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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

CARTOONISTA VENEZUELANO LEONARDO RODRÍGUEZ CARICATURA O VIANENSE JOÃO ALPUIM BOTELHO

Não digam a ninguém, mas fomos à gaveta do diretor do Museu, o Joao Alpuim Botelho, e encontrámos lá isto. Devem ser planos para uma nova estátua em frente à entrada do Museu.

Caricatura da autoria do cartoonista venezuelano Leonardo Rodríguez, onde vemos o diretor do Museu Bordalo Pinheiro metamorfoseado na estátua de Bordalo e do gato Pires, que se encontra à entrada do museu.

Leonardo Rodriguez é um galardoado cartoonista venezuelano residente em Barcelona, e que fez recentemente parte do júri do World Press Cartoon.

Leonardo Rodríguez perdeu recentemente a mãe, devido à Covid. Durante a doença, Leonardo teve que suportar os custos de hospitalização da mãe, que continuam a ser pagos. Para suportar os custos, o artista criou uma campanha de angariação de fundos, dando em troca uma caricatura.

Saiba aqui como participar na campanha e ficar com uma caricatura sua: https://tinyurl.com/wt8ktm8n

E conheça aqui o trabalho do Leonardo: https://www.leonardorodriguez.net/

E aqui: https://www.instagram.com/leonardo_rodriguez_artist/

Fonte: https://www.facebook.com/MuseuBordaloPinheiro

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FAMALICÃO: MUSEU DA GUERRA COLONIAL DÁ SALTO TECNOLÓGICO

Comemoração do 20.º Aniversário da Associação do Museu da Guerra Colonial celebrada com novidades

O Museu da Guerra Colonial, em Famalicão, tem um novo portal na internet e uma nova aplicação móvel que inclui uma ferramenta de realidade aumentada com recurso a códigos QR, distribuídos pelo espaço expositivo. O salto tecnológico que esta unidade museológica, que pertence à Rede de Museus de Famalicão,  acaba de dar, foi lançado no âmbito das comemorações do 20.º aniversário da Associação do Museu da Guerra Colonial, entidade gestora do espaço.

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“Um salto qualitativo” para o museu, referiu na apresentação Leonel Rocha, vereador da cultura do Município, numa cerimónia que decorreu no dia 9 de julho com a presença de Augusto Silva, presidente da direção da Associação do Museu da Guerra Colonial, Luís Ângelo, secretário da Assembleia Municipal, Adelino Oliveira, presidente da junta da freguesia de Ribeirão, e José Manuel Lages, diretor científico do museu.

José Manuel Lages destacou que o Museu da Guerra Colonial tem "a missão de divulgar não só a história, mas também os aspetos ocultos da guerra colonial". Nesta perspetiva, acredita que o acréscimo de um elemento audiovisual ao itinerário, através de realidade aumentada, permitirá tornar a experiência mais interessante para quem visita. "As imagens aumentadas, que foram criadas para o museu, têm associados documentos, filmes pessoais e depoimentos que podem completar a visita ao museu", referiu o diretor científico.

A aplicação, desenvolvida pela empresa RM Pro, está disponível para Android e iOS, podendo ser descarregada logo à entrada do museu, através da leitura, com o telemóvel, de um código QR. Dentro desta, há informação sobre o Museu da Guerra Colonial, assim como uma opção denominada “Experiência RA” que possibilita o acesso a vídeos explicativos, sempre que o visitante apontar o telemóvel para cada código QR existente nas 10 placas temáticas espalhadas pelo museu.

Recorde-se que o Museu da Guerra Colonial nasceu no ano de 1999, através de uma parceria entre o Município de Vila Nova de Famalicão, a ADFA (Associação dos Deficientes das Forças Armadas) e ALFACOOP (Externato Infante D. Henrique), tendo por base um projeto pedagógico intitulado “Guerra Colonial, uma história por contar”. Todo o acervo museológico foi cedido ou doado por antigos combatentes ou seus familiares, delegações da Associação dos Deficientes das Forças Armadas e pelos vários ramos das Forças Armadas Portuguesas. O museu encontra-se instalado no Lago Discount, na freguesia de Ribeirão.

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VILA NOVA DE CERVEIRA: AQUAMUSEU DO RIO MINHO ASSINALA 16 ANOS EM FESTA

O Aquamuseu do Rio Minho comemora hoje, 13 de julho, 16 anos de serviço ao público. As comemorações prolongam-se durante o próximo fim de semana, com um conjunto de atividades gratuitas dedicadas a toda a família.

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Atendendo aos tempos de pandemia, e às orientações para evitar aglomerados populacionais, o Município de Vila Nova de Cerveira assinala o 16º aniversário do Aquamuseu do Rio Minho com toda a segurança.

O arranque das celebrações deu-se esta manhã, com a inauguração de uma pintura mural da autoria de Acácio de Carvalho no jardim do Aquamuseu. A intervenção artística integra a candidatura “LowPlast – A arte de reduzir o plástico”, financiada pelos EEA Grants, que visa sensibilizar para a redução do consumo de embalagens descartáveis.

O programa prossegue esta sexta-feira, 16 de julho, com a inauguração da exposição "As mulheres na atividade da pesca" (10h30), onde será retratado o papel da atividade feminina na pesca, não só no rio Minho, mas também em algumas vilas piscatórias portuguesas. 

Já este sábado, 17 de julho, será dada a conhecer ao público a mostra “O carocho sem vela” (10h30), focada nas tipologias de motores fora de borda que alteraram a funcionalidade do carocho, como embarcação tradicional com vela.

O último dia de celebrações decorrerá este domingo, com a entrada gratuita no Aquamuseu do Rio Minho (10h00 às 12h00 / 14h00 às 18h00). O programa encerrará às 18h00, no Jardim do Aquamuseu, com o concerto "Trobadores & Soldadeiras" Encontro Luso-Galaico. De referir que esta atividade é promovida pelo “Projeto Cardo” e o “Ideal Clube de Fado”, que desenvolveram projetos musicais com as populações dos 10 municípios do Alto Minho. Em Vila Nova de Cerveira, a parceria envolve o coro Infanto-Juvenil de Vila Nova de Cerveira e dará a conhecer a criação de novos arranjos para canções tradicionais, um momento único de redescoberta e reinvenção da música de raiz luso-galaica. O projeto é cofinanciado por: Norte2020, Portugal2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Situado junto à margem do rio Minho e integrado numa envolvente natural de Vila Nova de Cerveira, o Aquamuseu do rio Minho transporta para dentro de quatro paredes toda a riqueza daquele curso de água internacional. De portas abertas desde 13 de julho de 2005, este espaço público tornou-se num dos maiores polos de atração turística de Vila Nova de Cerveira, alcançando uma média de 25 mil visitantes por ano.

Para mais informações os interessados devem contactar o Aquamuseu do Rio Minho. (aquamuseu@cm-vncerveira.pt, 251708026).

Programa:

  • Terça-feira, 13 de julho

Intervenção artística do projeto LowPlast - A Arte de reduzir o plástico do artista Acácio de Carvalho

  • Sexta-feira, 16 de julho

10h30 - Inauguração da exposição "As mulheres na atividade da pesca"

  • Sábado, 17 de julho

10h30 - Inauguração da exposição "O carocho sem vela"

  • Domingo, 18 de julho

10h00 às 12h30 / 14h00 às 18h00 - Entrada livre no Aquamuseu do Rio Minho

18h00 - Concerto no Jardim do Aquamuseu "Trobadores & Soldadeiras" Encontro Luso-Galaico

Horário do Aquamuseu: Terça-feira a Domingo das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00

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MUSEU DA FAMÍLIA TEIXEIRA: UM TRIBUTO AO LEGADO MIGRATÓRIO LUSO-VENEZUELANO

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  • Crónica de Daniel Bastos

O arquipélago da Madeira, cais singular de chegadas e partidas no oceano Atlântico, tem sido, ao longo da história portuguesa, um dos territórios nacionais mais fortemente marcado pelo fenómeno da emigração.

Um dos principais destinos da emigração madeirense na segunda metade do séc. XX, foi indubitavelmente a Venezuela, país da América do Sul, onde se estima que vivam atualmente cerca de 400 mil emigrantes portugueses, conquanto os lusodescendentes possam ser 1,3 milhões, essencialmente radicados na capital, Caracas, e sobretudo ligados aos sectores da hotelaria, construção civil e alimentação.

O relevante legado histórico da emigração lusa para a pátria de Simón Bolívar, maioritariamente oriunda da Madeira, está desde o início da segunda década do séc. XXI plasmado na missão e visão do Museu da Família Teixeira, situado na Fajã da Murta, freguesia do Faial, no concelho de Santana.

Um espaço museológico concebido pelo empresário Anaclet Teixeira de Freitas, e que tem como principal desígnio homenagear e perpetuar a memória dos seus progenitores, Albino Teixeira e Conceição Caires, naturais de Fajã da Murta, e que nos anos 50, tal como milhares de conterrâneos, encetaram uma trajetória migratória familiar para a Venezuela à procura de melhores condições de vida.

Nos anos 60, com apenas sete anos de idade, Anaclet Teixeira, foi ao encontro dos pais em Caracas onde viria no alvorecer da década de 80 a especializar-se em gastronomia judaica-ortodoxa. Área alimentar, que aliada a uma incansável capacidade de trabalho, ao culto do mérito e a uma constante dedicação à família, permitiram-lhe construir um verdeiro império comercial, atualmente refletido nas conhecidas cadeias de lojas “Rey David” na capital venezuelana.

Detentor de vários investimentos na América Latina, assim como na sua terra natal, onde tem investido em hotéis e imobiliário, contexto que confluiu para que no passado dia 1 de julho, Dia da Região Autónoma da Madeira e das Comunidades Madeirenses, tenha sido agraciado pelo Governo Regional com a insígnia autonómica de bons serviços, Anaclet Teixeira erigiu em Fajã da Murta um espaço museológico que alberga as memórias, objetos, cartas e fotografias da família.

Um núcleo museológico, aberto ao público e com entrada gratuita, aformoseado por um jardim com vinte palmeiras trazidas do Egipto, uma capela, um coreto e uma adega, que ao preservar a história de vida da Família Teixeira, dinamiza e perpetua a memória histórica do fenómeno da emigração no Arquipélago da Madeira, em particular do legado migratório luso-venezuelano.

Como destaca a socióloga das migrações, Maria Beatriz Rocha-Trindade, no artigo Museus de Migrações – Porquê e para quem?, o Museu da Família Teixeira “constitui um espaço museológico revelador de muitos factos que se encontram intimamente ligados à vida pessoal de um migrante, que partiu para a Venezuela pelo chamamento do seu pai e que a partir daí construiu habilmente e de forma particularmente inteligente o sucesso obtido”.

O exemplo de vida Anaclet Teixeira, empreendedor de sucesso que apesar de várias vicissitudes da vida nunca olvida as suas raízes e família, como espelha a construção do museu dedicado a homenagear e perpetuar a memória dos seus pais, inspira-nos a máxima do ensaísta francês Joseph Joubert: “A memória é o espelho onde observamos os ausentes”.

FAFE INAUGURA MUSEU DO RALI

Foi hoje oficialmente inaugurado o Museu do Rali em Fafe.

Cumprindo as normas da DGS, perante um número reduzido de convidados, a abertura do novo espaço que agora está sob a alçada do CASF - Clube Automóvel Serras de Fafe, contou com a presença dos responsáveis do Município, na criação do único museu do rali existente em Portugal.

Um espaço excepcional que poderá ser visitado pelo público a partir do próximo dia 17 de Julho, num horário a divulgar oportunamente pela organização.

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PONTE DE LIMA: MUSEU DO BRINQUEDO PORTUGUÊS EXPÕE BONECAS

Exposição de bonecas com peças originais vão colorir o Museu do Brinquedo Português de 2 de julho – 18 horas

Vestuário produzido pela mão da limiana Rosalina Correia da Cunha dá origem a mostra de bonecas vestidas com peças originais e criativas.

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O Museu do Brinquedo Português de Ponte de Lima vai acolher a exposição “As Bonecas da Avó Lina”, que se apresentam com vestuário criado artesanalmente pela artista local, residente em Cepões, Ponte de Lima.

As estrelas da mostra são bonecas vestidas elegantemente com material feito em croché que representam as várias formas de vestuário usado para diferentes momentos, desde o quotidiano, às cerimónias, à religiosidade. Todas as peças são produzidas pela mão da artista Rosalina Correia da Cunha que transforma em arte o passatempo de fazer moda para bonecas que encontra em feiras de velharias e artesanato.

Além das bonecas a exposição agrega outros objetos feitos com o mesmo material que ganham uma nova vida.

A exposição pode ser visitada de 02 de julho a 19 de setembro de 2021, de terça a domingo, de 10h às 17h, na Sala de Exposições Temporárias do Museu do Brinquedo Português de Ponte de Lima.

O MUSEU ETNOGRÁFICO PORTUGUÊS NA AUSTRÁLIA

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  • Crónica de Daniel Bastos

A comunidade portuguesa na Austrália, cujas raízes remontam à segunda metade do séc. XX com a chegada de um grupo de emigrantes da Ilha da Madeira à cidade portuária de Freemantle, destaca-se atualmente pela sua perfeita integração no continente-ilha, situado no hemisfério sul, na Oceânia.

Conquanto, os dados oficiais apontem para que vivam hoje pouco mais de 55 mil portugueses na Austrália, a comunidade lusa encontra-se disseminada por metrópoles como Perth, Melbourne ou Sydney, onde é possível encontrar centros culturais e recreativos, restaurantes e bairros onde se pode falar exclusivamente a língua de Camões.

A herança cultural lusa no território australiano é voluntariamente dinamizada e preservada, desde 10 de junho de 1997, pelo Museu Etnográfico Português na Austrália. Um espaço museológico, inaugurado nesse ano em Camperdown, o bairro de maior concentração de portugueses na cidade de Sydney, através de um grupo de compatriotas decididos a promover a cultura e tradições nacionais, não só no seio da comunidade lusa na Austrália, mas como também das diversas comunidades que constituem esta nação que se destaca pelo seu multiculturalismo.

O Museu Etnográfico Português na Austrália, que é ao mesmo tempo um centro cultural que dinamiza exposições temporárias, teatro, música e conferências, fomentando assim a coesão e identidade portuguesa junto dos emigrantes e lusodescendentes, alberga inúmeras réplicas e símbolos da pátria de origem. Como por exemplo, réplicas de caravelas, trajes do Minho, Madeira e de varinas de Lisboa, guitarras, olaria alentejana, rendas de bilros ou tapetes de Arraiolos.

O espólio do Museu Etnográfico Português na Austrália, que convida a uma viagem pelas culturas e tradições nacionais, tem sido ao longo das últimas décadas enriquecido com objetos doados ou emprestados por membros da comunidade luso-australiana, assim como pelo envio por parte de várias câmaras municipais de artigos alusivos às culturas e tradições dos seus concelhos.

O papel relevante da instituição na preservação e transmissão da herança cultural portuguesa na Austrália concorreu para quem em março de 2018, no decurso de uma visita oficial à Oceânia, o então Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, tenha atribuído a Placa de Mérito das Comunidades ao Museu Etnográfico Português na Austrália.

Enquanto espaço singular que concomitantemente dignifica a presença portuguesa na Austrália, valoriza a comunidade luso-australiana e divulga a língua e cultura pátria no continente-ilha, o Museu Etnográfico Português na Austrália constitui-se como um exemplo inspirador para as comunidades portuguesas no mundo, principalmente naquilo que deve ser o respeito pelo seu passado, a construção do seu presente e a projeção do seu futuro.

ARCOS DE VALDEVEZ PROMOVE CONCERTO COMEMORATIVO DO DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

INSIDE: Concerto comemorativo do Dia Internacional dos Museus

ENTRADA GRATUITA

O Dia Internacional dos Museus é celebrado anualmente a 18 de maio desde 1977 por proposta ICOM – Conselho Internacional de Museus (organismo da UNESCO).

O Paço de Giela associa-se à comemoração deste dia com um momento musical intimista. No próximo sábado, dia 22, um quarteto composto por músicos do Alto Minho irá apresentar o seu mais recente trabalho após um interregno de apresentações públicas.

INSIDE é um projeto composto por uma cantora (soprano) Marlene Rodrigues, um pianista Pedro Carlos, um guitarrista José Alberto Pinto e uma violetista/saxofonista Carla Lopes, natural de Arcos de Valdevez.

Inside é o pormenor essencial para um momento musical inesquecível que assegura um repertório de excelência, personalizado e adaptado ao estilo clássico, celta e atual.
Músicos profissionais com mais de 15 anos de experiência, juntos combinam a arte da voz, da guitarra e do piano com a doçura da violeta, proporcionando momentos de deleite a quem ouve.

Será um concerto inesquecível, daqueles em que apetece fechar os olhos e desfrutar da delicadeza da música clássica.

Lotação limitada

Lugares marcados

Uso obrigatório de máscara própria

2021-05-22 - DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS - INSIDE

MUSEUS DE FAMALICÃO GANHAM NOSA IDENTIDADE

Novo grafismo da Rede de Museus foi lançado hoje, Dia Internacional dos Museus

A Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão despertou para o Dia Internacional dos Museus com uma nova identidade. A Câmara Municipal aproveitou a efeméride, que se assinala esta terça-feira, 18 de maio, para apresentar ao mundo a nova identidade gráfica dos Museus de Famalicão, pensada para valorizar o trabalho de parceria entre os vários museus do concelho, mas também a força e a singularidade de cada uma das suas doze unidades.

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Com um conceito planeado e desenvolvido pelo Gabinete de Comunicação e Imagem do Município de Vila Nova de Famalicão, o novo grafismo sintetiza o trabalho da Rede no conceito Museus de Famalicão, representando “um novo capítulo da sua história, fiel à sua identidade, mas mais contemporâneo e com maior potencial de apropriação emocional”.

O novo logótipo da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão divide-se em duas partes: o ilustrativo e o designativo. O ilustrativo desenha linhas que se cruzam entre si formando duas iniciais - o “m” de museus e o “f” de Famalicão - que definem a homogeneização, a interligação e a comunicação em rede entre os diversos museus de Famalicão. No designativo, na palavra Famalicão, utiliza-se uma fonte serifada, com pequenas astes, que de forma subjetiva representa a tradição, a cultura, o respeito, a grandeza e a sofisticação da instituição.

Sobre as cores usadas, o dourado representa a tradição, sabedoria e riqueza do património. Já o cinzento que escreve a palavra Famalicão representa a evolução e a modernidade de uma cidade que está sempre à frente do próprio tempo.

Recorde-se que a Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão é constituída por 10 museus e 2 coleções visitáveis – Casa de Camilo: Museu. Centro de Estudos; Casa-Museu Soledade Malvar; Museu Bernardino Machado; Museu Cívico e Religioso de Mouquim; Museu da Confraria de Nossa Senhora do Carmo de Lemenhe; Museu da Guerra Colonial; Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave; Museu de Arte Sacra da Capela da Lapa; Museu de Cerâmica Artística da Fundação Castro Alves; Museu do Automóvel; Museu da Fundação Cupertino de Miranda – Centro Português do Surrealismo; Museu Nacional Ferroviário – Núcleo de Lousado.

Desde a sua fundação procura a valorização dos museus que integram a rede, através de uma política de cooperação e articulação entre si, com vista à promoção, valorização e difusão das suas coleções museológicas, bem como de ações de capacitação das equipas que os constituem.

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VIANA DO CASTELO COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS COM ENTRADA GRATUITA NO MUSEU DO TRAJE

Hoje, 18 de maio, celebramos o Dia Internacional dos Museus com entrada gratuita no Museu do Traje, até ao próximo domingo. Conheça aqui o programa que preparámos para si!

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Visitas guiadas às exposições

- Trajar: Memórias no Tempo

- Amadeu Costa - Centenário do Nascimento

- Viana do Castelo - As Profissões do século passado

Local: Museu do Traje de Viana do Castelo

- Viana do Castelo - A cidade, passado e presente (perspetivas fotográficas)

Local: Museu de Artes Decorativas de Viana do Castelo

18 maio - Apresentação do Livro “A Ourivesaria Popular no Norte de Portugal e a sua Vivência em Viana do Castelo”, da autoria de Rosa Maria dos Santos Mota

Local: Teatro Municipal Sá de Miranda (devido às limitações de público, esta sessão é reservada apenas a convidados)

22 maio - “ANAIVODOLETSAC”

Espetáculo/Residência artística de Tânia Carvalho (n.1976), com Matthieu Ehrlacher, Grupo de Danças e Cantares de Perre e Iva Viana, inserida no programa de residências artísticas do AMAR O MINHO, projeto promovido pelo consórcio MINHO IN.

Local: Museu de Artes Decorativas de Viana do Castelo

29 maio - Conferência “Histórias do Minho: narrativas no feminino e uma geografia identitária”.

Oradoras:Ana Gabriela Macedo

Ana Maria B. de Vasconcelos e Melo

Elisa Noronha Nascimento

Hora: 16h30

Local: Museu do Traje de Viana do Castelo

(Lotação limitada – entrada mediante levantamento de bilhete)

ARCOS DE VALDEVEZ COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

INSIDE: Concerto comemorativo do Dia Internacional dos Museus

Dia 22 | 17H00 - Paço de Giela

Inside é um projeto composto por uma cantora (soprano) Marlene Rodrigues, um pianista Pedro Carlos, um guitarrista José Alberto Pinto e uma violetista Carla Lopes.

Inside é o pormenor essencial para um momento musical inesquecível que assegura um repertório de excelência, personalizado e adaptado ao estilo clássico, celta e atual.
Músicos profissionais com mais de 15 anos de experiência, juntos combinam a arte da voz, da guitarra e do piano com a doçura da violeta, proporcionando momentos de deleite a quem ouve.

USO OBRIGATÓRIO DE MÁSCARA PRÓPRIA

2021-05-22 - DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS - INSIDE

MUSEU HISTÓRICO DE SÃO JOSÉ: UM ESPAÇO DEDICADO À HERANÇA CULTURAL PORTUGUESA NA CALIFÓRNIA

  • Crónica de Daniel Bastos

A comunidade lusa nos Estados Unidos da América (EUA), cuja presença no território se adensou entre o primeiro quartel do séc. XIX e o último quartel do séc. XX, período em que se estima que tenham emigrado cerca de meio milhão de portugueses essencialmente oriundos dos Arquipélagos dos Açores e da Madeira, destaca-se atualmente pela sua perfeita integração, inegável empreendedorismo e relevante papel económico e sociopolítico na principal potência mundial.

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Atualmente, segundo dados dos últimos censos americanos, residem nos EUA mais de um milhão de portugueses e luso-americanos, principalmente concentrados em Massachusetts, Rhode Island, Nova Jérsia e Califórnia. É neste último estado, que vive e trabalha a maior comunidade luso-americana do país, constituída por mais de 300 mil pessoas, e cuja presença histórica no oeste dos EUA remonta à centúria oitocentista, aquando da corrida ao ouro, da dinamização da pesca da baleia e do atum, e mais tarde das atividades ligadas à agropecuária.

A secular presença portuguesa na Califórnia, que se manifesta hodiernamente na existência de diversas associações, clubes e fundações luso-americanas, esteve na base da inauguração a 7 de junho de 1997, na antecâmara do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, do Museu Histórico de São José.

Erigido pela Sociedade da Herança Portuguesa da Califórnia, o museu, que ocupa um espaço de 650 metros quadrados, possuiu uma forte componente dedicada à emigração portuguesa para a Califórnia, às suas tradições, em especial religiosas. De tal modo, que o edifício constitui uma réplica do primeiro Império (Capela do Espírito Santo), à volta da qual se desenvolvem as festividades do Espírito Santo.

O Museu Histórico de São José alberga um conjunto de várias exposições que perpassam a história da emigração portuguesa para a Califórnia e o papel da comunidade lusodescendente num dos mais prósperos estados norte-americanos. O papel e importância da comunidade portuguesa concorreram decisivamente para que há dois anos fosse oficialmente inscrita na legislatura estadual da Califórnia, após aprovação unânime no Senado, uma resolução a declarar junho de 2019 como "Mês da Herança Nacional Portuguesa".

Enquanto espaço singular que homenageia e perpetua a herança cultural lusa nos Estados Unidos da América, em particular na Califórnia, o Museu Histórico de São José constitui-se como um exemplo inspirador para as Comunidades Portuguesas disseminadas pelo mundo, principalmente naquilo que deve ser o respeito pelo seu passado, a construção do seu presente e a projeção do seu futuro.

PONTE DE LIMA COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS | 18 MAIO 2021

“O Futuro dos Museus: Recuperar e Reimaginar”

Segundo o ICOM – Conselho Internacional de Museus, o propósito primacial do Dia Internacional dos Museus, instituído em 1977, é o de chamar a atenção para os espaços museológicos como locais privilegiados “que guardam, estudam e expõem o património da Humanidade, mas também como agentes de mudança, intercâmbio cultural, enriquecimento de culturas e desenvolvimento de entendimento mútuo, cooperação e paz entre os povos”.

Nesta data comemorativa, o Centro de Interpretação do Território (CIT) – equipamento cultural afeto ao Município de Ponte de Lima, baluarte da identidade cultural e coletiva da comunidade limarense e guardião dos usos e costumes da região – convida-o a conhecer, de forma gratuita, a sua exposição permanente essencialmente ligada ao património cultural imaterial e material do concelho, e a percorrer a mostra temporária de “Miniaturas do Mundo Rural”, patente ao público até 20 de junho, composta por pequenas réplicas de peças em madeira da autoria do artesão ponte-limense, José Coelho, associadas aos trabalhos agrícolas e às nossas tradições, evocando o cultivo do linho, a produção do vinho verde, o amanho da terra, entre outras temáticas.

Venha à descoberta do território e da riqueza etnográfica de Ponte de Lima e visite-nos entre as 10h – 12h30 e as 14h – 18h.

Esperamos por si no interior do Parque Temático do Arnado, em Arcozelo!

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BRAGA: MUSEU PIO XII CONTA A HISTÓRIA DA HUMANIDADE

UMA LUZ BRILHOU NAS TREVAS!

A viagem começa no Paleolítico, prosseguindo, devidamente ilustrada, até ao tempo dos romanos.

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Segue-se uma nova aventura: João Batista anuncia; a Mãe traz ao mundo o Salvador; os Apóstolos seguem-nO; o Messias passa pela paixão e morte; ressuscita!

O cristianismo vai-se difundindo. Os cristãos celebram a sua fé. O centro da vida cristã é a Eucaristia. A cruz é o símbolo eloquente do amor infinito de Deus pela humanidade. E tudo isso se narra na Sala da Liturgia.

A sala Hamilton Gonçalves convida a parar. Convida a meditar. Convida a um mergulho no amor apaixonado de Deus, escrito a letras de ouro. Quanta beleza! Que delícia!

O espaço sucessivo plasma ao visitante a paixão de Jesus por meio de cruzes e calvários, concebidos, à imitação do estilo indo-europeu, pela enorme maestria de José Maurício Teixeira Pereira.

No último salão está espelhada, em estratégicos apontamentos, a história da Igreja: os evangelistas e os mártires; as devoções, as grandes construções e os grandes santos medievais; a Companhia de Jesus, o Concílio de Trento, S. Frei Bartolomeu dos Mártires,

as Missões e os estilos da arte moderna; nos tempos mais recentes, a presença da Igreja no campo social, na relação com os poderes civis e na relação com o mundo. E ainda o incremento de três devoções: ao Sagrado Coração de Jesus, à Eucaristia e a Nossa Senhora.

Por fim, no primeiro piso, à espera de todos, estará o maior retratista português do século XX: Henrique Medina. Uma arte imensa espraiada em mais de oitenta belezas.

Paulo Abreu

PONTE DE LIMA COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS | 18 MAIO 2021

“O Futuro dos Museus: Recuperar e Reimaginar”

Segundo o ICOM – Conselho Internacional de Museus, o propósito primacial do DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS, instituído em 1977, é o de chamar a atenção para os espaços museológicos como locais privilegiados “que guardam, estudam e expõem o património da Humanidade, mas também como agentes de mudança, intercâmbio cultural, enriquecimento de culturas e desenvolvimento de entendimento mútuo, cooperação e paz entre os povos”.

Nesta data comemorativa, o CENTRO DE INTERPRETAÇÃO DO TERRITÓRIO (CIT) – equipamento cultural afeto ao Município de Ponte de Lima, baluarte da identidade cultural e coletiva da comunidade limarense e guardião dos usos e costumes da região – convida-o a conhecer, de forma gratuita, a sua exposição permanente essencialmente ligada ao património cultural imaterial e material do concelho, e a percorrer a mostra temporária de “Miniaturas do Mundo Rural”, patente ao público até 20 de junho, composta por pequenas réplicas de peças em madeira da autoria do artesão ponte-limense, José Coelho, associadas aos trabalhos agrícolas e às nossas tradições, evocando o cultivo do linho, a produção do vinho verde, o amanho da terra, entre outras temáticas.

Venha à descoberta do território e da riqueza etnográfica de Ponte de Lima e visite-nos entre as 10h – 12h30 e as 14h – 18h.

Esperamos por si no interior do Parque Temático do Arnado, em Arcozelo!

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MUNICÍPIO DE BARCELOS COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

A Câmara Municipal de Barcelos associa-se uma vez mais às comemorações do Dia Internacional dos Museus, e de forma a assinalar esta data realiza-se, no Museu de Olaria, um conjunto diversificado de atividades.

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O programa inicia no dia 18 de maio,às 15h30, com a sessão “No Minho...As mulheres fazem-se de barro”, iniciativa inserida no Ciclo de Conferências “Estórias do Minho – Narrativas no Feminino de uma Geografia Identitária” do Consórcio Minho Inovação, que integra as três Comunidades Intermunicipais do Alto Minho, Cávado e Ave.

A iniciativa que se insere no âmbito do projeto âncora “PA2. Touring Cultural – Identidade Cultural do Minho”, cofinanciado pelo Norte 2020, será transmitida em direto na página Facebook do Município de Barcelos e pretende refletir sobre a olaria como uma arte identitária de Barcelos e o seu contributo para a educação artística, assim como para o reconhecimento de que o figurado e outros trabalhos em barro feitos manualmente são executados essencialmente por mulheres. Entre uma vida dura de trabalho e de tarefas domésticas algumas mulheres modelavam em barro pequenas figuras, vendidas nas feiras, festas e romarias.

O painel de intervenientes é composto pelos investigadores Isabel Maria Fernandes (directora do Museu Alberto Sampaio, Paço dos Duques de Bragança e Castelo Guimarães), Armando Malheiro (professora catedrático na Faculdade de Letras da UP) e Alexandre Alves Costa (professor catedrático jubilado).
Haverá ainda uma performance teatral “Diabo com os pés de barro” interpretada pelo Grupo de Teatro Itinerantenredo.

Este ciclo de conferências vai percorrer os 24 municípios de Viana e Braga. “Pretende-se valorizar um olhar inovador sobre a herança cultural do Minho rememorada no feminino, enquanto sociedade de forte tradição matriarcal, propiciando uma narrativa congregadora de saberes e valores identitários”, informa a organização em comunicado.

A participação nestas sessões é gratuita, contudo e considerando as regras de ocupação do Museu de Olaria de Barcelos, por razões de segurança sanitária, solicitamos, que, na possibilidade de participação, a inscrição seja efetuada através do site www.minhoin.com de forma a procedermos à respetiva reserva. As inscrições são limitadas assegurando as recomendações e regras da DGS (orientação 028/DGS) na prevenção do Covid_19.

Ainda no âmbito do Dia Internacional dos Museus, o Museu de Olaria promove de 18 a 21 de maio, das 10h00 às 17h30, visitas guiadas para grupos até 10 elemento e oficinas de criatividade abertas ao público em geral.