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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PINTORES MINHOTOS EXPÕEM EM ESPANHA

No passado dia 06 de Agosto, um grupo de intervenção de pintores do coletivo Circol`Artes, esteve presente na cidade de Celanova, na Fundação Curros Enriquez, na Casa dos Poetas, num ato de pintura ao vivo, integrado na exposição Arte Vadia em Celanova, onde durante este evento, foram brindados com a presença musical do músico português West Coast Man.

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Grupo de Pintores Minhotos e Galiza expõem e pintam em Espanha

O QUE É ARTEVADIA?

É um coletivo de artistas da Galiza e do Norte de Portugal que integra o grupo “Circol'Artes” onde partilham uma devoção comum às artes em geral, e à pintura em particular, promovendo atividades que aproximem o processo criativo do público e que surpreendam com a transparência pela qual nasce uma obra artística.

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Os pintores que compõem este coletivo são: Mafalda de Castro (Malouca), Manuel António (Polen), Martinho Lima (Ammil), Mutes, Olga Bernard e Paula da Costa (Alua).

Este evento na Casa dos Poetas foi uma partilha entre as artes plásticas, música e literatura na casa do poeta, Manuel Curros Enríquez, que amava profundamente o seu País, e o que significou num momento da sua vida dar a conhecer a obra de dois sérios contemporâneos Portugueses em Espanha.

A atividade da Arte Vadia não estaria completa sem a presença da música nesta conjunção artística entre as artes plásticas representadas pelo coletivo “Circol’Artes” e a literatura que acompanha a Casa dos Poetas. A inspirar musicalmente, durante este ato, esteve presente o músico de Vizela WEST COAST MAN, um músico intérprete essencial que se define como um “multi-instrumentista autodidata”. Esta exposição vai estar patente ao público até dia 4 de Setembro.

AGOSTINHO SANTOS EXPÕE EM PAREDES DE COURA COM CURADORIA DE VALTER HUGO MÃE: “SARAMAGO SEM ANOS”

até 31 de agosto | Centro Cultural

“Saramago Sem Anos” é a exposição de Agostinho Santos que, de 6 a 31 de agosto, leva ao Centro Cultural de Paredes de Coura mais de 30 obras de pintura e uma instalação de grandes dimensões, criada a partir de embalagens de medicamentos, para abordar a temática Saramaguiana com inspiração nos livros ‘Ensaio sobre a Cegueira’, ‘Memorial do Convento’ e ‘Intermitências da Morte’.

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“A arte é o extremo. É a fronteira invadida que alguns violam com a vontade de ultrapassar a vulgaridade do absurdo invisível e encontrar aí humanidade”, realçou Vitor Paulo Pereira, presidente da Câmara de Paredes de Coura, para quem “a humanidade está sempre na periferia da vida”

Com curadoria de Valter Hugo Mãe, a exposição revisita trabalhos de Agostinho Santos mais antigos (2005/2006) e apresenta outros mais recentes, entre acrílicos s/tela, papel e cartão, grafite s/papel e a instalação que, na perspetiva do artista, “nos desafia a todos a refletir sobre a saúde do Mundo, das ideias, da arte e do futuro. Saramago está hoje mais atual do que nunca, num Mundo transformado pela pandemia, pela guerra, pela intolerância, pela crise, pela procura de respostas para as muitas perguntas que se impõem”, refere.

Para Valter Hugo Mãe, “o que Agostinho Santos traz a Paredes de Coura é mais do que uma evocação de Saramago. É uma recriação, uma inevitável maneira de o chamar a outra vida, sem idade, sem anos, sem limites. (…). Para Agostinho Santos todas as verdades são de cidadania, são tarefas que podem motivar a arte, mas a arte é já um manifesto de si própria, exercida enquanto lugar único, onde o que existe é absolutamente natural, deixando afinal que o monstro, o grotesco, o torpe, sejam alusões à sociedade, mas nunca entraves à arte, nunca impedirão a arte de alcançar sua normalidade, exatamente essa de usar tudo sem temor, sem pudor, sem frustrar a liberdade e a imaginação. Saramago seria assim também.”, destaca.

VIEIRA DO MINHO APRESENTA PINTURA MURAL "NO MINHO NÃO HÁ ALDEIA MELHOR DO QUE A MINHA!"

No âmbito do Programa de Intervenções Artísticas e Comunidade “No Minho não há aldeia melhor do que a minha!”, promovido pelo consórcio MINHO IN que integra os 24 municípios do Minho, a Autarquia de Vieira do Minho optou pela criação de uma pintura mural na Rua João de Deus, que tem por objetivo retratar as tradições rurais e homenagear o povo das aldeias serranas.

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A artista, Elizabeth Leite, que está em residência artística em Vieira do Minho, passou vários dias na aldeia de Campos de forma a captar e absorver parte da essência vieirense e assim poder eternizar as tradições e a gente de Vieira do Minho através da sua obra, cuja inauguração está agendada para dia 5 de agosto, pelas 17h30.

Este projeto tinha como intuito desafiar artistas da região do Minho, naturais ou residentes dos 24 municípios envolvidos, sendo que os mesmos não podiam trabalhar nos seus territórios de forma a que pudessem cruzar e expressar diferentes olhares do Minho.

Neste sentido, convidamos o vosso órgão de comunicação social a estar presente em reportagem na inauguração deste mural de pintura, que acontece sexta-feira, 05 de agosto às 17h30 na Rua João de Deus.

CASA MUSEU DE MONÇÃO EXPÕE ESCULTURA DE EMÍLIO FILGUEIRA E PINTURA DE PUSKAS

Está patente ao público na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, a exposição de escultura do escultor galego Emílio Filgueira e de pintura do pintor monçanense Puskas.

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A exposição estará patente ao público nos meses de agosto e setembro.

Sinopse segundo os artistas:

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Emílio Filgueira, Vigo 1965.

«Mis obras están muy vinculadas a la superviviencia y cuidado del medio ambiente ya que los materiales que utilizo, la piedra y el hierro, son reciclados, mi objetivo es darle una segunda oportunidad.

Mis obras son un grito de alerta al planeta, reflejan una llamada a la superviviencia de la naturaleza y en todas ellas la piedra siendo materia inerte tiene vida propia y expresa su sentimiento.

Socio de " EspaçoQ /QuadraSoltas" entidad sin animo de lucro cuyo objetivo es divulgar el arte y la cultura.

Socio de la Fundacion Atlas Violeta».

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José de Barros, Puskas, Monção, 1954.

«Autodidata convicto, no sentido absoluto do termo, sem ter frequentado escolas de arte oficiais, públicas ou privadas, Puskas fez uma aprendizagem gradual num curto espaço de tempo, através de muito trabalho de pesquisa e uma forma natural e intuitiva para aplicação de regras de ouro desta modalidade.

Os seus temas preferidos fixam-se em panoramas diurnos, prefigurados nos mistérios das sombras iluminadas, nos espaços urbanos e rurais, onde emprega uma linguagem plástica plena de referências humanas. Retrata com frequência cenas históricas e lendas, realiza obras de caráter abstracionista com mestria e mistura com destreza as várias correntes artísticas nas suas criações, dotando-as de um cunho muito pessoal de rara singularidade. Um dos raros pioneiros da arte em Monção e não só, referindo que a sua primeira exposição data de 1973, passando pelo alto Minho, península Ibérica, da Galiza ao Sudoeste Francês».

Não perca esta exposição!

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

De terça a sexta feira: das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h00;

sábado das 14h00 às 19h00;

domingo e segunda feira: encerrada

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