÃO COM A EXPOSIÇÃO “A MINHA CASA NÃO É A TUA CASA”

Mostra vai estar patente até junho de 2019 e conta com um programa de atividades paralelo com inúmeras atividades

José Pedro Croft, Pedro Cabrita Reis, Gil Heitor Cortesão, Ângela Ferreira e Luís Palma são apenas alguns dos artistas que estão representados na exposição “A minha Casa é a tua Casa – Imagens do doméstico e do urbano na coleção de Serralves”, que foi inaugurada esta segunda-feira, na Casa do Território, no Parque da Devesa. A mostra partilhada que resulta do acordo de adesão do município de Famalicão ao Conselho de Fundadores da Fundação celebrado em 2016, reúne perto de duas dezenas de obras de artistas consagrados e ficará patente até junho de 2019. Até lá decorre um conjunto de atividades paralelas destinadas a todos os públicos.

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Já neste domingo, 7 de outubro, pelas 15h00, haverá uma visita guiada à exposição promovida por um responsável do serviço educativo de Serralves. Ao longo do período da exposição poderão ainda ser agendadas visitas orientadas para grupos.

No dia 22 de outubro, decorrerá uma ação de formação sobre a exposição, destinada a técnicos da área da cultura, educadores e professores. A entrada é livre, mas de inscrição obrigatória.

Para 2019, estão também já agendas diversas oficinas para as famílias e escolas, para além de visitas ao território e passeios comentados e ainda um ciclo de conversas “à volta de Casa”.

“A minha casa é a tua casa” é uma exposição que coloca o doméstico e o quotidiano no centro das preocupações, propondo diferentes interpretações daquilo que se entende por casa.

Para a presidente do Conselho de Administração de Serralves, Ana Pinho, a realização desta exposição vem “reforçar os laços e a parceria com o município de Vila Nova de Famalicão. A Fundação sai dos seus muros e mostra-se num município que aposta fortemente na cultura”. A responsável salientou ainda a “forte componente do serviço educativo desta exposição, com oficinas e ateliers diversificados”.

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, mostrou-se orgulhoso por esta parceria com a Fundação Serralves que se afirma cada vez mais como“um projeto cultural democrático e moderno”. “É um projeto do Norte que se afirma no contexto cultural nacional e internacional”, sublinhou o autarca, acrescentando que, com esta exposição, a fundação traz a Famalicão “um bom pedaço de Serralves”.

Recorde-se que, com a celebração do acordo de adesão do município a Serralves iniciou-se uma relação de cooperação entre estas duas instituições, baseada num projeto integrativo de promoção e divulgação cultural e ambiental, que entre outras atividades prevê, por exemplo, o acesso em Famalicão às inúmeras exposições itinerantes da Coleção de Serralves, entre outras iniciativas.

Neste âmbito, o município tem marcado presença nas atividades de Serralves, nomeadamente na Festa de Outono, que decorreu no passado fim de semana, entre outras.

A Minha Casa é a Tua Casa

Imagens do Doméstico e do Urbano na Coleção de Serralves

01 Outubro 2018 a 02 Junho 2019

Local

Casa do Território (Parque da Devesa)

  1. Fernando Mesquita

V.N. de Famalicão

Tel: 252374184

Horário

3ª a 5ª feira: 09h30-13h00 e 14h00-17h30

Sábado, domingo e feriados: 14h30-18h30

PROGRAMAÇÃO│ATIVIDADES PARALELAS

VISITA ORIENTADA À EXPOSIÇÃO

7 OUT │15h00 (com educador do Serviço Educativo de Serralves)

                           Público-alvo: Geral.

Nota: Ao longo do período de exibição, poderão ser agendadas visitas orientadas para grupos, com um mínimo de 10 participantes, em data e horário a combinar.

Condições: Gratuito.

AÇÂO DE FORMAÇÃO sobre a Exposição

22 OUT (Seg)│09h30/17h00 (com educador do Serviço Educativo de Serralves)

                        (Público-alvo:Técnicos da área da cultura, educadores, professores…).

Condições: Gratuito. Inscrição prévia.

OFICINAS/WORKSHOPS PARA FAMÍLIAS

- Lugares Íntimos (com educador do Serviço Educativo de Serralves)

  13 JAN 2019 (Dom)│15h00

- A minha casa é a tua casa (dinamização: A Casa ao Lado-Centro Artístico)

  10 FEV e 14 ABR 2019│15h00

(resultará na construção de uma instalação artística elaborada pela comunidade, a ser exposta no exterior)

Condições: Gratuito

SERVIÇO EDUCATIVO PARA ESCOLAS

- Visita-conversa à Exposição (Público alvo: 2º, 3º CEB e Secundário)

- Oficina “A minha casa de sonho” (Público alvo: 1º e 2º CEB)

Condições: Gratuito. Inscrição prévia (Consultar o Plano de Atividades Educativas do Município de V.N. de Famalicão 2018-2019)

VISITAS AO TERRITÓRIO/PASSEIOS COMENTADOS – Tema: Arquitetura Contemporânea*

- Casa # doméstico │23 MAR 2019│14h00

- Casa # urbano│11 MAI 2019│14h00

Público-alvo: Geral

Condições: Gratuito. Inscrição prévia.

CICLO DE CONVERSAS…À VOLTA DE CASA*

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FEV│MAR│ABR 2019

Arte, criação artística e a sua relação/diálogo com a arquitetura será o mote destas conversas, onde se pretende a participação de alguns artistas representados nesta Exposição e coloca-los em diálogo/reflexão com arquitetos convidados.

Público-alvo: Geral

Condições: Gratuito

*Com a colaboração do Dep. do Ordenamento e Gestão Urbanística.

NOTA FINAL: Programa em aberto e sujeito a atualização. Poderão surgir alterações, por razões não previstas e devidamente justificadas.

UNIVERSIDADE SÉNIOR DE FAMALICÃO INICIA ANO LETIVO COM MAIS DE 80 ALUNOS

Visita ao Museu de Serralves abre atividades no dia 9 de outubro

A Universidade Sénior de Vila Nova de Famalicão inicia as atividades do ano letivo 2018-2019 no dia 9 de outubro, com uma visita ao Museu de Serralves, que é considerado o mais importante museu de arte contemporânea em Portugal. Na ocasião será realizado também um almoço-convívio com os mais de 80 alunos que frequentam a instituição.

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As aulas na Universidade Sénior começam no dia 10 de outubro. No total, são disponibilizadas 16 opções diferentes de aulas, em áreas de conhecimento como Literatura, Psicologia, Economia, Filosofia, História, Direito, Desenho/Pintura, Informática, Fotografia Digital, Grupo de Cantares, Técnicas de Meditação e Yoga.

O novo ano letivo traz algumas novidades. Além das aulas de Inglês e Francês, os alunos poderão aprender dois novos idiomas. Serão disponibilizados aos alunos aulas de Italiano e Espanhol.

“Temos aulas todos os dias e uma oferta bastante diversificada”, explica Fernanda Costa, presidente da Universidade Sénior de Vila Nova de Famalicão, acrescentando que “todas as disciplinas são adaptadas à realidade dos seniores”.

A responsável salienta que a missão da Universidade Sénior de Vila Nova de Famalicão vai além de ministrar conteúdos, é proporcionar “momentos felizes através da interação, participação em atividades recreativas e vivências socioculturais”.

Fundada em 2005, a Universidade Sénior de Vila Nova de Famalicão visa incentivar a participação e organização dos seniores em atividades culturais e de lazer, divulgar a história, as línguas, a arte, a informática, as tradições, os locais e demais fenómenos culturais entre os idosos, ser um polo de informação e divulgação de serviços e direitos dos seniores, desenvolver as relações interpessoais e sociais entre as diversas gerações famalicenses e fomentar o voluntariado na comunidade famalicense.

Podem inscrever-se na Universidade Sénior de Vila Nova de Famalicão cidadãos famalicenses com mais de 50 anos. A Universidade Sénior está instalada na Rua Narciso Ferreira, Nº 57, 1º andar (junto à Tabacaria Sampaio).

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PAN ASSINALA PROIBIÇÃO DE ABATE DE ANIMAIS COM MURAL A SER PRODUZIDO NO PORTO

PAN assinala a entrada em vigor da lei que proíbe o abate de animais com iniciativa de street art no Porto

  • Artista plástico Bruno Lisboa dará vida ao conceito criativo num mural alusivo
  • A legislação que proíbe o abate de animais como forma de controlo da população entra em vigor a 23 de setembro
  • Comissão Política Nacional do PAN inaugura mural no sábado dia 22 de setembro pelas 18h00, Rotunda de Francos

Para assinalar simbolicamente uma data histórica em Portugal, que marca a entrada em vigor da legislação que proíbe o abate de animais como forma de controlo da população no próximo dia 23 de setembro, o PAN, Pessoas-Animais-Natureza, convidou o artista plástico Bruno Lisboa para desenvolver, num registo aberto e informal que valoriza novos projetos que se identifiquem com a street art, as ilustrações alusivas a esta mudança pela qual tantos portugueses aguardavam.

A Comissão Política Nacional do PAN marcará presença no próximo sábado dia 22 de setembro, pelas 18h00, na Rotunda de Francos no Porto com o objetivo de assinalar esta conquista que resulta da dedicação e da cooperação de diversas associações, de grupos informais e de milhares de anónimos, durante vários anos, por uma sociedade ética que se pauta por valores como a compaixão e a empatia onde o abate indiscriminado de animais não tem mais lugar.

Recordar que a principal alteração legal está relacionada com a forma de controlo da população de cães e gatos. Assim, passa a ser proibido o abate de animais e passa a ser obrigatória a esterilização de todos os animais recolhidos pelos Centro de Recolha Oficial de Animais (CROA), com exceção daqueles que não tiverem condições de saúde para serem sujeitos à cirurgia. Os animais recolhidos devem obrigatoriamente ser destinados à adoção.

ÂNGELO DE SOUSA: QUASE TUDO O QUE SOU CAPAZ PARA VISITAR ATÉ OUTUBRO

Caminha apresenta mais uma exposição itinerante da Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea

O Museu Municipal de Caminha tem patente ao público a exposição ÂNGELO DE SOUSA: QUASE TUDO O QUE SOU CAPAZ, realizada a partir de obras da Coleção de Serralves. Na cerimónia de abertura, Miguel Alves realçou a importância e as vantagens da descentralização da oferta cultural para as pessoas e para a valorização do território: ‘Esta maneira de Serralves se apresentar também aqui em Caminha é aquilo que deve ser feito do meu ponto de vista. A descentralização da oferta cultural tem várias vantagens: a oportunidade que temos de conhecer obras e artistas, uma aventura completamente diferente e que não teríamos se ela estivesse exposta na Fundação Serralves; e a valorização do território, tornando-o mais forte, mais capaz de atrair e mais capaz de resistir nos momentos difíceis’. A exposição pode ser visitada até ao dia 7 de outubro.

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Esta exposição decorre no âmbito da integração do município de Caminha como Fundador de Serralves, em 2016. Sobre a integração de novos municípios à Fundação de Serralves, Miguel Alves saudou os que aderiram a Fundadores de Serralves este ano, deixando uma mensagem particular ao Município de Ponte de Lima: ‘quero saudar neste esforço de descentralização a adesão este ano de quatro Municípios - Lisboa, Aveiro, Espinho e Ponte de Lima - particularmente estes nossos vizinhos que, independentemente de diferenças partidárias, souberam perceber, da mesma maneira, a força que temos com esta agregação a Serralves e a partilha de Serralves aqui com a nossa população do Alto Minho’.

A cerimónia de inauguração decorreu ontem ao final da tarde, e contou com as presenças de Miguel Alves, presidente da Câmara municipal de Caminha, Ana Pinho, presidente da Fundação de Serralves, João Ribas, diretor do Museu de Serralves, Miguel de Sousa, Paula Fernandes, Curadora de exposição, entre outros.

Paula Pinho sublinhou também a importância da descentralização cultural, afirmando a importância de Serralves ‘sair do seu mundo’ e ‘levar a arte contemporânea a outros mundos’.

Esta iniciativa integra-se num programa de exposições e apresentação de obras da Coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição, com o objetivo de tornar o acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.

Ângelo de Sousa (Lourenço Marques, Moçambique, 1938 - 2011, Porto), além de ser uma das figuras mais influentes da arte portuguesa da segunda metade do século XX, é um dos artistas melhor representados na coleção de Serralves, com trabalhos realizados entre os anos 1960 e 2010, e que abarcam todos os meios artísticos a que ele se dedicou ao longo da sua prolífica carreira: desenho, pintura, escultura, instalação, filme e fotografia.

“Ângelo de Sousa: Quase tudo o que sou capaz” junta uma parcela muito considerável destas obras - a quase totalidade dos desenhos, pinturas e esculturas - com o objetivo de sublinhar a importância da contaminação entre aquelas disciplinas para a evolução da sua prática artística: ao reunir cerca de 26 obras de vários períodos da sua carreira, esta exposição combate a imagem dominante do pintor Ângelo, mostrando que o desenho e a escultura são não apenas facetas fundamentais da sua obra como aquelas em que porventura é mais evidente o espírito experimentalista da sua obra.

Caracterizados por uma aparente simplicidade — o artista tenta obter, nas suas palavras, “o máximo de efeitos com o mínimo de recursos, o máximo de eficácia com o mínimo de esforço, e o máximo de presença com o mínimo de gritos” —, os desenhos, pinturas e esculturas de Ângelo de Sousa não ilustram conceitos, nunca partem de ideias, mas da ânsia de fazer e pensar com as mãos. A exposição sublinha esta vontade de trabalhar com elementos simples, ao apresentar as primeiras obras de Ângelo de Sousa, ainda figurativas, mas apontando já para a depuração que viria a caracterizar o artista, lado a lado com os exercícios abstrato-geométricos — nomeadamente desenhos, telas e esculturas — que o impuseram como um dos maiores estudiosos da cor e da luz.

A curadoria é da responsabilidade de Paula Fernandes e a produção da Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto.

A exposição pode ser visitada de terça-feira a domingo das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 18H00 e a entrada é gratuita.

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Exposição Ângelo de sousa (3)

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ARCOS DE VALDEVEZ LEVOU AO PORTO RECRIAÇÃO HISTÓRICA DO TORNEIO DE VALDEVEZ

Recriação do torneio histórico aconteceu a 27 de junho em Vigo e a 28 de junho no Porto

Cidades de Vigo e Porto receberam duelo histórico entre Afonso Henriques e o primo Afonso VII de Leão e Castela

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O Recontro de Valdevez, um dos momentos cruciais para a formação de Portugal, ganhou vida nas ruas do centro histórico de Vigo a 27 de junho e na Estação de S.Bento, no Porto, a 28. As recriações históricas desse episódio medieval envolveram vários figurantes de época.

Em Vigo foi realizada uma arruada pelas ruas do centro histórico, com saída do Camões – Centro Cultural Português, tendo sido convidado o alcaide de Vigo e o Consulado Português nesta cidade. 

Já no Porto, o Recontro ganhou vida no átrio principal da estação de São Bento, não estivesse este momento representado nos icónicos azulejos de Jorge Colaço. Esta recriação foi ainda uma bela homenagem ao artista, já que em 2018 se comemoram os 150 anos do seu nascimento, assumindo assim esta iniciativa no âmbito do programa celebrativo definido pela Infraestruturas de Portugal.

Apesar de ter começado na estação de São Bento, o evento alastrou-se pelas ruas da Baixa do Porto.

Entre os figurantes estiveram, Afonso Henriques, Afonso VII e respetivas guardas e escudeiros.

A música e a dança, típicas da época, também não faltaram.

Estes eventos em Vigo e no Porto serviram de apresentação à recriação Histórica do verdadeiro Recontro, que acontece a 7 e 8 de julho em Arcos de Valdevez.

O Recontro de Valdevez é um momento referencial da história de Portugal que teve lugar em 1141 e colocou frente-a-frente os exércitos de Afonso Henriques, futuro primeiro rei de Portugal, e os do seu primo Afonso VII de Leão e Castela. 

Esta é já a 3.ª edição de uma verdadeira viagem à Idade Média e ao século XII com dois dias cheios de dança, música e atividades, das 15h às 00h, no histórico e recentemente reabilitado Paço de Giela. 

Contexto: A história do torneio que evitou uma batalha

O Recontro de Valdevez, ou Torneio de Arcos de Valdevez, aconteceu no Vale do Rio Vez, em Arcos de Valdevez, quando D. Afonso Henriques rompeu a paz de Tui (1137) e invadiu território galego.

Em resposta, as forças de Afonso VII de Leão e Castela entraram em terras portuguesas, arrasando os castelos à sua passagem. Era sinal de uma batalha quase certa, mas o momento acabou por culminar num “bafordo”, um tipo de torneio medieval representativo da destreza dos cavaleiros envolvidos, cujo resultado da contenda era normalmente aceite por ambas as partes, evitando um desnecessário derramamento de sangue. 

Assim aconteceu em Valdevez: os dois primos acordam uma convivência pacífica, numa lição inteligente de diplomacia e bom senso, bases fundamentais para o início da consolidação do futuro reino de Portugal e, sobretudo, de união face ao rápido avanço árabe no Sul.

De qualquer forma, a sorte das armas pendeu para o lado português e muitos historiadores consideram que o episódio foi o passo decisivo e a última etapa para o nascimento de Portugal, já que valeu a D. Afonso Henriques as boas graças da Igreja e antecedeu a celebração do Tratado de Zamora em 1143.

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MAREANTES DO RIO DOURO RUFAM NO FOLKLOURES’18 AS TRADIÇÕES DAS GENTES DO DOURO LITORAL – É É JÁ NO PRÓXIMO SÁBADO, 7 DE JULHO, EM LOURES

Os Mareantes do Rio Douro vão participar na próxima edição do FolkLoures’18

Com cerca de 300 anos de existência, a Associação recreativa “OS MAREANTES DO RIO DOURO”, Grupo Internacional, com sede em Vila Nova de Gaia, tem de geração em geração mantido a tradição de Festeiros ao São Gonçalo, primeira festa do ano que se realiza a 10 de Janeiro, percorrendo as ruas da cidade, desde a zona ribeirinha até à Igreja de Mafamude.

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O seu grupo é composto por cerca de 50 homens, mais seus patronos (dois Mordomos que transportam as imagens de São Gonçalo e São Cristóvão e um terceiro que encarna a figura de São Roque), com participação em quase todos os Festivais Internacionais de Folclore que se realizam no país.

O seu Grupo de bombos abrilhanta as mais diversas romarias e tem-se deslocado várias vezes ao estrangeiro.

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PONTE DE LIMA RECEBE EXPOSIÇÃO DA FUNDAÇÃO DE SERRALVES

Serralves em Ponte Lima _ Palacete Villa Moraes. O Regresso do Objeto. Arte dos Anos 1980 na Coleção de Serralves. Até 30 de setembro

O Regresso do Objeto. Arte dos Anos 1980 na Coleção de Serralves, é a designação da exposição temporária organizada pelo Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves, patente no Palacete Villa Moraes.

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A vinda de Serralves até Ponte de Lima enquadra-se no protocolo celebrado entre o Município de Ponte de Lima e a Fundação de Serralves, pelo qual o Município acede ao Estatuto de Fundador de Serralves. Esta parceria permitirá as ambas as partes a realização de diversas ações em conjunto, ao nível cultural, educacional e ambiental.

Neste contexto, o Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Eng.º Victor Mendes revelou que esta mostra “é o 1º projeto desta parceria, sendo para nós um momento histórico a concretização da mesma.” O autarca classificou ainda esta exposição de arte contemporânea de “enorme qualidade” e “(..) esta é seguramente uma grande oportunidade para os limianos e para aqueles que nos visitam, conhecer o Palacete Villa Moraes, onde esta exposição vai ficar até 30 de setembro” assegurou o edil.

A Presidente da Fundação de Serralves, Dra. Ana Pinho, saudou o Município pela adesão ao projeto e confirmou que “Serralves considera que é fundamental sair dentro dos seus muros e chegar mais perto das pessoas, levar a arte contemporânea ao conhecimento direto das pessoas.” Neste sentido, a Fundação de Serralves tem promovido várias parcerias com autarquias e outras entidades, o que tem permitido a Serralves mostrar a arte contemporânea “mostrar o que é feito pelos nossos artistas contemporâneos ” assegurou a Presidente da Direção da Fundação de Serralves.

O Regresso do Objeto. Arte dos Anos 1980 na Coleção de Serralves, traz a Ponte de Lima obras que se encontram à guarda daquela reputada instituição cultural do nosso país, proporcionando à população uma oportunidade de ampliar os seus hábitos culturais e um contacto mais próximo com as manifestações artísticas e os criadores portugueses e estrangeiros de maior relevância. Trata-se de uma seleção de obras pensada em função das características do espaço que as recebe, representativas de artistas como Rui Aguiar, Joaquim Bravo, Gerardo Burmester, José Pedro Croft, Pedro Cabrita Reis, Rui Chafes, Juan Muñoz e Rui Sanches.

A exposição estará patente até ao dia 30 de setembro, com entrada livre, no Palacete Villa Moraes em Ponte de Lima.

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ARCOS DE VALDEVEZ RECRIA RECONTRO DE VALDEVEZ ENTRE D. AFONSO HENRIQUES E AFONSO VII DE LEÃO E CASTELA

Recreação do Recontro de Valdevez acontece a 28 de junho: Estação de São Bento recebe duelo histórico entre Afonso Henriques e o primo Afonso VII de Leão e Castela

Um dos momentos cruciais para a formação de Portugal ganha vida no átrio principal da estação de São Bento a 28 de junho. A recriação histórica, de um momento também representado no icónico painel de azulejos da estação, vai envolver dezenas de figurantes de época.

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O Recontro de Valdevez é um momento icónico da história de Portugal que teve lugar em 1141 e colocou frente-a-frente os exércitos de Afonso Henriques, futuro primeiro rei de Portugal, e os do seu primo Afonso VII de Leão e Castela.

Quase 900 anos depois, a 28 de junho, o Recontro ganha vida no átrio principal da estação de São Bento, não estivesse este momento representado nos icónicos azulejos de Jorge Colaço. Esta recriação será ainda uma bela homenagem ao artista, já que em 2018 se comemoram os 150 anos do seu nascimento, assumindo assim esta iniciativa no âmbito do programa celebrativo definido pela Infraestruturas de Portugal.

Apesar de começar na estação de São Bento, por volta das 17h, o evento alastrar-se-á pelas ruas da Baixa do Porto e contará com dezenas de figurantes medievais. Entre eles, Afonso Henriques, Afonso VII e respetivas guardas e escudeiros. A música e a dança, típicas da época, também não vão faltar.

Este evento no Porto serve de apresentação à Recriação Histórica do verdadeiro Recontro, que acontece a 7 e 8 de julho em Arcos de Valdevez. Esta é já a 3.ª edição de uma verdadeira viagem à Idade média e ao século XII com dois dias cheios de dança, música e atividades, das 15h às 00h, no recentemente reabilitado Paço de Giela. (mais informações, aqui).

Vídeo do evento no Porto em 2016:

https://www.youtube.com/watch?v=xZiN-kWjFvU

Teaser da Recriação História de 2017: https://www.youtube.com/watch?v=npoGckXeNtc 

Contexto: A história do torneio que evitou uma batalha

O Recontro de Valdevez, ou Torneio de Arcos de Valdevez, aconteceu no Vale do Rio Vez, em Arcos de Valdevez, quando D. Afonso Henriques rompeu a paz de Tui (1137) e invadiu território galego.

Em resposta, as forças de Afonso VII de Leão e Castela entraram em terras portuguesas, arrasando os castelos à sua passagem. Era sinal de uma batalha quase certa, mas o momento acabou por culminar num “bafordo”, um tipo de torneio medieval representativo da destreza dos cavaleiros envolvidos, cujo resultado da contenda era normalmente aceite por ambas as partes, evitando um desnecessário derramamento de sangue.

Assim aconteceu em Valdevez: os dois primos acordam uma convivência pacífica, numa lição inteligente de diplomacia e bom senso, bases fundamentais para o início da consolidação do futuro reino de Portugal e, sobretudo, de união face ao rápido avanço árabe no Sul.

De qualquer forma, a sorte das armas pendeu para o lado português e muitos historiadores consideram que o episódio foi o passo decisivo e a última etapa para o nascimento de Portugal, já que valeu a D. Afonso Henriques as boas graças da Igreja e antecedeu a celebração do Tratado de Zamora em 1143.

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SÃO JOÃO DE BRAGA FOI AO PORTO PROMOVER AS FESTAS SÃOJOANINAS

São João de Braga mostra-se aos visitantes no Aeroporto Sá Carneiro. Acção promocional das festas Sanjoaninas decorre até dia 17

As Festas de São João de Braga estão em destaque na loja do Turismo do Porto e Norte de Portugal localizada no Aeroporto Francisco Sá Carneiro. A acção promocional teve início no dia 7 de Junho e decorre até dia 17.

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Programas do evento em várias línguas, informações, vídeos e uma exposição decorada com diversos elementos relacionados com as Festas de São João de Braga estão à disposição de todos os turistas que se desloquem à loja.

Com esta acção pretende-se chamar a atenção dos visitantes que passam no Aeroporto Sá Carneiro, uma porta de entrada de milhares de visitantes na região, para as características singulares das Festas de São João de Braga.

Como salientou Altino Bessa, vereador do Turismo, o São João de Braga é um produto turístico de excelência e com grande margem de progressão a nível internacional. “Temos efectuado um esforço de promoção das Festas de São João. Queremos que a Associação de Festas mantenha as tradições do evento, que assume uma importância enorme na vida da Cidade, e que alie a esse factor um acréscimo na nossa estratégia de animação da actividade económica de Braga nas áreas do turismo, restauração e comércio”, salientou o Edil.

Por seu turno, Rui Ferreira, presidente da Associação de Festas de São João, referiu que esta iniciativa é importante para a divulgação do evento e permite atrair turistas que se deixem encantar com a principal festa popular da Cidade. “É uma forma de fortalecer a presença de Braga neste espaço e divulgar o principal momento da nossa vida colectiva, as Festividades de São João. Temos registado um grande crescimento de visitantes nacionais e também de estrangeiros”, disse.

Também Lídia Dias, vereadora da Cultura, afirmou que o Aeroporto Sá Carneiro é um local privilegiado para dar a conhecer as Festas de São João aos visitantes. “Os turistas têm assim a possibilidade de incluir estas festividades no seu período de férias ou de permanência no nosso país. O São João de Braga tem essa capacidade de atracção que resulta de associar a vertente de festa à valorização cultural e ao reavivar de tradições”, garantiu.

O Grupo folclórico da Associação da Universidade do Minho associou-se a esta acção promocional.

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HISTORIADOR DANIEL BASTOS APRESENTA NO PORTO O LIVRO “TERRAS DE MONTE LONGO

Daniel Bastos apresentou livro no Centro Português de Fotografia

O historiador Daniel Bastos apresentou ontem no Centro Português de Fotografia (CPF), no Porto, o seu mais recente livro “Terras de Monte Longo”.

A obra, concebida a partir do espólio de um dos mais aclamados fotógrafos portugueses da sua geração, José de Andrade (1927-2008), fotógrafo de renome internacional, premiado e exposto em vários cantos do mundo, foi apresentada no espaço da prestigiada instituição pública que assegura a conservação, valorização e proteção legal do património fotográfico nacional, com sede no Porto, no Edifício da antiga Cadeia da Relação.

A apresentação da obra, uma edição trilingue traduzida para português, francês e inglês com prefácio do conhecido fotógrafo franco-haitiano que imortalizou a história da emigração portuguesa, Gérald Bloncourt, esteve a cargo do ativista cultural Joaquim Pinto da Silva, e contou com a presença simbólica de familiares do fotógrafo José de Andrade, assim como do Diretor do CPF, Bernardino Castro.

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A contar da esquerda, o historiador Daniel Bastos, o Diretor do CPF, Bernardino Castro, e o ativista cultural Joaquim Pinto da Silva, na mesa da sessão de apresentação no Centro Português de Fotografia

 

No decurso da sessão de apresentação integrada no Dia Internacional dos Arquivos, o ativista cultural Joaquim Pinto da Silva, enalteceu o percurso multifacetado em práticas e estudos trilhado pelo investigador da nova geração de historiadores. Segundo Joaquim Pinto da Silva, a nova obra concebida e realizada por Daniel Bastos assume-se como um “livro de arte, à qual não se pode retirar o profundo sentido histórico, sociológico e etnográfico. O “belo” está integrado umbilicalmente com a sociedade e as pessoas que são fotografadas”.

Refira-se que neste novo livro, realizado com o apoio do Centro Português de Fotografia, o historiador minhoto, cujo percurso tem sido alicerçado das Comunidades Portuguesas, esboça um retrato histórico conciso e ilustrado do interior norte de Portugal em meados dos anos 70.

Através de imagens até aqui inéditas, que José de Andrade captou nessa época em povoados rurais entre o Minho e Trás-os-Montes, o historiador e autor de livros sobre a emigração, aborda as memórias do passado, não muito distante, do Portugal profundo e rural na transição da ditadura para a democracia, um período fundamental da história contemporânea portuguesa, marcado por décadas de carências, isolamento, condições de vida duras e incontáveis episódios de emigração “a salto”.

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CHEF HÉLIO LOUREIRO VENCE BRONZE DOS ÓSCARES DA GASTRONOMIA "À MODA DO PORTO"

Chef Hélio Loureiro vence o bronze dos óscares da gastronomia com “À Moda do Porto”

A edição inglesa da obra “À Moda do Porto”, da autoria do Chef Hélio Loureiro, publicada pela Almedina, ficou em 3.º lugar na categoria “Local” de World Cuisine dos Gourmand Awards, reconhecidos internacionalmente como os óscares da gastronomia.

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De realçar que “Eating à la Porto” celebra a gastronomia e a cultura natal do autor, que revisitou as receitas mais icónicas desta região de Portugal, partilhando os seus segredos e história. Além disso, convidou outros chefs, como o chefe Cordeiro e Rui Paula, a fazer o mesmo, reinventando clássicos da mesa da Invicta,

Os vencedores foram conhecidos numa cerimónia, que decorreu no passado dia 26 de maio, na China.

A versão portuguesa do livro “À Moda do Porto” encontra-se disponível em todas as livrarias a um pvp de 22,90 €.

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ESCRITOR DANIEL BASTOS VAI AO PORTO APRESENTAR O SEU LIVRO “TERRAS DE MONTE LONGO”

O escritor e historiador fafense Daniel Bastos vai no próximo dia 9 de junho (sábado), proceder à apresentação do seu livro “Terras de Monte Longo”, em sessão que terá lugar no Centro Português de Fotografia, no âmbito do Dia Internacional dos Arquivos.

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A obra, concebida pelo historiador Daniel Bastos a partir do espólio de um dos mais aclamados fotógrafos portugueses da sua geração, José de Andrade (1927-2008), fotógrafo de renome internacional, premiado e exposto em vários cantos do mundo, é apresentada às 16h00 no Centro Português de Fotografia (C.P.F), com sede no Porto, no Edifício da antiga Cadeia da Relação.

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A apresentação do livro, uma edição trilingue traduzida para português, francês e inglês com prefácio do conhecido fotógrafo franco-haitiano que imortalizou a história da emigração portuguesa, Gérald Bloncourt, estará a cargo do agente cultural Joaquim Pinto da Silva.

Neste novo livro, realizado com o apoio do C.P.F., prestigiada instituição pública que assegura a conservação, valorização e proteção legal do património fotográfico nacional, Daniel Bastos esboça um retrato histórico conciso e ilustrado do interior norte de Portugal em meados dos anos 70.

Através de imagens até aqui inéditas, que José de Andrade captou nessa época em povoados rurais entre o Minho e Trás-os-Montes, o historiador e autor de livros sobre a emigração, aborda as memórias do passado, não muito distante, do Portugal profundo e rural na transição da ditadura para a democracia, um período fundamental da história contemporânea portuguesa, marcado por décadas de carências, isolamento, condições de vida duras e incontáveis episódios de emigração “a salto”.

Segundo Gérald Bloncourt, neste livro ilustrado pela objetiva humanista de José de Andrade, são-nos reveladas “fotografias sentidas de Portugal, do seu povo, da sua história”, repletas de “sentimentos de dignidade evidenciados por uma forma de estar serena e humana”.

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PAREDES DE COURA LEVA ROCK A SERRALVES

Escola do Rock de Paredes de Coura repete Serralves em Festa com formação reforçada

sáb | 2 jun | 15h30 | Palco Prado

A TOUR 2018 da Escola de Rock de Paredes de Coura prossegue amanhã, sábado, dia 2 de junho, pelas 15h30, com um concerto no Serralves em Festa 2018. À formação base da banda, junta-se uma turma de alunos da Academia de Música de Castelo de Paiva, reunindo, em palco, um ensemble enorme de guitarras, baterias, saxofones, trombones, trompetes e trompas.

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O alinhamento vai ser épico e entusiasmante, incluindo clássicos do rock'n'roll imortalizados por autores como Frank Zappa, Elvis Presley, Joe Cocker, The Beatles, Morphine, Marc Bolan ou Iggy Pop.

Este concerto é resultado de uma parceria da Fundação de Serralves com o Space Ensemble, formação musical que dirige a Escola do Rock de Paredes de Coura, contando com a colaboração e produção conjunta do Município de Paredes de Coura, juntamente com a Câmara Municipal de Castelo de Paiva.

Considerado "o maior evento da cultura contemporânea portuguesa", o Serralves em Festa conta com 50 horas consecutivas e mais de 100 atividades realizadas nos vários espaços do Museu de Serralves, bem como em outros pontos da cidade do Porto.

A Escola do Rock atuará no já clássico Palco Prado.

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FAMALICÃO CELEBRA PROTOCOLO COM O ISTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO

Famalicão expande a sua teia de relações institucionais. Câmara e ISCAP celebram protocolo para promover a cooperação entre o mundo académico e empresarial

O Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Instituto Politécnico do Porto (ISCAP) e o Município de Vila Nova de Famalicão iniciaram um processo de colaboração ativa com o objetivo de promover a cooperação entre o mundo académico e o mundo empresarial, tendo em vista o aperfeiçoamento das práticas e modelos de gestão e o aumento da performance das empresas e consequente melhoria da competitividade num cenário de concorrência global.

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O protocolo de colaboração foi aprovado na última reunião do executivo municipal, realizada a 10 de maio, e foi assinado na passada quarta-feira, 16 de maio, nos Paços do Concelho no âmbito de uma receção a duas dezenas de empresários da América Latina, a maioria dos quais brasileiros, participantes no 4º Congresso Internacional da ACINNET - Academic International Network, numa organização do ISCAP que dedicou um dia de trabalho a Vila Nova de Famalicão com receção na autarquia pelo Presidente da Câmara, Paulo Cunha, e visitas à Leica, ao CITEVE – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal e ao CeNTI – Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes.

O protocolo firmado tem também como objeto geral a cooperação bilateral através da criação de um programa consistente de troca de informação empresarial entre as duas entidades e incidirá de uma forma muito particular sobre a América do Sul, Espanha e Portugal uma vez que, no âmbito da constituição do seu Conselho Empresarial, o ISCAP assume o papel de pivot em Portugal da Rede ACINNET que é constituída por Instituições de Ensino Superior com sede nestes países.

A procura e seleção, em cada país da Rede ACINNET, de projetos e iniciativas que possam conduzir a ações de cooperação conjunta, a difusão e intercâmbio regular de informação sobre as atividades desenvolvidas por ambas instituições, o apoio à organização, promoção, divulgação e participação mútua em certames de áreas de interesse de acordo com a especialização produtiva da região, a participação em missões externas conjuntas e o apoio ao desenvolvimento de projetos inovadores são alguns dos compromissos concretos assumidos pelas duas instituições no âmbito do protocolo.

“É uma aproximação que tende a dar bons frutos para ambos os lados”, referiu na cerimónia o diretor do ISCAP, António Abreu, enaltecendo as virtualidades de aproximação entre instituições do ensino, as empresas e as autarquias. Convicção partilhada pelo presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, que vê nesta cooperação mais “uma janela de oportunidades para a afirmação do território no plano internacional e para a atração de novos investimentos para o concelho”.

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CeNTI MOSTRA COMO A NANOTECNOLOGIA JÁ ESTÁ PRESENTE EM SITUAÇÕES DO NOSSO QUOTIDIANO

Entre 21 e 27 de maio, Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, o Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos vai expor uma série de demonstradores que permitem um contato direto entre os efeitos práticos da nanotecnologia e o público.

Flores que desabrocham tecnologicamente, tecidos que repelem líquidos ou instrumentos musicais que reagem a estímulos dos utilizadores são alguns dos exemplos de como a nanotecnologia já está presente em situações do dia a dia e que o CeNTI vai mostrar a todos os que vão passar pelo Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, entre os dias 21 a 27 de maio.

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Uma iniciativa que pretende, por um lado, permitir aos visitantes a possibilidade de explorarem a aplicação da nanotecnologia assimilada em diversos objetos do dia-a-dia e testarem ambientes de interações integradas. Por outro lado, pretende-se também mostrar como a região Norte do País e o seu tecido empresarial estão já na liderança na utilização da nanotecnologia na criação de novos produtos e soluções com elevado potencial tecnológico e de inovação.

Além dos exemplos já referidos, os transeuntes do aeroporto vão ainda poder interagir com uma plataforma de ambiente interativo e fazer um percurso com materiais interativos, que incorporam luzes e som, além de um módulo de aquecimento que gere a perceção de temperatura através do tato.

O objetivo do CeNTI, Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes, que concebeu e produziu estes demonstradores, é criar uma relação de familiaridade e partilha de conhecimento, demonstrando ao público diversas utilidades destes projetos. Além destes demonstradores, estarão também disponíveis explicações detalhadas sobre cada projeto, além de um quiosque interativo, que reúne toda a informação da exposição.

Promovida pelo CeNTI e pelo INL – Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia esta iniciativa está integrada no Projeto Nanotech@NortePT, que tem como principais objetivos a afirmação da região Norte de Portugal como polo fulcral na inovação e utilização prática da Nanotecnologia e sensibilizar e apoiar as empresas a investir em produtos inovadores, antecipando o futuro e dando resposta aos novos desafios dos consumidores dentro do panorama do mercado global.

O CeNTI - Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes

Intimamente ligado ao tecido empresarial e à indústria, o CeNTI foi fundado em 2006, contando atualmente 70 colaboradores e está vocacionado para o desenvolvimento de novos produtos e soluções, tendo por base a nanotecnologia, além de materiais funcionais e inteligentes.

Resulta de uma parceira entre três universidades – Aveiro, Minho e Porto – e três entidades tecnológicas, o CITEVE – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal, o CTIC – Centro Tecnológico das Indústrias do Couro e o CEIIA – Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel.

Neste percurso de 12 anos de atividade, o CeNTI já colaborou ativamente em mais de 170 projetos com a indústria, 20 projetos europeus, 111 projetos financiados a nível Nacional, 30 projetos diretos e 9 projetos em investigação fundamental, apoiados pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

Atualmente, encontram-se em desenvolvimento em 33 projetos no âmbito do PT2020, 12 projetos H2020 e 23 projetos diretos com clientes, nas mais diversas áreas de aplicação.

A visão de mercado e de transferência de tecnologia, valeram ao CeNTI cerca de 57 pedidos ativos de patente como requerente e/ou inventor, 7 patentes concedidas e diversas outras ainda em fase de exame.

Sobre o INL

O INL – International Iberian Nanotechnology Laboratory, é um laboratório de pesquisa e desenvolvimento de nanotecnologia sediado em Braga. Com o contributo e colaboração de engenheiros e cientistas de todo o mundo, o INL é um centro altamente interdisciplinar, com o intuito único de se tornar polo central na implantação da nanotecnologia a nível mundial, procurando dar resposta aos grandes desafios da humanidade.

Fundado sob a tutela dos governos de Portugal e Espanha, dentro das legislações internacionais vigentes no que concerne à investigação multidisciplinar e ao desenvolvimento e implantação da nanotecnologia, para beneficio da sociedade, o programa de pesquisas do INL aborda quatro campos estratégicos na implantação da neociência e nanotecnologia: Alimentação e Meio Ambiente, ICT, Energias Renováveis e Saúde. Este laboratório de Nanotecnologia permite a pesquisa e desenvolvimento dentro dos padrões internacionais, equiparando-se ao que de melhor existe nesta área a nível mundial.

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