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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FALECEU NO BRASIL O ARTISTA MANUEL FÉLIX IGREJAS A QUEM O MINHO MUITO DEVE

Faleceu esta madrugada no Brasil o artista Manuel Félix Igrejas a quem os portugueses em geral e o Minho em particular muito devem pela dedicação e talento que dedicou à sua divulgação. A Casa do Minho no Rio de Janeiro é uma verdadeira galeria de arte do artista.

Manuel Igrejas vinha desde há cerca de um mês lutando contra uma pneumonia. O velório realiza-se em Campinas.

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Um Museu para Manoel Félix Igrejas: A Casa do Minho

Assim como o Bar Arco Teles poderia ser informalmente considerado um verdadeiro museu da obra de Nilton Bravo, pelo fato de posssuir nove paineis do mestre, proclamo hoje que a Casa do Minho, aquela casa portuguesa muito recuada no Cosme Velho poderia, com sobras, ser um Museu Manoel Félix Igrejas, dada a generosa quantidade de suas obras ali.

São sete obras: seis paineis azulejares e uma tela (!). Simplesmente fantástico, inda mais se consideramos que seu trabalho ali se estende por quatro décadas.

Esta que provavelmente é uma das obras mais importantes do Manoel em nossa cidade -- um lindo painel de 140 azulejos com sua típica moldura colocada no restaurante Costa Verde -- é de 1971. Neste mesmo ambiente uma pintura sua a óleo (!) retratando moinhos minhotos, de 1983. Nota-se que a pintura já sofreu cortes. Antes de se chegar ao restaurante, um belo painel dedicado à Nossa Senhora da Conceição do Sameiro, de 2010, onde Manoel, ao retratar os anjos, pode dar voz à sua veia naïf.

Colocado no alto de uma escadaria, só sendo possível a visualização para quem desce, outro grande painel quadrado de 121 azulejos de 2009 em que o pintor português homenageaia sua mulher Margarida, que o ajudava com as tintas.

Subindo um pouco mais, descobrimos um fonte com outro painel do Manoel, desta feita de 2005. Novamente motivos minhotos, a pudica minhota ounvindo os flertes de um Santos Dumont. Em local a que não tive acesso, outro pequeno painel com poema tecendo loas ao Minho.

E só na saída nos deparamos com outra pequena, notável, obra do Igrejas, de 2012. Na entrada, porém perceptível apenas para quem sai : um Afonso Henriques de espada na mão, incomum em Igrejas por ser no tradicionalíssmo azul e branco português.

Não por acaso Manoel Félix Igrejas foi homenageado com uma sala de cultura.

Fonte: http://avidanumagoa.blogspot.com/

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PINTOMEIRA EXPÕE EM VIANA DO CASTELO “FACES DAS MADONAS DO RENASCIMENTO"

Exposição encontra-se patente na Galeria da Santa Casa da Misericórdia de Viana

A cerimónia de abertura desta mostra vai acontecer no próximo sábado, dia 4 de Abril, pelas 17,30 horas, estando desde já a despertar forte expectativa, dado a mesma integrar apenas quadros do seu novo tema, o décimo quinto, numa demonstração de que a insubmissão e a procura da diferença foi sempre a sua melhor característica ao longo de uma carreira de 52 anos de pintura.

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Pintomeira é natural de Deocriste, concelho de Viana do Castelo, e um dos mais conceituados artistas plásticos, sobretudo nas áreas da pintura, fotografia e ilustração.

Em Amesterdão, capital da Holanda, durante a década de 1970 e, ainda, no seu período surrealista, Pintomeira foi fortemente influenciado pelos temas dos pintores do Renascimento, principalmente os alusivos à mitologia greco-romana. Salientamos as obras Leda e o Cisne de 1977, Apollo e Daphne e Júpiter e Antiope, de 1978.

Com este novo trabalho, Faces de Madonas do Renascimento, o seu 4º tema relacionado com o rosto feminino (Faces 2003, Outras Faces 2010 e Novas Faces 2016), Pintomeira revisita a obra renascentista, sendo, agora, influenciado pelas devotas e piedosas faces das Madonas produzidas durante esse admirável período da história da arte. Se a sua expressão devota e contemplativa nos remete para as obras de temática religiosa produzidas durante o renascimento, estas faces são interpretações individuais de desenho simples e de ausência da lógica nas proporções, portanto, já de estilo maneirista.

Com o título “Faces de Madonas do Renascimento”, Pintomeira apresenta trabalhos em técnica mista sobre tela, sobre papel de fotografia colado em placa de PVC e sobre cartão. Ele usa tintas acrílicas, grafite e pastel para a preparação de um fundo de linguagem abstracta. O seu enérgico e marcante estilo continua presente no desenho das faces das madonas, utilizando o seu, já característico, forte e denso contorno. São recorrentes as figuras geométricas, o tracejado, os drippings e o design gráfico.

A pintura é, na sua quase totalidade, monocromática, onde predominam o preto e o branco e as respectivas gradações de tons cinza. Algumas obras apresentam-se com pequenas manchas de cores primárias.

A Faces de Madonas do Renascimento conduziram assim Pintomeira à produção do seu 15º tema, numa já longa e multifacetada carreira, onde se encontram, também, a fotografia a arte digital e a ilustração.

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MUNICÍPIO DE ESPOSENDE MOSTRA PINTURA DE FERNANDO ROSÁRIO

Abriu esta sexta-feira ao público, no Museu Municipal de Esposende, a exposição "Vita Christi", do pintor esposendense Fernando Rosário. A mostra é complementada com peças de arte sacra de autores consagrados, inserindo-se nas solenidades da Semana Santa, mas a exposição estará patente até 31 de maio.

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Segundo o presidente da Câmara Municipal de Esposende, "o apoio à cultura local é uma obrigação do Município", razão pela qual há um projeto para o concelho que passa pela valorização do espólio de Ventura Terra, Viana de Lima, Henrique Medina, Manuel Boaventura e Belemino Ribeiro, entre outros, mas que contempla o apoio a artistas contemporâneos.

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"As medidas adotadas visam o benefício da comunidade. As políticas são direcionadas na educação para a cultura e preservação do património que é nosso", sublinhou Benjamim Pereira, agradecendo a Fernando Rosário por disponibilizar a sua obra à fruição da população.

O pintor revelou o seu sonho de ver as suas obras "reunidas num local próprio, principalmente as que versam temas locais".

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COLETIVO DOZE D’ARTE EXPÕE NO BRAÇO DE PRATA EM LISBOA

Vai estar patente ao público na Fábrica Braço de Prata em Lisboa (FBP), no próximo dia 4/04/2019 pelas 19:00 h, uma exposição de pintura do Coletivo Doze D´Arte. Este coletivo, são um grupo de amigos pintores que se juntaram através de um convite do pintor Arcoense Mutes, para realizarem uma exposição no Porto, em que o nome da mesma era Doze D´Arte, assim ficou registado o coletivo.

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Os 12 artistas que enquadram este Coletivo, são:

Ana Camilo - Lisboa

Carl Godinho - Estremoz

Carlos Saramago - Mação

Dila Moniz - Caldas da Rainha

Luiz Morgadinho - Seia

Alua & Polen - Melgaço

Martinho Lima - Guimarães

Miguel Moreira e Silva - Bragança

Mutes -Arcos de Valdevez

Paulo Sanches - Algarve

Raf  Cruz - Lisboa

Vitor Zapa - Braga

Ninguém sabe muito bem o que a Fábrica é.

A FBP é um edifício meio abandonado, vestígio do lugar da administração da antiga fábrica de material de guerra. As suas 12 salas mutantes tanto são salas de concerto, como galerias de arte, gabinetes de curiosidades, estúdio de cinema, atelier de artes plásticas, oficina de ourivesaria, loja de roupas usadas e de outras coisas a usar, salas de jantar, bar, ou simplesmente livrarias. A FBP fica situada na Rua da Fábrica de Material de Guerra, 1 1950-128 Lisboa.

PINTOR ARCUENSE MUTES EXPÕE NA SUÉCIA

Mutes em exposição coletiva na Suécia

Através de um convite da galeria “Wagner Art Gallery” e da sua curadora Laetitia Wagner, o pintor Arcuense Mutes foi convidado juntamente com outros Artistas Nacionais e Internacionais a expor na cidade de Gotemburgo, na Suécia.

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Esta exposição tem como tema (A Ressurreição). Cada um dos Artistas através da sua linguagem pictórica, expressou-se, mostrando agora a sua forma de fazer Arte nesta cidade de Gotemburgo.

Os Artistas Nacionais e Internacionais que compõe este coletivo são: Suécia (T. Björk). Portugal (Sónia Queimado Fonseca), (Marta Baptista), (Pedro Rafael Cruz), (Mutes). Itália (Alessio Bolognesi).Tunísia (Lo Lostlines). República do Togo (Trez Folly). França (Spiderguile)

MESTRE FILIPE PEREIRA MOSTROU EM CELORICO DE BASTO A ARTE DE PINTAR EM PORCELANA

“Em segundos nasce uma obra de arte”

Foi no âmbito do mês das camélias que o Município de Celorico de Basto promoveu o workshop “Pintura em Porcelana”, uma arte apresentada pelo mestre Filipe Pereira, madeirense, que tem vindo, desde os 21 anos, a apresentar a pintura em porcelana pelo mundo. A ação decorreu no atelier de cerâmica, no dia 09 de março com o apoio do professor de cerâmica, Vitor Resende.  

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Um artista altamente conceituado na arte de pintar em porcelana que mostrou aos presentes, neste workshop, algumas das principais técnicas utilizadas desde o óleo mole, a texturas, o relevo, para criar as obras-primas apresentadas. Depois de pintadas essas obras são colocadas a temperaturas de 800 graus tendo em conta os materiais utlizados para adquiri o formato desejado.

O artista pintou sobretudo flores, tendo incidido em trabalhos com camélias, lembrando que estamos no mês das camélias, mas pinta também rostos, animais, preferindo objetos concretos ao abstrato.

 “Descobri esta vocação quando tinha 12 anos e a partir desse instante fui aperfeiçoando esse talento. Apesar das reticências dos meus pais nunca mais deixei de pintar em porcelana e desde os 21 anos tenho vindo a levar esta arte pelo mundo fora” salientou o mestre Filipe Pereira.

O entusiasmo de quem assistia e participava no workshop era prova evidente do trabalho deste artista como nos referiu Ana Maria, participante vocacionada para a pintura. “ Eu olho para a pintura como uma forma de relaxamento, é algo que me deixa tranquila e hoje estou encantada, gostei muito deste workshop, o mestre é de facto extraordinário no trabalho que apresenta”.

Todos os participantes no workshop usaram algumas das técnicas apresentadas numa peça de porcelana que foi devidamente transformada em arte pelo mestre Filipe Pereira. Essas peças foram ao forno a 800 graus e serão entregues oportunamente a todos os intervenientes.

O mestre Filipe Pereira já percorreu mais de 106 países na apresentação da sua arte e irá estar na próxima semana na Coreia do Sul a apresentar mais um workshop em pintura em Porcelana.

No mesmo dia decorreu o espetáculo “ballet da Camélias” com o cineteatro dos bombeiros voluntários pleno para assistir aos momentos artísticos apresentados. Um espetáculo produzidos por estúdio 89.

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PINTOR ARCUENSE MUTES PARTICIPA NO PORTO EM COLETIVA DE PINTURA

Exposição Coletiva de Pintura “Art Without Stigmas”

No próximo dia 2 de Março, na Galeria 60-62 Art Gallery, situada na Rua São João, nº 62, no Porto, vai estar patente uma exposição coletiva de pintura, denominada “Art Without Stigmas”. Nesta exposição que conta com a participação de 12 artistas, estará o Arcoense Mutes.

O objetivo primordial deste evento, é dar a conhecer ao público a forma como estes 12 artistas plásticos, com percursos de vida e artísticos significativamente distintos, percepcionam o Mundo e o estado atual da nossa Sociedade através da sua Linguagem, a Arte. Os artistas que vão expor nesta colectiva são.

- André Gigante

- Elisa Costa

- Jacqueline de Montaigne

- Laura Hidalgo

- Leonor Sousa

- Madina Ziganshina

- Manuel Gomes

- Mutes

- Patrícia Ferreira

- Rita Ravasco

- Rita Vidigal

- Third

Esta exposição estará patente até ao dia 31 de Março.

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JÚLIA BARREIRO E RAMÓN CRESPO EXPÕEM ESCULTURA E PINTURA NA CASA MUSEU DE MONÇÃO

Encontra-se patente ao público até ao próximo dia 29 de março, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, a Exposição de pintura e escultura "Mezclum" e "Momentos", dos artistas Júlia Barreiro e Ramón Crespo.

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Trata-se de uma exposição de pintura em aguarela intitulada "Mezclum" da artista espanhola Júlia Barreiro. No mesmo espaço pode também apreciar as peças do escultor Ramón Crespo subordinadas à temática "Momentos".

Segundo os artistas: 

«Mezclum, como o próprio nome sugere, existem duas fases mistas da minha pintura. Uma mais figurativa, onde capto o prazer de observar coisas, tecidos, bolas de lã, abóboras, com outra mais feminina e expressiva, onde o protagonismo é reservado para as mulheres. São aguarelas que expressam seus sentimentos, com uma técnica característica de toda a minha pintura» (Júlia Barreiro).

«Momentos, é um conjunto de peças de cerâmica, escultura em madeira, técnica Raku, onde a oliveira e o carvalho são os mais importantes. Supõem momentos de criação nos quais modelos espontâneos e tamanhos não estabelecidos surgem livremente. "Momentos" reúne pinceladas de todas as minhas esculturas criativas» (Ramón Crespo).

A entrada é livre!

Muito agradecemos a sua visita e a melhor divulgação da exposição.

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

sábado: das 14h00 às 18h00

domingo e segunda feira: encerrada

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ALEXANDRE CONEFREY EXPÕE EM FAMALICÃO

“Anima Mea” de Alexandre Conefrey para ver até maio na Ala da Frente. Exposição foi inaugurada no passado sábado e tem entrada livre

Depois da Fundação Calouste Gulbenkian, do Centro Cultural de Belém, da Fundação de Serralves ou da Andrew Mummery Gallery, em Londres, os trabalhos de Alexandre Conefrey chegam agora à Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão.

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O artista lisboeta esteve no passado sábado, dia 9, no concelho famalicense para inaugurar “Anima Mea”, uma exposição que vai estar patente na galeria de arte contemporânea até dia 18 de maio.

Comissariada por António Gonçalves, a exposição explora o confronto do artista com uma cadeia de impossibilidades do mundo interior e exterior, material e espiritual. Composta por 28 desenhos, a mostra remete para um universo da pintura de Brueghel, pintor Flamengo do Séc. XVI.

Segundo António Goncalves, “o uso da linguagem do desenho e a exploração das expressividades do carvão suscitam uma particular atenção para as formas que surgem e se organizam em cada plano da folha de papel. Formas que partem das estruturas da torre e dos moinhos. Alusões, parecenças, revelações, aproximações, são repostas que se propõem nas manchas, nas linhas, nas texturas que Alexandre Conefrey plasma na folha de papel. É partir das quais que somos levados ao universo da simbologia, da presença do fazer histórico, em que cada autor deu por meio da imaginação sentido às formas que nos são familiares, mas nem sempre percetíveis.”

Alexandre Conefrey nasceu em Lisboa em 1961, onde vive e trabalha. Fez o curso de desenho no Ar.Co, em Lisboa entre 1993 e 95 e foi bolseiro no Royal College of Art, em Londres. As suas obras estão presentes em diversas coleções: AR.CO; Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; CAM, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Coleção António Cachola; Ministério dos Negócios Estrangeiros; Fundação Carmona e Costa; Coleção de Arte Fundação EDP; e diversas coleções privadas.

A exposição propõe, assim, uma atenção à simplicidade do gesto e às suas potencialidades de expressão e investigação enquanto meio para reter as possibilidades da representação.

Com entrada livre, as portas estão abetas de terça a sexta-feira, das 10h00 às 17h30 e aos fins-de-semana das 14h30 às 17h30.

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DOZE D´ARTE NA GALERIA DAYS ARE

Vai estar patente ao público na Galeria DAYS ARE, situada na rua Miguel Bombarda, nº 124 sala A, na cidade do Porto, uma exposição coletiva de pintura denominada Doze D´Arte.

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Esta exposição vai patentear obras de pintores de Norte a Sul do Pais, sendo este um coletivo de Artistas onde cada um dos seus intervenientes, prima pela sua forma de fazer Arte.

A exposição é inaugurada no próximo sábado dia 16-02-2019, com vernissage pelas 16:00, até ás 20:00 h, sendo a curadoria a cabo de Aurelina Dias.

Os artistas que ingressam esta exposição, são: Alua Polen, Ana Camilo, Carl Godinho, Carlos Saramago, Dila Moniz, Luiz Morgadinho, Martinho Lima, Miguel Silva, Mutes, Paulo Sanches , Pedro Raf , Vitor Zapa.

BRAGA ACOLHE EXPOSIÇÃO DE PINTURA E ESCULTURA

Casa dos Crivos acolhe exposição de Maria Casal e Francisco Pazos

No dia 8 de Fevereiro, às 18h00, o Município de Braga inaugura na Casa dos Crivos a exposição de pintura e escultura “Espazo e Tempo Compartidos”, de Maria Casal e Francisco Pazos.

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Esta mostra resulta de uma selecção de obras contemporâneas, pictóricas e escultóricas, de carácter artístico, abstracto e figurativo, de evidente beleza e de uma singular expressividade e sensibilidade, capaz de fundir-nos num silêncio cheio de vida.

Assim, formam este especial universo María Casal e Francisco Pazo, dois artistas ligados pela essência de contrastes da matéria, experimentando sensações, num conceito de emoção, força e pura criatividade, envoltas num sentimento de harmonia, que desvendando um mundo mágico, são capazes de fazer-nos antever o seu espaço, num espelho doutros tempos e noutra dimensão.

A exposição estará patente ao público até ao dia 03 de Março. A entrada é livre

‘RETROSPETIVA 2018’ INAUGURA SÁBADO EM CAMINHA... E SEGUE PARA VILA PRAIA DE ÂNCORA

Anuário de pintura dá a conhecer o trabalho de 20 artistas na Galeria de Arte Caminhense

A Galeria de Arte Caminhense inicia o ano com o anuário de pintura ‘Retrospetiva 2018’. Esta mostra reúne as obras cedidas ao Município pelos artistas que escolheram a Galeria de Arte Caminhense para expor o seu trabalho durante o ano de 2018. A exposição inaugura sábado, dia 19 de janeiro, e permanecerá aberta ao público até 24 de fevereiro.

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A exposição Retrospetiva dá a conhecer, no início de cada ano, a atividade da Galeria de Arte Caminhense, espaço cedido a vários artistas para exporem a sua obra. Para além de divulgar o trabalho de cada um dos artistas, esta exposição pretende ainda aproximar os públicos das artes plásticas.

O anuário de pintura é composto pelo trabalho de 20 artistas que em 2018 expuseramna Galeria de Arte Caminhense. Esta coletiva reúne trabalhos de Nelly Rodriguez Sánchez, Charo Trigo, Mário Rebelo de Sousa, Conception Quadrado, Lucie Esteve, Cachi, Rego Meira, Puskas, Vitor Carneiro, Maria Rosário Pedro, Dacha, David Lopes, Santarelli, Maria Cândida Enes, Maria Mondim Pereira, Célia Rebelo Silva, João Barros, Márcia Babosa, Rosa Calisto e Joana Rita Nogueira Rodrigues.

Depois de Caminha a exposição ruma a Vila Praia de Âncora. Na Galeria Guntilanis, em Vila Praia de Âncora, abre no dia 2 de abril onde ficará até dia 28.

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TERESA RICCA INAUGUROU HOJE EM BRAGA EXPOSIÇÃO DE PINTURA E FOTOGRAFIA SUBORDINADA AO TEMA “A PEDRA DAS MINHAS RAÍZES”

Teve hoje lugar no Palácio do Raio, em Braga, a cerimónia de inauguração da exposição da artista Teresa Ricca contou com a presença do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Braga, do Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Braga, e do respectivo Presidente da Mesa da Assembleia Geral desta instituição.

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De acordo com a artista, esta exposição de pintura e fotografia apresentou “detalhes da minha cidade, da cidade que me viu nascer, da cidade que me formou, da cidade que vejo mudada dia após dia, mas que ainda conserva muito do meu mundo. Trabalhos em que misturo o real fotografado com a pintura das minhas emoções.”

A vida de Teresa Ricca começou em Braga nos anos sessenta. A formação artística, pouco depois, no curso de “Desenho têxtil e arte dos tecidos” na Escola Carlos Amarante. A actividade criativa tornou-se imperiosa e leva-a, eleger as tintas e os pincéis, e mais tarde a máquina fotográfica, como canais privilegiados para o seu trabalho. A dominante comum a todo o seu percurso está na constante procura de formas e recursos técnicos.

Durante muitos anos, o seu trabalho fechava-se em espaços particulares, mas desde 2009 com o primeiro convite para integrar a bienal d’ArtVez que se tem apresentado de forma regular em espaços públicos, quer por participar em iniciativas colectivas quer com exposições individuais tanto de pintura como de fotografia.

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Apoiando a sua mais recente obra nos espaços saudosos da infância – mas sempre presentes na vivência da cidade bimilenar – Teresa Ricca quer partilhar com o público a “Pedra das minhas raízes”, título que dá o mote à exposição.

Solicitadora por formação, a primeira incursão artística foi com o curso de “Desenho têxtil e arte dos tecidos”, na Escola Carlos Amarante. A actividade criativa tornou-se imperiosa e levou-a a eleger as tintas e os pincéis, e mais tarde a máquina fotográfica, como canais privilegiados para o seu trabalho. A dominante comum a todo o seu percurso está na constante procura de formas e recursos técnicos multidisciplinares.

Durante muitos anos, o seu trabalho fechava-se em espaços particulares, mas desde 2009 que se tem apresentado de forma regular em espaços públicos, quer por participar em iniciativas colectivas quer com exposições individuais (tanto de pintura como de fotografia).

Desde 2017 é membro da Direcção da Cooperativa Artistas de Gaia e responsável pelo Polo de Braga da 3ª Bienal Internacional de arte de Gaia.

Presentemente, a imaginativa e polivalente artista bracarense frequenta a licenciatura de Artes Plásticas e Tecnologias Artísticas, no Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

Destarte, será uma honra contar com a presença dos V/ profissionais, no dia 12 Janeiro, às 15h00, permitindo que o Palácio do Raio partilhe com o mundo as cores e as imagens da cidade Augusta.

Percurso da artista plástica Teresa Ricca

2018 – Artista convidada para o Instantes – Festival Internacional de Fotografia de Avintes. Participação em exposição individual com o título “HÁ MUITO MAR, EM TERRA”.

2018 – Artista convidada para o projecto/revista anual PELÍKULA – Exposição/lançamento - no Teatro Nery - Matosinhos.

2018 - Participação na Exposição coletiva de fotografia “Para lá do muro há vida” – Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa - Braga

2018 – Participação na Exposição coletiva “Biblioteca” – Artistas de Gaia – Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia

2018 – Participação na exposição de artes plásticas da “Divesexcity” - Galeria Geraldes da Silva, Porto

2018 - Exposição individual de pintura "Mulheres com história(s)" - Casa Museu de Monção / Universidade do Minho

2018 - Participação por convite na 16ª edição "ARTIS" - Casa das Artes – Seia

2018 - Participação por convite com quatro trabalhos na colectiva 30x30, Galeria Geraldes da Silva, Porto

2018 - Participação na colectiva de fotografia "modos de ver" – Porto

2017 - Artista convidada para a Bienal “d’Art Vez”

2017 - Participação na colectiva de solidariedade por Pedrogão Grande - Casa do Desenho / Fundação Júlio Resende – Gondomar

2017 - Exposição dos sócios da Cooperativa Artistas de Gaia - Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia

2017 – Artista selecionada na ART-MAP moving curatorial project – Braga

2017 – Artista selecionada na 1ª Lethes Art – Ponte de Lima

2017 – Artista selecionada na 2ª Bienal de Gaia – Vila Nova de Gaia

Trabalhos expostos na exposição/concurso e nos pólos de Vila Nova de Cerveira, Barcelos e Figueira da Foz

2017 – Distinguida com Menção Honrosa no IX Concurso de Fotografia “Semana Santa, Braga”.

2017 – Artista convidada para integrar a exposição colectiva (fotografia) “O Douro não é um rio” – Quinta do Ervedal – Mezão Frio

2017 – Exposição individual “PERSONAGENS” (pintura sobre xisto)

- Maio/Junho na Casa Museu de Monção / Universidade do Minho

2017 – Artista seleccionada para o projecto/revista anual PELÍKULA – Exposição/lançamento - Ordem dos médicos – Porto

2017 – Exposição individual “PERSONAGENS” (pintura sobre xisto)

- Março/Abril no Museu Municipal de Etnografia e História da Póvoa de Varzim

2017 – Participação na exposição colectiva 30x30. Galeria Geraldes da Silva – Porto

2016 - Participação na ART-MAP moving curatorial project, Ponte de Lima

2016 - Participação na exposição colectiva "Arte na Galeria" Organização da Associação da Amizade e das Artes Galego Portuguesa, Galeria Vieira Portuense, Porto

2016 - Participação na exposição colectiva "Arte na Raia", organização da galeria Vieira Portuense, EcoMuseu de Montalegre.

2016 - Participação no "6º Salão Internacional de Arte em Pequeno Formato - 20x20" , organização da AAAGP, Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.

2016 - Participação na exposição colectiva "VISITANDO SETÚBAL", organização da AAAGP na Galeria Artiset, Setúbal

2016 – Distinguida com medalha de prata no Prémio Mário Silva, Centro de Artes e Espectáculo, Figueira da Foz.

2016 – Participação na exposição colectiva "I Solidarte" inaugurada a 29 de Abril na Casa das Artes, Porto.

2016 – Exposição individual “PERSONAGENS” (pintura sobre xisto)

- Março na Casa das Artes, Porto.

- Junho a Outubro, no Museu Abade, Baçal, Bragança.

2016 – Artista selecionada para a representação da “d’Art Vez” na vila do Soajo

2016 – Participação na exposição/venda solidária “A Arte pelo Tiaguinho”, Fundação Escultor José Rodrigues, Porto.

2015 – Artista convidada para a Bienal “d’Art Vez”.

2015 – Exposição individual “PERSONAGENS” (pintura sobre xisto)

(https://sites.google.com/site/personagensdeteresaricca/)
- Setembro/Outubro no Museu D. Diogo de Sousa, Braga.

- Novembro/Dezembro na Fundação Dionísio Pinheiro, Águeda.

2015- Participação no “5º salão internacional de arte em pequeno formato 20x20” organizado pela Associação da Amizade e das Artes Galego Portuguesa, integrando o grupo de artistas representados pela Olga Santos Galeria – Figueira da Foz

2015 – Participação no “Vera World Fine Art Festival” integrando o grupo de artistas representados pela Olga Santos Galeria- Cordoaria Nacional, Lisboa.

2015 - Artista convidada para a exposição colectiva “Água e Fontes Naturais” – Agosto, Termas da Curia, Anadia.

2015 – Artista convidada para integrar a Exposição Colectiva de fotografia “Olhar a Arquitectura” – Galeria Olga Santos, Porto.

2015 – Distinguida com Menção Honrosa no Concurso de Fotografia “Semana Santa, Braga”.
2014 – Artista convidada para integrar o projecto “Porto on the roof”. Exposição colectiva de fotografia na Galeria Diagonal – Vila Nova de Gaia.

2013 – Exposição individual de Pintura “Emoções a óleo”, na Galeria do Restaurante Vindouro – Lamego.

2013 – Artista convidada para a Bienal “d’art Vez”.

2012 – Integrou o projecto “Braga on the roof”. Exposição colectiva na Galeria do Hotel Turismo / Mercure – Braga.

2011 – Participação na Exposição colectiva de fotografia “Movimento”, na galeria Queiroza / Bar Vintage - Arcos de Valdevez.

2011 – Exposição individual de Fotografia “Para além dos limites” na galeria da Junta de Freguesia da Sé – Braga.

2011 – Artista convidada para a Bienal “d’art Vez”.

2009 – Artista convidada para a Bienal “d’art Vez” (ainda sob o nome Maria Teresa Silva).

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TERESA RICCA EXPÕE EM BRAGA PINTURA COM FOTOGRAFIA

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"A PEDRA DAS MINHAS RAÍZES"

Exposição de Pintura/Fotografia

Detalhes da minha cidade, da cidade que me viu nascer, da cidade que me formou, da cidade que vejo mudada dia após dia, mas que ainda conserva muito do meu mundo.

Trabalhos em que misturo o real fotografado com a pintura das minhas emoções.

Inauguração 12 de Janeiro de 2019, no PALÁCIO DO RAIO, em Braga.

PINTOR ARCUENSE MUTES EXPÕE NO PORTO

Arcuense Mutes e colegas, expõe na Galeria Days Are,  Miguel Bombarda, Porto

Foi inaugurada no passado dia 1 de Dezembro, na Galeria Days Are, situada na rua Miguel Bombarda 124 sala A, no Porto, uma exposição de pintura denominada (Coletiva de arte).

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Esta exposição é composta por pintores de diferentes linguagens pictóricas, onde cada um se diferencia do seu trabalho, seguindo uma linhagem muito própria.

Os pintores que se expõe  nesta coletiva, com a curadoria de Aurelina Dias, são: Carla Pinheiro, Dagoberto Silva, Damião Vieira, Denis Oudet, Francesco Pluma, Jorge Marques, José Soares, Mariza Miguelez, Mutes, Odete Pinheiro, Tozé Pais.

A exposição pode ser visitada durante o funcionamento da Galeria, e estará patente ao público até ao dia 9 de Janeiro.

EXPOSIÇÃO EM VIANA DO CASTELO PROMOVE "IGUALDADE DE GÉNERO"

MostrART 2018. Ilustração e fotos sob o tema “Igualdade de Género”

Trata-se da 6ª edição. Depois de ter permanecido no passado mês de Agosto na Estação Viana Shopping, está agora no rés-do-chão dos Antigos Paços do Concelho. Termina já esta semana, sábado, dia 8, e é pena que não se prelongue por mais algum tempo, porque se trata de uma exposição bem diferente do que vai sendo habitual entre nós.

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Diversificada, que é o que faz falta, mas com uma linha forte de unidade no que toca à qualidade. É participada por 30 artistas oriundos de lugares tão longínquos, como Chipre, India, Brasil, República Checa, Polónia ou Turquia, não faltando, obviamente em maioria, portugueses. A criatividade, suportada por imagens bem vivas, ora alegres e desafiadoras, ora enigmáticas e abstratizantes, para obrigar à reflexão de cada um dos visitantes, é bem patente em toda a exposição, fazendo desta um espaço de visita desejada.

A iniciativa é da responsabilidade da Associação Arte Matriz e tem como principal dinamizador o gráfico Ricardo Ferreira, também ele participante e hoje um dos maiores suportes da Associação, na sequência do falecimento de José Marques, o seu fundador. Bem se deseja que a Arte Matriz não perca o seu dinamismo e que saiba apostar em iniciativas patenteadoras da diferença, como acontece neste caso. Viana do Castelo precisa.

Gonçalo Fagundes Meira

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