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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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BRAGA: VISITE O MOSTEIRO DE TIBÃES!

Aproveite o fim-de-semana e parta à descoberta de um dos ex-libris do património do Concelho de Braga.

O Mosteiro de Tibães remonta ao final do séc. X e início do séc. XI. Ao longo do tempo alcançou enorme notoriedade, tendo sido a 'Casa-Mãe' dos beneditinos.

A grandeza do Mosteiro é ainda marcada por uma mata circundante onde se encontra a capela setecentista dedicada a São Bento.

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PONTE DE LIMA: CASA DE BARREIROS NA GEMIEIRA – FOTOS DE COSTA LIMA

A Casa de Barreiros na Gemieira em Ponte de Lima , uma Casa digna dum olhar apurado , pela sua arquitectura , azulejos e mobiliário , tudo é delicioso.

Adorei e depois com uma soberba paisagem para a Ribeira Lima, estas coisas e outras do género que por cá temos deviam merecer uma melhor atenção e fazer parte do “Roteiro Turístico” Limiano, estou certo que oferecendo estas delicias aos visitantes atraíamos um turismo de qualidade que em muito melhorava a economia concelhia.

No meu modesto entender, a beleza da nossa Região devia ser melhor explorada porque aqui está uma maiores potencialidades que temos sem ferir o ambiente - Ponte de Lima.

Texto e fotos: Costa Lima

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MUNICÍPIO VIANENSE REABILITA ANTIGA CARRUAGEM DO ELEVADOR DE SANTA LUZIA

Está em curso a empreitada que visa o arranjo paisagístico e a reabilitação de uma antiga carruagem do Funicular de Santa Luzia. A Câmara Municipal de Viana do Castelo está, assim, a proceder ao arranjo da área envolvente à carruagem antiga estacionada nos terrenos da estação superior, sendo esta uma empreitada que rondará os 16 mil euros.

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A obra incluiu a construção de um percurso pedonal desde a entrada do edifício que alberga a sede do Grupo de BTT e a área envolvente à carruagem. Prevê também a consolidação de um muro de suporte, a colocação de painel informativo descritivo do historial cronológico do Elevador de Santa Luzia e ainda mobiliário urbano.

MUNICÍPIO DE BRAGA PUBLICA PROPOSTA DA SEMANA SANTA AO INVENTÁRIO DO PATRIMÓNIO IMATERIAL

Direcção Geral do Património Cultural analisa proposta

O Município de Braga promoveu a publicação da proposta da Quaresma e Solenidades da Semana Santa de Braga ao Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, que foi apresentada junto da Direcção-Geral do Património Cultural.

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O caderno, onde se encontra o resumo da proposta da Semana Santa ao Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, estará brevemente disponível para venda ao público e pode ser consultado online em: https://www.cm-braga.pt/archive/doc/Livro_SSI_2021.pdf.

Esta publicação, que apresenta um resumo ilustrativo dos conteúdos que se pretendem submeter, foi realizada no âmbito da exposição “Semana Santa Imaterial” que estava previsto realizar-se na Casa dos Crivos durante o período pascal. Devido aos constrangimentos da pandemia a exposição foi cancelada em 2020 e novamente este ano.

A submissão da proposta da Semana Santa de Braga ao Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial foi efectuada on-line, através da base de dados Matriz PCI, em Janeiro de 2016. No entanto, a sua análise ficou suspensa devido a limitações da Direcção-Geral do Património Cultural. A análise foi retomada no início deste ano e deve conhecer o seu termo nos próximos meses. 

A Entidade Proponente é a Câmara Municipal de Braga, tendo contado com a participação activa da Delegação para o Turismo Religioso da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte e também da Comissão da Quaresma e das Solenidades da Semana Santa de Braga, através das entidades que integram a mesma comissão. 

Além das já mencionadas entidades, a elaboração do presente documento contou com a colaboração da Santa Casa da Misericórdia de Braga, da Irmandade de Santa Cruz, Biblioteca Pública de Braga, Arquivo Distrital de Braga e Fototeca do Museu Nogueira da Silva/ASPA e Arquivo Municipal de Lisboa. 

PÓVOA DE LANHOSO: RESTOS DO PELOURINHO DO EXTINTO CONCELHO DE SÃO JOÃO DE REI

A imagem data de 1939 e apresenta a vista geral da coluna e da peça de remate, em cantaria de granito, do antigo pelourinho de São João de Rei (concelho extinto a 31 de Dezembro de 1853), em Monsul, que se encontra a servir de pilar de suporte de escadaria de habitação particular, na Estrada Nacional 205, perto de uma rotunda EM595.

Fonte: Arquivo Municipal do Porto

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CÂMARA DE VIZELA APRESENTA PROJETO PARA EDIFÍCIO DO CASTELO

No seguimento do RUS - Plano de Ação - Regeneração Urbana Sustentável, a Câmara Municipal de Vizela apresenta o projeto de requalificação do edifício do Castelo de Vizela, no próximo dia 25 de março, pelas 16.00h, no edifício sede do Município.

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De destacar que a Câmara Municipal executou um projeto de requalificação do edifício do Castelo de Vizela, um edifício com relevo histórico, dando-lhe a dignidade que merece e com o objetivo de que passe novamente para a fruição de todos os vizelenses.

Este majestoso edifício, conhecido como “Castelo”, situado na freguesia de S. João, foi construído no início do Séc. XX, por volta de 1905, a mando do Dr. Armindo de Freitas Ribeiro de Faria, com o objetivo de aí se virem a estabelecer os Paços do Concelho.

Este importante legado é sem dúvida alguma um marco importante na história de Vizela, uma vez que resultou de uma luta persistente do Dr. Armindo Faria, político e médico, pela autonomia administrativa da sua terra natal – Vizela.

Este edifício, com mais de cem anos de existência, continua a ser extremamente emblemático, considerado como um símbolo da luta autonómica de Vizela.

A recuperação e reabilitação deste edifício tem como objetivo dar continuidade á politica de regeneração urbana implementada por este executivo, assim como continuar a aposta na vertente cultural de forma transversal, através da recuperação do património cultural, em especial naquilo que faz parte da nossa identidade.

A requalificação do edifício do Castelo revela ainda a forte aposta na recuperação do património histórico, reabilitando um edifício centenário, recuperando o imóvel nas suas características físicas tradicionais e transformando e adaptando o seu interior para atividades culturais.

De destacar que neste mandato, a vertente cultural assumiu uma nova dinâmica, uma aposta forte no incremento cultural de forma transversal, em especial naquilo que efetivamente faz parte da nossa identidade, permitindo alargar e diversificar o mercado turístico, criar dinâmicas económicas sustentáveis e projetar uma imagem atrativa e competitiva da Cidade, funcionando como instrumento de afirmação regional, nacional e até internacional.

Assim, a criação deste novo espaço cultural insere-se na implementação desta nova política cultural municipal, através da demonstração da importância e do papel fundamental que a cultura tem no desenvolvimento de Vizela.

DEPUTADA CRISTINA RODRIGUES APELA AO DEVER DE DEFESA E CONSERVAÇÃO DO PATRIMÓNIO ARQUEOLÓGICO NACIONAL NO ÂMBITO AGRÍCOLA

A Deputada Cristina Rodrigues deu entrada de um projecto que recomenda ao Governo que crie mecanismos para fiscalizar e licenciar projectos agrícolas e florestais cuja execução possa provocar danos ao património arqueológico e faça cumprir os instrumentos existentes de gestão do território; proceda ao levantamento das necessidades de meios humanos e técnicos nas Direcções Regionais de Cultura, de forma a que estes organismos possam melhor desempenhar as suas funções neste âmbito, nomeadamente realizar acompanhamento próximo das actividades passíveis de colocar em causa ou mesmo destruir o património arqueológico; assim como, promova campanhas de sensibilização para reforçar a importância da defesa deste património, desmistificando a ideia de que constitui um obstáculo ao progresso.

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As manifestações culturais são, nas suas diversas formas de expressão, o que nos cria referência e identidade enquanto grupo social e cultural, daí a importância de se criarem todas as condições para a sua defesa e protecção.

Precisamente, nesse sentido existe a Lei de Bases do Património Cultural, aprovada pela Lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro. O artigo 11.º, relativo ao “Dever de preservação, defesa e valorização do património cultural”, no n.º 2 determina que “Todos têm o dever de defender e conservar o património cultural, impedindo, no âmbito das faculdades jurídicas próprias, em especial, a destruição, deterioração ou perda de bens culturais.”.

De todas as manifestações culturais, não podemos, decerto, deixar de identificar o património arqueológico como sendo um legado essencial que nos traz referências à nossa memória e identidade colectiva. Estes importantes vestígios do passado permitem-nos conhecer de onde viemos e oferecem-nos uma compreensão mais profunda do caminho percorrido que resulta no que somos hoje e simultaneamente daquilo que levaremos para o amanhã enquanto sociedade.”, refere a parlamentar.

Tanto importa a sua preservação que o artigo 74.º da já citada Lei refere especificamente o património arqueológico, prevendo o seu n.º 3 que “Os bens provenientes da realização de trabalhos arqueológicos constituem património nacional, competindo ao Estado e às Regiões Autónomas proceder ao seu arquivo, conservação, gestão, valorização e divulgação através dos organismos vocacionados para o efeito, nos termos da lei.”.

Quando falamos em vestígios arqueológicos falamos pois de vestígios tão diversos - desde estruturas com identificação flagrante no terreno a manchas de dispersão de materiais, nomeadamente fragmentos, objectos de pequenas dimensões muitas vezes escondidos no terreno, depósitos sedimentares ou mesmo indícios de estruturas enterradas -  que a sua identificação e manipulação terá forçosamente que ser levado a cabo por trabalhadores especializados na área em apreço: os arqueólogos.

Pelo que uma defesa eficaz e eficiente deste património só se poderá também alcançar com os devidos meios humanos e numa política de proximidade que, tantas vezes, as Direcções Regionais de Cultura não conseguem prover, em grande parte devido ao número insuficiente de arqueólogos aos quais é solicitado que trabalhem em áreas bastante extensas e com meios pouco eficientes.

E, decerto, esta diversidade, bem como a originada pela própria tipologia de projectos potencialmente destruidores, obriga também a uma articulação entre diversas tutelas para além do Ministério da Cultura, desde já, por exemplo, o Ministério da Agricultura, o do Ambiente e Acção Climática, e ainda as Câmaras Municipais. Nesse sentido, é de referir a importância da figura do arqueólogo municipal, sendo que menos de metade das autarquias do país a têm, e que seria central não só na política de proximidade, que já referimos acima, mas também num trabalho de educação patrimonial dos munícipes.

Recentemente, têm sido diversas as notícias sobre a destruição do património arqueológico, seja devido a projectos de valorização de espaços - como foi o caso da Sé de Lisboa e dos vestígios islâmicos aí encontrados -, a trabalhos agrícolas, de florestação ou reflorestação - como os casos de destruição de uma anta em Évora, alegadamente na sequência da plantação de um amendoal intensivo, ou de uma antiga mina romana em Vila Velha de Ródão, devido a um projecto de florestação na zona. Estes últimos, muitas vezes, no incumprimento dos instrumentos de gestão do território, nomeadamente o PDM.

Não podemos deixar de considerar a agravante de que nem todos os pedidos de licenciamento e informação prévia para a implementação dos projectos - sejam de agricultura, sejam de florestação ou reflorestação - têm pareceres de arqueologia, o que potencia a destruição deste património. E em relação à Avaliação de Impactos Ambientais, a legislação existente apenas prevê avaliação em áreas com determinada dimensão, o que faz, por um lado, com que vários projectos não sejam avaliados, e, por outro, motiva estratégias de emparcelamento por parte dos proprietários de modo a contornar as obrigações legais.”, afirma a Deputada.

Acresce a ausência de partilha de dados, nomeadamente de informação geográfica, entre as plataformas de gestão do ordenamento do território, como por exemplo a do ordenamento de projectos florestais e o Endovélico - Sistema de Informação e Gestão Arqueológica. A devida articulação entre todas as bases de dados constituiria uma mais valia para a defesa deste património. 

E não podemos deixar de mencionar a apreensão significativa da salvaguarda do património arqueológico associada às operações posteriores aos incêndios, sendo que, muitas vezes, estas operações acabam por ser ainda mais destrutivas que os incêndios em si.

Por último, em relação às sanções e contra-ordenações, dizem os especialistas que trabalham no terreno, que não estão a ser eficazes e há claramente necessidade de proceder à revisão dos regimes sancionatórios aplicados à destruição deste património e ao incumprimento dos instrumentos de ordenação do território, reforçando-as.

Link de acesso ao Projecto de Lei 1130/XIV/2 - Pelo dever de defender e conservar o património arqueológico nacional no âmbito agrícola:

https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=110550

TERRAS DE BOURO QUER CLASSIFICAR AS DUAS PONTES DE RIO CALDO A PATRIMÓNIO DE VALOR NACIONAL

Reunião sobre processo de candidatura de classificação das duas pontes de rio Caldo a património de valor nacional

O Município de Terras de Bouro será o promotor de uma candidatura que tem como objetivo classificar as duas pontes de Rio Caldo a Património de Valor Nacional.

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Nesse seguimento, decorreu no dia 12 de Março, uma reunião online de trabalho que contou com a participação da senhora Vereadora da Cultura, Drª Ana Genoveva, do responsável pela elaboração do dossiê da candidatura, Dr. Manuel Pereira e também do Presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, Engº António Cardoso, a quem a Sra. Vereadora deu a conhecer a candidatura e pediu um apoio institucional que irá reforçar o processo no momento oficial da sua submissão à DRCN.

As duas pontes foram obra do Engenheiro Edgar Cardoso, o engenheiro que idealizou e construiu mais de 500 pontes em todo o mundo. Autor de algumas das mais notáveis obras de engenharia portuguesa do século XX.

As pontes de Rio Caldo foram construídas em 1954, tendo em vista a subida do nível das águas do rio Cávado e a criação do espelho de água, consequências da construção da barragem da Caniçada.

Delicadas, mas ao mesmo tempo de aspeto vigoroso, elegantes e bem integradas com a paisagem circundante, estas pontes são um símbolo da engenharia portuguesa daquele tempo.

Esta candidatura irá dignificar ainda mais esta sublime obra de engenharia, na freguesia de Rio Caldo, concelho de Terras de Bouro.

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BRAGA: BLOCO DE ESQUERDA QUER SABER POR QUE MOTIVO FOI DESTRUÍDO O FONTANÁRIO DE TENÕES

A Coordenadora Concelhia de Braga do Bloco de Esquerda quer que a União de Freguesias de Nogueiró-Tenões explique quais as razões que levaram à decisão de desmantelar o centenário Fontenário de Tenões, situado na Rua Entre Bouças.

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O Bloco de Esquerda sabe que o estado do Fontanário foi discutido numa reunião da Assembleia de Freguesia, tendo a Junta sido alertada para a necessidade de limpeza da zona envolvente, dado o excesso de vegetação.

Não se compreende, por isso, esta operação de desmantelamento do Fontanário, datado de 1887, e cujo conjunto em pedra aparelhada de granito tem valor patrimonial e afetivo, sobretudo para os moradores das redondezas.

O Bloco de Esquerda considera que a destruição de património só pode ser justificada por motivos de força maior, sendo que se desconhece que motivos são esses, pelo que aguarda que a Junta dê todas as explicações que se impõem. E caso não exista nenhum motivo, deve proceder à recolocação do Fontenário, respeitando assim a memória do lugar e a vontade dos moradores daquela zona.

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QUEM FOI O ARQUITECTO BRACARENSE QUE ARQUITECTOU O PANTEÃO NACIONAL?

JOÃO ANTUNES – Arquiteto

É encarado como o arquiteto mais proeminente do período barroco, do nosso país. Nasceu em Braga em 1643 e faleceu em 1712. Cedo rumou a Lisboa, onde se formou e ganhou nomeada, graças à recuperação, feita por encomenda do Rei D. Filipe III, do Palácio da Ribeira.

A sua fama singrou de tal forma que, já depois da Restauração do Reino, El-Rei D. João IV o nomeou Arquiteto da Corte de Portugal. Além de várias obras realizadas em Lisboa, arquitetou a Igreja do Bom Jesus de Barcelos, o Túmulo da Princesa Joana, em Aveiro, a renovação da Sacristia da Sé Primacial de Braga, entre outras obras de real importância por todo o país.

Em 1682 foi-lhe confiada a sua obra máxima: a IGREJA DE SANTA ENGRÁCIA, que, pela Lei nº 520 de abril de 1916, ficou sendo o PANTEÃO NACIONAL. Este monumento é considerado uma das obras arquitetónicas barrocas mais importantes do nosso país. (Foto)

Note-se, como curiosidade que, segundo a lenda, Santa Engrácia, uma das primeiras mártires do cristianismo do século III, teria nascido em Bracara Augusta

Fonte: Manuel Campos / Memórias de Braga – Roteiro Histórico e Monumental

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ARCOS DE VALDEVEZ CELEBRA PROTOCOLO COM A DIREÇÃO-GERAL DO PATRIMÓNIO CULTURAL

O Município de Arcos de Valdevez e a Direção-Geral do Património Cultural pretendem consolidar uma colaboração mútua no domínio do património cultural, designadamente quanto a imóveis classificados ou em vias de classificação.

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O presente Protocolo tem como objeto a partilha de informação entre a DGPC e o Município sobre o património cultural imóvel classificado, ou em vias de classificação, situado no concelho.

Assim, a Autarquia e a Direção-Geral do Património Cultural pretendem:

  • Reforçar a cooperação institucional entre as duas entidades, visando a proteção e valorização dos imóveis classificados ou em vias de classificação;
  • Integrar os dados nos sistemas de informação geográfica da DGPC e divulgá-los na sua página eletrónica;
  • Criar novos instrumentos que permitam uma eficiente gestão do património cultural imóvel, tornando mais eficaz o relacionamento institucional entre as partes.

PONTE DE LIMA RESTAURA PINTURAS E PORTA NO MUSEU DOS TERCEIROS

O Museu dos Terceiros recuperou um conjunto de quatro pinturas a óleo representando os 4 Evangelistas (São Mateus, São João, São Lucas e São Marcos), que passarão a integrar a sua exposição permanente, concretizando mais uma vez a importante e continuada aposta do Município de Ponte de Lima no restauro do património artístico.

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Estas quatro telas, de assinaláveis dimensões, assinadas e datadas, foram produzidas em 1874 pelo pintor Julião Martins, ou Julião Martinez (1833-1907), artista de origem galega, natural de Tui, que fixou residência em Viana do Castelo, tendo deixado obra significativa, sobretudo no retrato, resultado de muitas encomendas que recebeu de várias instituições religiosas do Alto Minho. Este minucioso trabalho de restauro, desenvolvido nos dois últimos anos, que implicou um investimento financeiro de 18.100€ + IVA, vai poder agora ser apreciado na antessacristia do edifício da Ordem Terceira de São Francisco.

Para além da intervenção neste conjunto de quatro pinturas, foi também objeto de restauro a porta exterior da Igreja dos Terceiros, exemplar magnífico de marcenaria cujo estado de deterioração reivindicava igualmente a necessária reabilitação. Esta última intervenção teve o custo de 7.947€ + IVA.

Há pois novos motivos para conhecer este importante núcleo museológico de Ponte de Lima, a que devemos somar um filme recente sobre o Museu, os seus edifícios, a sua história e o seu património, que o visitante pode visionar na igreja do Convento de Santo António, logo no início da visita.

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PORTELOS NO MINHO E GALIZA

Sinxelas, pero enxeñosas, solucións prácticas que serven de "atallo", salvando os desniveis e valados dos chousos, para acceder a un eido sen necesidade de usar a entrada principal. Permitían o paso das persoas pero impedían o acceso do gando solto.

Texto: Alfredo García Giménez / Asociación para a defensa do Patrimonio Cultural Galego

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PCP QUESTIONA MINISTRA DA CULTURA ACERCA DA SITUAÇÃO DO PATRIMÓNIO HISTÓRICO EM GUIMARÃES

Ponte Soeiro e Igreja de Santa Cristina de Serzedelo - Guimarães

A preservação e divulgação do património histórico é hoje uma importante reivindicação das populações, mobilizando amplos sectores da nossa sociedade.

O património histórico, material e imaterial, é um importante e precioso activo, fundamental no desenvolvimento cultural, social e económico das comunidades. Porque é um elemento estrutural da memória histórica colectiva de um povo ou comunidade; porque desempenha um importante papel na educação e formação cívica das populações, e na preservação da sua identidade histórica e cultural.

Nesse sentido, as deputadas do PCP, Ana Mesquita e Diana Ferreira, questionaram o Ministério da Cultura sobre a situação  de duas importantes estruturas com valor histórico no concelho de Guimarães: a Ponte Soeiro, na freguesia de Gondar, e a Igreja de Santa Cristina de Serzedelo.

Junto publicamos os requerimentos apresentados na Assembleia da República.

O PCP continuará atento a estas situações que têm visto a sua resolução adiada e lutará para que não sejam esquecidos estes importantes marcos históricos do concelho de Guimarães.

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CAMINHA: IGREJA DO CONVENTO DE SANTO ANTÓNIO EM 1926

Este convento esteve na posse dos frades capuchos até meados do séc.XIX, quando, devido à extinção das ordens religiosas, passou para mãos particulares. Em 1898 é adquirido pelas freiras hospitaleiras da Imaculada Conceição que o ocuparam até 1910, altura em que foi transformado em colégio particular e habitado por marinheiros.

Durante os anos 20 e 30 do século XX as franciscanas tomam posse do edifício e empreendem várias obras no edifício, construindo o segundo piso do lado sul. Em 1957 um grande incêndio atingiu o convento deixando-o praticamente destruído.

A Igreja do Convento, de planta retangular e de dois corpos - nave e capela-mor - tem três altares e dois sacrários com as imagens de Nossa Senhora da Conceição, S. Francisco e S. Bernardino, da rainha Santa Isabel e de Santo António, mandada edificar pelos Pitta, cujas armas foram esculpidas numa pedra por cima do altar. Existe ainda uma imagem de S. Sebastião que poderá ter sido transladada da Capela de S. Sebastião, que se situava perto da Torre do Relógio, no local onde hoje é a Câmara Municipal.

Fonte: http://www.portoenorte.pt/

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Fonte: Arquivo Municipal de Lisboa

VIANA DO CASTELO: CASA MELO ALVIM EM 1926

Inscrição no original: 27-926- Viana Castº-Palº D.Antº Vaz Almada. Construído nos inícios do século XVI, é considerado o solar mais antigo da cidade. Ostenta ainda janelas e ameias em estilo manuelino, sendo visíveis alguns acrescentos já dos finais do século XVI. No interior são perceptíveis elementos dos séculos XVI e XVII, nomeadamente a escada monumental em granito. Foi alvo de um meritório trabalho de restauro na década 90 para a instalação de uma Estalagem.

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Fonte: Arquivo Municipal de Lisboa