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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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ESPOSENDE: APÚLIA VAI TER MUSEU DO SARGAÇO

Já arrancou obra do Museu do Sargaço em Apúlia. Investimento do Município eleva-se a 275 584 euros

Já arrancaram as obras de reabilitação da antiga Escola Básica de Areia-Apúlia para Museu do Sargaço, um projeto do Município de Esposende que trará à memória da população e da cultura local, a “apanha do sargaço”, aquela que foi, e ainda é, uma tradição de grande relevo para o povo apuliense.

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A obra corresponde a um investimento de 275 584 euros e tem um prazo de 198 dias (aproximadamente seis meses e meio), enquadrando-se no PARU (Plano de Ação de Regeneração Urbana) para a área de Apúlia. Sob a premissa “remodelar para recrear”, a intervenção passa pela remodelação de um espaço também ele com história, mantendo intactas as linhas mestras e os marcos arquitetónicos do edifício, com o objetivo de recrear espaços e tradições de um dos pilares da economia de Apúlia.

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No primeiro piso ficará situada a receção/zona de acolhimento, os sanitários, uma sala polivalente, bem como um espaço destinado à guarda de material expositivo e reparação/restauração de peças de arte em exposição, localizando-se, no piso superior, a sala de exposição geral. O acesso ao piso superior, além de ser pelas escadas, será ainda feito através de um elevador, garantindo, assim, o acesso a pessoas com mobilidade reduzida a todos os espaços do museu.

No exterior, será criada uma “praça temática” relacionada com a apanha do sargaço, bem como um pequeno “auditório” ao ar livre, que permitirá acolher todo o tipo de palestras e eventuais espetáculos relacionados com o tema da apanha do sargaço e das exposições.

O projeto prevê, ainda, a criação de onze lugares de estacionamento públicos, dois dos quais destinados a pessoas com mobilidade condicionada, além de cinco lugares de estacionamento privativos, sendo um destinado a pessoas com mobilidade condicionada.

“É intenção do Município manter vivas as memórias da tradição da prática desse ofício de grande valor cultural de Apúlia e do próprio concelho”, sublinha o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, clarificando que o Museu do Sargaço se insere num “projeto mais vasto de valorização do património do concelho, que integra entre outras iniciativas, a criação do Centro Interpretativo do Junco, na freguesia de Forjães”. O Autarca realça a mais-valia destes projetos, lembrando ainda que o Município tem na forja outros importantes investimentos que posicionarão Esposende tanto no plano cultural como turístico, bem como a nível económico.

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BRAGA HOMENAGEIA ALBANO BELINO

Sexta-feira, 28 de Setembro, no Museu D. Diogo de Sousa

O Município de Braga organiza esta Sexta-feira, 28 de Setembro, uma sessão de homenagem a Albano Belino, iniciativa realizada no âmbito das Jornadas Europeias do Património que este ano decorrem sob o mote “Partilhar Memórias”.

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A iniciativa, que irá decorrer a partir das 21h30, no Museu D. Diogo de Sousa, conta com a reedição do seu legado historiográfico sobre Braga, cuja apresentação estará a cargo de António Amaro das Neves.

Albano Ribeiro Belino (1863-1906) é um dos nomes maiores na salvaguarda do património bracarense. Precursor das pesquisas sobre o legado de Bracara Augusta, devotou um conjunto significativo de estudos e publicações a Braga, tendo ainda reunido um valioso espólio arqueológico com a finalidade de criar um museu.

Desiludido com a falta de entusiasmo bracarense, acabou por deixar o seu legado à Sociedade Martins Sarmento. O Museu com que sonhara acabaria por nascer doze anos após a sua morte, embora só tenha realmente funcionado na contemporaneidade.

«Hoje, convictos da valia do seu contributo para a nossa memória colectiva, prestamos a melhor homenagem que Albano Belino desejaria: tornar novamente acessíveis as suas mais relevantes publicações sobre a cidade que tanto estimou», refere a Vereadora da Cultura, Lídia Dias, na nota de abertura do livro que será lançado esta sexta-feira.

A reedição das obras de Albano Belino, nas quais se contam, entre outras, a “Arqueologia Cristã” ou “Inscripções e lettreiros da cidade de Braga e algumas freguezias ruraes”, contou com a especial colaboração da Biblioteca Pública de Braga.

MELGAÇO OFERECE ENTRADAS NOS ESPAÇOS MUSEOLÓGICOS

Esta quinta-feira, Dia Mundial do Turismo

Na próxima quinta-feira, dia 27 de setembro, há mais um motivo para se visitar Melgaço: as entradas nos espaços museológicos são gratuitas. A ação celebra o Dia Mundial do Turismo e pretende cativar os turistas a conhecerem a cultura da região, mas também a que Descubram Melgaço, o Destino de Natureza Mais Radical de Portugal.

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A rota cultural vai permitir a visita a vários pontos do concelho, já que os espaços estão dispersos:Torre de Menagem, o Espaço Memória e Fronteira, o Museu de Cinema Jean Loup Passek e o Núcleo Museológico de Castro Laboreiro, os sítios com entrada gratuita.A Porta de Lamas de Mouro e o Solar do Alvarinhosão também sugestões de visita.Ambos os espaçosestãoabertos ao público gratuitamente todo o ano: a Porta de Lamas é uma estrutura do Município vocacionada para a receção, recreio e informação dos visitantes do Parque Nacional da Peneda-Gerês - PNPGe o Solar do Alvarinho oferece a possibilidade de degustar o néctar da região, o Alvarinho.

SOLAR DO ALVARINHO É O ESPAÇO MAIS VISITADO

Dados da Loja Interativa de Turismo de Melgaço(relativos a Janeiro até agosto de 2018, inclusive) demonstram que o Solar do Alvarinho continua a ser o espaço preferencial:10.421visitas. Segue-se a Porta de Lamas de Mouro – 7.789; a Torre de Menagem – 5.346; o Museu de Cinema Jean Loup Passek – 2.582; o Posto de Castro Laboreiro – 2.396; o Espaço Memória e Fronteira – 1.821; o Museu de Castro Laboreiro – 1.693. Pela Loja Interativa de Turismo, passaram alguns destes turistas, igualmente oriundos de Portugal e de todo o Mundo: 1.162 turistas nacionais e 1.026 turistas internacionais.

Estes números são o resultado de uma aposta clara da autarquia na qualidade dos espaços e do seu acervo.A oferta em Melgaço é completa: da natureza ao bem-estar, passando pelo Alvarinho e pelo fumeiro, dando uma volta entre a cultura e o património, sem esquecer o desporto, a sugestão é que se Descubra Melgaço em redor de uma sossegada e deslumbrante natureza. Localizado a menos de duas horas do Porto e perto da Galiza, Melgaço é um destino a não perder. Aqui, é possível descobrir histórias únicas, contadas com o rigor histórico, mas com as novas tecnologias apelativas e sem dúvida cativantes para o visitante.

Melgaço é um destino com caraterísticas geográficas e geológicas que lhe concedem uma posição de destaque de entre todos os subdestinos do Porto e Norte de Portugal, onde é possível praticar os desportos de rio e montanha mais exigentes, durante todo o ano.

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OS HORÁRIOS

Horário dos Museus e da Porta de Lamas de Mouro

Abril – setembro: das 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 18h00

Outubro – março: das 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 17h00

Encerrados nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1 de janeiro, e todas as segundas-feiras e domingo de Páscoa.

A Oficina Temática da Porta de Lamas de Mouro encerra à segunda-feira, mas a receção está aberta ao público.

Horário do Solar do Alvarinho

Sala de Prova, Loja e Bar

Abril – setembro: das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 19h00

Outubro – março: das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 18h00

Encerra no domingo e segunda-feira de Páscoa, nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1 de janeiro

A saber…o Dia Mundial do Turismo tem o objetivo de promover a consciencialização sobre a importância do turismo e do seu impacto social, cultural, político e económico. A data começou a ser celebrada no ano de 1980, após decisão da Organização Mundial de Turismo. Este ano celebra-se em Budapeste, na Hungria, sob a temática Turismo e a transformação digital, com o intuito de se perceber a importância que as tecnologias digitais têm no Turismo.

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MONÇÃO INAUGURA EM CURVOS MUSEU DAS MOTAS MOTOM

Esposende, terra de campeões em motociclismo, dispõe, desde hoje, em Curvos, de um museu único no Mundo, onde estão reunidos exemplares dos 68 modelos produzidos pela mítica marca italiana Motom.

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Fruto do trabalho desenvolvido ao longo dos últimos 40 anos, por Paulo Cunha, a freguesia de Curvos passa a contar com uma unidade museológica particular, mas que será visitável pelo público, decorrente de um acordo entre o proprietário e o Município de Esposende.

“Estou muito feliz por Esposende acolher tão valiosa coleção, resultado da determinação e empenho de um habitante de Curvos”, referiu o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira. De resto, o autarca lembrou a forte tradição motociclista que Esposende ostenta, enquadrando o propósito da existência de um museu dedicado a motas.

Em evidência, o museu apresenta, com destaque, a Série 12 da Motom, produzida entre 1947 e 1956, mas também podem observar-se os exemplares de dois tempos e os motocultivadores. Em lugar de destaque encontram-se neste museu alguns exemplares que participaram em competições internacionais, mas há vários dados curiosos, desde logo os três matizes de vermelho que caraterizavam os modelos Motom.

Um trabalho meticuloso de Paulo Cunha que levou quatro décadas a reunir exemplares, reconstruindo-os fielmente, com pormenores que evidenciam um estudo sólido sobre a marca que floresceu em Milão, em 1947 e fechou a linha de produção em 1970.

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MUSEU DA OLARIA DE BARCELOS REABRE AO PÚBLICO

O Museu de Olaria reabre ao público esta tarde, depois de os resultados das análises efetuadas à qualidade do ar dentro do edifício concluírem que os locais avaliados estão em conformidade com a legislação em vigor.

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Recorde-se que no passado dia 30 de agosto foi detetada uma avaria na unidade de controle da humidade e temperatura dentro do edifício, que motivou uma intervenção técnica prevista no programa de qualidade que certifica os serviços do Museu.

Por precaução, e apenas durante o período necessário à realização das análises, o Museu de Olaria permaneceu encerrado.

DONA MARIA TERESA CARDEAL ANDRADE MARTINS SALGUEIRO – PATRONA DA CASA MUSEU DE MONÇÃO DA UNIVERSIDADE DO MINHO

A Casa Museu de Monção é uma Unidade Cultural da Universidade do Minho criada em conformidade com os objectivos e as condições do Legado instituído pela Senhora Dona Maria Teresa Cardeal Andrade Martins Salgueiro, falecida em 29 de Outubro de 2001.

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Herdeira de uma avultada fortuna e sem herdeiros legitimários, a Senhora Dona Maria Teresa decidiu legar através de testamento realizado em 1992 uma parte muito importante dessa fortuna à Universidade do Minho, sob condição de a legatária criar na sua casa de Monção uma Unidade Cultural denominada Casa Museu de Monção, de modo a valorizar e divulgar, sob o ponto de vista museológico, etnográfico e sociológico, o imóvel em si e o seu recheio, como expressão e testemunho do modo de viver de uma família da alta burguesia, na primeira metade do século XX, no Alto Minho.

O Legado estabelece que a Universidade do Minho, sem prejuízo de «prosseguir a política cultural mais geral que lhe é própria», deverá prestar atenção especial, nas actividades a desenvolver na Casa Museu de Monção, ao meio e às instituições da região em que se insere a nova Unidade Cultural, «de molde a ser sempre uma unidade aberta à comunidade e interactiva com as demais realidades socioculturais existentes na região».

De realçar que a decisão da Senhora Dona Maria Teresa se concretizou após uma visita à Casa Museu Nogueira da Silva, em Braga, também um Legado instituído a favor da Universidade do Minho, cerca de 15 anos antes, pelo Comendador Nogueira da Silva e o modo exemplar como a Universidade desenvolveu esta Casa Museu motivou a Senhora a Legar os seus bens à Universidade do Minho.

A Casa Museu de Monção é um belo edifício da segunda metade do século XVIII, pertencente à família da Senhora Dona Maria Teresa, rodeado de um belo jardim aonde se destaca uma fonte em estilo «arte nova». O recheio da Casa é característico de uma família culta e rica, mas sem preocupações de coleccionismo. Entre os objectos destacam-se pelo seu valor: pano de armar sino-português dos fins do século XVII, de seda azul com águia bicéfala bordado a ouro; tapete otomano de oração o século XVIII de seda vermelha; conjunto de porcelanas de Companhia das Índias, do século XVIII; colecção de paliteiros em prata; objectos vários da ourivesaria Leitão e baixela da Casa Mergulhão; casquinhas inglesas do século XVIII; pinturas da Escola Inglesa e Holandesa de pintura; mobiliário francês, precioso conjunto de porcelanas de Sévres do século XIX.

Do recheio da Casa fazem parte também uma colecção de cerca de 500 garrafas de vinho do Porto datadas de 1926. Calcula-se que esta colecção fosse pertença do pai da Senhora Dona Maria Teresa, o Dr. Andrade, médico e professor de Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, e grande apreciador da viticultura e que mantinha uma vinha extensa nos actuais jardins da Casa. Enquanto vivo, supomos que esta colecção tivesse sido mantida pelo marido da Senhora, o Dr. Martins Salgueiro, advogado, mas que tinha na caça, pesca e fotografia os seus hobbies favoritos, não tendo como tal o interesse necessário pela actividade vinícola para tratar devidamente os vinhos legados pelo pai da Senhora Dona Maria Teresa.

Fonte: Universidade do Minho / Casa Museu de Monção

AGENDA CULTURAL DE LISBOA DESTACA O TRABALHO QUE O VIANENSE JOÃO ALPUIM BOTELHO ESTÁ A DESENVOLVER COMO DIRECTOR DO MUSEU BORDALO PINHEIRO

“Estamos muito orgulhosos! O nosso excelente director, João Alpuim Botelho, está na Agenda Cultural de Lisboa a sublinhar o trabalho a que se dedica, à cabeça de uma equipa igualmente empenhada em estudar e divulgar, incansavelmente, a obra de Bordalo Pinheiro!

Porque, como nota, "acontece que o Bordalo tem relação praticamente com tudo: através da sua postura e da variedade das suas intervenções no jornalismo, na cerâmica, no desenho e no humor, é muito fácil encontrar pontes para falar de situações actuais".” – é com estas palavras que a equipa de museólogos que trabalha no Museu Bordalo Pinheiro felicita o seu director, o vianense João Alpuim Botelho.

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O Dr. João Alpuim Botelho é actualmente o director do Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa. Antes foi o responsável pelo Museu do Traje, em Viana do Castelo. Sempre disponível para colaborar com as gentes minhotas na promoção da nossa região, proferiu no ano passado, em Loures, a convite do Grupo Folclórico Verde Minho, uma conferência subordinada ao tema “O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras”.

Editada pela Câmara Municipal de Lisboa, a edição de Setembro da Agenda Cultural de Lisboa – portanto acabadinha de sair! – confere o merecido destaque ao vianense Dr. Alpuim Botelho.

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João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

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MONÇÃO DEBATE PARTICIPAÇÃO DO EXÉRCITO PORTUGUÊS NA GRANDE GUERRA

Dia 25 de Agosto (sábado) - conferência pelo Tenente-General Alexandre Sousa Pinto O Exército Português e a Grande Guerra.

Cartaz programa

A Casa Museu de Monção promove amanhã, sábado, dia 25 de agosto de 2018, pelas 16h00, uma conferência proferida pelo Tenente-General Alexandre Sousa Pinto O Exército Português e a Grande Guerra, a ter lugar na Sala de Conferências daquela instituição.

Trata-se do encerramento da exposição - A participação dos soldados monçanenses na 1ª Grande Guerra (1914-1918).

A cerimónia conta também com a intervenção do Prof. Doutor Artur Anselmo, Presidente da Academia das Ciências de Lisboa.

Trata-se de uma iniciativa conjunta da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho com a Liga dos Combatentes - Núcleo de Monção e conta com a colaboração do Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência espólio), do Município de Monção e do Museu Militar do Porto e de Lisboa.

Organização:

Casa Museu de Monção/Universidade do Minho

Liga dos Combatentes – Núcleo de Monção

Colaboração:

Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência espólio)

Município de Monção

Museu Militar do Porto

Museu Militar de Lisboa

CASA MUSEU DE MONÇÃO EXPÕE SOBRE A PARTICIPAÇÃO DOS MONÇANENSES NA PRIMEIRA GRANDE GUERRA

Exposição “A participação dos soldados monçanenses na 1ª Grande Guerra (1914-1918)” na Casa Museu de Monção até 25 de agosto

Está patente ao público até ao próximo dia 25 de agosto, na Casa Museu de Monção/Universidade do Minho e seus Jardins a exposição intitulada - A participação dos soldados monçanenses na 1ª Grande Guerra (1914-1918).

Abrigo

Nesta exposição é possível observar um acervo gentilmente cedido pelo Dr. Manuel Penteado Neiva, que foi usado por soldados portugueses que integraram o Corpo Expedicionário Português e mais propriamente a designada “Brigada do Minho”, composto por objetos originais tais como capacetes e invólucros de armas designados como a “arte das trincheiras”, espadas, revolveres, máscara anti gás, o telefone usado nas trincheiras, mapas, objetos do quotidiano como o cantil, o prato de marmita, o garfo e a colher, moedas e notas da época, condecorações, bibliografia essencial da Grande Guerra, entre outras.

Trincheira

Nos jardins da Casa Museu de Monção foi montada uma réplica de uma trincheira e um abrigo (ninho) de metralhadoras, sendo possível observar o armamento usado neste conflito, como espingardas e metralhadoras.

Para além deste espólio, muitos familiares de homens monçanenses que participaram neste conflito cederam o seu espólio e cadernetas militares que estão patentes ao público.

Trata-se de uma iniciativa conjunta da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho com a Liga dos Combatentes - Núcleo de Monção e conta com a colaboração do Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência espólio), do Município de Monção e do Museu Militar do Porto e de Lisboa.

No sábado dia 25 de agosto decorrerá a cerimónia de encerramento com a conferência proferida pelo Tenente-General Alexandre Sousa Pinto O Exército Português e a Grande Guerra, pelas 16h00.

Organização:

Casa Museu de Monção/Universidade do Minho

Liga dos Combatentes – Núcleo de Monção

Colaboração:

Dr. Manuel Penteado Neiva (cedência espólio)

Município de Monção

Museu Militar do Porto

Museu Militar de Lisboa

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CABECEIRAS DE BASTO CONSERVA PEÇAS DE ARTE SACRA

Câmara Municipal realiza intervenção de manutenção nas coleções do Núcleo de Arte Sacra

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto realizou durante oito dias, de 18 a 25 de junho, uma intervenção de manutenção nas coleções do Núcleo de Arte Sacra do Museu das Terras de Basto com o objetivo de preservar e valorizar o acervo existente.

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Os trabalhos de conservação foram efetuados pelas Oficinas de Santa Bárbara e incidiram nas coleções em suporte lenhoso do Núcleo de Arte Sacra sediado na Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos, núcleo esse que esteve encerrado ao público naquele período.

Os trabalhos incluíram a limpeza a seco das peças, a consolidação das camadas cromáticas que se revelavam em destacamento, perigo de decaimento e perda com resinas reversíveis, assim como a remoção de elementos metálicos não funcionais (pregos), tendo-se procedido à sua remoção, dado o seu elevado grau de oxidação.

Concluídas estas operações, todas as peças foram submetidas a tratamento de desinfestação (Xilix 3000 P) através da aspersão, pincelagem e injeção e encapsulamento em películas plásticas durante três dias.

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Câmara realiza intervenção de manutenção nas coleções do Núcleo de Arte Sacra (2)

AQUAMUSEU DO RIO MINHO VAI SER CELEBRADO EM AMBIENTE FAMILIAR

No próximo fim-de-semana, 14 e 15 de julho, o Aquamuseu do Rio Minho comemora 13 anos de portas abertas ao público, oferecendo uma programação diversificada, familiar e gratuita. Destaques vão para as atividades ‘Dormir com os Peixes’ e ‘Festa com os Peixes Migradores’.

Cartaz aniversário Aquamuseu - 2018

Porque os aniversários devem ser assinalados junto de quem nos acompanha, o Aquamuseu do Rio Minho convida residentes e visitantes para usufruir de dois dias de programação dedicados a todas as idades.

Serão promovidas três visitas guiadas gratuitas, no sábado (10h30 e 16h00) e no domingo (10h30), sendo que as famílias poderão ainda participar no atelier “Pintar a natureza” que terá lugar no sábado (14h30-15h30).

Ano após ano, a iniciativa “Dormir com os peixes” mantém-se um sucesso, proporcionando a experiência única às crianças de pernoitar num espaço totalmente diferente, de ouvir histórias, conhecer e contactar com as espécies. Dirigida a pequenos aventureiros com idades compreendidas entre os 7 e 13 anos, a iniciativa envolve um limite de 30 participantes, sendo que os interessados devem inscrever-se previamente junto do Aquamuseu, seja presencialmente, via telefone (251708026) ou por email aquamuseu@cm-vncerveira.pt.

Por sua vez, a tarde de domingo reserva uma festa dos peixes migradores com animação infantil, sendo que a entrada no Aquamuseu (entre as 14h00 e as 18h00) é gratuita.

De portas abertas desde 13 de julho de 2005, o Aquamuseu do rio Minho é um dos maiores polos de atração turística de Vila Nova de Cerveira, alcançando uma média de 25 000 visitantes por ano.

PROGRAMA:

Sábado 14 de Julho

10h30 – Visita guiada gratuita

14h30 | 15h30 – Ateliê “Pintar a natureza”

16h00 – Visita guiada gratuita

21h00 – Receção das crianças - Início da atividade “Dormir com os Peixes”*

* Esta atividade é dirigida a crianças dos 7 aos 13 anos de idade e limitadas a 30 crianças. Inscrições no Aquamuseu do Rio Minho.

Domingo 15 de Julho

10h30 – Visita guiada gratuita

14h00 | 18h00 – Entrada gratuita

15h30 | 17h00 – Festa dos peixes migradores com animação infantil

MUSEU DA GUERRA COLONIAL EM FAMALICÃO QUER CRIAR CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E ESTUDO

Repto foi lançado nas comemorações do 17.º aniversário do museu famalicense

O presidente do Museu da Guerra Colonial, Augusto Silva, manifestou hoje o desejo de criar um Centro de Investigação e Estudo inteiramente dedicado à Guerra do Ultramar. O desafio foi lançado ao ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, que esta segunda-feira de manhã se juntou ao presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, nas comemorações do 17.º aniversário do museu.

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No horizonte está a criação de um polo científico que chamará até si a autarquia, o mundo académico e, segundo manifestou hoje o representante do Governo, o próprio do Ministério da Defesa Nacional. “Se for o caso, o Ministério lá estará disponível para se envolver, para promover e sentar todas as pessoas à mesa para que possamos continuar a melhorar o trabalho deste Museu”.   

José Azeredo Lopes disse ainda que a “preservação da nossa história é condição indispensável para a construção da nossa identidade” e mostrou-se surpreendido pelo facto de Vila Nova de Famalicão concentrar “cada vez mais conhecimento sobre um período da nossa história recente que teve muitas consequências históricas”.

Para o edil famalicense esta é uma ambição legítima do museu. “O que se fez até agora, a forma como se conseguiu reunir documentos, artefactos, histórias, memórias e vivências faz com que a partir de agora surga esta ambição de darmos uma pouco mais de cientificidade ao projeto”.

A centralidade nacional que o Museu da Guerra Colonial confere a Famalicão foi outro dos aspetos realçados pelo autarca. “A sua unicidade no contexto nacional faz deste museu e do nosso concelho um ponto de passagem obrigatório para todos quantos querem investigar, descobrir e estudar este período da história nacional”.

Recorde-se que o Museu da Guerra Colonial foi inaugurado a 23 de abril de 1999, através de uma parceria entre a Câmara de Famalicão, a Associação Dos Deficientes das Forças Armadas e a ALFACOOP (Externato Infante D. Henrique de Ruilhe). Em 2012 foi transferido para as suas atuais instalações, no Lago Discount, na freguesia de Ribeirão.

A sua exposição permanente retrata o itinerário do combatente português nas três frentes da Guerra Colonial, na qual Portugal se envolveu entre 1961 e 1974. Mais do que um espaço museológico, é um local que pretende transmitir ao visitante um real conhecimento sobre este período da História de Portugal, contado por quem a viveu e sentiu na primeira pessoa.

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MINISTRO DA DEFESA NACIONAL VAI A FAMALICÃO PARTICIPAR NAS CELEBRAÇÕES DO ANIVERSÁRIO DO MUSEU DA GUERRA COLONIAL

Segunda-feira, dia 9 de julho, às 11h00.

O ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, vai estar na próxima segunda-feira, dia 9 de julho, em Vila Nova de Famalicão, para participar nas celebrações do 17.º aniversário do Museu da Guerra Colonial.

Museu da Guerra Colonial

O representante do governo português junta-se assim ao presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, nas comemorações do aniversário do museu famalicense, marcadas para as 11h00.

Recorde-se que o Museu da Guerra Colonial foi inaugurado a 23 de abril de 1999, através de uma parceria entre a Câmara de Famalicão, a Associação Dos Deficientes das Forças Armadas e a ALFACOOP (Externato Infante D. Henrique de Ruilhe). Em 2012 foi transferido para as suas atuais instalações, no Lago Discount, na freguesia de Ribeirão.

A sua exposição permanente retrata o itinerário do combatente português nas três frentes da Guerra Colonial, na qual Portugal se envolveu entre 1961 e 1974. Mais do que um espaço museológico, é um local que pretende transmitir ao visitante um real conhecimento sobre este período da História de Portugal, contado por quem a viveu e sentiu na primeira pessoa.

PRESIDENTE DO MUNICÍPIO DE CABECEIRAS DE BASTO VISITA MUSEU NACIONAL FERROVIÁRIO

Câmara Municipal quer por uma automotora a percorrer parte da linha da antiga estação do Arco de Baúlhe

Na sequência da visita, no passado dia 23 de maio, da Diretora do Museu Nacional Ferroviário, Arq. Ana Fontes, ao Museu das Terras de Basto/Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe que é um dos dez núcleos que compõem aquele Museu Nacional, o presidente da Câmara Francisco Alves, acompanhado da vereadora da Cultura, Dra. Carla Lousada, do presidente da Junta de Freguesia do Arco de Baúlhe e Vila Nune, Carlos Teixeira, e de técnicos do Município, visitou no passado dia 4 de julho, o Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento.

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Recebida pelo Presidente da Câmara Municipal local, Dr. Jorge Faria, e pela Diretora do Museu, Arq. Ana Fontes, a comitiva visitou demoradamente o Museu, oportunidade para conhecer e verificar in loco as dinâmicas deste espaço museológico. O momento serviu ainda para troca de informações e ideias e, ainda, para tratar de questões relacionadas com as necessidades e técnicas a usar na conservação preventiva do material circulante patente nas exposições permanentes do Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe, tendo em vista a manutenção do espólio existente neste Núcleo. Foram ainda abordadas outras questões relacionadas com o funcionamento e dinamização do Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe, missão da responsabilidade da Câmara Municipal que espera brevemente colocar uma automotora a percorrer uma parte da linha da antiga estação do Arco de Baúlhe.

O Núcleo Ferroviário é um dos quatro núcleos que compõem o Museu das Terras de Basto, museu municipal que abriu ao público em 2004 e que tem vindo, desde então, a cumprir a sua missão ao nível da investigação, renovação de exposições, serviço pedagógico/educativo, bem como, a recuperar e conservar o espólio existente, entre outras atividades de defesa, valorização e promoção do património de Cabeceiras de Basto.

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PONTE DE LIMA RECEBE EXPOSIÇÃO DA FUNDAÇÃO DE SERRALVES

Serralves em Ponte Lima _ Palacete Villa Moraes. O Regresso do Objeto. Arte dos Anos 1980 na Coleção de Serralves. Até 30 de setembro

O Regresso do Objeto. Arte dos Anos 1980 na Coleção de Serralves, é a designação da exposição temporária organizada pelo Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves, patente no Palacete Villa Moraes.

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A vinda de Serralves até Ponte de Lima enquadra-se no protocolo celebrado entre o Município de Ponte de Lima e a Fundação de Serralves, pelo qual o Município acede ao Estatuto de Fundador de Serralves. Esta parceria permitirá as ambas as partes a realização de diversas ações em conjunto, ao nível cultural, educacional e ambiental.

Neste contexto, o Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Eng.º Victor Mendes revelou que esta mostra “é o 1º projeto desta parceria, sendo para nós um momento histórico a concretização da mesma.” O autarca classificou ainda esta exposição de arte contemporânea de “enorme qualidade” e “(..) esta é seguramente uma grande oportunidade para os limianos e para aqueles que nos visitam, conhecer o Palacete Villa Moraes, onde esta exposição vai ficar até 30 de setembro” assegurou o edil.

A Presidente da Fundação de Serralves, Dra. Ana Pinho, saudou o Município pela adesão ao projeto e confirmou que “Serralves considera que é fundamental sair dentro dos seus muros e chegar mais perto das pessoas, levar a arte contemporânea ao conhecimento direto das pessoas.” Neste sentido, a Fundação de Serralves tem promovido várias parcerias com autarquias e outras entidades, o que tem permitido a Serralves mostrar a arte contemporânea “mostrar o que é feito pelos nossos artistas contemporâneos ” assegurou a Presidente da Direção da Fundação de Serralves.

O Regresso do Objeto. Arte dos Anos 1980 na Coleção de Serralves, traz a Ponte de Lima obras que se encontram à guarda daquela reputada instituição cultural do nosso país, proporcionando à população uma oportunidade de ampliar os seus hábitos culturais e um contacto mais próximo com as manifestações artísticas e os criadores portugueses e estrangeiros de maior relevância. Trata-se de uma seleção de obras pensada em função das características do espaço que as recebe, representativas de artistas como Rui Aguiar, Joaquim Bravo, Gerardo Burmester, José Pedro Croft, Pedro Cabrita Reis, Rui Chafes, Juan Muñoz e Rui Sanches.

A exposição estará patente até ao dia 30 de setembro, com entrada livre, no Palacete Villa Moraes em Ponte de Lima.

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FINAL TRANSFRONTEIRIÇA DO UP CÁVADO DECORREU EM TERRAS DE BOURO

Final Transfronteiriça do UP CÁVADO: Escolas decorreu a 27 de junho no Museu da Geira

O Auditório do Museu da Geira, no Núcleo Museológico de Campo do Gerês, recebeu a 27 de junho a Final Transfronteiriça do evento UP CÁVADO: Escolas.

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O evento juntou cerca de 40 alunos do ensino secundário e respetivos professores, oriundos da região do Cávado, Alto Minho e Ourense (Espanha). Foram assim apresentadas ideias e também projetos de trabalhos empreendedores, os quais o Município de Terras de Bouro felicita e que foram desenvolvidos ao longo do ano letivo no âmbito do plano Empreendedorismo nas Escolas.

Projetos vencedores:

1º. lugar

Easy Feed Animal

Escola Profissional Amar

Terra Verde - Vila Verde

2 º. lugar

Safe Student

ES Henrique Medina -

Esposende

3º. lugar

Ruta XVIII

Escola de Portovello

Ourense

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MUSEU DE VILARINHO DA FURNA REALIZA IV JORNADAS TÉCNICAS SOBRE OS CARVALHOS

Museu de Vilarinho da Furna/Campo do Gerês, de 26 a 28 de outubro irão decorrer em Terras de Bouro as IV Jornadas Técnicas Sobre os Carvalhos.

Estas Jornadas técnicas sobre os Carvalhos, agora com realização bienal, nos anos pares, dão continuidade a um projeto iniciado em 2013 como corolário do objetivo partilhado por várias entidades de promoverem uma floresta portuguesa saudável e rica para aqueles que nela vivem e dela dependem, bem como proporcionar espaços lúdicos e de ócio aos visitantes.

CAPA

Com a duração gratuita de 3 dias, estas jornadas decorrem no Campo do Gerês, Terras de Bouro, em pleno coração do Minho e do único Parque Nacional, o da Peneda-Gerês, onde se encontra a Mata de Albergaria de uma riqueza natural única. Os participantes, oradores, convidados e escolas são recebidos nos Museus de Vilarinho das Furnas e da Geira, para partilharem a sua experiência e conhecimento através de apresentações, debates, provas gastronómicas e momentos didáticos. Como a floresta não se vive em sala, são programadas saídas à floresta para conhecer o espaço mas também para darem o seu contributo ao legado deste património coletivo, através de ações de plantação e colheita de sementes. Se na floresta se geram uma multiplicidade de valores económicos, sociais e ambientais, o que se quer com estas jornadas é que cada um experiencie isso mesmo.

Para as IV Jornadas Técnicas sobre os Carvalhos e como tema principal foi escolhido o lema “Educar para a Floresta Autóctone” em três abordagens: a) Educar para o futuro; b) Educar para amanhã e c) Educar para beneficiar.

De facto, existe a necessidade urgente de repensar sobre a nossa forma de agir e incutir em todos nós, nomeadamente nos mais novos, uma consciência crítica sobre a problemática ambiental.

 Para formalizar a sua inscrição, inscreva-se aqui

https://goo.gl/forms/fbc7QrJ8usHYPERLINK "https://goo.gl/forms/fbc7QrJ8usYd6vlD2"Yd6vlD2  - Inscrições limitadas

Confirmem a vossa presença até ao dia 19 de outubro, através do e-mail:

martins@atahca.pt (José Carlos Martins -Técnico da ETL do GAL da ATAHCA) ou contactar pelos números 253321130 /911 193 518.

DIRETORA DO MUSEU NACIONAL FERROVIÁRIO VISITA MUSEU DAS TERRAS DE BASTO

O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, acompanhado da vereadora da Cultura, Dra. Carla Lousada, e de técnicos do Município, recebeu ontem, dia 22 de maio, a diretora do Museu Nacional Ferroviário (MNF), Arq. Ana Fontes, numa visita ao Museu das Terras de Basto/Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe que é um dos dez núcleos que compõem o Museu Nacional Ferroviário.

Diretora do Museu Nacional Ferroviário visitou Museu das Terras de Basto (1)

A diretora do MNF fez-se acompanhar pela Dra. Judite Roque, técnica de restauro do Museu Nacional Ferroviário e pela Dra. Mara Covas, técnica responsável pelo inventário deste mesmo Museu Nacional.

De salientar que os serviços do Museu das Terras de Basto solicitaram ao Museu Nacional Ferroviário um parecer técnico sobre a conservação preventiva do material circulante patente nas exposições permanentes, tendo em vista a manutenção do espólio do Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe.

Para além das explicações técnicas dadas por aquelas responsáveis, foram ainda abordadas outras questões relacionadas com o funcionamento e dinamização do Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe.

Recorde-se que hoje, dia 23 de maio, se celebra o 14º aniversário do Museu das Terras de Basto que abriu ao público em 2004 e que tem vindo, desde então, a cumprir a sua missão ao nível da investigação, renovação de exposições, serviço pedagógico/educativo, bem como, a recuperação e conservação do espólio existente, entre outras atividades agregadoras de novos públicos.

Do espólio exposto destacam-se a Locomotiva MD 407 (1908); a Automotora a gasolina ME 5 (1948); a Carruagem CEfv 79 (1876); a Carruagem-salão SEfv 4001 (1905); a Carruagem-salão SEyf 201 (1906); a Carruagem CEyf 453 (1908); o Furgão DEfv 506 (1908); o Vagão EAKLMO 5937023 (1909/11) e a Cisterna UHK (1926).

De destacar, ainda, que em 2005, o Museu das Terras de Basto foi distinguido pela Associação Portuguesa de Museologia, com a atribuição da Menção Honrosa – melhor Museu Português.

MUSEU MUNICIPAL DE ESPOSENDE COMEMORA 25 ANOS DE ATIVIDADE

Tertúlia marca arranque das comemorações dos 25 anos do Museu Municipal de Esposende

“(Re)Visitando 25 anos do Museu Municipal de Esposende”, reuniu em tertúlia os representantes dos executivos municipais de 1993 e atual, contextualizando a evolução deste projeto museológico, desde a génese até aos nossos dias. A obra de remodelação do edifício, no final do século passado, significou um enorme esforço financeiro, aludiram os autarcas de então e os representantes do atual Executivo Municipal querem conferir nova centralidade a este espaço museológico.

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A tertúlia juntou à mesa Alberto Figueiredo e Albino Penteado Neiva, respetivamente Presidente da Câmara Municipal e Vereador da Cultura, em 1993, e o atual Presidente do Município, Benjamim Pereira e a Vereadora da Cultura, Angélica Cruz. Esta iniciativa assinalou o Dia Internacional dos Museus e Noite dos Museus (18 de maio), assim como o arranque das comemorações do 25.º aniversário do Museu Municipal (1993-2018) que se prolongam até 19 de agosto de 2019.

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Benjamim Pereira destacou a “dinâmica sem paralelo na região”, desenvolvida pelo Município de Esposende, apontando a Rede de Museus municipal como um exemplo da maximização de resultados que se pretende obter. “Essa rede reúne 24 instituições, três museus (Museu Marítimo, Museu Municipal e Casa Viana de Lima), cinco núcleos museológicos, (Sargaceiros de Apúlia, Santa Casa da Misericórdia de Fão, Santa Casa da Misericórdia de Esposende, Bombeiros Voluntários de Fão e Bombeiros Voluntários de Esposende), 15 coleções visitáveis (paróquias) e um Centro Interpretativo”, recordou o Presidente da Câmara Municipal de Esposende, lembrando que os Museus do Junco, em Forjães e do Sargaço, em Apúlia serão uma realidade muito em breve.

“Temos procurado parceiros, para ultrapassar as dificuldades que o Estado coloca, nomeadamente com a Universidade do Minho, com o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave ou com o Forum Esposendense. É assim que pretendemos intervir no Forte de S. João Batista, onde o projeto contempla uma forte componente museológica”, vincou Benjamim Pereira, em jeito de complemento ao repto lançado por Alberto Figueiredo que defende a instalação do Museu do Mar no farol existente no Forte.

De resto, o antigo Presidente da Câmara Municipal de Esposende defendeu a sua perspetiva do papel de uma autarquia: “pensar para além do tempo e para além de nós próprios”. Essa foi a motivação da intervenção no atual Museu Municipal, lembrando Alberto Figueiredo que, “em 1992, a autarquia tinha no terreno obras no valor de 25 milhões de euros”, considerando que o investimento feito em Esposende contribuiu para “o orgulho que muitos esposendenses sentem na sua sede de concelho”.

O vereador da Cultura, à data da inauguração do Museu Municipal, Albino Penteado Neiva, vincou “a sagacidade do então Presidente da Câmara que fez forte aposta na cultura, enquanto outros municípios lutavam por obras de água e saneamento”. O antigo vereador defendeu, ainda, a instalação de uma coleção permanente no Museu Municipal.

Por seu turno, a atual vereadora com o Pelouro da Cultura, Angélica Cruz, considerou que este tipo de tertúlias facultou a possibilidade de auscultar “lições de vida de homens e mulheres que querem comprometer-se com o desenvolvimento do nosso território”. Relativamente ao Museu Municipal, a vereadora defendeu um trabalho de abertura a todo o concelho, materializado no projeto em curso “À descoberta de…” que promove visitas históricas a cada freguesia de Esposende.

A anteceder a tertúlia atuou o Coro Ars Vocalis, sob a direção de Helena Venda Lima e acompanhado por Diogo Zão ao piano e foi projetado um filme sobre o percurso do ano inaugural do Museu Municipal.

Desde a abertura, o Museu Municipal já acolheu mais de 400 mil visitantes, mais de 30 mil alunos e apresentou mais de 40 exposições.

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