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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CARTA AO MÉDICO VIMARANENSE ABEL SALAZAR

As imagens reproduzem uma carta sem remetente nem data, dirigida ao médico vimaranense Abel Salazar, através da qual se faz um relato de prisão e estadia na cadeia; adoecimento; poder Judicial de Braga.

Roga-se “a fineza de um prefácio ao poema “Voz que clama” e fazem-se referências ao jornalista João de Sousa Machado; à estadia na Casa de Saúde de S. João de Deus; ao falecimento do Dr. Andrade; Tenente Emanuel; ferimento a tiro de um “camisa azul” ou seja um nacional-sindicalista; Arnaldo Teixeira; e ainda ao semanário republicano “Maria da Fonte”, de Póvoa de Lanhoso.

Fonte: Fundação Mário Soares

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JOÃO PEREIRA BASTOS AGRADECE A BERNARDINO MACHADO A SUA PASSAGEM À SITUAÇÃO DE RESERVA MILITAR

A imagem reproduz uma carta de João Pereira Bastos endereçada a Bernardino Machado, em 26 de Fevereiro de 1932, agradecendo a sua passagem à situação de reserva militar.

A título de curiosidade, à data referida, já a ditadura militar instaurada em 1926 estava prestes a dar lugar ao regime do Estado Novo.

Fonte: Fundação Mário Soares

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300 ELEITORES INSCRITOS EM VIZELA PARA VOTO ANTECIPADO EM MOBILIDADE

No próximo dia 24 de janeiro terão lugar as eleições presidenciais, sendo que a Lei Orgânica n.º 3/2020, de 11 de novembro estabelece um regime excecional e temporário de voto antecipado para os eleitores em confinamento obrigatório e a Lei Orgânica n.º 4/2020, de 11 de novembro, alterou as diversas Leis Eleitorais e alargou o voto antecipado em mobilidade a todos os municípios.

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Assim, no próximo domingo, dia 17 de janeiro, terá lugar a votação antecipada em mobilidade no Edifício Sede da Câmara Municipal, para os cidadãos eleitores que tenham apresentado requerimento, sendo que se encontram inscritos 300 eleitores, sendo o maior número de sempre de votantes inscritos em voto antecipado em Vizela.

A votação decorrerá no próximo domingo, dia 17 de janeiro, no Edifício Sede da Câmara Municipal, entre as 08.00h e as 19.00h.

Os eleitores só podem entrar com máscara; têm de desinfetar as mãos antes de se dirigirem à mesa, antes de votar e depois de votar; devem manter o afastamento recomendado enquanto aguardam a sua vez para votar; e preferencialmente levar a própria caneta para votar. Os locais de voto (superfícies de toque frequente, cabinas de voto e casas de banho) serão desinfetados regularmente ao longo do dia. Os elementos das mesas de voto também usarão máscara e viseira ou óculos, luvas descartáveis e desinfetante.

Votar é um direito e um dever cívico, pelo que a Câmara Municipal de Vizela está a adotar todas as medidas para que, mesmo em tempos de pandemia, todos os vizelenses possam votar em segurança.

JOÃO FERREIRA FAZ CAMPANHA EM GUIMARÃES

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Há uns meses, ninguém pôde dizer "vai ficar tudo bem" no sector da cultura porque, na verdade, a situação já estava muito longe de ser boa.

No encontro que tive a noite passada, em Guimarães, os testemunhos de escritores, poetas, programadores culturais, do presidente do Grupo Folclórico Ceifeiras de Gondar, entre outros trabalhadores da cultura confirmam o agravamento brutal dessa já degradada situação.

As dificuldades extremas sentidas pela generalidade daqueles que, por todo o país, mantêm de pé este sector indispensável, não têm solução em anúncios inconsequentes de medidas avulsas.

Neste momento, é imperativo garantir o direito à cultura, concretizando esses apoios na vida destes trabalhadores.

João Ferreira

CANDIDATO JOÃO FERREIRA VISITOU ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO

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Hoje estive em Viana do Castelo, onde me encontrei com ex-trabalhadores dos Estaleiros Navais.

A história destes estaleiros é o retrato acabado da acção dos maiores liquidacionistas da Constituição da República Portuguesa, em confronto com os seus obreiros e guardiões.

Uma empresa pública de construção e reparação naval que foi alvo, com auge no governo PSD-CDS, de um assédio orquestrado para um único fim: liquidá-la e entregá-la — porque o mesmo trabalho que lá se fazia, foi necessário continuar a fazer — de bandeja aos privados.

Este chão molhado foi palco de uma brava resistência dos trabalhadores, carregando o peso histórico dos seus antepassados que, com o mesmo corpo faziam o mesmo trabalho e que, com aquelas mãos, alavancavam o futuro: seu, das suas famílias, desta cidade, do nosso país.

Os liquidacionistas conseguiram concretizar os seus objectivos. Mas este compromisso histórico, de cumprir em pleno o desígnio dos ENVC, não foi derrotado: vive, enquanto viver a memória deste povo.

Hoje trabalham nos estaleiros entre 800 a 1000 trabalhadores, sob a alçada da empresa privada West Sea. São, na maioria, trabalhadores com vínculos precários e subcontratados. Nos quadros da Martifer (empresa proprietária da West Sea), estão apenas cerca de 200.

João Ferreira

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CANDIDATO JOÃO FERREIRA VISITOU ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA EM VIANA DO CASTELO

Visitei esta manhã a Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Viana do Castelo

Aqui vemos um exemplo vivo da ligação do ensino superior e da ciência, à produção nacional (incorporando tecnologias e projectos ali desenvolvidos em empresas nacionais), à defesa do ambiente, ao combate às assimetrias regionais.

Ao contrário do subfinanciamento a que temos assistido, é fundamental valorizar o papel e o investimento nestas instituições, alavancas de desenvolvimento e do acesso ao direito constitucional à educação

João Ferreira

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PAREDES DE COURA: JÚLIO DE LEMOS ESCREVE A BERNARDINO MACHADO EM 1916

As imagens reproduzem uma carta “particular” de Júlio de Lemos, com o timbre da Câmara Municipal de Paredes de Coura, datada de 11 de Novembro de 1906, dirigida ao “camarada” Bernardino Machado, tratando de meios logísticos de apoio a uma deslocação excursionista de João Chagas a Viana do Castelo.

Fonte: Fundação Mário Soares

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VILA PRAIA DE ÂNCORA: BERNARDINO MACHADO RECEBEU EM 1914 PEDIDO DE "PROTECÇÃO" PARA UM EXAME

Bernardino Machado, então na chefia do governo, recebeu em 22 de Dezembro de 1914, da parte de José Mateus Barbosa, um pedido de protecção para o exame do filho, que se encontrava a estudar para praticante nos caminhos-de-ferro do Minho e Douro, na estação de Âncora.

Fonte: Fundação Mário Soares

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VICE-CÔNSUL DE PORTUGAL EM TUI PERGUNTOU A BERNARDINO MACHADO SE ENCONTRAVA-SE EM PAREDES DE COURA A FIM DE O VISITAR

As imagens reproduzem uma carta datada de 11 de Outubro de 1911, de Eduardo Carvalho, Vice-Cônsul de Portugal em Tuy (Galiza), endereçada a Bernardino Machado perguntando-lhe se este se encontrava em Paredes de Coura a fim de o visitar.

Refira-se que nesse ano, Bernardino Machado concorreu às primeiras eleições presidenciais que decorreram em reunião da Asseembleia Nacional Constituinte realizada em 24 de Agosto, tendo perdido as mesmas para o candidato Manuel de Arriaga.

Fonte: Fundação Mário Soares

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BERNARDINO MACHADO CARICATURADO SOBRE UM BOIÃO DE MANTEIGA DE PAREDES DE COURA

Bernardino Machado: “Um machado para a monarquia e um achado para a república”

A imagem reproduz uma caricatura da autoria de Francisco Valença, com texto de Albino Forjaz de Sampaio, datada de Junho de 1910, inserta na publicação “Varões Assinalados”, satirizando Bernardino Machado com a sua vestimenta característica, surge de pé sobre um boião onde se lê a incrição “Manteiga de Paredes de Coura” (numa alusão à sua actividade industrial). Em fundo, um barrete frígio resplandecente.

Fonte: Fundação Mário Soares

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FAFE: PCP PROTESTOU EM 1975 CONTRA O CONFISCO DE ARMAS AOS SEUS MILITANTES

Em 9 de Agosto de 1975, a Direcção da Organização Regional Norte do Partido Comunista Português endereçou ao Vice-Primeiro Ministro do Governo Provisório, Major António Arnão Metello, um telegrama em protesto contra o confisco de armas a militantes do Partido Comunista Português do Centro de Trabalho de Fafe, alegando legítima defesa contra “bandos fascistas armados”.

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Fonte: Fundação Mário Soares

BRAGA: LEONARDO RIBEIRO (PS) NA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE S. LÁZARO E S. JOÃO DO SOUTO ACUSA AUTARQUIA DE DESLEIXO

Passeio pelos passeios de S. Lázaro e S. João do Souto

A um ano de terminar mais um mandato, o desleixo transversal a toda a União de Freguesias de S. Lázaro e de S. João do Souto é a palavra que melhor caracteriza esta maioria.

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Desleixo que se traduz no abandono e dá corpo à incapacidade reivindicativa junto da Câmara Municipal para que se resolvam problemas que se arrastam há anos.

E não é por falta de interlocutores que este abandono caracteriza a União de Freguesias nem escassez de sintonia política com a maioria que gere a Câmara Municipal.

Tudo se justifica por indiferença perante todos aqueles que depositaram a sua confiança nesta maioria PSD/CDS.

A gestão desta maioria tem na metáfora do Pinóquio e do fogueteiro a sua mais alta expressão, uma vez que passa o tempo a prometer isto e aquilo e não cumpre nem aquilo nem isto.

Querem exemplos? Aí vai o estafado Parque Infantil da Quinta da Capela cuja conclusão foi prometida para o final deste ano e nem começado está.

E que dizer da iluminação das nossas ruas?

É nossa responsabilidade perante aqueles que confiaram em nós reivindicar estas melhorias que foram anunciadas e passados três anos não passaram de palavras.

Há três anos, a maioria que governa esta União de Freguesias foi eleita com base num programa que continua por cumprir, o que constitui um descrédito para a actividade política e para o poder local democrático.

É urgente que a Junta da União exerça maior pressão sobre a Câmara Municipal para que as obras prometidas sejam feitas e os espaços públicos sejam tratados com zelo nestas áreas da Freguesia de S. Lázaro. Que podemos dizer do Parque de S. João da Ponte onde muitos pontos do sistema de rega estão avariados ou do seu coreto que serve de albergue a mendigos, sem-abrigo ou toxico-dependentes.

Nestas zonas da União de Freguesias, os passeios são perigosos porque foram abandonados e os pisos irregulares originam quedas e dificultam a passagem de cadeiras de rodas e carrinhos de bebés.

Sobre o Parque da Ponte, outra promessa eleitoral, em três anos nada se fez pela sua remodelação ou requalificação, impedindo que este equipamento se transforme num verdadeiro espaço de lazer e convívio para usufruto da população.

É escandalosa a inexistência de Instalações sanitárias no Parque da Ponte, com excepção de um que existe no interior mas que está mais vezes fechado que disponível.

A prova que faltava para um comportamento à maneira do Pinóquio é a zona dos Galos: merecia uma atenção especial, mas nada tem sido feito.

Da Rua do Raio até aos Bairros da Imaculada Conceição, Pinheiro da Gregória ou ainda da Urbanização Bracara Augusta vemos um generalizado abandono. São o testemunho de uma União dividida em duas: a dos ricos e turistas e a dos pobres e residentes.

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FAMALICÃO: PAULO CUNHA DECLARA APOIO A MARCELO REBELO DE SOUSA

Presidente da Comissão Política Concelhia salienta os valores da Social Democracia e aponta Marcelo Rebelo de Sousa como um dos seus mais ilustres precursores.

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A cerca de duas semanas das eleições presidenciais, o presidente da Comissão Política Concelhia do PSD de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, decidiu escrever uma carta aberta aos famalicenses com o principal objetivo de incentivar ao voto lembrando que “votar é um dever cívico”.

“São as pessoas que têm o poder de escolher os seus representantes para os órgãos de soberania e qualquer demissão desta responsabilidade enfraquece a nossa saúde democrática. Por isso, no dia 24, não podemos faltar!”, começa por referir o responsável.

Paulo Cunha que é também presidente da distrital do PSD de Braga aproveita a missiva para apelar à consciência dos famalicenses, salientando que “numa altura em que se adensam posturas extremistas à boleia de populismos sonantes, mas ocos e perigosos, é importante uma reflexão sobre os valores que nos moldaram como uma sociedade coesa, solidária e democrata.”

O responsável político salienta ainda os valores da Social Democracia que “o Partido Social Democrata defende desde a sua instituição” e aponta “Marcelo Rebelo de Sousa é um dos seus mais ilustres precursores”.

“Nos últimos cinco anos, com Marcelo Rebelo de Sousa, tivemos o bom exemplo de uma Presidência exercida com equilíbrio, com compromisso, com proximidade, com tolerância e sensibilidade.  Estas são marcas fortes do Professor Marcelo Rebelo de Sousa que engradeceram Portugal e os portugueses. São estas também as marcas do PSD”, afirma.

De resto, Paulo Cunha declara o seu apoio formal a Marcelo Rebelo de Sousa, um social democrata, que deixou uma marca distintiva na história do partido.

“O Professor Marcelo é o melhor Presidente da República que podemos escolher. Um Presidente que nos honra e protege. Um Presidente que baseia a sua ação nos valores do PSD, sublinha o responsável.

A carta aberta que começará a ser distribuída ao longo dos próximos dias tem ainda informação relevante sobre o recenseamento eleitoral.

HELOÍSA APOLÓNIA FAZ CAMPANHA EM FAMALICÃO PELA CANDIDATURA DE JOÃO FERREIRA A PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Heloísa Apolónia, Mandatária Nacional da candidatura de João Ferreira a Presidente da República, estará na próxima segunda-feira, dia 4 de janeiro, no concelho de Famalicão em ações de campanha.

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Empenhada nas causas ecologistas, foi deputada à Assembleia da República entre 1995 e 2019 onde assumiu a defesa do direito do nosso país ao seu desenvolvimento sustentável, a afirmação da soberania nacional e dos interesses dos trabalhadores e do povo. É também defensora dos direitos das mulheres, sendo membro do Conselho Nacional do MDM - Movimento Democrático de Mulheres. Heloísa Apolónia é membro da Comissão Executiva do Conselho Nacional do Partido Ecologista «Os Verdes».

Do programa para dia 4 fazem parte:

Das 15:15 às 17:15 - Contacto com os trabalhadores da Tesco

Rua da Tesco nº43, 4760-706 Ribeirão.

Às 18:00 - Sessão Pública

Auditório de Calendário (junto à rotunda dos Pinheiros)

A Sessão Pública contará também com a presença do Mandatário Distrital, Alexandre Leite, e pretende ser mais uma oportunidade de contacto com a população, de forma a poder transmitir os valores que definem a candidatura de João Ferreira a Presidente da República.

Mais informações sobre esta candidatura podem ser consultadas aqui: https://www.joaoferreira2021.pt/

BLOCO DE ESQUERDA QUESTIONA GOVERNO ACERCA DO ASSOREAMENTO DO PORTO DE PESCA DE VIANA DO CASTELO

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda questionou o Governo sobre a falta de dragagens no porto pesca de Viana do Castelo. 

No dia 18 de novembro, a deputada Maria Manuel Rola e o deputado José Maria Cardoso, do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, reuniram com representantes da Vianapesca, OP – Cooperativa de Produtores de Peixe de Viana do Castelo. Na reunião, os profissionais da pesca daquela organização de produtores identificaram a necessidade da realização de dragagens de manutenção no porto de pesca.

Segundo os representantes da Vianapesca, as condições de navegabilidade nas entradas e saídas do porto de pesca de Viana do Castelo têm vindo a deteriorar-se, colocando em risco a segurança dos marítimos.

Além do mais, o assoreamento do porto de pesca impede aqueles profissionais de sair para o mar em vários dias do ano nos quais as condições climatéricas são propícias para a sua atividade. Esta situação resulta na diminuição dos rendimentos dos pescadores e das suas famílias, e impede a chegada de pescado fresco à lota local com maior frequência.

O Bloco de Esquerda entende que o Governo deve averiguar a necessidade da realização de dragagens de manutenção no porto de pesca de Viana do Castelo e atuar de forma célere para resolver os problemas identificados, salvaguardando sempre os valores ambientais daquela faixa litoral. Os profissionais da pesca têm o direito de poder exercer a sua atividade em segurança e de poder sair para o mar em dias propícios à atividade piscatória.

Os deputados do Bloco de Esquerda querem saber se  o governo averiguou a necessidade de realização de dragagens de manutenção no porto de pesca de Viana do Castelo e quando prevê o Governo realizar as dragagens de manutenção no porto de pesca, caso se confirme a necessidade de desassoreamento.

Por último, de que modo serão salvaguardados os valores ambientais daquela faixa litoral durante e após as operações de dragagem.

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GOVERNO SUBMETE À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA PROPOSTA DE LEI QUE DEFINE REGIME JURÍDICO DE CRIAÇÃO, MODIFICAÇÃO E EXTINÇÃO DE FREGUESIAS

Comunicado do Conselho de Ministros de 22 de dezembro de 2020

9. Foi aprovada a proposta de lei, a submeter à Assembleia da República, que define o regime jurídico de criação, modificação e extinção de freguesias.

O presente diploma aprova um regime geral e abstrato, que não visa aumentar ou diminuir o número de freguesias, mas antes atualizar os critérios para a sua criação e definir o respetivo procedimento.

Prevê-se um aprofundamento do processo de reforma do Estado baseado nas conclusões do relatório apresentado pelo grupo técnico para a definição de critérios para a avaliação da reorganização do território das freguesias, em articulação com a Associação Nacional de Municípios Portugueses e a Associação Nacional de Freguesias, prevendo-se a participação obrigatória dos órgãos autárquicos abrangidos.

DEPUTADA CRISTINA RODRIGUES ESTÁ PREOCUPADA COM AS GAIVOTAS

Deputada quer dar resposta ao conflito entre humanos e gaivotas

Deputada Cristina Rodrigues entregou projeto de resolução, no Parlamento, onde recomenda ao Governo a criação de grupo de trabalho para estudar a população de gaivotas-de-patas-amarelas e como evitar que esta entre em conflito com as estruturas humanas.

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A deputada Cristina Rodrigues quer "dar resposta ao crescente conflito entre gaivotas e humanos". Para tal, entregou, esta quinta-feira, na Assembleia da República um Projeto de Resolução onde recomenda ao Governo a criação de um grupo de trabalho que avalie e dê resposta à situação das gaivotas nas zonas urbanas e limítrofes.

Num comunicado, a deputada não inscrita explica que "há um crescente conflito entre as pessoas e as gaivotas com um claro impacto negativo na qualidade de vida de ambos, pelo que é de todo o interesse articular o trabalho de entidades públicas e da sociedade civil para avaliar a situação e promover a recolha de informação que permita criar respostas eficientes".

No documento entregue no Parlamento, é explicado que as gaivotas sempre estiveram presentes nas aldeias, vilas e cidades costeiras, mas hoje estão presentes em quase todos os centros urbanos costeiros, tanto no Continente como nas Regiões Autónomas. Na sua adaptação a estes meios, as gaivotas recorrem sobretudo aos aterros sanitários e estruturas de apoio à pesca, para se alimentarem. Um comportamento de sobrevivência que acaba por trazer preocupações ao nível da saúde pública e da conservação dos espaços, defende a deputada Cristina Rodrigues.

"Têm ocorrido diversas queixas em relação à presença das gaivotas nestes meios urbanos, seja por questões de qualidade ambiental e de saúde pública", refere, "mas há que ter em consideração que são seres vivos e merecem respeito, sendo que nós somos também responsáveis pelas condições em que vivem atualmente nas cidades."

Com as populações a aumentar dada a disponibilidade de alimentação, principalmente nos casos da gaivota-d’asa-escura e da gaivota-de-patas-amarelas, a parlamentar quer que um grupo de trabalho tente diminuir o conflito gaivota-humano. Com o primeiro passo a ser o de estudar a dimensão destas populações, em particular da gaivota-de-patas-amarelas, a mais comum e que mais habita zonas urbanas. Uma vez que os últimos dados nacionais remontam já ao início dos anos 2000, refere o comunicado enviado pela deputada não inscrita.

Ao grupo de trabalho, onde deverão ter participação organismos como o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, a Agência Portuguesa do Ambiente, a Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos, a Associação Nacional de Municípios Portugueses, a SPEA - Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves e a DOCAPESCA – Portos e Lotas, SA, Cristina Rodrigues pede ainda que se identifiquem as áreas geográficas de maior conflito. Devem ainda ser monitorizados os comportamentos, a alimentação e reprodução da espécie.

Outra das competências deste grupo de trabalho seria a de "identificar as medidas éticas de gestão a implementar nas estruturas mais críticas, de forma a reduzir este conflito, e o respetivo calendário para a sua concretização".

Fonte: Ana Bela Ferreira / https://www.sabado.pt/

BLOCO DE ESQUERDA RECLAMA DESASSOREAMENTO DO PORTO DE PESCA DE VILA PRAIA DE ÂNCORA

Porto de pesca de Vila Praia de Âncora necessita de desassoreamento urgente

No dia 17 de novembro, deputadas do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda visitaram o porto de pesca de Vila Praia de Âncora, em Caminha, e reuniram com a associação de pescadores local, tendo confirmado as más condições de navegabilidade enfrentadas pelos profissionais daquela comunidade piscatória.

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O assoreamento do porto de pesca de Vila Praia de Âncora é um problema que se arrasta há anos, sem que o Governo atue de forma célere para que sejam realizadas as necessárias dragagens de manutenção e repostas as condições para a navegação em segurança.

As más condições de navegabilidade no porto de pesca têm impedido os pescadores de sair para o mar em muitos dias nos quais as condições climatéricas são propícias para a sua atividade. Esta situação resulta na redução dos rendimentos dos pescadores e das suas famílias e impede a chegada de pescado fresco à lota local com maior frequência.

Representantes da Associação de Pescadores Profissionais e Desportivos de Vila Praia de Âncora informaram as deputadas do Bloco de Esquerda que, no passado, o porto de pesca assoreou de novo rapidamente após operações de dragagem. Os pescadores locais entendem que tal se deve à configuração dos molhes que delimitam o porto, exigindo, por isso, a reavaliação do posicionamento daquelas estruturas.

O Bloco de Esquerda entende que o Governo deve atuar de forma célere para resolver os problemas de navegabilidade no porto de pesca de Vila Praia de Âncora para que os profissionais da pesca possam exercer a sua atividade em segurança.

Durante a após as necessárias dragagens de manutenção e a eventual reconfiguração dos molhes, o Governo deve garantir a salvaguarda dos valores ambientais daquela faixa litoral.

O Grupo  Parlamentar do Bloco de Esquerda querem saber para quando está previsto o início das dragagens de manutenção no porto de Vila Praia de Âncora e qual é o tempo de duração, estimado pelo Governo, da manutenção das boas condições de navegabilidade no porto de pesca de Vila Praia de Âncora, após as operações de dragagem. 

Por ultimo, os deputados perguntam se dada a necessidade frequente de desassoreamento de barras e portos nacionais, de investimentos avultados nas concessões das operações de dragagem a empresas privadas e dada a necessidade de se salvaguardar os valores ambientais durante e após as intervenções, considera o Governo criar uma empresa pública de dragagens para dar uma resposta adequada a estas necessidades.

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PCP PROMOVE EM GUIMARÃES TRIBUNA PÚBLICA PELA DEFESA E VALORIZAÇÃO DO SNS

QUINTA-FEIRA, 17 DEZEMBRO, 2020, 9:30H

Tribuna Pública pela defesa e valorização do Serviço Nacional de Saúde, em frente ao Hospital da Senhora da Oliveira em Guimarães.

Na necessidade de responder no imediato aos problemas causados pela epidemia, o SNS não teve da parte do Governo do PS o reforço em meios financeiros e humanos que lhe permitisse manter a actividade normal e não acumular atrasos significativos na prestação de cuidados.

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Cerca de 9 milhões de consultas em atraso nos Cuidados de Saúde Primários, mais de 1 milhão de consultas nos cuidados hospitalares, mais de 110.000 cirurgias que não se realizaram, são a expressão mais grave dos atrasos verificados.

Uma parte desta recuperação está a ser empurrada para os grupos privados, com a correspondente transferência de centenas de milhões de euros na contratação de serviços clínicos.

Grupos privados que não mostram disponibilidade para o tratamento de doentes COVID-19, mas que contratam centenas de camas para a recuperação de cirurgias.

A saúde dos portugueses não pode ser transformada num negócio para os grupos privados.

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JUVENTUDE SOCIALISTA REALIZOU CONGRESSO NACIONAL VIA DIGITAL

A Juventude Socialista realizou o seu XXII Congresso Nacional nos dias 11, 12 e 13 de dezembro. Pela primeira vez na história o Congresso Nacional foi digital devido à pandemia do Covid-19.

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O Congresso Nacional da Juventude Socialista é o principal órgão da Juventude Socialista, consistindo numa reunião de suma importância na vida desta estrutura política de juventude. Dele resulta a eleição dos seus órgãos nacionais e a aprovação das moções global e setoriais que orientam a sua ação política, sendo também uma ocasião marcante para muitos militantes que nele participam pela primeira vez.

Deste modo, o congresso elegeu o camarada Miguel Costa Matos como novo Secretário Geral da Juventude Socialista, o mais jovem deputado desta legislatura que pretende uma juventude socialista mais interventiva, a defender bastiões como a regionalização ou a redução do horário laboral semanal máximo para 35 horas.  O jovem deputado sucede a Maria Begonha no órgão até 2022.

Neste congresso digital, por todas as circunstâncias que conhecemos e vivenciamos, a concelhia de Barcelos esteve representada por quatro delegados.

Do XXII congresso Nacional da JS da concelhia de Barcelos saíram também eleitos:

Presidente Comissão Nacional de Fiscalização Económica e Financeira [CNFEF] - Diogo Faria

Comissão Nacional Efetivos- Ana Rita Carvalho, Isabel Costa e Carlos Miranda. 

A Comissão Nacional de Fiscalização Económica e Financeira [CNFEF] é o órgão nacional a quem compete a fiscalização da gestão económica e financeira e defesa do patrimônio da Juventude Socialista.

Esta é a primeira vez que a concelhia de Barcelos preside a um órgão nacional, pelo que foi alcançada neste mandato, com a presidência da CNFEF e com os três comissários efetivos, uma representatividade histórica nos órgãos nacionais da Juventude Socialista.