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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PONTE DE LIMA CELEBRA SEMANA SANTA

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Está já disponível online o Programa das celebrações da Semana Santa em Ponte de Lima para este ano de 2024, que decorrerá entre 9 de março a 7 de abril, mas obviamente com incidência especial entre os dias 24 (Domingo da Paixão) e 31 de março (Domingo da Ressurreição).

A Semana Santa, com o Tríduo Pascal e a celebração da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, constitui o apogeu do calendário cristão, com os reflexos inevitáveis nas cerimónias e na liturgia desta época. Em Ponte de Lima, a Igreja Matriz de Santa Maria dos Anjos constituiu desde sempre o principal foco e cenário para estas celebrações.

Nos dias de hoje, este período tão importante para os cristãos continua a ser assinalado com toda a dignidade, impelindo o Município e a Paróquia a desenvolverem um programa conjunto para a promoção das atividades culturais e religiosas dirigidas à comunidade local e ao grande fluxo de turistas e visitantes que nos procuram nesta quadra.

Consulte aqui o Programa, com o calendário e horários de todas as cerimónias litúrgicas, concertos musicais e outras atividades culturais associadas.

Consulte o programa em: https://www.visitepontedelima.pt/pt/eventos/semana-santa-2024

BRAGA: O QUE SÃO E REPRESENTAM OS FARRICOCOS DURANTE AS CELEBRAÇÕES DA SEMANA SANTA?

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Foto: Wikipedia

Remonta ao século IV a origem da Semana Santa de Braga, sendo considerada a maior e mais antiga que se realiza em Portugal.

A Semana Santa, ciclo litúrgico mais importante do calendário católico, recorda os momentos que antecederam a prisão e execução de Jesus e culmina na Páscoa, na qual se celebra a ressurreição de Cristo.

Encapuzados e envergando túnicas negras – os balandraus – cingidas por uma corda à cintura, o farricoco constitui a sua figura mais emblemática da celebração da Semana Santa. Caminham descalços e levam à cabeça uma coroa de sisal. Estas personagens, inspiradas no Antigo Testamento (cf. Jn 3,8), trajam em sinal de penitência, tendo este ritual origem nas antigas “procissões de penitência”.

Os farricocos levam consigo ruidosas matracas – os ruge-ruge – encimadas em longas varas negras, fazendo-as girar e causando espanto a quem assiste à passagem da procissão.

Na Procissão do “Ecce Homo” os farricocos vão à frente, abrindo o cortejo, uma parte deles com as matracas que de vez em quando fazem ouvir, outra parte empunhando fogaréus. Assim fazem memória dos tempos em que andavam pelas ruas a chamar os “pecadores públicos” à “endoença” ou perdão da Igreja. O seu modo de trajar, por um lado, é sinal de penitência, e, por outro, serve para os esconder no anonimato. Na Procissão do Enterro do Senhor vão também a abrir o cortejo, mas em silêncio e arrastando pelo chão as matracas e os fogaréus apagados.

Os fogaréus são taças metálicas alçadas em altas varas negras e contendo pinhas a arder em grandes labaredas. Acompanham-nos alguns farricocos com cestas de pinhas para ir renovando o fogo. No seu conjunto são figuras tão exóticas e impressionantes que se tornaram, para muita gente, uma espécie de ex-libris da Semana Santa de Braga.

Fontes: Agência Ecclesia / Wikipédia

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Farricos no procissão dos fogaréus (fotos de Artur Pastor)

OS RITOS PASCAIS NA GASTRONOMIA PORTUGUESA

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O cabrito assado no forno constitui uma das especialidades da nossa cozinha tradicional que marca invariavelmente presença nas mesas dos portugueses por ocasião do domingo de Páscoa. A origem de tal costume perde-se nos tempos e possui as suas raízes em ancestrais hábitos pagãos, trazidos até nós através das influências judaicas e muçulmana.

Ultrapassado o período de abstinência alimentar e penitência da quaresma, eis que se celebra a chegada da Primavera e, com ela, o renascimento da vida e da natureza. Para os cristãos, a Ressurreição de Jesus Cristo, na senda do Pessach, a Páscoa judaica, instituída na noite em que ocorreu o Êxodo do Egito e celebrada na Lua Cheia, no final do dia 14 do mês de Abibe; aproximadamente no ano de 1445 a.C.

Segundo o relato bíblico (Êxodo 12.12.13), Yahweh terá transmitido a Moisés: “E eu passarei pela terra do Egito esta noite e ferirei todo primogênito na terra do Egito, desde os homens até os animais; e sobre todos os deuses do Egito farei juízos. Eu sou Yahweh. E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes: vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito”. A partir de então, passaram os judeus a celebrar a Festa do Cordeiro Pascal em memória do ocorrido. Não obstante, a tradição possuía origens bem mais remotas, sendo praticada ao tempo em que a maioria dos judeus eram pastores nómadas do deserto e celebravam a chegada da Primavera com o sacrifício de um animal.

Desde tempos imemoriais, a noção de sacrifício encontra-se associada à de dádiva a um ou vários deuses, podendo esta assumir as formas mais variadas. O cumprimento de uma promessa a um santo da devoção vem dentro da mesma linha de adoração com que os povos ancestrais sacrificavam um animal a fim de obter os favores divinos. Entre tais graças que se desejam obter encontram-se naturalmente a cura de certos males do foro físico ou psíquico e a expiação das culpas ou pecados, no entendimento de que o elemento físico e o espiritual não se encontram dissociados e constituem uma única dimensão. Por conseguinte, o sacrifício do animal, para judeus e cristãos representado no cordeiro pascal, mais não representa do que um ritual de expiação e de renascimento a que não é alheia o reinício do ciclo da natureza.

Cumprindo as profecias bíblicas, Jesus terá celebrado juntamente com seus discípulos a Última Ceia no dia 14 de Nisã, precisamente o dia em que os judeus imolavam o cordeiro pascal. E, desse modo, qual “cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo”, se ofereceu para ser crucificado e, pelo seu sacrifício, redimir os pecados dos homens.

Também os muçulmanos sacrificam os animais naquela que é considerada uma das mais importantes festas do islão – o Eid al-Adha ou Festa do Sacrifício. Esta celebração marca o fim do Ramadão e pretende evocar a disposição do profeta Abraão em sacrificar o seu filho Ismail em obediência a Deus, tendo Allah providenciado um cordeiro em sua substituição.

Em Portugal e, de uma maneira geral em todo o ocidente cristão, a Páscoa celebra-se no primeiro domingo de lua cheia imediatamente após ao equinócio da Primavera, variando portanto entre os dias 22 de março e 25 de abril, tendo a data sido fixada aquando do Primeiro Concílio de Nicéia ocorrido no ano 325 da Era Cristã. Também entre nós, por ocasião da Páscoa, é costume no domingo – dies Dominicus que significa dia do Senhor – sacrificarmos o cabrito ou o borrego no altar da deusa Abundantia que, com sua cornucópia, espalha os alimentos que a terra fértil generosamente providencia. Trata-se de um costume ao qual não é certamente alheia também as influências judaicas e muçulmana que marcam simultaneamente a nossa identidade cultural.

O pão-de-ló e os tradicionais folares, os ovos e as amêndoas assemelhando-se a pequenos ovinhos constituem apenas algumas das iguarias consumidas durante o período pascal ligados a ritos de fertilidade associados ao início da Primavera.

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BRAGA: SEMANA SANTA VAI TER CENTRO INTERPRETATIVO

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Procissão dos fogaréus. Foto de Artur Pastor

Torre Medieval acolhe novo espaço museológico

A cidade de Braga vai ter um espaço museológico dedicado à Semana Santa, instalado na Torre Medieval.

O anúncio foi feito esta quarta-feira pelo presidente da Comissão da Quaresma e Solenidades da Semana Santa de Braga, cónego Avelino Amorim, na apresentação pública do programa deste ano, de 24 a 31 de março, informa a Arquidiocese de Braga, através da sua página online.

“Este centro interpretativo pretende ser um lugar para que quem visita Braga na Semana Santa ou ao longo de todo o ano possa ter contacto com a forma como se vive a Semana Santa e a Páscoa nesta cidade”, afirmou o responsável católico.

A previsão é que o espaço museológico abra ao público na Páscoa de 2025.

A programação da Semana Santa 2024 aposta na “aproximação às novas gerações”,

Este ano vai haver, pela primeira vez, um momento de oração para os jovens da Arquidiocese, inspirado na comunidade ecuménica de Taizé, orientado pela Pastoral de Jovens no Domingo de Ramos, às 21h15, na igreja de S. Lázaro.

OC / Agência Ecclesia

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Procissão dos fogaréus. Foto de Artur Pastor

SEMANA SANTA DE BRAGA É MOMENTO AGREGADOR DA COMUNIDADE

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Evento decorre de 24 a 31 de Março

A Cidade de Braga prepara-se para viver um dos seus maiores momentos com a realização da Semana Santa. Um evento único, repleto de tradições seculares que, de 24 a 31 de Março, trará à Cidade milhares de visitantes.

Durante a apresentação da programação, que decorreu esta Quarta-feira, Ricardo Rio salientou a importância religiosa, turística, cultural e económica do evento. “Este é um momento especial para Braga e para todos os Bracarenses. A Semana Santa tem ma capacidade extraordinária em termos de mobilização da comunidade ao agregar várias entidades para desenvolver um programa riquíssimo com uma atractividade turística crescente e com forte impacto económico para Braga”, referiu o presidente da Câmara Municipal de Braga.

Para além dos actos religiosos intrínsecos do tempo quaresmal, a Comissão da Semana Santa de Braga delineou um programa cultural diversificado com exposições, concertos e visitas guiadas. As majestosas procissões são os pontos altos do programa onde são esperados milhares de pessoas nas ruas de Braga.

O peso económico deste evento foi um dos destaques desta apresentação, com a Associação Empresarial de Braga (AEB) a avançar que, no ano transacto, a Semana Santa de Braga teve um impacto económico de 13,2 milhões de euros, prevendo que a edição deste ano tenha um impacto de cerca de 14 milhões de euros no Concelho.

As acções da Quaresma e das Solenidades da Semana Santa de Braga são organizadas pela Comissão instituída pelo Cabido da Sé de Braga, Santa Casa da Misericórdia de Braga, Irmandade de Santa Cruz, Câmara Municipal de Braga, Entidade de Turismo do Porto e Norte de Portugal, Associação Empresarial de Braga e pela Paróquia e Junta de São Victor.

O programa completo das Solenidades da Quaresma e Semana Santa pode ser consultado em: https://semanasantabraga.com/

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AMARES VAI PINTAR A PÁSCOA

A Escola Profissional Amar Terra Verde, em parceria com a Câmara Municipal de Vila Verde, promove a Exposição de Ovos da Páscoa, enquadrado no projeto “Pintar a Páscoa”. Como em anos anteriores, nesta 16ª edição convidamos várias escolas, Instituições de Solidariedade Social e associações de Vila Verde a participar criando um Ovo da Páscoa.

Os três melhores classificados pelo júri serão premiados e haverá um prémio de honra atribuído pelo público.

As inscrições estão abertas até dia 29 de fevereiro.

Os trabalhos criativos serão expostos nos jardins públicos da sede do Concelho, na Câmara Municipal de Vila Verde, entre os dias 20 março e 17 de abril.

Pode consultar o regulamento e fazer inscrição no site da EPATV:

https://epatv.pt/informacao/pintar-a-pascoa-xvi/

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REDE EUROPEIA DE CELEBRAÇÕES DA SEMANA SANTA E PÁSCOA REALÇA VALOR DO ARTESANATO

Artesanato na RECESSAP

A Rede Europeia de Celebrações da Semana Santa e Páscoa realizou várias atividades para realçar o valor do artesanato através da sinalização de oficinas de artesanato e da elaboração de um guia.

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A Rede Europeia de Celebrações da Semana Santa e Páscoa tem desenvolvido várias atividades para chamar a atenção das oficinas de artesanato nas cidades que integram a Rede.

Por um lado, implementou sinalética própria nas oficinas que lhe estão associadas. No total, foram identificados cinquenta espaços onde se colocou um selo autocolante com o logótipo da Rede Europeia. Este selo tem um código QR que remete para um guia onde se pode obter informação mais pormenorizada sobre o artesanato e suas manifestações contemporâneas na Rede Europeia.

Os espaços de artesanato localizados nos municípios dos países membros da Rede Europeia, incluem oficinas de bordado, madeira, tambores, escultura, ourivesaria, talha, alfaiataria, pintura, entre outros.

Este é mais um passo para dar visibilidade a todas estas oficinas que fazem parte desta rede e cujo trabalho é realizado durante todo o ano, sendo, em alguns casos, um sector de importância económica nos respetivos municípios. Graças a esta sinalética, valoriza-se todo um conjunto de recursos que fazem parte do legado tangível e intangível relacionado com as tradições ligadas à Semana Santa.

Guia “O artesanato e suas manifestações contemporâneas”

A Rede Europeia também elaborou um guia com o objetivo de dar visibilidade às oficinas de artesanato que, herdeiras deste património, continuam em atividade e são peça fundamental na preservação do património. Estas oficinas estão abertas e podem ser visitadas ao longo de todo o ano, mostrando e promovendo as tradições da Semana Santa.

Estas tradições estão intimamente ligadas à criação artística e artesanal dos respetivos territórios. O artesanato é, hoje em dia, uma arte fruto da história que preserva o trabalho manual num mundo maioritariamente industrializado, cujas oficinas têm, ao longo dos séculos, legado um património material que dá forma e idiossincrasia às várias formas de celebração da Semana Santa.

São, portanto, um património ainda vivo e que marca as várias celebrações e as suas particularidades que, em alguns casos, evoluíram ao longo do tempo dando origem a manifestações artísticas contemporâneas. Bordados, esculturas, peças de ourivesaria, vestuário, ou instrumentos musicais são apenas alguns exemplos de um vasto catálogo que difere de região para região.

O artesanato na Rede Europeia

A RECESSAP inclui, entre as suas linhas de atuação, a valorização das tradições artesanais ligadas às celebrações da Semana Santa. Em resultado disso, às ações recentemente realizadas junta-se a desenvolvida no mês de maio do ano transato que incluiu um programa de intercâmbio para mais de vinte jovens europeus oriundos de Espanha, Turquia, Roménia, Sérvia, Croácia, Itália, Dinamarca e Eslovénia.

Mais sobre a Rede Europeia

A Rede Europeia de Celebrações da Semana Santa e Páscoa foi criada em 2019 e dela fazem parte da Fundação Italiana Federico II, representando os municípios de Palermo e Caltanissetta, da Sicília, Itália; o município de Birgu, em Malta; a Comissão de Quaresma e Celebrações da Semana Santa, em Braga, Portugal; as representações da Paixão de Cristo em Skofja Loka, Eslovénia; os municípios que fazem parte da rota Caminos de Pasión: Alcalá la Real em Jaén, Baena, Cabra, Lucena, Priego de Córdoba e Puente Genil em Córdoba e Carmona, Écija Osuna e Utrera em Sevilha. Também dentro da geografia espanhola encontramos Orihuela em Alicante; Lorca em Múrcia e Viveiro em Lugo.

Esta Rede tem como objetivo promover e divulgar o património cultural, tanto material como imaterial, relacionado com as comemorações da Semana Santa e da Páscoa, através de ações que valorizem este património, promovam o desenvolvimento turístico sustentável e contribuam para a salvaguarda do património imaterial através de trabalhos científicos e de investigação. Da mesma forma, o seu principal objetivo é unir forças e sinergias para consolidar um modelo de estudo, salvaguarda e divulgação do património das tradições da Semana Santa e da Páscoa na Europa.

Mais informação em www.holyweekeurope.com

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BRAGA: II EDIÇÃO DOS “DIAS DA REDE EUROPEIA DE CELEBRAÇÕES DA SEMANA SANTA”

A Rede Europeia celebra de 1 a 15 de Outubro de 2023 a segunda edição dos “Dias da Rede Europeia de Celebrações da Semana Santa e Páscoa. Dada a boa aceitação da iniciativa no ano passado, em 2023, o período de celebrações decorrerá ao longo de quinze dias em vez de apenas dois.

Esta iniciativa, promovida pela própria Rede Europeia, tem periodicidade anual e dá a conhecer os valores culturais materiais e imateriais da Semana Santa fora da sua época celebrativa, para além de diversificar a oferta turística e cultural entre a população local e visitante de cada cidade.

Durante os dias em que decorrerá, cada cidade membro da Rede, apresentará cerca de trinta atividades que decorrerão em simultâneo nos espaços aderentes da iniciativa. Da programação constam visitas orientadas e visitas gratuitas a museus, visitas a ateliers de arte sacra e de criação artística contemporânea, concertos, degustação de gastronomia típica.

Toda a programação pode ser consultada no sítio oficial.

Mais sobre a Rede Europeia

A Rede Europeia de Celebrações da Semana Santa e Páscoa foi criada em 2019 e faz parte da Fundação Italiana Federico II, representando os municípios de Palermo e Caltanissetta, da Sicília, Itália; o município de Birgu, em Malta; a Comissão de Quaresma e Celebrações da Semana Santa, em Braga, Portugal; as Representações da Paixão de Cristo em Skofja Loka, Eslovénia; os municípios que fazem parte da rota Caminos de Pasión: Alcalá la Real em Jaén, Baena, Cabra, Lucena, Priego de Córdoba e Puente Genil em Córdoba e Carmona, Écija Osuna e Utrera em Sevilha. Também dentro da geografia espanhola encontramos Orihuela em Alicante; Lorca em Múrcia e Viveiro em Lugo.

Esta Rede tem como objetivo promover e divulgar o património cultural, tanto material como imaterial, relacionado com as comemorações da Semana Santa e da Páscoa, através de ações que valorizem este património, promovam o desenvolvimento turístico sustentável e contribuam para a salvaguarda do património imaterial através de trabalhos científicos e de investigação. Da mesma forma, o seu principal objetivo é unir forças e sinergias para consolidar um modelo de estudo, salvaguarda e divulgação do património das tradições da Semana Santa e da Páscoa na Europa.

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RECESSAP PROMOVE INTERCÂMBIO PARA JOVENS EUROPEUS

A Rede Europeia de Celebrações da Semana Santa e Páscoa promovem um intercâmbio para jovens europeus sobre artes relacionadas com a Semana Santa.

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A Rede Europeia de Celebrações da Semana Santa e Páscoa está a promover entre os dias 23 e 28 de Maio um projecto de intercâmbio cultural inserido no programa Erasmus+ no qual participam cerca de trinta jovens de Espanha, Turquia, Roménia, Sérvia, Croácia, Itália, Dinamarca e Eslovénia.

Com a denominação de “Paths4Crafts: Cultural entrepeneurship”, o projecto decorrerá em Priego de Córdova e inclui visitas a ateliers e oficinas de artesãos de Cabra, Lucena e Utrera. Trata-se de um projecto de mobilidade para jovens no âmbito da acção 1 do Programa Erasmus+.

Os intercâmbios culturais e educativos entre jovens assumem um papel muito importante na Rede Europeia, pois proporcionam a partilha de cultura e conhecimentos dentro da Rede. Este programa tem por intuito fomentar a colaboração entre profissionais da área da cultura através da realização de actividades baseadas na educação não formal e criação de redes, impulsionar o debate e o intercâmbio numa perspectiva multidisciplinar e intercultural entre as diversas expressões culturais e artísticas em vários países europeus.

Este projecto dirige-se a jovens interessados em ampliar a sua formação em arte sacra e outras artes relacionadas com a Semana Santa e Páscoa. O programa inclui espaços para o intercâmbio de boas práticas, oficinas de partilha de tradições e visitas a ateliers de profissionais.

Nas visitas programadas no âmbito deste projecto, os jovens terão oportunidade de visitar na cidade de Utrera o atelier de Bordados de Imaculada García-Rayo e o atelier de escultura de Encarnación Hurtado, assim como, o atelier do pintor e criador de audiovisual Antonio Ledesma. Na localidade de Cabra vão à oficina de cera Lama e, finalmente, à oficina de ourivesaria Gradit em Lucena. Os jovens também terão oportunidade de conhecer as tradicionais festividades dos domingos de Maio de Priego de Córdova.

Ainda integrado no programa terão lugar ateliers, que através de trabalho em grupo, terão por fim a elaboração de um documento de boas práticas para promoção das artes tradicionais a ser aplicado a todos os países participantes.

Igualmente, os jovens partilharão experiências, vivências e características da Semana Santa e Páscoa das suas regiões e desenvolverão dinâmicas para avaliar, reflectir e debater sobre os aspectos deste intercâmbio com o fim de melhorar projectos futuros.

A finalizar o programa, será apresentado e entregue a todos os participantes o documento de boas práticas que ficará como resultado deste intercâmbio e instrumento de reconhecimento europeu dos resultados de aprendizagem adquiridos em projectos do programa Erasmus+.

Mais sobre a Rede Europeia

A Rede Europeia de Celebrações da Semana Santa e Páscoa foi criada em 2019 e faz parte da Fundação Italiana Federico II, representando os municípios de Palermo e Caltanissetta, da Sicília, Itália; o município de Birgu, em Malta; a Comissão de Quaresma e Celebrações da Semana Santa, em Braga, Portugal; as Representações da Paixão de Cristo, em Skofja Loka, Eslovénia; os municípios que fazem parte da rota Caminos de Pasión (Alcalá la Real em Jaén, Baena, Cabra, Lucena, Priego de Córdoba e Puente Genil em Córdoba e Carmona, Écija Osuna e Utrera em Sevilha). Também dentro da geografia espanhola encontramos Orihuela em Alicante; Lorca, em Múrcia e Viveiro, em Lugo.

Esta Rede tem como objetivo promover e divulgar o património cultural, tanto material como imaterial, relacionado com as comemorações da Semana Santa e da Páscoa, através de ações que valorizem este património, promovam o desenvolvimento turístico sustentável e contribuam para a salvaguarda do património imaterial através de trabalhos científicos e de investigação. Da mesma forma, o seu principal objetivo é unir forças e sinergias para consolidar um modelo de estudo, salvaguarda e divulgação do património das tradições da Semana Santa e da Páscoa na Europa.

MINHOTOS E GALEGOS REVIVERAM O LANÇO DA CRUZ ENTRE VALENÇA E TOMIÑO

Milhares de galegos e portugueses acompanharam o Lanço da Cruz, o tradicional compasso pascal transfronteiriço, nas duas margens do Rio Minho esta segunda-feira de Páscoa.

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Uma das maiores enchentes de sempre deu um brilho especial a esta secular tradição pascal, dos pescadores do rio Minho, onde a fé e a devoção misturam o cristianismo com os ancestrais cultos pagãos das águas.

José Manuel Carpinteira, Presidente da Câmara Municipal de Valença, participou no evento e declarou que “esta é uma manifestação genuína e única dos povos raianos que queremos ver classificada como Património Imaterial de Portugal. Agradeço aos pescadores, à Comissão de Festas da Senhora da Cabeça, de Cristelo Covo e à Asociación Cultural Lanzo da Cruz, de Sobrado Tomiño pelo entusiasmo e dedicação que depositam nesta festa para que, ano após ano, seja possível a sua concretização”.

No evento participaram, também, a Alcaldesa de Tomiño, o presidente da Assembleia Municipal de Valença, o presidente da União de Freguesias de Arão, Cristelo Covo e Valença, o Vereador Arlindo Sousa, entre outras autoridades.

O Cais da Senhora da Cabeça, em Cristelo Covo, foi o ponto de partida deste compasso pascal fluvial, até meio do rio, onde se encontraram as duas cruzes, com a portuguesa a seguir para Sobrado e a galega para Cristelo Covo, sendo dada a beijar, nas duas margens, aos milhares de visitantes entre os sons das gaitas de foles e o rufar dos bombos.

Os dois padres benzeram as redes, os barcos e os pescadores com votos de boa pesca e de proteção na faina para que o rio não cobre vidas. Uma das embarcações fez um lance de redes que, este ano, proporcionou umas lampreias para o pároco de Cristelo Covo.

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AUTARQUIA DE CELORICO DE BASTO RECEBEU VISITA PASCAL

Como habitualmente, o compasso foi recebido no Salão Nobre dos Paços do Concelho, um momento solene que contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto e de colaboradores do Município.

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 “É belo o anúncio da ressurreição através da visita Pascal. Um momento marcante que nos permitiu reunir parte desta família que integra a Câmara Municipal, para receber a cruz. De facto, passamos grande parte do nosso tempo nesta autarquia, contamos uns com os outros para resolver os problemas dos Munícipes, partilhamos sonhos, desejos, frustrações, somos uma família, uma família que acredita na ressurreição, no renascer constante, na oportunidade de começar de novo, de fazer melhor ” disse José Peixoto Lima, Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto. O autarca olha para este momento de fé e devoção, como uma “das tradições mais fortemente implantadas no nosso território”.

A visita Pascal foi liderada pelo pároco da paróquia de Britelo, Pe. Carlos Macedo, que trouxe a mensagem da “ressurreição de Cristo” acompanhado por um grupo de fiéis que compõem o compasso.

Ao longo da manhã de domingo, este compasso visitou várias instituições do concelho, em funcionamento durante o dia, nomeadamente a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Celoricenses e o Centro de Saúde.

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CÂMARA MUNICIPAL DA PÓVOA DE LANHOSO “ERGUE” ARCO DA PÁSCOA

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso desafiou e a Associação de Funcionários aceitou o repto de coordenar a construção, pelos colaboradores, do arco de Páscoa da Autarquia. Já é possível apreciar o resultado final, pois a estrutura foi levantada ao final da manhã de quarta-feira, junto à escadaria no exterior dos Paços do Concelho. Este é um contributo da Autarquia no sentido de preservar tradições.

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Para além de assinalar a época de Páscoa, a construção da estrutura teve também o simbolismo importante de envolver toda a equipa que faz funcionar a “máquina” da Autarquia. “Os funcionários da Câmara Municipal são, para nós, essenciais e têm exatamente a mesma importância, independentemente do serviço em que trabalham e das qualificações que possam ter. Esta é também uma forma de envolver toda a gente e de alcançar este bonito objetivo comum de termos o nosso Arco”, destacou o Presidente da Câmara Municipal, Frederico Castro, à margem do momento do levantamento do arco, em que também participaram a Vereadora Fátima Moreira, os Vereadores Paulo Gago, Ricardo Alves e a Vereadora Olga Duque.

Numa manhã de sol e em ambiente de animação, o arco de Páscoa da Autarquia, inspirado na Jornada Mundial da Juventude, foi levado em braços por pessoal da Autarquia, desde o estaleiro municipal até aos Paços do Concelho, local onde muitas pessoas assistiram a este momento simbólico em que o espírito pascal “chegou” à Câmara Municipal.

A tradição dos arcos de Páscoa é bem própria da Póvoa de Lanhoso. “Convido toda a população para passar por cá, nos próximos dias, para tirar fotografias, junto ao nosso arco, mas também junto aos arcos que temos na Praça Eng. Armando Rodrigues e que foram construídos pelos utentes dos 11 Centros de Convívio, e para desfrutar destes espaços e da beleza destes arcos”, desafiou Frederico Castro.

No próximo domingo, às 9h00, os Paços do Concelho recebem a visita das Cruzes de Nossa Senhora do Amparo, num momento igualmente aberto a toda a comunidade, demonstrativo de que as tradições são apreciadas e valorizadas na Póvoa de Lanhoso.

MELGAÇO: O OVO DE CHOCOLATE ARTESANAL QUE NÃO PODE FALTAR NESTA PÁSCOA

Com um toque de aguardente bagaceira de alvarinho Dona Paterna

Para quem gosta de chocolate, esta é uma das épocas mais docinhas do ano. E para aqueles que não prescindem de um saboroso alvarinho, em Melgaço, há uma sugestão com estes dois sabores: o ovo de chocolate recheado com frutos vermelhos, chocolate branco e nutella, harmonizado com a aguardente bagaceira de alvarinho Dona Paterna.

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Confecionado de forma artesanal, a proposta gastronómica é exclusiva para esta Páscoa, ou então sob encomenda prévia, resultando de uma parceria entre a marca de vinhos melgacense Dona Paterna e a pastelaria Sabor do Céu. «O segredo é a proporção, para termos um equilíbrio perfeito entre o doce do chocolate e sabor forte da aguardente de alvarinho.», revela-nos Elisangela Castro, da Sabor do Céu. Natural do Brasil, quis trazer para Melgaço uma tradição da sua terra natal: «No Brasil o ovo de chocolate é um dos grandes símbolos da celebração da Páscoa. Toda a gente oferece ovos de chocolate. A Dona Paterna voltou a desafiar-me a criar um doce com alvarinho e eu achei que seria excelente trazer esta tradição para cá. É um ovo de Páscoa com chocolate bem requintado e recheado.», refere Elisangela.

«A nossa marca tem “arriscado” em estabelecer parcerias com distintas marcas, com o objetivo de proporcionar aos consumidores novas experiências, mas também queremos mostrar, e desafiar mesmo, o caráter dos nossos produtos. A sua versatilidade.», conta o produtor de alvarinho, Carlos Codesso, realçando que «até agora as experiências têm sido um sucesso.»

Recorde-se que das sinergias estabelecidas pela Dona Paterna surgiram já diferentes produtos: o ovo de chocolate com aguardente de alvarinho, os bombons com o Dona Paterna 100% alvarinho – de diferentes sabores, um gelado de aguardente vínica de alvarinho (a Dona Paterna XO) criado pela gelataria portuense Neveiros e ainda um tatin de cebola roxa refrescado com o espumante bruto 100% alvarinho Dona Paterna, confecionado pela Chef Ana Luísa Eira Velha (Tasquinha da Portela).

O produto está à venda na pastelaria de Elisangela Castro, Sabor do Céu, em Melgaço (Rua Dr. Augusto César Esteves), e os interessados devem fazer encomenda através do telefone +351 934 352 915.

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DONA PATERNA BAGACEIRA

A Dona Paterna Bagaceira é obtida, exclusivamente, dos bagaços de uvas da casta Alvarinho, que estão na origem dos vinhos alvarinho Dona Paterna.

Após um cuidadoso processo de destilação tradicional, seguida de uma retificação adequada à qualidade do produto final, é apresentado uma aguardente bagaceira com carácter, riqueza e complexidade da casta Alvarinho que lhe deu origem.

A PAIXÃO PELA VINHA LEVOU À CRIAÇÃO DA MARCA DONA PATERNA EM 1990

Localizada numa das mais importantes sub-regiões da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, a sub-região de Monção e Melgaço, a adega Dona Paterna situa-se, concretamente, no município mais a norte de Portugal, Melgaço, na Quinta da Carvalheira, no centro da freguesia de Paderne, uma região fortemente marcada pela cultura da vinha, nomeadamente da casta alvarinho, uma das castas brancas mais ilustres e considerada, por muitos, a melhor casta branca enxertada nas vinhas portuguesas.

O alvarinho Dona Paterna nasceu da paixão de Carlos Codesso que, inspirado pelo seu pai, Manuel Francisco Codesso, desde muito novo se interessou pela viticultura. Obstinado e incentivado pelo progenitor, em 1974, iniciou as primeiras plantações de alvarinho. O acumular de experiência, o contacto com a vinha, o cultivo de videiras, o explorar e conhecer o terroir e, por fim, a experiência na vinificação, foi a pedra-base para a criação, em 1990, da marca de vinho Dona Paterna. «Foram das primeiras vinhas contínuas de alvarinho em Melgaço. Comecei a produzir vinho, como lavrador, na altura nas designadas adegas de garagem, e a participar em concursos de vinho, recebendo algumas distinções. Em 1990 decidi criar a marca Dona Paterna.», conta Carlos Codesso.

Esta relação entre o vinho e o terroir onde se insere, a sub-região Monção e Melgaço, o respeito pelo meio ambiente, bem como a aposta na tecnologia, permite hoje apresentar diferentes perfis de alvarinho Dona Paterna de elevada qualidade, entre vinhos de outras castas, espumantes e aguardentes.

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PÓVOA DE LANHOSO: EXPOSIÇÃO DOS ARCOS DE PÁSCOA DOS CENTROS DE CONVÍVIO

Os/as utentes dos Centros de Convívio da Póvoa de Lanhoso uniram-se de novo e surpreenderam, desta vez, com os Arcos de Páscoa!

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Na tarde de terça-feira, foram mais de 200 os/as idosos/as que, desfrutando do dia soalheiro que se fez sentir, acompanharam o Presidente da Câmara Municipal, Frederico Castro, a Vice-Presidente, Fátima Moreira e os Vereadores Paulo Gago e Ricardo Alves, percorrendo a Praça Eng.º Armando Rodrigues onde estavam expostos os 11 Arcos de Páscoa, respeitantes a cada um dos Centros de Convívio da Póvoa de Lanhoso.

Os Arcos de Pascoa, que são um símbolo das tradições desta época, foram elaborados pelos/pelas utentes nas tardes que passaram nos seus Centros de Convívio, em que são privilegiadas, além do convívio em ambiente familiar, as atividades manuais que permitem reviver memórias e tradições antigas.

Depois da inauguração desta exposição e após o circuito feito à Praça, em que foram observados e elogiados cada um dos Arcos expostos, os/as utentes dirigiram-se para o Pavilhão da Avenida 25 de Abril, onde a festa continuou. O Presidente da Câmara Municipal deixou a todos/as os/as utentes palavras elogiosas e votos de Boa Páscoa para os/as presentes e para as suas famílias. Vivendo-se um espírito de boa disposição, houve também momentos de dança e alegria, terminado com um lanche.

TAXA DE OCUPAÇÃO HOTELEIRA PARA A PÁSCOA NO CONCELHO DE CAMINHA JÁ ULTRAPASSA OS 80 POR CENTO

Turismo em alta dinamiza economia local

A taxa de ocupação hoteleira para esta Páscoa no concelho de Caminha já ultrapassa os 80 por cento, considerando apenas os números oficiais até ao dia de amanhã, sexta-feira. A procura dos estabelecimentos continua a sentir-se podendo esta taxa ainda aumentar entre sábado e segunda-feira.

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Bom tempo, unidades hoteleiras de excelência para os vários públicos, e um programa cultural e de lazer intenso; associados a um esforço de divulgação continuado por parte do Município de Caminha serão fatores decisivos para que o concelho continue a progredir e atinja já, nesta altura, os 82 por cento no que se refere à “Estatística de Movimento de Turistas e Taxa de Ocupação hoteleira – Páscoa”.

A maioria das unidades hoteleiras tem reservas bastante altas até amanhã, mas há casos de taxas de ocupação, neste mesmo período, de100 por cento. Tudo leva a crer que o fim de semana seja também de grande procura. 

“Razões não faltam para visitar o nosso concelho. É nisso que temos trabalhado e o resultado está à vista. Os nossos empresários são acolhedores, temos boa comida, boas paisagens, boas infraestruturas, espaço público diversificado e capaz de proporcionar tempos de lazer para toda a família; quer seja um passeio pelo Centro Histórico de Caminha, uma caminhada pelas nossas ecovias, e eventos próprios do tempo que vivemos. Entre eles quero destacar, amanhã, a Maior Mesa de Páscoa, em Vila Praia de Âncora”, diz o Presidente da Câmara, Rui Lages.

“É reconfortante para um autarca sentir assim o pulsar do seu concelho. O que posso é desejar uma excelente estada a todos, uma Santa Páscoa naturalmente, e agradecer a todos os que, de uma forma positiva, trabalham, seja qual for a área, para que possamos ser assim procurados, para que o nosso Turismo cresça de forma sustentada, como está a acontecer, dinamizando a economia local”, conclui Rui Lages.

FÉRIAS DA PÁSCOA VIVIDAS “FORA DA ESCOLA” EM CELORICO DE BASTO

Em tempo de férias da Páscoa, as crianças dos infantários de Celorico de Basto estão a usufruir de Atividades de Animação e Apoio à família desenvolvidas pelos professores e educadores do Município de Celorico de Basto.

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Hoje, em Celorico, foram à caça aos ovos

Nas Férias da Páscoa, e considerando as condições meteorológicas agradáveis, as atividades têm sido desenvolvidas “fora da escola” em vários espaços ao ar live onde se aprende e brinca ao mesmo tempo. “A decisão de desenvolver um programa de férias fora da escola, onde se misturam atividades pedagógicas e lúdicas para que as crianças aprendam e se divirtam ao mesmo tempo, mostra-se muito benéfica para os nossos alunos, neste período de férias da Escola. Primeiro saem do contexto escola, até porque estão de férias, e depois conhecem outros locais do concelho, a nossa história e memória” disse Maria José Marinho, Vereadora da Educação da Câmara Municipal de Celorico de Basto.

As crianças que integram estas AAAF são crianças da Comunidade Educativa da Mota e da Comunidade Educativa de Celorico de Basto, dos 3 aos 6 anos.

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