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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MONDIM DE BASTO LEVA BOMBOS DE ATEI AO FOLKLOURES’20

O Grupo de Bombos de Atei, de Mondim de Basto, vai descer a Loures no próximo dia 4 de Julho de 2020 a fim de participar na próxima edição do FolkLoures que se resliza naquela cidade, numa iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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O Grupo de Bombos de Atei nasceu da iniciativa do mondinense Júlio Machado que reuniu os elementos necessários com vontade de integrar a banda e acima de tudo com muita interesse em aprender.
Após alguns meses de árduos ensaios, mas sempre com muita vontade, surgiram as primeiras aparições em público, grangeando a forte simpatia e carinho do povo.
No ano 2005, o Grupo de Bombos de Atei decidiu constituir a Associação Cultural e Recreativa Reviver as Tradições de Atei, criou o seu proprio logótipo, mandou confeccionar a Bandeira com a a qual passou a desfilar por todos os cantos do país.
São inúmeras as festas e romarias nas quais têm actuado, um pouco por todo o país, levando assim o nome de Atei a outras paragens.

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BOMBOS DE ATEI (MONDIM DE BASTO) RUFAM EM LISBOA

O Grupo de Bombos de Atei, de Mondim de Basto, volta a descer à capital para mais uma estrondosa arruada. Trata-se das comemorações da Restauração da Independência Nacional que vão decorrer no próximo dia 1 de Dezembro.

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A sua atuação tem o condão de impressionar os lisboetas, sobretudo quando na Praça dos Restauradores fazem troar os seus bombos e caixas a um ritmo alucinante bem característico das tradições da região d’Entre-o-Douro-e-Minho. De novo, eles vão seguramente abrilhantar o desfile deste ano, fazendo estremecer a cidade com o rufar dos seus bombos.

Entretanto, em jeito de convite, deixamos aqui algumas imagens da sua atuação em edições anteriores das comemorações da Restauração da Independência Nacional.

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VAMOS ENCHER A AVENIDA DA LIBERDADE

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro, e com a colaboração da CMP – Confederação Musical Portuguesa. Agradecemos também o apoio facultado pelo "Recheio" e pelo "Amanhecer", assim como a cobertura e transmissão pela RTP.

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O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017. Será êxito maior em 2018.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 7ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

  • Tocándar (Marinha Grande)
  • Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

  • Banda de Música da Força Aérea

BANDAS FILARMÓNICAS:

  • La Filarmónica de Olivenza (Olivença)
  • Banda Velha União Sanjoanense (Albergaria-a-Velha - São João de Loure)
  • Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)
  • Associação Filarmónica Vilarinhense de Vilarinho de Castanheira (Carrazeda de Ansiães)
  • Banda Filarmónica de Felgar (Torre de Moncorvo)
  • Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)
  • Sociedade Filarmónica de Tinalhas (Castelo Branco)
  • Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)
  • Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) - com o Grupo de Cantares de Pedrógão de São Pedro (Adufes) (Penamacor)
  • Associação Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja (Arganil - Coja)
  • Associação Filarmónica de Arganil (Arganil)
  • Banda de Ançã | Phylarmónica Ançanense (Cantanhede)
  • Associação Filarmónica Liberalitas Julia (Évora)
  • Banda da Sociedade Filarmónica Corvalense (Reguengos de Monsaraz)
  • Sociedade Filarmónica Artistas de Minerva (Loulé)
  • Sociedade Filarmónica Bendadense (Sabugal - Bendada)
  • Banda Academia de Santa Cecília (de São Romão) (Seia)
  • Sociedade Filarmónica Turquelense (Alcobaça)
  • Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília (Alavaiázere)
  • Centro Cultural Azambujense (Azambuja)
  • Banda 14 de Janeiro de Elvas (Elvas)
  • Associação Musical da Várzea (Amarante - Várzea)
  • Sociedade Musical 1.º de Agosto - Banda de Música de Coimbrões (Gaia - Coimbrões)
  • Sociedade Filarmónica de Crestuma (Gaia - Crestuma)
  • Associação Filarmónica 1º Dezembro Cultural e Artística Vilarense Reis Prazeres (Ourém - Fátima)
  • Sociedade Velha Filarmónica Riachense (Torres Novas - Riachos)
  • Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)
  • Banda Musical do Concelho de Sabrosa (Sabrosa)
  • Sociedade Musical 2 de Fevereiro - Banda de Santar (Nelas - Santar)
  • Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)
  • Filarmónica Recreio de Santa Bárbara (Terceira - Angra do Heroísmo)
  • SFUCO – Sociedade Filarmónica União e Capricho Olivalense (Lisboa)

Será um total de 35 entidades, integrando 2 grupos de percussão, 1 banda nacional militar e 32 bandas filarmónicas civis.

Cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país, irão descer a Avenida da Liberdade para celebrar Portugal, a Independência nacional e a Restauração, através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores, para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes, sob a direcção do Maestro Capitão António Rosado, da Banda de Música da Força Aérea.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas.

A apoteose final, com os músicos de todas as bandas formados em parada junto ao Monumento aos Restauradores, consiste na interpretação sequencial, como se de uma só orquestra se tratasse, dos Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

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PRESIDENTE DO MUNICÍPIO CABECEIRENSE PARTICIPA NOS ENCONTROS DE BASTO E BARROSO

Presidente da Câmara na sessão de encerramento dos Encontros de Basto e Barroso na Casa do Tempo de Cabeceiras de Basto

A 20ª edição dos Encontros de Basto e Barroso chegaram quarta-feira, dia 14 de junho, ao fim, depois de um mês e meio de conferências, um encontro desportivo e da realização da Assembleia Nacional da Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP). Organizados pelo Centro de Formação de Basto, os Encontros de Basto e Barroso tiveram no seio do debate o ‘Plano Nacional de Promoção do Sucesso Escolar’ num conjunto de cinco conferências que ocorreram nos cinco concelhos da área de abrangência destes Encontros – Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto, Ribeira de Pena e Montalegre.

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Na sessão de encerramento que aconteceu na quarta-feira, na Casa do Tempo, marcaram presença o presidente das Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves; o presidente da Câmara de Mondim de Basto, Humberto Cerqueira; a vereadora da Educação da Câmara de Montalegre, Fátima Alves; o delegado regional do Norte do IEFP, Dr. António Leite; o presidente da Comissão Diretiva do POCH - Programa Operacional Capital Humano, Dr. Joaquim Bernardo; a diretora do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto, Dra. Céu Caridade; o diretor do Centro de Formação de Basto, Prof. Doutor João Carlos Sousa; entre muitos professores e outros convidados.

Na sua intervenção, o presidente das Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, deu os “Parabéns” ao Centro de Formação de Basto por, ao longo destas duas décadas, ter contribuído para “a promoção da reflexão sobre as mais variadas questões ligadas à Educação e à Cultura, bem como para a divulgação das mais atuais e modernas práticas educativas nos concelhos de Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto, Ribeira de Pena e Montalegre” e destacou “somam-se já vinte anos a impulsionar o trabalho em rede e o aprofundamento dos conhecimentos, sobretudo, ao nível dos setores educativo e cultural”.

Francisco Alves felicitou todos os promotores desta iniciativa de âmbito regional por não terem esmorecido ao longo destes anos “e por se manterem firmes na defesa da escola, do ensino, da aprendizagem mas também da formação”.

Os Encontros de Basto e Barroso têm “contribuído para o intercâmbio de experiências e partilha de ideias e de saberes entre alunos e professores destes cinco concelhos – quatro da região de Basto e um da região de Barroso”, disse Francisco Alves, assegurando que “os Encontros de Basto e Barroso são uma iniciativa de sucesso que marca a agenda educativa e cultural dos concelhos de Basto e de Montalegre”.

Nas suas palavras e elogiando o trabalho realizado pelo Centro de Formação de Basto nestes últimos 20 anos de Encontros de Basto e Barroso, o delegado regional do Norte do IEFP, Dr. António Leite, desafiou a organização deste evento a continuar o “bom” trabalho realizado até hoje em torno de tão importantes temáticas relacionadas com a Educação.

MONDIM DE BASTO: BOMBOS DE ATEI VOLTAM A RUFAR EM LISBOA

Três anos decorridos desde a sua última participação nas comemorações em Lisboa do 1º de Dezembro de 1640, eis que o Grupo de Bombos de Atei, de Mondim de Basto, volta a descer à capital para mais uma estrondosa arruada.

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A sua atuação impressionou o numeroso público que então assistia às comemorações, sobretudo na Praça dos Restauradores. De novo, eles vão seguramente abrilhantar as festas deste ano, fazendo estremecer a cidade com o rufar dos seus bombos.

Entretanto, em jeito de convite, deixamos aqui algumas imagens da sua atuação nas comemorações de 2013.

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PONTE DE LIMA PROMOVE-SE NO ALGARVE E EM MONDIM DE BASTO

Ponte de Lima Associa-se à Campanha Promocional do TOPAS - na Feira da Terra – em Mondim de Basto e Algarve

O Município de Ponte de Lima marca presença numa Campanha Promocional do TOPAS (Tourism Public Auto Service), no Algarve, nos dias 08 e 09 de agosto em Lagos; 10 e 11 de agosto em Vilamoura e 12 e 13 de agosto em Tavira.

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O projeto coordenado pela Entidade do Turismo Porto e Norte pretende divulgar através de um conjunto de roodshows toda a região, como forma de consolidar a notoriedade da marca Porto e Norte de Portugal no Mercado Interno; consubstanciar a comunicação da região e dos seus produtos a todos os intervenientes na cadeia de valor do Turismo no sentido de alavancar uma promoção conjunta sustentável;  assim como,  envolver os diversos públicos em ações interativas e apelativas direcionadas no sentido de afirmar o Turismo do Porto e Norte de Portugal como uma marca dinâmica, atual e de proximidade na qual toda a região se reveja, identifique e contribua para a sua afirmação.

Ponte de Lima como um Destino Turístico Internacional, associa-se a esta inovadora campanha de promoção turística, promovendo as principais potencialidades turísticas do concelho, tendo em conta a localização estratégica no epicentro da Euroregião Norte de Portugal – Galiza. A gastronomia, o enoturismo, o património histórico e paisagístico, os desportos de natureza e equestres, o alojamento de qualidade, complementam uma oferta muito apetecível, com identidade e qualidade, que os operadores turísticos tanto procuram.

Atualmente esta campanha do TOPAS está presente na Feira da Terra, em Mondim de Basto, a decorrer até 5 de agosto, na qual Ponte de Lima está presente promovendo e divulgando os eventos que dinamiza e as suas principais potencialidades turísticas.

COMEMORAÇÕES POPULARES DA DATA HISTÓRICA DO 1º DE DEZEMBRO, DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL, CONSTITUÍRAM UMA JORNADA PATRIÓTICA A RECLAMAR A REPOSIÇÃO DO FERIADO NACIONAL

Mais de três dezenas de bandas filarmónicas, grupos de bombos e corais alentejanos em representação das mais diversas regiões do país desfilaram hoje em Lisboa, no âmbito das comemorações do 1º de Dezembro, data que assinala a Restauração da Independência de Portugal.

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O desfile contou com a participação de 32 agremiações, integrando 27 bandas filarmónicas, 2 grupos de Cante Alentejano e 3 grupos de percussão, os quais percorreram a avenida da Liberdade rumo à Praça dos Restauradores. A ladear o desfile, muitos populares aplaudiam as bandas musicais provenientes das suas terras de origem e acenavam com pequenas bandeirinhas que identificam os diversos períodos históricos da nossa nacionalidade.

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As comemorações do 1º de dezembro contaram ainda com a participação da Banda Filarmónica de Odemira, Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho, Associação Filarmónica Vilarinhense de Vilarinho de Castanheira, Banda Filarmónica Retaxense, Filarmónica Idanhense e Adufeiras de Idanha-a-Nova, Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense, Associação Filarmónica União Verridense, Banda Filarmónica Simão da Veiga da Casa do Povo de Lavre, SUA - Sociedade União Alcaçovense, Sociedade Filarmónica Portimonense, Sociedade Musical Gouveense Botto Machado, Sociedade Artística e Musical Cortesense, Sociedade Filarmónica Maceirense, Sociedade Filarmónica Pedroguense, Banda da Armada, Banda Musical e Artística da Charneca, Sociedade Desportiva e Recreativa União Mucifalense, Banda da Associação de Recreio Musical 1º de Dezembro de Campo Maior, Banda Musical de Gondomar, Associação Filarmónica União Lapense, Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro, SIC - Sociedade Instrução Coruchense, Banda Filarmónica Alveguense, Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 de Alcochete, Banda Filarmónica de Vila Nova de Anha, Banda Musical Velha de Barroselas, Sociedade Musical Vouzelense, Grupo Coral do Centro Republicano “Os Cigarras”, Grupo Coral do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira, Tocá Rufar e Grupo de Bombos de Atei, de Mondim de Basto.

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As celebrações em Lisboa da data evocativa da Restauração da Independência Nacional em 1640 adquiriram um especial significado num momento de particular crise como a que atualmente se vive, traduzindo-se ainda numa reivindicação pelo restabelecimento do feriado nacional. Aliás, a sua supressão teve o condão de transformar estas comemorações numa verdadeira manifestação popular de cariz patriótico que contrasta com o rumo político que nas últimas décadas tem vindo a ser imposto ao país.

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