Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

VIZELA HOMENAGEIA POVO E MANUEL CAMPELOS

Câmara inaugura monumentos de homenagem ao Povo de Vizela e a Manuel Campelos

A Câmara Municipal iniciou as obras dos monumentos de homenagem ao Povo de Vizela e de homenagem a Manuel Campelos que serão inaugurados no próximo dia 19 de março, no âmbito das comemorações do 21 º aniversário do Município de Vizela.

ng-459b3d9b-b8eb-46a0-9652-a339a46f0ef9.jpg

Foto: JN

Assim a Câmara Municipal vai inaugurar no dia 19 de março um monumento de homenagem ao Povo de Vizela, que ficará na rotunda de S. Miguel.

Por isso, com este monumento ao Povo de Vizela, a Câmara Municipal pretende homenagear todos aqueles que fizeram de um sonho comum a independência de um Povo e recordar o que os vizelenses fizeram outrora, perpetrando, no tempo e no espaço, o feito, a vitória, a luta e a coragem de quem não quis desistir e deu a Vizela aquilo que é hoje.

Assim, e 21 anos depois da Assembleia da República ter ouvido a nossa apaixonada reivindicação e nos ter dado o Concelho, vai a Câmara Municipal prestar a devida homenagem à causa vizelense de luta pela autonomia administrativa que é, sem dúvida, aquela que mais identifica os vizelenses: lutadores, apaixonados e orgulhosos de pertencer à sua terra.

Ainda no seguimento da intenção do Município de Vizela em perpetuar a memória de Manuel da Costa Campelos para as gerações vindouras, a Câmara Municipal vai prestar-lhe uma homenagem com a atribuição da toponímia ‘Avenida Manuel da Costa Campelos’ à ligação da rua Dr. Braulio Caldas à rotunda da GNR e com a inauguração de um monumento evocativo ao cidadão honorário do Município de Vizela, prestando uma homenagem pública a um Homem que encabeçou uma luta fulcral para o futuro dos Vizelenses e que se entregou a uma causa pública de forma abnegada.

Vizela celebra assim este ano o seu 21.º aniversário, relembrando o conflito popular de vários séculos, em que os vizelenses lutaram pela liberdade da nossa terra e Vizela atingiu o sonho de voltar a ser Concelho, a 19 de março de 1998.

rotunda povo Vizela.JPG

PONTE DE LIMA COMEMORA DIA DO MUNICÍPIO

Comemorações do Dia de Ponte de Lima arrancam com diversas iniciativas culturais dinamizadas pelo Município

Por ocasião das comemorações do Dia de Ponte de Lima, assinalado a 4 de Março, o Município promove um conjunto de iniciativas, que se propagam a toda a Vila.

51791388_2047753628612043_8362342780336340992_n (2).jpg

A efeméride que assinala a entrega do Foral pela Rainha D. Teresa a Ponte de Lima, no ano de 1125, terá como convidado de honra Sua Excelência o Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Dr. João Paulo Rebelo, que acompanhará o Executivo Municipal ao longo da tarde.

As comemorações arrancam pelas 15h30, com a Inauguração de uma Exposição sobre o Caminho Português de Santiago intitulada de “Caminhos: O Caminho em tempo de Camélias”, a decorrer na Torre da Cadeia Velha.

Do programa para as comemorações, consta também a deposição de uma Coroa de Flores na Estátua da Rainha D. Teresa, no referido local, pelas 16h30, e uma hora mais tarde, a Inauguração das Obras de Requalificação do Estádio Municipal do Cruzeiro.

A obra de requalificação à “casa dos limianos”, cujo investimento da parte do Município rondou os 650,000€, orientou-se pela premissa de “proporcionar melhores condições desportivas aos atletas que usufruem deste equipamento”.

A política de beneficiação e reparação dos equipamentos desportivos municipais tem vindo a distinguir-se de entre um leque de múltiplas outras atribuições e iniciativas, motivadas pelo sistema político vigente, sendo que o campo conta agora com vários blocos de balneários renovados, e com um núcleo de instalações sanitárias completamente adaptadas às necessidades dos atletas.

A intervenção muniu o espaço de novos edifícios das bilheteiras, arrecadação de material desportivo, e outras valências, tais como sala de massagens, gabinete médico, lavandaria, bar de apoio e secretaria. O espaço das bancadas também foi beneficiado com uma cobertura, e o espaço intervencionado com uma nova rede circundante, numa área que foi ampliada em 133m2, perfazendo agora no seu total, mais de 400m2.

Após a visita, decorre pelas 18h30, no Auditório Municipal, a Sessão Solene que, entre discursos, abrangerá o Momento Musical “Still Life”, e a apresentação do Livro “Os Carecas de Ponte do Lima”. Esta revisitação da história inventada por António Feijó, em 1880, estará a cargo do Eng. João Abreu Lima. Esta fecha o dia, mas o programa cultural prenuncia e prolonga a efeméride.

Neste sentido, já desde 1 a 3 de Março, o Município promove o fim-de-semana Gastronómico do Bacalhau de Cebolada. E em terra de Sabores e Saberes, o folclore ecoa, com o Encontro Concelhio de Bombos e o Desfile da Tradição com todos os Grupos Folclóricos do Concelho, respetivamente às 10h00 e às 15h00 de domingo, 3 de março.

Da tradição à modernidade, a vila aposta fortemente na cultura, com “Do ballroom à sala de concerto – Uma viagem pelos tempos do jazz com a Orquestra Jazz de Matosinhos”, a decorrer a 8 de Março, no Teatro Diogo Bernardes.

Ainda no Teatro Diogo Bernardes, desta vez a 9 de Março, decorre a “Noite de Fado com Sara Correia”, e a 10 de Março um Concerto pela Banda do Exército | Destacamento do Porto.

No seu 894º aniversário de Foral, será verossímil afirmar, que há quase nove séculos, mais do que um destino, Ponte de Lima é uma experiência, traduzida por uma herança cultural inimitável.

52268862_2059981224055950_7427217860423843840_n (1).jpg

CONCELHO DE VIZELA FOI RESTAURADO HÁ 21 ANOS!

Município de Vizela comemora 21.º aniversário

No próximo dia 19 de março, o Município de Vizela comemora o seu 21.º aniversário, assinalando a luta pela autonomia administrativa do Concelho, que viu finalmente o seu objetivo alcançado a 19 de março de 1998.

cartaz 19 MARÇO 2019.png

O programa oficial das comemorações foi apresentado ontem pelo Presidente da Câmara Municipal de Vizela, no local onde irão decorrer as festividades, o Jardim Manuel Faria.

Na sua intervenção, Victor Hugo Salgado destacou a importância do bolinhol enquanto produto turístico gastronómico, apostando na realização da Feira do Bolinhol aliada às comemorações do aniversãrio do Município.

O Edil destacou a aposta que a Autarquia tem efetuado na divulgação do doce tradicional de Vizela, sendo disse exemplo, não apenas a realização da Feira, mas também a promoção do Bolinhol além-fronteiras, como foi o caso da Xantar, revelando ainda que a Câmara se encontra a preparar, juntamente com os produtores locais, uma candidatura do Bolinhol às 7 Maravilhas da Doçaria em Portugal.

O Presidente da Câmara destacou também a aposta na realização de eventos como motor de desenvolvimento turístico e o programa das comemorações do 21.º aniversário é disso exemplo.

Assim, as comemorações iniciam-se no dia 15 de março, sexta-feira, no Jardim Manuel Faria com um vasto programa que se prolonga até ao dia 19 de março, segunda-feira.

Assim, na sexta-feira, dia 15 de março, terá lugra as 21.00h, a apresentação do Concurso Bandas de Vizela 2019, segunido a atuação da banda Typical Me, vendcedor do concurso de 2018. A noite termina com Djs, no Jardim Manuel Faria.

No dia seguinte, 16 de março, terá lugar a abertura da Feira do Bolinhol, pelas 11.00h, que se prolonga até dia 19 de março, no Jardim Manuel Faria. Pelas 15.00h sobem ao placo do Jardim Manuel Faria os gupos locais e à noite terá lugar um concerto da banda vizelense Duvale.

No dia 17 de março, domingo, a tarde está reservada aos vizelenses 4 Mens e Tânia Sampaio, no Jardim Manuel Faria. Segunda-feira, dia 18 de março, terá lugar o concerto de Anselmo Ralph, às 22.00h no Jardim Manuel Faria.

O dia 19 de Março será marcado pelas cerimónias solenes. Às 9.00h terá lugar a celebração da missa solene do aniversário do Concelho, na igreja de S. Paio, seguindo-se a inauguração da Capela Mortuária de S. Paio. Às 10.30h terá lugar a receção dos convidados no Edifício-sede do Município (Praça do Município), seguindo-se a inauguração dos Monumentos de Homenagem a Manuel Campelos e de Homenagem ao Povo de Vizela.

Às 11.00h terá lugar a sessão solene no Jardim Manuel Faria, onde a Câmara Municipal, ao abrigo do Regulamento do Conselho das Condecorações Municipais, vai distinguir personalidades e instituições com medalhas honoríficas e ainda reconhecer, através da atribuição de um galardão de mérito, os ‘jovens quadros vizelenses’ que atualmente, pelo percurso de vida, académico e profissional, se destacam a nível nacional, nas suas mais variadas vertentes, sejam elas na cultura, na ciência, na comunicação, na música, na moda ou no desporto.

A tarde voltará a ser de festa, no Jardim Manuel Faria, onde prossegue a Feira do Bolinhol, aliada a um tarde musical com os grupos da terra, a partir das 15.30h.

INVESTIGAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO: COMUNIDADES INTERMUNICIPAIS CUMPREM APESAR DE AFASTADAS DOS CIDADÃOS

Seis anos depois da aprovação do estatuto das entidades intermunicipais, um estudo da Universidade de Aveiro (UA) sugere que as comunidades intermunicipais “cumpriram amplamente o seu objetivo” de aproximar municípios com vistas à resolução de problemas comuns. No entanto, por concretizar, estão as expectativas das comunidades intermunicipais que há seis anos julgavam quer iriam conseguir mais financiamentos do que aqueles que até agora conseguiram. Às comunidades intermunicipais falta ainda envolver outros atores regionais e cidadãos.

Os investigadores Filipe Teles e Patrícia Silva.jpg

O estudo parte de um inquérito às comunidades intermunicipais do território continental, incluindo as Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto, nas quais todos os 278 concelhos se encontram representados.

“As associações intermunicipais cumpriram amplamente o objetivo de estimular a aprendizagem mútua entre municípios e de permitir aos municípios obter ganhos de escala, isto é, os municípios passaram a cooperar para resolver problemas que ultrapassam as fronteiras dos municípios individuais”, aponta a investigadora Patrícia Silva, politóloga e investigadora do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território (DCSPT) e da Unidade de Investigação Governança, Competitividade e Políticas Públicas (GOVCOOP) da UA.

A autora do trabalho, a par de Filipe Teles e Joana Ferreira, também da UA, diz que “esta capacidade de cooperar – e até a vontade expressa de alargar formas de cooperação intermunicipal a outras arenas – sugere sinais muito positivos”, sobretudo quando se pensa que “o contexto português foi durante muito tempo caracterizado por rivalidades entre os municípios, com escassa vontade de cooperar e que, em larga medida, a pertença às comunidades intermunicipais foi imposta aos municípios”.

Exceções à regra

A única exceção a este cenário parece ser a perceção quanto à capacidade de as associações obterem fundos comunitários. Se, por um lado, descreve Patrícia Silva, “tal pode estar relacionado com as elevadas expectativas (e necessidade!) dos municípios relativamente à diversificação das fontes de financiamento para assegurar os projetos municipais e intermunicipais”, por outro lado “a obtenção de fundos depende muito da capacidade de interação com outros níveis de governação e, naturalmente, das oportunidades de financiamento”. Por isso, sublinha a investigadora, “não se trata de uma dimensão que dependa exclusivamente do compromisso dos municípios para com os projetos intermunicipais”.

A investigação chama ainda a atenção para as questões de legitimidade das comunidades intermunicipais que “é indireta, na medida em que os membros e, naturalmente, o presidente não são escolhidos diretamente pelos cidadãos”. Os eleitores escolhem ‘apenas’ os representantes dos municípios nas Eleições Autárquicas e são estes que estão representados na assembleia intermunicipal e no conselho executivo das Comunidades intermunicipais. Pelo menos parcialmente, aponta Patrícia Silva, “esta questão ajuda a explicar o pouco interesse dos cidadãos relativamente às atividades das Comunidades intermunicipais”.

A única exceção identificada é o caso das empresas da região que “têm revelado maior interesse pelas atividades das comunidades do que revelam pelas atividades dos seus municípios”.

Para além das questões de legitimidade que o estudo refere, “esta incapacidade de envolver outros atores pode limitar a capacidade das comunidades intermunicipais de mobilizar outros recursos e outras competências e capacidades que as regiões têm”. Além disso, “a capacidade de envolver e de obter consensos com outros atores (políticos, empresariais, da academia, etc.) também poderia ser uma forma de evitar a duplicação de funções e, muitas vezes, de estruturas”.

O trabalho do DCSPT da UA procurou analisar a capacidade de governação das comunidades intermunicipais, considerando  cinco dimensões específicas: âmbito de cooperação (motivos para a cooperação e áreas de intervenção); o compromisso dos municípios e o seu contributo para os objetivos da comunidade; a sua arquitetura (em termos de número de funcionários e financiamento), democracia (a forma como as comunidades se relacionam com os cidadãos e com outros atores regionais) e estabilidade (considerando a perceção dos benefícios da cooperação, a capacidade de tomada de decisões e a vontade expressa dos municípios de alargar o âmbito de cooperação a outras áreas).

VIZELA COMEMORA 10 ANOS DA RESTAURAÇÃO DO MUNICÍPIO

Apresentação do programa comemorativo do 21.º aniversário do Município de Vizela

Fruto da nova dinâmica de impulso implementada por este Executivo Municipal na área cultural e turística, a Câmara Municipal de Vizela apresenta no próximo dia 19 de fevereiro, o programa comemorativo do 21.º aniversário do Município de Vizela.

A apresentação terá lugar no Jardim Manuel Faria, às 15.30h.

De destacar que a nova dinâmica deste programa comemorativo vem no seguimento da aposta da Autarquia na realização de eventos, potenciadora de desenvolvimento económico, social, cultural e turístico, em especial com o objetivo de promoção e divulgação de Vizela enquanto destino turístico.

FREGUESIAS EXTINTAS PODEM SER RESTAURADAS

O Governo vai apresentar em breve à Assembleia da República uma proposta de lei que poderá colocar fim à fusão de freguesias realizada em 2013. O novo mapa autárquico que daí resultará deverá ficar pronto até 2021, ano em que se realizarão as próximas eleições autárquicas.

ManifestaçãoFreguesias 019

Porém, caberá aos autarcas entretanto eleitos a decisão de desagregar as freguesias, o que poderá frustrar o desejo de autonomia de algumas das anteriores freguesias.

A fusão das freguesias foi efectuada com o argumento da necessidade de redução de gastos com a sua manutenção, porém desconhece-se até ao momento os resultados de tal decisão.

Recorde-se que em junho de 2012, foram muitas as freguesias dos mais diversos concelhos do Minho que participaram em Lisboa numa grandiosa manifestação de protesto contra aquilo que designavam por “reforma administrativa territorial autárquica”. Muitas dessas freguesias têm agora aqui uma oportunidade de vir a recuperar a sua autonomia.

ManifestaçãoFreguesias 030

ManifestaçãoFreguesias 035

ManifestaçãoFreguesias 045

ManifestaçãoFreguesias 048

ManifestaçãoFreguesias 051

ManifestaçãoFreguesias 017

ManifestaçãoFreguesias 066

ManifestaçãoFreguesias 016

ManifestaçãoFreguesias 073

ManifestaçãoFreguesias 092

ManifestaçãoFreguesias 129

ManifestaçãoFreguesias 091

ManifestaçãoFreguesias 130

ManifestaçãoFreguesias 123

ManifestaçãoFreguesias 122

ManifestaçãoFreguesias 103

ManifestaçãoFreguesias 113

FALECEU MANUEL CAMPELOS, FUNDADOR DO MOVIMENTO PARA A RESTAURAÇÃO DO CONCELHO DE VIZELA

Voto de pesar pelo falecimento de Manuel Campelos

A Câmara Municipal de Vizela manifesta o seu mais profundo e sentido pesar pelo falecimento de Manuel Campelos prestando, deste modo, a humilde homenagem à memória do principal rosto da autonomia Vizelense.

SAVE_20180224_110823

Manuel Campelos foi fundador e líder do Movimento para a Restauração do Concelho de Vizela, integrou a Comissão Instaladora do Município de Vizela, logo após a criação do concelho em 1998, e era cidadão honorário do Município de Vizela.

Manuel Campelos foi, acima de tudo, um Homem perseverante e lutador, um exemplo de coragem de quem não quis desistir e que nos faz voltar no tempo e lembrar aqueles que fizeram de um sonho comum a independência de um Povo...

Ninguém como Manuel Campelos se entregou, ao longo de mais de três décadas, de forma contínua, persistente e abnegada, a uma luta perseverante, que chegou ao fim a 19 de março de 1998 e que elevou, finalmente, Vizela a Concelho.

A Câmara Municipal não poderia deixar de prestar uma última homenagem pública a um Homem que encabeçou uma luta fulcral para o futuro dos Vizelenses, sendo a sua perda uma notícia extremamente triste para toda a comunidade Vizelense, que hoje se curva afetuosa e respeitosamente perante a sua memória, uma homenagem a um homem de traço distinto e cada vez menos comum, que se entregou a uma causa pública de forma abnegada.

À sua família e amigos, a Câmara Municipal de Vizela apresenta as mais sentidas condolências.

Assim, a Câmara Municipal de Vizela decreta três dias de luto municipal (21 a 23 de agosto) em memória de Manuel Campelos.

Câmara Municipal de Vizela

20 de agosto de 2018

INFORMAÇÕES DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MUNICÍPIOS PORTUGUESES SOBRE O PROCESSO DE DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA SÃO INSUFICIENTES PARA O MUNICÍPIO DE VIZELA SE PRONUNCIAR

Câmara responde a ANMP sobre descentralização administrativa

No decorrer da semana passada, a Câmara Municipal de Vizela respondeu à Associação Nacional de Municipios Portugueses (ANMP) sobre o processo de descentralização administrativa.

Edifício sede Vizela

Assim, é entendimento da Câmara Municipal que a extensão das informações apresentadas pela ANMP não possibilitam que o Município de Vizela se possa pronunciar sobre a proposta de descentralização administrativa em apreço.

A Autarquia entende ainda que, sem prejuízo da necessidade de obtenção de mais informações, será necessário um maior período de análise da proposta apresentada, de modo a que seja devidamente acautelado o interesse do Concelho de Vizela.

LIVRO ‘SUCCESS FULL - CASOS DE SUCESSO NOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES’ APRESENTADO EM BRAGA

Dia 20 de abril

A obra assenta numa abordagem diversificada dentro da área do Marketing Territorial

O livro «Success Full – Casos de Sucesso nos Municípios Portugueses», será apresentado, no próximo dia 20 de abril, na fnac de Braga, pelas 17h00. Trata-se de uma publicação inédita em Portugal, baseada em casos de sucesso na gestão de vários municípios de Portugal, onde Melgaço é referido como sendo um exemplo de sucesso e gestão.

LIVRO SUCCESS FULL - CASOS DE SUCESSO NOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES

Pela primeira vez em Portugal, mais de duas dezenas de reputados académicos e investigadores de universidades, politécnicos e escolas de gestão, com a coordenação de João Abreu, elaboraram um conjunto de case studies baseados em 13 experiências de sucesso na gestão de municípios portugueses. «Success Full – Casos de Sucesso nos Municípios Portugueses», é um livro de inegável interesse para autarquias, entidades de coordenação supramunicipal, investigadores e docentes, partidos políticos, gestores. A obra, editada pela Idioteque, assenta numa abordagem diversificada dentro da área do Marketing Territorial, centrando-se em casos diferenciadores: aborda temáticas tão ricas e diversas como o turismo e património, a gastronomia e vinhos, a atração e promoção do investimento, as políticas culturais e de educação, a sustentabilidade, os eventos icónicos, entre outros. ‘Este é o reflexo do trabalho que a autarquia tem desenvolvido em prol do município’, considera Manoel Batista, Presidente da Câmara Municipal de Melgaço.

Amarante, Cabeceiras de Basto, Gondomar, Lamego, Maia, Mangualde, Paredes, Porto, São João da Madeira, Vila do Conde, Vila Nova de Famalicão e Vila Nova de Gaia, são os restantes municípios abordados.

AUTARCAS DO NORTE EXIGEM REFORÇO DAS POLÍTICAS DE COESÃO

Estruturas Intermunicipais do Norte contestam reprogramação do Portugal 2020

Decorreu hoje, dia 9 de Abril, a terceira Reunião da Plataforma de Concertação Intermunicipal da Região Norte. A iniciativa serviu, sobretudo, para discutir a reprogramação do Portugal 2020 e tomarem uma posição colectiva sobre o tema. A iniciativa juntou os presidentes e representantes das seguintes entidades: CIM Alto Tâmega; CIM do Ave; CIM do Cávado; CIM do Alto Minho; CIM do Douro; CIM do Tâmega e Sousa; CIM das Terras de Trás-os-Montes e Área Metropolitana do Porto.

CMB09042018SERGIOFREITAS00000011859

Em discussão esteve a intenção do Governo em transferir verbas do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) para o Fundo Social Europeu, no âmbito do Programa Operacional Regional do Norte, para fazer face a despesas que os Autarcas da região Norte consideram ser da responsabilidade do Orçamento do Estado. Na reunião foi aprovado um documento que será enviado ao Primeiro-ministro de Portugal, com quem esta plataforma se pretende reunir o mais brevemente possível.

Segundo Ricardo Rio, presidente da CIM Cávado, é ´muito importante´ a justiça na aplicação das verbas como forma de promover um desenvolvimento coeso e justo do território nacional. “Consideramos que há princípios que não estão a ser respeitados e não aceitamos o reforço na má política de canibalização dos quadros regionais por despesas correntes do Orçamento de Estado. Esta tendência tem vindo a agravar-se, nomeadamente com a imposição de proceder à acomodação de aproximadamente 230 milhões de euros para fazer face a despesas do Ministério da Educação e do Ensino Superior”, afirmou o Autarca no final da reunião, que se realizou no Museu dos Biscainhos, em Braga.

CMB09042018SERGIOFREITAS00000011860

O Edil apontou também a escassez de fundos disponíveis em áreas de investimento prioritárias e estruturantes para a região, como o são as acessibilidades a localizações empresariais, equipamentos e serviços colectivos e políticas de reabilitação e regeneração urbana, bem como a necessidade de dar um ´impulso significativo´ na execução do actual quadro comunitário, cuja taxa de execução se cifrava nos 23% em Fevereiro último.

“Estas vertentes não foram acauteladas e a reprogramação deveria servir para reforçar verbas no desenvolvimento destas áreas”, sublinhou, criticando o agravamento das descriminações e a discrepância de tratamento das regiões por parte do Estado central: “É incoerente por parte do Governo imputar fundos comunitários a despesa corrente nas regiões que mais necessitam, quando estes deveriam ser utilizados para promover o desenvolvimento, e financiar a despesa corrente em zonas que não têm acesso a fundos comunitários”.

Como referiu Ricardo Rio, a plataforma pretende reunir brevemente com o Primeiro-ministro dando-lhe conta dos seus argumentos e reivindicações, de modo a ´corrigir estas lacunas do Quadro Regional´.

A próxima reunião da Plataforma de Concertação Intermunicipal da Região Norte está agendada para o dia 2 de Maio, em Alfândega da Fé. Nesta reunião foram ainda abordados temas relacionados com o financiamento do Portugal 2030, as concessões de energia eléctrica em baixa tensão e outros assuntos de interesse intermunicipal.

CMB09042018SERGIOFREITAS00000011865

VIZELA CELEBRA RESTAURAÇÃO DO CONCELHO DISTRIBUINDO 10 MIL BANDEIRAS MUNICIPAIS

Dez mil bandeiras para os 20 anos do concelho de Vizela

Autarquia pretende ver todos os edifícios decorados de azul e amarelo, as cores municipais.

A Câmara de Vizela vai distribuir 10 mil bandeiras do município pela população para celebrar os 20 anos da restauração do concelho e da elevação a cidade.

img_818x455$2018_03_09_23_09_02_717147

"A bandeira é o grande símbolo do concelho, que demonstra que valeu a pena a luta de várias gerações, que permitiu a sua autonomia e o desenvolvimento. Pretendemos recuperar o orgulho no concelho", afirmou o presidente da Câmara, Vítor Hugo Salgado. Sublinhou também que se pretende assinalar em Vizela "aquilo que foi a essência da luta e que permitiu a sua autonomia".

O programa de comemoração dos 20 anos do concelho foi ontem apresentado, numa cervejaria do centro da cidade. À sessão, assistiram alguns cidadãos que participaram ativamente no processo de restauração do concelho. Nas mesas do estabelecimento já se podiam ver muitas bandeiras azuis e amarelas do concelho, como que anunciando o que vai acontecer nos próximos dias.

O presidente da Câmara de Vizela espera agora que a população recrie o ambiente festivo e de orgulho na terra, que foi vivido com a criação do concelho, em março de 1998, quando, nas fachadas dos edifícios, se observavam centenas de bandeiras do novo concelho e a população, em dezenas de autocarros, ‘inundou’ a Assembleia da República.

O concelho de Vizela, no distrito de Braga, tem cerca de 12 700 habitantes. Foi criado em maio de 1361 e extinto em fevereiro de 1408. A 19 de março de 1998, o município foi restaurado, por desmembramento de cinco freguesias de Guimarães, uma de Lousada e uma de Felgueiras.

Fonte: Secundino Cunha / https://www.cmjornal.pt/

VIZELA PARTICIPA NO CONGRESSO DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MUNICÍPIOS PORTUGUESES

Município de Vizela representado no Congresso da ANMP em Portimão

O XXIII Congresso da Associação Nacional de Municípios (ANMP) realizou-se em Portimão, no passado sábado, dia 9 de dezembro.

Congresso ANMP Vizela

Em representação do Município de Vizela estiveram o Presidente da Câmara Municipal, Victor Hugo Salgado, o Presidente da Assembleia Municipal, Fernando Carvalho, e o Presidente da União das Freguesias de Caldas de Vizela (São Miguel e São João), Mário José Oliveira, em representação das juntas de freguesia concelhias.

O Congresso, que contou com a presença do Presidente da República, do Primeiro-Ministro e do Ministro da Administração Interna, teve como tema central a descentralização de competências nas Autarquias.

BRAGA COMEMORA 500 ANOS DO FORAL MANUELINO DE MIRE DE TIBÃES

Comemorações dos 500 anos do Foral de Mire de Tibães

«Queremos aproximar cada vez mais Tibães da Cidade, dos Bracarenses e de todos os que nos visitam»

O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, presidiu esta manhã, à cerimónia de inauguração do monumento evocativo das celebrações dos 500 anos do foral da freguesia de Mire de Tibães, um Monumento que se destaca pela evocação do passado histórico e da valorização da memória, do património e da Cultura de Tibães.

CMB03092017SERGIOFREITAS0000008791

Acompanhado pelo presidente da Junta de Freguesia de Mire de Tibães, José Magalhães, e pelos vereadores do Município, Ricardo Rio fez questão de salientar que, também por fruto da importância histórica e cultural desta freguesia “queremos aproximar cada vez mais Tibães da Cidade, dos Bracarenses e de todos quantos nos visitam”.

Contextualizando a importância histórica de Tibães, desconhecida por alguns, o Autarca fez questão de lembrar as “importantes decisões para o País tomadas em tempos idos na sala do Capítulo do Mosteiro de Tibães, e que marcaram a história de Portugal”, bem como a necessidade de preservar esse património material.

O monumento hoje inaugurado, localizado na via de acesso ao Mosteiro de Tibães, da autoria da Arq. Fátima Pereira, pretende essencialmente perpetuar, de forma física, a memória e o património histórico desta freguesia, traduzindo a história dos 500 anos da atribuição da Carta do Foral a Tibães.

O Monumento, sendo ele mesmo um marco temporal, transformar-se-á, ao longo do tempo, nomeadamente sob a sua cor e aspecto, mutante, com o passar dos anos, face às condições climatéricas a que está submetido, ganhando uma patine de zinco, que o tornará, ao longo do tempo, mais nobre e atractivo, representando meio milénio de importância de Mire de Tibães na história de Braga, da Região e do País.

CMB03092017SERGIOFREITAS0000008794

CMB03092017SERGIOFREITAS0000008798

CMB03092017SERGIOFREITAS0000008799

CERVEIRA COMEMORA 40 ANOS DE PODER LOCAL

Instalação da 1ª Assembleia Municipal comemora hoje 40 anos

Foi precisamente há quatro décadas, a 21 de fevereiro de 1977, que tomou posse a 1ª Assembleia Municipal de Vila Nova de Cerveira, resultado das primeiras eleições livres para os órgãos das Autarquias Locais. Governantes de hoje recordam aqueles que ficam na memória pela responsabilidade de implementar os alicerces da democracia no concelho.

16797730_1571766576184871_6826909896194664495_o.jpg

Após as primeiras eleições democráticas realizadas a 12 de dezembro de 1976, e com a tomada de posse do Eng.º João Lemos Costa, em janeiro de 1977, como 1º Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, foi a 21 de fevereiro de 1977 que muitos cerveirenses assistiram à instalação da Assembleia Municipal, num ato presidido pelo então governador civil de Viana do Castelo, Dr. Oliveira e Silva.

A 1ª Assembleia Municipal de Vila Nova de Cerveira foi presidida por José Moreira, tendo como 1º Secretário Jaime Joaquim Fernandes Areale 2º Secretário António de Sousa Guerreiro. No total, a constituição deste órgão deliberativo era de 31 elementos, dos quais 15 presidentes de junta de freguesia e 16 eleitos eleitos pelo colégio eleitoral do Município, em representação dos seguintes partidos: PPD/PSD, PS e CDS.

Para o atual Presidente da AssembleiaMunicipal de Vila Nova de Cerveira, “é unânime o reconhecimento do serviço prestado pelo Poder Local à consolidação democrática e ao desenvolvimento do país, incluindo as por vezes tão esquecidas Assembleias Municipais”. Vitor Nelson Torres diz ser “justo recordar esse momento marcante da nossa democracia e simultaneamente prestar homenagem a todas as mulheres e homens que ao longo destes 40 anos, no exercício das suas funções, revelaram dignidade e sentido de responsabilidade. Hoje, passados 40 anos, continuam atuais os princípios na defesa do Poder Local atendendo a que este constitui uma pedra angular da democracia Portuguesa, pelo papel fundamental que desempenha para o desenvolvimento das comunidades locais e a formação cívica dos cidadãos”.

O Presidente da Câmara Municipal, Fernando Nogueira, realça “uma data importante no processo da consolidação da democracia pois, mais do que a nível do Poder Local Democraticamente Eleito, a Assembleia Municipal é o órgão que tutela as atividades da Câmara Municipal daí que, em boa verdade, em termos deliberativos é o principal órgão do Município”.

POVOA DE LANHOSO DEBATE REFORMAS ADMINISTRATIVAS DESDE MEADOS DO SÉCULO XIX ATÉ A ACTUALIDADE

A 25 de fevereiro, no âmbito do Ciclo de Conferências “Maria da Fonte no seu e no nosso tempo” Póvoa de Lanhoso debate “Reforma e Reorganização Administrativa Territorial Autárquica em 1836 e hoje”

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso promove, no próximo dia 25 de fevereiro e no âmbito do Ciclo de Conferências “Maria da Fonte no seu e no nosso tempo”, a iniciativa intitulada “Reforma e Reorganização Administrativa Territorial Autárquica em 1836 e hoje”.

Maria da Fontemm.jpg

“Na continuação das comemorações dos 170 anos da Revolução da Maria da Fonte, o Município organizará mais este momento, cujo objetivo será estabelecer um paralelo entre a reforma administrativa de 1836 e a atual. Perceber as diferenças entre os impactos causados por ambas as reformas pode dar-nos pistas para o que poderá acontecer numa futura reorganização administrativa”, salienta o Vereador da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, André Rodrigues. “Este é, portanto, um tema atual e consideramos que esta é uma excelente oportunidade para ouvir dois especialistas nesta área”, acrescenta.

A atividade tem início, às 16h00, no Núcleo Documental do Centro Interpretativo Maria da Fonte, com a abertura da exposição “Propostas para uma Reforma Territorial Administrativa da Póvoa de Lanhoso em 1845”.

Seguir-se-ão duas Conferências. A primeira, designada “Municípios e Freguesias – da Maria da Fonte aos Nossos Dias”, terá como orador António Cândido Oliveira, Professor Catedrático Jubilado da Universidade do Minho e membro do NEDAL – Núcleo de Estudos de Direito da Administração Local.

A segunda irá abordar “A Reorganização Administrativa Territorial Contemporânea (2011-2013)” e terá como orador Pedro Madeira Froufe, Professor da Universidade do Minho e membro da UTRAT – Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território. O início está marcado para as 16h30, no Centro Interpretativo Maria da Fonte. A entrada é gratuita.

Evocar os 170 anos da Revolução da Maria da Fonte

De lembrar que, com o intuito de assinalar a passagem dos 170 anos da Revolução da Maria da Fonte, foi preparado um Ciclo de Conferências pelo Centro Interpretativo Maria da Fonte (CIMF), acompanhadas por exposições paralelas e envolvendo alguns dos principais ou mais relevantes parceiros do CIMF.

Este Ciclo de Conferências, para além de evocar historicamente a passagem do 170.º aniversário da Revolução da Maria da Fonte, também denominada Revolução do Minho, propõe-se, conjuntamente com os jornais “Maria da Fonte” e “Correio do Minho” (que cumprem, respetivamente, 130 e 90 anos de existência), fazer transpor para a contemporaneidade um conjunto de temáticas relevantes consideradas “Ao tempo da Maria da Fonte” e que no nosso tempo renovam a sua pertinência.

Em fevereiro é o momento de recuperar a análise em torno da organização territorial administrativa do território nacional, que, entre 2011 e 2013, encetou algumas mudanças, mas muito distantes das reformas liberais de Passos Manoel e Mouzinho da Silveira há 180 anos atrás, as quais tiveram enormes repercussões e reflexos em muitos territórios e comunidades, como aconteceu na Póvoa de Lanhoso ao tempo da Maria da Fonte.