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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FAMALICÃO RECEBE POETAS DE TODO O MUNDO

Mais de três dezenas de académicos, ensaístas, escritores, críticos, artistas, poetas oriundos de diversas geografias ibero-afro-americanas reúnem-se em Famalicão de 23 a 25 de Maio na 8.ª edição da iniciativa

As Raias Poéticas que acontecem e fazem acontecer

“Signos artísticos em metamorfoses activas, composições de potências-artistas, diferenças que se reconstroem com diferenças, pontos de vista que exaltam o pensamento impensável”. São assim as Raias poéticas que este ano se realizam de 23 a 25 de maio, em Vila Nova de Famalicão, com curadoria de Luís Serguilha e a presença de 35 académicos, ensaístas, escritores, críticos, artistas, poetas oriundos de diversas geografias ibero-afro-americanas. Dezoito dos convidados são pesquisadores em várias universidades ibero afro americanas que se conectarão às experimentações artísticas-poéticas de outros(as) poetas.

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A 8.ª edição das Raias intensificará “os entrecruzamentos de vários ritmos artísticos dentro de estilizações conceptuais: dança, teatro, artes plásticas, literatura se misturarão, se atravessarão por meio de afectologias em variação, de problematizações vitalistas, de topologias intempestivas, construindo transgeografias aformais”, explica Luís Serguilha.

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Destaque para as presenças de Paulo Guilherme Domenech Oneto, filósofo e Professor da UFRJ, - Universidade Federal do Rio de Janeiro e Birkbeck, University of London, de Leonardo Maia, investigador, Professor na UFRJ e na Universidade de Paris, um dos mais instigantes pesquisadores dos processos criativos-cinematográficos de Pier Paolo Pasolini, Ana Vitória, coreógrafa, bailarina, professora universitária na Angel Vianna, no Brasil e pesquisadora na Universidade Nova de Lisboa, Hélia Borges, psicanalista, pesquisadora e professora universitária na Angel Vianna, no Brasil, e de Alcimar Souza Lima, psiquiatra, escritor e professor no Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo.

Luís Serguilha diz que as Raias Poéticas “não fazem parte dos festivais, não têm biografias, nem pertencem ao historicismo, não são competições, não há pódios, nem modelos, nem estruturas lógicas, são pontos de vista que exaltam o pensamento impensável”. São, diz, “acontecimentos do acontecimento”.

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VIEIRA DO MINHO DÁ ESPAÇO À POESIA

Apresentação Pública do Livro de Poesia“ O Meu Coração Escreve Mensagens de Amor ao Teu”

A Casa Museu Adelino Ângelo vai acolher, domingo, dia 19 de maio, pelas 15h00 a sessão de apresentação publica do livro de poesia “O Meu Coração Escreve Mensagens de Amor Ao Teu” de autoria de João Ramalho.

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Trata-se de um trabalho pessoal e original pela forma como retrata o Amor entre duas pessoas.

João Ramalho, um  vieirense bem conhecido dos nossos leitores, é natural da freguesia de Cantelães, advogado, e vem dar a conhecer ao publico a sua escrita.

Neste sentido, a Câmara Municipal de Vieira do Minho convida os Vieirenses a participar nesta sessão inteiramente dedicada à poesia e às emoções.

POETA ANTÓNIO CACHO APRESENTA LIVRO DE POESIA "CANTAR VALDEVEZ"

António Cacho apresentou livro de poesia “Cantar Valdevez”

No passado sábado a Casa das Artes abriu as suas portas para receber a apresentação de mais uma obra do arcuense António Cacho.

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“Cantar Valdevez” é a sua 13ª publicação. O livro apresenta poesias sobre cada uma das freguesias do concelho, permitindo assim criar vários roteiros poéticos pelo território, dando a conhecer a história, património, tradições e usos e costumes de cada uma das localidades arcuenses.

O presidente da Câmara Municipal João Manuel Esteves esteve presente neste ato, onde enalteceu a obra de António Cacho e frisou que o mesmo é um exemplo e um incentivo para que outras pessoas também escrevam, representem, ou se dediquem a outras atividades culturais.

António Cacho começou a publicar a sua poesia em 1989, sendo considerado atualmente uma figura de relevo na poesia nacional. O autor nasceu no Brasil em 1927 e reside em Arcos de Valdevez. Exerceu advocacia durante mais de cinco décadas e foi igualmente Magistrado e professor do ensino secundário particular.

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PAREDES DE COURA REALIZA POESIA

REALIZAR: poesia

Manel Cruz - Manuel Freire - Abi Feijó – José Milhazes

Paredes de Coura | 25 a 28 abril

O mês de abril em Paredes de Coura já não passa sem o REALIZAR: poesia. Ao longo de quatro dias, entre 25 e 28, Coura preenche-se com palavras sábias, palavras inspiradoras, que percorrem espaços como o edifício da Câmara Municipal, a Biblioteca Aquilino Ribeiro, o Quartel das Artes, as Caixa da Música e dos Brinquedos, mas também a rua, praças, cantos e recantos desta bonita vila no coração do Alto Minho, para que todos, mesmo todos, desfrutem de tão importante partilha de cultura e conhecimento.

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Promovido pelo Município de Paredes Coura, é precisamente na tarde de 25 de abril, essa data histórica que tanto nos diz, que se abre esta 4ª edição do REALIZAR: poesia. “Sobre a Liberdade” é o mote da conversa inaugural. Mário Moutinho, José Milhazes e Carlos Lage, entre outros, abrem o tema ao debate, com moderação da jornalista Carla Carvalho e apontamentos musicais de Blandino. José-Alberto Marques, figura histórica do nosso concretismo literário, assume a performance poética que fecha a mesa.

música + curtas + teatro + fotografia + livros

Mais uma vez, ao longo desta edição do REALIZAR:poesia os livros são protagonistas: “A Arte da Fuga” de André Tecedeiro, do catálogo da Do Lado Esquerdo; com tradução de Adolfo Luxúria Canibal, pela Livraria Snob, é apresentado “33 POESIAS-VLADIMIR MAIAKVOSKI”;  da FLOP chega “Para acabar de vez com o juízo de Deus e outros textos finais (1946-1948)” de Antonin Artaud, em tradução de Pedro Eiras; pela Abysmo, “O Espólio do Sr. Maomé” é o mais recente livro de José-Alberto Marques; “Pequeno Roteiro Cego” de Levi Condinho é apresentado por Miguel Martins; e a “Obra Poética” de Georg Trakl  numa tradução de António de Castro Caeiro.

PAREDES DE COURA REALIZA POESIA

REALIZAR:poesia

Manel Cruz - Manuel Freire - Abi Feijó – José Milhazes

Paredes de Coura | 25 a 28 abril

O mês de abril em Paredes de Coura já não passa sem o REALIZAR:poesia. Ao longo de quatro dias, entre 25 e 28, Coura preenche-se com palavras sábias, palavras inspiradoras, que percorrem espaços como o edifício da Câmara Municipal, a Biblioteca Aquilino Ribeiro, o Quartel das Artes, as Caixa da Música e dos Brinquedos, mas também a rua, praças, cantos e recantos desta bonita vila no coração do Alto Minho, para que todos, mesmo todos, desfrutem de tão importante partilha de cultura e conhecimento.

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Promovido pelo Município de Paredes Coura, é precisamente na tarde de 25 de abril, essa data histórica que tanto nos diz, que se abre esta 4ª edição do REALIZAR:poesia. “Sobre a Liberdade” é o mote da conversa inaugural. Mário Moutinho, José Milhazes e Carlos Lage, entre outros, abrem o tema ao debate, com moderação da jornalista Carla Carvalho e apontamentos musicais de Blandino. José-Alberto Marques, figura histórica do nosso concretismo literário, assume a performance poética que fecha a mesa. À noite revisitamos o evento de 2018 com visionamento do documentário de Paulo Pinto.

Na sexta-feira, a 26, depois da passagem matinal do REALIZAR:poesia pelas escolas do concelho, escutamos novo debate, desta vez sobre a palavra e a imagem em âmbito teatral. Marta Bernardes dirige a conversa onde intervêm André E. Teodósio, João Pedro Vaz e Pedro Sobrado. Levados pelo violinista José Valente viajaremos nas palavras de Ana Hatherly e “Serpente Infinita”. Fora de horas: a memória de Joaquim Castro Caldas, por via dos 30 anos das ‘Segundas de Poesia’ do Pinguim Café. Sobem a Coura os seus habitués, com Rui Spranger aos comandos.

Sábado, 27 de março, acorda com a popular distribuição de poesia pelas ruas da vila, dita a plenos pulmões pelo Teatro Amador Courense. Com a presença dos cineastas Abi Feijó, Alexandra Ramires (Xã) e Regina Pessoa, o REALIZAR:poesia apresenta uma sessão especial de curtas de animação no Quartel das Artes. Serão exibidos 6 filmes nacionais e internacionais, numa proposta da Casa da Animação. Pelo fim de tarde “ainda não acabei” é o mote para a conversa. Em torno da “vida nova” Manel Cruz com Raquel Marinho. A noite acolhe a apresentação do resultado do Laboratório de Fotografia Viagens Na Minha Terra ministrado por Augusto Brázio e Nelson d’Aires. Estendido ao longo do mês de março, esta masterclass propôs uma visão nova sobre um dos ex-líbris de Coura, a nossa paisagem. Fora de horas, Artaud vai motivar a descida ao subterrâneo courense. Em estreia absoluta o ator Nuno Pinto leva-nos a submergir no Teatro da Crueldade.

música + curtas + teatro + pregões + fotografia + livros

Mais uma vez, ao longo desta edição do REALIZAR:poesia os livros são protagonistas: “A Arte da Fuga” de André Tecedeiro, do catálogo da Do Lado Esquerdo; com tradução de Adolfo Luxúria Canibal, pela Livraria Snob, é apresentado “33 POESIAS-VLADIMIR MAIAKVOSKI”;  da FLOP chega “Para acabar de vez com o juízo de Deus e outros textos finais (1946-1948)” de Antonin Artaud, em tradução de Pedro Eiras; pela Abysmo, “O Espólio do Sr. Maomé” é o mais recente livro de José-Alberto Marques; “Pequeno Roteiro Cego” de Levi Condinho é apresentado por Miguel Martins; e a “Obra Poética” de Georg Trakl  numa tradução de António de Castro Caeiro.   

Domingo, derradeiro dia do REALIZAR:poesia, inaugura-se em Coura com o Trilho Poético. A abrir esta promenade matinal dá-se voz a “Paredes de Coura, essa mulher!” de Maria José Fontelo Carranca. De seguida percorrer-se-ão os lugares de Coura, na companhia da poesia dita por João Rios, Rui Spranger, entre outros. A selar este evento, Manuel Freire apresenta-se em concerto único para o REALIZAR:poesia. Será acompanhado por João Paulo Esteves da Silva, piano, Diogo Alexis, contrabaixo, e Samuel Dias, bateria. Neste recital é apresentada uma escolha de canções de Manuel Freire, varrendo o tempo, desde as mais antigas às mais recentes, com especial incidência na poesia de Vitorino Nemésio e José Saramago. Teremos a participação especial das jovens vozes femininas do coro Coura Voce a dar a intensidade merecida a este momento da festa.

ARCOS DE VALDEVEZ ASSINALOU DIA MUNDIAL DA POESIA

21 de Março de 2019: Dia Mundial da Poesia

Para assinalar o Dia Mundial da Poesia, a Biblioteca Municipal Tomaz de Figueiredo (Município de Arcos de Valdevez) convidou o poeta Filipe Faro da Costa a apresentar uma performance na EB23/S de Arcos de Valdevez e na Epralima. 

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Filipe Faro da Costa, poeta e editor arcuense, realizou uma performance poética para apresentar o seu livro "As meias do poeta Victor Hugo de Menezes".

Com a realização desta atividade pretendeu-se convidar os alunos do ensino secundário e técnico-profissional a refletir sobre o poder da linguagem e do desenvolvimento das habilidades criativas de cada pessoa, ampliando a sua perceção da diversidade da Poesia.

O Dia Mundial da Poesia celebra-se todos os anos em 21 de março.

A data foi criada na 30ª Conferência Geral da UNESCO em 16 de novembro de 1999.

O Dia Mundial da Poesia comemora a diversidade do diálogo, a livre criação de ideias através das palavras, da criatividade e da inovação.

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PONTE DE LIMA É UM POEMA!

Dia Mundial da Poesia - Ponte de Lima encheu-se de sussurradores para segredar poesia

O Município de Ponte de Lima, através da Biblioteca Municipal, associou-se à comemoração do Dia Mundial de Poesia e invadiu as ruas do Centro Histórico, com sussurradores de poemas segredados ao ouvido, partilhando as suas poesias com entusiasmo, emoção, sentimento e vaidade.

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Esta expressão literária muito apreciada em Ponte de Lima, terra originária de grandes poetas, foi recebida com grande regozijo e satisfação pelos limianos, por visitantes e turistas, que acolheram e aplaudiram a ação no dia 19 de março.

A iniciativa, que juntou crianças, jovens, adultos e idosos, contou com a participação de aproximadamente 80 intervenientes, oriundos da EB de Ponte de Lima, da EB2/3 António Feijó, do Centro Paroquial e Social de Fornelos, do Centro Social e Paroquial da Correlhã e da ALTI - Cepões, com a colaboração do escritor, ilustrador e mediador cultural Miguel Horta, da Laredo Associação Cultural.

De relembrar que esta ação está integrada no projeto "Alto Minho a Ler: uma estratégia para o sucesso escolar", que faz parte da candidatura PIICIE - “School4All Alto Minho” –, cofinanciada pelo Norte 2020/FSE, com Planos integrados e inovadores de combate ao insucesso escolar, promovido pela CIM Alto Minho, em parceria com os Municípios do Alto Minho, visando apoiar o combate ao abandono escolar pela valorização da leitura, associada à escrita e à criação, numa perspetiva inclusiva.

JOVENS DE FAMALICÃO RECITAM POESIA NO DIA DA ÁRVORE

Poesia e Árvores aclamadas em Famalicão

Foi sob a égide e esplendor da Primavera que Vila Nova de Famalicão assinalou, esta quinta-feira, o   Dia Mundial da Árvore e o Dia Mundial da Poesia. No Jardim dos Paços do Concelho, epicentro da identidade famalicense, ecoaram poemas e foi plantada uma árvore e consagradas outras.

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O presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e o presidente da Associação de Solidariedade Social, Dar-as-Mãos, Agostinho Fernandes, iniciaram a jornada referenciandoo antigo Carvalho sexagenário, que embeleza o jardim público de Famalicão, localizado a norte do edifício. Foi ainda batizada a Cerejeira plantada por José Saramago aquando da sua visita à cidade de Vila Nova de Famalicão em 1999, após lhe ter sido atribuído o Prémio Nobel da Literatura. A cerejeira chama-se agora “Árvore do Nobel”.

E foi ainda plantada uma romãzeira, símbolo da amizade e hospitalidade de Vila Nova de Famalicão. A espécie que aparece retratada no brasão do município assinalou o 25.º aniversário da Associação Dar as Mãos.

A sessão ficou ainda marcada pelo arranque do projeto “A poesia invade a cidade”, que vai decorrer em diversos palcos de Famalicão até 5 de outubro. Neste âmbito, coube às crianças do 4.º ano da Escola Básica Luís de Camões e a leitura e teatralização do poema “Epifania de Março” de Aurélio Fernando.

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AMARES EVOCA SÁ DE MIRANDA

CONCURSO COM PRÉMIO PECUNIÁRIO DE 7.500 EUROS

Amares cria Prémio Literário para evocar Francisco Sá de Miranda

A Câmara Municipal de Amares apresentou hoje, Dia Mundial da Poesia, o Prémio Literário Francisco de Sá de Miranda. Uma homenagem ao escritor português, que também dá nome à Biblioteca Municipal de Amares, e que renderá ao vencedor o prémio pecuniário de 7.500 euros.

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Com uma periodicidade bienal, o Prémio Literário Francisco Sá de Miranda tem como missão incentivar a criatividade literária e o gosto pela criação na modalidade de poesia, para além de homenagear uma grande figura das Letras, responsável pela introdução no nosso país do verso decassílabo. Destinado a autores lusófonos com obras publicadas na modalidade de poesia, o prémio terá o valor pecuniário de 7.500 euros.

O regulamento está disponível no website do Município e as candidaturas deverão ser entregues até ao dia 23 de Abril.

Na apresentação do Prémio, o presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, realçou que a atribuição do nome de Francisco de Sá de Miranda “é um reconhecimento justo por este grande escritor que escolheu Amares para viver” e que este é também uma aposta cultural do Município, que considera a Cultura “um pilar de enriquecimento e afirmação do território”.

Sérgio Guimarães de Sousa, presidente do júri do concurso, frisou que “no contexto da literatura nacional, Francisco Sá de Miranda foi das figuras maiores da literatura nacional”. Além de Sergio Sousa, o júri será composto por uma professora da Universidade de Aveiro e um representante do pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Amares.

Algumas notas

Francisco de Sá de Miranda nasceu em Coimbra, possivelmente em 1487. Estudou Gramática, Retórica e Humanidades na Escola de Santa Cruz e frequentou depois a Universidade, ao tempo estabelecida em Lisboa, onde fez o curso de Leis, alcançando o grau de doutor em Direito. Nesta universidade foi professor considerado e frequentador da Corte até 1521, onde compôs cantigas, vilancetes e esparsas, ao gosto dos poetas do século XV. O Cancioneiro Geral de Garcia de Resende, impresso em 1516, publica treze poesias do Doutor Francisco de Sá de Miranda.

Entre 1521 e 1526 ou 1527, Sá de Miranda viaja pela Itália e lá conhece o ambiente literário do Renascimento, do qual absorve as linhas principais. Ao assimilar as ideias italianas do Renascimento, torna-se o pioneiro a utilizar as formas clássicas, iniciando o Renascimento em Portugal. Sá de Miranda é assim o introdutor no nosso país do verso decassílabo.

Foi casado com D.ª Briolanja de Azevedo, filha de Francisco Machado, 2.º Senhor das Terras de Entre Homem e Cávado (Amares) até ao ano da sua morte em 1558. Sá de Miranda e sua esposa D.ª Briolanja de Azevedo adquiriram uma propriedade em 1530, que, anexando terrenos, se veio a transformar na Quinta da Tapada, sita na freguesia de Fiscal em Amares, de cuja Casa Sá de Miranda foi 1.º Senhor até à sua morte. Encontra-se hoje sepultado na Igreja de Carrazedo – Amares.

FAMALICÃO ASSINALA DIA MUNDIAL DA ÁRVORE E O DIA MUNDIAL DA POESIA

Amanhã, quinta-feira, 21 de março, pelas 09h30, nos Paços do Concelho

Vila Nova de Famalicão assinala, esta quinta-feira, 21 de março, o Dia Mundial da Árvore e o Dia Mundial da Poesia, com um conjunto de iniciativas que arrancam pelas 9h30, nos jardins dos Paços do Concelho.

A jornada promovida pelo município famalicense e pela Associação Dar as Mãos decorre sob a égide da Primavera e irá consagrar o antigo Carvalho sexagenário, que embeleza o jardim público de Famalicão, localizado a norte do edifício. Será ainda batizada a Cerejeira plantada por José Saramago aquando da sua visita à cidade de Vila Nova de Famalicão em 1999, após lhe ter sido atribuído o Prémio Nobel da Literatura. A cerejeira passará a chamar-se “Árvore do Nobel”.

Para assinalar o 25.º aniversário da Associação Dar as Mãos, será plantada uma romazeira, símbolo da amizade e hospitalidade de Vila Nova de Famalicão.

A sessão ficará ainda marcada pelo arranque do projeto “A poesia invade a cidade”, que vai decorrer em diversos palcos de Famalicão até 5 de outubro. “A poesia invade a cidade” é o novo projeto da Associação Dar-as-Mãos, que venceu a edição deste ano do concurso “Programar em Rede”, lançado pela Câmara Municipal, com o objetivo de colocar vários agentes culturais do concelho a trabalharem em rede para apresentarem um projeto vencedor capaz de cativar os famalicenses e atrair turistas ao concelho.

O projeto é promovido em parceria com o Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, a Associação de Pais da Escola Júlio Brandão, a Casa ao Lado, a Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco e a instituição Piratiarte, CRL, tem como objetivo promover a literacia na rua e sensibilizar os diferentes públicos para um melhor conhecimento da literatura portuguesa através dos seus poetas. Nesse sentido serão selecionados um conjunto de poemas que serão depois afixados em vários locais da cidade. Paralelamente serão desenvolvidas atividades diversas nomeadamente nas escolas com a elaboração de poemas, mas também atividades destinadas a todo o público com ações de declamação poética em espaços públicos, entre outros. Haverá ainda a atribuição de prémios para a melhor poesia, melhor mensagem e melhor ilustração de poemas

CERVEIRA FESTEJA A POESIA

Estudantes cerveirenses sussurram poemas pelo centro histórico

Para assinalar o Dia Mundial da Poesia, um grupo de jovens estudantes do concelho de Vila Nova de Cerveira vai sussurrar poesia pelas principais artérias do centro histórico. A ação ‘Sussurradores do Alto Minho” está agendada para esta quinta-feira, entre as 14h00 e as 16h00.

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Cerca de 40 jovens estudantes da ETAP Cerveira e da Escola Básica e Secundária de Vila Nova de Cerveira vão partilhar a sua veia poética com a comunidade. Lançado pela Biblioteca Municipal, no âmbito do projeto “Scholl4All Alto Minho”, este desafio inclui oficinas e mediação, construção de materiais e intervenção de rua.

Após serem convidados a refletir e a transmitir para o papel os seus sentimentos e emoções, em forma de poesia, os jovens vão declamar publicamente os poemas da sua autoria, alternando com os de poetas reconhecidos, recorrendo a uma metodologia diferente: o sussurro. Para esse efeito foram elaborados ‘Sussurradores’, isto é, tubos de grande dimensão para captar a atenção das pessoas.

A iniciativa “Alto Minho a Ler: Uma Estratégia Para o Sucesso Escolar”, integrado no projeto “Scholl4All Alto Minho”, promovido pela CIM Alto Minho, visa apoiar o combate ao abandono escolar pela valorização da leitura, associada à escrita e à criação, numa perspetiva inclusiva que desenvolva competências entre os agentes educativos, de modo a permitir mais e melhores projetos no futuro e permitindo rentabilizar recursos públicos comuns já existentes - bibliotecas, museus, escolas, profissionais, cultura da comunidade valorizando a leitura e as literacias.

Os ‘Sussurradores’ Cerveirenses vão estar nas ruas, na quinta-feira, entre as 14h00 e as 16h00.

AMARES EVOCA POETA SÁ DE MIRANDA

O Município de Amares instituiu o Prémio Literário Francisco de Sá de Miranda.

Sá de Miranda e a sua esposa D. Briolanja de Azevedo adquiriram uma propriedade em 1530, que, anexando terrenos, se veio a transformar na Quinta da Tapada, na freguesia de Fiscal em Amares, de cuja Casa Sá de Miranda foi 1.º Senhor até à sua morte. Encontra-se hoje sepultado na Igreja de Carrazedo – Amares.

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A Casa da Tapada é uma propriedade classificada como Imóvel de Interesse Público, tendo sido adquirida recentemente pelo conceituado grupo alentejano de vinho, Herdade das Servas, numa aposta de investimentos no Vinho Verde Loureiro e potencial turístico da quinta.

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PONTE DE LIMA: CONCURSO DE POESIA JÁ TEM VENCEDORES

Sessão inaugural de “Poesia à Sexta” anuncia vencedores de Concurso de Poesia

A primeira edição de 2019 de “Poesia à Sexta”, vai associar-se ao Dia Mundial da Poesia, que se comemora este mês, e anuncia os vencedores do Concurso de Poesia – uma competição destinada a laurear trabalhos inéditos e não publicados e a valorizar este género de expressão literária.

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Esta sessão terá lugar no próximo dia 22 de março, pelas 21h30, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, e contemplará a entrega de certificados de participação e de galardões aos vencedores do concurso, que contou com o envolvimento de 65 candidatos.

Segue-se, posteriormente, uma Sessão de Poesia – momento moderado pelo grupo ‘Pontas Soltas’- que revisitará alguns autores consagrados a nível local, nacional e internacional.

Junte-se a nós e venha celebrar a poesia em língua portuguesa nesta edição de estreia de 2019 de “Poesia à Sexta”.

DIOCESE DE SETÚBAL HOMENAGEIA FREI AGOSTINHO DA CRUZ

Frei Agostinho da Cruz homenageado pela Diocese de Setúbal

Eucaristia e lançamento de antologia fazem parte das comemorações do IV centenário da morte e dos 480 anos do nascimento do frade arrábido. Celebrações arrancam em Setúbal no sábado e vão chegar a quase todo o país.

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Frei Agostinho da Cruz, poeta e frade arrábido, vai ser homenageado pela Diocese de Setúbal com uma série de iniciativas que assinam o IV centenário da sua morte e os 480 anos do seu nascimento, a partir deste mês e até Maio de 2020. As comemorações têm início com uma missa presidida pelo Bispo de Setúbal D. José Ornelas Carvalho e o lançamento de uma antologia, pelo professor Ruy Ventura, no próximo sábado, 16.

A eucaristia de sufrágio e acção de graças por Frei Agostinho da Cruz terá lugar na igreja paroquial da Anunciada, às 18h30, e a antologia será lançada, por sua vez, no auditório da Cúria Diocesana, com uma sessão de leitura de poemas, às 21h00. O calendário das comemorações arranca antes, quinta-feira, numa organização da autarquia de Ponte da Barca, cidade natal do conhecido padre.

No mesmo dia, às 14h30, Ruy Ventura, professor e presidente da Comissão das comemorações, dará uma conferência na Escola Secundária EB 2,3 de Aranguez, em Setúbal – onde é docente – sobre a vida, obra e relação do padre com a Arrábida. O objectivo é transmitir conhecimento, pois “os alunos são o futuro da preservação da memória de Frei Agostinho”, diz.

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De membro da Corte a frade isolado

“Embora não seja dos mais conhecidos, é dos mais importantes poetas de Língua Portuguesa”, elogia o também poeta e ensaísta estudioso da vida e obra de Frei Agostinho. Na verdade, o frade chamava-se Agostinho Pimenta e só adoptou o nome por que é conhecido ao ingressar no Convento dos Frades Arrábidos, com 20 anos, uma decisão que na altura “apanhou muitas pessoas desprevenidas”.

“Era uma pessoa muito simpática, gostava de conviver com os outros e tinha uma vida desafogada na corte”, onde havia entrado ao serviço, ainda criança, como criado de D. Duarte, um dos netos do rei D. Manuel I. Frei Agostinho da Cruz viveu 45 anos no “convento mais rigoroso da Ordem” até conseguir autorização para se fixar numa ermita do Convento da Arrábida, querendo ficar mais próximo de Deus e dedicar-se à poesia.

Os seus hábitos valeram-lhe, porém, actos de contestação por parte dos outros frades. Escolheu viver “praticamente isolado, numa cela muito pobre, onde rezava missa diariamente e podia receber visitas. Muitas vezes ia à zona da Lapa de Santa Margarida para pescar e apanhar marisco”, passatempos que lhe causaram “problemas enormes”. “Frei Agostinho da Cruz foi expulso pelo menos três vezes durante os 14 anos que lá esteve”, revela Ruy Ventura.

“O facto é que ele tinha uma aura de santidade diferente da dos outros frades”, sublinha o professor. Quando adoeceu, foi levado pelos frades para a enfermaria em Setúbal, onde morreu a 14 de Março de 1619, com 79 anos, uma idade tardia para a época. “Assim que se soube que tinha morrido a população acorreu em massa ao sítio onde estava a ser velado e tiveram de lhe fazer guarda de honra para que ele não fosse desfeito em relíquias”, acrescenta Ruy Ventura.

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Um poeta à frente do seu tempo

O presidente da Comissão das comemorações promovidas pela Diocese de Setúbal afirma que, além da poesia de Frei Agostinho da Cruz, “o próprio exemplo de vida dele não deixa de ser menos importante. Acabou por ser um vulto até à frente do seu tempo em muitos aspectos”, a ponto de quatrocentos anos depois ainda conseguir ensinar muita coisa. “Quanto mais lemos mais aprendemos com ele”, reflecte.

Ruy Ventura, que foi aliás quem seleccionou e organizou os poemas da antologia a apresentar no sábado, realça que a poesia de Frei Agostinho se releva “muito mais variada do que muita gente julga”. “O que tem de mais interessante é que, se a lermos com alguma frequência, é uma espécie de diário íntimo, onde vai falando de Deus e de todos os problemas que foi tendo ao longo da vida”.

Com cerca de 300 páginas, a antologia reúne “mais ou menos metade dos poemas que escreveu”, explica o professor, notando que existem poemas de que não se tem a certeza de terem sido escritos por Frei Agostinho da Cruz. Vinte e um anos depois da última reedição dos seus poemas, diz Ruy Ventura que “é importante voltar a lê-lo, voltar a entendê-lo e voltar a aprender com o exemplo dele”. “É curioso como é que um homem como ele, no século XVI, dizia que não havia nada mais importante na vida do que a liberdade”, conclui.

As comemorações do IV Centenário da morte de Frei Agostinho da Cruz e dos 480 anos do seu nascimento prevêem, além dos eventos de sábado, uma visita guiada ao Convento da Arrábida com a leitura de poemas e a participação de várias outras entidades no sábado, 23, às 15h30. Sesimbra, Almada, Barreiro, Sintra, Santarém, Porto e Ponte da Barca são outras das cidades que vão acolher eventos neste âmbito, entre Março desde ano e Maio de 2020, mês em que se assinala os 480 anos do nascimento de Frei Agostinho da Cruz. O programa encontra-se em detalhe na página de Internet da Diocese de Setúbal.

André Rosa / https://www.diariodaregiao.pt/

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UM ESTENDAL DE POESIA PELAS RUAS DE MELGAÇO

Inscrições até dia 19 de março

Melgaço desafia à escrita de poemas para o “Estendal de Poesia”, uma iniciativa que promete, uma vez mais, surpreender quem passar pelo Largo Hermenegildo Solheiro.

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“Estendal de Poesia” aconteceu pela primeira vez em 2018. Trata-se de uma instalação que junta tradição e inovação: no Largo serão pendurados textos alusivos à poesia, formando um verdadeiro “Estendal de Poesia”, para ser apreciado por todos.

Todos podem participar, até ao dia 19 de março. Os poemas têm de ser escritos em folha A5, estarem devidamente identificados e plastificados, sob pena de exclusão. Os trabalhos devem ser entregues na Casa da Cultura ou na Biblioteca Municipal, mas na impossibilidade de serem entregues presencialmente nos referidos espaços, é possível enviar via e-mail: bibliotecamunicipal@cm-melgaco.pt.

A iniciativa comemora o Dia Mundial da Poesia, que se assinala a 21 de março. A data foi criada na 30ª Conferência Geral da UNESCO, a 16 de novembro de 1999. Este Dia celebra a diversidade do diálogo, a livre criação de ideias através das palavras, da criatividade e da inovação. A data visa fazer uma reflexão sobre o poder da linguagem e do desenvolvimento das habilidades criativas de cada pessoa.

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DIOCESE DE SETÚBAL ASSINALA QUARTO CENTENÁRIO DA MORTE DE FREI AGOSTINHO DA CRUZ E 480 DA DATA DOS SEU NASCIMENTO EM PONTE DA BARCA

Igreja/Cultura: Início das comemorações centenárias de Frei Agostinho da Cruz

A Diocese de Setúbal assinala, entre 2019 e 2020, o IV Centenário da morte de Frei Agostinho da Cruz e os 480 anos do seu nascimento, entre março de 2019 e maio de 2020.

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As comemorações iniciam-se a 16 de março, com a eucaristia presidida por D. José Ornelas, na Paróquia da Anunciada, (Setúbal), seguindo-se, à noite, o lançamento de uma antologia organizada pelo Comissário das Comemorações, Ruy Ventura, salienta uma nota enviada à Agência ECCLESIA

Este evento terá lugar no auditório da Cúria Diocesana, espaço onde se situava a antiga enfermaria dos frades arrábidos, e onde veio a falecer Frei Agostinho da Cruz.

Figura marcante na literatura no nosso país e também na espiritualidade, “nomeadamente franciscana e arrábida”, a sua memória será lembrada entre este ano e 2020 (480 anos do seu nascimento) num conjunto de iniciativas, promovidas ou apoiadas pela Diocese de Setúbal.

Além desta edição vai realizar-se “um recital de poesia”, no Convento da Arrábida, a 23 de março, com a leitura de poemas de Frei Agostinho da Cruz e de outros autores que espelharam nos seus versos aquele sacro-monte.

No dia 01 de junho realiza-se um colóquio sobre a vida e obra do poeta, em Sintra, localidade onde viveu mais de quarenta anos.

Em janeiro de 2020, D. José Tolentino Mendonça profere, em Setúbal, uma conferência sobre o poeta.

Nascido em Ponte da Barca e falecido em Setúbal, junto à igreja da Anunciada, Agostinho Pimenta – o seu primeiro nome – foi noviço no convento de Santa Cruz, na serra de Sintra, passando a habitar a partir de 1605 numa cela na serra da Arrábida, como eremita.

LFS

Fonte: https://agencia.ecclesia.pt/

PONTE DE LIMA LEVA OS JOVENS À POESIA

Município de Ponte de Lima promove oficina de escrita poética para jovens

O Município de Ponte de Lima, através da Biblioteca Municipal promoveu, no dia 08 de fevereiro, uma oficina de escrita poética para jovens a partir da metodologia da "Máquina da Poesia", que envolveu alunos e professores, e permitiu a construção de versos e poemas, a partir de um quadro de palavras transmitidos pelos participantes.

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Esta ação foi ministrada pelo escritor, ilustrador e mediador cultural Miguel Horta, da Laredo Associação Cultural, que contribuiu para o estímulo e incentivo da escrita criativa poética, destinada a ser partilhada com a comunidade através do recurso, construído pelos próprios participantes, designado de ‘Sussurrador’. Esta ferramenta é, afinal, um tubo de cartão decorado a gosto por cada um dos intervenientes, servindo posteriormente para segredar os textos escritos ao ouvido, que vão servir de mote para, todos juntos, percorrermos as ruas de Ponte de Lima e sussurrarmos poesia no dia 19 de março.

Esta atividade está integrada no projeto "Alto Minho a Ler: uma estratégia para o sucesso escolar", que faz parte da candidatura PIICIE- “Alto Minho School 4 All” – Planos integrados e inovadores de combate ao insucesso escolar", promovido pela CIM Alto Minho, com a parceria do Municípios do Alto Minho, visando apoiar o combate ao abandono escolar pela valorização da leitura, associada à escrita e à criação, numa perspetiva inclusiva.

Para mais informações sobre este projeto contacte a Biblioteca Municipal de Ponte de Lima através do email - biblioteca@cm-pontedelima.pt – ou via telefone – 258 900 411 -.

Aceitem o nosso convite para participarem nesta festa da poesia, preparem-se, construam um sussurrador e venham segredar poesia connosco no dia 19 de março de 2019!

VIZELA PROMOVE CONCURSO DE POESIA

Curtas Poéticas com o tema Natureza na edição de 2019

A Câmara Municipal de Vizela, através da Biblioteca Municipal de Vizela, promove o Concurso Curtas Poéticas que na edição 2019 se encontra subordinado ao tema Natureza.

Podem apresentar-se ao Concurso Curtas Poéticas projetos coletivos ou individuais. Os poemas concorrentes não devem ultrapassar os 140 carateres, sob pena de exclusão

Os poemas a concurso dividem-se em três categorias:

  1. a) Infantil – até aos doze anos;
  2. b) Juvenil – dos 12 aos 18 anos;
  3. c) Adulto – mais de 18 anos.

Os interessados que pretendam participar no Concurso Curtas Poéticas podem postar os seus poemas na página de facebook do Concurso Curtas Poéticas emhttps://www.facebook.com/curtaspoeticas ou enviá-los via email para bmvizela@cm-vizela.ptaté 31 de março 2019, com a indicação do nome e da categoria a que concorre.

Serão atribuídos os seguintes prémios. Na categoria infantil – até aos 12, serão oferecidos livros aos três primeiros classificados. Na categoria juvenil, dos 12 aos 18 anos, aos três primeiros classificados os prémios atribuídos são os seguintes:

  1. a) 1.º classificado – vale de compras no valor de € 60,00;
  2. b) 2.º classificado – vale de compras no valor de € 40,00;
  3. c) 3.º classificado – vale de compras no valor de € 20,00.

Na categoria adulto, mais de 18 anos, aos três primeiros classificados os prémios atribuídos são os seguintes:

  1. a) 1.º classificado – vale de compras no valor de € 100,00;
  2. b) 2º classificado – vale de compras no valor de € 50,00;
  3. c) 3.º classificado – vale de compras no valor de € 25,00

Os poemas selecionados serão publicados em livro em data a definir. Os participantes autorizam o uso dos seus textos.

CÃO DANADO ASSENTA ARRAIAIS EM VILA NOVA DE FAMALICÃO E APRESENTA NOVO PROJETO CULTURAL

Sob o pretexto da Revolução Russa, três nacionalidades diferentes – dois portugueses, dois brasileiros e uma russa – encontram-se em palco para uma viagem poética pela revolução, num claro convite à reflexão e visão sobre o tema. Assim versa o espetáculo “Visões.2” que vai estrear, este mês, o novo espaço da plataforma de criação Cão Danado, em Vila Nova de Famalicão, localizado no Complexo Industrial A Reguladora, num dos espaços da antiga fábrica de Relógios.

Cão Danado está sedeado num espaço com 600 m2 na antiga Reguladora (1).JPG

O espetáculo multidisciplinar que confronta a dança, a música, a palavra e a imagem reflete bem o novo caminho que está a ser trilhado por esta instituição artística. 

Depois de um período de alguma indefinição quanto ao futuro, a Cão Danado decidiu apostar as fichas todas na inovação migrando da área artística do teatro para os cruzamentos disciplinares, conquistando com isso diversas parcerias nacionais e internacionais com outras áreas sectoriais desde o ambiente, à educação, a ciência, a tecnologia e o turismo, entre outras, numa busca incessante pela novidade, pela investigação e pela transversalidade.

A alteração de paradigma coincidiu com a mudança da sede para Vila Nova de Famalicão e toda a situação está a gerar um novo começo para a companhia de teatro e uma nova expetativa em Famalicão.

Com quase duas décadas de existência – a Cão Danado estreou em 2001 com o espetáculo “O Psychosis”, na antiga fábrica Confiança, em Braga – a companhia renasce agora em Vila Nova de Famalicão sob o signo da inovação e multidisciplinariedade.

O novo projeto, que contou já com o apoio bienal da Secretaria de Estado da Cultura e Direção-Geral das Artes, vai ser apresentado à comunicação social, na próxima sexta-feira, dia 11 de janeiro, pelas 10h30, no âmbito de mais uma jornada pela inovação, promovida pelo presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha.

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POETA JOÃO LUÍS DIAS APRESENTOU EM TERRAS DE BOURO O SEU NOVO LIVRO “COISAS QUE ME APETECE DIZER

“Coisas que me apetece dizer” apresentado na Câmara Municipal

Muitos foram os que se deslocaram no passado dia 15 ao Salão Nobre da Câmara Municipal de Terras de Bouro para assistir a apresentação de mais um livro intitulado “coisas que me apetece dizer” do poeta terrabourense, João Luís Dias.

Capa Coisas que me apetece dizer

O momento contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Manuel Tibo, do Prof. Henrique Barroso da Universidade do Minho e do administrador da empresa SOCIOCORREIA, Custódio Correia, patrocinador principal da obra apresentada, que aproveitaram para felicitar João Luís Dias pela edição de mais um livro.

A sessão contou com a homenagem a ilustres nomes da sociedade terrabourense que, pelo seu percurso em termos sociais e profissionais, mereceram ser mais uma vez recordados. Os presentes assistiram a um momento musical e, no final da entrega dos livros e das dedicatórias, foram brindados com um porto de honra.

A Câmara Municipal agradece ao João Luís Dias todo o empenho e dedicação que tem demonstrado na promoção e difusão da cultura de Terras de Bouro.

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