Remonta a milhares de anos Antes de Cristo a descoberta na China do fogo-de-artifício. Foram, porém, os gregos e os árabes que trouxeram para a Europa e, nomeadamente para a Península Ibérica o conhecimento desta arte. Inicialmente ligada nas culturas orientais à celebração de rituais de exorcização dos maus espíritos e, entre os povos árabes e islamizados, a práticas alquimistas, a pirotecnia encontra-se presentemente associada a ocasiões festivas e outras manifestações caraterizadas por momentos de alegria e felicidade dos povos ou das comunidades.
Constituindo o Minho uma região particularmente festiva e marcada pela exuberância das suas festas e romarias, bem definidoras do caráter alegre e jovial das suas gentes, o espetáculo do fogo-de-artifício tornou-se bastante apreciado ao ponto de não haver cidade ou aldeia, por mais recôndita e insignificante que seja, que não possua a sua demonstração por ocasião da festa à padroeira e ainda, no período pascal, a acompanhar o compasso ou visita pascal.
Este fascínio do minhoto pelo espetáculo de luz e cor que o fogo-de-artifício proporciona e que, aliás, se manifesta de igual modo no traje, no artesanato, nas decorações das romarias, enfim, em muitas formas na maneira de viver do minhoto, levou-o ainda a tornar-se um exímio pirotécnico e dominar as suas técnicas de produção, ao ponto de se encontrarem aqui os melhores artistas e industriais de fogo-de-artifício – e a pirotecnia do Minho encontrar-se atualmente entre as mais reconhecidas do mundo!
O espetáculo pirotécnico entre pontes nas Feiras Novas de Ponte de Lima apresentou este ano uma novidade: uma “esquadrilha” de drones sobrevoou os céus junto ao rio Lima projetando símbolos e mensagens alusivas aos 900 anos da atribuição do foral. Uma sessão de fogo-de-artifício que este ano impressionou os o numeroso público já de si habituado aos grandes espetáculos de pirotecnia que se realizam na nossa região.
Ponte de Lima vai iluminar-se esta noite com um espetáculo inolvidável de fogo-de-artifício, digno dos antigos deuses pagãos que também os limianos celebraram antes de se converterem ao Cristianismo.
Filho de Júpiter e de Juno, Vulcano – Hefesto na mitologia grega – era o deus romano do fogo. Na mitologia grega, seu culto era centralizado em Lemnos, mas outras cidades, como Atenas, possuíam templos e realizavam importantes rituais para esse deus, que era o patrono dos ferreiros.
Com efeito, remonta a milhares de anos Antes de Cristo a descoberta na China do fogo-de-artifício. Foram, porém, os gregos e os árabes que trouxeram para a Europa e, nomeadamente para a Península Ibérica, o conhecimento desta arte. Inicialmente ligada nas culturas orientais à celebração de rituais de exorcização dos maus espíritos e, entre os povos árabes e islamizados, a práticas alquimistas, a pirotecnia encontra-se presentemente associada a ocasiões festivas e outras manifestações caraterizadas por momentos de alegria e felicidade dos povos ou das comunidades.
Constituindo o Minho uma região particularmente festiva e marcada pela exuberância das suas festas e romarias, bem definidoras do carácter alegre e jovial das suas gentes, o espetáculo do fogo-de-artifício tornou-se bastante apreciado ao ponto de não haver cidade ou aldeia, por mais recôndita e insignificante que seja, que não possua a sua demonstração por ocasião da festa à padroeira e ainda, no período pascal, a acompanhar o compasso ou visita pascal.
Este fascínio do minhoto pelo espetáculo de luz e cor que o fogo-de-artifício proporciona e que, aliás, se manifesta de igual modo no traje, no artesanato, nas decorações das romarias, enfim, em muitas formas na maneira de viver do minhoto, levou-o ainda a tornar-se um exímio pirotécnico e dominar as suas técnicas de produção, ao ponto de se encontrarem aqui os melhores artistas e industriais de fogo-de-artifício – e a pirotecnia do Minho encontrar-se atualmente entre as mais reconhecidas do mundo!
Prestígio redobrado para Portugal no Concurso Internacional de Fogo-de-Artifício de Macau, com a participação das nossas associadas Pirotecnia Minhota e Pirotecnia de Barbeita!
A Pirotecnia Minhota está já a prestar consultoria técnica ao festival, um dos mais conceituados do mundo, e, no dia 1 de outubro, a Pirotecnia de Barbeita (Monção) levará o espetáculo aos céus macaenses
Sessão de Informação e Esclarecimentos – Licenciamento de Artigos de Pirotecnia – Perigo de Incêndio Rural Muito Elevado ou Máximo
De acordo com o previsto no Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais, Decreto-Lei 82/2021, de 13 de outubro, na sua atual redação, a utilização de artigos de pirotecnia nos dias em que o nível de perigo de incêndio rural seja «muito elevado» ou «máximo», está sujeita a licença do município.
Nesse âmbito, o Município de Fafe estabeleceu condições para o licenciamento para a utilização de artigos de pirotecnia em dias em que o nível de perigo de incêndio rural diário seja muito elevado ou máximo, a definição dos elementos a considerar para emissão do respetivo parecer, bem como os prazos a cumprir para instrução dos pedidos.
Nesse seguimento, o Município de Fafe pretende levar a efeito no próximo dia 11 de junho de 2025, pelas 18h30, no Auditório Municipal de Fafe, uma Sessão de Informação e Esclarecimentos sobre o assunto, dirigia a todos os diferentes atores e intervenientes na utilização de artigos de pirotecnia.
Face ao exposto, convidam-se todos os interessados a participar na referida sessão, bem como solicitamos a colaboração na divulgação da referida ação pelas entidades promotoras de eventos da vossa freguesia, nomeadamente Comissões de Festas, Associações, Comissões Fabriqueiras, entre outras.
PIROTECNIA É UMA TRADIÇÃO MINHOTA COM ORIGEM NA CHINA ANTERIOR À ERA CRISTÃ
Remonta a milhares de anos Antes de Cristo a descoberta na China do fogo-de-artifício. Foram, porém, os gregos e os árabes que trouxeram para a Europa e, nomeadamente para a Península Ibérica o conhecimento desta arte. Inicialmente ligada nas culturas orientais à celebração de rituais de exorcização dos maus espíritos e, entre os povos árabes e islamizados, a práticas alquimistas, a pirotecnia encontra-se presentemente associada a ocasiões festivas e outras manifestações caraterizadas por momentos de alegria e felicidade dos povos ou das comunidades.
Constituindo o Minho uma região particularmente festiva e marcada pela exuberância das suas festas e romarias, bem definidoras do caráter alegre e jovial das suas gentes, o espetáculo do fogo-de-artifício tornou-se bastante apreciado ao ponto de não haver cidade ou aldeia, por mais recôndita e insignificante que seja, que não possua a sua demonstração por ocasião da festa à padroeira e ainda, no período pascal, a acompanhar o compasso ou visita pascal.
Este fascínio do minhoto pelo espetáculo de luz e cor que o fogo-de-artifício proporciona e que, aliás, se manifesta de igual modo no traje, no artesanato, nas decorações das romarias, enfim, em muitas formas na maneira de viver do minhoto, levou-o ainda a tornar-se um exímio pirotécnico e dominar as suas técnicas de produção, ao ponto de se encontrarem aqui os melhores artistas e industriais de fogo-de-artifício – e a pirotecnia do Minho encontrar-se atualmente entre as mais reconhecidas do mundo!
PIROTECNIA É UMA TRADIÇÃO MINHOTA COM ORIGEM NA CHINA ANTERIOR À ERA CRISTÃ
Remonta a milhares de anos Antes de Cristo a descoberta na China do fogo-de-artifício. Foram, porém, os gregos e os árabes que trouxeram para a Europa e, nomeadamente para a Península Ibérica o conhecimento desta arte. Inicialmente ligada nas culturas orientais à celebração de rituais de exorcização dos maus espíritos e, entre os povos árabes e islamizados, a práticas alquimistas, a pirotecnia encontra-se presentemente associada a ocasiões festivas e outras manifestações caraterizadas por momentos de alegria e felicidade dos povos ou das comunidades.
Constituindo o Minho uma região particularmente festiva e marcada pela exuberância das suas festas e romarias, bem definidoras do caráter alegre e jovial das suas gentes, o espetáculo do fogo-de-artifício tornou-se bastante apreciado ao ponto de não haver cidade ou aldeia, por mais recôndita e insignificante que seja, que não possua a sua demonstração por ocasião da festa à padroeira e ainda, no período pascal, a acompanhar o compasso ou visita pascal.
Este fascínio do minhoto pelo espetáculo de luz e cor que o fogo-de-artifício proporciona e que, aliás, se manifesta de igual modo no traje, no artesanato, nas decorações das romarias, enfim, em muitas formas na maneira de viver do minhoto, levou-o ainda a tornar-se um exímio pirotécnico e dominar as suas técnicas de produção, ao ponto de se encontrarem aqui os melhores artistas e industriais de fogo-de-artifício – e a pirotecnia do Minho encontrar-se atualmente entre as mais reconhecidas do mundo!
Filho de Júpiter e de Juno, Vulcano – Hefesto na mitologia grega – era o deus romano do fogo. Na mitologia grega, seu culto era centralizado em Lemnos, mas outras cidades, como Atenas, possuíam templos e realizavam importantes rituais para esse deus, que era o patrono dos ferreiros.
Ponte de Lima iluminou-se a noite passada com um imponente espetáculo inolvidável de fogo-de-artifício a iluminar os céus e a terra, digno dos deuses antigos que também os limianos celebraram antes de se converterem ao Cristianismo.
Com efeito, remonta a milhares de anos Antes de Cristo a descoberta na China do fogo-de-artifício. Foram, porém, os gregos e os árabes que trouxeram para a Europa e, nomeadamente para a Península Ibérica o conhecimento desta arte. Inicialmente ligada nas culturas orientais à celebração de rituais de exorcização dos maus espíritos e, entre os povos árabes e islamizados, a práticas alquimistas, a pirotecnia encontra-se presentemente associada a ocasiões festivas e outras manifestações caraterizadas por momentos de alegria e felicidade dos povos ou das comunidades.
Constituindo o Minho uma região particularmente festiva e marcada pela exuberância das suas festas e romarias, bem definidoras do caráter alegre e jovial das suas gentes, o espetáculo do fogo-de-artifício tornou-se bastante apreciado ao ponto de não haver cidade ou aldeia, por mais recôndita e insignificante que seja, que não possua a sua demonstração por ocasião da festa à padroeira e ainda, no período pascal, a acompanhar o compasso ou visita pascal.
Este fascínio do minhoto pelo espetáculo de luz e cor que o fogo-de-artifício proporciona e que, aliás, se manifesta de igual modo no traje, no artesanato, nas decorações das romarias, enfim, em muitas formas na maneira de viver do minhoto, levou-o ainda a tornar-se um exímio pirotécnico e dominar as suas técnicas de produção, ao ponto de se encontrarem aqui os melhores artistas e industriais de fogo-de-artifício – e a pirotecnia do Minho encontrar-se atualmente entre as mais reconhecidas do mundo!