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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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TERRAS DE BOURO APRESENTA NÚCLEO MUSEOLÓGICO DE CAMPO DE GERÊS

Caminhada e visita ao Núcleo Museológico de Campo do Gerês

No âmbito da realização do Fórum das Vias Romanas na Europa, que decorreu em Braga, no Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, teve lugar a 16 de Novembro uma visita a Terras de Bouro do grupo de especialistas internacionais participantes no fórum e que constituem a Associação ITER ROMANUM.

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Além da caminhada na Mata da Albergaria, percurso que foi acompanhado e guiado pelo Dr. José Carlos Pires, a quem, desde logo, o Município de Terras de Bouro deixa uma palavra de agradecimento pelo facto, a jornada contemplou, igualmente, uma visita guiada ao Museu da Geira, no Núcleo Museológico de Campo do Gerês.

A escolha do concelho de Terras de Bouro é a prova que o rico património arqueológico que existe neste território é de importância capital no reconhecimento das vias romanas da Europa como Itinerário Cultural do Conselho Europeu, que tem como objetivo a cooperação no domínio cultural, educativo e turístico no espaço europeu.

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ESPOSENDE: APÚLIA VAI TER MUSEU DO SARGAÇO

Já arrancou obra do Museu do Sargaço em Apúlia. Investimento do Município eleva-se a 275 584 euros

Já arrancaram as obras de reabilitação da antiga Escola Básica de Areia-Apúlia para Museu do Sargaço, um projeto do Município de Esposende que trará à memória da população e da cultura local, a “apanha do sargaço”, aquela que foi, e ainda é, uma tradição de grande relevo para o povo apuliense.

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A obra corresponde a um investimento de 275 584 euros e tem um prazo de 198 dias (aproximadamente seis meses e meio), enquadrando-se no PARU (Plano de Ação de Regeneração Urbana) para a área de Apúlia. Sob a premissa “remodelar para recrear”, a intervenção passa pela remodelação de um espaço também ele com história, mantendo intactas as linhas mestras e os marcos arquitetónicos do edifício, com o objetivo de recrear espaços e tradições de um dos pilares da economia de Apúlia.

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No primeiro piso ficará situada a receção/zona de acolhimento, os sanitários, uma sala polivalente, bem como um espaço destinado à guarda de material expositivo e reparação/restauração de peças de arte em exposição, localizando-se, no piso superior, a sala de exposição geral. O acesso ao piso superior, além de ser pelas escadas, será ainda feito através de um elevador, garantindo, assim, o acesso a pessoas com mobilidade reduzida a todos os espaços do museu.

No exterior, será criada uma “praça temática” relacionada com a apanha do sargaço, bem como um pequeno “auditório” ao ar livre, que permitirá acolher todo o tipo de palestras e eventuais espetáculos relacionados com o tema da apanha do sargaço e das exposições.

O projeto prevê, ainda, a criação de onze lugares de estacionamento públicos, dois dos quais destinados a pessoas com mobilidade condicionada, além de cinco lugares de estacionamento privativos, sendo um destinado a pessoas com mobilidade condicionada.

“É intenção do Município manter vivas as memórias da tradição da prática desse ofício de grande valor cultural de Apúlia e do próprio concelho”, sublinha o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, clarificando que o Museu do Sargaço se insere num “projeto mais vasto de valorização do património do concelho, que integra entre outras iniciativas, a criação do Centro Interpretativo do Junco, na freguesia de Forjães”. O Autarca realça a mais-valia destes projetos, lembrando ainda que o Município tem na forja outros importantes investimentos que posicionarão Esposende tanto no plano cultural como turístico, bem como a nível económico.

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CABECEIRAS DE BASTO CONSERVA PEÇAS DE ARTE SACRA

Câmara Municipal realiza intervenção de manutenção nas coleções do Núcleo de Arte Sacra

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto realizou durante oito dias, de 18 a 25 de junho, uma intervenção de manutenção nas coleções do Núcleo de Arte Sacra do Museu das Terras de Basto com o objetivo de preservar e valorizar o acervo existente.

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Os trabalhos de conservação foram efetuados pelas Oficinas de Santa Bárbara e incidiram nas coleções em suporte lenhoso do Núcleo de Arte Sacra sediado na Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos, núcleo esse que esteve encerrado ao público naquele período.

Os trabalhos incluíram a limpeza a seco das peças, a consolidação das camadas cromáticas que se revelavam em destacamento, perigo de decaimento e perda com resinas reversíveis, assim como a remoção de elementos metálicos não funcionais (pregos), tendo-se procedido à sua remoção, dado o seu elevado grau de oxidação.

Concluídas estas operações, todas as peças foram submetidas a tratamento de desinfestação (Xilix 3000 P) através da aspersão, pincelagem e injeção e encapsulamento em películas plásticas durante três dias.

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MUSEU DA GUERRA COLONIAL EM FAMALICÃO QUER CRIAR CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E ESTUDO

Repto foi lançado nas comemorações do 17.º aniversário do museu famalicense

O presidente do Museu da Guerra Colonial, Augusto Silva, manifestou hoje o desejo de criar um Centro de Investigação e Estudo inteiramente dedicado à Guerra do Ultramar. O desafio foi lançado ao ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, que esta segunda-feira de manhã se juntou ao presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, nas comemorações do 17.º aniversário do museu.

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No horizonte está a criação de um polo científico que chamará até si a autarquia, o mundo académico e, segundo manifestou hoje o representante do Governo, o próprio do Ministério da Defesa Nacional. “Se for o caso, o Ministério lá estará disponível para se envolver, para promover e sentar todas as pessoas à mesa para que possamos continuar a melhorar o trabalho deste Museu”.   

José Azeredo Lopes disse ainda que a “preservação da nossa história é condição indispensável para a construção da nossa identidade” e mostrou-se surpreendido pelo facto de Vila Nova de Famalicão concentrar “cada vez mais conhecimento sobre um período da nossa história recente que teve muitas consequências históricas”.

Para o edil famalicense esta é uma ambição legítima do museu. “O que se fez até agora, a forma como se conseguiu reunir documentos, artefactos, histórias, memórias e vivências faz com que a partir de agora surga esta ambição de darmos uma pouco mais de cientificidade ao projeto”.

A centralidade nacional que o Museu da Guerra Colonial confere a Famalicão foi outro dos aspetos realçados pelo autarca. “A sua unicidade no contexto nacional faz deste museu e do nosso concelho um ponto de passagem obrigatório para todos quantos querem investigar, descobrir e estudar este período da história nacional”.

Recorde-se que o Museu da Guerra Colonial foi inaugurado a 23 de abril de 1999, através de uma parceria entre a Câmara de Famalicão, a Associação Dos Deficientes das Forças Armadas e a ALFACOOP (Externato Infante D. Henrique de Ruilhe). Em 2012 foi transferido para as suas atuais instalações, no Lago Discount, na freguesia de Ribeirão.

A sua exposição permanente retrata o itinerário do combatente português nas três frentes da Guerra Colonial, na qual Portugal se envolveu entre 1961 e 1974. Mais do que um espaço museológico, é um local que pretende transmitir ao visitante um real conhecimento sobre este período da História de Portugal, contado por quem a viveu e sentiu na primeira pessoa.

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NÚCLEO MUSEOLÓGICO DO CAMPO DO GERÊS RECEBEU SESSÃO PROMOVIDA PELO PROJETO REVITAGRI

O seminário, realizado a 4 de maio, abordou a temática:” Os negócios familiares impulsionam as economias locais” e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro, Manuel Tibo, da Vereadora Dr.ª Ana Genoveva e da Chefe de Gabinete de Apoio à Presidência, Dr.ª Liliana Machado, além dos responsáveis do Projeto REVITAGRI e respetivos convidados.

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FORJÃES VAI TER NÚCLEO MUSEOLÓGICO DO JUNCO

Núcleo Museológico do Junco de Forjães vai integrar grupo restrito de projetos de Turismo Criativo

O Município de Esposende viu selecionada a sua proposta de criação do Núcleo Museológico do Junco, em Forjães, para integrar o conjunto de iniciativas-piloto de turismo criativo a serem desenvolvidas no âmbito do CREATOUR “Desenvolver Destinos de Turismo Criativo em Cidades de Pequena Dimensão e Áreas Rurais”.

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A proposta de desenvolvimento de um projeto de turismo criativo, em Esposende, assentará na organização de experiências artesanais, tendo por base atividades associadas à arte tradicional do trabalho do junco, designadamente a introdução de processos de inovação e criatividade, resultantes de uma metodologia de interação entre a comunidade local e os visitantes.

Para os promotores, o projeto proposto pelo Município de Esposende apresenta um grande potencial para o desenvolvimento de destinos turísticos criativos, devido à sua inovação, criatividade e autenticidade.

Com a criação do futuro Núcleo Museológico do Junco, em Forjães, pretende-se criar um espaço de memória vocacionado para o desenvolvimento desta arte, preservando a identidade de uma atividade intrinsecamente ligada à população local, tendo em conta os valores do presente, do passado e do futuro. Pretende-se, ainda, valorizar a tradição associada à inovação, através da utilização de outros materiais em conjunto com o junco, numa tentativa de ligação desta arte ao ambiente e ao nosso quotidiano.

Agora, a iniciativa será desenvolvida com mais detalhe, durante um IdeaLab regional, agendado para os dias 9 e 10 de março e, posteriormente, apresentada a nível nacional, a 6 de junho de 2018, com vista à boa implementação do projeto. Estão, ainda, previstas conferências internacionais, nos dias 7 e 8 de junho e no outono de 2019.

Este projeto visa desenvolver, implementar e promover ofertas de turismo criativo durante o período de execução do CREATOUR, entre 2018 e 2019, contemplando o trabalho de campo de investigadores que vão coligir documentação e efetuar a avaliação das iniciativas-piloto.

MANUEL ANTUNES PUBLICA NA REVISTA IBEROAMERICANA DE TURISMO ARTIGO SOBRE TURISMO E MUSEOLOGIA

A RITUR – Revista Iberoamericana de Turismo acaba de publicar um artigo do Prof. Doutor Manuel Antunes subordinado ao tema “Do turismo aos museus, com passagem pela cultura”. Pelo seu elevado interesse, reproduzimos com a devida vénia as páginas que inserem o artigo em questão.

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Aproveitamos para lembrar que, no próximo dia 30 de Junho, pelas 15 horas, o Prof. Doutor Manuel Antunes vai estar em Loures para fazer uma palestra dedicada ao tema “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. A iniciativa que se realiza no âmbito do FolkLoures’18, terá lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte – local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures – constituindo uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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BOLETIM ICOM PORTUGAL ENTREVISTA JOÃO ALPUIM BOTELHO

A edição de Outubro do “Boletim ICOM Portugal” editado pelo Comité Português da International Council of Museums (ICOM) publicou, na secção “Museus & Pessoas”, uma entrevista conduzida pela investigadora Ana Carvalho, através da qual segue o percurso do Dr. João Alpuim Botelho através do Museu do Traje, o Museu Bordallo Pinheiro e a sua passagem pelo Teatro Rivoli.

Conforme a própria entidade oficialmente se define, “O ICOM é a maior organização internacional de museus e profissionais de museus dedicada à preservação e divulgação da património natural e cultural mundial, do presente e do futuro, tangível e intangível.

Uma entrevista a não perder que o BLOGUE DO MIMNHO disponibiliza neste espaço.

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MUSEU DAS MIGRAÇÕES E DAS COMUNIDADES DE FAFE PARTICIPA EM SEMINÁRIO NO BRASIL

A Fundação Casa de Rui Barbosa do Ministério da Cultura do Brasil, o Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal Fluminense e o Município de Fafe promovem um seminário sobre "O Brasileiro de Torna-Viagem e a Construção da Luso-brasilidade no Oitocentos", muito centrado nas memórias de Fafe. 

O evento realiza-se na segunda-feira, 23 de Outubro, na Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro (Brasil).

Programa do seminário:

10h – Palestra:
O Brasileiro de Torna Viagem na sociedade portuguesa da segunda metade de Oitocentos – representações e realidades.
Profa. Dra. Isilda Monteiro (pesquisadora do CEPESE, professora da ESEPF, Portugal)

15h - Abertura da Exposição: 
Fafe dos "Brasileiros": heranças & memórias

16h - Mesa-redonda: Memória da Imigração
Me. Artur Coimbra (director do Museu das Migrações e das Comunidades, de Fafe)
Luíza Campos de Carvalho (curadora do Arquivo Albino O. Guimarães)
Dra. Ana Pessoa (pesquisadora da FCRB)
Mediadora: Profa. Dra. Ismênia Martins (PPGH-UFF) 

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NAVIO GIL EANNES É O MELHOR MUSEU DO NORTE E O 7º A NÍVEL NACIONAL

O Navio Gil Eannes foi classificado pelo Tripadvisor, maior site de viagem do mundo, como um dos 10 melhores Museus de Portugal tendo ficado em 7º lugar nos Travelers’ Choice Awards em 2017.

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Os Travelers' Choice Awards são determinados através das avaliações feitas pelos utilizadores do Tripadvisor em todo o mundo e durante 12 meses.

A seleção é feita a nível mundial, mas também por regiões e, em Portugal, em dez museus distinguidos um é de Viana do Castelo, o Navio Gil Eannes.

Lista dos 10 eleitos em Portugal são:

  1. Museu Calouste Gulbenkian | Lisboa
  2. Museu Nacional do Azulejo | Lisboa 
  3. Museu Coleção Berardo | Lisboa 
  4. Museu Nacional de Machado de Castro | Coimbra 
  5. Museu do Ar | Sintra
  6. Museu Nacional de Arte Antiga | Lisboa
  7. Navio Gil Eannes | Viana do Castelo
  8. Museu de Aveiro | Aveiro
  9. Museu Monográfico de Conímbriga | Condeixa-a-Nova
  10. Museu Nacional dos Coches | Lisboa

Consultar em https://www.tripadvisor.pt/TravelersChoice-Museums-cTop-g189100

O Navio Hospital Gil Eannes foi construído nos Estaleiros de Viana do Castelo em 1955, tendo como missão apoiar a frota bacalhoeira portuguesa nos mares da Terra Nova e Gronelândia.

A sua principal função foi prestar assistência hospitalar aos pescadores e tripulantes da frota bacalhoeira. Também foi navio capitania, navio correio, navio rebocador, garantindo abastecimento de mantimentos, redes, isco e combustível aos navios da pesca do bacalhau.

O Gil Eannes encontra-se aberto ao público como navio museu desde agosto de 1998 e ao longo destes anos já foi visitado por mais de 845 mil visitantes.

O navio museu pode ser visitado todos os dias a partir das 9h30.

MUSEU DE OLARIA DE BARCELOS RECEBE EXPOSIÇÃO PÓSTUMA DE JOÃO MACEDO CORREIA

“João Macedo Correia: o ceramista visionário” é o nome da exposição temporária que estará patente, de 27 de setembro de 2017 a 11 de março de 2018, no Museu de Olaria. Integradas no programa expositivo vão estar imagens inéditas de um dos mais emblemáticos ceramistas barcelenses.

A mostra, organizada pela Câmara Municipal de Barcelos, composta por mais de 90 peças, na sua maioria da coleção dos filhos Adélio Marinho Macedo Correia e Fernando Macedo Correia, é inaugurada na quarta-feira, dia 27 de setembro, às 18h00, onde também será apresentada a monografia “João Macedo Correia (1908-1987), o legado de um ceramista”, pelo Dr. António Augusto Joel.

João Correia Macedo é um dos grandes vultos da cerâmica barcelense. é um dos grandes vultos da cerâmica barcelense, exemplo perfeito da forma como a arte em torno da cerâmica moldou em termos sociais, culturais e económicos todo o território de Barcelos.

Oriundo de uma família de oleiros, cedo percebe que queria enveredar por um novo caminho. Estudou com alguns dos discípulos de Rafael Bordalo Pinheiro; implementou os seus conhecimentos na produção cerâmica, transformando a Fábrica do Macedo numa verdadeira Cerâmica artística.

Foram mais de 50 anos o tempo que se dedicou, com coragem, perseverança e persistência, ao ofício da cerâmica desde o tempo que passou na fábrica de cerâmica do seu pai ao período em que, fruto das circunstâncias da vida, recomeça a atividade, praticamente sozinho, numa pequena oficina junto à sua habitação.

Por tudo isto, João Macedo Correia tornou-se um exemplo pela defesa dos interesses dos oleiros e barristas de Barcelos em prol da salvaguarda do futuro da indústria cerâmica da região.

CABECEIRAS DE BASTO PRESERVA NÚCLEO FERROVIÁRIO DO ARCO DE BAÚLHE

Cobertura de cocheira no Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe ficou concluída

Ficou concluída a substituição integral da cobertura da cocheira que alberga as carruagens reais no Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe do Museu das Terras de Basto, cobertura essa que se encontrava em avançado estado de degradação. Uma magnífica intervenção que teve como objetivo resolver os problemas recorrentes de infiltrações no espaço onde estão albergadas as duas carruagens-salão usadas pelo Rei D. Carlos e a Rainha D. Amélia de Orleães na sua viagem às Pedras Salgadas em 1907.

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A empreitada que consistiu na substituição da atual cobertura, designadamente de toda a estrutura em madeira e telhado, foi adjudicada por 46 mil euros, uma verba substancial do orçamento municipal justificada pela aposta da Câmara de Cabeceiras de Basto na beneficiação e conservação dos equipamentos públicos em particular e na valorização do património em geral.

No decurso da obra foi instalada uma plataforma sobre as carruagens reais para as proteger de eventuais danos que pudessem ocorrer com a queda de materiais e ferramentas, dado que não havia a possibilidade de as deslocar para local seguro. As carruagens foram também protegidas das poeiras próprias deste tipo de intervenção.

O Museu das Terras de Basto é um museu polinucleado que integra o Núcleo Ferroviário do Arco de Baúlhe, Núcleo de Arte Sacra, Casa da Lã e Casa do Pão.

O Núcleo Ferroviário encontra-se instalado na antiga estação ferroviária de Arco de Baúlhe, término da Linha do Tâmega. A Estação Ferroviária de Arco de Baúlhe foi inaugurada em 15 de Janeiro de 1949 e encerrada no dia 1 de Janeiro de 1990.

No ano de 2000, a REFER cedeu à Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto o espaço da estação e os seus edifícios, ficando esta autarquia responsável pela sua conservação, manutenção e gestão, em estreita colaboração com a Fundação Museu Nacional Ferroviário, tendo sido criado o Museu das Terras de Basto que foi inaugurado em maio de 2004.

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BRAGA INAUGURA NÚCLEO MUSEOLÓGICO DAS RUÍNAS ARQUEOLÓGICAS DE SÃO MARTINHO DE DUME

União de Freguesias e Município promovem musealização das ´Ruínas Arqueológicas de São Martinho de Dume´. Inauguração do Núcleo Museológico terá lugar este Sábado

Realizar-se-á este Sábado, dia 26 de Agosto, pelas 10h30, a Inauguração do Núcleo Museológico de São Martinho de Dume (2. fase), um projecto promovido pela União de Freguesias de Real, Dume e Semelhe e pelo Município de Braga.

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A intervenção realizada visou a musealização das ruínas da antiga Catedral, que se localizam sob a actual igreja paroquial de Dume e seus espaços circundantes - um espólio muito significativo e exemplar da antiga arquitectura cristã da Europa Ocidental.

No plano nacional, a salvaguarda e valorização deste monumento nacional assume uma importância impar pela sua singularidade e valia patrimonial, constituindo-se como exemplar único. A sua valorização permitirá projectar as Ruínas Arqueológicas de São Martinho de Dume para o mesmo patamar dos grandes conjuntos europeus similares, integrando-o nos circuitos internacionais de arquitectura cristã antiga.

Pelo valor patrimonial que se encontra enraizado nestes chãos, pretende-se com o projecto apresentado proporcionar uma melhor interpretação e estudo do passado. Com a concretização deste projecto estarão criadas as condições para que o Núcleo Museológico de Dume, enquanto centro de interpretação do monumento, funcione como polo cultural e lúdico, podendo albergar exposições, recepcionar visitas organizadas de público escolar e público indiferenciado mas também de especialistas em Arqueologia e História.

Mandada construir pelo Rei Suevo Charrarico no ano 550, a antiga Catedral foi consagrada a S. Martinho de Tours, como voto de agradecimento pela cura do filho. Ao longo dos tempos até ao presente, todo o espaço em causa e envolvente, foi vivido e marcado pelas várias épocas sendo os períodos mais significativos, os vividos pelos Romanos, Suevos e Visigodos, Época Medieval e o passado mais próximo com a construção de uma Igreja e Capela.

O papel de Braga na afirmação do cristianismo é internacionalmente reconhecido e encontra as suas raízes precisamente no contexto histórico dos séculos V-VII, pois o estatuto de capital religiosa cristã do Noroeste Peninsular, que desde o final do século III acumulou com a capitalidade provincial de Bracara Augusta, beneficiou da afirmação da cidade como capital do reino suevo e da notável acção organizadora de São Martinho Dumiense, bispo de Dume e Arcebispo de Braga.

As “Ruínas Arqueológicas de São Martinho de Dume” estão classificadas como Monumento Nacional (Decreto n.º 45/93, de 30-11-1993. DR 280 – I Série-B, p. 6699), com Zona Especial de Protecção (Portaria nº 227/97 (2ª série), de 13-5-1997. DR 110 – II Série, p. 5522-5523).

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NAVIO GIL EANNES É UM DOS MAIS VISITADOS MUSEUS DE VIANA DO CASTELO

Navio Gil Eannes recebe 44 378 visitantes

De 1 de janeiro a 31 de julho do corrente ano o Navio Museu Gil Eannes recebeu 44 378 visitas, um aumento de 39% (12 560 pessoas) relativamente a 2016.

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Dos 44 378 visitantes destaca-se 30 499 nacionais, 13 879 estrangeiros sendo que 8 083 integraram visitas guiadas a grupos na sua maioria oriundos de entidades de ensino.

Desde que o Navio Gil Eannes abriu ao público em agosto de 1998 e até à data, a Fundação Gil Eannes já contabilizou 817 659 pessoas que fizeram visita a este emblemático navio museu.

A Fundação Gil Eannes tem apostado na reabilitação de vários espaços do navio hospital tendo o último restauro sido feito nas antigas enfermarias gerais, onde se encontra patente a exposição “Navios Construídos nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo”, constituída por 59 navios pintados a aguarela pelo Arqº Telmo Gomes.

A exposição “Heróis que o tempo não apaga” localizada na sala de exposições temporárias, pode ser visitada até 31 de dezembro. Esta exposição composta por 25 painéis alusivos à faina da pesca do bacalhau à linha, retrata a vida a bordo de um lugre da pesca do bacalhau.

Na sala “José Hermano Saraiva” encontra-se a exposição de “Cirurgia Cardiotorácica” do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia. Constituída por 39 fotografias de autoria do Dr. Filipe Carneiro, as quais representam o trabalho de toda a equipa que diariamente presta os mais diversos cuidados na área da cirurgia cardíaca e cirurgia torácica geral.

O Navio Museu Gil Eannes pode ser visitado todos os dias das 9h30 às 19h00.

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FAFE INAUGURA MUSEU DA EDUCAÇÃO

Espaço recria escola do passado

No próximo Sábado, 10 de Junho, pelas 15h30, vai ser inaugurado o Museu da Educação de Fafe, situado na antiga Escola Deolinda Leite, em Silvares S. Martinho.

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O espaço pretende recriar a evolução da educação no concelho, sobretudo no âmbito do ensino básico.

Por iniciativa do Município de Fafe e da Junta de Freguesia de S. Martinho de Silvares, foi organizado o Museu da Educação, ocupando o espaço arquitetónico da centenária Escola Deolinda Leite, naquela freguesia, que, datada de 1892, representa um investimento na educação por iniciativa de emigrantes fafenses no Brasil, os chamadosbrasileiros de torna viagem.

O museu apresenta painéis com textos e imagens dedicados aos instituidores da Escola Deolinda Leite (João Pinto da Costa Ferreira Leite, em honra e louvor de sua esposa Deolinda Emília Correia Martins Leite), às marcas dos brasileiros de torna-viagem na instrução primária, à instrução ao longo do Estado Novo e ao ensino no concelho após o 25 de Abril, do básico ao superior.

No âmbito do museu, que sumaria ainda cronologicamente a evolução da educação no concelho ao longo dos séculos XVIII a XXI, é recriada uma sala de aula do passado, com as suas carteiras, a secretária do professor, os mapas, as caixas métricas e outros aspectos.

Dezenas de manuais escolares, originais ou fasimilados, completam o espólio de um museu que se pretende aberto e em permanente recriação!

CENTRO DE INTERPRETAÇÃO DA HISTÓRIA MILITAR DE PONTE DE LIMA É ALVO DE ELOGIO INTERNACIONAL

Ponte de Lima impressionou Ex-Chefes de Estado-Maior do Exército de França, da Alemanha e Portugal

Ponte de Lima foi um dos três locais escolhidos a nível nacional para acolher o encontro dos Generais “EX-CEME” - Ex-Chefes de Estado-Maior do Exército de França, da Alemanha e Portugal.

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No passado dia 27 de maio, o Executivo Municipal de Ponte de Lima acompanhou o General Elrick Irastorza, o General Hans-Otto Budde, e o General José Luís Pinto Ramalho, respetivamente ex-Chefes de Estado-Maior do Exército de França, Alemanha e Portugal, numa visita, sob a coordenação do Coronel António Feijó ao Centro de Interpretação da História Militar de Ponte de Lima. Este encontro não podia terminar sem um Verde de Honra no Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde, espaço que tem como principal missão contribuir para a promoção do Vinho Verde através da investigação e divulgação do seu lastro patrimonial. O Festival Internacional de Jardins foi também ponto de paragem, numa visita que terminou por entre percursos do Centro Histórico.

Após a visita aos vários espaços o Comité não hesitou em elogiar a qualidade das infraestruturas e do acervo museológico, assim como também dos recursos endógenos que permitiram e motivaram a sua construção.

A visita seguiu para o FIJ, inaugurado no dia anterior, para a sua 13ª edição consecutiva, não sem antes se ter realizado uma visita ao Centro Histórico da vila mais antiga de Portugal. Alvo do elogio dos ex-Chefes de Estado-Maior do Exército das três nações, Ponte de Lima marcou esta visita transnacional pelas melhores razões.

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