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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MUSEU DA OLARIA DE BARCELOS DEDICA 2019 À FAMÍLIA MISTÉRIO

Amanhã, dia 2 de fevereiro, às 18h, no Museu de Olaria

A exposição " Geração Mistério" é inaugurada, amanhã,  às 18h, no Museu de Olaria.

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A família Mistério é uma das mais carismáticas do figurado barcelense que hoje tem como representantes os filhos Manuel e Francisco, conhecidos por Irmãos Mistério, que continuam a preservar o legado dos pais, mas arriscam também as suas próprias criações.

A história da família Mistério, na arte do figurado, começa no início dos anos vinte do século passado com Domingos Gonçalves Lima, “Mistério” de alcunha, cuja projeção se deveu, sobretudo, à ironia e irreverência criativa características das suas peças.

MUSEU BERNARDINO MACHADO EM FAMALICÃO RECEBE NOVO CICLO DE CONFERÊNCIAS COM CASA CHEIA

Próxima conferência realiza-se no dia 15 de fevereiro com o tema “A I República Portuguesa no Brasil: do 5 de outubro ao 28 de maio de 1926”

Foi com “casa cheia” que o Museu Bernardino Machado acolheu a primeira conferência do ciclo dedicado às “Relações Portugal – Brasil na I República (1910-1926)”, que decorreu na passada sexta-feira à noite.

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A abrir a maratona de conferências que vai decorrer mensalmente, ao longo de todo o ano de 2019, esteve o professor catedrático Paulo Ferreira da Cunha, com o tema da “Lei fundamental brasileira e a Constituição Portuguesa de 1911”. De acordo com o orador convidado “na conferência apresentou-se uma tentativa de estabelecimento de pontes entre as “magnas cartas” das chamadas primeiras repúblicas ou “repúblicas velhas” dos países irmãos de Língua portuguesa nos dois lados do Oceano Atlântico. Primeiramente fez-se um enquadramento geral sobre o sentido, papel e noção de Constituição, porque frequentemente existem muitos mal-entendidos, depois fez-se ainda um enquadramento histórico-social e político de ambos os complexos normativos constitucionais. E finalmente desceu-se ao concreto do clausulado das constituições formais, para comentar alguns aspetos considerados mais salientes, não apenas para a época, como para o nosso próprio tempo, em Portugal e no Brasil.”

A próxima conferência decorre já no próximo dia 15 de fevereiro, com a professora Heloísa Paulo a debater o tema “A I República Portuguesa no Brasil: do 5 de outubro ao 28 de maio de 1926”.

Refira-se que ao todo irão decorrer nove conferências com a participação de investigadores e académicos especialistas na temática. Os encontros, de entrada livre, vão decorrer nos meses de janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, setembro, outubro e novembro, habitualmente às sextas-feiras, pelas 21h30, no Museu Bernardino Machado, situado na rua Adriano Pinto Basto, na cidade famalicense.

Para além da divulgação e valorização da figura de Bernardino Machado, um famalicense por adoção que foi Presidente de Portugal por duas vezes durante a I República, o Museu Bernardino Machado tem vindo a destacar-se na organização de diversos eventos e na produção de documentos que têm sido essenciais para investigadores e historiadores, assumindo uma vocação de estudo académico.

O Museu Bernardino Machado que completou em 2017, 15 anos está instalado no Palacete Barão da Trovisqueira, um majestoso edifício do século XIX, localizado bem no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão.

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PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS RECEBIDOS NO MUSEU DO ALVARINHO

Professores da Universidade do Porto, do Minho, de Trás-os-Montes e Alto Douro, de Vigo, da Corunha e de Santiago de Compostela estiveram ontem em Monção, tendo percorrido o centro histórico e visitado alguns espaços patrimoniais da nossa vila.

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No Museu do Alvarinho foram recebidos pela Chefe de Gabinete, Célia Rodrigues, tendo-lhes desejado uma jornada enriquecedora na nossa localidade e sucesso pessoal e profissional. Deixou o convite para regressarem mais tarde e com mais tempo.

Pode ser no Rali à Lampreia, dias 23 e 24 de fevereiro, nas Festas do Corpo de Deus, 20 a 23 de junho, e na Feira do Alvarinho, 5 a 7 de julho, ou em outra data à escolha. Monção está sempre disponível para os receber. Com a habitual simpatia das suas gentes.

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MUSEU DA IMAGEM EM BRAGA MOSTRA FOTOGRAFIAS DE NUNO BRAUMANN

O Museu da Imagem inaugura a 1 de Fevereiro, às 17h00, a exposição de fotografia de Nuno Braumann intitulada 'Scapes'.

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A exposição estará patente até 10 de Março, podendo ser visitada de Terça a Sexta-feira, das 11h00 às 18h30, e aos sábados e domingos, das 14h30 às 18h30.

Para o dia 9 de Fevereiro, às 15h00, está agendada uma visita à exposição que será orientada pelo autor. O fotógrafo irá abordar aspectos técnicos e conceptuais e explicar a lógica subjacente a este projecto.

A exposição apresenta quatro trabalhos realizados entre 2016 e 2018: PALINGÉNESE; QFWFQ –SIGNS IN SPACE; BRAGA – TORRES e MURALHAS; SVERIGE, onde vários géneros de paisagem, urbanscape, landscape, industrialscape, fictionscape, walkscape são fotograficamente investigados, pesquisados e explorados.

PALINGÉNESE foi um projecto audiovisual e fotográfico desenvolvido na zona de extracção de pedra calcária na Serra D´Aire e Candeeiros. A curta-metragem realizada no local explora a analogia anatómica entre as máquinas que são utilizadas nos trabalhos pesados e os animais pré-históricos extintos que coabitaram o mesmo espaço. A série fotográfica exposta é uma selecção dum corpo bastante extenso de fotografias criadas durante as pausas de rodagem do filme.

O Projecto QFWFQ – SIGNS IN SPACE surgiu também durante as rodagens do filme PALINGÉNESE. A partir da observação dos rastos que os camiões criavam nas estradas observou-se que dentro destes rastos existiam outros rastos criados por moluscos e animais anelídeos. Os vestígios, as texturas, as pequenas pedras e as depressões juntamente com o ambiente aquoso e limoso em que estes se encontravam eram visualmente análogos a muitas das imagens que se conhecem de outros planetas, satélites e meteoros. Neste projecto explorou-se através de imagens fotográficas a ideia de documento e ficção através da criação duma cartografia em torno destas imagens, seguindo como modelo os mapas de outros planetas e satélites.

BRAGA – TORRES e MURALHAS, nasce da experiência de caminhar em torno da cintura da cidade e da sensação de amuralhamento criada pelas diferentes estruturas habitacionais que circundam a cidade. Tal como a conhecida representação da cidade criada por Braun e Hogenberg, hoje é possível fazer uma analogia entre as torres e a muralha outrora existentes com as variadas edificações que voltam a fechar a cidade.

SVERIGE, é uma série fotográfica que surge da necessidade de conhecer a região e o país onde vive o autor. Conforme vai conhecendo novos lugares são criados pontos de referência para conhecer e orientar-se num espaço que não sendo familiar será muito provavelmente o sítio onde irá criar família.

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GRUPO FOLCLÓRICO DA UNIVERSIDADE DO MINHO EVOCA "MEMÓRIAS D'ALDEIA"

Museu Pio XII recebe exposição «Memórias d’aldeia»

Grupo Folclórico da Universidade do Minho promove mais um dos 25 momentos de comemoração dos seus 25 anos.

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Na reta final das comemorações dos 25 anos do Grupo Folclórico da Universidade do Minho, no próximo sábado, dia 26 de janeiro, será inaugurada a exposição “Memórias d’aldeia”, pelas 17h30min, no Museu Pio XII, em Braga, através de uma visita guiada gratuita.

Esta exposição pretende retratar e reavivar tradições d’outrora como a romaria, a casa minhota ou os cenários do trabalho rural.

A exposição “Memórias d’aldeia” estará patente de 26 de janeiro a 9 de fevereiro, de terça a domingo, no horário 9h30min-12h30min e 14h30min-18h. A entrada tem um custo de 2 € (1 € para grupos).

As comemorações dos 25 anos do Grupo Folclórico da Universidade do Minho terminam no dia 10 de fevereiro, pelas 16h, no Espaço VITA, com o espetáculo “À moda do Minho”.

P’lo GFUM,

Catarina Cubo

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CASA MUSEU DE MONÇÃO EXPÕE SOBRE A PARTICIPAÇÃO DE PORTUGAL NA GRANDE GUERRA

Exposição A participação dos soldados portugueses na 1ª Grande Guerra (1914-1918)

A Casa Museu de Monção/Universidade do Minho em colaboração com a Liga de Combatentes - Núcleo de Monção e o Município de Monção promove novamente a exposição intitulada - A participação dos soldados portugueses na 1ª Grande Guerra (1914-1918).

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Nesta exposição é possível observar um acervo gentilmente cedido pelo Dr. Manuel Albino Penteado Neiva, que foi usado por soldados portugueses que integraram o Corpo Expedicionário Português (CEP) e mais propriamente a designada “Brigada do Minho”, composto por objetos originais tais como capacetes e invólucros de armas designados como a “arte das trincheiras”, espadas, revolveres, máscara anti gás, o telefone usado nas trincheiras, mapas, objetos do quotidiano como o cantil, o prato de marmita, o garfo e a colher, moedas e notas da época, condecorações, bibliografia essencial da Grande Guerra, entre outras.

Nesta exposição pode observar-se documentação original da mobilização dos jovens portugueses para a Grande Guerra, relatos de La Lys e da vida nos campos de prisioneiros, a vida nas trincheiras, as designadas "cartas da saudade" escritas pelos jovens portugueses, elementos relativos às devoções e crenças no período da Guerra, os postais e textos e memórias dos combatentes.

Trata-se de uma iniciativa conjunta desta Unidade Cultural da Universidade do Minho, a Casa Museu de Monção e conta com a colaboração do Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência espólio), do Núcleo de Combatentes - Núcleo de Monção e do Município de Monção.

A Exposição pode ser visitada na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção até ao próximo dia 15 de fevereiro.

FAMALICENSES CONVERSAM NO MUSEU

"Conversa no Museu" da Educação debate o tema "A Biblioteca na Escola" na terça-feira, 18 de Dezembro

A próxima terça-feira, 18 de Dezembro, leva ao Museu da Educação mais um conversa informal que, este mês, será dedicada ao tema “A Biblioteca na Escola”. Será a última conversa de 2018.

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Na sessão, vai ser feita uma reflexão sobre o historial, potencialidades e constrangimentos das bibliotecas escolares, a rede de bibliotecas escolares, actividades de promoção da leitura, entre outros temas.

Nesta conversa, estarão presentes professores-bibliotecários dos vários estabelecimentos de ensino de Fafe, a Bibliotecária Municipal e o Coordenador Interconcelhio da Rede de Bibliotecas Escolares, entre outras individualidades.

Recorde-se que, ao longo deste ano, o Museu da Educação, localizado na freguesia de S. Martinho de Silvares, é palco de diversas Conversas, com temas e convidados distintos, sempre em torno da temática educativa, numa iniciativa do Município de Fafe, com o apoio da Junta de Freguesia local, no sentido de dinamizar este espaço museológico inaugurado em Junho de 2017.

A conversa tem início marcado para as 18h00 e é aberta ao público.

BARCELOS VAI TER MUSEU DO DESIGN PORTUGUÊS

Câmara assinou ontem protocolo para receber em depósito Coleção Paulo Parra

A Câmara Municipal de Barcelos aprovou, em reunião ordinária de 16 de novembro, o acordo de colaboração com o colecionador Paulo Parra, cujo acervo integra um património único no design português, para o depósito da sua coleção privada, por onze anos, na Casa Conde de Vilas Boas, edifício que será recuperado e adaptado para a criação do Museu do Design Português.

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Ontem, 19 de novembro, o Presidente da Câmara Municipal, Miguel Costa Gomes, e o proprietário da coleção, Paulo Parra, assinaram o respetivo protocolo nos Paços do Concelho.

A “Coleção Paulo Parra” conta com cerca de 500 peças que constituem produtos de referência de empresas de enorme importância histórica, como a Vista Alegre, Electrocerâmica, Porcelanas de Coimbra, Bordalo Pinheiro, Oliva, Hipólito, TAP, entre muitas outras empresas nacionais.

Trata-se de um património artístico único na história do design, inovação e tecnologia portuguesas, pelo que o seu valor, embora difícil de quantificar, dado não existirem referências nacionais ou internacionais, que possibilitem uma comparação, pela sua qualidade única, se estima em valor nunca inferior a um milhão de euros.

O valor das prestações anuais será nos primeiros dois anos de 15 mil euros e nos anos seguintes de 35 mil euros.

Desta forma, o Município dá um importante contributo para um maior conhecimento do estudo do design português, proporcionando e privilegiando uma forte relação com a Escola Superior de Design do IPCA, à qual cedeu um emblemático edifício: a Escola Gonçalo Pereira.

É, portanto, de grande interesse para Barcelos, no âmbito de Cidade Criativa da UNESCO e Cidade Educadora, acolher um património como o da Coleção Paulo Parra, como notam os pareceres de Luís Braga da Cruz, ex-Ministro da Economia, ex-presidente da CCDR-Norte e professor catedrático convidado da Faculdade de Engenharia da Faculdade do Porto, e de Paula Tavares, Diretora da Escola Superior de Design do IPCA.

“Concluo que esta iniciativa da Câmara Municipal de Barcelos me parece muito oportuna e útil, não só para o seu concelho como para o desenvolvimento social, cultural e económico da Região Norte e do País”, defende Braga da Cruz.

Por seu turno, Paula Tavares considera que, para a Escola Superior de Design do IPCA, é “uma mais-valia esse acervo habitar em Barcelos”, porque possibilitará “sinergias e um conhecimento aprofundado, por parte da comunidade barcelense, da vitalidade e importância do design para a indústria contemporânea”.

Paulo Parra tem uma carreira multifacetada como designer, professor e colecionador. Com trabalhos nas áreas de Design de Produto, Transportes e Arquitetura, Design de Exposições, Design de Comunicação e Interfaces e Design Estratégico, desenvolveu ainda atividades como curador, museologista, pesquisador e conferencista.

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FAFENSES CONVERSAM NO MUSEU

"Conversas no Museu" da Educação debatem o tema "Comunicar na Escola"

Amanhã, 20 de Novembro, o Museu da Educação acolhe  mais um conversa informal que, este mês, será dedicada ao tema “Comunicar na Escola”.

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Na sessão, vai ser feita uma reflexão sobre as várias iniciativas relacionadas com Comunicação desenvolvidas pelas Escolas, ora através de Jornais, Rádios Escolares ou revistas informativas.

Nesta conversa, estarão presentes professores dos vários estabelecimentos de ensino de Fafe, ligados aos projectos de jornalismo escolar.

Recorde-se que, ao longo deste ano, o Museu da Educação, localizado na freguesia de S. Martinho de Silvares, é palco de diversas Conversas, com temas e convidados distintos, sempre em torno da temática educativa, numa iniciativa do Município de Fafe, com o apoio da Junta de Freguesia local, no sentido de dinamizar este espaço museológico inaugurado em Junho de 2017.

A conversa tem início marcado para as 18h00 e é aberta ao público.

TERRAS DE BOURO APRESENTA NÚCLEO MUSEOLÓGICO DE CAMPO DE GERÊS

Caminhada e visita ao Núcleo Museológico de Campo do Gerês

No âmbito da realização do Fórum das Vias Romanas na Europa, que decorreu em Braga, no Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, teve lugar a 16 de Novembro uma visita a Terras de Bouro do grupo de especialistas internacionais participantes no fórum e que constituem a Associação ITER ROMANUM.

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Além da caminhada na Mata da Albergaria, percurso que foi acompanhado e guiado pelo Dr. José Carlos Pires, a quem, desde logo, o Município de Terras de Bouro deixa uma palavra de agradecimento pelo facto, a jornada contemplou, igualmente, uma visita guiada ao Museu da Geira, no Núcleo Museológico de Campo do Gerês.

A escolha do concelho de Terras de Bouro é a prova que o rico património arqueológico que existe neste território é de importância capital no reconhecimento das vias romanas da Europa como Itinerário Cultural do Conselho Europeu, que tem como objetivo a cooperação no domínio cultural, educativo e turístico no espaço europeu.

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AQUAMUSEU DO RIO MINHO É UM DESTINO TURÍSTICO TUR4all

Pelas excelentes condições de acessibilidade e pela prestação de um atendimento inclusivo, o Aquamuseu do Rio Minho passa a integrar a plataforma e a app ibérica TUR4all - "Turismo Acessível". Equipamento permite que pessoas com necessidades de mobilidade possam visitar e desfrutar da experiência deste museu sem quaisquer impedimentos.

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A Accessible Portugal, a Fundação Vodafone Portugal e o Turismo de Portugal lançaram, este ano, a primeira plataforma online TUR4all Portugal exclusivamente dedicada ao turismo acessível.

Trata-se de um mecanismo que disponibiliza informação sobre as condições de acessibilidade nos diversos recursos turísticos como hotéis, monumentos e museus, nos transportes (adaptados), restaurantes com casas de banho adaptadas ou ementas em braille, entre outras situações. A plataforma agrega um conjunto de informação fiável e validada por técnicos especialistas, tendo por base uma metodologia de avaliação da acessibilidade de recursos turísticos, consistindo num conjunto de questionários de verificação dos critérios de acessibilidade, validados com organizações públicas e privadas de apoio a pessoas com deficiência e representantes do sector turístico.

O objetivo deste site e da aplicação móvel é permitir que todas as pessoas com necessidades de acessibilidade possam viajar e desfrutar de experiências turísticas, participando em todas as atividades de lazer como qualquer outro turista.

Após avaliação in loco por um técnico especializado, o Aquamuseu do rio Minho apresenta-se como um destino e experiência acessível, preenchendo os requisitos necessários ao nível da entrada, da zona de atendimento, da circulação interior, das instalações sanitárias adaptadas nas zonas comuns, dos serviços e equipamento e do próprio estacionamento reservado para Pessoas com Mobilidade Reduzida.

Disponível em português, espanhol, inglês, francês, italiano, alemão e mandarim, os utilizadores da TUR4all podem fazer comentários sobre os recursos e pontuar os seus níveis de acessibilidade e atendimento inclusivo. A App permite também a comunicação com outros utilizadores com os mesmos interesses e necessidades.

ESPOSENDE: APÚLIA VAI TER MUSEU DO SARGAÇO

Já arrancou obra do Museu do Sargaço em Apúlia. Investimento do Município eleva-se a 275 584 euros

Já arrancaram as obras de reabilitação da antiga Escola Básica de Areia-Apúlia para Museu do Sargaço, um projeto do Município de Esposende que trará à memória da população e da cultura local, a “apanha do sargaço”, aquela que foi, e ainda é, uma tradição de grande relevo para o povo apuliense.

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A obra corresponde a um investimento de 275 584 euros e tem um prazo de 198 dias (aproximadamente seis meses e meio), enquadrando-se no PARU (Plano de Ação de Regeneração Urbana) para a área de Apúlia. Sob a premissa “remodelar para recrear”, a intervenção passa pela remodelação de um espaço também ele com história, mantendo intactas as linhas mestras e os marcos arquitetónicos do edifício, com o objetivo de recrear espaços e tradições de um dos pilares da economia de Apúlia.

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No primeiro piso ficará situada a receção/zona de acolhimento, os sanitários, uma sala polivalente, bem como um espaço destinado à guarda de material expositivo e reparação/restauração de peças de arte em exposição, localizando-se, no piso superior, a sala de exposição geral. O acesso ao piso superior, além de ser pelas escadas, será ainda feito através de um elevador, garantindo, assim, o acesso a pessoas com mobilidade reduzida a todos os espaços do museu.

No exterior, será criada uma “praça temática” relacionada com a apanha do sargaço, bem como um pequeno “auditório” ao ar livre, que permitirá acolher todo o tipo de palestras e eventuais espetáculos relacionados com o tema da apanha do sargaço e das exposições.

O projeto prevê, ainda, a criação de onze lugares de estacionamento públicos, dois dos quais destinados a pessoas com mobilidade condicionada, além de cinco lugares de estacionamento privativos, sendo um destinado a pessoas com mobilidade condicionada.

“É intenção do Município manter vivas as memórias da tradição da prática desse ofício de grande valor cultural de Apúlia e do próprio concelho”, sublinha o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, clarificando que o Museu do Sargaço se insere num “projeto mais vasto de valorização do património do concelho, que integra entre outras iniciativas, a criação do Centro Interpretativo do Junco, na freguesia de Forjães”. O Autarca realça a mais-valia destes projetos, lembrando ainda que o Município tem na forja outros importantes investimentos que posicionarão Esposende tanto no plano cultural como turístico, bem como a nível económico.

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BRAGA HOMENAGEIA ALBANO BELINO

Sexta-feira, 28 de Setembro, no Museu D. Diogo de Sousa

O Município de Braga organiza esta Sexta-feira, 28 de Setembro, uma sessão de homenagem a Albano Belino, iniciativa realizada no âmbito das Jornadas Europeias do Património que este ano decorrem sob o mote “Partilhar Memórias”.

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A iniciativa, que irá decorrer a partir das 21h30, no Museu D. Diogo de Sousa, conta com a reedição do seu legado historiográfico sobre Braga, cuja apresentação estará a cargo de António Amaro das Neves.

Albano Ribeiro Belino (1863-1906) é um dos nomes maiores na salvaguarda do património bracarense. Precursor das pesquisas sobre o legado de Bracara Augusta, devotou um conjunto significativo de estudos e publicações a Braga, tendo ainda reunido um valioso espólio arqueológico com a finalidade de criar um museu.

Desiludido com a falta de entusiasmo bracarense, acabou por deixar o seu legado à Sociedade Martins Sarmento. O Museu com que sonhara acabaria por nascer doze anos após a sua morte, embora só tenha realmente funcionado na contemporaneidade.

«Hoje, convictos da valia do seu contributo para a nossa memória colectiva, prestamos a melhor homenagem que Albano Belino desejaria: tornar novamente acessíveis as suas mais relevantes publicações sobre a cidade que tanto estimou», refere a Vereadora da Cultura, Lídia Dias, na nota de abertura do livro que será lançado esta sexta-feira.

A reedição das obras de Albano Belino, nas quais se contam, entre outras, a “Arqueologia Cristã” ou “Inscripções e lettreiros da cidade de Braga e algumas freguezias ruraes”, contou com a especial colaboração da Biblioteca Pública de Braga.

MELGAÇO OFERECE ENTRADAS NOS ESPAÇOS MUSEOLÓGICOS

Esta quinta-feira, Dia Mundial do Turismo

Na próxima quinta-feira, dia 27 de setembro, há mais um motivo para se visitar Melgaço: as entradas nos espaços museológicos são gratuitas. A ação celebra o Dia Mundial do Turismo e pretende cativar os turistas a conhecerem a cultura da região, mas também a que Descubram Melgaço, o Destino de Natureza Mais Radical de Portugal.

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A rota cultural vai permitir a visita a vários pontos do concelho, já que os espaços estão dispersos:Torre de Menagem, o Espaço Memória e Fronteira, o Museu de Cinema Jean Loup Passek e o Núcleo Museológico de Castro Laboreiro, os sítios com entrada gratuita.A Porta de Lamas de Mouro e o Solar do Alvarinhosão também sugestões de visita.Ambos os espaçosestãoabertos ao público gratuitamente todo o ano: a Porta de Lamas é uma estrutura do Município vocacionada para a receção, recreio e informação dos visitantes do Parque Nacional da Peneda-Gerês - PNPGe o Solar do Alvarinho oferece a possibilidade de degustar o néctar da região, o Alvarinho.

SOLAR DO ALVARINHO É O ESPAÇO MAIS VISITADO

Dados da Loja Interativa de Turismo de Melgaço(relativos a Janeiro até agosto de 2018, inclusive) demonstram que o Solar do Alvarinho continua a ser o espaço preferencial:10.421visitas. Segue-se a Porta de Lamas de Mouro – 7.789; a Torre de Menagem – 5.346; o Museu de Cinema Jean Loup Passek – 2.582; o Posto de Castro Laboreiro – 2.396; o Espaço Memória e Fronteira – 1.821; o Museu de Castro Laboreiro – 1.693. Pela Loja Interativa de Turismo, passaram alguns destes turistas, igualmente oriundos de Portugal e de todo o Mundo: 1.162 turistas nacionais e 1.026 turistas internacionais.

Estes números são o resultado de uma aposta clara da autarquia na qualidade dos espaços e do seu acervo.A oferta em Melgaço é completa: da natureza ao bem-estar, passando pelo Alvarinho e pelo fumeiro, dando uma volta entre a cultura e o património, sem esquecer o desporto, a sugestão é que se Descubra Melgaço em redor de uma sossegada e deslumbrante natureza. Localizado a menos de duas horas do Porto e perto da Galiza, Melgaço é um destino a não perder. Aqui, é possível descobrir histórias únicas, contadas com o rigor histórico, mas com as novas tecnologias apelativas e sem dúvida cativantes para o visitante.

Melgaço é um destino com caraterísticas geográficas e geológicas que lhe concedem uma posição de destaque de entre todos os subdestinos do Porto e Norte de Portugal, onde é possível praticar os desportos de rio e montanha mais exigentes, durante todo o ano.

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OS HORÁRIOS

Horário dos Museus e da Porta de Lamas de Mouro

Abril – setembro: das 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 18h00

Outubro – março: das 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 17h00

Encerrados nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1 de janeiro, e todas as segundas-feiras e domingo de Páscoa.

A Oficina Temática da Porta de Lamas de Mouro encerra à segunda-feira, mas a receção está aberta ao público.

Horário do Solar do Alvarinho

Sala de Prova, Loja e Bar

Abril – setembro: das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 19h00

Outubro – março: das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 18h00

Encerra no domingo e segunda-feira de Páscoa, nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1 de janeiro

A saber…o Dia Mundial do Turismo tem o objetivo de promover a consciencialização sobre a importância do turismo e do seu impacto social, cultural, político e económico. A data começou a ser celebrada no ano de 1980, após decisão da Organização Mundial de Turismo. Este ano celebra-se em Budapeste, na Hungria, sob a temática Turismo e a transformação digital, com o intuito de se perceber a importância que as tecnologias digitais têm no Turismo.

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MONÇÃO INAUGURA EM CURVOS MUSEU DAS MOTAS MOTOM

Esposende, terra de campeões em motociclismo, dispõe, desde hoje, em Curvos, de um museu único no Mundo, onde estão reunidos exemplares dos 68 modelos produzidos pela mítica marca italiana Motom.

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Fruto do trabalho desenvolvido ao longo dos últimos 40 anos, por Paulo Cunha, a freguesia de Curvos passa a contar com uma unidade museológica particular, mas que será visitável pelo público, decorrente de um acordo entre o proprietário e o Município de Esposende.

“Estou muito feliz por Esposende acolher tão valiosa coleção, resultado da determinação e empenho de um habitante de Curvos”, referiu o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira. De resto, o autarca lembrou a forte tradição motociclista que Esposende ostenta, enquadrando o propósito da existência de um museu dedicado a motas.

Em evidência, o museu apresenta, com destaque, a Série 12 da Motom, produzida entre 1947 e 1956, mas também podem observar-se os exemplares de dois tempos e os motocultivadores. Em lugar de destaque encontram-se neste museu alguns exemplares que participaram em competições internacionais, mas há vários dados curiosos, desde logo os três matizes de vermelho que caraterizavam os modelos Motom.

Um trabalho meticuloso de Paulo Cunha que levou quatro décadas a reunir exemplares, reconstruindo-os fielmente, com pormenores que evidenciam um estudo sólido sobre a marca que floresceu em Milão, em 1947 e fechou a linha de produção em 1970.

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MUSEU DA OLARIA DE BARCELOS REABRE AO PÚBLICO

O Museu de Olaria reabre ao público esta tarde, depois de os resultados das análises efetuadas à qualidade do ar dentro do edifício concluírem que os locais avaliados estão em conformidade com a legislação em vigor.

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Recorde-se que no passado dia 30 de agosto foi detetada uma avaria na unidade de controle da humidade e temperatura dentro do edifício, que motivou uma intervenção técnica prevista no programa de qualidade que certifica os serviços do Museu.

Por precaução, e apenas durante o período necessário à realização das análises, o Museu de Olaria permaneceu encerrado.

DONA MARIA TERESA CARDEAL ANDRADE MARTINS SALGUEIRO – PATRONA DA CASA MUSEU DE MONÇÃO DA UNIVERSIDADE DO MINHO

A Casa Museu de Monção é uma Unidade Cultural da Universidade do Minho criada em conformidade com os objectivos e as condições do Legado instituído pela Senhora Dona Maria Teresa Cardeal Andrade Martins Salgueiro, falecida em 29 de Outubro de 2001.

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Herdeira de uma avultada fortuna e sem herdeiros legitimários, a Senhora Dona Maria Teresa decidiu legar através de testamento realizado em 1992 uma parte muito importante dessa fortuna à Universidade do Minho, sob condição de a legatária criar na sua casa de Monção uma Unidade Cultural denominada Casa Museu de Monção, de modo a valorizar e divulgar, sob o ponto de vista museológico, etnográfico e sociológico, o imóvel em si e o seu recheio, como expressão e testemunho do modo de viver de uma família da alta burguesia, na primeira metade do século XX, no Alto Minho.

O Legado estabelece que a Universidade do Minho, sem prejuízo de «prosseguir a política cultural mais geral que lhe é própria», deverá prestar atenção especial, nas actividades a desenvolver na Casa Museu de Monção, ao meio e às instituições da região em que se insere a nova Unidade Cultural, «de molde a ser sempre uma unidade aberta à comunidade e interactiva com as demais realidades socioculturais existentes na região».

De realçar que a decisão da Senhora Dona Maria Teresa se concretizou após uma visita à Casa Museu Nogueira da Silva, em Braga, também um Legado instituído a favor da Universidade do Minho, cerca de 15 anos antes, pelo Comendador Nogueira da Silva e o modo exemplar como a Universidade desenvolveu esta Casa Museu motivou a Senhora a Legar os seus bens à Universidade do Minho.

A Casa Museu de Monção é um belo edifício da segunda metade do século XVIII, pertencente à família da Senhora Dona Maria Teresa, rodeado de um belo jardim aonde se destaca uma fonte em estilo «arte nova». O recheio da Casa é característico de uma família culta e rica, mas sem preocupações de coleccionismo. Entre os objectos destacam-se pelo seu valor: pano de armar sino-português dos fins do século XVII, de seda azul com águia bicéfala bordado a ouro; tapete otomano de oração o século XVIII de seda vermelha; conjunto de porcelanas de Companhia das Índias, do século XVIII; colecção de paliteiros em prata; objectos vários da ourivesaria Leitão e baixela da Casa Mergulhão; casquinhas inglesas do século XVIII; pinturas da Escola Inglesa e Holandesa de pintura; mobiliário francês, precioso conjunto de porcelanas de Sévres do século XIX.

Do recheio da Casa fazem parte também uma colecção de cerca de 500 garrafas de vinho do Porto datadas de 1926. Calcula-se que esta colecção fosse pertença do pai da Senhora Dona Maria Teresa, o Dr. Andrade, médico e professor de Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, e grande apreciador da viticultura e que mantinha uma vinha extensa nos actuais jardins da Casa. Enquanto vivo, supomos que esta colecção tivesse sido mantida pelo marido da Senhora, o Dr. Martins Salgueiro, advogado, mas que tinha na caça, pesca e fotografia os seus hobbies favoritos, não tendo como tal o interesse necessário pela actividade vinícola para tratar devidamente os vinhos legados pelo pai da Senhora Dona Maria Teresa.

Fonte: Universidade do Minho / Casa Museu de Monção

AGENDA CULTURAL DE LISBOA DESTACA O TRABALHO QUE O VIANENSE JOÃO ALPUIM BOTELHO ESTÁ A DESENVOLVER COMO DIRECTOR DO MUSEU BORDALO PINHEIRO

“Estamos muito orgulhosos! O nosso excelente director, João Alpuim Botelho, está na Agenda Cultural de Lisboa a sublinhar o trabalho a que se dedica, à cabeça de uma equipa igualmente empenhada em estudar e divulgar, incansavelmente, a obra de Bordalo Pinheiro!

Porque, como nota, "acontece que o Bordalo tem relação praticamente com tudo: através da sua postura e da variedade das suas intervenções no jornalismo, na cerâmica, no desenho e no humor, é muito fácil encontrar pontes para falar de situações actuais".” – é com estas palavras que a equipa de museólogos que trabalha no Museu Bordalo Pinheiro felicita o seu director, o vianense João Alpuim Botelho.

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O Dr. João Alpuim Botelho é actualmente o director do Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa. Antes foi o responsável pelo Museu do Traje, em Viana do Castelo. Sempre disponível para colaborar com as gentes minhotas na promoção da nossa região, proferiu no ano passado, em Loures, a convite do Grupo Folclórico Verde Minho, uma conferência subordinada ao tema “O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras”.

Editada pela Câmara Municipal de Lisboa, a edição de Setembro da Agenda Cultural de Lisboa – portanto acabadinha de sair! – confere o merecido destaque ao vianense Dr. Alpuim Botelho.

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João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

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