A inauguração da exposição “Cânticos de Natalidade”, no coração da cidade de Braga, contou com a presença de vários amigos, admiradores e colecionadores do mestre-pintor Orlando Pompeu.
No início do presente mês de dezembro, o mestre-pintor Orlando Pompeu, um dos mais consagrados artistas plásticos portugueses da atualidade, inaugurou na capital do Minho, uma nova exposição intitulada “Cânticos de Natalidade”.
A inauguração da exposição, na Loja Urban Project, em pleno coração da cidade de Braga, no alvorecer da quadra natalícia, contou com a presença de vários amigos, admiradores e colecionadores do pintor de referência nacional e internacional.
Nesta nova exposição, patente ao público durante a quadra natalícia, Orlando Pompeu exibe uma mostra artística de pinturas em acrílico e aguarela inspiradas na força relacional, criadora e transformadora da maternidade. Com pinceladas de criatividade e originalidade, e cores vibrantes e gestos pictóricos soltos, o artista plástico explora um território artístico fértil, onde a experiência íntima e a reinvenção estética compõem narrativas visuais plurais e emocionalmente densas, e afirmam a maternidade como eixo a partir do qual o mundo pode ser visualizado.
Detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Suíça, Inglaterra, Brasil, Canadá, Estados Unidos, Dubai e Japão, Orlando Pompeu nasceu no concelho minhoto de Fafe. Estudou desenho, pintura e escultura em Barcelona, Porto e Paris, e nos anos 90 progrediu no seu percurso artístico ao ir trabalhar para os Estados Unidos da América, onde expôs na Galeria Eight Four, em Nova Iorque, e depois, Japão, tendo exposto na TIAS – Tokio International Art Show e na Galeria Garou Monogatari em Tóquio. Em 2022 foi distinguido em Paris com a Medalha de Bronze da Academia Francesa das Artes, Ciências e Letras.
Nesta edição de autora, a poetisa convida-nos a mergulhar nas profundezas do sentimento mais universal e intemporal — o amor. Entre versos delicados e imagens poéticas,
Adriana revela o amor em todas as suas formas: o romântico, o maternal, o filial — cada um vivido com verdade, intensidade e entrega. Todas as Faces do Amor é um refúgio de palavras, um espelho de emoções e uma celebração da essência humana.
Em cada página, o leitor é conduzido a reconhecer-se, a sentir e a reencontrar a fé, a esperança e a paz que brotam do amor em todas as suas expressões.
A capa deTodas as Faces do Amor, criada pelo artista Mutes, é uma poderosa síntese visual do universo emocional que o livro revela. Inspirada em traços cubistas e contrastes intensos, a composição entrelaça figuras humanas que simbolizam as múltiplas dimensões do amor — o romântico, o maternal, o espiritual.
O vermelho da paixão, o amarelo da razão e da criatividade, e o cinzento da introspecção coexistem em harmonia e tensão, reflectindo a essência do sentir humano. Uma imagem que, tal como a poesia de Adriana, fala de entrega, fragmentação e renascimento — de todas as faces do amor que habitam em nós.
A apresentação do livro “Todas as Faces do Amor” acontecerá no dia 29 de Novembro, às 17h00, na Biblioteca Municipal Tomaz de Figueiredo, em Arcos de Valdevez.
O mestre-pintor Orlando Pompeu (esq.), acompanhado de Bernardo Reis (ao centro), provedor da Misericórdia de Braga, e Vítor Corais, da Mesa Administrativa, no decurso da cerimónia de inauguração no Palácio do Raio, propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Braga.
O mestre-pintor Orlando Pompeu, um dos mais consagrados artistas plásticos portugueses da atualidade, inaugurou hoje em Braga, Capital Portuguesa da Cultura 2025, uma exposição antológica assente em trabalhos de pintura e escultura, intitulada “Visões Pompeuanas”.
A inauguração da exposição, que assinalou o regresso do artista plástico ao Palácio do Raio, um dos espaços mais emblemáticos do património barroco do paíse um dos ex-líbris da capital do Minho, encheu-se de amigos, admiradores e colecionadores do pintor de referência nacional e internacional.
Nesta nova exposição, patente ao público até 17 de novembro, Orlando Pompeu exibe uma mostra artística distinta, repleta de criatividade e contemporaneidade, cujas diferentes técnicas, múltiplas temáticas e perceções únicas, convergem num espaço de eleição, proporcionando ao público uma experiência sensorial rica e diversificada. Mais do que uma exposição, “Visões Pompeuanas”, é um diálogo visual fascinante, onde cada obra é uma janela para a alma do seu criador, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Suíça, Inglaterra, Brasil, Canadá, Estados Unidos, Dubai e Japão
Refira-se que uma das salas expositivas, integra um conjunto de aguarelas originais inspiradas na cultura, património e paisagem da cidade de Braga, uma dascidades mais antigas de Portugal, que o consagrado arista plástico homenageia assim com o seu talento, sensibilidade e criatividade.
Com uma carreira de quase quarenta anos, bem como um currículo nacional e internacional ímpar, Orlando Pompeu nasceu no concelho minhoto de Fafe. Estudou desenho, pintura e escultura em Barcelona, Porto e Paris, e nos anos 90 progrediu no seu percurso artístico ao ir trabalhar para os Estados Unidos da América, onde expôs na Galeria Eight Four, em Nova Iorque, e depois, Japão, tendo exposto na TIAS – Tokio International Art Show e na Galeria Garou Monogatari em Tóquio. Em 2022 foi distinguido em Paris com a Medalha de Bronze da Academia Francesa das Artes, Ciências e Letras.
João Cardoso é um músico do Porto que dá vida ao projeto O Mau Olhado, uma one-man band instrumental nascida nas ruas da cidade. O seu trabalho assenta no uso de uma guitarra e de uma loop station, bem como de diversos instrumentos de percussão, com os quais cria texturas que simulam o som de uma banda completa. As suas raízes musicais são diversas, abrangendo o fado, o blues, o gypsy jazz, a música latina e os ritmos balcânicos, com uma abordagem moderna marcada pelo groove e pelo swing, com uma forte componente de improviso. Após o lançamento de dois EPs, "O Advogado do Diabo", em 2021, e "II", em 2022, João Cardoso lança agora o seu álbum de estreia, "Os Cães Ladram". O álbum reúne temas criados nas ruas do Porto e em palcos por todo o país e foi gravado e produzido na totalidade por João Cardoso. É uma celebração do seu percurso e da sua energia crua e imprevisível.
Mutes é um pintor autodidacta, amante do Cubismo, que já fez várias capas de álbuns e de livros, entre muitos e muitos outros feitos no mundo da arte. O seu estilo, caracterizado pelo DesCubismo Contornismo, é uma corrente pictórica associada ao artista, na qual as formas são frequentemente distorcidas, desconstruídas e contornadas com linhas expressivas, criando um universo de cores e movimento. Mutes e João conheceram-se através do seu trabalho nas redes sociais, tornaram-se fãs um do trabalho do outro e, desta amizade, surgiu a capa deste álbum, após algumas conversas e um almoço. A arte e a música sempre de mãos dadas.
O artista arcuense César de Barros Amorim, mais conhecido como MUTES, foi convidado a participar no VIVID Art Fest Sault Ste. Marie 2025, no Canadá, onde está a pintar um mural no beco da Rua Brock, que leva à Praça do Centro.
Este será o seu 13º mural, mas o primeiro internacional. Segundo o artista arcuense o mural que irá apresentar “será uma explosão de cores e movimentos, onde as formas são distorcidas e reorganizadas, criando um universo onírico e pessoal, uma fusão do cubismo com identidade própria, onde as figuras parecem dançar e interagem num mundo de cores vibrantes. A desconstrução das formas, inspiradas no cubismo, para criar figuras imaginárias e mutantes, contornando-as através de linhas expressivas para dar ritmo, movimento e uma sensação de fluidez e dança à obra.”
O festival, que teve início a 21 de setembro, celebra a arte pública em grande escala, combinando-a com performances musicais e programação comunitária, transformando este espaço num verdadeiro ponto de encontro cultural.
MUTES é um pintor autodidata, reconhecido pelo seu estilo único de DesCubismo Contornismo. Expõe com regularidade desde 2004, contando já com mais de 250 exposições coletivas e individuais em Portugal e no estrangeiro.
A presença de MUTES no VIVID Art Fest reforça o reconhecimento internacional do talento arcuense e valoriza a projeção cultural de Arcos de Valdevez além-fronteiras.
No dia 18 de outubro (sábado), o mestre-pintor Orlando Pompeu, um dos mais consagrados artistas plásticos portugueses da atualidade, inaugura em Braga, Capital Portuguesa da Cultura 2025, uma exposição antológica assente em trabalhos de pintura e escultura, que se fundem num diálogo visual fascinante, onde cada obra é uma janela para a alma do seu criador.
A inauguração da exposição, intitulada “Visões Pompeuanas”, ocorre às 16h00, e assinala o regresso do artista plástico ao Palácio do Raio. Um dos edifícios mais emblemáticos do património barroco do país e um dos ex-líbris da capital do Minho, que através da ação da Santa Casa da Misericórdia de Braga, tem acolhido o que há de melhor em termos artísticos para apresentar nos seus equipamentos culturais.
Nesta nova exposição, patente ao público até 17 de novembro, Orlando Pompeu exibe uma mostra artística distinta, repleta de criatividade e contemporaneidade, cujas diferentes técnicas, múltiplas temáticas e perceções únicas, convergem num espaço de eleição, proporcionando ao público uma experiência sensorial rica e diversificada. Mais do que uma exposição, “Visões Pompeuanas” é um convite à (re)descoberta, um percurso de emoção e inspiração que moldam o universo do detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Suíça, Inglaterra, Brasil, Canadá, Estados Unidos, Dubai e Japão
Com uma carreira de quase quarenta anos, bem como um currículo nacional e internacional ímpar, Orlando Pompeu nasceu no concelho minhoto de Fafe. Estudou desenho, pintura e escultura em Barcelona, Porto e Paris, e nos anos 90 progrediu no seu percurso artístico ao ir trabalhar para os Estados Unidos da América, onde expôs na Galeria Eight Four, em Nova Iorque, e depois, Japão, tendo exposto na TIAS – Tokio International Art Show e na Galeria Garou Monogatari em Tóquio. Em 2022 foi distinguido em Paris com a Medalha de Bronze da Academia Francesa das Artes, Ciências e Letras.
O artista arcuense Mutes foi convidado para este ano estar presente num festival no Canadá (VIVID Art Fest Sault Ste. Marie) neste ano de 2025.
Através de Adrian Vilaça e Marnie Stone donos da editora /label Borderline, e da Queenstown Association, Mutes foi convidado a produzir um mural no festival VIVID Art Fest Sault Ste. Marie no Canadá, neste ano de 2025.
Mutes estará presente de 29 de Setembro a 10 de Outubro. Será um mural executado na sua linguagem pictórica Des-cubismo Contornismo com as dimensões de cerca de 10 a 15 metros quadrados. A pintura será executada na Rua Brock, que leva à Praça do Centro. Este é o seu 13º mural, mas o primeiro internacional.
O mural que apresentará será uma explosão de cores e movimentos, onde as formas são distorcidas e reorganizadas, criando um universo onírico e pessoal, uma fusão do cubismo com identidade própria, onde as figuras parecem dançar e interagem num mundo de cores vibrantes. A desconstrução das formas, inspiradas no cubismo, para criar figuras imaginárias e mutantes, contornando-as através de linhas expressivas para dar ritmo, movimento e uma sensação de fluidez e dança à sua obra.
MUTES, (César de Barros Amorim) nasceu em França, (Margny Les Compiegne), em 1976. Mudou-se para Portugal (Arcos de Valdevez) em 1986, onde ainda reside atualmente.
É pintor autodidata, Cubista, conhecido pelo seu DesCubismo Contornismo. Expõe com regularidade desde 2004 e encontra-se representado em diversas coleções nacionais e estrangeiras.
Já ultrapassou as 250 exposições, colectivas e individuais, nacionais e internacionais. Colabora desde 2018 com o Movimento Dadaísta “Maintenant” nos EUA, em Nova Iorque. É detentor de uma linha de copos através da Other Worlds Brewing na Flórida, em Miami.
Criou uma linha de sapatilhas com a All Star, em 2016, para o Brasil. É o autor dos designs de várias capas de álbuns, de livros, e de alguns instrumentos musicais. Tem 12 Murais executados em Portugal e brevemente um no Canadá. É, ainda, o responsável pela exposição quadrienal Arcoz`Arte e faz curadoria em variadas exposições, desde 2012.
Em 2016, ganha o prémio Art Prize Picasso no Carrousel du Louvre, em Paris. Em 2017, recebe uma Menção Honrosa na Brick Lane Gallery, em Londres. Em 2021, é reconhecido com uma medalha de criatividade na Von Zeidler Art Gallery, em Berlim, entre muitos e muitos outros feitos no mundo da Arte.
Foi inaugurada na tarde de ontem, 03 de setembro, no átrio dos Paços do Concelho de Ponte da Barca, a exposição de arte de Isabel Lima e do legado artístico de Manuel Lima, uma mostra que reúne 14 quadros de ambos os artistas, unidos por uma vida partilhada, pessoal e artisticamente.
Após um primeiro momento musical pela aluna da Academia de Música de Ponte da Barca, Matilde Pimenta, que deu o mote para a inauguração, Isabel Lima explicou que as obras agora patentes têm como elemento central a árvore, no caso das suas próprias pinturas, símbolo que entende representar a vida. Já nas obras de Manuel Lima, os temas predominantes são os animais e a figura da mulher, expressos com a sensibilidade que sempre marcou o seu percurso artístico.
A artista sublinhou ainda que esta exposição é, para si, uma forma de homenagear Manuel Lima, falecido em janeiro de 2023, mantendo viva a sua memória e o seu legado junto do público.
O evento contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca, Augusto Marinho, que elogiou os trabalhos expostos, enaltecendo a qualidade e a riqueza simbólica das obras apresentadas. Marcaram também presença as Vereadoras Rosa Arezes e Diana Sequeira, e público em geral.
A exposição estará patente até à primeira semana de outubro e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.
Hoje celebramos o nascimento de Henrique Medina (1901), um dos mais notáveis retratistas portugueses do século XX.
O seu talento permitiu registar visualmente a história da República e dos seus Presidentes de forma única e memorável. Entre os retratos que fez, partilhamos o de Américo Tomás (1957), ainda ministro da Marinha, e o de Óscar Carmona (1933), pintado para a galeria de retratos com as insígnias da Banda das Três Ordens. Estes quadros não são apenas obras de arte, mas testemunhos da função do Chefe do Estado e da história republicana.
Medina teve também papel nas histórias pessoais da Presidência: foi no seu atelier que Francisco da Costa Gomes conheceu a futura mulher, Estela da Costa Gomes, no momento em que se encantou com o retrato de uma jovem vestida à minhota, não sabendo quem era a retratada.
Venha descobrir estas histórias e obras na Galeria de Retratos do Museu, onde cada pincelada revela o poder da arte na preservação do património e da memória institucional.
Que outros retratos oficiais ou histórias de Presidentes gostaria de conhecer? Partilhe connosco nos comentários!
Retrato de Américo Tomás (1957), Óscar Carmona (1933) e Estela Costa Gomes (1950)
Na Galeria Barca d'Artes, rua dos Manjovos, a exposição de pintura de Araújo Soares "A Terra e o Mar"! De 12 a 20 de agosto, no seguinte horário: todos os dias 17h/19h, sábado 15h/18h, domingo e segunda encerrada!
“António de Araújo Soares, nasceu na cidade de Viana do Castelo a 15 de Novembro de 1927. Depois de ter concluído o Curso Industrial na Araújo Soares, Escola Comercial e Industrial Nun´Alvares de Viana do Castelo, entrou para fábrica de Cerâmica da Meadela como pintor cerâmico.
Entre 1951 e 1952 por indicação do Eng. João A. Dias Coelho e com o apoio financeiro da Fábrica Jerónimo Pereira Campos, vai estudar desenho e escultura nos Ateliês da pintora Palmira Mourão e do escultor Américo Gomes, no Salão Silva Porto, na rua de Cedofeita na Cidade do Porto. Ainda em 1951 com a entrada para a fábrica do Mestre Pintor cerâmico António Joaquim e da presença quase assídua na fábrica do Artista António pedro. Adquire novos conhecimentos na arte de pintar e de fazer cerâmica onde se manteve até Junho de 1959.
Em 11 de Junho de 1959, Araújo Soares parte para Lourenço Marques, onde vai exercer profissão liberal como pintor d´arte, decorador e retratista. Em 28 de Julho de 1962 entra para a função pública como desenhador e ilustrador.
Nos anos lectivos de 1963/64 e 1964/65 exerce funções de professor eventual do 5º Grupo da Escola Industrial Mouzinho de Albuquerque, em Lourenço Marques. Em 1968 é contratado para os “Serviços de Economia”, Lourenço Marques como desenhador e decorador. Nesse mesmo ano é destacado para a ilha de Moçambique onde com o Arquitecto Quirino da Fonseca trabalha nos restauros do Palácio de S. Paulo, no Museu d´arte Sacra, na Igreja de Stº António, assim como a porta de armas do Castelo.
A partir de 1971 começa a sua actividade como decorador dos Pavilhões de Portugal e Moçambique a cargo dos serviços de Economia em Feiras Internacionais de Lourenço Marques, Lisboa, Luanda etc.
Em 16 de Julho de 1975 regressa a Portugal onde é integrado no Quadro Geral de Adidos como desenhador e decorador, aí se mantendo até 16 de Outubro de 1978. Em 17 de Outubro é integrado no Serviço de Educação de Adultos como desenhador de cartazes onde permanece até á sua aposentação. O percurso artístico de Araújo Soares esta assinalado em vários certames que participou, em colecções particulares etc e morre a 12 de Janeiro de 2007.”
A imagem é muito bonita. Retrata o Largo do Paço, vendo-se ao fundo a Sé de Braga. Trata-se de uma ilustração de George Vivian (1798-1873), publicada em 1839 na obra "Scenery of Portugal & Spain", juntamente com outras 34 gravuras.
Nos finais do século passado, figurou nas notas de 500 escudos, alusivas a Francisco Sanches, filósofo, médico e matemático bastante ligado à cidade de Braga.
George Vivian (1798–1873) foi um viajante e artista topográfico inglês. Ele é conhecido por pintar paisagens espanholas e vistas de jardins italianos. Em Portugal, também é da sua autoria a ilustração do Padrão do Salado em Guimarães.
Designa-se por ex-votos algo oferecido aos deuses ou a um santo de nossa devoção, podendo traduzir-se numa grande variedade de objetos, desde que cumpram a sua função de forma de cumprimento do pagamento de uma promessa ou graça recebida. Perde-se nos tempos a origem de tais práticas, tendo sido assimiladas pelo cristianismo sobretudo a partir do século IV.
Entre a inúmera variedade de ex-votos contam-se as pinturas votivas, pequenas tábuas feitas pelo próprio beneficiado ou mandado fazer, as quais descrevem o milagre realizado e identificam as personagens envolvidas. Constituem formas de expressão de arte popular que, para além do talento artístico, documentam-nos fatos ocorridos e dão-nos descrições interessantes acerca dos usos e costumes que fazem delas verdadeiros documentos etnográficos.
Pela particular perigosidade que os modos de vida ligados ao mar representam, as pinturas votivas encontram-se com maior abundância entre as comunidades piscatórias, por vezes tratadas como uma arte menor e relegadas para o esconso das igrejas e capelas locais. Porém, constituem um património da nossa cultura que urge preservar e divulgar!
As ruas de Tomiño e Vila Nova de Cerveira voltam a receber cavaletes, telas e artistas com muita criatividade, no XIII Concurso de Pintura ao Ar Livre Antonio Fernández, a 17 de agosto, organizado pela Eurocidade Cerveira-Tomiño, com a colaboração da Fundação Bienal de Arte de Cerveira e da Comunidade de Baldios de Goián. O concurso chega à sua décima terceira edição com o objetivo de continuar a aproximar os amantes da pintura da paisagem envolvente, para que retratem ao vivo os cenários e acontecimentos dos diferentes pontos marcados nos percursos em ambas as margens do rio Minho.
Os interessados podem inscrever-se, gratuitamente, até às 13h00 (PT), do dia 13 de agosto, através do site da Eurocidade Cerveira-Tomiño. A inscrição será feita por ordem de registo e exclusivamente online – não serão aceites inscrições presenciais no próprio dia do concurso. Os participantes deverão apresentar-se no dia do certame entre as 08h30 e 10h30 (PT), na Aula Museu Antonio Fernández, para que a organização sele e numere o suporte que será utilizado na criação da obra.
As obras terminadas devem ser apresentadas sem assinatura e com o título no verso, juntamente com o cavalete, para serem expostas na Praça Pintor Antonio Fernández entre as 16h00 e as 17h00 (PT), para avaliação por parte do júri, que anunciará os vencedores às 17h30 (PT).
No total, serão atribuídos mais de 2.650 euros em prémios, divididos por três categorias: infantil (até aos 11 anos), juvenil (dos 12 aos 17 anos) e adultos. Os prémios serão atribuídos pelo Município de Tomiño, pela Fundação Bienal de Arte de Cerveira e pela Comunidade de Baldios de Goián.
O regulamento completo pode ser consultado no site da Eurocidade Cerveira-Tomiño.
Vai ser inaugurada no próximo dia 7 de julho, às 17h00, nos Paços do Concelho, a exposição do artista Henrique do Vale, que estará patente até 31 de julho. A mostra reúne obras que refletem um percurso artístico marcado pela experimentação e pela fusão de técnicas.
Sobre o artista:
Henrique do Vale nasceu em Malange, Angola, a 17 de agosto de 1959. Licenciado em Pintura pela Escola Superior Artística do Porto e em Design Industrial pela Escola Superior de Artes e Design, completou o mestrado em Art, Craft & Design Education na Universidade de Surrey Roehampton, em Londres, em 2004. Realizou um estágio em litografia e gravura na Academia de Belas Artes de Liége, na Bélgica, e participou em diversos workshops de cerâmica em Portugal e Espanha, bem como em projetos de gravura tradicional e digital com artistas belgas e portugueses, nomeadamente na Bienal Internacional de Arte de Cerveira.
A ilustração produzida pela artista Teresa Silva foi produzida a partir de uma fotografia tirada aquando da visita de Amália a Viana do Castelo por ocasião da Romaria de Nossa Senhora D'Agonia em 1998. Por sinal, o ano em que foi Presidente da Comissão de Honra da Romaria.
“Amália na Romaria”, o título que a autora atribui à ilustração, foi executada com caneta permanente e lápis de carvão sobre papel. 15x21cm, 2025 e encontra-se neste momento numa coleção particular.