Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

CÂMARA MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO ASSINA PROTOCOLO PARA APOIAR RESTAURO E CONSERVAÇÃO DOS ALTARES INTERIORES DA IGREJA DA MISERICÓRDIA

O Presidente da Câmara Municipal assinou um protocolo de colaboração com a Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo para apoiar com 50 mil euros as obras de restauro e conservação dos altares interiores da Igreja da Misericórdia, no âmbito do programa “Reabilitação e Valorização do Património”.

ABELO5986_assinatura.jpg

Durante a assinatura do protocolo, o edil vianense, José Maria Costa, considerou a Igreja da Misericórdia “um exemplar lindíssimo a nível nacional e internacional”, reconhecendo que o trabalho de restauro necessário “é bastante e muito técnico”.

Já a Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo, Luísa Novo Vaz, indicou que a empreitada vai iniciar a 1 de outubro e visa “conservar, preservar e divulgar o património”. “A Igreja da Misericórdia é a joia da cidade, ouro sobre o azul dos azulejos”, frisou a responsável pela instituição com 500 anos de história.

De acordo com o protocolo, o Património Cultural de um território constitui a mais importante marca identitária do mesmo. “A conservação, recuperação, valorização ou divulgação deste, torna-se um imperativo e também um dever para com os vindouros na transmissão de uma herança verdadeiramente fundacional, para além de desempenhar um papel elementar no desenvolvimento policêntrico dos territórios e na coesão territorial”, assegura o documento, realçando que, nesse sentido, o Município de Viana do Castelo lançou um programa abrangente de valorização de Património construído, designado por “Reabilitação e Valorização do Património”.

Assim, a Câmara Municipal de Viana do Castelo apoiará a realização das obras de restauro e conservação dos altares interiores da Igreja da Misericórdia, património da Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo.

Em contrapartida, a Santa Casa disponibilizará a igreja, para fruição cultural, à comunidade para a realização de 3 concertos musicais por ano, pelo período de 5 anos.

ABELO5901_presidente_mesa.jpg

ABELO5910_presidente.jpg

ABELO5936_presidente.jpg

ABELO5951_luisa_vaz.jpg

ABELO5961_assinatura.jpg

MUNICÍPIO DE ARCOS DE VALDEVEZ APRESENTA VALORIZAÇÃO DOS FORTES DO EXTREMO (SÉCULO XVII)

O Município de Arcos de Valdevez apresentará ao público no próximo dia 1 de agosto, pelas 9h00, a sinalética de visita dos Fortes do Extremo, datados do século XVII, resultantes do projeto de conservação, valorização e divulgação destas importantes estruturas patrimoniais, que a Câmara Municipal, em parceria com a Universidade do Minho, implementa desde 2018, coincidindo com as intervenções/campanhas arqueológicas e os levantamentos científicos realizados.

Forte Bragandelo.JPG

A intervenção incidiu maioritariamente no Forte de Bragandelo, o melhor conservado dos dois existentes, tendo recebido sinalética interpretativa, com modelos tridimensionais e informação gráfica de apoio ao visitante, permitindo uma experiência nova e única no seu género em todo o território nacional.

Estes Fortes, enquadrados no período da Guerra da Restauração da independência portuguesa do século XVII, representam uma mais-valia para o turismo e a cultura do concelho e da região, uma vez que são exemplares únicos no contexto de toda a Península Ibérica, não só pelo estado de conservação, mas sobretudo pelas preciosas informações que trouxeram sobre esse conflito histórico e a importância do Extremo no contexto dessa Guerra Peninsular.

extremo_logo.jpg

PONTE DE LIMA: AS HERAS AMEAÇAM A PRESERVAÇÃO DA PONTE MEDIEVAL

Nos últimos anos, as margens do rio Lima na vila de Ponte de Lima têm beneficiado de uma intervenção que lhes confere ainda uma maior beleza. Porém, a decoração da ponte medieval com heras pode colocar em risco a sua preservação, para além de descaracterizar o monumento.

As heras penetram pelas fendas entre as pedras e com o tempo vão engrossando e colocando em causa a sua estabilidade. É uma realidade que encontramos frequentemente em muros velhos das nossas aldeias, condenando os mesmos à ruína.

A preservação do património não passa por acrescentarem-lhe elementos estranhos mas conservarem-no na sua autenticidade, assegurando as condições para a sua preservação através dos tempos. E, sempre que se afigura necessário acrescentar elementos novos, estes devem constituir materiais neutros para reduzir o impacto, o que não é o caso.

Estes reparos têm vindo a ser feitos nas redes sociais, de forma construtiva, por vários limianos, de entre os quais salientamos o historiador António Matos Reis.

220961534_182450087235595_7864082170225922495_n.jp

Foto: José Ernesto Costa

ARCOS DE VALDEVEZ LANÇA COLEÇÃO DE 10 POSTAIS ILUSTRADOS

Arcos de Valdevez: Sketching com História

No âmbito da ação promocional de valorização do património cultural “Alto Minho 4D – Viagem no tempo”, a qual teve como principal objetivo a criação de uma rede de 10 rotas/ itinerários cronológicos culturais baseados na história e nos bens patrimoniais do Alto Minho, de forma a contribuir para a promoção da autenticidade e da identidade do território e para a mobilidade turística na região, decorreu a atividade experiencial “Sketching com História”.

arcos-capa - Cópia.png

Ao longo de 12 meses, mais de meia centena de artistas entusiastas do desenho passaram pelos concelhos, através de residências artísticas ou de encontros de sketching, para observar, sentir e registar de forma espontânea os principais recursos identitários deste território.

No caso de Arcos de Valdevez esta experiência resultou na compilação de 10 desenhos de monumentos, locais emblemáticos, prédios ou ruas como o Mosteiro de Ermelo, Sistelo, a Ponte Centenária, a Valeta, a Igreja de S. Paio, o Paço de Giela, prédios antigos da Vila ou a Igreja da Lapa.

Através desta participação, o Município contribuiu para promover o conhecimento, o usufruto e a valorização turística dos valores históricos, artísticos e científicos dos bens patrimoniais do Alto Minho e de Arcos de Valdevez.

Uma iniciativa lançada pela CIM do Alto Minho, e realizada em parceria com a Associação Urban Sketchers Portugal (USkP), que pretendeu reunir vários artistas nos concelhos do Alto Minho em encontros de sketching e valorizar a promoção turística do património cultural e natural da região.

arcos1 - Cópia (3).png

arcos1 - Cópia (4).png

arcos1 - Cópia (5).png

arcos1 - Cópia (6).png

arcos1 - Cópia (7).png

arcos1 - Cópia (8).png

arcos1 - Cópia (9).png

arcos1 - Cópia (1).png

arcos1 - Cópia (2).png

arcos1 - Cópia (10).png

"VALORIZAR O PATRIMÓNIO" EM VIANA DO CASTELO: INAUGURADA REABILITAÇÃO DA IGREJA PAROQUIAL DE S. LOURENÇO DA MONTARIA

Foi inaugurada a empreitada de reabilitação e conservação da Igreja Paroquial de S. Lourenço da Montaria, que aconteceu no âmbito do programa “Valorizar o Património” e que contou com financiamento PRODER.

ABELO8801 2.jpg

Na inauguração da obra marcou presença o Presidente da Câmara Municipal, José Maria Costa, o Vereador da Coesão Territorial, Luís Nobre, a Fábrica da Igreja Paroquial de S. Lourenço da Montaria, representantes da freguesia da Montaria, o pároco local, bem como a Comissão de Compartes.

Em janeiro passado, o Município de Viana do Castelo e a Fábrica da Igreja Paroquial de S. Lourenço da Montaria assinaram um protocolo para preparação de uma candidatura a fundos comunitários para esta empreitada. Assim, de acordo com o documento assinado, a autarquia procedeu ao levantamento das necessidades técnicas de reabilitação e conservação da Igreja Paroquial.

O protocolo aconteceu tendo em conta que o Património Cultural de um território constitui a mais importante marca identitária do mesmo. A conservação, recuperação, valorização ou divulgação deste torna-se um imperativo e também um dever para com os vindouros na transmissão de uma herança verdadeiramente fundacional, para além de desempenhar um papel fundamental no desenvolvimento policêntrico dos territórios e na coesão territorial.

Recorde-se que o Município de Viana do Castelo está a promover um programa abrangente de valorização de Património construído, designado por “Valorizar o Património”, cujos objetivos são qualificar espaços de valor arquitetónico, histórico e artístico relevante para o território; dinamizar o potencial cultural destes espaços enquanto locais privilegiados de fruição cultural; promover e valorizar os espaços referidos enquanto locais de visitação e atratividade turística.

O Património Cultural Religioso e Monástico assume particular relevância no concelho de Viana do Castelo pela antiguidade, pela excecionalidade da arquitetura e da arte integrada, pelo testemunho de outras épocas e de outras mentalidades e porque se configuram como locais de enorme potencial para o conhecimento da ciência e da cultura.

O programa “Valorizar o Património” privilegia alguns edifícios que se incluem neste domínio do Património Cultural e que apresentam algumas condições de risco ou desadequadas, a saber: risco de colapso físico, acesso e circuito condicionados, obras de arte em avançado estado de deterioração, ausência de conteúdos e sinalética.

ABELO8811 2.jpg

ABELO8815 2.jpg

ABELO8727 2.jpg

ABELO8776 2.jpg

ABELO8783 2.jpg

VALORIZAR O PATRIMÓNIO: MUNICÍPIO VIANENSE APOIA REABILITAÇÃO DA CAPELA DE NOSSA SENHORA DAS CANDEIAS

O Presidente da Câmara Municipal assinou um protocolo de colaboração com a Fábrica da Igreja Paroquial da Igreja de Nossa Sra. Monserrate - Comissão Melhoramentos e Festas da Capela Nª Sra. Das Candeias, no âmbito do programa “Valorizar o Património”, para que o município apoie a reabilitação da capela situada no Largo Maestro José Pedro. De acordo com o documento, a requalificação da Capela de Nossa Senhora das Candeias será apoiada com uma verba de 15 mil euros para substituição da cobertura e arranjos interiores.

ABELO9741_senhora_das_candeias.jpg

A Capela, localizada junto à doca, foi edificada sob a invocação do Santo Homem Bom, patrono dos alfaiates e sirgueiros. Foi construída em 1621 e, no seu interior, podem ver-se as imagens da Senhora da Luz, ladeada por Santo Homem Bom e São Miguel Arcanjo. Possui uma lápide de 1944, testemunhando e homenageando as benfeitorias de João Alves Cerqueira e Vasco d' Orey.

Recorde-se que, em março deste ano, a Câmara Municipal de Viana do Castelo aprovou um investimento global de 180 mil euros na 1ª fase da Reabilitação e Valorização do Património, que vai beneficiar oito igrejas e capelas do concelho. O programa “Valorizar o Património” tem como objetivos qualificar espaços de valor arquitetónico, histórico e artístico relevante para o território; dinamizar o potencial cultural destes espaços enquanto locais privilegiados de fruição cultural; promover e valorizar os espaços referidos enquanto locais de visitação e atratividade turística.

O Património Cultural Religioso e Monástico assume particular relevância no concelho de Viana do Castelo pela antiguidade, pela excecionalidade da arquitetura e da arte integrada, pelo testemunho de outras épocas e de outras mentalidades e porque se configuram como locais de enorme potencial para o conhecimento da ciência e da cultura.

O programa privilegia alguns edifícios que se incluem neste domínio do Património Cultural e que apresentam algumas condições de risco ou desadequadas, a saber: risco de colapso físico, acesso e circuito condicionados, obras de arte em avançado estado de deterioração, ausência de conteúdos e sinalética.

CABECEIRAS DE BASTO PREPARA CANDIDATURA DO JOGO DO PAU A PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL DE PORTUGAL

O futuro passa pela criação do Centro Interpretativo do Jogo do Pau

Na sequência da aprovação de uma candidatura a fundos comunitários, através do NORTE 2020 – PROVERE, apresentada pela Comunidade Intermunicipal do Ave, que visa destacar a Identidade do Minho, foram vários os projetos apresentados pelos Municípios minhotos, designadamente por Cabeceiras de Basto que, entre outros, avançou para a realização do Estudo Científico do Jogo do Pau em Cabeceiras de Basto, com vista à sua classificação como Património Cultural Imaterial de Portugal.

Sessão de apresentação do estudo científico do

No passado sábado, dia 10 de julho, decorreu na Casa do Tempo, uma sessão de apresentação pública do referido Estudo Científico, estudo que se encontra em fase de conclusão. Esta sessão proporcionou uma reflexão sobre a candidatura e destacou a relevância da iniciativa no âmbito do turismo e da valorização do património imaterial, permitindo elencar o conjunto de estudos, investigações, recolha de informação, entrevistas executadas e a desenvolver, apresentação da rede de parceiros e as linhas de força de um futuro plano de salvaguarda.

Na abertura da sessão, o Presidente da Câmara Municipal referiu que se pretende com esta iniciativa, conhecer melhor, promover e divulgar a atividade lúdica do jogo do pau que tanto diz a Cabeceiras de Basto, especialmente às freguesias de Bucos e de Abadim. O edil deixou uma certeza, “depois de concluído o estudo, iremos avançar com a criação de um Centro Interpretativo do Jogo do Pau e fazer dele um novo Núcleo Museológico integrado no Museu das Terras de Basto”.

O Presidente da Assembleia Municipal, no encerramento do evento, referiu que “não se trata de mais um estudo, mas sobretudo, o aprofundar da nossa identidade, daquilo que fomos e daquilo que somos enquanto coletivo, num campo de acontecimentos que é, simultaneamente, produto da nossa própria metamorfose e da artificialidade das intervenções humanas que a todo o momento procuram impor e marcar a nossa vivência”. E a terminar referiu que “a prática defensiva e de proteção que estava na origem da utilização do pau por parte dos homens do mundo rural deu, mais tarde, lugar a uma componente mais lúdica, desportiva e recreativa que importa valorizar e manter viva”.

Coube ao responsável pelo acompanhamento técnico deste projeto, Manuel Oliveira, também presidente da Associação Cultural S. João Baptista de Bucos e jogador do pau, falar sobre o ‘Jogo do Pau como património imaterial, importância para a comunidade de Cabeceiras de Basto’, enquanto que as investigadoras e docentes universitárias, Otília Lage e Lídia Aguiar, responsáveis pela realização do projeto, falaram sobre os objetivos e metodologias do estudo científico e dos passos para a elaboração do mesmo e memória futura, respetivamente. Na oportunidade, o Dr. João Ribeiro da Silva, representante da Direção Regional da Cultura do Norte, que participou também nesta sessão, salientou o elevado número de candidaturas em análise na Direção Geral do Património Cultural, a morosidade do processo, mas incentivando os promotores a não desistirem de continuar a aprofundar o conhecimento dos valores patrimoniais identitários das comunidades locais.

De salientar que, para a concretização deste projeto, a Câmara Municipal conta com a colaboração da Faculdade de Letras da Universidade do Porto através do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar, Cultura, Espaço e Memória, do ISCET – Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo, da Direção Regional da Cultura do Norte, das Juntas de Freguesia, das Associações S. João Baptista de Bucos e ARDCA – Associação Recreativa, Desportiva e Cultural de Abadim – as duas associações que têm escola do jogo do pau – e, ainda, do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto, da Escola Bento de Jesus Caraça, e de outras pessoas que têm contribuído com o seu saber e conhecimento para a recolha de testemunhos fundamentais para o projeto.

Sessão de apresentação do estudo científico do

CABECEIRAS DE BASTO: MOSTEIRO DE S. MIGUEL DE REFOJOS FOI UM DOS FINALISTAS NOMEADOS PARA DUAS CATEGORIAS DO PRÉMIO NACIONAL DE REABILITAÇÃO URBANA 2021

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto orgulha-se de ver a Recuperação e Reabilitação do Mosteiro de S. Miguel de Refojos finalista do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana 2021, cujos vencedores foram ontem, dia 7 de julho, anunciados.

Mosteiro de S. Miguel de Refojos.JPG

A candidatura, apresentada pelos projetistas Paulo Freitas e Maria João Marques, responsáveis pelas intervenções que têm decorrido nos últimos anos no Mosteiro de S. Miguel de Refojos, foi uma das três finalistas nomeada para a categoria Melhor Reabilitação Estrutural e uma das quatro finalistas nomeada para a categoria Melhor Intervenção de Impacto Social.

O Prémio Nacional de Reabilitação Urbana é uma iniciativa da revista mensal Vida Imobiliária que conta com o Alto Patrocínio do Governo da República Portuguesa, através da Direção Geral do Património Cultural, e com o apoio de diversas empresas, designadamente, e entre outras, da SECIL. Este prémio tem como objetivo premiar a excelência na reabilitação e regeneração urbanas das cidades portuguesas e distingue todos os anos alguns dos melhores projetos nacionais bem como o trabalho dos promotores, arquitetos, engenheiros e construtores que participaram na conceção e construção.

No corrente ano de 2021, concorreram 87 projetos, oriundos de 23 concelhos de norte a sul do país, que foram avaliados pelo júri constituído por académicos de várias áreas, arquitetos, engenheiros, dirigentes de várias organizações ligadas à construção e reabilitação e, ainda, por personalidades de reconhecido mérito e excelência.

A candidatura do Mosteiro de S. Miguel de Refojos incluiu os projetos de recuperação do rés-do-chão do edifício dos Paços do Concelho – entrada, tesouraria e SAU/Espaço do Cidadão – , a reabilitação das coberturas e fachadas do Mosteiro e da Igreja, o restauro da antiga livraria e do antigo refeitório (ex-auditório Ilídio dos Santos).

A Câmara Municipal congratula-se com a distinção e felicita os arquitetos Paulo Freitas e Maria João Marques, autores dos projetos de restauro e reabilitação do NOSSO MOSTEIRO que mereceram o reconhecimento do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana 2021, através das nomeações, sempre muito meritórias e honrosas, para Melhor Reabilitação Estrutural e Melhor Intervenção de Impacto Social.

De referir que o Prémio de Melhor Reabilitação Estrutural foi atribuído à reabilitação do edifício Castilho 203, em Lisboa, e o Prémio Melhor Intervenção de Impacto Social foi ganho pela recuperação das Termas Romanas de S. Pedro do Sul.

Antiga Livraria do Mosteiro de S. Miguel de Refojo

Antigo refeitório do Mosteiro de S. Miguel de Ref

SAU-Espaço do Cidadão - Mosteiro de S. Miguel de

Teto da Entrada dos Paços do Concelho - Mosteiro

CONCURSO “FAR PLAY” A APROXIMAR AS PESSOAS DAS FORTALEZAS ABALUARTADAS DA RAIA DE FORMA CRIATIVA

Os municípios de Almeida, Elvas, Marvão e Valença reunidos no Projeto Rota das Fortalezas Abaluartadas da Raia em breve a inaugurar, lançam um inovador Concurso de aproximação das populações a este Património Cultural único da Raia Luso-espanhola. Trata-se do Concurso “FAR PLAY” que procura promover uma participação ativa, pedagógica e enriquecedora em torno deste Património através de diferentes manifestações artísticas: Urban Sketching, Fotografia, Artes Performativas, Criação Literária, Instalação Artística e Práticas Gastronómicas.

flyer vF3_redes-01.jpg

O FAR PLAY é um Concurso aberto a todas as faixas etárias, talentos artísticos ou graus de experiência em projetos similares, podendo-se participar individualmente ou em grupo até 4 elementos.

O Concurso procura fortalecer o espírito crítico, a criatividade e o sentimento de pertença face a um património comum. Todos os concorrentes terão ajuda de especialistas e artistas nacionais com a concretização de 6 Masterclasses online e gratuitas relativas às 6 áreas artísticas a concurso, contando com André Letria da “Pato Lógico”, Pedro Neves da “Red Desert”, Bernardo Gramaxo da “The Takes”, Ricardo Garcia da “Ondamarela” ou, ainda, a escultora Maria Leal da Costa e o crítico gastronómico Fortunato da Câmara.

Estes especialistas farão igualmente parte do júri composto, ainda, por um representante do Turismo de Portugal e pelo Professor Jorge de Oliveira da Universidade de Évora.

Se a criatividade do Concurso e as Masterclasses já surgem como razões suficientes para gerar o interesse de tantos, os prémios são igualmente tentadores: 1 “Passe Rota das Fortalezas Abaluartadas da Raia” contemplando a estadia de 1 noite em 1 dos 4 municípios integrantes da Rota, com Visita Guiada à respectiva Fortaleza (por cada desafio a concurso); 1 Vale presente no valor de 50€ a utilizar em materiais ou experiências artísticas à escolha em loja FNAC, BERTRAND, PAPELARIA FERNANDES ou MIMO COOK (por cada desafio a concurso em cada município.

As inscrições para participar no Concurso FAR PLAY estão abertas e os trabalhos poderão ser entregues até 15 de setembro de 2021. Para mais informações sobre os desafios e inscrições, basta aceder ao site www.farplay.pt

No contexto “Rota das Fortalezas Abaluartadas da Raia”, a Raia Luso-espanhola é uma faixa da fronteira mais antiga do mundo, de cerca de 1316 km, e uma das mais fortificadas da Europa, com particularidades históricas e culturais únicas.

As populações raianas são herdeiras de uma continuidade demográfica construída em resposta ao problema da guerra do século XVII, assente na utilização do urbanismo civil para garantir a consistência e a continuidade do sistema defensivo, materializado nas várias fortificações que podemos encontrar ao longo da fronteira.

O sistema de defesa criado durante a guerra que opôs Portugal a Espanha (1640-1668) integra cerca de uma centena de fortificações do lado português. Nessa paisagem, para além da cidade de Elvas, reconhecida pela UNESCO como Património Mundial em 2012, destacam-se, pela excecional demonstração de autenticidade e estado de conservação, a Praça-forte de Almeida, a Fortaleza de Marvão e a Fortaleza de Valença.

Este sistema de defesa permitiu a Portugal, em 1668, reconquistar a soberania plena do Estado nos exatos limites espaciais do Tratado de Alcañices (1297) – não somente o tratado de fronteira mais antigo do mundo mas, também, o tratado na sequência do qual os reinos ibéricos firmaram uma Raia.

A Raia, espaço de conflitos bélicos, foi sobretudo um espaço de partilha e de convivência ao longo dos tempos.

Construídas na conjuntura política e militar da Guerra da Restauração (1640-1668), as fortalezas deste sistema destinaram-se tanto a proteger as comunidades raianas, como a defender e a afirmar a independência de Portugal ao longo da sua História.

Hoje, mais do que elementos evocadores de conflitos passados, estas fortificações constituem testemunhos de Paz e ligações linguísticas, económicas e culturais que unem os povos dos dois lados da fronteira.

A criação da Rota das Fortalezas Abaluartadas da Raia visa valorizar e dar a conhecer este património de excecional valor, um património que reflete alguns dos episódios mais marcantes da História nacional, que deixa transparecer a perícia técnica dos seus exímios construtores e a História de um povo sempre pronto a defender o seu território e a lutar pela Paz.

Para além da constituição da Rota que permitirá a descoberta deste Património de forma qualificada, e tendo presente o valor excecional deste património, os municípios de Valença, Almeida, Marvão e Elvas uniram-se com o intuito de preservar e restaurar os bens e assegurar a sua efetiva proteção no presente e no futuro; promover a participação informada de todas as partes interessadas, especialmente dos utilizadores diretos dos Bens, através de processos ativos de consulta pública e de ações orientadas para a sua proteção, valorização e promoção; proporcionar a fruição qualificada dos Bens, contribuindo para a excelência da experiência turística em Almeida, Elvas, Marvão e Valença; estimular a criação e desenvolvimento de indústrias criativas baseadas na excelência do valor patrimonial dos Bens e das suas envolventes; reforçar o papel das Fortalezas Abaluartadas da Raia como marcos arquitetónicos que permitem interpretar os múltiplos significados das históricas relações estabelecidas entre os dois lados da fronteira entre Portugal e Espanha.

FAMALICÃO: PAINÉIS DE JOÃO CHARTERS DE ALMEIDA E SILVA DA FUNDAÇÃO CUPERTINO DE MIRANDA VÃO SER RESTAURADOS

Obra deverá arrancar em julho e implica um investimento de 300 mil euros

O emblemático edifício da Fundação Cupertino de Miranda de Vila Nova de Famalicão vai iniciar em julho as obras de restauro dos painéis de João Charters de Almeida e Silva que revestem o imóvel, numa intervenção histórica que pretende preservar este ícone da cidade e da região.

famalicchartes (2).jpeg

As obras de grande importância e complexidade foram anunciadas esta segunda-feira, pelos presidentes da Fundação Cupertino de Miranda, Pedro Álvares Ribeiro, e da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, num trabalho de equipa e colaboração entre as duas instituições.

Beneficiando da oportunidade proporcionada pela execução das obras de reabilitação urbana, que decorrem no centro da cidade, onde se situa precisamente o edifício, a Fundação Cupertino Miranda decidiu avançar agora com esta intervenção de restauro.

“Há muito que desejávamos esta obra e que a vínhamos estudando e planeando, porque é uma obra necessária devido essencialmente ao desgaste natural dos painéis. Este é momento oportuno, tendo em conta as obras de renovação do centro da cidade, que irão tornar Famalicão numa cidade mais moderna, funcional e atrativa para os seus cidadãos e visitantes”, referiu o presidente da Fundação Cupertino de Miranda, Pedro Álvares Ribeiro. Segundo responsável a obra que deverá iniciar no próximo mês de julho terá uma duração de 7 meses, devendo estar concluída durante o primeiro trimestre de 2022.

“É um sonho que se concretiza e que nos enche de orgulho” afirmou o responsável.

Com um orçamento global na ordem de 300 mil euros, a obra contará com um apoio municipal de 150 mil euros, o que corresponde a 50 por cento do valor. Para a realização da intervenção, a Fundação Cupertino de Miranda conta com a empresa Signinum, uma das mais experientes em Portugal na área do restauro. Para apoio na análise e na seleção das melhores técnicas e materiais, contará com o apoio cientifico de responsáveis do Instituto Politécnico de Tomar e da Universidade de Aveiro.

Paulo Cunha salientou a importância desta obra para a cidade e para o território, destacando que “este é o momento oportuno para se avançar com esta intervenção. Toda esta zona envolvente está a ser intervencionada e com esta obra vamos conseguir revitalizar esta área central sabendo do peso que a Fundação Cupertino de Miranda tem aqui”.

“Queremos preservar este património cultural, valorizando o espaço exterior, para que este se transforme num cartão de visita ao espaço interior”, acrescentou o autarca.

Obra entusiasma Charters de Almeida

Entretanto, o artista autor da obra João Charters de Almeida e Silva já se mostrou entusiasmado com as obras de restauro. O artista nascido em Lisboa a 12 de julho de 1935, está representado em Museus, Fundações e Coleções particulares em Portugal e noutros países da Europa, USA, Brasil, Canadá e Japão. Tem trabalhos de grande escala em espaços públicos em Portugal, Bélgica, USA, Canadá e China.

A torre da Fundação, com 34 metros de altura, é revestida exteriormente, em toda a sua extensão, por quatro painéis de azulejos superiores, mais seis ao nível do piso do rés-do chão. Trata-se de um edifício emblemático tanto pelo seu revestimento azulejar, da autoria de Charters de Almeida (n. 1935), como pela estrutura helicoidal interior da torre com 10 pisos.

Cada painel tem uma alegoria diferente, que representam o intuito do Fundador: À Educação e às Artes; Conjugação dos esforços; O Homem e o Universo; Protecção. O edifício da Fundação Cupertino de Miranda foi inaugurado a 8 de dezembro de 1972.

Atualmente o edifício acolhe o Centro Português do Surrealismo inaugurado em 1 de junho de 2018, pelo presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

famalicchartes (1).jpeg

PONTE DA BARCA ENTREGA PRÉMIOS DAS “OLIMPÍADAS DA CIDADANIA E DO PATRIMÓNIO”

O Presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca, Augusto Marinho, esteve na Escola Básica Diogo Bernardes para entregar os prémios aos alunos das turmas do 3º e 4º anos de escolaridade vencedoras do desafio "Olimpíadas da Cidadania e do Património" lançado pela Câmara Municipal em colaboração com o Agrupamento de Escolas no âmbito do projeto "Aprender fora da Sala de Aulas", integrado no Projeto School4all.

O concurso foi lançado na plataforma +Barca, do município de Ponte da Barca, e todos os alunos das turmas que alcançaram a melhor pontuação, e respetivos professores, receberam o jogo "Ganh'ao S'tor Master" da Science4you.

202176675_3505460626221562_3051978698357167138_n.j

202188706_3505461346221490_1154709477681106068_n.j

202545402_3505461736221451_7785379269066802607_n.j

202556419_3505460689554889_3387542052914655547_n.j

203574240_3505460876221537_7573151551563757029_n.j

PALÁCIO DOS MARQUESES DE PONTE DE LIMA EM LISBOA FOI CLASSIFICADO COMO MONUMENTO DE INTERESSE PÚBLICO

A Presidência do Conselho de Ministros - Gabinete do Secretário de Estado da Cultura, através da Portaria nº. 740-J/2012, publicada em Diário da República n.º 248/2012, 1º Suplemento, Série II de 24 de Dezembro de 2012, classificou como monumento de interesse público o Palácio da Rosa, incluindo a Igreja de São Lourenço e toda a área de jardim, no Largo da Rosa, 4, nas Escadinhas da Costa do Castelo, 6, na Rua da Costa do Castelo, 57, e na Rua do Marquês de Ponte de Lima, Lisboa, freguesia do Socorro, concelho e distrito de Lisboa, e fixa a zona especial de proteção do mesmo monumento.

PalaciodaRosaLisboa (8).jpg

Portaria n.º 740-J/2012

O Palácio da Rosa ergue-se no vetusto bairro da Mouraria, adossado a um lance da Cerca Fernandina de Lisboa, no local onde algumas notícias situam a antiga casa do alcaide mouro. A frontaria do edifício está alinhada com uma fachada lateral da igreja paroquial de São Lourenço, de origem tercentista, cuja evolução arquitectónica se viria a articular intimamente com a palaciana.

A feição atual do palácio, provavelmente construído no século XVII sobre uma casa nobre quinhentista que pertenceu ao morgado de São Lourenço, resulta da profunda intervenção arquitetónica de finais de Novecentos realizada a expensas de João Xavier de Lima, cuja família (Viscondes de Vila Nova de Cerveira, Marqueses de Ponte de Lima e Marqueses de Castelo Melhor) foi proprietária do imóvel desde a sua fundação e até ao século XX.

As fachadas do edifício principal caracterizam-se por grande sobriedade e depuração, seguramente resultado das intervenções pós-terramoto de 1755, destacando-se o portal nobre de linguagem barroca e rococó. O interior é rico em exemplares de arte decorativas, incluindo estuques, pinturas e frescos de gosto romântico e pompeiano, e um excelente património azulejar de épocas diferenciadas, de que é exemplo o revestimento azulejar azul e branco do pátio interno, executado na Fábrica da Viúva Lamego entre 1904 e 1906.

Recentes escavações na contígua Igreja de São Lourenço revelaram janelas góticas e notáveis capelas do período dionisino, a par de sepulturas e outros materiais arqueológicos, incluindo silos muçulmanos. Destaca-se igualmente um espólio de azulejos de brutesco do século XVII e azulejos historiados pombalinos, parte dos quais se encontra no Museu do Azulejo, bem como pintura dos séculos XVIII e XIX.

O Palácio da Rosa possui superior interesse cultural, arquitetónico e urbanístico. Com implantação privilegiada no núcleo original do centro histórico de Lisboa, o imóvel participou da dinâmica de ocupação urbana com alterações principalmente caracterizadas pela sobreposição de construções a partir do período pré-pombalino. É igualmente relevante o facto de ter estado, durante a maior parte da sua história, ligado a uma única família, cuja heráldica se encontra presente em todo o palácio.

A classificação do Palácio da Rosa, incluindo a Igreja de São Lourenço e toda a área de jardim, reflete os seguintes critérios constantes do artigo 17.º da Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro: o caráter matricial do bem, o seu interesse como testemunho notável de vivências ou factos históricos, o seu valor estético e material intrínseco, a sua conceção arquitetónica e urbanística, a sua extensão e o que nela se reflete do ponto de vista da memória coletiva, e a sua importância do ponto de vista da investigação histórica ou científica.

A zona especial de proteção (ZEP) tem em consideração os condicionalismos impostos pela topografia e pela própria natureza do local, o valor patrimonial dos imóveis e a sua relação visual, histórica, arquitetónica e urbanística com o conjunto envolvente. São igualmente tidos em conta os eixos viários e pedonais que possam constituir acessos diretos à área classificada. A sua fixação visa salvaguardar o imóvel e o seu contexto urbanístico.

Foram cumpridos os procedimentos de audição dos interessados, previstos no artigo 27.º da Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro, de acordo com o disposto nos artigos 100.º e seguintes do Código do Procedimento Administrativo.

Assim:

Sob proposta dos serviços competentes, ao abrigo do disposto nos artigos 15.º, 18.º, n.º 1, 28.º, n.º 2, e 43.º da Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro, e no uso das competências conferidas pelo n.º 11 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 86-A/2011, de 12 de julho, manda o Governo, pelo Secretário de Estado da Cultura, o seguinte:

Artigo 1.º

Classificação

É classificado como monumento de interesse público o Palácio da Rosa, incluindo a Igreja de São Lourenço e toda a área de jardim, no Largo da Rosa, 4, nas Escadinhas da Costa do castelo, 6, na Rua da Costa do Castelo, 57, e na Rua do Marquês de Ponte de Lima, Lisboa, freguesia do Socorro, concelho e distrito de Lisboa, conforme planta de delimitação constante do Anexo à presente portaria e que desta faz parte integrante.

Artigo 2.º

Zona especial de proteção

É fixada a zona especial de proteção do monumento referido no artigo anterior, de acordo com a planta de delimitação constante do Anexo à presente portaria e que desta faz parte integrante.

20 de novembro de 2012. - O Secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier.

Capturarpalaciodarosa.JPG

PalaciodaRosaLisboa (7).jpg

72483415_526526318124541_7688608470546776064_o.jpg

A subida ao poder do ministro Marquez de Ponte de Lima. Azulejos de Leopoldo Battistini, destinados ao Palácio da Rosa.

87830689_634071730703332_8665133452103778304_o.jpg

67430766_480864426024064_5137534721495924736_o.jpg

Fotos: AML / Ilustração Portugueza

FAMALICÃO ANUNCIA RESTAURO DO PAINEL DE AZULEJOS DE JOÃO CHARTERS DE ALMEIDA DA FUNDAÇÃO CUPERTINO DE MIRANDA

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, e o Presidente da Fundação Cupertino de MirandaPedro Álvares Ribeiro, vão apresentar a intervenção de restauro do Painel de Azulejos da Fundação da autoria do artista João Charters de Almeida e Silva. 

azulejfamalic.jpg

A torre da Fundação, com 34 metros de altura, é revestida exteriormente, em toda a sua extensão, por quatro painéis de azulejos superiores, mais seis ao nível do piso do rés-do chão. Trata-se de um edifício emblemático tanto pelo seu revestimento azulejar, da autoria de Charters de Almeida (n. 1935), como pela estrutura helicoidal interior da torre com 10 pisos.

Cada painel tem uma alegoria diferente, que representam o intuito do Fundador: À Educação e às Artes; Conjugação dos esforços; O Homem e o Universo; Protecção.

Refira-se que a Câmara Municipal de Famalicão está neste momento a desenvolver obras de reabilitação urbana, no centro da cidade, onde se situa precisamente a Fundação Cupertino Miranda. Trata-se de um dos maiores investimentos públicos de sempre na requalificação de um espaço público citadino famalicense, que irá tornar a cidade mais moderna, funcional e com uma nova oferta para os seus cidadãos e visitantes.

VALENÇA RECUPERA PATRIMÓNIO DOS CAMINHOS DE SANTIAGO

O Senhor dos Caminhos, em Fontoura, um dos principais símbolos do Caminho Português para Santiago, foi objeto de uma intervenção.

safe_imagevalen.jpg

O nicho, com o Cruzeiro do Senhor dos Caminhos, foi protegido com películas anti raios UV e com um novo sistema de iluminação leds. Nova sinalética interpretativa explicativa do traçado e da importância deste cruzeiro foi, também, ser colocada no local.

Está prevista, também, a produção de um desdobrável multilingue.

A intervenção decorreu no âmbito do Plano de Ação Piloto dos Caminhos de Santiago do Alto Minho, através da Pilot Action do projeto CultRing, financiado pelo programa INTERREG Europe.

Esta intervenção pretende dignificar um espaço memória para os peregrinos que já tinha sido objeto de uma grande obra em 2006, a cargo da Deutsche St. Jakobus - Gesellschaft (Sociedade Alemã do Apóstolo Santiago). Por essa época recuperou-se o cruzeiro / retábulo do Nosso Senhor dos Caminhos e criou-se a atual estrutura de proteção.

Valença Cidade dos Caminhos para Santiago

Valença é o ponto de confluência do Caminho Português Central (bem como do Caminho das Torres que coincidem no mesmo traçado), bem como do Caminho Português da Costa.