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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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REDE DE MUSEUS DE FAMALICÃO DÁ ESTEMUNHO EM CONFERÊNCIA INTERNACIONAL

“Museus e Responsabilidade Social - Participação, Redes e Parcerias” decorre a 23 e 24 de março online

A Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão vai estar representada na Conferência digital “Museus e Responsabilidade Social - Participação, Redes e Parcerias” que vai decorrer nos dias 23 e 24 de março. A iniciativa é organizada pelo Ministério da Cultura, através da Direção-Geral do Património Cultural, no âmbito da Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia.

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A Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão foi convidada a participar na mesa-redonda “Redes de Museus em Portugal à escala nacional e territorial: experiências e perspetivas”, que se realiza no dia 23, pelas 16h30. A mesa-redonda será moderada por Isabel Fernandes e conta com a participação de Rita Jerónimo (Direção-Geral do Património Cultural), Mariana Jacob Teixeira (Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão) e Margarida Moleiro (Rede de Museus do Médio Tejo).

A participação da Rede de Museus é reflexo da notoriedade nacional que o Município de Vila Nova de Famalicão tem alcançado no âmbito do seu panorama museológico local através de um importante investimento em programas de capacitação dos seus profissionais, processos de credenciação dos museus, apoio técnico e financeiro, criação de protocolos de cooperação com organismos vocacionados para a investigação e na articulação, estabelecimento de parcerias e de programação de projetos em rede.

A participação é gratuita e aberta a todos os cidadãos, mediante inscrição prévia, até ao dia 12 de março através do seguinte formulário https://bit.ly/3rGodwF

A conferência é bilingue, português/inglês, com tradução simultânea.

A ministra da Cultura, Graça Fonseca, preside à cerimónia de abertura, que contará também com a participação do Diretor-geral do Património Cultural, Bernardo Alabaça.

“Museus e responsabilidade social: preparar o futuro pós-pandemia – tendências e desafios” é o tema da palestra inaugural, a proferir por François Mairesse, investigador e professor de Museologia na Universidade de Paris 3 – Sorbonne (França). A sessão de encerramento, dia 24 às 12h30, será presidida pela Secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, Ângela Ferreira.

Esta conferência é a segunda iniciativa de um ciclo de três conferências do Trio de Presidências do Conselho da União Europeia (Alemanha, Portugal e Eslovénia) em torno de um tema comum: a relação entre Museus e Responsabilidade Social.

A primeira conferência realizou-se a 17 e 18 de setembro de 2020, no quadro da Presidência Alemã, e a terceira decorrerá dias 23 e 24 de setembro de 2021, já no âmbito da Presidência Eslovena. São parceiros da DGPC neste evento a NEMO – Network of European Museum Organisations e a Associação de Museus da Eslovénia.

A reflexão sobre a responsabilidade social dos museus está em linha com as prioridades da Cultura na Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia, em particular no quadro de uma Europa resiliente, social e global, pretendendo contribuir para o desenvolvimento de sociedades mais coesas e solidárias.

Consulte o programa da conferência através do site https://www.culturaportugal.gov.pt/ ou no link https://bit.ly/3aLE2Lv

PONTE DE LIMA: JOSÉ COSTA LIMA LEVA-NOS ATÉ AO MUSEU DOS TERCEIROS ATRAVÉS DA SUA OBJECTIVA

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O Museu dos Terceiros encontra-se instalado em duas casas religiosas associadas à Ordem Franciscana: o extinto Convento de Santo António dos Capuchos e o edifício da Ordem Terceira de São Francisco. A parte remanescente do convento, fundado em finais do século XV pelo alcaide de Ponte de Lima, D. Leonel de Lima, é formada pela igreja, capela da Senhora da Graça e pela sacristia.

Igreja dos Terceiros - Museu de Arte Sacra - Ponte de Lima

A igreja conventual apresenta alguns vestígios do período inicial mas recebeu importantes modificações entre os séculos XVII e XIX, sobretudo a nível do recheio. A Igreja da Ordem Terceira, edificada entre 1745-1747, foi recheada nas décadas seguintes com retábulos, púlpitos e sanefas de desenho rococó.

Mais tarde, nos inícios do século XIX, foram acrescentados o cadeiral e o órgão de tubos, ambos de feição neoclássica. O museu foi constituído na década de 70 do século XX, com a criação do Instituto Limiano - Museu dos Terceiros. Em 2002 a Autarquia e o referido Instituto celebraram um protocolo para o restauro e gestão conjunta do espaço. Reabriu ao público em 2008, sendo uma referência na arte sacra do norte do país

Fonte: Google

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NAVIO GIL EANNES TAMBÉM PAGA IMI!

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Crónica de Gonçalo Fagundes Meira

Não sabia, pois não, caro leitor? Mas é verdade. O fisco, que tantas vezes não cobra milhões de euros que tanta falta fazem aos cofres do Estado, está preocupado com a cobrança do IMI (Imposto Municipal Sobre Imóveis) ao Gil Eannes. Sim, porque no entender do fisco, trata-se de um imóvel!!!

Sobre o Gil Eannes já muito se disse, mas é bom relembrá-lo, para que alguém, que tantas vezes não faz o que deveria fazer, deite mãos à consciência e não contribua para desmotivar quem neste país aposta em preservar património e não deixe silenciar o passado, que de tão grandioso não pode ser olvidado.

Porque este navio Hospital tinha desempenhado nobre missão na proteção dos nossos pescadores nos mares da Terra Nova, quando no seu fim de vida estava para ser desmantelado e vendido como sucata, a partir de um forte movimento criado na nossa cidade, foi resgatado ao sucateiro que o tinha adquirido, mas que dele só se desfez recuperando todo o dinheiro investido, mais o lucro que entendeu como devido.

Regressado a Viana, foi a solidariedade dos ENVC, de pequenos empreiteiros, de agentes comerciais e cidadãos anónimos que, com trabalho, materiais e outros contributos o recuperaram para lhe dar dignidade e enobrecer esta Viana de tão longas tradições marítimas.

Mas a empreitada está longe de concluída, apesar de o navio se apresentar hoje com uma recuperação respeitadora do seu funcionamento original em todas as valências, que se pode considerar notável. Ainda há muito nele para fazer, e a sua regular manutenção custa somas impressionantes (veremos quando tiver que docar novamente para tratamento de casco), daí que só possa ser mantido com muito entusiasmo e gozando das boas vontades dos poderes e dos cidadãos em geral.

Culturalmente, o Gil Eannes é hoje um dos mais emblemáticos e ricos patrimónios da cidade. Tanta gente vem até nós para o visitar e fala dele gabando-o; tanta gente incentiva a sua manutenção e, especialmente os que se ligam ao mar e à construção naval, sentem orgulho por o verem na doca. Mas parece que alguém tem ciúmes de que assim seja. Nesta Viana, que José Rosa Araújo tantas vezes apelidou de acabrunhada e da pequena intriga (que não o é tanto), parece que há poderes ocultos que apostam em manter o velho e frear o novo.

O Gil Eannes está obrigado a pagar 1700 € de IMI, quando até está fundeado num espaço que não pertence à Fundação que o sustenta. É razão para dizer que, depois de o ter resgatado in extremis e de o ter recuperado estoicamente, alguém está apostado em pôr fim ao sonho de o ver por muito tempo no espaço que lhe pertence, como símbolo maior na assistência a pescadores que protagonizaram atos de intrepidez nos mares frios e traiçoeiros da Terra Nova. Alguém está apostado em enviá-lo de novo para a sucata, para que deixe de ser um dos maiores símbolos da construção naval em Viana do Castelo. Haja apreço pelo esforço de tanta e tanta gente que, empenhadamente, quer que o passado seja lembrado e que Viana progrida e não durma, como muito se tem dito.

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A saída do Gil Eannes da doca nº1 dos ENVC, em 20 de março de 1955, depois de 26 meses de construção

MELGAÇO QUER CRIAR MUSEU DE ARTE AO AR LIVRE SOBRE O VINHO E A VINHA

O concurso de arte Urbana “Memórias do Alvarinho de Melgaço 2021” decorre até 15 de janeiro

A Câmara Municipal de Melgaço, em parceria com a Fundação Convento da Orada, está a organizar o concurso de arte urbana “Memórias do Alvarinho de Melgaço 2021”. Sob a temática do vinho e da vinha, o concurso é aberto a artistas nacionais e estrangeiros, maiores de 18 anos, e decorre até dia 15 de janeiro.

Cartaz Concurso Memórias do Alvarinho de Melgaço

A iniciativa, incorporada no Plano de Ação para a Reabilitação Urbana (PARU), visa animar a área urbana, potenciar o território, atraindo novos públicos, e contribuir para a afirmação da cultura do vinho e da dinâmica económica local, bem como da promoção turística. Serão selecionadas as dez propostas mais criativas e que reflitam a tradição, o vinho, os locais e as pessoas da sub-região Monção & Melgaço. O júri avaliará os trabalhos e selecionará as duas obras vencedoras que ficarão em exposição no centro urbano de Melgaço.

As obras de arte deverão sugerir aos espectadores um novo olhar sobre os espaços públicos do território e fomentar a reflexão sobre a importância da cultura do vinho e a sua ligação à arte. O concurso é o ponto de partida para, ao longo dos anos, criar um museu de arte ao ar livre, visitável 24 horas durante os 365 dias do ano. A ação prevê uma reflexão no despertar do interesse dos cidadãos pela arte e cultura, além de promover uma vivência estética ligada a uma temática territorial.

As dez propostas selecionadas estarão patentes ao público numa exposição a inaugurar em data e local a definir pela Câmara Municipal de Melgaço, na vila melgacense. Os trabalhos deverão estar preparados para ser desmontadas/transportados, já que poderão ficar, temporariamente, em exposição em outros locais e/ ou concelhos.

Aos dois melhores classificados do concurso, que é cofinanciado pelo Programa Operacional Regional do Norte 2014/2020 - NORTE 2020, serão atribuídos prémios no valor de 10.000€ e 8.000€, respetivamente, para a conceção artística e produção das respetivas obras. Regulamento disponível em www.memoriasdoalvarinhodemelgaco.pt.

Recorde-se que, no âmbito do PARU, o município está a levar a cabo investimentos avultados, superiores a dois milhões de euros, na reabilitação do espaço público da ARU da Vila. Os objetivos passam por melhorar o ambiente urbano e incrementar os níveis de satisfação da população residente: serão requalificados quase 25.000 m2 de espaço público. O concurso de arte urbana “Memórias do Alvarinho de Melgaço 2021” constitui-se, claramente, como animação do espaço público requalificado.

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ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE MUSEOLOGIA DISTINGUE MUSEUS DE FAMALICÃO

A Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão foi distinguida pela Associação Portuguesa de Museologia (APOM), com dois prémios e uma menção honrosa, no âmbito da 25ª edição da Cerimónia dos Prémios APOM, que se realizou na semana passada, em formato online.

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A Fundação Cupertino de Miranda foi contemplada com dois prémios nas categorias de Prémio Incorporação com o conjunto de 47 obras de Isabel Meyrelles e na categoria de Prémio Catálogo com a publicação do catálogo "Cruzeiro Seixas – Ao longo do longo caminho" .

O Roteiro “Famalicão Turismo Industrial”, que agrega três unidades museológicas da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão - Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave; Museu do Automóvel e Museu Nacional Ferroviário – Núcleo de Lousado - recebeu uma Menção Honrosa na categoria Informação Turística.

Em tempos atipicos marcados pela pandemia, a Cerimónia dos Prémios APOM, decorreu numa edição online, mas que, nem por isso, deixou de celebrar o que de melhor se faz Portugal nos Museus e pelos seus profissionais.

Refira-se que a edição deste ano contou com 208 candidaturas, envolvendo instituições de Portugal Continental e Regiões Autónomas. Assumiu também uma vertente marcadamente internacional, reconhecendo a excelência de projetos de exposição e divulgação cultural de Portugal no estrangeiro.

O Prémio Museu do Ano, o mais alto galardão da APOM, foi atribuído ao Museu de Fotografia da Madeira – Atelier Vicente’s Madeira.

Refira-se que a Associação Portuguesa de Museologia foi fundada em 1965 com o objetivo de servir a comunidade de profissionais de museus Portugueses. Foi a primeira organização profissional ligada aos Museus a ser fundada em Portugal. Hoje conta com cerca de duzentos sócios individuais e uma dezena de sócios institucionais.

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MUSEU DO BRINQUEDO PORTUGUÊS DE PONTE DE LIMA CELEBRA O NATAL COM UMA EXPOSIÇÃO ORIGINAL DE BRINQUEDOS NACIONAIS

O Natal está quase a chegar e, como já vem sendo tradição nesta época, o Museu do Brinquedo Português de Ponte de Lima vai organizar mais uma exposição alusiva a esta quadra festiva.

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Subordinada ao título “Brinquedos Portugueses na época natalícia” esta exposição, que decorrerá de 18 de dezembro de 2020 a 31 de janeiro de 2021, integra uma mostra de brinquedos portugueses da IRMEL - empresa nacional em atividade desde 1966 – que se dedica ao fabrico de um conjunto diversificado de brinquedos, tais como veículos, brinquedos de empurrar, brinquedos de praia e de festa e jogos. Estes brinquedos, tradicionais, originais e atrativos, estarão patentes na Sala de Exposições Temporárias do Museu do Brinquedo e poderão servir de catálogo para escolhas de prendas de natal a oferecer às crianças nesta festa de união familiar.

Esta exposição é também um convite à vivência do espírito natalício e ao resgate de tradições reveladas através da representação do nascimento de Jesus que é exibido num Presépio Tradicional Português com centenas de figuras em barro.

Associe-se a esta celebração e visite-nos!

Esperamos por si!

Para mais informações:

Museu do Brinquedo Português

Casa do Arnado

Largo da Alegria

4990-154 Arcozelo - Ponte de Lima

Telefone: 258 240 210

E-mail: mbp.geral@museuspontedelima.com

Facebook: https://www.facebook.com/museudobrinquedoportugues/

A MEMÓRIA DA EMIGRAÇÃO NOS ESPAÇOS MUSEOLÓGICOS DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS

A dimensão e impacto da emigração no país, nas palavras abalizadas de Vitorino Magalhães Godinho, uma “constante estrutural” da demografia portuguesa, têm impelido a construção nas últimas décadas, no seio dos territórios municipais, de vários núcleos museológicos dedicados à salvaguarda da memória do processo histórico do fenómeno migratório nacional.

É o caso, por exemplo, do Museu das Migrações e das Comunidades, sediado em Fafe, o Espaço Memória e Fronteira, localizado em Melgaço, e do Museu da Emigração Açoriana, instalado na Ribeira Grande, que têm prestado um serviço público de grande relevância na dinamização da memória da emigração portuguesa.

A grande relevância do fenómeno migratório nacional e a importante função destes núcleos museológicos locais concorrem diretamente para que o projeto do futuro Museu Nacional da Emigração, cuja criação foi aprovada, como recomendação, pela Assembleia da República, a 27 de outubro de 2017, e cuja construção que teima em não sair do papel está prevista desde 2018 em Matosinhos, pressuponha uma estratégia cultural em rede.

Uma vindoura estratégia cultural em rede que não pode olvidar a existência de outros relevantes espaços museológicos que têm sido construídos ao longo dos últimos anos por portugueses no estrangeiro, comummente figuras gradas das comunidades lusas, e que tal como no território nacional desempenham um papel valioso na perpetuação da memória da emigração portuguesa.

É o caso, por exemplo, da Galeria dos Pioneiros Portugueses, um espaço museológico em Toronto, impulsionado no presente pelo comendador Manuel DaCosta, um dos mais ativos e beneméritos empresários luso-canadianos, que se dedica à dinamização do legado dos pioneiros da emigração portuguesa para o Canadá. Nação da América do Norte onde vive e trabalha uma das maiores comunidades de emigrantes portugueses, e que se destaca atualmente pela sua perfeita integração, inegável empreendedorismo e relevante papel económico e sociopolítico.

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O historiador Daniel Bastos (esq.), cujo percurso tem sido alicerçado no seio das Comunidades Portuguesas, acompanhado em 2016 do comendador Manuel DaCosta (dir.) na Galeria dos Pioneiros Portugueses, no âmbito de uma conferência sobre a Emigração Portuguesa

 

Ainda na esteira museológica sobre o fenómeno migratório no seio das comunidades lusas destaca-se o Museu da Imigração, em Lausanne, na Suíça, um dos principais destinos da emigração portuguesa, como comprovam os mais de 200 mil lusos que vivem e trabalham no território helvético. Fundado em 2005 pelo português Ernesto Ricou, artista plástico e professor de História de Arte reformado, o Museu da Imigração, considerado o mais pequeno da Suíça, procura desde então salvaguardar as memórias ligadas à migração.

Na mesma linha, sobressai desde o final do séc. XX o Museu Etnográfico Português em Sydney, na Austrália, inaugurado por um grupo de voluntários que têm procurado manter viva a identidade cultural da comunidade luso-australiana, cujas raízes remontam à segunda metade do séc. XX, e que é constituída atualmente por cerca de 55 mil portugueses disseminados por metrópoles como Perth, Melbourne ou Sydney.

Estes exemplos museológicos, e outros que se encontram ou possam vir a ser projetados no seio das comunidades lusas espalhadas pelos quatro cantos do mundo, enquanto valiosos espaços de perpetuação da memória e das histórias da emigração portuguesa, merecem a admiração e reconhecimento do país, e não podem deixar de integrar o trabalho em rede do futuro Museu Nacional da Emigração.

JOÃO ALPUIM BOTELHO: UM VIANENSE A PEDALAR EM LISBOA PARA O MUSEU BORDALO PINHEIRO

O João vem de bicicleta para o Museu todos os dias. Há uns tempos chegou cá cheio de arranhadelas e nódoas negras depois de dar um enorme trambolhão, mas nem assim deixou de defender com unhas e dentes (ainda bem que foram só umas arranhadelas!) o uso da bicicleta na cidade. Não é por acaso que o vianense, diretor do Museu desde 2014, gosta tanto do desenho "Uma Légua Desastrosa", de Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro: "Eu, que venho diariamente para o Museu de bicicleta, divirto-me muito com este desenho porque me revejo nas peripécias do ciclista."

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João Alpuim Botelho explica que o desenho "é uma paródia ao uso da bicicleta, que era uma novidade no final do século XIX", acrescentando que "Rafael Bordalo Pinheiro e o seu filho Manuel Gustavo publicaram grande parte da sua obra em jornais, onde iam acompanhando e comentando os acontecimentos do seu tempo." Por fim, relembra que "se o que os tornou conhecidos foi a crítica social e política, é também divertido fazermos um exercício mais ligeiro e olhar hoje, à distância de mais de cem anos, para o que esses jornais nos mostravam do dia a dia".

Na série "Uma pessoa, uma obra", apresentamos a equipa do Museu Bordalo Pinheiro ao lado de uma das suas peças da coleção preferidas.

"Uma Légua Desastrosa" é uma ilustração de Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro publicada n' O Século, no Natal de 1897.

Para conhecer a obra de Manuel Gustavo venha ao Museu Bordalo Pinheiro ver a exposição "Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro. Histórias Desenhadas": https://museubordalopinheiro.pt/.../manuel-gustavo.../

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Texto e fotos: Museu Bordalo Pinheiro

ARCOS DE VALDEVEZ: MUSEU DA ÁGUA AO AR LIVRE É EXEMPLO DE BOAS PRÁTICAS

Comissão Europeia elege projeto do Museu da Água ao Ar Livre como exemplo de boas práticas

A Comissão Europeia, através da DG REGIO, encontra-se a promover no seu website oficial, um conjunto de projetos apoiados pelos Fundos Comunitários.

Foi com grande satisfação que a Câmara Municipal recebeu a notícia de que o Projeto “Museu da Água ao Ar Livre do Rio Vez”, apoiado através do Norte 2020, já integra o portfólio da plataforma eletrónica da DG REGIO, como um exemplo de boas práticas.

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Segundo a Comissão Europeia o projeto do Museu da Água ao ar Livre destaca-se por ter contribuído “para a promoção do património natural, arquitetónico e cultural associado ao rio Vez na Região Norte de Portugal. Através do mesmo foi possível criar um percurso ao longo do Rio Vez e vários pontos de observação a partir dos quais o visitante pode observar a flora e a fauna nativas.”

De referir que este Museu é único no país e reforça, renova e amplia o papel de Arcos de Valdevez como porta da mais importante Reserva da Biosfera, declarada pela Unesco, existente no noroeste peninsular – o Parque Nacional Peneda-Gerês /Parque Transfronteiriço Gerês/Xurés.

Com a criação do museu, o município pretendeu potenciar o aumento do número de visitantes, dinamizando o alojamento, a restauração, a animação turística e as empresas de prestação de serviços ligadas ao ambiente e ao comércio.

A primeira fase do Museu da Água ao ar livre centra-se no troço do rio Vez, situado entre a foz do rio Vez, na freguesia de Souto, e a freguesia de Vilela, e pretende promover o património ambiental (flora e fauna), arquitetónico e etnográfico associado ao Rio Vez e seus afluentes.

Além da sinalização do património construído nas margens, o museu inclui, ao longo do trajeto, painéis informativos sobre a fauna, flora e ecologia do ecossistema ribeirinho, bem como do seu património construído e da sua história. Estes painéis têm código Qr para que se possa aceder a mais informação no site do Museu da Água em http://museudaagua.arcosdevaldevez.pt/ .

Disponibiliza observatórios para conhecer ‘in loco’ a fauna que habita neste ecossistema ribeirinho.

Dotado de um equipamento multimédia, o Fluvivez – Centro de Informação e acolhimento tem como missão dar a conhecer aos visitantes a história do rio e desafiá-los a conhecer, no terreno, o seu património. O museu completa-se com dois postos, em Sabadim e Santar, para apoiar atividades de educação ambiental.

A Operação “NORTE-04-2114-FEDER-000382 - Museu da Água ao Ar Livre do Rio Vez”, foi cofinanciada pelo FEDER, Programa Operacional NORTE2020, Portugal2020, Eixo Prioritário 4 - Qualidade Ambiental e contou com um Investimento Elegível de 345.071,33 € e Comparticipação Comunitária de 293.310,63 €.

AQUAMUSEU DO RIO MINHO DINAMIZA EXPOSIÇÕES NAS REDES SOCIAIS

Devido ao confinamento parcial decretado pelo Governo, a partir desta quarta-feira, 4 de novembro, para 121 concelhos portugueses, entre os quais consta o de Vila Nova de Cerveira, o Aquamuseu do rio Minho vai estar temporariamente encerrado ao público, mantendo-se ativo na vertente digital, disponibilizando informação sobre duas exposições em curso: o linguado e o meixão.

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Através da rede social Facebook, com periodicidade semanal vai ser colocada informação relativa à espécie em causa, complementada com registo fotográfico. Objetivo é que este conhecimento mais em detalhe possa ser absorvido e partilhado, seja em contexto escolar seja em ambiente familiar.

Assim, até final de novembro, os ‘amigos’ do Facebook do Aquamuseu do rio Minho vão conhecer um pouco mais em detalhe a vida do linguado ou solea solea. O linguado é uma espécie demersal que se pode encontrar a viver em substratos arenosos no mar e pode chegar a atingir os 70cm de comprimento e ultrapassar os 2Kg de peso. Camufla-se facilmente com o substrato onde costumam habitar, sendo uma capacidade muito importante quer para conseguir alimento quer para eles próprios não serem detetados por possíveis predadores.

Já mais prolongada no espaço temporal, até dezembro, é possível obter mais informação relativa mente ao meixão. O rio Minho é o único rio, em Portugal, onde é permitida a pesca de meixão, graças a um acordo entre as autoridades portuguesas e espanholas. No passado, o meixão era consumido pelas gentes ribeirinhas, sendo vendido à malga, porta a porta. Quando o seu valor económico aumentou, passou a ser vendido, quase na totalidade, para Espanha onde há uma forte tradição no seu consumo.

Para aceder a esta informação, faça like na página do Facebook Aquamuseu Rio Minho.

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MUSEU DO TRAJE DE VIANA DO CASTELO APRESENTA HISTÓRIA DE 200 ANOS DO TRAJE À VIANESA

O Museu do Traje de Viana do Castelo apresenta uma nova imagem, tendo inaugurado a exposição permanente “Trajar – Memórias no Tempo”, que percorre a história de 200 anos dos trajes típicos do concelho, numa verdadeira viagem no tempo.

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Foi, assim, renovado todo o espaço expositivo permanente, apresentando uma nova imagem museológica mais informativa, graficamente mais enriquecida e legendada em bilingue, atendendo ao elevado número de turistas que visitam a cidade e o museu. A nova exposição permanente apresenta uma cronologia dos trajes típicos do concelho, desde o século XIX até ao século XXI, e inclui uma instalação artística que corresponde a um tear manual a ligar o piso 0 ao piso 1.

Nesta nova exposição está presente a história do Museu do Traje, que ocupa o edifício correspondente ao antigo Banco de Portugal, sendo igualmente apresentado o traje à vianesa através da descrição minuciosa, em português e inglês, das diversas peças que o constituem.

O Museu do Traje está integrado na Rede Portuguesa de Museus desde 2004 e localiza-se no centro histórico da cidade, na Praça da República, estando instalado num edifício construído entre 1954 e 1958, com características arquitetónicas do “Estado Novo”, onde funcionou até 1996 a delegação nesta cidade do Banco de Portugal.

A criação de um Museu dedicado à etnografia vianense - e muito particularmente ao Traje – onde se pudesse mostrar o arrojo e a criatividade das raparigas da região foi, desde muito cedo, uma aspiração dos vianenses e por ele lutaram nomes como Cláudio Basto, Abel Viana, o Tenente-coronel Afonso do Paço, Manuel Couto Viana, Amadeu Costa, Benjamim Pereira, entre muitos outros.

Criado em 1997, o espaço assume a missão de estudar e divulgar a identidade e o património etnográfico vianense através do seu expoente máximo: o Traje à Vianesa.

O Museu iniciou em 2002 o processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus, tendo sido certificado em 2004, o que lhe confere grandes responsabilidades no estudo, conservação e divulgação dos bens culturais. Foi em 2004 que o Museu apresentou a sua primeira exposição permanente, intitulada “A Lã e o Linho no traje do Alto Minho”, comissariada por Benjamim Pereira.

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VILA NOVA DE CERVEIRA: AQUAMUSEU DO RIO MINHO COM ENTRADAS GRATUITAS NO DOMINGO

Para assinalar o Dia Mundial do Turismo, que se celebra desde 1980, no dia 27 de setembro, o Município de Vila Nova de Cerveira disponibiliza, este domingo, entradas gratuitas no Aquamuseu do rio Minho. Dado o atual contexto de pandemia Covid-19, há procedimentos de segurança emanados pela Direção Geral de Saúde que estão a ser escrupulosamente cumpridos.

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O Dia Mundial do Turismo foi escolhido na data em que, no ano de 1970, entraram em vigor as diretivas que são consideradas como mais marcantes para o turismo global. Esta comemoração anual tem como objetivo chamar a atenção para a importância do turismo em todo o mundo, como alavanca para o desenvolvimento económico, preservação e promoção da cultura e do património.

De portas abertas desde 13 de julho de 2005, o Aquamuseu do rio Minho tornou-se num dos maiores polos de atração turística de Vila Nova de Cerveira, alcançando uma média anual de 25 mil visitantes. Localizado junto à margem do rio Minho e integrado numa envolvente natural de Vila Nova de Cerveira, este equipamento municipal público, de interesse supramunicipal, transporta para dentro de quatro paredes toda a riqueza natural e patrimonial daquele curso de água internacional.

Associando-se à comemoração do Dia Mundial do Turismo, o Município de Vila Nova de Cerveira propõe, para o próximo domingo, um programa familiar completo, com as vertentes cultural, turística, científica e uma forte componente pedagógica, ao único museu que tem como referência um rio – o Rio Minho. Uma oportunidade para quem nunca visitou o Aquamuseu do rio Minho ou de voltar a desfrutar do espaço que, pelo menos, com caráter trimestral, apresenta exposições com temáticas diferentes.

Cumprindo as normas impostas pela DGS, ao nível de distanciamento social, de lotação do espaço e de higienização, a visita gratuita pode ser realizada, este domingo, entre as 10h00 e as 12h30 ou das 14h00 às 18h00.

PROJETO DO AQUAMUSEU DO RIO MINHO COMBINA ARTE E AMBIENTE

Ambiente e Arte unem Aquamuseu do rio Minho e Fundação Bienal de Arte de Cerveira em projeto

“LowPlast – a arte de reduzir o plástico” é um projeto promovido pelo Aquamuseu do rio Minho – Município de Vila Nova de Cerveira, em parceria com a Fundação Bienal de Arte Cerveira (FBAC), a Associação Portuguesa do Lixo Marinho e o Instituto Interdisciplinar de Artes – DTK, (Noruega), com dotação de 52 mil euros, financiado pelos EEA Grants.

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Tendo como objetivo fortalecer a sensibilização para redução e prevenção de plásticos nos Oceanos, o projeto prevê a realização de ações de sensibilização para a necessidade de reduzir o consumo de plásticos de utilização única e garrafas de plástico, em setores chave como o fast-food, restauração e supermercados, bem como incentivar a sua valorização após o uso, dando sentido prático à expansão da Economia Circular.

A iniciativa engloba ações de monitorização, disseminação de boas práticas e criação de elementos artísticos, no qual se enquadra a participação da FBAC. Assim, integrando a programação da XXI Bienal Internacional de Arte de Cerveira, serão apresentados ao público três momentos de intervenção artística. Devido ao contexto da situação atual, o projeto foi adaptado e serão apresentadas duas participações à distância das artistas norueguesas Pippip Ferner e Christine Istad e uma intervenção, em pleno Rio Minho, do português Acácio de Carvalho.

“PEDRA DOS NAMORADOS” JÁ FOI DEVOLVIDA A PONTE DA BARCA E ENCONTRA-SE NA ERMIDA HÁ MUITOS ANOS

O BLOGUE DO MINHO” publicou hoje um artigo acerca da “Pedra dos Namorados” em https://bloguedominho.blogs.sapo.pt/ponte-da-barca-deveria-reclamar-a-14669041.

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Porém, por desconhecimento nosso em relação ao qual pedimos desculpa aos nossos leitores, não sabíamos que o referido monumento já foi devolvido a Ponte de Barca há mais de três décadas.

Valeu-nos o esclarecimento gentilmente prestado por António Vassalo Abreu, anterior Presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca: “Veio em 1987 e nesse dia, Mário Soares veio à Ermida. Entretanto já no meu tempo de presidente de câmara inauguramos um núcleo museologico onde, para além de outras obras, está a pedra dos namorados.”

AQUAMUSEU DO RIO MINHO ASSINALA 15 ANOS DE ACTIVIDADE

Aquamuseu do Rio Minho assinala 15 anos entre a tradição e o digital 

Atendendo aos tempos de pandemia, e às orientações para evitar aglomerados populacionais, o Município de Vila Nova de Cerveira vai assinalar o 15º aniversário do Aquamuseu do Rio Minho de forma simbólica, mas com algum impacto para o futuro. Entre esta sexta-feira e domingo, enaltece-se o barco típico o ‘Carocho’ e é lançado nas redes sociais o vídeo promocional deste equipamento de interesse supramunicipal, para além de estarem previstas entradas livres.

A celebração de caráter simples arranca esta sexta-feira, 10 de julho, às 10h30, com a inauguração da exposição “XV anos do Aquamuseu do rio Minho” e uma homenagem ao barco “Carocho”, com um exemplar para ser apreciado in loco. Com um comprimento entre os 6 e os 8 m, o “Carocho” navegava principalmente na zona de influência da maré, mas podia chegar a Monção-Salvaterra do Miño. Por tempos imemoriais confunde-se o seu uso como barco de passagem para o contrabando e para a pesca, acreditando-se que o nome provém do seu aspeto, quando impulsionado por dois pares de remos compridos e encurvados, que o faziam assemelhar-se a uns escaravelhos, as carochas.

Para sábado, 11 de julho, está prevista a divulgação do vídeo promocional do Aquamuseu do rio Minho nas suas plataformas digitais, de forma a impulsionar a posição deste museu além-fronteiras de Portugal e Espanha, onde o seu trabalho na área da investigação e na vertente lúdico-pedagógica já é sobejamente reconhecida, procurando alcançar diversos públicos e mais parcerias.

Do programa, para domingo, estão previstas entradas livres no Aquamuseu no período de funcionamento entre as 10h00 e as 12h30, as 14h00 e as 18h00. Respeitando as recomendações e diretrizes de saúde pública, os interessados podem desfrutar de uma visita em contexto familiar aos espaços de maior relevância como o Aquário, o Lontrário e o Museu de Pescas.

Junto à margem do rio Minho e integrado numa envolvente natural de Vila Nova de Cerveira, o Aquamuseu do rio Minho transporta para dentro de quatro paredes toda a riqueza daquele curso de água internacional. De portas abertas desde 13 de julho de 2005, este espaço público tornou-se num dos maiores polos de atração turística de Vila Nova de Cerveira, alcançando uma média de 25 mil visitantes por ano.

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AQUAMUSEU DO RIO MINHO REABRE AS PORTAS NA PRÓXIMA QUARTA-FEIRA

Quase quatro meses de encerramento devido à pandemia COVID-19, o Aquamuseu do rio Minho volta a reabrir portas ao público, a partir desta quarta-feira, 1 de julho, em horário normal, com a garantia das medidas de segurança emanadas pela Direção Geral de Saúde e pelo Governo.

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Como medida de prevenção e contenção do novo coronavírus, a 9 de março, Vila Nova de Cerveira foi dos primeiros concelhos do distrito a encerrar espaços e equipamentos municipais, e a suspender eventos e atividades da sua responsabilidade. Paulatinamente, e após aprovado pelo Governo o plano de desconfinamento, a autarquia cerveirense foi analisando as condições e a evolução epidemiológica da pandemia, tendo procedido, a 11 de maio, a uma reabertura gradual da Biblioteca Municipal e do Arquivo Municipal.

A 1 de julho, é a vez do Aquamuseu do rio Minho voltar à sua interação com a comunidade. Inaugurado a 13 de julho de 2005, este equipamento de interesse supramunicipal, por apresentar o rio Minho dentro de quatro paredes, tornou-se num dos maiores polos de atração turística de Vila Nova de Cerveira, alcançando uma média de 25 mil visitantes por ano, sem descurar a importante vertente educativa e científica.

O período de funcionamento é de terça-feira a domingo, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00. Para esclarecimento de dúvidas ou obter mais informações, podem contactar através do número de telefone 251 708 026 ou pelo correio eletrónico aquamuseu@cm-vncerveira.pt