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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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FALECEU A IRMÃ CARMELITA MARIA DA CONCEIÇÃO DO CORAÇÃO DE JESUS, NATURAL DE BARCELOS

Faleceu hoje, no Carmelo de Santa Teresinha, em Viana do Castelo, a Irmã Maria da Conceição do Coração de Jesus. Tinha 83 anos de idade e 35 de Carmelita Descalça.

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Natural da freguesia da Silva, concelho de Barcelos, é a segunda de muitos irmãos. Sentiu desde a infância o apelo a consagrar-se na Vida Religiosa, no que era muito apoiada pela sua mãe, que um dia a aconselhou a visitar a Bem-Aventurada Alexandrinha de Balazar, que, por sua vez, a animou à sua consagração como Carmelita Descalça. Naquele encontro em que abriu a alma a Alexandrina, esta que era muito devota de Nossa Senhora do Carmo e do Santo Escapulário, animou-a prontamente, porque urgia muito rezar pelos sacerdotes, e pelas vocações sacerdotais e de consagração. Disse-lhe: «— Vai, vai minha filha, que é muito necessário quem reze e se ofereça pelos sacerdotes e pelos pecadores!».

Aos 18 anos acabaria por se consagrar num Instituto Missionário, que a levou a trabalhar como missionária nos amplos espaços de Angola e Moçambique, onde se deu inteiramente como catequista, enfermeira e o que mais houvera. Por fim, aos 45 anos, acabaria por entrar no Carmelo de Santa Teresinha, onde, após um período de formação, fez a sua consagração como Filha de Santa Teresa e de São João da Cruz.

Demos graças pelo dom da sua vida consagrada a Deus no Carmelo, ao serviço da Igreja e do mundo e peçamos ao Pai do Céu que a receba no seu reino, numa morada eterna, bem junto do Seu coração, certos da sua intercessão pela família carmelita em Portugal.

Dai-lhe, Senhor, o eterno descanso. Que descanse em paz. Amen.

As suas exéquias realizam-se no dia 21 de Outubro, pelas 10:00 na capela do Carmelo de Santa Teresinha.

MUNICÍPIO DE ARCOS DE VALDEVEZ TRANSMITE NOTA DE PESAR PELO FALECIMENTO DE D. JOSÉ PEDREIRA

Nota de pesar pelo falecimento do Bispo Emérito de Viana do Castelo, D. José Pedreira

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez expressa publicamente o seu profundo pesar pelo desaparecimento de Sua Excelência Reverendíssima, o Bispo emérito de Viana do Castelo, D. José Pedreira, figura que se demarcou pelo seu trabalho em prol da comunidade do Alto Minho.

A Câmara Municipal apresenta as sentidas condolências à Diocese de Viana do Castelo e à família.

João Manuel Esteves

Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez

FALECEU D. JOSÉ PEDREIRA, BISPO EMÉRITO DE VIANA DO CASTELO

José Pedreira era natural de Gondomil, no concelho de Valença

José Augusto Martins Fernandes Pedreira (Gondomil, Valença, 10 de Abril de 1935) é um Bispo Católico português. Actualmente Bispo Emérito de Viana do Castelo, foi Bispo desta Diocese de 1997 a 2010.

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Foi ordenado sacerdote a 12 de Julho de 1959 e posteriormente foi nomeado bispo-auxiliar do Porto a 28 de Dezembro de 1982, com o título de bispo-titular de Elvas. A ordenação episcopal decorreu a 19 de Março de 1983, tendo como principal consagrante D. Armindo Lopes Coelho, na altura recentemente nomeado bispo de Viana do Castelo, e como co-sagrantes, D. Eurico Dias Nogueira, arcebispo de Braga e D. Júlio Tavares Rebimbas, arcebispo do Porto. A 29 de Outubro de 1997 foi nomeado bispo de Viana do Castelo, cargo onde se manteve até ao seu pedido de resignação e consequente nomeação de D. Anacleto Cordeiro Gonçalves de Oliveira. É o actual bispo-emérito de Viana do Castelo.

Fonte: Wikipédia

POETA SEBASTIÃO PEREIRA DA CUNHA: REVISTA "BRANCO E NEGRO" PUBLICOU A NOTÍCIA NECROLÓGICA

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Fonte: Branco e Negro – Semanário Ilustrado. nº 26. 27 Setembro 1896 / Hemeroteca Municipal de Lisboa

QUEM FOI SEBASTIÃO PEREIRA DA CUNHA?

Sebastião Maria do Carmo Filomena Pereira da Cunha e Castro Lobo (9 de Fevereiro de 1850 - 16 de Setembro de 1896) ou simplesmente Sebastião Pereira da Cunha como era assim que assinava, fidalgo-cavaleiro da Casa Real, deputado da Nação, morador no palácio e castelo de Portuzelo na freguesia de Santa Marta de Portuzelo e 11.º senhor da Casa Grande em Paredes de Coura, foi um político e poeta português.

Era convicto "legitimista" como seu pai.

Terá sido um dos últimos poetas românticos, reuniu várias vezes em sua casa, Guerra Junqueiro, António Feijó e outros desse movimento romântico, e terá se exprimido através de um lirismo historicizante.

Ppr altura do seu falecimento a revista O Occidente dedica-lhe as seguintes palavras:

  • “Sebastião Pereira da Cunha era uma d’estas figuras que se impunham pela forma insinuante da voz, pela naturalidade do gesto e pelo olhar franco, leal, digno; e o modo elegante de dizer era sublinhado por um jogo de phisionomia tão expontaneo que, agradando, deliciava e interessava todos os que fruíam o encanto de com elle privarem".
  • «Saio de Malha», drama (1893).
  • «A Cidade Vermelha», poema hispano-árabe (1894).
  • «Serões de Portuzelo»

Ainda terá escritos «Primeiro Alvor», a «Tarde de um César», o poemeto «Heroes d’Africa» e «Minho».

Dirigiu a publicação literária e cientifica "Pero Galego", ao lado de Alberto da Rocha Páris e de João Caetano da Silva Campos. Colaborou igualmente n´A Civilização, revista da estudantil da Imprensa da Universidade de Coimbra.

Filho de António Pereira da Cunha e Castro (Viana do Castelo, 9 de Abril de 1819 - Lisboa, 18 de abril de 1890), Fidalgo da Casa Real (Alvará de 4 de Fevereiro de 1825), senhor da Casa Grande e da Torre da Cunha em Paredes de Coura, do Morgado dos Lobos em Monção. Sócio do Instituto de Coimbra, membro do Conservatório Real de Lisboa, presidente da Sociedade Artística de Musica de Viana do Castelo, deputado da nação em 1856 (que não tomou posse por se recusar, como outros partidários de el-rei D. Miguel, em prestar o juramento estabelecido na Lei), casado em 26 de Abril de 1848 com D. Maria Ana Isabel Apolónia Machado de Mendonça Eça Castelo Branco (Palácio de Santo André, Lisboa, 9 de fevereiro de 1826 - Lisboa, 26 de Junho de 1907), filha dos 1.ºs condes da Figueira.

Casado, na freguesia de Arroios (Lisboa), a 19 de Outubro de 1869, com sua prima co-irmã:

  • Maria Amália das Necessidades de Almada Pereira Cirne Peixoto (18 de Outubro de 1847 - 3 de Março de 1881), filha dos 3.ºs Condes de Almada, Lourenço José Maria de Almada Abreu Pereira Cirne (5 de Dezembro de 1818 — 7 de Setembro de 1874) e Maria Rita Machado de Castelo-Branco Mendonça e Vasconcelos[, filha terceira dos 1.ºs conde da Figueira, D. José Maria Rita de Castelo Branco e de D. Maria Amália Machado Eça Castro e Vasconcelos Magalhães Orosco e Ribera), filha dos 3.ºs Condes de Almada.

Tiveram:

  • Maria Rita Pereira da Cunha (22 de Setembro de 1870).
  • Lourenço Pereira da Cunha (m.m.).
  • António Pereira da Cunha (15 de Agosto de 1874 - 1879).
  • Lourenço (no crisma António) Pereira da Cunha Lobo e Castro (19 de Dezembro de 1875), casado em 28 de Janeiro de 1905 com Maria Ana de Cabedo e Vasconcelos (23 de Maio de 1884), filha dos viscondes do Zambujal. Com geração.
  • Maria da Conceição Pereira da Cunha (23 de Janeiro de 1877), casada em 27 de Maio de 1905, com Tomás de Ataíde de Almeida Cayola (23 de Março de 1880), oficial do exército, filho de Tomás de Almeida Cayola, major da Administração Militar, e de Júlia de Lima. Com geração.
  • Sebastião Maria da Conceição Pereira da Cunha (8 de Julho de 1879 - 7 de Setembro de 1906), casado com sua prima Maria Rita de Carvalho Daun e Lorena (Pombal) e de Maria Amália Machado (Figueira).

Fonte: Wikipédia

O BLOGUE DO MINHO remete para outro artigo acerca de Sebastião Pereira da Cunha publicado aqui

PONTE DA BARCA: NOTA DE PESAR PELA MORTE DE D. ANACLETO OLIVEIRA

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Foi com profunda consternação e pesar que recebemos a notícia do falecimento do Bispo da Diocese de Viana do Castelo, D. Anacleto Oliveira, na passada sexta feira dia 18 de setembro.

Neste momento de perda de um Homem Notável e Bom, decreto em sua memória e homenagem, Dia de Luto Municipal, o dia de hoje, terça-feira 22 de setembro de 2020.

Natural de Cortes, Leiria, D. Anacleto Oliveira nasceu a 17 de julho de 1949, tendo sido ordenado sacerdote em 1970 e nomeado bispo auxiliar de Lisboa em 2005. A ordenação episcopal de D. Anacleto Oliveira decorreu no Santuário de Fátima em 2005, tendo sido nomeado bispo de Viana do Castelo em 2010.

Atualmente presidia à Comissão Episcopal Liturgia e Espiritualidade e à Comissão de Tradução da Bíblia para português a partir dos textos originais na Conferência Episcopal Portuguesa.

Este ano, D. Anacleto Oliveira assinalou 10 anos de bispo de Viana do Castelo e 50 de ordenação sacerdotal.

Neste momento difícil, de imensa tristeza, a Câmara Municipal de Ponte da Barca solidariza-se e associa-se ao luto e à dor sentida pela família e amigos mais próximos.

Ponte da Barca, 22 de setembro de 2020

O Presidente da Câmara,

Augusto Manuel dos Reis Marinho

PAREDES DE COURA DECRETA LUTO MUNICIPAL PELA MORTE DE D. ANACLETO, BISPO DE VIANA DO CASTELO

O Município de Paredes de Coura decretou Luto Municipal para esta terça-feira, dia 22 de setembro, com colocação da bandeira a meia-haste pela morte de D. Anacleto, bispo de Viana do Castelo.

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Em nome do Município, dos seus órgãos eleitos e todos os seus colaboradores, também serão apresentadas sentidas condolências à família enlutada e a toda a comunidade que enfrenta o sentimento de perda.

Na nota de pesar assinada pelo presidente de Câmara, o Município de Paredes de Coura releva que “D. Anacleto Oliveira destacou-se na sua brilhante vida académica como um homem de cultura e conhecimento que, não obstante a elevação do seu pensamento, nunca se afastou da sua ligação e diálogo com os mais simples e mais frágeis”.

Vitor Paulo Pereira recorda que “o seu trabalho episcopal pautou-se pela forte ligação com as paróquias e os fiéis que servia, com particular proximidade aos mais vulneráveis – a quem nunca deixava de dedicar especial atenção. A sua proximidade à comunidade permite a perceção de que D. Anacleto foi sempre um no meio de todos, tal como vontade expressa no lema episcopal que adotou”, acrescentando ainda que em todas as diversas circunstâncias em que Paredes de Coura teve a honra de o receber, “D. Anacleto Oliveira sempre foi o expoente da simplicidade e da generosidade, um homem de fé e dedicação, cujo coração abraçava toda a comunidade”.

Natural da diocese de Leiria-Fátima onde nasceu, na freguesia de Cortes, a 17 de julho de 1946, após frequência do Seminário, frequentou as licenciaturas em Teologia Dogmática na Universidade Gregoriana (1971) e Ciências Bíblicas no Instituto Bíblico de Roma (1974). Foi professor de Exegese Bíblica no Instituto Superior de Estudos Teológicos de Coimbra, cidade onde também obteve a licenciatura em História, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Posteriormente, concluiu o doutoramento em Exegese Bíblica na Faculdade de Teologia Católica da Universidade de Westfälischen Wilhelms-Universität de Münster (1987). Lecionou também, entre outras instituições, na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa.

Na sua vida pastoral destaca-se a ordenação, em 15 de agosto de 1970, tendo sido Capelão de Emigrantes Portugueses na Diocese de Münster durante 10 anos. Posteriormente, foi nomeado pelo Papa João Paulo II Bispo Titular de ‘Aquae Flaviae’ e Auxiliar do Patriarcado de Lisboa, a 4 de fevereiro de 2005. A 11 de junho de 2010 foi nomeado pelo Papa Bento XVI como Bispo de Viana do Castelo, missão que cumpriu durante 10 anos, assinalados no passado dia 15 de agosto, a par dos seus 50 anos de ordenação sacerdotal.

FALECEU O IRMÃO DOMINGOS BORLIDO DE MELO, OCD – ERA NATURAL DE PONTE DE LIMA

Ao início da noite deste sábado, 19 de Setembro de 2020, faleceu, em Avessadas, no Santuário do Menino Jesus, o Irmão Domingos, de 84 de idade. O único carmelita português não sacerdote era natural de Arcozelo, Ponte de Lima.

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Por volta dos vinte anos foi trabalhar como criado de servir na Quinta dos Galos, na Abelheira, Viana do Castelo. Nesta sua curta migração para Viana elegeu como sua igreja a de Nossa Senhora do Carmo, onde participava na Eucaristia e se confessava. Foi aqui que nasceu a sua vocação de carmelita descalço.

Entrou no noviciado da Ordem no recém-inaugurado Santuário do Menino Jesus de Praga, em Avessadas, Marco de Canavezes, no dia 16 de Agosto de 1964, e professou solenemente no dia 6 de Setembro de 1967, na Igreja do Carmo de Viana do Castelo.

Foi conventual de Braga em dois breves períodos, e por mais de quarenta anos, no Carmo de Viana. Ali, por vários anos, revelou os seus dotes de cozinheiro do Seminário. E não eram poucos! De facto, os alunos chegaram a ser mais de 120, sem contar os sacerdotes e os professores. E a todos, por dias a fio, encontrou sempre forma de dar de comer!

Depois de cozinheiro foi sacristão e hortelão, ofícios que desempenhou com zelo, até que as forças o abandonaram e aconselharam a repousar (à cerca de um ano) na Casa dos Doentes do Santuário do Menino Jesus.

Obrigado, Irmão Domingos. Que o Menino Jesus e a Senhora do Carmo que tanto amastes e tão bem servistes na terra te acolham no céu!

ARCOS DE VALDEVEZ DECRETA LUTO MUNICIPAL PELO FALECIMENTO DO BISPO DE VIANA DO CASTELO

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A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez expressa publicamente o seu profundo pesar e consternação pelo trágico desaparecimento de Sua Excelência Reverendíssima, D. Anacleto Oliveira, Bispo da Diocese de Viana do Castelo, uma personalidade marcante para a vida das populações de Arcos de Valdevez e do Alto Minho, pela sua capacidade intelectual e espiritual, simplicidade, humildade, dialogante e proximidade.

A Câmara Municipal apresenta as sentidas condolências à Diocese de Viana do Castelo e à família.

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez decreta Luto Municipal no dia do seu funeral.

João Manuel Esteves

Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez

FALECEU D. ANACLETO OLIVEIRA, BISPO DE VIANA DO CASTELO

Faleceu hoje D. Anacleto Oliveira, bispo de Viana do Castelo, confirmou à Agência ECCLESIA o secretário e porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa, padre Manuel Barbosa.

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Anacleto Oliveira morreu na sequência de um despiste de automóvel, na Autoestrada 2 (A2) perto de Almodôvar, que ocorreu ao fim da manhã de hoje.

De acordo com a Agência LUSA, fonte da GNR indicou que o óbito foi declarado no local e o corpo foi encaminhado para o serviço de Medicina Legal do hospital de Beja.

Numa nota de imprensa enviada à Agência ECCLESIA, a Diocese de Viana comunica o falecimento “de forma inesperada” do bispo diocesano e convida a uma “oração reforçada” e à “serenidade”.

“As circunstâncias excecionais que nos envolvem aconselham-nos, por isso, a uma oração reforçada, assim como à serenidade e tranquilidade próprias de quem coloca o seu coração no Senhor“, refere-se.Anacleto Oliveira nasceu a 17 de julho de 1949, na freguesia de Cortes, em Leiria, e foi ordenado sacerdote a 15 de agosto de 1970; após a ordenação, estudou Sagrada Escritura em Roma e na Alemanha, onde foi capelão de uma comunidade portuguesa durante 10 anos.

Nomeado bispo para auxiliar de Lisboa em 2005, a ordenação episcopal de D. Anacleto Oliveira decorreu no Santuário de Fátima no dia 24 de abril desse ano, presidida por D. Serafim Ferreira e Silva, então Bispo da Diocese de Leiria-Fátima.

No dia 11 de junho de 2010 D. Anacleto Oliveira foi nomeado bispo de Viana do Castelo, o quarto bispo da diocese criada pelo Papa Paulo VI em 1977.

Na Conferência Episcopal Portuguesa, o bispo de Viana do Castelo presidia atualmente à Comissão Episcopal Liturgia e Espiritualidade e à Comissão de Tradução da Bíblia para português a partir dos textos originais, que está em curso.

Este verão, D. Anacleto Oliveira assinalou no dia 14 de agosto os 10 anos de bispo de Viana do Castelo e 50 de ordenação sacerdotal.

Em declarações à Agência ECCLESIA por ocasião do jubileu sacerdotal, D. Anacleto Oliveira recordou o dia em que chegou a Viana do Castelo, a 15 de agosto de 2010, para onde foi “à aventura”.

“Estava um calor infernal nesse dia, vim para aqui às escuras, não conhecia o Minho nem procurei conhecer, apenas me informei o que era Viana do Castelo e vim à aventura”, lembra.

Dez anos depois o D. Anacleto dizia que se sente bem no Minho e, quando está fora, sente saudades e gosta da “maneira de ser minhota, extrovertida e brincalhona”.

“Eu sinto-me bem aqui e quando estou fora sinto saudades de Viana. É difícil não se enamorar por esta diocese, encontramos aqui pessoas tão boas e de quem recebemos muito e muitas lições, são pessoas muito abertas à mensagem que procuramos transmitir e isso é compensador para nós”, afirmou.

Texto: PR / Fotos: Agência Ecclesia

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Aproveitamos para recordar os votos natalícios que Sua Eminência, D. Anacleto Cordeiro Gonçalves de Oliveira, Bispo de Viana do Castelo, endereçou há dois anos aos leitores do BLOGUE DO MINHO por ocasião das celebrações natalícias.

“Caríssimo Carlos,

Obrigado pela oportunidade que me dá de lhe manifestar, a si e a todos os leitores do Blogue, os meus sentidos votos natalícios:

Que o Deus Menino a todos “aqueça” com o seu carinhoso amor e ilumine com aquela luz que nos permite ver para além de nós próprios e das aparências: Ele que, deitado na manjedoura de Belém e envolto em fraldas, nos mostra o caminho para a verdadeira paz – a que nasce de uma solidariedade sem fronteiras, aquela de quem desce ao nível dos outros, independentemente da sua condição social, cultural ou religiosa!

Para todos um abraço caloroso.

Anacleto Oliveira”

FALECEU O PADRE AGOSTINHO GOMES RIBEIRO

Faleceu o Pe. Agostinho Gomes Ribeiro. A missa exequial será celebrada amanhã, Quinta-feira, 10 de Setembro, às 15h30, na paróquia de S. Bento da Várzea, Barcelos.

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Faleceu esta madrugada o Pe. Agostinho Gomes Ribeiro.

Nascido a 26 de Fevereiro de 1934, em Divino Salvador da Lagoa, Vila Nova de Famalicão, foi ordenado sacerdote a 27 de Setembro de 1959.

Após a sua ordenação foi nomeado pároco de Vilela e Sá, bem como de S. Cosme e S. Damião, ambas nos Arcos de Valdevez.

Em 1975, uma vez dispensado dessas paróquias, transitou para o arciprestado de Barcelos, onde veio a dedicar a maior parte do seu ministério.

Nesse mesmo ano é nomeado pároco de S. Bento da Várzea e S. Pedro de Adães. Volvidos quatro anos, em 1979, assume ainda a paróquia de S. João Baptista de Gamil.

Passados 10 anos de serviço, é dispensado da paróquia de Gamil e só em 1989 é também dispensado da paróquia de S. Pedro de Adães. Assume então a paroquialide de S. Jorge de Airó, acumulando com S. Bento da Várzea.

Em 1998, o Arcebispo de Braga dispensa-o da paróquia de Airó, sendo que, em 2005, assume um novo desafio, ainda que apenas pelo prazo de um ano: a paróquia de S. Paio de Midões.

Por fim, em 2009, a seu pedido, e por razões de idade e de saúde, é dispensado da paroquialidade de S. Bento da Várzea.

A Arquidiocese de Braga, a família e as paróquias às quais serviu unem-se agora em oração e agradecem a Deus pelo seu ministério sacerdotal e pelo dom da sua vida.

Paz à sua alma!

Fonte: http://www.arquidiocese-braga.pt/

MORREU EDUARDO MENDEZ (DITO), DIRETOR DO GIL VICENTE FUTEBOL CLUBE

Câmara Municipal de Barcelos manifesta profundo pesar pelo falecimento de Eduardo Mendez (Dito)

A Câmara Municipal de Barcelos manifesta profundo pesar pelo falecimento, nesta quinta-feira, 3 de setembro de 2020, do atleta e Diretor Geral do Gil Vicente Futebol Clube, Eduardo José Gomes Cameselle Mendez (Dito).

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Neste momento de grande tristeza, a Câmara Municipal de Barcelos envia as mais sentidas condolências ao Gil Vicente Futebol Clube e, em especial, à família de Eduardo Mendez.

Mais conhecido por Dito, foi um grande atleta de futebol, modalidade na qual percorreu um caminho recheado de grandes momentos, como demonstram os 17 jogos ao serviço da principal seleção portuguesa futebol.

Natural de Barcelos, onde nasceu em 1962, iniciou o percurso como jogador com a camisola do Braga, seguindo-se passagens pelo Benfica, FC Porto, Vitória de Setúbal, Espinho, Gil Vicente, Torreense e Ovarense, onde terminou a carreira em 1995/96. Ganhou um campeonato e uma Taça de Portugal.

Foi treinador no Esposende, no Salgueiros, no Felgueiras, no Chaves, no Portimonense, no Ribeirão, no Moreirense, no juniores do Braga, no Varzim, no Famalicão e no Covilhã, este último na época 2018/19.

Foi comentador de futebol e decidiu voltar ao clube de coração, estreou-se em funções diretivas na estrutura do futebol profissional, ajudando o Gil Vicente no regresso à elite do futebol português.

Integrado na vida desportiva da cidade e do concelho de Barcelos, Eduardo Mendez (Dito) dignificou sempre o nome de Barcelos, tendo pautado a sua carreira e a sua vida por elevados valores e, nessa medida, é uma referência desportiva e de cidadania.

O talento de Dito sempre foi – e será – motivo de grande orgulho para Barcelos e para todos os barcelenses, pelo que o seu falecimento constitui uma perda irreparável para o desporto do nosso concelho.

FALECIMENTO DO DR. GONÇALO SAMPAIO FOI NOTÍCIA NO JORNAL “COMÉRCIO DO PORTO”

Sob o título “Uma figura notável da Ciência portuguesa / Prof. Gonçalo Sampaio / Faleceu, ontem, no Pôrto, o eminente naturalista e folclorista”, publicou o jornal “Comércio do Porto” na sua edição de 28 de Julho de 1937, a respectiva notícia necronológica.

Aquele periódico portuense destacou o nefando acontecimento, incluindo o retrato e biografia do Professor Gonçalo Sampaio. Refira-se que o ilustre minhoto era antigo professor catedrático da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.

Fonte: Arquivo da Universidade do Porto

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FALECEU FERNANDO CASTRO: ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA “OS LIMIANOS” ESTÁ DE LUTO!

Uma notícia que hoje recebi e me deixou triste: faleceu o Senhor Castro , com 84 anos de idade.

De seu nome completo " Fernando Jorge Vieira de Castro", veio para a nossa Vila, decorria o ano de 1967, como Gerente do Banco Borges & Irmão.

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Depressa se espalhou pela vila o comentário de que tinha sido jogador do Sport Comércio e Salgueiros, clube de nomeada da Cidade do Porto. A Direcção da A.D. “Os Limianos” de imediato se pôs a caminho no sentido de obter o seu concurso como Jogador - Treinador, mas as dificuldades surgidas na época não favoreciam esta decisão. Entendia a Direcção desse Banco que não era aconselhável o Gerente do Banco ser futebolista. Um pequeno aparte - como as coisas e conceitos mudam, pois ser futebolista na altura era um pouco desprestigiante.

Mas continuemos. altas figuras da sociedade limiana e do capital entraram em jogo e lá se conseguiu a devida autorização para que este digníssimo limiano jogasse e treinasse a equipa. Ainda me lembro que nesse verão fomos às Neves disputar um Torneio e o Castro, com o seu potente remate, encantou os presentes. Depois foi um caminhar de sucesso no Campeonato da Associação de Futebol de Braga, onde nos sagramos Campeões. Uma equipa da sua maioria de juniores do ano transacto que fizeram história.

Castro, um esquerdino nato, era portador dum remate muito violento e soube lidar com os jovens jogadores limianos duma forma exemplar. Por isso deixou saudades e sempre que visitava esta Vila lhe era dispensado um carinho especial. Sabemos receber bem quem de nós gosta.

O seu funeral será amanhã pelas 10 horas em Ermesinde. Espero estar presente, pela amizade e também pelo agradecimento que teve com o Clube do meu coração.

Que descanse em Paz.

Texto e foto: José Costa Lima

MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE CERVEIRA APROVA VOTO DE PESAR PELO FALECIMENTO DE RUI ESTEVES, PRESIDENTE DA JUNTA DE COVAS

O HOMEM, O POLÍTICO E O COVENSE: FALECEU O PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA DE COVAS

A Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira aprovou, por unanimidade, em reunião desta sexta-feira, um Voto de Pesar pelo falecimento do Senhor Rui Manuel de Sousa Esteves, Presidente da Junta de Freguesia de Covas, no concelho de Vila Nova de Cerveira, em funções desde 2009. Autarquia reconhece a obra edificada e a sua luta pela causa pública, agradecendo o trabalho e o mérito com que sempre e tanto dignificou o nome de Vila Nova de Cerveira.

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Rui Manuel de Sousa Esteves, nascido a 2 de março de 1954, em Covas, Vila Nova de Cerveira, faleceu esta sexta-feira, 26 de junho, vítima de doença prolongada, deixando um enorme vazio para quem o conhecia e lidava diariamente, quer no círculo de amigos, quer na vida profissional e política. Dedicou a sua vida à democracia, às causas humanitárias, sociais e desportivas, lutando pelos seus princípios e ideais através de um enorme espírito de iniciativa, sem receios de dar o primeiro passo.

Com um grande poder de oratória, Rui Manuel de Sousa Esteves era conhecido pelos discursos expressivos, fortes, improvisados e, muitas vezes, emotivos quando a causa era a sua terra e as suas gentes. Era um Homem que, como ele próprio se definia, “tinha o coração na boca” quando a luta e a defesa era a Freguesia de Covas e os Covenses, Vila Nova de Cerveira e os Cerveirenses.

Com formação jurídica tirada no Brasil e, posterior, equivalência reconhecida pela Ordem dos Advogados de Portugal, Rui Manuel de Sousa Esteves desempenhou vários cargos dando um enorme contributo em prol do desenvolvimento do concelho de Vila Nova de Cerveira, sempre com uma atitude séria, dinâmica e proativa.

Com grande intervenção na comunidade, Rui Manuel de Sousa Esteves dirigiu o Grupo de Jovens que, após o 25 de Abril de 1974 desempenhou uma importante ação na politização da população. Foi ensaiador do Grupo de Teatro de Covas, foi catequista e animador das celebrações religiosas, tocando órgão, desempenhou cargo de chefia no Agrupamento de Escuteiros de Covas e foi redator do Jornal Serra e Vale.

Na vida associativa ocupou os cargos de Vice-Presidente da Direção da Associação Humanitária dos Bombeiros de Vila Nova de Cerveira (1998-2000), de Presidente da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros de Vila Nova de Cerveira (2001-2012), de Presidente da Associação Desportiva de Campos, de Presidente de uma Comissão Administrativa do Clube Desportivo de Cerveira. Foi ainda mentor e fundador daquela quer era ‘a menina dos seus olhos’, a Unidade Local de Covas (ULC), um projeto pioneiro e único no distrito de Viana do Castelo, criado em 2010 pela Junta de Freguesia de Covas, tendo dado origem a uma associação com personalidade jurídica.

No percurso profissional, e antes de ter iniciado funções na Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira (2003), Rui Manuel de Sousa Esteves liderou o ‘Cerveira Fraterna – Projeto de Luta Contra a Pobreza’ (1997 – 2002) e assumiu o cargo de primeiro Coordenador da Rede Social de Vila Nova de Cerveira (2002).

Na política, Rui Manuel de Sousa Esteves destaca-se o vasto currículo ao serviço da causa pública: foi fundador do primeiro movimento independente de Cerveira, o CAPI - Covas Ação Política Independente, foi deputado da Assembleia de Freguesia de Covas e da Assembleia Municipal de Vila Nova de Cerveira, e líder da bancada do Partido Socialista. Em 2009-2013 e 2013-2107 foi eleito Presidente da Junta de Freguesia de Covas pelo Partido Socialista e, após reativação dos movimentos independentes, foi reeleito Presidente da Junta de Freguesia de Covas, como independente, no mandato autárquico de 2017-2021, estando, atualmente, a exercer à data o terceiro mandato e, por inerência, foi e ainda era membro da Assembleia Municipal de Vila Nova de Cerveira.

FALECEU RUI ESTEVES, PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA DE COVAS EM VILA NOVA DE CERVEIRA

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Acabamos de receber a nefasta notícia do falecimento do Presidente da Junta de Freguesia de Covas, Vila Nova de Cerveira, sr. Rui Manuel de Sousa Esteves.

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“Vitima de doença, faleceu hoje Rui Manuel de Sousa Esteves, que há cerca de 11 anos presidia à Junta de Freguesia de Covas.

Dedicou grande parte da sua vida ao bem comum, tendo exercido cargos de dirigismo nas mais diversas vertentes da sociedade covense e cerveirense.

Para além de Presidente da Junta de Freguesia de Covas - cargo que exercia à data do seu óbito - no raiar da sua juventude foi um grande dinamizador do associativismo, tendo dirigido o Grupo de Jovens que logo a seguir ao 25 de Abri de 1974 tão importante ação teve na politização da população.

Foi ensaiador do Grupo de Teatro de Covas. Foi catequista e animador das celebrações religiosas, tocando orgão.

Desempenhou cargo de chefia no Agrupamento de Escuteiros de Covas. Foi redator do Jornal Serra e Vale.

Foi responsável pelo Projeto Social "Cerveira Fraterna". Exerceu cargos de relevância na Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Cerveira, bem como no Clube Desportivo de Cerveira e na Associação Desportiva de Campos.

Foi deputado da Assembleia de Freguesia de Covas e da Assembleia Municipal de Vila Nova de Cerveira, e líder da bancada do PS. Mas a menina dos seus olhos era a ULC - Unidade Local de Covas, que fundou à cerca de 10 anos, tornando-se pioneira na vertente da proteção civil em Portugal.

Muito mais há para dizer de todo o trabalho desenvolvido pelo Rui Esteves, durante os seus mandatos enquanto Presidente da Junta, mas de momento as lágrimas da saudade não me deixam continuar a escrever.

ATÉ SEMPRE PRESIDENTE! ATÉ SEMPRE QUERIDO AMIGO! COVAS E CERVEIRA AGRADECEM A TUA DEDICAÇÃO E O TEU TRABALHO. DESCANSA EM PAZ!”

- João Caldas

MORREU ACTOR PEDRO LIMA

 

Ator Pedro Lima encontrado morto na praia do Abano em Cascais

Artista tinha cinco filhos e estava numa relação com Anna Westerlund. Companheira deu o alerta para o desaparecimento.

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O ator Pedro Lima de 49 anos, conhecido por participar em várias novelas, foi encontrado morto este sábado na praia do Abano em Cascais, avança a TVI 24.

Segundo apurou o CM, o ator estava desaparecido há dois dias e o alerta foi dado pela companheira, Anna Westerlund.

O alerta para a ocorrência foi dado cerca das 08h36 e no local estão 25 operacionais apoiados por 7 viaturas.

Recorde-se que Pedro Lima é pai de cinco filhos e estava a gravar uma novela para a TVI. Planeava casar-se no próximo ano com Anna Westerlund.

A TVI já reagiu à morte do ator

"O Pedro Lima partiu. Uma partida inesperada e brutal. É um dia chocante que abre uma tormenta de emoções e deixa um pesar enorme entre todos. Todos, sem exceção. A TVI endereça à família, neste momento de dor imensa, sentidas condolências. O Pedro era um dos mais versáteis atores da sua geração. E um operário desta indústria, no cinema , no teatro e na televisão. Sempre disponível, sempre afável, sempre pronto para trabalhar. A sua relação com a TVI tinha mais de duas décadas, mas cada projeto parecia ser sempre o primeiro.

Cuidava e afeiçoava-se de forma única às suas personagens .Foi assim que recebeu o regresso do Tristão, da série Espírito Indomável, lançada a partir da novela com o mesmo nome, e que é seu papel mais marcante neste trajeto intenso e longo na ficção nacional onde está desde a primeira hora. Neste momento dava corpo a Gonçalo Macedo na novela Amar Demais, cujas gravações foram recentemente retomadas. Era um companheiro e um amigo de todos, admirado pela sua simplicidade e capacidade de trabalhar em equipa. Todas as mortes são uma perda, mas esta é especialmente dolorosa pelo que deixa para trás. Saibamos honrar a sua memória e o seu exemplo", pode ler-se.

Fonte: https://www.cm-tv.pt/

FALECEU A VIMARANENSE MARTA MENDES, RELIGIOSA DA ALIANÇA DE SANTA MARIA

A 17 de Maio, aos 35 anos de idade e na sequência de uma hemorragia cerebral ocorrida a 13 de Maio, faleceu a irmã Marta Mendes, religiosa da Aliança de Santa Maria, congregação com presença em Fátima desde há anos.

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Nascida em Guimarães, a 29 de Outubro de 1984, a irmã Marta pertencia à Congregação da Aliança de Santa Maria, desde o dia 1 de Janeiro de 2006, tendo professado os seus votos perpétuos a 21 de Novembro de 2015, em Fátima.

Licenciada em Ciências Religiosas pela Universidade Católica Portuguesa, a irmã Marta encontrava-se a terminar o mestrado em Discernimento Vocacional e Acompanhamento Espiritual na Escola de Formadores de Salamanca.

A maior parte do seu serviço à Igreja foi orientado para o trabalho pastoral juvenil e vocacional da sua congregação nas dioceses onde residiu, nomeadamente, Aveiro, Lisboa e Leiria-Fátima. Actualmente, era Mestra de Noviças e fazia parte do Governo-Geral da Aliança de Santa Maria.

“Damos graças a Deus pelo dom que a Irmã Marta foi para a sua família, para a nossa Congregação, para a Igreja e para tantos e tantas que com ela se cruzaram e foram tocados pela sua vida. Estamos certas de que o testemunho do seu amor a Deus, o Amado do seu coração, continuará a iluminar a nossa caminhada de fé”, testemunham as irmãs da Aliança de Santa Maria, que agradecem “todos os gestos de presença amiga e de conforto na fé que nos têm chegado e que também nos sustentam nesta hora”.

Fotografia enviada pela congregação ASM / Fonte: https://www.noticiasdefatima.pt/