Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

FAMALICENSES CONVERSAM NO MUSEU

"Conversa no Museu" da Educação debate o tema "A Biblioteca na Escola" na terça-feira, 18 de Dezembro

A próxima terça-feira, 18 de Dezembro, leva ao Museu da Educação mais um conversa informal que, este mês, será dedicada ao tema “A Biblioteca na Escola”. Será a última conversa de 2018.

FB-MUSEU-DEZ-02-02

Na sessão, vai ser feita uma reflexão sobre o historial, potencialidades e constrangimentos das bibliotecas escolares, a rede de bibliotecas escolares, actividades de promoção da leitura, entre outros temas.

Nesta conversa, estarão presentes professores-bibliotecários dos vários estabelecimentos de ensino de Fafe, a Bibliotecária Municipal e o Coordenador Interconcelhio da Rede de Bibliotecas Escolares, entre outras individualidades.

Recorde-se que, ao longo deste ano, o Museu da Educação, localizado na freguesia de S. Martinho de Silvares, é palco de diversas Conversas, com temas e convidados distintos, sempre em torno da temática educativa, numa iniciativa do Município de Fafe, com o apoio da Junta de Freguesia local, no sentido de dinamizar este espaço museológico inaugurado em Junho de 2017.

A conversa tem início marcado para as 18h00 e é aberta ao público.

BARCELOS VAI TER MUSEU DO DESIGN PORTUGUÊS

Câmara assinou ontem protocolo para receber em depósito Coleção Paulo Parra

A Câmara Municipal de Barcelos aprovou, em reunião ordinária de 16 de novembro, o acordo de colaboração com o colecionador Paulo Parra, cujo acervo integra um património único no design português, para o depósito da sua coleção privada, por onze anos, na Casa Conde de Vilas Boas, edifício que será recuperado e adaptado para a criação do Museu do Design Português.

IMG_7604

Ontem, 19 de novembro, o Presidente da Câmara Municipal, Miguel Costa Gomes, e o proprietário da coleção, Paulo Parra, assinaram o respetivo protocolo nos Paços do Concelho.

A “Coleção Paulo Parra” conta com cerca de 500 peças que constituem produtos de referência de empresas de enorme importância histórica, como a Vista Alegre, Electrocerâmica, Porcelanas de Coimbra, Bordalo Pinheiro, Oliva, Hipólito, TAP, entre muitas outras empresas nacionais.

Trata-se de um património artístico único na história do design, inovação e tecnologia portuguesas, pelo que o seu valor, embora difícil de quantificar, dado não existirem referências nacionais ou internacionais, que possibilitem uma comparação, pela sua qualidade única, se estima em valor nunca inferior a um milhão de euros.

O valor das prestações anuais será nos primeiros dois anos de 15 mil euros e nos anos seguintes de 35 mil euros.

Desta forma, o Município dá um importante contributo para um maior conhecimento do estudo do design português, proporcionando e privilegiando uma forte relação com a Escola Superior de Design do IPCA, à qual cedeu um emblemático edifício: a Escola Gonçalo Pereira.

É, portanto, de grande interesse para Barcelos, no âmbito de Cidade Criativa da UNESCO e Cidade Educadora, acolher um património como o da Coleção Paulo Parra, como notam os pareceres de Luís Braga da Cruz, ex-Ministro da Economia, ex-presidente da CCDR-Norte e professor catedrático convidado da Faculdade de Engenharia da Faculdade do Porto, e de Paula Tavares, Diretora da Escola Superior de Design do IPCA.

“Concluo que esta iniciativa da Câmara Municipal de Barcelos me parece muito oportuna e útil, não só para o seu concelho como para o desenvolvimento social, cultural e económico da Região Norte e do País”, defende Braga da Cruz.

Por seu turno, Paula Tavares considera que, para a Escola Superior de Design do IPCA, é “uma mais-valia esse acervo habitar em Barcelos”, porque possibilitará “sinergias e um conhecimento aprofundado, por parte da comunidade barcelense, da vitalidade e importância do design para a indústria contemporânea”.

Paulo Parra tem uma carreira multifacetada como designer, professor e colecionador. Com trabalhos nas áreas de Design de Produto, Transportes e Arquitetura, Design de Exposições, Design de Comunicação e Interfaces e Design Estratégico, desenvolveu ainda atividades como curador, museologista, pesquisador e conferencista.

IMG_7594

FAFENSES CONVERSAM NO MUSEU

"Conversas no Museu" da Educação debatem o tema "Comunicar na Escola"

Amanhã, 20 de Novembro, o Museu da Educação acolhe  mais um conversa informal que, este mês, será dedicada ao tema “Comunicar na Escola”.

2. ESCOLA DEOLINDA LEITE

Na sessão, vai ser feita uma reflexão sobre as várias iniciativas relacionadas com Comunicação desenvolvidas pelas Escolas, ora através de Jornais, Rádios Escolares ou revistas informativas.

Nesta conversa, estarão presentes professores dos vários estabelecimentos de ensino de Fafe, ligados aos projectos de jornalismo escolar.

Recorde-se que, ao longo deste ano, o Museu da Educação, localizado na freguesia de S. Martinho de Silvares, é palco de diversas Conversas, com temas e convidados distintos, sempre em torno da temática educativa, numa iniciativa do Município de Fafe, com o apoio da Junta de Freguesia local, no sentido de dinamizar este espaço museológico inaugurado em Junho de 2017.

A conversa tem início marcado para as 18h00 e é aberta ao público.

TERRAS DE BOURO APRESENTA NÚCLEO MUSEOLÓGICO DE CAMPO DE GERÊS

Caminhada e visita ao Núcleo Museológico de Campo do Gerês

No âmbito da realização do Fórum das Vias Romanas na Europa, que decorreu em Braga, no Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, teve lugar a 16 de Novembro uma visita a Terras de Bouro do grupo de especialistas internacionais participantes no fórum e que constituem a Associação ITER ROMANUM.

CAPA

Além da caminhada na Mata da Albergaria, percurso que foi acompanhado e guiado pelo Dr. José Carlos Pires, a quem, desde logo, o Município de Terras de Bouro deixa uma palavra de agradecimento pelo facto, a jornada contemplou, igualmente, uma visita guiada ao Museu da Geira, no Núcleo Museológico de Campo do Gerês.

A escolha do concelho de Terras de Bouro é a prova que o rico património arqueológico que existe neste território é de importância capital no reconhecimento das vias romanas da Europa como Itinerário Cultural do Conselho Europeu, que tem como objetivo a cooperação no domínio cultural, educativo e turístico no espaço europeu.

20181116_100323

20181116_100712

20181116_101531

20181116_105117

20181116_120524

20181116_121124

AQUAMUSEU DO RIO MINHO É UM DESTINO TURÍSTICO TUR4all

Pelas excelentes condições de acessibilidade e pela prestação de um atendimento inclusivo, o Aquamuseu do Rio Minho passa a integrar a plataforma e a app ibérica TUR4all - "Turismo Acessível". Equipamento permite que pessoas com necessidades de mobilidade possam visitar e desfrutar da experiência deste museu sem quaisquer impedimentos.

TUR4all_sello.pt

A Accessible Portugal, a Fundação Vodafone Portugal e o Turismo de Portugal lançaram, este ano, a primeira plataforma online TUR4all Portugal exclusivamente dedicada ao turismo acessível.

Trata-se de um mecanismo que disponibiliza informação sobre as condições de acessibilidade nos diversos recursos turísticos como hotéis, monumentos e museus, nos transportes (adaptados), restaurantes com casas de banho adaptadas ou ementas em braille, entre outras situações. A plataforma agrega um conjunto de informação fiável e validada por técnicos especialistas, tendo por base uma metodologia de avaliação da acessibilidade de recursos turísticos, consistindo num conjunto de questionários de verificação dos critérios de acessibilidade, validados com organizações públicas e privadas de apoio a pessoas com deficiência e representantes do sector turístico.

O objetivo deste site e da aplicação móvel é permitir que todas as pessoas com necessidades de acessibilidade possam viajar e desfrutar de experiências turísticas, participando em todas as atividades de lazer como qualquer outro turista.

Após avaliação in loco por um técnico especializado, o Aquamuseu do rio Minho apresenta-se como um destino e experiência acessível, preenchendo os requisitos necessários ao nível da entrada, da zona de atendimento, da circulação interior, das instalações sanitárias adaptadas nas zonas comuns, dos serviços e equipamento e do próprio estacionamento reservado para Pessoas com Mobilidade Reduzida.

Disponível em português, espanhol, inglês, francês, italiano, alemão e mandarim, os utilizadores da TUR4all podem fazer comentários sobre os recursos e pontuar os seus níveis de acessibilidade e atendimento inclusivo. A App permite também a comunicação com outros utilizadores com os mesmos interesses e necessidades.

ESPOSENDE: APÚLIA VAI TER MUSEU DO SARGAÇO

Já arrancou obra do Museu do Sargaço em Apúlia. Investimento do Município eleva-se a 275 584 euros

Já arrancaram as obras de reabilitação da antiga Escola Básica de Areia-Apúlia para Museu do Sargaço, um projeto do Município de Esposende que trará à memória da população e da cultura local, a “apanha do sargaço”, aquela que foi, e ainda é, uma tradição de grande relevo para o povo apuliense.

IMG_0131

A obra corresponde a um investimento de 275 584 euros e tem um prazo de 198 dias (aproximadamente seis meses e meio), enquadrando-se no PARU (Plano de Ação de Regeneração Urbana) para a área de Apúlia. Sob a premissa “remodelar para recrear”, a intervenção passa pela remodelação de um espaço também ele com história, mantendo intactas as linhas mestras e os marcos arquitetónicos do edifício, com o objetivo de recrear espaços e tradições de um dos pilares da economia de Apúlia.

IMG_0104

No primeiro piso ficará situada a receção/zona de acolhimento, os sanitários, uma sala polivalente, bem como um espaço destinado à guarda de material expositivo e reparação/restauração de peças de arte em exposição, localizando-se, no piso superior, a sala de exposição geral. O acesso ao piso superior, além de ser pelas escadas, será ainda feito através de um elevador, garantindo, assim, o acesso a pessoas com mobilidade reduzida a todos os espaços do museu.

No exterior, será criada uma “praça temática” relacionada com a apanha do sargaço, bem como um pequeno “auditório” ao ar livre, que permitirá acolher todo o tipo de palestras e eventuais espetáculos relacionados com o tema da apanha do sargaço e das exposições.

O projeto prevê, ainda, a criação de onze lugares de estacionamento públicos, dois dos quais destinados a pessoas com mobilidade condicionada, além de cinco lugares de estacionamento privativos, sendo um destinado a pessoas com mobilidade condicionada.

“É intenção do Município manter vivas as memórias da tradição da prática desse ofício de grande valor cultural de Apúlia e do próprio concelho”, sublinha o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, clarificando que o Museu do Sargaço se insere num “projeto mais vasto de valorização do património do concelho, que integra entre outras iniciativas, a criação do Centro Interpretativo do Junco, na freguesia de Forjães”. O Autarca realça a mais-valia destes projetos, lembrando ainda que o Município tem na forja outros importantes investimentos que posicionarão Esposende tanto no plano cultural como turístico, bem como a nível económico.

escola de areia apúlia (002)

BRAGA HOMENAGEIA ALBANO BELINO

Sexta-feira, 28 de Setembro, no Museu D. Diogo de Sousa

O Município de Braga organiza esta Sexta-feira, 28 de Setembro, uma sessão de homenagem a Albano Belino, iniciativa realizada no âmbito das Jornadas Europeias do Património que este ano decorrem sob o mote “Partilhar Memórias”.

Albano Belino_1

A iniciativa, que irá decorrer a partir das 21h30, no Museu D. Diogo de Sousa, conta com a reedição do seu legado historiográfico sobre Braga, cuja apresentação estará a cargo de António Amaro das Neves.

Albano Ribeiro Belino (1863-1906) é um dos nomes maiores na salvaguarda do património bracarense. Precursor das pesquisas sobre o legado de Bracara Augusta, devotou um conjunto significativo de estudos e publicações a Braga, tendo ainda reunido um valioso espólio arqueológico com a finalidade de criar um museu.

Desiludido com a falta de entusiasmo bracarense, acabou por deixar o seu legado à Sociedade Martins Sarmento. O Museu com que sonhara acabaria por nascer doze anos após a sua morte, embora só tenha realmente funcionado na contemporaneidade.

«Hoje, convictos da valia do seu contributo para a nossa memória colectiva, prestamos a melhor homenagem que Albano Belino desejaria: tornar novamente acessíveis as suas mais relevantes publicações sobre a cidade que tanto estimou», refere a Vereadora da Cultura, Lídia Dias, na nota de abertura do livro que será lançado esta sexta-feira.

A reedição das obras de Albano Belino, nas quais se contam, entre outras, a “Arqueologia Cristã” ou “Inscripções e lettreiros da cidade de Braga e algumas freguezias ruraes”, contou com a especial colaboração da Biblioteca Pública de Braga.

MELGAÇO OFERECE ENTRADAS NOS ESPAÇOS MUSEOLÓGICOS

Esta quinta-feira, Dia Mundial do Turismo

Na próxima quinta-feira, dia 27 de setembro, há mais um motivo para se visitar Melgaço: as entradas nos espaços museológicos são gratuitas. A ação celebra o Dia Mundial do Turismo e pretende cativar os turistas a conhecerem a cultura da região, mas também a que Descubram Melgaço, o Destino de Natureza Mais Radical de Portugal.

image016

A rota cultural vai permitir a visita a vários pontos do concelho, já que os espaços estão dispersos:Torre de Menagem, o Espaço Memória e Fronteira, o Museu de Cinema Jean Loup Passek e o Núcleo Museológico de Castro Laboreiro, os sítios com entrada gratuita.A Porta de Lamas de Mouro e o Solar do Alvarinhosão também sugestões de visita.Ambos os espaçosestãoabertos ao público gratuitamente todo o ano: a Porta de Lamas é uma estrutura do Município vocacionada para a receção, recreio e informação dos visitantes do Parque Nacional da Peneda-Gerês - PNPGe o Solar do Alvarinho oferece a possibilidade de degustar o néctar da região, o Alvarinho.

SOLAR DO ALVARINHO É O ESPAÇO MAIS VISITADO

Dados da Loja Interativa de Turismo de Melgaço(relativos a Janeiro até agosto de 2018, inclusive) demonstram que o Solar do Alvarinho continua a ser o espaço preferencial:10.421visitas. Segue-se a Porta de Lamas de Mouro – 7.789; a Torre de Menagem – 5.346; o Museu de Cinema Jean Loup Passek – 2.582; o Posto de Castro Laboreiro – 2.396; o Espaço Memória e Fronteira – 1.821; o Museu de Castro Laboreiro – 1.693. Pela Loja Interativa de Turismo, passaram alguns destes turistas, igualmente oriundos de Portugal e de todo o Mundo: 1.162 turistas nacionais e 1.026 turistas internacionais.

Estes números são o resultado de uma aposta clara da autarquia na qualidade dos espaços e do seu acervo.A oferta em Melgaço é completa: da natureza ao bem-estar, passando pelo Alvarinho e pelo fumeiro, dando uma volta entre a cultura e o património, sem esquecer o desporto, a sugestão é que se Descubra Melgaço em redor de uma sossegada e deslumbrante natureza. Localizado a menos de duas horas do Porto e perto da Galiza, Melgaço é um destino a não perder. Aqui, é possível descobrir histórias únicas, contadas com o rigor histórico, mas com as novas tecnologias apelativas e sem dúvida cativantes para o visitante.

Melgaço é um destino com caraterísticas geográficas e geológicas que lhe concedem uma posição de destaque de entre todos os subdestinos do Porto e Norte de Portugal, onde é possível praticar os desportos de rio e montanha mais exigentes, durante todo o ano.

Capturar1

OS HORÁRIOS

Horário dos Museus e da Porta de Lamas de Mouro

Abril – setembro: das 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 18h00

Outubro – março: das 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 17h00

Encerrados nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1 de janeiro, e todas as segundas-feiras e domingo de Páscoa.

A Oficina Temática da Porta de Lamas de Mouro encerra à segunda-feira, mas a receção está aberta ao público.

Horário do Solar do Alvarinho

Sala de Prova, Loja e Bar

Abril – setembro: das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 19h00

Outubro – março: das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 18h00

Encerra no domingo e segunda-feira de Páscoa, nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1 de janeiro

A saber…o Dia Mundial do Turismo tem o objetivo de promover a consciencialização sobre a importância do turismo e do seu impacto social, cultural, político e económico. A data começou a ser celebrada no ano de 1980, após decisão da Organização Mundial de Turismo. Este ano celebra-se em Budapeste, na Hungria, sob a temática Turismo e a transformação digital, com o intuito de se perceber a importância que as tecnologias digitais têm no Turismo.

image003

MONÇÃO INAUGURA EM CURVOS MUSEU DAS MOTAS MOTOM

Esposende, terra de campeões em motociclismo, dispõe, desde hoje, em Curvos, de um museu único no Mundo, onde estão reunidos exemplares dos 68 modelos produzidos pela mítica marca italiana Motom.

.

Fruto do trabalho desenvolvido ao longo dos últimos 40 anos, por Paulo Cunha, a freguesia de Curvos passa a contar com uma unidade museológica particular, mas que será visitável pelo público, decorrente de um acordo entre o proprietário e o Município de Esposende.

“Estou muito feliz por Esposende acolher tão valiosa coleção, resultado da determinação e empenho de um habitante de Curvos”, referiu o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira. De resto, o autarca lembrou a forte tradição motociclista que Esposende ostenta, enquadrando o propósito da existência de um museu dedicado a motas.

Em evidência, o museu apresenta, com destaque, a Série 12 da Motom, produzida entre 1947 e 1956, mas também podem observar-se os exemplares de dois tempos e os motocultivadores. Em lugar de destaque encontram-se neste museu alguns exemplares que participaram em competições internacionais, mas há vários dados curiosos, desde logo os três matizes de vermelho que caraterizavam os modelos Motom.

Um trabalho meticuloso de Paulo Cunha que levou quatro décadas a reunir exemplares, reconstruindo-os fielmente, com pormenores que evidenciam um estudo sólido sobre a marca que floresceu em Milão, em 1947 e fechou a linha de produção em 1970.

.

MUSEU DA OLARIA DE BARCELOS REABRE AO PÚBLICO

O Museu de Olaria reabre ao público esta tarde, depois de os resultados das análises efetuadas à qualidade do ar dentro do edifício concluírem que os locais avaliados estão em conformidade com a legislação em vigor.

image-large

Recorde-se que no passado dia 30 de agosto foi detetada uma avaria na unidade de controle da humidade e temperatura dentro do edifício, que motivou uma intervenção técnica prevista no programa de qualidade que certifica os serviços do Museu.

Por precaução, e apenas durante o período necessário à realização das análises, o Museu de Olaria permaneceu encerrado.

DONA MARIA TERESA CARDEAL ANDRADE MARTINS SALGUEIRO – PATRONA DA CASA MUSEU DE MONÇÃO DA UNIVERSIDADE DO MINHO

A Casa Museu de Monção é uma Unidade Cultural da Universidade do Minho criada em conformidade com os objectivos e as condições do Legado instituído pela Senhora Dona Maria Teresa Cardeal Andrade Martins Salgueiro, falecida em 29 de Outubro de 2001.

capa livro 22 setembro

Herdeira de uma avultada fortuna e sem herdeiros legitimários, a Senhora Dona Maria Teresa decidiu legar através de testamento realizado em 1992 uma parte muito importante dessa fortuna à Universidade do Minho, sob condição de a legatária criar na sua casa de Monção uma Unidade Cultural denominada Casa Museu de Monção, de modo a valorizar e divulgar, sob o ponto de vista museológico, etnográfico e sociológico, o imóvel em si e o seu recheio, como expressão e testemunho do modo de viver de uma família da alta burguesia, na primeira metade do século XX, no Alto Minho.

O Legado estabelece que a Universidade do Minho, sem prejuízo de «prosseguir a política cultural mais geral que lhe é própria», deverá prestar atenção especial, nas actividades a desenvolver na Casa Museu de Monção, ao meio e às instituições da região em que se insere a nova Unidade Cultural, «de molde a ser sempre uma unidade aberta à comunidade e interactiva com as demais realidades socioculturais existentes na região».

De realçar que a decisão da Senhora Dona Maria Teresa se concretizou após uma visita à Casa Museu Nogueira da Silva, em Braga, também um Legado instituído a favor da Universidade do Minho, cerca de 15 anos antes, pelo Comendador Nogueira da Silva e o modo exemplar como a Universidade desenvolveu esta Casa Museu motivou a Senhora a Legar os seus bens à Universidade do Minho.

A Casa Museu de Monção é um belo edifício da segunda metade do século XVIII, pertencente à família da Senhora Dona Maria Teresa, rodeado de um belo jardim aonde se destaca uma fonte em estilo «arte nova». O recheio da Casa é característico de uma família culta e rica, mas sem preocupações de coleccionismo. Entre os objectos destacam-se pelo seu valor: pano de armar sino-português dos fins do século XVII, de seda azul com águia bicéfala bordado a ouro; tapete otomano de oração o século XVIII de seda vermelha; conjunto de porcelanas de Companhia das Índias, do século XVIII; colecção de paliteiros em prata; objectos vários da ourivesaria Leitão e baixela da Casa Mergulhão; casquinhas inglesas do século XVIII; pinturas da Escola Inglesa e Holandesa de pintura; mobiliário francês, precioso conjunto de porcelanas de Sévres do século XIX.

Do recheio da Casa fazem parte também uma colecção de cerca de 500 garrafas de vinho do Porto datadas de 1926. Calcula-se que esta colecção fosse pertença do pai da Senhora Dona Maria Teresa, o Dr. Andrade, médico e professor de Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, e grande apreciador da viticultura e que mantinha uma vinha extensa nos actuais jardins da Casa. Enquanto vivo, supomos que esta colecção tivesse sido mantida pelo marido da Senhora, o Dr. Martins Salgueiro, advogado, mas que tinha na caça, pesca e fotografia os seus hobbies favoritos, não tendo como tal o interesse necessário pela actividade vinícola para tratar devidamente os vinhos legados pelo pai da Senhora Dona Maria Teresa.

Fonte: Universidade do Minho / Casa Museu de Monção

AGENDA CULTURAL DE LISBOA DESTACA O TRABALHO QUE O VIANENSE JOÃO ALPUIM BOTELHO ESTÁ A DESENVOLVER COMO DIRECTOR DO MUSEU BORDALO PINHEIRO

“Estamos muito orgulhosos! O nosso excelente director, João Alpuim Botelho, está na Agenda Cultural de Lisboa a sublinhar o trabalho a que se dedica, à cabeça de uma equipa igualmente empenhada em estudar e divulgar, incansavelmente, a obra de Bordalo Pinheiro!

Porque, como nota, "acontece que o Bordalo tem relação praticamente com tudo: através da sua postura e da variedade das suas intervenções no jornalismo, na cerâmica, no desenho e no humor, é muito fácil encontrar pontes para falar de situações actuais".” – é com estas palavras que a equipa de museólogos que trabalha no Museu Bordalo Pinheiro felicita o seu director, o vianense João Alpuim Botelho.

40441228_1922396767821198_768462892994396160_n

O Dr. João Alpuim Botelho é actualmente o director do Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa. Antes foi o responsável pelo Museu do Traje, em Viana do Castelo. Sempre disponível para colaborar com as gentes minhotas na promoção da nossa região, proferiu no ano passado, em Loures, a convite do Grupo Folclórico Verde Minho, uma conferência subordinada ao tema “O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras”.

Editada pela Câmara Municipal de Lisboa, a edição de Setembro da Agenda Cultural de Lisboa – portanto acabadinha de sair! – confere o merecido destaque ao vianense Dr. Alpuim Botelho.

15667270_tSVFT.jpeg

João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

18342666_1423814914328840_2546563710428626924_n.jpg

MONÇÃO DEBATE PARTICIPAÇÃO DO EXÉRCITO PORTUGUÊS NA GRANDE GUERRA

Dia 25 de Agosto (sábado) - conferência pelo Tenente-General Alexandre Sousa Pinto O Exército Português e a Grande Guerra.

Cartaz programa

A Casa Museu de Monção promove amanhã, sábado, dia 25 de agosto de 2018, pelas 16h00, uma conferência proferida pelo Tenente-General Alexandre Sousa Pinto O Exército Português e a Grande Guerra, a ter lugar na Sala de Conferências daquela instituição.

Trata-se do encerramento da exposição - A participação dos soldados monçanenses na 1ª Grande Guerra (1914-1918).

A cerimónia conta também com a intervenção do Prof. Doutor Artur Anselmo, Presidente da Academia das Ciências de Lisboa.

Trata-se de uma iniciativa conjunta da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho com a Liga dos Combatentes - Núcleo de Monção e conta com a colaboração do Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência espólio), do Município de Monção e do Museu Militar do Porto e de Lisboa.

Organização:

Casa Museu de Monção/Universidade do Minho

Liga dos Combatentes – Núcleo de Monção

Colaboração:

Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência espólio)

Município de Monção

Museu Militar do Porto

Museu Militar de Lisboa

CASA MUSEU DE MONÇÃO EXPÕE SOBRE A PARTICIPAÇÃO DOS MONÇANENSES NA PRIMEIRA GRANDE GUERRA

Exposição “A participação dos soldados monçanenses na 1ª Grande Guerra (1914-1918)” na Casa Museu de Monção até 25 de agosto

Está patente ao público até ao próximo dia 25 de agosto, na Casa Museu de Monção/Universidade do Minho e seus Jardins a exposição intitulada - A participação dos soldados monçanenses na 1ª Grande Guerra (1914-1918).

Abrigo

Nesta exposição é possível observar um acervo gentilmente cedido pelo Dr. Manuel Penteado Neiva, que foi usado por soldados portugueses que integraram o Corpo Expedicionário Português e mais propriamente a designada “Brigada do Minho”, composto por objetos originais tais como capacetes e invólucros de armas designados como a “arte das trincheiras”, espadas, revolveres, máscara anti gás, o telefone usado nas trincheiras, mapas, objetos do quotidiano como o cantil, o prato de marmita, o garfo e a colher, moedas e notas da época, condecorações, bibliografia essencial da Grande Guerra, entre outras.

Trincheira

Nos jardins da Casa Museu de Monção foi montada uma réplica de uma trincheira e um abrigo (ninho) de metralhadoras, sendo possível observar o armamento usado neste conflito, como espingardas e metralhadoras.

Para além deste espólio, muitos familiares de homens monçanenses que participaram neste conflito cederam o seu espólio e cadernetas militares que estão patentes ao público.

Trata-se de uma iniciativa conjunta da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho com a Liga dos Combatentes - Núcleo de Monção e conta com a colaboração do Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência espólio), do Município de Monção e do Museu Militar do Porto e de Lisboa.

No sábado dia 25 de agosto decorrerá a cerimónia de encerramento com a conferência proferida pelo Tenente-General Alexandre Sousa Pinto O Exército Português e a Grande Guerra, pelas 16h00.

Organização:

Casa Museu de Monção/Universidade do Minho

Liga dos Combatentes – Núcleo de Monção

Colaboração:

Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência espólio)

Município de Monção

Museu Militar do Porto

Museu Militar de Lisboa

Vitrina

CABECEIRAS DE BASTO CONSERVA PEÇAS DE ARTE SACRA

Câmara Municipal realiza intervenção de manutenção nas coleções do Núcleo de Arte Sacra

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto realizou durante oito dias, de 18 a 25 de junho, uma intervenção de manutenção nas coleções do Núcleo de Arte Sacra do Museu das Terras de Basto com o objetivo de preservar e valorizar o acervo existente.

Câmara realiza intervenção de manutenção nas coleções do Núcleo de Arte Sacra (3)

Os trabalhos de conservação foram efetuados pelas Oficinas de Santa Bárbara e incidiram nas coleções em suporte lenhoso do Núcleo de Arte Sacra sediado na Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos, núcleo esse que esteve encerrado ao público naquele período.

Os trabalhos incluíram a limpeza a seco das peças, a consolidação das camadas cromáticas que se revelavam em destacamento, perigo de decaimento e perda com resinas reversíveis, assim como a remoção de elementos metálicos não funcionais (pregos), tendo-se procedido à sua remoção, dado o seu elevado grau de oxidação.

Concluídas estas operações, todas as peças foram submetidas a tratamento de desinfestação (Xilix 3000 P) através da aspersão, pincelagem e injeção e encapsulamento em películas plásticas durante três dias.

Câmara realiza intervenção de manutenção nas coleções do Núcleo de Arte Sacra (1)

Câmara realiza intervenção de manutenção nas coleções do Núcleo de Arte Sacra (2)

AQUAMUSEU DO RIO MINHO VAI SER CELEBRADO EM AMBIENTE FAMILIAR

No próximo fim-de-semana, 14 e 15 de julho, o Aquamuseu do Rio Minho comemora 13 anos de portas abertas ao público, oferecendo uma programação diversificada, familiar e gratuita. Destaques vão para as atividades ‘Dormir com os Peixes’ e ‘Festa com os Peixes Migradores’.

Cartaz aniversário Aquamuseu - 2018

Porque os aniversários devem ser assinalados junto de quem nos acompanha, o Aquamuseu do Rio Minho convida residentes e visitantes para usufruir de dois dias de programação dedicados a todas as idades.

Serão promovidas três visitas guiadas gratuitas, no sábado (10h30 e 16h00) e no domingo (10h30), sendo que as famílias poderão ainda participar no atelier “Pintar a natureza” que terá lugar no sábado (14h30-15h30).

Ano após ano, a iniciativa “Dormir com os peixes” mantém-se um sucesso, proporcionando a experiência única às crianças de pernoitar num espaço totalmente diferente, de ouvir histórias, conhecer e contactar com as espécies. Dirigida a pequenos aventureiros com idades compreendidas entre os 7 e 13 anos, a iniciativa envolve um limite de 30 participantes, sendo que os interessados devem inscrever-se previamente junto do Aquamuseu, seja presencialmente, via telefone (251708026) ou por email aquamuseu@cm-vncerveira.pt.

Por sua vez, a tarde de domingo reserva uma festa dos peixes migradores com animação infantil, sendo que a entrada no Aquamuseu (entre as 14h00 e as 18h00) é gratuita.

De portas abertas desde 13 de julho de 2005, o Aquamuseu do rio Minho é um dos maiores polos de atração turística de Vila Nova de Cerveira, alcançando uma média de 25 000 visitantes por ano.

PROGRAMA:

Sábado 14 de Julho

10h30 – Visita guiada gratuita

14h30 | 15h30 – Ateliê “Pintar a natureza”

16h00 – Visita guiada gratuita

21h00 – Receção das crianças - Início da atividade “Dormir com os Peixes”*

* Esta atividade é dirigida a crianças dos 7 aos 13 anos de idade e limitadas a 30 crianças. Inscrições no Aquamuseu do Rio Minho.

Domingo 15 de Julho

10h30 – Visita guiada gratuita

14h00 | 18h00 – Entrada gratuita

15h30 | 17h00 – Festa dos peixes migradores com animação infantil

MUSEU DA GUERRA COLONIAL EM FAMALICÃO QUER CRIAR CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E ESTUDO

Repto foi lançado nas comemorações do 17.º aniversário do museu famalicense

O presidente do Museu da Guerra Colonial, Augusto Silva, manifestou hoje o desejo de criar um Centro de Investigação e Estudo inteiramente dedicado à Guerra do Ultramar. O desafio foi lançado ao ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, que esta segunda-feira de manhã se juntou ao presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, nas comemorações do 17.º aniversário do museu.

image58370

No horizonte está a criação de um polo científico que chamará até si a autarquia, o mundo académico e, segundo manifestou hoje o representante do Governo, o próprio do Ministério da Defesa Nacional. “Se for o caso, o Ministério lá estará disponível para se envolver, para promover e sentar todas as pessoas à mesa para que possamos continuar a melhorar o trabalho deste Museu”.   

José Azeredo Lopes disse ainda que a “preservação da nossa história é condição indispensável para a construção da nossa identidade” e mostrou-se surpreendido pelo facto de Vila Nova de Famalicão concentrar “cada vez mais conhecimento sobre um período da nossa história recente que teve muitas consequências históricas”.

Para o edil famalicense esta é uma ambição legítima do museu. “O que se fez até agora, a forma como se conseguiu reunir documentos, artefactos, histórias, memórias e vivências faz com que a partir de agora surga esta ambição de darmos uma pouco mais de cientificidade ao projeto”.

A centralidade nacional que o Museu da Guerra Colonial confere a Famalicão foi outro dos aspetos realçados pelo autarca. “A sua unicidade no contexto nacional faz deste museu e do nosso concelho um ponto de passagem obrigatório para todos quantos querem investigar, descobrir e estudar este período da história nacional”.

Recorde-se que o Museu da Guerra Colonial foi inaugurado a 23 de abril de 1999, através de uma parceria entre a Câmara de Famalicão, a Associação Dos Deficientes das Forças Armadas e a ALFACOOP (Externato Infante D. Henrique de Ruilhe). Em 2012 foi transferido para as suas atuais instalações, no Lago Discount, na freguesia de Ribeirão.

A sua exposição permanente retrata o itinerário do combatente português nas três frentes da Guerra Colonial, na qual Portugal se envolveu entre 1961 e 1974. Mais do que um espaço museológico, é um local que pretende transmitir ao visitante um real conhecimento sobre este período da História de Portugal, contado por quem a viveu e sentiu na primeira pessoa.

image58376

image58385

MINISTRO DA DEFESA NACIONAL VAI A FAMALICÃO PARTICIPAR NAS CELEBRAÇÕES DO ANIVERSÁRIO DO MUSEU DA GUERRA COLONIAL

Segunda-feira, dia 9 de julho, às 11h00.

O ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, vai estar na próxima segunda-feira, dia 9 de julho, em Vila Nova de Famalicão, para participar nas celebrações do 17.º aniversário do Museu da Guerra Colonial.

Museu da Guerra Colonial

O representante do governo português junta-se assim ao presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, nas comemorações do aniversário do museu famalicense, marcadas para as 11h00.

Recorde-se que o Museu da Guerra Colonial foi inaugurado a 23 de abril de 1999, através de uma parceria entre a Câmara de Famalicão, a Associação Dos Deficientes das Forças Armadas e a ALFACOOP (Externato Infante D. Henrique de Ruilhe). Em 2012 foi transferido para as suas atuais instalações, no Lago Discount, na freguesia de Ribeirão.

A sua exposição permanente retrata o itinerário do combatente português nas três frentes da Guerra Colonial, na qual Portugal se envolveu entre 1961 e 1974. Mais do que um espaço museológico, é um local que pretende transmitir ao visitante um real conhecimento sobre este período da História de Portugal, contado por quem a viveu e sentiu na primeira pessoa.