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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CENTRO NACIONAL DE CULTURA APRESENTA NO SANTUÁRIO DE FÁTIMA ROTEIRO DO CAMINHO DO NORTE

Centro Nacional de Cultura apresenta no Santuário Roteiros dos Caminhos de Fátima

Iniciativa concretiza em livro a marcação dos três caminhos mais frequentados pelos peregrinos, até ao Santuário de Fátima, com indicações sobre o património cultural e religioso.

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O Santuário de Fátima acolhe na Sala de Imprensa, no próximo dia 12 de setembro, pelas 15h00, a sessão pública de apresentação dos Roteiros dos Caminhos de Fátima, uma iniciativa do Centro Nacional de Cultura desenvolvida no contexto do Programa Valorizar (Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior), apoiado pelo Turismo de Portugal.

Os Roteiros com os três Caminhos de Fátima- Caminho do Tejo (entre Lisboa e o Santuário), Caminho da Nazaré (entre Nazaré e o Santuário) e Caminho do Norte (entre Valença e o Santuário) - têm por finalidade disponibilizar, de forma sistemática, ampla e gratuita, informação completa sobre estes percursos, com destaque para a paisagem, o património, a cultura e as ambiências locais.

Os Roteiros dos Caminhos de Fátima estão impressos em três línguas - Português, Inglês e Espanhol - e apresentam a cartografia associada a cada um dos caminhos bem como conteúdos descritivos sobre cada um dos itinerários.

No final de cada Roteiro há um conjunto de informações sobre o Santuário de Fátima, a que o Centro Nacional de Cultura está intimamente ligado desde a sua criação, que é apresentado como “um lugar emblemático onde a religião e a arte se entrelaçam”. Cada Roteiro apresenta ainda uma descrição dos lugares mais emblemáticos do Santuário, desde as Basílicas à Capelinha, sem ignorar a simbologia de cada um destes espaços.

Os Caminhos de Fátima são uma rede de itinerários religiosos e culturais que partem de diferentes locais e terminam no Santuário de Fátima. Proporcionam a quem os percorre uma verdadeira “espiritualidade”, em ligação com a natureza e as vivências religiosas e culturais.

Têm por finalidade criar condições seguras e aprazíveis para peregrinos e caminhantes que se dirigem ao Santuário de Fátima, evitando as estradas com grande circulação automóvel em favor de caminhos de terra e de pequenas estradas rurais com pouca circulação. Percorrem territórios variados, com grande interesse cultural e paisagístico, e articulam-se com outros itinerários de âmbito nacional e internacional.

Desenvolvidos pelo Centro Nacional de Cultura (entidade titular do projeto e proprietária da respetiva marca), estes Caminhos são implementados em parceria com múltiplas instituições (autarquias, Turismo de Portugal, associações, organismos públicos e entidades civis e religiosas) e em articulação com o Santuário de Fátima, estando disponíveis no site www.caminhosdefatima.org .

Configuram-se como uma rede de itinerários religiosos e culturais no território, podendo articular-se com outros itinerários de âmbito nacional e internacional, como os Caminhos de Santiago ou as Rotas Marianas.

Atualmente, os Caminhos existentes são já utilizados por muitos peregrinos, maioritariamente nacionais, mas também estrangeiros. A dimensão espiritual e religiosa é predominante, mas também têm outras valências. São também utilizados por diversos públicos, com interesses e destinos específicos, sobretudo em troços que revestem de grande interesse cultural e paisagístico para caminhadas locais.

Evento: Apresentação dos Roteiros dos Caminhos de Fátima

Dia: 12 de setembro

Hora: 15h00

Local: Sala de Imprensa do santuário de Fátima

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ESPOSENDENSES VÃO AO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

Abertas inscrições para a Festa do Idoso em Fátima

Decorre até ao próximo dia 17 de agosto o prazo de inscrição para a Festa do Idoso do Município de Esposende, que, este ano, terá lugar no dia 11 de setembro.

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O evento traduz-se no passeio-convívio ao Santuário de Fátima e dirige-se aos idosos residentes no concelho, com idade igual ou superior a 65 anos, pessoas portadoras de deficiência com autonomia, com idade superior a 35 anos, e pessoas que frequentam as Instituições Particulares de Solidariedade Social com valência para a terceira idade. Podem também participar os cidadãos com idade inferior a 65 anos, casados ou a viver em união de facto, bem como os filhos dos idosos inscritos na iniciativa, portadores de deficiência. As inscrições são efetuadas nas Juntas de Freguesia do concelho.

Tal como nas anteriores edições, o programa integra a Eucaristia, na Basílica da Santíssima Trindade, às 12h15, seguida do piquenique nos parques do Santuário, com regresso a casa às 18h30.

Esta iniciativa, que vai já na 24.ª edição, integra o Programa Ativo Mais, desenvolvido no âmbito da Rede Social de Esposende, o qual tem contribuído, de forma efetiva, para a qualidade de vida dos idosos, promovendo o seu bem-estar, a inclusão social e o seu reconhecimento na comunidade. Ao longo de todo o ano e de forma gratuita, a comunidade sénior concelhia tem oportunidade de participar num conjunto muito diversificado de atividades de vária índole, nomeadamente de caráter lúdico, recreativo, musical, cultural e desportivo.

O Programa Ativo Mais permite, por outro lado, fortalecer as parcerias locais, permitindo concertar esforços, otimizar recursos, integrar contributos e complementar a intervenção tendo em vista a promoção de um envelhecimento ativo e saudável.

A este programa está associado o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, nomeadamente no que se refere à Igualdade de Género (ODS 5), Reduzir as desigualdades (ODS 10), Cidades e Comunidades Sustentáveis (ODS 11), Paz, Justiça e Instituições Eficazes (ODS 16) e Parcerias para a Implementação dos Objetivos de Sustentabilidade (ODS 17).

MINHOTOS ANIMAM FESTAS EM OURÉM

Quim Barreiros e Pedro Cachadinha levaram alegria minhota às festas da vila da Freixianda

Música, animação, marchas populares, tasquinhas ,jogos tradicionais , jogos escutistas , passeios de bicicleta , de motorizadas e pedestres , folclore , mostra de artesanato , exposição auto e exposição agrícola ,foram apenas alguns dos muitos ingredientes que compuseram as festas da vila da Freixianda e que, durante 3 dias, encheram de cor e som esta localidade do norte do concelho de Ourém.

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De 21 a 23 de Junho, os tradicionais festejos de elevação a Vila, levaram à Freixianda artistas como Pedro Cachadinha, Foka Energie, PA3, Só Ritmo e o incontornável Quim Barreiros, no dia 22.

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No domingo, dia 23, o Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Luís Miguel Albuquerque, juntamente com o Vereador Rui Vital e o Presidente da Assembleia Municipal de Ourém, João Moura, fizeram questão de se associar às festividades, assistindo ao desfile da Charanga a Cavalo da Guarda Nacional Republicana e testemunhando o programa que, para além dos artistas musicais, incluiu ainda, entre outras atrações, várias tasquinhas, uma sardinhada popular, marchas e muito folclore.

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Foram oito as associações da freguesia que estiveram representadas com as suas tasquinhas ao longo dos 3 dias de festejos que tiveram o seu ponto alto na noite de sábado com cerca de 5000 pessoas a assistir ao concerto de Quim Barreiros e enchendo por completo a vila de viaturas , algo nunca antes visto.

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Outra das agradáveis surpresas foi a de Pedro Cachadinha que trouxe os seus amigos Deolinda Passos e Peixoto de Braga para uma noite de desgarradas e cantares ao desafio que foi do agrado de todos. De registar o aparecimento de exímios cantadores ao desafio entre os oureenses, uma forma de expressão artística que tem as suas origens remotas nas cantigas de escárnio e mal-dizer da Idade Média, no âmbito do cancioneiro galaico-minhoto mas que está a adquirir muitas popularidade em todo o país.

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A cereja no topo do Bolo estava guardada para a tarde de domingo e sendo uma novidade por estas bandas era muita a espectativa. Não fosse uma chuva muidinha persistente e tudo teria sido perfeito. Apesar do pequeno atraso devido ás condições atmosféricas a Charanga a Cavalo da GNR trouxe ainda assim largas centenas pessoas ás ruas da Freixianda para apreciar um espetáculo único no mundo. Não houve galope devido ás condições e humidade do piso mas a exibição foi uma agradável surpresa.

Balanço positivo nestas comemorações do dia da Freguesia da Freixianda e do 24º aniversário da elevação a Vila que prometem não baixar a fasquia continuando a crescer de ano para ano.

Até 2020!

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QUIM BARREIROS E PEDRO CACHADINHA ANIMAM FESTAS EM FREXIANDA, NO CONCELHO DE OURÉM

Em junho a Freixianda assinala dia da freguesia e 24º Aniversário de elevação a vila

De 21 a 23 de junho decorrem em Freixianda, no norte do concelho de Ourém, as suas tradicionais celebrações de evocação de elevação a vila. No programa há animação musical, tasquinhas, folclore, desfile da Charanga da GNR, exposições de artesanato e ainda uma exposição de maquinaria agrícola e automóvel.

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Participam nas tasquinhas oito coletividades da freguesia com pratos que vão desde a “Chanfana à moda da Ribeira” à “Perna de Porco no espeto com migas”. No que toca à animação está prevista uma sardinhada popular, jogos escutistas, marchas populares, Festival de Ranchos, e um Passeio Pedestre.

O programa musical é encabeçado por Quim Barreiros, dia 22, sábado, pelas 23h00.Foka Energie sobe a palco pelas 22h00 de dia 21, sexta-feira; “Só Ritmo”” atua antes e depois de Quim Barreiros dia 22 , sábado dia 23; o Grupo PA 3 encerra as festas dia 23, domingo, a partir das 22h00. Destaque também para a presença dia 21 de Pedro Cachadinha e seus amigos na sexta feira ás 20h00. No Sábado dia 22 ás 21h00 atuará a Marcha da Pelmá. No Domingo dia 23 haverá um desfile pelas ruas pela Charanga a Cavalo da GNR que depois atuará no Largo do Mercado. Também no domingo ás 18h30 haverá uma tarde de folclore.

Programa

Sexta feira dia 21 (dia da Freguesia)

19h30 – Sardinhada Popular

20h00 – Atuação de Pedro Cachadinha e seus amigos

22h00 – Atuação de Foka Energie

Sábado dia 22

21h00 – Atuação da Marcha da Pelmá

22h00 – Atuação do Grupo “ Só Ritmo”

23h00 – Atuação de Quim Barreiros e sua Banda

00h30 – Continuação da atuação do Grupo “ Só Ritmo”

Domingo dia 23

09h00 – Passeio Pedestre

17h00 – Desfile da Charanga a cavalo da GNR pelas ruas da vila

17h30 – Atuação da Charanga a cavalo da GNR no Largo Juvêncio Figueiredo

18h30 – Tarde de Folclore

22h00 – Atuação do Grupo PA3

VIEIRENSES VÃO A FÁTIMA

Passeio de Idosos a Fátima, inscrições abertas.

A Câmara Municipal de Vieira do Minho informa que se encontram abertas as inscrições para o Passeio de Idosos, ao Santuário de Nª Srª de Fátima que se vai realizar, no dia 4 de julho de 2019.

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As inscrições podem ser feitas até ao dia 20 de Junho na Junta de Freguesia da área de residência, nos Centros Sociais, para os respetivos utentes, ou diretamente na Câmara Municipal.

Refira-se que o passeio destina-se a todos os idosos do concelho, sendo gratuito para quem tem idade igual ou superior a 65 anos e/ou reformados por invalidez ou portadores de doença crónica. Nestas situações, e em caso de necessidade, os idosos podem levar gratuitamente um acompanhante.

Para todos os que não se enquadram em qualquer uma das situações, atrás mencionadas, o valor da inscrição é de 5 euros.

Lembramos, ainda que qualquer informação ou esclarecimento, relativo ao Passeio de Idosos, será prestado pela Câmara Municipal.

QUIM BARREIROS E PEDRO CACHADINHA ANIMAM FESTAS EM FREXIANDA, NO CONCELHO DE OURÉM

Em junho a Freixianda assinala dia da freguesia e 24º Aniversário de elevação a vila

De 21 a 23 de junho decorrem em Freixianda, no norte do concelho de Ourém, as suas tradicionais celebrações de evocação de elevação a vila. No programa há animação musical, tasquinhas, folclore, desfile da Charanga da GNR, exposições de artesanato e ainda uma exposição de maquinaria agrícola e automóvel.

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Participam nas tasquinhas oito coletividades da freguesia com pratos que vão desde a “Chanfana à moda da Ribeira” à “Perna de Porco no espeto com migas”. No que toca à animação está prevista uma sardinhada popular, jogos escutistas, marchas populares, Festival de Ranchos, e um Passeio Pedestre.

O programa musical é encabeçado por Quim Barreiros, dia 22, sábado, pelas 23h00.Foka Energie sobe a palco pelas 22h00 de dia 21, sexta-feira; “Só Ritmo”” atua antes e depois de Quim Barreiros dia 22 , sábado dia 23; o Grupo PA 3 encerra as festas dia 23, domingo, a partir das 22h00. Destaque também para a presença dia 21 de Pedro Cachadinha e seus amigos na sexta feira ás 20h00. No Sábado dia 22 ás 21h00 atuará a Marcha da Pelmá. No Domingo dia 23 haverá um desfile pelas ruas pela Charanga a Cavalo da GNR que depois atuará no Largo do Mercado. Também no domingo ás 18h30 haverá uma tarde de folclore.

Programa

Sexta feira dia 21 (dia da Freguesia)

19h30 – Sardinhada Popular

20h00 – Atuação de Pedro Cachadinha e seus amigos

22h00 – Atuação de Foka Energie

Sábado dia 22

21h00 – Atuação da Marcha da Pelmá

22h00 – Atuação do Grupo “ Só Ritmo”

23h00 – Atuação de Quim Barreiros e sua Banda

00h30 – Continuação da atuação do Grupo “ Só Ritmo”

Domingo dia 23

09h00 – Passeio Pedestre

17h00 – Desfile da Charanga a cavalo da GNR pelas ruas da vila

17h30 – Atuação da Charanga a cavalo da GNR no Largo Juvêncio Figueiredo

18h30 – Tarde de Folclore

22h00 – Atuação do Grupo PA3

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QUIM BARREIROS E PEDRO CACHADINHA ANIMAM FESTAS EM FREXIANDA, NO CONCELHO DE OURÉM

Em junho a Freixianda assinala dia da freguesia e 24º Aniversário de elevação a vila

De 21 a 23 de junho decorrem em Freixianda, no norte do concelho de Ourém, as suas tradicionais celebrações de evocação de elevação a vila. No programa há animação musical, tasquinhas, folclore, desfile da Charanga da GNR, exposições de artesanato e ainda uma exposição de maquinaria agrícola e automóvel.

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Participam nas tasquinhas oito coletividades da freguesia com pratos que vão desde a “Chanfana à moda da Ribeira” à “Perna de Porco no espeto com migas”. No que toca à animação está prevista uma sardinhada popular, jogos escutistas, marchas populares, Festival de Ranchos, e um Passeio Pedestre.

O programa musical é encabeçado por Quim Barreiros, dia 22, sábado, pelas 23h00.Foka Energie sobe a palco pelas 22h00 de dia 21, sexta-feira; “Só Ritmo”” atua antes e depois de Quim Barreiros dia 22 , sábado dia 23; o Grupo PA 3 encerra as festas dia 23, domingo, a partir das 22h00. Destaque também para a presença dia 21 de Pedro Cachadinha e seus amigos na sexta feira ás 20h00. No Sábado dia 22 ás 21h00 atuará a Marcha da Pelmá. No Domingo dia 23 haverá um desfile pelas ruas pela Charanga a Cavalo da GNR que depois atuará no Largo do Mercado. Também no domingo ás 18h30 haverá uma tarde de folclore.

Programa

Sexta feira dia 21 (dia da Freguesia)

19h30 – Sardinhada Popular

20h00 – Atuação de Pedro Cachadinha e seus amigos

22h00 – Atuação de Foka Energie

Sábado dia 22

21h00 – Atuação da Marcha da Pelmá

22h00 – Atuação do Grupo “ Só Ritmo”

23h00 – Atuação de Quim Barreiros e sua Banda

00h30 – Continuação da atuação do Grupo “ Só Ritmo”

Domingo dia 23

09h00 – Passeio Pedestre

17h00 – Desfile da Charanga a cavalo da GNR pelas ruas da vila

17h30 – Atuação da Charanga a cavalo da GNR no Largo Juvêncio Figueiredo

18h30 – Tarde de Folclore

22h00 – Atuação do Grupo PA3

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ARTISTAS MINHOTOS VÃO A OURÉM ANIMAR A FESTA COMEMORATIVA DOS 24 ANOS DA VILA DA FREIXIANDA

Em junho a Freixianda assinala dia da freguesia e 24º Aniversário de elevação a vila

De 21 a 23 de junho decorrem em Freixianda, no norte do concelho de Ourém, as suas tradicionais celebrações de evocação de elevação a vila. No programa há animação musical, tasquinhas, folclore, desfile da Charanga da GNR, exposições de artesanato e ainda uma exposição de maquinaria agrícola e automóvel.

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Participam nas tasquinhas oito coletividades da freguesia com pratos que vão desde a “Chanfana à moda da Ribeira” à “Perna de Porco no espeto com migas”. No que toca à animação está prevista uma sardinhada popular, jogos escutistas, marchas populares, Festival de Ranchos, e um Passeio Pedestre.

O programa musical é encabeçado por Quim Barreiros, dia 22, sábado, pelas 23h00.Foka Energie sobe a palco pelas 22h00 de dia 21, sexta-feira; “Só Ritmo”” atua antes e depois de Quim Barreiros dia 22 , sábado dia 23; o Grupo PA 3 encerra as festas dia 23, domingo, a partir das 22h00. Destaque também para a presença dia 21 de Pedro Cachadinha e seus amigos na sexta feira ás 20h00. No Sábado dia 22 ás 21h00 atuará a Marcha da Pelmá. No Domingo dia 23 haverá um desfile pelas ruas pela Charanga a Cavalo da GNR que depois atuará no Largo do Mercado. Também no domingo ás 18h30 haverá uma tarde de folclore.

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Programa

Sexta feira dia 21 ( dia da Freguesia)

19h30 – Sardinhada Popular

20h00 – Atuação de Pedro Cachadinha e seus amigos

22h00 – Atuação de Foka Energie

Sábado dia 22

21h00 – Atuação da Marcha da Pelmá

22h00 Atuação do Grupo “ Só Ritmo”

23h00 Actuação de Quim Barreiros e sua Banda

00h30 Continuação da atuação do Grupo “ Só Ritmo”

Domingo dia 23

17h00 Desfile da Charanga a cavalo da GNR pelas ruas da vila

17h30 Atuação da Charanga a cavalo  da GNR no Largo Juvêncio Figueiredo

18h30 – Tarde de Folclore

22h00 – Atuação do Grupo PA3

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GASPAR MOREIRA: UM ARCUENSE NO CONCELHO DE OURÉM

Conta a lenda que “No dia 4 de Agosto de 1578, ficou prisioneiro dos mouros, Gaspar Moreira, Moço de Câmara de El-Rei Dom Sebastião, Filho de Pedro Alves Bandeira, 4º Neto do Grande Gonçalo Pires Bandeira, era natural de Arcos de Valdevez, Nossa Senhora da Natividade, que se venera nesta Igreja, livrou-o da prisão e cativeiro”. Esta descrição consta num painel de azulejos existente na escadaria que dá acesso à Igreja Paroquial de Rio de Couros, no Concelho de Ourém, reproduzindo uma antiga gravura que outrora existiu na sacristia da antiga igreja que entretanto foi demolida, dela atualmente não restando mais do que a torre sineira.

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A LENDA DE RIO DE COUROS

A secção “Lendas de Portugal” que o Jornal “O Século” publicou em 25 de dezembro de 1970 narra-nos o seguinte:

“Porque, antigamente, abundavam, abundavam ali os curtumes, a terra passou a denominar-se Rio de Couros. Ao que se afirma, lá deve ter existido uma cidade ou grande povoação cujo nome se ignora, sendo também, de anotar que houve, nessa terra, uma capela consagrada a Nossa Senhora de Rio de Couros, ou Radecouros, como noutros tempos se dizia, e que, por fim, mudou para o título de Nossa Senhora da Piedade. Em escavações várias, feitas nas próximidades da igreja, foram encontrados não somente ossos de homens de grande estatura, crânios ainda com dentes, cipós, ou seja colunas próprias para a afixação de instruções de interesse público ou decisões do Senado romano, alicerces, pedaços de telha, tudo denotando grande antiguidade.

A fama do santuário da bonita e pitoresca localidade chegava longe, muita gente admirando o fervor religioso da população, de velhos e novos.

Em Rio de Couros passou a viver um dia, um homem, natural de Arcos de Valdevez, chamado Gaspar Moreira, que foi moço de câmara do rei D. Sebastião. Estava na corte de Lisboa quando o “Desejado” se encaminhou para África e travou com os mouros a célebre batalha de Alcácer Quibir, infausto combate ocorrido em 4 de Agosto de 1578, e no qual, entre outros portugueses e bons cristãos, intervieram, não só aquele monarca, como Gaspar Moreira, que ali ficou prisioneiro. A sua presença irritava constantemente os agarenos, que alimentavam o desejo de lhe dar morte violenta. Poucos cativos, como é da história, foram resgatados, e outros ali morreram em consequência de ferimentos que tiveram no duro combate, e, depois, cheios de fome ou maltratados. Os carcereiros mouros revelavam com as atitudes tomadas contra eles o seu rancor à Pátria lusitana.

Gaspar Moreira era tratado de maneira diferente pois estava preso à parte e às ordens de um oficial da moirama. Beneficiava de certo conforto na masmorra e de boa alimentação.

Numa noite luarenta, quando meditava sobre a sua vida, viu o tal oficial andar passeando perto dos muros da prisão. Na mão direita levava uma espada, e, com a esquerda, segurava uma forte corrente de ferro, a que prendia um grande e domado leão.

O lusitano, continuando junto das grades, ouviu, estupefacto e atemorizado, ele falar com a fera, dizendo que não tardaria muito que não lhe proporcionasse um farto banquete, pois o cristão estava engordando e ía atirar com ele para a sua boca para que o devorasse. Queria vingar-se dos portugueses, que tendo expulso os mouros das Espanhas, ali em Marrocos, os tinham, depois, atacado, mas sido vencidos por graça de Alá. Ante tal facto, atemorizado pela ideia de que o leão o mataria, recordou-se das suas romagens ao Santuário de Nossa Senhora de Rio de Couros, lembrando-se também da Batalha de Alcácer Quibir, dos seus companheiros de armas e de D. Sebastião, que ali tinha perdido a vida. No dia seguinte, viu entrar na prisão o oficial mouro que levava um pensamento: verificar se, com efeito, ele estava em condições de satisfazer o seu inclemente intento. Então, o agareno perguntou-lhe se desejava ficar liberto, ao que logo respondeu, afirmativamente. Nova atitude do oficial o deixou perturbadíssimo, pelo que fez uma prece a Nossa Senhora da Natividade para que, milagrosamente, o livrasse do cativeiro e o conduzisse para Portugal.

De repente, uma luz raiou na prisão, aparecendo-lhe a Virgem Maria com o Menino Jesus nos braços, fazendo-lhe sinal para que a seguisse. Então, as portas do cárcere abriram-se e ele acompanhou a sua libertadora, que, momentos após, desapareceu. De joelhos, tendo reconquistado a liberdade, agradeceu-a ao Céu e à Senhora da Natividade. Logrou, depois, regressar a Portugal, nessa altura já sob dominação castelhana, logo se dirigindo à ermida de Nossa Senhora de Rio de Couros para se lhe mostrar grato pelo seu milagre. Mais algum tempo passou e, quando sentiu a morte aproximar-se, rogou que o seu corpo – e assim se fez – fosse metido num caixão de pedra e sepultado junto da capela. Isso fortificou, justificadamente, a fé que já se tinha na miraculosa Senhora”.

A imagem mostra a igreja de Rio de Couros, em 1961, pouco tempo antes de ser demolida. Foto restaurada em Foto Vítor, de Caxarias, a partir de original cedido por Joaquim Gaspar, de Sandoeira, a quem agradeço a sua amabilidade.

A LENDA DE RIO DE COUROS

A secção “Lendas de Portugal” que o Jornal “O Século” publicou em 25 de dezembro de 1970 narra-nos o seguinte:

“Porque, antigamente, abundavam, abundavam ali os curtumes, a terra passou a denominar-se Rio de Couros. Ao que se afirma, lá deve ter existido uma cidade ou grande povoação cujo nome se ignora, sendo também, de anotar que houve, nessa terra, uma capela consagrada a Nossa Senhora de Rio de Couros, ou Radecouros, como noutros tempos se dizia, e que, por fim, mudou para o título de Nossa Senhora da Piedade. Em escavações várias, feitas nas próximidades da igreja, foram encontrados não somente ossos de homens de grande estatura, crânios ainda com dentes, cipós, ou seja colunas próprias para a afixação de instruções de interesse público ou decisões do Senado romano, alicerces, pedaços de telha, tudo denotando grande antiguidade.

A fama do santuário da bonita e pitoresca localidade chegava longe, muita gente admirando o fervor religioso da população, de velhos e novos.

Em Rio de Couros passou a viver um dia, um homem, natural de Arcos de Valdevez, chamado Gaspar Moreira, que foi moço de câmara do rei D. Sebastião. Estava na corte de Lisboa quando o “Desejado” se encaminhou para África e travou com os mouros a célebre batalha de Alcácer Quibir, infausto combate ocorrido em 4 de Agosto de 1578, e no qual, entre outros portugueses e bons cristãos, intervieram, não só aquele monarca, como Gaspar Moreira, que ali ficou prisioneiro. A sua presença irritava constantemente os agarenos, que alimentavam o desejo de lhe dar morte violenta. Poucos cativos, como é da história, foram resgatados, e outros ali morreram em consequência de ferimentos que tiveram no duro combate, e, depois, cheios de fome ou maltratados. Os carcereiros mouros revelavam com as atitudes tomadas contra eles o seu rancor à Pátria lusitana.

Gaspar Moreira era tratado de maneira diferente pois estava preso à parte e às ordens de um oficial da moirama. Beneficiava de certo conforto na masmorra e de boa alimentação.

Numa noite luarenta, quando meditava sobre a sua vida, viu o tal oficial andar passeando perto dos muros da prisão. Na mão direita levava uma espada, e, com a esquerda, segurava uma forte corrente de ferro, a que prendia um grande e domado leão.

O lusitano, continuando junto das grades, ouviu, estupefacto e atemorizado, ele falar com a fera, dizendo que não tardaria muito que não lhe proporcionasse um farto banquete, pois o cristão estava engordando e ía atirar com ele para a sua boca para que o devorasse. Queria vingar-se dos portugueses, que tendo expulso os mouros das Espanhas, ali em Marrocos, os tinham, depois, atacado, mas sido vencidos por graça de Alá. Ante tal facto, atemorizado pela ideia de que o leão o mataria, recordou-se das suas romagens ao Santuário de Nossa Senhora de Rio de Couros, lembrando-se também da Batalha de Alcácer Quibir, dos seus companheiros de armas e de D. Sebastião, que ali tinha perdido a vida. No dia seguinte, viu entrar na prisão o oficial mouro que levava um pensamento: verificar se, com efeito, ele estava em condições de satisfazer o seu inclemente intento. Então, o agareno perguntou-lhe se desejava ficar liberto, ao que logo respondeu, afirmativamente. Nova atitude do oficial o deixou perturbadíssimo, pelo que fez uma prece a Nossa Senhora da Natividade para que, milagrosamente, o livrasse do cativeiro e o conduzisse para Portugal.

De repente, uma luz raiou na prisão, aparecendo-lhe a Virgem Maria com o Menino Jesus nos braços, fazendo-lhe sinal para que a seguisse. Então, as portas do cárcere abriram-se e ele acompanhou a sua libertadora, que, momentos após, desapareceu. De joelhos, tendo reconquistado a liberdade, agradeceu-a ao Céu e à Senhora da Natividade. Logrou, depois, regressar a Portugal, nessa altura já sob dominação castelhana, logo se dirigindo à ermida de Nossa Senhora de Rio de Couros para se lhe mostrar grato pelo seu milagre. Mais algum tempo passou e, quando sentiu a morte aproximar-se, rogou que o seu corpo – e assim se fez – fosse metido num caixão de pedra e sepultado junto da capela. Isso fortificou, justificadamente, a fé que já se tinha na miraculosa Senhora”.

ONDE SE SITUA RIO DE COUROS?

A Freguesia de Rio de Couros situa-se a norte do Concelho de Ourém, a poucos quilómetros de Fátima e da estação ferroviária de Caxarias.

Todos os anos, por ocasião do dia 15 de agosto, realizam-se naquela localidade os tradicionais festejos em honra de Nossa Senhora da Natividade, sendo uma das mais concorridas que ocorrem na região.

A atual igreja, de traça bastante moderna, foi construída em 1964 em substituição da antiga igreja matriz que foi demolida por se encontrar em adiantado estado de degradação, não se verificando à época sensibilidade suficiente para preservar o património edificado.

A anterior igreja era de uma só nave, com dois altares laterais, tendo na sua construção sido empregues fragmentos de cipos e outras pedras romanas, algumas das quais com inscrições. Do monumento desaparecido apenas resta a torre sineira, de construção setecentista. Na atual igreja de Rio de Couros guarda-se uma imagem em pedra, de Nossa Senhora da Natividade, com o menino ao colo, remontando muito provavelmente á época em que Gaspar Moreira ali viveu.

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QUEM ERA GASPAR MOREIRA?

Gaspar Moreira, o herói da Lenda de Rio de Couros, era 4º neto de Gonçalo Pires Juzarte (Bandeira). Narra a História que, durante a Batalha de Toro, Gonçalo Pires Juzarte e outros portugueses, ao avistarem na escuridão da noite um grupo de cavaleiros castelhanos que, capitaneados por Pedro Velasco e Pedro Cabeza de Vaca, levavam o pendão de D. Afonso V como troféu de batalha, acometeram contra eles logrando recuperar a bandeira. Uma vez na sua posse, Gonçalo Pires levou o estandarte ao príncipe D. João que ainda se encontrava no campo de batalha com a sua ala.

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A bandeira em questão tratava-se da que os castelhanos haviam arrancado ao nosso porta-estandarte, o alferes D. Duarte de Almeida que haveria de ficar conhecido pelo “decepado” em virtude de a ter segurado com os dentes após lhe terem decepado os braços.

Como é sabido, o Príncipe veio a suceder a seu pai, o rei D. Afonso V, passando a reinar com o nome de D. João II. Então, como recompensa pelo feito de bravura, atribuiu a Gonçalo Pires Juzarte a tença de cinco mil reais e, tal como nos descreve o cronista Damião de Góis na sua “Crónica do Príncipe D. João”, foi ainda “satisfeito de armas de brasão, misturadas com fidalguia, que lhe o mesmo rei D. João concedeu, com alcunha e sobrenome de Bandeira”. Com efeito, o rei D. João II ordenou que Gonçalo Pires Juzarte e os seus descendentes passassem a usar o apelido de Bandeira e concedeu-lhe armas novas, datadas de 1483, as quais são as seguintes:

De vermelho, bandeira quadrada de ouro, hasteada do mesmo, perfilada de prata e carregada de um leão azul, armado e linguado de vermelho”. O timbre é constituído pelos móveis do escudo.

Gonçalo Pires Juzarte era natural de S. Martinho de Mouros que fica no concelho de Resende e tornou-se escudeiro honrado da casa do rei D. João II.

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A LENDA DE RIO DE COUROS

 

A fama de Rio de Couros

Já vem de há muitos anos;

Talvez do tempo dos Mouros

Ou do tempo dos Romanos.

 

Seria vila ou cidade

Antes da era dos Mouros?

Qual o nome de verdade:

Rio de Couros ou Radecouros?

 

Porque abundava o curtume

De peles nessa região

Daí proveio o costume

Do nome que hoje lhe dão

 

Numa bonita capela

Acima doutros tesouros

Havia a imagem bela

Da Senhora de Rio de Couros.

 

E este povo humilde e crente

Pelo seu fervor diário

Atraía muita gente

Ao bonito Santuário!

 

Entre a gente forasteira

Que a sua vida ali fez

Conta-se Gaspar Moreira

De Arcos de Valdevez.

 

Viveu nesta região

Até que teve de partir

Com o rei Dom Sebastião

Para Alcácer Quibir.

 

Na batalha contra os Mouros

Morreu Dom Sebastião

E o homem de Rio de Couros

Foi metido na prisão.

 

Embora que bem tratado

Dentro da dita prisão

Estava a ser engordado

Para alimento de um leão.

 

Certa noite à luz da lua

Olhando as grades em frente

Viu um oficial na rua

Com o leão preso à corrente

 

Falando então para a fera

Disse em voz de “mandarete”:

Só mais uns dias de espera

E terás um bom banquete.

 

Ao meditar que seria

Vítima de instintos mouros

Rezou à Virgem Maria

Senhora de Rio de Couros.

 

À Senhora da Natividade

Fez uma prece afinal:

Que lhe desse a liberdade

E o trouxesse a Portugal.

 

Nisto um milagre se deu:

No meio dum mar de luz

A Virgem lhe apareceu

Trazendo ao colo Jesus.

 

Então a porta se abriu

E com a sua libertadora

Para a saída seguiu

Desaparecendo a Senhora.

 

Voltando ao local de origem

Livre do jugo dos mouros

Prostrado agradece à Virgem

Da ermida de Rio de Couros.

 

O resto da sua vida

Foi de pura santidade

Orando no altar da ermida

À Senhora da Natividade.

 

E quando velho e cansado

Já prestes ao fim da vida

Pediu para ser sepultado

Junto da bonita ermida.

 

E assim desta maneira

Se ordenou e se fez:

Ali jaz Gaspar Moreira

De Arcos de Valdevez.

 

Daí cresceu mais a Fé

Nesse povo e nos vindouros

Vindo muita gente a pé

De romagem a Rio de Couros.

 

Muita Fé o povo tem

À Senhora da Natividade

Que outrora era também

Nossa Senhora da Piedade.

 

Há lindas recordações

Que valem grandes tesouros

Achados em escavações

No adro de Rio de Couros.

 

A graça desta região

É obra da natureza

Em que a nova geração

Não reparou com certeza.

 

Esta história se comenta

No “Século” de Dia de Natal

De mil novecentos e setenta

Em Lendas de Portugal!...

in INÁCIO, Manuel. Brincando com coisas sérias. 1995

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SOB A ÉGIDE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS – GRUPOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM A FÁTIMA

Reitor do Santuário apelou à “urgência da conversão para a comunhão com Deus”

Na homilia da Missa deste domingo, que integrou a 17.ª Peregrinação Nacional do Folclore Português, o reitor do Santuário exortou os peregrinos a um esforço urgente e constante de comunhão com Deus

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Na Missa deste III Domingo da Quaresma, que integrou a 17.ª Peregrinação Nacional a Fátima da Federação do Folclore Português, o reitor do Santuário, padre Carlos Cabecinhas, apresentou a Quaresma como tempo favorável para ”reorientar a vida para Deus”, assumindo a urgência da conversão, com vista à comunhão com Deus.

A partir do Evangelho, onde “Jesus convida à urgência da conversão de vida” e “rejeita a causalidade entre pecado e o castigo”, o sacerdote apresentou o desejo comunhão com Deus como o centro da preocupação da vida de um cristão.

O presidente da celebração apresentou, depois, a parábola da figueira, relatada na Palavra, como uma “ilustração das oportunidades que Deus concede para a conversão”, sublinhando a “abertura de esperança” apresenta no relato.

“Esta parábola, onde se sublinha a paciência e a bondade de Deus, apesar do seu tom ameaçador, tem uma nota de esperança: Jesus confia que a nossa resposta ao Seu apelo à conversão seja positiva e produza frutos”, fez notar o padre Carlos Cabecinhas, ao estabelecer um paralelo entre a figueira e o dia-a-dia.

“Pode acontecer que, durante tempo indeterminado, não demos fruto… Mas Deus espera por nós, confia em nós. Esta paciência não é passiva, porque Ele acredita em nós e oferece-nos os meios e o tempo para a nos aproximarmos Dele.”

Na conclusão, o sacerdote apresentou a Mensagem de Fátima como “reforço” deste apelo à conversão e exortou os peregrinos a um esforço urgente e constante de comunhão com Deus.

A celebração, que decorreu na Basílica da Santíssima Trindade, foi participada pelos milhares de peregrinos que integravam a 17.ª Peregrinação Nacional a Fátima da Federação do Folclore Português.

Numa das preces da Oração dos Fiéis, foi pedido por “todos os que defendem o património cultural e etnográfico”. Foi também apresentada uma prece pelas vítimas do ciclone Idai, que afetou milhares de pessoas em Moçambique.

A coleta feita na celebração destinou-se à Cáritas Portuguesa.

Enquanto decorria a Missa, no Recinto de Oração, os cerca de 4 mil participantes na 8.ª Caminhada da Paz percorriam o Recinto de Oração, em direção à Capelinha das Aparições, para cumprir um momento de oração pela paz no mundo, com consagração a Nossa Senhora dos Caminhantes.

Durante a manhã, o grupo fez um percurso de 5 quilómetros pelas avenidas de Fátima, em redor do Santuário, com a tocha da paz, que foi acesa logo pela manhã, na Capelinha das Aparições.

Fonte: https://www.fatima.pt/

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"O ANJO DE PORTUGAL" DA ESCULTORA CARVALHEIRA DA SILVA REGRESSA A VILA NOVA DE CERVEIRA

‘O Anjo de Portugal’ enriquece exposição de homenagem a Carvalheira da Silva

Depois de ter integrado as comemorações do Centenário das Aparições de Fátima, o molde da obra ‘O Anjo de Portugal’ de Carvalheira da Silva, regressou a ‘casa’ e encontra-se exposto, a partir de hoje, no Arquivo Municipal de Vila Nova de Cerveira. Peça emblemática acrescenta valor à exposição de homenagem que a Câmara Municipal inaugurou a 1 de outubro, intitulada ‘Contemplação de Arte Sacra’ - Vida e Obra de Carvalheira da Silva, e que pode ser visitada até março de 2019.

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Maria Amélia Carvalheira da Silva é considerada um dos expoentes máximos da arte sacra portuguesa, com raízes na freguesia de Gondarém. Vila Nova de Cerveira faz parte da sua história, pessoal e profissional, integrando o roteiro de obras espalhadas em locais tão icónicos como o Santuário de Fátima e o Vaticano, pelo que a Câmara Municipal concretizou uma vontade antiga de lhe dedicar uma exposição.

“Além de honrar a sua memória, a vida e obra da escultora cerveirense Carvalheira da Silva é demasiado valiosa para cair no esquecimento. Não podemos nem devemos privar os nossos filhos e netos de conhecer a pessoa e de contactar com o seu percurso artístico de sucesso”, realçou o autarca cerveirense Fernando Nogueira, no ato inaugural da exposição, no Dia do Município.

Patente no Arquivo Municipal até março de 2019, a mostra ‘Contemplação de Arte Sacra’ - Vida e Obra de Carvalheira da Silva - apresenta ao público cerca de 20 peças da escultora, um vasto registo informativo e fotográfico da sua carreira, bem como a condecoração "Pro Eclesia et Pontífice" atribuída pela Santa Sé e o Grau de Comendadora da Ordem de Mérito pelo então Presidente da República, Dr. Mário Soares.

Escultora de arte sacra, é em Fátima que tem a parte mais significativa da sua obra, nomeadamente ‘O Anjo de Portugal’, a escultura de Nossa Senhora e todas as Estações da Via-Sacra existentes nos Valinhos, assim como demais esculturas de cariz religioso espalhadas de Norte a Sul de Portugal, bem como em vários países.

Pelas raízes pessoais e profissionais a Vila Nova de Cerveira, Carvalheira da Silva doou à Câmara Municipal o molde da obra em gesso modelado e madeira, ‘O Anjo de Portugal’, cujo original se encontra no monumento construído em 1958, na Loca do Cabeço, a dar a comunhão aos três Pastorinhos de joelhos.

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Quem foi Carvalheira da Silva?

Maria Amélia Carvalheira da Silva nasceu em Gondarém, Vila Nova de Cerveira, 4 de Setembro de 1904, e faleceu em Lisboa a 31 de Dezembro de 1998. Foi uma escultora portuguesa.

Foi discípula de Salvador Barata Feyo. Em 1949, venceu o Prémio de Artes Plásticas Mestre Manuel Pereira, com a obra S. João de Deus, em barro policromado, que está exposta na capela do Palácio da Cruz Vermelha. Marcou presença em várias exposições, a título individual, em Portugal e no estrangeiro.[1]

É autora da escultura O Anjo de Portugal, e ainda da escultura de Nossa Senhora e de todas as Estações da Via-Sacra existentes nos Valinhos, em Fátima, assim como demais esculturas de cariz religioso espalhadas de Norte a Sul de Portugal.

Em 1992, recebeu, das mãos do então Cardeal Patriarca de Lisboa, D. António Ribeiro, a condecoração da Santa Sé Pro Eclesia et Pontificia. Em 28 de maio de 1992, foi feita Comendadora da Ordem do Mérito pelo Presidente Mário Soares.

A Câmara Municipal de Lisboa atribuiu o seu nome a um jardim na freguesia das Avenidas Novas.

Fonte: Wikipédia

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IDOSOS DE ESPOSENDE CONVIVEM EM FÁTIMA

Festa do Idoso do Município de Esposende com 2000 participantes

Cerca de dois mil idosos do concelho de Esposende participaram, hoje, na Festa do Idoso promovida pelo Município de Esposende, e que, mais uma vez, decorreu no Santuário de Fátima. 

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Este evento, que se realiza ininterruptamente há já 23 anos, integra o Programa Ativo Mais, desenvolvido no âmbito da Rede Social de Esposende. Edição após edição regista sempre elevada adesão, refletindo a satisfação da comunidade sénior tanto pela iniciativa em si como pelo destino escolhido, local que é do seu inteiro agrado e que reúne todas as condições para acolher tão elevado número de participantes.

O programa integrou, como habitualmente, a celebração da Eucaristia, pelo Arcipreste de Esposende, Padre Delfim Fernandes, na Basílica da Santíssima Trindade. Seguiu-se o piquenique nos parques do Santuário, proporcionando o convívio entre os participantes, alguns dos quais apenas se reveem nesta oportunidade. No regresso a casa, houve ainda tempo para outro momento de convívio no Parque da Senhora da Saúde, nos Carvalhos, onde não faltou alegria e animação.

Esta iniciativa destina-se aos idosos residentes no concelho, com idade igual ou superior a 65 anos, pessoas portadoras de deficiência com autonomia, com idade superior a 35 anos, e pessoas que frequentam as Instituições Particulares de Solidariedade Social com valência para a terceira idade.

O Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, refere que o Município desenvolve, ao longo de todo o ano e de forma totalmente gratuita, um conjunto muito diversificado de iniciativas que contribuem para a qualidade de vida da comunidade idosa do concelho.

Benjamim Pereira garante que “a continuidade da Festa do Idoso não está em causa, na medida em que é das atividades que os idosos mais apreciam, como o têm largamente expressado”. Lembrou que este evento é fruto do envolvimento de várias pessoas e entidades, pelo que expressou agradecimentos às Juntas de Freguesia e Instituições Particulares de Solidariedade Social do concelho, aos Bombeiros Voluntários de Esposende e de Fão e à Delegação de Marinhas da Cruz Vermelha Portuguesa, que asseguraram o apoio à emergência, bem como aos coralistas que solenizaram a celebração eucarística.

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