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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ESPOSENDE PROMOVE FÓRUM PARA DEBATER EDUCAÇÃO E PATRIMÓNIO

O Município de Esposende promove, de 25 de maio a 3 de junho, a edição de 2018 do Fórum da Educação. Subordinado ao tema “Educação e Património”, este fórum visa a promoção da reflexão sobre estas duas realidades, apontando os contributos que ambos adquirem no desenvolvimento e transformação dos indivíduos, da comunidade e da região.

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A Comissão Europeia estabeleceu 2018 como o Ano Europeu do Património Cultural, apresentando como principais objetivos a promoção da diversidade cultural, do diálogo intercultural e da coesão social. Foi nesse pressuposto que assentou a decisão de eleger “Educação e Património” como mote para o Fórum da Educação deste ano, alertando, assim, para o importante papel que o património tem no desenvolvimento educativo, social e económico das comunidades.

Um dos principais vetores que se procurará enfatizar é o do contributo do Património e da História para a construção e enriquecimento do currículo local, ao nível do sistema formal de ensino, assim como para o esboço de experiências e oportunidades educadoras dirigidas a todos os cidadãos, um dos importantes patrimónios de qualquer comunidade.

Programa diversificado

No dia 25 maio, pelas 18h15, o Fórum Municipal Rodrigues Sampaio acolhe a sessão de abertura, pelo Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, e por José Mesquita, Delegado Regional de Educação do Norte.

Segue-se a conferência “Educar através do Património Cultural: pontes para o futuro”, por Helena Pinto, do Centro de Investigação Transdisciplinar “Cultura, Espaço e Memória” da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

João Terras, professor, historiador de arte e monitor de Educação e Mediação Cultural na “A Oficina”, de Guimarães, abordará “A arte popular e seus reflexos na história local - uma proposta de relação no trabalho criativo com alunos do 1.º CEB, em Esposende”. A moderação cabe à Vereadora da Educação da Câmara Municipal de Esposende, Angélica Cruz.

Já no dia 28 maio, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal Manuel de Boaventura, realiza-se a tertúlia “O património dos afetos num tempo sem tempo”, com a participação de Teresa Freire, da Escola de Psicologia da Universidade do Minho, e a moderação de Cristina Nogueira, Presidente da Federação das Associações de Pais e Encarregados de Educação do Concelho de Esposende.

No dia 29 maio, às 21h30, no Fórum Municipal Rodrigues Sampaio, debate-se “O Património no desenho do currículo local”, versando “O Património local na Escola”, por Sampaio Azevedo e Adília Terra, do Agrupamento de Escolas António Correia de Oliveira. Sandra Amorim, da Escola Profissional de Esposende, abordará “O Património como promotor de identidade”. Ainda dentro deste painel, Paula Cepa, do Agrupamento de Escolas António Rodrigues Sampaio apresenta o tema “Formar cidadãos agentes de mudança - o Património” e José Carlos Loureiro, da Escola Secundária com 3.º Ciclo Henrique Medina, reflete sobre o tema “Educar: o universal e o local, entre a memória e a esperança”. Da Câmara Municipal de Esposende, Ana Paula Almeida e Diogo Vilarinho Zão abordam “O Património: compromissos de um município educador”. A moderação cabe a Valdemar Almeida, da Universidade Católica Portuguesa - Porto.

Nos dias 30 e 31 maio, o Largo Rodrigues Sampaio acolhe uma Mostra Educativa dirigida ao Ensino Superior, Secundário e à Educação de Adultos, na qual participam as universidades do Minho, os politécnicos do Porto, de Viana do Castelo, do Cávado e Ave, do ISAVE, I. Universitário da Maia, U. Católica, CESPU – Ensino Superior, Escola Secundária Henrique Medina, Escola Profissional de Esposende e Centro Qualifica Litoral Cávado.

No dia 30 de maio, o Auditório Municipal acolhe a atividade “O Futuro que procuras”, que iniciará às 15h com uma conferência proferida por Ana Teresa Penim, Psicóloga Social e das Organizações e Mestre em Coaching. Pelas 16h45, uma tertúlia reúne “Percursos que inspiram”, com João Cruz- diretor operacional da PROZIS, Rute Moreda – escultora; Mário Jorge Silva - engenheiro químico, Cecília Araújo - diretora comercial do grupo AXIS, Hernâni Oliveira - investigador científico em Media Digitais e Saúde, cabendo a moderação a José Marques da Silva.

No dia 2 de junho, pelas 15h30, no Auditório Municipal, realiza-se o Seminário de Educação e Formação de Adultos em que Bravo Nico, da Universidade de Évora, abordará a “As Mãos que vês nas coisas transformadas – Cultura e Território, processo(s) de aprendizagem ao longo da vida”; José Manuel Castro, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, apresentará a “Importância da educação não-formal e informal no contexto de mercado de trabalho”; e António Leite, Delegado Regional do Norte do Instituto do Emprego e Formação Profissional, intervirá com a comunicação “Indicadores e tendências de empregabilidade em Portugal”, cabendo a moderação a Angélica Cruz, Vereadora da Educação da Câmara Municipal de Esposende.

Paralelamente, decorrem atividades culturais. Entre os dias 25 de maio e 1 de junho, realizar-se-á um espetáculo produzido pela Escola de Música “Viagem pelo Universo dos Instrumentos” dirigido aos alunos do 1º CEB. A 26 de maio, pelas 21h30, o Auditório Municipal acolhe o concerto “Raízes – de Portugal a África”, pelo Coro de Pequenos Cantores de Esposende e a 2 de junho, pelas 21h30, o Fórum Municipal Rodrigues Sampaio recebe o espetáculo “Mar – memórias co(a)ntadas”, pelo Coro Ars Vocalis, com declamação de Agostinho Teixeira, a partir da seleção de textos de José Felgueiras e sob direção de Helena Venda Lima.

As comemorações do Dia Mundial da Criança assinalam-se entre 28 de maio e 8 de junho, com o teatro “A Menina Serpente”, um espetáculo itinerante, através de um conto dramatizado e musicado, a partir da obra de Almada Negreiros, que percorrerá todos os Jardins de Infância e Escolas do 1º CEB do concelho. No mesmo âmbito, serão promovidas atividades lúdicas e pedagógicas dirigidas às crianças e famílias, nos dias 2 e 3 de junho, no Parque Radical, que contarão, entre outras, com propostas de exploração do nosso património.

BRAGA EXPÕE RUÍNAS ARQUEOLÓGICAS DA BASÍLICA SUEVA DE DUME

Núcleo Museológico de Dume é ‘importante referencial’ da memória colectiva

O Núcleo Museológico de Dume abriu esta Sexta-feira ao público os conteúdos expositivos das ruínas arqueológicas da basílica Sueva de Dume. Este é mais um importante ponto de interesse na componente patrimonial com um espólio muito significativo e exemplar da antiga arquitectura cristã da Europa Ocidental.

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A inclusão é uma das grandes apostas deste equipamento, uma vez que o espaço está totalmente equipado para receber visitantes com qualquer tipo de limitações, sejam elas de mobilidade, visual ou auditiva. A musealização das ruínas da antiga Catedral, localizadas sob a actual igreja paroquial de Dume e seus espaços circundantes, é fruto da união de esforços entre a União de Freguesias de Real, Dume e Semelhe, Município de Braga, Universidade do Minho e a Igreja, a “verdadeira legatária” das memórias referencias agora expostas.

Segundo Miguel Bandeira, vereador da Câmara Municipal de Braga, este espólio “assume uma importância impar pela sua singularidade e valia patrimonial, constituindo-se como exemplar único, cuja valorização permitirá projectar as Ruínas Arqueológicas de São Martinho de Dume para o mesmo patamar dos grandes conjuntos europeus similares, integrando-o nos circuitos internacionais de arquitectura cristã antiga”.

O Núcleo Museológico de Dume é um equipamento cultural da União de Freguesias, composto pelo edifício que alberga o túmulo de São Martinho de Dume e pelas ruínas arqueológicas (basílica e mosteiro Suevo e balneário Romano), já classificados como Monumento Nacional.

 “Este Núcleo é um importante referencial da nossa memória colectiva. Estes são espaços que nunca estão verdadeiramente encerrados a novos contributos do conhecimento, podendo sempre apresentar novas descobertas e revelações”, sustentou Miguel Bandeira, esperando que “em pouco tempo este seja um museu do conhecimento do grande público”.

A fruição das ruínas assenta na criação de um circuito entre o edifício que alberga o túmulo de São Martinho de Dume e a igreja, sob o actual adro, de modo a proporcionar a visita às ruínas conservadas. O visitante poderá visualizar vídeos e contextualização no auditório e iniciar depois uma espécie de ‘viagem no tempo’, circulando pela parte subterrânea do adro da igreja, vendo ruínas da antiga ‘Villa Romana’ e do mosteiro e basílica Suevas, terminando na sala do túmulo.

Já para presidente da União de Freguesias de Real, Dume e Semelhe, Francisco Silva, o objectivo é colocar este Núcleo Museológico nos roteiros nacionais e internacionais. “Este património, além de valorizar a freguesia, vai permitir realizar uma viagem no tempo, para que Dume ocupe o seu lugar na história religiosa e de Portugal”, disse.

O Núcleo Museológico de Dume funciona de Terça a Sábado (excepto o primeiro Sábado de cada mês) das 14h00 às 1800 e aos primeiros Domingos de cada mês entre as 09h30 e as 12h30. O Espaço disponibiliza ainda um serviço educativo com visitas guiadas para grupos e outras actividades, sujeitas a marcação prévia na União de Freguesias de Real, Dume e Semelhe.

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SINOS DA IGREJA DE S. MIGUEL DE REFOJOS VOLTAM A DOBRAR EM CABECEIRAS DE BASTO

Sinos beneficiados da Igreja de S. Miguel de Refojos regressam à torre

Estão hoje a ser instalados os sinos da torre da Igreja de S. Miguel de Refojos, que haviam sido retirados no passado dia 16 de abril para serviços de manutenção e restauro de todas as madeiras que compõem as estruturas de suporte dos mesmos.

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Para além destes trabalhos, a intervenção inclui também a modernização de todo o sistema elétrico do mecanismo de funcionamento dos sinos e do relógio.

De referir que as intervenções em curso estão a ser executadas no âmbito da empreitada de beneficiação das coberturas da ala nascente do Mosteiro e da Igreja.

Brevemente vão iniciar-se as obras de beneficiação da fachada principal e das torres sineiras, intervenção que inclui o arranjo do adro e a instalação de um sistema eletrostático de afastamento de aves.

Estas obras resultam de uma candidatura a fundos comunitários no montante global de 2 milhões de euros, aprovada pelo Programa Operacional Regional do Norte (Norte 2020) – designada ‘Mosteiro de S. Miguel de Refojos, Património Cultural Ímpar’ – que visa a afirmação do património histórico-cultural como produto turístico de afirmação do território de Cabeceiras de Basto na oferta turística da região.

Estas obras contam também com o apoio e acompanhamento da Direção Regional de Cultura do Norte.

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ABERTURA DA CLASSIFICAÇÃO DA IGREJA DE SANTA MARIA MADALENA, DA PARÓQUIA DE CHAVIÃES

O prazo para apresentação de reclamação termina a 24 de maio

A Igreja de Santa Maria Madalena, da paróquia de Chaviães, União das Freguesias de Chaviães e Paços, em Melgaço, foi proposta a Classificação pelo seu valor histórico-social e arquitetónico-artístico de exceção. O procedimento está em curso e a apresentação de reclamação termina a 24 de maio.

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Esta proposta surgiu no âmbito dos trabalhos efetuados sobre arquitetura medieval de origem românica, património classificado no Alto Minho, e do seu estado de conservação, onde se constatou que a Igreja não se encontrava Classificada, nem em vias de Classificação.

Agora, o referido imóvel encontra-se em vias de classificação e os localizados na zona geral de proteção (50 metros contados a partir dos seus limites externos) ficam abrangidos pelas disposições legais em vigor, como se poderá ver no Diário da República n.º 85/2018, Série II de 2018-05-03, o Anúncio n.º 63/2018, aqui. Os interessados em reclamar ou interpor o recurso hierárquico do ato poderão fazê-lo até 24 de maio.

Sobre o imóvel

A Igreja de Santa Maria Madalena de Chaviães é detentora de valor cultural relevante. Na lista de igrejas situadas no território de Entre Lima e Minho era citada como uma das igrejas subordinadas ao bispado de Tui.

Em 1444, D. João I conseguiu do Papa que este território fosse desmembrado do bispado de Tui, passando a pertencer ao de Ceuta, onde se manteve até 1512. Neste ano, o arcebispo de Braga, D. Diogo de Sousa, deu a D. Henrique, bispo de Ceuta, a comarca eclesiástica de Olivença, recebendo em troca a de Valença do Minho.

Em termos administrativos, fez parte, em 1839, da comarca de Monção e, em 1878, da comarca e julgado de Melgaço. Pertence à Diocese de Viana do Castelo desde 3 de Novembro de 1977.

PONTE ROMÂNICA EM FAMALICÃO REABERTA AO TRÂNSITO AUTOMÓVEL

Obras de conservação e valorização praticamente concluídas. Ponte românica da Lagoncinha aberta ao trânsito

A Ponte da Lagoncinha sobre o rio Ave, na freguesia de Lousado, em Vila Nova de Famalicão, abriu esta terça-feira ao trânsito, depois de cerca de 5 meses encerrada para a realização de obras de conservação e valorização. A Ponte que integrou recentemente a Rota do Românico do Ave, é um dos acessos mais utilizados por quem tem de circular entre Santo Tirso e Vila Nova de Famalicão.

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Neste momento, as obras no tabuleiro da ponte estão concluídas, faltando apenas terminar alguns arranjos nas guardas laterais da ponte. “Conseguimos abrir a Ponte da Lagoncinha cerca de um mês antes da data prevista, respondendo assim à necessidade dos cidadãos que utilizam esta ligação diariamente”, explica a propósito o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha.

Refira-se que as obras de conservação e valorização da ponte, tinham um prazo de execução de seis meses e implicaram um investimento de cerca de 154 mil euros contando com o cofinanciamento de cerca de 128 mil euros, pelo Programa Operacional Regional do Norte – Norte 2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

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Para além da limpeza e tratamento das cantarias em granito, do restauro e nivelamento do tabuleiro da ponte, a intervenção implicou também a consolidação estrutural de fissuras existentes nos paramentos e intradorso do tabuleiro da ponte.

No fundo, o objetivo consistiu em eliminar os fatores de risco e de degradação infraestrutural e melhorar as condições de segurança, protegendo e salvaguardando, ao mesmo tempo, os elementos patrimoniais e melhorando as condições de fruição.

Para Paulo Cunha, “esta intervenção que já era aguardada há algum tempo permitirá dotar a Ponte da Lagoncinha de melhores condições de circulação e de segurança, assegurando assim a proteção e valorização deste importante património que tanto engrandece o nosso concelho”.

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ARCOS DE VALDEVEZ DÁ A CONHECER O PAÇO DA GIELA

Paço em Família: O Paço e a floresta encantada

Conhecer, proteger e valorizar o Património Cultural e a Natureza

O Paço de Giela tem hoje centenas de anos, mas começou por ser apenas uma torre, depois uma torre e uma pequena casa e depois um grande paço senhorial. Com o passar do tempo foi ficando arruinado, mas há três anos foi reconstruído para poder ser visitado. Em torno do Paço há um bosque de carvalhos e castanheiros onde habitam pequenos animais, flores e arbustos, que na Primavera se enchem de vida e cor e podem ser facilmente observados.

2018-05-26 - PAÇO EM FAMÍLIA - O PAÇO E A FLORESTA ENCANTADA

Nesta oficina partimos à descoberta do Paço e da floresta encantada para aprender a identificar algumas plantas e animais e conhecer os segredos deste monumento.

Para não esquecermos que é importante proteger a nossa memória, terminamos com a criação dos dez mandamentos da preservação e valorização do património cultural e natural!

Atividade gratuita, sujeita a inscrição prévia.

A inscrição poderá ser efetuada presencialmente ou através dos contactos:

Email: pacodegiela@cmav.pt

Telefone: 258 520 529

Telemóvel: 965 995 094

CABECEIRAS DE BASTO DEBATE MARKETING DO PATRIMÓNIO EDIFICADO

Workshop de Marketing do Património Edificado materializa primeira atividade do ‘Mosteiro de Emoções’

Realizou-se ontem, dia 3 de maio, na Casa do Tempo de Cabeceiras de Basto, o primeiro dos cinco workshops que integram o Ciclo Formativo do programa cultural ‘Mosteiro de Emoções’. O ‘Workshop de Marketing do Património Edificado’ foi também a primeira das 23 atividades do ‘Mosteiro de Emoções’ que tem como grande objetivo divulgar o vasto e rico Património Cabeceirense, cujo verdadeiro ex-líbris é o Mosteiro de S. Miguel de Refojos. Foram oradores neste primeiro evento a Doutora Rosário Machado, a Arq.ª Inês Gonçalves e o Dr. Luís Pedro Martins.

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Na abertura do workshop, o presidente da Câmara Municipal, Francisco Alves, saudou a plateia e agradeceu a disponibilidade dos oradores para se associarem ao ‘Mosteiro de Emoções’.

Francisco Alves começou por afirmar que “o património edificado e arqueológico em Cabeceiras de Basto é muito rico e bastante diversificado” e que é objetivo da Câmara Municipal “continuar a promover a oferta cultural e turístico-patrimonial edificada junto dos Cabeceirenses e da comunidade em geral”.

E acrescentou: “o património edificado, aliado à nossa história e à nossa cultura, são motivos de interesse turístico que queremos potenciar cada vez mais, através da implementação de políticas de valorização deste mesmo património, do território, bem como dos recursos endógenos. E queremos, a partir do Nosso Mosteiro, continuar a cativar novos visitantes. O Mosteiro de S. Miguel de Refojos tem sido o principal ícone de promoção deste território e, por isso, vai continuar a ser uma aposta da Câmara Municipal”.

Este Ciclo Formativo, repartido em cinco workshops tem como grande objetivo capacitar os agentes de dinamização cultural, turística, económica e associativa do concelho, de bens culturais e naturais para a sua valorização económica.

De salientar que o ‘Mosteiro de Emoções’ se traduz num vasto e rico programa cultural e de animação artística que tem como objetivo dinamizar o Município de Cabeceiras de Basto, colocando em evidência o NOSSO MOSTEIRO, imponente exemplar barroco.

Coube à Arq.ª Inês Gonçalves, colaboradora desta Câmara Municipal, autora de uma publicação sobre os Moinhos de Cabeceiras de Basto e também coordenadora na vertente da arquitetura da Candidatura do Mosteiro de S. Miguel de Refojos a Património Cultural da Humanidade, fazer uma apresentação cronológica da evolução do Mosteiro, desde a origem, no séc. XII, até à atualidade; falar do processo de Candidatura do Mosteiro à Lista Indicativa de Portugal a Património da Humanidade da UNESCO; bem como da mais recente candidatura a fundos comunitários (Norte 2020) ‘Mosteiro de S. Miguel de Refojos, Património Cultural Ímpar’ que, por um lado, pretende salvaguardar, proteger, conservar e valorizar o Mosteiro de S. Miguel de Refojos e, por outro lado, aumentar os fluxos turísticos, atraindo novos visitantes, designadamente através da implementação de um programa de animação cultural que se designou por ‘Mosteiro de Emoções’.

Inês Gonçalves apresentou, assim, o Mosteiro de S. Miguel de Refojos como “uma marca e marco do passado e um pilar do futuro”.

Na sua intervenção, a Doutora Rosário Machado, diretora do Centro de Estudos do Românico e Território, copresidente da Comissão Científica da Rota do Românico, falou à plateia da ‘Rota do Românico – o património e a memória como instrumento de desenvolvimento de um território’. Para além da missão da Rota do Românico, Rosário Machado evidenciou as áreas de intervenção da Rota do Românico, a importância da cooperação internacional e ainda da comunicação que tem sido feita em torno da mesma Rota do Românico.

Por seu turno, o Dr. Luís Pedro Martins, diretor Executivo da Torre dos Clérigos e especialista em Marketing e Comunicação, destacou as obras realizadas na Igreja e na Torre dos Clérigos; os resultados obtidos que se traduziram num aumento significativo do número de visitantes; bem como as experiências diferenciadoras disponíveis na Torre dos Clérigos, como é o caso da abertura do monumento à noite.

Até julho de 2019 serão 23 as grandes ações relacionadas com múltiplas manifestações artísticas, de exaltação do património mas, também, da tradição e da história.

São ações de destaque deste Mosteiro de Emoções, para além deste Ciclo Formativo, a criação da Sebenta do Património, o Concurso Literário Nacional – Conto Infantil de Cabeceiras de Basto, o Encontro Internacional Ora Et Labora, a iniciativa Dá LÃ um Abraço ao Mosteiro, concertos rápidos, um ciclo de formação ‘O Futuro visita o Passado’, ‘PASSEPARTOUT’: coleção de postais sobre o Mosteiro, um Sunset A..Gosto!, um festival aromático com provas de aromas e sabores designado ‘Cheira Bem, Cheira a Cabeceiras’, Danças Claustrais, a criação de um Doce Cabeceirense, uma Ceia Beneditina Improvável, o Concurso de Ilustração Infantil, ‘A Noite das Mil e Uma Histórias’, o evento de degustação ‘Mesa de Cabeceiras’, uma Residência Artística, uma mostra de sabores beneditinos intitulada ‘De LICOR e Salteado’, um Festival Ibérico de Canto Gregoriano, um curso breve e livre sobre ‘Sons do Silêncio – A Música e o Barroco’, exposições temáticas, um Encontro de Viajantes Holísticos e, ainda, uma Bienal Internacional de Flauta Transversal que é um “reconhecimento” à flautista Cabeceirense Adriana Ferreira.

Cabeceiras de Basto está, assim, a ser marcado por um projeto cultural intenso e rico, capaz de atrair públicos distintos ao longo dos próximos meses e até julho de 2019.

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PONTE DE LIMA PROMOVE PATRIMÓNIO ROMANO

Ponte de Lima abre a terceira porta da Viagem no Tempo pelo Alto Minho, a 5 de maio

A herança romana deixada na região do Alto Minho é o tema da terceira Porta do Tempo, que vai amnahã, dia 5 de maio, em Ponte de Lima. Promovida pelo Município de Ponte de Lima e pela CIM Alto Minho, no âmbito do projeto “Alto Minho 4D: Viagem no Tempo”, a apresentação da porta contará com uma conferência dedicada à cultura romana e uma visita performativa junto à Ponte Romana que atravessa a vila. 

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A herança que os romanos nos deixaram no nosso património cultural e arquitectónico, assim como as transformações ocorridas à época na sociedade, serão os pontos de partida para a conferência sobre a “Rota do Romano”, que terá lugar no sábado, 5 de maio, pelas 11 horas, no Auditório Municipal de Ponte de Lima. A abordagem estará a cargo de Brochado Almeida, professor emérito da Universidade do Porto e de Rui Morais, professor da Universidade do Porto.

A participação na conferência é gratuita, mas implica inscrição prévia no site da CIM Alto Minho: www.cim-altominho.pt.

No período da tarde, pelas 15h00, será efetuada uma performance alusiva ao tema na entrada do Pavilhão de Feiras e Exposições de Ponte de Lima e, mais tarde, com partida junto à Igreja de Santo António da Torre Velha, a partir das 16h30, uma visita de estudo à Ponte Romana e aos miliários de Faldejães.

Durante o dia, e integrando também o programa, um grupo de sketchers percorrerá aquela que é a vila mais antiga de Portugal, no registo de pormenores do património de Ponte de Lima, no âmbito da acção “Sketching com História”.

Para Ponte de Lima, a rota escolhida foi a do Romano, bem marcada na ponte, que carateriza a vila e lhe dá parte do nome. Embora com um troço medieval, a atual ponte mantém parte da ponte romana: são cinco arcos a partir do grande arco que está em leito seco. A data apontada para esta ponte é o século I, uma vez que foi nessa época que se procedeu à abertura do trajecto de uma das vias militares do antigo "Conventus Bracaraugustanus", que ligava Braga a Astorga, neste caso a Via XIX, mandada abrir pelo Imperador Augusto.

Estas e outras abordagens serão apresentadas na visita de estudo, que será efectuada ao local no período da tarde do primeiro sábado de maio.

Sublinhe-se que o projeto “Alto Minho 4D – Viagem no Tempo” foi aprovado pelo Programa Operacional Regional do Norte – Norte 2020, no domínio do “Património Cultural”, e pretende criar uma rede de 10 rotas/ itinerários cronológicos culturais baseados na história e nos bens patrimoniais do Alto Minho. Com esta iniciativa intermunicipal, cada um dos concelhos do Alto Minho encabeçará uma dessas rotas que funcionará como o “portal” de acesso a uma “estação do tempo” (um núcleo museológico que funcionará num determinado espaço físico), que irá dispor de uma série de valências e no qual se apresentará uma sequência de recursos patrimoniais alusivos a essa rota e a serem visitados não só nesse concelho, mas em todo o território, promovendo-se um circuito (touring) cultural pelo Alto Minho e, consequentemente, a mobilidade turística na região.

BRAGA DIVULGA PATRIMÓNIO MUSICAL

Exposição revela Património Musical de Tadim. Mostra é inaugurada no próximo dia 5 de Maio

O Município de Braga inaugura no próximo dia 5 de Maio, às 15h30, na Junta de Freguesia de Tadim, mais uma exposição no âmbito do projecto Património Musical do Concelho de Braga.

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Nesta exposição estará em destaque a iconografia musical da freguesia e o seu património musical imaterial. A história das tradições e actividades musicais serão também apresentadas. O programa de inauguração inclui um concerto pelo Com.Cordas Ensemble.

Este projecto é coordenado pela Professora Elisa Lessa. A recolha de conteúdos sobre estas duas freguesias foi especialmente realizada pelos alunos finalistas da Licenciatura em Música - área de Ciências Musicais da Universidade do Minho. 

O Património Musical do Concelho de Braga, da responsabilidade do Município de Braga em colaboração com a Associação Cultural Suonart, teve início em 2016, com a criação de uma rede de exposições e concertos nas freguesias do Concelho. Em cada ano, um dos eventos é dedicado a uma Freguesia da Cidade, realizando-se os restantes em freguesias fora do tecido urbano.

Trata-se de um projecto que abarca investigação musicológica e etnomusicológica que tem como objectivo valorizar o potencial cultural e humano de cada uma das freguesias de Braga, promovendo a educação cultural, estética e humanística das populações.

MUNICÍPIO DE ARCOS DE VALDEVEZ E UNIVERSIDADE DO MINHO VALORIZAM PATRIMÓNIO CULTURAL

“Monumentos são dos mais notáveis e extraordinários na sua tipologia histórica”, responsável pelo estudo Luís Fontes, Unidade de Arqueologia da UM

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“Estamos a dar passos relativamente ao futuro, valorizando o nosso rico Património Cultural”, Presidente da Câmara Municipal, João Esteves

No âmbito do Programa municipal de comemorações do Ano Europeu do Património Cultural, a Câmara Municipal celebrou, no passado domingo, na freguesia do Extremo, o protocolo para “Conservação, Estudo, valorização e Divulgação dos Fortes de Bragandelo e da Pereira, Arcos de Valdevez”, a realizar pela Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho, com um valor de 20 mil euros, para a execução de Estudos de Arqueologia e História, Levantamentos Topográficos Especializados, Conceção e Produção de Conteúdos para divulgação, tendo sido a sala da sede da Junta de freguesia pequena para acolher todos os que quiseram assistir ao ato.

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Através deste protocolo, far-se-á a pesquisa bibliográfica, limpeza dos Sítios arqueológicos, prospeção, execução de levantamento topográfico detalhado e de reconstituição fotogramétrica e 3D, execução de sondagens arqueológicas no Forte do Bragandelo com criação de um dia de visitas para público e população local, conceção e produção de conteúdos para divulgação, indicação de metodologias de valorização, conservação e potenciação do Sitio.

A intervenção vai incidir maioritariamente no Forte de Bragandelo, o mais bem conservado. Estes fortins são do séc. XVII, enquadrados por tal no período da Guerra da Restauração, e representam uma mais-valia para o turismo e a cultura do concelho, e em particular para a freguesia do Extremo, uma vez que são exemplares superlativos no contexto de toda a Península Ibérica.

Presentes nesta cerimónia estiveram o Presidente da Câmara Municipal, João Esteves, o Prof. Doutor Rui Vieira de Castro, Reitor da UM, a Prof. Doutora Manuela Martins, Vice-Reitor da Área de Cultura e Sociedade; o Doutor Luis Fontes, Unidade de Arqueologia da UM; a Doutora Rebeca Blanco-Rotea, Universidade de Santiago de Compostela; a Dra. Elvira Rebelo, Diretora de Serviços de Bens Culturais da DRCN (em representação do Diretor da DRCN Doutor António Ponte), o Presidente da Junta de Freguesia e o Tesoureiro da União das Freguesias de Portela e Extremo, Arlindo Barbosa e Abel Correia, bem como muitos populares que fizeram questão de assistir ao momento.

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Nesta sessão foi destacada toda a importância histórica e cultural dos monumentos, tendo ficado bem presente que estes dois exemplares são dos mais bem conservados de que há memória e que existe uma grande vontade de criar condições para que se transformem numa referência nacional e internacional.

O papel da população também foi relevado, tendo os estudiosos solicitado a sua ajuda ao nível do estudo que irá ser feito.

Para o autarca, João Esteves, este é mais um passo de grande importância para o desenvolvimento cultural, económico e social do concelho e da freguesia, classificando os dois monumentos como mais “um ponto de atração para o concelho, de reforço da identidade cultural, de promoção do património e da História de Arcos de Valdevez e de Portugal”.

Joao Esteves fez ainda votos de que a relação com a universidade do Minho se torne ainda mais forte, pois “só com conhecimento podemos promover o desenvolvimento, fixar e atrair mais pessoas para o território. “

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ALUNOS BRACARENSES VISITAM EXPOSIÇÃO “ERA UMA VEZ UMA CIDADE”

No âmbito do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

Celebrou-se ontem, dia 18 de Abril, o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. A data foi assinalada com uma actividade promovida pelo Município de Braga intitulada “Era uma vez uma Cidade”, na qual é proposto um percurso pedagógico que visa aprofundar o conhecimento dos diversos monumentos e sítios da nossa Cidade.

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A acção insere-se no âmbito do programa “À Descoberta de Braga” e decorre até Sábado, dia 21 de Abril, no Centro Histórico da Cidade, sendo dirigida os alunos do 4º, 5º e 6º ano de escolaridade.

O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios visa promover os monumentos e sítios históricos, valorizar o nosso património e, ao mesmo tempo, salvaguardar a herança cultural cimentando a importância da cultura e do património enquanto elementos aglutinadores das comunidades. Este ano, sob a égide “Património Cultural: de geração em geração”, será desenvolvida uma acção tendo em vista a sensibilização para esta temática.

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CABECEIRAS DE BASTO DIVULGA O PATRIMÓNIO

Dia Internacional de Monumentos e Sítios celebrado na Casa da Lã
Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, através do Museu das Terras de Basto, associou-se hoje, dia 18 de abril, à comemoração do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios promovida pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), em colaboração com a ICOMOS Portugal.

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A iniciativa decorreu na Casa da Lã, um dos quatro núcleos que integram o Museu das Terras de Basto, onde os visitantes puderam participar na atividade ‘Mulheres de Bucos: conversas e lãs em dia...’.

Esta manhã, as crianças do Jardim de Infância de Bucos estiveram na Casa da Lã a assistir à execução de diversos trabalhos em lã efetuados pelas mulheres de Bucos que, na oportunidade contaram as suas histórias e partilharam experiências e memórias.
Durante a tarde, as Mulheres de Bucos estiveram a trabalhar e receberam outros visitantes neste Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, cuja celebração pretendeu salvaguardar a herança cultural, reforçar os laços identitários e fomentar o diálogo entre a tradição e o progresso.
Cabeceiras de Basto celebrou, assim, este Dia Internacional dos Monumentos e Sítios num núcleo museológico ‘vivo’, onde o visitante, para além de ver o espólio exposto, pode apreciar a arte de trabalhar a lã ao vivo que as Mulheres de Bucos partilham com mestria e sabedoria.

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FAMALICÃO QUER ENVOLVER TODA A COMUNIDADE NA PRESERVAÇÃO E PARTILHA DO PATRIMÓNIO CULTURAL

Projeto Famalicão ID estende-se às freguesias e chega às redes sociais

O município de Vila Nova de Famalicão está a desenvolver um projeto que prevê a inventariação pormenorizada de todo o património e bens culturais existentes no concelho, envolvendo a comunidade na identificação e partilha desse espólio coletivo. Denominado Famalicão ID – Sistema Integrado de Gestão e Informação de Bens Culturais, o projeto que arrancou há já algum tempo, entra agora numa nova fase de partilha e de recolha de informação, através da convocatória e envolvimento das juntas de freguesias e da própria população.

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Na prática, pretende-se que a comunidade tenha consciência do vasto património cultural existente nas suas freguesias, e que possam ter um papel mais ativo na identificação, documentação, promoção e salvaguarda dos bens culturais.

Foi neste âmbito que decorreu esta terça-feira, uma reunião com todos os autarcas locais tendo em vista a divulgação do projeto e a sensibilização para a sua importância. O encontro pretendeu promover a partilha do conhecimento, mostrando quais os recursos existentes e como podem ser potenciados. Simultaneamente foi lançada uma página na rede social do facebook, que vai juntar-se à página web www.famalicaoid.org, no objetivo de divulgar e partilhar informações e imagens do património existente.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “as juntas de freguesia, através dos seus presidentes são agentes privilegiados no terreno, tendo um papel fulcral na identificação, promoção e salvaguarda dos bens culturais mais representativos para a freguesia e sua comunidade”.

O alargamento e aprofundamento do projeto Famalicão ID surge no Ano Europeu do Património Cultural, que se celebra em 2018, constituindo, segundo Paulo Cunha, “uma oportunidade para um encontro com a história e com a memória coletiva”.

“Hoje em dia, o património cultural enfrenta grandes desafios ambientais e urbanísticos, para os ultrapassar é fundamental estudar a história e conhecer as raízes, respeitando a memória coletiva”, acrescenta Paulo Cunha.

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TERRAS DE BOURO COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

O Município de Terras de Bouro, através do Núcleo Museológico de Campo do Gerês, associa-se uma vez mais às comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, com uma iniciativa de “Portas Abertas” a 18 de abril.

CAPA

A Direção-Geral do Património Cultural, coordenadora nacional do DIMS, em colaboração com o ICOMOS Portugal, expressa também a vontade e o desejo para que todas as pessoas se associem a esta comemoração através da participação nas iniciativas que decorrem em todo o país.

Em 2018, o tema proposto para o DIMS pelo ICOMOS Internacional é Património Cultural: de geração em geração.

A DGPC, em colaboração com o ICOMOS Portugal, promove a divulgação deste tema com a finalidade de impulsionar o diálogo intergeracional enquanto ferramenta de conhecimento, de desenvolvimento e de diversidade. Salvaguardar a herança cultural é reforçar laços identitários, fomentar o diálogo entre a tradição e o progresso, assumir os valores da memória como alavancas de futuro, estimular a transferência intergeracional de conhecimentos e reforçar a partilha de informação, sensibilizando os mais novos, aprendendo com os mais velhos, impulsionando a comunicação entre gerações, para conhecer mais, preservar melhor e cimentar a importância da cultura e do património enquanto elementos aglutinadores das comunidades.*

http://www.patrimoniocultural.gov.pt/ *

Museu da Geira

Museu de Vilarinho da Furna

Museu VF1

Museu VF2

BRACARENSES DESCOBREM JARDINS HISTÓRICOS

Iniciativa do Município de Braga celebra Dia dos Monumentos e Sítios

Cerca de duas centenas de Bracarenses aceitaram o repto lançado pelo Município de Braga e caminharam à descoberta dos jardins históricos da Cidade, numa iniciativa que se realizou este Sábado, dia 14 de Abril.

Biscainhos

A actividade, integrada no programa ‘À Descoberta de Braga’, teve como ponto de partida o Museu dos Biscainhos, onde se expõe uma das mais relevantes expressões do período barroco em Portugal, formado por labirintos de buxos, canavial, pomares, completados por fontes, pérgulas e outras obras de arte.

Nogueira da Silva

A visita prosseguiu no Jardim de Santa Bárbara, recriação barroca de meados do século XX, e no Museu Nogueira da Silva, onde se encontra um dos principais jardins urbanos bracarenses, salteado por pérgulas, fontes, esculturas e painéis de azulejos.

O maior destaque da tarde foi a passagem pelo jardim da Casa Grande de Cunha Reis, monumental edifício setecentista que marca a paisagem do Campo das Hortas, e que foi especialmente aberto para este roteiro, dado que se encontra vedado à fruição pública.

Esta visita guiada dá continuidade a um conjunto de acções que visam assinalar o Dia dos Monumentos e Sítios, celebrado anualmente a 18 de Abril, que este ano está subordinado ao tema “De geração em geração”. Além desta iniciativa, o Município de Braga promove, ao longo da próxima semana, a atividade ‘Era uma vez uma Cidade’ dirigida ao público escolar, oficinas temáticas, uma exposição patente nas Termas Romanas do Alto da Cividade, entre outras ações previstas.

Casa Grande Cunha Reis 

PONTE DE LIMA PROMOVE VISITA GUIADA AO PATRIMÓNIO

18 de Abril - Dia Internacional dos Monumentos e Sítios: Visita Guiada ao Património Classificado do Centro Histórico de Ponte de Lima

O Município de Ponte de Lima organiza, no próximo dia 18 de abril, a partir das 10h30, uma visita guiada pelo património classificado do seu Centro Histórico. Trata-se de uma iniciativa no âmbito da celebração do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios (DIMS), criado pelo Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios (ICOMOS), organização não-governamental associada à UNESCO e que tem como missão a conservação, proteção e valorização dos monumentos, centros urbanos e sítios.

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Neste ano de 2018 o tema proposto pelo ICOMOS Internacional é o Património Cultural: de geração em geração, que tem vindo a ser divulgado pela Direção-Geral do Património Cultural.

Ponte de Lima associa-se a um extenso rol de atividades previstas para esse dia, em todo o mundo e no país, com um périplo pelo património classificado do Centro Histórico, oportunidade para divulgar alguns dos seus Monumentos Nacionais, Imóveis de Interesse Público, Imóveis de Interesse Municipal e Monumentos de Interesse Público.

A Atividade, com participação livre dos interessados, terá início às 10h30, junto da Torre da Cadeia/Loja do Turismo. Venha conhecer Ponte de Lima e o seu património.

ARCOS DE VALDEVEZ ASSINALA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

Ardal-Porta do Mezio comemora o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

A Ardal-Porta do Mezio associa-se anualmente às comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que é celebrado no dia 18 de Abril, em colaboração com a Direção Geral do Património Cultural.

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Sob o mote  “Património Cultural: de geração em geração”, a Ardal-Porta do Mezio, vai organizar no próximo dia 22 de Abril, uma visita guiada ao Núcleo Megalítico do Mezio.

Esta iniciativa desafia os participantes para uma viagem, que vai dar a conhecer histórias e curiosidades associadas a monumentos emblemáticos, dos nossos antepassados.  

Programa:

15h00: Receção dos participantes

15h15: Visita guiada ao Núcleo Megalítico do Mezio

16h30: Lanche tradicional

Para mais informações consultar a Porta do Mezio através dos seguintes contactos : www.portadomezio.pt / 258 510 100 / portadomezio@ardal.pt