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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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CABECEIRAS DE BASTO: ARCO DE BAÚLHE COMEMOROU DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

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Automotora saiu à linha férrea no Dia Internacional dos Museus

Para assinalar o Dia Internacional dos Museus, a automotora ME5 percorreu no dia 18 de maio, um curto trajeto da linha da antiga estação ferroviária do Arco de Baúlhe onde está sediado o Núcleo Ferroviário do Museu das Terras de Basto.

A automotora ME5, construída em 1948 nas Oficinas Gerais de Santa Apolónia e movida a gasolina, saiu assim ‘à linha’ desfilando e encantando os seus passageiros que dessa forma puderam viver a experiência de viajar com a História.

De salientar que esta automotora, a par das carruagens reais e de outras máquinas a vapor integram o espólio do Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe do Museu das Terras de Basto, um museu polinucleado que integra também a Casa da Lã em Bucos e o Núcleo de Arte Sacra na Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos.

De referir que desde a abertura do Museu das Terras de Basto ao público, em 2004, a Câmara Municipal tem vindo a recuperar e conservar o património edificado mas também o espólio existente, dinamizando um vasto conjunto de atividades agregadoras de novos públicos.

Ao longo destes últimos 20 anos, o Museu das Terras de Basto – que integra o Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe, a Casa da Lã e o Núcleo de Arte Sacra – tem cumprido a sua missão com investigação, realização de encontros de património, renovações de exposições, serviço pedagógico/educativo, entre outras iniciativas destinadas à comunidade educativa e ao público em geral.

Fotos: Rádio Voz de Basto

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VIANA DO CASTELO: HOJE É DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS – JÁ VISITOU O MUSEU DO TRAJE?

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O Museu do Traje de Viana do Castelo foi criado em 1997, assumindo a missão de estudar e divulgar a identidade e o património etnográfico vianense através do seu expoente máximo, o traje à vianesa.

Por traje à vianesa entendemos o traje feminino, popular, rural, usado nas aldeias em redor de Viana do Castelo, que adquiriu características que o individualizam e tornam imediatamente identificável. Este traje foi usado desde meados do século XIX até meados do XX.

Ao longo do século XX, e coincidindo com o momento em que começou a deixar de ser usado e a perder o seu papel na vida sócio cultural, o traje foi sendo objecto do olhar de estudiosos que lutaram pela manutenção do seu uso quotidiano. Depois, percebendo que tal não era possível, procuraram outras formas de preservar a sua genuinidade, o que acabou por acontecer num conjunto de práticas performativas de que resultaram os grupos folclóricos e a sua elevação à categoria de atracção principal das festas da cidade, em honra da Senhora da Agonia.

Desta forma o traje manteve as suas características e identidade, mesmo quando começou a ser usado em situações descontextualizadas do uso original (fantasia de Carnaval, roupa exótica usada em fotógrafos profissionais, imagem de propaganda e publicidade comercial). Estes usos afastados do uso original foram ajudando a conferir novos significados ao traje: proximidade com o mundo tradicional e com a ruralidade, alegria e criatividade, cerimonialidade, etc, e tiveram – apesar de por vezes serem usados com intenções de parodiar os seus utilizadores genuínos - o efeito benéfico de espalhar e tornar imediatamente reconhecida a imagem do traje em todo o país.

Ganhou assim um extraordinário valor simbólico, tornando-se num ícone maior da identidade vianense e também nacional.

É neste quadro que a criação de um museu dedicado à etnografia vianense - e muito particularmente ao traje – para divulgar a criatividade das raparigas da região na confecção dos seus trajes foi, desde o início do século XX, uma aspiração dos vianenses e por ele lutaram estudiosos como Cláudio Basto, Abel Viana, Afonso do Paço, Manuel Couto Viana, Conde de Aurora, José Rosa de Araújo, Maria Emília de Vasconcelos, Amadeu Costa e Benjamim Pereira, entre muitos outros.

Inicialmente, a tutela do Museu foi entregue à Comissão de Festas da Senhora d’Agonia e funcionou como uma galeria de exposições temporárias, com exposições de traje organizadas por Amadeu Costa.

A Câmara Municipal assumiu a sua tutela em 2000, com a colocação de um técnico superior responsável pelo espaço, e começou a delinear as linhas programáticas que conduziriam à definição da missão e objectivos do museu que serviram de base à candidatura à Rede Portuguesa de Museus.

Foram atribuídas ao novo museu as funções museológicas que a Lei-Quadro dos Museus Portugueses consigna de recolher, preservar, estudar/produzir informação e comunicar/divulgar elementos relacionados com os modos de vida tradicional e a identidade cultural alto minhota. Sendo o traje popular rural feminino, usado nas aldeias em redor da cidade de Viana do Castelo, habitualmente conhecido como “Traje à Vianesa” ou “à Lavradeira” o elemento mais conhecido e celebrado da etnografia minhota, foi o motivo para a atribuição do nome a este Museu.

O museu assume também, assim, um papel de comunicar e potenciar o valor informativo do traje, que é tanto mais importante quanto está sempre presente na divulgação da cidade e da região e, naturalmente, não é possível nos nossos dias encontrá-lo no seu “ambiente natural” (excepto em situações especiais, como festas, romarias e festivais de folclore).

O museu iniciou em 2002 o processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus, tendo sido certificado em 2004, o que lhe confere grandes responsabilidades no estudo, conservação e divulgação dos bens culturais.

Foi também em 2004 que o Museu apresentou a sua primeira exposição permanente, intitulada A Lã e o Linho no Traje do Alto Minho, comissariada por Benjamim Pereira.
Em 2007 o edifício sofreu grandes obras de adaptação às funções museológicas, com a conquista de espaços para exposição, reservas, serviços educativos, tertúlias e administração que melhoraram consideravelmente as condições para o cumprimento das funções museológicas.

No âmbito da sua actividade de conhecimento do território, o museu desenvolveu ainda um conjunto de cinco núcleos museológicos temáticos, espalhados pelas freguesias rurais do concelho: em Outeiro dedicado ao pão, em São Lourenço da Montaria aos moinhos de água, em Carreço aos moinhos de vento e às actividades agro-marítimas, em Castelo de Neiva à apanha do sargaço.

Ao longo deste período apresentou mais de uma centena de exposições temporárias e cinco exposições de longa duração e, até 2020 o museu foi visitado por mais de 500 mil pessoas, sendo uma grande fatia deste número constituído por visitas escolares de alunos que assim ficam a conhecer melhor o traje cuja imagem reconhecem do seu dia a dia.

Fonte: Câmara Municipal de viana do Castelo

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VIANA DO CASTELO: NAVIO GIL EANNES RECEBE A BORDO PALESTRA DA ESCOLA NÁUTICA INFANTE D. HENRIQUE

No próximo dia 24 de maio, sexta-feira, pelas 15h00, a Escola Náutica Infante D. Henrique, em Lisboa, realizará uma palestra a bordo do Navio Gil Eannes, com o objetivo de divulgar a formação e as saídas profissionais que os cursos da Escola Náutica proporcionam aos variados níveis de ensino.

Também, pelas 10h00 do dia 24, terá lugar uma palestra na Escola de Monserrate com o intuito de divulgar as ofertas formativas da Escola Náutica aos alunos do ensino secundário, sobretudo 11º e 12º anos, pelo que o convite se estende a todas as escolas do concelho de Viana do Castelo.

Realizada pela Escola Náutica Infante D. Henrique em parceria com o Clube de Oficiais da Marinha Mercante, a palestra tem como objetivo dar a conhecer a ENIDH como uma instituição de ensino superior em Portugal que ministra cursos superiores para carreiras marítimas, bem como outros cursos que abrangem todas as atividades relevantes para o transporte marítimo. Deste modo, para além dos alunos do ensino secundário, estão também convidados a participar todos os interessados.

O Navio encontra-se aberto para visitas todos os dias das 09h30 às 18h00.

A marcação de visitas guiadas a grupos pode ser feita para o telefone 258 809 710 ou para o email navio@fundacaogileannes.pt.

A Fundação Gil Eannes, FP

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DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS: AS ENTRADAS NOS ESPAÇOS MUSEOLÓGICOS DE MELGAÇO SERÃO AMANHÃ GRATUITAS

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Amanhã, sábado, dia 18 de maio, no âmbito do Dia Internacional dos Museus

Amanhã, sábado, dia 18 de maio, as entradas nos espaços museológicos de Melgaço serão gratuitas. A ação acontece a propósito do Dia Internacional dos Museus, assinalado anualmente a 18 de maio. Para comemorar esta efeméride, a autarquia convida ainda a uma visita à Porta de Lamas de Mouro e ao Solar do Alvarinho.

Os espaços museológicos estão dispersos pelo concelho: no centro histórico é possível visitar o Núcleo Museológico da Torre de Menagem e as Ruínas Arqueológicas da Praça da República, bem como o Museu de Cinema de Melgaço – Jean Loup Passek. Fora do centro histórico, mas não muito longe, é possível visitar o Espaço Memória e Fronteira e também o Solar do Alvarinho, com provas de alvarinho gratuitas.

Depois de um belo passeio pelo centro histórico e arredores, o visitante é convidado a conhecer um pouco do Parque Nacional Peneda-Gerês (PNPG), onde irá encontrar uma das portas deste Parque, a Porta de Lamas de Mouro, que recentemente celebrou 20 anos, situada na freguesia de Lamas de Mouro, e que oferece uma exposição permanente sobre o contexto histórico-geográfico desta área protegida. E, mais no topo da montanha, o Núcleo Museológico de Castro Laboreiro, na freguesia que lhe dá o nome, também em pleno PNPG.

HORÁRIOS:

Espaços museológicos e Porta de Lamas de Mouro:

De abril a setembro: de terça-feira a domingo, das 9h30 às 13h e das 14h às 18h

De outubro a março: de terça-feira a domingo, das 9h30 às 13h e das 14h às 17h

Encerra nos dias 24, 25 e 31 de dezembro, 1 de janeiro, no domingo e segunda-feira de Páscoa e no feriado municipal, quinta-feira da Ascensão.

Solar do Alvarinho: de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábados, domingo e e feriados, das 10h às 13h e das 14h às 19h.

A visita ficará completa com a degustação da deliciosa gastronomia, acompanhada pelo ex-libris da região, o alvarinho, quer seja num restaurante ou em alguma das adegas, que hoje oferecem uma diversidade de sugestões, sugestões essas que se complementam com atividades alheias ao setor onde atuam, em parceria com as diferentes empresas do concelho, tudo para que o turista tenha a possibilidade de ter uma visita o mais completa possível.

E, não fosse Melgaço o destino de natureza mais radical de Portugal, o convite estende-se ainda para a prática de atividades de desporto de natureza e radical. São muitas as empresas que atuam neste segmento, um pouco por todo o concelho. A ultimar a experiência / visita a Melgaço, o visitante ficará certamente encantado com uma pernoita no concelho.

Em Melgaço, a oferta é, portanto, completa: da natureza ao bem-estar, passando pelo Alvarinho e pelo fumeiro, dando uma volta entre a cultura e o património, sem esquecer o desporto, a sugestão é que se Descubra Melgaço em redor de uma sossegada e deslumbrante natureza. Localizado a menos de duas horas do Porto e perto da Galiza, Melgaço é um destino a não perder.

«Desvendar e sentir Melgaço, requer um combinado de observação e vivência só alcançados quando nos envolvemos no seu quotidiano e descobrimos cheiros, sons, vozes, caminhos e recantos. Esta descoberta realiza-se nas ruas cheias de História que revelam o nosso passado, bem como de zonas verdes que se estendem por todo o território, desde a zona ribeirinha até à zona de montanha.» - Manoel Batista, autarca de Melgaço.

Informação de todas as empresas e atividades possíveis no concelho disponíveis 

aqui.

O DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

O Dia Internacional dos Museus, criado pelo ICOM – Conselho Internacional de Museus, celebra-se anualmente a 18 de maio, através da organização de diversas atividades, com o objetivo de promover junto da sociedade, uma reflexão sobre o papel dos museus no seu desenvolvimento. Em 2024, o ICOM Internacional apresenta o tema “Museus, Educação e Investigação”, realçando assim o papel fundamental das instituições culturais na oferta de uma experiência educativa holística.

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SÁBADO HÁ ENTRADAS GRATUITAS NOS MUSEUS DE CERVEIRA

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Por serem bons exemplos na promoção da aprendizagem, da descoberta e da compreensão cultural, o Aquamuseu do rio Minho e o Museu Bienal de Cerveira apresentam-se, este sábado, com entradas gratuitas. A iniciativa do Município de Vila Nova de Cerveira integra a comemoração do Dia Internacional dos Museus, este ano sob o mote «Museus, Educação e Investigação».

Estes dois museus de âmbito municipal têm desenvolvido um trabalho fundamental na potenciação das duas áreas plasmadas no slogan de Vila Nova de Cerveira, ‘Arte e Beleza Natural’, quer na vertente de atração turística, quer numa dinâmica de interação com a comunidade escolar.

Por um lado, torna-se incontornável desfrutar do Museu Bienal de Cerveira, um repositório da arte contemporânea nacional e internacional das últimas quatro décadas, reunindo uma Coleção com mais de 700 obras, além de conhecer um pouco mais detalhadamente as atividades dinamizadas pela Fundação Bienal de Arte de Cerveira. Por outro lado, o Aquamuseu do rio Minho convida as famílias a ‘viajar’ dentro de quatro paredes por toda a riqueza daquele curso de água internacional. Este equipamento, de interesse supramunicipal, tem aquários com espécies do Rio Minho, Lontrário, Museu das Pescas e Loja do Rio, para além das exposições temáticas patentes ao público.

Criado em 1977 pelo ICOM – Conselho Internacional de Museus, o Dia Internacional dos Museus, comemorado anualmente no dia 18 de maio, serve como uma plataforma global para promover o papel dos museus no intercâmbio e desenvolvimento cultural.

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FAFE: ESTAÇÃO MEMÓRIA ABRE AMANHÃ AO PÚBLICO

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A Estação Memória, inaugurada a 25 de Abril, abre ao público no feriado municipal de Fafe, 16 de maio.

A Estação Memória é um museu interpretativo e funciona como uma cápsula do tempo, instalada na emblemática estação de caminhos de ferro de Fafe. Neste espaço, a pretexto da história, das tradições e da natureza que caracterizam Fafe, transforma-se a experiência de visita numa viagem inesquecível para todos os visitantes e que traz consigo a mala da aprendizagem.

O antigo armazém de mercadorias foi adaptado e referencionalizado em galeria de arte, mas com versatilidade para acolher outras atividades culturais em contexto de auditório até uma lotação de 100 lugares sentados.

Composta por três “carruagens-cápsula” e uma área de exposições, cada elemento deste complexo edificado é uma janela para diferentes épocas da História de Fafe, refletindo o passado, o presente e o futuro.

Na primeira carruagem, somos transportados para as origens rurais de Fafe, uma época em que a terra era o sustento e o coração da comunidade. Aqui, a história dos brasileiros torna-viagem, emigrantes que regressaram após enriquecer no Brasil, é contada em detalhe.

Através da janela do tempo, o visitante é familiarizado com a lenda da Justiça de Fafe, tradições como o jogo do pau, revivendo o espírito comunitário que caracterizavam a região. É também neste espaço que o encontro com ilustres fafenses acontece proporcionando-se ao visitante um mergulho na história do território e das pessoas que o construíram.

Na segunda carruagem, a narrativa avança para o presente, mostrando Fafe através de uma paisagem em vídeo imersivo em que o objeto central da narrativa é um relógio mágico. Este artefato simboliza o tempo que flui e conecta as diferentes gerações de fafenses, destacando as riquezas culturais, sociais e económicas do concelho. Aqui celebra-se a evolução contínua de Fafe, evidenciando a defesa das tradições e a natural adaptação ao novo tempo. É, acima de tudo, um convite aos passageiros desta viagem imersiva para que, no fim da visita, explorem Fafe.

Por último, a terceira carruagem segue na direção do futuro pelo trilho da sustentabilidade, das energias renováveis e da riqueza do património natural do concelho. O Museu Interpretativo pretende informar e inspirar, envolvendo os visitantes em práticas ecológicas, oferecendo a oportunidade de interagir com as Vitelinhas - sistema de bicicletas partilhadas de Fafe - que simbolizam o compromisso da comunidade em torno da mobilidade suave, da sustentabilidade ambiental e do turismo ecológico.

Não é apenas um lugar para aprender sobre a história de Fafe. É uma plataforma de diálogo onde diversas perspetivas e narrativas se encontram e interagem, com um único objetivo: viver e sentir Fafe.

Nesta «estação» de cultura e turismo, há lugar para a apresentação dos produtos locais e artesanato, bem como para a divulgação turística. O espaço vai dispor de loja de lembranças, acessibilidade completa para pessoas com mobilidade reduzida e apoio de serviço pedagógico (para grupos escolares).

A reconversão e ampliação do armazém da antiga estação de comboios de Fafe, que após ser descontinuado o troço ferroviário Guimarães-Fafe em 1986, ficou praticamente abandonado, dá assim lugar a uma nova infraestrutura cultural. O antigo armazém de mercadorias da desativada estação ferroviária de Fafe sofreu obras de reconversão e ampliação, intervenção financiada pelo programa Portugal 2020.

Esta valorização do espaço e compõe um projeto alargado que pretende transformar a envolvente aos dois edifícios num verdadeiro núcleo de cultura e turismo numa zona nobre e histórica da cidade.

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Exposição de arte contemporânea do Mestre Orlando Pompeu

Na galeria da Estação Memória, está patente até ao final do ano uma exposição de arte contemporânea alusiva ao percurso criativo do Mestre Orlando Pompeu, artista plástico nascido em Cepães, Fafe. As obras expostas - que incluem um auto retrato do artista - viajam pelo caminho estético que implicou ruturas evidenciando-se bem aquela que é a primeira fase de trabalho do pintor. Das flores às obras emblemáticas inspiradas nas pessoas e vivências da sua terra natal, Pompeu convida a viajar pelo mundo. As obras expostas apresentam-se, todas elas, interligadas por temas alusivos ao comboio, às viagens, aos animais e às pessoas e resulta de uma seleção efetuada com o apoio e validação do artista a partir da vasta coleção de obras que o Município de Fafe adquiriu ao pintor fafense.

PONTE DE LIMA COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS | 18 DE MAIO

A rede de Museus de Ponte de Lima celebra o Dia Internacional dos Museus com um programa de atividades gratuitas com o mote da edição de 2024: Museus, Educação e Investigação.

Neste dia, a entrada nos Museus será de acesso livre!

Museu dos Terceiros

Museu do Brinquedo Português

CIPVV - Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde

Centro de Interpretação da História Militar de Ponte de Lima

Centro de Interpretação do Território - Ponte de Lima

Estação do Tempo do Romano

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MUSEU ETNOGRÁFICO DE VILARINHO DA FURNA – LUGAR DE MEMÓRIA DA ALDEIA AFUNDADA

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Nos finais de 1968, o movimento humano de Vilarinho da Furna congregou-se para atingir um único fim: recolher o património etnográfico da aldeia e salvaguardá-lo. A sua inventariação representou um trabalho em conjunto, do povo de Vilarinho da Furna, da Junta de Freguesia e do Sr. Dr. Manuel Azevedo Antunes. O espólio concentrado representava o sector agrário, as tradições comunitárias, a vida doméstica e a ruralidade genuína da vida dos habitantes da aldeia.

Museu Etnográfico surge então da vontade manifestada pelos antigos habitantes da extinta aldeia de Vilarinho da Furna, com a função de albergar o espólio recolhido, e no ano de 1981, a Câmara Municipal de Terras de Bouro deu início à sua construção, consubstanciada no aproveitamento de matéria-prima originária da aldeia, sendo inaugurado a 14 de Maio de 1989.

Trata-se de uma construção de arquitetura popular em alvenaria tradicional, cujo desenho final enquadra-se, com perfeição, na cultura edificada da aldeia de Campo do Gerês.

Nota: A exposição etnográfica referente a Vilarinho da Furna, por se encontrar no 1.º piso do edifício não é acessível a pessoas com mobilidade reduzida.

Informações
  • Horário(terça-feira a domingo):
  • 9:30h às 12h:30h e das 13:30 às 17:00h
  • Ultima Entrada: 16:30h
  • Encerrado:segundas-feiras, 25 de dezembro, 1 de janeiro, e domingo de Páscoa.

Fonte e fotos: Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna

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A aldeia de Vilarinho da Furna foi um lugar da freguesia de Campo do Gerês, situada na zona Nordeste do município de Terras de Bouro. Foi submersa, no início dos anos 1971, e com ela uma grande riqueza etnográfica, associada às actividades agro-silvo-pastoris, vivências e espírito comunitário do seu povo, das habitações e outras histórias do passado.

Como forma de salvaguardar todo o património da aldeia, foi construído o Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna, por iniciativa do, então, jovem estudante de Vilarinho, Manuel de Azevedo Antunes, com o apoio, principalmente, da Câmara Municipal de Terras de Bouro, que recria o lugar que foi submerso pelas águas da albufeira, no rio Homem, aquando da inauguração da barragem, em 21 de Maio de 1972. De portas abertas desde 1989, é uma mostra viva daquilo que foi Vilarinho da Furna e o próprio Museu foi construído com objectos originais e casas retiradas da aldeia.

Fonte: Wikipédia

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MUSEUS DE FAMALICÃO EM FESTA NOS DIAS 17 E 18 DE MAIO

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Dia Internacional dos Museus 2024 celebrado com programação alargada e gratuita

O manuscrito do romance “Os Brilhantes do Brasileiro”, escrito em 1869 por Camilo Castelo Branco, vai estar exposto na Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão, de 18 a 25 de maio, no âmbito das comemorações municipais do Dia Internacional dos Museus (DIM).

A iniciativa, desenvolvida em parceira com a Casa de Camilo, é um dos destaques da vasta programação do DIM 2024 que decorre sobretudo nos dias 17 e 18, subordinado ao tema “Museus, Educação e Investigação”.

A “festa” acontece nas 11 unidades museológicas integradas na rede municipal e inclui espetáculos de música, dança e magia, oficinas, conferências, exibição de filmes, visitas guiadas, uma festa noturna, entre outras iniciativas com entrada gratuita.

O primeiro dia de comemorações inclui dinâmicas como o espetáculo de magia “Indústria de Ilusões” com André Castro (15h00), no Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave (MITBA), uma visita orientada online à exposição temporária “Mário Cesariny – em todas as ruas te encontro” (12h30), pela Fundação Cupertino de Miranda, e outra presencial à exposição “A Última Ceia: da Páscoa Judaica à Páscoa Cristã” (10h30), no Museu da Arte Sacra da Capela da Lapa, a exibição do documentário “Bom Povo Português” (15h00), no Museu da Guerra Colonial, e do filme “Famalicão 1940” de Manoel de Oliveira (14h30 e 15h30) no Centro de Estudos Camilianos, e a conferência “As Mulheres na Indústria Têxtil no Vale do Ave” e lançamento do 2.º volume de 2023 da monografia “Arqueologia Industrial” (18h00), no MITBA, entre outras atividades.

Mas os principais destaques acontecem no dia 18 de maio, dia em que se comemora o Dia Internacional dos Museus e em que não vão faltar atividades para toda a família.  

A Fundação Castro Alves acolhe o espetáculo de música “Imersos pelas notas musicais”, às 18h00, e o Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave estará “Às voltas com o Fado”, a partir das 21h30, numa atuação que conjuga fado com bailado.

Já na Fundação Cupertino de Miranda, terá lugar a conferência “O espaço, a construção da personagem e a intertextualidade camiliana em Domingos Monteiro”, por Fernando Alexandre Lopes, pelas 21h30, numa parceria com a Casa de Camilo, e na Casa-Museu Soledade Malvar a tertúlia “Conexões da Educação”, com Rosário Ferreira, pelas 15h00.

Não esquecer também que, a preceito dos anos anteriores, no sábado, “(H)À Noite no Museu” Bernardino Machado, um evento desenvolvido em parceria com o Classe Bar, tendo como tema, precisamente, o Dia Internacional dos Museus. A noite “começa” pelas 22h30, tendo como cenário o Palacete Barão de Trovisqueira, edifício icónico que atualmente alberga a unidade museológica dedicada ao antigo Presidente da República.

Durante estes dois dias, as unidades museológicas famalicenses vão estar de portas abertas das 10h00 às 17h30, à exceção do Museu do Automóvel que estará aberto das 10h às 12h30 e das 14h30 às 17h30.

Toda a programação associada ao Dia Internacional dos Museus 2024, em Famalicão, pode ser consultada no portal do município em www.famalicao.pt ou nas redes sociais da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão.

MONÇÃO ASSINALA SEMANA DOS MUSEUS

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De 13 a 18 de maio de 2024

Maio é mês de celebrar os museus, locais onde se guardam e dão a conhecer histórias e tradições, memórias de outros tempos e lendas de encantar. Um património único que se revela a cada visita, olhar e representação.

Com o objetivo de assinalar o Dia Internacional dos Museus, o serviço da Rede de Museus e Património propõe a realização de um conjunto de atividades que, ao longo de uma semana, pretende chamar a atenção destes espaços públicos, tornando-os mais acessíveis a todos os monçanenses e visitantes.

𝗗𝗲 𝟭𝟯 𝗮 𝟭𝟳 𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗶𝗼, 𝟭𝟰𝗵𝟯𝟬

Teatro de fantoches “Lenda da Deu-la-Deu, Heroína de Monção” para IPSS`s

Museu Monção & Memórias

𝗗𝗲 𝟭𝟯 𝗮 𝟭𝟴 𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗶𝗼

Entrada gratuita nos espaços museológicos de Monção (Museu Alvarinho, Torre de Lapela, Monção & Memórias e Viagem no Tempo - Rota dos Castros).

𝗗𝗶𝗮 𝟭𝟴 𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗶𝗼, 𝟭𝟴𝗵𝟯𝟬

Visita Performativa “Tradição em Movimento”, por All Styles Dance Projet

Centro Histórico de Monção, com saída da Porta de Salvaterra.

O Dia Internacional dos Museus é celebrado, anualmente, no dia 18 de maio. A comemoração teve início em 1977, por proposta do ICOM – Conselho Internacional de Museus, organismo da UNESCO. Neste dia, são realizadas várias iniciativas focadas na valorização dos espaços museológicos.

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MONÇÃO RECEBE CONCERTO 4, UMA CONVERSA ENTRE ESTILOS NA CASA MUSEU DE MONÇÃO /UM

9 de maio, quinta-feira, às 21h30. Casa Museu de Monção/UM

Devaneios musicais, uma fantasia para violino e harpa com Pedro Gonçalves Oliveira e Ana Aroso.

A fantasia é uma forma caraterística por se libertar das amarras estruturais, permitindo devanear no processo criativo. Neste concerto, é proposta uma experiência semelhante, uma viagem deambulatória que procurará aproximar o público do repertório para violino e harpa, passando por compositores como B. Andrès, J. S. Bach, A. Piazzolla e Debussy, tendo como destino final a Fantasia op. 124 de C. Saint-Saëns.

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MUSEU DO BRINQEDO PORTUGUÊS CELEBRA O DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS COM MEGA CAÇA AO BRINQUEDO

O Dia Internacional dos Museus é celebrado anualmente a 18 de maio e o Município de Ponte de Lima associa-se à comemoração desta data com entradas gratuitas nos museus da Rede de Ponte de Lima e com programas lúdico-culturais especiais para festejar esta efeméride.

No âmbito desta comemoração o Museu do Brinquedo Português além de abrir portas gratuitamente no horário normal, das 10h às 12h30 e das 14h às 18h, proporcionará atividades no período da noite para crianças dos 5 aos 16 anos.

Sob o mote “Uma noite no Museu – Mega Caça ao Brinquedo” desafia-se o público mais pequeno a descobrir novas experiências, numa viagem ao mundo dos brinquedos, desde as 21h às 23h.

Trata-se de um programa de entrada livre, mas que requere inscrição prévia através do email mbp.geral@museuspontedelima.com ou do contacto telefónico 258 240 210

Visitem o Museu do Brinquedo Português, participem nas atividades e divirtam-se!

Para mais informações:

Museu do Brinquedo Português

Casa do Arnado

Largo da Alegria

4990-154 Arcozelo Ponte de Lima

Telefone:258 240 210

Email: mbp.geral@museuspontedelima.com

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BARCELOS CELEBRA DIA INTERNACIONAL E NOITE EUROPEIA DOS MUSEUS

Museu de Olaria com várias atividades ao longo do mês

Visitas guiadas, oficinas de pintura, de azulejaria e de roda de oleiro são algumas das propostas do Município de Barcelos a realizar no Museu de Olaria de 11 a 18 de maio, no âmbito das celebrações do Dia Nacional do Azulejo, Dia Internacional dos Museus e “Bom Dia Cerâmica”.

Dia Nacional do Azulejo

Para assinalar o Dia Nacional do Azulejo, que se comemora hoje, 6 de maio, o Município de Barcelos preparou duas atividades de divulgação desta manifestação arquitetónica tão característica do Património da Cidade. Assim, aproveitando um dia em que as pessoas têm mais tempo livre, no próximo sábado, 11 de maio, às 9h30, o Gabinete de Arqueologia e Património Histórico vai dinamizar um percurso de interpretação no âmbito do “Programa + Património”, com uma visita guiada ao painel azulejar de Eduardo Nery, instalado na fachada exterior do edifício do Museu de Olaria.

A participação na atividade é livre, mas carece de inscrição prévia, através de arqueologia@cm-barcelos.pt ou pelo telefone 915288428. No mesmo dia, entre as 10h30 e as 12h30 e as 14h00 e as 17h00, tem lugar, no interior do Museu de Olaria, a oficina de azulejaria com Cristina Vilarinho.

Dia Internacional dos Museus e Noite Europeia dos Museus

Dias depois, de 14 a 18 de maio, também no Museu de Olaria destacam-se as atividades pedagógicas e oficinas práticas para o público escolar, sob o tema “O papel fundamental dos museus como instituições educacionais dinâmicas que promovem a descoberta e a compreensão cultural”.

A 18 de maio, dia em que se comemora o Dia Internacional dos Museus e a Noite Europeia dos Museus decorrem diversas atividades:  às 10h00 e às 15h00, visitas guiadas ao Museu de Olaria, destinadas ao público em geral, mas com inscrição e obrigatória e limitada através do email museuolaria@cm-barcelos.pt;  às 21h30, no âmbito da Noite Europeia dos Museus, decorre a cozedura de rakú de peças cerâmicas, com João Carqueijeiro, no jardim do Museu de Olaria, culminando o programa pelas 22h00, com mais uma visita guiada ao Museu.

Bom Dia Cerâmica

Ainda no dia 18 de maio, no programa “Bom Dia Cerâmica”, entre as 10h00 e as 12h00 e as 15h00 e as 17h00, há espaço para um momento de experimentação na roda de oleiro, dinamizado por Fernando Russo. A iniciativa destina-se ao público em geral e acontece no jardim do Museu de Olaria.
No dia 19 de maio, às 15h00, decorrerá uma oficina de pintura destinada a famílias, denominada “Cristas, o Galo Falante”.

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