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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ARTISTA GALEGO XAIME FUENTES EXPÕE EM MONÇÃO

Exposição de pintura, escultura, desenho e colagem de Xaime Fuentes na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção

A Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção / Universidade do Minho acolhe a partir de hoje e até final de janeiro de 2023 a exposição de pintura, escultura, desenho e colagem do artista galego Xaime Fuentes.

O título desta exposição é ESTRUCTURAS DE ESCENARIOS NÓMADES.

Segundo Anxo Pastor: «Pegadas de pintura (notas)

Niño, paxaro, árbore mestre, circulo encendido da pintura, xeometría que se borra por una racha de vento. Sopro nómade. Pintura para saír, soño teimoso de percorrer o corazón, pintura dunha primeira neve a caír».

Não perca esta exposição!

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

De terça a sexta feira: das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h00;

sábado das 14h00 às 19h00;

domingo e segunda feira: encerrada

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MUTES FAZ CAPA DO LIVRO DE POESIA DE CARINA FLOR ARAÚJO

Carina Flor Pereira Fontes Araújo, nasceu a 20 de agosto de 1980. Nasceu na Póvoa de Varzim, mas residiu sempre no concelho de Vizela. A poesia faz parte da sua vida desde tenra idade. Desde muito cedo, para compensar o seu perfil introvertido e reservado, Carina Flor tem vindo a expressar o seu EU através da escrita, nomeadamente através da poesia, por ser o “idioma do seu pensamento”.

Mutes e Carina conheceram-se durante o ano de 2012, numa exposição de pintura com poesia, na fundação Jorge Antunes em Vizela. O gosto pela poesia e pintura sempre esteve presente em cada um deles, e desta amizade e admiração pelo trabalho de parte a parte, surgiu o convite para a realização da capa deste livro de poesia.MEDULA, o mais recente livro de poesia, uma edição bilingue - português/inglês  editado pela Artelogy.

Este é um livro que integra poemas escritos ao longo de anos de introspeção, que convidam o leitor em embarcar numa viagem para dentro, em direção àquilo que há de mais primitivo em nós.

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ACADEMIA FRANCESA DAS ARTES DISTINGUE ARTISTA FAFENSE ORLANDO POMPEU

O mestre-pintor Orlando Pompeu, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Suíça, Inglaterra, Alemanha, Croácia, Austrália, Brasil, México, Dubai, Canadá, Itália, EUA e Japão, foi distinguido no passado domingo (16 de outubro), em Paris, com o Diploma de Membro e a Medalha de Bronze da Academia Francesa das Artes, Ciências e Letras.

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O pintor Orlando Pompeu na cerimónia de distinção na capital francesa

A cerimónia de distinção promovida pela academia francesa, que foi fundada em 1915 e anualmente laureia personalidades de todas as nacionalidades que se tenham destacado nos campos artístico, literário e científico, decorreu no Salão Ópera do Hotel InterContinental em Paris. E constituiu, mais um importante marco de reconhecimento internacional de um dos mais consagrados artistas plásticos portugueses da atualidade, afamado pelo seu estilo pictórico singular, heterogéneo, criativo e contemporâneo.

Com uma carreira de quase quarenta anos, bem como um currículo nacional e internacional ímpar, Orlando Pompeu nasceu a 24 de maio de 1956, na freguesia de Cepães, no concelho de Fafe. Estudou desenho, pintura e escultura em Barcelona, Porto e Paris, e nos anos 90 progrediu no seu percurso artístico ao ir trabalhar para os Estados Unidos da América, onde expôs na Galeria Eight Four, em Nova Iorque, e depois, Japão, tendo exposto na TIAS – Tokio International Art Show e na Galeria Garou Monogatari em Tóquio.

COMUNIDADE PORTUGUESA EM PARIS ACOLHE EXPOSIÇÃO DO ARTISTA FAFENSE ORLANDO POMPEU

  • Crónida de Daniel Bastos

No passado sábado (8 de outubro), no âmbito do lançamento da segunda edição do livro “Crónicas-Comunidades, Emigração e Lusofonia”, foi inaugurada na Pastelaria Belém, um espaço icónico da comunidade luso-francesa em Paris, uma exposição do mestre-pintor Orlando Pompeu dedicada à temática da emigração portuguesa.

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O historiador Daniel Bastos (ao centro), acompanhado de Paulo Pisco (esq.), deputado eleito pelo Círculo da Europa, e dos empresários luso-franceses, Manuel Pinto Lopes e Natália Martins, e do dirigente associativo Parcídio Peixoto, no decurso da inauguração da exposição de Orlando Pompeu na Pastelaria Belém

A curadoria da exposição esteve a cargo do historiador e escritor Daniel Bastos, autor da obra e que tem divulgado os trabalhos do artista plástico junto da diáspora. Composta por mais de uma dezena de desenhos concebidos propositadamente para o livro, a exposição de Orlando Pompeu, um dos mais consagrados artistas plásticos portugueses da atualidade, está patente à comunidade luso-francesa durante os próximos meses. 

No decurso da iniciativa cultural, que se encheu de membros da comunidade portuguesa em Paris, Daniel Bastos, que agradeceu a sensibilidade de Natália Martins, proprietária da Pastelaria Belém para a realização de uma exposição que honra e dignifica os emigrantes portugueses, justificou a ausência do mestre-pintor por compromissos de agenda. Assegurando o mesmo, que os desenhos expostos refletem um estilo pictórico singular, heterogéneo, criativo e contemporâneo.

Refira-se que Orlando Pompeu, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Suíça, Inglaterra, Alemanha, Croácia, Austrália, Brasil, México, Dubai, Canadá, Itália, EUA e Japão, recebe no próximo dia 16 de outubro, em Paris, o Diploma de Membro e a Medalha de Bronze da Academia Francesa das Artes, Ciências e Letras.

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JOVEM PINTORA MONÇANENSE ÉRICA EXPÕE EM MONÇÃO

A Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção / Universidade do Minho acolhe nos meses de Outubro e Novembro a exposição de pintura da jovem monçanense Érica.

O título desta exposição é "Introdução da aleatoriedade".

Segundo a jovem Érica: «Trata-se da minha primeira exposição, facto que origina o título. Visto ser a primeira, é baseada na aleatoriedade de temas, havendo alguns que representam paisagens e outros sendo apenas pintados com o apetite do momento, que deram origem a mais de 30 quadros, desenhados a tinta acrílica. Com 16 anos, procuro não só motivar os jovens mas chegar ao coração de todas as idades, daí a aleatoriedade da mesma, procurando sempre através da arte captar a perspetiva de cada observador».

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PINTOR ARCUENSE MUTES EXPÕE NO PALÁCIO DA GRANJA NO CONCELHO DE PAREDES

Após vários anos, e dezenas de exposições coletivas, nacionais e internacionais, um vírus mortal e um confinamento mundial, Mutes apresenta finalmente ao público, no Palacete da Granja, na casa da Cultura de Paredes, aquela que é a sua primeira exposição individual desde há vários anos. 

- Nesta exposição que vou apresentar ao publico, ao contrário de muitas outras, vou criar um jogo entre colorismos e as cores neutras, obrigando o observador a fazer um exercício de desconstrução do real imediato para o real exposto, uma simbiose entre a animalidade dos desejos obscuros e os desejos sonhados, descobrindo cada figura, cada detalhe conforme me vou revelando na minha visão do mundo pictórico, nas 30 obras de arte que vou apresentar.

A exposição será inaugurada no dia 9/10/22 pelas 18:00 h, e estará patente até dia 29, onde poderá ser visitada no horário de funcionamento do espaço.

A curadoria desta exposição, é feita pela Ana Maria Fernandes.

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ARTISTA FAFENSE ORLANDO POMPEU DISTINGUIDO PELA ACADEMIA FRANCESA DAS ARTES, CIÊNCIAS E LETRAS

  • Crónica de Daniel Bastos

O mestre-pintor Orlando Pompeu, detentor de uma obra que está representada em variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Suíça, Inglaterra, Alemanha, Croácia, Austrália, Brasil, México, Dubai, Canadá, Itália, EUA e Japão, recebe a 16 de outubro, em Paris, o Diploma de Membro e a Medalha de Bronze da Academia Francesa das Artes, Ciências e Letras.

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O pintor Orlando Pompeu no seu atelier em Cepães (Fafe)

Fundada em 1915, a academia francesa distingue personalidades de todas as nacionalidades, que se tenham destacado nos campos artístico, literário e científico, sendo que este ano o reconhecimento incidiu num dos mais consagrados artistas plásticos portugueses da atualidade, afamado pelo seu estilo pictórico singular, heterogéneo, criativo e contemporâneo.

Com uma carreira de quase quarenta anos, bem como um currículo nacional e internacional ímpar, Orlando Pompeu nasceu a 24 de maio de 1956, na freguesia de Cepães, no concelho minhoto de Fafe. Estudou desenho, pintura e escultura em Barcelona, Porto e Paris, e nos anos 90 progrediu no seu percurso artístico ao ir trabalhar para os Estados Unidos da América, onde expôs na Galeria Eight Four, em Nova Iorque, e depois, Japão, tendo exposto na TIAS – Tokio International Art Show e na Galeria Garou Monogatari em Tóquio.

REPRESENTAÇÕES DA EMIGRAÇÃO PORTUGUESA NA OBRA DO PINTOR ORLANDO POMPEU

Um dos mais consagrados artistas plásticos portugueses da atualidade, Orlando Pompeu nasceu a 24 de maio de 1956, na freguesia de Cepães, no concelho minhoto de Fafe. Estudou desenho, pintura e escultura em Barcelona, Porto e Paris, e nos anos 90 progrediu no seu percurso artístico ao ir trabalhar para os Estados Unidos da América, onde expôs na Galeria Eight Four, em Nova Iorque, e depois, Japão, tendo exposto na TIAS – Tokio International Art Show e na Galeria Garou Monogatari em Tóquio.

Detentor de uma carreira de quase quarenta anos, bem como um currículo nacional e internacional ímpar, a sua obra consta de variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Suíça, Inglaterra, Alemanha, Croácia, Austrália, Brasil, México, Dubai, Canadá, Itália, EUA e Japão.

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O pintor Orlando Pompeu no seu atelier em Cepães (Fafe)

Dentro do estilo pictórico singular, heterogéneo, criativo e contemporâneo que perpassam as diversas fases e dimensões temáticas da obra do artista plástico, encontram-se várias representações alusivas à emigração portuguesa.

Em 1989, o artista concebeu uma obra hiper-realista, acrílico sobre tela 130 x100, atualmente na posse de um colecionador particular, intitulada “Portugueses, Emigrantes e Heróis”, que constitui uma grandiosa alegoria da emigração lusa para França nas décadas de 1960-70. Nesse quadro de grandes dimensões, Orlando Pompeu, pinta numa estação de comboios, uma família carregada de malas e de sonhos na demanda de melhores condições de vida, impulso maior que levou mais de um milhão de portugueses a emigrar “a salto” para o território gaulês nesse período.

Em 2018, no âmbito do programa das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas no Canadá, nação que alberga uma das mais dinâmicas comunidades lusas na América do Norte, a Peach Gallery, uma das mais vibrantes galerias de arte em Toronto, deu a conhecer à numerosa comunidade luso-canadiana uma exposição composta por 40 aguarelas sobre papel do reputado pintor.

Uma exposição cujas aguarelas foram pintadas com várias representações de símbolos identitários da cultura portuguesa, como a bandeira nacional e a guitarra, que muito contribuem para a construção e reforço da portugalidade. Assim como, com diversos elementos canadianos, como por exemplo, a CN Tower, um símbolo de Toronto, capital da província do Ontário e maior cidade do Canadá, onde vive a maioria dos mais de 500 mil portugueses e lusodescendentes presentes neste território da América do Norte.

No decurso do presente mês, no âmbito da Festa do Emigrante promovida pelo Município de Fafe, uma iniciativa que congregou um conjunto diversificado de acontecimentos de cariz cultural, social e identitário que pretendeu homenagear os emigrantes locais num período em que visitam a Sala de Visitas do Minho, o artista plástico inaugurou uma exposição composta pelos desenhos concebidos propositadamente para a ilustração do livro “Crónicas – Comunidades, Emigração e Lusofonia”.

Os desenhos, que arrebataram no Salão Nobre do Teatro Cinema de Fafe, antigos e atuais emigrantes no Brasil, Canadá, França, Inglaterra e Suíça, na esteira da missão primordial do livro, procuram dignificar, reconhecer e valorizar as sucessivas gerações de compatriotas que saíram de Portugal.

PINTORES MINHOTOS EXPÕEM EM ESPANHA

No passado dia 06 de Agosto, um grupo de intervenção de pintores do coletivo Circol`Artes, esteve presente na cidade de Celanova, na Fundação Curros Enriquez, na Casa dos Poetas, num ato de pintura ao vivo, integrado na exposição Arte Vadia em Celanova, onde durante este evento, foram brindados com a presença musical do músico português West Coast Man.

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Grupo de Pintores Minhotos e Galiza expõem e pintam em Espanha

O QUE É ARTEVADIA?

É um coletivo de artistas da Galiza e do Norte de Portugal que integra o grupo “Circol'Artes” onde partilham uma devoção comum às artes em geral, e à pintura em particular, promovendo atividades que aproximem o processo criativo do público e que surpreendam com a transparência pela qual nasce uma obra artística.

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Os pintores que compõem este coletivo são: Mafalda de Castro (Malouca), Manuel António (Polen), Martinho Lima (Ammil), Mutes, Olga Bernard e Paula da Costa (Alua).

Este evento na Casa dos Poetas foi uma partilha entre as artes plásticas, música e literatura na casa do poeta, Manuel Curros Enríquez, que amava profundamente o seu País, e o que significou num momento da sua vida dar a conhecer a obra de dois sérios contemporâneos Portugueses em Espanha.

A atividade da Arte Vadia não estaria completa sem a presença da música nesta conjunção artística entre as artes plásticas representadas pelo coletivo “Circol’Artes” e a literatura que acompanha a Casa dos Poetas. A inspirar musicalmente, durante este ato, esteve presente o músico de Vizela WEST COAST MAN, um músico intérprete essencial que se define como um “multi-instrumentista autodidata”. Esta exposição vai estar patente ao público até dia 4 de Setembro.