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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PONTE DE LIMA APRESENTA A ESCOLA DO ESTADO NOVO

EXPOSIÇÃO “A Escola Primária do Estado Novo: da sala de aula ao recreio”. 11 de outubro e 13 de dezembro 2019. Museu do Brinquedo Português em Ponte de Lima

Entre os dias 11 de outubro e 13 de dezembro de 2019, o Centro Local de Aprendizagem (CLA) da Universidade Aberta (UAb) em Ponte de Lima, em colaboração com o Museu do Brinquedo Português e o Município de Ponte de Lima e com o apoio do GRUPOEDE do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX (CEIS20), irá apresentar a Exposição “A Escola Primária do Estado Novo: da sala de aula ao recreio”, a decorrer na sala de exposições temporárias no Museu do Brinquedo Português em Ponte de Lima.

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A Exposição pretende proporcionar uma revisitação ao passado ligado à ideologia do sistema educativo do Estado Novo, a fim de fomentar a partilha de conhecimentos sobre as vivências escolares de diferentes épocas, dando a conhecer aos mais jovens o funcionamento da Escola do Ensino Primário. Por outro lado, trazer à memória dos mais velhos as vivências de tempos passados, onde se inseriu a sua formação escolar no período da infância.

 A iniciativa consiste na apresentação de objetos e materiais utilizados numa sala de aula do Ensino Primário do Estado Novo, permitindo ao público explorar a história dos objetos e seu papel social na família e na escola: as carteiras dos alunos, secretária do professor, mapas didáticos, material didático (pesos, ábacos, balança, conjuntos de letras e algarismos, material de medição, livros, canetas de aparo, lousas, tinteiros, carimbos, diploma e prova da 4ª classe, regulamentos, inventários, etc.), caixa métrica, livro de ponto, os instrumentos de castigo, o relógio, o crucifixo e as imagens de António Salazar e Óscar Carmona. Desta forma, estimula-se a participação da comunidade no resgate e preservação da memória, valorizando o património material e imaterial do concelho.

A inauguração está agendada para as 18:30 do dia 11 de outubro, seguindo-se a realização de uma tertúlia com o título “A escola do meu tempo”, com a presença de Professoras de Ensino Primário que lecionaram na época do Estado Novo e também alunos que vivenciaram o Ensino dessa época.

A Exposição estará disponível para o público em geral, mas também se destina à comunidade escolar. Caso pretenda inscrever alguma turma para uma visita guiada, entre os dias 11 de outubro e 13 de dezembro, deve manifestar o seu interesse através do formulário e posteriormente será contactado(a) para agendar a visita.

Informações e inscrições:

CLA da UAb em Ponte de Lima

Contactos: 915676349/cla_ponl@uab.pt

Formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdyYiL9iIlmgVseG84UWitrVkupvgSrP7rdOI5vdQO3QkWtkQ/viewform?vc=0&c=0&w=1

AQUAMUSEU DO RIO MINHO APRESENTA O RUIVACO E A ENGUIA

Duas novas exposições para desfrutar no Aquamuseu do rio Minho

Até ao final do ano, o Aquamuseu do rio Minho sugere mais duas exposições que convidam ao conhecimento de duas espécies: o Ruivaco e a Enguia.

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Assim, até 30 de novembro, os visitantes do Aquamuseu podem conhecer um pouco mais sobre o Ruivaco do Oeste, um pequeno ciprinídeo (< 15cm) que só existe em Portugal, em três rios do Oeste: no rio Alcabrichel e Sizandro, em Torres Vedras e na ribeira do Safarujo, em Mafra. Tem estatuto de ameaça de “criticamente em perigo”, consequência da poluição, destruição de habitats, escassez de água e predação por parte do lagostim-da-Louisiana. A presente exposição em painéis descreve as características gerais, habitats e problemas desta espécie endémica da Península Ibérica que, apesar de não ter importância comercial, tem muita importância para o equilíbrio dos ecossistemas.

Já até dia 31 de dezembro, encontra-se patente ao público a exposição “A enguia no rio Minho”, onde é abordado o ciclo biológico, as características gerais, a distribuição, a tendência do recurso, a pesca do meixão, as ameaças e a investigação. A enguia é um peixe serpentiforme, que vive grande parte da sua vida em água doce, migrando para o mar para se reproduzir. A sua exploração comercial e a construção de obstáculos à sua migração são considerados importantes fatores de ameaça.

O Aquamuseu do rio Minho encontra-se de portas abertas de terça-feira a domingo, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00.

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CICLO DE CONFERÊNCIAS LEVA OS PARTICIPANTES PELOS PERCURSOS E MEMÓRIAS DA INDÚSTRIA TÊXTIL DA BACIA DO AVE

Iniciativa arranca a 12 de outubro, no Museu da Indústria Têxtil, com conferência e visita guiada à Fábrica do Ferro em Fafe

O Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave vai promover um ciclo de conferências intitulado “Percursos e Memórias da Indústria na Bacia do Ave”, com visitas guiadas a vários espaços industriais da região. A iniciativa conta com três conferências em outubro, novembro e dezembro.

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A participação é gratuita. As inscrições e informações devem ser solicitadas junto do Museu da Indústria Têxtil ou através do email geral@museudaindustriatextil.org.

A primeira conferência realiza-se já no próximo dia 12 de outubro, pelas 15h00, com a presença da arquiteta Luísa Sousa Ribeiro, da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto. A convidada irá falar sobre o “Paternalismo Industrial do Vale do Ave. O caso da Fábrica do Ferro”. Depois de abordar a temática, os participantes são convidados a visitar a fábrica de fiação e tecidos de Fafe (Fábrica do Ferro), num autocarro disponibilizado gratuitamente. A oradora propõe realizar um percurso ao lado do rio Ferro que conecta a fábrica e dois bairros e equipamentos. O regresso ao Museu acontece pelas 17h15.

No dia 16 de novembro, debate-se “A Fábrica de lanifícios do barão da Trovisqueira, a têxtil inaugural de Riba de Ave”, a partir das 15h00, com Mário Bruno Pastor da Universidade Católica Portuguesa. A visita guiada será ao local onde esteve implantada a Fábrica em Riba de Ave.

Entretanto, no dia 7 de dezembro, vai-se abordar o tema “O contributo da Revista Guimarães para a mudança do paradigma industrial local”, com a conferencista Paula Ramos Nogueira da Universidade de Coimbra, Instituto de Investigação Interdisciplinar, Centro de Física. A visita será à exposição temporária “Indústria Têxtil da Guimarães: do sistema antigo ao advento das máquinas” (Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, Guimarães).

Refira-se que a organização deste ciclo de conferências surge no seguimento das Jornadas da Primavera, uma iniciativa que decorreu ao longo de seis edições no Museu da Industria Têxtil. Com o mesmo objetivo, mas em formato diferente, este ciclo de conferências pretende proporcionar aos visitantes uma mais correta apreensão da história da indústria têxtil portuguesa, através das visitas guiadas aos espaços, permitindo também um melhor conhecimento da atual realidade industrial do sector e uma melhor noção do potencial que a indústria têxtil tem.

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INVESTIGADORA MARIA BARTHEZ APRESENTA EM LISBOA O LIVRO “FRANCISCO LAGE: DA PRÁTICA À TEORIA”

Francisco Lage (1888-1957) foi dramaturgo e etnógrafo, além de grande responsável pelo Museu de Arte Popular.

Maria Barthez vai apresentar a obra “Francisco Lage: Da Prática à Teoria”, em cerimónia que vai ter lugar na Sala dos Espelhos do Palácio Foz, no próximo dia 12 de setembro, pelas 18 horas, com entrada livre.

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O livro versa a “ação de homem que sempre se preocupou em salvaguardar a autênticidade das nossas tradições populares”.

Do site da BragaTV trasncrevemos a seguinte nota biográfica: “Francisco Lage, natural da freguesia de São José de São Lázaro, revelou-se como um homem de ação, multifacetado, de pensamento eclético, susceptível de visionar o seu interesse pela história, pela arte, pela etnografia, que marcam e aprofundam a sua evolução profissional, enquanto colaborador do Secretariado Nacional da Informação Cultura Popular e Turismo. Personagem responsável pelas atividades folcloristas do SPN/SNI, Francisco Lage foi ainda o autor do programa funcional do Museu de Arte Popular, inaugurado em 1948. Amante de teatro, tendo inclusive sido autor de diversas peças, Francisco Lage dedicou-se também à indústria e teve uma breve passagem pela política local. A si se deve também o interesse pela divulgação do Abade de Priscos, esforço que promoveu nos anos imediatos à morte deste gastrónomo.”

http://www.bragatv.pt/

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VILA NOVA DE CERVEIRA: AQUAMUSEU DO RIO MINHO EXPÕE "ALTO MINHO, PAISAGENS ESPÉCIES HISTÓRICAS"

“Alto Minho, Paisagens Espécies Histórias” no Aquamuseu

Até 15 de setembro, o Aquamuseu do rio Minho acolhe a exposição itinerante “Alto Minho, Paisagens Espécies Histórias”, dinamizada pela CIM Alto Minho, cofinanciado pelo Norte 2020. Objetivo é revelar a beleza da biodiversidade e a riqueza cultural do Alto-Minho.

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 “O ar que respiramos, os alimentos que comemos, a água que bebemos, o planeta ameno em que vivemos...” A dependência humana da biodiversidade é total e imemorial. Mas não é apenas uma dependência biológica, ela é também cultural: as crenças, os valores, os comportamentos e os objetos criados ao longo de gerações, permitem-nos entender e interagir com a natureza.

Neste espaço itinerante pelos concelhos do Alto Minho, para além de painéis interpretativos existem quiosques multimédia dedicados às três temáticas da exposição (Paisagens, Espécies e Histórias), bem como um documentário e uma misteriosa arca interativa com 20 objetos.

Aqui dá-se a conhecer a beleza da biodiversidade e a riqueza cultural do Alto Minho, como por exemplo: a orvalhinha, a lesma-do-mar, a salamandra-lusitânica, as mouras encantadas, a lenda do lagarto de Lamas de Mouro ou as maias.

A exposição oferece ao visitante uma perspetiva ecológica e social, mostrando algumas das espécies que habitam esta região, explorando uma grande variedade de paisagens e desvendando como os alto-minhotos se relacionam com este território e a sua biodiversidade.

“Alto Minho, Paisagens Espécies Histórias” pode ser visitada até 15 de setembro, no Aquamuseu do rio Minho.

MONÇÃO EXPÕE PINTURA E ESCULTURA DO GRUPO DE ARTISTAS ART'URO

A exposição de pintura e escultura do grupo de artistas Art´Uro intitulada "Punto de encuentro", vai estar patente ao público de 4 de setembro a 12 de outubro, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Segundo os artistas: "A exposição apresenta um diálogo eloquente entre quatro artistas de Vigo que, através de diferentes linguagens e técnicas, são capazes de criar obras altamente expressivas, profundamente comprometidas com o seu mundo interior.As suas emoções, sonhos, memórias e experiências vêm à luz nas suas criações pessoais para transformarem este mostra num ponto de encontro estratégico dos seus eus mais íntimos.

Diana, mostra-nos a paisagem portuária de Vigo dando-lhe um lirismo único que nos fala de emoções e memórias arreigadas na cidade que a viu crescer.

Daniel, inspirado nas formas sugeridas por troncos de árvores, descobre e captura faces de seres que parecem ser retirados de um profundo delírio onírico.

Chema, mergulha-se numa atmosfera de evasão que nos leva a outra época através de cores e formas que nos sugerem a estrutura de vitrais medievais.

Cristina, através de suas gravuras, mostra-nos composições surpreendentes em que recria ritmos fantásticos na forma de tapeçarias misteriosas que nos falam de ilusão e vida.

Com a curadoria de Rosana Araújo Hernández, graduada em Geografia e História pela Universidade de Santiago de Compostela, especializada em história da arte e subespecializada em história da arte moderna e contemporânea".

A entrada é livre!

BRAGA: ANDRÉ CARVALHO GROUP ATUA NO MUSEU NOGUEIRA DA SILVA

André Carvalho Group no 30º aniversário do programa SóJazz da RUM - Rádio Universitária do Minho.

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Quinta-Feira, 5 de Setembro, às 21h30, o Museu Nogueira da Silva, em Braga, recebe André Carvalho Group.

com:

Gonçalo Marques – Trompete

José Soares – Saxofone

André Matos – Guitarra

André Carvalho – Contrabaixo

Luís Candeias – Bateria

Vencedor do prémio “Carlos Paredes 2012” com o álbum de fusão Hajime, o compositor e contrabaixista lisboeta, actualmente a residir em Nova Iorque, André Carvalho está de volta aos discos com um trabalho inspirado na seminal obra do pintor e gravador flamengo Bosch “The Garden of Earthly Delights” (“O Jardim das Delícias Terrenas”).

Escrita por André Carvalho como uma suite musical em vários andamentos que serve de convite para uma viagem, o dicotómico The Garden of Earthly Delights flui entre paisagens inspiradas no célebre tríptico .Relativamente à génese desta obra, Carvalho disse: «Sempre quis escrever uma obra de dimensão maior, com vários movimentos ou andamentos, de alguma forma interligado entre si. Paralelamente, e por mero acaso, ao revisitar a obra de Bosch senti-me motivado para exprimir a singularidade do universo deste quadro através da minha música”. A Suite deambula entre dicotomias antagónicas como a música totalmente improvisada vs. música composta, consonância vs. dissonância, com uma forte influência em Jazz, música contemporânea e música improvisada. Esta é uma obra com um carácter exploratório e que segue uma direcção diferente do trabalho de Carvalho até então, mostrando a sua evolução criativa, imaginação e virtuosismo tanto com a sua escrita como com a sua performance no contrabaixo.»

Com o apoio da RUM - RÁDIO UNIVERSITÁRIA DO MINHO

EXPOSIÇÃO EM MONÇÃO REÚNE “TESTEMUNHOS DE GUERRA”

A inauguração da exposição "Testemunhos de Guerra", tem lugar no próximo dia 16 de agosto (sexta feira), pelas 15h30, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, localizada na vila de Monção. Esta exposição estará patente ao público até ao final do mês de agosto.

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Resumo da exposição:

«Entre 1961 e 1975 Portugal protagonizou em África um dos mais marcantes conflitos militares da sua História recente. A negação do regime do Estado Novo em compreender as mudanças geopolíticas, no pós 2ª Guerra Mundial, em particular em África, onde foram surgindo novos países, dificultou as opções por soluções políticas que permitissem uma transição pacífica para a independência das suas colónias de Angola, Guiné e Moçambique. 
Neste contexto vai ocorrer um conflito entre os grupos independentistas e as tropas portuguesas, caraterizado por uma guerra subversiva, sobretudo com ações no mato e pautado por atos de guerrilha, surpresa e emboscada, através dos quais os movimentos de libertação procuravam criar um constante sentimento de instabilidade nas populações. Ainda hoje esta guerra serve de caso de estudo pelo seu caráter tão específico, pela vastidão dos territórios onde ocorreu e pelo esforço, humano, logístico e financeiro que exigiu».

A exposição divide-se em diversos momentos, com uma componente fotográfica que retrata vários aspetos da Guerra, complementada com armamento e equipamentos militares em uso na época.

Horários:

terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

sábado: das 14h00 às 19h00

domingo e segunda feira: encerrada

Produção e Montagem: Museu Militar do Porto

Organização: Casa Museu de Monção e Liga dos Combatentes Núcleo de Monção

A entrada é livre!

AQUAMUSEU DO RIO MINHO ENSINA A FAZER "FÓSSEIS"

“Vamos fazer fósseis” é o convite do Aquamuseu do rio Minho

Anualmente, o Aquamuseu do rio Minho dinamiza um conjunto de atividades pedagógicas de sensibilização ambiental que visam ocupar os tempos livres das crianças, durante os períodos da páscoa e do verão. Dias 16 e 23 de agosto, o desafio para crianças entre os 7 e 13 anos está lançado: “Vamos fazer fósseis”. Atelier gratuito sujeito a inscrição.

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Além de atrair mais visitantes, o objetivo destas iniciativas é preencher, lúdica e pedagogicamente, as férias letivas das crianças, evocando uma forte componente de sensibilização e consciencialização ambiental e despertando o espírito crítico em torno de temáticas atuais.

Para os dias 16 e 23 de agosto, os interessados são convidados a fazer “fósseis” de plantas utilizando materiais como barro e gesso.

Destinados a participantes com idades compreendidas entre os 7 e os 13 anos, estes ateliês de gratuitos de verão decorrem entre as 14h30 e as 16h30, no Aquamuseu do rio Minho.

A participação nestas atividades requer a inscrição prévia e, para tal, deve-se contactar o Aquamuseu do Rio Minho, através do email: aquamuseu@cm-vncerveira.pt ou do telefone: 251708026

RIO VEZ CORRE NO MUSEU AO AR LIVRE

Museu ao Ar livre do Rio Vez realiza atividades durante Verão

Decorreu este sábado dia 13 a primeira de um conjunto de atividades que o Museu da Água ao Ar livre do Rio Vez vai realizar este Verão. Este sábado a atividade designou-se por “Passeio pela biodiversidade do Museu da Água ao Ar Livre do Rio Vez” e teve como principal objetivo mostrar a riqueza em biodiversidade que o Rio Vez encerra e que só os olhares mais atentos conhecedores podem descobrir.

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No próximo dia 27 a iniciativa designa-se “Um mergulho na biodiversidade das águas do Vez – mais do que peixes na água” uma atividade em que se pretende que os participantes “mergulhem” nas águas do rio Vez e no mundo dos macroinvertebrados aquáticos em particular. Terão oportunidade de observar de perto estes pequenos animais aquáticos e as adaptações que lhes permitem viver nos diferentes microhabitats dentro do rio. Esta atividade pretende ainda alertar para a importância destes organismos na ecologia e qualidade da água do rio.

As inscrições para esta atividade podem ser feitas diretamente no Centro de interpretação e Acolhimento do Museu da Água, por e-mail museudaagua@cmav.pt ou através do número de telefone 258 247 317.

ARCOS DE VALDEVEZ LEVA CRIANÇAS AO MUSEU DA ÁGUA

“Era uma vez...o Rio Vez”, no Museu da Água ao Ar Livre do Rio Vez

No passado dia 4 de julho um grupo de crianças do 2º ciclo apresentou no Museu da Água os trabalhos realizados no âmbito do projeto cuja base foi o Rio vez e Lima, levado a cabo durante o ano. Este projeto foi desenvolvido pela Associação Soy Niño, Sou Criança, em parceria com a Biblioteca Municipal Tomaz de Figueiredo e o apoio financeiro do Município de Arcos de Valdevez, bem como da rubrica “Schooll4 all”, da CIM do Alto Minho.

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Neste encontro foi partilhado o olhar e o sentir das crianças acerca do Rio Vez e Lima e das suas riquezas naturais.

Para o encerramento desta primeira fase foram convidadas todos os envolvidos, nomeadamente a Câmara Municipal, o Agrupamento de Escolas, as famílias e as crianças.

Os alunos apresentaram uma retrospetiva das atividades realizadas durante o projeto, através de fotos, desenhos e gravações. Houve ainda espaço para um momento musical oferecido pela pianista Sarah Silva: Schumann-Träumerei, "Kinderszenen" No. 7, Sce-nes from Childhood).

Este trabalho de sensibilização para a Natureza é um processo evolutivo. Segundo a Associação Soy Niño, Sou Criança “As crianças devem ser atores ativos para sensibilizar e construir novos conceitos e sentimentos à Natureza e à Terra. É um trabalho lento mas certeiro a logo prazo”.

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AQUAMUSEU DO RIO MINHO COMEMORA 14 ANOS DE EXISTÊNCIA

Aquamuseu volta a assinalar aniversário com programa para toda a família

No próximo fim-de-semana, 13 e 14 de julho, o Aquamuseu do Rio Minho comemora 14 anos de serviço ao público, oferecendo um conjunto de atividades dinâmicas e interativas de cariz familiar. Às visitas guiadas gratuitas, ateliês e animação infantil, a festa de aniversário culmina com um concerto IKFEM 2019, onde se destaca a música tradicional galega.

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Para os dois dias de festa, o Aquamuseu do Rio Minho dinamiza três visitas guiadas gratuitas a todo o espaço, nomeadamente o Museu das Pescas, o Aquário e o Lontrário; um ateliê de pintura e a possibilidade de 30 crianças participarem na iniciativa de sucesso intitulada “Dormir com os Peixes”, agendada para a noite de sábado para domingo (mediante inscrição prévia).

O programa de comemoração do 14ª aniversário só fica completo com a realização de um espetáculo de animação infantil sob a temática ‘Festa dos Peixes Migradores’; e a promoção do concerto “Voar a seis mãos” a decorrer em pleno Jardim do Aquamuseu, às 22h00 de domingo.

Sob proposta do AECT Rio Minho, através do projeto Smart Minho, a VII edição do IKFEM 2019 - festival de música transfronteiriço - é alargado à Eurocidade Cerveira- Tomiño, integrando a festa de aniversário. Neste sentido, os músicos Susana Seivane, Abe Rábade e Víctor Prieto apresentam as suas composições originais de música tradicional galega, assim como adaptações de três grandes autores sul americanos: Tom Jobim, Astor Piazzolla e Egberto Gismonti.

Para mais informações e inscrições, os interessados devem contactar o Aquamuseu do Rio Minho.

TERRAS DE BOURO REALIZA SEMANA CULTURAL DA GEIRA NO NÚCLEO MUSEOLÓGICO DO CAMPO DO GERÊS

Semana Cultural da Geira de 25 a 28 de junho no Núcleo Museológico do Campo do Gerês

Decorrerá de 25 a 28 de Junho,  no Núcleo Museológico do Campo do Gerês,  uma semana cultural que terá como objectivo a valorização cultural da Geira “Via Romana”, com a recriação, em vários momentos, do Mundo Romano.

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O evento é organizado pelo Município de Terras de Bouro e englobado no Projeto Gerês/Xurês, Reserva da Biosfera Tranfronteiriça, sendo que, irá caracterizar-se por diversas atividades ao longo dos quatro dias, nomeadamente, percepções de técnicas de construção das vias e meios de transporte, peças teatrais, uma actividade intergeracional através do Projeto Bem Envelhecer, workshops e recriação da formação e vivência militar romana, entre outras.

De sublinhar ainda, a realização nos dias 28, 29 e 30 de três caminhadas sob o lema “À Descoberta do PNPG”, incluídas no Programa Anual das Caminhadas Guiadas da Associação Gerês Viver Turismo.

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AQUAMUSEU DO RIO MINHO EXPLICA "COMO SE DESLOCAM IS ANIMAIS"

“Como se deslocam os animais” é a temática das Férias de Verão no Aquamuseu

De 2 a 5 de julho, o Aquamuseu do Rio Minho dinamiza uma série de atividades pedagógicas com o tema “Como se deslocam os animais”, para crianças entre os 7 e os 13 anos. Inscrições devem ser efetuadas junto daquele serviço.

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Ao longo de quatro dias, as crianças participantes são desafiadas a aprender caraterísticas e particularidades dos diferentes modos de locomoção usados pelos animais, nomeadamente o caso da locomoção por reptação, salto, corrida, marcha, na água e no ar.

As atividades propostas são limitadas a 20 crianças, e decorrem entre as 14h00 e as 17h00, com um custo de 15 euros.

Para mais informações e inscrições, os interessados devem contatar o Aquamuseu do Rio Minho através do telefone 251 708 026 ou pelo email aquamuseu@cm-vncerveira.pt

MUSEU DO BRINQUEDO PORTUGUÊS RECEBE DOAÇÕES

Museu do Brinquedo Português celebra aniversário com cerimónia de reconhecimento de doação de espólio

O Município de Ponte de Lima e a Associação Concelhia das Feiras Novas vão promover amanhã, sábado, 08 de junho, pelas 11 horas, no jardim deste espaço museológico, a cerimónia oficial de reconhecimento de doação de peças ao Museu do Brinquedo Português.

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Neste dia, o Museu celebrará o seu 7.º aniversário de abertura ao público e procederá à assinatura do auto de receção das peças doadas ao Museu do Brinquedo Português, durante o período de aproximadamente 3 anos (2016 - 2019), que já conta com o total de mais de 3.500 peças.

Através deste ato pretende-se reconhecer a partilha generosa de cidadãos que doaram diversas peças – guardadas carinhosamente ao longo das suas vidas - ao Museu do Brinquedo, que se assume como um organismo recetor, guardião e transmissor de um património material e imaterial vasto e valioso.

Com o serviço de doações o Museu pretende enriquecer o espólio atualmente existente e sensibilizar o público para o valor histórico, cultural e social que o brinquedo representa, bem como proceder a ações de conservação preventiva, se necessário, e interpretar os objetos, associando-os às memórias que importa recolher junto dos anteriores proprietários de valor informativo, documental, iconográfico, ou outro, no sentido de facilitar o estudo e interpretação da coleção doada.

O Museu do Brinquedo Português, contínua disponível para acolher brinquedos que cada um quiser partilhar.

Para mais informações contactar o Museu do Brinquedo via correio eletrónico – mbp.geral@museuspontedelima.com – e através do contacto telefónico – 258 240 210 - .

ARCOS DE VALDEVEZ INAUGURA MUSEU DA ÁGUA AO AR LIVRE, EXEMPLAR ÚNICO EM TODO O PAÍS

Arcos de Valdevez com Museu da Água ao Ar Livre único no país. Símbolo do Museu é o melro d’água, um bioindicador da qualidade do ecossistema fluvial

A Câmara Municipal procedeu no passado sábado, dia 1 de junho, à abertura oficial do Museu da Água ao Ar livre do Rio Vez, o qual tem no edifício Fluvivez o seu ponto de Informação e acolhimento ao visitante.

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Para o Presidente da Câmara Municipal este foi um momento de grande importância para o concelho que vê a sua fauna, flora e património cada vez mais valorizados. “Este Museu é único no país e reforça, renova e amplia o papel de Arcos de Valdevez como porta da mais importante Reserva da Biosfera, declarada pela Unesco, existente no noroeste peninsular – o Parque Nacional Peneda-Gerês /Parque Transfronteiriço Gerês/Xurés”, referiu João Esteves.

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Com a sua criação “pretendeu-se preservar o mais possível as condições naturais do território e as marcas da atividade humana que, durante séculos, soube, de uma forma equilibrada, tirar partido da água e dos ecossistemas que lhe estão associados, transformando este vasto património em pilar do desenvolvimento socioeconómico do concelho”.

“No fundo a Autarquia está a valorizar e enfatizar aquilo que estava ao nosso redor através da recuperação dos açudes, levadas e moinhos, bem como a colocar sinalética e informação sobre os ecossistemas”, atestou.

Pedro Gomes, professor da Universidade do Minho e responsável da equipa técnica que concebeu o edifício de receção do Museu da Água, afirmou que este “contribui para um melhor conhecimento de um dos poucos rios selvagens em Portugal que se apresenta em boas condições ambientais” e deu ainda um conselho a quem tem por hábito fazer a ecovia “não se preocupem tanto em fazer quilómetros mas sim em apreciar a beleza natural e riqueza do percurso”.

A primeira fase do Museu da Água ao ar livre centra-se no troço do rio Vez, situado entre a foz do rio Vez, na freguesia de Souto, e a freguesia de Vilela, e pretende promover o património ambiental (flora e fauna), arquitetónico e etnográfico associado ao Rio Vez e seus afluentes.

Além da sinalização do património construído nas margens, o museu inclui, ao longo do trajeto, painéis informativos sobre a fauna, flora e ecologia do ecossistema ribeirinho, bem como do seu património construído e da sua história.

Foram intervencionados açudes ao abrigo do projeto museológico, recuperando uma das suas funcionalidades, ou seja, diminuir a energia da corrente do rio, minimizando deste modo o poder erosivo sobre as suas margens.

Disponibiliza observatórios para conhecer ‘in loco’ a fauna que habita neste ecossistema ribeirinho.

Dotado de um equipamento multimédia, o Fluvivez – Centro de Informação e acolhimento tem como missão dar a conhecer aos visitantes a história do rio e desafia-los a conhecer, no terreno, o seu património. O museu completa-se com dois postos, em Sabadim e Santar, para apoiar atividades de educação ambiental.

Com a criação do museu, o município pretende potenciar o aumento do número de visitantes, dinamizando a hotelaria, a restauração, as empresas de prestação de serviços ligadas ao ambiente e ao comércio.

A Operação “NORTE-04-2114-FEDER-000382 - Museu da Água ao Ar Livre do Rio Vez”, é cofinanciada pelo FEDER, Programa Operacional NORTE2020, Portugal2020, Eixo Prioritário 4 - Qualidade Ambiental e conta com um Investimento Elegível de 345.071,33 € e Comparticipação Comunitária de 293.310,63 €.

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CERVEIRA ATRIBUI PRÉMIO AO MELHOR MUSEU DO ANO

Prémio de Melhor Museu do Ano atribuído ao Museu Bienal de Arte de Cerveira

“Uma distinção que reconhece e premeia o enorme trabalho realizado pela Fundação Bienal de Arte de Cerveira em prol da cultura e das artes”. É desta forma que o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira e da Fundação Bienal de Arte de Cerveira (FBAC), Fernando Nogueira, reage à atribuição do Prémio de Melhor Museu do Ano ao Museu da Bienal de Arte de Cerveira, com alto patrocínio do Presidente da República, Professor Marcelo Rebelo de Sousa. A Cerimónia de Entrega dos Prémios pela Associação Portuguesa de Museologia (APOM) decorreu, esta tarde, no Auditório do Teatro Miguel Franco, em Leiria.

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Anualmente, a Associação Portuguesa de Museologia premeia agentes e instituições de museologia portuguesa cujo trabalho se distingue com o objetivo de incentivar e gratificar a criatividade dos museólogos portugueses, reconhecendo o seu contributo e dando visibilidade ao que de melhor se faz no âmbito da museologia no nosso país.

Na edição 2019, entre 200 candidaturas, o prémio de Melhor Museu do Ano acaba de ser atribuído ao Museu Bienal de Arte de Cerveira que, segundo o autarca cerveirense, “vem valorizar o vasto e valioso acervo museológico existente e corroborar a aposta da FBAC na descentralização artística e cultural por várias cidades do nosso país, assim como potencia ainda mais a internacionalização realizada nos últimos anos”.

Fernando Nogueira sublinha que as comemorações do 40º aniversário da Bienal Internacional de Arte de Cerveira, assinalado em 2018, “dão aso a que estas manifestações oficiais representem um maior peso e uma satisfação acrescida, porque em Vila Nova de Cerveira faz-se muito em prol das artes e da cultura, mas com muito pouco. Esta distinção reconhece e premeia o enorme trabalho realizado pela Fundação Bienal de Arte de Cerveira em prol da cultura e das artes, ao longo de 40 anos”.

Elogiando e agradecendo o trabalho da “pequena equipa” da FBAC que “torna possível” o reconhecimento hoje atribuído pela APOM e, “aos patrocinadores, sem os quais a Bienal não teria chegado onde chegou”, Fernando Nogueira reitera a “excelente notícia e a enorme satisfação para Cerveira, para os Cerveirenses, e para Portugal”, deixando a garantia de que “ter ainda mais força e estímulo para continuar a trabalhar mais e melhor nesta e noutras áreas”.

Com início em 1978, a Bienal Internacional de Arte de Cerveira é a mais antiga da península Ibérica em atividade, e dispõe de um museu da bienal com um espólio de mais de 600 peças.

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SANTA MARTA DE PORTUZELO ASSINALA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS E INSTALA SERVIÇOS NO NÚCLEO MUSEOLÓGICO DO LINHO

Secretaria funcionou no Núcleo Museológico

No dia 20 de maio o Núcleo Museológico do Linho abriu portas para celebrar o dia internacional dos museus, que se celebra no dia 18 de maio. Assim o Executivo transferiu os serviços administrativos da Junta de Freguesia para o Núcleo, levando a população a visitar o espaço que foi inaugurado em setembro de 2017.

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Este trabalho só foi possível pois a modernização administrativa realizada nos últimos anos, permitiu a deslocalização do serviço de atendimento ao freguês, colocando-a ao alcance de um clique, adaptando este espaço noutro local da freguesia.

A experiência foi muito positiva e muito acarinhada por toda a gente que por lá passou.

O Núcleo Museológico do Linho de Santa Marta de Portuzelo foi inaugurado no dia 15 de setembro do ano de 2017 e um dos seus objetivos é continuar a semear linho, passando para as gerações vindouras os conhecimentos dos mais idosos. A sementeira de 2019 foi realizada no dia 4 de maio.

MUSEU DE ARTE POPULAR PERTENCE AO POVO PORTUGUÊS – SEM O “MERCADO DA PRIMAVERA” O MUSEU NÃO FICARÁ COMPLETO!

Com cerca de 15 mil peças da mais variada natureza, representando actividades artesanais do povo português, desde objectos de cerâmica a utensílios de trabalho, alfaias agrícolas, carroças, brinquedos e cestaria, o Museu de Arte Popular é porventura aquele com quem mais o povo português se identifica pois ali encontra-se retratado nos seus usos e costumes de uma forma bastante acessível.

Mercado Primavera 026

Porém, nos últimos 45 anos, os decisores políticos votaram-no ao desprezo, chegando mesmo ao ponto de sentenciarem-lhe a sua destruição. Por fim, acabaria por ver a sua colecção incorporada no Museu Nacional de Etnologia e transformado em Núcleo de Arte Popular.

Ao espaço museológico propriamente dito encontrava-se associado o Mercado da Primavera, espaço de animação cultural no exterior que serviu nomeadamente para dar a conhecer muitos dos nossos artesãos e suas obras, como foi o caso da barrista barcelense Rosa Ramalho, foi destruído há cerca de quatro décadas.

Constituído em 1948, no âmbito da Exposição do Mundo Português, então com a designação de “Pavilhão da Vida Popular”, o seu acervo reunia um conjunto de peças que foi apresentado na Exposição de Arte Popular Portuguesa que teve lugar em Genebra, em 1935. O seu espólio repartia-se por diferentes salas dedicadas às mais diversas regiões do país e ainda um espaço para exposições temporárias, nelas predominando as cerâmicas e as alfaias agrícolas, os trajes e instrumentos musicais tradicionais, a joalharia e as artes de pesca, as carroças e a cestaria, a maioria das quais recolhida nos começos do século passado.

A decisão de ali instalar o Museu de Arte Popular coube ao ministro António Ferro e o edifício foi originalmente concebido pelo arquiteto Veloso Reis, tendo posteriormente sido sujeito a remodelação com vista a acolher o museu, tendo o projeto de adaptação pertencido ao arquiteto Jorge Segurado. O Museu de Arte Popular constituiu seguramente o exemplar mais representativo das conceções museológicas e ideológicas do Estado Novo, facto que só por si justificaria a sua continuidade e preservação.

Em relação ao próprio edifício, é reconhecido “o valor estético e material intrínseco, o génio dos respectivos criadores, o interesse como testemunho notável de vivências ou factos históricos, a sua concepção arquitectónica, urbanística e paisagista, e o que nele se reflecte do ponto de vista da memória colectiva”, razão pela qual foi pela Secretaria de Estado da Cultura, através da portaria n.º 263/2012, classificado como monumento de interesse público. Não obstante, chegou a estar prevista a sua demolição por proposta de um ministro da Cultura…

O Museu de Arte Popular pertence ao povo português e, como tal, deverá ser-lhe devolvido juntamente com a sua colecção.

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