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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MESTRE FILIPE PEREIRA MOSTROU EM CELORICO DE BASTO A ARTE DE PINTAR EM PORCELANA

“Em segundos nasce uma obra de arte”

Foi no âmbito do mês das camélias que o Município de Celorico de Basto promoveu o workshop “Pintura em Porcelana”, uma arte apresentada pelo mestre Filipe Pereira, madeirense, que tem vindo, desde os 21 anos, a apresentar a pintura em porcelana pelo mundo. A ação decorreu no atelier de cerâmica, no dia 09 de março com o apoio do professor de cerâmica, Vitor Resende.  

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Um artista altamente conceituado na arte de pintar em porcelana que mostrou aos presentes, neste workshop, algumas das principais técnicas utilizadas desde o óleo mole, a texturas, o relevo, para criar as obras-primas apresentadas. Depois de pintadas essas obras são colocadas a temperaturas de 800 graus tendo em conta os materiais utlizados para adquiri o formato desejado.

O artista pintou sobretudo flores, tendo incidido em trabalhos com camélias, lembrando que estamos no mês das camélias, mas pinta também rostos, animais, preferindo objetos concretos ao abstrato.

 “Descobri esta vocação quando tinha 12 anos e a partir desse instante fui aperfeiçoando esse talento. Apesar das reticências dos meus pais nunca mais deixei de pintar em porcelana e desde os 21 anos tenho vindo a levar esta arte pelo mundo fora” salientou o mestre Filipe Pereira.

O entusiasmo de quem assistia e participava no workshop era prova evidente do trabalho deste artista como nos referiu Ana Maria, participante vocacionada para a pintura. “ Eu olho para a pintura como uma forma de relaxamento, é algo que me deixa tranquila e hoje estou encantada, gostei muito deste workshop, o mestre é de facto extraordinário no trabalho que apresenta”.

Todos os participantes no workshop usaram algumas das técnicas apresentadas numa peça de porcelana que foi devidamente transformada em arte pelo mestre Filipe Pereira. Essas peças foram ao forno a 800 graus e serão entregues oportunamente a todos os intervenientes.

O mestre Filipe Pereira já percorreu mais de 106 países na apresentação da sua arte e irá estar na próxima semana na Coreia do Sul a apresentar mais um workshop em pintura em Porcelana.

No mesmo dia decorreu o espetáculo “ballet da Camélias” com o cineteatro dos bombeiros voluntários pleno para assistir aos momentos artísticos apresentados. Um espetáculo produzidos por estúdio 89.

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PINTOR ARCUENSE MUTES PARTICIPA NO PORTO EM COLETIVA DE PINTURA

Exposição Coletiva de Pintura “Art Without Stigmas”

No próximo dia 2 de Março, na Galeria 60-62 Art Gallery, situada na Rua São João, nº 62, no Porto, vai estar patente uma exposição coletiva de pintura, denominada “Art Without Stigmas”. Nesta exposição que conta com a participação de 12 artistas, estará o Arcoense Mutes.

O objetivo primordial deste evento, é dar a conhecer ao público a forma como estes 12 artistas plásticos, com percursos de vida e artísticos significativamente distintos, percepcionam o Mundo e o estado atual da nossa Sociedade através da sua Linguagem, a Arte. Os artistas que vão expor nesta colectiva são.

- André Gigante

- Elisa Costa

- Jacqueline de Montaigne

- Laura Hidalgo

- Leonor Sousa

- Madina Ziganshina

- Manuel Gomes

- Mutes

- Patrícia Ferreira

- Rita Ravasco

- Rita Vidigal

- Third

Esta exposição estará patente até ao dia 31 de Março.

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JÚLIA BARREIRO E RAMÓN CRESPO EXPÕEM ESCULTURA E PINTURA NA CASA MUSEU DE MONÇÃO

Encontra-se patente ao público até ao próximo dia 29 de março, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, a Exposição de pintura e escultura "Mezclum" e "Momentos", dos artistas Júlia Barreiro e Ramón Crespo.

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Trata-se de uma exposição de pintura em aguarela intitulada "Mezclum" da artista espanhola Júlia Barreiro. No mesmo espaço pode também apreciar as peças do escultor Ramón Crespo subordinadas à temática "Momentos".

Segundo os artistas: 

«Mezclum, como o próprio nome sugere, existem duas fases mistas da minha pintura. Uma mais figurativa, onde capto o prazer de observar coisas, tecidos, bolas de lã, abóboras, com outra mais feminina e expressiva, onde o protagonismo é reservado para as mulheres. São aguarelas que expressam seus sentimentos, com uma técnica característica de toda a minha pintura» (Júlia Barreiro).

«Momentos, é um conjunto de peças de cerâmica, escultura em madeira, técnica Raku, onde a oliveira e o carvalho são os mais importantes. Supõem momentos de criação nos quais modelos espontâneos e tamanhos não estabelecidos surgem livremente. "Momentos" reúne pinceladas de todas as minhas esculturas criativas» (Ramón Crespo).

A entrada é livre!

Muito agradecemos a sua visita e a melhor divulgação da exposição.

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

sábado: das 14h00 às 18h00

domingo e segunda feira: encerrada

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ALEXANDRE CONEFREY EXPÕE EM FAMALICÃO

“Anima Mea” de Alexandre Conefrey para ver até maio na Ala da Frente. Exposição foi inaugurada no passado sábado e tem entrada livre

Depois da Fundação Calouste Gulbenkian, do Centro Cultural de Belém, da Fundação de Serralves ou da Andrew Mummery Gallery, em Londres, os trabalhos de Alexandre Conefrey chegam agora à Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão.

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O artista lisboeta esteve no passado sábado, dia 9, no concelho famalicense para inaugurar “Anima Mea”, uma exposição que vai estar patente na galeria de arte contemporânea até dia 18 de maio.

Comissariada por António Gonçalves, a exposição explora o confronto do artista com uma cadeia de impossibilidades do mundo interior e exterior, material e espiritual. Composta por 28 desenhos, a mostra remete para um universo da pintura de Brueghel, pintor Flamengo do Séc. XVI.

Segundo António Goncalves, “o uso da linguagem do desenho e a exploração das expressividades do carvão suscitam uma particular atenção para as formas que surgem e se organizam em cada plano da folha de papel. Formas que partem das estruturas da torre e dos moinhos. Alusões, parecenças, revelações, aproximações, são repostas que se propõem nas manchas, nas linhas, nas texturas que Alexandre Conefrey plasma na folha de papel. É partir das quais que somos levados ao universo da simbologia, da presença do fazer histórico, em que cada autor deu por meio da imaginação sentido às formas que nos são familiares, mas nem sempre percetíveis.”

Alexandre Conefrey nasceu em Lisboa em 1961, onde vive e trabalha. Fez o curso de desenho no Ar.Co, em Lisboa entre 1993 e 95 e foi bolseiro no Royal College of Art, em Londres. As suas obras estão presentes em diversas coleções: AR.CO; Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; CAM, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Coleção António Cachola; Ministério dos Negócios Estrangeiros; Fundação Carmona e Costa; Coleção de Arte Fundação EDP; e diversas coleções privadas.

A exposição propõe, assim, uma atenção à simplicidade do gesto e às suas potencialidades de expressão e investigação enquanto meio para reter as possibilidades da representação.

Com entrada livre, as portas estão abetas de terça a sexta-feira, das 10h00 às 17h30 e aos fins-de-semana das 14h30 às 17h30.

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DOZE D´ARTE NA GALERIA DAYS ARE

Vai estar patente ao público na Galeria DAYS ARE, situada na rua Miguel Bombarda, nº 124 sala A, na cidade do Porto, uma exposição coletiva de pintura denominada Doze D´Arte.

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Esta exposição vai patentear obras de pintores de Norte a Sul do Pais, sendo este um coletivo de Artistas onde cada um dos seus intervenientes, prima pela sua forma de fazer Arte.

A exposição é inaugurada no próximo sábado dia 16-02-2019, com vernissage pelas 16:00, até ás 20:00 h, sendo a curadoria a cabo de Aurelina Dias.

Os artistas que ingressam esta exposição, são: Alua Polen, Ana Camilo, Carl Godinho, Carlos Saramago, Dila Moniz, Luiz Morgadinho, Martinho Lima, Miguel Silva, Mutes, Paulo Sanches , Pedro Raf , Vitor Zapa.

BRAGA ACOLHE EXPOSIÇÃO DE PINTURA E ESCULTURA

Casa dos Crivos acolhe exposição de Maria Casal e Francisco Pazos

No dia 8 de Fevereiro, às 18h00, o Município de Braga inaugura na Casa dos Crivos a exposição de pintura e escultura “Espazo e Tempo Compartidos”, de Maria Casal e Francisco Pazos.

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Esta mostra resulta de uma selecção de obras contemporâneas, pictóricas e escultóricas, de carácter artístico, abstracto e figurativo, de evidente beleza e de uma singular expressividade e sensibilidade, capaz de fundir-nos num silêncio cheio de vida.

Assim, formam este especial universo María Casal e Francisco Pazo, dois artistas ligados pela essência de contrastes da matéria, experimentando sensações, num conceito de emoção, força e pura criatividade, envoltas num sentimento de harmonia, que desvendando um mundo mágico, são capazes de fazer-nos antever o seu espaço, num espelho doutros tempos e noutra dimensão.

A exposição estará patente ao público até ao dia 03 de Março. A entrada é livre

‘RETROSPETIVA 2018’ INAUGURA SÁBADO EM CAMINHA... E SEGUE PARA VILA PRAIA DE ÂNCORA

Anuário de pintura dá a conhecer o trabalho de 20 artistas na Galeria de Arte Caminhense

A Galeria de Arte Caminhense inicia o ano com o anuário de pintura ‘Retrospetiva 2018’. Esta mostra reúne as obras cedidas ao Município pelos artistas que escolheram a Galeria de Arte Caminhense para expor o seu trabalho durante o ano de 2018. A exposição inaugura sábado, dia 19 de janeiro, e permanecerá aberta ao público até 24 de fevereiro.

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A exposição Retrospetiva dá a conhecer, no início de cada ano, a atividade da Galeria de Arte Caminhense, espaço cedido a vários artistas para exporem a sua obra. Para além de divulgar o trabalho de cada um dos artistas, esta exposição pretende ainda aproximar os públicos das artes plásticas.

O anuário de pintura é composto pelo trabalho de 20 artistas que em 2018 expuseramna Galeria de Arte Caminhense. Esta coletiva reúne trabalhos de Nelly Rodriguez Sánchez, Charo Trigo, Mário Rebelo de Sousa, Conception Quadrado, Lucie Esteve, Cachi, Rego Meira, Puskas, Vitor Carneiro, Maria Rosário Pedro, Dacha, David Lopes, Santarelli, Maria Cândida Enes, Maria Mondim Pereira, Célia Rebelo Silva, João Barros, Márcia Babosa, Rosa Calisto e Joana Rita Nogueira Rodrigues.

Depois de Caminha a exposição ruma a Vila Praia de Âncora. Na Galeria Guntilanis, em Vila Praia de Âncora, abre no dia 2 de abril onde ficará até dia 28.

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TERESA RICCA INAUGUROU HOJE EM BRAGA EXPOSIÇÃO DE PINTURA E FOTOGRAFIA SUBORDINADA AO TEMA “A PEDRA DAS MINHAS RAÍZES”

Teve hoje lugar no Palácio do Raio, em Braga, a cerimónia de inauguração da exposição da artista Teresa Ricca contou com a presença do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Braga, do Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Braga, e do respectivo Presidente da Mesa da Assembleia Geral desta instituição.

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De acordo com a artista, esta exposição de pintura e fotografia apresentou “detalhes da minha cidade, da cidade que me viu nascer, da cidade que me formou, da cidade que vejo mudada dia após dia, mas que ainda conserva muito do meu mundo. Trabalhos em que misturo o real fotografado com a pintura das minhas emoções.”

A vida de Teresa Ricca começou em Braga nos anos sessenta. A formação artística, pouco depois, no curso de “Desenho têxtil e arte dos tecidos” na Escola Carlos Amarante. A actividade criativa tornou-se imperiosa e leva-a, eleger as tintas e os pincéis, e mais tarde a máquina fotográfica, como canais privilegiados para o seu trabalho. A dominante comum a todo o seu percurso está na constante procura de formas e recursos técnicos.

Durante muitos anos, o seu trabalho fechava-se em espaços particulares, mas desde 2009 com o primeiro convite para integrar a bienal d’ArtVez que se tem apresentado de forma regular em espaços públicos, quer por participar em iniciativas colectivas quer com exposições individuais tanto de pintura como de fotografia.

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Apoiando a sua mais recente obra nos espaços saudosos da infância – mas sempre presentes na vivência da cidade bimilenar – Teresa Ricca quer partilhar com o público a “Pedra das minhas raízes”, título que dá o mote à exposição.

Solicitadora por formação, a primeira incursão artística foi com o curso de “Desenho têxtil e arte dos tecidos”, na Escola Carlos Amarante. A actividade criativa tornou-se imperiosa e levou-a a eleger as tintas e os pincéis, e mais tarde a máquina fotográfica, como canais privilegiados para o seu trabalho. A dominante comum a todo o seu percurso está na constante procura de formas e recursos técnicos multidisciplinares.

Durante muitos anos, o seu trabalho fechava-se em espaços particulares, mas desde 2009 que se tem apresentado de forma regular em espaços públicos, quer por participar em iniciativas colectivas quer com exposições individuais (tanto de pintura como de fotografia).

Desde 2017 é membro da Direcção da Cooperativa Artistas de Gaia e responsável pelo Polo de Braga da 3ª Bienal Internacional de arte de Gaia.

Presentemente, a imaginativa e polivalente artista bracarense frequenta a licenciatura de Artes Plásticas e Tecnologias Artísticas, no Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

Destarte, será uma honra contar com a presença dos V/ profissionais, no dia 12 Janeiro, às 15h00, permitindo que o Palácio do Raio partilhe com o mundo as cores e as imagens da cidade Augusta.

Percurso da artista plástica Teresa Ricca

2018 – Artista convidada para o Instantes – Festival Internacional de Fotografia de Avintes. Participação em exposição individual com o título “HÁ MUITO MAR, EM TERRA”.

2018 – Artista convidada para o projecto/revista anual PELÍKULA – Exposição/lançamento - no Teatro Nery - Matosinhos.

2018 - Participação na Exposição coletiva de fotografia “Para lá do muro há vida” – Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa - Braga

2018 – Participação na Exposição coletiva “Biblioteca” – Artistas de Gaia – Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia

2018 – Participação na exposição de artes plásticas da “Divesexcity” - Galeria Geraldes da Silva, Porto

2018 - Exposição individual de pintura "Mulheres com história(s)" - Casa Museu de Monção / Universidade do Minho

2018 - Participação por convite na 16ª edição "ARTIS" - Casa das Artes – Seia

2018 - Participação por convite com quatro trabalhos na colectiva 30x30, Galeria Geraldes da Silva, Porto

2018 - Participação na colectiva de fotografia "modos de ver" – Porto

2017 - Artista convidada para a Bienal “d’Art Vez”

2017 - Participação na colectiva de solidariedade por Pedrogão Grande - Casa do Desenho / Fundação Júlio Resende – Gondomar

2017 - Exposição dos sócios da Cooperativa Artistas de Gaia - Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia

2017 – Artista selecionada na ART-MAP moving curatorial project – Braga

2017 – Artista selecionada na 1ª Lethes Art – Ponte de Lima

2017 – Artista selecionada na 2ª Bienal de Gaia – Vila Nova de Gaia

Trabalhos expostos na exposição/concurso e nos pólos de Vila Nova de Cerveira, Barcelos e Figueira da Foz

2017 – Distinguida com Menção Honrosa no IX Concurso de Fotografia “Semana Santa, Braga”.

2017 – Artista convidada para integrar a exposição colectiva (fotografia) “O Douro não é um rio” – Quinta do Ervedal – Mezão Frio

2017 – Exposição individual “PERSONAGENS” (pintura sobre xisto)

- Maio/Junho na Casa Museu de Monção / Universidade do Minho

2017 – Artista seleccionada para o projecto/revista anual PELÍKULA – Exposição/lançamento - Ordem dos médicos – Porto

2017 – Exposição individual “PERSONAGENS” (pintura sobre xisto)

- Março/Abril no Museu Municipal de Etnografia e História da Póvoa de Varzim

2017 – Participação na exposição colectiva 30x30. Galeria Geraldes da Silva – Porto

2016 - Participação na ART-MAP moving curatorial project, Ponte de Lima

2016 - Participação na exposição colectiva "Arte na Galeria" Organização da Associação da Amizade e das Artes Galego Portuguesa, Galeria Vieira Portuense, Porto

2016 - Participação na exposição colectiva "Arte na Raia", organização da galeria Vieira Portuense, EcoMuseu de Montalegre.

2016 - Participação no "6º Salão Internacional de Arte em Pequeno Formato - 20x20" , organização da AAAGP, Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.

2016 - Participação na exposição colectiva "VISITANDO SETÚBAL", organização da AAAGP na Galeria Artiset, Setúbal

2016 – Distinguida com medalha de prata no Prémio Mário Silva, Centro de Artes e Espectáculo, Figueira da Foz.

2016 – Participação na exposição colectiva "I Solidarte" inaugurada a 29 de Abril na Casa das Artes, Porto.

2016 – Exposição individual “PERSONAGENS” (pintura sobre xisto)

- Março na Casa das Artes, Porto.

- Junho a Outubro, no Museu Abade, Baçal, Bragança.

2016 – Artista selecionada para a representação da “d’Art Vez” na vila do Soajo

2016 – Participação na exposição/venda solidária “A Arte pelo Tiaguinho”, Fundação Escultor José Rodrigues, Porto.

2015 – Artista convidada para a Bienal “d’Art Vez”.

2015 – Exposição individual “PERSONAGENS” (pintura sobre xisto)

(https://sites.google.com/site/personagensdeteresaricca/)
- Setembro/Outubro no Museu D. Diogo de Sousa, Braga.

- Novembro/Dezembro na Fundação Dionísio Pinheiro, Águeda.

2015- Participação no “5º salão internacional de arte em pequeno formato 20x20” organizado pela Associação da Amizade e das Artes Galego Portuguesa, integrando o grupo de artistas representados pela Olga Santos Galeria – Figueira da Foz

2015 – Participação no “Vera World Fine Art Festival” integrando o grupo de artistas representados pela Olga Santos Galeria- Cordoaria Nacional, Lisboa.

2015 - Artista convidada para a exposição colectiva “Água e Fontes Naturais” – Agosto, Termas da Curia, Anadia.

2015 – Artista convidada para integrar a Exposição Colectiva de fotografia “Olhar a Arquitectura” – Galeria Olga Santos, Porto.

2015 – Distinguida com Menção Honrosa no Concurso de Fotografia “Semana Santa, Braga”.
2014 – Artista convidada para integrar o projecto “Porto on the roof”. Exposição colectiva de fotografia na Galeria Diagonal – Vila Nova de Gaia.

2013 – Exposição individual de Pintura “Emoções a óleo”, na Galeria do Restaurante Vindouro – Lamego.

2013 – Artista convidada para a Bienal “d’art Vez”.

2012 – Integrou o projecto “Braga on the roof”. Exposição colectiva na Galeria do Hotel Turismo / Mercure – Braga.

2011 – Participação na Exposição colectiva de fotografia “Movimento”, na galeria Queiroza / Bar Vintage - Arcos de Valdevez.

2011 – Exposição individual de Fotografia “Para além dos limites” na galeria da Junta de Freguesia da Sé – Braga.

2011 – Artista convidada para a Bienal “d’art Vez”.

2009 – Artista convidada para a Bienal “d’art Vez” (ainda sob o nome Maria Teresa Silva).

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TERESA RICCA EXPÕE EM BRAGA PINTURA COM FOTOGRAFIA

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"A PEDRA DAS MINHAS RAÍZES"

Exposição de Pintura/Fotografia

Detalhes da minha cidade, da cidade que me viu nascer, da cidade que me formou, da cidade que vejo mudada dia após dia, mas que ainda conserva muito do meu mundo.

Trabalhos em que misturo o real fotografado com a pintura das minhas emoções.

Inauguração 12 de Janeiro de 2019, no PALÁCIO DO RAIO, em Braga.

PINTOR ARCUENSE MUTES EXPÕE NO PORTO

Arcuense Mutes e colegas, expõe na Galeria Days Are,  Miguel Bombarda, Porto

Foi inaugurada no passado dia 1 de Dezembro, na Galeria Days Are, situada na rua Miguel Bombarda 124 sala A, no Porto, uma exposição de pintura denominada (Coletiva de arte).

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Esta exposição é composta por pintores de diferentes linguagens pictóricas, onde cada um se diferencia do seu trabalho, seguindo uma linhagem muito própria.

Os pintores que se expõe  nesta coletiva, com a curadoria de Aurelina Dias, são: Carla Pinheiro, Dagoberto Silva, Damião Vieira, Denis Oudet, Francesco Pluma, Jorge Marques, José Soares, Mariza Miguelez, Mutes, Odete Pinheiro, Tozé Pais.

A exposição pode ser visitada durante o funcionamento da Galeria, e estará patente ao público até ao dia 9 de Janeiro.

EXPOSIÇÃO EM VIANA DO CASTELO PROMOVE "IGUALDADE DE GÉNERO"

MostrART 2018. Ilustração e fotos sob o tema “Igualdade de Género”

Trata-se da 6ª edição. Depois de ter permanecido no passado mês de Agosto na Estação Viana Shopping, está agora no rés-do-chão dos Antigos Paços do Concelho. Termina já esta semana, sábado, dia 8, e é pena que não se prelongue por mais algum tempo, porque se trata de uma exposição bem diferente do que vai sendo habitual entre nós.

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Diversificada, que é o que faz falta, mas com uma linha forte de unidade no que toca à qualidade. É participada por 30 artistas oriundos de lugares tão longínquos, como Chipre, India, Brasil, República Checa, Polónia ou Turquia, não faltando, obviamente em maioria, portugueses. A criatividade, suportada por imagens bem vivas, ora alegres e desafiadoras, ora enigmáticas e abstratizantes, para obrigar à reflexão de cada um dos visitantes, é bem patente em toda a exposição, fazendo desta um espaço de visita desejada.

A iniciativa é da responsabilidade da Associação Arte Matriz e tem como principal dinamizador o gráfico Ricardo Ferreira, também ele participante e hoje um dos maiores suportes da Associação, na sequência do falecimento de José Marques, o seu fundador. Bem se deseja que a Arte Matriz não perca o seu dinamismo e que saiba apostar em iniciativas patenteadoras da diferença, como acontece neste caso. Viana do Castelo precisa.

Gonçalo Fagundes Meira

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PINTOR ORLANDO POMPEU INAUGUROU EM CHAVES EXPOSIÇÃO “METAMORFOSES POMPEUANAS II”

O mestre-pintor fafense Orlando Pompeu inaugurou ontem na Galeria Carneiro Rodrigues, em Chaves, a exposição “Metamorfoses Pompeuanas II”.

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O mestre-pintor Orlando Pompeu, na inauguração da nova exposição em Chaves, acompanhado do galerista Carneiro Rodrigues (esq.), e do historiador Daniel Bastos (dir.), curador do artista plástico no espaço lusófono

 

A inauguração da exposição de um dos mais conceituados artistas plásticos portugueses da atualidade, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos, Dubai, Japão e Canadá, contou com presença de vários amigos, admiradores e colecionadores do pintor de referência nacional e internacional.

Nesta nova exposição, composta por obras cujo registo se carateriza pela espontaneidade e pela linha gestual de caráter expressionista, Orlando Pompeu infunde o seu notável e singular universo artístico marcado pela cor, criatividade e contemporaneidade.

Refira-se que a exposição estará patente ao público até à quadra natalícia, durante o período normal de funcionamento da galeria arte localizada em pleno centro histórico da cidade transmontana.

VIANA DO CASTELO RECEBE EXPOSIÇÃO RETROSPETIVA DE JOSÉ MARQUES

Acontece no próximo sábado, dia 17 – 11 horas, nos antigos Paços do Concelho, Praça da República.

Já aqui escrevemos, aquando do seu passamento, há quase um ano, que José Marques era um cidadão multifacetado, que fez um percurso de vida regularmente destacado, quer nos ENVC, quer para além desta empresa.

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José Marques foi sempre um operário adiantado em relação a quase tudo o que era novo e, na sua condição de reformado, esse espírito combativo e inovador, sem medos, antes ousado e decidido, reforçou-se.

Entre as várias incursões que ia fazendo por áreas distintas, teve relevância a sua adesão às artes, levando-o posteriormente à fundação da Arte Matriz, onde, entre outras variantes, se ministravam aulas de pintura.

A Arte Matriz, dado o seu dinamismo, tornou-se rapidamente numa associação criativa, na qual abundavam iniciativas que primavam pela diferença. Paralelamente, José Marques ia fortalecendo a sua auto aprendizagem na pintura – um sonho de criança – explorando, fundamentalmente, o seu manuseamento fácil do lápis e dos pinceis.

A alma da Arte Matriz faleceu, mas esta Associação continua a desenvolver esforços para honrar a memória do seu fundador, que agora lhe presta homenagem com esta mostra dos muitos trabalhos que ele foi produzindo no pouco tempo em que a arte abraçou.

Gonçalo Fagundes Meira

Cartaz

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Bailando

FÁTIMA CARVALHO EXPÕE PINTURA NA CASA MUSEU DE MONÇÃO

Exposição de pintura "Simbiose Mais Que Perfeita" da artista Fátima Carvalho na Casa Museu de Monção/Universidade do Minho

A partir do próximo dia 3 (sábado) e até ao dia 31 de novembro, estará patente ao público na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, a exposição de pintura da artista Fátima Carvalho, intitulada "Simbiose Mais Que Perfeita".

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Segundo a artista Fátima Carvalho: «Intitula-se Simbiose Mais Que Perfeita uma vez que inclui os trabalhos figurativos da relação do Homem com a Natureza e a Mãe Natureza existido Ela própria sem necessidade da presença do Homem».

A entrada é livre! 

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

sábado: das 14h00 às 18h00

domingo e segunda feira: encerrada

Mais informações em:

www.casamuseumoncao.uminho.pt

www.facebook.com/pages/Casa-Museu-de-MonçãoUniversidade-do-Minho/809321412454696

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PINTOR ARCUENSE MUTES INTEGROU EXPOSIÇÃO DIVERSEXCITY’2018

DIVERSEXCITY 2018 é um evento de arte contemporânea que promove a produção artística 2D, 3D e cénica, sobre a temática ‘diversidade de género e uma visão da sociedade actual’. Está incluído numa série de eventos que irão decorrer na cidade do Porto em Outubro sobre o mesmo tema.

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Os artistas são convidados a intervir e incorporar signos, símbolos das suas visões utópicas (ou não) e pessoais, ambicionadas para a aceitação da realidade actual da diversidade de género, nas suas realizações.

Pretende-se desta forma, fomentar a informação e discussão sobre um tema actual e deveras importante ‘diversidade de géneros’, como se manifesta na sociedade e como a sociedade se manifesta sobre esta sua transformação, criando assim um olhar sem filtros, real, da sociedade do século XXI.

Foi neste âmbito que no passado dia 6 de Outubro a Galeria Geraldes da Sivla no Porto, com curadoria de Lisa Teixeira Lopes, abriu as suas portas para a exposição coletiva ‘DIVERSEXITY’, sito na rua Santo Ildefonso 225 – 229 4000 – 470, na cidade do Porto, do qual o Arcuense Mutes foi um dos selecionados. Os artistas que integraram a exposição Diversexcity 2018, foram:

Acácio de Carvalho, Albino Costa, Ana Del Rio, Catarina Machado, César Vieira, Cristina Camargo, Céu Costa, Domingos Leite de Carvalho, Duarte Barros, Florentina Resende, Henrique do Vale, Isabel Mourão Alves, José Rosinhas, Lauren Maganete, Maria Rafael, Maria Rosas, Manuel Meira, Mutes, Miguel Vasconcelos, Nuno Raminhos, Pedro de Sousa Araújo, Ruy Silva, Sílvia Carreira, Susana Bravo e Teresa Ricca.

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ANDREIA PESSOA EXPÕE EM PONTE DA BARCA

Andreia Pessoa expõe na Loja Interativa de Turismo de Ponte da Barca

Andreia Pessoa inaugurou o projeto “A Arte de Começar”, lançado pela autarquia de Ponte da Barca como forma de apoiar os artistas locais, e desde então tem-se dedicado intensivamente à pintura, criando novos quadros.

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Face a isso, trouxe a público as suas novas obras, mostrando assim que a “Arte de Começar” também motiva a continuidade da Arte.

A mostra pode ser visitada de terça a sábado, das das 10h às 13h e das 14h às 18h.

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PINTOR VICTOR ALVES EXPÕE EM VIANA DO CASTELO

Galeria da SCMV mantem ciclo de exposições. Victor Alves é o Artista que se segue

A mostra vai esta patente de 04 a 31/Outubro/2018, com abertura programada para as 17,30 horas da próxima quinta – feira, dia 04. Victor Alves É natural de Paredes de Coura, mas presentemente divide-se entre Moledo do Minho e Viana do Castelo. Expõe desde 1989. Individualmente, mostrou a sua arte em boa parte do norte de Portugal e em Espanha, particularmente na Galiza. Coletivamente, para além da França e Espanha, expôs em boa parte das cidades do território nacional.

Apresentação do PowerPoint

Está representado em coleções particulares, especialmente em Portugal e Espanha, e em instituições públicas e privadas, sendo de destacar, no plano autárquico, as Câmaras Municipais de Paredes de Coura, Ponte Lima, Viana do Castelo, Vila Verde e Caminha. Representa-se igualmente no Ministério das Finanças, na Fundação Casa Museu "A Solaina" de Pontevedra (Espanha), no Centro Cultural do Alto Minho, na Coleção da Caja Circulo de Burgos, Espanha e, em permanência, na Galeria Chroma de Vigo, Espanha.

Sobre a sua arte, em 1991, escreveu Jorge A: “Sobressalto de lirismo, a pintura de Victor Alves introduz-nos num universo mágico, em que a opacidade do quotidiano se fratura para deixar emergir os grandes fluídos vitais – o sol e o mar, referências obsessivas de um permanente exercício de renascer”. E o mesmo crítico escreveu ainda em 1994: “Nestes meandros de ser, a obra de Victor F. Alves soa como um respirar, como um ato de sobreviver”.  

Ao visitá-la, respiremo-la, então, observando-a com atenção, porque raramente abrangemos a arte a partir de uma observação fugidia.

Gonçalo Fagunde Meira

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