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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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HOMILIA NA PÁSCOA 2019

Salvação e fé

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Recordamos a profecia de Jesus: “Destruí este templo e eu, em três dias, o reedificarei” (Jo 2, 19). E o Evangelista explica: “Ele referia-se ao templo do seu corpo” (Jo 2, 21). Destruído na sexta feira e permanecendo no túmulo em dia de sábado, na aurora de Domingo cumpre-se a profecia e o Senhor, vivo e próximo, volta ao contacto com os seus. É esta ressurreição gloriosa que celebramos neste dia de Páscoa, no qual ressoa o grito incontido: “Jesus está vivo! Aleluia”.

Como se chegou a esta certeza? O Evangelho dá-nos pistas: a perceção de Maria Madalena, a pedra de acesso ao túmulo retirada, as ligaduras no chão, o sudário enrolado. São estes “sinais” que levam à compreensão e aceitação do mistério. Sinais para alguns insuficientes, pois não demonstram laboratorial ou matematicamente, mas plenamente reveladores para quem os vive a partir da experiência da proximidade, da fé e do amor.

Foi o caso de João, o tal discípulo que chegou ao túmulo em primeiro lugar e que “viu e acreditou”. Que fez correr João, porventura apelidado de louco pelos comerciantes da estreita rua que, da cidade velha de Jerusalém, saía em direção ao monte Calvário? O mais jovem dos Apóstolos foi o único que tinha vivido de perto os dramas do julgamento, crucifixão e sepultura do Senhor. Fez-se «próximo» de Jesus, quando os outros se afastaram. Por amor, e só por amor, não abandonou o Amigo nem a Mãe do Amigo. Por isso, receber d’Ele o sagrado encargo de amparar a Mãe, já viúva e, a partir daquele momento, sem ninguém para cuidar dela.

É por esta contínua presença junto do Amigo que, para o “discípulo amado”, a fé na ressurreição se tornou um dado quase natural. “Viu e acreditou”. Viu a partir do olhar da afetividade e acreditou confiadamente ou com a naturalidade com que uma criança acredita na mãe. É provável que a sua razão não compreendesse tudo, mas o amor ajudou o coração a abrir-se e a ver. Foi essa intuição amorosa e de proximidade que permitiu a João ver e acreditar antes de todos os outros. Nele, a alegria pascal maturou sobre uma base de amor fiel. Um amor que nada nem ninguém pode quebrar ou pôr em causa.

Creio que esta continua a ser a grande via de acesso ao mistério central da nossa fé: o da ressurreição de Cristo. Racionalmente, nenhuma ciência a demonstra. Mas na proximidade existencial e amorosa com o Senhor, «comendo e bebendo com Ele», como invocava S. Pedro no discurso escutado na primeira leitura, a fé de que “Deus O ressuscitou dos mortos” e “O constituiu juiz dos vivos e dos mortos” torna-se uma “absoluta certeza”. Certeza pregável a “toda a casa de Israel”, mais familiarizada com a crença na ressurreição, mas também pregável ao ainda pagão Cornélio e sua família, o qual, curiosamente, o chamou à cosmopolita Cesareia Marítima, porque se impressionou com esse testemunho e se dispôs a ser batizado.

Como sabemos bem, a atualidade necessita muito deste testemunho a ser dado por aqueles que vivem a tal proximidade amorosa com o Senhor. Face a uma nova cultura de massas, por vezes de base materialista e hedonista, é preciso apresentar o grande “sinal” histórico: ao longo de dois milénios, milhões e milhões de cristãos afinaram a sua existência pela “ressurreição” e celebraram-na ininterruptamente no próprio dia semanal em que aconteceu: no primeiro dia da semana ou Domingo. De tal forma que fé em Jesus Cristo, crença na ressurreição, guarda do Domingo como dia absolutamente diferente e celebração festiva aglutinaram-se numa mesma unidade, qual marca identitária da cultura ocidental humanista.

Esta marca está a perder-se. E a perder-se em detrimento da dignidade pessoal e dos direitos humanos. Pensemos no novo esclavagismo da laboração contínua, «legalmente» imposta pelos novos senhores do mundo que dominam a economia e, por esta, os governos. Pensemos como os critérios dos «turnos», em sectores onde, para além da ganância, nada os justifica, a par dos graves transtornos psicológicos do trabalhador e do fracionamento dos encontros familiares, está a gerar a «morte do Domingo», o fim dos ritmos semanais, a abolição dos verdadeiros momentos celebrativos e o fracionamento da família e das relações de amizade. O mesmo se diga da abertura dos supermercados e dos centros comerciais ao Domingo, expressão de um certo subdesenvolvimento humano e mesmo económico. Enfim, está-se a gerar uma civilização fria, sem alma, individualista, sem profundidade de relações e até mesmo sem outros contactos que não sejam os da «realidade virtual».

Caro cristãos, convoco-vos para esta tarefa urgente de trazer nova alma à nossa cultura mediante a inserção nela da crença profunda na ressurreição. Dizei-o a todos e vivei-a convictamente a partir da proximidade amorosa com o Senhor Jesus. A Páscoa é a alegria do céu que irrompe sobre a terra. A Páscoa é a luz da esperança que desfaz as nossas trevas e angústias. A Páscoa é a forma de percebermos uma nova comunhão entre as pessoas. Jesus está vivo! Brilhe em todos nós a alegria da ressurreição.

+ Manuel Linda

Bispo do Porto

CABECEIRAS DE BASTO LEVOU AO PORTO OS MELHORES DOS SEUS PALADARES

‘Mesa de Cabeceiras’ deu a conhecer no Porto a excelência dos produtos locais e da sua gastronomia

Os melhores sabores de Cabeceiras de Basto, com especial ênfase para a tradição gastronómica beneditina, estiveram ontem, dia 17 de abril, em destaque na Loja de Turismo ‘Porto Welcome Center’, onde se reuniram renomados Chefs, com realce para o Chef António Loureiro, recentemente galardoado com uma estrela Michelin, presenças que muito honraram o Município Cabeceirense.

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O evento contou com a presença do vice-presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, Dr. Inácio Ribeiro, bem como do vice-presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Dr. Mário Machado, e da vereadora do Turismo e da Cultura, Dra. Carla Lousada, investigadores e historiadores, técnicos do Município, professores e estudantes do ISCET, convidados e público em geral.

Associaram-se, ainda, ao evento os Chefs António Loureiro e António Costa, a especialista em gastronomia conventual, Dra. Anabela Ramos, a investigadora Dra. Arminda Costa, bem como os investigadores e também chefs Paulo Castro e Teresa Mendes.

Nesta ação promocional da ‘Mesa de Cabeceiras’ no Porto estiveram em destaque os vinhos verdes de Basto, os licores, cavacas e rosquilhos, produtos de fumeiro, mel, entre outros, assim como produtos do receituário beneditino como o perrexil, o arroz doce, a marmelada, a compota de flor de laranjeira, entre outros.

Na oportunidade, o vice-presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, Dr. Inácio Ribeiro, elogiando “a forma abnegada com que trabalham os produtores locais” e desafiando-os a continuar a trabalhar em nome da qualidade dos seus produtos, disse que o Turismo do Porto e Norte “tem as suas portas abertas” para os Municípios promoverem aquilo que de melhor fazem. “Temos, ainda, o desafio de fazer com que todos aqueles que nos visitam (lojas de turismo) possam percorrer todo o nosso território”, salientou Inácio Ribeiro.

Coube à vereadora do Turismo e da Cultura, Dra. Carla Lousada, cumprimentar e agradecer a todos “por se juntarem a nós neste momento, tão especial, que pretende dar a conhecer Cabeceiras de Basto, numa das suas vertentes mais emblemáticas – a gastronomia”. E sublinhou: “estou certa de que a vossa presença em muito nos ajudará a promover o que de melhor temos para oferecer aos turistas, cativando e despertando a curiosidade de novos públicos”.

Os Chefs presentes agradeceram o convite, elogiaram a iniciativa – oportunidade para tomarem contacto mais próximo com os produtos de excelência de Cabeceiras de Basto – assumindo-se, igualmente, como defensores da boa gastronomia tradicional portuguesa.

Todos os produtores locais presentes neste evento falaram sobre as especificidades dos seus produtos, dando a conhecê-los um pouco melhor, bem como a origem dos mesmos.

A ‘Mesa de Cabeceiras’ que se estende até ao próximo mês de junho é um evento de degustação e exaltação da carne cabeceirense, onde os chefs convidados trabalharão três tipos de carne: barrosã, maronesa e minhota. No total, serão três os momentos em que profissionais e dirigentes de turismo, críticos gastronómicos, empresários de restauração e hotelaria, comunicação social e influencers, se sentarão à ‘Mesa de Cabeceiras’.

Esta experiência de contacto com produtos endógenos das terras de Basto será combinada com as influências dos saberes e sabores beneditinos e com a criatividade dos Chefs convidados para o evento. Carnes, vinhos, ervas condimentares, compotas, mel e licores, partilharão, nos dois próximos meses, a mesa de três espaços distintos em Guimarães, Braga e Porto, onde será promovida a gastronomia Cabeceirense pela ‘mão’ dos Chefs António Loureiro, Paula Peliteiro e António Costa.

A iniciativa visa a promoção dos melhores sabores Cabeceirenses, bem como a afirmação de Cabeceiras de Basto como destino gastronómico pela qualidade dos seus produtos endógenos.

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"MESA DE CABECEIRAS" É APRESENTADA AMANHÃ NO PORTO

Iniciativa integrada no programa cultural ‘Mosteiro de Emoções’ é apresentada no Porto Welcome Center

É apresentada amanhã, dia 17 de abril, pelas 16h00, no Porto Welcome Center (sito na Praça de Almeida Garrett 27, Porto), a iniciativa ‘Mesa de Cabeceiras’, ação promocional que contará com a presença do vice-presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, Inácio Ribeiro. Marcarão, igualmente, presença no evento o vice-presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Mário Machado, e a vereadora do Turismo e da Cultura, Carla Lousada.

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Os renomados Chefs António Loureiro, Paula Peliteiro e António Costa estarão, também, presentes nesta apresentação pública da ‘Mesa de Cabeceiras’ que incluirá uma degustação de produtos locais e também de tradição gastronómica beneditina. Neste âmbito contaremos, igualmente, com a presença dos chefs Paulo Castro e Teresa Mendes. A especialista em gastronomia conventual, Anabela Ramos, dará também a conhecer algumas especificidades dos sabores beneditinos, assim como a investigadora Arminda Costa.

Esta experiência de contacto com produtos endógenos das terras de Basto será combinada com as influências dos saberes e sabores beneditinos e com a criatividade dos Chefs convidados para o evento. No total, serão três os momentos distintos em que profissionais e dirigentes de turismo, críticos gastronómicos, empresários de restauração e hotelaria, comunicação social e influencers, se sentarão à ‘Mesa de Cabeceiras’. Carnes, vinhos, ervas condimentares, compotas, mel e licores, partilharão, nos próximos meses, a mesa de três espaços distintos em Guimarães, Braga e Porto, onde será promovida a gastronomia Cabeceirense pela ‘mão’ dos Chefs António Loureiro, recentemente galardoado com uma estrela Michelin, Paula Peliteiro e António Costa.

A Mesa de Cabeceiras é um evento de degustação e exaltação da carne cabeceirense, onde os chefs convidados trabalharão três tipos de carne: barrosã, maronesa e minhota.

A iniciativa visa a promoção dos melhores sabores Cabeceirenses, bem como a afirmação de Cabeceiras de Basto como destino gastronómico pela qualidade dos seus produtos endógenos.

CERVEIRA RECEBE ORFEÃO UNIVERSITÁRIO DO PORTO

Centenário Orfeão Universitário do Porto escolhe ‘Vila das Artes’ para Digressão da Páscoa

Entre este sábado e segunda-feira, o Orfeão Universitário do Porto (OUP) encontra-se em Vila Nova de Cerveira para a tradicional digressão comemorativa da quadra pascal. O grupo de 200 atuais e antigos estudantes da Universidade do Porto vai contactar com lares de idosos e apresentar um Sarau Cultural no Cineteatro, com entrada livre.

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As digressões fazem parte do calendário orfeónico desde 1913, ano em que se deslocou pela primeira vez a Espanha. Desde então, o Orfeão Universitário do Porto já se apresentou pelo continente europeu, africano, americano e asiático em inúmeras digressões.

Treze anos após ter escolhido Vila Nova de Cerveira pela primeira vez para a habitual Digressão da Páscoa, o Orfeão Universitário do Porto está de regresso à ‘Vila das Artes’ para presentear os Cerveirenses com um espetáculo único, repleto de música, dança e humor, privilegiando o canto, a etnografia e as manifestações culturais académicas nacionais. Além de visitar os lares de idosos do concelho e de algumas arruadas pelo centro histórico, o arranque da digressão fica marcado com um Sarau Cultural dirigido ao público em geral, agendado para este sábado, 13 de abril, no Cineteatro de Cerveira, às 21h30.

O Orfeão Universitário do Porto é constituído por cerca de 200 estudantes que trabalham ativamente nos 12 agrupamentos artísticos que integra, organizados em três grandes vertentes: Coral, Etnográfica e Académica. Construída em redor da cultura musical, é uma instituição universitária que valoriza a amizade, a saudade, o amor, a música, a cultura, não esquecendo o seu objetivo fundamental de representar a Universidade do Porto.

Trata-se ainda de uma das associações académicas mais antigas do país (fundado em 1912), sendo já reconhecida como uma Instituição de Utilidade Pública sem fins lucrativos distinguida pela sua ação cultural com o Grau de Comendador da Ordem da Benemerência, Comendador da Ordem de Instrução Pública e Medalha de Ouro de Mérito Artístico da Cidade do Porto, entre outras distinções em Portugal e no estrangeiro.

O PORTO É A CIDADE DA ARQUITETURA

Afirma ao BLOGUE DO MINHO o arquitecto Miguel Ibraim Rocha em entrevista conduzida por Benedita Aguiar

Miguel Ibraim da Rocha, arquiteto e fundador da Oficina de Projetos de Arquitetura UNUM Lda, profundo conhecedor da cidade do Porto e do país, com gabinete em plena Avenida dos Aliados, tem atualmente projetos em desenvolvimento nas principais artérias da cidade, de que são exemplo os edifícios na própria Avenida dos Aliados e Avenida Brasil, mas também em Lisboa onde o projeto referência é o Mosteiro de Santo Antãoo-Velho, vulgarmente conhecido como “O Coleginho”.

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As suas obras definem-se por traços limpos, com grande preocupação em manter a autenticidade dos edifícios, aceitando as contradições resultantes das suas múltiplas vivências históricas, mas sem complexos, é capaz de introduzir novas estruturas capazes de responder às exigentes novas realidades funcionais, exaltando, seletivamente percursos, espaços ou elementos arquitetónicos mais significativos.

Sentado atrás do seu estirador, o arquiteto conversou connosco, sobre a influência que a cidade do Porto teve e tem na sua vida, sobre os desafios da profissão em Portugal e sobre a oportunidade de fazer projetos dentro e fora de país. Descobrimos assim um pouco mais sobre suas inspirações e ambições.

Benedita Aguiar – Que significado tem o Porto na sua vida?

Miguel Ibraim da Rocha – O Porto é uma cidade deslumbrante com uma autenticidade arquitetónica muito própria e onde muitos estilos arquitetónicos se reúnem. Exemplos de arquitetura romana, gótica, barroca ou contemporânea, conferem a esta cidade uma extraordinária riqueza e que coloca o seu centro histórico como “um valor universal excecional” reconhecido e que merece especial proteção e valorização, listado por isso, como Património Mundial pela UNESCO.

O Porto é, quanto a mim, a cidade portuguesa da Arquitetura.

Devido a este seu património, cultura e identidade, a cidade encontra na arquitetura uma marca identitária, excecionalmente traduzida na sua "escola de arquitetura" que tem levado os seus herdeiros arquitetos aos mais altos patamares do reconhecimento arquitetónico mundial. Especial destaque, é claro, para os “Pritzker” Siza Vieira e Souto Moura, mas muitos outros se têm revelado e destacado por esse mundo fora.

Eu vivo e sinto esta cidade desde que nasci e o meu pai, construtor durante 50 anos, trouxe-me para dentro da construção e do mundo da arquitetura pelo que, desde muito cedo, encontrei na arte de construir a vocação à qual quis estar ligado

Benedita Aguiar – Quais os desafios que se apresentam a um arquiteto hoje em dia?

Miguel Ibraim da Rocha – Quando iniciei a atividade, devo dizer que não foi fácil. Sempre fui adepto de parcerias e as primeiras, por diversas razões, acabaram por não surtir o resultado esperado. Por outro lado e numa cidade de arquitetos é normal que a sociedade procure os arquitetos em voga. Entrar nesse mundo é pois um enorme desafio, complicado ao iniciar e depois de iniciar difícil de manter. Mas, por outro lado, sempre foi claro para mim que, tendo eu experiência do lado da promoção, teria de trabalhar com ousadia e precisão, percebendo e atendendo as necessidades de cada cliente, resultando em propostas inesperadas mas tecnicamente capazes. Hoje, um dos maiores mercados onde um arquiteto se pode afirmar é na reabilitação. Mas a reabilitação obriga a uma dose extraordinária de humildade do arquiteto perante a obra já construída, procurando, sempre que se justifique, manter a autenticidade do elemento arquitetónico, concordando eu aqui com Boito que aconselha a não se ludibriar as gerações presentes ou futuras, com mimetismos ou modas transitórias, devendo pelo contrário valorizar-se o estilo próprio da arquitetura, preservando-se deste modo a autenticidade das raízes culturais de uma região.

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Claustro do “Coleginho” – Mosteiro de Santo Antão-o-Velho

 

Foi este o pensamento que esteve na conceção do projeto de reabilitação do “Coleginho” em Lisboa onde a uma certa degradação formal do edifício, motivada por algumas adições espúrias, a recuperação do edificado não foi entendida com o sentido de uma recomposição arqueológica, mas antes e no essencial, da interpretação da organização espacial e dos caracteres tipológicos de uma construção que se revelou extremamente recetiva.

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“O Coleginho” – Proposta do conjunto com retificação volumétrica proposta

 

Assim, a intervenção, para além de considerar as melhores condições para a instalação do programa proposto, em todas as suas vertentes funcionais, teve como objetivo a clarificação volumétrica do conjunto, com particular relevância no desenho das coberturas, anulando os corpos disformes e adicionando uma nova cobertura que fecha o claustro, disciplinando assim o desenho formal, no objetivo de torná-lo mais coerente com a escala e tipologia do edifício. A solução, visa assim, restituir a autencidade ao edifício, aceitando as contradições resultantes de múltiplas vivências históricas mas também introduzindo, com critério, novas estruturas capazes de responderem às novas realidades funcionais, exaltando os elementos arquitetónicos mais significativos.

Benedita Aguiar – Que implicação tem o cliente no conceito arquitetónico e como este o influencia na hora de pensar a arquitetura?

Miguel Ibraim da Rocha – O cliente tem sempre implicação.

Em boa verdade, é ele que vai habitar e viver a casa. É importante por isso perceber quais as suas preocupações e desejos para que o arquiteto possa interpretar e dar uma resposta que vá de encontro a essas suas exigências.

Recentemente, numa casa projetada para um atleta de futebol internacional português, foi-me pedido algo singular. Tive de adaptar o projeto ao enorme número de troféus do cliente e ele queria, e bem, que estes estivessem em destaque numa das zonas da casa. Também existia uma enorme vontade que a casa fosse muito comunicante entre os espaços e mesmo entre os pisos.

A simplicidade conceptual e programática da casa une uma simplicidade estrutural definida por dois volumes, organizados sobre duas linhas estruturais que suportam a construção. Quando se abrem as janelas do piso térreo, a sala torna-se um piso livre, totalmente aberto para os jardins, quase fazendo parte deste.

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Casa em Paços de Ferreira

 

Benedita Aguiar – Na sua opinião, qual será o futuro da arquitetura com tanta evolução tecnológica?

Miguel Ibraim da Rocha – Li recentemente uma entrevista de Danièl Modol, presidente da Fundação Mies van der Rohe, onde ele afirma que a arquitetura está a entrar numa nova fase, onde os arquitetos aparecem novamente a dar relevo e atenção à memória dos lugares, porque estes são valores fortemente identitários.

Concordo em absoluto!

Considero, para além disso que esta ideia da memória deve ir mais longe com o emprego dos materiais tradicionais presentes logo no primeiro momento do “concept” arquitetónico, contribuindo assim para a sustentabilidade, mesmo na arquitetura pública onde esta ideia até deve ter um peso fundamental. Estamos neste momento a meio de um grande projeto público onde este carácter identitário do lugar é um dos temas do projeto.

Mas projetar é uma tarefa cada vez mais complexa. Hoje temos exigências técnicas que influenciam de sobremaneira o resultado final dos projetos. Veja-se por exemplo que ainda há uns anos atrás, raramente um projeto previa questões como as acessibilidades ou o comportamento térmico e acústico. Hoje, para além de uma obrigação técnica é uma imposição do cliente à qual o arquiteto tem de dar resposta. Eu diria que esta indústria do conforto incentiva o arquiteto a procurar e a planear novas soluções e a ter mais conhecimento sobre as várias tecnologias e soluções de mercado.

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Hotel em Matosinhos

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Reabilitação de prédio na Rua do Bonjardim no Porto

FAMALICÃO PROMOVE ATIVIDADES EM SERRALVES

Serviços Educativos da Devesa na 6.ª edição do Bioblitz Serralves

Os Serviços Educativos do Parque da Devesa vão animar a edição deste ano do Bioblitz Serralves, que decorre de 5 a 7 de abril, no Parque de Serralves, no Porto, com inúmeras atividades para toda a família.

A atividade Murmúrios das Árvores vai dar a conhecer Metamorfose, uma instalação sonora presente na Devesa.JPG

A iniciativa, promovida pela Fundação Serralves com o apoio do CIBIO-In- BIO e da LIPOR, pretende divulgar o conhecimento científico sobre a biodiversidade urbana através do contacto do público com Investigadores e da sua participação em atividades científicas e pedagógicas.

“Murmúrios das Árvores” e “Aves do Parque da Devesa” são as duas atividades que o Parque da Devesa vai promover em Serralves.

A primeira – “Murmúrios das Árvores” vai decorrer no dia 6 de abril, entre as 11h00 e as 17h00, e vai dar a conhecer dois instrumentos coletivos criados pela Companhia de Música Teatral e que habitaram ou habitam o espaço do Parque da Devesa. Já a atividade “Aves do Parque da Devesa” vai decorrer no dia 7, entre as 10h00 e as 19h00, dando a conhecer algumas das aves que habitam o parque, as suas características físicas, as suas rotinas, a alimentação e o habitat.

Todas as iniciativas são de acesso gratuito.

PROJETO INOVADOR DE COMBATE AO ANALFABETISMO E PROMOÇÃO DAS LITERACIAS INICIA-SE NO PORTO

Inicia-se, amanhã, com a assinatura do protocolo de colaboração entre as entidades copromotoras envolvidas , às 17,00 horas, na sede da Junta de freguesia de Paranhos, o projeto-piloto inovador “Percursos de Cidadania, Alfabetização e Literacias”, de combate ao analfabetismo e de promoção das literacias da população adulta do porto, em especia,l os habitantes da freguesia de Paranhos.

A Iniciativa conta com a presença dos responsáveis da entidades envolvidas, Alberto Machado , Presidente da Junta de freguesia de Paranhos, António Tavares, Provedor da Santa Casa de Misericórdia do Porto, Rui Pedroto da Fundação Manuel António da Mota, Francisco Gil Silva da Escola Artística Árvore, António Leite, delegado regional  do Instituto de Emprego e Formação Profissional e Armando Loureiro, Presidente da APEFA, Associação Portuguesa de Educação e Formação de Adultos- Aprendências que, colaborativamente, vão construir respostas promotoras de felicidade e de aprendizagens.

As oficinas de alfabetização e Literacias decorrerão na casa da cultura de Paranhos, em horários compatíveis com a disponibilidade dos adultos e contam com um conjunto de professores voluntários que aderiram ao projeto .

Trata-se de um projeto-piloto de alfabetização, inédito pela sua configuração pedagógica e organizacional, e está a ser desenvolvido em geografias diversas, como Póvoa de Varzim e Esposende.

A direcção da APEFA

Armando Gomes Loureiro

PINTOR ARCUENSE MUTES PARTICIPA NO PORTO EM COLETIVA DE PINTURA

Exposição Coletiva de Pintura “Art Without Stigmas”

No próximo dia 2 de Março, na Galeria 60-62 Art Gallery, situada na Rua São João, nº 62, no Porto, vai estar patente uma exposição coletiva de pintura, denominada “Art Without Stigmas”. Nesta exposição que conta com a participação de 12 artistas, estará o Arcoense Mutes.

O objetivo primordial deste evento, é dar a conhecer ao público a forma como estes 12 artistas plásticos, com percursos de vida e artísticos significativamente distintos, percepcionam o Mundo e o estado atual da nossa Sociedade através da sua Linguagem, a Arte. Os artistas que vão expor nesta colectiva são.

- André Gigante

- Elisa Costa

- Jacqueline de Montaigne

- Laura Hidalgo

- Leonor Sousa

- Madina Ziganshina

- Manuel Gomes

- Mutes

- Patrícia Ferreira

- Rita Ravasco

- Rita Vidigal

- Third

Esta exposição estará patente até ao dia 31 de Março.

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GRUPOS FOLCLÓRICOS DEVEM DAR-SE AO RESPEITO: NO FOLCLORE TAMBÉM SE CABULA!

No folclore também se recorre à cábula! – que o diga o “Danças e Cantares Etnográficos do Orfeão Universitário do Porto”. A avaliar pelas fotos do próprio grupo e que disponibiliza ao público através da sua página no Facebook, caso se submetessem a exame nesta área seguramente obteriam a reprovação… fazemos votos que obtenham melhor aproveitamento noutras cadeiras uma vez que nesta não aprenderam a lição!

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DOZE D´ARTE NA GALERIA DAYS ARE

Vai estar patente ao público na Galeria DAYS ARE, situada na rua Miguel Bombarda, nº 124 sala A, na cidade do Porto, uma exposição coletiva de pintura denominada Doze D´Arte.

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Esta exposição vai patentear obras de pintores de Norte a Sul do Pais, sendo este um coletivo de Artistas onde cada um dos seus intervenientes, prima pela sua forma de fazer Arte.

A exposição é inaugurada no próximo sábado dia 16-02-2019, com vernissage pelas 16:00, até ás 20:00 h, sendo a curadoria a cabo de Aurelina Dias.

Os artistas que ingressam esta exposição, são: Alua Polen, Ana Camilo, Carl Godinho, Carlos Saramago, Dila Moniz, Luiz Morgadinho, Martinho Lima, Miguel Silva, Mutes, Paulo Sanches , Pedro Raf , Vitor Zapa.

NAMORAR PORTUGAL CONQUISTA CORAÇÃO DO PORTO

Porto recebeu a nova linha da Ecoemotion e a Biblioteca Municipal de Vila Verde foi palco do Casting Namorar Portugal!

A marca Namorar Portugal continua a espalhar amor pelo país. Terça-feira, dia 5 de fevereiro, marca territorial do Município de Vila Verde esteve a conquistar corações na Invicta.

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Localizado numa zona central e de grande afluência turística na cidade do Porto, o espaço Cork Solution recebeu a nova linha Namorar Portugal da Ecoemotion. 'Porto dos Namorados' é a coleção que vem romper lugares comuns da estética de artigos de lar e de escritório com uma nova e singular coleção de produtos feitos em cortiça.

A marca surpreende ainda com a apresentação de um tecido em cortiça que pode ser comercializado ao metro e de um papel autocolante inspirado nos motivos dos Lenços de Namorados que vai permitir encadernar e preservar belas memórias. No mesmo dia, a Biblioteca Professor Machado Vilela, em Vila Verde, acolheu um grupo de jovens à procura do sucesso no mundo da moda que se apresentou para o ‘Casting Namorar Portugal’.

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Namorar Portugal conquista corações na Invicta

Carlos Maia começa por explicar que o nome da coleção ‘Porto dos Namorados’ foi escolhida em homenagem ao local de apresentação, a cidade do Porto. A Cork Solution vende a retalho produtos em cortiça exclusivos da Ecoemotion e, para o representante da empresa, “tem sido um bom porto de abrigo”. A marca volta a apostar este ano em produtos de decoração para a casa e escritório. Da renovação e a conceção de novas formas de produtos já existentes à criação de novos utensílios, a Ecoemotion surpreendeu pela criatividade. Fruteiras em dois formatos diferentes, um novo formato de bases de copo, um toalhete e novos despeja bolsos são alguns exemplos dos novos produtos em cortiça da linha para a casa. “Reforçámos ainda uma área que somos mais competitivos e fortes, a área do escritório”, revelou Carlos Maia. Envelopes de cortiça com motivos inspirados nos bordados minhotos são uma nova aposta da marca.

“Lançámos ainda um novo bloco A5, diferente, em que o elástico é colocado ao meio e o interior é personalizado com quatro diferentes motivos dos Lenços de Namorados”, afirmou o representante da Ecoemotion. Mas as surpresas não pararam por aqui. Para satisfazer os seus clientes e criar soluções diferenciadas e adequadas às necessidades de cada um, a marca torna-se precursora na venda de tecido de cortiça ao metro com os motivos dos Lenços de Namorados. “Assim qualquer pessoa pode fazer a sua própria peça”, afirmou Carlos Maia. Foi com este mote que foi apresentado ainda um papel autocolante com motivos inspirados nos bordados tradicionais.

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Dezenas de jovens rumam a Vila Verde na procura de um sonho

Dezenas de jovens apaixonados pelo mundo da moda rumaram ontem a Vila Verde, o epicentro do Mês do Romance, na tentativa de tornar realidade o sonho de brilhar na passerelle. Treze raparigas e três rapazes foram selecionados no ‘Casting Namorar Portugal’, uma das diversas iniciativas promovidas pelo Município de Vila Verde, no âmbito da programação “Fevereiro, Mês do Romance”. Este evento permite identificar e promover novos talentos que terão a oportunidade de desfilar na Gala Namorar Portugal e/ou no Desfile de Acessórios de Moda. O Município de Vila Verde aposta, mais uma vez, na promoção1 o potencial e o talento dos jovens na área da moda, bem como valorizar e divulgar um dos maiores símbolos da cultura vilaverdense, os Lenços de Namorados, numa conjugação harmoniosa de tradição e modernidade.

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ARRANCA HOJE NO PORTO O FESTIVAL DE CINEMA INFANTIL INDIEJÚNIOR ALLIANZ

A 3.ª edição do IndieJúnior Allianz, Festival Internacional de Cinema Infantil e Juvenil do Porto, tem início hoje, 29 de janeiro, e decorre até dia 3 de fevereiro. Durante 6 dias, o evento volta a ocupar o Teatro Municipal Rivoli e a Biblioteca Municipal Almeida Garrett, aos quais se juntam, este ano, a Casa das Artes e a Reitoria da Universidade do Porto.

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IndieJúnior Allianz apresenta um programa diversificado e promete revisitar alguns dos filmes que marcaram os adultos de hoje. Ao todo serão cerca de 50 filmes, entre curtas e longas metragens que abrangem animação, ficção e documentário. Os visitantes poderão ainda aproveitar atividades para toda a família, desde exposições a debates, oficinas e sessões de cinema para bebés.

“A cultura é uma das principais apostas da Allianz, pelo que temos investido bastante em iniciativas e atividades como o IndieJúnior Allianz. É, sem dúvida, um evento cada vez mais importante no panorama cultural nacional e que nos permite estar próximos das famílias portuguesas. Queremos, sobretudo, retribuir a confiança que os nossos Clientes depositam em nós e, por isso, temos trabalhado ativamente para levar a cultura a todos, incluindo aos mais jovens, o foco deste festival e os nossos Clientes de amanhã”, afirma José Francisco Duarte Neves, Membro do Comité de Direção e Diretor de Market Management e de Produto P&C da Allianz Portugal.

No âmbito da política de Responsabilidade Social da Companhia, através do Projeto EPIS, que apoia crianças e jovens em risco de abandono escolar, a Allianz irá levar, na quarta-feira, duas turmas da Escola Básica e Secundária do Cerco, em Campanhã, para assistirem a uma sessão de cinema do IndieJúnior Allianz.

Paralelamente a estas atividades, a Allianz irá, no fim-de-semana, surpreender as famílias com momentos de ativação no Teatro Rivoli, através de um photobooth em forma de foguetão e distribuição de balões alusivos ao festival.

IndieJúnior Allianz, que integra o IndieLisboa, é organizado a pensar nas crianças e ideal para a descoberta de novos autores e tendências do cinema infantojuvenil. Para mais informações consulte o programa completo em http://www.indiejunior.com/.

Sobre a Allianz

A Allianz Portugal integra o Grupo Allianz, um dos maiores grupos financeiros do mundo, presente em mais de 70 países e com cerca de 145.000 colaboradores. Mais de 60 milhões de clientes, a nível mundial, confiam no seu know-how e sentido de responsabilidade. A Allianz Portugal tem, também, como acionista e principal parceiro estratégico, o Banco BPI. Posiciona-se no mercado nacional de forma inovadora, apostando no desenvolvimento de produtos de acordo com as necessidades de segurança dos seus Clientes, na expansão da sua rede de distribuição e na melhoria da prestação de Serviço. Conta atualmente com cerca de 600 colaboradores e mais de 6.000 mediadores em todo o país. Desde Dezembro de 2004, a Allianz Portugal é uma seguradora com Certificação da Qualidade ISO 9001, que abrange a maior parte dos seus produtos e serviços.

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AUTARCAS DEBATEM DESCENTRALIZAÇÃO EM FAMALICÃO

Rui Moreira e Paulo Cunha debatem descentralização, amanhã, em Famalicão. Conferência realiza-se no auditório da Fundação Cupertino de Miranda, no centro da cidade, a partir das 14h30

Rui Moreira, presidente da Câmara Municipal do Porto, e Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, são dois dos autarcas que já manifestaram publicamente a não aceitação da transferência de competências propostas pelo Governo de Portugal para 2019 e cujos executivos aprovaram já essa recusa. Ambos os autarcas vão marcar presença amanhã, terça-feira, 29 de janeiro, na Fundação Cupertino de Miranda de Vila Nova de Famalicão, na conferência intitulada “Impactos da descentralização de competências para as Autarquias Locais” promovida em parceria pelo Observatório das Autarquias Locais e pelo Grupo Skillmind com o apoio da autarquia famalicense.

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Para além de Paulo Cunha e Rui Moreira participam ainda como oradores e intervenientes nesta conferência os autarcas de Guarda e Vila Real, Álvaro Amaro e Rui Santos, respetivamente, o Presidente do Conselho de Administração Executivo das Infraestruturas de Portugal, António Laranjo, o presidente da direção da AICCOPN, Manuel Reis Campos, o presidente da Associação Portuguesa de Geógrafos, José Alberto Rio Fernandes, e ainda o CEO do Grupo Skillmind, Luís Ramalho, e o presidente do Observatório das Autarquias Locais, Bartolomeu de Noronha.

A conferência vai decorrer no auditório da Fundação Cupertino Miranda, a partir das 14h30. As inscrições já estão esgotadas.

“Descentralizar as tarefas ou as decisões?”, “Descentralização: interior vs local” e o impacto da descentralização de competências na gestão rodoviária e no investimento público serão, entre outros, alguns dos temas abordados na conferência.

MONÁRQUICOS EVOCAM CENTENÁRIO DA MONARQUIA DO NORTE

A Real Associação do Porto, em parceria com a Causa Real e as Reais Associações de Lisboa, Braga e Viana do Castelo, vai promover a evocação do Centenário da Monarquia do Norte.

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No próximo dia 19 de Janeiro, Sábado, no Ateneu Comercial do Porto, pelas 18h00, haverá uma Conferência subordinada ao tema “Cem anos da monarquia do norte – uma história de resistência”, na qual serão oradores os historiadores Dr. Carlos Bobone e o Prof. Dr. Nuno Resende.

A conferência é de entrada livre, seguindo-se um Jantar sujeito a inscrição prévia até quinta-feira, dia 17 de Janeiro, ambos limitados à lotação do espaço.

O contributo para o jantar, no valor de 25,00 €, deverá ser efectuado por transferência bancária ou multibanco, para o nosso:

NIB: 0033 0000 0011 1128 3420 5

IBAN: PT50 0033 0000 0011 1128 3420 5

Agradecemos o envio do respectivo comprovativo para a nossa sede ou, preferencialmente, por email para realporto@realporto.pt, impreterivelmente até ao referido dia 17 de Janeiro.

Pelo interesse do tema e pela qualidade dos oradores, temos a expectativa de poder contar com a vossa presença!

PINTOR ARCUENSE MUTES EXPÕE NO PORTO

Arcuense Mutes e colegas, expõe na Galeria Days Are,  Miguel Bombarda, Porto

Foi inaugurada no passado dia 1 de Dezembro, na Galeria Days Are, situada na rua Miguel Bombarda 124 sala A, no Porto, uma exposição de pintura denominada (Coletiva de arte).

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Esta exposição é composta por pintores de diferentes linguagens pictóricas, onde cada um se diferencia do seu trabalho, seguindo uma linhagem muito própria.

Os pintores que se expõe  nesta coletiva, com a curadoria de Aurelina Dias, são: Carla Pinheiro, Dagoberto Silva, Damião Vieira, Denis Oudet, Francesco Pluma, Jorge Marques, José Soares, Mariza Miguelez, Mutes, Odete Pinheiro, Tozé Pais.

A exposição pode ser visitada durante o funcionamento da Galeria, e estará patente ao público até ao dia 9 de Janeiro.

PINTOR ARCUENSE MUTES INTEGROU EXPOSIÇÃO DIVERSEXCITY’2018

DIVERSEXCITY 2018 é um evento de arte contemporânea que promove a produção artística 2D, 3D e cénica, sobre a temática ‘diversidade de género e uma visão da sociedade actual’. Está incluído numa série de eventos que irão decorrer na cidade do Porto em Outubro sobre o mesmo tema.

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Os artistas são convidados a intervir e incorporar signos, símbolos das suas visões utópicas (ou não) e pessoais, ambicionadas para a aceitação da realidade actual da diversidade de género, nas suas realizações.

Pretende-se desta forma, fomentar a informação e discussão sobre um tema actual e deveras importante ‘diversidade de géneros’, como se manifesta na sociedade e como a sociedade se manifesta sobre esta sua transformação, criando assim um olhar sem filtros, real, da sociedade do século XXI.

Foi neste âmbito que no passado dia 6 de Outubro a Galeria Geraldes da Sivla no Porto, com curadoria de Lisa Teixeira Lopes, abriu as suas portas para a exposição coletiva ‘DIVERSEXITY’, sito na rua Santo Ildefonso 225 – 229 4000 – 470, na cidade do Porto, do qual o Arcuense Mutes foi um dos selecionados. Os artistas que integraram a exposição Diversexcity 2018, foram:

Acácio de Carvalho, Albino Costa, Ana Del Rio, Catarina Machado, César Vieira, Cristina Camargo, Céu Costa, Domingos Leite de Carvalho, Duarte Barros, Florentina Resende, Henrique do Vale, Isabel Mourão Alves, José Rosinhas, Lauren Maganete, Maria Rafael, Maria Rosas, Manuel Meira, Mutes, Miguel Vasconcelos, Nuno Raminhos, Pedro de Sousa Araújo, Ruy Silva, Sílvia Carreira, Susana Bravo e Teresa Ricca.

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FAMALICENSES CONVERSAM ACERCA DAS IMAGENS DO PORTO

Conversas à volta das imagens do Porto, no Arquivo Municipal de Famalicão

No próximo dia 11 de outubro, quinta-feira, pelas 18h00, o Arquivo Municipal Alberto Sampaio, em Vila Nova de Famalicão, vai acolher a conferência intitulada “O arquivo em imagens: contextualização do arquivo fotográfico no seio da Câmara Municipal do Porto”, inserida na iniciativa “Conversas à volta de…”.

A conferência, com entrada livre, tem como convidada Maria do Rosário Guimarães, que exerce funções como Técnica Superior no Arquivo no Histórico Municipal do Porto desde 1994, sendo coordenadora do Setor de Informação e Reprodução, do Arquivo Fotográfico e da Biblioteca de Assuntos Portuenses.

O arquivo fotográfico municipal, instalado no Arquivo Histórico, é resultado da produção documental do Município do Porto no decurso da sua atividade e de aquisições de arquivos e coleções de fotógrafos que trabalharam na cidade do Porto entre os séculos XIX e XX. Este acervo permite apoiar a administração municipal, preservar e divulgar o património iconográfico e mostrar os mais diversos aspetos da vida local e nacional. Nesta “conversa à volta de…” pretende-se dar a conhecer as diversas espécies fotográficas existentes nesta instituição.

Refira-se que Maria do Rosário Guimarães é licenciada em Filosofia e Pós Graduada com o Curso de Especialização em Ciências Documentais pela Universidade de Coimbra. Tem participado em programas de promoção do Arquivo no sentido de despertar a comunidade para a importância do seu património documental e também para a intensificação de uma política de captação de novos públicos. Tem apresentado diversas comunicações relacionadas com o acervo fotográfico integradas no Ciclo “O documento do Mês” da Casa do Infante. Tem orientado estágios curriculares de alunos das Licenciaturas, Pós Graduações e Mestrados de diversas Universidades no âmbito das Ciências da Informação, História da Arte e da Fotografia no que concerne ao tratamento documental de arquivos fotográficos

SERRALVES MOSTRA-SE EM FAMAÇLICÃO COM A EXPOSIÇÃO “A MINHA CASA NÃO É A TUA CASA”

Mostra vai estar patente até junho de 2019 e conta com um programa de atividades paralelo com inúmeras atividades

José Pedro Croft, Pedro Cabrita Reis, Gil Heitor Cortesão, Ângela Ferreira e Luís Palma são apenas alguns dos artistas que estão representados na exposição “A minha Casa é a tua Casa – Imagens do doméstico e do urbano na coleção de Serralves”, que foi inaugurada esta segunda-feira, na Casa do Território, no Parque da Devesa. A mostra partilhada que resulta do acordo de adesão do município de Famalicão ao Conselho de Fundadores da Fundação celebrado em 2016, reúne perto de duas dezenas de obras de artistas consagrados e ficará patente até junho de 2019. Até lá decorre um conjunto de atividades paralelas destinadas a todos os públicos.

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Já neste domingo, 7 de outubro, pelas 15h00, haverá uma visita guiada à exposição promovida por um responsável do serviço educativo de Serralves. Ao longo do período da exposição poderão ainda ser agendadas visitas orientadas para grupos.

No dia 22 de outubro, decorrerá uma ação de formação sobre a exposição, destinada a técnicos da área da cultura, educadores e professores. A entrada é livre, mas de inscrição obrigatória.

Para 2019, estão também já agendas diversas oficinas para as famílias e escolas, para além de visitas ao território e passeios comentados e ainda um ciclo de conversas “à volta de Casa”.

“A minha casa é a tua casa” é uma exposição que coloca o doméstico e o quotidiano no centro das preocupações, propondo diferentes interpretações daquilo que se entende por casa.

Para a presidente do Conselho de Administração de Serralves, Ana Pinho, a realização desta exposição vem “reforçar os laços e a parceria com o município de Vila Nova de Famalicão. A Fundação sai dos seus muros e mostra-se num município que aposta fortemente na cultura”. A responsável salientou ainda a “forte componente do serviço educativo desta exposição, com oficinas e ateliers diversificados”.

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, mostrou-se orgulhoso por esta parceria com a Fundação Serralves que se afirma cada vez mais como“um projeto cultural democrático e moderno”. “É um projeto do Norte que se afirma no contexto cultural nacional e internacional”, sublinhou o autarca, acrescentando que, com esta exposição, a fundação traz a Famalicão “um bom pedaço de Serralves”.

Recorde-se que, com a celebração do acordo de adesão do município a Serralves iniciou-se uma relação de cooperação entre estas duas instituições, baseada num projeto integrativo de promoção e divulgação cultural e ambiental, que entre outras atividades prevê, por exemplo, o acesso em Famalicão às inúmeras exposições itinerantes da Coleção de Serralves, entre outras iniciativas.

Neste âmbito, o município tem marcado presença nas atividades de Serralves, nomeadamente na Festa de Outono, que decorreu no passado fim de semana, entre outras.

A Minha Casa é a Tua Casa

Imagens do Doméstico e do Urbano na Coleção de Serralves

01 Outubro 2018 a 02 Junho 2019

Local

Casa do Território (Parque da Devesa)

  1. Fernando Mesquita

V.N. de Famalicão

Tel: 252374184

Horário

3ª a 5ª feira: 09h30-13h00 e 14h00-17h30

Sábado, domingo e feriados: 14h30-18h30

PROGRAMAÇÃO│ATIVIDADES PARALELAS

VISITA ORIENTADA À EXPOSIÇÃO

7 OUT │15h00 (com educador do Serviço Educativo de Serralves)

                           Público-alvo: Geral.

Nota: Ao longo do período de exibição, poderão ser agendadas visitas orientadas para grupos, com um mínimo de 10 participantes, em data e horário a combinar.

Condições: Gratuito.

AÇÂO DE FORMAÇÃO sobre a Exposição

22 OUT (Seg)│09h30/17h00 (com educador do Serviço Educativo de Serralves)

                        (Público-alvo:Técnicos da área da cultura, educadores, professores…).

Condições: Gratuito. Inscrição prévia.

OFICINAS/WORKSHOPS PARA FAMÍLIAS

- Lugares Íntimos (com educador do Serviço Educativo de Serralves)

  13 JAN 2019 (Dom)│15h00

- A minha casa é a tua casa (dinamização: A Casa ao Lado-Centro Artístico)

  10 FEV e 14 ABR 2019│15h00

(resultará na construção de uma instalação artística elaborada pela comunidade, a ser exposta no exterior)

Condições: Gratuito

SERVIÇO EDUCATIVO PARA ESCOLAS

- Visita-conversa à Exposição (Público alvo: 2º, 3º CEB e Secundário)

- Oficina “A minha casa de sonho” (Público alvo: 1º e 2º CEB)

Condições: Gratuito. Inscrição prévia (Consultar o Plano de Atividades Educativas do Município de V.N. de Famalicão 2018-2019)

VISITAS AO TERRITÓRIO/PASSEIOS COMENTADOS – Tema: Arquitetura Contemporânea*

- Casa # doméstico │23 MAR 2019│14h00

- Casa # urbano│11 MAI 2019│14h00

Público-alvo: Geral

Condições: Gratuito. Inscrição prévia.

CICLO DE CONVERSAS…À VOLTA DE CASA*

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FEV│MAR│ABR 2019

Arte, criação artística e a sua relação/diálogo com a arquitetura será o mote destas conversas, onde se pretende a participação de alguns artistas representados nesta Exposição e coloca-los em diálogo/reflexão com arquitetos convidados.

Público-alvo: Geral

Condições: Gratuito

*Com a colaboração do Dep. do Ordenamento e Gestão Urbanística.

NOTA FINAL: Programa em aberto e sujeito a atualização. Poderão surgir alterações, por razões não previstas e devidamente justificadas.