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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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VIANA DO CASTELO: FUNDAÇÃO GIL EANNES, FP COMEMORA 25 ANOS DO RESGATE DO NAVIO HOSPITAL GIL EANNES

No dia 31 de janeiro, a Fundação Gil Eannes, FP comemora o 25º aniversário do resgate e da chegada do Navio Hospital Gil Eannes a Viana do Castelo, que ocorreu em 1998.

Construído nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo em 1955, o Navio Gil Eannes desempenhou durante 18 anos, uma importante missão de apoio à frota bacalhoeira da pesca à linha nos mares da Terra Nova e da Gronelândia. Em 1984, tendo finalizado as suas atividades, foi acostado no porto de Lisboa, onde ficou abandonado durante 13 anos, até ser vendido a um sucateiro para abate em 1997.

Perante este inglorioso destino, a comunidade vianense foi mobilizada para o trazer à cidade onde nasceu, resgatando-o assim da sucata e sendo rebocado à Viana no dia 31 de janeiro de 1998, que após receber profundas obras de reabilitação foi aberto ao público como Navio Museu, em agosto desse mesmo ano.

Há 25 anos tem a atual função de Navio Museu, para além de diversas outras iniciativas que tem realizado, onde os visitantes podem “navegar” pelos espaços museológicos recuperados e conhecer mais da “Memória Viva da Assistência à Pesca do Bacalhau”.

No âmbito das comemorações, a Fundação Gil Eannes tem programado duas iniciativas distintas que vão decorrer no dia 31 de janeiro e no dia 04 de fevereiro, com as seguintes atividades previstas a bordo do Navio:

Dia 31 de janeiro

09h30 às 18h00 – Visitas gratuitas aos alunos das escolas do concelho de Viana do Castelo.

17h30 – Inauguração da Exposição “Viagem de Fé – Pescadores Portugueses, Homens de Fé, de Olhos Postos na Proteção da Virgem Maria”.

Dia 04 de fevereiro

16h00 – Apresentação do livro “Álbum de Navios da Pesca do Bacalhau” de João David Batel Marques.

Também, ao longo do ano, ainda no âmbito das comemorações, serão realizadas outras iniciativas a bordo do Navio Gil Eannes, tais como:

Maio – Palestra " Bacalhau na Gastronomia do Minho”, com degustação de produtos do bacalhau.

Setembro – Palestra "Viana do Castelo na Pesca do Bacalhau".

Novembro – Palestra "A Construção Naval em Viana do Castelo".

Janeiro 2024 – Palestra "O resgate do Navio Gil Eannes"

O Navio encontra-se aberto para visitas todos os dias das 09h30 às 18h00.

A marcação de visitas a grupos pode ser feita para o telefone 258 809 710 ou para o email navio@fundacaogileannes.pt.

A Fundação Gil Eannes, FP

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BRAGA: EXPOSIÇÃO “EDUCAÇÃO COM GENTE DENTRO” PATENTE NO MUSEU DOS BISCAÍNHOS

Mostra pode ser visitada até 7 de Fevereiro

O Museu dos Biscainhos tem patente ao público a exposição ‘Educação com gente dentro’. Numa organização do Município de Braga, esta é uma mostra de trabalhos artísticos desenvolvidos no projecto incluIR+ Férias de Natal e no Programa Municipal de Enriquecimento Curricular. Esta iniciativa decorre no âmbito da celebração do Dia Internacional da Educação e tem como objectivo sensibilizar a sociedade civil para o direito à Educação, consagrado no artigo 26º. da ‘Declaração Universal dos Direitos Humanos’ e na ‘Convenção sobre os Direitos da Criança’.

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Por outro lado, a exposição, patente até 7 de Fevereiro, procura sublinhar o papel da Educação enquanto meio para fomentar o exercício da cidadania através da arte, contribuindo, assim, para um desenvolvimento social mais equitativo.

Carla Sepúlveda, vereadora da Educação da Câmara Municipal de Braga, marcou presença na inauguração da exposição e destacou a mais-valia da vertente artística no fomento da cidadania e na prática da inclusão. “Esta mostra carrega a essência de educar cidadãos. Este círculo de transmissão do conhecimento resulta numa mescla de actividades e trabalhos realizados dentro e fora do espaço escola e que merecem ser vistos por toda a comunidade, uma vez que consideramos que a arte deve estar incluída na prática educativa e incidindo no estímulo à criatividade, na inclusão e participação comunitária”, referiu.

Os trabalhos expostos foram elaborados com supervisão artística e técnica de professores da Cooperativa de Ensino Artístico - CEA. A esta exposição junta-se a ilustração ‘Braga, Cidade Aberta’ que foi realizada por crianças e adultos no Dia Internacional da Cidade Educadora, na Quinta Pedagógica.

Segundo a vereadora, o Plano Nacional das Artes, é a prova de que a escola deve estar aberta à partilha e criatividade artística no sentido de, a partir das várias sinergias e trabalhos artísticos, se possa abraçar a cidadania e envolver toda a comunidade educativa na arte de fazer e criar. “A inclusão tem de passar, inevitavelmente, pela envolvência de todos. É com muita honra e orgulho que inauguramos uma exposição onde os trabalhos foram todos desenvolvidos por alunos e alunas que integram projectos desenvolvidos pelo Município nas escolas do Concelho. Esta é uma forma de mostrar um pouco do enormíssimo trabalho que é feito nas nossas escolas por directores de agrupamento, professores, associações parceiras e pessoal não docente”, explicou Carla Sepúlveda, sublinhando que os trabalhos expostos espelham o espírito de toda uma comunidade educativa, numa cidade que “humaniza o espaço educativo”.

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QUANDO VAI VIANA DO CASTELO HOMENAGEAR A MEMÓRIA DO HISTORIADOR JOSÉ HERMANO SARAIVA A QUEM SE DEVE O RESGATE DO NAVIO GIL EANNES?

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Uma visita guiada ao navio "Gil Eannes" e à sua história. Construído nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo em 1955, este foi um dos navios portugueses mais importantes durante os cerca de 20 anos em que cruzou os oceanos.

No entanto, em 1997 encontrava-se num avançado estado de degradação, pronto a ser desmantelado para sucata.

Foi na sequência da emissão deste programa, e após o veemente apelo proferido pelo professor José Hermano Saraiva, que o "Gil Eannes" foi resgatado a esse fim inglório que se anunciava e completamente recuperado para as funções que hoje desempenha: um navio-museu onde funciona o Centro de Mar de Viana do Castelo.

Fonte: https://arquivos.rtp.pt/

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BARCELOS: MUSEU DE OLARIA MOSTRA CERÂMICA DE MANISES

21 de janeiro a 21 de março | Sala da Capela do Museu de Olaria

Abre ao público no próximo sábado (21-01), pelas 18 horas, no Museu de Olaria, em Barcelos, a exposição “PLATS DE MANISES”, composta de 27 peças de louça de mesa de cerâmica criadas por 13 artesãos de Manises. A mostra é complementada por 27 receitas da cozinha tradicional de Manises, servidas em diversos recipientes de cerâmica.

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No catálogo da exposição, o presidente da Câmara, Mário Constantino, realça que “tal como Barcelos, Manises integra a Rede de Cidades Criativas da UNESCO”, salientando que a “similitude entre os dois territórios não se limita, apenas, a terem a distinção e o reconhecimento internacional da UNESCO, antes se estende ao facto de figurarem na mesma modalidade de Cidade Criativa - Artesanato e Arte Popular - e, nesse campo, partilharem uma tradição produtiva de séculos, que é a arte de produzir cerâmica”.

Gastronomia e cerâmica: o casamento perfeito

Cozinha e cerâmica são dois dos elementos fundamentais para se compreender a forte personalidade gastronómica e artística do turismo, em Manises. Este casamento entre criações culinárias de qualidade, que brilham nos pratos, e a beleza da cerâmica de Manises não seria possível sem o trabalho e empenho da população local que manteve viva a chama dos pratos típicos da cidade, tanto nas cozinhas das casas particulares como nos restaurantes locais. E com eles, todos os artistas de cerâmica que têm modelado e pintado cada peça, ao longo dos séculos.

Na gastronomia, encontramos pratos típicos valencianos como “esgarradet”, “pimentó amb tonyina”, o prato tradicional dos “dias festivos” ou outros com uma grande tradição na região da Horta Sud como “puchero” ou “rossejat”. Também não faltam doces, tais como bolos, o “moniato” ou a “fabiola”. Todas estas receitas foram feitas por Amparo Suria Arenas, que contribuiu com a sua experiência para preservação destas tradições culinárias da cozinha local.

Os ceramistas da cidade de Manises que colaboraram na produção destas louças são os seguintes: Aliarte Cerámica, Arturo Mora (a cerâmica de Reflejo Metálico), Cerámicas Chenoll, Cerámicas Palanca, Plat y Bol, Pepe Royo, Domanises, Drac Cerâmica, Gresnaler, la Botiga de Gema, la Cerámica Valenciana de José Gimeno, Rafael Mora i Art Tvs.

Nesta exposição, todas as legendas têm código QR que redireciona para o artesão ou artesã que elaborou a peça de cerâmica na qual está empratada a receita.

Manises

Manises é uma cidade mediterrânica localizada na área metropolitana de Valência (Espanha) que se distingue pelo seu artesanato de cerâmica. De toda a atividade cerâmica, destacam-se a faiança dourada e azul dos séculos XIV a XV, os azulejos e a faiança policromada do século XIV e a cerâmica modernista do século XX.

A exposição “PLATS DE MANISES” pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 17h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30. A entrada é gratuita.

MUSEUS DE FAMALICÃO ETERNIZADOS PELO OLHAR DE ALFREDO CUNHA

Exposição e catálogo foram apresentados no passado dia 26, na Praça - Mercado de Famalicão

A exposição 'Museus de Famalicão. O outro lado' já pode ser visitada na Praça - Mercado de Famalicão. A mostra, que vai estar patente até dia 31 de maio de 2023, resulta de uma seleção do trabalho realizado pelo fotojornalista Alfredo Cunha em torno dos Museus de Famalicão, para um catálogo fotográfico com o mesmo nome. A publicação e a exposição foram apresentadas no passado dia 26 de novembro, no mercado municipal, tratando-se de um projeto desenvolvido pelo Município de Vila Nova de Famalicão em parceria com o fotojornalista.

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"Confesso que quando recebi o convite, encarei-o com algum ceticismo" comentou Alfredo Cunha na apresentação. Apesar da estranheza inicial, o fotógrafo admitiu que foi um trabalho que "me deu bastante prazer fazer".

Alfredo Cunha percorreu cada um dos 11 museus-membro da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão, e ficou surpreendido com o que encontrou. "Nunca pensei que Famalicão (...) tivesse museus tão diferentes (...) quando eu entro naqueles museus sou remetido para aquele tempo, para aquelas vivências (...) a dinâmica que os museus têm e a diversidade e a qualidade fizeram com que este projeto ganhasse vida própria" comentou sobre a sua experiência nos espaços museológicos. "O mais surpreendente de tudo (...) é que eu fotografei os Museus de Famalicão com uma máquina fabricada em Famalicão", referiu, ainda, mostrando a sua máquina fotográfica da marca Leica. "Sinto-me honrado, agradecido (...) espero que gostem do livro", acrescentou o fotojornalista.

"É esta riqueza, esta diversidade, que faz com que os Museu de Vila Nova de Famalicão sejam um produto atrativo" defendeu o Presidente da Câmara Municipal, Mário Passos. O legado e a polivalência dos museus famalicenses são o reflexo de "um passado riquíssimo, que queremos que perdure e continuar a potenciar", afirmou o edil, que também enfatizou que "este trabalho fotográfico eterniza os nossos museus e o catálogo vai fazê-los perdurar no tempo". "Foi o auge das comemorações" do 10.º aniversário da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão, celebrado este ano.

A exposição 'Museus de Famalicão. O outro lado' é composta por 22 imagens dos Museus de Famalicão, selecionadas de entre o amplo registo fotográfico efetuado pelo fotojornalista Alfredo Cunha nos 11 museus-membros da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão. A publicação que originou a exposição pode ser adquirida na livraria municipal, localizada na Casa do Território do Parque da Devesa, em Famalicão, ou no Posto de Turismo, junto ao mercado municipal.

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MONÇÃO: COMITIVA SUL-AMERICANA VISITOU MUSEU ALVARINHO

Políticos e técnicos da fronteira tripla do Rio Uruguai vieram conhecer o modelo de cooperação dos municípios de Portugal e Espanha que compartem o Rio Minho.

 

Uma comitiva do “Comité para o Desenvolvimento da Fronteira Tripla do Rio Uruguai”, território que liga o Uruguai, Argentina e Brasil, está de visita à região do Vale do Minho Transfronteiriço para conhecer, in loco, o modelo de cooperação entre os municípios de Portugal e Espanha que compartem o Rio Minho.

Esta manhã, na companhia de Luis Ulloa, representante da AECT Rio Minho, a comitiva passou por Monção, tendo sido recebida pelo autarca monçanense, António Barbosa, no Museu Alvarinho. Após visita guiada ao espaço e visualização de filme promocional de Monção, teve lugar uma conversa bastante interessante, em contexto informal, entre todos os participantes.

António Barbosa abordou aspetos da economia local, o funcionamento institucional, cultural e desportivo da Eurocidade Monção – Salvaterra do Miño, bem como a partilha de projetos comuns entre as duas localidades. No final, os presentes tiveram a oportunidade de contactar a doçaria local, provando as distintas e saborosas “Roscas de Monção”, brindando com o vinho mais elegante de todos: Alvarinho.

O programa, com a duração de dois dias, compreende deslocações às localidades da bacia hidrográfica do rio Minho, tendo, na tarde de ontem, decorrido o seminário "Intercâmbio de experiências em rios internacionais transfronteiriços", na sede da AECT Rio Minho, em Valença.

A fronteira tripla do Rio Uruguai, conhecida como a fronteira da paz, liga as cidades de Monte Caseros (Argentina), Bella Union (Uruguai) e Barra de Quaraí (Brasil), sendo um território com um acentuado espírito de integração e um saudável processo de convivência entre as três comunidades.

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AUTARCAS BARCELENSES ANSEIAM ECOMUSEU DO NEIVA

Os autarcas das freguesias do vale do Neiva do concelho de Barcelos são unânimes em considerar que a constituição de um Ecomuseu no Vale do Neiva representa uma mais-valia para a preservação da identidade cultural e para a salvaguarda sobre a sustentabilidade paisagística daquele território. Esta é a principal conclusão do seminário «Potencialidades e Estratégias do Território do Neiva como Ecomuseu» realizado no passado dia 26 de novembro, no auditório da Junta de Freguesia de Balugães.

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Naquele seminário, cerca de meia centena de participantes, entre os quais se contavam especialistas, autarcas locais e agentes culturais, debateram as diferentes temáticas definidas na apresentação pública dos resultados preliminares da Ação A.5 “Espaço Rural, Identidade do território e sustentabilidade: Ciclo de colóquios e workshops - Ecomuseu do Neiva”, do Programa Cultura para Todos numa Cidade Educadora Inclusiva.

O debate, bastante participado, abordou a salvaguarda da paisagem e património cultural e imaterial como meio de desenvolvimento, a requalificação ambiental e a sustentabilidade da paisagem natural e ecológica do Rio Neiva, a manutenção da paisagem agrária e a criação de uma ecovia do Neiva articulada com vários circuitos de interpretação.

Especialistas unânimes na necessidade da salvaguarda daquela paisagem cultural

O anfitrião Paulo Fagundes, presidente da Junta de Freguesia de Balugães, destacou a importância e oportunidade do debate sobre a qualidade ambiental e a gestão da água do Rio Neiva, um dos aspetos que ligam e mais preocupam as populações deste vale.

Sérgio Bastos, da WebItNow/ Valorizar o Neiva, apresentou uma síntese das propostas e preocupações manifestadas pela população durante a dezena de atividades de consulta às freguesias do Vale do Neiva do concelho de Barcelos realizadas entre junho e novembro. Entre as propostas apresentadas, valorizou a possibilidade de criação de uma marca “Neiva”, a aposta no Turismo de natureza e a criação de uma rede de polos como base do Ecomuseu.

Por seu turno, os arqueólogos Xilberte Manso e Xosé Vilar, da associação galega Instituto de Estudos Miñoranos, incidiram a sua intervenção sobre a manutenção da paisagem imaterial, e desafiaram a comunidade do Neiva à recolha e salvaguarda das centenas de microtopónimos de todos os terrenos e lugares desta região que constituem uma riqueza linguística e patrimonial em vias de extinção.

Pedro Macedo, especialista em Planeamento e Sustentabilidade, apresentou o exemplo do Ecomuseu de Rates na interpretação da paisagem rural, dos seus desafios e da sustentabilidade dos projetos de iniciativa local na preservação das memórias coletivas.

A bióloga Joana Soto, da Associação Amigos da Montanha, centrou-se na ação pedagógica daquela entidade nas áreas do Ambiente e da Conservação da Natureza, através dos projetos ambientais com intervenção social, e considerou o território do Neiva particularmente interessante para a realização de atividades de educação ambiental.
Na vertente cultural, Luís Franco, do Núcleo Promotor do “Auto de Floripes 5 de agosto”, abordou os aspetos identitários do teatro popular, um património comum a quase todas as freguesias do Neiva, e no investimento e estratégias desenvolvidas por aquela associação na investigação e salvaguarda da famosa peça de teatro apresentada no Lugar das Neves (Barroselas, Mujães e Vila de Punhe) por ocasião das Festividades de Nossa Senhora das Neves.

Cláudio Brochado, do Município de Barcelos, analisou algumas propostas e preocupações recolhidas durante a consulta pública, elencando os desafios dos ecomuseus enquanto projetos de construção e de gestão social, e do sentido de existirem estruturas desse modelo no território do Neiva.

No debate aberto ao público, os participantes manifestaram preocupação quanto à gestão e financiamento de um ecomuseu no Vale do Neiva, da possibilidade de se poder alargar a participação às freguesias do vale dos outros concelhos, sobre a manutenção da paisagem natural e das espécies autóctones, na recuperação e promoção dos lugares de memória coletiva, a criação de dinâmicas de sensibilização da comunidade para os seus processos culturais e das freguesias vizinhas, a manutenção das construções rurais como elementos centrais da paisagem, o envolvimento das diferentes associações locais no projeto e a valorização e partilha do valiosos património simbólico de cada comunidade.

O Programa Cultura para Todos numa Cidade Educadora Inclusiva é promovido pelo Município de Barcelos para apoio à atividade cultural, tendo como objetivo principal promover o acesso à cultura às comunidades vulneráveis ou em risco de exclusão social, favorecendo-se a inclusão pelo incremento da participação e da fruição ativa da cultura.

O projeto está dotado de 135.565,00 euros, é financiado a 85% pelo Fundo Social Europeu, através do Programa Operacional Norte2020, comportando os encargos com a capacitação, encontros, seminários, intercâmbios, workshops, exposições e estudo de diagnóstico e de avaliação.

MUSEUS DE FAMALICÃO RENOVAM COMPROMISSO DE TRABALHO EM REDE

Nova 'Declaração de Princípios' foi assinada no passado dia 26 de novembro entre os 11 museus-membros

A Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão comemorou uma década de existência no passado dia 26 de novembro, e para assinalar esta data reuniu os representantes dos 11 museus-membro, para a renovação do compromisso de adesão à rede. A assinatura da nova 'Declaração de Princípios' aconteceu no passado sábado, nos Paços do Concelho.

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Dez anos após a assinatura da primeira 'Declaração de Princípios', a Rede de Museus entendeu renovar o compromisso de prosseguir e intensificar o caminho de cooperação iniciado em 2012, potenciando a crescente ligação entre os seus museus-membro, as pessoas e o território. Para o efeito foi lavrada uma nova declaração, atualizando a lista dos museus-membros (dez museus e uma coleção visitável) e dando resposta às exigências do trabalho em rede na atualidade, que também integra a visão, missão e os princípios orientadores da Rede de Museus.

"Ao renovarmos este compromisso queremos dar continuidade e, se possível, intensificar este trabalho em rede, sem abdicar da identidade de cada um dos museus" afirmou o vereador da Cultura, Pedro Oliveira. "A forte projeção do Município, do ponto de vista cultural, também se deve ao trabalho que tem sido desenvolvido por esta rede".

A renovação deste compromisso de parceria surgiu englobada no VI Encontro da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão que aconteceu nos dias 25 e 26 de novembro, e que coincide com as comemorações do 10.º aniversário da Rede.

Neste âmbito, também aconteceu o lançamento do 2.º volume da coleção 'Ser e fazer Museu no século XXI': 'Definir um caminho... onde estamos, para onde vamos', na passada sexta-feira, 25, no Museu Nacional Ferroviário – Núcleo de Lousado. Um novo volume que documenta todo o projeto 'Museus de amalicão. Desenvolvimento sustentável na prática', iniciado durante o ano de 2021 com a realização de duas conferências, e que teve continuidade em 2022 com a medição do Índice de Sustentabilidade dos Museus de Famalicão, bem como a definição de ações a implementar para trilhar um caminho mais sustentável.

Recorde-se que a Rede de Museus é coordenada pelo Município de Vila Nova de Famalicão através do pelouro da Cultura. Atualmente fazem parte desta rede municipal a Casa de Camilo - Museu.Centro de Estudos, o Museu Bernardino Machado, o Museu Fundação Cupertino de Miranda - Centro Português do Surrealismo, o Museu Nacional Ferroviário - Núcleo de Lousado, o Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave, o Museu de Cerâmica Artística da Fundação Castro Alves, o Museu do Automóvel, o Museu da Guerra Colonial, a Casa-Museu Soledade Malvar e o Museu de Arte Sacra da Capela da Lapa e o Museu da Confraria de Nossa Senhora do Carmo de Lemenhe, este último com estatuto de coleção visitável.

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FAMALICÃO REALIZA ENCONTRO DA REDE DE MUSEUS

VI Encontro da Rede de Museus de Famalicão decorre nos dias 25 e 26 de novembro com várias iniciativa. O 'outro lado' dos Museus de Famalicão pela objetiva do fotojornalista Alfredo Cunha

'Museus de Famalicão. O outro lado' é o nome do livro de fotografia que será apresentado publicamente na Praça - Mercado Municipal de Famalicão no próximo dia 26 de novembro, pelas 16h00, com a presença do autor, Alfredo Cunha, seguindo-se a abertura da exposição com o mesmo nome, inspirada nos 10 anos de trabalho em rede dos Museus de Famalicão. A mostra ficará patente até 31 de maio de 2023 no mercado municipal.

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A iniciativa está englobada no VI Encontro da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão que acontece nos dias 25 e 26 de novembro e que, entre outras ações, terá como um dos principais momentos a renovação do compromisso de adesão à rede por parte de todos os 11 museus-membros, com a assinatura de uma nova 'Declaração de Princípios' no dia 26 de novembro, pelas 15h00, nos Paços do Concelho.

O Encontro também abrange o lançamento do livro 'Museus, a Agenda 2030 e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável: que caminhos?', seguido de debate sobre o tema, no dia 25 de novembro, a partir das 14h45, no Museu Nacional Ferroviário - Núcleo de Lousado.

O debate conta com a participação dos autores dos artigos presentes no livro, entre eles, Mariana Espel (Projeto Usina Eureka; coordenadora científica do Projeto 'Museus de Famalicão. Desenvolvimento Sustentável na prática'), Sara Moreno Pires (Professora Auxiliar da Universidade de Aveiro; Fundadora e Diretora-Executiva da Casa Comum da Humanidade), Graça Filipe (Museóloga; investigadora no História, Territórios e Comunidades do Centro de Ecologia Funcional, polo da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa), Manuel Gama (Coordenador do 2CN-CLab; PolObs - Observatório de Políticas de Ciência, Comunicação e Cultura do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho).

Refira-se que a Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão organiza este encontro desde 2017, sendo que, este ano, acontece sob o véu dos 10 anos da sua constituição. Para além dos referidos momentos abertos à comunidade, o programa também inclui ações específicas para as equipas dos museus-membros que a integram, no sentido de fomentar o sentimento de pertença e reforçar os laços criados entre as unidades museológicas.

DESAFIO TRÍPTICO DA REDE DE MUSEUS DE FAMALICÃO JÁ CATIVOU MAIS DE UM MILHAR DE INVESTIGADORES

Última fase do desafio abriu a 4 de setembro. Iniciativa de âmbito cultural termina a 30 de novembro.

Foram mais de mil, os ‘investigadores’ que se aventuraram no Desafio Tríptico da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão, desde a abertura da primeira fase no passado mês de maio. Constituído por três etapas, o Desafio Tríptico funciona até dia 30 de novembro, com entrada gratuita e reserva obrigatória.

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Tendo como base a história de Júlio, um colecionador obsessivo que é detido tentando roubar o Tríptico ‘A Vida’ após despertar suspeitas pela sua extensa análise aos Museus de Famalicão, o ‘Desafio Tríptico’ arrancou com o escape room ‘Delírios de um Colecionador’, localizado no parque de estacionamento da Alameda Doutor Francisco Sá Carneiro, junto do Centro Coordenador de Transportes, seguindo-se a segunda fase, que envolveu checkpoints em quatro unidades museológicas famalicenses, entre elas, o Museu Nacional Ferroviário – Núcleo de Lousado, o Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave, a Casa de Camilo.Museu e o Museu Bernardino Machado.

A última fase do desafio remete para o ‘Last Call’, que abriu no passado dia 4 de setembro, um escape room localizado mesmo ao lado do ‘Delírios de um Colecionador’, primeira fase do desafio.

Recorde-se que o Desafio Tríptico é uma iniciativa inspirada nos museus famalicenses que abriu ao público a 22 de maio, desenvolvida no âmbito da celebração dos 10 anos de existência da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão.

A participação no escape room ‘Delírios de um Colecionador’ e no ‘Last Call’ dependem de reserva gratuita e obrigatória no site www.desafiotriptico.pt, onde também poderá obter mais informações sobre a iniciativa.

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FAMALICÃO: CASA DE CAMILO CELEBRA CENTENÁRIO COM RENOVADOS MOTIVOS DE VISITA

Casa-Museu abriu ao público a 15 de outubro de 1922

Cem anos passados desde a sua abertura ao público, a Casa-Museu de Camilo, uma das mais antigas e dinâmicas casas de escritores do país, apresenta hoje renovados motivos de visita.

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Depois de ver concluídas as obras de renovação e restauro do conjunto camiliano de S. Miguel de Seide e de ter sido objeto de intervenção museológica tendo em vista a qualificação e valorização da sua exposição permanente, a casa onde Camilo Castelo Branco viveu e escreveu grande parte da sua obra conta agora com uma nova sala, para conhecer na galeria da Casa-Museu, onde pode ser visitada a exposição “Camilo: Leitores, Amores e Humores”.

A mostra, produzida pela Casa de Camilo e com projeto museográfico da autoria de Francisco Providência, divide-se em três eixos, sendo um deles dedicado ao projeto “Camillo – Rotas do Escritor”, uma rota literária em torno do património vivencial, literário e arquitetónico camiliano.

A abertura da exposição ao público aconteceu no passado sábado, 15 de outubro, no segundo dia dos Encontros Camilianos, e marcou a apresentação da casa de Seide São Miguel como o espaço sede deste projeto turístico-cultural que, para além de Famalicão, conta ainda com o envolvimento de outras instituições e cidades do norte do país com forte ligação histórica ao romancista, como Braga, Porto e Ribeira de Pena.

“A dimensão camiliana sai mais enriquecida e valorizada. Esse é o objetivo principal de todas as ações e projetos que implementamos sobre a vida e obra de Camilo, como é o caso do projeto “Camillo – Rotas do Escritor” que hoje enaltecemos com a apresentação deste espaço que vale muito a pena conhecer”, referiu a propósito o presidente da Câmara Municipal, Mário Passos.

“Seja através da rota, de exposições, dos encontros camilianos, dos roteiros, seja do que for, a nossa missão é continuar a apresentar motivos renovados para que as pessoas nos continuem a visitar”, acrescentou o diretor da Casa-Museu, José Manuel Oliveira.

Recorde-se que esta foi a sexta edição dos Encontros Camilianos. Promover o debate e a reflexão interdisciplinar em torno das temáticas camilianas, contribuindo para a melhor promoção e divulgação da vida e obra de Camilo Castelo Branco, é um dos grandes propósitos da iniciativa que decorreu entre sexta e sábado, no Centro de Estudos Camilianos.

FAMALICÃO: MUSEU BERNARDINO MACHADO É O PONTO DE ENCONTRO DE DUAS PERSONALIDADES DE RELEVO NACIONAL

Exposição «Abraço vivamente a sua ideia. Bernardino Machado, José Leite de Vasconcelos e os Museus em Portugal.» patente até dia 23 de abril com entrada livre

“Abraço vivamente a sua ideia.” A resposta de Bernardino Machado a José Leite de Vasconcelos a propósito da criação do Museu Etnográfico Português, atual Museu Nacional de Arqueologia, é o título da exposição temporária que foi inaugurada esta sexta-feira, 14 de outubro, no Museu Bernardino Machado, e que resulta de uma parceria entre o Município de Vila Nova de Famalicão, o Museu Nacional de Arqueologia e a Imprensa Nacional – Casa da Moeda.

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A mostra, que tem o Alto Patrocínio do Presidente da República, foi planificada para ter a sua primeira aparição pública no Mosteiro dos Jerónimos, local onde se encontra instalado o Museu Nacional de Arqueologia. No entanto, a entrada em obras desta infraestrutura cultural, por via do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), fez com que a inauguração acontecesse em Famalicão na ‘casa’ que celebra e preserva a memória do antigo Presidente da República, Bernardino Machado.

“Podemos assim dizer que esta exposição, que tem como base o espólio preservado no Museu Bernardino Machado, e em peças do acervo do Museu Nacional de Arqueologia, é ela um achado arqueológico, e uma noção de património, na medida em que descobre, ou antes, nos faz descobrir, um património, e uma noção de património.” Refere a propósito o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

“Trata-se de uma feliz iniciativa que orgulha o nosso município e que reflete o trabalho cultural que tem sido desenvolvido no concelho, nomeadamente ao nível do estudo, investigação e valorização das suas figuras mais preminentes, principalmente aquelas que, como Bernardino Machado, deram um contributo líquido para a evolução do pensamento e da cultura portuguesa”, destacou o Presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, na passada sexta-feira.

A inauguração contou com a presença do edil famalicense, do Diretor-geral do Património Cultural, João Carlos dos Santos, do Diretor do Museu Nacional de Arqueologia, António Carvalho, e do coordenador científico do Museu Bernardino Machado, Norberto Cunha.

João Carlos dos Santos salientou a parceria profícua entre as entidades envolvidas neste processo, nomeadamente as unidades museológicas. “Mais do que uma exposição organizada por um museu, que solicitou e acolhe bens de outros museus, é uma exposição organizada, de raiz, em conjunto, por dois museus que foram ao encontro um do outro e estabeleceram um diálogo entre as duas coleções” referiu o diretor-geral.

Já o diretor do Museu Nacional de Arqueologia realçou que “em bom rigor, a fundação do Museu Ethnographico Portuguez é o testemunho de uma parceria iluminada e virtuosa” entre as duas personalidades históricas, comentando que as boas relações existentes entre o museu que dirige e o Museu Bernardino Machado resultaram num “diálogo feliz entre duas coleções de dois museus nacionais”.

“É uma exposição que nos faz fruir de uma amizade de duas almas de eleição” disse Norberto Cunha, claramente satisfeito com o resultado da sinergia entre as unidades museológicas.

«Abraço vivamente a sua ideia. Bernardino Machado, José Leite de Vasconcelos e os Museus em Portugal.» tem entrada livre e estará patente até dia 23 de abril de 2023 no Museu Bernardino Machado.

A mostra resulta de uma candidatura ao projeto ProMuseus – Programa de Apoio Financeiro a Museus da Rede Portuguesa de Museus (Direção-Geral do Património Cultural / Ministério da Cultura), que originou um financiamento na ordem dos 30 mil euros, que corresponde a cerca de 60% do total investido, sendo que o restante valor será suportado pelo três parceiros envolvidos.

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INVENTARIAÇÃO DE CRUSTÁCEOS DO AQUAMUSEU DO RIO MINHO PUBLICADA EM REVISTA INTERNACIONAL

Divulgação da diversidade biológica do rio Minho: Uma das espécies foi registada pela primeira vez em Portugal.

Uma equipa de investigadores do Aquamuseu do rio Minho, em Vila Nova de Cerveira, inventariou um grupo de crustáceos da Ordem Amphipoda, presente no rio Minho, num trabalho conjunto com o CIIMAR - Universidade do Porto, que viu agora ser publicado na revista internacional Graellsia - uma importante publicação do Conselho Superior de Investigação Científica (CSIC) espanhol, editada, em Espanha, pelo Museu Nacional de Ciências Naturais.

Neste trabalho científico foram examinados 100 exemplares que se identificaram como pertencendo a 34 espécies. Destas, 23 espécies são novos registos para o rio Minho, incluindo uma espécie,  Parametopa kervillei Chevreux, 1901,  que é um novo registo para Portugal.

Estes invertebrados aquáticos são importantes em termos alimentares para outros grupos de organismos, assim como podem dar indicações da qualidade ecológica do estuário do rio Minho. O trabalho contribuiu, igualmente, para o conhecimento da biodiversidade do rio Minho e nacional, sendo uma referência de base para trabalhos futuros nesta área.

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FAMALICÃO: HISTÓRIA INDUSTRIAL PORTUGUESA EM DESTAQUE NO IV CICLO DE CONFERÊNCIAS DO MUSEU DA INTÚSTRIA TÊXTIL

«Novos contributos para a história industrial portuguesa» é o tema da 4.ª edição da iniciativa

O Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave (MITBA) vai realizar o IV Ciclo de Conferências, subordinado ao tema «Novos contributos para a história industrial portuguesa». A iniciativa conta com três sessões no MITBA aos sábados, nos dias 15 de outubro, 12 de novembro e 3 de dezembro, que começam às 15h00 e incluem uma visita guiada a um local de interesse patrimonial, no final da conferência.

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A iniciativa arranca no dia 15 de outubro com Mário Bruno Pastor, doutorando da Universidade Católica Portuguesa (Pólo do Porto) e membro da Associação Portuguesa para o Património Industrial, que abordará «A fábrica de lanifícios de Padronelo, em Amarante (1855-2022)». No final da sessão, haverá uma visita ao Teatro Narciso Ferreira, em Riba de Ave.

Já a segunda sessão, a 12 de novembro, terá como assunto «A indústria metalúrgica em Crestuma, Vila Nova de Gaia. A Fábrica Paiva Freixo», com a presença de Maria de Fátima Teixeira, técnica superior de História na associação cultural Amigos do Solar Condes de Resende (ASCR) - Confraria Queirosiana, e inclui uma visita à Zona de Couros, em Guimarães.

O IV Ciclo de Conferências termina no dia 3 de dezembro com uma conferência subordinada ao tema «A Ponte-Cais do Mexilhoeiro: marco do arranque industrial no Barreiro Oitocentista» por Fernando da Motta, técnico superior da Câmara Municipal do Barreiro e doutorando da Universidade de Évora, e Paulo Guimarães, professor da Universidade de Évora. A derradeira visita desta edição será ao Reservatório de Água / Museu da Cidade, no Porto.

Refira-se que as sessões são abertas ao público em geral, sendo necessária inscrição prévia, gratuita, que poderá ser efetuada através do email geral@museudaindustriatextil.org ou pelo telefone 252 313 986.

No caso da certificação como Ação de Curta Duração para os professores, esta inscrição tem que ser efetuada no Centro de Formação da Escola Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão, ou através do link: https://forms.gle/4RxGhybAtiHKj4UNA .

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