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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PONTE DE LIMA: CONCURSO DE POESIA JÁ TEM VENCEDORES

Sessão inaugural de “Poesia à Sexta” anuncia vencedores de Concurso de Poesia

A primeira edição de 2019 de “Poesia à Sexta”, vai associar-se ao Dia Mundial da Poesia, que se comemora este mês, e anuncia os vencedores do Concurso de Poesia – uma competição destinada a laurear trabalhos inéditos e não publicados e a valorizar este género de expressão literária.

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Esta sessão terá lugar no próximo dia 22 de março, pelas 21h30, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, e contemplará a entrega de certificados de participação e de galardões aos vencedores do concurso, que contou com o envolvimento de 65 candidatos.

Segue-se, posteriormente, uma Sessão de Poesia – momento moderado pelo grupo ‘Pontas Soltas’- que revisitará alguns autores consagrados a nível local, nacional e internacional.

Junte-se a nós e venha celebrar a poesia em língua portuguesa nesta edição de estreia de 2019 de “Poesia à Sexta”.

DIOCESE DE SETÚBAL HOMENAGEIA FREI AGOSTINHO DA CRUZ

Frei Agostinho da Cruz homenageado pela Diocese de Setúbal

Eucaristia e lançamento de antologia fazem parte das comemorações do IV centenário da morte e dos 480 anos do nascimento do frade arrábido. Celebrações arrancam em Setúbal no sábado e vão chegar a quase todo o país.

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Frei Agostinho da Cruz, poeta e frade arrábido, vai ser homenageado pela Diocese de Setúbal com uma série de iniciativas que assinam o IV centenário da sua morte e os 480 anos do seu nascimento, a partir deste mês e até Maio de 2020. As comemorações têm início com uma missa presidida pelo Bispo de Setúbal D. José Ornelas Carvalho e o lançamento de uma antologia, pelo professor Ruy Ventura, no próximo sábado, 16.

A eucaristia de sufrágio e acção de graças por Frei Agostinho da Cruz terá lugar na igreja paroquial da Anunciada, às 18h30, e a antologia será lançada, por sua vez, no auditório da Cúria Diocesana, com uma sessão de leitura de poemas, às 21h00. O calendário das comemorações arranca antes, quinta-feira, numa organização da autarquia de Ponte da Barca, cidade natal do conhecido padre.

No mesmo dia, às 14h30, Ruy Ventura, professor e presidente da Comissão das comemorações, dará uma conferência na Escola Secundária EB 2,3 de Aranguez, em Setúbal – onde é docente – sobre a vida, obra e relação do padre com a Arrábida. O objectivo é transmitir conhecimento, pois “os alunos são o futuro da preservação da memória de Frei Agostinho”, diz.

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De membro da Corte a frade isolado

“Embora não seja dos mais conhecidos, é dos mais importantes poetas de Língua Portuguesa”, elogia o também poeta e ensaísta estudioso da vida e obra de Frei Agostinho. Na verdade, o frade chamava-se Agostinho Pimenta e só adoptou o nome por que é conhecido ao ingressar no Convento dos Frades Arrábidos, com 20 anos, uma decisão que na altura “apanhou muitas pessoas desprevenidas”.

“Era uma pessoa muito simpática, gostava de conviver com os outros e tinha uma vida desafogada na corte”, onde havia entrado ao serviço, ainda criança, como criado de D. Duarte, um dos netos do rei D. Manuel I. Frei Agostinho da Cruz viveu 45 anos no “convento mais rigoroso da Ordem” até conseguir autorização para se fixar numa ermita do Convento da Arrábida, querendo ficar mais próximo de Deus e dedicar-se à poesia.

Os seus hábitos valeram-lhe, porém, actos de contestação por parte dos outros frades. Escolheu viver “praticamente isolado, numa cela muito pobre, onde rezava missa diariamente e podia receber visitas. Muitas vezes ia à zona da Lapa de Santa Margarida para pescar e apanhar marisco”, passatempos que lhe causaram “problemas enormes”. “Frei Agostinho da Cruz foi expulso pelo menos três vezes durante os 14 anos que lá esteve”, revela Ruy Ventura.

“O facto é que ele tinha uma aura de santidade diferente da dos outros frades”, sublinha o professor. Quando adoeceu, foi levado pelos frades para a enfermaria em Setúbal, onde morreu a 14 de Março de 1619, com 79 anos, uma idade tardia para a época. “Assim que se soube que tinha morrido a população acorreu em massa ao sítio onde estava a ser velado e tiveram de lhe fazer guarda de honra para que ele não fosse desfeito em relíquias”, acrescenta Ruy Ventura.

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Um poeta à frente do seu tempo

O presidente da Comissão das comemorações promovidas pela Diocese de Setúbal afirma que, além da poesia de Frei Agostinho da Cruz, “o próprio exemplo de vida dele não deixa de ser menos importante. Acabou por ser um vulto até à frente do seu tempo em muitos aspectos”, a ponto de quatrocentos anos depois ainda conseguir ensinar muita coisa. “Quanto mais lemos mais aprendemos com ele”, reflecte.

Ruy Ventura, que foi aliás quem seleccionou e organizou os poemas da antologia a apresentar no sábado, realça que a poesia de Frei Agostinho se releva “muito mais variada do que muita gente julga”. “O que tem de mais interessante é que, se a lermos com alguma frequência, é uma espécie de diário íntimo, onde vai falando de Deus e de todos os problemas que foi tendo ao longo da vida”.

Com cerca de 300 páginas, a antologia reúne “mais ou menos metade dos poemas que escreveu”, explica o professor, notando que existem poemas de que não se tem a certeza de terem sido escritos por Frei Agostinho da Cruz. Vinte e um anos depois da última reedição dos seus poemas, diz Ruy Ventura que “é importante voltar a lê-lo, voltar a entendê-lo e voltar a aprender com o exemplo dele”. “É curioso como é que um homem como ele, no século XVI, dizia que não havia nada mais importante na vida do que a liberdade”, conclui.

As comemorações do IV Centenário da morte de Frei Agostinho da Cruz e dos 480 anos do seu nascimento prevêem, além dos eventos de sábado, uma visita guiada ao Convento da Arrábida com a leitura de poemas e a participação de várias outras entidades no sábado, 23, às 15h30. Sesimbra, Almada, Barreiro, Sintra, Santarém, Porto e Ponte da Barca são outras das cidades que vão acolher eventos neste âmbito, entre Março desde ano e Maio de 2020, mês em que se assinala os 480 anos do nascimento de Frei Agostinho da Cruz. O programa encontra-se em detalhe na página de Internet da Diocese de Setúbal.

André Rosa / https://www.diariodaregiao.pt/

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UM ESTENDAL DE POESIA PELAS RUAS DE MELGAÇO

Inscrições até dia 19 de março

Melgaço desafia à escrita de poemas para o “Estendal de Poesia”, uma iniciativa que promete, uma vez mais, surpreender quem passar pelo Largo Hermenegildo Solheiro.

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“Estendal de Poesia” aconteceu pela primeira vez em 2018. Trata-se de uma instalação que junta tradição e inovação: no Largo serão pendurados textos alusivos à poesia, formando um verdadeiro “Estendal de Poesia”, para ser apreciado por todos.

Todos podem participar, até ao dia 19 de março. Os poemas têm de ser escritos em folha A5, estarem devidamente identificados e plastificados, sob pena de exclusão. Os trabalhos devem ser entregues na Casa da Cultura ou na Biblioteca Municipal, mas na impossibilidade de serem entregues presencialmente nos referidos espaços, é possível enviar via e-mail: bibliotecamunicipal@cm-melgaco.pt.

A iniciativa comemora o Dia Mundial da Poesia, que se assinala a 21 de março. A data foi criada na 30ª Conferência Geral da UNESCO, a 16 de novembro de 1999. Este Dia celebra a diversidade do diálogo, a livre criação de ideias através das palavras, da criatividade e da inovação. A data visa fazer uma reflexão sobre o poder da linguagem e do desenvolvimento das habilidades criativas de cada pessoa.

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DIOCESE DE SETÚBAL ASSINALA QUARTO CENTENÁRIO DA MORTE DE FREI AGOSTINHO DA CRUZ E 480 DA DATA DOS SEU NASCIMENTO EM PONTE DA BARCA

Igreja/Cultura: Início das comemorações centenárias de Frei Agostinho da Cruz

A Diocese de Setúbal assinala, entre 2019 e 2020, o IV Centenário da morte de Frei Agostinho da Cruz e os 480 anos do seu nascimento, entre março de 2019 e maio de 2020.

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As comemorações iniciam-se a 16 de março, com a eucaristia presidida por D. José Ornelas, na Paróquia da Anunciada, (Setúbal), seguindo-se, à noite, o lançamento de uma antologia organizada pelo Comissário das Comemorações, Ruy Ventura, salienta uma nota enviada à Agência ECCLESIA

Este evento terá lugar no auditório da Cúria Diocesana, espaço onde se situava a antiga enfermaria dos frades arrábidos, e onde veio a falecer Frei Agostinho da Cruz.

Figura marcante na literatura no nosso país e também na espiritualidade, “nomeadamente franciscana e arrábida”, a sua memória será lembrada entre este ano e 2020 (480 anos do seu nascimento) num conjunto de iniciativas, promovidas ou apoiadas pela Diocese de Setúbal.

Além desta edição vai realizar-se “um recital de poesia”, no Convento da Arrábida, a 23 de março, com a leitura de poemas de Frei Agostinho da Cruz e de outros autores que espelharam nos seus versos aquele sacro-monte.

No dia 01 de junho realiza-se um colóquio sobre a vida e obra do poeta, em Sintra, localidade onde viveu mais de quarenta anos.

Em janeiro de 2020, D. José Tolentino Mendonça profere, em Setúbal, uma conferência sobre o poeta.

Nascido em Ponte da Barca e falecido em Setúbal, junto à igreja da Anunciada, Agostinho Pimenta – o seu primeiro nome – foi noviço no convento de Santa Cruz, na serra de Sintra, passando a habitar a partir de 1605 numa cela na serra da Arrábida, como eremita.

LFS

Fonte: https://agencia.ecclesia.pt/

PONTE DE LIMA LEVA OS JOVENS À POESIA

Município de Ponte de Lima promove oficina de escrita poética para jovens

O Município de Ponte de Lima, através da Biblioteca Municipal promoveu, no dia 08 de fevereiro, uma oficina de escrita poética para jovens a partir da metodologia da "Máquina da Poesia", que envolveu alunos e professores, e permitiu a construção de versos e poemas, a partir de um quadro de palavras transmitidos pelos participantes.

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Esta ação foi ministrada pelo escritor, ilustrador e mediador cultural Miguel Horta, da Laredo Associação Cultural, que contribuiu para o estímulo e incentivo da escrita criativa poética, destinada a ser partilhada com a comunidade através do recurso, construído pelos próprios participantes, designado de ‘Sussurrador’. Esta ferramenta é, afinal, um tubo de cartão decorado a gosto por cada um dos intervenientes, servindo posteriormente para segredar os textos escritos ao ouvido, que vão servir de mote para, todos juntos, percorrermos as ruas de Ponte de Lima e sussurrarmos poesia no dia 19 de março.

Esta atividade está integrada no projeto "Alto Minho a Ler: uma estratégia para o sucesso escolar", que faz parte da candidatura PIICIE- “Alto Minho School 4 All” – Planos integrados e inovadores de combate ao insucesso escolar", promovido pela CIM Alto Minho, com a parceria do Municípios do Alto Minho, visando apoiar o combate ao abandono escolar pela valorização da leitura, associada à escrita e à criação, numa perspetiva inclusiva.

Para mais informações sobre este projeto contacte a Biblioteca Municipal de Ponte de Lima através do email - biblioteca@cm-pontedelima.pt – ou via telefone – 258 900 411 -.

Aceitem o nosso convite para participarem nesta festa da poesia, preparem-se, construam um sussurrador e venham segredar poesia connosco no dia 19 de março de 2019!

VIZELA PROMOVE CONCURSO DE POESIA

Curtas Poéticas com o tema Natureza na edição de 2019

A Câmara Municipal de Vizela, através da Biblioteca Municipal de Vizela, promove o Concurso Curtas Poéticas que na edição 2019 se encontra subordinado ao tema Natureza.

Podem apresentar-se ao Concurso Curtas Poéticas projetos coletivos ou individuais. Os poemas concorrentes não devem ultrapassar os 140 carateres, sob pena de exclusão

Os poemas a concurso dividem-se em três categorias:

  1. a) Infantil – até aos doze anos;
  2. b) Juvenil – dos 12 aos 18 anos;
  3. c) Adulto – mais de 18 anos.

Os interessados que pretendam participar no Concurso Curtas Poéticas podem postar os seus poemas na página de facebook do Concurso Curtas Poéticas emhttps://www.facebook.com/curtaspoeticas ou enviá-los via email para bmvizela@cm-vizela.ptaté 31 de março 2019, com a indicação do nome e da categoria a que concorre.

Serão atribuídos os seguintes prémios. Na categoria infantil – até aos 12, serão oferecidos livros aos três primeiros classificados. Na categoria juvenil, dos 12 aos 18 anos, aos três primeiros classificados os prémios atribuídos são os seguintes:

  1. a) 1.º classificado – vale de compras no valor de € 60,00;
  2. b) 2.º classificado – vale de compras no valor de € 40,00;
  3. c) 3.º classificado – vale de compras no valor de € 20,00.

Na categoria adulto, mais de 18 anos, aos três primeiros classificados os prémios atribuídos são os seguintes:

  1. a) 1.º classificado – vale de compras no valor de € 100,00;
  2. b) 2º classificado – vale de compras no valor de € 50,00;
  3. c) 3.º classificado – vale de compras no valor de € 25,00

Os poemas selecionados serão publicados em livro em data a definir. Os participantes autorizam o uso dos seus textos.

CÃO DANADO ASSENTA ARRAIAIS EM VILA NOVA DE FAMALICÃO E APRESENTA NOVO PROJETO CULTURAL

Sob o pretexto da Revolução Russa, três nacionalidades diferentes – dois portugueses, dois brasileiros e uma russa – encontram-se em palco para uma viagem poética pela revolução, num claro convite à reflexão e visão sobre o tema. Assim versa o espetáculo “Visões.2” que vai estrear, este mês, o novo espaço da plataforma de criação Cão Danado, em Vila Nova de Famalicão, localizado no Complexo Industrial A Reguladora, num dos espaços da antiga fábrica de Relógios.

Cão Danado está sedeado num espaço com 600 m2 na antiga Reguladora (1).JPG

O espetáculo multidisciplinar que confronta a dança, a música, a palavra e a imagem reflete bem o novo caminho que está a ser trilhado por esta instituição artística. 

Depois de um período de alguma indefinição quanto ao futuro, a Cão Danado decidiu apostar as fichas todas na inovação migrando da área artística do teatro para os cruzamentos disciplinares, conquistando com isso diversas parcerias nacionais e internacionais com outras áreas sectoriais desde o ambiente, à educação, a ciência, a tecnologia e o turismo, entre outras, numa busca incessante pela novidade, pela investigação e pela transversalidade.

A alteração de paradigma coincidiu com a mudança da sede para Vila Nova de Famalicão e toda a situação está a gerar um novo começo para a companhia de teatro e uma nova expetativa em Famalicão.

Com quase duas décadas de existência – a Cão Danado estreou em 2001 com o espetáculo “O Psychosis”, na antiga fábrica Confiança, em Braga – a companhia renasce agora em Vila Nova de Famalicão sob o signo da inovação e multidisciplinariedade.

O novo projeto, que contou já com o apoio bienal da Secretaria de Estado da Cultura e Direção-Geral das Artes, vai ser apresentado à comunicação social, na próxima sexta-feira, dia 11 de janeiro, pelas 10h30, no âmbito de mais uma jornada pela inovação, promovida pelo presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha.

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POETA JOÃO LUÍS DIAS APRESENTOU EM TERRAS DE BOURO O SEU NOVO LIVRO “COISAS QUE ME APETECE DIZER

“Coisas que me apetece dizer” apresentado na Câmara Municipal

Muitos foram os que se deslocaram no passado dia 15 ao Salão Nobre da Câmara Municipal de Terras de Bouro para assistir a apresentação de mais um livro intitulado “coisas que me apetece dizer” do poeta terrabourense, João Luís Dias.

Capa Coisas que me apetece dizer

O momento contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Manuel Tibo, do Prof. Henrique Barroso da Universidade do Minho e do administrador da empresa SOCIOCORREIA, Custódio Correia, patrocinador principal da obra apresentada, que aproveitaram para felicitar João Luís Dias pela edição de mais um livro.

A sessão contou com a homenagem a ilustres nomes da sociedade terrabourense que, pelo seu percurso em termos sociais e profissionais, mereceram ser mais uma vez recordados. Os presentes assistiram a um momento musical e, no final da entrega dos livros e das dedicatórias, foram brindados com um porto de honra.

A Câmara Municipal agradece ao João Luís Dias todo o empenho e dedicação que tem demonstrado na promoção e difusão da cultura de Terras de Bouro.

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ASSOCIAÇÃO DAR-AS-MÃOS VAI ESPALHAR POESIA PELA CIDADE DE FAMALICÃO

Instituição venceu terceira edição do concurso “Programar em Rede”, promovido pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão

A poesia vai invadir a cidade de Vila Nova de Famalicão com o novo projeto da Associação Dar-as-Mãos, que venceu a edição deste ano do concurso “Programar em Rede”, lançado pela Câmara Municipal, com o objetivo de colocar vários agentes culturais do concelho a trabalharem em rede para apresentarem um projeto vencedor capaz de cativar os famalicenses e atrair turistas ao concelho.

Projeto de A Casa ao Lado (1)

O projeto promovido em parceria com o Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, a Associação de Pais da Escola Júlio Brandão, a Casa ao Lado, a Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco e a instituição Piratiarte, CRL, tem como objetivo promover a literacia na rua e sensibilizar os diferentes públicos para um melhor conhecimento da literatura portuguesa através dos seus poetas. Nesse sentido serão selecionados um conjunto de poemas que serão depois afixados em vários locais da cidade. Paralelamente serão desenvolvidas atividades diversas nomeadamente nas escolas com a elaboração de poemas, mas também atividades destinadas a todo o público com ações de declamação poética em espaços públicos, entre outros. Haverá ainda a atribuição de prémios para a melhor poesia, melhor mensagem e melhor ilustração de poemas.

A Associação Dar-As-Mãos irá agora receber uma verba que poderá chegar aos dez mil euros para concretizar, em 2019, este projeto cultural e artístico. Refira-se que a  Associação Dar as Mãos é uma instituição de solidariedade social famalicense que tem por missão contribuir para uma maior equidade social, desenvolvendo o seu trabalho junto da população carenciada. Com este projeto, a instituição alarga a sua atividade social à cultura e às artes.

A iniciativa “Programar em Rede” arrancou em 2016, com a Fundação Cupertino de Miranda a arrecadar o prémio com o projeto cultural "Museus Ilustrados em Rede". Em 2017, a grande vencedora foi “A Casa ao Lado” com o projeto de arte urbana intitulado “Traço”.

O projeto da Associação Dar As Mãos foi eleito com 15 votos, no último Conselho Municipal da Cultura que decorreu a 12 de novembro, na Casa das Artes.

Projeto de A Casa ao Lado (2)

Projeto de A Casa ao Lado (3)

NA GALIZA SÊ GALEGO – FALA EM PORTUGUÊS QUE OS GALEGOS TE ENTENDERÃO!

Quem te sagrou criou-te português.

Do mar e nós em ti nos deu sinal.

Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.

Senhor, falta cumprir-se Portugal!

Mensagem, Fernando Pessoa

Por mera ignorância e ridículo pavoneio, não raras as vezes os nossos irmãos galegos deparam-se estupefactos com portugueses que visitam a Galiza abordarem-nos recorrendo a uma espécie de castelhano que mais apropriadamente designaremos por "portunhol"!

Guimarães (24)

Não cuidam sequer que, com leves distinções linguísticas, os galegos exprimem-se num idioma que nos é comum pelo menos deste o tempo do cancioneiro medieval galaico-minhoto, poesia trovadoresca a que não é alheio a lírica provençal e os caminhos trilhados pelos peregrinos que demandavam a Santiago de Compostela.

Quão idiota é assistir um português gesticular umas palavras em castelhano a um galego que tão bem nos entende e acolhe sempre que falamos a nossa própria Língua – que é também a sua! Ignoram inclusive que até o poeta Luís Vaz de Camões possuía raízes na Galiza…

Com as suas quatro províncias - Corunha, Lugo, Ourense e Pontevedra - e ainda alguns concelhos integrados na vizinha Astúrias, a Galiza constitui com Portugal a mesma unidade geográfica, cultural e linguística, o que as tornam numa única nação, embora ainda por concretizar a sua unidade política. Entre ambas existe uma homogeneidade que vai desde a cultura megalítica e da tradição céltica à vetusta Gallaécia e ao conventus bracarensis, passando pelo reino suevo, a lírica galaico-portuguesa, o condado portucalense e as sucessivas alianças com os reis portugueses, as raízes étnicas e, sobretudo, o idioma que nos é comum - a língua portuguesa. Ramon Otero Pedrayo, considerado um dos maiores escritores do reintegracionismo galego, afirmou um dia na sua qualidade de deputado do parlamento espanhol que "a Galiza, tanto etnográfica como geograficamente e desde o aspeto linguístico, é um prolongamento de Portugal; ou Portugal um prolongamento da Galiza, tanto faz". Teixeira de Pascoaes foi ainda mais longe quando disse que "...a Galiza é um bocado de Portugal sob as patas do leão de Castela". Não nos esqueçamos que foi precisamente na altura em que as naus portuguesas partiam à descoberta do mundo que a Galiza viveu a sua maior repressão, tendo-lhe inclusivamente sido negada o uso da língua galaico-portuguesa em toda a sua vida social, incluindo na liturgia, naturalmente pelo receio de Castela em perder o seu domínio e poder assistir à sua aproximação a Portugal.

No seu livro "A Galiza, o galego e Portugal", Manuel Rodrigues Lapa afirma que "Portugal não pára nas margens do Minho: estende-se naturalmente, nos domínios da língua e da cultura, até às costas do Cantábrico. O mesmo se pode dizer da Galiza: que não acaba no Minho, mas se prolonga, suavemente, até às margens do Mondego".

Como descreveu o poeta monçanense João Verde:

Vendo-os assim tão pertinho,

a Galiza mail’ o Minho,

são como dois namorados

que o rio traz separados

quasi desde o nascimento.

Deixal-os, pois, namorar

já que os paes para casar

lhes não dão consentimento

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ESCRITOR ARTUR COIMBRA LANÇA LIVRO DE POESIA PARA COMEMORAR 40 ANOS DE VIDA LITERÁRIA

Tem o título de Palavras à procura de voz o novo livro de poesia de Artur Ferreira Coimbra, chefe da Divisão de Cultura, Desporto e Juventude do Município de Fafe, que comemora os seus 40 anos de vida literária, contados a partir da publicação da sua primeira obra O Prisma do Poeta, em 1978.

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A sua apresentação pública ocorre na noite do próximo dia 26 de Outubro, sexta-feira, na Sala Manoel de Oliveira, em Fafe.

A obra recolhe seis dezenas de poemas escritos nos dois últimos anos e é enriquecida por um prefácio de César Freitas, ensaísta e director da Escola Superior de Educação de Fafe e um posfácio da docente Leonor Castro, poetisa e ensaísta.

Nas palavras de César Freitas: “em diálogo com a obra poética anteriormente editada, Palavras à procura de voz retoma as linhas de rumo perseguidas pelo poeta para celebrar a intensidade da vida, associando veios temáticos relacionados com o corpo, a escrita e a memória aos motivos referentes à família e aos elementos primordiais da natureza. Esta é, como são os textos precedentes, uma poesia solar, uma poesia onde o corpo e a natureza se fundem num universo transmutado por uma percepção sensorial do real circundante”. E acrescenta o ensaísta, noutro excerto: “ao longo dos anos são já numerosos os versos lavrados por Artur Coimbra que testemunham o apuro da forma, a melodia do ritmo, a riqueza estilística, a singularidade criativa, a individual aventura da linguagem poética”.

Palavras à procura de voz inclui ainda testemunhos de amigos a propósito dos 40 anos de poesia do autor. Concretamente, de Carlos Afonso, Cónego Valdemar Gonçalves, Pompeu Miguel Martins, Cláudio Lima, Júlio Ferreira Leite, Augusto Lemos, Álvaro de Oliveira, Pinto de Matos, Armando Freitas Ferreira, Benedita Stingl, Maria Amélia Fernandes, Ângelo Santos, Paulo Moreira, Ribeiro Cardoso, Acácio Almeida e Daniel Bastos.

Nesta efeméride, são ainda recolhidos poemas dedicados ao autor em diversos períodos da sua vida literária, entre os quais os de Soledade Summavielle, Acácio Almeida, António de Almeida Mattos, Armando Fonseca, Paulo Moreira e José Salgado Leite.

A capa é de Daniel Gonçalves, sobre pintura do artista fafense Orlando Pompeu.

A anteceder, actua em momento musical o Coro de Pais e Amigos da Academia de Música José Atalaya, sob a direcção do maestro Tiago Ferreira.

Artur Ferreira Coimbra é licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1982), pós-graduado em Assuntos Culturais no Âmbito das Autarquias pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (1995) e Mestre em História das Instituições e da Cultura Moderna e Contemporânea pela Universidade do Minho (2000).

Fundador e presidente do Núcleo de Artes e Letras de Fafe, publicou até agora seis livros de poesia e perto de três dezenas de obras historiográficas em torno de temas de Fafe, das suas gentes e instituições.

Pela sua actividade literária e historiográfica, foi galardoado com diversas distinções, entre as quais quatro “Microfones de Ouro”, do extinto jornalCorreio de Fafe, Prémio “os Mais” do Povo de Fafe (2 vezes) e dois “Ardinas de Ouro” do Notícias de Fafe, bem como as mais altas condecorações do município e da freguesia de Fafe, concretamente, a Medalha de Ouro de Mérito Concelhio, da Câmara Municipal de Fafe e a Medalha de Ouro da Junta de Freguesia de Fafe, ambas em 2003.

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FAMALICÃO RECEBE ENCONTRO DE POESIA

Encontro de Poesia Carmina arranca amanhã e decorre até sábado na Fundação Cupertino Miranda com conversas sobre “Poesia e identidades: corpos, políticas, sexualidades”

O encontro de Poesia Carmina, promovido pela Fundação Cupertino de Miranda em parceria com o município de Vila Nova de Famalicão, regressa amanhã, quinta-feira e decorre até sábado, dia 29, com o tema “Poesia e Identidades: corpos, políticas, sexualidades”. Coordenado pela poetisa Ana Luísa Amaral e pela investigadora Marinela Freitas, o encontro que se realiza de dois em dois anos conta com um conjunto diversificado de convidados ligados às áreas da cultura, do cinema, da educação e das letras.

Fundação Cupertino de Miranda

Amanhã, o festival abre, pelas 21h45, com uma conversa com a realizadora Inês de Medeiros, conduzida por Ana Gabriela Macedo, no pequeno auditório da Casa das Artes, numa iniciativa que conta com a parceria do Cineclube de Joane. Na sexta-feira, o programa regressa à Fundação Cupertino de Miranda, com destaque para a conversa “O som que os versos fazem ao abrir” com Ana Luísa Amaral e Luís Caetano, pelas 17h30, com gravação ao vivo para a Antena2. Antes disso fala-se pelas 11h00 de “Poesia e Corpos: A poesia tem sexo?” com Maria Teresa Horta, Rosa Maria Martelo e Livia Apa. Pelas 15h00, o assunto é “Poesia e Corpos: A critica tem sexo? Com Catherine Dumas, Eduardo Pitta e Graça Capinha.

No último dia do evento, sábado, será lançada pelas 10h00, a antologia poética do corpo: outras habitações, organizada por Ana Luísa Amaral e Marinela Freitas. Pelas 10h30, debate-se “A poesia tem… o quê?” com Jorge Sousa Braga, Fernando Aguiar e Helga Moreira, numa conversa conduzida por Isabel Pires de Lima.

Pelas 12h00, decorre Leituras de Poesia com Ana Luísa Amaral, João Rios, Rui Springer e Isaque Ferreira.

Refira-se que a Fundação Cupertino de Miranda inaugurou no passado mês de junho o Centro Português do Surrealismo que tem atualmente uma coleção de mais de três mil obras ligadas ao surrealismo, nomeadamente de Mário Cesariny e Artur Cruzeiro Seixas, num total de 130 artistas.

Com Carmina, a palavra latina que define a poesia como alguma coisa entre o pagão e o religioso, a ideia é ir além do que são habitualmente os festivais de poesia, em que apenas se ouve dizer poesia.

FAMALICÃO REALIZA ENCONTRO DE POESIA

Conversas sobre “Poesia e identidades: corpos, políticas, sexualidades” na Fundação Cupertino Miranda. Encontro de Poesia Carmina realiza-se a 27, 28 e 29 de setembro

O encontro de Poesia Carmina, promovido pela Fundação Cupertino de Miranda em parceria com o município de Vila Nova de Famalicão, regressa nos dias 27, 28 e 29 de setembro, com o tema “Poesia e Identidades: corpos, políticas, sexualidades”. Coordenado pela poetisa Ana Luísa Amaral e pela investigadora Marinela Freitas, o encontro que se realiza de dois em dois anos conta com um conjunto diversificado de convidados ligados às áreas da cultura, do cinema, da educação e das letras.

Fundação Cupertino de Miranda

No dia 27, o festival abre, pelas 21h45, com uma conversa com a realizadora Inês de Medeiros, conduzida por Ana Gabriela Macedo, no pequeno auditório da Casa das Artes, numa iniciativa que conta com a parceria do Cineclube de Joane. No dia 28, o programa regressa à Fundação Cupertino de Miranda, com destaque para a conversa “O som que os versos fazem ao abrir” com Ana Luísa Amaral e Luís Caetano, pelas 17h30, com gravação ao vivo para a Antena2. Antes disso fala-se pelas 11h00 de “Poesia e Corpos: A poesia tem sexo?” com Maria Teresa Horta, Rosa Maria Martelo e Livia Apa. Pelas 15h00, o assunto é “Poesia e Corpos: A critica tem sexo? Com Catherine Dumas, Eduardo Pitta e Graça Capinha.

No último dia do evento, 29 de setembro, será lançada pelas 10h00, a antologia poética do corpo: outras habitações, organizada por Ana Luísa Amaral e Marinela Freitas. Pelas 10h30, debate-se “A poesia tem… o quê?” com Jorge Sousa Braga, Fernando Aguiar e Helga Moreira, numa conversa conduzida por Isabel Pires de Lima.

Pelas 12h00, decorre Leituras de Poesia com Ana Luísa Amaral, João Rios, Rui Springer e Isaque Ferreira.

Refira-se que a Fundação Cupertino de Miranda inaugurou no passado mês de junho o Centro Português do Surrealismo que tem atualmente uma coleção de mais de três mil obras ligadas ao surrealismo, nomeadamente de Mário Cesariny e Artur Cruzeiro Seixas, num total de 130 artistas.

Com Carmina, a palavra latina que define a poesia como alguma coisa entre o pagão e o religioso, a ideia é ir além do que são habitualmente os festivais de poesia, em que apenas se ouve dizer poesia

“BRAGA À LUPA” EVOCA POETA JOÃO PENHA

No próximo dia 14 de Julho, às 15h00

No âmbito do programa de divulgação patrimonial intitulado “À Descoberta de Braga”, o Município de Braga realiza no próximo dia 14 de Julho mais uma sessão do ‘Braga à Lupa’ com a evocação do poeta João Penha.

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A sessão está marcada para as 15h00, no Largo João Penha, e terá como convidados José Cândido de Oliveira Martins, da Faculdade de Filosofia de Braga, e António Conde, da Biblioteca de Vila Nova de Gaia.

Os interessados em participar devem efectuar inscrição prévia através do email cultura@cm-braga.pt.

João Penha (Braga, 1839-1919) é um poeta de origem bracarense, pouco conhecido, além de sofrivelmente editado e divulgado, cuja breve evocação se mostra oportuna. A sua obra poética ocupa um espaço singular nas tendências estéticas da Literatura Portuguesa em finais de Oitocentos.

Conviveu com escritores importantes do seu tempo, como Eça de Queirós, Antero de Quental, Guerra Junqueiro ou Gonçalves Crespo. Em Coimbra, fundou e dirigiu o influente jornal literário “A Folha”, publicação periódica em que colaboraram alguns dos nomes mais relevantes do meio literário da época.

“A Folha” foi sobretudo defensora do Parnasianismo, estética de que o poeta João Penha foi um dos grandes defensores, numa busca de apuro formal e superação do lirismo romântico. Obras publicadas: Rimas (Lisboa, 19883); Por Montes e Vales (Lisboa, 1899); Novas Rimas (Coimbra, 1905); Ecos do Passado (Porto, 1914); Últimas Rimas (Lisboa, 1919); O Canto do Cisne (Lisboa, 1923).

Recorde-se que o programa’ À Descoberta de Braga’ é promovido pelo Município de Braga com o objectivo de dar a conhecer os principais momentos da história, os seus protagonistas, o património legado pelas diferentes eras, as tradições e costumes, reforçando o sentir comum e a coesão social.

PONTE DE LIMA HOMENAGEIA POETA ANTÓNIO VIEIRA LISBOA

Apresentação do Livro Versos Estranhos de António Vieira Lisboa

No dia da morte do Poeta António Vieira Lisboa ocorrida em Ponte de Lima, há 50 anos, o Município de Ponte de Lima promoveu uma homenagem ao poeta e jurista, no passado dia 13 de junho.

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O programa inclui um conjunto de ações evocativas com o objetivo de recordar um notável homem que intervalou a escrita com o exercício da magistratura.

António Vieira Lisboa, publicou um considerável número de livros de poesia, sobressaindo o lirismo amoroso associado à sensualidade feminina e o lirismo celebrativo da paisagem limiana, com destaque para o Rio Lima. Ao longo da década de 1940 escreveu várias obras poéticas, designadamente “Versos Estranhos”, “Poemas de Amor e dúvida”, “Mulheres: Versos”, “Chão de Amor”, “Ao longo do Rio Azul”, “Testamento Sentimental”, entre outras, atualmente difíceis de se encontrar no mercado.

Este dia evocativo foi assinalado com o lançamento do livro “Versos Estranhos de António Vieira Lisboa”, de autoria de António Afonso.

A apresentação da obra esteve a cargo do Dr. João Lobo, autor da Nota Introdutória do livro “Versos Estranhos de António Vieira lisboa” que descreveu esta obra como um (..) “livro admirável que resgata da memória um escritor ilustre e a obra que nos legou”,  parabenizando o Município de Ponte de Lima e o autor do livro pela edição lançada, assinalando o quinquagésimo aniversário do falecimento do poeta.

O Autor da publicação “Versos Estranhos de António Vieira Lisboa” António Afonso agradeceu ao Município de Ponte de Lima pela disponibilidade demonstrada para a edição desta obra, e detentor há anos de um manuscrito daquele livro com a mais-valia de referir as datas e os locais onde os poemas tinham sido escritos e que permitiu a realização deste livro, oferecendo ao Município de Ponte de Lima o referido manuscrito.”

O Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Eng.º Victor Mendes, salientou que ao apoiarmos esta publicação (..) “estamos a homenagear um grande limiano”. O autarca considerou ainda que no âmbito da “ nossa política cultural e editorial do Município, faz parte valorizarmos as nossas figuras célebres deste concelho”. O Edil, referiu ainda que esta é uma grande oportunidade de dar a conhecer a obra deste grande poeta, precisamente neste dia, 13 de junho às 18 horas – data dos 50 anos do seu falecimento”.

As comemorações incluíram ainda um tributo ao poeta com poesias encenadas pelo GACEL – Grupo de Ação, Cultura e Estudos Limianos, durante a apresentação do livro. As comemorações terminaram com um tributo ao poeta António Vieira Lisboa, com momentos de poesia encenados pelo grupo GACEL, antecedendo a ‘Poesia à Sexta’, que habitualmente acontece à Sexta-feira.

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PONTE DE LIMA HOMENAGEIA POETA ANTÓNIO VIEIRA LISBOA

13 de junho – 18 horas – Auditório Municipal

O Município de Ponte de Lima vai homenagear o poeta António Vieira Lisboa com um programa diversificado de ações evocativas para recordar um notável homem que intervalou a escrita com o exercício da magistratura.

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 O dia 13 de junho – dia do falecimento do distinto autor - será assinalado com o lançamento do livro “Versos Estranhos de António Vieira Lisboa”, de autoria de António Afonso e pelo tributo ao poeta com poesias encenadas por GACEL – Grupo de Ação, Cultura e Estudos Limianos.

A apresentação do livro - uma edição evocativa dos 50 anos de falecimento do poeta – estará a cargo de João Lobo, com intervenções do autor e do Presidente do Município de Ponte de Lima, Victor Mendes, às 18 horas, no auditório municipal.

Às 21h30, no mesmo local, terá lugar o tributo ao poeta António Vieira Lisboa, com momentos de poesia encenados pelo grupo GACEL, antecedendo a ‘Poesia à Sexta’ que estava anteriormente agendada para o dia 15 de junho.

No auditório municipal encontrar-se-á também patente uma exposição intitulada “Recordar Vieira Lisboa: o homem, a obra, o tempo”, organizada pela Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, que transitará posteriormente para o espaço da Biblioteca e ficará acessível a todos os interessados até ao final do ano. Associe-se à justa homenagem a uma das notáveis figuras da cultura local e compareça nas sessões de tributo ao poeta do Lima.

Antonio Feijo

FAFE PROMOVE SESSÃO CULTURAL COM PINTURA E POESIA

Sessão cultural na tarde de sábado, no Arquivo Municipal de Fafe com apresentação de livro de poesia e abertura de exposição de pintura

Na tarde de sábado, 2 de Junho, a partir das 16h00, realiza-se uma sessão cultural, no Arquivo Municipal de Fafe, que inclui a apresentação de uma livro de poesia e a abertura de uma exposição de pintura.

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A sessão arranca com a apresentação da obra poética “Raízes”, de Pedro Armando Freitas Santos, um autor natural do Porto mas bisneto do “brasileiro” fafense João Alves de Freitas, que mandou construir o palacete onde se realiza a sessão. Professor de hatha ioga e como curso de meditação transcendental, é membro do Conselho de Administração de uma empresa turística.

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A obra vai ser apresentada por José Manuel Soares, Professor catedrático da Universidade do Porto, e Gonzalo Navaza, Professor na Faculdade de Filologia e Tradução da Universidade de Vigo, no Departamento de Filologia Galega e Portuguesa.

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A sessão inclui depois a abertura da exposição retrospetiva de artes plásticas da pintora fafense Fernanda Aguiar, que revisita as suas diferentes fases ao longo das últimas duas décadas.

Maria Fernanda Oliveira Aguiar é professora do ensino básico aposentada. Só após a aposentação, veio a libertar as aptidões para o desenho e a pintura. Participou em numerosas exposições colectivas em Fafe, Vila do Conde, Felgueiras, Póvoa de Varzim e Póvoa de Lanhoso, entre outras localidades.

Individualmente, expôs pela primeira vez numa unidade hoteleira de Fafe, no ano 1998. Expôs depois em diversos espaços culturais de localidades como Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Braga, Albufeira, entre outras.

Fernanda Aguiar está representada em inúmeras colecções privadas e públicas da região.

A mostra retrospectiva estará patente até 20 de Junho.

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POESIA ESTÁ DE VOLTA A PONTE DE LIMA

Sessão de Poesia à Sexta em Ponte de Lima com Helena Osório

A mais recente obra poética de autoria de Helena Osório, intitulada “Experiências da alma por trilhos de sal com pimenta”, vai ser apresentada em Ponte de Lima no âmbito do projeto ‘Poesia à Sexta’, no dia 25 de maio, pelas 21 horas, na Biblioteca Municipal.

CONVITE Helena Osório

Esta apresentação estará a cargo de Lourenço Almada e será enriquecida por momentos de declamação de poesia por Américo Carneiro, Céu Guerra, Cristina Passos, Luís Dantas, Manuela Calheiros, Tina Tinoco.

O momento musical será da responsabilidade de César Lopes e a sessão terminará com o serviço de vinho verde de Azevedo / Sogrape.

Compareça nesta sessão e celebre a poesia em língua portuguesa

VIZELA PREMEIA CURTAS POÉTICAS 2018

Entregues prémios das Curtas Poéticas 2018

No passado domingo foi apresentado o livro Curtas Poéticas 2018, no âmbito da Feira do livro de Vizela de 2018.

1º lugar infantil

Neste sexto ano de curtas poéticas, e por ocasião dos 20 anos do concelho de Vizela, foi homenageada a cidade e os vizelenses com o tema Vizela.

Foram recebidos  no total 347 poemas, de onde destacamos uma participação massiva das escolas, pelo que agradecemos a todos os alunos que participaram, aos professores que os motivaram e de forma especial às coordenadoras das bibliotecas escolares.

Destes poemas foram selecionados 50 para integrarem o livro das Curtas Poéticas Vizela.

O júri do concurso foi composto por duas professoras representantes dos dois agrupamentos de escolas de Vizela, Elsa Oliveira pelo Agrupamento de Escolas de Vizela e Carla Pedro pelo Agrupamento de escolas de Infias, Sónia Cunha, membro da Associação cultural Avicella, Conceição Lima, autora do programa Hora da Poesia e Agostinha Freitas, Vereadora da Câmara Municipal de Vizela.

O 1º 2º e 3ºs lugares de cada escalão tiveram direito a um prémio e todos os outros selecionados receberam um diploma e um bilhete de cinema patrocinado pelos Cinemas Fórum Vizela.

1º lugar adulto

Premiados:

Infantil

3º lugar infantil Carolina Alves

2º lugar infantil YARA Sampaio Vieira

1º lugar infantil Bruno Fernandes

Juvenil

1º Duarte Silva

Adulto

3º Paula Oliveira

2ª Paula Oliveira

1ª Sérgio Coelho

O livro encontra-se à venda na Biblioteca Municipal de Vizela pelo preço de 3,50€.

2º e 3º lugar adulto

2º lugar infantil

3º lugar infantil