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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PINTORA MARINA MOURÃO HOMENAGEIA VIANA DO CASTELO

A pintora Marina Mourão acaba de produzir um quadro na qual se autoretrata, trajada de mordoma vianense e tendo como fundo a capela de Nossa Senhora d’Agonia, em Viana do Castelo.

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A artista é originária do Brasil. Mais precisamente do Estado de Minas Gerais. Mas escolheu Portugal para viver onde constituiu família. Em Ourém exerce a sua profissão como médica dentista, distinguindo-se ainda como directora da empresa Aliança Médica Ldª – Clínicas Dentárias onde, para além do seu elevado profissionalismo colhe ainda o afecto e a simpatia dos seus pacientes.

Como ela própria se identifica, Marina Mourão é “Portuguesa e brasileira… com certeza!” E, relativamente a este quadro, limitamo-nos a transcrever a sua dedicatória nas suas próprias palavras:

“Hoje Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, eu dedico esta ilustração ao País que me acolheu com carinho e que adoptei como segunda Pátria.

Eu trajei-me de mordoma em homenagem às festas tradicionais portuguesas, especialmente a Romaria de Nossa Senhora da Agonia, Viana do Castelo, que se realiza todos os anos em meados de Agosto. Na ilustração abaixo um dos trajes típicos da região do Minho. Utilizei para criar esta ilustração...aguarela, tinta acrílica, ouro e flakes. Viva portugal!”

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GIL HEITOR CORTESÃO INAUGURA AMANHÃ “OUTSIDE IN” NA ALA DA FRENTE EM FAMALICÃO

Amanhã, sábado, dia 9 de junho, pelas 18h00, com a presença do pintor português

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão convida os órgãos de comunicação social para a inauguração da nova exposição da galeria de arte contemporânea Ala da Frente – “Outside In” da autoria do pintor português Gil Heitor Cortesão - marcada para amanhã, sábado, 9 de junho, às 18h00, com a presença do autor.

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Dono de um “percurso muito singular”, recorde-se que Gil Heitor Cortesão tem marcado o panorama da pintura portuguesa pela técnica “pouco habitual” que apresenta nos seus trabalhos.

“A pintura é feita no verso de vidro ou acrílico e ficamos perante a visão da pintura numa superfície lisa e sem as texturas, o que nos dá uma visão e sensação muito particular da obra”, explica a propósito António Gonçalves, curador da Ala da Frente.

Um trabalho onde a arquitetura ocupa um lugar de especial atenção, definindo mesmo algumas estratégias de composição das obras.

“A pintura de Gil Heitor Cortesão assume-se como um corpo capaz de fazer rever e pensar a imagem. Demonstra-nos que a pintura mantém um mistério que vai para além do plano da imagem, aprofunda possibilidades e instiga o conhecimento”, acrescenta. 

Gil Heitor Cortesão nasceu em Lisboa em 1967, onde vive e trabalha. A partir de 1996, o trabalho que tem vindo a apresentar consiste essencialmente em pinturas realizadas sob vidro acrílico, executadas na face oposta à que é mostrada ao público. A arquitetura modernista tem sido objeto de constante revisitação, sujeita a desvios e associações inesperadas.

Realizou várias exposições individuais, entre as quais se podem destacar Mnemopolis (Fundação Calouste Gulbenkian – Centro de Arte Moderna, 2004), Modelo para armar (Galeria Fortes Vilaça, S. Paulo, 2007), Wallpaper (Galeria Pedro Cera, Lisboa, 2011), Reversos (Palexco, La Coruña, 2013), Second Nature (Galerie Suzanne Tarasiève, Paris, 2015)  Late Night Shopping (Galeria Pedro Cera, Lisboa, 2017), Umbra (Carbon 12, Dubai, 2018).

Está representado em diversas coleções públicas ou privadas, nomeadamente: Fundação ARCO, Madrid; CAM/JAP, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; EDP – Electricidade de Portugal; Colecção Fundação de Serralves, Porto; Colecção António Cachola, MACE, Elvas; Colecção Fundação Ilídio Pinho, Porto; Museu da Cidade, Lisboa; Colecção Associação Industrial Portuguesa, Lisboa; Fundación Barrié, A Coruña ; Musée d’Art Moderne Grand-Duc Jean- Mudam, Luxembourg ; Colecção de Arte Contemporânea Arquipélago, São Miguel, Açores.

FAMALICÃO APRESENTA A SINGULARIDADE DE GIL HEITOR CORTESÃO NA ALA DA FRENTE

Pintor inaugura no próximo sábado, dia 9, pelas 18h00, exposição “Outside In” na galeria famalicense

A partir do próximo dia 9 de junho, há nova exposição para ver na galeria de arte contemporânea Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão. O nome que se segue é o do pintor português Gil Heitor Cortesão, que até setembro expõe na galeria famalicense “Outside In”.

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Dono de um “percurso muito singular”, Gil Heitor Cortesão tem marcado o panorama da pintura portuguesa pela técnica “pouco habitual” que apresenta nos seus trabalhos.

“A pintura é feita no verso de vidro ou acrílico e ficamos perante a visão da pintura numa superfície lisa e sem as texturas, o que nos dá uma visão e sensação muito particular da obra”, explica a propósito António Gonçalves, curador da Ala da Frente.

Um trabalho onde a arquitetura ocupa um lugar de especial atenção, definindo mesmo algumas estratégias de composição das obras.

“A pintura de Gil Heitor Cortesão assume-se como um corpo capaz de fazer rever e pensar a imagem. Demonstra-nos que a pintura mantém um mistério que vai para além do plano da imagem, aprofunda possibilidades e instiga o conhecimento”, acrescenta. 

Gil Heitor Cortesão nasceu em Lisboa em 1967, onde vive e trabalha. A partir de 1996, o trabalho que tem vindo a apresentar consiste essencialmente em pinturas realizadas sob vidro acrílico, executadas na face oposta à que é mostrada ao público. A arquitetura modernista tem sido objeto de constante revisitação, sujeita a desvios e associações inesperadas.

Realizou várias exposições individuais, entre as quais se podem destacar Mnemopolis (Fundação Calouste Gulbenkian – Centro de Arte Moderna, 2004), Modelo para armar (Galeria Fortes Vilaça, S. Paulo, 2007), Wallpaper (Galeria Pedro Cera, Lisboa, 2011), Reversos (Palexco, La Coruña, 2013), Second Nature (Galerie Suzanne Tarasiève, Paris, 2015)  Late Night Shopping (Galeria Pedro Cera, Lisboa, 2017), Umbra (Carbon 12, Dubai, 2018).

Está representado em diversas coleções públicas ou privadas, nomeadamente: Fundação ARCO, Madrid; CAM/JAP, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; EDP – Electricidade de Portugal; Colecção Fundação de Serralves, Porto; Colecção António Cachola, MACE, Elvas; Colecção Fundação Ilídio Pinho, Porto; Museu da Cidade, Lisboa; Colecção Associação Industrial Portuguesa, Lisboa; Fundación Barrié, A Coruña ; Musée d’Art Moderne Grand-Duc Jean- Mudam, Luxembourg ; Colecção de Arte Contemporânea Arquipélago, São Miguel, Açores.

FAFE PROMOVE SESSÃO CULTURAL COM PINTURA E POESIA

Sessão cultural na tarde de sábado, no Arquivo Municipal de Fafe com apresentação de livro de poesia e abertura de exposição de pintura

Na tarde de sábado, 2 de Junho, a partir das 16h00, realiza-se uma sessão cultural, no Arquivo Municipal de Fafe, que inclui a apresentação de uma livro de poesia e a abertura de uma exposição de pintura.

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A sessão arranca com a apresentação da obra poética “Raízes”, de Pedro Armando Freitas Santos, um autor natural do Porto mas bisneto do “brasileiro” fafense João Alves de Freitas, que mandou construir o palacete onde se realiza a sessão. Professor de hatha ioga e como curso de meditação transcendental, é membro do Conselho de Administração de uma empresa turística.

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A obra vai ser apresentada por José Manuel Soares, Professor catedrático da Universidade do Porto, e Gonzalo Navaza, Professor na Faculdade de Filologia e Tradução da Universidade de Vigo, no Departamento de Filologia Galega e Portuguesa.

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A sessão inclui depois a abertura da exposição retrospetiva de artes plásticas da pintora fafense Fernanda Aguiar, que revisita as suas diferentes fases ao longo das últimas duas décadas.

Maria Fernanda Oliveira Aguiar é professora do ensino básico aposentada. Só após a aposentação, veio a libertar as aptidões para o desenho e a pintura. Participou em numerosas exposições colectivas em Fafe, Vila do Conde, Felgueiras, Póvoa de Varzim e Póvoa de Lanhoso, entre outras localidades.

Individualmente, expôs pela primeira vez numa unidade hoteleira de Fafe, no ano 1998. Expôs depois em diversos espaços culturais de localidades como Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Braga, Albufeira, entre outras.

Fernanda Aguiar está representada em inúmeras colecções privadas e públicas da região.

A mostra retrospectiva estará patente até 20 de Junho.

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PINTOR FAFENSE ORLANDO POMPEU INAUGURA EM GUIMARÃES EXPOSIÇÃO “METAMORFOSES POMPEUANAS”

O mestre-pintor Orlando Pompeu, inaugurou ontem na Pousada de Santa Marinha (Prémio Nacional de Arquitetura em 1985), um Small Luxury Hotel localizado num antigo Mosteiro Agostiniano do século XII em Guimarães, a exposição “Metamorfoses Pompeuanas”.

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O mestre-pintor natural de Fafe, Orlando Pompeu (ao centro), acompanhado de amigos e admiradores que marcaram presença na inauguração da nova exposição do artista plástico em Guimarães.

 

A inauguração da exposição de um dos mais conceituados artistas plásticos portugueses da atualidade, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos, Dubai e Japão, encheu-se de amigos, admiradores e colecionadores do pintor de referência nacional e internacional.

Nesta nova exposição, assente em pintura com aguarela, Orlando Pompeu expande o seu inconfundível e notável universo artístico marcado pela cor, forma, criatividade e contemporaneidade.

Refira-se que a exposição, que computou um prelúdio musical abrilhantado pela violonista polaca Malgorzata Markowska, e a pianista checa Ingrid Sotolarova, estará patente ao público até ao dia 19 de setembro, durante o período normal de funcionamento da unidade hoteleira localizada num mosteiro cuja antiguidade se confunde com o próprio tempo da nacionalidade.

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BIBLIOTECA MUNICIPAL DE BARCELOS RECEBE (DES)FIGURADO

Exposição de Lurdes Rodrigues

A Biblioteca Municipal de Barcelos recebe no próximo sábado, dia 12 de maio, às 17h00, a exposição (Des)Figurado de Lurdes Rodrigues, que estará patente até ao fim do corrente mês.

Ao todo são dezassete telas reunidas em torno da série que dá o nome à exposição (Des)Figurado, onde a artista revela uma produção diversificada e uma reflexão sobre o tema escolhido, que é uma homenagem ao figurado de Barcelos.

Da sua obra, destaca-se um período inicial muito próximo da corrente artística surrealista, caracterizando-se por uma narrativa simbólica, recorrendo a composições figurativas com forte ligação ao real, refletindo ainda o que somos, figurativo ou não, materializando-se em formas, cores, movimento, simetria e sentimentos que ficam registados implicitamente numa outra dimensão.

Maria de Lurdes Rodrigues nasceu em Priscos, Braga, em 1957, e reside em Vimieiro, Braga.

É licenciada em Artes Plásticas - Pintura pela Faculdade de Belas Artes do Porto, possui ainda uma Pós-Graduação em Ensino Especial. É associada nos grupos artísticos GALG e CELANO. A sua primeira exposição ocorreu em 1993, tem participado desde então com regularidade em exposições individuais e coletivas em Portugal e Espanha.

O seu interesse pela pintura surgiu na adolescência influenciada de forma positiva por uma professora de artes, que lhe abriu os horizontes para a criatividade.

Até aos trinta anos, dedicou-se à família, deixando pendente o seu percurso académico. Com a vida familiar estabilizada, retomou os estudos, tendo concluído a licenciatura em Artes Plásticas - Pintura na Faculdade de Belas Artes do Porto, iniciando a sua atividade profissional no ensino, onde encontra atualmente.

Nos últimos anos recebeu alguns prémios de pintura atribuídos por entidades institucionais nacionais.

RITA SÁ LIMA EXPÕE EM PONTE DE LIMA

Exposição “Quantos Dias Fui Feliz Quantos Serei” na Torre da Cadeia Velha em Ponte de Lima

O Município de Ponte de Lima vai inaugurar amanhã, 4 de maio, às 17 horas, na Torre da Cadeia Velha, uma exposição de pintura da autoria da jovem limiana, Rita Sá Lima.

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A amostra tem como ponto de partida “um poema escrito pela mãe da autora, e que dá o título à exposição “Quantos Dias Fui Feliz Quantos Serei”. Reflete emoções, vivências – sofrimento, felicidade e procura. Reflete uma viragem, um ponto de partida.”

Rita Sá Lima, artista plástica, é licenciada em Artes Plásticas e mestre em pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Trabalha numa linguagem criada a partir do desenho cego, no qual são feitos os movimentos percetivos do objeto, sem olhar para o suporte, que posteriormente alia à pintura, onde a cor e a gestualidade tomam o papel principal.

Já participou em diversas exposições coletivas, e já expôs individualmente, tendo recebido duas menções honrosas, nomeadamente no XXVIII Salão de Primavera 2015 e Galeria de Arte do Casino Estoril.

A pintura da artista limiana Rita Sá Lima, em exposição na Torre da Cadeia Velha, de 4 a 25 de maio. Visite de segunda a domingo, das 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 17h30.

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PINTORA GALEGA MARTA CABALEIRO EXPÕE EM MONÇÃO

Encontra-se patente ao público até ao dia 30 de maio, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, a exposição de pintura da artista galega Marta Docampo Cabaleiro, intitulada "Camiños de Auga".

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Sinopse da exposição, segundo a artista: «O nome de esta exposición vai ligada a forma de pintar en acuarela, a auga como compañeira de creación. E contando cos seus caprichos, imposicións e maravillosos imprevistos vou creando a miña obra. Camiños de auga e unha recopilación de obras de diferente temática cuio nexo de unión e o medio utilizado, a auga. O fluir de auga e pigmento e para min algo hipnótico».

A entrada é livre!

ARTISTAS GALEGOS EXPÕEM EM BARCELOS

Galeria de Arte apresenta exposição de Maria Casal e Francisco Pazos

É inaugurada sábado, às 18h00, na Galeria Municipal de Arte, a exposição “Diálogo de Cor e Volume”, da pintora Maria Casal e do escultor Francisco Pazos. A exposição estará patente até 24 de junho.

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Em “Diálogo de Cor e Volume” fundem-se duas artes, a pintura e a olaria. Nas palavras de Tere Suárez, crítica de arte e comissão da exposição, esta exposição trata-se de “uma ampla visão da obra de dois criadores galegos, que compartilham a maneira de olhar e a incansável necessidade de experimentar, na tentativa de captar o instante e transformá-lo em eterno”.

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Maria Casal, nascida em 1954, em Catoira, Pontevedra, começou a expor em 2004, contando, desde então, com dezenas de exposições individuais e coletivas, no seu país de origem, e vários prémios em mostras de arte.

Francisco Pazos, nasceu em 1961, em Meaño, Pontevedra. Professor de escultura, entre 1990 e 1997, na Escola de Canteiros, onde se formara. Logo no início de carreira, em 1983, foi laureado na Bienal de Pontevedra com uma bolsa destinada a novos valores e, ao longo dos anos, a sua obra tem sido por diversas vezes premiada. 

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ANABELA VEIGA EXPÕE PINTURA EM PÓVOA DE LANHOSO

Anabela Veiga expõe "Arte com Alma" na galeria do Theatro Club

Abre no próximo sábado, dia 14 de abril, pelas 15h30, a exposição de pintura da autoria de Anabela Veiga, intitulada "Arte com Alma".

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Esta mostra fica patente até ao próximo dia 27 de abril e pode ser apreciada de terça a sexta-feira, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30. Havendo espetáculos, pode ainda ser apreciada das 20h30 às 24h00.

Anabela Veiga nasceu em 1968 na cidade de Braga.

Tendo gosto pela arte desde que se conhece, foi na pintura que sempre se reviu.

Pouco a pouco foram surgindo esporadicamente umas pinturas, no entanto, tudo despoletou em 1999 quando resolveu decorar a sua nova casa com as suas próprias obras.

Entretanto, devido a um novo projeto de vida, a pintura ficou um pouco “adormecida”, só voltando a pintar de corpo e alma em 2012.

Cada uma das suas obras reflete o seu estado de espírito do momento, o seu estado de alma. Daí chamar “Almas" às suas obras. A pedido de familiares e amigos, começou a expor os seus trabalhos em diversos locais do nosso país e também no estrangeiro, com uma exposição permanente numa galeria em Pretória, África do Sul.

Nas suas obras, trabalha a conjugação de cores interligadas com diversas texturas em massas de relevo, procurando evidenciar cada emoção presente na altura, desafiando quem as aprecia a tentar imaginar o estado de espírito, as emoções pessoais, o sentimento… a alma de cada tela.

ARTISTA LUÍSA FERNANDES EXPÕE EM PONTE DA BARCA

“A Arte de Começar” apoia artistas barquenses. Segunda exposição patente até ao final do mês na Loja Interativa do Turismo

Segunda exposição integrada no projeto "A Arte de Começar" a cargo de Luísa Fernandes, uma barquense que estuda Artes e design, na Escola Superior de Educação de Coimbra e para quem a arte é uma forma de se expressar.

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A “Arte de Começar” foi lançado pela autarquia de Ponte da Barca e tem como intuito a promoção dos artistas do concelho que, embora não tenham um vasto currículo na área da arte, sentem um grande fascínio pelo mundo dos trabalhos manuais.

A mostra vai estar patente na Loja Interativa de Turismo até ao dia 30 de abril, podendo ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h às 13h e das 14h às 18h, e ao sábado, das 10h às 13h.

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SANTIAGO BELACQUA ESPÕE "CRISTO SUSPENSO" EM PONTE DA BARCA

“Cristo Suspenso” de Santiago Belacqua esteve em exposição em Ponte da Barca

Depois de um mês em exposição, Ponte da Barca despede-se da mostra “Cristo Suspenso” de Santiago Belacqua, que contempla quadros de pintura e arte digital que mostram uma outra forma de ver a religiosidade. As cores fortes, uma luminosidade sumptuosa, um cenário quase transcendental e a imagem de um Cristo sempre em elevação mostram como a arte sacra contemporânea pode ser hoje um excelente elemento de inspiração cristã.

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“Estamos perante um artista plástico que aliou a pintura à arte digital, criando obras que desafiam o público à reflexão, à fruição e à vivência de sentimentos e emoções”, diz a Vereadora da Cultura de Ponte da Barca, Maria José Gonçalves, para quem foi “um privilégio poder exibir nos Paços do Concelho uma das coleções da obra de Santiago Belacqua, cuja grandeza  está na qualidade e diversidade da sua obra, mas está de igual modo no seu desprendimento material e na sua generosidade.”

E no término desta exposição, Santiago Belacqua presenteou o Município com uma extraordinária obra alusiva aos monumentos mais icónicos do Concelho de Ponte da Barca, nomeadamente a Ponte Medieval, o Mosteiro de Bravães, o Castelo de Lindoso, o Mercado Pombalino, a Igreja da Misericórdia e o Pelourinho.

Recorde-se que esta coleção de Santiago Belacqua tem atraído muitas atenções pela forma como aborda a cristandade e a sua simbologia, com recurso a técnicas inovadoras, criativas e pela forma como passa a imagem de fé.

SÉRGIO ASTORGA EXPÕE PINTURA EM BARCELOS

Pintor mexicano Sérgio Astorga expõe na Biblioteca Municipal de Barcelos

A Biblioteca Municipal de Barcelos acolhe, entre 7 de abril e 5 de maio, a exposição de pintura e desenho “Os Galos”, de Sérgio Astorga.

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Sérgio Astorga, artista plástico, natural do México a residir na cidade do Porto, apresenta um olhar diferente sobre o galo.

A exposição poderá ser visitada, de segunda a sexta, das 9h30 às 18h00 e, aos sábados, das 9h30 às 12h30.

Informação adicional:

Sérgio Astorga licenciou-se em Comunicação Gráfica na Escola de Artes da Universidade Nacional Autónoma do México (UNAM).

Ilustrou diversos livros e uma obra sua está reproduzida em lenços de seda natural, por Pineda Covalin S.A. de C.V. na série “Pintores Contemporâneos”, México.
Tem participado em diversas exposições individuais e coletivas, tais como, “Entrelaçados”, Galeria Vantag Bombarda, Porto (2013), Galeria Montessori School, Withwe Rock, New Mexico, USA (2010), “Com Paz“, Modo Urbano, Porto (2008) e “Olhares”, Associação Tane Timor, Porto (2007), (individuais) e XXX Exposição dos Sócios da Árvore, Galeria Municipal de Matosinhos (2017), Center for the Arts, Chicago, USA (2016) e “Catrina”, Centro Cultural Arte Contemporânea, cidade do México (2016).

OBRA DA FUNDAÇÃO CUPERTINO DE MIRANDA INTEGRA EXPOSIÇÃO DO MUSEO REINA SOFIA, EM MADRID

“Pessoa. Toda arte es una forma de literatura” mostra o tríptico “A Vida. Esperança, Amor, Saudade” de António Carneiro

O tríptico “A Vida. Esperança, Amor, Saudade” de António Carneiro, uma das obras mais emblemáticas da Fundação Cupertino de Miranda, de Vila Nova de Famalicão, integra desde o início de fevereiro, a exposição dedicada a Fernando Pessoa, que está patente no Museo Nacional Centro de Artes Reina Sofia, em Madrid, até ao próximo dia 7 de maio.

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“Pessoa. Toda arte es una forma de literatura” é o nome da exposição que reúne mais de 160 obras de arte (pintura, desenhos e fotografia) de cerca de 20 artistas, como José de Almada Negreiros, Amadeo de Souza-Cardoso, Eduardo Viana, Sarah Affonso, Júlio, Sonia e Robert Delaunay, entre outros, da história do Modernismo em Portugal.

“A Vida” é um tríptico de pinturas a óleo sobre tela datado de 1899-1901 do artista português da corrente do simbolismo António Carneiro (1872-1930), tendo sido uma doação de Arthur e Elzira Cupertino de Miranda à coleção Fundação Cupertino de Miranda.

Esperança, Amor e Saudade são os títulos dos três painéis, e neles os motivos figurativos simbolizam situações existenciais, integrando-se assim a obra no movimento simbolista do fim do século XIX.

De resto, um dos objetivos da exposição é aproximar o espectador do pouco conhecido cenário vanguardista português desenvolvido entre 1914 e 1936.

Comissariada por Ana Ara e João Fernandes, a exposição procura dar a conhecer a, vigorosa mas quase desconhecida, vanguarda portuguesa que se desenvolveu no início do Séc. XX, onde Fernando Pessoa teve uma intervenção muito ativa pelos seus escritos e suas propostas artísticas. Fernando Pessoa é a figura central desta mostra sendo a partir da sua obra que se desenha a exposição.

De acordo com o diretor da Fundação Cupertino de Miranda, António Gonçalves, “esta é uma exposição que reúne de uma forma singular e pela primeira vez obras de um período marcante das nossas vanguardas do início do Séc. XX. Uma viagem no tempo onde literatura e artes plásticas tiveram uma força muito intensa para criar novas soluções de entendimento e de reflexão. Hoje temos nesta exposição uma especial visão que muito pode contribuir para estudos mais elaborados e relações mais arrojadas daqueles que se empenharam a criar alternativas e dar-nos visões amplas.”

VIANA PAREDES EXPÕE EM FAFE

Um Outro Olhar”: Exposição de Pintura de Viana Paredes na Biblioteca Municipal de Fafe

Está patente ao público até final do corrente mês, na Biblioteca Municipal de Fafe, uma exposição de pintura do artista vimaranense Viana Paredes, sob a designação “Um Outro Olhar”.

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São 17 obras (óleo sobre tela) e dois bustos em gesso, pretendendo o autor, com a exposição, “dar a conhecer “um outro olhar”, sobre pessoas e objetos, que habitam a nossa memória ou o nosso quotidiano. Imagens, muitas vezes, a preto e branco em espaços construídos a cores; memórias recriadas em contextos inesperados e reveladores. A pintura confronta, evoca, observa-nos. Leva-nos a inevitável reflexão sobre o sentido, o(s) significado(s) que se vislumbra, que se adivinha. A beleza, manifesta-se ao afastar-se do agradável, e, quando se alcança, deverá perturbar, mais do que satisfazer”.

Natural de Guimarães (1955), António Gaspar V. Paredes é diplomado pelas Belas Artes do Porto, tendo concluído o curso de Pintura e Escultura em 1980. Desde esta data que se encontra a lecionar Artes Visuais no ensino secundário na Escola Secundária Francisco de Holanda, em Guimarães.

Participou em exposições coletivas e realizou uma exposição individual na Sociedade Martins Sarmento, em Guimarães (2013).

Tem obra pública de escultura, em diferentes locais daquele concelho, designadamente, um baixo-relevo, retrato de António de Azevedo (junto à CMG); monumento ao Bombeiro de Guimarães e Caldas das Taipas; estátuas de S. Francisco e de S. Gualter (em frente à Venerável Ordem Terceira de S. Francisco, em Guimarães); também peça escultórica patente ao público na Sociedade Martins Sarmento, bem como retrato a óleo do Dr. Santos Simões, na mesma instituição da cidade de Guimarães.

A exposição está patente no horário de funcionamento da Biblioteca Municipal, de segunda a sexta-feira, ao longo do dia (até às 19h00) e ao sábado até às 13h00.

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SANTIAGO BELACQUA EXPÕE EM PONTE DA BARCA

"Cristo Suspenso" de Santiago Belacqua em exposição em Ponte da Barca até ao dia 06 de abril.

A exposição, que foi inaugurada na noite do passado sábado, contempla quadros de pintura e arte digital de inspiração cristã e um quadro composta por vários ícones do concelho barquense, como a Ponte Medieval, o Mosteiro de Bravães, o Castelo de Lindoso, o Mercado Pombalino, o Pelourinho, entre outros, com o qual Santiago Belacqua quis homenagear Ponte da Barca.

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Esta coleção de Belacqua tem atraído muitas atenções pela forma como aborda a cristandade e a sua simbologia, pelas cores fortes, uma luminosidade sumptuosa, um cenário quase transcendental e a imagem de um Cristo sempre em elevação, pelo recurso a técnicas inovadoras, criativas e pela forma como passa a imagem de fé.

A mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h às 12h30 e das 14h às 17h30.

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PINTOR ARCUENSE MUTES EXPÕE NA GALERIA BAAG EM LISBOA

Exposição é inaugurada no próximo dia 10 de Março

(Manifestações de Desordem Cubista)

Nos dias de hoje o papel de promover uma exposição de obras de arte é de extrema importância. Tanto para o prestígio do espaço de exposição como para o sucesso da exposição em si. Surge assim a baag, uma galeria de arte que se preocupa com todos os detalhes dos projectos artísticos que expõe e com a sua divulgação, o que a tornam uma mais-valia para o artista. Situada em Lisboa, a galeria possui um espaço generoso e sugestivo, dividido em dois níveis, facilitando a exposição de projectos de vários artistas, individual ou colectivamente. Com um círculo de artistas formado e em constante crescimento, surge Mutes.

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A pintura de Mutes remete-nos para o mundo primordial das infâncias do homem, onde a cor comunica com os nossos sentidos e as formas livres nos falam da vida e das lutas entre as sombras e a luz dos desejos. Cada figura que nasce numa tela de Mutes conta-nos uma história, grita-nos as injustiças da nossa sociedade, mostra-nos a luta entre o ter e o ser, aponta o dedo denunciador das elites e do seu poder, revela-nos o cinzentismo da alta finança em confronto com a miséria dos explorados e a alienação das massas pelos media e pelas novas tecnologias. Absorver todos os signos das figuras de Mutes não é um exercício fácil, ele obriga o observador a fazer um exercício de desconstrução do real imediato para o real exposto, a simbiose entre a animalidade dos desejos obscuros e os desejos sonhados.

 A primeira percepção da obra de Mutes ou é conquistada de imediato ou é assimilada após várias observações, onde se vai descobrindo cada figura, cada detalhe conforme Mutes se vai revelando na sua visão do mundo pictórico em percursos tortuosos da exposição que faz dos mundos dentro do mundo para onde nos encaminha e do qual somos parte e figurantes.

Mas depois de nos conquistar e de nos introduzir nesse mundo dentro dos seus mundos, depois de assimilarmos os contornos da cor em simbiose com os ritmos, sentimo-nos parte dessas histórias, actores e participantes de um mundo sonhado e mutante onde a cor é signo de esperança e de alegria fraterna.

Mutes (César de Barros Amorim) nasce em França, Margny Les Compiegne em 1976, regressa a Portugal em 1986, reside actualmente em Arcos de Valdevez. È pintor autodidacta, expõe com regularidade desde 2004. Está representado em diversas colecções nacionais e estrangeiras em vários Continentes, é amante do Cubismo. Já ultrapassou mais de uma centena de exposições, nacionais e Internacionais. Já expôs na Suíça, Suécia, Espanha, Itália, Inglaterra, Alemanha e França, estes Países que já vão fazendo parte da sua (pegada) Artística. Em Outubro de 2016 recebeu o Prémio Art Prize Picasso no Museu do Louvre em Paris, entre outros em território nacional.

Amante do movimento cubista, explora e cria uma coleção que denomina de (Des) Cubismo Contornismo.

Apresentará a sua primeira exposição individual na baag no próximo dia 10 de Março. A galeria baag fica situada na Rua João de Freitas Branco 16 Loja D, 1500-359 Lisboa.

PINTOR SANTIAGO BELACQUA EXPÕE EM PONTE DA BARCA

Santiago Belacqua inaugura exposição “Cristo Suspenso” em Ponte da Barca

O pintor Santiago Belacqua inaugura sábado, 03 de março, às 21h30, no átrio dos Paços do Concelho de Ponte da Barca, a exposição “Cristo Suspenso” que contempla quadros de pintura e arte digital que mostram uma outra forma de ver a religiosidade.

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As cores fortes, uma luminosidade sumptuosa, um cenário quase transcendental e a imagem de um Cristo sempre em elevação mostram como a arte sacra contemporânea pode ser hoje um excelente elemento de inspiração cristã.

Esta coleção de Santiago Belacqua tem atraído muitas atenções pela forma como aborda a cristandade e a sua simbologia, com recurso a técnicas inovadoras, criativas e pela forma como passa a imagem de fé.

A exposição poderá ser visitada até ao dia 06 de abril, de segunda a sexta-feira, das 09h às 12h30 e das 14h às 17h30.

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