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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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DESPORTIVO DE MONÇÃO TEM NOVA MODALIDADE: O TEQBALL

O Desportivo de Monção vai contar, a partir da época 2020/2021 com uma nova modalidade, o recém-criado Teqball.

O clube monçanense lançou a secção de Teqball que vai ao encontro da estratégia de inovação do clube, criando assim oportunidades para famílias inteiras ou amigos se puderem juntar e praticar exercício.

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O Teqball assemelha-se ao ténis de mesa, só que a mesa é curva e é jogado com uma bola de futebol. Pode ser jogada com qualquer parte do corpo, exceto as mãos.

O clube monçanense anunciou a novidade através da sua página de facebook, confirmando que a inscrição na Federação Teqball Portugal ficou ativa desde o passado dia 15 de julho, tornando-se o 49º clube federado a nível nacional.

Entretanto a Federação já tem mais de 50 equipas federadas e há várias equipas a treinar e a realizar torneios por Portugal inteiro.

“Juntos vamos crescer em mais uma modalidade. Em breve todos vão poder testar esta recente modalidade, criada em 2014, na Hungria por Gábor Borsányi, ex-jogador profissional, e Viktor Huszár, cientista”, pode ler-se no Facebook oficial do clube.

Apesar de ainda não estar definida uma data para o início da prática oficial da modalidade, as pessoas podem já começar a experimentar a modalidade no Estádio Manuel Lima. Para saber mais informações podem acompanhar as redes sociais do Desportivo de Monção.

A modalidade é representada pela Federação Internacional de Teqball. O desporto já conta com milhares de jogadores em todo o mundo e, depois de ser incluído nos Jogos Africanos de Praia, a modalidade procura também a inclusão olímpica.

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PARTIDO SOCIALISTA ACUSA: SÃO CONDENÁVEIS AS ACUSAÇÕES DO PRESIDENTE DA CÂMARA DE MONÇÃO AOS SEUS COLABORADORES

O BLOGUE DO MINHO acaba de receber da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Monção a nota que a seguir se transcreve.

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“Na última sessão da Reunião de Câmara, o Presidente do Município de Monção adjetivou o que tem sido o seu mandato, acusando o PS Monção de “demagogia política baixa”.

Ora o Sr. Presidente com toda a certeza estava a classificar a sua atuação. O PS Monção limita -se a mostrar a realidade. Os gráficos publicados são bem esclarecedores, no que diz respeito à gestão municipal.

Aumentou o tempo de pagamento a fornecedores, aumentou os gastos com pessoal, aumentou as prestações de serviços e não normalizou o que diz ter normalizado.

Em causa, estão três trabalhadores em situação precária e, até ao momento, o Presidente do Município apenas regularizou a situação a um deles. Esta ação justifica-se através da “tal política baixa”, que o Sr. Presidente fala. Todos nós sabemos, as razões e os motivos que levaram a tal ação.

Porque não foram regularizadas as outras duas situações? À data de hoje, estavam por resolver.

Consideramos, lamentável, que o Sr. Presidente da Câmara assuma publicamente, que “encostou colaboradores” do município. Afirma ainda, que são “incompetentes”. Não há funcionários incompetentes. Há é líderes incompetentes. É deplorável que um autarca fale assim dos seus colaboradores. De referir ainda, que colaboradores “encostados e incompetentes”, conseguem chefiar noutros municípios.

Como é possível, contratarmos mais pessoas, e as despesas com serviços prestados também aumentarem? Afinal, contratamos colaboradores para as necessidades certas, ou pagamos favores de campanha?

Como se justifica, termos colaboradores a contrato e findo esse contrato são mantidos com contrato de empresas de trabalho temporário? É assim que se regularizam as situações? Estes colaboradores, tem uma promessa, que no caso da reeleição serão novamente contratados através do próprio município. Este tipo de chantagem, não é pura “demagogia e política baixa”?

Lembramos ainda que referiu que onde houve mais substituições foi na área das obras. Porque será que ainda nenhum processo de obras privadas - nomeadamente loteamentos - foi aprovado em reunião do executivo? Aliás, os pontos são mesmo retirados da ordem do dia, devido a ilegalidades, como por exemplo no centro urbano aconteceu.

O PS Monção é defensor de uma política de contratação de recursos humanos desde que seja justificada, e não meramente por resposta a interesses pessoais e políticos.

A contratação de empresas externas para fazer trabalhos e projetos que podem ser feitos por profissionais do município denota uma péssima gestão de recursos humanos.

Sentimo-nos lisonjeados por, constantemente, sermos temas de conversa nas sessões do executivo. Reflete o trabalho honroso e sério que está a ser feito por nós.

Se em 2017, houve “supostas”, ilegalidades como refere, também aí o Presidente é conivente, pois à data já era vereador.

Continua por justificar de forma clara e transparente como, em dois anos de governação do atual executivo no município tem uma subida de 1.111.612,54€ em recursos humanos e 2.492.955,61€ em despesas correntes.

Por fim, o Presidente da Câmara ao acusar o PS Monção de “demagogia política baixa” está a referir-se que o plano de orçamento elaborado é um documento pouco fiável e pouco sério.

O PS Monção, estará sempre ao lado dos colaboradores, e dos monçanenses, sem exceção, independentemente da religião ou ideologia partidária.

A bem, e pelo bom nome dos colaboradores do Município de Monção, o PS Monção, considera as afirmações do Presidente da Câmara de inqualificáveis, injustas e de baixo caráter de liderança. Lamentamos profundamente tais declarações, bem como todas as injustiças cometidas pelo atual executivo.”

EUROPA DISTINGUE POLITICA DE SUSTENTABILIDADE DO ALTO MINHO

Bandeiras distintivas da qualidade da região do Alto Minho içadas nos municípios da região.

O mastro das bandeiras junto ao Edifício do Loreto apresenta hoje as bandeiras Green Destinations, Quality Coast e Estação Náutica, sinalizando o facto de, em 2019, o Alto Minho ter recebido aqueles galardões distintivos da qualidade da nossa região. Os demais municípios do Alto Minho também içaram as respetivas bandeiras. 

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A distinção reconhece a politica de sustentabilidade e o trabalho das entidades do território rumo ao equilíbrio ambiental, bem como a excelência na gestão de destinos sustentáveis, os quais passam por aspetos como a conservação da natureza e do património, a gestão de resíduos, a energia e o clima.

O Alto Minho foi a primeira NUT III de Portugal Continental a ser galardoada como platina, de acordo com os padrões do Conselho Global de Turismo Sustentável. De referir que a região, à semelhança do Parque Nacional da Peneda Geres, já tinha sido reconhecida em 2018 como Sustainable Destination Top 100, tendo revalidado o titulo em 2019.

Acrescente-se que o Alto Minho foi também reconhecido como uma das primeiras “Estações Náuticas” de Portugal. Este selo de qualidade foi atribuído na sequência de um processo de candidatura da CIM Alto Minho à Fórum Oceano – Associação de Economia do Mar, entidade responsável pela certificação.

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“+ SAÚDE” NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE MONÇÃO

Iniciativa decorre entre 27 de julho e 14 de agosto, abrangendo as atividades “Espaço Escuta Ativa” e “Atividades de Saúde e Bem Estar”.

O Município de Monção, pertencente à Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis, promove, entre os dias 27 de julho e 14 de agosto, a iniciativa “+ Saúde” com a realização de um conjunto de atividades que terão lugar na Biblioteca Municipal de Monção.

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“+ Saúde” é uma iniciativa focada na dinamização de um espaço de escuta ativa direcionado para as crianças, jovens e adultos, através da implementação de um programa de atividades de bem-estar, centrado no corpo, na mente e na promoção da saúde mental.

Desta forma, nos dias mencionados, todas as segundas, quartas e sextas, entre as 10h00 e as 12h00, decorrerá o “Espaço Escuta Ativa”, orientado por um psicólogo. Por sua vez, entre os dias 10 e 14 de agosto, das 10h30 às 11h15, os jardins da Biblioteca Municipal recebem “Atividades de Saúde e Bem Estar”.

Mais informações:

Biblioteca Municipal de Monção

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APROVADA CANDIDATURA DA ZONA EMPRESARIAL RESPONSÁVEL DO ALTO MINHO (ZERAM)

Primeira Zona Empresarial Responsável (ZER) do norte do país tem investimento ilegível de 1.566.247,87 €, metade comparticipado pelo Programa de Apoio à Localização de Empresas de Baixa Densidade (Norte 2020).

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A candidatura da Zona Empresarial Responsável do Alto Minho (ZERAM), em Messegães, foi aprovada no âmbito do Programa de Apoio à Localização de Empresas de Baixa Densidade (Norte 2020). O investimento ilegível situa-se em 1.566.247,87 €, sendo comparticipado em 50%.

A ZERAM, primeira Zona Empresarial Responsável (ZER) do norte do país, é uma área de acolhimento empresarial com condições funcionais e atrativas para a competitividade das empresas, estando localizada num espaço total de 6,3 hectares, servido por uma área infraestruturada de 4,2 hectares (12 lotes industriais e 1 para serviços partilhados).

O ordenamento inteligente e coerente deste empreendimento, com fácil e adequada articulação dos espaços, concede à ZERAM uma configuração de elevada qualidade e flexibilidade, ajustada às necessidades empresariais e à competitividade das pequenas e médias empresas.

Assim, a ZERAM apresenta-se aos investidores com uma vertente inovadora e diferenciadora, acompanhando as novas tendências de gestão de áreas empresariais, através da promoção do ordenamento do território e da valorização da componente ambiental.

Dotada de serviços agregadores e potenciadores de simbiose industrial e economia circular, este novo empreendimento empresarial revela-se atrativo à captação de investimento, quer pelas condições de funcionalidade apresentadas, quer pela proximidade geográfica à Galiza.

Num projeto adicional, que será objeto de nova candidatura, proceder-se-á à instalação de painéis fotovoltaicos, investimento global estimado em 400 mil euros. Com esta intervenção, a ZERAM alarga os serviços prestados aos investidores, elevando o seu potencial de captação empresarial.

“A ZERAM assumir-se-á como um polo aglutinador e dinamizador da economia local com capacidade para atrair empresas, incentivar a criação de novas estruturas, valorizar o equilíbrio ambiental e aumentar os níveis de empregabilidade na região”

António Barbosa

MONÇÃO INVESTE NO EMPARCELAMENTO AGRÍCOLA DE MOREIRA E BARROÇAS E TAIAS

𝗜𝗻𝘃𝗲𝘀𝘁𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗳𝘂𝗻𝗱𝗶𝗮́𝗿𝗶𝗼, 𝘀𝘂𝗽𝗲𝗿𝗶𝗼𝗿 𝗮 𝟰 𝗺𝗶𝗹𝗵𝗼̃𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗲𝘂𝗿𝗼𝘀, 𝘁𝗲𝘃𝗲 𝗶𝗻𝗶́𝗰𝗶𝗼 𝗲𝗺 𝗕𝗮𝗿𝗿𝗼𝗰̧𝗮𝘀 𝗲 𝗧𝗮𝗶𝗮𝘀, 𝗮𝘃𝗮𝗻𝗰̧𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗮𝗴𝗼𝗿𝗮 𝗻𝗮 𝗳𝗿𝗲𝗴𝘂𝗲𝘀𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗠𝗼𝗿𝗲𝗶𝗿𝗮.

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O Emparcelamento Agrícola de Moreira e Barroças e Taias, adjudicado pelo valor global de 4.196.954,84 € à empresa “Restradas – Revitalização de Estradas do Norte, Lda”, teve início em finais de novembro passado, em Barroças e Taias, encontrando-se em fase de desenvolvimento.

Presentemente, já são visíveis várias áreas terraplanadas com os respetivos lotes e caminhos de circulação e acesso. O investimento cresce com naturalidade, cumprindo o objetivo que esteve na sua génese: potenciar a atividade agrícola e vinícola no Vale do Gadanha.

Com o trabalho a continuar em Barroças e Taias, o investimento fundiário teve inicio, há poucos dias, na freguesia de Moreira com as primeiras intervenções para a necessária preparação dos terrenos abrangidos. As máquinas vão começar a ouvir-se ainda no presente mês.

Nesta primeira etapa, os trabalhos do emparcelamento agrícola incidem na limpeza das parcelas, regularização de terrenos, construção/alargamento de caminhos e execução do sistema de rega. Na segunda, proceder-se-á à plantação de vinha, outras culturas e novas áreas florestais.

Entendido como estruturante para o futuro do setor agrícola/vinícola no concelho de Monção, o projeto de ordenamento fundiário, repartido pelas duas freguesias do Vale do Gadanha, contempla 529 hectares de extensão, dos quais 127 de reconversão de vinha (Alvarinho).

Considerando a sua dimensão, este investimento, ansiado há mais de duas décadas pela população local, resultará num acréscimo produtivo daquela casta nobre e singular, potenciando novos investimentos no setor e chamando novas gerações para a viticultura.

Para assegurar a parte logística e técnica do projeto, a Câmara Municipal de Monção tem disponível um gabinete de apoio, constituído por quatro pessoas, cuja função é esclarecer os proprietários e preparar toda a documentação relacionada com o registo dos lotes.

“𝗧𝗿𝗮𝘁𝗮-𝘀𝗲 𝗱𝗲 de 𝘂𝗺 𝗶𝗻𝘃𝗲𝘀𝘁𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗳𝘂𝗻𝗱𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗹 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗮𝘁𝗶𝘃𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗮𝗴𝗿𝗶́𝗰𝗼𝗹𝗮 𝗲 𝘃𝗶𝗻𝗶𝗰𝗼𝗹𝗮 𝗻𝗼 𝗩𝗮𝗹𝗲 𝗱𝗼 𝗚𝗮𝗱𝗮𝗻𝗵𝗮, 𝗿𝗲𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗮𝗻𝗱𝗼 𝘂𝗺𝗮 𝗺𝗮𝗶𝘀-𝘃𝗮𝗹𝗶𝗮 𝗲𝗰𝗼𝗻𝗼́𝗺𝗶𝗰𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗲𝗹𝗵𝗼 𝗱𝗲 𝗠𝗼𝗻𝗰̧𝗮̃𝗼” - António Barbosa.

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DESPORTIVO DE MONÇÃO VAI ESTAR PRESENTE NA TAÇA DE PORTUGAL 2020/2021

Associação de Futebol de Viana do Castelo realizou hoje um sorteio para encontrar a equipa que iria representar o distrito na Taça de Portugal 2020/2021.

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Na sequência do Comunicado Oficial Nº 111, e nos termos do artigo 11.º, nº 6 do Regulamento da Taça de Portugal, efetuou-se o sorteio para a indicação do representante da Associação de Futebol de Viana do Castelo à Taça de Portugal, onde o nosso clube foi o selecionado.

É uma honra para o Desportivo de Monção e para todos os monçanenses estar numa das mais prestigiadas provas nacionais. Na próxima época vão ser quatro as equipas do distrito de Viana do Castelo. Além do Desportivo vão estar o Clube Desportivo de Cerveira, o Sport Clube Vianense e o Associação Desportiva Os Limianos

Na próxima época queremos dignificar as cores monçanenses e todos os monçanenses nesta prova de cariz nacional. Contamos com cada um de vós já na 1ª Eliminatória!

Criada na época 1938–39, sucedendo ao Campeonato de Portugal (1921–1938), a Taça de Portugal teve como primeiro vencedor a Associação Académica de Coimbra / OAF!

A Taça de Portugal é uma competição portuguesa de futebol organizada pela Federação Portuguesa de Futebol, disputada anualmente por todos os clubes da Primeira Liga, da Segunda Liga, do Campeonato de Portugal e representantes dos Campeonatos Distritais.

MONÇÃO REABRE EQUIPAMENTOS CULTURAIS

Com o selo de garantia “Clean & Safe”, do Turismo de Portugal, abriram ao público Biblioteca Municipal, Arquivo Municipal, Galeria de Arte do Cine Teatro João Verde, Centro Interpretativo do Castro de S. Caetano, Museu do Alvarinho, Núcleo Museológico “Torre de Lapela” e Loja Interativa de Turismo.

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Hoje, 1 de julho, a Câmara Municipal de Monção procedeu à reabertura de vários equipamentos municipais encerrados desde meados de março devido ao surto epidemiológico. Com o selo de garantia “Clean & Safe”, do Turismo de Portugal, é retomando a atividade normal com a implementação de algumas medidas de contingência.

Desta forma, tanto os munícipes como os visitantes podem voltar a usufruir dos serviços da Biblioteca Municipal, Arquivo Municipal, Galeria de Arte do Cine Teatro João Verde, Centro Interpretativo do Castro de S. Caetano, Museu do Alvarinho, Núcleo Museológico “Torre de Lapela” e Loja Interativa de Turismo.

Em todos estes espaços é obrigatório, a utilização de máscara, higienização das mãos e distanciamento social de 2 metros. As restantes medidas de contingência, variam de equipamento para equipamento, podendo ser consultadas no portal municipal www.cm-moncao,pt nas áreas dedicadas à cultura, turismo e Alvarinho.

A autarquia monçanense entende que a abertura destas estruturas é fundamental para a regresso à normalização do dia a dia, apelando, contudo, ao imprescindível cumprimento rigoroso de todas as recomendações sanitárias na utilização dos respetivos espaços culturais.

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MONÇÃO CONCLUI ESTRADA DE SERZEDO EM LONGOS VALES

Percurso rodoviário tem uma extensão próxima de três quilómetros, servindo um dos lugares mais populosos da freguesia.

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A empreitada “Beneficiação da Estrada de Serzedo”, na freguesia de Longos Vales, está concluída, encontrando-se aberta à circulação automóvel em toda a sua extensão. Os trabalhos foram realizados pela empresa “Francisco Cerqueira Cardoso e Filhos, Limitada”.

Abrangendo sete troços, com uma extensão total próxima de três quilómetros, a valorização deste traçado rodoviário, cujo procedimento concursal foi lançado pela Câmara Municipal de Monção, representou um investimento global de 255.563,14 €. 

Embora se trate da beneficiação do existente com remodelação e colocação de um novo tapete betuminoso, a empreitada contemplou, também, a execução de alguns órgãos de drenagem, distribuídos por todo o percurso, compreendendo a execução de caixas de visita, coletores e valetas.

Os trabalhos efetuados para os vários troços foram de natureza muito semelhante, excetuando o troço sete, onde foi implementada a rede de água pluvial, sendo necessário, em resultado dos trabalhos efetuados, o reforço da pavimentação.

Nos troços dois e três, com extensão de 500 metros, foram colocadas lombas redutoras de velocidade, complementadas com a respetiva sinalética vertical, informando os condutores da existência de lombas e da limitação de velocidade permitida. A pintura tracejada no eixo central acompanha todo o trajeto.

Garantindo maior fluidez e segurança do trânsito, a presente empreitada revestiu-se de grande importância para a população local, uma vez que dá acesso direto a um dos lugares mais populosos da freguesia, fazendo ligação interior e secundária da EN 202 Monção – Melgaço com a EM 304 Monção – Arcos de Valdevez.

A valorização da rede viária concelhia é uma das prioridades do atual executivo municipal. Em fase inicial de obra ou com arranque previsto para breve, encontram-se sete empreitadas em diferentes áreas do nosso território. Representam um investimento global próximo de 1.3 milhões de euros, abrangendo 12 freguesias.

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RETOMADA LIGAÇÃO ENTRE MONÇÃO E SALVATERRA

𝗔 𝘁𝗿𝗮𝘃𝗲𝘀𝘀𝗶𝗮 𝘀𝗼𝗯𝗿𝗲 𝗼 𝗿𝗶𝗼 𝗠𝗶𝗻𝗵𝗼, 𝘃𝗶𝘀𝘁𝗮 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝘂𝗺𝗮 𝗿𝘂𝗮 𝗽𝗲𝗹𝗼𝘀 𝗵𝗮𝗯𝗶𝘁𝗮𝗻𝘁𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗮𝗺𝗯𝗼𝘀 𝗼𝘀 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗲𝗹𝗵𝗼𝘀, 𝗿𝗲𝗮𝗯𝗿𝗶𝘂 𝗵𝗼𝗷𝗲 𝗮𝗼 𝗽𝘂́𝗯𝗹𝗶𝗰𝗼, 𝗮𝗽𝗼́𝘀 𝘁𝗿𝗲̂𝘀 𝗺𝗲𝘀𝗲𝘀 𝗲 𝗺𝗲𝗶𝗼 𝗲𝗻𝗰𝗲𝗿𝗿𝗮𝗱𝗮.

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Neste dia, 1 de julho, assinala-se o início do período critico de incêndios florestais e a reabertura das fronteiras terrestres entre Portugal e Espanha, voltando a ligar Monção e Salvaterra, através da Ponte Internacional sobre o Rio Minho, inaugurada no dia 29 de março de 1995.

Parafraseando o poeta maior das letras monçanenses, João Verde, “deixai-os, pois, namorar”. Como resposta, Amador Saavedra, poeta galego, propôs “em facer o casamento”. Ambos têm os seus poemas eternizados em murais nas respetivas localidades, exaltando a amizade entre os dois povos,

O encerramento da travessia internacional, através de resolução governamental datada de 16 de março, resultou em consequências adversas para os estabelecimentos comerciais, nas duas margens, e constrangimentos diversos para os trabalhadores transfronteiriços.

Esta medida de normalização do quotidiano entre os dois povos amigos, fundamental para a dinamização económica, deve ser encarada com esperança e confiança num projeto de retoma comum, mas também com a necessária atenção e cumprimento de todas as recomendações sanitárias.

MONÇÃO EXPÕE COLECTIVA DE PINTURA, FOTOGRAFIA, ESCULTURA E ARTESANATO

A Casa Museu de Monção em parceria com a Universidade do Minho leva a efeito a exposição coletiva de pintura, fotografia, escultura e artesanato, "Circo L’artes" na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Esta exposição está patente ao público a partir do próximo dia 30 de junho.

Sinopse da Exposição:

"O  Circo L’artes nasce da necessidade de fazer gerar uma outra forma de tertúlia entre amigos que, morando longe uns dos outros, volta e meia se podem encontrar, mostrar novos trabalhos, novas experiências e partilhar de um encontro muito personalizado, quase intimista, para se poder conversar sobre o ato criativo e sobre o estado das artes em geral. Não um encontro fugidio, brindar um Porto, olhar as obras e um adeus, até pró ano. O Circo L’artes é uma tarde e uma noite que engloba o grupo de forma a dar um solidez de amizade que se pretende intemporal. Assim, temos pintores, escultores, fotógrafos, artesãos e músicos. Cada um com a sua originalidade, com a sua alegria e com a sua energia para ser dividida entre todo o grupo e entre as pessoas que possam estar presentes. A ideia do Circo L’artes também passa pela circulação do evento em vários locais que minimamente tenham condições de se poder realizar. Esta será a 2ª edição, muito restringida pela pandemia, a que vamos tentar adaptar as melhores maneiras de podermos fazer uma festa bonita..."

A permanência nas instalações da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho está condicionada ao respeito pelas medidas implementadas para proteção de todos, nomeadamente:

  • Manter o distanciamento físico.
  • Seguir as indicações existentes.
  • Usar máscara de proteção durante todo o tempo que permanecer no edifício (a CMM não disponibiliza  máscaras para os utilizadores).
  • Lavar e/ou higienizar as mãos.
  • Capacidade máxima de 5 pessoas na Sala de Exposições Temporárias

A colaboração de todos é fundamental.

A entrada é livre!

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho:

terça a sexta feira: das 09:30 às 12:30 e das 14:00 às 17:30

sábado: das 14:00 às 19:00

domingo e segunda feira: encerrada 

REVOLUÇÃO LIBERAL ACONTECEU HÁ 200 ANOS!

Porto. Era ainda madrugada quando, no dia 24 de Agosto de 1820, os militares dirigiram-se para o Campo de Santo Ovídio com o propósito de desencadear uma revolução com vista à implantação de um regime constitucional – o Liberalismo!

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Por detrás da sublevação encontrava-se o Sinédrio, uma associação secreta destinada a preparar a revolução.

Uma vez chegados ao Campo de Santo Ovídio, actual Praça da República, os militares formaram em parada e assistiram à missa. De seguida, uma salva de artilharia anunciou o levantamento militar.

Às 8 horas da manhã, os revolucionários reuniram-se na Câmara Municipal do Porto e proclamaram a “Junta Provisional do Governo Supremo do Reino”. Entre os seus membros, salientamos os vogais João da Cunha Sotto-Mayor, natural de Viana do Castelo e José Maria Xavier de Araújo, de Arcos de Valdevez, ambos em representação da província do Minho. A Universidade teve como representante o pontelimense Frei Francisco de São Luís (Saraiva), vulgo Cardeal Saraiva.

Na altura, a Corte encontrava-se no Brasil para onde partira na sequência das invasões francesas. A Junta revolucionária exigia o seu retorno e a convocação das Cortes com vista à elaboração de uma Constituição política para o país.

A revolução alastrou a outras cidades, nomeadamente a Lisboa, vindo então os governos do Porto e de Lisboa a fundir-se, constituindo a “Junta Provisional do Supremo Governo do Reino”.

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José Maria Xavier de Araújo foi um jurista e magistrado, bacharel em Cânones pela Universidade de Coimbra, membro do Sinédrio. Exerceu as funções de deputado às Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa em 1821-1822, eleito pelo círculo do Minho. Foi membro da Maçonaria. Colaborou em diversos periódicos e é autor de umas memórias sobre a Revolução Liberal do Porto de Agosto de 1820.

Nasceu em Arcos de Valdevez em 1786, numa casa da actual rua Cerqueira Gomes. Era filho do Conselheiro de Fazenda e Desembargador Francisco Xavier de Araújo. Faleceu no Porto em 1858.

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Por seu turno, João da Cunha Sotto-Mayor nasceu em Viana do Castelo a 22 de Setembro de 1767 e faleceu em Monção, em 30 de Novembro de 1850. Foi magistrado, membro da Maçonaria, tendo exercido as funções de Grão.Mestre do Grande Oriente Lusitano entre 1821 e 1823.

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 Frei Francisco de São Luís, vulgo Cardeal Saraiva, foi um dos principais vultos do liberalismo e constitui um dos ícones maiores de Ponte de Lima e do Minho. Nasceu em Ponte de Lima em 1766 e faleceu em Lisboa em 1845. Aos catorze anos de idade, ingressou no Mosteiro de São Martinho de Tibães, da ordem beneditina, tendo daí saído anos mais tarde para o Mosteiro de Santo André de Rendufe e, posteriormente, para a Faculdade de Teologia da Universidade de Coimbra.

Filiado na Maçonaria da qual chegou a ser Grão-mestre, adoptou o nome Condorcet, tendo ainda integrado o Sinédrio que foi a organização responsável pela revolução portuense de 1820. Apesar dos seus ideais, não deixou de combater os invasores franceses pelos quais muitos liberais tomaram partido sem receio de que tal atitude configurasse um acto de traição.

Após a revolução, tornou-se um dos membros da Junta Provisional do Supremo Governo do Reino e, pelas Cortes Constituintes, nomeado membro do Conselho de Regência. Foi ainda Reitor da Universidade de Coimbra, deputado às Cortes e Presidente da Câmara dos Deputados.

Em 1824, resignou ao episcopado e veio a ser desterrado para o Mosteiro da Serra de Ossa, de onde saiu após a chegada das tropas liberais a Lisboa em 1833. Foi feito Patriarca de Lisboa em 1840 e, em 1843, confirmado no título e pelo Papa Gregório XVI elevado ao cargo cardinalício.

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Os restos mortais do Cardeal Saraiva repousam no Panteão dos Cardeais, no Mosteiro de S. Vicente de Fora, em Lisboa.

MONÇÃO: RIO PARK PROMOVE O SEU QUARTO ANIVERSÁRIO EM SEGURANÇA

No primeiro fim-de-semana de julho o Rio Park comemora o seu quarto aniversário, um aniversário especial, mas que não deixar de ser assinalado com muitas promoções e surpresas.

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Este ano o aniversário do Rio Park vai ter várias novidades. Durante o fim-de-semana são várias as lojas deste espaço comercial de Monção que vão ter promoções únicas e especiais para os clientes. O primeiro fim-de-semana de julho vai ser bombástico para quem aproveitar a oportunidade e passar um dia em família ou amigos.

Mas a festa, este ano, passa para o online. Serão três dias – sexta, sábado e domingo – onde vamos ter muitas surpresas. Podem esperar atuações do DJ Pedro Pagodes, Joel Santos, membro dos Monção Brass, All Styles, entre outros.

O melhor é ficar atento para acompanhar tudo o que preparamos para os nossos clientes e amigos no Facebook do Rio Park. No Rio Park esperamos por si e estamos consigo.

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AUTARCAS DO MINHO E GALIZA PEDEM REABERTURA DA FRONTEIRA PARA AJUDAR TRABALHADORES TRANSFRONTEIRIÇOS

Autarcas de fronteira emitem novo pedido de ajuda para trabalhadores transfronteiriços

A Ponte Internacional que liga Monção e Salvaterra do Miño foi palco, esta manhã, da segunda ação de protesto pela reabertura de mais pontos de passagem entre Portugal e Espanha, dinamizada pelos presidentes dos 12 municípios portugueses e galegos banhados pelo rio Minho. Dois trabalhadores transfronteiriços marcaram presença para testemunhar o impacto do fecho de fronteiras no seu dia a dia, exibindo cartazes com a frase “Deixem-me trabalhar”.

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O diretor do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT Rio Minho), Uxio Benitez, sublinhou que “estas duas pessoas simbolizam tudo aquilo pelo que os autarcas andam a reivindicar. Não se trata de abrir fronteiras de uma forma generalizada para o turismo, mas sim de algo mais justo e preocupante que é os trabalhadores transfronteiriços fazerem uma vida normal. O que está em causa é a colocação de meios para controlar a abertura de mais pontos de passagem”.

Sublinhando que a ponte “é uma rua que atravessa o rio Minho, e na qual passam, diariamente, 10 mil carros”, o Presidente da Câmara Municipal de Monção alertou para o facto de “os trabalhadores transfronteiriços estarem a sofrer efeitos económicos e pessoais há muitos meses”. E acrescentou: “Somos pequenos, somos poucos, mas somos gente. Queremos sobreviver, é já do que se trata. Há já muitos pedidos de ajuda, há pobreza encapotada, a economia está a definhar e o que se pede aos Governos é que ajudem a fronteira, ajudem os povos de ambos os lados”.

Cecília Puga, cabeleireira galega com salão em Melgaço há 19 anos, fazia uma viagem casa/trabalho de apenas seis minutos. Com o fecho de fronteiras devido à pandemia Covid-19, a empresária vê-se obrigada a percorrer cerca de 160 kms por dia, tendo de passar no único ponto de passagem aberto nesta orla ribeirinha, em Valença-Tuy, além de demorar muito mais tempo. “Na semana passada, o SEF não validou a minha declaração e tive de ir a Vigo fazer novo reconhecimento, tendo demorado cinco horas a chegar ao meu posto de trabalho. É uma injustiça”, disse.

Por sua vez, Vítor Domingues, referiu que, em 22 anos de feirante, na semana passada foi “a primeira vez que não abriu a caixa, não faturando um cêntimo”. Presença habitual nas feiras entre Melgaço e Caminha, o feirante que ostentava um cartaz com “Deixem-me trabalhar”, afirmou que esta situação está a provocar “um colapso económico total na raia” e o que se pede é que “os governos olhem para o Norte de Portugal e a Galiza".

IMG_6929.jpgNo final ficou a garantia de que, se nada for feito, esta reivindicação vai prosseguir noutras travessias que flexibilizam as milenares relações entre o Norte de Portugal e a Galiza.

De relembrar que a primeira ação de protesto conjunta dos autarcas dos dois lados do rio Minho aconteceu, na passada quarta-feira, 3 de junho, na Ponte internacional da Amizade, que liga Vila nova de Cerveira e Tomiño.

PARA COMEMORAR O DIA DA SUB-REGIÃO DE MONÇÃO E MELGAÇO MAIS DE 1000 CRIANÇAS ACEITARAM O DESAFIO E VÃO ILUSTRAR A HISTÓRIA DA “ALVARINHO”

LIVRO ESTÁ DISPONÍVEL ONLINE E VAI APOIAR O CENTRO DE ACOLHIMENTO TEMPORÁRIO DE CRIANÇAS E JOVENS - CAT RAIO DE SOL

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Mais de mil crianças do Agrupamento de Escolas de Monção e do Agrupamento de Escolas de Melgaço aceitaram o desafio, lançado pelo Soalheiro e pelo Clube de Produtores, e vão ilustrar e pintar, dando a sua interpretação visual à narrativa “ALVARINHO – A HISTÓRIA DE UMA UVA QUE QUERIA SER TERRITÓRIO”. E assim, comemorar o dia de Monção & Melgaço (7 de junho) – uma das regiões do Vinho Verde com maior notoriedade - com uma atividade muito especial.

O livro, recém lançado, é já um sucesso, e a primeira marca de Alvarinho de Melgaço decidiu coloca-lo disponível online na plataforma enoturismo.soalheiro.ptA versão digital está disponível a todos e a versão física tem um custo simbólico, do qual uma parte reverte para o Centro de Acolhimento Temporário de crianças e jovens - CAT Raio de SOL (Centro Paroquial e Social de Chaviães, Melgaço).

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TRABALHOS VENCEDORES VÃO DAR ORIGEM A UMA EXPOSIÇÃO ILUSTRADA DO TERRITÓRIO

Os alunos, entre o 1º e o 5º ano, do Agrupamento de Escolas de Monção e entre o 1º e o 7º ano, do Agrupamento de Escolas de Melgaço, receberam os livros, em casa. A história será explorada com orientação dos professores e os alunos vão ilustrar e pintar, dando a sua interpretação visual à narrativa. A entrega dos trabalhos será feita até 22 de junho. Posteriormente, será atribuído um prémio por cada ano, em cada agrupamento. Os vencedores irão receber, juntamente com as suas famílias, uma visita ao Soalheiro, onde terão a oportunidade de conhecer as potencialidades do terroir e provar as infusões. Os trabalhos vencedores serão ainda expostos na sala de provas Soalheiro.

ALVARINHO: UMA UVA PATRIMÓNIO DE PORTUGAL, COM ORIGEM EM MONÇÃO E MELGAÇO, UNIDA À ECONOMIA DAS FAMÍLIAS

A primeira marca de Alvarinho de Melgaço teve a ideia de lançar este livro infantil, para ilustrar e pintar, onde conta a história da Alvarinho: uma uva património de Portugal, com origem em Monção e Melgaço, unida à economia das famílias. Intitulada “ALVARINHO – A HISTÓRIA DE UMA UVA QUE QUERIA SER TERRITÓRIO”, a história original foi elaborada pelo Soalheiro Team e contou com a colaboração da produtora, atriz e dramaturga Rita Burmester.

O objetivo deste projeto é que os mais novos conheçam melhor e aprendam a respeitar este tesouro que a natureza deu à região: as condições de excelência para produzir alvarinho e ao, mesmo tempo, se tornem embaixadores orgulhosos das suas raízes.

FIM DE SEMANA ESPECIAL PARA CELEBRAR DIA DE MONÇÃO E MELGAÇO

Este fim de semana de 6 e 7 de junho, o Soalheiro desafia todos os que se quiserem juntar a eles a celebrarem esta casta que os apaixona e a desfrutarem de uma proposta de Enoturismo onde será privilegiado o contacto com a natureza e os encantos do terroir de Monção e Melgaço: A origem do Alvarinho. Nesse fim de semana, em todas as visitas será, ainda, oferecido o livro agora lançado em formato papel.

Recorde-se que o dia 7 de junho, é um dia especial, pois assinala a conquista dos produtores da sub-região que viram reconhecida, através da certificação e da atribuição de um selo de garantia, dentro da Região dos Vinhos Verdes, a exclusividade, autenticidade, origem e qualidade dos Alvarinhos produzidos em Monção e Melgaço e a certificação de que a sub-região está na origem desta casta com caraterísticas distintivas.

“(…) Porém, Alvarinho não pára. Nunca é tempo de parar. É tempo de continuar a crescer e ser apreciada e reconhecida pelo mundo todo. (…)

E o mundo saberá que MONÇÃO e MELGAÇO é a ORIGEM da ALVARINHO e o seu TERRITÓRIO!”

- ALVARINHO – A HISTÓRIA DE UMA UVA QUE QUERIA SER TERRITÓRIO

SOBRE OS AUTORES DO LIVRO

SOALHEIRO TEAM

O Soalheiro Team são todos aqueles que, diariamente, vestem a camisola e comungam com os valores da inovação, do inconformismo, da responsabilidade e da excelência, contribuindo para a evolução contínua e sólida do Soalheiro. Foi a paixão pela vinha e pelo vinho que os uniu e é o respeito pelo nosso Terroir que os realiza.

RITA BURMESTER

Rita Burmester é fundadora da Crónica Pitoresca, da qual é a Diretora Artística. Foi produtora, atriz e dramaturga na ATE de 2015 a 2020. Docente no Instituto Politécnico de Bragança desde 2018. Licenciada, desde 2007, em Teatro pela ESAP (Escola Superior Artística da Porto) colaborou como atriz com várias companhias de teatro entre elas o TEP, a Estaca Zero, Só Cenas, Vivonstage, entre outras. Já no cinema trabalhou com a Produtora Fusão, Produtora Filtro, Academia RTP e entre trabalhos pontuais como mais recentemente na curta-metragem para a London Film Academy (2017). É também formadora exercendo esse papel no Grupo Dramático e Musical Flor de Infesta desde 2002, e no Espaço T no Projeto Cercar-te desde 2016. Paralelamente, concluiu o mestrado em Ciências da Comunicação pela FLUP (Faculdade de Letras do Porto) tendo feito um estágio para a Rádio Nova durante o mestrado, atualmente é doutoranda na UA em Estudos Culturais.

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ESCOLAS DE MONÇÃO E MELGAÇO CONTAM A HISTÓRIA DA “ALVARINHO” AOS MAIS NOVOS

“ALVARINHO – A HISTÓRIA DE UMA UVA QUE QUERIA SER TERRITÓRIO”

Clube de Produtores e Soalheiro criam livro que escolas vão utilizar para assinalar o dia da sub-região Monção & Melgaço (7 de junho), contribuindo para que as crianças conheçam melhor e se orgulhem das suas raízes.

Numa parceria com o Agrupamento de Escolas de Monção e o Agrupamento de Escolas de Melgaço, e de forma a assinalar o dia de Monção & Melgaço (7 de junho) – uma das regiões do Vinho Verde com maior notoriedade - o Soalheiro, o Clube de Produtores e a Rita Burmester vão contar a história da Alvarinho aos mais novos. A primeira marca de Alvarinho de Melgaço teve a ideia de lançar um livro infantil, para ilustrar e pintar, onde conta a história da Alvarinho: uma uva património de Portugal, com origem em Monção e Melgaço, unida à economia das famílias. Intitulada “ALVARINHO – A HISTÓRIA DE UMA UVA QUE QUERIA SER TERRITÓRIO”, a história original foi elaborada pelo Soalheiro Team e contou com a colaboração da produtora, atriz e dramaturga Rita Burmester.

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Os alunos, entre o 1º e o 5º ano, do Agrupamento de Escolas de Monção e entre o 1º e o 7º ano, do Agrupamento de Escolas de Melgaço, irão receber os livros, em casa.

A história será explorada com orientação dos professores e os alunos serão depois desafiados a ilustrar e pintar, dando a sua interpretação visual à narrativa. A entrega dos trabalhos será feita até 22 de junho. Posteriormente, será atribuído um prémio por cada ano, em cada agrupamento. Os vencedores irão receber, juntamente com as suas famílias, uma visita ao Soalheiro, onde terão a oportunidade de conhecer as potencialidades do terroir e provar as infusões. Os trabalhos vencedores serão ainda expostos na sala de provas Soalheiro.

O objetivo deste projeto é que os mais novos conheçam melhor e aprendam a respeitar este tesouro que a natureza deu à região: as condições de excelência para produzir alvarinho e ao, mesmo tempo, se tornem embaixadores orgulhosos das suas raízes.

O livro está, também, disponível online na plataforma enoturismo.soalheiro.pt para que todos os que valorizam a cultura local, os territórios, a leitura e a relação de partilha entre pais e filhos possam desfrutar desta história.

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FIM DE SEMANA ESPECIAL PARA CELEBRAR DIA DE MONÇÃO E MELGAÇO

No fim de semana de 6 e 7 de junho, o Soalheiro desafia todos os que se quiserem juntar a eles a celebrarem esta casta que os apaixona e a desfrutarem de uma proposta de Enoturismo onde será privilegiado o contacto com a natureza e os encantos do terroir de Monção e Melgaço: A origem do Alvarinho. Nesse fim de semana, em todas as visitas será, ainda, oferecido o livro agora lançado em formato papel.

Recorde-se que o dia 7 de junho, é um dia especial, pois assinala a conquista dos produtores da sub-região que viram reconhecida, através da certificação e da atribuição de um selo de garantia, dentro da Região dos Vinhos Verdes, a exclusividade, autenticidade, origem e qualidade dos Alvarinhos produzidos em Monção e Melgaço e a certificação de que a sub-região está na origem desta casta com caraterísticas distintivas.

“(…) Porém, Alvarinho não para. Nunca é tempo de parar. É tempo de continuar a crescer e ser apreciada e reconhecida pelo mundo todo. (…)

E o mundo saberá que MONÇÃO e MELGAÇO é a ORIGEM da ALVARINHO e o seu TERRITÓRIO!”

- ALVARINHO – A HISTÓRIA DE UMA UVA QUE QUERIA SER TERRITÓRIO

SOBRE OS AUTORES DO LIVRO

SOALHEIRO TEAM

O Soalheiro Team são todos aqueles que, diariamente, vestem a camisola e comungam com os valores da inovação, do inconformismo, da responsabilidade e da excelência, contribuindo para a evolução contínua e sólida do Soalheiro. Foi a paixão pela vinha e pelo vinho que os uniu e é o respeito pelo nosso Terroir que os realiza.

RITA BURMESTER

Rita Burmester é fundadora da Crónica Pitoresca, da qual é a Diretora Artística. Foi produtora, atriz e dramaturga na ATE de 2015 a 2020. Docente no Instituto Politécnico de Bragança desde 2018. Licenciada, desde 2007, em Teatro pela ESAP (Escola Superior Artística da Porto) colaborou como atriz com várias companhias de teatro entre elas o TEP, a Estaca Zero, Só Cenas, Vivonstage, entre outras. Já no cinema trabalhou com a Produtora Fusão, Produtora Filtro, Academia RTP e entre trabalhos pontuais como mais recentemente na curta-metragem para a London Film Academy (2017). É também formadora exercendo esse papel no Grupo Dramático e Musical Flor de Infesta desde 2002, e no Espaço T no Projeto Cercar-te desde 2016. Paralelamente, concluiu o mestrado em Ciências da Comunicação pela FLUP (Faculdade de Letras do Porto) tendo feito um estágio para a Rádio Nova durante o mestrado, atualmente é doutoranda na UA em Estudos Culturais.

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