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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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AS CARTAS DO BISPO BARCELENSE ANTÓNIO BARROSO

As cartas do bispo António Barroso: rara lucidez, energia do pioneiro (pré-publicação)

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António Barroso e o Vaticano – Correspondência é o título do livro que, recolhendo mais de 400 documentos guardados no Arquivo do Vaticano e pesquisados durante três anos, dá a conhecer diversas facetas do homem que foi missionário no Congo e bispo de Moçambique, de Meliapor (Índia) e do Porto, tendo assumido também a defesa da liberdade religiosa perante as perseguições da República.

Da autoria de Carlos A. Moreira Azevedo, o livro complementa a biografia de que o bispo e historiador é coautor, com Amadeu Gomes de Araújo, intitulada Réu da República (ed. Alêtheia),

António Barroso (Barcelos, 1854) – Porto, 1918) catalisa em si os debates do seu tempo, seja sobre a presença das missões católicas nas então colónias portuguesas, sobre a relação da Igreja com o Estado, a liberdade religiosa ou a renovação da vida religiosa.

O 7MARGENS publica a seguir alguns excertos da introdução da obra e cinco das cartas reproduzidas no livro. A obra será apresentada no Porto nesta sexta-feira, dia 17 de Maio, por Jorge Teixeira da Cunha, professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa. A sessão, que contará com a presença do autor e do bispo do Porto, realiza-se a partir das 21h00 no Paço Episcopal do Porto e tem entrada livre.

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Entrar no ânimo de um bispo santo

(Excertos da Introdução)

Em figuras cristãs de rara lucidez unem-se exemplar determinação e simplicidade evangélica, transparecem unidas a coragem e a fidelidade ao ideal. Não podem, por isso, negligenciar-se esforços para conhecer os detalhes das suas vidas, o itinerário das suas lutas, a clareza do seu pensamento.

Com este livro, não se oferece mais uma biografia do ilustre missionário de Remelhe (Barcelos), mas recolhe-se documentação essencial para entrar no ânimo de um bispo santo[1]. De facto, a correspondência conservada no Arquivo Secreto Vaticano, em grande parte inédita, constituirá fonte primária para analisar posições pastorais, liberdade política e notável discernimento.

Reuni aqui 400 cartas, sendo metade desconhecidas do processo de canonização, âmbito em que foi realizado um primeiro levantamento. (…)

Aqui despontam as marcas de uma personalidade paradigmática: não é apenas o missionário entregue à catequese e às estruturas da missão. António Barroso atende à geografia, à etnografia; desafia o tipo de política ultramarina reinante e conserva um firme amor à Pátria.

Como missionário no Congo, entre 1881 e 1888, espanta-nos a energia do pioneiro. Diante do total desamparo do ambiente, febres, condições inclementes, escassez de alimentos, rasga caminhos a partir de ruínas e escombros: funda um posto meteorológico, promove uma escola agrícola. Descobre rapidamente que o missionário tende a levar «em uma das mãos a cruz e na outra a enxada […] ser padre e ser artista, pai e mestre, doutor e homem da terra»…[2]Observa a realidade desastrosa, mas não tece lamentos, deita antes mãos à obra. Reconhece o trabalho protestante e sente quanto tem de esforçar-se para lhe estar a par. Não embandeira por caminhos fáceis de eficácia aparente. (…)

Os talentos excecionais revelados no Congo, do qual António Barroso manteria gratíssima recordação para sempre, quis o novo ministro da Marinha e do Ultramar, António Enes, escritor e político anticlerical e da Maçonaria, fossem alargados a uma região mais vasta. Barroso foi, então, nomeadoprelado de Moçambique por decreto real de 12 de fevereiro de1891. O núncio comunica, em carta de 16 de fevereiro de 1891 para o secretário de estado do Vaticano, o acordo do governo “pela nomeação do egrégio missionário Barroso”[3]. (…)

O espírito crítico acerca do modo de colonizar e a intenção de avançar no seu projeto ficam evidentes. De facto, o que anuncia vai cumprir: criou paróquias e deu início a várias missões como Maputo, Lhanguene. Muitas vezes teve de escrever ao ministro do Ultramar para exigir meios para as escolas, porque, como declarava António Barroso: a instrução pública não pesava sobre os seus ombros, mas era condição fundamental para uma evangelização séria e eficaz. (…)

Facto, porém, mais relevante são as quatro grandes viagens a que se aventurou. Constituem verdadeira epopeia missionária. Lançou-se a penosos itinerários pastorais para conhecer de perto a realidade indígena e para incentivar, pela experiência de vida, os seus colaboradores para não se pouparem ao desgaste, nem evitarem os contratempos. Assim podia incentivar a mudança e provocar o marasmo colonial. Os processos de uma errada colonização eram claros para D. António Barroso. (…)

O bispo de Meliapor percorreu inteiramente a diocese deliberando atritos, construindo a almejada comunhão, não obstante a dificuldade de locomoção devida aos antigos caminhos. Na Índia, em menos de dois anos, realizou 14 visitas pastorais às igrejas do Maduré, percorreu o vale do Ganges e fez visita às missões de Calentá, expondo-se às neblinas do grande rio e agravando o impaludismo, já crónico, levado de África. Apesar das frequentes febres, percorria, por dois, três ou quatro dias, geralmente em carros de bois, por entre pântanos ou desertos de calor abrasador, o caminho entre as comunidades cristãs. (…)

Uma questão que podemos verificar nesta correspondência consiste na emergência do lento processo da colegialidade dos bispos. (…) o quadro desarticulado entre os bispos era visto assim pelo Vaticano: “ausência absoluta de organização séria e de posição comum; e portanto de concórdia e de coesão”[4]. Perante tal retrato, aconselhava-se o núncio a insistir em conferências anuais. Curioso que o bispo do Porto, em carta a monsenhor Tonti, em 8 de abril de 1907, lamente, que após reunião de janeiro em Lisboa, na qual tinham manifestado desejo de se reunirem de novo para tratar de um catecismo comum, nada recebeu até agora e está dependente de aviso do patriarca[5]. Novamente, em 1915, esperava reunião, mas “parece ficar para as calendas gregas”[6].

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Cinco cartas

Uma desgraça, sobretudo para os pobres

As medidas do Governo de Hintze Ribeiro contra a ação das congregações religiosas querem agradar aos republicanos e situam-se dentro do espírito do Caso Calmon. Ao conhecer o Decreto do Governo de 10 de março de 1901, exigindo estatutos às congregações religiosas, o bispo do Porto manifesta a sua preocupação, pois muitas instituições de ensino e de caridade, dedicadas aos mais pobres, não têm estatutos.

– Carta ao núncio Andrea Aiuti. Porto, 12-03-1901.

Ex.moe Rev.moSenhor de toda a minha consideração e amizade

(reservada)

Publicaram os jornais o Decreto de 10 do corrente com respeito a congregações religiosas. Aqui há um grande número de instituições sobretudo de mulheres para o ensino dos pobres e caridade. Algumas destas instituições tem estatutos aprovados, mas na maior parte não existem tais estatutos; deste modo se o Decreto se executar à letra tem de retirar muita gente, o que significa uma desgraça, sobretudo para os pobres. Quais serão as vistas subliminares do Governo? Era um ponto importante a conhecer, mas importa dar força [?] aos católicos. Que será mais conveniente que eles façam neste momento? Eu desejava ouvir a opinião de V. E. R. em confidência sobre este assunto; e muito agradecia se V. E. me quisesse dizer um destes dias.

Aqui na rua há paz, mas os espíritos estão ainda muito exaltados e não é fácil ainda provar até onde poderá isto levar-nos.

Deus Nosso Senhor se compadeça deste pais que tão desorientado está. A mim tudo isto me tem causado profunda amargura. […]

António, bispo do Porto.

A orientação política divide os católicos

A incapacidade governativa do final do regime monárquico e a falta de uma resposta dos católicos, demasiado divididos em fações partidárias, faz sofrer o bispo do Porto. Antes desta obra que publico não era conhecida a advertência feita, em mensagem breve, ao cardeal Merry del Val, secretário de estado do Vaticano, a 6 de março de 1910: “uma questão gravíssima divide os ânimos entre os católicos portugueses, isto é a orientação política. Creio ser meu dever levar este facto ao conhecimento da Santa Sé, a fim de que determine o que julgue oportuno para a tranquilidade dos espíritos e para o bem da Igreja”[7].

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“Saúde e fraternidade” numa carta para Afonso Costa

Reveladora da responsabilidade pastoral e da audácia apostólica, com pés bem assentes nas dificuldades, mas sem qualquer temor, é a atitude com que Barroso encara a mudança de regime e a perseguição do governo republicano.

Não foi só no auge republicano de 1910 que teve início a luta de António Barroso a favor da liberdade religiosa e que começou a sua firmeza corajosa. Chegaria, contudo, a ocasião para revelar o carácter destemido da sua fé e amor à liberdade da Igreja. O Governo republicano apressou-se a lançar legislação abundante, destinada a erradicar o catolicismo em Portugal. As medidas legais contra a Igreja Católica multiplicam-se na incipiente República. O bispo escreve, em 12 de outubro, a Afonso Costa apelando para o fim da legislação contra a Igreja, uma vez que não está a ser submetida à aprovação da Assembleia Constituinte[8]. Os termos são hábeis e medidos. No entanto, o ministro não atende à carta e as medidas sucedem-se em crescendo.

– Carta ao ministro da Justiça, Porto, 12-10-1910.

Ex.mo Senhor Ministro da Justiça

Permita V. E. que, com vista nos altos interesses morais que me estão confiados, e que tanto importam ao Estado português, eu venha pedir a V. E. que as medidas, que se diz o Governo Provisório da República Portuguesa tenciona tomar, com respeito a assuntos eclesiásticos, não sejam decretadas antes da reunião da Assembleia constituinte, mas sim sejam a ela presentes.

Como cidadão português, ouso esperar que o Governo do meu país, nas medidas que sobre tais assuntos houver de tomar ou propor, se inspirará nos elevados princípios e sentimentos de liberdade, de justiça e de equidade, que podem concorrer para a ordem pública e para a tranquilidade e bem de todos, o que certamente constitui a aspiração do Governo.

Fico fazendo votos para que este pedido, que assim faço, seja benevolamente acolhido, se não por atenção a mim, pela consideração dos vitais interesses, a que respeita e cuja importância não careço expender, porque de sobejo a reconhece o esclarecidíssimo espírito de V. E., que, na actual conjuntura, quererá por certo proceder com aquela cordura e ponderação, que tão bem quadram a um homem de Estado.

Saúde e fraternidade.

Porto e Paço Episcopal 12 de Outubro de 1910.

António, bispo do Porto.

Abstenção é uma doce forma de nada se fazer

– Carta a monsenhor Masella. Porto, 06-06-1915

Porto 6-6-915

Ex.moe Rev.moSenhor

(…) Continuo com a opinião de que a abstenção é um erro e uma doce forma de nada se fazer.

Assim vimos sempre contemporizando com monárquicos e com republicanos; uns dizem que estamos enfeudados aos primeiros e os outros que tememos os segundos. Isto assim é talvez cómodo, mas não é digno e quem perde é a Igreja e também a Pátria.

Disponha sempre V. E. R. do que é […]

António, bispo do Porto.

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Monárquicos e republicanos, a distinção necessária

Em 1917, os bispos escrevem uma carta pastoral coletiva e em resposta a recomendações de Masella, referentes à imprensa católica, Barroso escreve: “Sempre me tenho esforçado por manter a necessária distinção e todos os dias verifico que é um erro muito grave imputar à monarquia ou à república, o que por sua natureza deve estar sempre acima do que pertence às disputas e paixões dos homens. Parece-me que a imprensa católica do Porto, que bem reduzida é, se tem mantido quanto possível nesta linha de conduta. O que às vezes lhe causa sacrifícios, pois a corrente mais forte deseja que a religião se ponha ao serviço dos interesses monárquicos[9].

Notas

[1]Os escritos oficiais de António Barroso, como missionário em África e Ásia, já mereceram uma publicação de António Brásio – D. António Barroso, missionário, cientista, missiólogo. Lisboa: Centro de estudos históricos ultramarinos, 1961.

[2] BARROSO, A. – O Congo: seu passado, presente e futuro. Lisboa: Imprensa Nacional, 1889, p. 70.

[3] Ver ANL 312, fasc. 2, f. 243. A apresentação do rei data de 14-02-1891. Existe cópia em ASV, Segreteria di Stato1891, rub. 250, f. 139.

[4] ANL 363, fasc. 1, f. 20.

[5] ANL 365, fasc. 3, ff. 21-22.

[6] ANL 397, fasc. 3, ff. 44-45v.

[7] Ver carta de 06-03-1910.

[8] Ver carta de 12-10-1910.

[9] ANL 393, fasc. 2, f. 72 (10-03-1917).

Fonte: https://setemargens.com/

HISTORIADOR GUILHERME KOEHLER CONSIDERA QUE D. PEDRO I DO BRASIL JAMAIS FOI REI DE PORTUGAL

Na sequência das várias discussões que se têm proporcionado nos grupos monárquicos do Facebook, enviei, no dia 2 de Setembro de 2012, à Academia Portuguesa de História a seguinte exposição pedindo provas documentais.

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Exmos. Senhores

Pedro I do Brasil

Na sequência de vários anos de estudo e de muitas horas de discussões, peço a V. Exas. se dignem apresentarem-me documentos confirmando que, na realidade, Pedro I do Brasil foi Rei de Portugal.

No que diz respeito ao período que vai desde a morte de D. João VI até à aclamação de SMF El-Rei D. Miguel I, o melhor que consegui encontrar, em termos genéricos diz isto:

No dia 6 de Março de 1826, D. João VI, doente, nomeou uma regência presidida pela Infanta D. Isabel Maria, sua filha, a qual vigoraria, mesmo com a morte do rei, até que o legítimo herdeiro e sucessor da Coroa aparecesse. (como se vê nem o Rei sabia quem era o herdeiro), D. João VI morreu 4 dias depois.

Logo D. Isabel Maria envia ao Brasil uma representação com a missão de convencer o Imperador a aceitar o trono de Portugal. Estaria o Imperador inclinado a aceitar, mas, perante a total e radical discordância e oposição dos brasileiros, "o Senhor D. Pedro mesmo positiva, e expressissimamente declarou que nada queria de Portugal, e até reconheceo mui solenemente que, sendo Imperador do Brasil, não podia ser Rei de Portugal."

  1. Pedro desde 1819 que não pisava solo português, não esteve em Portugal no ano de 1826, logo, como obrigavam as Leis Fundamentais da Monarquia a aclamação não podia ter acontecido, mais não tendo reunido as Cortes para o efeito.

Também, segundo as Leis Fundamentais da Monarquia, o Senhor D. Pedro não reunia os requisitos necessários e obrigatórios para poder suceder na Coroa de Portugal porque:

- "o Senhor D. Pedro, Filho, e Vassallo do Senhor D. João VI Rei de Portugal, não só aprovou, e favoreceo a Rebellião do Brasil, mas se apresentou á testa dos Rebeldes, e Revolucionários, como seu Chefe; desmembrou do Reino de Portugal aquella importantíssima Colónia, elevada por seu Pai á qualidade de Reino; e até se declarou a si próprio solemnemente perpetuo Defensor do paiz rebellado."

- "muito por seu querer e escolha se fez Estrangeiro a Portugal, passando a ser Soberano independente, e Imperador do Brasil, tendo-se por isso desligado este absolutamente de Portugal."

- "o Senhor D. Pedro, como Imperador do Brasil, se obrigou a residir sempre no Brasil, e não pode vir residir em Portugal; residência esta absolutamente indispensável para poder succeder na Coroa de Portugal."

- "O Senhor D. Pedro nem em Portugal, nem no Brasil foi acclamado Rei de Portugal."

- "O Senhor D. Pedro não... prestou o Juramento de guardar aos Portuguezes seus Privilégios, Liberdades, Foros, graças e costumes, que as Leis Fundamentais da Monarchia mandão que os Reis de Portugal prestem antes de serem levantados Reis, e antes que os Estados do Reino lhe prestem o Juramento de preito, e homenagem."

- "Ainda no caso de se poder suppôr legitimada pelo Senhor Rei D. João VI no Tratado de 29 de Agosto de 1825 a usurpação, e levantamento do Brasil em Império independente: caso puramente ideal, e de mera supposição, esse caso seria justamente o que previrão as Côrtes de Lisboa de 1641, dizendo: que se acontecer succeder o Rei deste Reino em algum Reino, ou Senhorio maior... e tendo dous, ou mais filhos varões, o maior succeda no Reino estranho, e o segundo neste de Portugal; e este seja jurado Príncipe, e Legitimo Sucessor."

- na outorgação da Carta Constitucional, verdade que ele assinou "... Rei de Portugal e dos Algarves". ELE assinou, mas não tinha qualquer legitimidade para o fazer porque tinha de ter sido legitimado pelas Cortes para o ser. Era a mesma coisa que o sr Rosário Poidimani se lembrar de fazer uma Carta, assinar como Rei de Portugal dos Algarves e passar a sê-lo, nem que fosse por um dia.

Em relação ao período pós-Convenção de Evoramonte, não há qualquer dúvida de que não foi Rei porque a acta das Cortes de 1834 é bem explícita e mostra que D. Pedro apenas foi Regente como vou expor:

Agosto, 15 – Abertura das primeiras Cortes, de acordo com a Carta Constitucional, após o fim da Guerra Civil. As sessões decorreram no Convento de S. Bento da Saúde, que passou a denominar-se Palácio das Cortes.

Agosto, 18 - Primeira sessão parlamentar, com discussão da proposta do ministro do Reino para que D. Pedro conservasse a regência até à maioridade da Rainha.

Agosto, 30 - D. Pedro prestou juramento solene como Regente, na sala do trono do Palácio da Ajuda.

Setembro, 18 - D. Pedro enviou uma mensagem às Cortes a pedir escusa da Regência, devido ao seu estado de saúde.

Setembro, 20– Juramento solene de D. Maria II da Carta Constitucional, depois de ter sido declarada a sua maioridade.

Conclusões:

Se o Ministro do Reino propõe que conservasse a regência, era porque não era Rei; se fosse Rei, não prestava juramento solene como regente; se a coroa era sua não pedia escusa da regência.

Pelas razões apresentadas concluo que D. Pedro do Brasil jamais foi Rei de Portugal e que só mesmo a História dos liberais vencedores fez dele isso.

Estamos num país livre que deve ter orgulho no seu passado, logo a mentira e a traição não podem sobrepor-se à verdade e à honra.

Os melhores cumprimentos

Guilherme Koehler

Fonte: https://www.facebook.com/guilherme.koehler.3?eid=ARAq-kF0m8kHg3eiCVWq14JC_ZpPBMJOI8RXGpuGbqJzqkwhR3zVvYBLCfOwXzpd3PPXLFIL0kRYh2m3 (Via: Bandeira Branca)

MONÁRQUICOS EVOCAM CENTENÁRIO DA MONARQUIA DO NORTE

A Real Associação do Porto, em parceria com a Causa Real e as Reais Associações de Lisboa, Braga e Viana do Castelo, vai promover a evocação do Centenário da Monarquia do Norte.

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No próximo dia 19 de Janeiro, Sábado, no Ateneu Comercial do Porto, pelas 18h00, haverá uma Conferência subordinada ao tema “Cem anos da monarquia do norte – uma história de resistência”, na qual serão oradores os historiadores Dr. Carlos Bobone e o Prof. Dr. Nuno Resende.

A conferência é de entrada livre, seguindo-se um Jantar sujeito a inscrição prévia até quinta-feira, dia 17 de Janeiro, ambos limitados à lotação do espaço.

O contributo para o jantar, no valor de 25,00 €, deverá ser efectuado por transferência bancária ou multibanco, para o nosso:

NIB: 0033 0000 0011 1128 3420 5

IBAN: PT50 0033 0000 0011 1128 3420 5

Agradecemos o envio do respectivo comprovativo para a nossa sede ou, preferencialmente, por email para realporto@realporto.pt, impreterivelmente até ao referido dia 17 de Janeiro.

Pelo interesse do tema e pela qualidade dos oradores, temos a expectativa de poder contar com a vossa presença!

EM 1910, IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA LEVA OS MINHOTOS A ABANDONAREM AS SUAS TERRAS PARA SE JUNTAREM AOS MONÁRQUICOS

A implantação do regime republicano em 1910 provocou um autêntico êxodo sobretudo no Minho e em Trás-os-Montes. Descontentes com a nova ordem política, numerosos minhotos seguiram para a vizinha Galiza onde enfileiraram as hostes do comandante Paiva Couceiro que preconizavam a restauração da monarquia.

Visivelmente preocupados com tal situação, os republicanos procuraram adotar medidas que impedissem essa migração em massa. Com esse propósito, o deputado Álvaro Castro apresentou na sessão de 21 de julho de 1911 da Assembleia Nacional Constituinte uma proposta “no sentido de banir do territorio português todos os individuos que attentarem, attentem ou venham a attentar contra as instituições e se encontrem em territorio estrangeiro; de se criar um tribunal para julgamento rapido dos conspiradores que se encontrem em territorio português e de se autorizar os Ministros do Estado a demittirem os funccionarios, sob a sua dependencia, implicados em movimentos contra a Republica”.

Alguns deputados debateram a referida proposta, entre os quais Sousa Fernandes do qual transcrevemos a sua intervenção.

 

O Sr. Sousa Fernandes: - Sr. Presidente, eu podia deixar de tomar a palavra nesta altura da discussão, por isso que o assunto se acha por demais esclarecido. Entretanto, na minha qualidade de representante do circulo n.° 3, eu tenho obrigação de entrar neste debate.

Sr. Presidente, quando ouvi ler a proposta do Sr. Álvaro de Castro fui um dos primeiros que se levantaram a applaudi-la.

Pertenço á provincia do Minho, uma das que mais tem sido prejudicadas pelos maus patriotas, e foi devido a isso que o meu primeiro impulso foi approvar a proposta de S. Exa.

Sr. Presidente, sei que muitos habitantes das provincias do Minho e Trás-os-Montes abandonaram as suas terras e atravessaram a fronteira para se juntarem a estrangeiros e attentarem contra a integridade da nossa patria e sei, pela propria experiência, as enormes difficuldades com que as autoridades do norte do país teem lutado para reprimir esta criminosa tendência. Fala-se ahi na necessidade que temos de não imitar Governos oppressores que tanto nos perseguiram quando procuravamos implantar em Portugal o regime republicano.

Mas nem eu desejo em absoluto que tal imitação se dê, nem me parece que a nossa situação de hoje se possa comparar á d'esses dias ominosos que já pertencem á Historia.

Este momento, Sr. Presidente, é para nós um momento historico excepcional e extraordinario, um momento em que, como muito bem disse o Sr. João de Menezes, temos de defender o que hontem criámos, e envidar todos os esforços para garantir no novo estado de cousas mais harmónico com os nossos interesses, com o nosso progresso e com a nossa dignidade.

A nossa tarefa é uma tarefa de patriotismo, emquanto que a dos nossos adversarios de hontem era uma obra de tyrannia, de desmoralização e injustiça.

Quando nós tratavamos de fazer a nossa propaganda, estabelecemos sempre a nossa luta no terreno em que os nossos adversarios nos podiam combater, e a acção das leis do nosso país e a violência dos nossos maus Governos nos podiam attingir.

Nunca fomos para país estranho conspirar contra a monarchia portuguesa; isso nunca.

Não tem sido esta, Sr. Presidente, a conducta dos tristes restos de apaniguados que a monarchia brigantina nos deixou em Portugal. Nas provincias do Minho e Trás-os-Montes, nestas sobretudo, elles soccorreram-se de um exodo inexplicavel para deixarem a sua patria quando ninguem os perseguia, ninguem os ameaçava, ninguem pretendia molestá-los.

No primeiro momento todos suppusemos que elles fugiam acicatados pelo medo, corridos pela propria pusilaminidade.

Vimos depois que não era só isto: fugiam por poltrões em parte, mas em outra grande parte por perversos! Não era só a abjecção da cobardia que os levava a abandonar a terra em que nasceram e sentiam alma para trair: era tambem a tendencia da infamia que os impellia para terra alheia a fazer causa commum com a jesuitada estrangeira contra a sua propria patria e os seus proprios patricios! Que differença, pois, Sr. Presidente, entre nós que fomos revolucionarios de hontem e estes miseros que são hoje simplesmente traidores!

Então não é preciso castigo para semelhante gente? E e foi por isso que eu prestes applaudi a proposta em discussão.

Noto que alguns dos Srs. Deputados que me precederam na tribuna se deixam levar muito pela decantada brandura dos nossos costumes. E mau isto.

Recordemos que foi um excesso de sentimentalismo semelhante que era 1080 permittiu a venda da patria, só resgatada 60 annos mais tarde por uma geração cheia de heroica energia; relembremos que foi esse mesmo sentimentalismo que comprometteu a paz da republica brasileira, tornando necessaria, a poucos meses do seu advento, aquella sangrenta repressão de que Floriano Peixoto se soccorreu.

E necessario acompanhar a par e passo todos aquelles que, divorciados de nós, conspiram cobardemente contra a integridade do país, e castigá-los com a severidade que o seu crime reclama.

Mas desde que os Srs. Ministros dos Estrangeiros e do Interior dizem que ha dentro do direito commum meios de exercer tal punição, eu não ponho duvida em esperar e acceitar as modificações que se aconselham para a proposta do Sr. Alvaro de Castro.

Foi por tudo isto, Sr. Presidente, que eu me levantei, como meio de justificar o meu voto; e agora, extremadas as razões da minha situação em relação á proposta que se discute, sinto-me conformado com as promessas dos dois illustres membros do Governo. Conformo-me com ellas e com a boa vontade que S. Exas. mostram em castigar os que erram.

 

RESTOS MORTAIS DE D. AFONSO DE PORTUGAL, 1º MARQUÊS DE VALENÇA, REPOUSAM NA COLEGIADA DE OURÉM

Os restos mortais de D. Afonso de Portugal, 1º Marquês de Valença e 4º Conde de Ourém, repousam na cripta da Colegiada de Ourém, em pleno burgo medieval, por si mandada construir em 1445.

Túmulo do Marquês de Valença, na Igreja da Colegiada, para onde foram trasladados em 1487.

 

No seu túmulo, magnífica obra de arte gótica da autoria do escultor Diogo Pires-o-Velho, pode ler-se o seguinte epitáfio: “Aqui jaz o Ilustre Príncipe D. Afonso, Marquês de Valença, conde de Ourém, primogênito de D. Afonso, Duque de Bragança, e conde de Barcelos, e neto del Rei D. João de gloriosa memória, e do virtuoso, e de grandes virtudes D. Nuno Alvares Pereira, Condestável de Portugal. Faleceu em vida de seu pai, antes de lhe dar a dita herança, de que era herdeiro, o qual foi fundador desta Igreja, em que jaz, cuja fama e feitos este dia florescem. Finou-se a 29 de agosto do ano do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de 1460 anos.”

Os restos mortais do IV Conde de Ourém repousam na cripta da Igreja da Colegiada, em Ourém.

Conforme refere o Portal da História em (http://www.arqnet.pt/), o 1º Marquês de Valença “Era filho primogénito do 1.º duque de Bragança, D. Afonso filho de D. João I, e de sua mulher D. Brites Pereira, condessa de Ourém, filha do condestável D. Nuno Álvares Pereira.

Nasceu em Lisboa, faleceu em Tomar a 29 de Agosto de 1460.

Depois de cultivar os estudos próprios da sua hierarquia, tornou se distinto pelas suas virtudes morais e políticas, pelas quais mereceu ser estimado dos príncipes do seu tempo. Seu tio, o rei D. Duarte, resolvido a mandar um embaixador ao concílio de Basileia, que se tinha congregado para pacificar as largas discórdias entre a Igreja Grega e a Latina, que depois foi transferido por Eugénio IV para Ferrara, o nomeou a ele, confiando na sua profunda capacidade, que felizmente desempenharia as obrigações do seu cargo. Com outros companheiros e mais comitiva, saiu de Lisboa a 21 de Janeiro de 1435, e chegando a Bolonha a 24 de Julho do mesmo ano, foi recebido pelo papa com as manifestações de paternal benevolência. Concluído o concilio, foi à Palestina visitar os lugares santos, regressando depois a Lisboa Mais tarde, também teve a incumbência de acompanhar D. Leonor, quando esta infanta, sua prima, foi desposar Frederico III, imperador da Alemanha. Saiu de Lisboa a 20 de Outubro de 1451, como general da armada que a conduziu a Leorne. Desta cidade caminhou até Sena, despertando todas as atenções pela numerosa e magnífica comitiva que os acompanhava Chegando a Roma, procedeu à coroação dos dois esposos o papa Nicolau V. Terminada a cerimónia, o imperador o armou cavaleiro.

Em 1415 fundou a importante colegiada de Ourém, consignando lho copiosas rendas para sustentação das dignidades e cónegos, de que ela se compunha. Edificou também N. Sr.ª das Misericórdias, de Ourém, sumptuoso templo e sede da referida colegiada. D. Afonso V, por decreto de 11 de Outubro de 1451, lhe fez doação da vila de Valença, com todos os seus termos e limites, concedendo-lhe também o título de marquês de Valença, sendo este o primeiro marquesado que houve em Portugal. O seu corpo foi trasladado para Ourém, em 1487, sendo sepultado na capela debaixo do coro da Igreja da colegiada, num soberbo mausoléu, em que se gravou um longo epitáfio.

Dizem alguns antigos escritores, que D. Afonso foi casado ocultamente com D. Brites de Sousa, filha de Martim Afonso de Sousa, senhor de Mortágua, de cujo matrimónio houve um filho, D. Afonso de Portugal, que pretendeu suceder na casa de seu avô, o que se não pôde provar, mas o que não padece dúvida é a existência desse filho, a quem, segundo a tradição, D. João II obrigou a ser clérigo, ainda em curta idade, e foi bispo de Évora do a 24 de Abril de 1552. O marquês de Valença compôs: Itinerario ao Concilio de Basileia no anno de 1435, que saiu impresso no tomo V das Provas da Historia Genealogica da Casa Real Portugueza, por D. António Caetano de Sousa, pág. 573.”

Tendo sido o primeiro título de marquês concedido em Portugal, este foi criado pelo rei D. Afonso V, através de carta régia de 11 de Outubro de 1451, em favor de D. Afonso de Portugal, constituindo um título nobiliárquico de juro e herdade.

Ao que tudo indica e segundo teoria avançada por José de Figueiredo, seguindo a observação de Virgílio Correia em 1924, da semelhança existente com a respectiva estátua jazente que se encontra na Colegiada de Ourém, a segunda figura de opa verde com colar é identificada com D. Afonso de Bragança, IV Conde de Ourém e Marquês de Valença, no painel dos cavaleiros.

Entretanto, a cripta e o túmulo do Marquês de Valença foram classificados na categoria de Arquitectura Religiosa, através do Decreto n.º 37366, publicado no Diário do Governo n.º 70, de 5 de Abril de 1949.

A este respeito, publicou o IGESPAR a seguinte nota Histórico-Artística:

“Edificada na Igreja Matriz de Ourém, a cripta de D. Afonso, conde de Ourém e Marquês de Valença, é o único exemplar desta tipologia, construída durante o período final do gótico, que subsiste actualmente.

Apresenta semelhanças estruturais e acústicas com a Sinagoga de Tomar (SIMÕES, 1992), desenvolvendo-se em planimetria quadrangular, formada por três naves de três tramos definidos pelas colunas que suportam a abóbada de arestas que cobre o espaço.

Ao centro foi erigida a arca tumular do Marquês de Valença, em pedra de Ançã, com jacente. Os frontais são totalmente decorados com motivos vegetalistas em relevo, integrando o escudo de armas do marquês; sob a tampa foi gravada uma inscrição biográfica de D. Afonso.

A tampa é rodeada por cinta lavrada com rosetas que alastram para a parte superior, onde se dispõe a estátua jacente de mãos postas, repousando a cabeça sobre almofadas, com pés assentes numa mísula. A figura do marquês enverga túnica comprida pregueada, tendo a cabeça coberta por barrete.

A arca tumular foi executada cerca de 1485-1487, tendo sido neste último ano que D. Afonso, que havia falecido em Tomar em 1460, foi trasladado para Ourém. A obra escultórica insere-se no gosto do Gótico final, sendo atribuída às oficinas coimbrãs, nomeadamente ao cinzel de Diogo Pires o Velho. A sua tipologia apresenta muitas semelhanças com o túmulo de Fernão Teles de Menezes, erigido na Igreja de São Marcos de Coimbra.

Catarina Oliveira

IPPAR/2006”

A D. Afonso de Portugal, Marquês de Valença e 4º Conde de Ourém, deve o burgo medieval grande parte da sua histórica grandeza e progresso que só veio a ser interrompido em consequência do terramoto de 1755 e, cerca de meio século depois, as invasões francesas que a pilharam e incendiaram às ordens do general Massena. Não obstante, ainda se conserva o castelo e o palácio que foram do Marquês de Valença e o túmulo onde repousam os seus restos mortais, a convidar a uma visita sobretudo dos valencianos, a escassa distância do Santuário de Fátima.

Ourém Medieval 119

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REAL ASSOCIAÇÃO DE VIANA DO CASTELO PROMOVE DEBATE SOBRE FERNÃO DE MAGALHÃES E AS SUAS LIGAÇÕES A PONTE DA BARCA

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"Reais Conversas com..."

As "Reais Conversas com...", continuam na Casa da Cultura da Ponte da Barca, no dia 27 de Abril às 21h30m.

Depois do sucesso alcançado, no dia 27 de Maio de 2017, em Ponte de Lima, com a realização da primeira edição das “Reais Conversas com …”, subordinada ao tema “A Feira de Ponte”, chegou agora a vez de realizar a segunda edição na Ponte da Barca.

As “Reais Conversas com…” são encontros informais sobre temas relacionados com a História (e histórias) local e assuntos da actualidade, promovidas pela Real Associação de Viana do Castelo, que decorrerão em todo o Alto Minho.

A Real Associação de Viana do Castelo, em colaboração com a Câmara Municipal de Ponte da Barca, escolheu para tema das segundas “Reais Conversas com…” Fernão de Magalhães, as Terras da Nóbrega e outras histórias e convidou os Eng.ºs António de Mattos e Silva, António Borges Taveira e José de Mattos e Silva, personalidades que têm participado em diversos colóquios sobre o navegador, para nos falarem de Fernão de Magalhães e da sua ligação a Ponte da Barca, no dia em que passam 497 anos da sua morte.

A moderação está a cargo da Dr.ª Maria José Gonçalves, Vice-Presidente da Câmara Municipal da Ponte da Barca.

Está pois criado o ambiente para uma boa conversa...

A "MONARQUIA DO NORTE" VISTA PELO JORNAL "CARDEAL SARAIVA"

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Derrotada a sublevação monárquica de 1919 conhecida por Monarquia do Norte na qual participaram numerosos e ilustres limianos, publicou o jornal “Cardeal Saraiva” na sua edição de 20 de março daquele ano um artigo sobre os festejos republicanos que então tiveram lugar em Ponte de Lima.

Gentileza: Pedro Moreira Braga

PONTE DE LIMA RECRIA VISITA HISTÓRICA DO PRÍNCIPE REAL D. LUÍS FILIPE

Recriação Histórica em Ponte de Lima: 28 a 30 de julho

1901 – Visita do Príncipe D. Luís Filipe a Ponte de Lima e Inauguração da Avenida com o seu Nome

Nos princípios do Século XX, mais precisamente a 8 de outubro de 1901, o Príncipe Real D. Luís Filipe de Bragança, visitou o Norte do país.

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Acompanhado nessa visita de recreio pelo seu aio, Mouzinho de Albuquerque, o Príncipe foi recebido em festa na antiquíssima vila de Ponte de Lima, tendo almoçado nos paços do concelho e seguido, na parte da tarde, para a avenida que estava a nascer, paralela ao Rio Lima, lá para os lados dos Terceiros e da Capela de Nossa Senhora da Guia, a fim de que ela fosse batizada com o seu nome, antes de seguir o seu itinerário que o conduziria a Viana do Castelo.

É este o evento que está na origem da Recriação Histórica que vai agitar as ruas do Centro Histórico de Ponte de Lima, com destaque para a Avenida dos Plátanos, nos próximos dias 28 a 30 de julho.

A Receção ao Príncipe e a Inauguração da Avenida estão reservadas para o dia 30 de julho (domingo), a partir das 17h00, mas sexta e sábado serão igualmente dias muito animados, com diversas representações teatrais e momentos de época, que se esforçarão por transportar os visitantes e curiosos para um tempo já um pouco distante mas ainda com muitos ecos nos dias de hoje, sobretudo entre a comunidade de Ponte de Lima.

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MINHO DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

Viana do Castelo, Amares e Famalicão representam o Minho nas comemorações do 1º de Dezembro

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios para o efeito. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

Restauração 2014 097

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014 e 2015. Será êxito maior em 2016.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.700 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 5ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

Banda do Exército

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda da ACULMA (Marvila, Lisboa)

Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense (Madalena do Pico, Açores)

Banda Musical Santiago de Lobão (Santa Maria da Feira)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro (Amares)

Banda Marcial de Arnoso (Vila Nova de Famalicão)

Associação Filarmónica Recreativa e Cultural do Brinço (Macedo de Cavaleiros)

"Banda de Música 1º de Maio (Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses) (Mirandela)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Filarmónica Recreativa Cortense (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense (Figueira da Foz)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Banda Filarmónica da Casa do Povo de N.ª Sr.ª de Machede (Évora)

Banda Musical de Tavira

Banda Academia de Santa Cecília (de São Romão) (Seia)

Sociedade Musical Estrela da Beira (Seia)

Sociedade Filarmónica Maiorguense (Alcobaça)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão-Grande)

Associação Musical de Cabanas de Torres (Alenquer)

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião

Sociedade Musical Euterpe de Portalegre

Banda de Música de S. Vicente de Alfena (Valongo)

Sociedade Filarmónica União Maçaense (Mação)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (Almada)

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha (Viana do Castelo)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Banda Musical 81 de Ferreirim (Sernancelhe)

Será um total de 34 entidades, integrando 2 grupos de persussão, 1 banda nacional militar e 31 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1700 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente Duarte Cardoso, da Banda do Exército.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

GRUPOS FOLCLÓRICOS RECEBEM EM GUIMARÃES REIS DE ESPANHA

JANTAR OFICIAL NO PAÇO DOS DUQUES

Nicolinos e grupos de folclore recebem Reis de Espanha e Presidente da República em Guimarães

Programa da visita de Estado inclui vertentes de âmbito cultural, científica, económica e social. Jantar oficial realiza-se esta segunda-feira, 28 de novembro.

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A chegada ao Paço dos Duques de Bragança dos Reis de Espanha, Filipe VI e Letizia, será acompanhada pela interpretação de toques nicolinos e pela presença de grupos de folclore do concelho de Guimarães, que darão as boas-vindas aos convidados do jantar oficial oferecido pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, no final do primeiro dia da visita de Estado a Portugal da família real espanhola, 38 anos depois de Juan Carlos e Sofia terem estado igualmente no palácio ducal vimaranense.

Em 2016, de 28 a 30 de novembro, o périplo dos Reis de Espanha principia na cidade do Porto, com uma sessão solene nos Paços do Concelho ao início da tarde desta segunda-feira, seguindo-se uma visita à coleção Miró na Fundação Serralves. À noite, decorre um jantar de gala com 120 personalidades no Paço dos Duques, entre as quais, o Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança.

Para terça-feira, 29 de novembro, está agendada uma deslocação à Universidade do Porto para conhecerem o Parque de Ciência e Tecnologia (UPTEC) e o Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (I3S). Ainda no Porto, Filipe VI e Letizia participam num almoço com empresários, a convite do Presidente da Câmara Municipal do Porto, no Palácio da Bolsa.

De tarde, já em Lisboa, os Reis de Espanha são recebidos em sessão solene nos Paços do Concelho da Câmara Municipal e jantam no Palácio das Necessidades num banquete oferecido pelo Primeiro-ministro. No último dia em Portugal, a 30 de novembro, realiza-se uma sessão solene na Assembleia da República em honra da família real. O programa inclui ainda uma visita à Fundação Champalimaud e uma receção à comunidade espanhola na Embaixada de Espanha em Lisboa.

MINHO DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

Viana do Castelo, Amares e Famalicão representam o Minho nas comemorações do 1º de Dezembro

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios para o efeito. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

Restauração 2014 097

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014 e 2015. Será êxito maior em 2016.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.700 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 5ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

Banda do Exército

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda da ACULMA (Marvila, Lisboa)

Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense (Madalena do Pico, Açores)

Banda Musical Santiago de Lobão (Santa Maria da Feira)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro (Amares)

Banda Marcial de Arnoso (Vila Nova de Famalicão)

Associação Filarmónica Recreativa e Cultural do Brinço (Macedo de Cavaleiros)

"Banda de Música 1º de Maio (Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses) (Mirandela)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Filarmónica Recreativa Cortense (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense (Figueira da Foz)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Banda Filarmónica da Casa do Povo de N.ª Sr.ª de Machede (Évora)

Banda Musical de Tavira

Banda Academia de Santa Cecília (de São Romão) (Seia)

Sociedade Musical Estrela da Beira (Seia)

Sociedade Filarmónica Maiorguense (Alcobaça)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão-Grande)

Associação Musical de Cabanas de Torres (Alenquer)

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião

Sociedade Musical Euterpe de Portalegre

Banda de Música de S. Vicente de Alfena (Valongo)

Sociedade Filarmónica União Maçaense (Mação)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (Almada)

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha (Viana do Castelo)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Banda Musical 81 de Ferreirim (Sernancelhe)

Será um total de 34 entidades, integrando 2 grupos de persussão, 1 banda nacional militar e 31 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1700 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente Duarte Cardoso, da Banda do Exército.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

CONJURADOS DO MINHO REÚNEM-SE EM VIANA DO CASTELO

As Reais Associações de Viana do Castelo e Braga, levam a efeito o “Jantar dos Conjurados” que se realizará no dia 30 de Novembro de 2016, pelas 20h00m, na Quinta da Presa, Meadela, Viana do Castelo, no qual o Senhor Coronel e historiador militar, Américo José Henriques, fará uma intervenção sobre o tema “A ocupação filipina e a Revolução do 1.º de Dezembro de 1640”.

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Terá também lugar a cerimónia de entrega dos prémios dos Concursos Escolares que decorreram no ano Lectivo 2015/2016, organizados pela Real Associação de Viana do Castelo, sobre o tema "O Primeiro de Dezembro de 1640 - A Restauração da Independência de Portugal".

Preço do Jantar:

Adultos: 18,00 €

Crianças:

Até aos 5 anos: não pagam

Dos 6 aos 12 anos: 10,00 €

As inscrições encontram-se limitadas à capacidade da sala pelo que deverão ser feitas com a maior brevidade possível e impreterivelmente até ao dia 26 de Novembro, para o e-mail da Real Associação de Viana do Castelo, ou para o Fax n.º 258 743 840, devendo ser enviada a indicação do nome, ou nomes dos participantes e um telefone de contacto, acompanhadas do respectivo comprovativo de depósito ou transferência bancária efectuada para:

Caixa de Crédito Agrícola

NIB: 0045 1427 4002 6139 2424 7

IBAN: PT 50 0045 1427 40026139242 47

SWIFT: CCCMPTPL

Localização:

A “Quinta da Presa” fica situada na encosta da Meadela, a 2 quilómetros de Viana do Castelo e perto da saída da Auto-estrada A28.

Se vem pela SCUT A28 (Porto - Valença), sair em Meadela na saída 24. No final, ao desembocar numa rotunda sair para a direita na Estrada Nacional 302 e virar no primeiro entroncamento à esquerda na Rua do Calvário seguindo até à rua da Presa e Rua da Portela.

Se vem pela SCUT A28 (Valença - Porto) a saída é a mesma, assim como se vier pela A27 (Ponte de Lima-Viana do Castelo).

Coordenadas GPS:

41.711752,-8.807262

Quinta da Presa

Rua da Presa, 110

Meadela

4900-790 Viana do Castelo

Tel.: 258 823 771

Para mais informações contactar por favor a Real Associação de Viana do Castelo, através do e-mail: real.associacao.viana@gmail.com  ou para os telemóveis dos Presidentes da Direcção, das Reais Associações de Viana do Castelo e Braga, respectivamente Dr. José Aníbal Marinho, 961 318 001 e Dr. Gonçalo Pimenta de Castro 919 932 154.

VIANA DO CASTELO JUNTA CONJURADOS DO MINHO

As Reais Associações de Viana do Castelo e Braga, convidam a participar no “Jantar dos Conjurados” que se realizará no dia 30 de Novembro de 2016, pelas 20h00m, na Quinta da Presa, Meadela, Viana do Castelo, no qual o Senhor Coronel e historiador militar, Américo José Henriques, fará uma intervenção sobre o tema “A ocupação filipina e a Revolução do 1.º de Dezembro de 1640”.

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Terá também lugar a cerimónia de entrega dos prémios dos Concursos Escolares que decorreram no ano Lectivo 2015/2016, organizados pela Real Associação de Viana do Castelo, sobre o tema "O Primeiro de Dezembro de 1640 - A Restauração da Independência de Portugal".

Preço do Jantar:

Adultos: 18,00 €

Crianças:

Até aos 5 anos: não pagam

dos 6 aos 12 anos: 10,00 €

As inscrições encontram-se limitadas à capacidade da sala pelo que deverão ser feitas com a maior brevidade possível e impreterivelmente até ao dia 26 de Novembro, para o e-mail da Real Associação de Viana do Castelo, ou para o Fax n.º 258 743 840, devendo ser enviada a indicação do nome, ou nomes dos participantes e um telefone de contacto, acompanhadas do respectivo comprovativo de depósito ou transferência bancária efectuada para:

Caixa de Crédito Agrícola

NIB: 0045 1427 4002 6139 2424 7

IBAN: PT 50 0045 1427 40026139242 47

SWIFT: CCCMPTPL

Localização:

A “Quinta da Presa” fica situada na encosta da Meadela, a 2 quilómetros de Viana do Castelo e perto da saída da Auto-estrada A28.

Se vem pela SCUT A28 (Porto - Valença), sair em Meadela na saída 24. No final, ao desembocar numa rotunda sair para a direita na Estrada Nacional 302 e virar no primeiro entroncamento à esquerda na Rua do Calvário seguindo até à rua da Presa e Rua da Portela.

Se vem pela SCUT A28 (Valença - Porto) a saída é a mesma, assim como se vier pela A27 (Ponte de Lima-Viana do Castelo).

Coordenadas GPS:

41.711752,-8.807262

Quinta da Presa

Rua da Presa, 110

Meadela

4900-790 Viana do Castelo

Tel.: 258 823 771

Para mais informações contactar por favor a Real Associação de Viana do Castelo, através do e-mail: real.associacao.viana@gmail.com  ou para os telemóveis dos Presidentes da Direcção, das Reais Associações de Viana do Castelo e Braga, respectivamente Dr. José Aníbal Marinho, 961 318 001 e Dr. Gonçalo Pimenta de Castro 919 932 154.

Este evento conta também com a colaboração da Real Associação do Porto.

MINHO DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

Viana do Castelo, Amares e Famalicão representam o Minho nas comemorações do 1º de Dezembro

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios para o efeito. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

Restauração 2014 097

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014 e 2015. Será êxito maior em 2016.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.700 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 5ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

Banda do Exército

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda da ACULMA (Marvila, Lisboa)

Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense (Madalena do Pico, Açores)

Banda Musical Santiago de Lobão (Santa Maria da Feira)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro (Amares)

Banda Marcial de Arnoso (Vila Nova de Famalicão)

Associação Filarmónica Recreativa e Cultural do Brinço (Macedo de Cavaleiros)

"Banda de Música 1º de Maio (Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses) (Mirandela)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Filarmónica Recreativa Cortense (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense (Figueira da Foz)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Banda Filarmónica da Casa do Povo de N.ª Sr.ª de Machede (Évora)

Banda Musical de Tavira

Banda Academia de Santa Cecília (de São Romão) (Seia)

Sociedade Musical Estrela da Beira (Seia)

Sociedade Filarmónica Maiorguense (Alcobaça)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão-Grande)

Associação Musical de Cabanas de Torres (Alenquer)

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião

Sociedade Musical Euterpe de Portalegre

Banda de Música de S. Vicente de Alfena (Valongo)

Sociedade Filarmónica União Maçaense (Mação)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (Almada)

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha (Viana do Castelo)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Banda Musical 81 de Ferreirim (Sernancelhe)

Será um total de 34 entidades, integrando 2 grupos de persussão, 1 banda nacional militar e 31 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1700 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente Duarte Cardoso, da Banda do Exército.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

REIS DE ESPANHA VISITAM GUIMARÃES

Os Reis de Espanha, Felipe VI e Letizia realizam uma visita de Estado a Portugal, entre os dias 28 e 30 deste mês, com passagem pela cidade-berço.

A visita de Estado começa no Porto, numa sessão solene nos Paços do Concelho e segue-se um jantar oficial oferecido pelo Presidente da República no Paço dos Duques, em Guimarães.

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No dia seguinte, dia 29, os Reis de Espanha regressarão à cidade do Porto, para uma visita à coleção Miró na Fundação Serralves e à Universidade do Porto, onde irão conhecer o Parque de Ciência e Tecnologia (UPTEC) e o Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (I3S). Segue-se um almoço com empresários, no Palácio da Bolsa. No final, os Reis seguem para Lisboa, onde serão recebidos em sessão solene nos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Lisboa, seguindo-se um jantar oferecido pelo Primeiro-Ministro no Palácio das Necessidades.

A visita oficial termina dia 30, altura em que Felipe VI e Letizia serão recebidos em São Bento pelo Primeiro-ministro, seguindo depois para a Assembleia da República para participar numa sessão solene. De acordo com o Gabinete da Presidência da República, o programa inclui ainda uma receção à comunidade espanhola na Embaixada de Espanha em Lisboa e uma visita à Fundação Champalimaud.

Fonte: http://maisguimaraes.pt/

MINHO DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

Viana do Castelo, Amares e Famalicão representam o Minho nas comemorações do 1º de Dezembro

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios para o efeito. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

Restauração 2014 097

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014 e 2015. Será êxito maior em 2016.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.700 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 5ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

Banda do Exército

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda da ACULMA (Marvila, Lisboa)

Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense (Madalena do Pico, Açores)

Banda Musical Santiago de Lobão (Santa Maria da Feira)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro (Amares)

Banda Marcial de Arnoso (Vila Nova de Famalicão)

Associação Filarmónica Recreativa e Cultural do Brinço (Macedo de Cavaleiros)

"Banda de Música 1º de Maio (Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses) (Mirandela)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Filarmónica Recreativa Cortense (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense (Figueira da Foz)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Banda Filarmónica da Casa do Povo de N.ª Sr.ª de Machede (Évora)

Banda Musical de Tavira

Banda Academia de Santa Cecília (de São Romão) (Seia)

Sociedade Musical Estrela da Beira (Seia)

Sociedade Filarmónica Maiorguense (Alcobaça)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão-Grande)

Associação Musical de Cabanas de Torres (Alenquer)

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião

Sociedade Musical Euterpe de Portalegre

Banda de Música de S. Vicente de Alfena (Valongo)

Sociedade Filarmónica União Maçaense (Mação)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (Almada)

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha (Viana do Castelo)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Banda Musical 81 de Ferreirim (Sernancelhe)

Será um total de 34 entidades, integrando 2 grupos de persussão, 1 banda nacional militar e 31 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1700 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente Duarte Cardoso, da Banda do Exército.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.