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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FEIRAS NOVAS DE PONTE DE LIMA ENCERRAM NO PRÓXIMO DIA 5 DE OUTUBRO COM FESTIVAL DE PIROTECNIA

Noite de Feiras Novas 2019: Associação Concelhia das Feiras Novas promove cerimónia de encerramento a 5 de Outubro

Ponte de Lima vai encerrar da melhor forma possível o ciclo das grandes romarias minhotas, com a primeira cerimónia dedicada exclusivamente ao fecho oficial das Feiras Novas.

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Estas que são as maiores festas da região pedem, como tal, um fecho apoteótico, tão merecido pelo povo limiano. 

A festa faz-se na noite de 5 de outubro, junto à ponte romana-medieval, fazendo jus ao título de "maior congresso ao vivo da cultura em Portugal”.

A tradição sai à rua para um encontro de gerações, e o som do folclore, das concertinas, das rusgas, das desgarradas, e dos cantares ao desafio, inunda o centro limiano, num apogeu da essência minhota.

A festa que junta o melhor da cultura popular tem como ponto alto, a “Noite do Fogo”. O espetáculo pirotécnico que tem lugar pelas 23h59, compilará os espetáculos anteriormente agendados para a noite de abertura, sábado e domingo de Feiras Novas, cuja realização foi impedida, face às medidas restritivas em vigor, dado o risco de incêndio.

Desde o rio, à monumental ponte medieval, a vila oferece um cenário majestoso para a cerimónia que assinalará o culminar das festividades que englobaram milhares de espectadores.

PIROTECNIA MINHOTA BRILHA NOS CÉUS DA ÁSIA

A conceituada empresa Pirotecnia Minhota, sediada no concelho de Ponte de Lima, representou Portugal, no passado dia 2 de Março, na 10ª Competição Internacional Piromusical das Filipinas.

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A sua demonstração teve lugar no passado dia 2 de Março, na Baía de Manila, local onde decorre aquela competição.

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Remonta a milhares de anos Antes de Cristo a descoberta na China do fogo-de-artifício. Foram, porém, os gregos e os árabes que trouxeram para a Europa e, nomeadamente para a Península Ibérica o conhecimento desta arte. Inicialmente ligada nas culturas orientais à celebração de rituais de exorcização dos maus espíritos e, entre os povos árabes e islamizados, a práticas alquimistas, a pirotecnia encontra-se presentemente associada a ocasiões festivas e outras manifestações caraterizadas por momentos de alegria e felicidade dos povos ou das comunidades.

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Constituindo o Minho uma região particularmente festiva e marcada pela exuberância das suas festas e romarias, bem definidoras do caráter alegre e jovial das suas gentes, o espetáculo do fogo-de-artifício tornou-se bastante apreciado ao ponto de não haver cidade ou aldeia, por mais recôndita e insignificante que seja, que não possua a sua demonstração por ocasião da festa à padroeira e ainda, no período pascal, a acompanhar o compasso ou visita pascal.

Este fascínio do minhoto pelo espetáculo de luz e cor que o fogo-de-artifício proporciona e que, aliás, se manifesta de igual modo no traje, no artesanato, nas decorações das romarias, enfim, em muitas formas na maneira de viver do minhoto, levou-o ainda a tornar-se um exímio pirotécnico e dominar as suas técnicas de produção, ao ponto de se encontrarem aqui os melhores artistas e industriais de fogo-de-artifício – e a pirotecnia do Minho encontrar-se atualmente entre as mais reconhecidas do mundo!

São afamadas as grandiosas exibições que se realizam na nossa região, mormente em Viana do Castelo e Ponte de Lima por ocasião das Festas d’Agonia e das Feiras Novas, atraindo sempre milhares de visitantes. Não obstante, bem poderia o Minho unir esforços para realizar anualmente uma grandiosa demonstração de pirotecnia – a Festa do Fogo – eventualmente sob a forma de concurso, reunindo num espetáculo único todos os fogueteiros da nossa região, numa clara aposta na promoção desta atividade e do próprio turismo. Constituiria uma iniciativa que os próprios industriais do setor compreenderiam o seu alcance e na qual certamente participarão de bom grado. Apenas resta saber qual o concelho minhoto que ousará afirmar-se como a capital da pirotecnia?

Fotos: Dave Cruz

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PONTE DE LIMA DEU INÍCIO ÀS FEIRAS NOVAS COM O MAIOR ESPLENDOR DE SEMPRE – AO SOM DE CENTENAS DE CONCERTINAS E ESTALEJAR DO FOGO-DE-ARTIFÍCIO – É O ENCERRAR DO CICLO DAS GRANDES ROMARIAS DO ALTO MINHO

O céu ilumina-se de uma orgia de cores e efeitos luminosos que fazem de Ponte de Lima um lugar único no paraíso terreal – o Minho!

O extase é total. O povo e, em particular, os milhares de forasteiros, olham para a cúpula celeste deslumbrados e embebecidos. E, lá bem do cimo, o Criador sensível à forma genuína como os limianos manifestam a sua Fé – onde se descortina alguns laivos de paganismo derivados do seu espírito muito tradicionalista – estende a mão e abençoa a terra onde viu nascer muitos dos seus mais fieis servidores como o Beato Francisco Pacheco e o Cardeal Saraiva.

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Remonta a milhares de anos Antes de Cristo a descoberta na China do fogo-de-artifício. Foram, porém, os gregos e os árabes que trouxeram para a Europa e, nomeadamente para a Península Ibérica o conhecimento desta arte.

Inicialmente ligada nas culturas orientais à celebração de rituais de exorcização dos maus espíritos e, entre os povos árabes e islamizados, a práticas alquimistas, a pirotecnia encontra-se presentemente associada a ocasiões festivas e outras manifestações caraterizadas por momentos de alegria e felicidade dos povos ou das comunidades.

Constituindo o Minho uma região particularmente festiva e marcada pela exuberância das suas festas e romarias, bem definidoras do caráter alegre e jovial das suas gentes, o espetáculo do fogo-de-artifício tornou-se bastante apreciado ao ponto de não haver cidade ou aldeia e, por mais recôndita e insignificante que seja, que não possua a sua demonstração por ocasião da festa à padroeira e ainda, no período pascal, a acompanhar o compasso ou visita pascal.

O fascínio que este espetáculo de luz e cor que o fogo-de-artifício proporciona ao minhoto levou-o ainda a tornar-se um exímio pirotécnico e dominar as suas técnicas de produção, ao ponto de se encontrarem aqui os melhores artistas e industriais de fogo-de-artifício – e a pirotecnia do Minho encontrar-se atualmente entre as mais reconhecidas do mundo!

Como em tudo na vida, desde a festa à gastronomia, do artesanato à romaria, o minhoto preza sobretudo a alegria e a exuberância nas formas e nas cores, nos sons e nos paladares. Seja nos momentos felizes ou nos mais difíceis, ele enfrenta a vida com a mesma pujança, coragem e alegria que seguramente foi determinante àqueles minhotos – como D. Afonso Henriques – que ousaram construir a nossa Pátria!

Fotos: Sérgio Moreira & Sílvia Moreira

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MONÇÃO REALIZA SESSÃO DE FOGO-DE-ARTIFÍCIO EM HONRA DE NOSSA SENHORA DAS DORES

Fogo em Honra à Virgem das Dores em Monção será lançado a 15 de Setembro

Na impossibilidade de brindar os monçanenses com a Grandiosa Sessão de Fogo de Artifício da Festa em Honra à Virgem das Dores, no passado dia 19 de Agosto, a Comissão de Festas, após profundo diálogo entre os seus membros, vem, agora, anunciar uma nova data para a mesma.

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Gostaríamos de dizer-vos que foi com muita tristeza que não pudemos contrariar esta decisão, que chegou através de Despacho do Governo e que era absolutamente incontornável.

Saibam que, a seu devido tempo, nos informámos de todos os passos que deveriam ser tomados para evitar uma situação, que é cada vez mais frequente. De tudo tentamos, contudo, não estava nas nossas mãos.

Pelo carinho que temos a estas festividades e por considerarmos que é a Virgem das Dores que devemos lembrar em tempos de contrariedade e incerteza, tomamos a decisão de trazer vida e cor à nossa vila, no próximo dia 15 de Setembro - Dia de Nossa Senhora das Dores.

Assim sendo, e porque nenhuma decisão é perfeita, é aos nossos emigrantes que deixamos uma palavra de carinho, pois, a esta data, muitos deles já estarão de regresso aos seus países de acolhimento. A Comissão de Festas agradece o vosso compromisso com esta festa, a vossa devoção e a forma carinhosa como sempre nos ajudaram. Foi graças a vocês, também, que se tornou possível realizar um festa tão bonita e tão marcante.

Na esperança de que a nossa decisão seja compreendida pelos que estão longe e que todos aqueles que cá permanecem se possam juntar a nós no próximo dia 15 de Setembro, despede-se a Comissão de Festas de 2018.

Foi uma verdadeira honra para nós.

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A PIROTECNIA PORTUGUESA NÃO DEVE SERVIR PARA DESVIAR AS ATENÇÕES DAS VERDADEIRAS CAUSAS DOS INCÊNDIOS FLORESTAIS!

Remonta à Pré-História a invenção da pirotecnia, tendo o Homem passado a utilizar o fogo-de-artifício nos ritos destinados a afastar os maus espíritos. Com origem na Ásia e bastante difundido na China e na Índia, deve-se porém aos gregos e árabes a sua introdução na Europa.

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Entre nós, o fogo como elemento purificador associado ao solstício de Verão aparece sempre de forma fulcral associado às festas solsticiais ou são-joaninas na sua versão cristã. E, constituindo o Minho a região que maior apego revela pelas tradições mais genuínas, não admira que a arte e o espetáculo pirotécnico possuam aqui a maior e mais elevada expressão ao ponto do fogo que se produz no Minho constituir um dos mais prestigiados em todo o mundo.

O fogo-de-artifício deslumbra o minhoto ao ponto de não raras as vezes sacrificar a sua própria vida na produção dos mais arriscados artefactos porque para ele tudo é alegria, desde o árduo trabalho da lavoura até à forma como cozinha, a festa e a romaria, tudo deve ser vivido da forma mais alegre e exuberante.

A pirotecnia é também uma fonte de rendimento de muitas famílias e uma indústria de interesse na economia nacional. É certo que, tal como se verifica com muitas outras atividades, ela comporta os seus riscos que devem ser sempre acautelados, desde o seu manuseamento na fase de produção até à sua utilização nos espetáculos. Mas, em circunstância alguma, deve esta forma de arte ser prejudicada e muito menos culpabilizada pela maior parte dos incêndios florestais que ocorrem no país, a maioria das vezes em locais e circunstâncias onde nem sequer tiveram lugar espetáculos de exibição de fogo-de-artifício.

Sem prejuízo das medidas preventivas que devem ser tomadas relativamente ao uso de fogo-de-artifício nas festas e romarias, bem assim de outros espetáculos um pouco por todo o país e no estrangeiro, o Minho não pode – nem deve! – deixar que utilizem a pirotecnia como bode expiatório da atividade de pirómanos que atuam muito provavelmente a mando de interesses ocultos… procurem e condenem os verdadeiros criminosos!

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PAREDES DE COURA DEIXA DE LANÇAR FOGO-DE-ARTIFÍCIO

Paredes de Coura acaba com fogo-de-artifício e doa este dinheiro aos Bombeiros

Paredes de Coura acaba de anunciar que vão ser anuladas todas as sessões de fogo-de-artifício das festas do concelho, aproveitando também para dar a conhecer que o equivalente em dinheiro que a Câmara gastava nestas iniciativas vai ser doado à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários local.

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A medida foi esta tarde anunciada na sessão comemorativa do Dia do Concelho de Paredes de Coura, onde entre as cinco personalidades locais agraciadas pelo município também constava o nome do antigo bombeiro Domingos Rocha, alvo do apreço e reconhecimento públicos e a quem foi entregue a Medalha de Altruísmo, Prateada, do Município.

Com esta medida agora anunciada, Paredes de Coura dá mais uma claro sinal de “pedagogia e prevenção, ajudando quem mais combate o flagelo dos fogos num gesto de nobre cidadania”, reforçou o presidente da Câmara, Vitor Paulo Pereira, acrescentando que “é uma questão de sensatez e não se trata de pôr em causa uma tradição. Mas mesmo que fosse, as tradições também podem mudar ou acabar, se isso significar avanço civilizacional. Não faz sentido ver os bombeiros a lutar e outros membros da comunidade incrementar o risco de incêndio, por menor que este seja. Fora da época de verão, quando não existe risco, aí a situação é outra”, concluiu o autarca.

Recorde-se que nos últimos dias Paredes de Coura tem sido fustigada por inúmeros fogos florestais, alguns de grande relevo com especial incidência nas freguesias de Rubiães e Vascões, bem como na área da Paisagem Protegida de Corno do Bico. Com estes fogos florestais foram mobilizados todos os bombeiros do concelho, com o apoio das corporações vizinhas e juntas de freguesia, para além da ajuda de inúmeros populares que se juntaram aos operacionais, que tudo fizeram para salvar as pessoas e minimizar os estragos nas propriedades e bens. 

PIROTECNIA DO MINHO É UMA DAS MELHORES DO MUNDO. PORQUE NÃO SE REALIZA UMA GRANDE “FESTA DO FOGO” A PROMOVER UMA DAS NOSSAS MAIORES TRADIÇÕES?

Remonta a milhares de anos Antes de Cristo a descoberta na China do fogo-de-artifício. Foram, porém, os gregos e os árabes que trouxeram para a Europa e, nomeadamente para a Península Ibérica o conhecimento desta arte. Inicialmente ligada nas culturas orientais à celebração de rituais de exorcização dos maus espíritos e, entre os povos árabes e islamizados, a práticas alquimistas, a pirotecnia encontra-se presentemente associada a ocasiões festivas e outras manifestações caraterizadas por momentos de alegria e felicidade dos povos ou das comunidades.

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Constituindo o Minho uma região particularmente festiva e marcada pela exuberância das suas festas e romarias, bem definidoras do caráter alegre e jovial das suas gentes, o espetáculo do fogo-de-artifício tornou-se bastante apreciado ao ponto de não haver cidade ou aldeia, por mais recôndita e insignificante que seja, que não possua a sua demonstração por ocasião da festa à padroeira e ainda, no período pascal, a acompanhar o compasso ou visita pascal.

Este fascínio do minhoto pelo espetáculo de luz e cor que o fogo-de-artifício proporciona e que, aliás, se manifesta de igual modo no traje, no artesanato, nas decorações das romarias, enfim, em muitas formas na maneira de viver do minhoto, levou-o ainda a tornar-se um exímio pirotécnico e dominar as suas técnicas de produção, ao ponto de se encontrarem aqui os melhores artistas e industriais de fogo-de-artifício – e a pirotecnia do Minho encontrar-se atualmente entre as mais reconhecidas do mundo!

São afamadas as grandiosas exibições que se realizam na nossa região, mormente em Viana do Castelo e Ponte de Lima por ocasião das Festas d’Agonia e das Feiras Novas, atraindo sempre milhares de visitantes. Não obstante, bem poderia o Minho unir esforços para realizar anualmente uma grandiosa demonstração de pirotecnia – a Festa do Fogo – eventualmente sob a forma de concurso, reunindo num espetáculo único todos os fogueteiros da nossa região, numa clara aposta na promoção desta atividade e do próprio turismo. Constituiria uma iniciativa que os próprios industriais do setor compreenderiam o seu alcance e na qual certamente participarão de bom grado. Apenas resta saber qual o concelho minhoto que ousará afirmar-se como a capital da pirotecnia?

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