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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MUSEU DA INDÚSTRIA TÊXTIL LANÇA COLEÇÃO MONOGRÁFICA "ARQUEOLOGIA INDUSTRIAL"

Conferência com visita realiza-se no próximo dia 14 de dezembro, pelas 14h30. A participação é gratuita

Depois do sucesso das últimas conferências do ciclo “Percursos e memórias da indústria na Bacia do Ave”, promovido pelo Museu da Indústria Têxtil, que tem levado os participantes a percorrer alguns dos marcos históricos do cluster têxtil da região, a iniciativa chega ao fim no próximo dia 14 de dezembro a partir das 14h30.

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A conferência arranca, no Museu da Indústria Têxtil, com a apresentação da coleção monográfica “Arqueologia Industrial”, a cargo do professor Lopes Cordeiro.  Fundada em 1987 como publicação periódica, é agora lançada, em 2019, no formato de livro, constituindo uma coleção monográfica nas áreas da arqueologia, património e museologia industrial, procurando acompanhar o desenvolvimento destas áreas no país e no estrangeiro.

A sua edição é da responsabilidade do Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave/Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da APPI – Associação Portuguesa para o Património Industrial, representante em Portugal do TICCIH – The International Committee for the Conservation of the Industrial Heritage, sendo publicada pelas Edições Humus.

Segue-se o debate “O Contributo da Revista de Guimarães para a mudança do paradigma industrial local”, com Paulo Ramos Nogueira, da Universidade de Coimbra.

A iniciativa termina com uma visita à exposição temporária “Industria Têxtil de Guimarães: do sistema antigo ao advento das máquinas”, no Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, em Guimarães. Os participantes são convidados a visitar a exposição, num autocarro disponibilizado gratuitamente. O regresso ao Museu acontece pelas 18h00.

A participação é gratuita, sendo que as inscrições e informações devem ser solicitadas junto do Museu da Indústria Têxtil ou através do email geral@museudaindustriatextil.org

Refira-se que estas conferências estão certificadas como Ação de Curta Duração para os professores pelo que as inscrições decorrem através de formulário online disponível em https://bit.ly/2mU3p92

Contactos:

Tel.: 252 313 986

geral@museudaindustriatextil.org

Programa

14 dezembro ‘19

14h30 Apresentação da coleção monográfica

Arqueologia Industrial

Professor Doutor J. M. Lopes Cordeiro

15h00 Conferência “O contributo da Revista de Guimarães para a mudança do paradigma industrial local”

Paula Ramos Nogueira

Universidade de Coimbra, Instituto de Investigação Interdisciplinar, Centro de Física

Local Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave

16h30 Visita à exposição temporária “Indústria Têxtil da Guimarães: do sistema antigo ao advento das máquinas” (Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, Guimarães)

17h15 Regresso ao Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave

18h00 Encerramento

ESPOSENDE SMARTCITY PROMOVE VISITA DE ESTUDO AO ESTUÁRIO DO CÁVADO

O Projeto Esposende SmartCity proporcionou uma visita de estudo ao estuário do Cávado a alunos da Escola Secundária Henrique Medina, de Esposende.

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A par da transformação digital em curso, através da implementação de uma rede de infraestruturas de comunicação capaz de agregar toda a informação dos sensores do território, o Esposende SmartCity pretende aliar a inteligência urbana e ambiental à criação artística original, implementada no espaço público. Neste sentido, o projeto assume, como premissa estruturante, a importância da literacia da arte como impulsionadora dos territórios criativos.

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Neste contexto, para além da encomenda de obras de arte pública a conceituados artistas de renome nacional e internacional, o projeto contempla a dinamização de ações de caráter pedagógico, promovidas através de uma parceria com o Instituto de Ciência e Inovação para a Bio-Sustentabilidade da Universidade do Minho (IB-s UM), que permitam à comunidade (escolar e/ou outras) apreender, através de um conjunto de ações práticas e multidisciplinares (artes, ciências, tecnologias), os conceitos agregadores do projeto, sensibilizando para as grandes temáticas da sustentabilidade, da economia circular, do património e da cultura.

Neste âmbito, o projeto tem trabalhado com duas turmas do 11.º e 12.º anos de escolaridade do curso de Artes Visuais da Escola Secundária Henrique Medina e com o projeto AMAReMAR – Arte e Comunidade, com o objetivo final da conceção de uma obra de arte coletiva, que será apresentada em finais de maio de 2020, no âmbito do Fórum da Educação, tendo como base de trabalho e inspiração os quatro pilares estruturantes do Esposende SmartCity: Sustentabilidade, Pessoas, Território e Arte. Sob orientação pedagógica dos professores e formadores que trabalham regularmente com os participantes envolvidos, o processo conta com a colaboração regular de profissionais do Município de Esposende, do IB-s UM, da Zet Gallery (grupo DST), assim como do artista plástico local Jorge Braga.

Enquadrado na preparação de todo o trabalho artístico a realizar, a bordo da embarcação “Rabilo”, da Associação Forum Esposendense, foram realizadas visitas de estudo ao estuário do Cávado, com a colaboração de Nuno Catarino, do IB-s UM, e do biólogo marinho Vasco Ferreira, consultor para a implementação do OMARE – Observatório Marinho de Esposende. Neste âmbito, foram partilhados com os alunos da Escola Secundária Henrique Medina envolvidos no projeto alguns aspetos relevantes relativos à biodiversidade do Parque Natural Litoral Cávado, e, em particular, do rio Cávado e da costa marítima de Esposende, assim como princípios importantes relativos à sustentabilidade ambiental e à preservação da natureza, que funcionarão como denominadores comuns para a intervenção artística a desenvolver nos próximos meses. Os alunos tiveram, ainda, oportunidade de visitar a exposição “A Pesca no Rio e no Mar de Esposende”, patente no Museu Marítimo de Esposende, onde se destacam algumas obras de arte de escultura e pintura, respetivamente dos autores locais Belemino Ribeiro e Fernando Rosário.

Antes mesmo desta ação, no mês de outubro, os alunos tiveram oportunidade de contactar com a curadora da Zet Gallery, Helena Mendes Pereira, que orientou uma aula sobre “Arte e Natureza”. No mesmo mês, para além de uma sessão formativa sobre os princípios e conteúdos estruturais do projeto, dirigida aos referidos alunos e aos participantes do projeto AMAReMAR, foram dinamizados workshops junto de cerca de 400 alunos do 9.º ano de escolaridade, pelo escultor Volker Schnüttgen, cuja escultura, de sua autoria, “Padrão do Mar”, foi inaugurada a 23 de outubro. Durante o presente ano letivo estão agendadas mais ações pedagógicas, quer em contexto de sala, quer no exterior.

Todas as ações em curso enquadram-se no âmbito dos eixos de intervenção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, com especial realce para Educação de Qualidade (ODS4), Cidades e Comunidades Sustentáveis (ODS11), Combate às Alterações Climáticas (ODS13) e Oceanos, Mares e Recursos Marinhos (ODS14).

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MUSEU DE VILARINHO DA FURNA PROMOVE SEMINÁRIO SOBRE O GERÊS-XURÊS

Seminário Gerês-Xurês - Museu de Vilarinho da Furna - 05 de Dezembro

Comunidade Territorial de Cooperação LIMA-LIMIA-CÁVADO é um projeto apoiado pelo POCTEP - Programa de Cooperação INTERREG VA Espanha-Portugal que tem por objetivo promover o desenvolvimento do território no espaço transfronteiriço Norte de Portugal – Galiza, envolvendo diretamente os territórios do Cávado, Alto Minho e Ourense. Um dos objetivos deste projeto é a promoção do turismo de natureza e das suas atividades.

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Neste âmbito e com o objeto de promover a discussão sobre as oportunidades e problemas existentes no setor e ouvir os principais atores e empresas que atuam neste território, a CIM Cávado em parceria com o Município de Terras de Bouro, com a CIM do Alto Minho e com o INORDE – Orense, promovem no próximo dia 5 de dezembro o seminário Gerês - Xurês: Turismo de Natureza num espaço Transfronteiriço, que decorrerá no Auditório do Museu de Vilarinho da Furna, Campo do Gerês em Terras de Bouro, entre as 14h00 e as 17h30.   A sessão é gratuita, mas a inscrição obrigatória, devendo ser feita através do link: https://forms.gle/SP5YeyNVNWK8fHZaA .

MONÇÃO: MUSEU ETNOGRÁFICO DE LONGOS VALES RECRIA A VIDA RURAL DE OUTROS TEMPOS

Fruto da disponibilidade e entusiasmo de Eduardo Cardoso, que durante alguns anos colecionou diversos objetos agrícolas, o Museu Etnográfico de Longos Vales, situado na antiga Escola Primária do Cesto, tornou-se uma realidade no dia 29 de maio de 2011.

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O equipamento, que reúne um considerável espólio de instrumentos do mundo rural, nasceu com o objetivo de divulgar antigos ofícios e modos de vida da freguesia de Longos Vales, valorizando e colocando à disposição do público uma herança cultural e etnográfica coletiva.

Ao longo deste percurso de quase uma década, o mentor do projeto tem vindo a apetrechar o espaço com novos utensílios e equipamentos, enriquecendo, de ano para ano, a estrutura dedicada ao mundo rural. No livro de honra, entre várias citações, pode ler-se: “o passado é o cimento que liga o presente e o futuro. Algo que devemos proteger e valorizar”.

Aberto ao público através de marcação prévia, o Museu Etnográfico de Longos Vales é visitado, frequentemente, por grupos de turistas e amantes da cultura popular, tendo sido, várias vezes, objeto de reportagens jornalísticas escritas e faladas, onde é dado enfâse à quantidade de materiais expostos.

No passado dia 29 de novembro, sexta-feira, cerca de vinte pessoas da Universidade Sénior de Monção visitaram o Museu Etnográfico de Longos Vales, desfrutando de uma tarde marcada pela convivialidade, vivência rural e recordações de infância.

Esta visita, que contou com a presença do presidente da Junta de Freguesia de Longos Vales, Pedro rodrigues, representou também a primeira oportunidade para Eduardo Cardoso mostrar as últimas peças do museu: malhadeira de centeio e oratório.

O Museu Etnográfico de Longos Vales mostra utensílios de campo, de cozinha e objetos ligados ao linho. Desta forma, quem passar por este espaço cultural pode reviver vivências de antigamente e apreciar, entre outros objetos, carros de bois, potes do alambique, pipos de vinho, malhadores e debulhadores de espigas, sachadeiras e cabaças.

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FAMALICÃO POSSUI MUSEU DO AUTOMÓVEL ANTIGO COM CENTRO DE FORMAÇÃO DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE AUTOMOBILISMO E KARTING

“Centro de Formação Permanente para Extração” entra em funcionamento em 2020

A partir do próximo ano, o Museu do Automóvel Antigo e Clássico de Vila Nova de Famalicão vai contar com um “Centro de Formação Permanente para Extração” criado pela Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), com ações de formação sobre os procedimentos de socorro necessários para a retirada de pilotos e co-pilotos do interior de veículos de alta competição acidentados.

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A criação desta estrutura no museu famalicense foi aprovada no final da semana passada na Assembleia Geral da FPAK.

Estas ações serão coordenadas e desenvolvidas por elementos acreditados pela Federação Internacional do Automóvel, com foco inicial nos associados FPAK e nas equipas de Associações Humanitárias.

Este Centro de Formação contará com componente teórica e prática, recorrendo a três modelos de cockpit utilizados nos diversos campeonatos do desporto automóvel.

Recorde-se que o Museu do Automóvel Antigo e Clássico está instalado em Famalicão, mais concretamente no Lago Discount, em Ribeirão, desde setembro de 2013.

Integra a Rede de Museus de Famalicão e é ponto de passagem obrigatória para colecionadores e admiradores da indústria automóvel. Tem patente um espólio de grande riqueza constituído por cerca de uma centena de carros e motas antigas e que acompanha a evolução do design automóvel ao longo do século XX. O Museu do Automóvel Antigo e Clássico tem associada uma Escola de Restauro Automóvel, um projeto de formação profissional inovador que junta o museu e a Escola Profissional CIOR e uma Escola de Educação Rodoviária vocacionada para o ensino dos mais jovens.

FAMALICÃO ENCERRA MUSEUS NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA

Encontro encerra museus no dia 26 de novembro

A Câmara Municipal informa que, em virtude da realização do IV Encontro da Rede de Museus de Famalicão, o Museu Bernardino Machado, a Casa Museu Soledade Malvar, o Museu da Indústria Têxtil e o Museu de Arte Sacra da Capela da Lapa estarão encerrados ao público no dia 26 de novembro, a partir das 12h00.

O que é um Museu no Século XXI? Quais são os seus desafios? O que procura o seu público? Como responde às demandas da contemporaneidade, da tecnologia, da globalização? Estas são algumas das questões a que a Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão pretende dar resposta no decorrer do IV Encontro da Rede.

Refletir sobre o papel que cada museu desempenha, a sua missão e os desafios para o futuro que enfrenta no território onde está inserido é o principal objetivo da iniciativa.

MUSEU DA INDÚSTRIA TÊXTIL REVISITA A DESAPARECIDA FÁBRICA DE LANIFÍCIOS DO BARÃO DA TROVISQUEIRA, EM RIBA DE AVE

Conferência com visita realiza-se este sábado, a partir das 15h00. A participação é gratuita

É já neste sábado, 16 de novembro, pelas 15h00, que se realiza a segunda conferência do novo ciclo de atividades, promovido pelo Museu da Indústria Têxtil, intitulado “Percursos e memórias da indústria na Bacia do Ave” que tem levado os participantes a percorrer alguns dos marcos históricos do cluster têxtil da região.

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Desta vez, o convidado é Mário Bruno Pastor da Universidade Católica Portuguesa, que irá falar sobre “A Fábrica de lanifícios do barão da Trovisqueira, a têxtil inaugural de Riba de Ave”. Depois de abordar a temática, os participantes são convidados a visitar o local onde esteve implantada a Fábrica, num autocarro disponibilizado gratuitamente. O regresso ao Museu acontece pelas 17h15.

A participação é gratuita, sendo que as inscrições e informações devem ser solicitadas junto do Museu da Indústria Têxtil ou através do email geral@museudaindustriatextil.org

Entretanto, no dia 14 de dezembro, o programa começa mais cedo com a apresentação da monografia Arqueologia Industrial. Fundada em 1987 como publicação periódica, é agora lançada, em 2019, no formato de livro, constituindo uma coleção monográfica nas áreas da arqueologia, património e museologia industrial, procurando acompanhar o desenvolvimento destas áreas no país e no estrangeiro.

A sua edição é da responsabilidade do Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave/Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da APPI – Associação Portuguesa para o Património Industrial, representante em Portugal do TICCIH – The International Committee for the Conservation of the Industrial Heritage, sendo publicada pelas Edições Humus.

Às 15h00 debate-se “O contributo da Revista de Guimarães para a mudança do paradigma industrial local”, com Paula Ramos Nogueira da Universidade de Coimbra. A visita guiada será ao Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, em Guimarães, à exposição temporária “Indústria Têxtil da Guimarães: do sistema antigo ao advento das máquinas”.

Refira-se que estas conferências estão certificadas como Ação de Curta Duração para os professores pelo que as inscrições decorrem através de formulário online disponível em https://bit.ly/2mU3p92

Contactos:

Tel.: 252 313 986

geral@museudaindustriatextil.org  

Programa

16 novembro ‘19

“A Fábrica de lanifícios do barão da Trovisqueira, a têxtil inaugural de Riba de Ave”

Mário Bruno Pastor

Universidade Católica Portuguesa / CITAR / FCT

15h00 Conferência no Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave

16h30 Visita ao local onde esteve implantada a Fábrica (Riba de Ave, Vila Nova de Famalicão)

17h15 Regresso ao Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave

18h00 Encerramento

A fábrica de lanifícios do barão da Trovisqueira

A têxtil inaugural de Riba de Ave

“O arranque industrial da produção têxtil no Vale do Ave é um fenómeno que começou a afirmar-se a partir dos meados do século XIX, quase sempre intimamente relacionado com o retorno de antigos emigrantes portugueses no Brasil. A primeira fábrica têxtil montada com aproveitamento hidráulico diretamente sobre o Rio Ave foi construída por José Francisco da Cruz Trovisqueira (1824-1898), barão da Trovisqueira. Precisamente um famalicense que emigrara, ainda menino, para o Brasil, onde fez fortuna e importantes contactos comerciais e políticos, que o levariam não só a ser eleito deputado às cortes constitucionais, durante um dos governos do marquês de Sá da Bandeira, em 1868, como também, por duas vezes, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.

Em 1873, Trovisqueira adquire, num leilão do Ministério da Fazenda, em Lisboa, as antigas azenhas e respetivos terrenos dos párocos de Riba de Ave, é a partir desse património que a sua fábrica de lanifícios começa a ser erguida. Em 1881, quando a fábrica é inscrita no registo predial de Famalicão, é já uma estrutura totalmente renovada, de feição inglesa, do tipo mill, especializada na fiação de telas e fazendas económicas de lã nacional, destinadas ao mercado local. É com esta configuração que a fábrica nos surge no Inquérito Industrial de 1890.

Hoje desaparecida, esta fábrica inaugural está diretamente relacionada com génese da paisagem industrial de Riba de Ave. Foi adquirida, no final do ano de 1900, por Narciso Ferreira, que a viria a inserir na sua emblemática Sampaio, Ferreira & Cia. Lda.

A visita do próximo dia 16 de novembro incidirá sobre a memória e o espaço da antiga fábrica em Riba de Ave, tal como sobre as instalações do que resta atualmente da Sampaio, Ferreira.”

Mário Bruno Pastor

14 dezembro ‘19

“O contributo da Revista de Guimarães para a mudança do paradigma industrial local”

Paula Ramos Nogueira

Universidade de Coimbra, Instituto de Investigação Interdisciplinar, Centro de Física

Local Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave

14h30 Apresentação da coleção monográfica

Arqueologia Industrial

Professor Doutor J. M. Lopes Cordeiro

15h00 Conferência no Museu da Indústria

Têxtil da Bacia do Ave

16h30 Visita à exposição temporária “Indústria Têxtil da Guimarães: do sistema antigo ao advento das máquinas” (Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, Guimarães)

17h15 Regresso ao Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave

18h00 Encerramento

REDE DE MUSEU DE FAMALICÃO DEBATE "SER MUSEU NO SÉCULO XXI" E LANÇA LIVRO

IV Encontros da Rede realiza-se dia 26 de novembro, no Museu Nacional Ferroviário de Lousado

O que é um Museu no XXI? Quais são os seus desafios? O que procura o seu público? Como responde às demandas da contemporaneidade, da tecnologia, da globalização? Estas são algumas das questões a que a Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão pretende dar resposta no próximo dia 26 de novembro, no Museu Nacional Ferroviário de Lousado, no decorrer do IV Encontro da Rede.

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A iniciativa que vai decorrer a partir das 14h30 com o debate “Ser Museu no século XXI” e culmina com a apresentação do livro “Definir a missão… da necessidade ao desafio”, é de entrada livre, sujeita a inscrição prévia através do mail rededemuseus@famalicao.pt.

No debate, a investigadora da Universidade de Évora, Ana Carvalho, a responsável da Direção-Geral do Património Cultural, Clara Camacho, a representante do Mapa das Ideias, Inês Câmara e a museóloga Rita Pires dos Santos irão refletir sobre a nova definição de museu proposta pelo ICOM (Conselho Internacional dos Museus). A conversa serás moderada por Maria Vlachou da associação Acesso Cultura.

No final da sessão, o técnico especialista no Gabinete da Secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural – Ministério da Cultura, Joaquim Jorge irá apresentar o livro “Definir a missão… da necessidade ao desafio”. Este livro é o primeiro número da coleção monográfica “Ser e fazer museu no século XXI”, coordenada pela Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão, destinada a profissionais de museus e público em geral, onde se partilham diversos temas da museologia no território.

Esta publicação, bilingue e adaptada para linguagem clara, estará disponível em versão impressa e acessível gratuitamente online.

Os IV Encontros da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão têm como objetivo refletir sobre o papel que cada museu desempenha, a sua missão e os desafios para o futuro que enfrenta no território onde está inserido.

Refira-se que a Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão nasceu em 2012 e é constituída por doze unidades museológicas – Casa de Camilo: Museu. Centro de Estudos; Casa-Museu Soledade Malvar; Museu Bernardino Machado; Museu Cívico e Religioso de Mouquim; Museu da Confraria de Nossa Senhora do Carmo de Lemenhe; Museu da Guerra Colonial; Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave; Museu de Arte Sacra da Capela da Lapa; Museu de Cerâmica Artística da Fundação Castro Alves; Museu do Automóvel; Museu Fundação Cupertino de Miranda – Centro Português do Surrealismo; Museu Nacional Ferroviário – Núcleo de Lousado.

Desde a sua fundação procura a valorização dos museus que integram a rede, através de uma política de cooperação e articulação entre si, com vista à promoção, valorização e difusão das suas coleções museológicas, bem como de ações de capacitação das equipas que os constituem, como o caso dos Encontros da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão que se iniciaram em 2016.

MONÇÃO RECORDA CRISE ACADÉMICA DE COIMBRA EM 1969

Agora sob a égide do Conselho Cultural da UMinho/Prémio Victor de Sá de História Contemporânea, Braga volta a recuperar algumas memórias da Crise Académica de Coimbra 1969, concluindo a celebração do 50º aniversário desse tempo singular.

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O ponto de partida centra-se na grande exposição fotográfica organizada por José Veloso a partir da reportagem feita pela secção fotográfica da AAC entre Abril e Junho de 1969, que será inaugurada no dia 8 Nov, às 18 h. na Galeria do Paço, Largo do Paço, Braga, com visita guiada pelo autor.. O mês culminará com o lançamento do livro "Bracarenses na crise académica de 1969", no mesmo local e hora, no dia 27 Nov., com apresentação do Professor Luís Reis Torgal

Pelo meio termos a apresentação dos livros de Gualberto Freitas ("O processo") e de Alberto Martins ("Peço a palavra").

PARCEIROS EUROPEUS DO "CHERISH" VISITAM AQUAMUSEU DO RIO MINHO PARA CONHECEREM BOAS PRÁTICAS

A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM do Alto Minho) está a receber, até esta sexta-feira, os parceiros do projeto de cooperação inter-regional ‘CHERISH’, cofinanciado pelo Programa Interreg Europe, e que visa a proteção e valorização das comunidades piscatórias. O Aquamuseu do rio Minho foi um dos pontos de visita obrigatória, dando a conhecer o vasto trabalho desenvolvido em prol da bacia hidrográfica do rio Minho.

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Os 34 parceiros e stakeholders do ‘CHERISH’ - Creating opportunities for regional growth through promoting Cultural HERitage of fISHing communities in Europe, oriundos de oito países - Holanda (Município de Middelburg), Letónia (Riga Planning Region), Espanha (Conselho Insular de Malhorca), Grécia (Município de Kavala), Portugal (CIM Alto Minho), Chipre (Development co. Pafos Ltd.), Itália (Região de Abruzzo) e Alemanha (EUCC - Coastal Union Germany) – estão reunidos com o propósito de contribuir para a melhoria das políticas regionais de desenvolvimento que protegem e promovem o património cultural das comunidades piscatórias, reforçando a atratividade destas regiões para as empresas, cidadãos e turistas.

Na receção de boas-vindas ao grupo, o Presidente da Câmara Municipal reforçou a forte aposta da CIM Alto Minho na economia do mar, com vários projetos, destacando o Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC) que visa promover, em territórios específicos, o desenvolvimento local e a diversificação das economias de base rural e das zonas pesqueiras e costeiras.

Fernando Nogueira sublinhou ainda a importância do Aquamuseu do rio Minho como um espaço público, de interesse supramunicipal, “que transporta para dentro de quatro paredes toda a riqueza do rio Minho, ao longo da sua extensão de 75kms”. Antes de formalizar a parceria no ‘CHERISH’, através da assinatura do respetivo acordo, Fernando Nogueira lembrou que o Aquamuseu do Rio Minho já dispõe de um trabalho diversificado e de excelência nas vertentes didático-cultural, investigação científica e turística, podendo dar um contributo muito significativo para este projeto.

Durante estes três dias, os participantes deste projeto europeu têm a oportunidade de conhecer projetos e boas práticas do Alto Minho e Esposende ligadas às comunidades piscatórias, nomeadamente o Projeto AmareMar (Esposende), o Aquamuseu do rio Minho de Vila Nova de Cerveira, as tradições ligadas ao Navio Gil Eannes, o projeto Lugar do Real – Aldeias de Mar (Ao Norte), as Conservas da Vianapesca e a recolha de sargaço em Castelo do Neiva.

O programa prevê ainda a realização de um workshop, no Núcleo Museológico do Sargaço de Castelo do Neiva, ligado aos saberes tradicionais ecológicos (Traditional Ecological Knowledge), durante o qual os participantes ficarão a conhecer as tradições ligadas à recolha de sargaço, incluindo um “storytelling” sobre Maria do Céu, a sargaceira de Castelo do Neiva.

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PONTE DE LIMA APRESENTA A ESCOLA DO ESTADO NOVO

EXPOSIÇÃO “A Escola Primária do Estado Novo: da sala de aula ao recreio”. 11 de outubro e 13 de dezembro 2019. Museu do Brinquedo Português em Ponte de Lima

Entre os dias 11 de outubro e 13 de dezembro de 2019, o Centro Local de Aprendizagem (CLA) da Universidade Aberta (UAb) em Ponte de Lima, em colaboração com o Museu do Brinquedo Português e o Município de Ponte de Lima e com o apoio do GRUPOEDE do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX (CEIS20), irá apresentar a Exposição “A Escola Primária do Estado Novo: da sala de aula ao recreio”, a decorrer na sala de exposições temporárias no Museu do Brinquedo Português em Ponte de Lima.

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A Exposição pretende proporcionar uma revisitação ao passado ligado à ideologia do sistema educativo do Estado Novo, a fim de fomentar a partilha de conhecimentos sobre as vivências escolares de diferentes épocas, dando a conhecer aos mais jovens o funcionamento da Escola do Ensino Primário. Por outro lado, trazer à memória dos mais velhos as vivências de tempos passados, onde se inseriu a sua formação escolar no período da infância.

 A iniciativa consiste na apresentação de objetos e materiais utilizados numa sala de aula do Ensino Primário do Estado Novo, permitindo ao público explorar a história dos objetos e seu papel social na família e na escola: as carteiras dos alunos, secretária do professor, mapas didáticos, material didático (pesos, ábacos, balança, conjuntos de letras e algarismos, material de medição, livros, canetas de aparo, lousas, tinteiros, carimbos, diploma e prova da 4ª classe, regulamentos, inventários, etc.), caixa métrica, livro de ponto, os instrumentos de castigo, o relógio, o crucifixo e as imagens de António Salazar e Óscar Carmona. Desta forma, estimula-se a participação da comunidade no resgate e preservação da memória, valorizando o património material e imaterial do concelho.

A inauguração está agendada para as 18:30 do dia 11 de outubro, seguindo-se a realização de uma tertúlia com o título “A escola do meu tempo”, com a presença de Professoras de Ensino Primário que lecionaram na época do Estado Novo e também alunos que vivenciaram o Ensino dessa época.

A Exposição estará disponível para o público em geral, mas também se destina à comunidade escolar. Caso pretenda inscrever alguma turma para uma visita guiada, entre os dias 11 de outubro e 13 de dezembro, deve manifestar o seu interesse através do formulário e posteriormente será contactado(a) para agendar a visita.

Informações e inscrições:

CLA da UAb em Ponte de Lima

Contactos: 915676349/cla_ponl@uab.pt

Formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdyYiL9iIlmgVseG84UWitrVkupvgSrP7rdOI5vdQO3QkWtkQ/viewform?vc=0&c=0&w=1

AQUAMUSEU DO RIO MINHO APRESENTA O RUIVACO E A ENGUIA

Duas novas exposições para desfrutar no Aquamuseu do rio Minho

Até ao final do ano, o Aquamuseu do rio Minho sugere mais duas exposições que convidam ao conhecimento de duas espécies: o Ruivaco e a Enguia.

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Assim, até 30 de novembro, os visitantes do Aquamuseu podem conhecer um pouco mais sobre o Ruivaco do Oeste, um pequeno ciprinídeo (< 15cm) que só existe em Portugal, em três rios do Oeste: no rio Alcabrichel e Sizandro, em Torres Vedras e na ribeira do Safarujo, em Mafra. Tem estatuto de ameaça de “criticamente em perigo”, consequência da poluição, destruição de habitats, escassez de água e predação por parte do lagostim-da-Louisiana. A presente exposição em painéis descreve as características gerais, habitats e problemas desta espécie endémica da Península Ibérica que, apesar de não ter importância comercial, tem muita importância para o equilíbrio dos ecossistemas.

Já até dia 31 de dezembro, encontra-se patente ao público a exposição “A enguia no rio Minho”, onde é abordado o ciclo biológico, as características gerais, a distribuição, a tendência do recurso, a pesca do meixão, as ameaças e a investigação. A enguia é um peixe serpentiforme, que vive grande parte da sua vida em água doce, migrando para o mar para se reproduzir. A sua exploração comercial e a construção de obstáculos à sua migração são considerados importantes fatores de ameaça.

O Aquamuseu do rio Minho encontra-se de portas abertas de terça-feira a domingo, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00.

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CICLO DE CONFERÊNCIAS LEVA OS PARTICIPANTES PELOS PERCURSOS E MEMÓRIAS DA INDÚSTRIA TÊXTIL DA BACIA DO AVE

Iniciativa arranca a 12 de outubro, no Museu da Indústria Têxtil, com conferência e visita guiada à Fábrica do Ferro em Fafe

O Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave vai promover um ciclo de conferências intitulado “Percursos e Memórias da Indústria na Bacia do Ave”, com visitas guiadas a vários espaços industriais da região. A iniciativa conta com três conferências em outubro, novembro e dezembro.

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A participação é gratuita. As inscrições e informações devem ser solicitadas junto do Museu da Indústria Têxtil ou através do email geral@museudaindustriatextil.org.

A primeira conferência realiza-se já no próximo dia 12 de outubro, pelas 15h00, com a presença da arquiteta Luísa Sousa Ribeiro, da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto. A convidada irá falar sobre o “Paternalismo Industrial do Vale do Ave. O caso da Fábrica do Ferro”. Depois de abordar a temática, os participantes são convidados a visitar a fábrica de fiação e tecidos de Fafe (Fábrica do Ferro), num autocarro disponibilizado gratuitamente. A oradora propõe realizar um percurso ao lado do rio Ferro que conecta a fábrica e dois bairros e equipamentos. O regresso ao Museu acontece pelas 17h15.

No dia 16 de novembro, debate-se “A Fábrica de lanifícios do barão da Trovisqueira, a têxtil inaugural de Riba de Ave”, a partir das 15h00, com Mário Bruno Pastor da Universidade Católica Portuguesa. A visita guiada será ao local onde esteve implantada a Fábrica em Riba de Ave.

Entretanto, no dia 7 de dezembro, vai-se abordar o tema “O contributo da Revista Guimarães para a mudança do paradigma industrial local”, com a conferencista Paula Ramos Nogueira da Universidade de Coimbra, Instituto de Investigação Interdisciplinar, Centro de Física. A visita será à exposição temporária “Indústria Têxtil da Guimarães: do sistema antigo ao advento das máquinas” (Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, Guimarães).

Refira-se que a organização deste ciclo de conferências surge no seguimento das Jornadas da Primavera, uma iniciativa que decorreu ao longo de seis edições no Museu da Industria Têxtil. Com o mesmo objetivo, mas em formato diferente, este ciclo de conferências pretende proporcionar aos visitantes uma mais correta apreensão da história da indústria têxtil portuguesa, através das visitas guiadas aos espaços, permitindo também um melhor conhecimento da atual realidade industrial do sector e uma melhor noção do potencial que a indústria têxtil tem.

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INVESTIGADORA MARIA BARTHEZ APRESENTA EM LISBOA O LIVRO “FRANCISCO LAGE: DA PRÁTICA À TEORIA”

Francisco Lage (1888-1957) foi dramaturgo e etnógrafo, além de grande responsável pelo Museu de Arte Popular.

Maria Barthez vai apresentar a obra “Francisco Lage: Da Prática à Teoria”, em cerimónia que vai ter lugar na Sala dos Espelhos do Palácio Foz, no próximo dia 12 de setembro, pelas 18 horas, com entrada livre.

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O livro versa a “ação de homem que sempre se preocupou em salvaguardar a autênticidade das nossas tradições populares”.

Do site da BragaTV trasncrevemos a seguinte nota biográfica: “Francisco Lage, natural da freguesia de São José de São Lázaro, revelou-se como um homem de ação, multifacetado, de pensamento eclético, susceptível de visionar o seu interesse pela história, pela arte, pela etnografia, que marcam e aprofundam a sua evolução profissional, enquanto colaborador do Secretariado Nacional da Informação Cultura Popular e Turismo. Personagem responsável pelas atividades folcloristas do SPN/SNI, Francisco Lage foi ainda o autor do programa funcional do Museu de Arte Popular, inaugurado em 1948. Amante de teatro, tendo inclusive sido autor de diversas peças, Francisco Lage dedicou-se também à indústria e teve uma breve passagem pela política local. A si se deve também o interesse pela divulgação do Abade de Priscos, esforço que promoveu nos anos imediatos à morte deste gastrónomo.”

http://www.bragatv.pt/

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VILA NOVA DE CERVEIRA: AQUAMUSEU DO RIO MINHO EXPÕE "ALTO MINHO, PAISAGENS ESPÉCIES HISTÓRICAS"

“Alto Minho, Paisagens Espécies Histórias” no Aquamuseu

Até 15 de setembro, o Aquamuseu do rio Minho acolhe a exposição itinerante “Alto Minho, Paisagens Espécies Histórias”, dinamizada pela CIM Alto Minho, cofinanciado pelo Norte 2020. Objetivo é revelar a beleza da biodiversidade e a riqueza cultural do Alto-Minho.

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 “O ar que respiramos, os alimentos que comemos, a água que bebemos, o planeta ameno em que vivemos...” A dependência humana da biodiversidade é total e imemorial. Mas não é apenas uma dependência biológica, ela é também cultural: as crenças, os valores, os comportamentos e os objetos criados ao longo de gerações, permitem-nos entender e interagir com a natureza.

Neste espaço itinerante pelos concelhos do Alto Minho, para além de painéis interpretativos existem quiosques multimédia dedicados às três temáticas da exposição (Paisagens, Espécies e Histórias), bem como um documentário e uma misteriosa arca interativa com 20 objetos.

Aqui dá-se a conhecer a beleza da biodiversidade e a riqueza cultural do Alto Minho, como por exemplo: a orvalhinha, a lesma-do-mar, a salamandra-lusitânica, as mouras encantadas, a lenda do lagarto de Lamas de Mouro ou as maias.

A exposição oferece ao visitante uma perspetiva ecológica e social, mostrando algumas das espécies que habitam esta região, explorando uma grande variedade de paisagens e desvendando como os alto-minhotos se relacionam com este território e a sua biodiversidade.

“Alto Minho, Paisagens Espécies Histórias” pode ser visitada até 15 de setembro, no Aquamuseu do rio Minho.

MONÇÃO EXPÕE PINTURA E ESCULTURA DO GRUPO DE ARTISTAS ART'URO

A exposição de pintura e escultura do grupo de artistas Art´Uro intitulada "Punto de encuentro", vai estar patente ao público de 4 de setembro a 12 de outubro, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Segundo os artistas: "A exposição apresenta um diálogo eloquente entre quatro artistas de Vigo que, através de diferentes linguagens e técnicas, são capazes de criar obras altamente expressivas, profundamente comprometidas com o seu mundo interior.As suas emoções, sonhos, memórias e experiências vêm à luz nas suas criações pessoais para transformarem este mostra num ponto de encontro estratégico dos seus eus mais íntimos.

Diana, mostra-nos a paisagem portuária de Vigo dando-lhe um lirismo único que nos fala de emoções e memórias arreigadas na cidade que a viu crescer.

Daniel, inspirado nas formas sugeridas por troncos de árvores, descobre e captura faces de seres que parecem ser retirados de um profundo delírio onírico.

Chema, mergulha-se numa atmosfera de evasão que nos leva a outra época através de cores e formas que nos sugerem a estrutura de vitrais medievais.

Cristina, através de suas gravuras, mostra-nos composições surpreendentes em que recria ritmos fantásticos na forma de tapeçarias misteriosas que nos falam de ilusão e vida.

Com a curadoria de Rosana Araújo Hernández, graduada em Geografia e História pela Universidade de Santiago de Compostela, especializada em história da arte e subespecializada em história da arte moderna e contemporânea".

A entrada é livre!

BRAGA: ANDRÉ CARVALHO GROUP ATUA NO MUSEU NOGUEIRA DA SILVA

André Carvalho Group no 30º aniversário do programa SóJazz da RUM - Rádio Universitária do Minho.

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Quinta-Feira, 5 de Setembro, às 21h30, o Museu Nogueira da Silva, em Braga, recebe André Carvalho Group.

com:

Gonçalo Marques – Trompete

José Soares – Saxofone

André Matos – Guitarra

André Carvalho – Contrabaixo

Luís Candeias – Bateria

Vencedor do prémio “Carlos Paredes 2012” com o álbum de fusão Hajime, o compositor e contrabaixista lisboeta, actualmente a residir em Nova Iorque, André Carvalho está de volta aos discos com um trabalho inspirado na seminal obra do pintor e gravador flamengo Bosch “The Garden of Earthly Delights” (“O Jardim das Delícias Terrenas”).

Escrita por André Carvalho como uma suite musical em vários andamentos que serve de convite para uma viagem, o dicotómico The Garden of Earthly Delights flui entre paisagens inspiradas no célebre tríptico .Relativamente à génese desta obra, Carvalho disse: «Sempre quis escrever uma obra de dimensão maior, com vários movimentos ou andamentos, de alguma forma interligado entre si. Paralelamente, e por mero acaso, ao revisitar a obra de Bosch senti-me motivado para exprimir a singularidade do universo deste quadro através da minha música”. A Suite deambula entre dicotomias antagónicas como a música totalmente improvisada vs. música composta, consonância vs. dissonância, com uma forte influência em Jazz, música contemporânea e música improvisada. Esta é uma obra com um carácter exploratório e que segue uma direcção diferente do trabalho de Carvalho até então, mostrando a sua evolução criativa, imaginação e virtuosismo tanto com a sua escrita como com a sua performance no contrabaixo.»

Com o apoio da RUM - RÁDIO UNIVERSITÁRIA DO MINHO

EXPOSIÇÃO EM MONÇÃO REÚNE “TESTEMUNHOS DE GUERRA”

A inauguração da exposição "Testemunhos de Guerra", tem lugar no próximo dia 16 de agosto (sexta feira), pelas 15h30, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, localizada na vila de Monção. Esta exposição estará patente ao público até ao final do mês de agosto.

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Resumo da exposição:

«Entre 1961 e 1975 Portugal protagonizou em África um dos mais marcantes conflitos militares da sua História recente. A negação do regime do Estado Novo em compreender as mudanças geopolíticas, no pós 2ª Guerra Mundial, em particular em África, onde foram surgindo novos países, dificultou as opções por soluções políticas que permitissem uma transição pacífica para a independência das suas colónias de Angola, Guiné e Moçambique. 
Neste contexto vai ocorrer um conflito entre os grupos independentistas e as tropas portuguesas, caraterizado por uma guerra subversiva, sobretudo com ações no mato e pautado por atos de guerrilha, surpresa e emboscada, através dos quais os movimentos de libertação procuravam criar um constante sentimento de instabilidade nas populações. Ainda hoje esta guerra serve de caso de estudo pelo seu caráter tão específico, pela vastidão dos territórios onde ocorreu e pelo esforço, humano, logístico e financeiro que exigiu».

A exposição divide-se em diversos momentos, com uma componente fotográfica que retrata vários aspetos da Guerra, complementada com armamento e equipamentos militares em uso na época.

Horários:

terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

sábado: das 14h00 às 19h00

domingo e segunda feira: encerrada

Produção e Montagem: Museu Militar do Porto

Organização: Casa Museu de Monção e Liga dos Combatentes Núcleo de Monção

A entrada é livre!

AQUAMUSEU DO RIO MINHO ENSINA A FAZER "FÓSSEIS"

“Vamos fazer fósseis” é o convite do Aquamuseu do rio Minho

Anualmente, o Aquamuseu do rio Minho dinamiza um conjunto de atividades pedagógicas de sensibilização ambiental que visam ocupar os tempos livres das crianças, durante os períodos da páscoa e do verão. Dias 16 e 23 de agosto, o desafio para crianças entre os 7 e 13 anos está lançado: “Vamos fazer fósseis”. Atelier gratuito sujeito a inscrição.

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Além de atrair mais visitantes, o objetivo destas iniciativas é preencher, lúdica e pedagogicamente, as férias letivas das crianças, evocando uma forte componente de sensibilização e consciencialização ambiental e despertando o espírito crítico em torno de temáticas atuais.

Para os dias 16 e 23 de agosto, os interessados são convidados a fazer “fósseis” de plantas utilizando materiais como barro e gesso.

Destinados a participantes com idades compreendidas entre os 7 e os 13 anos, estes ateliês de gratuitos de verão decorrem entre as 14h30 e as 16h30, no Aquamuseu do rio Minho.

A participação nestas atividades requer a inscrição prévia e, para tal, deve-se contactar o Aquamuseu do Rio Minho, através do email: aquamuseu@cm-vncerveira.pt ou do telefone: 251708026