Orçamento de Estado: PCP propõe Passe Intermodal Inter-regional. Melhoria nos passes de transportes rejeitada na Assembleia da República
No âmbito da discussão na especialidade do Orçamento do Estado, o PCP propôs a implementação de um passe intermodal e inter-regional. O Passe Intermodal, título de transporte que permite a utilização de diversos modos de transporte público, nomeadamente os serviços dos diferentes operadores de autocarros e o comboio, facilita a vida a quem opta por se deslocar de forma mais económica e ecológica. Se para além disso o Passe for também Inter-regional, isso permite que as deslocações de Braga ou Guimarães para o Porto, por exemplo, pudessem ser feitas sem ter de adquirir diferentes títulos de transporte.
Concretamente, os deputados do PCP propuseram que durante o ano de 2026 o Governo promovesse a negociação com cada uma das Comunidades Intermunicipais (CIM), com CP - Comboios de Portugal e os operadores da rede respetiva, para adotar soluções de intermodalidade plena na respetiva região. O objetivo definido foi o de garantir a existência de um passe regional totalmente intermodal, abrangendo toda a região, todos os operadores e todos os modos de transporte, com um custo não superior a 40 euros. Na questão das deslocações entre diferentes regiões, a proposta do PCP foi a de o Governo promover a negociação entre as diferentes CIM, as Áreas Metropolitanas, a CP e os operadores envolvidos em cada caso, para que seja criado um passe inter-regional totalmente intermodal, abrangendo todas as regiões envolvidas, todos os operadores, todos os modos de transporte, e a ligação ferroviária entre ambas, com um custo não superior a 50 euros.
A abstenção do PS e do Chega, aliados aos votos contra de PSD, IL e CDS, impediram que a proposta do PCP fosse aprovada. Consideramos que esta era uma boa medida para a região de Braga e lamentamos que os deputados eleitos pelo nosso distrito, todos dos partidos referidos, não tivessem tido em conta as necessidades da população que os elegeu e tivessem menosprezado a garantia de uma mobilidade acessível e de qualidade a que a população tem direito. Num momento em que aumenta a preocupação com os problemas ambientais, em que os preços dos combustíveis atingem níveis incomportáveis e em que as famílias têm menos dinheiro no bolso ao fim do mês, era importante que não se tivesse aproveitado a oportunidade de aprovar esta proposta.
Da parte do PCP a garantia é de continuar a afirmar a possibilidade de uma política alternativa e a defender propostas que correspondam aos interesses das populações do distrito.
O Grupo Parlamentar do PCP entregou na Assembleia da República um conjunto de perguntas ao Governo na sequência do anúncio pela empresa BOSCH do recurso ao Lay-Off na sua unidade de Braga.
Nos documentos dos deputados do PCP dirigidos ao Governo adianta-se que no ano de 2024 a Bosch Portugal, quinta maior exportadora nacional auferiu lucros na ordem dos 2,4 mil milhões de euros, registando um crescimento de 18% na unidade de Braga, a maior do país. Foi o terceiro ano consecutivo em que a fasquia dos dois mil milhões de euros de lucros foi superada.
Em 2024 foram assinados dois contratos com o Estado Português via AICEP, visando a criação de dois projetos de consórcio entre a Bosch Car Multimédia Portugal, em Braga, e a Universidade do Minho. Estes projetos de consórcio garantiriam a criação de cerca de 498 novos postos de trabalho (criação de 258 novos postos de trabalho num consórcio, e 240 noutro). De acordo com os termos dos acordos, a Bosch Car Multimédia Portugal em Braga deverá empregar pelo menos 4 069 trabalhadores.
A 25 de Setembro de 2025 a multinacional Bosch (empresa-mãe) anunciou a intenção de despedir 13 000 trabalhadores até 2030. E a 28 de Outubro de 2025 a unidade de Braga anunciou que cerca de 2.500 colaboradores serão afetados pela suspensão dos contratos de trabalho e/ou redução de horas de trabalho, pelo período de seis meses, entre Novembro de 2025 e Abril de 2026. Para o efeito, foi também anunciado que a multi-milionária Bosch irá recorrer ao lay-off, transferindo para a Segurança Social portuguesa os custos desta sua decisão. Isto é, a Bosch, ao mesmo tempo que protege os lucros dos seus accionistas, transfere para os seus milhares de trabalhadores e para a Segurança Social os custos das suas opções de gestão. Entretanto, estima-se que terão sido já despedidos cerca de 597 trabalhadores entre 2024 e Setembro do presente ano.
Perante esta situação, o PCP formulou as seguintes perguntas:
- Conhece o Governo a intenção de aplicação de lay-off pela empresa Bosch na sua unidade de Braga durante 6 meses?
- Que medidas está o Governo a tomar para garantir que os trabalhadores abrangidos têm os seus direitos salvaguardados e que não são prejudicados nos seus rendimentos?
- Conhece o Governo quantos trabalhadores com vínculos precários ou de empresas que prestam serviços para a unidade da Bosch de Braga serão afectados com a aplicação deste lay-off? Que medidas está o Governo a considerar para salvaguardar estes trabalhadores?
- Conhece o Governo quais os impactos que a aplicação do lay-off na Bosch em Braga terá noutras empresas, como fornecedores?
- Os contratos via AICEP assinados com a empresa já estão em vigor? Esses postos de trabalho vão ser afectados pelo lay-off?
- O Governo tem conhecimento sobre a empresa beneficiar de fundos públicos nacionais ou comunitários? - Considera o Governo razoável que um grupo de apresenta resultados tão positivos em Portugal recorra à aplicação do lay-off com o esforço que tal implica para a Segurança Social?
- Que medidas pensa o Governo vir a tomar junto da UE, face a problemas diversos que estão sinalizados, para proteger o desenvolvimento do sector automóvel em Portugal?
A CDU encerra uma campanha marcada pela proximidade com as populações, coragem cívica e compromisso firme com o futuro de Vila Verde. Durante estas semanas, a coligação percorreu todo o concelho, contactando diretamente com os vilaverdenses, ouvindo preocupações, recolhendo anseios e partilhando propostas concretas que visam o desenvolvimento equilibrado e sustentável do município.
A campanha foi feita de trabalho coletivo, diálogo e convicção, reforçando o papel da CDU como força que não se cansa de lutar pelo interesse público. Ao longo deste percurso, a coligação destacou temas essenciais para a vida das pessoas e para o futuro do concelho, como o saneamento básico, a mobilidade e transporte, o ambiente e a proteção das zonas húmidas, a habitação, o comércio local e o ordenamento do território. Foram momentos de escuta ativa, de troca de ideias e de propostas que contribuem para o debate político de forma construtiva e responsável.
“Esta foi uma campanha feita com verdade e entrega, com respeito por todos os vila-verdenses e pelas suas preocupações”, afirmou Sérgio Sales, candidato da CDU à Câmara Municipal. “Vila Verde precisa de uma voz firme e responsável, capaz de defender o interesse público, na vereação e na Assembleia Municipal. Essa voz é a da CDU.”
Apesar do cansaço natural de um percurso intenso, a delegação da CDU constatou a vitalidade da comunidade, a sua vontade de participar e de ver respostas concretas. Cada conversa nas ruas, cada alerta sobre problemas que se arrastam há décadas, reforçou o compromisso da CDU com uma política de proximidade, transparente e que realmente faz diferença no dia a dia das pessoas.
A CDU encerra esta campanha com a certeza de que a política pode e deve ser feita de forma diferente – com rigor, participação, coragem e respeito pelos valores democráticos.
No próximo domingo, o voto na CDU é um voto em quem não desiste das pessoas, em quem acredita no futuro do concelho e em quem defende, com convicção, os direitos e interesses dos vila-verdenses.
Uma voz necessária na Assembleia Municipal, e uma presença ativa na vereação, capaz de contribuir para uma gestão transparente e justa do município.
Filipe de Oliveira, candidato à Câmara Municipal de Vieira do Minho, considera que a questão da Saúde tem sido um problema em Vieira do Minho e anuncia, como resposta imediata, um Seguro Municipal de Saúde Gratuito.
Nesta fase conturbada para a Saúde em Vieira do Minho, este seguro de saúde gratuito é uma medida complementar ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) que continuará a ser Resposta Principal de Saúde e uma das bandeiras do Partido Socialista.
Este seguro de saúde gratuito, para os residentes no Concelho de Vieira do Minho, agiliza o acesso e comparticipa as despesas em consultas, exames e tratamentos, sempre que o SNS não der resposta, em tempo útil.
Filipe de Oliveira, informa que, apesar do alcance esperado com esta medida, e de reconhecer que os profissionais de saúde, em exercício, têm dado o seu melhor, continuará a pugnar para que o Centro de Saúde seja dotado de uma Unidade de Saúde Familiar (USF), em lugar da atual Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) e para que o Serviço de Atendimento Permanente (SAP) venha a ser reposto.
Antecipa também que, ao longo da Campanha Eleitoral, irá destacar todas as medidas que integram o grupo de 12 bandeiras do Partido Socialista, entre as mais de 300 medidas que compõem o Programa Eleitoral da sua candidatura.
O comício de apresentação dos candidatos que compõem o movimento 'Ponte de Lima no rumo certo', do CDS-PP, encabeçado por Vasco Ferraz para a Câmara Municipal, por João Mimoso de Morais para a Assembleia Municipal e com listas candidatas a 40 Assembleias de Freguesia – quer diretamente do CDS-PP, quer apoiadas pelo mesmo partido e pelo movimento referido –, teve lugar no Largo de Camões, em Ponte de Lima, hoje dia 31 de agosto, pelas 15h00. A apresentação da candidatura contou com a presença do Presidente do Partido, Dr. Nuno Melo.
O movimento 'Ponte de Lima no rumo certo, do CDS-PP, teve uma autêntica enchente transformando o comício numa festa de adesão popular à candidatura encabeçada por Vasco Ferraz, constituindo-se como a primeira oportunidade para dar a conhecer as principais linhas de orientação do projeto político que pretende mobilizar e envolver o maior número possível de cidadãos, na certeza de que serão muitas e muitos os que dirão presente e manifestarão o seu apoio incondicional à garantia de um grande futuro para o concelho de Ponte de Lima.
Tratou-se do lançamento da fase de pré-campanha, em termos de iniciativas de rua e de movimentação de um grande número de eleitores, naquela que se espera uma campanha muito participada e em que a adesão e o apoio dos munícipes será uma constante, contribuindo para uma vitória por maioria de todas as candidaturas que fazem parte do movimento Ponte de Lima no rumo certo / CDS-PP.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) esteve esta quarta-feira junto ao Mercado Municipal para uma ação de atendimento dedicada ao licenciamento de armas e explosivos.
Durante a iniciativa, agentes da PSP esclareceram dúvidas e forneceram informações sobre os procedimentos legais para a posse, uso e transporte de armas, munições e substâncias explosivas. A força policial é a entidade competente, a nível nacional, para licenciar, controlar e fiscalizar estas atividades, excetuando os casos que envolvam as Forças Armadas e outras forças e serviços de segurança.
A ação teve como objetivo aproximar a PSP da comunidade e garantir que os cidadãos conheçam as regras e responsabilidades associadas ao manuseamento e armazenamento deste tipo de material.
A Autoridade Marítima Nacional (AMN) lançou em 2017 o livro “Polícia Marítima – Proteger Portugal no Mar”. Com este livro pretendeu a Autoridade Marítima Nacional assinalar o passado histórico e as atividades da Polícia Marítima ao longo dos tempos, registando o seu valioso contributo ao serviço dos portugueses e do País. Uma obra imprescindível para quem pretende conhecer a História e a missão desta instituição ao serviço de Portugal e compreender as questões que atualmente se levantam relativamente à segurança costeira.
149° Aniversário Comando Distrital da PSP de Viana do Castelo
Caneta permanente e lápis de aguarela sobre papel. 21X30cm, 2025.
Pertença da PSP de Viana do Castelo
Realizei esta ilustração dedicada ao Comando Distrital de Viana do Castelo em celebração do seu 149° aniversario.
É a minha simples, mas sincera forma de agradecimento pela sua presença sempre tão simpática e atenta à nossa linda cidade.
A ilustração representa um agente da PSP em posição de prontidão e demonstrando uma presença que transmite segurança, ladeado por motivos florais tradicionais do bordado das nossas camisas do traje à Vianesa.
149.º Aniversário do Comando Distrital da PSP de Viana do Castelo
Hoje, dia 18 de julho, o Comando Distrital de Viana do Castelo da Polícia de Segurança Pública, promove uma cerimónia comemorativa do seu 149.º Aniversário, em Ponte de Lima.
Quartel da Guarda Nacional Republicana na Praça Conde de Agrolongo, em Braga, no ano de 1940 (Fonte: Centro Português de Fotografia)Passam precisamente 114 anos desde a data da fundação da Guarda Nacional Republicana (GNR), por decreto de 3 de Maio de 1911, pouco mais de meio ano decorrido desde a implantação do regime republicano.
Passam precisamente 114 anos desde a data da fundação da Guarda Nacional Republicana (GNR), por decreto de 3 de Maio de 1911, pouco mais de meio ano decorrido desde a implantação do regime republicano.
Porém, as suas origens remontam aos quadrilheiros criados no século XIV pelo rei D. Fernando, destinados a patrulhar todas as cidades, vilas e lugares do país, prendendo os criminosos e malfeitores a fim de entregá-los às autoridades judiciais, força de ordem pública que vigorou até meados do século XIX.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) é a descendente direta da Guarda Real da Polícia, da Guarda Municipal de Lisboa e da Guarda Municipal do Porto que, imediatamente após o 5 de Outubro de 1919, vieram a dar origem à Guarda Republicana, antecedente da actual.
Joaquim Lemos de Oliveira, barbeiro de profissão, conhecido como o «Repas», nasceu em Fafe em 1908.
Terá aderido às Juventudes Comunistas em 1922, militante do PCP, foi preso cinco vezes entre 1936 e 1957.
Em outubro de 1936 é, pela primeira vez, preso para averiguações. Transferido para a Prisão de Peniche, em agosto de 1937, é julgado e condenado a vinte meses de prisão, dos quais havia já cumprido duzentos e noventa e três dias quando foi restituído à liberdade, a 14 de junho de 1938.
Será novamente preso em novembro de 1949 pela GNR por «crimes contra a segurança do Estado». Restituído à liberdade em maio de 1950, é detido dias depois, em Fafe, pela PIDE para averiguações.
Julgado pelo 2.º Juízo Criminal do Porto, em 10 de fevereiro de 1950, foi condenado a dois anos de prisão maior celular ou, em alternativa, a três anos de degredo e suspensão de todos os direitos políticos por quinze anos, sentença confirmada por acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 26 de outubro de 1950.
É preso, pela quarta vez, em 15 de agosto de 1951, e terá ficado dois anos nos calabouços da PIDE no Porto. A 16 de junho de 1953 seguiu para a Prisão de Peniche, para cumprir um ano de medidas de segurança, sendo restituído à liberdade em junho de 1954.
Foi preso pela última vez em janeiro de 1957 em Fafe, para averiguações por crimes contra a segurança do Estado, e colocado na delegação da PIDE no Porto.
Torturado, entre outros, pelo próprio subdiretor Costa Pereira, acabaria por morrer, após vários dias de estátua e de privação do sono, numa das celas da Subdiretoria da PIDE no Porto em 14 de fevereiro de 1957.
O cadáver terá sido autopsiado secretamente e os resultados ocultados. A polícia política tentou proibir o funeral, que acabará por realizar-se, não obstante o aparato policial, constituindo-se como um momento de grande indignação e protesto.
A sua morte, aos 48 anos, que deixara quatro filhos, suscitou diversos protestos, tendo a mobilização e a campanha de denúncia do assassinato levado, em Viana do Castelo, à prisão e, depois, à morte de Manuel Fiúza Júnior, menos de um mês depois.
Fonte: Museu do Aljube Resistência e Liberdade | ANTT
No dia 3 de Janeiro comemoraram-se os 65 anos do dia em que teve lugar uma das mais audaciosas e relevantes fugas de presos políticos do regime salazarista: 10 presos políticos, incluindo Álvaro Cunhal, que no ano seguinte seria eleito secretário-geral do Partido Comunista Português (PCP), escaparam da Cadeia do Forte de Peniche, um edifício de alta segurança controlado pela polícia política, a PIDE.
Nesse grupo estava o fafense Carlos Campos Costa, militante do Partido Comunista Português.
A fuga de Peniche de 3 de Janeiro de 1960 – para além de ter sido uma das mais espectaculares evasões de toda a história do fascismo – assumiu, pelas características de que se revestiu e pelas consequências que viria a ter na vida política nacional e do próprio Partido, uma importância e um significado marcantes.
Do Forte de Peniche, que hoje abriga o Museu Nacional Resistência e Liberdade, depois da luta travada pela União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), fugiram, além de Álvaro Cunhal, Carlos Costa, Francisco Martins Rodrigues, Francisco Miguel, Guilherme da Costa Carvalho, Jaime Serra, Joaquim Gomes, José Carlos, Pedro Soares e Rogério de Carvalho.
Fonte: Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril em Fafe
O Presidente da Câmara Municipal de Vizela, Victor Hugo Salgado, recebeu o Comandante do Comando Territorial de Braga da GNR, Carlos Morgado, que veio agradecer todo o apoio logístico e operacional prestado ao Comando Territorial de Braga, no âmbito das efemérides alusivas às comemorações do 16º Aniversario da Unidade, que se realizaram na Praça da República, na cidade de Vizela, no passado dia 25 de novembro.
O Comandante do Comando Territorial de Braga da GNR agradeceu toda a pronta disponibilidade, apoio, perseverança e cedência dos mais diferentes elementos e espaços que possibilitaram a sua realização, manifestando o profundo reconhecimento pelo profissionalismo, prontidão e eficiência demonstrados por todos aqueles que apoiaram a GNR na concretização deste evento.
De relembrar que Vizela recebeu, na Praça da República, no passado dia 25 de novembro, o 16.º aniversário do Comando Territorial da GNR de Braga, numa cerimónia memorável, repleta de momentos de reconhecimento e homenagem aos nossos militares. Desde as honras militares e a integração do Estandarte Nacional até à imposição de condecorações e a sentida homenagem aos que já partiram, foi uma celebração que marcou todos os presentes. No dia anterior, a Praça da República acolheu uma exposição de meios da GNR, que incluiu uma demonstração da equipa.
No âmbito das comemorações do seu 16 º aniversário, o Comando Territorial de Braga realizou, no dia 23 de outubro, um seminário com o tema "Espetáculos Desportivos: Planeamento, Comportamentos e Consequências", no Auditório Municipal Francisco Ferreira, em Vizela, um evento que contou com a presença de diversos especialistas em segurança pública e desportiva, bem como representantes de entidades governamentais e não governamentais ligadas ao desporto e à segurança, proporcionando uma plataforma de partilha de conhecimentos e troca de experiências.
Ainda integrada nestas comemorações, no dia 13 de novembro, realizou-se uma demonstração de meios para as escolas do Concelho, onde os militares mostraram as suas várias valências, desde a equipa cinotécnica, de investigação criminal, de trânsito, de ambiente, de ordem pública, inclusive militares de outras unidades, nomeadamente a Unidade Especial de Proteção e Socorro, entre outros meios.
Obras na Esquadra da PSP de Famalicão arrancaram esta terça-feira
Arrancaram esta terça-feira, 12 de novembro, as obras de reabilitação da esquadra da Polícia de Segurança Pública (PSP) de Famalicão, uma empreitada que implica um investimento total de mais de 1,3 milhões de euros e tem um prazo de execução de 450 dias (15 meses).
Os trabalhos começaram logo após a assinatura do auto de consignação da obra e a intervenção prevê a requalificação total do edifício, com tratamento das fachadas, a substituição de caixilharias, a renovação de revestimentos interiores, a substituição de infraestruturas hidráulicas e a remodelação de diferentes espaços.
“Tomamos em mão esta empreitada e, mesmo não sendo competência do Município, promovemos junto do governo a celebração do protocolo que nos permite intervir e acelerar um processo que beneficia todos”, salientou hoje o Presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, que acredita que depois de concluída a intervenção, a motivação e as condições de trabalho vão melhorar de sobremaneira. “Como qualquer cidadão na sua atividade, também os nossos policias estarão mais motivados e com melhores condições para cumprir a sua função e assim assegurar o sentimento de segurança que é fundamental para a qualidade de vida dos cidadãos”.
Recorde-se que a concretização da obra só foi possível depois da assinatura de um contrato de cooperação entre a Câmara Municipal de Famalicão, o Ministério da Administração Interna (MAI) e a Polícia de Segurança Pública, que permite ao Município avançar com a obra de remodelação do edifício que conta já com mais de trinta anos. O valor da obra será suportado pelo MAI.
A intervenção, adjudicada à empresa Famaconcret, decorrerá de forma faseada, de forma a não causar constrangimentos ao serviço efetuado pela PSP. A primeira fase da intervenção decorre agora no espaço de atendimento aos cidadãos e no edifício principal. No decorrer destes trabalhos, todos os serviços e estrutura da esquadra foram transferidos para as duas casas de função contiguas à esquadra.
Apesar dos naturais constrangimentos causados por qualquer obra, o Comandante da PSP Famalicão, Comissário Fábio Paulo, deixou a garantia de que “ao nível da capacidade de resposta não há qualquer constrangimento” e que a população pode ficar tranquila porque a Polícia de Segurança Pública em Vila Nova de Famalicão “está perfeitamente capacitada para responder às solicitações e garantir a segurança”. “Mesmo em instalações provisórias, nada muda”, assegurou.
“Há (em Famalicão) um sentimento de segurança que está consolidado”
Nas declarações que prestou no final da cerimónia de assinatura do auto de consignação da obra, o Comandante da PSP afirmou ainda que em Famalicão “há um sentimento de segurança que está consolidado”.
“De uma forma geral, parece-me que o cidadão famalicense se sente seguro na sua zona de residência”, uma ideia sustentada naquilo que são os dados objetivos do trabalho na área de jurisdição da PSP. “De momento, não é possível apontar como existindo um acréscimo daquilo que são os fenómenos criminais”.
O Comissário e Comandante da PSP acrescentou ainda que “ao nível dos recursos humanos e recursos materiais, a Esquadra de Vila Nova de Famalicão está perfeitamente capacitada para assegurar a segurança dos famalicenses e desempenhar cabalmente as suas funções”.
Mário Passos acrescentou que o Município continua a trabalhar em estreita colaboração com o Comando Distrital da PSP no processo de implementação da videovigilância na cidade e que em breve serão dados novos passos nesta matéria. “O que queremos é que haja este sentimento de segurança, que é fundamental para as pessoas” concluiu.
Assinatura do auto de consignação marcada para esta terça-feira, 12 de novembro, pelas 12h00
A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão promove a assinatura do auto de consignação das obras de reabilitação da esquadra da Polícia de Segurança Pública (PSP) de Famalicão. O momento está marcado para amanhã, terça-feira, dia 12 de novembro, pelas 12h00, nas instalações da PSP de Famalicão.
A empreitada, adjudicada à empresa Famaconcret, implica um investimento total superior a 1,3 milhões de euros e tem um prazo de execução de 450 dias.
A intervenção prevê a requalificação total do edifício que conta já com mais de trinta anos. Entre os trabalhos previstos, destaque para o tratamento das fachadas, a substituição de caixilharias, a renovação de revestimentos interiores, a remodelação de espaços que permitirá transferir a entrada ao público pela Av. 25 de Abril, a substituição de infraestruturas hidráulicas, entre outros.
Recorde-se que a concretização da obra só foi possível depois da assinatura de um contrato de cooperação entre a Câmara Municipal de Famalicão, o Ministério da Administração Interna (MAI) e a Polícia de Segurança Pública
Realizou-se hoje, 27 de outubro, a cerimónia oficial das comemorações do Dia da Polícia Marítima, junto ao Centro Cultural de Viana do Castelo.
A cerimónia foi presidida pelo Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, Álvaro Castelo Branco, tendo contado com a presença do presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, do Almirante Autoridade Marítima Nacional, Almirante Henrique Gouveia e Melo, do Comandante-Geral da Polícia Marítima e Diretor-Geral da Autoridade Marítima, Contra-almirante José Vizinha Mirones, entre outras entidades.
No decorrer do evento, procedeu-se à imposição de condecorações a elementos da Polícia Marítima e a uma homenagem aos elementos já falecidos, seguindo-se o desfile de elementos e meios da Polícia Marítima, assim como a demonstração de capacidades e desfile de meios náuticos.
Ao assinalar os 105 anos da Polícia Marítima, o Comandante-Geral da Polícia Marítima e Diretor-Geral da Autoridade Marítima, Contra-almirante José Vizinha Mirones, realçou que o principal foco é "preparar o futuro, sem deixar de responder às exigências do presente", defendendo "uma polícia única, particular, com uma natureza genética iniguálavel e com uma matriz marítima insubstítuível".
O Contra-almirante José Vizinha Mirones dirigiu-se aos que "cumprem com eficácia e eficiência, mesmo em circunstâncias muito difíceis e perante um meio muito adverso, as amplas missões que lhes estão cometidas" e asseverou que "dão testemunho de dedicação e de profissionalismo ao serviço do nosso país".
Para o Almirante Henrique Gouveia e Melo, os que servem a Polícia Marítima "são indivíduos extraordinários porque, sendo uma polícia pequena, têm mais de 2.000 quilómetros de costa, fazem atividades diversas junto ao mar e são verdadeiramente a polícia marítima".
Na sua intervenção, o Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, Álvaro Castelo Branco, reafirmou "o compromisso do Governo no sentido da contínua valorização, consolidação e modernização deste vetor fundamental da defesa do nosso país, a polícia marítima" e destacou ainda a visão do Governo, "de uma Polícia Marítima como um órgão de polícia e de polícia criminal de especialidade, unida, intrínseca na defesa nacional e materialmente agregada à Marinha".
As comemorações do Dia da Polícia Marítima 2024 decorreram entre 18 e 27 de outubro e contaram com várias atividades direcionadas ao público, como a exposição de meios da Polícia Marítima, e batismos de mar, a bordo de embarcações da Polícia Marítima, e de mergulho, bem como um Concerto da Banda da Armada, no Teatro Sá de Miranda.