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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FAMALICÃO VAI RESTAURAR LOCOMOTIVA “ANDORINHA”, A MAIS ANTIGA EM PORTUGAL

A mais antiga locomotiva portuguesa está sediada em Vila Nova de Famalicão

A “Andorinha”, a mais antiga locomotiva portuguesa a vapor, que integra o espólio do Museu Nacional  Ferroviário que se encontra em Vila Nova de Famalicão, vai ser alvo de uma intervenção profunda de restauro, estando assim assegurada a salvaguarda deste importante património nacional.

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A locomotiva parqueada em Nine desde o ano de 2002, altura em que foi retirada da antiga secção museológica de Braga, onde esteve guardada desde 1977, vai viajar até às instalações do Museu Nacional Ferroviário, onde irá beneficiar de um processo de recuperação e restauro a efetuar pelos técnicos competentes, num processo coordenado pela Fundação do Museu Nacional Ferroviário.

Com o objetivo de preservar este singular exemplar do património ferroviário nacional, a Fundação do  Museu Nacional Ferroviário, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e a Junta de Freguesia de Nine acordaram uma posição conjunta, que vai permitir a realização de uma intervenção de restauro há muito aguardada e que só agora se vai concretizar.

Antes disso, porém, a “Andorinha” irá integrar a “Automobilia”, um evento nacional que decorre em Aveiro, de 17 a 19 de maio, e que se destaca pela promoção, divulgação e preservação histórica dos meios de transporte, nas suas diferentes vertentes (rodoviários, ferroviários aéreos e marítimos). A presença da locomotiva na exposição surge no âmbito do processo da sua deslocalização até ao Entroncamento.

Entretanto, ficou já acordado entre as partes envolvidas que após o restauro, a "Andorinha" regressará a Vila Nova de Famalicão, ficando guardada e exposta para visita no Museu Ferroviário de Lousado, num novo espaço a ser criado e com temática também alusiva à freguesia de Nine, nomeadamente no contexto da ferrovia.

Recorde-se que a Andorinha foi fabricada, em Inglaterra, no ano de 1856 por William Fairbaim&Sons, e adquirida em 1857 num lote de quatro locomotivas destinadas ao caminho-de-ferro do Leste (Lisboa-Elvas), teve entre outras funções, assegurar os primeiros serviços rápidos de Lisboa - Santa Apolónia a Vila Nova de Gaia e o apoio na construção das linhas do Minho e do Douro, tratando-se assim de um símbolo nacional, regional e local.

BRAGA: VILAMINHO DIZ-SE PERSEGUIDA POR VEREADOR E PONDERA QUEIXA NO MINISTÉRIO PÚBLICO

Em causa a vedação de um terreno privado nas Sete Fontes

A Vilaminho considera que os factos praticados pelo vereador do Urbanismo da Câmara Municipal de Braga, Miguel Bandeira, no âmbito do processo de licenciamento da vedação de um dos seus terrenos nas Sete Fontes, “configuram uma clara violação dos direitos” da empresa, pelo que a atuação do autarca “é inequivocamente merecedora de tutela penal, bem como suscetível de participação ao Ministério Público do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga para efeitos de propositura de ação para perda de mandato de responsável autárquico”.

Esta revelação foi feita numa carta registada, que a Vilaminho fez chegar ao presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, neste mês de abril. Para justificarem uma eventual ação de perda de mandato, os juristas da Vilaminho invocam a Lei da Tutela Administrativa.

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O QUE ESTÁ EM CAUSA

Em causa está o processo de licenciamento da vedação de um terreno nas Sete Fontes, face ao qual o município nada decide, desde 6 de julho de 2017, o que, para a Vilaminho, configura uma violação do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação em vigor.

Sobre essa violação, a Vilaminho – Inovação Imobiliária teve necessidade de recorrer aos tribunais em finais de 2018, tendo apresentando uma intimação judicial contra a Câmara Municipal de Braga, no Tribunal Administrativo e Fiscal.

Então estava em causa o facto de a Vilaminho não conseguir obter uma licença municipal para vedar um dos seus terrenos nas Sete Fontes, denominado Bouça das Chedas, junto ao Hospital da cidade, esperando, há mais de ano e meio, que a Câmara Municipal de Braga aprove ou chumbe o pedido de licenciamento.

Uma ação de intimação à prática de ato é um instrumento jurídico que tem por objetivo obrigar a Câmara Municipal de Braga a pronunciar-se e a justificar a sua posição, já que ainda não o fez, ignorando os sucessivos pedidos da Vilaminho.

O empresário Ermelando Sequeira, do grupo Vilaminho, não abdica de vedar o seu terreno, adquirido há 23 anos, dado que se trata de "um direito enquanto proprietário".

“ATITUDE PERSECUTÓRIA”

A Vilaminho, que considera estar a ser vítima de “uma atitude persecutória” por parte do pelouro do Urbanismo da Câmara Municipal, a quem acusa de faltar à verdade neste processo.

Na carta enviada ao presidente da Câmara, a Vilaminho solicita que Ricardo Rio “se digne averiguar o sucedido (…) acionando os meios legais competentes para sindicar tal atuação e sancionar as pessoas responsáveis”.

No decurso de ação judicial intentada pela Vilaminho, a correr termos pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, a empresa imobiliária “tomou conhecimento, na contestação junta aos autos pela ré Câmara Municipal de Braga, a 18-12-2018”, de que, segundo a autarquia, “ainda estaria em prazo para se pronunciar sobre o projeto de arquitetura integrante do referido pedido de licenciamento pelo facto de ter pedido um novo parecer à Direção Regional de Cultura do Norte, encontrando-se a aguardar decisão final a ser proferida por esta entidade”.

UM PARECER “ESCONDIDO”

Motivada pelo conhecimento de tal facto, a 18-02-2019, a Vilaminho solicitou informações à própria Direção Regional de Cultura do Norte sobre a existência de despacho no âmbito do alegado pedido de parecer. Nesse seguimento, através da resposta desta entidade, rececionada a 29-03-2019, a Vilaminho apurou que o despacho proferido pela Diretora do Serviço de Bens Culturais, a 06-12-2018, integrou o parecer favorável condicionado comunicado à CMB por fax enviado em 10-12-2018.

“Por tudo quanto resulta demonstrado, dúvidas não restarão de que, aquando da sua contestação de 18/12/2018, a CMB já conhecia (ou não podia razoavelmente desconhecer) o parecer favorável que a DRCN lhe havia remetido a 10-12-2018, parecer este de que alegadamente estaria dependente a deliberação sobre o projeto de arquitetura”, afirma a Vilaminho na carta enviada a Ricardo Rio.

VEREADOR NA BERLINDA

Tal situação, conclui a Vilaminho, “para além de representar um claro expediente dilatório com o manifesto intuito de protelar indefinidamente a decisão final do pedido de licenciamento, configura manifestamente uma atitude persecutória por parte de algum(ns) elemento(s) da Câmara Municipal de Braga, nomeadamente, e tendo em conta as informações disponibilizadas pelo próprio município, por parte do sr. vereador Miguel Bandeira, uma vez que é no seu gabinete que o processo alegadamente se encontra para despacho, sem que para tal delonga exista qualquer motivo atendível, desrespeitando assim, em absoluto, aquela que deveria ser a função, por excelência, desse pelouro”.

Na missiva enviada ao presidente do município bracarense, a Vilaminho lembra que “tem pleno conhecimento da manifesta pretensão do sr. vereador Miguel Bandeira de impedir a execução da vedação em causa neste processo de licenciamento, afirmação que o próprio fez perante os representantes da Vilaminho, em reunião de 12-12-2017” – isto “a acrescer à infundada omissão da existência de um parecer favorável da Direção Regional de Cultura do Norte no âmbito do processo administrativo e à litigância de má-fé em que a Câmara de Braga incorreu ao ocultar tal facto ao tribunal na ação judicial em curso”.

O processo de licenciamento foi iniciado em 6 de julho de 2017, mas tem assumido contornos caricatos, uma vez que a Câmara Municipal de Braga, no início do processo, em que tinha a obrigação de submeter todos os documentos à Direção Regional de Cultura do Norte, terá perdido alguns dos papéis necessários, acabando por ter sido a Vilaminho a reenviar diretamente para o organismo do Ministério da Cultura os documentos que antes entregara no município. Daí que a Vilaminho considere que está a ser vítima de perseguição e tratamento desigual por parte da Câmara Municipal.

A Vilaminho é proprietária de duas parcelas de terreno na zona envolvente às Sete Fontes.JPG

VILAMINHO APRESENTA PROJETO PARA AS SETE FONTES

Documento está patente em exposição no Largo S. João de Souto, em Braga

A Vilaminho – Promoção Imobiliária SA tem um projeto alternativo de criação de um parque urbano nos terrenos envolventes ao antigo sistema de abastecimento de água das Sete Fontes, na zona norte-nordeste da cidade de Braga, e abriu uma exposição para mostrar o seu trabalho a todos os bracarenses.

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A empresa imobiliária, que é a segunda maior proprietária de terrenos nas Sete Fontes – e que tem visto a Câmara Municipal de Braga fugir ao diálogo e à negociação –, contratou o arquiteto-paisagista Daniel Monteiro, cujo trabalho será agora exposto na Galeria de Janes, no Largo S. João de Souto nº 14/15, no centro histórico de Braga.

Todos os cidadãos interessados podem visitar a exposição, que abriu nesta terça-feira, 16 de abril, e estará patente de segunda a sexta-feira das 10h00 às 13h00 e das 15h00 às 19h00.

O arquiteto-paisagista Daniel Monteiro, que tem o seu gabinete na Rua 25 de Abril, em Braga, elaborou um estudo que contempla um parque verde nas Sete Fontes, com uma extensão de 14 hectares, superior ao parque anunciado pela Câmara Municipal, assim como zonas de construção. Esta solução, que prevê um parque urbano “com vida”, que respeite o património, a cultura e a memória coletiva daquele espaço, contemplando alguma construção de qualidade, é vista como a ideal para pacificar as relações entre a Câmara Municipal de Braga e os proprietários dos terrenos das Sete Fontes, que não aceitam ceder os terrenos por 10 euros por metro quadrado.

Depois de tornadas públicas as linhas principais do plano municipal para os terrenos das Sete Fontes, o arquiteto-paisagista Daniel Monteiro considera que “a Câmara Municipal de Braga e a VILAMINHO defendem ideias idênticas para as Sete Fontes”.

Em sua opinião, “o que é importante é que as partes consigam sentar-se à mesa”, sendo o seu trabalho uma base para o restabelecimento do diálogo. Sobre o trabalho exposto, que é o seu projeto para as Sete Fontes, Daniel Monteiro afirma: “Este estudo deve ser encarado como uma proposta para uma discussão pública sobre aquilo que o município de Braga e os bracarenses pretendem para as Sete Fontes. A preocupação central com este estudo conceptual foi criar uma base viável de discussão e de avaliação do que é que se poderá fazer. Esta proposta é uma base de conversa, um bom ponto de partida, para discutir o futuro das Sete Fontes e resolver o impasse em que aquele território se encontra.”

O empresário Ermelando Sequeira, da VILAMINHO, por seu turno, insiste na sua disposição para dialogar com a autarquia liderada por Ricardo Rio: “Estamos de boa-fé neste processo. De tal modo que estamos dispostos a ceder este projeto à Câmara Municipal de Braga. Queremos o melhor para a cidade e para os bracarenses e estamos disponíveis para o diálogo e para a negociação”.

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MUSEU DAS TERRAS DE BASTO CELEBROU "DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS"

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, através do Museu das Terras de Basto, associou-se ontem, dia 17 de abril, à comemoração do ‘Dia Internacional dos Monumentos e Sítios’ que se celebra hoje promovido pela Direção Geral do Património Cultural (DGPC), em colaboração com a ICOMOS Portrugal.

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A vereadora da Cultura, Dra. Carla Lousada, e o presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto, Prof. Luís Santos, associaram-se à iniciativa.

Sob o tema ‘Património e Paisagem Rural’ e com a participação do projeto Férias Solidárias da Associação de Pais, bem como do Curso de Formação ‘Capacitar para a Inclusão’, realizou-se uma visita à exposição do linho, patente no Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe, seguida de uma caminhada pela Ecopista. As crianças tiveram, ainda, oportunidade de desenvolver atividades relacionadas com a temática do linho.

Esta ação pretendeu sensibilizar os participantes, em particular, e a população, em geral, para a importância da preservação do património cultural material e imaterial.

Cabeceiras de Basto tem uma oferta diversificada e muito rica, com destaque para o património edificado e imaterial com imponentes monumentos e magníficas paisagens que regalam o olhar e confortam a alma. Realçamos, a este propósito, o Museu das Terras de Basto, no Arco de Baúlhe, bem como o Nosso Mosteiro, o Mosteiro de S. Miguel de Refojos, Mosteiro Beneditino, ex-líbris do concelho de Cabeceiras de Basto – um bem cultural classificado de interesse público.

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TERRAS DE BOURO COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

Terras de Bouro assinala Dia Internacional dos Monumentos e Sítios a 18 de abril

No âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios a 18 de abril e à semelhança dos anos anteriores, o Núcleo Museológico de Campo do Gerês estará de Portas Abertas no dia 18 de abril. Assim, serão disponibilizados e efetuados dois turnos de visitas guiadas, o primeiro às 10h00 e o segundo às 15h00.

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A data, que visa promover os monumentos e sítios históricos além da valorização do património português, assinalará iniciativas enquadradas no tema Património e Paisagem Rural e, ao mesmo tempo,  tenta alertar para a necessidade da sua conservação e proteção.

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ARCOS DE VALDEVEZ COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

Câmara Municipal de Arcos de Valdevez assinala o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

A Câmara Municipal associa-se às comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que é celebrado no dia 18 de Abril, em colaboração com a Direção Geral do Património Cultural.

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Para celebrar este dia, foram preparadas algumas sugestões para pais e filhos.

No dia 18 de abril, as entradas e as visitas guiadas no Centro Interpretativo do Barroco e no Paço de Giela vão ser gratuitas.

O Centro Interpretativo do Barroco convida o visitante a usufruir de uma visita interativa, realizada através da utilização de óculos de realidade aumentada, e ficar a conhecer a origem da cultura barroca no alto Minho e a história da recuperação da igreja, sendo guiado pela mascote, o anjo asinhas.

Ainda no âmbito das comemorações deste dia, no dia 27 abril, sábado, pelas 16h00, terá lugar a inauguração da Exposição – “Valdevez, Paisagens-património, da autoria de Tomás Reis, e no dia 28, pelas 10h30, no âmbito da atividade Paço em Família, decorre a oficina temática “Arcos de Valdevez no tempo dos reis (construção de uma aldeia medieval)” .

Esta comemoração tem como objetivo sensibilizar o público para a diversidade e riqueza do património, bem como para a conservação, valorização e promoção do mesmo.

ARCOS DE VALDEVEZ VALORIZA PRÉ-HISTÓRIA

Vozes das Pedras - promoção e valorização da Área Megalítica do Mezio/Gião

  • Apresentado livro “Uma Escrita antes da escrita” sobre a arte rupestre dos Montes do Gião
  • Gião é um dos mais notáveis santuários de arte rupestre do noroeste peninsular

O Projeto Vozes das Pedras- promoção e valorização da Área Megalítica do Mezio/Gião, apresentado pela ARDAL e aprovado pelo Programa Operacional da Região Norte 2020 – Património Cultural, financiado pelo FEDER e apoiado pelo Municipio de Arcos de Valdevez, foi apresentado esta semana em 3 eventos. Na Casa das Artes de Arcos de Valdevez foi apresentado o livro “Uma Escrita antes da escrita”, com textos e fotografias de António Martinho Baptista e que retrata a arte rupestre dos Montes do Gião.

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Nesta apresentação, João Esteves, presidente da Câmara Municipal, referiu que “a valorização do património e da memória histórica desempenham um papel relevante no progresso cultural, social e económico do nosso território e no orgulho que os arcuenses têm na sua História e Cultura milenares” e enalteceu a importância desta publicação, enfatizando o trabalho meritório do autor “que há décadas se envolve na investigação e divulgação do Gião”, e que “há dois anos revisita este local, assumindo novas abordagens tecnológicas e refletivas, alargando assim o reconhecimento deste grande complexo arqueológico”.

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O autor, António Martinho Baptista, afirmou sentir uma forte ligação ao local, pois logo que chegou ao PNPG realizou trabalhos no Gião, e fez um breve enquadramento deste santuário, referindo e enaltecendo o facto de este local ter marcas de há 5000 atrás.

O Gião é uma zona que apresenta uma arte antropocêntrica, avançou António Baptista, dizendo que se centra na figura humana, a qual se encontra explanada em centenas de gravuras. “É uma notável coleção de representações de figuras humanas, interligadas entre si” e “uma notável mistura de paisagem natural e humanizada. É um santuário rupestre e a arte rupestre é um elemento agregador da paisagem”, atestou.

Para o autor este local deve ser uma referência naquilo que toca aos locais de visitação da pré-história do Norte de Portugal.

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Esta iniciativa, Vozes das Pedras… na Comunidade, uma ação dirigida ao público em geral, onde foi apresentado este livro, contemplou também a apresentação de um CD de música ambiental, da autoria da Folk & Wild. Enquadrou-se numa série de atividades desenvolvidas nos dias 4, 5 e 6 de Abril, com o objetivo de apresentar o trabalho que realizado quer na Porta do Mezio e quer na área arqueológica do Mezio-Gião, entre as quais se incluíram também as Vozes das Pedras… na Escola, evento organizado no Agrupamento de Escolas de Valdevez, dirigido aos alunos do 5º e 7º ano e que teve como objetivo a apresentação e oferta do livro juvenil “Vozes das Pedras - A vida no Neolítico”, bem como do jogo de mesa “Vozes das Pedras – Área Arqueológica Mezio-Gião”; Vozes das Pedras… na Natureza, evento realizado no Mezio e cujo objetivo foi a inauguração da Exposição do Centro Interpretativo da Área Arqueológica Mezio-Gião e a realização do percurso pedestre às Gravuras Rupestres do Gião. Ainda neste dia, foi possível ver a recuperação da Mamoa 2 do complexo Megalítico do Mezio, situada no interior nas instalações da Porta do Mezio.

O projeto Vozes das Pedras contribui para a preservação e valorização desta área arqueológica, de relevância para a região.

De referir também que o Município de Arcos de Valdevez tem prosseguido uma estratégia de promoção e valorização do seu património cultural, ciente que dessa forma está a avançar no desenvolvimento de um concelho que conjuga passado com futuro.

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FORTALEZA DE VALENÇA ABRE AO TURISMO

Mais Turistas Vão Pernoitar na Fortaleza de Valença. 10 Novas Unidades de Alojamento

A Fortaleza de Valença tem, em carteira, 10 novos investimentos na área turística, que vão reforçar a capacidade de alojamento no centro histórico.

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Edifícios emblemáticos do centro histórico valenciano estão já em fase final de obra, ou a iniciar o processo de reconversão para acolherem novas unidades de alojamento turístico.

Estas 10 novas unidades, na Fortaleza, juntam-se a um pacote de várias, em processo de licenciamento, por todo o concelho, que vão reforçar a capacidade de oferta de alojamento em Valença que atualmente se situa já nas 51 unidades.

Nova Dinâmica na Fortaleza

A requalificação integral do espaço urbano da Fortaleza, já em fase final,proporciona um centro histórico completamente infra-estruturado e com as ruas, pracetas e áreas verdes renovadas. Condições que tem, também, contribuído para esta nova dinâmica da Fortaleza de Valença e estão a proporcionar novos fatores de atratividade ao investimento privado nas áreas hoteleiras, restauração, comércio e alojamento.

Valença Concelho Fiscalmente Atrativo

A atratividade fiscal de Valença, juntamente com a nova dinâmica proporcionada pelos Alojamentos Locais, são fatores que tem motivado a atenção e o interesse dos investidores no centro histórico e concelho. Valença é, hoje, um dos concelhos mais competitivos em matéria fiscal em Portugal. Um pacote de incentivos que incide, sobretudo, nas intervenções urbanísticas nos empreendimentos turísticos.

Mais de 2 Milhões na Fortaleza

A Fortaleza de Valença é um dos monumentos mais visitados de Portugal, ultrapassando, por ano, a cifra de 2 milhões de turistas. O património edificado e o emblemático comércio tradicional são um chamariz.

81652 Peregrinos para Santiago em 2018

Os Caminhos de Santiago vivem um aumento exponencial, em Valença. O número de peregrinos em 2018 situou-se nos 81652, percorrendo o Caminho Português e a variante do Caminho Português da Costa. Um número que crescerá, ainda mais, nos próximos anos. A estes dois percursos junta-se o Caminho de Fátima, que começa em Valença e é a mais recente aposta de Portugal no turismo religioso.

MINHO PARTICIPA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios 2019

A Direção-Geral do Património Cultural convida todas as entidades a apresentar propostas de iniciativas a desenvolver no dia 18 de abril, ou em datas próximas, enquadradas no tema 'Património e Paisagem Rural', que dá o mote às comemorações em 2019.

Em colaboração com o ICOMOS Portugal, a DGPC impulsiona a divulgação deste tema com a finalidade de promover o entendimento das zonas rurais enquanto paisagem, e da paisagem enquanto património, estimulando a percepção de territórios em permanente mutação, que acumulam os saberes e as práticas decorrentes de uma vivência continuada, em constante adaptação aos imperativos ambientais, culturais, sociais, políticos e económicos.

Para aceder à página de carregamento das iniciativas e ao nome de utilizador e palavra passe, poderão contactar pelo email dims@dgpc.pt ou telefones 213 614 336/213 614 324 (DDCI/DGPC).

O carregamento de iniciativas pode ser feito até ao dia 17 de abril.

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DIREÇÃO GERAL DO PATRIMÓNIO CULTURAL CLASSIFICA IGREJA MISERICÓRDIA DE CAMINHA COMO MONUMENTO DE INTERESSE PÚBLICO

Por decisão da Mesa Administrativa, em novembro de 2013, foi iniciado o procedimento de classificação da Igreja da Misericórdia de Caminha. Embora já abrangida pela classificação do Centro Histórico de Caminha, pelo valor cultural que aufere, foi proposta a classificação individual do monumento.

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Da análise ao pedido efetuado, a Direção Geral do Património Cultural considerou que (…) a Igreja da Misericórdia de Caminha, pelo seu valor histórico, social, pelo seu valor arquitetónico, pelo seu valor artístico, de uma riqueza notável em termos de bens móveis, pela sua exemplaridade, autenticidade e pelo seu bom estado de conservação, como testemunho e significado cultural insere-se no âmbito nacional.”

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Depois de culminados todos os procedimentos administrativos, para regozijo da Irmandade da Misericórdia de Caminha e de toda a comunidade caminhense, foi finalmente obtida a tão almejada classificação da Igreja da Misericórdia como Monumento de Interesse Público, por publicação do Diário da República de 18 de março de 2019.

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CERIMÓNIA DE INAUGURAÇÃO REMODELAÇÃO DO BATISTÉRIO DA SÉ CATEDRAL DE BRAGA

O Deão do Cabido da Sé de Braga, e a Direcção Regional de Cultura do Norte, procedem à cerimónia de inauguração da Remodelação do Batistério da Sé de Braga, no âmbito da Operação da Rota das Catedrais a Norte, que terá lugar no dia 01 de março de 2019pelas 18h00.

Dignam-se presidir a este ato, Sua Excelência Reverendíssima Senhor Dom Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz de Braga, e sua Excelência a Senhora Secretária de Estado da Cultura, Arquiteta Ângela Ferreira.

BARCELOS: IGREJA E CONVENTO DA FRANQUEIRA FORAM CLASSIFICADOS COMO MUNUMENTOS DE INTERESSE PÚBLICO

Portaria sublinha conjunto arquitetónico como fator de qualificação da área da Franqueira

Foi publicado a 19 de fevereiro, em Diário da República, a Portaria n.º 152/2019, da Secretaria de Estado da Cultura, a classificação de monumento de interesse público da  Igreja e do Convento da Franqueira, nas freguesias de Pereira e Gilmonde, em Barcelos.

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A portaria refere que apesar das obras de restauro e de adaptação registadas nas últimas décadas, o espaço conventual “conserva ainda grande valor histórico e arquitetónico, constituindo um bom testemunho da evolução da Ordem Franciscana” em Portugal. Construído no século XVI, o atual edifício foi ampliado e reformulado entre 1678 e 1708, tendo sido restaurado na segunda metade do século XX e, mais tarde, adaptado a turismo de habitação. “A envolvente do conjunto edificado, de grande valor paisagístico, conserva ainda diversas estruturas setecentistas do antigo cenóbio, incluindo a imponente fonte alusiva ao Senhora da Fonte da Vida, diversos traçados e percursos processionais e as sete capelas dos Passos”, sublinha ainda aquela portaria.

O conjunto da Igreja e Convento da Franqueira, a par da Ermida de Nossa Senhora da Franqueira e dos vestígios do antigo Castelo de Faria, erguidos nas imediações, é um evidente fator de qualificação do território”.

São destacados, igualmente, o valor estético, técnico e material da Igreja e do Convento e a sua conceção arquitetónica, urbanística e paisagística. Na antiga igreja conventual, “destaca-se o nártex caraterístico dos templos fransciscanos, aberto por arcos redondos e encimados por nichos com esculturas de vulto representando São Francisco e Santo António. O programa barroco do interior denuncia uma campanha decorativa unitária, hoje amputada do retábulo-mor original”.

Em face do cumprimento dos requisitos legais, “são classificados como monumento de interesse público, a Igreja e o Convento da Franqueira, no lugar do Senhor da Fonte da Vida, freguesias de Pereira e Gilmonde, concelho de Barcelos, distrito de Braga”, conclui a referida portaria. 

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EXECUTIVO VIZELENSE VISITA OBRAS DA CAPELA DE S. PAIO

O Executivo Municipal, acompanhado pela União de Freguesias de Tagilde e Vizela S. Paio vai efetuar uma visita às obras da Capela de S. Paio, no próximo dia 18 de fevereiro, pelas 16.00h.

De destacar que a obra da Capela de S. Paio está a ser executada pela Paróquia de S. Paio, numa parceria com a União de Freguesias de Tagilde e Vizela S. Paio e a Câmara Municipal, com o objetivo de dotar aquela freguesia de uma capela mortuária,  uma infraestrutura com grande impacto comunitário na freguesia e com relevância para o Concelho de Vizela.

De realçar ainda que a Câmara Municipal atribuiu um apoio financeiro de € 60.000,00 à Fábrica da Igreja de S. Paio para obras de construção, conservação ou beneficiação de edifícios ou instalações destinadas ao desenvolvimento normal das respetivas atividades, nomeadamente da construção da capela mortuária.