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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CABECEIRAS DE BASTO: FALECEU ADRIANO VALENTE PEREIRA – NATURAL DE ARCO DE BAÚLHE – DINÂMICO CIDADÃO PELAS CAUSAS DO SEU CONCELHO

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Nota de Pesar

Adriano Valente Pereira

1962 - 2021

É com profundo pesar que a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto tomou conhecimento da morte ocorrida hoje, dia 5 de maio, do ilustre cidadão arcoense e cabeceirense Adriano Valente Pereira.

Natural do Arco de Baúlhe, Adriano Valente era um homem bom que dedicou a sua vida ao Arco de Baúlhe e às suas gentes como autarca – exercia atualmente o cargo de Secretário da Junta de Freguesia do Arco de Baúlhe e Vila Nune – e como cidadão empenhado em muitas causas públicas e comuns aos cabeceirenses em geral e, muito particularmente, aos arcoenses através da sua participação nas atividades da Paróquia de S. Martinho do Arco de Baúlhe ou da Comissão de Festas da Senhora dos Remédios da qual era Presidente.

A morte prematura e nefasta do cidadão Adriano Valente, aos 58 anos de idade, deixa-nos a todos consternados.

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto exprime as mais sentidas condolências à esposa, filha e demais familiares e amigos.

A partida do amigo Adriano Valente representa para o Arco de Baúlhe e para Cabeceiras de Basto uma perda irreparável.

FALECEU O MELGACENSE ALBERTO PEREIRA DE CASTRO – FOI PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE VALENÇA.

Município de Valença decretrou luto municipal

O Município de Valença decretou um dia de luto municipal pela morte do antigo presidente da Câmara Major Alberto Pereira de Castro que, apurou a Rádio Vale do Minho, irá cumprir-se esta quarta-feira.

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Conforme noticiou a Rádio Vale do Minho, morreu esta terça-feira, aos 80 anos de idade, o Major Alberto Magno Pereira de Castro, antigo presidente da Câmara Municipal de Valença e antigo colaborador da Rádio Vale do Minho.

Alberto Castro nasceu em Melgaço em 16 de Agosto de 1940.Em 1966, cumprido o serviço militar obrigatório, com uma Comissão em Angola, ingressou na Guarda Nacional Republicana, tendo sido transferido para Valença em Novembro do mesmo ano com destino ao Comando da Secção, onde permaneceu até 1986.

Em Dezembro deste ano, assume o Comando interino da Companhia de Viana do Castelo, optando pela continuação nesta Unidade, como Adjunto do Comando e depois como Comandante da Companhia até 1992, data em que, terminando o Curso de Promoção a Oficial Superior da GNR no Instituto de Altos Estudos Militares, é colocado em Lisboa.

Por motivos de ordem familiar, passa à situação de Reserva, fixando-se definitivamente em Valença. No ano seguinte concorre nas Eleições Autárquicas, como Independente pelo PSD, à Presidência da Câmara local tendo sido eleito, cumprindo o mandato de 1993-1997.

Já na situação de Reforma exerceu o cargo de Presidente da Direção e do Conselho Fiscal da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Alto Minho e de Presidente do Conselho Fiscal da Santa Casa de Misericórdia de Valença.

Foi Presidente daAssociação de Valença do Minho dos Amigos do Caminho Português de Santiago, de que foi co-fundador em 1995, no final do estudo, com outras individualidades, desta via de peregrinação a Compostela.

Até ao momento, desconhece-se ainda a data e local onde irão decorrer as cerimónias fúnebres.

Fonte: https://www.radiovaledominho.com/

IN MEMORIAN FERNANDO CRUZ GOMES

  • Crónica de Daniel Bastos

No decurso da semana passada assinalaram-se os 82 anos do nascimento de Fernando Cruz Gomes, saudoso decano dos jornalistas da comunidade portuguesa no Canadá, falecido em 2018, e que era um dos rostos mais conhecidos da numerosa prole luso-canadiana que vive e trabalha em Toronto.

Natural da vila de Pampilhosa da Serra, no distrito de Coimbra, Fernando Cruz Gomes, iniciou nos finais dos anos 50 a sua vida profissional como jornalista, no vetusto “Primeiro de Janeiro”, um jornal diário que se publicou na cidade do Porto. Mas foi em solo africano, mais concretamente em Angola, antiga província ultramarina portuguesa, onde residiu durante 25 anos, que o seu trabalho jornalístico ganhou amplitude e profundidade, através do desempenho de funções em diversos meios de comunicação, jornais e rádios, como o "ABC Diário de Angola", a "Rádio Eclésia", no diário de Luanda "O Comércio", "A Província de Angola" (atual “Jornal de Angola”), no "Rádio Clube de Benguela" e na "Emissora Oficial de Angola".

No início da Guerra do Ultramar em Angola, a 15 de março de 1961, Fernando Cruz Gomes, chegou a acompanhar sozinho os combates entre as Forças Armadas Portuguesas e os Movimentos de Libertação deste território da costa ocidental de África. Durante o seu percurso jornalístico por terras africanas, o profissional de comunicação social, foi ainda presidente da secção de Angola do Sindicato Nacional de Jornalistas, onde se manteve até finais de 1974.

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O historiador Daniel Bastos (esq.), cujo percurso tem sido alicerçado no seio das Comunidades Portuguesas, entrevistado em 2014 pelo jornalista Fernando Cruz Gomes (dir.) na Galeria dos Pioneiros Portugueses em Toronto

 A sua chegada ao Canadá ocorreu em 1975, ano do conturbado processo de descolonização. Na nova pátria de adoção, foi fundador e diretor de jornais comunitários, como "Popular", "Comércio", "Mundo", “ABC Portuguese Canadian Newspaper” e "A Voz", e editor e repórter na CIRV Rádio e na FPTV.

As suas multifacetadas funções jornalísticas em Toronto, inclusive de correspondente durante vários anos da Lusa, foram fundamentais para a promoção e conhecimento da língua, cultura e pulsar da comunidade luso-canadiana. E estiveram na base do justíssimo reconhecimento de que foi alvo em 2014, com a atribuição da Ordem do Infante D. Henrique pelos serviços relevante que prestou à pátria de Camões.

A vida e obra de Fernando Cruz Gomes, que se encontram vertidas no livro Um Homem Novo Por entre os horrores da guerra, cuja edição a título póstumo em 2019 constituiu uma homenagem sentida da família e da comunidade portuguesa em Toronto, recordam a citação afetuosa do escritor brasileiro Coelho Neto: “a saudade é a memória do coração”.

MUNICÍPIO ARCUENSE EMITE NOTA DE PESAR PELO FALECIMENTO DO REVERENDO PADRE JOAQUIM PEREIRA

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Nota de pesar pelo falecimento do Reverendo Padre Joaquim da Silva Pereira

A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez expressa publicamente o seu profundo pesar pelo desaparecimento do Reverendo Padre Joaquim da Silva Pereira, figura que se demarcou pelo seu trabalho em prol da comunidade.

A Câmara Municipal apresenta as sentidas condolências à Diocese de Viana do Castelo, ao arciprestado de Arcos de Valdevez, à família e aos paroquianos da União de Freguesias de Jolda Madalena e Rio Cabrão e da Freguesia de Jolda S. Paio.

João Manuel Esteves

Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez

FALECEU O PADRE JOAQUIM PEREIRA - PÁROCO DE S. PAIO DE JOLDA EM ARCOS DE VALDEVEZ

É com tristeza que comunicamos o falecimento do Pe. Joaquim da Silva Pereira, de 74 anos, antigo professor da Escola Básica António Feijó, Ponte de Lima.

Era pároco de Jolda, São Paio, Jolda Madalena e Rio Cabrão, em Arcos de Valdevez. Nasceu a 15 de março de 1947 e foi ordenado a 16 de setembro de 1973.

Fonte: Ponte de Lima Notícias / Foto: Diocese de Viana do Castelo

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FALECEU O CANTADOR GONÇALVES DE GUIMARÃES

Morreu Gonçalves de Guimarães, um dos mais antigos cantadores ao desafio do país

Morreu Joaquim Gonçalves, figura carismática no cancioneiro popular minhoto através da desgarrada e do cantar ao desafio. O anúncio foi feito esta noite pela filha, através das redes sociais, e multiplicaram-se as homenagens dos nomes mais conhecidos da área como Augusto Canário ou Pedro Cachadinha.

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Conhecido pelo nome artístico de Gonçalves de Guimarães, o cantador era presença habitual em feiras e romarias um pouco por todo o Minho, assim como em outras regiões do país onde deixa muitos amigos ligados à música. Alguns dos últimos registos em vídeo de Gonçalves de Guimarães em romarias passaram-se na Feira dos 20, em Prado, Vila Verde, no ano de 2017.

Augusto Canário lamentou a morte do amigo através das redes sociais: “Mais do que exaltar os seus dotes e os seus feitos de distinto cantador, importa neste momento, apresentar sentidas condolências à família, aos amigos mais chegados e à ‘família dos CANTARES AO DESAFIO”.

“A ele, que tanto cantou os Santos e o Sagrado, que Deus tenha em sua presença. Até um dia, AMIGO GONÇALVES”, pode ler-se na publicação.

Também Pedro Cachadinha, de Ponte de Lima, marcou o momento com uma publicação onde desejou um eterno descanso a “um dos mais velhos cantadores ao desafio” do país.

De acordo com fonte da família, o funeral realiza-se na terça-feira, a partir das 17:30, na Igreja de S.Tiago de Candoso, em Guimarães.

Fonte: https://ominho.pt/

FALECEU ARMANDO ROCHA – NATURAL DE PÓVOA DE LANHOSO – FOI UM DOS MAIS PRESTIGIADOS DIRECTORES E ENSAIADORES DO RANCHO FOLCLÓRICO DA CASA DO MINHO EM LISBOA

Acabamos de tomar conheceimento do falecimento na semana passada de Armando Rocha, um prestigiado folclorista que foi durante muito tempo director e ensaiador do Rancho Folclórico da Casa do Minho, em Lisboa.

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Natural da Póvoa de Lanhoso, Armando Rocha viveu em Angola, tendo estado ligado à Casa do Minho em Luanda.

O Rancho Folclórico da Casa do Minho foi constituído em 3 de Setembro 1943, no seio daquela agremiação regionalista à época denominada Casa de Entre-o-Douro-e-Minho. Entretanto, mudanças sociais e políticas que se verificaram e também o inesperado desaparecimento do grande obreiro da Casa do Minho, o jornalista Artur Maciel, levaram a um prolongado interregno da actividade do rancho folclórico.

Ultrapassada a fase mais atribulada que o país viveu, eis que nos finais da década de setenta do século passado, o Rancho Folclórico da Casa do Minho retoma a sua actividade sob a batuta experiente de um lanhosense conhecido e estimado pelos minhotos radicados em Lisboa – o Armando Rocha.

Os minhotos radicados na região de Lisboa vêm agora partir um conterrâneo dos que foi por eles sempre mais estimado, apesar de se encontrar desde há muito tempo retirado na sua terra natal.

FALECEU ÁLVARO AMORIM - DEPUTADO MUNICIPAL EM ARCOS DE VALDEVEZ ELEITO PELO CDS-PP

O deputado municipal do CDS-PP, Álvaro Amorim, faleceu o dia de hoje, 29 de março. Tinha 50 anos.

O centrista exerceu funções como deputado na Assembleia Municipal de Arcos de Valdevez durante 10 anos e até à data, integrou todos os órgãos concelhios do CDS-PP no concelho arcuense. Foi secretário da mesa do plenário distrital de Viana do Castelo e, por diversas vezes, congressista.

Fonte: https://www.pasquimdavila.pt/

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FALECEU JOSÉ MARIA RODRIGUES - ANTIGO VICE-PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE BARCELOS

Condolências pela morte de José Maria Rodrigues, antigo Vice-Presidente da Câmara Municipal

A Câmara Municipal de Barcelos expressa o seu mais profundo pesar pelo falecimento de José Maria Ribeiro Rodrigues, antigo Vice-Presidente da Câmara Municipal e Deputado Municipal.

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José Maria Ribeiro Rodrigues, economista, foi Vice-Presidente da Câmara Municipal de Barcelos no mandato de 1989/1993, Vereador entre 1993 e 2001, Presidente Comissão de Festas das Cruzes e Deputado Municipal no mandato actual 2017/2021.

No desempenho das suas funções políticas, mas também nas causas sociais em que se envolveu ao longo da sua vida, José Maria Rodrigues dedicou-se de forma leal e abnegada, sendo reconhecido por todos a sua disponibilidade para com a comunidade.

Afável e de grande dedicação à causa pública, soube sempre transpor as diferenças de opinião e partilhar com os demais as preocupações acerca do desenvolvimento local.

De José Maria Rodrigues fica a memória das suas qualidades humanas inspiradoras e o desejo, que sempre cultivou, de querer o melhor para os barcelenses.

A Câmara Municipal homenageia a sua memória e expressa sentidas condolências à família, amigos e às entidades às quais estava ligado.

FALECEU JOAQUIM DA BOAVISTA – O CANTADOR DO RANCHO FOLCLÓRICO DAS LAVRADEIRAS DE OLEIROS (PONTE DA BARCA) – UMA REFERÊNCIA DO ALTO MINHO!

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Partiu o Oleirense Joaquim Pereira Gonçalves, Quim da Boavista! Uma voz marcante do Rancho Folclórico das Lavradeiras de Oleiros e do Alto Minho no âmbito do Folclore!

A Junta de Freguesia de Oleiros informa, com pesar, que faleceu o Sr. Joaquim Pereira Gonçalves.

O Sr. Joaquim, mais conhecido por Quim da Boavista, é uma das maiores vozes folclóricas conhecidas. Foi um dos Fundadores do Rancho Folclórico das Lavradeiras de Oleiros, tendo sido cantador do mesmo grupo durante cerca de 50 anos e, ainda, presidente do mesmo na década de 90.

Quim da Boavista, deixa no arquivo do Rancho da nossa terra um valor incalculável a nível de património cultural imaterial, com diversos registos fónicos: discos de vinil, cassetes e a sua participação com uma música no CD em 2015, a convite do grupo como homenagem por todo o trabalho desenvolvido.

A sua forma de cantar, presença, alegria e paixão pelas nossas tradições eram marcantes, contagiantes, brotavam de forma natural, e a sua memória irá perdurar no tempo!

Neste momento de dor e constrangimento, a Junta de Freguesia manifesta, à família, as mais sentidas condolências e pesar.

As cerimónias fúnebres realizam-se hoje, quinta-feira, dia 25 de fevereiro, pelas 15h, na Igreja Paroquial de Oleiros, que seguirão todas as recomendações da DGS.

Junta de Freguesia de Oleiros / Ponte da Barca

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FALECEU O MAESTRO JOSÉ ATALAYA - ERA CASADO COM UMA FAFENSE!

Faleceu o Maestro José Atalaya aos 93 anos

Faleceu durante o fim-de-semana o Maestro José Atalaya, aos 93 anos. Com uma vida dedicada à música, o maestro acabou por se ligar a Fafe por força do casamento com uma fafense, oriunda de Fareja, e foi por esta ligação a Fafe que foi criada a academia com o seu nome, em 1998, com o apoio da Câmara Municipal de Fafe.

Os últimos anos de vida foram passados entre Lisboa e Fafe. Uma perda enorme para a cultura portuguesa.

Fonte: Notícias de Fafe

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Foto: Wikipédia

PADRE RICARDO BARBOSA – NATURAL DE PAREDES DE COURA – FOI O CAPELÃO MILITAR QUE PRESIDIU ÀS CERIMÓNIAS FÚNEBRES DO TENENTE-CORONEL MARCELINO DA MATA

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Foto: Cecília Pereira

Mas quem é o padre Ricardo Barbosa? Nascido na freguesia de Parada, no dia 23 de Outubro de 1990 (completa 30 anos no dia 24 de Outubro), foi ordenado a 9 de Novembro de 2014, seis anos de sacerdócio pautados por alguma inquietude e irreverência, bem patentes nas mudanças frequentes de paróquias e/ou funções.

No início do seu percurso sacerdotal assumiu cinco paróquias de Ponte de Lima (Arcozelo, Bertiandos, Santa Comba, Sá e Refoios do Lima), passando depois a capelão do Regimento de Cavalaria n.º 6, em Braga, vindo a acumular depois, durante cerca de ano e meio, funções naquele regimento com o de vigário da paróquia de Nossa Senhora de Fátima, no alto da Santa Luzia, em Viana do Castelo.

Em 2019, foi convidado a acompanhar o primeiro batalhão de infantaria paraquedista na República Centro-Africana durante cinco semanas, por altura do Natal, essa experiência em África valeu-lhe o convite para ingressar como capelão na tropa de elite dos Comandos, função que desempenha actualmente.

Fonte: https://noticiasdecoura.com/

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FALECEU O PADRE AVELINO VIEIRA CARDOSO - ERA NATURAL DE GUIMARÃES

O Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, apresenta as mais sentidas condolências à família do Padre Avelino Vieira Cardoso, que faleceu esta segunda-feira, 8 de fevereiro.

O Padre Avelino deixou uma marca profunda na sua freguesia natal, Ronfe, onde nasceu a 16 de setembro de 1931, expressando um grande espírito humanista e de ajuda aos mais vulneráveis. Foi ordenado sacerdote a 14 de julho de 1957. De 1966 a 1969 foi assistente da Ação Católica Portuguesa em França, onde viveu importantes acontecimentos sociais que marcaram a sua personalidade de homem livre e interventor.

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FALECEU MARIA DA CONCEIÇÃO SOUSA – FIGURA ÍMPAR DO ASSOCIATIVISMO E DO FOLCLORE DE PAREDES DE COURA!

No espaço de um mês, a Associação Cultural Recreativa Desportiva de Paredes de Coura (ACRDPC) perdeu mais um fundador.

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Partiu para a eternidade a prestimosa Maria da Conceição Rodrigues de Sousa, "Maria Naipeira", sócia fundadora da Associação Cultural em 1976, várias vezes sua diretora, e sempre disponível para colaborar, quer fosse em cortejos e representações, quer em recolhas das tradições, quer na confeção de refeições aquando das deslocações do Grupo Etnográfico e dos eventos da ACRDPC. Integrou ainda o Grupo Coral da ACRDPC (inativo desde meados dos anos 80 do século XX). Entregou diversas peças para compor o espólio da nossa coletividade.

A Maria Naipeira fez parte do extinto Grupo Folclórico de Paredes de Coura (Miguel Dantas), do qual o Grupo Etnográfico se considera descendente.

Serviu entre outras instituições, a Igreja, quer como zeladora do altar-mor, quer como coralista dedicada e assídua.

Profissionalmente foi cozinheira requintada, em casas da especialidade e até à reforma na antiga escola preparatória e na escola secundária.

A Maria Naipeira foi um exemplo na causa do associativismo e de trabalho em prol da cultura courense.

Descansa em paz Maria!

FALECEU O CÓNEGO JOSÉ MARQUES – ERA NATURAL DE MELGAÇO!

Faleceu, aos 83 anos, o Cónego José Marques.

Nascido a 11 de Agosto de 1937 em Rouças, Melgaço, prosseguiu os estudos – após a instrução primária – no Seminário de Braga, sendo ordenado sacerdote na Sé Catedral a 15 de Agosto de 1961.

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A partir de Outubro desse ano e até Setembro de 1970 serviu como prefeito no Seminário Conciliar de S. Pedro e S. Paulo. Foi nomeado cónego em 1987, sendo entre Outubro de 1990 e Janeiro de 2000 mestre-escola do Cabido Metropolitano e Primacial Bracarense.

Entre Fevereiro de 1989 e Outubro de 1990 foi director do Instituto de História e Arte Cristã e, por extensão, do Arquivo Arquidiocesano. Embora nunca tenha sido nomeado pároco, foi, durante três décadas, uma presença assídua na Basílica dos Congregados, quer presidindo à Eucaristia, quer concelebrando.

O Cónego José Marques tem uma importante obra de investigação a respeito da história religiosa de Portugal, mais especificamente do Norte do país durante a Idade Média.

O percurso na área da História inicia-se em 1969, quando inicia a licenciatura na Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP), que conclui em 1974, especializando-se depois, em 1976, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, como bibliotecário-arquivista.

Em 1982 realizou provas de doutoramento na FLUP com a tese "A Arquidiocese de Braga no século XV", sendo director da Faculdade entre 1982 e 1985. Ascendeu a professor catedrático após realizar as provas de agregação em 1989/90. Aposentou-se em 2003.

Foi fundador do Curso de Especialização em Ciências Documentais da FLUP, que coordenou até 2003 e coordenador, até Fevereiro desse ano, da sua Secção de Ciências Documentais.

Coordenou ainda a Revista da Faculdade de Letras entre 1984 e 1988 e foi membro do Instituto Galaico-Minhoto, do Centro de História da FLUP (do qual foi co-fundador em 1982), da Real Academia de la Historia de Madrid, das Sociedades de Estudos Medievais portuguesa (sócio fundador desde 1985) e espanhola, do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, da Comission Internationalle de Diplomatique (membro desde Outubro 1986, seu vice-presidente em 2008), e do Comité International de Paléographie Latine (desde 1989).

O Cónego José Marques será sepultado no cemitério de Braga. A cerimónia exequial será de carácter reservado à família e ao Cabido.

A Arquidiocese de Braga, a família e as comunidades às quais serviu unem-se agora em oração e agradecem a Deus pelo seu ministério sacerdotal e pelo dom da sua vida.

Paz à sua alma!

Fonte: https://www.arquidiocese-braga.pt/

VIEIRA DO MINHO DECRETA LUTO MUNICIPAL

3 dias de Luto Municipal pelo falecimento do Prof. João Costa

Foi com enorme consternação e pesar que o Município de Vieira do Minho tomou conhecimento do falecimento do ex-presidente da Câmara Municipal, Prof. João Araújo Costa.

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O Prof. Costa nasceu em 30 de Setembro de 1920 na freguesia do Mosteiro.

Foi Professor Primário, desempenhou o cargo de Delegado Escolar de Vieira do Minho, Presidente da Cooperativa Agrícola e Presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho entre 1980 e 1989.

Recorde-se que que a Câmara Municipal condecorou o professor João Araújo Costa com a Medalha de Honra do Município, Grau Ouro no passado mês de Novembro, por altura do dia do Município.

À família do Prof. João Costa, o presidente do Município de Vieira do Minho, António Cardoso, endereça as mais sentidas condolências, decretando três dias de luto municipal, com a colocação da bandeira do município a meia haste.

Por esta altura ainda não há informações sobre o dia do funeral.

FALECEU O ARQUITETO FERNANDO MEIRELES: CONHECIDA FIGURA VIANENSE

  • Crónica de Gonçalo Fagundes Meira

Faleceu no Porto, no Hospital de São João, onde tinha sido submetido a uma delicada operação. Fernando Meireles era um Arquiteto bem conhecido na nossa cidade, já que fez projetos para várias obras publicas e particulares; mas destacava-se mais como cidadão elevado, cortês e de educação esmerada.

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Já afastado da arquitetura, Fernando Meireles passou a dar expressão a um sentimento artístico que sentiu desde sempre. É desta forma que surgem as suas exposições de pintura em Viana e fora de Viana, individuais e coletivas. Na nossa cidade, nas galerias da Casa Melo Alvim, Santa Casa da Misericórdia de Viana, Fundação da Caixa Agrícola, Ordem do Médicos, particularmente, Fernando Meireles teve oportunidade de apresentar trabalhos sempre com variantes. Daí ele confessar o seu experimentalismo e a sua insatisfação em relação ao que fazia. Dizia-se um amante da arte e isso era bem patente nos seus trabalhos, pela temática, que contrariava em cada mostra, pela segurança que manifestava em cada trabalho e pelo equilíbrio das cores, pouco variadas. Apostava muito na técnica e no recurso à colagem.

Pintava permanentemente, porque para além de gostar da pintura, dizia que só sabia trabalhar e que para ele parar era mesmo morrer. Aliás, afirmava sempre na abertura das suas exposições, que se não fosse a arte, agora reformado, não sabia como haveria de se ocupar. Há algum tempo visitámo-lo em casa, porque nos prometeu um quadro para a exposição solidária do SCV. Mandou escolher dos muitos que tinha. Quando lhe perguntamos se nos dava a liberdade de escolher o que entendíamos como melhor, deu uma gargalhada e, de braços abertos, anuiu, dizendo que sim com a cabeça.

Foi o último dos muitos gestos bonitos que praticava. Falamos de projetos para novas exposições, logo que nos libertássemos desta maldita pandemia, mas já não será possível. Ficará bem uma exposição de homenagem dos bastantes quadros que deixou. Tem a palavra a família, a quem apresentamos sentidas condolências.

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Imagens da última exposição de Fernando Meireles, realizada na Galeria da Ordem dos Médicos em Viana, no primeiro trimestre de 2020