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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MUSEU DAS TERRAS DE BASTO CELEBROU "DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS"

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, através do Museu das Terras de Basto, associou-se ontem, dia 17 de abril, à comemoração do ‘Dia Internacional dos Monumentos e Sítios’ que se celebra hoje promovido pela Direção Geral do Património Cultural (DGPC), em colaboração com a ICOMOS Portrugal.

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A vereadora da Cultura, Dra. Carla Lousada, e o presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto, Prof. Luís Santos, associaram-se à iniciativa.

Sob o tema ‘Património e Paisagem Rural’ e com a participação do projeto Férias Solidárias da Associação de Pais, bem como do Curso de Formação ‘Capacitar para a Inclusão’, realizou-se uma visita à exposição do linho, patente no Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe, seguida de uma caminhada pela Ecopista. As crianças tiveram, ainda, oportunidade de desenvolver atividades relacionadas com a temática do linho.

Esta ação pretendeu sensibilizar os participantes, em particular, e a população, em geral, para a importância da preservação do património cultural material e imaterial.

Cabeceiras de Basto tem uma oferta diversificada e muito rica, com destaque para o património edificado e imaterial com imponentes monumentos e magníficas paisagens que regalam o olhar e confortam a alma. Realçamos, a este propósito, o Museu das Terras de Basto, no Arco de Baúlhe, bem como o Nosso Mosteiro, o Mosteiro de S. Miguel de Refojos, Mosteiro Beneditino, ex-líbris do concelho de Cabeceiras de Basto – um bem cultural classificado de interesse público.

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AQUAMUSEU DO RIO MINHO APRESENTA O SÁVEL E A TRUTA

Sável e truta-comum em destaque no Aquamuseu do rio Minho

Entre abril e junho, o Aquamuseu do Rio Minho volta a promover duas exposições que visam proporcionar à população em geral um conhecimento mais alargado sobre duas espécies presentes no rio Minho: o sável e a truta-comum.

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Pela sua importância a nível económico e também social, a mostra intitulada “O Sável do rio Minho” revela a distribuição, as características, os períodos e artes de pesca, os registos da pesca, assim como alguns testemunhos e termos utilizados pelos pescadores.

Não obstante, e igualmente muito apreciado pelas pessoas e pelos pescadores de pesca desportiva, a truta-comum também estará patente numa exposição distribuída por painéis informativos e fotográficos junto à entrada do Aquamuseu. O objetivo é dar a conhecer algumas das características gerais, reprodução, habitat e ameaças deste salmonídeo.

Fica o convite para uma visita ao Aquamuseu, complementada por estas duas sugestões.

TERRAS DE BOURO COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

Terras de Bouro assinala Dia Internacional dos Monumentos e Sítios a 18 de abril

No âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios a 18 de abril e à semelhança dos anos anteriores, o Núcleo Museológico de Campo do Gerês estará de Portas Abertas no dia 18 de abril. Assim, serão disponibilizados e efetuados dois turnos de visitas guiadas, o primeiro às 10h00 e o segundo às 15h00.

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A data, que visa promover os monumentos e sítios históricos além da valorização do património português, assinalará iniciativas enquadradas no tema Património e Paisagem Rural e, ao mesmo tempo,  tenta alertar para a necessidade da sua conservação e proteção.

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TESOURO-MUSEU DA SÉ DE BRAGA INAUGURA EXPOSIÇÃO “REDEMPTOR HOMINIS”

Artesanato de Barcelos da autoria de Luísa Gomes Pereira

O Tesouro-Museu da Sé de Braga inaugura a exposição REDEMPTOR HOMINIS, em cerimónia que terá lugar a 28 de Março, às 18 horas, na Sala de Serviço Educativo/ Exposições daquele espaço museológico.

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A exposição REDEMPTOR HOMINIS, organizada pelo Tesouro-Museu da Sé de Braga, insere-se no programa das Solenidades da Quaresma e Semana Santa.

O Tesouro-Museu da Sé de Braga expõe a partir do dia 28 de Março até 28 de Abril um conjunto de peças de Luísa Gomes Pereira.

As peças que nascem das mãos desta artesã são modeladas em pasta de papel e trabalhadas com materiais reciclados.

Tendo por base o figurado de Barcelos, o seu trabalho, inspirado nas tradições populares e religiosas do nosso país, apresenta um estilo inconfundível e inovador, uma simbiose perfeita entre a arte e a reciclagem.

Poderá ser visitada de Segunda-feira a Sábado, no período da manhã entre as 09h30 e as 13h00, e no período da tarde das 14h30 e as 18h30.

O acesso à exposição é feito a partir da Loja do Tesouro-Museu, situada na Rua D. Diogo de Sousa, nº 114.

PONTE DE LIMA: MUSEU DO BRINQUEDO VAI ÀS ESCOLAS

O Museu do Brinquedo na Escola – Ver, Descobrir, Aprender e Brincar

O Museu do Brinquedo Português iniciou no passado dia 14 de março, no Centro Educativo das Lagoas, o projeto ‘O Museu do Brinquedo na Escola’.

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Trata-se de um projeto direcionado para o público escolar do concelho que promove o museu, dando a conhecer a sua área temática, o seu espólio, os seus serviços e impulsiona jogos e brincadeiras, através do desenvolvimento de atividades que estimulam a criatividade, experiências e conhecimentos.

Com este tipo de ações os alunos adquirem conhecimentos, de forma lúdica e informal, sobre os brinquedos, a forma como estes são produzidos e os materiais utilizados ao longos dos anos na sua construção (madeira, pasta de papel, folha de flandres e plástico). Exploram, também, alguns materiais, elaboram brinquedos e por fim dedicam-se à brincadeira, que é um dos pilares base deste projeto: o fomento e incentivo da aprendizagem e da brincadeira, ou seja, ensinar e aprender a brincar.

Assim, num ambiente de partilha, de aprendizagem, de brincadeira e de descoberta, dinamizou-se a primeira sessão de um projeto que despertou emoções, divertimento e saberes, com a turma do 2º Ano do Centro Educativo das Lagoas.

Para informações e marcações:

E-mail: mbp.geral@museuspontedelima.com

Telefone: 258 240 210

Museu do Brinquedo Português

Casa do Arnado – Largo da Alegria

4990 – 150 Arcozelo Ponte de Lima

MUSEU BERNARDINO MACHADO DEBATE MOVIMENTO CULTURAL DO LUSO BRASILEIRISMO

Iniciativa que decorre esta sexta-feira, a partir das 21h30, insere-se no ciclo de conferências “As Relações Portugal e Brasil na I República (1910-1926)”

No quadro das relações entre Portugal e o Brasil, a comunicação procura mapear os meandros do processo de construção do designado luso-brasileirismo, um movimento cujas raízes se podem perscrutar na fase imediatamente pós-colonial, mas que atinge o seu auge no período da I República em Portugal. Foi por esta altura que, para além da manifestação mais tradicional da lusofilia, contrabalançada por uma violenta e regular lusofobia, se verificaram novas propostas de aproximação entre os dois países, culminando numa proposta de arranjo político - a Confederação Luso-Brasileira, uma arquitetura associativa que ligaria o império português ao Brasil, com múltiplas publicações a promoverem essa proposta.

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Jorge Fernandes Alves é o convidado da próxima conferência do ciclo “As Relações Portugal e Brasil na I República (1910-1926)”, dedicada à temática “Luso-Brasileirismo algumas referências de um movimentos cultural”, que vai decorrer esta sexta-feira, a partir das 21h30 no Museu Bernardino Machado.

Jorge Fernandes Alves é docente de História Contemporânea na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, instituição onde desenvolveu a sua formação (licenciatura em História em 1980, mestrado em História Moderna em 1987, doutoramento em História em 1993, agregação em 2000) e na qual desempenhou diversas funções de gestão. No domínio da investigação, tem abordado temas nas áreas da história económica e social, da história da ciência e da história política, tendo publicado mais de 250 títulos entre livros e artigos sobre emigração, empresas e empresários, instituições de saúde, história local e outros tópicos, bem como orientado algumas dezenas de mestrados e doutoramentos nas áreas referidas. Integra como investigador o CITCEM – Centro de Estudos Transdisciplinares Cultura, Espaço e Memória, de que foi cofundador e primeiro coordenador (2007), tendo ainda integrado painéis de avaliação na FCT e da A3ES e comissões científicas de diversos eventos e publicações.

VALE DO MINHO RECEBE ONDA VERDE

Aquamuseu implementa projeto ‘Onda Verde no Vale do Minho’

O Município de Vila Nova de Cerveira, através do Aquamuseu do rio Minho, está a liderar um novo projeto no âmbito dos resíduos sólidos urbanos. ‘Onda Verde no Vale do Minho’ pretende dar contributos de melhoria nesta matéria, através de um maior envolvimento das populações dos concelhos abrangidos.

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O Vale do Minho ainda está aquém das metas estipuladas no Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos (PERSU2020) para o sistema de gestão desta região, no que diz respeito à produção de resíduos por habitante, aos resíduos separados e às quantidades depositadas em aterro.

O projeto ‘Onda Verde no Vale do Minho’, financiado pelo POSEUR, pretende contribuir para a mudança deste cenário, através de uma ação, que decorrerá até 2020, e que engloba um maior conhecimento da gestão de resíduos na região, a identificação de desafios, a análise da perceção dos cidadãos e a criação e conteúdos para diferentes públicos.

Neste momento, o projeto encontra-se já na sua fase inicial, estando a ser desenvolvido um diagnóstico dos resíduos sólidos urbanos junto das entidades de recolha e valorização de resíduos, das autarquias e juntas de freguesia, nos municípios de Melgaço, Monção, Valença, Vila Nova de Cerveira e Caminha.

JÚLIA BARREIRO E RAMÓN CRESPO EXPÕEM ESCULTURA E PINTURA NA CASA MUSEU DE MONÇÃO

Encontra-se patente ao público até ao próximo dia 29 de março, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho, a Exposição de pintura e escultura "Mezclum" e "Momentos", dos artistas Júlia Barreiro e Ramón Crespo.

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Trata-se de uma exposição de pintura em aguarela intitulada "Mezclum" da artista espanhola Júlia Barreiro. No mesmo espaço pode também apreciar as peças do escultor Ramón Crespo subordinadas à temática "Momentos".

Segundo os artistas: 

«Mezclum, como o próprio nome sugere, existem duas fases mistas da minha pintura. Uma mais figurativa, onde capto o prazer de observar coisas, tecidos, bolas de lã, abóboras, com outra mais feminina e expressiva, onde o protagonismo é reservado para as mulheres. São aguarelas que expressam seus sentimentos, com uma técnica característica de toda a minha pintura» (Júlia Barreiro).

«Momentos, é um conjunto de peças de cerâmica, escultura em madeira, técnica Raku, onde a oliveira e o carvalho são os mais importantes. Supõem momentos de criação nos quais modelos espontâneos e tamanhos não estabelecidos surgem livremente. "Momentos" reúne pinceladas de todas as minhas esculturas criativas» (Ramón Crespo).

A entrada é livre!

Muito agradecemos a sua visita e a melhor divulgação da exposição.

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

terça a sexta feira: das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

sábado: das 14h00 às 18h00

domingo e segunda feira: encerrada

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MUSEU DA OLARIA DE BARCELOS DEDICA 2019 À FAMÍLIA MISTÉRIO

Amanhã, dia 2 de fevereiro, às 18h, no Museu de Olaria

A exposição " Geração Mistério" é inaugurada, amanhã,  às 18h, no Museu de Olaria.

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A família Mistério é uma das mais carismáticas do figurado barcelense que hoje tem como representantes os filhos Manuel e Francisco, conhecidos por Irmãos Mistério, que continuam a preservar o legado dos pais, mas arriscam também as suas próprias criações.

A história da família Mistério, na arte do figurado, começa no início dos anos vinte do século passado com Domingos Gonçalves Lima, “Mistério” de alcunha, cuja projeção se deveu, sobretudo, à ironia e irreverência criativa características das suas peças.

MUSEU BERNARDINO MACHADO EM FAMALICÃO RECEBE NOVO CICLO DE CONFERÊNCIAS COM CASA CHEIA

Próxima conferência realiza-se no dia 15 de fevereiro com o tema “A I República Portuguesa no Brasil: do 5 de outubro ao 28 de maio de 1926”

Foi com “casa cheia” que o Museu Bernardino Machado acolheu a primeira conferência do ciclo dedicado às “Relações Portugal – Brasil na I República (1910-1926)”, que decorreu na passada sexta-feira à noite.

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A abrir a maratona de conferências que vai decorrer mensalmente, ao longo de todo o ano de 2019, esteve o professor catedrático Paulo Ferreira da Cunha, com o tema da “Lei fundamental brasileira e a Constituição Portuguesa de 1911”. De acordo com o orador convidado “na conferência apresentou-se uma tentativa de estabelecimento de pontes entre as “magnas cartas” das chamadas primeiras repúblicas ou “repúblicas velhas” dos países irmãos de Língua portuguesa nos dois lados do Oceano Atlântico. Primeiramente fez-se um enquadramento geral sobre o sentido, papel e noção de Constituição, porque frequentemente existem muitos mal-entendidos, depois fez-se ainda um enquadramento histórico-social e político de ambos os complexos normativos constitucionais. E finalmente desceu-se ao concreto do clausulado das constituições formais, para comentar alguns aspetos considerados mais salientes, não apenas para a época, como para o nosso próprio tempo, em Portugal e no Brasil.”

A próxima conferência decorre já no próximo dia 15 de fevereiro, com a professora Heloísa Paulo a debater o tema “A I República Portuguesa no Brasil: do 5 de outubro ao 28 de maio de 1926”.

Refira-se que ao todo irão decorrer nove conferências com a participação de investigadores e académicos especialistas na temática. Os encontros, de entrada livre, vão decorrer nos meses de janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, setembro, outubro e novembro, habitualmente às sextas-feiras, pelas 21h30, no Museu Bernardino Machado, situado na rua Adriano Pinto Basto, na cidade famalicense.

Para além da divulgação e valorização da figura de Bernardino Machado, um famalicense por adoção que foi Presidente de Portugal por duas vezes durante a I República, o Museu Bernardino Machado tem vindo a destacar-se na organização de diversos eventos e na produção de documentos que têm sido essenciais para investigadores e historiadores, assumindo uma vocação de estudo académico.

O Museu Bernardino Machado que completou em 2017, 15 anos está instalado no Palacete Barão da Trovisqueira, um majestoso edifício do século XIX, localizado bem no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão.

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PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS RECEBIDOS NO MUSEU DO ALVARINHO

Professores da Universidade do Porto, do Minho, de Trás-os-Montes e Alto Douro, de Vigo, da Corunha e de Santiago de Compostela estiveram ontem em Monção, tendo percorrido o centro histórico e visitado alguns espaços patrimoniais da nossa vila.

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No Museu do Alvarinho foram recebidos pela Chefe de Gabinete, Célia Rodrigues, tendo-lhes desejado uma jornada enriquecedora na nossa localidade e sucesso pessoal e profissional. Deixou o convite para regressarem mais tarde e com mais tempo.

Pode ser no Rali à Lampreia, dias 23 e 24 de fevereiro, nas Festas do Corpo de Deus, 20 a 23 de junho, e na Feira do Alvarinho, 5 a 7 de julho, ou em outra data à escolha. Monção está sempre disponível para os receber. Com a habitual simpatia das suas gentes.

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MUSEU DA IMAGEM EM BRAGA MOSTRA FOTOGRAFIAS DE NUNO BRAUMANN

O Museu da Imagem inaugura a 1 de Fevereiro, às 17h00, a exposição de fotografia de Nuno Braumann intitulada 'Scapes'.

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A exposição estará patente até 10 de Março, podendo ser visitada de Terça a Sexta-feira, das 11h00 às 18h30, e aos sábados e domingos, das 14h30 às 18h30.

Para o dia 9 de Fevereiro, às 15h00, está agendada uma visita à exposição que será orientada pelo autor. O fotógrafo irá abordar aspectos técnicos e conceptuais e explicar a lógica subjacente a este projecto.

A exposição apresenta quatro trabalhos realizados entre 2016 e 2018: PALINGÉNESE; QFWFQ –SIGNS IN SPACE; BRAGA – TORRES e MURALHAS; SVERIGE, onde vários géneros de paisagem, urbanscape, landscape, industrialscape, fictionscape, walkscape são fotograficamente investigados, pesquisados e explorados.

PALINGÉNESE foi um projecto audiovisual e fotográfico desenvolvido na zona de extracção de pedra calcária na Serra D´Aire e Candeeiros. A curta-metragem realizada no local explora a analogia anatómica entre as máquinas que são utilizadas nos trabalhos pesados e os animais pré-históricos extintos que coabitaram o mesmo espaço. A série fotográfica exposta é uma selecção dum corpo bastante extenso de fotografias criadas durante as pausas de rodagem do filme.

O Projecto QFWFQ – SIGNS IN SPACE surgiu também durante as rodagens do filme PALINGÉNESE. A partir da observação dos rastos que os camiões criavam nas estradas observou-se que dentro destes rastos existiam outros rastos criados por moluscos e animais anelídeos. Os vestígios, as texturas, as pequenas pedras e as depressões juntamente com o ambiente aquoso e limoso em que estes se encontravam eram visualmente análogos a muitas das imagens que se conhecem de outros planetas, satélites e meteoros. Neste projecto explorou-se através de imagens fotográficas a ideia de documento e ficção através da criação duma cartografia em torno destas imagens, seguindo como modelo os mapas de outros planetas e satélites.

BRAGA – TORRES e MURALHAS, nasce da experiência de caminhar em torno da cintura da cidade e da sensação de amuralhamento criada pelas diferentes estruturas habitacionais que circundam a cidade. Tal como a conhecida representação da cidade criada por Braun e Hogenberg, hoje é possível fazer uma analogia entre as torres e a muralha outrora existentes com as variadas edificações que voltam a fechar a cidade.

SVERIGE, é uma série fotográfica que surge da necessidade de conhecer a região e o país onde vive o autor. Conforme vai conhecendo novos lugares são criados pontos de referência para conhecer e orientar-se num espaço que não sendo familiar será muito provavelmente o sítio onde irá criar família.

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GRUPO FOLCLÓRICO DA UNIVERSIDADE DO MINHO EVOCA "MEMÓRIAS D'ALDEIA"

Museu Pio XII recebe exposição «Memórias d’aldeia»

Grupo Folclórico da Universidade do Minho promove mais um dos 25 momentos de comemoração dos seus 25 anos.

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Na reta final das comemorações dos 25 anos do Grupo Folclórico da Universidade do Minho, no próximo sábado, dia 26 de janeiro, será inaugurada a exposição “Memórias d’aldeia”, pelas 17h30min, no Museu Pio XII, em Braga, através de uma visita guiada gratuita.

Esta exposição pretende retratar e reavivar tradições d’outrora como a romaria, a casa minhota ou os cenários do trabalho rural.

A exposição “Memórias d’aldeia” estará patente de 26 de janeiro a 9 de fevereiro, de terça a domingo, no horário 9h30min-12h30min e 14h30min-18h. A entrada tem um custo de 2 € (1 € para grupos).

As comemorações dos 25 anos do Grupo Folclórico da Universidade do Minho terminam no dia 10 de fevereiro, pelas 16h, no Espaço VITA, com o espetáculo “À moda do Minho”.

P’lo GFUM,

Catarina Cubo

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CASA MUSEU DE MONÇÃO EXPÕE SOBRE A PARTICIPAÇÃO DE PORTUGAL NA GRANDE GUERRA

Exposição A participação dos soldados portugueses na 1ª Grande Guerra (1914-1918)

A Casa Museu de Monção/Universidade do Minho em colaboração com a Liga de Combatentes - Núcleo de Monção e o Município de Monção promove novamente a exposição intitulada - A participação dos soldados portugueses na 1ª Grande Guerra (1914-1918).

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Nesta exposição é possível observar um acervo gentilmente cedido pelo Dr. Manuel Albino Penteado Neiva, que foi usado por soldados portugueses que integraram o Corpo Expedicionário Português (CEP) e mais propriamente a designada “Brigada do Minho”, composto por objetos originais tais como capacetes e invólucros de armas designados como a “arte das trincheiras”, espadas, revolveres, máscara anti gás, o telefone usado nas trincheiras, mapas, objetos do quotidiano como o cantil, o prato de marmita, o garfo e a colher, moedas e notas da época, condecorações, bibliografia essencial da Grande Guerra, entre outras.

Nesta exposição pode observar-se documentação original da mobilização dos jovens portugueses para a Grande Guerra, relatos de La Lys e da vida nos campos de prisioneiros, a vida nas trincheiras, as designadas "cartas da saudade" escritas pelos jovens portugueses, elementos relativos às devoções e crenças no período da Guerra, os postais e textos e memórias dos combatentes.

Trata-se de uma iniciativa conjunta desta Unidade Cultural da Universidade do Minho, a Casa Museu de Monção e conta com a colaboração do Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência espólio), do Núcleo de Combatentes - Núcleo de Monção e do Município de Monção.

A Exposição pode ser visitada na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção até ao próximo dia 15 de fevereiro.