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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BANDA DE MÚSICA DE PONTE DE LIMA COMEMORA 229 ANOS DE EXISTÊNCIA

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No livro "Apontamentos Históricos da Vila de Ponte de Lima – Banda de Ponte de Lima", compilado por A.M.S.C., datado de Junho de 1977, arquivado na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, pode ler-se: "Pelos documentos existentes no Arquivo Municipal desta Vila, prevê-se que a primeira banda fundada nesta vila, que data dos anos 1788 a 1790."

A partir de 1850, a Banda de Música de Ponte de Lima, após algum tempo de actividade, passou a estar ligada aos Bombeiros até 1900. No princípio do ano de 1979, por iniciativa de alguns músicos e amigos, foi constituída a associação "Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima", na qual está integrada a Banda de Música de Ponte de Lima, e cujos estatutos foram publicados no Diário da República, III Série, Nº117, de 22 de Maio de 1979. Em 2 de Outubro de 1987 foi atribuído ao "Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima" o estatuto de Entidade de Utilidade Pública assinada pelo Exmo. Sr. Primeiro-Ministro Dr. Aníbal Cavaco Silva e publicada no Diário da República, II Série, Nº239, de 17 de Outubro de 1987.

É associada de pleno direito da Federação Regional de Bandas Filarmónicas do Minho com o Nº4 e é também associada do INATEL.

A Banda de Música de Ponte de Lima está a passar e tem passado por diversos momentos triunfais devido à regência de digníssimos maestros, ao empenho dos músicos executantes e à dedicação e alegria com que todos envergam a farda. Actualmente a Banda de Música de Ponte de Lima é dirigida pelo jovem Maestro limarense Gaspar André Fernandes Pereira Lima.

Tem como director artístico o digníssimo Maestro Major José Custódio da Silva Gonçalves. Já participou em vários certames e festivais tanto a nível nacional como internacional, dentre os quais podemos destacar: Festival de Bandas do Alto Minho; Covões (Coimbra); Mimosa 81; Aniversário da Banda de Espinho; Festival de Ponte de Lima (1991); Festival de Bandas de Vila Nova de Cerveira (2010). Gala Dançante; Pontevedra; Porrinho; Rosal, Beade e Las Neves, estes últimos em Espanha.

A Banda de Música de Ponte de Lima é presença assídua nos "Concertos de Inverno" realizados pela Câmara Municipal de Ponte de Lima. Tem um repertório muito diversificado, do clássico ao ligeiro, contando também com marchas, rapsódias e tudo o que é habitual tocarem nas bandas filarmónicas.

A Banda de Música de Ponte de Lima é composta por cerca de 75/80 elementos na sua maioria jovens, de ambos os géneros. A média de idade dos seus executantes ronda os 24 anos tendo sido formados na Escola de Música da Banda de Música de Ponte de Lima.

A nossa banda tem uma Escola de Música que funciona todo o ano, aos Sábados de manhã e de tarde, de maneira quase gratuita, basta os pais serem sócios. A finalidade desta escola é formar alunos para que sejam integrados na nossa banda.

É objectivo da Banda de Música de Ponte de Lima e da Associação do Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima desenvolver na população o gosto pela música, desenvolver nas crianças e jovens o grau de autonomia, de responsabilidade e laços de solidariedade, ocupar os jovens em actividades úteis para que se possa construir uma sociedade melhor. É também prioridade da nossa Banda divulgar cada vez mais a Nossa Terra, a antiquíssima e maravilhosa Vila de Ponte de Lima.

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PONTE DE LIMA DANÇA NO FOLKLOURES'20

Grupo Etno-Folclórico de Refóios do Lima vai a Loures participar no FolkLoures’20

Este Grupo Etno-Folclórico, esta situado na freguesia de Refoios do Lima concelho de Ponte de Lima. Refoios, terra cheia de beleza natural e de muita riqueza, desde as suas tradições á sua cultura, na arte e nos seus monumentos.

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O grupo nasceu com o objetivo de preservar e divulgar as tradições mais antigas da sua terra, entre elas o folclore.

Tendo feito a sua primeira atuação ao publico no dia 7 de agosto de 2005 e apresentado o seu primeiro cd. A partir dessa data o Grupo tem sido solicitado para várias atuações, tem corrido o país de norte a sul, contando com várias saídas ao estrangeiro. Atualmente o grupo é constituído por aproximadamente 48 elementos, que convivem em espirito de família e que tem enorme alegria a reviver e interpretar estas tradições, e pretende leva-las a todos aqueles que as queiram acolher e apreciar.

Desde então o grupo já gravou mais dois CDs com musicas tradicionais. Tem três dvds gravados um com a recriação tradicional da matança do porco. E os dois mais recentes gravados em dois mil e treze que retratam os “usos e custumes” dos anos 50/60. E na comemoração do seu décimo aniversário a presentou um livro (Década de Cor) que anuncia os dez anos de existência do grupo.

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LIMIANOS DANÇAM NO FOLKLOURES’20

Grupo Etno-Folclórico de Refóios do Lima vai a Loures participar no FolkLoures’20

Este Grupo Etno-Folclórico, esta situado na freguesia de Refoios do Lima concelho de Ponte de Lima. Refoios, terra cheia de beleza natural e de muita riqueza, desde as suas tradições á sua cultura, na arte e nos seus monumentos.

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O grupo nasceu com o objetivo de preservar e divulgar as tradições mais antigas da sua terra, entre elas o folclore.

Tendo feito a sua primeira atuação ao publico no dia 7 de agosto de 2005 e apresentado o seu primeiro cd. A partir dessa data o Grupo tem sido solicitado para várias atuações, tem corrido o país de norte a sul, contando com várias saídas ao estrangeiro. Atualmente o grupo é constituído por aproximadamente 48 elementos, que convivem em espirito de família e que tem enorme alegria a reviver e interpretar estas tradições, e pretende leva-las a todos aqueles que as queiram acolher e apreciar.

Desde então o grupo já gravou mais dois CDs com musicas tradicionais. Tem três dvds gravados um com a recriação tradicional da matança do porco. E os dois mais recentes gravados em dois mil e treze que retratam os “usos e custumes” dos anos 50/60. E na comemoração do seu décimo aniversário a presentou um livro (Década de Cor) que anuncia os dez anos de existência do grupo.

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"VERTIGEM (IR) REVERSÍVEL" FOI O JARDIM MAIS VOTADO PELO PÚBLICO NO FESTIVAL INTERNACIONAL DE PONTE DE LIMA 2019

Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima 2019 – O Jardim mais votado pelo público - “Vertigem (IR) Reversível”

Os visitantes do Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima 2019, 15ª edição sob o tema “Os Jardins do Fim do Mundo” votaram maciçamente no Jardim “Vertigem (IR) Reversível” que nos reporta para uma viagem até ao juízo final.

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De autores portugueses, a conceção da ideia pertence a dois jovens investigadores, naturais de Barcelos, que em comum partilham a paixão pela jardinagem amadora. E sobre a sua criação consideram que retrata uma “viagem metafórica ao juízo final, onde no purgatório somos confrontados com a dicotomia resultante da nossa inação, quando restam dois minutos para a meia-noite, ou catástrofe global. Mas resta ainda esperança, caso deixemos de ignorar os pecados do capital.”

Confira a apresentação do jardim aos visitantes:

Num ímpeto laicizador do juízo final, apresenta-se o Jardim • Vertigem (ir)reversível. 

De simetrias curvilíneas e proporções áureas, o Jardim de biomas em transmutação (de)gradativa baliza-se entre a pureza do alfa (α) argênteo e a decadência do ómega (Ω) ferrugento, entreligadas pelo passeio pecaminoso plúmbeo e pela contracorrente purificante alva. O declive e as linhas suaves convergem para o ponto focal e elevado do Jardim, conferindo ao purgatório vertiginoso a sensação de precipício. Ascendendo-o, é-nos revelado, através da porta abissal com chaves do céu, a dicotomia premente quando restam 2 minutos para a meia-noite... 

As balizas gregas aludem ao Mundo como o principiamos a conhecer e como o findamos a corromper. No percurso sinuoso, deambula-se sobre os 7 pecados do capital que compendiam as causas que aproximam perigosamente a catástrofe global, advinda das alterações climáticas e da sexta extinção em massa. Encontram-se subtérreos sendo alumiados lívida e tremulamente, como metáfora da hipocrisia em ignorar o que nos encandeia reiteradamente. No riacho serpenteante, lava-se os pecados explícitos com virtudes implícitas, especialmente daqueles que os encaram e não os recalcam. 

As transmutações nos biomas ajardinados são apanágios da inépcia (α→Ω) e da esperança (α←Ω) humanas. Os biomas assemelham-se a embriões (umbilicados à dupla hélice vital), para relembrar que se está a privar de futuro o futuro de nós. Com as alterações climáticas, o Mundo e a Vida não perecerão mas desfigurar-se-ão! O que hoje é tropical irisado, amanhã poderá ser mediterrâneo perfumado; e o que é este último, poderá ser desértico sequioso. O contralateral é a crença da reversão climática, onde o hoje, quiçá depois de amanhã, voltará a hoje. 

Envolto por uma atmosfera transcendental, o purgatório acolhe os incautos. Os 3 degraus elevam à porta a apontar ao céu, cujas fechaduras aludem à dicotomia angustiante abaixo: paraíso vs. inferno. Lá, no abismo, o relógio Dalíano sobre a balança da justiça pende o destino para o negrume desvitalizado. Marca 23h:58min, em acerto com o Relógio do Apocalipse, onde a meia-noite eufemiza a catástrofe global antropogénica. Mas o prato da direita está vago! Com máxima urgência onere-se-o com economia verde, circular e sustentável, ética e educação, que certamente a balança equilibrar-se-á. A Vertigem é, afinal, Reversível!

Quase como sendo premonição, o jardim mais votado, vai continuar em exposição na 16ª edição do Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima, em 2020, enquadrando-se no tema escolhido “As Religiões nos Jardins”.

A segunda preferência do público recaiu sobre o “Jardim da Amizade” que reflete um jardim rico em elementos da cultura oriental com apontamentos da cultura portuguesa. Este jardim, tem o intuito de enaltecer as relações entre Portugal e China, reconhecendo o seu valor cultural e histórico. Dá relevo também à coragem dos Portugueses em navegar por mares desconhecidos e conhecer outros povos e também à fusão com as tradições Chinesas. Cada elemento contemplado neste jardim tem um significado histórico e cultural para os macaenses, chineses e portugueses. 

A seleção das novas propostas para a edição 2020, que tem como tema As Religiões nos Jardins, decorrerá no corrente mês.

Para mais informações consulte: www.festivaldejardins.cm-pontedelima.pt ou através do email: festivaldejardins@cm-pontedelima.pt.

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JOAN AS POLICE WOMAN | JOANTHOLOGY EM PONTE DE LIMA

16 de Novembro – 22h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

No próximo sábado, 16 de Novembro, às 22h00, um dos momentos mais esperados da programação do Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, em 2019 e na presente temporada – o concerto de Joan as a Police Woman, na tour Joanthology.

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A estado-unidense Joan Wasser é Joan as Police Woman. Desde Real Life, o primeiro disco, passaram-se 7 álbuns e 15 anos de canções que agora nos aparecem embrulhados numa antologia com nome próprio.

Joanthology, fonética feliz para brincar com a ideia de selecção e mistura de alguns momentos do percurso a solo desta violinista de formação — que trabalhou com Antony and the Johnsons, Rufus Wainwright ou Elton John —, é uma retrospetiva em 3 CDs que também inclui inéditos, uma versão de Prince e uma secção Live at the BBC.

Joan As Police Woman lançou em Maio a sua primeira antologia, que reúne trinta das suas maiores canções, entre raridades e material nunca lançado.

Esse registo retrospectivo concentra os melhores momentos de 15 admiráveis anos de escrita de canções.

Pensando nisso, Joan Wasser decidiu seguir estrada fora apresentando a sua música despida até à sua essência, ao piano e à guitarra.

Em Ponte de Lima, Joan As Police Woman apresentar-se-á a solo, um formato há muito desejado pelos seus seguidores desde que lançou o seu disco de estreia, Real Life, em 2006.

E, provavelmente, ainda haverá tempo para algumas versões de um segundo disco dedicado às covers que se prepara para lançar num futuro breve.

Bilhetes à venda (10,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

“A CRIATURA”, A PARTIR DE “QUANDO NÓS, OS MORTOS, DESPERTARMOS” | COMPANHIA DE TEATRO DE BRAGA

15 de Novembro – 22h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

Na próxima sexta-feira, 15 de Novembro, às 22h00, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, a Companhia de Teatro de Braga apresenta A Criatura, a partir de Quando Nós, os Mortos, Despertarmos, de Henrik Ibsen, com encenação de Lelio Lecis, Director da Companhia de Teatro Akroama (Itália), com interpretação de António Jorge, Eduarda Filipa, Rogério Boane e Solange Sá.

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O espectáculo centra-se no conceito de criação artística, analisando a delicada sintonia que se cria entre o autor e seu trabalho. Lelio Lecis transporta o público para a última história contada por Ibsen, com o espectáculo A Criatura, uma obra dedicada à arte, aos sonhos e aos impulsos de paixão, onde a loucura e a morte se conectam com o sentido mais profundo da criação artística.

"A criação artística é para o seu criador a única possibilidade de comunicar o seu mundo aos outros, mas também a si mesmo", explica o encenador, reflectindo sobre a intimidade da relação que é criada entre o artista e a sua "criatura".

No geral, o trabalho representa a reflexão de uma extrema meditação feita pelo autor sobre si mesmo e sobre a sua própria arte, através do personagem de um famoso escultor (Rubek), actualmente idoso, que descobre ter sacrificado o amor pela arte e a própria arte pelo sucesso, acompanhado por imagens fervorosas, numa cadeia de actos de absoluto egoísmo. O escultor torna-se, de facto, famoso em todo o mundo, principalmente pela sua escultura sobre a ressurreição, que representa uma jovem mulher que se eleva em direcção ao céu, a partir de um pedestal que parece uma terra povoada por seres humanos semelhantes a animais. Na realidade, o escultor deve sua fama mais ao pedestal do que à estátua.

O professor Rubek, o orgulhoso herói do drama, o homem que acredita ter conquistado a imortalidade e a glória, descobre nunca ter vivido. Então, ele tenta acordar do seu sono profundo, apenas para se entregar à morte.

Apesar das raízes nórdicas do espectáculo, o encenador consegue recriar no palco o sabor da terra da Sardenha: na verdade, da Sardenha respiram-se as luzes, os silêncios, a linha do horizonte, um nervosismo que nunca se torna neurose e o tempo que se divaga lentamente.

Lelio Lecis, que há anos estuda a relação entre o artista e a obra de sua criação, encontrou numa história do século XIX – a mesma que inspirou Ibsen na escrita de "Quando Nós, os Mortos, Despertarmos" – uma representação eficaz desse delicado relacionamento.

Ficha Técnica e Artística

Adaptação – Lelio Lecis [a partir de Henrik Ibsen “Quando Nós. os Mortos. Despertarmos”]

Tradução – Ana Cruz

Encenação – Lelio Lecis

Cenografia e Figurinos – Valentina Ena

Guarda-Roupa – Manuela Bronze e Mónica Melo

Confecção Figurinos – Manuela Lopes e Mónica Melo

Desenho de Luz – Lelio Lecis

Projecção Laser – João Moura

Design Gráfico – Carlos Sampaio

Fotografia – Eduarda Filipa

Operação de Luzes – Vicente Magalhães

Operação de Som – João Chelo

Captação de Som da personagem "Gerente" – Luís Rosa Lopes

Voz-off da personagem "Gerente" – Rui Madeira

Elenco – António Jorge, Eduarda Filipa, Rogério Boane e Solange Sá

Director Técnico do Theatro Circo – Celso Ribeiro

Maiores de 14 anos

Bilhetes à venda (4,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt

OFICINAS CULTURAIS DO CIT SOMAM NOVO SUCESSO

O Centro de Interpretação do Território (CIT) – espaço de promoção etnográfica do Município de Ponte de Lima – promoveu, no passado dia 09 de novembro, uma oficina cultural dedicada à confeção artesanal da broa de milho com passas e nozes cozida em forno antigo de lenha.

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Mais uma vez, a iniciativa registou uma enorme adesão, contando com a presença de 15 pessoas – sendo esta a lotação máxima permitida – que aprenderam e executaram todo o processo de cozedura tradicional da broa, desde a amassadura até ao momento da degustação. No final, os participantes foram presenteados com a receita utilizada para reprodução em ambiente familiar e receberam o habitual certificado.

A próxima oficina do CIT, agendada para o dia 14 de dezembro, pelas 14h00, será dedicada à confeção de um tradicional doce de Natal – as rabanadas –, atividade que encerrará a agenda de 2019. A participação é gratuita, mas carece de inscrição prévia através do preenchimento de um formulário disponibilizado para o efeito.

Renda-se aos sabores natalícios e garanta já o seu lugar em mais uma iniciativa de promoção gastronómica do CIT! Esperamos por si!

Centro de Interpretação do Território (CIT) de Ponte de Lima

Telefone: 258 240 215

E-mail: cit@museuspontedelima.com

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PONTE DE LIMA CONTINUA NA CRISTA DA ONDA

“Em Época Baixa, Ponte de Lima em Alta”: 2019 - 2020

O Município de Ponte de Lima apresenta publicamente o projeto “Em Época Baixa, Ponte de Lima em Alta” 2019 – 2020, no próximo dia 15, às 16 horas, no Centro de Interpretação do Território (CIT).

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Estimular a atratividade, e o apelo ao investimento, motivados pela conceção de dinâmicas diversas, combatendo a sazonalidade turística, é o principal objetivo do projeto ‘Em Época Baixa, Ponte de Lima em Alta’.

De referir que este projeto tem-se provado uma indubitável mais-valia, que cruza o campo económico, ao social, dinamizando o tecido empresarial do concelho nos seus vários setores.