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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CÃO DANADO ASSENTA ARRAIAIS EM VILA NOVA DE FAMALICÃO E APRESENTA NOVO PROJETO CULTURAL

Sob o pretexto da Revolução Russa, três nacionalidades diferentes – dois portugueses, dois brasileiros e uma russa – encontram-se em palco para uma viagem poética pela revolução, num claro convite à reflexão e visão sobre o tema. Assim versa o espetáculo “Visões.2” que vai estrear, este mês, o novo espaço da plataforma de criação Cão Danado, em Vila Nova de Famalicão, localizado no Complexo Industrial A Reguladora, num dos espaços da antiga fábrica de Relógios.

Cão Danado está sedeado num espaço com 600 m2 na antiga Reguladora (1).JPG

O espetáculo multidisciplinar que confronta a dança, a música, a palavra e a imagem reflete bem o novo caminho que está a ser trilhado por esta instituição artística. 

Depois de um período de alguma indefinição quanto ao futuro, a Cão Danado decidiu apostar as fichas todas na inovação migrando da área artística do teatro para os cruzamentos disciplinares, conquistando com isso diversas parcerias nacionais e internacionais com outras áreas sectoriais desde o ambiente, à educação, a ciência, a tecnologia e o turismo, entre outras, numa busca incessante pela novidade, pela investigação e pela transversalidade.

A alteração de paradigma coincidiu com a mudança da sede para Vila Nova de Famalicão e toda a situação está a gerar um novo começo para a companhia de teatro e uma nova expetativa em Famalicão.

Com quase duas décadas de existência – a Cão Danado estreou em 2001 com o espetáculo “O Psychosis”, na antiga fábrica Confiança, em Braga – a companhia renasce agora em Vila Nova de Famalicão sob o signo da inovação e multidisciplinariedade.

O novo projeto, que contou já com o apoio bienal da Secretaria de Estado da Cultura e Direção-Geral das Artes, vai ser apresentado à comunicação social, na próxima sexta-feira, dia 11 de janeiro, pelas 10h30, no âmbito de mais uma jornada pela inovação, promovida pelo presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha.

Cão Danado está sedeado num espaço com 600 m2 na antiga Reguladora (2).JPG

POETA JOÃO LUÍS DIAS APRESENTOU EM TERRAS DE BOURO O SEU NOVO LIVRO “COISAS QUE ME APETECE DIZER

“Coisas que me apetece dizer” apresentado na Câmara Municipal

Muitos foram os que se deslocaram no passado dia 15 ao Salão Nobre da Câmara Municipal de Terras de Bouro para assistir a apresentação de mais um livro intitulado “coisas que me apetece dizer” do poeta terrabourense, João Luís Dias.

Capa Coisas que me apetece dizer

O momento contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Manuel Tibo, do Prof. Henrique Barroso da Universidade do Minho e do administrador da empresa SOCIOCORREIA, Custódio Correia, patrocinador principal da obra apresentada, que aproveitaram para felicitar João Luís Dias pela edição de mais um livro.

A sessão contou com a homenagem a ilustres nomes da sociedade terrabourense que, pelo seu percurso em termos sociais e profissionais, mereceram ser mais uma vez recordados. Os presentes assistiram a um momento musical e, no final da entrega dos livros e das dedicatórias, foram brindados com um porto de honra.

A Câmara Municipal agradece ao João Luís Dias todo o empenho e dedicação que tem demonstrado na promoção e difusão da cultura de Terras de Bouro.

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ASSOCIAÇÃO DAR-AS-MÃOS VAI ESPALHAR POESIA PELA CIDADE DE FAMALICÃO

Instituição venceu terceira edição do concurso “Programar em Rede”, promovido pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão

A poesia vai invadir a cidade de Vila Nova de Famalicão com o novo projeto da Associação Dar-as-Mãos, que venceu a edição deste ano do concurso “Programar em Rede”, lançado pela Câmara Municipal, com o objetivo de colocar vários agentes culturais do concelho a trabalharem em rede para apresentarem um projeto vencedor capaz de cativar os famalicenses e atrair turistas ao concelho.

Projeto de A Casa ao Lado (1)

O projeto promovido em parceria com o Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, a Associação de Pais da Escola Júlio Brandão, a Casa ao Lado, a Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco e a instituição Piratiarte, CRL, tem como objetivo promover a literacia na rua e sensibilizar os diferentes públicos para um melhor conhecimento da literatura portuguesa através dos seus poetas. Nesse sentido serão selecionados um conjunto de poemas que serão depois afixados em vários locais da cidade. Paralelamente serão desenvolvidas atividades diversas nomeadamente nas escolas com a elaboração de poemas, mas também atividades destinadas a todo o público com ações de declamação poética em espaços públicos, entre outros. Haverá ainda a atribuição de prémios para a melhor poesia, melhor mensagem e melhor ilustração de poemas.

A Associação Dar-As-Mãos irá agora receber uma verba que poderá chegar aos dez mil euros para concretizar, em 2019, este projeto cultural e artístico. Refira-se que a  Associação Dar as Mãos é uma instituição de solidariedade social famalicense que tem por missão contribuir para uma maior equidade social, desenvolvendo o seu trabalho junto da população carenciada. Com este projeto, a instituição alarga a sua atividade social à cultura e às artes.

A iniciativa “Programar em Rede” arrancou em 2016, com a Fundação Cupertino de Miranda a arrecadar o prémio com o projeto cultural "Museus Ilustrados em Rede". Em 2017, a grande vencedora foi “A Casa ao Lado” com o projeto de arte urbana intitulado “Traço”.

O projeto da Associação Dar As Mãos foi eleito com 15 votos, no último Conselho Municipal da Cultura que decorreu a 12 de novembro, na Casa das Artes.

Projeto de A Casa ao Lado (2)

Projeto de A Casa ao Lado (3)

NA GALIZA SÊ GALEGO – FALA EM PORTUGUÊS QUE OS GALEGOS TE ENTENDERÃO!

Quem te sagrou criou-te português.

Do mar e nós em ti nos deu sinal.

Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.

Senhor, falta cumprir-se Portugal!

Mensagem, Fernando Pessoa

Por mera ignorância e ridículo pavoneio, não raras as vezes os nossos irmãos galegos deparam-se estupefactos com portugueses que visitam a Galiza abordarem-nos recorrendo a uma espécie de castelhano que mais apropriadamente designaremos por "portunhol"!

Guimarães (24)

Não cuidam sequer que, com leves distinções linguísticas, os galegos exprimem-se num idioma que nos é comum pelo menos deste o tempo do cancioneiro medieval galaico-minhoto, poesia trovadoresca a que não é alheio a lírica provençal e os caminhos trilhados pelos peregrinos que demandavam a Santiago de Compostela.

Quão idiota é assistir um português gesticular umas palavras em castelhano a um galego que tão bem nos entende e acolhe sempre que falamos a nossa própria Língua – que é também a sua! Ignoram inclusive que até o poeta Luís Vaz de Camões possuía raízes na Galiza…

Com as suas quatro províncias - Corunha, Lugo, Ourense e Pontevedra - e ainda alguns concelhos integrados na vizinha Astúrias, a Galiza constitui com Portugal a mesma unidade geográfica, cultural e linguística, o que as tornam numa única nação, embora ainda por concretizar a sua unidade política. Entre ambas existe uma homogeneidade que vai desde a cultura megalítica e da tradição céltica à vetusta Gallaécia e ao conventus bracarensis, passando pelo reino suevo, a lírica galaico-portuguesa, o condado portucalense e as sucessivas alianças com os reis portugueses, as raízes étnicas e, sobretudo, o idioma que nos é comum - a língua portuguesa. Ramon Otero Pedrayo, considerado um dos maiores escritores do reintegracionismo galego, afirmou um dia na sua qualidade de deputado do parlamento espanhol que "a Galiza, tanto etnográfica como geograficamente e desde o aspeto linguístico, é um prolongamento de Portugal; ou Portugal um prolongamento da Galiza, tanto faz". Teixeira de Pascoaes foi ainda mais longe quando disse que "...a Galiza é um bocado de Portugal sob as patas do leão de Castela". Não nos esqueçamos que foi precisamente na altura em que as naus portuguesas partiam à descoberta do mundo que a Galiza viveu a sua maior repressão, tendo-lhe inclusivamente sido negada o uso da língua galaico-portuguesa em toda a sua vida social, incluindo na liturgia, naturalmente pelo receio de Castela em perder o seu domínio e poder assistir à sua aproximação a Portugal.

No seu livro "A Galiza, o galego e Portugal", Manuel Rodrigues Lapa afirma que "Portugal não pára nas margens do Minho: estende-se naturalmente, nos domínios da língua e da cultura, até às costas do Cantábrico. O mesmo se pode dizer da Galiza: que não acaba no Minho, mas se prolonga, suavemente, até às margens do Mondego".

Como descreveu o poeta monçanense João Verde:

Vendo-os assim tão pertinho,

a Galiza mail’ o Minho,

são como dois namorados

que o rio traz separados

quasi desde o nascimento.

Deixal-os, pois, namorar

já que os paes para casar

lhes não dão consentimento

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ESCRITOR ARTUR COIMBRA LANÇA LIVRO DE POESIA PARA COMEMORAR 40 ANOS DE VIDA LITERÁRIA

Tem o título de Palavras à procura de voz o novo livro de poesia de Artur Ferreira Coimbra, chefe da Divisão de Cultura, Desporto e Juventude do Município de Fafe, que comemora os seus 40 anos de vida literária, contados a partir da publicação da sua primeira obra O Prisma do Poeta, em 1978.

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A sua apresentação pública ocorre na noite do próximo dia 26 de Outubro, sexta-feira, na Sala Manoel de Oliveira, em Fafe.

A obra recolhe seis dezenas de poemas escritos nos dois últimos anos e é enriquecida por um prefácio de César Freitas, ensaísta e director da Escola Superior de Educação de Fafe e um posfácio da docente Leonor Castro, poetisa e ensaísta.

Nas palavras de César Freitas: “em diálogo com a obra poética anteriormente editada, Palavras à procura de voz retoma as linhas de rumo perseguidas pelo poeta para celebrar a intensidade da vida, associando veios temáticos relacionados com o corpo, a escrita e a memória aos motivos referentes à família e aos elementos primordiais da natureza. Esta é, como são os textos precedentes, uma poesia solar, uma poesia onde o corpo e a natureza se fundem num universo transmutado por uma percepção sensorial do real circundante”. E acrescenta o ensaísta, noutro excerto: “ao longo dos anos são já numerosos os versos lavrados por Artur Coimbra que testemunham o apuro da forma, a melodia do ritmo, a riqueza estilística, a singularidade criativa, a individual aventura da linguagem poética”.

Palavras à procura de voz inclui ainda testemunhos de amigos a propósito dos 40 anos de poesia do autor. Concretamente, de Carlos Afonso, Cónego Valdemar Gonçalves, Pompeu Miguel Martins, Cláudio Lima, Júlio Ferreira Leite, Augusto Lemos, Álvaro de Oliveira, Pinto de Matos, Armando Freitas Ferreira, Benedita Stingl, Maria Amélia Fernandes, Ângelo Santos, Paulo Moreira, Ribeiro Cardoso, Acácio Almeida e Daniel Bastos.

Nesta efeméride, são ainda recolhidos poemas dedicados ao autor em diversos períodos da sua vida literária, entre os quais os de Soledade Summavielle, Acácio Almeida, António de Almeida Mattos, Armando Fonseca, Paulo Moreira e José Salgado Leite.

A capa é de Daniel Gonçalves, sobre pintura do artista fafense Orlando Pompeu.

A anteceder, actua em momento musical o Coro de Pais e Amigos da Academia de Música José Atalaya, sob a direcção do maestro Tiago Ferreira.

Artur Ferreira Coimbra é licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1982), pós-graduado em Assuntos Culturais no Âmbito das Autarquias pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (1995) e Mestre em História das Instituições e da Cultura Moderna e Contemporânea pela Universidade do Minho (2000).

Fundador e presidente do Núcleo de Artes e Letras de Fafe, publicou até agora seis livros de poesia e perto de três dezenas de obras historiográficas em torno de temas de Fafe, das suas gentes e instituições.

Pela sua actividade literária e historiográfica, foi galardoado com diversas distinções, entre as quais quatro “Microfones de Ouro”, do extinto jornalCorreio de Fafe, Prémio “os Mais” do Povo de Fafe (2 vezes) e dois “Ardinas de Ouro” do Notícias de Fafe, bem como as mais altas condecorações do município e da freguesia de Fafe, concretamente, a Medalha de Ouro de Mérito Concelhio, da Câmara Municipal de Fafe e a Medalha de Ouro da Junta de Freguesia de Fafe, ambas em 2003.

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FAMALICÃO RECEBE ENCONTRO DE POESIA

Encontro de Poesia Carmina arranca amanhã e decorre até sábado na Fundação Cupertino Miranda com conversas sobre “Poesia e identidades: corpos, políticas, sexualidades”

O encontro de Poesia Carmina, promovido pela Fundação Cupertino de Miranda em parceria com o município de Vila Nova de Famalicão, regressa amanhã, quinta-feira e decorre até sábado, dia 29, com o tema “Poesia e Identidades: corpos, políticas, sexualidades”. Coordenado pela poetisa Ana Luísa Amaral e pela investigadora Marinela Freitas, o encontro que se realiza de dois em dois anos conta com um conjunto diversificado de convidados ligados às áreas da cultura, do cinema, da educação e das letras.

Fundação Cupertino de Miranda

Amanhã, o festival abre, pelas 21h45, com uma conversa com a realizadora Inês de Medeiros, conduzida por Ana Gabriela Macedo, no pequeno auditório da Casa das Artes, numa iniciativa que conta com a parceria do Cineclube de Joane. Na sexta-feira, o programa regressa à Fundação Cupertino de Miranda, com destaque para a conversa “O som que os versos fazem ao abrir” com Ana Luísa Amaral e Luís Caetano, pelas 17h30, com gravação ao vivo para a Antena2. Antes disso fala-se pelas 11h00 de “Poesia e Corpos: A poesia tem sexo?” com Maria Teresa Horta, Rosa Maria Martelo e Livia Apa. Pelas 15h00, o assunto é “Poesia e Corpos: A critica tem sexo? Com Catherine Dumas, Eduardo Pitta e Graça Capinha.

No último dia do evento, sábado, será lançada pelas 10h00, a antologia poética do corpo: outras habitações, organizada por Ana Luísa Amaral e Marinela Freitas. Pelas 10h30, debate-se “A poesia tem… o quê?” com Jorge Sousa Braga, Fernando Aguiar e Helga Moreira, numa conversa conduzida por Isabel Pires de Lima.

Pelas 12h00, decorre Leituras de Poesia com Ana Luísa Amaral, João Rios, Rui Springer e Isaque Ferreira.

Refira-se que a Fundação Cupertino de Miranda inaugurou no passado mês de junho o Centro Português do Surrealismo que tem atualmente uma coleção de mais de três mil obras ligadas ao surrealismo, nomeadamente de Mário Cesariny e Artur Cruzeiro Seixas, num total de 130 artistas.

Com Carmina, a palavra latina que define a poesia como alguma coisa entre o pagão e o religioso, a ideia é ir além do que são habitualmente os festivais de poesia, em que apenas se ouve dizer poesia.

FAMALICÃO REALIZA ENCONTRO DE POESIA

Conversas sobre “Poesia e identidades: corpos, políticas, sexualidades” na Fundação Cupertino Miranda. Encontro de Poesia Carmina realiza-se a 27, 28 e 29 de setembro

O encontro de Poesia Carmina, promovido pela Fundação Cupertino de Miranda em parceria com o município de Vila Nova de Famalicão, regressa nos dias 27, 28 e 29 de setembro, com o tema “Poesia e Identidades: corpos, políticas, sexualidades”. Coordenado pela poetisa Ana Luísa Amaral e pela investigadora Marinela Freitas, o encontro que se realiza de dois em dois anos conta com um conjunto diversificado de convidados ligados às áreas da cultura, do cinema, da educação e das letras.

Fundação Cupertino de Miranda

No dia 27, o festival abre, pelas 21h45, com uma conversa com a realizadora Inês de Medeiros, conduzida por Ana Gabriela Macedo, no pequeno auditório da Casa das Artes, numa iniciativa que conta com a parceria do Cineclube de Joane. No dia 28, o programa regressa à Fundação Cupertino de Miranda, com destaque para a conversa “O som que os versos fazem ao abrir” com Ana Luísa Amaral e Luís Caetano, pelas 17h30, com gravação ao vivo para a Antena2. Antes disso fala-se pelas 11h00 de “Poesia e Corpos: A poesia tem sexo?” com Maria Teresa Horta, Rosa Maria Martelo e Livia Apa. Pelas 15h00, o assunto é “Poesia e Corpos: A critica tem sexo? Com Catherine Dumas, Eduardo Pitta e Graça Capinha.

No último dia do evento, 29 de setembro, será lançada pelas 10h00, a antologia poética do corpo: outras habitações, organizada por Ana Luísa Amaral e Marinela Freitas. Pelas 10h30, debate-se “A poesia tem… o quê?” com Jorge Sousa Braga, Fernando Aguiar e Helga Moreira, numa conversa conduzida por Isabel Pires de Lima.

Pelas 12h00, decorre Leituras de Poesia com Ana Luísa Amaral, João Rios, Rui Springer e Isaque Ferreira.

Refira-se que a Fundação Cupertino de Miranda inaugurou no passado mês de junho o Centro Português do Surrealismo que tem atualmente uma coleção de mais de três mil obras ligadas ao surrealismo, nomeadamente de Mário Cesariny e Artur Cruzeiro Seixas, num total de 130 artistas.

Com Carmina, a palavra latina que define a poesia como alguma coisa entre o pagão e o religioso, a ideia é ir além do que são habitualmente os festivais de poesia, em que apenas se ouve dizer poesia

“BRAGA À LUPA” EVOCA POETA JOÃO PENHA

No próximo dia 14 de Julho, às 15h00

No âmbito do programa de divulgação patrimonial intitulado “À Descoberta de Braga”, o Município de Braga realiza no próximo dia 14 de Julho mais uma sessão do ‘Braga à Lupa’ com a evocação do poeta João Penha.

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A sessão está marcada para as 15h00, no Largo João Penha, e terá como convidados José Cândido de Oliveira Martins, da Faculdade de Filosofia de Braga, e António Conde, da Biblioteca de Vila Nova de Gaia.

Os interessados em participar devem efectuar inscrição prévia através do email cultura@cm-braga.pt.

João Penha (Braga, 1839-1919) é um poeta de origem bracarense, pouco conhecido, além de sofrivelmente editado e divulgado, cuja breve evocação se mostra oportuna. A sua obra poética ocupa um espaço singular nas tendências estéticas da Literatura Portuguesa em finais de Oitocentos.

Conviveu com escritores importantes do seu tempo, como Eça de Queirós, Antero de Quental, Guerra Junqueiro ou Gonçalves Crespo. Em Coimbra, fundou e dirigiu o influente jornal literário “A Folha”, publicação periódica em que colaboraram alguns dos nomes mais relevantes do meio literário da época.

“A Folha” foi sobretudo defensora do Parnasianismo, estética de que o poeta João Penha foi um dos grandes defensores, numa busca de apuro formal e superação do lirismo romântico. Obras publicadas: Rimas (Lisboa, 19883); Por Montes e Vales (Lisboa, 1899); Novas Rimas (Coimbra, 1905); Ecos do Passado (Porto, 1914); Últimas Rimas (Lisboa, 1919); O Canto do Cisne (Lisboa, 1923).

Recorde-se que o programa’ À Descoberta de Braga’ é promovido pelo Município de Braga com o objectivo de dar a conhecer os principais momentos da história, os seus protagonistas, o património legado pelas diferentes eras, as tradições e costumes, reforçando o sentir comum e a coesão social.

PONTE DE LIMA HOMENAGEIA POETA ANTÓNIO VIEIRA LISBOA

Apresentação do Livro Versos Estranhos de António Vieira Lisboa

No dia da morte do Poeta António Vieira Lisboa ocorrida em Ponte de Lima, há 50 anos, o Município de Ponte de Lima promoveu uma homenagem ao poeta e jurista, no passado dia 13 de junho.

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O programa inclui um conjunto de ações evocativas com o objetivo de recordar um notável homem que intervalou a escrita com o exercício da magistratura.

António Vieira Lisboa, publicou um considerável número de livros de poesia, sobressaindo o lirismo amoroso associado à sensualidade feminina e o lirismo celebrativo da paisagem limiana, com destaque para o Rio Lima. Ao longo da década de 1940 escreveu várias obras poéticas, designadamente “Versos Estranhos”, “Poemas de Amor e dúvida”, “Mulheres: Versos”, “Chão de Amor”, “Ao longo do Rio Azul”, “Testamento Sentimental”, entre outras, atualmente difíceis de se encontrar no mercado.

Este dia evocativo foi assinalado com o lançamento do livro “Versos Estranhos de António Vieira Lisboa”, de autoria de António Afonso.

A apresentação da obra esteve a cargo do Dr. João Lobo, autor da Nota Introdutória do livro “Versos Estranhos de António Vieira lisboa” que descreveu esta obra como um (..) “livro admirável que resgata da memória um escritor ilustre e a obra que nos legou”,  parabenizando o Município de Ponte de Lima e o autor do livro pela edição lançada, assinalando o quinquagésimo aniversário do falecimento do poeta.

O Autor da publicação “Versos Estranhos de António Vieira Lisboa” António Afonso agradeceu ao Município de Ponte de Lima pela disponibilidade demonstrada para a edição desta obra, e detentor há anos de um manuscrito daquele livro com a mais-valia de referir as datas e os locais onde os poemas tinham sido escritos e que permitiu a realização deste livro, oferecendo ao Município de Ponte de Lima o referido manuscrito.”

O Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Eng.º Victor Mendes, salientou que ao apoiarmos esta publicação (..) “estamos a homenagear um grande limiano”. O autarca considerou ainda que no âmbito da “ nossa política cultural e editorial do Município, faz parte valorizarmos as nossas figuras célebres deste concelho”. O Edil, referiu ainda que esta é uma grande oportunidade de dar a conhecer a obra deste grande poeta, precisamente neste dia, 13 de junho às 18 horas – data dos 50 anos do seu falecimento”.

As comemorações incluíram ainda um tributo ao poeta com poesias encenadas pelo GACEL – Grupo de Ação, Cultura e Estudos Limianos, durante a apresentação do livro. As comemorações terminaram com um tributo ao poeta António Vieira Lisboa, com momentos de poesia encenados pelo grupo GACEL, antecedendo a ‘Poesia à Sexta’, que habitualmente acontece à Sexta-feira.

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PONTE DE LIMA HOMENAGEIA POETA ANTÓNIO VIEIRA LISBOA

13 de junho – 18 horas – Auditório Municipal

O Município de Ponte de Lima vai homenagear o poeta António Vieira Lisboa com um programa diversificado de ações evocativas para recordar um notável homem que intervalou a escrita com o exercício da magistratura.

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 O dia 13 de junho – dia do falecimento do distinto autor - será assinalado com o lançamento do livro “Versos Estranhos de António Vieira Lisboa”, de autoria de António Afonso e pelo tributo ao poeta com poesias encenadas por GACEL – Grupo de Ação, Cultura e Estudos Limianos.

A apresentação do livro - uma edição evocativa dos 50 anos de falecimento do poeta – estará a cargo de João Lobo, com intervenções do autor e do Presidente do Município de Ponte de Lima, Victor Mendes, às 18 horas, no auditório municipal.

Às 21h30, no mesmo local, terá lugar o tributo ao poeta António Vieira Lisboa, com momentos de poesia encenados pelo grupo GACEL, antecedendo a ‘Poesia à Sexta’ que estava anteriormente agendada para o dia 15 de junho.

No auditório municipal encontrar-se-á também patente uma exposição intitulada “Recordar Vieira Lisboa: o homem, a obra, o tempo”, organizada pela Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, que transitará posteriormente para o espaço da Biblioteca e ficará acessível a todos os interessados até ao final do ano. Associe-se à justa homenagem a uma das notáveis figuras da cultura local e compareça nas sessões de tributo ao poeta do Lima.

Antonio Feijo

FAFE PROMOVE SESSÃO CULTURAL COM PINTURA E POESIA

Sessão cultural na tarde de sábado, no Arquivo Municipal de Fafe com apresentação de livro de poesia e abertura de exposição de pintura

Na tarde de sábado, 2 de Junho, a partir das 16h00, realiza-se uma sessão cultural, no Arquivo Municipal de Fafe, que inclui a apresentação de uma livro de poesia e a abertura de uma exposição de pintura.

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A sessão arranca com a apresentação da obra poética “Raízes”, de Pedro Armando Freitas Santos, um autor natural do Porto mas bisneto do “brasileiro” fafense João Alves de Freitas, que mandou construir o palacete onde se realiza a sessão. Professor de hatha ioga e como curso de meditação transcendental, é membro do Conselho de Administração de uma empresa turística.

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A obra vai ser apresentada por José Manuel Soares, Professor catedrático da Universidade do Porto, e Gonzalo Navaza, Professor na Faculdade de Filologia e Tradução da Universidade de Vigo, no Departamento de Filologia Galega e Portuguesa.

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A sessão inclui depois a abertura da exposição retrospetiva de artes plásticas da pintora fafense Fernanda Aguiar, que revisita as suas diferentes fases ao longo das últimas duas décadas.

Maria Fernanda Oliveira Aguiar é professora do ensino básico aposentada. Só após a aposentação, veio a libertar as aptidões para o desenho e a pintura. Participou em numerosas exposições colectivas em Fafe, Vila do Conde, Felgueiras, Póvoa de Varzim e Póvoa de Lanhoso, entre outras localidades.

Individualmente, expôs pela primeira vez numa unidade hoteleira de Fafe, no ano 1998. Expôs depois em diversos espaços culturais de localidades como Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Braga, Albufeira, entre outras.

Fernanda Aguiar está representada em inúmeras colecções privadas e públicas da região.

A mostra retrospectiva estará patente até 20 de Junho.

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POESIA ESTÁ DE VOLTA A PONTE DE LIMA

Sessão de Poesia à Sexta em Ponte de Lima com Helena Osório

A mais recente obra poética de autoria de Helena Osório, intitulada “Experiências da alma por trilhos de sal com pimenta”, vai ser apresentada em Ponte de Lima no âmbito do projeto ‘Poesia à Sexta’, no dia 25 de maio, pelas 21 horas, na Biblioteca Municipal.

CONVITE Helena Osório

Esta apresentação estará a cargo de Lourenço Almada e será enriquecida por momentos de declamação de poesia por Américo Carneiro, Céu Guerra, Cristina Passos, Luís Dantas, Manuela Calheiros, Tina Tinoco.

O momento musical será da responsabilidade de César Lopes e a sessão terminará com o serviço de vinho verde de Azevedo / Sogrape.

Compareça nesta sessão e celebre a poesia em língua portuguesa

VIZELA PREMEIA CURTAS POÉTICAS 2018

Entregues prémios das Curtas Poéticas 2018

No passado domingo foi apresentado o livro Curtas Poéticas 2018, no âmbito da Feira do livro de Vizela de 2018.

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Neste sexto ano de curtas poéticas, e por ocasião dos 20 anos do concelho de Vizela, foi homenageada a cidade e os vizelenses com o tema Vizela.

Foram recebidos  no total 347 poemas, de onde destacamos uma participação massiva das escolas, pelo que agradecemos a todos os alunos que participaram, aos professores que os motivaram e de forma especial às coordenadoras das bibliotecas escolares.

Destes poemas foram selecionados 50 para integrarem o livro das Curtas Poéticas Vizela.

O júri do concurso foi composto por duas professoras representantes dos dois agrupamentos de escolas de Vizela, Elsa Oliveira pelo Agrupamento de Escolas de Vizela e Carla Pedro pelo Agrupamento de escolas de Infias, Sónia Cunha, membro da Associação cultural Avicella, Conceição Lima, autora do programa Hora da Poesia e Agostinha Freitas, Vereadora da Câmara Municipal de Vizela.

O 1º 2º e 3ºs lugares de cada escalão tiveram direito a um prémio e todos os outros selecionados receberam um diploma e um bilhete de cinema patrocinado pelos Cinemas Fórum Vizela.

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Premiados:

Infantil

3º lugar infantil Carolina Alves

2º lugar infantil YARA Sampaio Vieira

1º lugar infantil Bruno Fernandes

Juvenil

1º Duarte Silva

Adulto

3º Paula Oliveira

2ª Paula Oliveira

1ª Sérgio Coelho

O livro encontra-se à venda na Biblioteca Municipal de Vizela pelo preço de 3,50€.

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2º lugar infantil

3º lugar infantil

POETA BARCELENSE FREI LOPES MORGADO APRESENTA EM BARCELOS LIVRO DE POEMAS "MULHER MINHA MÃE"

“Mulher Minha Mãe” - Livro de Poesia de Frei Lopes Morgado apresentado na Biblioteca Municipal de Barcelos 

“Mulher Minha Mãe”, o mais recente livro de Frei Lopes Morgado, editado pela Difusora Bíblica, vai ser apresentado na Biblioteca Municipal de Barcelos, no dia 19 de maio, às 16h00.

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A sessão cultural contará com a presença do professor e escritor Evandro Morgado, leitura de poemas por Olinda Silva Ribeiro e atuação do Grupo Coral de Areias de Vilar.

Franciscano capuchinho, natural da freguesia de Areias de Vilar, do concelho de Barcelos, onde nasceu em 23 de abril de 1938, padre e jornalista, dirigiu a revista Bíblica durante 25 anos e é seu chefe de redação desde o ano 2000. Colaborou na RTP, na RR, na RDP–2 e na TSF; no “Comércio de Gondomar”, no “Diário de Notícias”, no “Almonda” e em várias revistas.

Ligado ao movimento de dinamização bíblica desde 1965, orientou cursos e criou grupos por todo o país;também é conferencista e orienta retiros.

A poesia de LOPES MORGADO bebe, preferencialmente, nestas quatro fontes: Palavra, Natal, Mãe e Criança – incluindo, esta, a ideia do renascer. E sempre ao rés da vida e da Bíblia. Aqui junta Mulher e Mãe. Como síntese de MULHER, uma estrofe do poema Talvez: Talvez a mão que a minha palma/afaga como se ave implume/Talvez a gémea da minha alma/Talvez a chama do meu lume. Da MÃE, fala Minha Mãe:Mãe?//definir Mãe/é perdê-la//Amá-la/é mantê-la viva//minha Mãe.

PAREDES DE COURA REALIZA POESIA

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19 - 22 abril | PAREDES DE COURA

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Camané, Rui Reininho, Gonçalo M. Tavares, Francisco José Viegas, José Eduardo Pinto da Costa, Ana Deus e os Mata-Ratos são alguns dos nomes que vão passar por mais uma edição do REALIZAR:poesia, em Paredes de Coura, que está de volta entre 19 e 22 de abril para mais uma festa em torno da expressão poética.

Promovido pelo Município de Paredes de Coura, o REALIZAR:poesia procura estabelecer afinidades entre a poesia e as demais atitudes artísticas – literatura, música, cinema, artes performativas, e também aquelas de menos evidente convergência como a política, ciência, filosofia, etc.

REALIZAR:poesia, com direção artística de Isaque Ferreira e produção da Fértil Cultural, constitui-se como uma reunião de eventos de múltiplas linguagens e origens, em que as leituras, os debates, as conferências, os lançamentos de livros, os espetáculos de artes performativas, a exibição de filmes e os concertos musicais se reencontram em Paredes de Coura na esfera da sua essencial afinidade: a poética, no seu sentido mais vasto.

REALIZAR:poesia brota nos despojos de abril - como deve ser - e não é por hábito. É até avesso ao hábito. A sua seiva está em fintá-lo, trepa pela liberdade acima e atravessa a parede derrubando a rotina.

REALIZAR:poesia não é o mero festival de letras.

A sua terceira edição irá versar em vários espaços da vila de Paredes de Coura. O Centro Cultural será o palco privilegiado de várias iniciativas. No entanto, esta festa em torno da expressão poética terá lugar em outros espaços como a Caixa de Brinquedos, a Caixa de Música, a feira, ruas da vila e intervenções em bares e outros estabelecimentos comerciais da vila.

Mote da edição de 2018

"Seguimos a alegria das crianças, agressiva

Como o carvão riscando uma parede,

Aprendemos a rir (oh que vergonha!...)"

(Alexandre O’Neill)

Portugal, 1978. Diz-se, nasce o punk em Portugal.

Artur Semedo apresenta "O Rei das Berlengas" com o inesquecível Mário Viegas.

A &etc, de Vítor Silva Tavares, lança "o corpo o luxo a obra" de Herberto.

O Punk e a Poesia, que relação?

A programação desta edição será em torno deste conceito e teremos convidados especiais para construir ou desconstruir o próprio conceito.

MONÇÃO REALIZA CONCURSO NACIONAL “FAÇA LÁ UM POEMA”

Rodrigo Ferreira, 12º ano, da Escola Secundária de Monção, conseguiu, com o poema “Marioneta”, o primeiro lugar do ensino secundário, entre milhares de poemas de alunos de todo o país e ilhas. Um orgulho para Monção. Parabéns, Rodrigo.

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Com o objetivo de incentivar o gosto pela leitura e pela escrita de poesia, o Plano Nacional de Leitura (PNL 2027) e a Fundação Centro Cultural de Belém (CCB) lançaram “Faça lá um poema”, convidando todos os alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário a participarem no concurso.

A apresentação pública dos poemas selecionados e respetivos vencedores decorreu no passado dia 24 de março, sábado, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Poesia. Tratou-se da 9ª edição deste concurso.

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Rodrigo Ferreira, 12º ano, da Escola Secundária de Monção, conseguiu, com o poema “Marioneta”, o primeiro prémio do ensino secundário, entre milhares de poemas de alunos de escolas públicas e privadas de todo o país e ilhas. Um orgulho para Monção. Parabéns, Rodrigo.

De acordo com critérios como a criatividade, a adequação morfológica e sintática, a riqueza do conteúdo, o estilo e a originalidade do tema, os poemas apresentados foram ordenados por um júri nacional, tendo a notícia da atribuição do primeiro prémio a Rodrigo Ferreira sido recebida com orgulho, alegria e satisfação pelo Agrupamento de Escolas de Monção.

Para Fernando Magalhães, professor bibliotecário, a vitória neste concurso nacional mostra que “o Agrupamento de Escolas de Monção consegue uma formação ao nível das melhores do país”, sublinhando que “ estamos sempre lá, na linha da frente, a apoiar a criatividade, a acompanhar o talento, a incentivar a motivação e a acarinhar o talento”.

A Rodrigo Ferreira, deixou palavras sentidas e encorajadoras: “Que este seja o início de um longo caminho. Que esta experiência te sirva de estímulo para alcançar outros sonhos. Que consigas encontrar poesia em tudo, nos amigos, nas plantas, nas ruas, nas casas, na saudade, no amor, enfim, na vida”.

POEMA

BARCELOS PROMOVE CONCURSO DE POESIA

Concurso Pequenos Grandes Poetas congrega alunos de Barcelos em volta da Poesia

A Câmara Municipal de Barcelos, através da Biblioteca Municipal e da Rede Concelhia de Bibliotecas Escolares, promove no dia 23 de março, às 21h30, no auditório da Câmara Municipal, o espetáculo “Pequenos Grandes Poetas”.

A iniciativa conta com a participação de oitenta e seis alunos dos estabelecimentos de ensino do concelho de Barcelos.

O concurso integra duas modalidades, Melhor Poema Inédito declamados pelos autores e Melhor Declamação, sendo selecionados os melhores de cada escalão, desde o pré-escolar ao ensino secundário. Para cada escalão, será atribuído um prémio pela autarquia barcelense, num total de nove.

Este concurso tem como objetivos promover os hábitos de leitura e de escrita, incentivar o gosto pela poesia e pela escrita criativa e estimular a manifestação artística e a criatividade, sendo dirigido a todos os alunos dos agrupamentos de escolas/escolas não agrupadas do concelho de Barcelos. 

CÂMARA DE CAMINHA VAI ASSINALAR DIA MUNDIAL DA POESIA COM EXPOSIÇÃO BIBLIOGRÁFICA DE POETAS CONTEMPORÂNEOS LOCAIS E NACIONAIS

Exposição pode ser visitada até dia 21 de abril

A Câmara Municipal de Caminha vai celebrar o Dia Mundial da Poesia que se comemora no dia 21 de março, com a organização da Exposição Bibliográfica de Poetas Contemporâneos Locais e Nacionais, cujo objetivo é dar visibilidade à literatura portuguesa dos nossos dias, no género poesia. A exposição vai estar patente na Biblioteca Municipal de Caminha de 21 de março até 21 de abril.

O Dia Mundial da Poesia celebra-se a 21 de março, foi instituído na XXX Conferência Geral da UNESCO em 16 de novembro, de 1999. O propósito deste dia é promover a leitura, escrita, publicação e ensino da poesia através do mundo.

Neste âmbito, a Biblioteca Municipal de Caminha vai ter patente ao público uma exposição de livros de poesia dos seguintes autores portugueses locais ou nacionais do século XX: João Luís Barreto Guimarães, Maria José Carvalho Areal, Adília Lopes, Maria do Sameiro Barroso, João Vilas, Rita Velosa, José Carlos Moreira da Silva, Antero Simões, Sebastião Alves, Zulmira Bento, Fernando de Castro Branco, Carlos Vaz, Samuel Porto, Nelson Moniz, Zeca Castro, Alunos da Escola C+S de Caminha, J. M. Gavinha Pinto, Francisco Sampaio e Laureans.

A mostra pode ser visitada de 21 de março a 21 de abril, de segunda a sexta-feira das 9H30 às 18H00 e, ao sábado das 09H30 às 12H30.