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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MONÇÃO EXPÕE COLECTIVA DE PINTURA, FOTOGRAFIA, ESCULTURA E ARTESANATO

A Casa Museu de Monção em parceria com a Universidade do Minho leva a efeito a exposição coletiva de pintura, fotografia, escultura e artesanato, "Circo L’artes" na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Esta exposição está patente ao público a partir do próximo dia 30 de junho.

Sinopse da Exposição:

"O  Circo L’artes nasce da necessidade de fazer gerar uma outra forma de tertúlia entre amigos que, morando longe uns dos outros, volta e meia se podem encontrar, mostrar novos trabalhos, novas experiências e partilhar de um encontro muito personalizado, quase intimista, para se poder conversar sobre o ato criativo e sobre o estado das artes em geral. Não um encontro fugidio, brindar um Porto, olhar as obras e um adeus, até pró ano. O Circo L’artes é uma tarde e uma noite que engloba o grupo de forma a dar um solidez de amizade que se pretende intemporal. Assim, temos pintores, escultores, fotógrafos, artesãos e músicos. Cada um com a sua originalidade, com a sua alegria e com a sua energia para ser dividida entre todo o grupo e entre as pessoas que possam estar presentes. A ideia do Circo L’artes também passa pela circulação do evento em vários locais que minimamente tenham condições de se poder realizar. Esta será a 2ª edição, muito restringida pela pandemia, a que vamos tentar adaptar as melhores maneiras de podermos fazer uma festa bonita..."

A permanência nas instalações da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho está condicionada ao respeito pelas medidas implementadas para proteção de todos, nomeadamente:

  • Manter o distanciamento físico.
  • Seguir as indicações existentes.
  • Usar máscara de proteção durante todo o tempo que permanecer no edifício (a CMM não disponibiliza  máscaras para os utilizadores).
  • Lavar e/ou higienizar as mãos.
  • Capacidade máxima de 5 pessoas na Sala de Exposições Temporárias

A colaboração de todos é fundamental.

A entrada é livre!

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

terça a sexta feira: das 09:30 às 12:30 e das 14:00 às 17:30

sábado: das 14:00 às 19:00

domingo e segunda feira: encerrada 

ARTISTA VIANENSE JOSÉ PASSOS OFERECE PINTURA AO HOSPITAL DE VIANA DO CASTELO

Foi ontem inaugurada na Capela da Unidade Local Saúde Alto Minho (ULSAM) uma pintura óleo sobre tela, representando São João Paulo II, padroeiro da Capelania daquela unidade hospitalar, da autoria do artista vianense José Passos. A cerimónia contou com a presença do Padre Fábio Carvalho.

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Na imagem, o Padre Fábio Carvalho e o Designer José Artur Rodrigues Passos

 

Refira-se que 2020 é o ano do centenário do nascimento de São João Paulo II.

José Artur Rodrigues Passos de seu nome completo, nasceu em 1969, na freguesia de Monserrate, em Viana do Castelo, e é funcionário desde há 20 anos naquele estabelecimento hospitalar, outrora designado por Hospital de Santa Luzia.

Licenciado em Design do Produto, o autor destas e outras obras, desde cedo demonstrou o gosto pelo desenho e pela pintura. Qualquer folha de papel em branco era preenchida pelo o que se lhe passava na alma.

Aqui retrata sobretudo um olhar do designer sobre o religioso, temática que sempre o fascinou.

ARTISTA VIANENSE JOSÉ PASSOS RETRATA COM ALMA MOTIVOS RELIGIOSOS E ETNOGRÁFICOS

José Artur Rodrigues Passos de seu nome completo, nasceu em 1969, na freguesia de Monserrate, em Viana do Castelo.

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Licenciado em Design do Produto, o autor destas e outras obras, desde cedo demonstrou o gosto pelo desenho e pela pintura. Qualquer folha de papel em branco era preenchida pelo o que se lhe passava na alma.

Aqui retrata sobretudo um olhar do designer sobre o religioso, temática que sempre o fascinou. Aliás, à semelhança da etnografia e tradições populares em geral, da qual a região de Viana do Castelo é bem rica e portadora de todo um espólio único e exclusivo.

Nas duas exposições que realizou pode sempre ler-se o mesmo lema: “ Entrem... porque as pinturas também falam! Escutem... porque as pinturas também se expressam! Vejam...porque um quadro é um espelho da nossa imagem interior”.

E nós aqui estamos para contemplar a obra magnífica de José Passos!

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MESTRE JOSÉ MALHOA NASCEU HÁ 165 ANOS

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  • Crónica de Carlos Gomes

Passam precisamente 165 anos sobre a data de nascimento do pintor José Malhoa, aquele que foi o pioneiro do Naturalismo em Portugal.

O Mestre José Malhoa nasceu em Caldas da Rainha e, com apenas 12 anos de idade, ingressou na Real Academia de Belas Artes de Lisboa onde sempre se distinguiu pelo seu elevado talento artístico. Presidiu à Sociedade Nacional de Belas Artes e integrou o “Grupo do Leão” – uma tertúlia de artistas que se reunia em Lisboa na cervejaria Leão de Ouro destinada a promover o Naturalismo – tendo sido porventura o pintor português que mais se aproximou do Impressionismo.

Faleceu em 1933 em Figueiró dos Vinhos e encontra-se sepultado no Cemitério dos Prazeres, em Lisboa.

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Entre as suas magníficas obras, destacamos “A Desfolhada” e “A Caminho da Romaria”, duas pinturas que retratam os modos de vida característicos dos finais de oitocentos na região de Entre-o-Douro-e-Minho. Nelas se distinguem os traços característicos da nossa região, nomeadamente os trajes domingueiros de lavradeira do Alto Minho, os gaiteiros, o gado barrosão e a vinha de enforcado.

Tratam-se de um conjunto de duas telas com seis metros de altura, encomendadas nos finais do século XIX, um abastado emigrante oriundo da região de Aveiro, as quais se destinaram a ornamentar o cimo de uma escadaria do seu faustoso palacete, situado no Bairro Flamengo, na área sul do Rio de Janeiro.

Nos anos oitenta do século passado este prédio foi demolido para dar lugar a modernas construções, mais ao gosto das novas metrópoles, e o seu recheio foi a leilão em praça pública. O representante do Estado português encontrava-se presente mas, talvez por falta de preparação na avaliação das obras, não procedeu à sua arrematação.

As pinturas foram arrematadas por Jaime Afra, um conceituado antiquário de Lisboa com estabelecimento aberto ao público na rua D. João V, perto do Príncipe Real. As telas foram retiradas das respectivas molduras e trazidas para Portugal pela espôsa do antiquário, a srª Isabel Afra.

Durante muitos anos permaneceram expostas no seu estabelecimento, atraindo os olhares curiosos de quem por ali passava como era o nosso caso. Entretanto, por falecimento do seu proprietário, a firma foi extinta e em relação às referidas obras perdemos o rasto…

Anos mais tarde, da srª Isabel Afra, recebemos o mail que a seguir se transcreve:

“Venho por este meio vos contactar pois sou a viúva do Jaime Afra mencionado no vosso texto sobre os incríveis quadros do Malhoa.

Gostaria de vos dizer que os quadros nesse artigo mencionados foram vendidos para a colecção do Antigo Banco BCP, o qual acredito que ainda os tenha.

Melhores cumprimentos,

Isabel Afra

Os nossos agradecimentos”

Entretanto, as duas pinturas do Mestre José Malhoa foram tema de cartazes e de medalhística, não obstante permanecerem ignoradas pelos autores de numerosas obras que versam sobre a vida e obra do artista. Também a revista “O Anunciador das Feiras Novas, de Ponte de Lima e o site “Folclore de Portugal – O Portal do Folclore Português” abordaram esta temática. E, nem o museu que tem o seus nome, em Caldas da Rainha, existe qualquer referência a este respeito. Os dois magníficos quadros do mestre José Malhoa – “A Desfolhada” e “A Caminho da Romaria” – passaram a ficar expostos ao público no átrio do Banco Millenium, na rua Augusta, em Lisboa.

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ANA PINHEIRO TORRES EXPÕE PINTURA EM PONTE DE LIMA

Exposição de Pintura de Ana Pinheiro Torres em Ponte de Lima

O Município de Ponte de Lima vai promover a Exposição de Pintura de Ana Pinheiro Torres intitulada «Obras 2017-2020», que contempla um notável conjunto de 19 obras reveladoras de uma técnica apurada e de um sentido estético muito particular.

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A mostra apresentada por Ana Pinheiro Torres constitui uma espécie de narrativa, em versão pintura, de um processo de vida de natureza multidimensional, exibindo cores bem conseguidas e projetadas em cenários que transmitem uma completa e perfeita harmonia.

Trata-se de um trabalho muito rico ostentado através de aguarelas, gouache, acrílico e caneta, que proporcionarão aos visitantes a observação de um conjunto de propostas que os conduzirão para patamares sublimes de criatividade e sentimentos de exaltação.

A inauguração acontece no dia 27 de março de 2020, pelas 18h30, na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima e estará patente até 31 de maio de 2020.

Entrada livre.

Sobre a artista:

Ana Margarida de Castro Feijó Pinheiro Torres, é natural do Porto, com ascendência limiana.

Profissional com mais de 11 anos de experiência como Curadora e Programadora Cultural, licenciada em Arte, com especialização em Conservação de Museus e de Edifícios Históricos, pela Escola das Artes – Universidade Católica, do Porto. Também tem experiência nas áreas Administrativa e Comercial dos sectores têxtil, cerâmica, design de moda e design gráfico, entre outros. Criadora do projeto de curadoria “Galeria Round the Corner”, no Teatro da Trindade, em Lisboa, e que funcionou de 2008 a 2014.

De 2014 a 2018 exerceu funções Conservadora da Coleção da FUNDAÇÃO INATEL, Instituição Cultural com uma coleção de objetos históricos datando de 1935 à atualidade.
Teve como principais atividades e responsabilidades a experiência de curadoria de exposições temporárias: "O Teatro da Trindade na obra de Rafael Bordallo Pinheiro" e "Eça in Caricatura" (parceria com o Museu Nacional da Imprensa). Comissária da Exposição "Tempos Livres – Fundação Inatel na génese do Turismo Social em Portugal", comemorativa do Centenário do Turismo em Portugal e integrada na celebração do 75º aniversário da instituição.

Colaborou na Gestão de Coleções: responsabilidade por aspetos da gestão da recolha, incluindo: o cuidado e a gestão das coleções, abrangendo questões como documentação, armazenamento, conservação e empréstimos. A manutenção das normas de cuidados de recolha e documentação exigidas tanto para o estatuto de museu acreditado.
É Pintora, tendo a mais recente exposição individual sido realizada na Casa das Artes, no Porto, entre novembro e dezembro de 2019.
É, acima de tudo, uma pessoa criativa, fortemente motivada para o trabalho colaborativo e para a importância social dos recursos partilhados, esforçando-se por implementar estes valores em todos os projetos e todas as atividades da sua vida pessoal e profissional.

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"DESTERRADO" DE ANTÓNIO OLAIO NA ALA DE FRENTE EM FAMALICÃO

Exposição vai estar patente de 8 de fevereiro a 22 de maio, com entrada livre

António Olaio, fundador da banda portuguesa dos anos 80 Repórter Estrábico, é o protagonista da primeira exposição do ano da galeria municipal Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão. Depois de ter apresentado “Desterrado” na Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra, em 2019, o artista plástico prepara-se agora para mostrar ao público famalicense esta instalação artística que junta, no mesmo espaço, pintura, vídeo e desenho.

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A exposição será inaugurada no dia 8 de fevereiro, com a presença do artista, e vai estar patente na galeria de arte contemporânea famalicense até ao dia 22 de maio, com entrada livre.

Esta instalação dá continuidade ao trabalho desenvolvido por António Olaio numa reflexão que iniciou em 2017 e que o levou a estabelecer uma relação com a escultura “Desterrado” do Museu Soares dos Reis, no Porto.

Para o curador da Ala da Frente, António Gonçalves, a exploração de várias “linguagens e territórios criativos” nesta exposição reflete a abrangência do trabalho de António Olaio. “Nesta exposição temos a presença da pintura, do vídeo e do desenho, num possível equilíbrio que nos levará a questionar o espaço e a nossa presença nele, assim como a nossa relação com o entendimento da arte”, explica a propósito.

“Expor num mesmo espaço diferentes suportes e linguagens é levar o observador a ajustar-se e a encontrar soluções de potencial equilíbrio, em resposta à instigação de desassossego que António Olaio lança. Uma provocação que oscila entre linhas ténues e linhas de força bem expressa, que nos transferem uma unicidade ao trabalho desenvolvido por Olaio”, acrescenta.

Recorde-se que António Olaio nasceu em 1963, em Sá da Bandeira, Angola, e vive em Coimbra. Com formação em Pintura, é professor no Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (UC), tendo apresentado, em 2000, dissertação de Doutoramento, construída a partir da obra de Marcel Duchamp. É diretor do Colégio das Artes e investigador do Centro de Estudos Sociais da UC. As suas performances levaram-no à música, tendo sido fundador do grupo Repórter Estrábico em 1986.

Refira-se ainda que a exposição tem entrada livre e poderá ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 17h30 e aos fins-de-semana das 14h30 às 17h30. A galeria de arte contemporânea Ala da Frente fica localizada no Palacete Barão da Trovisqueira, na Rua Adriano Pinto Basto.

ORLANDO POMPEU INAUGUROU EXPOSIÇÃO EM GUIMARÃES

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O mestre-pintor Orlando Pompeu (esq.), na inauguração da nova exposição em Guimarães, acompanhado da colecionadora e proprietária da Galeria G.40 no Hotel Mestre de Avis, Maria Rosa Roeder, e do historiador Daniel Bastos, curador do artista plástico nas Comunidades Portuguesas

No passado sábado (14 de dezembro) o mestre-pintor Orlando Pompeu inaugurou em Guimarães, na Galeria G.40 do Hotel Mestre de Avis, uma unidade hoteleira no centro da cidade berço, integrada no território classificado pela UNESCO, a exposição “Pompeu em Baden-Baden”.

A inauguração da exposição de um dos mais conceituados artistas plásticos portugueses da atualidade, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos, Dubai, Japão, Canadá e Alemanha, encheu-se de amigos, admiradores e colecionadores do pintor de referência nacional e internacional.

Esta nova exposição, uma vez mais marcada por uma notável e singular criatividade e contemporaneidade, é resultado da residência artística que o mestre-pintor realizou recentemente na Alemanha, nação europeia onde teve patente uma exposição de sua autoria durante um mês e meio na cidade de Estugarda.

Refira-se que a exposição, que computou um prelúdio musical abrilhantado pela violonista polaca Malgorzata Markowska, estará patente ao público até ao dia 15 de março de 2020, durante o período normal de funcionamento da unidade hoteleira.

PINTOR HORÁCIO FERREIRA EXPÕE EM VIEIRA DO MINHO

Exposição de Pintura na Junta de Freguesia de Soutelo

Está patente ao público, na Junta de Freguesia de Soutelo, uma exposição de pintura, em acrílico sobre tela, de autoria de Horário Ferreira.

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O artista que escolheu a freguesia de Soutelo para viver,  utiliza a tela como meio de expressão, e desenvolve o seu estilo artístico ligado a uma filosofia de vida peculiar.

O presidente do Município de Vieira do Minho, António Cardoso, esteve presente na cerimónia de abertura e felicitou a junta de Freguesia e o artista pela iniciativa.

A exposição foi inaugurada no passado dia 6 de dezembro e pode ser visitada até ao próximo dia 5 de Janeiro de 2020.

JOVENS ARTISTAS DE ESPOSENDE VÃO EXPOR NA CASA DA JUVENTUDE

Casa da Juventude de Esposende evidencia trabalho de jovens artistas do concelho

A Casa da Juventude de Esposende vai acolher, na quadra natalícia, uma exposição coletiva de Desenho e Pintura de jovens artistas do concelho.

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Organizada pelo Município, em parceria com o Centro de Estudos Compêndio, de Esposende, a mostra será inaugurada no próximo dia 16 de dezembro, pelas 19h00, e estará patente até 4 de janeiro.

A exposição poderá ser visitada no espaço Bibliocafé, no horário normal de funcionamento da Casa da Juventude, ou seja, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 20h00, e, ao sábado, das 9h00 às 13h00.

Através desta iniciativa, o Município de Esposende evidencia o trabalho de jovens artistas do concelho, reconhecendo e valorizando a sua atividade. Enquanto equipamento ao serviço de toda a comunidade, a Casa da Juventude continua a constituir-se como palco privilegiado para os mais novos se darem a conhecer e apresentarem o seu trabalho.

Esta mostra insere-se no plano de atividades da Casa da Juventude, onde se insere um leque alargado e diversificado de propostas, para todos os públicos, tendo em vista o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, que o Município de Esposende verteu para o seu plano de gestão e de ação.

NUNCA É TARDE PARA APRENDER!

  • Crónica de Gonçalo Fagundes Meira

Valorizar experiências e adquirir novos conhecimentos pode acontecer em qualquer fase da vida. Diz-se, e bem, que só é culturalmente pobre quem teima em não querer aprender. Infelizmente, com o evoluir da idade muita gente tende a privilegiar o ócio, abdicando de uma existência ativa e enriquecedora. Quando trabalhava, costumava dizer que muitos dos colegas reformados, contrariamente ao que acontecia no seu tempo ativo, estavam a perder dinamismo, quer físico quer intelectual, numa conjuntura que devia ser rica em vivências. Mas há sempre alguém que, neste contexto livre de horários, teima em não se acomodar. Não falta quem se valorize de forma individual ou coletiva, quem aprenda a tocar instrumentos, quem se inicie em línguas estrangeiras, quem se habitue à pintura e quem faça muitas outras coisas.

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Estes dias deparei no rés-do-chão dos antigos Paços do Concelho com uma exposição de fotografia de Luís Carvalhido, meu ex-colega de trabalho. O Luís foi trabalhador administrativo nos ENVC, enquadrado nas rotinas próprias de todas as áreas de serviços. De espirito vivo e insubmisso, notava-se nele que, quando oportuno, haveria de experimentar algo para além do que fazia na sua vida profissional. E foi a fotografia que o atraiu, provavelmente o hobby a que se dedicava desde muito novo.

A mostra em presença mostra-nos um fotógrafo suficientemente maduro mas, assumidamente, em duradoura aprendizagem, próprio de quem compreende que a perfeição é inatingível, mesmo para quem é exaustivo no que faz. O que se vê na produção do Luís Carvalhido já não é a fotografia/retrato fruto da boa utilização dos equipamentos fotográficos, de objetivos bem definidos e de enquadramentos adequados, obra que desperta imediato interesse a quem a observa. O que vemos nesta exposição prima pela diferença, já que se trata de fotografia trabalhada com sentido e objetividade, que prende o visitante na sua decifração, para a saber interpretar e senti-la num segundo tempo. Trata-se já de obra ousada e desafiadora para quem a observa.

Visto o currículo do autor constante do flyer que acompanha a exposição, bem se compreende o trabalho em presença. Muitos livros publicados, muitos prémios, viagens pelo mundo, formação àqueles que querem ser fotógrafos, enfim, um longo e aturado percurso. Boa e produtiva reforma, Luís. Está provado que o ócio não cabe na tua prática.   

goncalofagundes@gmail.com

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ARCOENSE MUTES EXPÕE NA CIDADE DE RENNES (FRANÇA)

(A ideologia da transmissão)

No mundo contemporâneo, o altruísmo é cada vez mais uma necessidade, é mesmo uma emergência. As novas gerações necessitam ser educadas, treinadas para o futuro, e diante das novas tecnologias, são desafiados a repensar essas transmissões.

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Quem transmite? O que nós transmitimos? Onde está a transmissão? Estas são as perguntas que exigem respostas. Oferecer aos artistas um campo de experimentação e expressão à sua medida, apoiando o desenvolvimento da arte, sensibilizando de forma inteligente o público jovem para as artes contemporâneas, criando indivíduos mais livres, mais conscientes dos problemas reais da criação artística e da vida cultural. È neste âmbito que o pintor Arcoense Mutes foi convidado a expor no fabuloso edifico Thabor, na cidade de Rennes em França. Juntamente com Mutes nesta exposição coletiva estão os Artistas: Alessio Bolognesi (Itália), Ali Tayeh (Gaza), Bree Brooks (Havaí), Leby Le Morià (Filipinas), Pedros Ramos (Portugal) Raf Cruz (Portugal) e Trez Folly (Togo). A Comissária desta exposição é a curadora Laetitia Wagner. Esta exposição vai estar presente ao público entre os dias 10 e 27 de Dezembro.

MONÇÃO EXPÕE PINTURA E PRESÉPIOS DE ALBERTINA SANTOS

A Casa Museu de Monção promove a exposição de pintura e presépios da artista monçanense Albertina Santos, intitulada "Jesus, de Belém ao Calvário", que está patente ao público de 30 de novembro  a 20 de dezembro, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Segundo a artista:"O interesse pelas artes em geral e pelo desenho, a pintura e a modelagem em particular, foi revelado desde muito cedo na vida de Albertina Santos, fazendo parte dos seus tempos livres.

Durante a carreira docente aproveitava todas as oportunidades letivas para dar asas à criatividade com os alunos e frequentava as formações que surgiam dentro da área das manualidades.

A partir da jubilação a ânsia de criar cresceu, podendo dedicar-lhe mais livremente o seu tempo. No sentido de aprofundar e aperfeiçoar o seu conhecimento autodidata da técnica de pintura, frequenta há alguns meses o ateliê da Plataforma Arte e Cultura de Monção, orientada pelo artista monçanense Ricardo de Campos.“Jesus, de Belém ao Calvário” é o resultado do trabalho de Albertina Santos. Recorrendo a técnicas mistas, em tela e outros suportes, pinta a figura de Jesus centrando uma especial atenção no Seu nascimento.

Com recurso à pasta de papel, ao barro e ao gesso aos quais acrescenta materiais diversos, tantas vezes fruto da reciclagem doméstica ou da busca atenta de desperdícios da natureza, cria, artesanalmente, presépios e outras figuras tridimensionais".

A entrada é livre! 

RICARDO FERREIRA RETRATA PONTE DE LIMA EM TONS DE AGUARELA

Pintores de Portugal, ajoelhai!

Isto é um milagre, não é cor nem tinta!...

Mas não pinteis, pintores! Orai, rezai!

Uma beleza destas não se pinta!...

Teófilo Carneiro

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A paisagem limiana é porventura uma das mais deslumbrantes de Portugal. E, Ricardo Ferreira, fazendo orelhas moucas ao poeta, decidiu pintar Ponte de Lima em tons de aguarela. E, apesar do seu sublime encanto, o aguarelista fez da pintura uma verdadeira oração, agradecendo ao Senhor por juntar tantas maravilhas no pequeno paraíso que constitui a sua terra natal.

João Ricardo Alves Ferreira nasceu em Ponte de Lima a 12 de Outubro de 1961, na rua Beato Francisco Pacheco. É um pintor autodidata exercendo a sua arte nas horas livres. A aguarela é a técnica que melhor domina. Actualmente encontra-se nos Alpes suíços onde trabalha numa estação de ski. Mas, a tela chama-o sempre a nela retratar o carinho que sente pela sua terra – Ponte de Lima!

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PINTORA CECÍLIA DIAS GOMES EXPÕE EM VIEIRA DO MINHO

Artista Vieirense expõe pinturas na Casa de Lamas

António Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, inaugurou na Casa Museu Adelino Ângelo a exposição de pintura, de autoria da artista plástica Cecília Dias Gomes, uma filha da terra.

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A exposição de pintura, vai estar patente ao público, na sala do espólio da Casa Museu Adelino Ângelo, de segunda a sábado, até ao final do ano.

Refira-se que a exposição integra um total de 34 quadros, onde a artista plástica utiliza as técnicas de acrílico e óleo. Para além dos quadros expostos, Cecília Dias Gomes, tem, ainda exposto dois livros de sua autoria, ( Metamorfose e Encontra-me), para que o público possa conhecer o seu trabalho na área da escrita. As obras referidas também podem ser adquiridas na Casa Museu Adelino Ângelo.

De salientar, ainda que na cerimónia de inauguração, a artista Vieirense ofereceu um quadro ao residente da Câmara Municipal, com o seu retrato.
Visite a exposição!

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PINTOR BASILIO CALZADO DOMINGUEZ EXPÕE EM MONÇÃO

Monção apresenta a exposição de pintura do artista galego Basilio Calzado Dominguez intitulada "Unha pequena viaxe", que estará patente ao público até ao próximo dia 30 de novembro, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Segundo o artista: «A obra aqui exposta é un percorrido por diferentes etapas da minha vida coma pintor. Nas cales vou experimentando diferentes estilos e tecnicas tales como uso de oleo, acrilico, pasteis, collages, con respeto aos estilos prevalece o realismo ou figurativo pero tamen experimento co abstrato e o pixelado. Un dos temas mais utilizado e a figura human pola que sinto predileccion, principalmente os ollos os que considero a alma das persoas ou a expresion dunha situacion».

A entrada é livre! 

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

terça a sexta feira: das 09h30 às  17h30

sábado: das 14h00 às 19h00

domingo e segunda feira: encerrada 

MONÇÃO: MURAIS ARTÍSTICOS NAS ESCOLAS DO CONCELHO

A Escola Básica José Pinheiro Gonçalves (Monção), Escola Básica da Estrada (Mazedo), Escola Básica de Pias, Escola Básica do Vale do Mouro (Tangil), e o Jardim de Infância de Cortes, abriram o ano letivo 2019/2020 com espaços mais coloridos, propiciando um ambiente mais acolhedor e artístico.

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A Plataforma de Arte e Cultura (PAC) é uma valência do Município de Monção destinada a criar dinâmicas artísticas nos campos educativo e cultural, promovendo exposições, ateliês de artes plásticas, oficinas de expressão dramática e intervenções no espaço público.

No final do último ano letivo, dois elementos da PAC, Ricardo de Campos e Patrícia Oliveira, trabalharam com os alunos do jardim de infância de Cortes e escolas do ensino básico do concelho, criando belos e coloridos murais no interior dos estabelecimentos de ensino. 

Além de embelezar os espaços, a iniciativa procurou sensibilizar os alunos para a componente artística. Segundo Ricardo de Campos, as escolas ficaram com “um ambiente mais acolhedor e artístico”, potenciando “o gosto dos mais pequenos pela arte”. Tratou-se, adiantou, de “uma atividade enriquecedora para quem ensinou e para quem aprendeu”.

Os murais refletem a identidade cultural e humana do nosso território, sendo visíveis pessoas a vivenciar ofícios de outros tempos, animais que povoam a paisagem em plena sintomia com a natureza, e um património singular, como pontes e cardenhas, que marcam a beleza do nosso concelho.

O rio com a lampreia, o sável, os barcos e as pesqueiras também estão presentes. Não podia ser de outra forma. A ligação aos monçanenses é demasiado forte. Muitos aprenderam a nadar no Minho, Mouro e Gadanha. Outros passaram mercadoria de um lado para o outro. E, na memória, todos retêm muitas histórias para contar. Felizes e infelizes.

O verde e o azul são as cores predominantes nos desenhos expostos, transmitindo aos mais novos uma mensagem de esperança, tranquilidade e confiança ao longo do ciclo da vida, reforçando igualmente o gosto pela tradição e pela ruralidade, caraterísticas distintivas da vivência local.

Nesta estratégia de valorização cultural e artística do concelho, a PAC promove, a partir de 1 de outubro, oficinas de formação continua (expressão dramática e pintura) para crianças e adultos, que terão lugar nas instalações da PAC, no Cine Teatro João Verde, em horário pós-laboral. As inscrições encontram-se abertas.

Quer fazer teatro e aprender a pintar?

Não pense mais. Inscreva-se, até 30 de setembro, nas oficinas de trabalho da PAC, no Cine Teatro João Verde (T. 251 649 011).

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MONÇÃO EXPÕE PINTURA E ESCULTURA DO GRUPO DE ARTISTAS ART'URO

A exposição de pintura e escultura do grupo de artistas Art´Uro intitulada "Punto de encuentro", vai estar patente ao público de 4 de setembro a 12 de outubro, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Segundo os artistas: "A exposição apresenta um diálogo eloquente entre quatro artistas de Vigo que, através de diferentes linguagens e técnicas, são capazes de criar obras altamente expressivas, profundamente comprometidas com o seu mundo interior.As suas emoções, sonhos, memórias e experiências vêm à luz nas suas criações pessoais para transformarem este mostra num ponto de encontro estratégico dos seus eus mais íntimos.

Diana, mostra-nos a paisagem portuária de Vigo dando-lhe um lirismo único que nos fala de emoções e memórias arreigadas na cidade que a viu crescer.

Daniel, inspirado nas formas sugeridas por troncos de árvores, descobre e captura faces de seres que parecem ser retirados de um profundo delírio onírico.

Chema, mergulha-se numa atmosfera de evasão que nos leva a outra época através de cores e formas que nos sugerem a estrutura de vitrais medievais.

Cristina, através de suas gravuras, mostra-nos composições surpreendentes em que recria ritmos fantásticos na forma de tapeçarias misteriosas que nos falam de ilusão e vida.

Com a curadoria de Rosana Araújo Hernández, graduada em Geografia e História pela Universidade de Santiago de Compostela, especializada em história da arte e subespecializada em história da arte moderna e contemporânea".

A entrada é livre!

CERVEIRA ACOLHE CONCURSO DE PINTURA AO AR LIVRE

Concurso de Pintura ao Ar Livre António Fernández acolheu 52 pintores de diferentes origens

A 7ª edição do Concurso de Pintura ao Ar Livre António Fernández, e primeira transfronteiriça, revelou-se um grande êxito, com a participação de 52 artistas que aceitaram o desafio de retratar in loco qualquer paisagem nas imediações do rio Minho, tanto em Vila Nova de Cerveira como em Tomiño.

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O sucesso desta edição que decorreu este domingo, 18 de agosto, é ainda corroborado pela diversidade de origens dos participantes: além de pintores portugueses entre Vila nova de Cerveira e Porto, também se inscreveram artistas oriundos de toda Galiza, Astúrias, País Vasco, Catalunha e mesmo de Havana ou Paris, entre outras cidades.

A panorâmica de Vila Nova de Cerveira desde a praia fluvial de Goián, com assinatura de Rafael CarrascaL, de Toledo, foi a obra vencedora do primeiro prémio do certame, dotado com 1.500 euros; em segundo lugar ficou Leticia Gaspar, de Bilbao, e o terceiro pertence a António Lorenzo, de Mondariz, ambos prémios dotados com 500 euros.

A entrega de prémios aconteceu ao final da tarde de domingo, com a presença da Alcaldesa de Tomiño, Sandra González, e do Vice-presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Vítor Costa. O júri destacou a grande qualidade das obras criadas por todos os participantes e a vitalidade que o evento conferiu a Vila Nova de Cerveira e a Tomiño durante toda a jornada, dinamizando as ruas dos dois centros históricos e marginal do rio Minho, afirmando-se como um importante atrativo turístico e servindo de cenário perfeito para celebrar a ‘festa da arte’, essência deste concurso.

O público pode desfrutar das obras participantes, estando expostas no primeiro andar do Centro Goianés, até 25 de agosto, seguindo para o Fórum Cultural de Cerveira, onde estarão disponíveis até ao dia 31 de agosto.

O Certame de Pintura ao Aire Livre António Fernández integra as atividades desenvolvidas pela Eurocidade Cerveira-Tomiño, no âmbito da Agenda Estratégica para a Cooperação Transfronteiriça Amizade Cerveira-Tomiño, um projeto cofinanciado ao 75% pelo programa INTERREG VA POCTEP, fundos FEDER da União Europeia.

CERVEIRA REALIZA CONCURSO DE PINTURA AO AR LIVRE

Concurso de Pintura ao Ar Livre ‘António Fernández’ conquista caráter transfronteiriço

No âmbito da constituição da Eurocidade Cerveira-Tomiño, a VII do Concurso de Pintura ao Ar Livre ‘António Fernández’ cruza o Rio Minho no próximo dia 18 de agosto. Pela primeira vez, todos os participantes poderão criar as suas obras nas duas margens do Rio Minho, em Tomiño e Vila Nova de Cerveira. Inscrições abertas no portal da Eurocidade Cerveira-Tomiño.

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À semelhança dos anos anteriores, o concurso de pintura reúne uma grande variedade de artistas e aficionados da pintura nas margens do Rio Minho. Tendo como ponto de encontro a Aula Museo Antonio Fernández, os participantes têm todo o dia 18 de agosto para idealizar, elaborar e concluir as suas criações, que deverão ser entregues sem assinar, juntamente com o cavalete cedido, no mesmo dia entre as 17h00 e as 18h00 (hora galega) no Espazo Fortaleza de Goián.

Pela primeira vez, o concurso ganha o cariz transfronteiriço, com o seu alargamento às duas margens do Rio Minho, em Tomiño e Vila Nova de Cerveira, resultado da colaboração entre o concelho de Tomiño, a comunidade de Montes de Goían e da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, integrando a iniciativa no âmbito da Eurocidade Cerveira-Tomiño.

No que diz respeito às regras do concurso, as obras devem ser realizadas num suporte rígido como uma tela ou placa de 1 cm de espessura no mínimo, em branco, sem textura ou moldura. Os espaços para a realização dos trabalhos são estabelecidos pela organização e comunicados aos participantes no próprio dia do concurso.

O jurado, composto por personalidades do mundo das artes e por membros das entidades patrocinadoras dos prémios, vai reunir-se a partir das 18h00 (hora galega) no mesmo dia para emitir a decisão final. Existem três prémios patrocinados pelas entidades colaboradoras - Concelho de Tomiño, Comunidade de Montes de Goián e Fundação Bienal de Arte de Cerveira – especificamente o primeiro prémio corresponde ao montante de 1.500 euros e o segundo e terceiro prémio é no valor de 500 euros. Todas as obras serão expostas de 19 a 25 de agosto no Centro Goianés de Tomiño e entre 26 e 31 de agosto na Fundação Bienal de Arte de Cerveira.

Para mais informações ou para formalizar a inscrição, os interessados devem aceder ao portal web da Eurocidade Cerveira-Tomiño ou presencialmente no próprio dia, 18 de agosto, das 09h30 às 11h30 (hora galega) na Aula Museo Antonio Fernándes de Goián.

De realçar que esta competição integra as atividades desenvolvidas pela Eurocidade no âmbito da Agenda Estratégica para a Cooperação Transfronteiriça Amizade Cerveira-Tomiño, um projeto cofinanciado a 75% pelo programa INTERREG VA POCTEP, fundos FEDER da União Europeia.