Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

CANDIDATOS DO BLOCO DE ESQUERDA VISITAM COVAS E A SERRA D'ARGA

As candidaturas do Bloco de Esquerda de Viana do Castelo, Caminha e Vila Nova de Cerveira estão a organizar uma visita à Serra d´Arga e a Covas (Vila Nova de Cerveira), no próximo sábado, dia 31 de julho, com a presença do Eurodeputado do Bloco, José Gusmão. A visita de trabalho tem como objetivo a temática do lítio no Alto Minho.

14h30 - Encontro na Taberna do Horácio - EM552 19, Arga de Baixo

16 horas - Covas - (junto às minas)

A visita contará com a participação de ativistas na luta contra a exploração de lítio e associações locais, como a COREMA.

Capturargusmaovizela.PNG

FAMALICÃO: ESTELA QUER UM PARQUE LÚDICO, RADICAL E DESPORTIVO PARA FAMALICÃO E CALENDÁRIO

A candidata à União das Freguesias de Famalicão e Calendário apresentou projeto ambicioso para os próximos quatro anos

A criação de um Parque lúdico, radical e desportivo com cerca de 20 mil metros quadrados, no lado sul da cidade, para complementar as valências do Parque da Devesa, dotado de um parque infantil mais radical, rapel, zona de merendas, minigolfe, entre outros equipamentos, é apenas um dos projetos de Estela Veloso, para um próximo mandato à frente dos destinos da União de Freguesias de Famalicão e Calendário.

Famalicão e Calendário4 (2).jpg

A candidata da Coligação “Mais Ação, Mais Famalicão”, apresentou, na passada sexta-feira, no Parque da Juventude, a sua candidatura para os próximos quatro anos.

Para além do parque lúdico, radical e desportivo, Estela Veloso quer ainda avançar com “a valorização do Castro de S. Miguel, as obras de requalificação do Monte de Santa Catarina, melhorar a qualidade de vida aos moradores de Santo Adrião, melhorar ruas e acessibilidades”.

“Não ter medo de arriscar, ter coragem para avançar” são as palavras de ordem de Estela Veloso em Famalicão e Calendário. Uma mulher simples, mas determinada e ambiciosa que soma já 42 anos de apoio e trabalho na junta de freguesia. É autarca há 8 anos e conhece as suas gentes como a palma das suas mãos.

Para já, Estela conta com os votos assegurados do atual presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, e do candidato Mário Passos.

“A Estela terá o meu voto porque o merece, porque está a fazer um excelente trabalho, pela sua dedicação a terra. É uma autarca polivalente e ambivalente, capaz de atender a todas as necessidades”, elogiou Paulo Cunha.

Mário Passos, candidato à presidência da Câmara Municipal, pela Coligação Mais Ação, Mais Famalicão, destacou o projeto apresentado por Estela Veloso, sublinhando que será “um futuro de sonho para esta União de Freguesias”.

Sobre as eleições que aí vêm, Mário Passos disse “estar muito tranquilo com os resultados. O meu conhecimento do concelho, das pessoas que o compõem, do movimento associativo, da sua juventude dá-me uma enorme tranquilidade”.

Famalicão e Calendário2.jpg

Famalicão e Calendário4 (1).jpg

Famalicão e Calendário.jpg

DIA NACIONAL DA GALIZA JUNTA MILHARES DE PESSOAS EM COMPOSTELA

Miles de persoas defenden en Compostela unha nación galega “sen límites”

Unha maré volveu percorrer a capital galega, da Alameda ao corazón da zona vella, convocada polo BNG. Máis unha vez, a defensa da soberanía do pobo galego foi a cerna dunha mobilización que reivindicou o vello verso de Celso Emilio Ferreiro: “Común temos a Patria”.

2021072516394533675.jpg

Miles de persoas reivindicaron este domingo en Compostela unha “Galiza sen límites”, convocados polo BNG. A organización nacionalista convocara a se mobilizar na capital galega este Día da Patria Galega para defender o dereito a decidir do pobo galego e a resposta foi clara: unha maré de xente procedente de toda as as comarcas galegas, acudiu a Compostela. “Creo que había anos que non vía tanta xente”, confesaba Carme, de Vigo, que axiña engadía que “e levo vindo desde os 80, eh?”.

A precaución ante a Covid e a a anulación de Festigal e xantares e actos post-manifestación na Carballeira de Santa Susana semellan que non desanimaron á hora de acudira Compostela neste Día da Patria Galega. As estritas medidas contra o coronavirus fixadas polo BNG para esta mobilización levaron a que, ademais da tradicional da Quintana, se habilitase tamén a Praza de Praterías para o remate da mobilización. Tamén ficou pequena e houbo xente que non puido entrar nin nunha nin noutra. Problema? Ningún. Os que non puideron entrar pola limitación de capacidade ficaron na Rúa Nova: gaitas, bandeiras e cánticos para seguir a sumar festa e reivindicación.

“Non era para vir...pero vimos”. Iria e Miguel, de Ourense, recoñecen que até hai uns días non estaban moi convencidos de acudir á manifestación. Mais finalmente, “sabiamos que de non estar aquí iámonos arrepentir”, e acudiron.

Fonte: https://www.nosdiario.gal/

2021072516363468759.jpg

219738575_4238561622903316_8839757763309739316_n.j

PAREDES DE COURA PEDIU A REVISÃO DA LEI DA CONTRIBUIÇÃO PREDIAL EM 1900

Na sessão de 16 de Maio de 1900 da Câmara dos Senhores Deputados da Nação Portugueza, a Câmara Municipal de Paredes de Coura, pediu a revisão da lei da contribuição predial de 26 de julho de 1899, enviando para a mesa uma representação, termo então usual para identificar um pedido ou uma proposta.

A referida representação foi apresentada pelo sr. deputado Miguel Dantas e enviada á commissão de fazenda e mandada publicar no Diario do Governo.

A representação foi feita nos seguintes termos:

O sr. Miguel Dantas: - Mando para a mesa, e peço que seja publicada no Diario do governo, uma representação da camara municipal do concelho de Paredes de Coura, pedindo a revisão da lei de contribuição predial, de 26 de julho de 1899.

Capturardiarioparlamento1900dantas.JPG

ANTÓNIO XAVIER CORDEIRO – UM LIMIANO QUE FOI UM DOS FUNDADORES DO INTEGRALISMO LUSITANO – TEM O SEU NOME CONSAGRADO NA TOPONÍMIA DE LISBOA

A escassas dezenas de metros da Avenida da República e da Praça de Londres, o bairro do Arco do Cego é considerado o percursor da habitação social em Lisboa. Projectado durante a Primeira República, a sua construção só veio a ser concretizada em pleno Estado Novo. De ruas pacatas e estreitas, consagra numa das suas artérias o nome de Xavier de Sousa, um limiano que foi um dos fundadores do Integralismo Lusitano. Mas, afinal quem foi Xavier Cordeiro?

Xavier-Codeiro.jpg

“Nasceu na freguesia de Arcozelo (Além-da-Ponte), em 9 de janeiro de 1880. Era filho do Dr. António Xavier de Sousa Cordeiro (oriundo de uma distinta família de Leiria), juiz da antiga Relação dos Açores e Delegado do Procurador Régio na Comarca de Ponte de Lima, e de D. Claudina Elisa Garcia Cordeiro.

Fez os seus estudos preparatórios nos liceus de Lisboa, Faro e Santarém. Em 1897, matricula-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e conclui o curso em 1903.

Casa em 1905 com D. Maria Helena Taborda Bom de Sousa, na freguesia de Nossa Senhora da Lapa em Lisboa, de quem teve dois filhos - António Carlos e Maria Amélia.

Ao longo da sua vida profissional desempenhou o cargo de professor e diretor da reputada Escola Nacional, dedicando-se simultaneamente à advocacia.

Em 1907 é nomeado para o lugar de oficial da Direção-Geral da Instrução Pública, cargo onde se manterá até à sua morte.

Adriano Xavier Cordeiro foi um dos fundadores do Integralismo Lusitano, conjuntamente com António Sardinha, Alberto Monsaraz, Luís de Almeida Braga, João do Amaral, Simão Pinto de Mesquita e Hipólito Raposo e participou na conferência da Liga Naval Portuguesa sobre a “Questão Ibérica”, a quem coube a parte relativa ao Direito e às Instituições dos dois estados peninsulares, mais concretamente sobre os direitos de Portugal à sua livre existência como nacionalidade.

Em 1917 profere na Associação de Advogados de Lisboa a conferência “O problema da vinculação” (publicada em dois volumes). Seguem-se outras conferências, designadamente “Palavras sobre a arte do povo” proferida na abertura de uma exposição de indústrias regionais portuguesas, na qual realça “com o fervor de um apóstolo e o escrúpulo literário de um verdadeiro estilista”.

Foi nomeado pelo então Ministro da Justiça, Dr. Osório de Castro, para elaborar o projeto da instituição do Casal de Família em Portugal, que é apresentado em sessão do senado de 8 de janeiro de 1919.

Faleceu no Porto em 11 de setembro de 1919, representando a sua morte uma verdadeira perda nacional.”

Fonte: https://arquivo.cm-pontedelima.pt/

RuaXavier Cordeiro.jpg

MAXIMINOS, SÉ E CIVIDADE: SECO MAGALHÃES APRESENTA LISTA INDEPENDENTE EM TRIBUNAL

João Seco Magalhães apresentou hoje, ao princípio da tarde, a sua lista à Assembleia da União de Freguesia de Maximinos, Sé e Cividade nas próximas eleições autárquicas, acompanhada de 655 assinaturas de apoio. É a primeira lista de um grupo independente a uma União de Freguesias no concelho de Braga.

IMG_7226.jpg

O candidato queria fazer uma surpresa aos funcionários do Tribunal Cível de Braga — com oferta de uma garrafa de azeite e uma chouriça — mas estes invocaram a lei para rejeitar este gesto de boa vontade, imagem de marca da candidatura que tem a abelha como símbolo.

Nas anteriores eleições, João Seco Magalhães levava um bolo e champanhe para celebrar o seu aniversário, porque apresentava sempre a sua lista a 3 de Agosto, com os funcionários judiciais, mas hoje não foi possível esse gesto de simpatia.

A comitiva era constituída pelo candidato e os seus mandatários (Helena Correia e Joaquim Vilaça, da candidatura e das finanças, respectivamente) que após as formalidades, regressaram à sede na Rua Cruz de Pedra, 143, em Maximinos.

A lista de João Seco Magalhães obteve, em 2017, quase dois mil votos (27,1 por cento), ficando a trezentos votos da lista vencedora, liderada por Luís Pedroso, que volta a ser candidato pelo PSD/CDS/PPM  para a Assembleia de Freguesia  da União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade.

Natural de Maximinos, João Seco Magalhães estudou na Escola Carlos Amarante e no Colégio Dom Diogo de Sousa. Depois de cumprir o serviço militar, durante seis anos, dedicou-se ao comércio de azeite. Entre 2001 e 2013 exerceu o cargo de presidente da Junta de Freguesia de Maximinos,  tendo como prioridades a área social e o ambiente.

Apresenta-se com larga experiência que considera uma “inegável mais valia para enfrentar e ajudar a resolver os problemas da vida dos seus concidadãos” e define-se como um “homem de palavra e de trabalho”.

O movimento Servir Maximinos, Sé e Cividade assume o compromisso de  “centrar as suas ações no serviço,  atendimento  e resolução dos problemas das pessoas e instituições sociais, culturais e recreativas, fortalecendo ainda o voluntariado e a formação, entendendo que trabalhando em articulação conseguiremos atingir os melhores resultados”.

A área social e  ambiental  será prioritária na atuação do movimento Independente Servir Maximinos Sé e Cividade  e a “nossa experiência é uma mais valia para enfrentar,  ajudar e cooperar  na resolução dos constrangimentos da vida das pessoas que aqui vivem”.

Segundo fonte do Tribunal Cível de Braga, já foram apresentadas mais duas candidaturas de Independentes no concelho de Braga, para as freguesias de Pedralva e União de Lomar e S. Paio d'Arcos.

IMG_7221.jpg

ANTÓNIO NORTON DE MATOS – UM TESTEMUNHO DO DR. JOSÉ RIBEIRO E CASTRO

222431878_4726332424047091_6117411140205606495_n.j

Estava doente há já algum tempo. Hoje, deixou-nos. Que Deus o guarde, como merece. Foi um homem de mão cheia, um encanto de pessoa: sereno, discreto, generoso, amigo, bem humorado.

Conheci o António Norton de Matos – o “senhor engenheiro”, como os mais novos o tratávamos -, quando ele foi deputado do CDS na Assembleia Constituinte, em 1975/76. Depois, fiquei a conhecê-lo muito bem, quando foi meu diretor na “Democracia 76”, o órgão oficial do partido, durante o período de um ano e oito meses em que se publicou (1976/77). Esta fotografia é desse período, em 1976, quando ele tinha pouco mais de 40 anos – é tirada do n.º 8 da revista, Agosto/Setembro 1976.

O órgão inicial do CDS, o jornal “Democracia 74”, foi literalmente soterrado pelos dois assaltos ao “Caldas”, a sede nacional do partido, no 4 de Novembro (1974) e no 11 de Março (1975). Os assaltos dos extremistas de esquerda vandalizaram a sede e com particular intensidade o rés-do-chão, onde o jornal era produzido. O parque de máquinas foi destruído e houve perda de muitos materiais. Recomeçar era difícil e o CDS tinha poucos recursos. À segunda foi pior. A seguir ao 11 de Março, só sairiam mais dois números, produzidos fora. Esse quinzenário original acabou ao fim de dez edições.

A seguir ao 25 de Novembro, formei uma pequena equipa de gente nova que propôs a retoma do jornal, agora em formato de revista mensal. O projecto foi aprovado pela direcção do CDS, nascendo, assim, a “Democracia 76”, composta e impressa (ainda a chumbo) numa tipografia – a Neogravura – ao pé da Basílica da Estrela.

Eu tinha 22 anos. A direcção do partido escolheu o Eng.º António Norton de Matos como uma espécie de nosso tutor. Era o director. Fiquei como sub-director e o resto da equipa na redacção.

Foi um projecto que nos realizou e nos ajudou a crescer: o João Mattos e Silva, o José Pedro Barretto, o Jaime Almeida Ribeiro e o José Theotónio (mais tarde, o António Câmara de Oliveira) – a que acresciam, o José Almeida Ribeiro (cartoonista), o José Manuel Vasconcelos (fotógrafo) e Luís Moreira (gráfico). Destes, já morreram três. Além da revista, todos asseguravam em permanência o funcionamento do mítico DOP, que conduzia toda a comunicação do partido, sob a supervisão do Vice-Presidente, o Adelino Amaro da Costa.

O António Norton de Matos era um director amigo e encorajador. Não houve uma única divergência e, quando as dificuldades apertavam, lá estava a dar-nos ânimo. Com formato modesto, que os recursos eram muito escassos, a revista era apreciada pelos militantes e simpatizantes e houve algumas edições que marcaram, embora sem nunca alcançar o impacto da “Folha CDS”, que também produzíamos no DOP, de que eu era director. Da “Democracia 76” publicaram-se 22 números, até ter de deixar de publicar-se por falta de capacidade financeira. Passámos a ver-nos menos a partir daí.

Ficámos amigos para a vida. Cada encontro foi sempre uma festa, nas andanças minhas ou nas do “senhor engenheiro”, fosse em Lisboa, fosse em Ponte de Lima, terra a que realmente pertencia e de onde era originária a sua família.

Norton de Matos é um nome ilustre da vida portuguesa. E ele nunca o desmereceu. Pelo contrário, ficou como um seu príncipe, que é o que esta foto (por certo do José Manuel Vasconcelos) instantanamente nos lembra.

Fonte: https://www.facebook.com/jose.ribeiroecastro

NOTA DE PESAR DO CDS PELO FALECIMENTO DO ENGº ANTÓNIO NORTON DE MATOS

Foi com profunda consternação que no CDS recebemos a notícia da morte do Eng. António Norton de Matos.

Formado em engenharia química, foi fundador do CDS e deputado na Assembleia Constituinte, eleito pelo círculo de Viana do Castelo, tendo sido ainda diretor do jornal do CDS ‘Democracia 76.

António Norton de Matos foi um homem generoso e de fortes convicções: foi detido no cerco do Palácio de Cristal e votou contra a Constituição em 1976.

Para além da vida política, Norton de Matos desenvolveu extensa atividade profissional em diversas empresas nacionais, integrando a equipa que liderou a Expo 98.

À sua família, o CDS apresenta os sentimentos de pesar, saudade e gratidão pelos serviços prestados ao Partido e ao País.

antonio-norton-de-matos-696x592.png

MORREU ANTÓNIO NORTON DE MATOS

António Norton de Matos foi um dos fundadores do CDS

O fundador do CDS-PP António Norton de Matos, que foi também deputado à Assembleia Constituinte, morreu aos 86 anos, informou hoje o partido, que lamenta a morte e recorda-o como “um homem bom” e de “fortes convicções”.

antonio-norton-de-matos-696x592.png

Numa nota enviada à Lusa, a direção do CDS-PP, liderada por Francisco Rodrigues dos Santos, indica que “António Norton de Matos foi fundador do CDS e Deputado na Assembleia Constituinte, eleito pelo círculo eleitoral de Viana do Castelo, tendo sido diretor do jornal do CDS Democracia 76”.

“Nascido a 15 de fevereiro de 1935, em Lisboa”, o histórico dirigente era “formado em engenharia química” e, “para além da vida política, desenvolveu extensa atividade profissional em diversas empresas nacionais, como administrador, e destacou-se também por integrar a equipa que liderou a Expo 98”.

A nota dá também conta que “nos últimos anos, desenvolveu atividade agrícola em Moreira do Lima, na propriedade da sua família”.

Fonte: https://sintranoticias.pt/

QUEM FOI RAIMUNDO ENNES MEIRA – MAJOR DE ARTILHARIA – NATURAL DE AFIFE?

PT+AHM-DIV-1-35A-1-01-0012_m0001_derivada.jpg

PT+AHM-DIV-1-35A-1-01-0012_m0004_derivada.jpg

PT+AHM-DIV-1-35A-1-01-0012_m0005_derivada.jpg

PT+AHM-DIV-1-35A-1-01-0012_m0002_derivada.jpg

PT+AHM-DIV-1-35A-1-01-0012_m0003_derivada.jpg

Fonte: Arquivo Histórico-Militar

Raimundo_Enes_Meira.jpg

Raimundo Enes Meira (Viana do Castelo, Afife, 25 de Maio de 1866 — Viana do Castelo, Afife, 30 de Junho de 1946) foi um coronel da Artilharia do Exército Português e político ligado ao Partido Democrático de Afonso Costa. Eleito deputado e senador no Congresso da República entre 1915 e 1926, foi o principal organizador do Partido Democrático no Alto Minho.

Nasceu em Afife em 25 de Maio de 1866, filho de Joaquim Alves Meira e Custódia Enes Ramos Bezerra.

Alistou-se como voluntário no Regimento de Infantaria N.º 3 em 1886.

Foi 1.º Sargento Graduado Cadete no Regimento de Artilharia N.º 2. Concluiu o curso de Artilharia da Escola do Exército em 1893, sendo promovido a 2.º Tenente no mesmo ano. Serviu nos Regimentos de Artilharia N.º 3 e N.º 5.

Promovido a 1.º Tenente em 1895. Foi destacado, em missão de serviço, para o Estado da Índia em Maio de 1896 na brigada de artilharia de montanha, num corpo expedicionário comandado por S.A.R o Infante D. Afonso de Bragança e onde faziam parte Norton de Matos e Alfredo de Sá Cardoso. Retornou à metrópole em Novembro de 1897 para o Regimento de Artilharia N.º 3.

Promovido a Capitão em 1908 e no mesmo ano contrai matrimónio com Laura Pinto de Lemos Pereira. Recebeu a Medalha de Prata Rainha D. Amélia.

Em 1911 é destacado para o grupo de artilharia de montanha que é colocado na Serra do Gerês por motivos da 1ª incursão de Paiva Couceiro.

Nomeado em Junho de 1913, Governador-Civil do Distrito de Viana do Castelo, é destacado durante o mês de Julho para Governador-Civil do Distrito de Coimbra, por motivos de uma greve geral da cidade. Retorna em Agosto a Viana do Castelo, e exerce o cargo até Março de 1914

Eleito deputado por Viana do Castelo em 1915 pelo Partido Democrático.

Promovido a Major em 1916, é colocado no 1º Batalhão de Obuses de Campanha, embarca para França em 1917, integrado na 2ª Divisão do Corpo Expedicionário Português comandado pelo General Simas Machado. Em França passa pelos Regimentos de Artilharia N.º 6 e N.º 11. Promovido a Tenente-Coronel em Fevereiro de 1917, é transferido para o Estado-Maior de Artilharia de Campanha.

É desmobilizado em Outubro de 1918. Regressado a Portugal é nomeado 2.ºcomandante do Regimento de Artilharia N.º 6 (Serra do Pilar). A 17 de Maio de 1919 é feito Comendador da Ordem Militar de Avis e a 28 de Junho do mesmo ano Comendador da Ordem Militar de Cristo.

É eleito Senador por Viana do Castelo, nas listas do Partido Democrático em 1919, sendo reeleito em 1923 e 1925.

Promovido a Coronel em 1922, assume o comando do Regimento de Artilharia N.º 6 (Serra do Pilar). A 5 de Outubro de 1923 é elevado a Grande-Oficial da Ordem Militar de Avis. Recebeu ainda a Medalha de Ouro de Comportamento Exemplar.

Nomeado em 16 de outubro de 1924 governador de Timor, reorganiza as finanças da colónia, conseguindo equilibrar o orçamento. Cria o Imposto Predial rústico e urbano, o Imposto Industrial, cria em Díli a primeira feira agrícola-industrial naquela colónia e atribui as primeiras concessões para a prospecção de Petróleo naquela colónia.

Exonerado do cargo em junho de 1926 pelo governo saído da Revolução Nacional, é passado à reserva em fevereiro de 1927. Faleceu em Afife em 30 de junho de 1946.

Fonte: Wikipédia

APRESENTAÇÃO DA CANDIDATURA PARTIDO SOCIALISTA – MOVIMENTO VIZELA SEMPRE – VICTOR HUGO SALGADO > 2021

No seguimento da agenda de campanha para as Eleições Autárquicas 2021, terá lugar no próximo sábado, dia 17 de julho, a apresentação da candidatura PARTIDO SOCIALISTA – MOVIMENTO VIZELA SEMPRE – VICTOR HUGO SALGADO > 2021, que contará com a presença de José Luís Carneiro, Secretário-geral adjunto do Partido Socialista.

APRESENTAÇAO CANDIDATURA.jpg

Neste dia, para alem da apresentação do candidato à Câmara Municipal de Vizela, Victor Hugo Salgado, e do Candidato à Assembleia Municipal de Vizela, Fenando Carvalho, serão ainda apresentados os candidatos ás juntas de freguesia do Concelho, a saber

Pela União de Freguesias de Caldas de Vizela S. Miguel e S. João, José Armando Branco;

Pela União de Freguesias de Tagilde e Vizela S. Paio, António Ferreira;

Pela Freguesia de Santa Eulália, Manuel Pedrosa;

Pela Freguesia de Infias, Hélder Magalhães;

Pela Freguesia de Vizela Santo Adrião, João Costa.

A apresentação da candidatura contará ainda com a presença de Joaquim Barreto, Presidente da Federação Distrital de Braga do Partido Socialista.

Assim, a apresentação da candidatura do PARTIDO SOCIALISTA – MOVIMENTO VIZELA SEMPRE – VICTOR HUGO SALGADO > 2021 terá lugar às 21.00h, na Praça da República.

FAMALICENSES NO SISTEMA CONCENTRACIONÁRIO NAZI EM DESTAQUE NA EXPOSIÇÃO NA CASA DO TERRITÓRIO DE FAMALICÃO

A exposição estará patente de 18 de julho a 19 de dezembro na Casa do Território, Parque da Devesa

A exposição “Trabalhadores Forçados Portugueses no III Reich e os Famalicenses no Sistema Concentracionário Nazi”, originalmente criada pelo Instituto de História Contemporânea (IHC) para o Centro Cultural de Belém, em 2017, estará patente a partir do dia 18 de julho até ao dia 19 de dezembro, na Casa do Território, no Parque da Devesa. Esta aborda o tema dos portugueses que foram sujeitos a trabalhos forçados durante o sistema concentracionário do III Reich (1939-1945) e inclui um núcleo dedicado a famalicenses que passaram pelo sistema nazi durante este período.

DSC_7020.JPG

A investigação internacional, realizada por uma equipa do IHC da Universidade Nova de Lisboa – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, sobre os portugueses que se viram envolvidos no recrutamento para o trabalho forçado e nos campos de concentração do III Reich, desvendou caminhos que levam a afirmar que muitos portugueses não ficaram incólumes ao conflito, apesar de Portugal ter-se assumido como um país neutro na II Guerra Mundial. Os materiais expostos resultam da investigação realizada por uma equipa liderada por Fernando Rosas que, desde 2014, procura estudar as vítimas portuguesas do nazismo.

Um dos núcleos da exposição terá uma componente local e será dedicado a alguns famalicenses que a investigação revelou terem sido vítimas diretas do nazismo. Entre os trabalhadores portugueses identificados no decurso da pesquisa, um número assinalável é oriundo do concelho de Vila Nova de Famalicão e de outros concelhos do norte do país, o que orientou, num segundo momento, uma equipa de investigadores locais que trabalhou, em estreita colaboração com a equipa de investigação referida, para clarificar o contexto social e económico do território famalicense, as razões e rotas de emigração para França e compreender o envolvimento de famalicenses nas malhas do sistema concentracionário nazi.

A inauguração da mostra decorre no próximo sábado, dia 17 de julho, estando a sessão restrita a convidados devido à situação pandémica. A partir do dia 18 de julho, estará aberta ao público de segunda a quinta-feira das 09h30 às 13h00 e 14h00 às 17h30, assim como aos domingos das 14h30 às 18h30.

DSC_7057.JPG

FILIPE DE OLIVEIRA É O CANDIDATO SOCIALISTA À CÂMARA MUNICIPAL DE VIEIRA DO MINHO

PS lança “outdoor” de campanha: Filipe de Oliveira aposta nas cores de Vieira do Minho

“O presidente para servir Vieira do Minho” é o slogan do primeiro “outdoor” da candidatura do profissional de saúde e dirigente associativo Filipe de Oliveira à presidência da Câmara Municipal, pelo Partido Socialista (PS), que começa a ser instalado esta quarta-feira, 14 de julho, na vila de Vieira e nas freguesias do concelho.

Filipe de Oliveira _psvieiradominho_outdoor.jpg

O amarelo e o preto da bandeira do concelho vieirense são as cores dominantes da campanha socialista, “procurando traduzir a abrangência da candidatura”, explica Rui Mangas, engenheiro eletrotécnico da Siemens, que integra a comissão política do PS de Vieira do Minho e dirige a campanha socialista.

Ao lado do emblema do PS, o “outdoor” de Filipe de Oliveira exibe o brasão do concelho de Vieira do Minho, “transmitindo, assim, uma ideia de compromisso com a sua terra e com os vieirenses”, como realça Rui Mangas, enquanto o candidato à presidência do município aparece informal e sorridente, envergando uma camisa branca e olhando nos olhos dos eleitores.

“O nosso candidato tem uma longa experiência associativa e de trabalho pelo bem comum em Vieira do Minho. A sua liderança no CAVA, o Clube Amigos de Vieira, tem sido um grande exemplo de respeito pelos valores da democracia e de serviço à comunidade, nas áreas da cultura, do ambiente, do desporto adaptado. É esse trabalho de diálogo com todos os vieirenses que queremos na Câmara Municipal”, destaca Rui Mangas.

Para recuperar a autarquia de Vieira do Minho, perdida em 2013, o PS aposta em Filipe de Oliveira para a presidência da Câmara Municipal e em Hernâni Gouveia para a presidência da Assembleia Municipal. O PSD, por seu lado, vai concorrer sozinho, após divergências com o CDS, com quem esteve coligado nos últimos dois mandatos.

QUEM É FILIPE DE OLIVEIRA

Licenciado em Radiologia, Filipe de Oliveira, que completa 37 anos no próximo mês de setembro, é natural e residente em Vieira do Minho. Tem experiência autárquica como deputado municipal (2009-2017) e presidente da Assembleia de Freguesia de Vieira do Minho (2013-2017).

Foi vice-presidente do Vieira Sport Clube (2007-2009) e destacou-se em 2007 como porta-voz da Comissão de Utentes do Centro de Saúde de Vieira do Minho, defendendo uma saúde de proximidade para a população do concelho.

Filipe Oliveira é vice-presidente da Assembleia Geral da Santa Casa da Misericórdia local e presidente do Clube Amigos de Vieira (CAVA), associação que tem trabalho feito no concelho nas áreas cultural, social, desportiva e ambiental.

No âmbito das múltiplas atividades do Clube Amigos de Vieira, fundado em 2005, destacam-se as conferências do CAVA, organizadas pelo próprio Filipe de Oliveira, que, nos últimos 15 anos, levaram a Vieira do Minho figuras da vida nacional como Marcelo Rebelo de Sousa, Fernando Santos, Pedro Passos Coelho, Rui Rio, António Vitorino, Pedro Abrunhosa, Guilherme D’Oliveira Martins, Júlio Machado Vaz, entre muitas outras personalidades.

AUGUSTO CANEDO É O CANDIDATO DO BLOCO DE ESQUERDA À CÂMARA MUNICIPAL DE VILA NOVA DE CERVEIRA

O Bloco de Esquerda Viana do Castelo aprovou, recentemente o primeiro candidato à Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira. O candidato é Augusto Canedo, professor e artista, reside entre a cidade do Porto e Vila Nova de Cerveira. Licenciado pela Faculdade de Belas Artes do Porto, em 1985. No biénio 1992/94, realizou o curso de doutoramento, Universidade de Salamanca, em "Fenomenologia do comportamento criativo". Inicia a carreira de docente em 1983 no ensino secundário, tendo ainda sido assistente, (disciplina de pintura) entre 1985/1990 na ESAP (Escola Superior Artística do Porto) e entre 1997/2002, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

Augusto Canedo 1.5.jpg

A sua atividade estendeu-se ainda à dinamização de diversos projetos, designadamente desde 1994 da "POR AMOR À ARTE" (galeria), na direção da Associação Projeto, como diretor artístico da Bienal de Cerveira, entre 2008 e 2013, na revista Bombart e do parque de Esculturas da Porta do Mezio.
Em relação ao seu trabalho artístico, realizou exposições em Espanha, França, Itália, Holanda, Alemanha, Grécia, Áustria, Suécia, Macau, Angola, Brasil, Perú, Estado Unidos da América e Canadá.
É a primeira vez, que o Bloco de Esquerda concorre no município de Vila Nova de Cerveira.

BRAGA: SECO MAGALHÃES RECANDIDATA-SE A MAXIMINOS, SÉ E CIVIDADE

João Seco Magalhães apresentou sábado a sua recandidatura como cabeça de lista do Movimento Independente Servir Maximinos, Sé e Cividade, cuja sede de campanha é um antigo armazém de azeite e mercearia. A cada um dos presentes na sessão pública, na Rua Cruz de Pedra, 143, foi entregue uma garrafa de azeite e um chouriço, por entre críticas ao sistema partidário que coloca um garrote às candidaturas de independentes.

IMG_6997.jpg

O momento foi marcado pela apresentação dos mandatários da candidatura, Prof. Helena Correia e prof. Joaquim Vilaça. Seco Magalhães recusou-se a revelar quem apoia para presidente da Câmara Municipal de Braga, mantendo-se equidistante de todos os candidatos.

A lista de João Seco Magalhães obteve, em2017, quase dois mil votos (27,1 por cento), ficando a trezentos votos da lista venecdora, liderada por Luís Pedroso, candidato pelo PSD/CDS/PPM  para a Assembleia de Freguesia  da União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade.

Natural de Maximinos, João Seco Magalhães estudou na Escola Carlos Amarante e no Colégio Dom Diogo de Sousa. Depois de cumprir o serviço militar, durante seis anos, dedicou-se ao comércio de azeite. Entre 2001 e 2013 exerceu o cargo de presidente da Junta de Freguesia de Maximinos,  tendo como prioridades a área social e o ambiente.

Apresenta-se com larga experiência que considera uma “inegável mais valia para enfrentar e ajudar a resolver os problemas da vida dos seus concidadãos” e define-se como um “homem de palavra e de trabalho”.

A decisão de se recandidatar, argumentou Seco Magalhães, é  “ exclusivamente dos eleitores que acreditaram em nós para os representarmos nesta jornada de quatro anos, uma vez que o movimento Servir Maximinos, Sé e Cividade obteve uma votação com pouca margem de diferença  relativamente à da coligação atualmente no poder”.

“Com base no que nos transmitem os fregueses desta união de freguesias e na certeza de que não defraudaremos as suas espectativas,  damos o “pontapé de saída” para uma nova disputa com a coligação partidária no poder” — prosseguiu João Seco Magalhães que repete a abelha como símbolo da sua lista..

O movimento Servir Maximinos, Sé e Cividade assume o compromisso de  “centrar as suas ações no serviço,  atendimento  e resolução dos problemas das pessoas e instituições sociais, culturais e recreativas, fortalecendo ainda o voluntariado e a formação, entendendo que trabalhando em articulação conseguiremos atingir os melhores resultados”.

A área social e  ambiental  será prioritária na atuação do movimento Servir Maximinos Sé e Cividade  e a “nossa experiência é uma mais valia para enfrentar,  ajudar e cooperar  na resolução dos constrangimentos da vida das pessoas” através de “pessoas de palavra e de trabalho”.

“A ordem, a diligência, a cooperação, a nobreza, a organização e o trabalho” são os valores que defende pois a população “conhece-nos bem e nós conhecemos bem a população de  Maximinos, Sé e Cividade”.

IMG_6999.jpg

IMG_6985.jpg

IMG_6993.jpg

IMG_6980.jpg

IMG_6981.jpg

VIANA DO CASTELO: BLOCO DE ESQUERDA DEFENDE A CRIAÇÃO DE UM PROGRAMA AUTÁRQUICO PARTICIPATIVO

O Bloco de Esquerda de Viana do Castelo considera que a política local é a primeira linha na resposta aos anseios da população, habitação, água, coesão, transportes, ambiente e nos apoios socias, pelo que entendemos que é fundamental a construção de um Programa Autárquico Participativo que vá ao encontro das reais necessidades do concelho de Viana do Castelo.

1024px-Flag_of_the_Left_Bloc.svg.png

Para o Bloco de Esquerda, o programa autárquico é um instrumento orientador, que visa não só a construção de soluções sustentadas para os problemas que encontramos na nossa realidade local, como tenta ainda garantir um futuro mais digno e com qualidade de vida, a quem aqui habita, trabalha ou nos visita.

Neste sentido, a candidatura Bloco de Esquerda, em Viana do Castelo decidiu lançar nas redes sociais um apelo à participação cidadã, com o intuito de encontrar as melhores soluções para o nosso concelho. 

Para o Bloco, só quando escutamos e envolvemos a população com transparência no processo é que conseguimos aprofundar a democracia participativa, que é essencial para a mudança que queremos ver acontecer no nosso município. 

Podem consultar aqui o formulário. 

VIEIRA DO MINHO PRECISA DE TURISTAS INTERNACIONAIS PARA COMBATER A SAZONALIDADE

Turismo na agenda do candidato do PS à Câmara Municipal

“A qualificação dos produtos turísticos e a sua internacionalização são as soluções que podem combater a sazonalidade do turismo de Vieira do Minho, transformando o setor numa verdadeira alavanca da economia local.”

Filipe de Oliveira _ candidato Presidência Câmar

Quem o diz é Filipe de Oliveira, candidato do Partido Socialista (PS) à presidência da Câmara Municipal de Vieira do Minho, que nos últimos meses contactou de perto com os agentes turísticos e hoteleiros do concelho e ouviu especialistas do setor a operar na região.

“A Câmara Municipal de Vieira do Minho tem que ser um agente ativo na criação de infraestruturas que tragam valor acrescentado e capacidade de atração turística”, afirma Filipe de Oliveira, acrescentando que “os turistas internacionais são fundamentais para combater a sazonalidade”.

O candidato do PS preconiza para Vieira do Minho “uma aliança estratégica e sustentável entre o turismo, a ecologia, o ambiente e a agricultura biológica que seja benéfica para a qualidade de vida das pessoas que vivem no concelho e de quem escolhe o concelho para os seus tempos de férias e lazer”.

O ambiente articulado com o turismo sustentável e ecológico é um dos quatro eixos estruturantes do programa eleitoral que o PS de Vieira do Minho está a preparar, com base na audição dos agentes que atuam no terreno.

Numa conferência digital intitulada “Turismo e Ambiente em Vieira do Minho – Recursos Naturais, Ecologia e Sustentabilidade”, a candidatura de Filipe de Oliveira juntou como oradores agentes turísticos e ambientais como Cândido Mendes, presidente da Associação de Hotéis Rurais de Portugal, e Miguel Dantas da Gama, membro do Conselho Estratégico do Parque Nacional da Peneda-Gerês, Carine Silva, supervisora de empreendimento turístico, e Aurora Marques, diretora técnica de agência de viagens.

Todos reconheceram que as unidades turísticas e hoteleiras são importantes para a empregabilidade no concelho de Vieira do Minho e como agentes divulgadores e promotores dos produtos locais. Porém, o turismo de Vieira do Minho tem na sazonalidade “um forte obstáculo”.

“A internacionalização de Vieira do Minho é a solução para combater a sazonalidade”, frisa Filipe de Oliveira, preconizando um papel da Câmara Municipal “mais ativo na criação de condições de atratividade turística e na promoção do concelho”.

Foi também referida a necessidade da criação do cluster turístico regional, formado pelos municípios de Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro e Amares. Trata-se de um quadrilátero com cerca de 7 mil camas afetas à atividade turística. “É facilmente imaginável e expectável o valor económico e social que o ‘cluster’ turístico formado por estes municípios representaria e o fluxo internacional que proporcionaria para a região”, adianta Filipe de Oliveira.

A região turística em que se insere Vieira do Minho, que integra o Parque Nacional da Peneda-Gerês e a serra da Cabreira, dispõe de condições naturais privilegiadas: qualidade do meio ambiente, proximidade do aeroporto Francisco Sá Carneiro e proximidade dos centros urbanos do Porto, Guimarães ou Braga.

Filipe de Oliveira _ Candidato PS _ CM Vieira do M