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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PORTAL SAPO DESTACA MURALHAS DO MINHO ENTRE AS MAIS BELAS DE PORTUGAL

IMPONENTES E REPLETAS DE HISTÓRIAS. EIS AS MAIS BELAS MURALHAS EM PORTUGAL

São construções centenárias, algumas delas milenares, erguidas com o objetivo de defender as cidades e/ou fortalezas de possíveis invasões.

Outrora serviam para defender povos e património, hoje têm a função de mostrar pedaços da nossa história. As muralhas transformaram-se em lugares turísticos, mas não perderam a sua imponência, continuando a impressionar-nos pela sua robustez e grandiosidade e, muitas delas, pela forma como chegaram impecavelmente conservadas até aos dias de hoje.

Fonte: https://viagens.sapo.pt/

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UNIVERSIDADE DE LISBOA QUER VENDER PRÉDIO QUE ARQUITECTO VENTURA TERRA DOOU ÀS ESCOLAS DE BELAS ARTES DE LISBOA E PORTO E JÁ DESTRUIU A LÁPIDE QUE SE ENCONTRAVA NA FACHA

Ventura Terra doou prédio para que todos pudessem aprender as belas-artes. Placa foi agora destruída

A placa onde se lia a vontade de Ventura Terra em deixar aquele prédio às Escolas de Belas Artes para que todos tivessem a possibilidade de as aprender foi retirada da fachada do prédio da Rua Alexandre Herculano. Moradores do prédio dizem tratar-se de “um crime” porque o edifício é classificado.

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O arquitecto Miguel Ventura Terra (1866-1919) projectou um prédio na Rua Alexandre Herculano em Lisboa e deixou-o em testamento às Escolas de Belas Artes de Lisboa e Porto para que todos tivessem oportunidade de as aprender. Após a sua morte, foi colocada uma placa na fachada desse prédio, onde constava a inscrição dessa vontade do arquitecto de que os rendimentos gerados com aquele imóvel fossem destinados a bolsas de estudos para alunos carenciados: “Esta casa foi legada às escolas de Belas Artes de Lisboa e Porto pelo distinto arquitecto Miguel Ventura Terra, que nela faleceu em 30 de Abril de 1919, destinando o seu rendimento líquido para pensões a estudantes pobres das escolas que mostrem decidida vocação para as belas artes.”

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Essa placa foi esta quarta-feira retirada pela Universidade de Lisboa, que colocara já o prédio à venda em hasta pública, contra a vontade expressa pelo arquitecto. Por volta das 18 horas, estava já em pedaços no chão, conforme viu o PÚBLICO no local. 

“A inquilina do segundo andar ligou-me e disse ‘vá a correr que eles estão a espatifar a placa’. Eu vim a correr, mas já não havia nada a fazer”, contou Maria Fernanda Carvalho, que mora naquele prédio há 45 anos. “Isto é um crime”, atiraram os moradores, lembrando que este é um edifício classificado como Imóvel de Interesse Público. Segundo relataram outros habitantes do n.º57 da Rua Alexandre Herculano, a Polícia Municipal foi chamada de imediato, mas já não impediu a destruição da placa. No local, os agentes escusaram-se a prestar declarações. 

No passado mês de Dezembro, soube-se que o prédio, que é propriedade da Universidade do Porto, da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa (UL) e da própria UL (esta última representante das entidades proprietárias), foi colocado à venda em hasta pública, contra aquela que seria a vontade deixada em testamento pelo arquitecto Ventura Terra: “Muito desejo que não seja vendido”. 

Construído em 1903, recebeu nesse ano o Prémio Valmor, distinção essa impressa na sua fachada. Em 1983, foi classificado como Imóvel de Interesse Municipal, tendo sido, em 2006, reclassificado como Imóvel de Interesse Público. 

No entanto, tal não impediu que o edifício fosse envolvido num processo de alienação. A Universidade de Lisboa estimava então que o valor de mercado do prédio de quatro pisos, e uma área bruta de construção de 2089 metros quadrados, deveria rondar os 3,7 milhões de euros. As propostas deveriam ser apresentadas, em envelope fechado, até 15 de Janeiro, data em que se realizaria a hasta pública. 

Ao Expresso, o reitor da Universidade de Lisboa, António Cruz Serra, dizia em Dezembro que não tinha sido ainda confrontado com “nenhum constrangimento legal à venda” do edifício. E esclareceu que as receitas que daí surgissem seriam alocadas à construção de mais residências de estudantes, cumprindo assim o desejo do arquitecto Ventura Terra. 

Na mesma altura, Alda Sarri Terra, sobrinha-bisneta do arquitecto, dizia ao jornal que a família ia avançar com a impugnação da venda, por considerar que o desejo de Ventura Terra não estava a ser cumprido. 

Questionada agora pelo PÚBLICO, sobre a remoção da inscrição, fonte oficial da Universidade de Lisboa notou que a placa “não foi destruída, mas sim retirada” para ser colocada numa futura residência de estudantes que terá o nome de Ventura Terra. Quanto à questão se a hasta pública foi já ou não realizada, o PÚBLICO não conseguiu obter informação junto da universidade. Os moradores dizem que, até ao momento, não receberam qualquer notificação sobre a mudança de proprietário e que continuam a pagar as rendas à universidade. 

Fonte: Cristiana Faria Moreira / https://www.publico.pt/

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BRAGA VIU APROVADA A CANDIDATURA PARA REABILITAÇÃO DO CONVENTO DE S. FRANCISCO DE REAL

O Programa Operacional Regional do Norte aprovou a candidatura submetida pelo Município de Braga para a conservação, valorização e promoção do Convento de São Francisco de Real. Com um investimento total de cerca de 2,5 milhões de euros, a intervenção tem como prazo de execução Dezembro de 2021.

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O projecto visa reabilitar o Convento de São Francisco estabelecendo a reposição da coesão espacial do conjunto monumental composto pela Igreja de São Francisco/S. Jerónimo, Mausoléu de São Frutuoso (monumento nacional) e Convento de São Francisco, tendo em vista a sua visitação. A intervenção conta com um financiamento de 850 mil euros ao abrigo do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), ao qual se junta o investimento municipal superior a 1,5 milhões de euros, para o qual o Município irá recorrer ao Banco Europeu de Investimento.

“Este financiamento é determinante para a intervenção no imóvel e só foi possível graças a um grande empenho conjunto entre Autarquia e a Universidade do Minho (UMinho), ao qual se juntou a Direcção Regional de Cultura Norte (DRCN) e a Paróquia de Real, entidades parceiras neste projecto”, refere Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga.

Recorde-se que a 24 de Setembro de 2019, o Município de Braga, a UMinho, a Direcção Regional de Cultura Norte (DRCN) e a Paróquia de Real, assinaram um protocolo de colaboração para a recuperação do Convento de São Francisco de Real que vai permitir a integração do edifício num circuito de visita integrada que contempla também o Mausoléu de S. Frutuoso e a Igreja de S. Francisco de Real.

O programa base da operação integra a abertura do monumento à visitação interpretada, com circuito que inclui os dois primeiros pisos do convento, o mausoléu, a igreja e a sacristia; a construção de um Centro de Documentação nos domínios da arqueologia, arquitectura e história, que ocupará o terceiro piso do convento, acolhendo ainda uma biblioteca especializada e o núcleo de apoio ao Convento da unidade de arqueologia da UMinho que assegurará o serviço educativo e a produção actualizada de conteúdos para complementar o circuito de visita.

O Convento de São Francisco passará a ser num equipamento polivalente, aberto à população, assumindo-se como um polo de difusão do conhecimento e também como ponto turístico de qualidade.

De acordo com o Reitor da Universidade do Minho, Rui Vieira de Castro, a  reabilitação do Convento de S. Francisco “permitirá valorizar, ainda mais, os activos patrimoniais constituídos pelo Mausoléu de S. Frutuoso e pela  Igreja de S. Francisco de Real, formalizando-se, deste modo, um conjunto monumental com forte potencial cultural e turístico, susceptível de ser integrado em redes e itinerários regionais, nacionais e internacionais do património, considerando o potencial deste conjunto de monumentos para a investigação e valorização do património de Braga. Na verdade, a valorização do Convento ajudará a consolidar a importância do Mausoléu de S. Frutuoso, que possui já um elevado e internacionalmente reconhecido valor histórico-cultural, científico, arqueológico e arquitectónico”.

“Esta intervenção é uma a oportunidade de reabilitar um dos grandes testemunhos do nosso património assente num projecto integrado que tirará partido do Mausoléu de S. Frutuoso – monumento nacional desde 1944 –, e da Igreja de S. Francisco de Real, que integra como bens móveis classificados o Cadeiral Seiscentista do coro alto e o Relicário da Sacristia”, acrescenta Ricardo Rio, sublinhando que este é um projecto identificado na estratégia de reabilitação urbana ARU Norte, e que será “determinante para a valorização de toda esta área e para o posicionamento turístico e cultural de Braga”.

O projecto visa promover e valorizar a excelência de um património cultural, com enorme potencial de se integrar no contexto de estratégias regionais distintivas de desenvolvimento turístico; repor a coesão espacial de todo o conjunto monumental tendo em vista a sua visitação integrada; reabilitar e valorizar um edifício monástico localizado na zona de protecção de um monumento nacional.

Esta candidatura foi aprovada pelo Programa Operacional Regional do Norte, no aviso ‘Património Cultural – Infraestrutural’ na prioridade de investimento de conservação, protecção, promoção e o desenvolvimento do património natural e cultural.

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VILA VERDE CONSAGRADA “CAPITAL DO ARROZ PICA NO CHÃO” – VILAVERDENSES JUNTAM-SE EM LOURES PARA CELEBRAR!

Almoço do Pica no Chão – Dia 10 de Maio, 12 horas – Refeitório da Câmara Municipal de Loures

O Grupo Folclórico Verde Minho leva a efeito mais uma importante jornada gastronómica de divulgação da cozinha tradicional minhota – o Almoço do Arroz Pica no Chão, vulgo Cabidela de Galo!

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A iniciativa tem lugar no próximo dia 10 de Maio, pelas 12 horas, no refeitório da Câmara Municipal de Loures, e deverá contar com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, Dr. António Vilela, entre outras entidades minhotas e do concelho de Loures.

A confecção estará a cargo de conceituados mestres na arte de bem cozinhar como o Chef Fernando Torres, de Vila Verde, vencedor do Prémio Nacional de Gastronomia e o vianense André Rodrigues, justamente reconhecido como o Melhor Cozinheiro Jovem.

Refira-se que o concelho de Vila Verde acaba de ser reconhecido no Festival Nacional de Gastronomia realizado em Santarém como a “Capital do Arroz Pica no Chão”.

Trazido do continente americano nas naus de Cristóvão Colombo, o milho passou a ser cultivado na nossa região e em todo o noroeste penínsular desde há aproximadamente cinco séculos. E, desde então enraizou-se de tal modo nos nossos hábitos alimentares que os minhotos passaram a ser conhecidos por “pica-milhos”.

“Pica-milhos” era uma das designações pelas quais os minhotos eram outrora apelidados, sendo também nas terras mais a sul conhecidos por “galegos”. De igual modo, o “pica no chão” é a designação que no Minho se atribui ao que genericamente designamos por arroz de cabidela, realçando-se porém a criação caseira das aves que está na origem da expressão.

- O Folclore também serve-se à mesa – venha provar o Património!

CASTRO DE COSSOURADO CLASSIFICADO COMO SÍTIO DE INTERESSE NACIONAL

Classificação do Povoado Fortificado de Cossourado como Sítio de Interesse Nacional em consulta pública

A Direção-Geral do Património Cultural acaba de emitir parecer favorável à classificação como Sítio de Interesse Nacional do Povoado Fortificado de Cossourado, localizado no limite entre os concelhos de Vila Nova de Cerveira e de Paredes de Coura. Projeto de decisão foi publicado em Diário da República, encontrando-se para consulta pública na Direção Regional da Cultura do Norte (DRCN).

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Alvo de trabalhos e escavação arqueológica entre 1997 e 1998, e de uma primeira abordagem para classificação junto da Direção Regional da Cultura de Norte, entretanto arquivada por questões administrativas, o procedimento de classificação do Povoado Fortificado de Cossourado ou Forte da Cidade foi reaberto em 2013, após insistência de ambas as autarquias.

Partilhado pela Freguesia de Sapardos (Vila Nova de Cerveira) e pela União de Freguesias de Cossourado e Linhares (Paredes de Coura), este povoado testemunha, a nível nacional e internacional, um período histórico com extrema importância arqueológica e científica para a compreensão do povoamento da Idade do Ferro em Portugal. Nesse sentido, a área proposta para classificação é considerada de sensibilidade arqueológica de extremo valor cultural, capaz de criar uma restrição máxima de proteção e salvaguarda de um sítio excecional sendo, por isso, considerada uma zona non aedificandi.

O Fortificado de Cossourado encontra-se implantado num local com boa visibilidade e condições de defesa singulares, de três perímetros de muralhas de grandes dimensões. Ao longo de 10 hectares, compreende uma vasta área habitacional, composta por diversas habitações circulares e alongadas, de dimensões bastante elevadas e incomuns para construções dessa época, edificadas por sociedades de características agropastoris, mas também economicamente dependentes da exploração de recursos naturais. Este antigo Castro terá sido habitado por um curto período de tempo, entre os séculos V e II a.C., e provavelmente abandonado pouco antes da ocupação Romana do território.

O processo administrativo encontra-se para consulta por marcação prévia na Direção Regional da Cultura do Norte pelo prazo de 30 dias úteis e as observações dos interessados devem ser apresentadas junto da mesma entidade. Para mais informações, pode ser consultada o website ( www.patrimoniocultural.gov.pt ) em Património/Classificação de Bens Imóveis e Fixação de ZEP / Consultas / Ano em Curso.

PALÁCIO DOS CONDES DE ARCOS DE VALDEVEZ EM LISBOA NOS MEADOS DO SÉCULO XX

As imagens datam dos finais do século XIX e primeira metade do século XX e mostram o Palácio dos Condes de Arcos de Valdevez, em Lisboa, um edifício do século XVI, portanto anterior ao terramoto de 1755 que destruiu a cidade.

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O Arco do Salvador liga o Palácio ao Convento de São Salvador que foi fundado em 1391. Neste local encontra-se actualmente instalado um esplendoroso hotel com o seu nome.

O título de Conde dos Arcos constitui uma ramificação dos Marqueses de Ponte de Lima e Viscondes de Vila Nova de Cerveira.

Fotos: Eduardo Portugal, Machado & Souza, José Artur Leitão Bárcia

Fonte: AML

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VILA VERDE CONSAGRADA “CAPITAL DO ARROZ PICA NO CHÃO” – VILAVERDENSES JUNTAM-SE EM LOURES PARA CELEBRAR!

Almoço do Pica no Chão – Dia 10 de Maio, 12 horas – Refeitório da Câmara Municipal de Loures

O Grupo Folclórico Verde Minho leva a efeito mais uma importante jornada gastronómica de divulgação da cozinha tradicional minhota – o Almoço do Arroz Pica no Chão, vulgo Cabidela de Galo!

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A iniciativa tem lugar no próximo dia 10 de Maio, pelas 12 horas, no refeitório da Câmara Municipal de Loures, e deverá contar com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, Dr. António Vilela, entre outras entidades minhotas e do concelho de Loures.

A confecção estará a cargo de conceituados mestres na arte de bem cozinhar como o Chef Fernando Torres, de Vila Verde, vencedor do Prémio Nacional de Gastronomia e o vianense André Rodrigues, justamente reconhecido como o Melhor Cozinheiro Jovem.

Refira-se que o concelho de Vila Verde acaba de ser reconhecido no Festival Nacional de Gastronomia realizado em Santarém como a “Capital do Arroz Pica no Chão”.

Trazido do continente americano nas naus de Cristóvão Colombo, o milho passou a ser cultivado na nossa região e em todo o noroeste penínsular desde há aproximadamente cinco séculos. E, desde então enraizou-se de tal modo nos nossos hábitos alimentares que os minhotos passaram a ser conhecidos por “pica-milhos”.

“Pica-milhos” era uma das designações pelas quais os minhotos eram outrora apelidados, sendo também nas terras mais a sul conhecidos por “galegos”. De igual modo, o “pica no chão” é a designação que no Minho se atribui ao que genericamente designamos por arroz de cabidela, realçando-se porém a criação caseira das aves que está na origem da expressão.

- O Folclore também serve-se à mesa – venha provar o Património!

MUNICÍPIO DE BRAGA ALIENA "FÁBRICA CONFIANÇA"

Apresentação de propostas para a hasta pública da ‘Fábrica Confiança’ decorre até 10 de Março. Acto público de abertura das propostas a 11 de Março no gnration

O Município de Braga informa que o período de apresentação de propostas para a hasta pública de alienação do edifício ‘Fábrica Confiança’, decorre até dia 10 de Março. As propostas, com o valor base de 3,6 milhões de euros, deverão ser entregues pessoalmente em carta fechada no Balcão Único do edifício do Pópulo ou remetidas por correio, sob registo, para a Câmara Municipal de Braga, Praça do Município, 4700-435 Braga. O acto público de abertura de propostas terá lugar a 11 de Março, no gnration, às 10h30.

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Neste acto público, após a abertura e análise das propostas e identificação dos candidatos, iniciar-se-á um período de licitação a partir do valor mais elevado apresentado nas propostas admitidas a esta hasta pública.

Recorde-se que o Município viu aprovado um Pedido de Informação Prévia (PIP) – que contou com parecer favorável do Conselho Nacional de Cultura –, onde elaborou um caderno de encargos que, além de salvaguardar integralmente a volumetria da antiga fábrica, prevê a construção, nos terrenos adjacentes, de um novo edifício destinado exclusivamente a residência universitária.

O documento, que está disponível para consulta no Balcão Único e no site da Autarquia, prevê a criação no edifício principal de um centro interpretativo/museu da memória da Confiança e serviços de apoio à residência universitária com capacidade para 300 unidades de alojamento.

Com esta estratégia arquitectónica será possível repor a integridade do antigo edifício, salvaguardando-se a memória e o espaço da Via Romana XVII, e retomar a Rua do Pulo que havia sido interrompida no passado com a ampliação das instalações fabris.

O caderno de encargos garante a memória e integridade do edifício e potencia a ligação à Cidade, em especial à Universidade do Minho.

O regulamento, bem como o Pedido de Informação Prévia estão disponíveis no site do Município em: http://bit.ly/2veYCTV

EXECUTIVO MONÇANENSE APROVA ELABORAÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE SALVAGUARDA DE SANTO ANTÓNIO DE VALE DE POLDROS

O documento, que terá de obedecer a nove etapas de desenvolvimento nos próximos sete meses, pretende preservar os valores patrimoniais e culturais daquela área, maximizando as sinergias e potencialidades e minimizando os impactos negativos.

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Santo António de Vale de Poldros, lugar mítico de Riba de Mouro, onde a beleza paisagística se completa com a ancestralidade de um património ímpar, sinónimo de vivência comunitária em tempos do antanho, vai contar com um instrumento de defesa e promoção daquele espaço singular.

Na última reunião descentralizada, realizada no passado dia 12 de fevereiro, em Parada, o Executivo Municipal aprovou, por unanimidade, a abertura de procedimento para elaboração do Plano de Pormenor de Salvaguarda de Santo António de Vale de Poldros.

O documento, que terá de obedecer a nove etapas de desenvolvimento nos próximos sete meses, tem como finalidade desenvolver e concretizar um conjunto de propostas de ocupação daquele território, estabelecendo regras precisas sobre a implantação e a volumetria dos edifícios, integrando-os, de forma harmoniosa, na paisagem envolvente.

Em termos específicos, o plano de pormenor preconiza a conservação e valorização de todos os edifícios e espaços públicos relevantes, visando a preservação da área intervencionada.  Pretende igualmente definir as condicionantes formais e funcionais dos futuros projetos urbanísticos naquela zona protegida, cuja extensão abrange 16 hectares.

Focando-se na procura de soluções que contribuam para o ordenamento sustentável do território, o documento procura também preservar os valores patrimoniais e culturais, maximizando as sinergias e potencialidades e minimizando os impactos negativos.

O que diz António Barbosa:

“Santo António de Vale de Poldros é um espaço de memória com enorme potencial cultural e turístico. O plano de pormenor vai criar um conjunto de regras precisas, cujo objetivo incide na preservação e valorização deste habitat natural com uma beleza estonteante.

Nos últimos anos, o local tem conhecido algumas intervenções ao nível dos caminhos e sinalética. Com o novo documento, estarão criadas as condições para prevenir eventuais impactos negativos e projetar uma estratégia equilibrada e sustentada”.

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ARCOS DE VALDEVEZ SENSIBILIZA PARA A PRESERVAÇÃO DE MONUMENTOS HISTÓRICOS

29.FEV. SÁB. / 15H00 PAÇO EM FAMÍLIA

OFICINA TEMÁTICA: A janela do Paço - Construtores no tempo dos reis

O Paço de Giela, classificado como Monumento Nacional, esteve em ruínas e abandonado durante muitos anos, mas através de um projeto inovador de reabilitação foi totalmente recuperado e abriu ao público em 2015. Alguns elementos do Paço destacam-se pela sua beleza e originalidade, como é o caso da grande janela do século XVI decorada ao estilo manuelino! Nesta oficina vamos falar sobre a importância de preservar os nossos monumentos históricos para que não desapareçam para sempre e possam ser visitados e apreciados por todos.

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Para isso, vamos até ao tempo dos reis descobrir e experimentar os materiais que usavam para construir casas, castelos e paços senhoriais. Por fim, vamos dar largas à imaginação e construir a janela manuelina do Paço de Giela através de diversos materiais reciclados.

Atividade gratuita, sujeita a inscrição prévia. A inscrição poderá ser efetuada presencialmente ou através dos contactos:

Email: pacodegiela@cmav.pt

Telefone: 258520529

FÁBRICA CONFIANÇA EM BRAGA VOLTA A HASTA PÚBLICA

Câmara Municipal de Braga agenda nova Hasta Pública para a Fábrica Confiança

Como é já do conhecimento público, não houve qualquer licitação na hasta pública hoje realizada para a alienação da Fábrica Confiança.

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Todavia, considera a maioria do Executivo Municipal que não se encontram esgotadas as condições para concretizar esta alienação, no respeito pelo Caderno de Encargos devidamente aprovado pelos órgãos municipais.

Assim, será realizada uma alteração ao Regulamento da Hasta Pública, tendente a estabelecer a apresentação de propostas por carta fechada por parte dos investidores interessados como método de concretização da alienação em questão.

A apresentação de propostas será fixada até ao dia 10 de Março próximo e a abertura pública das mesmas agendada para o dia 11 de Março, em acto a realizar em horário e local a designar.

Nos próximos dias, a Câmara Municipal de Braga vai também avançar com a contestação judicial da Providência Cautelar que visa o PIP aprovado para o local, mantendo a inequívoca convicção de que a mesma terá idêntico desenlace às duas anteriormente interpostas no âmbito deste processo.

É também convicção clara da maioria do Executivo Municipal que o projecto constante do PIP acautela de forma exemplar os fins há muito prosseguidos para este edifício e sua envolvente: a preservação da estrutura de uma fábrica centenária enquanto memória de um importante activo industrial da cidade, a regeneração da zona envolvente e a articulação de tal espaço com o campus universitário próximo.

A recente aprovação de um Pedido de Informação Prévia (PIP) submetido pelo Município, que contou com a aprovação expressa das instâncias do Estado que tutelam a salvaguarda patrimonial e que aprovaram o procedimento de classificação do edifício, reconheceu que as funções aí propostas são particularmente adequadas, seja para salvaguarda dos espaços e das materialidades pré-existentes na fábrica, seja para complementaridade e reforço de uma nova centralidade naquela zona, acorrendo a uma necessidade premente de disponibilizar mais unidades de alojamento para o meio académico.

PLANO URBANÍSTICO PRESERVA MATRIZ PATRIMONIAL E PAISAGÍSTICA DAS SETE FONTES EM BRAGA

Versão preliminar do projecto apresentado este Sábado

Vinte hectares de parque verde público, uma grande área florestal privada e uma zona urbana com a criação de praças, edificações e vias. Assim será o futuro Parque Eco Monumental das Sete Fontes cuja versão preliminar do Plano de Urbanização e respectivo projecto paisagístico foi apresentado este Sábado, 8 de Fevereiro, no Museu D. Diogo de Sousa.

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Para o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, o sonho de construir o parque das Sete Fontes está mais perto da realidade. “Não vamos construir um parque porque ele já existe. O nosso objectivo é torná-lo acessível e fruível pela população. Não vamos criar grandes construções, nem infra-estruturas relevantes. O que queremos é preservar aquela matriz única que as Sete Fontes têm do ponto de vista patrimonial e paisagístico”, sustentou o Autarca.

Ricardo Rio adiantou que o Município está prestes a concluir a obtenção dos primeiros terrenos, assegurando que irá prosseguir o diálogo com os proprietários assim que o plano de urbanização esteja pronto a avançar para consulta pública. “Iremos depois encetar um trabalho faseado para disponibilizar o parque à população e permitir que os Bracarenses se apropriem do local”, referiu, salientando que as Sete Fontes serão “um espaço de futuro, que ligará a nossa história àquilo que queremos para o presente e para as gerações vindouras”.

O processo das Sete Fontes foi “longo e de muitas batalhas”, em que as Juntas de Freguesia de S. Victor, Gualtar e Adaúfe tiveram um papel fundamental, tal como os movimentos de cidadãos e as forças políticas que apontaram o projecto das Sete Fontes como “uma prioridade para o futuro do Concelho”.

“A verdade é que esta convergência de posições e o consenso alargado gerado na nossa sociedade foi muitas vezes acompanhado de muito cepticismo. Havia quem dissesse que este era um sonho impossível e que o parque eco monumental, mesmo devidamente classificado, nunca viria a ser um espaço ao dispor da comunidade”, frisou o Autarca.

Ricardo Rio lembrou, por isso, os “passos cruciais” dados nos últimos seis anos no sentido de “transformar o sonho em realidade”. Primeiro com as alterações do ponto de vista urbanístico, com a suspensão do PDM e com a introdução de condicionantes na sua revisão. Depois com a “supressão da via que iria atravessar as Sete Fontes e delapidar irreversivelmente aquele património” e, ainda, com o diálogo permanente com as instituições, proprietários e entidades que têm um papel relevante na concretização do projecto.

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Plano de urbanização salvaguarda o monumento nacional

Para o vereador Miguel Bandeira, todo o desenho proposto surge com a preocupação de proteger um sistema naturalizado do lugar onde as referencias de intervenção já estão definidas pela história e pela natureza. “O projecto procura assegurar a: conservação e valorização do monumento nacional; a salvaguarda da adução de água ao monumento e a gestão das águas pluviais, drenagem encaminhamento e retenção”, explicou.

O plano de urbanização, elaborado pelo conceituado urbanista Jorge Carvalho, assegura salvaguarda e valorização do sistema de abastecimento de águas à Cidade do século XVIII, classificado como Monumento Nacional desde 2011.

O plano orienta toda a vertente urbana de enquadramento do parque, estabelecendo portas de entrada e uma frente edificatória que valoriza o Ecoparque, estimula a sua vivência e utilização.

Outro dos objectivos passa por estabelecer uma relação mais funcional entre as Sete Fontes e os núcleos envolventes, nomeadamente com a freguesia de Gualtar, com o hospital, Areal/Alegria, Areal de Baixo e Areal de Cima, qualificando a malha urbana envolvente e definindo uma frente de parque capaz de o dinamizar e qualificar.

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MUNICÍPIO DE BRAGA APRESENTA PROJECTO DO APRQUE DAS SETE FONTES

Apresentação e Discussão Pública do projecto do Parque das Sete Fontes e Plano de Urbanização. Amanhã, Sábado, dia 8 de Fevereiro, pelas 09h30, no Museu D. Diogo de Sousa, Braga

O Município de Braga promove a apresentação e discussão pública do projecto do Parque das Sete Fontes e Plano de Urbanização em cerimónia que terá lugar amanhã, Sábado, dia 8 de Fevereiro, pelas 09h30, no Museu D. Diogo de Sousa, em Braga.

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A iniciativa contará com a presença de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga; Miguel Bandeira, vereador do Urbanismo; Jorge Carvalho, coordenador do Plano de Urbanização e da estratégia executória e Frederico Moura e Sá; o responsável pelos estudos hidrogeológicos, Paulo Ramísio, e Teresa Andersen, coordenadora do projecto paisagístico do Parque das Sete Fontes.

Nesta sessão será apresentado e aberto à discussão a versão preliminar do Plano de Urbanização das Sete Fontes e o respectivo projecto paisagístico para o Parque das Sete Fontes. Após a apresentação da proposta técnica na sessão pública seguir-se-ão as restantes fases de trabalho, designadamente os pareceres e a concertação com as diversas entidades envolvidas, a participação pública e, finalmente, a aprovação formal do Plano.

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ESCUTEIROS DE FAMALICÃO VÃO LIMPAR ESTÁTUAS

Cerca de 200 escuteiros de Famalicão vão limpar estátuas da cidade

No próximo dia 8 de fevereiro, sábado, cerca de 200 escuteiros do Núcleo de Vila Nova de Famalicão do Corpo Nacional de Escutas vão percorrer a cidade entre as 9h00 e as 18h00, promovendo a manutenção e limpeza de pequenos monumentos (estátuas e espaços circundantes).

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Os escuteiros com idades entre os 18 e os 22 anos, estarão divididos em várias equipas e a limpeza irá decorrer em simultâneo.

A iniciativa marca o arranque das comemorações dos 60 anos do Corpo Nacional de Escutas de Famalicão e conta com o apoio da Câmara Municipal.

MUNICÍPIO DE VIZELA APOSTA NA PROMOÇÃO DO TRATADO DE TAGILDE

No seguimento da nova estratégia de consolidação da imagem e identidade do Concelho de Vizela como destino turístico privilegiado,  a Câmara Municipal de Vizela vai apresentar a nova peça evocativa do Padrão do Tratado de Tagilde, no próximo dia 31 de janeiro, pelas 11.00h, na Loja Interativa de Turismo.

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A história de Portugal e da Europa tem o seu berço em Tagilde. O Tratado da Aliança entre Portugal e Inglaterra, ou Tratado de Tagilde, assinado a 10 de Julho de 1372, entre Portugal e Inglaterra, na Igreja de São Salvador de Tagilde, sela uma das mais importantes amizades políticas de Portugal e marca o início da mais velha aliança militar do mundo, que perdura até aos nossos dias.

Este Padrão foi implantado a 10 de julho de 1953, no topo do qual encontramos as pedras com os símbolos dos reinos de Portugal e Inglaterra.

Representando o reino de Portugal, estaria o Rei D. Fernando e pelo reino de Inglaterra, estariam em sua representação os Duques de Lencastre. Portugal comprometia-se a ajudar João de Gante, Duque de Lencastre, contra Henrique II de Castela.

Porque a Câmara Municipal considera que o património histórico e cultural de um concelho é fundamental para a transmissão da memória e da identidade da sua comunidade, constituindo, assim, um recurso que deve ser divulgado, valorizando e projetando uma herança comum que urge transmitir às gerações vindouras.

Deste modo, e dando cumprimento ao previsto no Plano Municipal de Turismo, a Câmara Municipal pretende potenciar dinâmicas de reforço que permitam a consolidação da nova imagem e identidade do Concelho de Vizela, como destino turístico privilegiado, experienciando os segredos de um vale recheado de saberes, sabores, prazeres e tradições caraterísticas.

BRAGA: MINISTÉRIO DA CULTURA CONFIRMA APROVAÇÃO DA CONFIANÇA PARA RESIDÊNCIA

Bloco de Esquerda questionou a Ministra da Cultura na Audição Parlamentar desta segunda-feira. Resposta foi dada pela secretária de Estado.

Intervenção de Alexandra Vieira, deputada do BE. Resposta da Secretária de Estado, Ângela Ferreira.

A secretária de estado da Cultura, Ângela Ferreira, afirmou hoje na Assembleia da República que as entidades responsáveis estão conscientes dos valores que são necessários preservar na antiga Fábrica Confiança.

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Na audição parlamentar à Ministra da Cultura, a deputada do BE, Alexandra Vieira, lançou um conjunto de questões ao gabinete de Graça Fonseca. A bloquista quis saber o que levou o Ministério da Cultura a "autorizar um caso de especulação imobiliária pondo em causa o único exemplar da memória industrial de Braga". A deputada acusou o Ministério da Cultura de "por um lado classificar" e "por outro autorizar acções que destroem o bem patrimonial".

Muita crítica à solução apresentada por Ricardo Rio há pouco mais de uma semana, Alexandra Vieira acusou o Ministério da Cultura de "não proteger o património colectivo".

A resposta à deputada eleita pelo distrito de Braga partiu da secretária de estado da Cultura. Ângela Ferreira sublinha que o destino final que a Câmara Municipal de Braga quer dar à antiga Confiança através da alienação, não tem oposição das entidades que acompanham estes procedimentos. "O PIP da CMB teve parecer favorável, o edifício da Fábrica contará com um núcleo museológico onde se fará a preservação da história e da identidade da Fábrica Confiança. O edifício antigo será alvo de restauro e servirá para fins culturais", começou por responder a governante. A  secretária de Estado da Cultura reconheceu a construção de um edifício novo para residências de estudantes, e sublinhou que "as entidades com tutela no acompanhamento destes procedimentos estão cientes e conscientes dos valores que são necessários preservar".

Elsa Moura / https://rum.pt/

GRUPO FOLCLÓRICO DA UMINHO INTEGRA CANDIDATURA DO "CANTO A VOZES" A PATRIMÓNIO DA UNESCO

Candidatura será apresentada em breve e dá destaque às polifonias tradicionais com objetivo de se tornar Património Cultural Imaterial da Humanidade.

O Grupo Folclórico da Universidade do Minho marcou presença na mesa redonda, “O Património somos nós”, que decorreu no passado sábado, dia 18 de janeiro, em S. Pedro do Sul. Esta reunião de trabalho juntou 18 grupos de cantares oriundos do centro e norte do país. O encontro foi presidido pela anfitriã e vereadora da Câmara Municipal de S. Pedro do Sul, professora Teresa Sobrinho, bem como pela Professora Doutora Rosário Pestana, da Universidade de Aveiro, e pelo Professor Doutor Domingos Morais, docente da Escola Superior de Teatro e Cinema.

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O encontro serviu para debater a inscrição desta manifestação na matriz PCI. No auditório das Termas de São Pedro do Sul fizeram-se ouvir mais de 120 cantadeiras e cantadores dos 18 grupos participantes, nomeadamente o GFUM – Grupo Folclórico da Universidade do Minho que, juntamente com o Grupo de Cantares Mulheres do Minho, representam o concelho de Braga neste processo.

Foi constituída a Comissão Organizadora de uma associação de defesa dos interesses dos grupos que formalmente ou informalmente cantam a três e mais vozes um repertório legado pela sociedade agrária tradicional, que tem diferentes designações locais: cramol, terno, lote, cantada, cantedo, cantarola, moda ou cantiga.

Por iniciativa do Município de São Pedro do Sul foi feito um protocolo com a Universidade de Aveiro, tendo sido constituída uma equipa de investigação que desde 2017 acompanha a atividade dos diferentes grupos, ao mesmo tempo que desenvolve uma pesquisa em fontes históricas. Cantado por grupos de mulheres ou mistos, este canto é, no século XXI, uma expressão artística e um património imaterial que vincula as mulheres e homens (com maior destaque na mulher) no combate à vulnerabilidade das comunidades onde residem, reforça a identidade local e desoculta o papel das mulheres nos processos e práticas culturais ancestrais.

O GFUM, que tem dado cada vez mais destaque ao "Canto a Vozes", também conhecido como canto polifónico tradicional, faz com que esta prática esteja sempre presente na sua atividade corrente, realizando anualmente vários eventos onde este património é o grande destaque. A passagem de testemunho e aprendizagem pelas gerações mais novas desta forma de cantar tem sido trabalhada pelo grupo na sua atividade regular.

Os concertos “Canção Bracarense” e “Quem canta seus males espanta” são exemplos que evidenciam que as polifonias tradicionais estão em destaque, garantindo salas cheias para ouvir e apreciar estes registos. Além destes eventos, o GFUM tem mostrado em várias ocasiões o vasto manancial de recolhas, reunindo por várias ocasiões um coro de comunidade e realizado workshops sobre esta temática que tem sido cada vez mais acolhida pelo público.

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RUSGA DE JOANE INTEGRA CANDIDATURA DO “CANTO A VOZES” A PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL DA HUMANIDADE

No passado sábado, dia 18 de janeiro, no auditório do Balneário Rainha D.ª Amélia, nas Termas de S. Pedro do Sul, teve lugar mais uma reunião de trabalho que juntou 18 grupo de cantares polifónicos tradicionais, oriundos do centro e norte do país. O encontro foi presidido pela anfitriã e vereadora da Câmara Municipal de S. Pedro do Sul, professora Teresa Sobrinho, bem como pela professora doutora Rosário Pestana, da Universidade de Aveiro, e pelo professor doutor Domingos Morais, docente da Escola Superior de Teatro e Cinema.

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“O património somos nós!” foi o título da mesa redonda que reuniu grupos de Canto a Vozes para debater a inscrição desta manifestação na matriz PCI. No auditório das Termas de São Pedro do Sul fizeram-se ouvir mais de 120 cantadeiras e cantadores dos 18 grupos participantes, inclusive o Grupo Etnográfico Rusga de Joane, de Vila Nova de Famalicão.

Foi constituída a Comissão Organizadora de uma associação de defesa dos interesses dos grupos que formalmente ou informalmente cantam a três e mais vozes um repertório legado pela sociedade agrária tradicional, que tem diferentes designações locais: cramol, terno, lote, cantada, cantedo, cantarola, moda ou cantiga.

Por iniciativa do Município de São Pedro do Sul foi feito um protocolo com a Universidade de Aveiro, tendo sido constituída uma equipa de investigação que desde 2017 acompanha a atividade dos diferentes grupos, ao mesmo tempo que desenvolve uma pesquisa em fontes históricas. Cantado por grupos de mulheres ou mistos, este canto é, no século XXI, uma expressão artística e um património imaterial que vincula as mulheres e homens (com maior destaque na mulher) no combate à vulnerabilidade das comunidades onde residem, reforça a identidade local e desoculta o papel das mulheres nos processos e práticas culturais ancestrais.

É cultivado no centro e norte de Portugal há sucessivas gerações e encontra-se em comunidades e(ou) grupos geograficamente distantes, mas que de alguma forma tiveram ao longo da sua história contacto com essas práticas performativas. Tal e qual se sucede com a RUSGA DE JOANE, que tem dado cada vez mais destaque ao "Canto a Vozes", também conhecido como canto polifónico tradicional, fazendo com que esteja sempre presente na sua atividade corrente, bem como, o incentivo à transmissão às novas gerações, desta tradição tão nobre, tão portuguesa.

Seguir-se-ão outras reuniões e iniciativas que visam fortalecer este movimento coletivo e congregar todo este conhecimento e prática cultural que tem perdurado de geração em geração e que urge proteger e eternizar, fazendo ao mesmo tempo uma justa homenagem a todas as mulheres que ao longo de anos e anos mantiveram este património vivo.

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