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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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PAN CONDENA MORTE DE DOIS LOBOS IBÉRICOS E QUESTIONA ATUAÇÃO DO MINISTÉRIO DO AMBIENTE

O Pessoas-Animais-Natureza (PAN) deu hoje entrada no Parlamento de uma iniciativa em que questiona o Ministério do Ambiente e Alterações Climáticas (MAAC) sobre a morte de mais dois exemplares de lobo ibérico, nos concelhos de Montalegre e de Arcos de Valdevez. O PAN lamenta que a morte dos exemplares desta espécie protegida, relativamente à qual tem apresentado diversas iniciativas que visam contribuir para uma proteção mais efetiva proteção da mesma.

“Ao que é conhecido publicamente, as circunstâncias em que ocorreram as mortes destes dois animais ainda não se encontram apuradas. Infelizmente, não são caso único e há mais uma vez a lamentar a perda de dois exemplares de uma espécie endémica da Península Ibérica e cujo estado de conservação se encontra em perigo”, critica a porta-voz e deputada do PAN.

Na sua interpelação, o PAN questiona o Ministério do Ambiente sobre as diligências efetuadas na sequência da morte de mais dois animais, bem como sobre as medidas que estão a ser adotadas pela tutela para travar mais perdas de exemplares. O PAN pretende ainda que o ministério divulgue quais os resultados dos processos abertos em 2021 e 2022 relacionados com o abate de lobo ibérico em Portugal e se houve lugar a participações criminais.

O PAN tem vindo, sucessivamente, a propor diversas iniciativas, nomeadamente em sede do Orçamento do Estado para 2023 e para 2022 com vista, nomeadamente, a que haja lugar à emissão de um novo despacho que permita retomar o pagamento de indemnizações por danos em animais causados pelo lobo-ibérico. O PAN viu inclusivamente ser aprovada por unanimidade no Parlamento de uma iniciativa nesse sentido, que visava igualmente a promoção de ações de sensibilização tendentes à adoção de medidas preventivas que evitem ataques de lobo. “É preciso que o Governo faça o que lhe compete e cumpra com os compromissos que frequentemente invoca em matéria de biodiversidade e travar assim a perda de espécies emblemáticas como é o caso do lobo ibérico”, vinca Inês de Sousa Real.

MINHOTOS EM 1941 ENTREGARAM O MILHO À FEDERAÇÃO NACIONAL DOS PRODUTORES DE TRIGO

O Ministério da Economia - Gabinete do Ministro, através da Portaria 9958, publicada em Diário do Govêrno n.º 289/1941, Série I de 1941-12-12, determinou que se considerem requisitadas as quantidades de milho existentes na posse dos produtores dos concelhos de Caminha, Vila Nova da Cerveira, Valença do Minho, Monção, Melgaço, Paredes de Coura, Ponte de Lima, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Terras do Bouro, Montalegre e Chaves.

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Este diploma foi rectificado, tendo sido acrescentados novos concelhos.

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GOVERNO REQUISITOU EM 1941 O MILHO AOS PRODUTORES

O Ministério da Economia - Gabinete do Ministro, através da Portaria nº. 9958, publicada em Diário do Govêrno n.º 289/1941, Série I de 12 de Dezembro de 1941, determinou que se considerassem requisitadas as quantidades de milho existentes na posse dos produtores dos concelhos de Caminha, Vila Nova da Cerveira, Valença do Minho, Monção, Melgaço, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Terras do Bouro, Montalegre e Chaves.

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TRANSPENEDA-GERÊS - CORRIDA DOS 4 CASTELOS

De 3 a 5 de junho realiza-se mais uma edição do TransPeneda-Gerês (TPG) – “Corrida dos 4 Castelos”, evento organizado pela empresa carlos_sa_nature_events, com a colaboração dos cinco municípios que integram o Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG): Montalegre, Melgaço, Terras de Bouro, Ponte da Barca e Arcos de Valdevez.

Este será o palco principal para este fantástico evento de trail, que irá contar com provas de várias distâncias: 27km, 55km, 105km Non-stop, 165km Non-stop e 165km Relay/Estafetas.

Dia 4 em Lindoso

10h00 - Partida TPG 105 Km Non-stop (Castelo de Lindoso)

10h45 – O Tempo limite de passagem na Base de Vida de Lindoso - TPG 165km

Mais informações: https://www.carlossanatureevents.com/pt/tpg

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QUEM É ARTUR COIMBRA – UM HISTORIADOR A QUEM FAFE DEVE OS MAIORES CONTRIBUTOS NA INVESTIGAÇÃO DA SUA HISTÓRIA?

Artur Coimbra é uma personalidade por demais conhecida e respeitada em Fafe para que ousemos colocar a questão a saber de quem realmente se trata. Mas, perdoem-nos os leitores pois não resistimos de com humildade apresentálo através do BLOGUE DO MINHO. Faltam-nos as palavras para irmos além da sua própria biografia.

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Artur Ferreira Coimbra nasceu em 10 de Maio de 1956, no lugar da Borralha, freguesia de Salto (Montalegre), filho de pai fafense que foi trabalhar para as minas, nos anos de 1950 e de mãe natural daquele lugar, que também aí laborava.

Com apenas dois anos de idade, a família rumou à freguesia de Serafão, no município de Fafe, onde fez a escola primária. Cursou depois a Telescola, em Garfe (Póvoa de Lanhoso), seguindo-se o Colégio Municipal de Fafe e o então Liceu Sá de Miranda, em Braga, onde concluiu o ensino secundário.

Em 1980, instalou-se em Fafe, onde integrou o executivo da Câmara Municipal de Fafe, em regime de permanência, com acção na área da cultura, no mandato 1980-1982, numa altura em que frequentava a Faculdade de Letras da Universidade do Porto, cuja licenciatura em História concluiu em 1982.

Mais tarde, concluiria o Curso de Especialização em Assuntos Culturais no Âmbito das Autarquias, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (1995) e o Mestrado em História das Instituições e Cultura Moderna e Contemporânea na Universidade do Minho (2000), com a dissertação sobre o tema Paiva Couceiro e a Contra-Revolução Monárquica (1910-1919), que publicou em 2000, na editora fafense Labirinto.

A partir de 1983, ingressou na carreira de Técnico Superior no Município de Fafe. Dois anos depois, seria nomeado chefe de Divisão da Cultura e Desporto da autarquia. Mantém cargos dirigentes até hoje (actualmente é Chefe de Divisão da Cultura e Turismo), com acção funcional da informação à política cultural, programação cultural nos espaços municipais, gestão das bibliotecas e arquivos, gestão da Casa Municipal de Cultura (fundada em 1984), coordenação das publicações, organização de eventos históricos e literários, entre muitas outras. Em 2016, foi nomeado director dos Museus Municipais de Fafe.

Fundou (1981, enquanto vereador) e coordenou durante mais de três décadas o Boletim Municipal de Fafe. É o responsável-coordenador desde o início da revista cultural Dom Fafes, fundada em 1994 e da qual foram publicados até agora 22 números.

Foi um dos fundadores, em 1990, e é presidente até à actualidade do Núcleo de Artes e Letras de Fafe e coordenador de todas as suas actividades, eventos e publicações.

Começou a escrever bem cedo e publicou o seu primeiro livro de poesia, O Prisma do Poeta, em 1978, quando tinha apenas 22 anos.

A partir daí editou mais meia dúzia de obras na área da poesia, a última das quais Palavras à procura de voz (2018).

Dada a sua formação académica e por paixão, dedicou-se à investigação no âmbito da História Local, tendo publicado até agora mais de duas dezenas de livros, maioritariamente sobre a história e a memória de Fafe e das suas gentes, valores e instituições, freguesias e património, entre as quais várias biografias, e as obras Dicionário dos Fafenses; Desafectos ao Estado NovoEpisódios da Resistência ao Fascismo em Fafe (com 3 edições); Fafe – Apontamentos de História Local; O Associativismo em Fafe; António Marques Mendes – Íntimo e Universal; Fafe – 30 Anos de Poder Local (1976-2006) – Alguns Aspectos; Associação Desportiva de Fafe – 50 Anos de História; Teatro-Cinema de Fafe – Memória para o Futuro; Escola Industrial e Comercial de Fafe – Memória e Testemunhos e Fafe, Meu Amor. Textos e imagens sobre o concelho.

É autor da monumental e mais actualizada monografia sobre o concelho, com o título Fafe – a Terra e a Memória (2ª edição, 2016), obra inteiramente a cores e com mais de 600 páginas.

Em 2019, foi o vencedor do Prémio Literário A. Lopes de Oliveira, para o género "Estudos Histórico-sociais de Âmbito Local ou Regional", promovido pelo município de Fafe, com a sua obra Bombeiros Voluntários de Fafe – Uma História de Heroísmo desde 1890, publicada em 2017.

Contam-se pelas dezenas os prefácios, posfácios e colaborações em obras colectivas das áreas da poesia, conto e historiografia.

Apaixonado pelo jornalismo, foi correspondente durante décadas de jornais nacionais (Jornal de Notícias e Diário de Notícias), das agências nacionais de notícias (ANOP e depois a Lusa) e colaborador da imprensa local e regional (jornais de Guimarães, Felgueiras, Cabeceiras e Póvoa de Lanhoso, entre outros).

É colaborador do diário Correio do Minho (Braga), há mais de 45 anos e é Director Adjunto e colaborador há anos do jornal Povo de Fafe.

Recebeu diversos prémios jornalísticos pelo seu trabalho literário e foi galardoado com as mais altas condecorações do Município de Fafe (Medalha de Ouro de Mérito Concelhio) e da Junta de Freguesia de Fafe (Medalha de Ouro), ambas em 2003.

Foi fundador de diversas associações e integra os órgãos sociais de instituições locais: além do Núcleo de Artes e Letras de Fafe (presidente da Direcção), da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fafe (vice-Presidente da Direcção), Confraria da Vitela Assada à Moda de Fafe (vice-Presidente da Direcção), Academia de Música José Atalaya e Academia de Letras de Trás-os-Montes (presidente do Conselho Fiscal, em ambos os casos).

FOLHETIM "TERRA FRIA" RETRATOU A VIDA DAS GENTES DO BARROSO

Terra Fria – Ferreira de Castro

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Ferreira de Castro era um homem que gostava de conhecer o ser humano em todas as suas vicissitudes, um estudioso das questões sociais, utilizando as suas observações para a realização da maioria dos seus livros.

“Terra Fria” é um dos romances onde ele aplica o fruto das suas longas observações, traçando-nos um retracto da vida do povo do nordeste transmontano, evidenciando o sofrimento, a luta quotidiana e o modo de vida quase medieval que se fazia sentir nos início dos anos 30 do século passado.

E, para mim, é aqui que reside a principal beleza deste romance. Escrito em 1934, Ferreira de Castro pretendeu transmitir a imagem da vida nessa região. Hoje em dia, 80 anos depois, esse cenário desapareceu ou poucos vestígios existem, pelo que é nas páginas de “Terra Fria” que descobrimos esse passado e que faz deste livro uma espécie de romance histórico.

Aldeia de Padornelos, Montalegre. Leonardo luta dia a dia pelo sustento da sua família. Ele a mulher, ainda sem filhos, procura em trabalhos esporádicos e principalmente no contrabando, ganhar algum dinheiro enquanto sonha em se estabelecer por conta própria com uma venda (espécie de mercearia que ainda conheci no Alentejo nos anos 80).

É neste contexto que Ferreira de Castro nos descreve a actividade do contrabando, tão em voga nessa altura. Mas o autor vai mais longe.

Volta a Padornelos um homem que havia estado emigrado nos Estados Unidos e, como era apanágio, fica conhecido pelo “americano”. Depressa dá mostras da sua riqueza que o leva a ser considerado um dos homens mais importantes e influentes da aldeia e é ele que dá origem ao drama que irá assolar a aldeia.

É um romance que nos faz sentir uma constante solidão. Somos assaltados por imagens de uma terra desoladora, fria, onde a pobreza é a única condição conhecida e onde o rico julga ter todo o poder sobre o pobre. A meu ver, Ferreira de Castro para além de evidenciar a pobreza do Portugal profundo, nesse caso em Trás-os-Monte, lança aqui uma crítica feroz ao abuso de poder do regime caracterizado no “americano” e a sua forma de agir.

Fonte: https://nlivros.blogspot.com/

CENAS PREPARADAS NO BARROSO, PARA ILUSTRAÇÃO DO FOLHETIM TERRA FRIA.

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Fonte: ANTT

LUTA CONTRA A EXPLORAÇÃO DO LÍTIO LEVA A BOICOTE ELEITORAL

Populares de Morgade repetem "voto de protesto" contra a mina

Populares de Morgade que se opõem à exploração de uma mina de lítio a céu aberto nesta freguesia de Montalegre repetem hoje um "voto de protesto" e recusam-se a votar nas eleições legislativas.

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Esta manhã verificou-se, inclusive, uma tentativa de boicote em três mesas de voto das aldeias de Morgade, Cortiço e Arcos, no concelho de Montalegre, distrito de Vila Real.

Fonte da GNR disse à agência Lusa que em Cortiço e Arcos foram encontradas chaves partidas nas fechaduras das portas dos edifícios e, em Morgade, os portões estavam fechados com cadeados e a fechadura da porta colada.

De acordo com a fonte, as três mesas de voto estavam a funcionar normalmente às 08:00, hora do início do ato eleitoral.

Fonte: LUSA

TRANSCÁVADO ESTÁ DE VOLTA DESDE MONTALEGRE A ESPOSENDE

TransCávado 2019 é apresentado amanhã em Montalegre

Amanhã, dia 13 de setembro, a empresa municipal Esposende 2000 vai fazer a antevisão do TransCávado BTT-GPS 2019, em sessão a decorrer em Montalegre, no Ecomuseu de Barroso – Espaço Padre Fontes, às 10h30, integrada no Fórum Desporto, Turismo e Território.

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A quarta edição deste evento desportivo decorrerá nos dias 21 e 22 de setembro e ligará a nascente do rio Cávado à foz, partindo do sopé da terceira elevação de Portugal, a serra do Larouco, em Montalegre, com os seus imponentes 1.525 metros de altitude, em direção a Esposende.

Mais de 400 participantes abraçaram o desafio e vão pedalar por trilhos, carreiros, caminhos e estradas, uns na versão slow race, em apenas um dia, outros na vertente race, ao longo dos dois dias. São 150 quilómetros de pura adrenalina e vibrante desafio.

Reafirmando a importância da bacia hidrográfica do Cávado, esta prova de ousadia, desafio e superação tem marcada passagem por nove municípios (Montalegre, Terras de Bouro, Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso, Amares, Vila Verde, Braga, Barcelos e Esposende), envolvendo territórios de dois distritos (Vila Real e Braga), unindo Trás-Os-Montes e o Minho e assumindo-se como um canal privilegiado de divulgação cultural da região, através do ciclismo de aventura, natureza, lazer e liberdade.

Na consolidação do sucesso das edições anteriores, está lançado o desafio de ligar o majestoso Parque Nacional da Peneda-Gerês ao imponente Parque Natural do Litoral Norte, unindo a nascente à foz, testemunhando o fraterno abraço do Cávado ao oceano Atlântico e usufruindo de um genuíno sentimento de pura liberdade em vertiginosa pedalada velocipédica.

Na organização desta prova, a Esposende 2000 conta com a parceria dos municípios de Esposende, Barcelos, Vila Verde, Braga, Amares, Terras de Bouro, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho e Montalegre, assegurando toda a logística necessária, nomeadamente, transporte de pessoas, bicicletas, mochilas, alimentação e dormidas, com pontos de recolha em Montalegre e em Esposende, apoio médico e mobilidade supervisionada e protegida.

TERRABOURENSES FORAM A SALTO FAZER TIRO AOS PRATOS

7ª Prova do Circuito Interclubes de Tiro aos Pratos

No dia 16 de junho, na 7ª prova do Circuito Interclubes de Tiro aos Pratos que decorreu em Salto, Montalegre, a equipa de Tiro Desportivo do Clube CPE de Terras de Bouro contou com a participação de dois elementos que são referências históricas do tiro aos pratos concelhio, inscrevendo, pela 1ª vez, uma representação na categoria de Super-Veteranos.

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O maior destaque, no entanto, não vai para os mais experientes, que, desta vez, não atingiram o alvo da excelência, mas para o atleta mais jovem, cujo resultado o guindou ao 2º lugar do pódio na categoria de Sub25.

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PARTIDO "OS VERDES" CONFRONTA ANTÓNIO COSTA COM EXPLORAÇÃO DE LÍTIO EM MONTALEGRE

Hoje, no debate quinzenal com o Primeiro Ministro sobre políticas ambientais, de ordenamento e de valorização do território, a Deputada Heloísa Apolónia questionou António Costa sobre a exploração de lítio em Montalegre.

A Deputada de Os Verdes acusou o Primeiro Ministro de declarações contraditórias em matéria de exploração de lítio pois o Governo afirmou que não haveria exploração em áreas classificadas. Ocorre que em Montalegre, em área classificada como Património Agrícola da Humanidade pela FAO/UNESCO, há um contrato assinado de exploração de lítio sem sequer haver avaliação de impacto ambiental.

Os Verdes lamentam que esta matéria tenha ficado sem resposta por parte do Sr. Primeiro Ministro e, como tal, comprometem-se a confrontar novamente sobre esta situação.

Heloísa Apolónia, Deputada do PEV, levantou ainda, neste debate, questões sobre mitigação e adaptação ao fenómeno das alterações climáticas, com foco na floresta, prevenção de incêndios e fim da expansão do eucalipto.

Veja aqui a intervenção completa da Deputada Heloísa Apolónia: https://www.youtube.com/watch?v=gV0VcvEgcM8 (tema “lítio” ao minuto 3:40).

O Grupo Parlamentar Os Verdes