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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CÂMARA MUNICIPAL DE VIZELA COLOCA ESTRUTURA PARA CONTENÇÃO DE FACHADA DO EDIFÍCIO DO CASTELO

No seguimento do incêndio no edifício do Castelo, que deflagrou no passado dia 11 de junho e do resultado do estudo do departamento de Engenharia Civil da Universidade do Minho, no sentido de aferir as condições de segurança e estabilidade do edifício, a Câmara Municipal ira proceder á colocação de uma estrutura para contenção de fachada do edifício do Castelo, na ala onde decorreu o incêndio.

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Assim, e tendo em atenção o resultado do estudo do departamento de Engenharia Civil da Universidade do Minho, a Câmara Municipal contratou uma empresa especializada na área da segurança de edifícios que apesentou a proposta de colocação de uma estrutura metálica para contenção de fachada do edifício do Castelo, que deverá ser colocada nas próximas três semanas.

Importa acrescentar que a Câmara Municipal continua a proceder ao encerramento de todas as portas e janelas do edifício, no sentido de assegurar a proteção e segurança do imóvel.

Assim, e até á conclusão da colocação da estrutura, manter-se-á o encerramento ao trânsito a Rua Joaquim Freitas Ribeiro Faria, em toda a extensão do edifício, até se encontrarem reunidas as condições de estabilidade e segurança do mesmo.

De destacar que, quando assumiu funções, este Executivo deparou-se com a degradação total do Castelo, nomeadamente portas, janelas, assim como o seu interior, tendo de imediato sido efetuado um trabalho de limpeza exterior, em especial nas traseiras do edifício, encerramento de portas e janelas, assim como de todos os acessos.

Este majestoso edifício, conhecido como “Castelo”, situado na freguesia de S. João, foi construído no início do Séc. XX, por volta de 1905, a mando do Dr. Armindo de Freitas Ribeiro de Faria, com o objetivo de aí se virem a estabelecer os Paços do Concelho.

Este importante legado é sem dúvida alguma um marco importante na história de Vizela, uma vez que resultou de uma luta persistente do Dr. Armindo Faria, político e médico, pela autonomia administrativa da sua terra natal – Vizela.

Este edifício, com mais de cem anos de existência, continua a ser extremamente emblemático, considerado como um símbolo da luta das gentes de Vizela.

MUNICÍPIO DE BRAGA DÁ MAIS UM PASSO DECISIVO PARA EXECUÇÃO DO ECOPARQUE DAS SETE FONTES

Alteração ao PDM e Plano de Urbanização analisados em reunião de Câmara

O Executivo Municipal de Braga aprecia na próxima Segunda-feira, 29 de Junho, a proposta de alteração ao Plano Director Municipal (PDM) para a área das Sete Fontes e respectivo Plano de Urbanização, documentos que serão posteriormente sujeitos a uma ampla discussão pública. Para o vereador Miguel Bandeira, este é um “momento determinante no processo que levará à execução do tão ambicionado Parque das Sete Fontes”.

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Miguel Bandeira sublinha que o processo de “salvaguarda e a preservação das Sete Fontes decorreu de um intenso processo de participação pública”. “A própria classificação como Monumento Nacional, em 2011, foi resultado de uma dinâmica cidadã ímpar, iniciada no final da década de 90. Desde 2013 que este processo tem sido motivo de empenho por parte deste executivo e pretendemos que continue a ser transparente e participado”, salienta o vereador.

Com a alteração ao PDM, o Município de Braga assegura a concretização do Parque das Sete Fontes e o seu usufruto pela população, assumindo-o como uma componente de uma vasta ocupação florestal que penetra na Cidade. A Autarquia garante, igualmente, a organização da colmatação urbana de enquadramento do Parque, estabelecendo “portas” de entrada e uma frente edificatória que o valorize, estimule a sua vivificação e aumente a sua utilização e segurança.

Para o vereador Miguel Bandeira, todo o desenho proposto surge com a preocupação de proteger o sistema naturalizado do lugar onde as referências de intervenção já estão definidas pela história e pela natureza. “O projecto procura assegurar a conservação e valorização do monumento nacional; a salvaguarda da adução de água ao monumento e a gestão das águas pluviais, drenagem encaminhamento e retenção”, explica, notando que “o procedimento de alteração ao PDM tem em consideração os pareceres favoráveis das entidades competentes, cujas observações foram devidamente ponderadas e acolhidas”.

O Plano de Urbanização das Sete Fontes, elaborado pelo conceituado urbanista Jorge Carvalho, assegura salvaguarda e valorização do sistema de abastecimento de águas à Cidade do século XVIII, classificado como Monumento Nacional desde 2011.

Este documento orienta toda a vertente urbana de enquadramento do parque, estabelecendo portas de entrada e uma frente edificatória que valoriza o Ecoparque, estimula a sua vivência e utilização. O plano vai estabelecer uma relação mais funcional entre as Sete Fontes e os núcleos envolventes, nomeadamente com a freguesia de Gualtar, com o hospital, Areal/Alegria, Areal de Baixo e Areal de Cima, qualificando a malha urbana envolvente e definindo uma frente de parque capaz de o dinamizar e qualificar.

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Discussão Pública alargada decorre até 30 de Setembro

A discussão pública da alteração ao PDM para a Área das Sete Fontes e a discussão pública do Plano de Urbanização terá início cinco dias úteis após a publicação do aviso em Diário da República, terminando a 30 de setembro de 2020. Será, por isso, um prazo superior ao legalmente imposto com o objectivo de promover uma discussão ampla e abrangente entre a sociedade Bracarense.

Com um inequívoco valor patrimonial, cultural e ambiental, o Complexo Monumental das Sete Fontes tem sido alvo de inúmeras diligências por parte do Executivo de Ricardo Rio com vista à sua recuperação, promoção e valorização.

Dos procedimentos realizados destaque para a suspensão do PDM em 18 de fevereiro de 2014 e o estabelecimento de medidas cautelares preventivas; a anulação do espaço canal previsto para o lanço da EN103 – Variante de Gualtar, entre o Nó do Hospital e o Nó Norte (Nó do Fojo), que colocava em risco a integridade do monumento.

De assinalar ainda a intervenção de restauro, que mereceu uma Menção Honrosa no âmbito do Prémio IHRU 2015; a conclusão dos Estudos Arqueológicos, em fevereiro de 2015, e, em Março de 2016, a conclusão dos Estudos Hidrogeológicos; o arranjo e musealização da Mina do Dr. Amorim, realizada em conjunto com o Hospital de Braga; e a classificação da área no âmbito do Plano Director Municipal como espaço verde delimitado por Unidade Operativa de Planeamento e Gestão.

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AMARES VAI APRESENTAR CANDIDATURA PARA VALORIZAR POTENCIALIDADES DO SANTUÁRIO DA ABADIA

O presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, e o presidente da Confraria de Nossa Senhora da Abadia, Carlos Portela, assinaram um protocolo de colaboração para apresentação de uma candidatura com o intuito de valorizar todo o património material e imaterial que abrange o Santuário de Nossa Senhora da Abadia.

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Promover atividades culturais inseridas na política de desenvolvimento integrado da Estratégia de Desenvolvimento Local prevista para o território do Cávado e o contacto com o turismo local ao nível do alojamento, da gastronomia, do vinho verde e dos produtos locais e, simultaneamente, contribuir para a preservação, conservação e promoção do património cultural material como elemento dinamizador da cultura local e como ponto de relevante interesse para melhorar a auto estima da população residente são alguns dos objetivos centrais desta candidatura. Para além disso, está subjacente, entre outras, a promoção das aldeias tradicionais do Cávado, como todos os elementos diferenciadores e integradores de ações promocionais dos territórios rurais com história e o incentivo aos mais jovens a valorizar o seu património cultural, como elemento que pode potenciar recursos para melhorar a qualidade de vida dos residente e criar auto estima como motivo para fixarem população nas aldeias com acentuado taxa de despovoamento.

Para o presidente da Câmara Municipal de Amares, Manuel Moreira, “o projeto de requalificação do interior do Santuário de Nossa Senhora da Abadia, constitui uma intervenção de interesse para o concelho de Amares”. “Por se inserir na Rota Mariana, na Rota da Aldeia da Saudade do Urjal, e apresentando-se como um projeto que permitirá a valorização dos Caminhos da Abadia e de S. Bento da Porta Aberta, esta intervenção contribuirá para a promoção dos produtos locais, do património cultural, da gastronomia, da transmissão cultural e na valorização e melhoria de um equipamento de grande valor simbólico para a população do concelho, da região, do país e dos emigrantes que se fixaram nos diversos continentes”, acrescenta.

A candidatura, fruto de uma parceria entre a Confraria de Nossa Senhora da Abadia, a Câmara Municipal de Amares, a Arquidiocese de Braga, a Junta Freguesia de Bouro Santa Marta e a ATAHCA, vai ser apresentada para a execução da operação designada por “Renovação de Aldeias – Valorização do Património com História – Santuário de Nossa da Abadia”, a realizar no âmbito da Medida 10 – LEADER, sub ação 10.2.1.4 – Renovação de Aldeias, inserida na área do «Desenvolvimento Local» do PDR2020.

De acordo com o respetivo protocolo a Confraria de Nossa Senhora da Abadia será a entidade gestora da parceria e responsável pela gestão administrativa e executiva da parceria.

SALÃO EGÍPCIO RECUPERADO SERÁ NOVO CARTÃO-DE-VISITA DA CIDADE DE BRAGA

Intervenção preserva originalidade do espaço histórico situado na rua do Souto

Após décadas de incerteza, o histórico Salão Egípcio está a ganhar nova vida. O salão, que apresenta pinturas com motivos egípcios da autoria do pintor Bracarense Lúcio Fânzeres, está a ser recuperado e ficará integrado numa nova unidade de alojamento local que irá nascer neste imóvel situado na Rua do Souto, em Braga.

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Para o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, este é um projecto de recuperação de excelência que “será, certamente, merecedor de reconhecimento ao nível da reabilitação urbana”. “É com muita satisfação que vemos o Salão Egípcio completamente recuperado e integrado num projecto que tem este cunho de salvaguarda do património e de toda a sua dimensão estética e funcional”, referiu o Autarca durante uma visita realizada à obra.

Ricardo Rio lembrou que o Salão Egípcio estava num estado de degradação avançado, situação que causou muita apreensão por parte de toda a sociedade Bracarense. “Em 2014, quase uma década após o pedido de classificação apresentado por uma associação Bracarense de defesa do Património, a Câmara Municipal assumiu a classificação do Salão Egípcio e, desta forma, assegurou a integridade deste edifício reconhecido como expressão da originalidade da arquitectura de interiores na Cidade de Braga”, assinalou o Edil.

A unidade de alojamento, que deverá ficar concluída no prazo de um ano, é constituída por nove quartos situados nos pisos superiores, assim como uma área para a realização de pequenos eventos. O rés-do-chão do edifício setecentista terá uma vertente comercial.

O projecto promovido por um privado salvaguarda os elementos de valor decorativo e histórico, com especial atenção para o Salão Egípcio e para uma outra sala decorada com uma pintura originária que remonta à época romântica.

Miguel Bandeira, vereador da Regeneração Urbana e do Património, recorda que o Salão Egípcio “é um dos últimos testemunhos sobreviventes no país do Orientalismo revivalista que teve uma particular expressão nas artes decorativas da primeira metade do Século XX em Portugal. O vereador enaltece ainda o cuidado que o promotor teve no projecto de reabilitação do edifício ao preservar a arquitectura do edifício e todos os seus elementos decorativos que “será uma mais-valia para a Cidade e um exemplo a seguir em outras intervenções”.

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UNIVERSIDADE DO MINHO EFETUOU VISTORIA TÉCNICA AO EDIFÍCIO DO CASTELO DE VIZELA

O departamento de Engenharia Civil da Universidade do Minho efetuou ontem uma vistoria técnica ao edifício do Castelo, no seguimento do incêndio, no sentido de definir as medidas de segurança a adotar naquele espaço.

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De realçar que, no seguimento do incêndio que deflagrou no edifício do Castelo, a Câmara Municipal solicitou um estudo ao departamento de Engenharia Civil da Universidade do Minho, no sentido de aferir as condições de segurança e estabilidade do edifício, e de forma a garantir que não existe perigo de derrocada.

De realçar que o incêndio que deflagrou no edifício do Castelo é uma situação preocupante e que teve a intervenção dos Bombeiros Voluntários de Vizela.

Assim, o objetivo deste estudo é efetuar uma avaliação técnica da estrutura do edifício, no sentido de assegurar a segurança, nomeadamente a necessidade de adoção de medidas de prevenção e precaução.

Este majestoso edifício, conhecido como “Castelo”, situado na freguesia de S. João, foi construído no início do Séc. XX, por volta de 1905, a mando do Dr. Armindo de Freitas Ribeiro de Faria, com o objetivo de aí se virem a estabelecer os Paços do Concelho.

Este importante legado é sem dúvida alguma um marco importante na história de Vizela, uma vez que resultou de uma luta persistente do Dr. Armindo Faria, político e médico, pela autonomia administrativa da sua terra natal – Vizela.

Este edifício, com mais de cem anos de existência, continua a ser extremamente emblemático, considerado como um símbolo da luta das gentes de Vizela.

PONTE DE LIMA: PALÁCIO DE BERTIANDOS É UMA DAS MAIS NOTÁVEIS CASAS SENHORIAIS DO MINHO

Quem de Viana do Castelo se dirige a Ponte de Lima, após ultrapassar a longa recta de Bertiandos, não o faz sem deter-se por alguns instantes na sua viagem para contemplar, não sem manifesto espanto, a soberba grandeza do Palácio de Bertiandos.

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“O solar dos Bertiandos é uma das mais conhecidas casas senhoriais do Norte do país. A sua arquitectura, simultaneamente quinhentista e barroca, reflecte, de forma directa, a história dos seus proprietários.

Em 1566, Inês Pinto, viuva de D. Lopo Pereira, mandou construir a torre, segundo os modelos arquitectónicos então em voga, que privilegiavam a denominada "casa-torre". Várias características, entre as quais as gárgulas em forma de canhão, corroboram esta cronologia (AZEVEDO, 1969, p. 25). A mesma Inês Pinto instituiu dois vínculos a favor dos seus dois filhos, o que originou a divisão da propriedade, pois o relacionamento entre ambos revelou-se pouco cordial, dando origem a uma separação efectiva dos terrenos e, posteriormente, das casas de habitação. De facto, quando, no início do século XVIII, os herdeiros da secção Poente resolveram edificar um solar junto à torre e, pouco tempo depois, os do vínculo Nascente decidiram fazer o mesmo, criaram dois solares barrocos, independentes, mas unidos pela torre, que se manteve ao centro das duas edificações. A família voltou a unir-se, por casamento, apenas em 1792.

Apesar das diferenças arquitectónicas e temporais entre os três conjuntos que compõem o solar de Bertiandos, a fachada principal não deixa de apresentar alguma harmonia e simetria, ganhando especial relevância a escadaria central, cujo patamar aberto em leque denota uma influência francesa, também verificável no Paço dos Duques, de Guimarães, e noutras construções minhotas (AZEVEDO, 1969, p. 118). Na realidade, a escadaria, a par das diferenças de planos dos corpos, e do próprio tratamento do alçado, revelam um dinamismo próprio do período barroco, muito embora seja perceptível uma grande sobriedade e depuração, mais próximas do gosto seiscentista. Tal como se pode observar noutros exemplos do Minho, ou da própria região de Ponte de Lima, também no solar de Bertiandos se verifica um forte eclectismo, que esteve na base de boa parte da arquitectura barroca portuguesa, civil ou não.

Como já referimos, a torre quinhentista foi conservada, facto que testemunha a persistência do gosto pela "casa-torre" medieval. O corpo poente, divide-se em dois pisos, o primeiro dos quais é aberto, nos panos laterais, por um arco de volta perfeita flanqueado por janelas, e dois arcos em asa de cesto no corpo central. Sobrepõe-se-lhe uma varanda alpendrada com colunas, nos panos laterais, sendo o centro fechado, mas onde se encontram duas janelas de sacada a flanquear o brasão de armas. Sobre as pilastras que dividem o alçado, erguem-se pináculos e, nos intervalos, merlões semelhantes às da torre quinhentista.

No corpo Nascente, mais avançado, duas torres enquadram o corpo central, retomando o modelo da "casa-torre", mas numa derivação que conheceu grande fortuna no século XVIII. As torres são abertas por vãos, nos três andares, e coroadas por urnas. No piso térreo do pano central abrem-se janelas e uma porta, a que corresponde, no andar nobre, uma varanda alpendrada, com colunata, de influência seiscentista.

A entrada é feita pelo lado, através da escadaria já referida, e que dá acesso à andar nobre, onde se encontra a porta, encimada por frontão curvo. Os arcos, sob a escada, são de tradição antiquizante. No alçado posterior, e oblíqua ao corpo Poente, ergue-se a capela, com azulejos setecentistas, provenientes, em parte, da igreja do antigo convento do vale de Pereiras, em Arcozelo ( Inventário Artístico da Região do Norte, III, p. 23).

Pela leitura deste complexo solar, percebemos como o gosto pela arquitectura medieval se conservou até ao século XVIII, integrando os elementos quinhentistas originais e desenvolvendo outros modelos, mas comungando, todos, da mesma fonte. Por outro lado, observam-se aqui tipologias chãs, seiscentistas, numa continuidade arquitectónica bastante ecléctica, característica que se aplica, de forma genérica, à arquitectura barroca portuguesa.”

Fonte: Rosário Carvalho / http://www.patrimoniocultural.gov.pt/

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Situada na margem direita do Rio Lima, Bertiandos é uma freguesia do concelho de Ponte de Lima com perto de meio milhar de habitantes. Juntamente com Estorãos e Santa Comba, constituiu até ao liberalismo o Couto de Bertiandos de que foi primeiro senhor Gonçalo Pereira da Silva de Noronha Lemos e Menezes, tendo sido vila e sede de concelho.

Por seu turno, foram proprietários do Paço de Bertiandos os Condes de Bertiandos cujos titulares foram:

  1. Gonçalo Pereira da Silva de Sousa e Meneses, 1.º Visconde e 1.º Conde de Bertiandos;
  2. Joana Maria do Rosário Francisca de Sales Pereira da Silva de Sousa e Meneses, 2.ª Condessa de Bertiandos;
  3. Gonçalo Pereira da Silva de Sousa e Meneses, 3.º Conde de Bertiandos.
  4. Nuno Maria Telles da Sylva de Figueiredo Cabral da Camara Pereira, 6° Conde de Bertiandos.

Tratou-se de um título nobiliárquico criado pela Rainha D. Maria II, por Decrecto de 14 de Abril de 1852.

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Fotos:

http://www.patrimoniocultural.gov.pt/

Ponte de Lima: Palácio de Bertiandos [Material gráfico]. - Lisboa: Martins Edit., [1905?]. - postal ilustrado : p&b. ; 14 X 9 cm.

Fonte: Arquivo Municipal de Ponte de Lima

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MONUMENTOS PORTUGUESES ESTÃO A SER VANDALIZADOS!

O monumento ao Padre António Vieira existente em Lisboa foi hoje vandalizado por um bando de energúmenos. Corre na internet um abaixo-assinado a propôr a destruição do Padrão dos Descobrimentos.

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Foto: Internet

O que se segue? Luís de Camões? D. Afonso Henriques? Vasco da Gama? Afonso de Albuquerque? Norton de Mattos? O Mosteiro dos Jerónimos? A Torre de Belém? A bandeira portuguesa? Afinal de contas, a Câmara Municipal de Lisboa já tomou a iniciativa de destruir os brasões florais nos jardins de Belém...

Não aceitamos que venham destruir o nosso património e apagar a nossa História. As autoridades têm de agir para repôr a ordem!

PAREDES DE COURA: QUINTA DA VEIGA DO MONTE ESTÁ AO ABANDONO!

Paredes de Coura - Romarigães – Lugar e Quinta da Veiga do Monte… ao longe Mentrestido…

Quinta cujo estado de abandono desperta curiosidade…!

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Foi propriedade de Manuel Gonçalves Afonso e Maria Lopes Lourença no seculo XVII…

Antónia Afonso Lourença, filha deste casal, foi casar em Ponte de Lima, com João Pereira Brandão, neto via materna do Mestre de Campo, D. Lourenço de Amorim Pereira, governador do Castelo de Viana… única filha deste casal, Joana Luiza Brandão Pereira, casou com António de Ceia Gomes, do Vinculo do Ranhadouro, de S. Martinho de Coura, meados do século XVIII… Em 1793, o Capitão, João Marcos Gomes Brandão, filho deste casal casou com Maria Luisa Prego da Cunha, a filha deste casal Mariana Luisa da Cunha Brandão, contraiu matrimónio em 1831, com seu primo carnal, (dos dois lados), o mercador, João Francisco da Cunha Gomes… Um dos três filhos do casal, João Marcos Gomes Brandão casou com Maria Rosalina Pereira de Castro, da Casa da Cruz de Infesta…Fins do século XIX e início do século XX, João Marcos adicto as jogo, crivado de dívidas não somente esbanjou o que lhe pertencia, mas desbaratou a fortuna de sua esposa, herdeira de seus tios maternos… a Quinta da Veiga do Monte abandonada testemunha petrificada, da inconsequência de João Marcos…!

Texto e fotos: Marco Costa / https://www.facebook.com/profile.php?id=100043958271374

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MUNICÍPIO BARCELENSE PROMOVE CONCURSO "PATRIMÓNIO AMBIENTAL DE BARCELOS"

O Município de Barcelos, através do Gabinete de Ambiente, promove, entre os dias 5 e 30 de junho, o concurso de fotografia “Património Ambiental de Barcelos”, de acordo com o plano Anual de Atividades de Educação Ambiental.

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O concurso tem como objetivo sensibilizar e consciencializar a população para a observação, defesa e preservação do ambiente, através de imagens do património natural de Barcelos.

As imagens serão exibidas numa exposição no Jardim dos Assentos e virtualmente no site do Município de Barcelos, entre os dias 5 e 30 de junho, para dar a conhecer o património natural do concelho e terá a participação de nove concorrentes com um total de dezoito trabalhos. Inseridos no tema do ambiente serão explorados diversos subtemas como fauna, flora, paisagens, lugares desconhecidos e energias renováveis, com o intuito de realçar a biodiversidade e beleza do concelho de Barcelos.

Depois de avaliados, serão atribuídos três prémios nos valores de 400€, 300€ e 200€ aos trabalhos mais originais e adequados ao tema, com qualidade da mensagem transmitida e estética das imagens.

Os visitantes poderão descobrir lugares desconhecidos, ter um reflexo da biodiversidade bem como conhecimento da fauna e da flora do concelho através da visão de 8 participantes do concurso e dos seus 18 trabalhos expostos.

ESPOSENDE: ALUNOS DA EB DE FÃO VENCEM FASE MUNICIPAL DO CONCURSO "AS OLIMPÍADAS DA CIDADANIA E DO PATRIMÓNIO"

Os alunos do 3.º ano da Escola Básica de Fão, do Agrupamento de Escolas António Correia de Oliveira, foram os vencedores municipais da segunda edição do concurso "Olimpíadas da Cidadania e do Património 2019/2020”, promovido no âmbito do projeto intermunicipal Plataforma + Cidadania.

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O concurso decorreu online, entre os dias 3 de fevereiro e 28 de maio, e envolveu as turmas do 3.º e 4.º anos, do 1.º Ciclo do Ensino Básico, dos seis municípios que constituem a Comunidade Intermunicipal do Cávado (CIM Cávado). A pontuação de cada turma foi a média da pontuação de todos os alunos. As perguntas do concurso versaram sobre os conteúdos da plataforma, relativos aos temas que compõem a Educação para a Cidadania, o Currículo Local e os desafios “As Maravilhas dos meu País”, “Europa - Factos Curiosos” e “Património Mundial em Portugal”.

No município de Esposende, participaram no concurso oito turmas do 3.º e 4.º anos, num total de cerca de 150 alunos, que também estão de parabéns pelas magníficas pontuações alcançadas. De destacar que a turma vencedora da fase municipal em Esposende foi a única turma do 3.º ano de escolaridade do conjunto dos municípios da CIM Cávado, sendo as restantes do 4.º ano.

O concurso pretendia a partilha de experiências culturais e de conhecimentos entre as crianças, impulsionando a utilização das TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação), consciência cultural, social e política da comunidade. Estes objetivos estiveram sempre presentes no espírito dos alunos que, em conjunto com as famílias, viveram com grande entusiamo a proposta feita pela professora Marlene Pinheiro.

A Vereadora da Educação da Câmara Municipal de Esposende, Angélica Cruz, destacou o empenho dos alunos, das suas famílias e da professora, considerando que foram determinantes para esta vitória. Sublinhou que o concurso não só valorizou os saberes disciplinares, como potenciou o trabalho interdisciplinar, cooperativo e autónomo dos alunos na descoberta do património nacional, regional e local.

À imagem da primeira edição que decorreu em Esposende, onde a turma da Escola Básica de Esposende alcançou o 2.º lugar, o concurso também previa uma fase intermunicipal, porém, face à atual conjuntura de pandemia, foi cancelada.

O acesso à Plataforma + Cidadania encontra-se, pelo terceiro ano consecutivo, disponível a todos os alunos 1.º Ciclo do Município de Esposende, e, neste terceiro período, aos alunos da educação pré-escolar. Pretende desenvolver competências, atitudes e valores que ajudem as crianças a desempenhar um papel ativo na comunidade, potenciando o desenvolvimento dos níveis de cidadania participativa nas crianças, através da disponibilização de recursos educativos digitais e conteúdos locais.

O projeto “Mais Cidadania: Plataforma de Colaboração e Partilha na NUT III Cávado” é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Cávado em parceria com os Municípios da NUT III Cávado e cofinanciado pelo POR Norte 2020, com o apoio do Fundo Social Europeu, no âmbito do Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar (PIICIE). Esta ação enquadra-se nas metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da agenda 2030, cuja concretização foi assumida pelo Município de Esposende.

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AMARES: MOSTEIRO DE RENDUFE ANTECIPA POSSIBILIDADE DE REQUALIFICAÇÃO AO ABRIGO DO REVIVE

O Município de Amares aprovou um protocolo de colaboração para conceder o Mosteiro de Santo André de Rendufe à exploração para uma unidade hoteleira ao abrigo do programa REVIVE, que abre o património ao investimento privado para o desenvolvimento de projetos turísticos, através da concessão da sua exploração por concurso público.

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No âmbito do respetivo protocolo, celebrado entre a Direção Regional de Cultura do Norte, a Fábrica da Igreja Paroquial de Santo André, o Município de Amares e a Junta de Freguesia de Rendufe, as partes outorgantes reconhecem o grande valor patrimonial do Mosteiro de Santo André de Rendufe, como “uma das marcas indeléveis da sua importância histórica (monástica), que estes edifícios tinham em Portugal, e que a sua reabilitação comporta grandes encargos financeiros que o Estado dificilmente poderá sozinho assumir”. Assim, é acordado e reconhecido o interesse em conceder este monumento à exploração para uma unidade hoteleira ao abrigo do Programa REVIVE, mediante um contrato de concessão de exploração, precedido de concurso público, no âmbito do qual o concessionário se comprometa a reabilitar este monumento e disponibilizá-lo à fruição pública concomitantemente à construção da unidade hoteleira pretendida, sendo-lhe atribuída para este efeito uma área do Mosteiro.

Para o presidente do Município de Amares, Manuel Moreira, o Mosteiro de Rendufe tem “um grande potencial para nele se poder fazer uma reabilitação, transformando-o numa unidade hoteleira atrativa e de referência”. “Esta a única forma que temos de valorizar e dar àquele monumento a dignidade que merece, uma vez que o Estado, por si só, dificilmente conseguiria assumir uma intervenção”, acrescentou o autarca, que espera hajam investidores a reconhecer o “potencial” daquele imóvel e possam, assim, resolver de forma “célere” esta situação há muito tempo “desejada”.

Reconhecendo, as partes outorgantes, o direito de uso vitalício que a Arquidiocese de Braga e a Fábrica da Igreja Paroquial detêm sobre este Monumento, concretamente a área da antiga residência paroquial, respetivo Passal e outras áreas dedicadas a apoiar a Igreja nas suas atividades formativas e caritativas, e que são necessárias a incluir no projeto para a promoção da unidade hoteleira, de molde a poder assegurar-se a sua rentabilização, assumem o compromisso de garantir à Igreja espaços alternativos capazes garantir a mesma finalidade.

Município assume verba para construção de infraestrutura de carater religiosos e/ou social

O Município de Amares aprovou também a celebração de um protocolo com a Fábrica da Igreja Paroquial de Santo André com vista a disponibilizar uma verba de 230 mil euros para construção de uma infraestrutura de caráter religioso e/ou social, destinada a substituir as áreas cedidas ao abrigo do protocolo estabelecido no âmbito do programa REVIVE.

Note-se que, o Mosteiro de Santo André de Rendufe, bem como as ruínas do seu claustro, é um imóvel classificado como Imóvel de Interesse Público através do Decreto 32973 de 18.08.1943 e encontra-se afeto à Direção Regional de Cultura do Norte, para todos os seus legais efeitos.

PALÁCIO DOS MARQUESES DE VALENÇA EM 1968

À excepção da imagem que mostra a construção em 1977 de um enorme prédio por detrás do Palácio dos Marqueses de Valença, todas as demais fotos datam de 1968.

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Situado na Alameda das Linhas de Torres, perto do Campo Grande, trata-se do Palácio que nos primórdios do século XIX pertenceu aos 2ºs Marqueses de Valença, tendo sido comprado ao conde de Vimioso por Pinto da Cunha.

A quinta era muito maior do que é hoje. O campo de futebol onde estiveram instalados primeiramente o Sporting e depois o Benfica, foi construído em terrenos que pertenciam ao Palácio.

Algumas das salas conservam-se como estavam no século XIX. O cruzeiro é Monumento Nacional e o Palácio, Imóvel de Interesse Público.

Também a Câmara Municipal dos Olivais esteve instalada neste palácio durante algum tempo Algumas destas imagens fazem parte de um conjunto que integra a monografia Dispersos, do engenheiro Augusto Vieira da Silva.

Fonte: Arquivo Municipal de Lisboa

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ARQUITECTO MIGUEL VENTURA TERRA E O “PRÉMIO VALMOR” DA RUA ALEXANDRE HERCULANO EM LISBOA

Rua Alexandre Herculano, Lisboa, na varanda do Arq. Miguel Ventura Terra, prédio doado às Belas Artes de Lisboa e Porto para com o seu rendimento pagar bolsas de estudos a alunos talentosos sem possibilidades financeiras, conforme placa gravada no edificio.

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Esta foto deve ser de 1904, a Rua Alexandre Herculano ainda tinha este aspeto. A foto pertence á família Terra e o seu autor é António Joaquim Terra, irmão de Miguel Ventura Terra.

Texto: Alda Sarria Terra (Sobrinha-bisneta de Miguel Ventura Terra)

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MUNICÍPIO ARCUENSE APROVA ADJUDICAÇÃO DO ESTUDO DE CARACTERIZAÇÃO E INVENTÁRIO DO SANTUÁRIO DE N. S. DA PENEDA

Na última reunião de Câmara o Executivo adjudicou a elaboração do estudo de caracterização e inventário do Santuário de N. S. da Peneda à empresa Lantana, Lda., pelo valor de 18.400,80€.

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O objetivo deste estudo é elaborar um dossier técnico de caracterização do Santuário da Nossa Senhora da Peneda, com vista ao pedido de abertura de processo de classificação nacional junto do Ministério da Cultura, nomeadamente Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) e Direção Geral do Património Cultural (DGPC), reconhecendo deste modo a importância e significado deste importante monumento no panorama patrimonial do nosso país.

O mesmo terá na sua génese o desenvolvimento de um Levantamento histórico do Santuário da Nossa Senhora da Peneda; a Identificação do património imóvel e móvel, considerando o recheio artístico presente no Santuário da Nossa Senhora da Peneda.

Datado do século XVIII, este lugar de culto é constituído pela igreja que foi terminada em 1875, pelo grande terreiro dos evangelistas e uma escadaria com cerca de 300 metros, em que nas suas laterais existem 20 capelas, com cena da vida de Cristo e os quartéis.

MUNICÍPIO DE BARCELOS ADERE AO DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

O Município de Barcelos volta a associar-se às Comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios que se realiza nos dias 17 e 18 de abril, este ano subordinado ao tema "Património Partilhado - Culturas partilhadas, património partilhado, responsabilidade partilhada".

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As comemorações serão adequadas às contingências do Estado de Emergência.

Respondendo ao desafio da Direção Geral do Património Cultural, Barcelos privilegiará a partilha da Memória e a fruição do Património Cultural através de atividades nas redes sociais, com a divulgação de fotografias antigas comentadas, a exploração virtual de sítios, a partilha de conteúdo audiovisual histórico e a realização de um encontro online sobre Património.

Assim, nos dias 17 e 18 de abril será divulgado material fotográfico e audiovisual ao público nas redes sociais, acompanhado de contextualização e interpretação, com o propósito de dar a conhecer elementos patrimoniais concelhios ignotos, mas também suscitar os comentários e o diálogo. Os eventos serão publicados em sucessão na página Facebook do Grupo Alcaides de Faria: https://www.facebook.com/alcaidesdefariablog/

No dia 18, às 22h00, regressa uma das atividades mais solicitadas pelo público: a Arqueologia à Noite.

Na impossibilidade de se realizarem ajuntamentos, a equipa de Arqueologia e Património Histórico da Câmara Municipal de Barcelos vai cumprir o distanciamento social, aproximando os participantes através da tecnologia, com a realização de um direto nas redes sociais sobre epidemias e pandemias no nosso território. Assista à iniciativa em direto em https://www.facebook.com/events/883869202088052/.

O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios foi criado pelo ICOMOS (International Council on Monuments and Sites) e aprovado pela UNESCO, com o objetivo de promover o património e sensibilizar o público para o esforço global despendido na proteção das heranças patrimoniais culturais.

PONTE DE LIMA TEM 7 PATRIMÓNIOS IMATERIAIS NOMEADOS ÀS 7 MARAVILHAS DA CULTURA POPULAR

Ponte de Lima, Terra Rica da Humanidade, rica em tradições e festividades não poderia deixar de candidatar o seu património imaterial às 7 Maravilhas da Cultura Popular.

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Foram apresentadas sete candidaturas, para cada uma das categorias – Artesanato, Lendas e Mitos, Festas e Feiras, Músicas e Danças, Rituais e Costumes, Procissões e Romarias e Artefactos – e todas elas estão nomeadas para a fase seguinte.

O património cultural de Ponte de Lima que constará entre os nomeados a nível nacional divide-se pelas 7 categorias a concurso: Cantaria (artesanato), Lenda do rio Lethes (Lendas e Mitos), Feira quinzenal e Feira do Gado (Festas e Feiras), Concertinas e cantares ao desafio (Músicas e Danças), Mesa dos Quatro Abades (Rituais e Costumes), Feiras Novas (Procissões Romarias), Toalhas de Linho (Artefactos).

O desafio proposto pelas 7 Maravilhas da Cultura Popular é evidenciar a vivência e reconhecimento do património cultural material e imaterial de Portugal e eleger o que de melhor Portugal tem, enfatizando as tradições, associadas a uma determinada região do país.

Caberá ao painel de especialistas, formado por figuras de indiscutível sabedoria e conhecimento na área do património e cultura, a seleção dos patrimónios candidatos, reduzindo a lista para 21 e, posteriormente, para 7 patrimónios candidatos por distrito e regiões autónomas.

Contamos com a participação e o envolvimento de todos os limianos para elevar a cultura popular de Ponte de Lima a uma das 7 maravilhas nacionais.