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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MUNICÍPIO DE PONTE DE LIMA REFORÇA O APOIO AO TRANSPORTE ESCOLAR PARA OS ALUNOS DO ENSINO SECUNDÁRIO

No âmbito do Programa de Apoio à Redução Tarifária nos transportes públicos (PART) o Município de Ponte de Lima aprovou por unanimidade em reunião de Câmara realizada no passado dia 20 de maio, o reforço do transporte escolar para os alunos do ensino secundário. Desta forma, passará a ser atribuída uma comparticipação em 100 % do custo do passe a todos os alunos do ensino secundário com Escalão A da Ação Social Escolar e em 75% do custo do passe aos alunos do ensino secundário com Escalão B da Ação Social Escolar, implicando um aumento de mais 50% e 25 % respetivamente, mantendo-se os 50% em vigor relativamente aos restantes alunos do secundário.

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A autarquia considera que estas medidas, possíveis pelo financiamento através do PART, destinadas a garantir a igualdade de oportunidades de acesso e sucesso escolares a todos os alunos dos ensinos básico e secundário, nomeadamente aquelas medidas destinadas a apoiar os alunos de agregados familiares cuja situação económica é menos favorável, são da maior importância no contexto da estratégia adotada pelo Município ao nível da Educação para o concelho.
A apresentação do pedido para a atribuição desta comparticipação, que abarca o ano letivo 2019/2020, deverá ser feito entre 1 de julho e 14 de agosto deste ano, no Município de Ponte de Lima em requerimento de pedido de transporte e entrega dos respetivos documentos necessários à verificação das condições de atribuição da mesma.

PONTE DE LIMA RECEBE ARQUIVOS DA CASA DO BÁRRIO

Município de Ponte de Lima e Arquivo da Casa do Bárrio (Família Matos Prego) celebram protocolo_auto de entrega do Arquivo da Casa do Bárrio ao Espólio Municipal

O Espólio Municipal de Ponte de Lima foi enriquecido com a entrega do Arquivo da Casa do Bárrio ao Arquivo Municipal. Decorreu no passado dia 17 de maio, no salão nobre da Câmara Municipal de Ponte de Lima, a cerimónia de assinatura do auto de entrega do Arquivo da Casa do Bárrio, em regime de depósito, entre o Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Eng.º Victor Mendes e o proprietário do Arquivo da Casa do Bárrio, Dr. José Norton.

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O Arquivo da Casa do Bárrio, essencialmente constituído por correspondência, escrituras e documento de receita e despesa, entre outros, num total de quase 5.000 documentos datados dos séculos XVIII a XX, ficará sob a custódia do Arquivo Municipal que, com o intuito de valorizar e de divulgar este importante arquivo de família, procederá ao tratamento técnico e à digitalização para disponibilização online.

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A documentação entregue irá complementar o Arquivo da Casa Norton de Matos, cujo tratamento técnico se encontra atualmente em curso no âmbito do projeto transfronteiriço Norte de Portugal e Galiza (GEOARPAD).

S. MARTINHO É DA GANDRA – S. MARTINHO DA GÂNDRA É DE PONTE DE LIMA!

Ponte de Lima anima-se aos domingos com a realização dos tradicionais feirões. Há sempre muita alegria, música e cor… joje coube ao Rancho Folclórico das Lavradeiras de S. Martinho da Gandra – um dos mais prestigiados grupos folclóricos do Minho! – trazer à vila limiana o seu folclore e as suas tradições.

E, Ponte de Lima acordou hoje ao som das concertinas e dos ferrinhos, dos bombos e dos reque-reques, porque dia é de festa!

Fotos: José Costa Lima

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CHARLES WATSON: O BRITÂNICO CHARLES WATSON APRESENTA-SE EM PONTE DE LIMA, NUMA OPORTUNIDADE ÚNICA, PARA UM DOS DOIS CONCERTOS QUE REALIZA EM PORTUGAL NA PRESENTE TOUR

18 de Maio – 22h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

Os nomes internacionais continuam a ser uma constante na programação do Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima e no próximo sábado, 18 de Maio, às 22h00, subirá ao palco Charles Watson, músico britânico que já fez parte da banda The Surfing Magazines e do duo Slow Club, juntamente com Rebecca Taylor.

Uma das grandes revelações dos últimos tempos no panorama musical internacional, num concerto que será uma ocasião única para apreciar o artista que nesta tour apenas realiza dois concertos em Portugal, depois de se ter apresentado, como uma das maiores revelações, no Festival Superbock em Stock, em Novembro passado.

Charles Watson é cada vez mais um dos principais compositores e produtores londrinos da actualidade.

Destacou-se por ser membro da banda The Surfing Magazines e também por fazer parte do duo Slow Club, juntamente com Rebecca Taylor.

Mas Charles Watson também se começa a destacar a solo, como prova o seu disco de estreia, “Now That I’m a River”, editado em 2018.

Além de ser uma estreia a solo enquanto intérprete, é também uma estreia promissora enquanto produtor. A esse nível, o disco destaca-se pelo uso de samples da sua própria voz, criando texturas vocais pouco ouvidas até então.

Mas a produção não é o único ponto alto deste disco, também fortemente marcado pela qualidade lírica. Com a sensibilidade de um verdadeiro escritor, Watson foi buscar inspiração no livro “Hello America” de JG Ballard, algo que se nota nos temas das canções, mas também na própria linguagem usada neste disco.

Sem preocupações comerciais e apenas concentrado na música enquanto arte, Charles Watson oferece-nos belíssimas canções que tanto nos levam até à América, como nos lembram do Oceano que nos separa...

Bilhetes à venda (6,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

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UM ENCONTRO PROVOCADO | COMPANHIA PAULO RIBEIRO, UMA DAS MAIORES REFERÊNCIAS NACIONAIS DA DANÇA CONTEMPORÂNEA EM PORTUGAL NO TEATRO DIOGO BERNARDES PARA UMA REFLEXÃO SOBRE A VIOLÊNCIA

17 de Maio – 22h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

Sexta-feira à noite, dia 17 de Maio, às 22h00, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, a Companhia Paulo Ribeiro, referência nacional e internacional da dança contemporânea, apresenta Um Encontro Provocado, com Coreografia, Cenografia e Desenho de Luz de Henrique Rodovalho e Interpretação de Margarida Belo Costa, Miguel Oliveira, Miguel Santos e Teresa Alves da Silva.

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Trata-se, na realidade, de um dos momentos mais altos, em termos de espectáculos, de toda a temporada de 2018-2019, do Teatro Diogo Bernardes, que termina no próximo dia 1 de Junho, não esquecendo que foi esta companhia a escolhida para a celebração dos 120 Anos do Teatro Diogo Bernardes, em 19 e 20 de Setembro de 2016, deixando marcas inesquecíveis a todos que estiveram presentes.

"O encontro provocado – para uma composição coreográfica – entre artistas de duas nacionalidades tão próximas, Brasil e Portugal, procura reflectir sobre uma questão perturbadora: a violência. Uma abordagem inscrita na diferença que essa mesma violência assume em cada um destes países da ‘mesma família’. No Brasil, a violência – de todos os tipos e esferas – está em níveis alarmantes; já Portugal é considerado, hoje, um dos países mais seguros do mundo. Porquê esta diferença, actualmente, tão grande entre o Brasil e Portugal? 

Quatro bailarinos portugueses e um coreógrafo brasileiro – numa linguagem artística que não expressa a palavra, mas sim o que ela quer ou o que não consegue dizer: a dança – enveredam pelas particularidades e especificidades destes dois países, compondo o questionamento que atravessa toda a peça. Corpos e movimento, que através da sua singular comunicação, expõem géneros, níveis e questões inerentes à ausência e à presença dessa mesma violência.

Quatro bailarinos na tentativa, por vezes, ingénua, de procurar ou encontrar uma solução, seja pelo confronto ou pela poesia, pelo versus ou versos de um mesmo problema. Durante esse espaço-tempo, revelam-se aos poucos e, inusitadamente, as diferenças existentes entre eles. Pensamentos e vontades distintos são abordadas fisicamente, criando um ambiente instável e inseguro. Uma instabilidade, por vezes, agonizante; mas outras, por acaso, irónicas e – porque não – engraçadas. Nestas diferenças, pesos e forças revelam-se e destacam-se. O corpo é o instrumento desafiador. O físico é a linguagem. Durante e dentro de um determinado espaço cénico, que parece alternar-se no tamanho e na forma, tentam quase o tempo todo, um certo equilíbrio, uma harmonia com estas diferenças. E no contexto dessa tentativa revelam-se momentos sensíveis e estes, seja por uma certa beleza plástica ou por uma delicada intenção, resultam numa quase pura poesia."

Henrique Rodovalho

Criada em 1995, a Companhia Paulo Ribeiro é uma companhia portuguesa de dança contemporânea, com um repertório próprio de peças ora criadas e dirigidas por Paulo Ribeiro, seu homónimo, fundador e um dos coreógrafos que esteve na origem do movimento artístico intitulado Nova Dança Portuguesa; ora por outros criadores convidados. Estrutura residente no Teatro Viriato (Viseu, Portugal) desde 1998, é a partir daí que desenvolve a sua atividade de pesquisa, de criação, de produção e de difusão; assim como de formação. Atualmente, a Companhia Paulo Ribeiro é dirigida pelos coreógrafos e bailarinos António Cabrita e São Castro.

Muito recentemente, a 27 e 28 de Abril passados, este espectáculo foi apresentado no Teatro Nacional de S. João, no Porto, no âmbito do Festival DDD – Dias da Dança, da seguinte forma: “Quatro bailarinos portugueses e um coreógrafo brasileiro – numa linguagem artística que não expressa a palavra, mas sim o que ela quer ou que não consegue dizer: a dança – enveredam pelo questionamento que atravessa toda a peça e que incide sobre a violência.

Corpos e movimento, que através da sua singular comunicação expõem géneros, níveis e questões inerentes à ausência e à presença dessa violência. A violência no ser, do ser. A violência perpetrada ao mundo, do mundo a cada um. A violência de viver ou de perder a vida. A violência enquanto sentimento humano. Na tentativa, por vezes, ingénua, de procurar ou encontrar uma solução, seja pelo confronto ou pela poesia, quatro bailarinos revelam aos poucos e, inusitadamente, as diferenças entre eles.”

O Diário de Notícias publicou que, “Segundo o coreógrafo, como o Brasil "está num momento muito confuso, muito delicado", as pessoas que vão assistir ao espetáculo consideram que ele tem "um frescor", que é "pelo menos uma coisa leve" que lhes está a acontecer.

"Aqui não", sublinhou, explicando que os bailarinos precisam de muita técnica para não irem parar ao hospital depois das várias quedas e confrontos que têm no palco, com o objetivo de "dar veracidade a tudo o que está a acontecer".

"Tem que saber levar porrada, mas tem que saber dar, para não machucar o companheiro. Tem toda essa técnica dentro da fisicalidade", disse Henrique Rodovalho, acrescentando que, ao mesmo tempo, os bailarinos têm que ter também "a técnica da dança contemporânea, que está inserida em vários momentos".

Em palco, haverá "desde violência de posicionamento, de um se sentir superior ao outro, até violência entre homem e mulher, auto violência", com os quatro bailarinos a mostrarem várias diferenças entre si.

"É difícil definir, mas é uma coisa que eu fui trabalhando em várias camadas. Cada um vai ter uma leitura, mas o espetáculo é no sentido de provocar isso mesmo, essa avaliação do que é que está a acontecer", frisou.”

COREOGRAFIA, CENOGRAFIA E DESENHO DE LUZ

Henrique Rodovalho

MÚSICA

Dawn of Midi: Io, Ymir, Moon, Atlas e Dysnomia (do álbum Dysnomia);

Ryuichi Sakamoto: Walker, Andata, Disintegration e Ubi (do álbum Async);

Silva: Nada será mais como era antes, Milhões de Vozes e Brasil, Brasil (do álbum Brasileiro)

INTERPRETAÇÃO

Margarida Belo Costa, Miguel Oliveira, Miguel Santos e Teresa Alves da Silva

PRODUÇÃO

Companhia Paulo Ribeiro

COPRODUÇÃO

Teatro Viriato e Teatro Nacional São João

A Companhia Paulo Ribeiro é uma estrutura financiada pela DGARTES

Bilhetes à venda (6,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

LEITE-CREME, DOCE DE PONTE DE LIMA É MARAVILHA DOCE DE PORTUGAL

Doce de Ponte de Lima - Leite-creme nas finais distritais das “7 Maravilhas Doces de Portugal”

De textura leve e aveludado, o Leite-creme é a sobremesa de eleição da Gastronomia Limiana e está apurado para as finais distritais do concurso as “7 Maravilhas Doces de Portugal”.

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Confecionado com base na qualidade dos produtos endógenos desta Terra de saberes e de sabores, a receita do Leite-creme assenta numa herança que transitou entre famílias, atraindo todos aqueles que gostam de doces e que não podem deixar de saborear a textura do leite-creme queimado pela férrea - um ferro em brasa com o qual se queima açúcar espalhado à superfície do creme. “Sarrabulho sem remate de leite-creme é como mesa sem pão, que só no inferno a dão”, escrevia o poeta Manuel Couto Viana, conferindo a excelente combinação do leite-creme com o ex-libris da Gastronomia limiana.

A restauração da vila continua a confecionar esta especialidade gastronómica confirmando Ponte de Lima como um dos maiores Polos Gastronómicos de Portugal!

De acordo com o regulamento do concurso os 140 doces apurados para as finais distritais, vão ser votados pelo público em 20 programas de daytime, a emitir em direto pela RTP, nos meses de julho e agosto. De cada programa na RTP sai um pré-finalista que passa às semifinais.

A Gala Finalíssima decorre a 7 de setembro de 2019 e será transmitida pela RTP1, em horário nobre. Dos 14 finalistas apurados vão ser eleitos 7 doces pelos portugueses como 7 Maravilhas de Portugal®.