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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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MONÇÃO, AS NEVES E ASOCIACIÓN DE AFECTADOS REFORÇAM CONTESTAÇÃO À LINHA DE MUITO ALTA TENSÃO

Autarcas e associação reafirmam posição contrária à instalação daquele empreendimento elétrico, considerando que a sua funcionalidade terá um impacto negativo brutal em ambos os territórios e nas populações locais.

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Com o projeto da linha de muito alta tensão em cima da mesa, realizou-se uma reunião de trabalho entre o Presidente da Câmara Municipal de Monção, António Barbosa, o Alcalde de As Neves, Xosé Manuel Rodriguez Mendez, e o Presidente da Asociación de Afectados Pola Liña de Alta Tension Fontefria- Fronteria Portuguesa, Vítor Gil.

Fazendo o ponto da situação daquele empreendimento elétrico, bem como de todas as posições contrárias ao projeto, manifestadas em diferentes locais e de diversas formas, neste encontro acordou-se no estabelecimento de um conjunto de medidas de reforço à contestação da linha de muita alta tensão.

Monção e As Neves, à semelhança de outros municípios localizados na região fronteiriça, têm manifestado total discordância com aquele empreendimento, onde se pretende implementar uma linha elétrica de 400 Kv (que pode chegar aos 800 Kv) desde Fonte Fria, na Galiza, até à fronteira portuguesa, com o seu prolongamento à rede elétrica nacional, no âmbito do plano de expansão da “REN – Rede Elétrica Nacional, S.A.”

Rejeição unânime ao projeto

Em janeiro de 2019, tanto a Assembleia Municipal de Monção como o Pleno do Concello das Neves aprovaram, por unanimidade, uma proposta de rejeição do projeto. Ano e meio mais tarde, em julho de 2020, no decorrer do período de consulta pública, voltaram a manifestar-se contrárias, de forma bastante explicita, à construção da referida linha no território. Este ano, em conjunto com o movimento associativo, reafirmaram a contestação à Linha de Muito Alta Tensão.

Os dois autarcas e o representante da associação presente entendem que a instalação e funcionalidade da linha de muito alta tensão terá um impacto negativo brutal em ambos os territórios e nas populações locais, originando diversos problemas para a saúde pública, comprovada em diferentes publicações e pesquisas efetuadas por organismos distintos e credíveis.

A uma só voz, defendem que mais que uma linha de muita alta tensão, o território fronteiriço necessita de politicas ativas de valorização das potencialidades locais, bem como de medidas concretas que favoreçam o equilíbrio ambiental, a promoção social e cultural e a fixação das populações nos meios rurais.

MONÇÃO CELEBRA MAIO, MÊS DO CORAÇÃO

Coração, a palpitar na Praça Deu-la-Deu Martins, até ao final deste mês, alerta monçanenses para as doenças cardiovasculares.

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Monção, Município Saudável, colocou esta manhã, na Praça Deu-la-Deu Martins, um coração vermelho, feito de madeira, e assente numa base de ferro pintada a branco. Com uma altura próxima de dois metros, apresenta relevos uniformes, simulando batimentos regulares.

Realizada no âmbito do “Maio, Mês do Coração”, a iniciativa tem como principal objetivo sensibilizar a população local para a prevenção de doenças cardiovasculares, alertando-a para as consequências negativas desta patologia, a principal causa de morte em Portugal.

Ao longo do mês, com recurso a imagens e textos informativos, pretende-se ativar uma consciência preventiva junto da população, de forma a reforçar a sensibilização dos munícipes para a redução de comportamentos de risco, como o tabagismo, uma alimentação descuidada e ausência de exercício físico.

Serão divulgadas mensagens de consciencialização alusivas à hipertensão, obesidade e tabagismo. No dia 22, no Cine Teatro João Verde, decorre a sessão de apresentação “A Construção do Perfil Municipal de Saúde de Monção”.

MONÇÃO: BELA COMEÇOU A REQUALIFICAÇÃO DA RUA DA DEVESINHA

A presente intervenção resultará numa maior segurança na circulação automóvel e maior facilidade de acesso às habitações e campos agrícolas.

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A requalificação do “Caminho Público da Estrada Municipal 202 ao Túnel da Estrada Nacional 202”, na freguesia da Bela, abrangendo a Rua da Devesinha, iniciou-se a semana passada. Os trabalhos, no valor de 68.240,36 €, estão a cargo da empresa “Habimonção, Construções, Lda”.

A intervenção prevista inicia-se na EM 202, lugar da Laginha, e termina no túnel da EN 202, um trajeto muito movimentado pelos residentes na freguesia, uma vez que dá acesso à igreja paroquial e ao cemitério da freguesia.

Os trabalhos consistem na limpeza geral do trajeto intervencionado, escarificação do piso existente, realização de obras acessórias, execução de novo pavimento, rede de drenagem de águas pluviais e colocação de sinalização rodoviária.

O pavimento receberá pintura no eixo e nas laterais da via e a drenagem de água pluvial será feita com valetas de betão em forma de V, sendo instalados, ao longo do percurso, novos órgãos de drenagem, contendo caixas de visita com grelha em ferro fundido.

O investimento rodoviário permitirá uma circulação automóvel e pedonal mais cómoda e segura, assegurando, ao mesmo tempo, melhores condições de acesso às habitações e aos campos agrícolas localizados na zona objeto de intervenção.

Complementando o investimento efetuado nos últimos anos, a Câmara Municipal de Monção inscreveu, no Plano Plurianual de Investimentos de 2021, uma dotação financeira próxima de 2.5 milhões de euros, visando a valorização da rede viária no concelho.

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MONÇÃO: MAIO, MÊS DO CORAÇÃO

Município de Monção vai divulgar mensagens de sensibilização alusivas à hipertensão, obesidade e tabagismo.  No dia 22, decorre a sessão de apresentação “A Construção do Perfil Municipal de Saúde de Monção”.

Em maio, mês do coração, Monção, Município Saudável, vai divulgar várias mensagens ao longo do mês, de forma a alertar a população local para a problemática das doenças cardiovasculares, a principal causa de morte em Portugal.

Com recurso a imagens e textos informativos, pretende-se ativar uma consciência preventiva, sensibilizando os monçanenses para a redução de comportamentos de risco, como o tabagismo, uma alimentação descuidada e ausência de exercício físico.

Neste mês, a população local poderá adquirir um maior conhecimento sobre as doenças cardiovasculares, bem como dissipar algumas dúvidas associadas aquela patologia.

Serão divulgadas mensagens de sensibilização alusivas à hipertensão, obesidade e tabagismo. No dia 22, no Cine Teatro João Verde, decorre a sessão de apresentação “A Construção do Perfil Municipal de Saúde de Monção”.

Cuide do seu coração. Adote comportamentos preventivos.

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PASSADIÇOS "A GALIZA MAIL´O MINHO": UM PERCURSO INSPIRADOR E RELAXANTE, ENTRE A MURALHA E O RIO

Ao longo do percurso, estão disponíveis lugares de descanso e contemplação, permitindo aos caminhantes desfrutar de alguns momentos de repouso e, ao mesmo tempo, apreciar a envolvente paisagística, fluvial e monumental, simbolizada pelo rio Minho e pelas imponentes Muralhas de Monção - monumento nacional desde 1910.

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Abertos ao público no dia 21 de março, Dia Mundial da Poesia e entrada da Primavera, os passadiços "A Galiza Mail'o Minho" foram visitados, esta manhã, pela comitiva que esteve presente na inauguração da Estação Temporal “Viagem no Tempo – Alto Minho 4D | Rota dos Castros”, situada numa das casamatas da “Porta do Rosal”.

Os passadiços, com utilização frequente e interesse jornalístico, fazem a ligação pedonal entre o centro histórico e o Parque das Caldas, zona ribeirinha da vila. A intervenção englobou, também, a reconstrução dos muros de suporte dos antigos socalcos de cultivo e a iluminação pública da muralha.

Ao longo do passadiço de madeira, estão disponíveis lugares de descanso e contemplação, permitindo aos caminhantes desfrutar de alguns momentos de repouso e, ao mesmo tempo, apreciar a envolvente paisagística, fluvial e monumental, simbolizada pelo rio Minho e pelas imponentes Muralhas de Monção - monumento nacional desde 1910.

Acedendo-se por uma abertura existente no pano da muralha, junto às escadas do Restaurante Arado, na Avenida General Humberto Delgado, esta ligação pedonal, que propícia uma panorâmica fabulosa, reforça a ligação dos monçanenses ao rio Minho e fortalece a componente turística do Parque das Caldas.

O nome "A Galiza Mail'o Minho" é uma homenagem a João Verde, pseudónimo de José Rodrigues vale, poeta maior das letras monçanenses. Estreando-se na poesia com a publicação “Musa Minhota”, a sua obra mais conhecida, “Ares da Raia”, foi lançada em 1902, com impressão na cidade galega de Vigo.

Esta publicação reúne duas dúzias de poemas repartidos por cinco capítulos. Entre estes, destaca-se o mais conhecido. “Vendo-os assim tão pertinho”, poema imortalizado em mural na Alameda General Humberto Delgado, próximo das escadas que dão acesso aos passadiços.

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MONÇÃO: “VIAGEM NO TEMPO” PELA “ROTA DOS CASTROS” COMEÇA NA “PORTA DO ROSAL”

Espaço museológico, dedicado à cultura castreja, foi inaugurado no sábado, no âmbito do Projeto “Alto Minho 4D – Viagem no Tempo”, o qual contempla a criação de 10 rotas culturais, uma em cada município.

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Monção inaugurou no passado sábado, 1 de maio, feriado nacional, a Estação Temporal “Viagem no Tempo – Alto Minho 4D | Rota dos Castros” numa das casamatas da Porta do Rosal, uma das principais entradas na fortaleza de Monção.

A cerimónia, realizada esta manhã, foi presidida pelo Presidente da Câmara Municipal, António Barbosa, contando com as presenças do Primeiro Secretário da CIM Alto Minho, Bruno Caldas, o Presidente da Assembleia Municipal, Armando Fontainhas, Vereadores, Presidentes de Junta de Freguesia e elementos da Assembleia Municipal.

O espaço museológico, promotor da dinamização cultural e mobilidade turística, apresenta um conjunto de informações interativas que convidam o visitante a uma viagem até ao período castrejo, vivenciando a sua identidade coletiva e a sua presença em Monção e nos restantes municípios do Alto Minho.

A Estação Temporal “Viagem no Tempo – Alto Minho 4D | Rota dos Castros”, assumir-se-á como o ponto de partida de uma experiência enriquecedora e partilhada, reforçando a herança cultural e social do nosso povo. No fundo, pretende-se oferecer mais um local de visitação e exploração do património histórico e cultural do território concelhio e distrital.

António Barbosa realçou o reforço da oferta cultural do nosso território proporcionado pelo novo espaço, sublinhando que, em tempo de crise, é fundamental avançar na componente turística e patrimonial, preparando o concelho de Monção para responder, afirmativamente, aos próximos desafios.

Nesse sentido, referiu que este projeto de valorização do casco amuralhado de Monção terá continuidade com novas intervenções. Deixou, ainda, uma palavra à CIM Alto Minho, considerando que a Comunidade Intermunicipal é um exemplo no contexto nacional.

Por sua vez, Bruno Caldas reafirmou o papel dinamizar deste projeto intermunicipal como plataforma giratória de defesa e promoção cultural da região do Alto Minho. Enalteceu, também, a visão e capacidade dos municípios em promover o território de uma forma conjunta e partilhada.

A nova estrutura, ao serviço da cultura e do turismo, é parte integrante do Projeto “Alto Minho 4D – Viagem no Tempo”, desenvolvido pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, com financiamento do Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020 (NORTE 2020), no montante global de 2 milhões de euros.

Consta da criação de 10 rotas culturais, uma em cada município, encontrando-se associadas a diferentes períodos da história. A saber: a Rota da Arte Rupestre e do Megalitismo, a Rota dos Castros, a Rota do Romano, a Rota do Românico ao Gótico, a Rota dos Mosteiros, a Rota dos Descobrimentos, a Rota dos Castelos e Fortalezas, a Rota do Barroco, a Rota da Arquitetura Tradicional e a Rota do Moderno ao Contemporâneo.

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PAREDES DE COURA E MONÇÃO DELIMITARAM TERRITÓRIO DE VÁRIAS FREGUESIAS EM 1969

Em 1969, foi publicado o Decreto n.º 48906 que define os limites entre as freguesias de Porreiras e Insalde, do concelho de Paredes de Coura, e as de Boivão, do concelho de Valença, e Pias, do concelho de Monção.

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Decreto n.º 48906

Tendo surgido dúvidas acerca da linha que separa as freguesias de Porreiras e Insalde, do concelho de Paredes de Coura, das de Boivão, do concelho de Valença, e Pias, do concelho de Monção, procedeu-se ao estudo necessário para lhes pôr termo.

Considerando as conclusões daquele estudo e o parecer sobre ele emitido pelo Instituto Geográfico e Cadastral;

Ouvidos o governador civil e a Junta Distrital de Viana do Castelo;

Tendo em vista o disposto no n.º 3.º do artigo 12.º do Código Administrativo;

Usando da faculdade conferida pelo n.º 3.º do artigo 109.º da Constituição, o Governo decreta e eu promulgo o seguinte:

Artigo 1.º Os limites entre as freguesias de Porreiras e Insalde, do concelho de Paredes de Coura, e as de Boivão, do concelho de Valença, e Pias, do concelho de Monção, são definidos por uma linha que, partindo do ponto trigonométrico das Lagoas (antigamente denominado «Outeiro do Giestoso»), onde convergem os limites das ditas freguesias de Porreiras e Boivão e o da de Taião, do concelho de Valença, segue, orientando-se para nascente, pelas águas vertentes em direcção aos penedos negros existentes na Chã das Pipas (antigamente chamada «Campo da Estacada») e situados a sul do ramo do lado nascente dos regatos da Fonte de Cai do Alto, dividindo a referida linha de águas vertentes, no troço indicado, as freguesias de Boivão, a norte, e Porreiras, a sul; a partir dos mencionados penedos passa a separar as freguesias de Insalde e Pias (esta a norte e aquela a sul da linha), continuando, sempre pelas ditas águas vertentes, através da Cancela de Breia em direcção ao marco trigonométrico do Cárdio, onde terminam os limites das últimas freguesias indicadas.

Art. 2.º As Câmaras Municipais de Paredes de Coura, Monção e Valença procederão, no prazo de sessenta dias, à colocação de marcos, onde se tornem necessários, de modo que fiquem bem patentes os limites fixados no artigo anterior.

Marcello Caetano - António Manuel Gonçalves Rapazote.

Promulgado em 3 de Março de 1969.

Publique-se.

Presidência da República, 12 de Março de 1969. - AMÉRICO DEUS RODRIGUES THOMAZ.

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EMPRESA DE COMPONENTES PARA A INDÚSTRIA AUTOMÓVEL INVESTE EM MONÇÃO

A Câmara Municipal de Monção, representada pelo seu presidente, António Barbosa, e a empresa “Sergalpo Portugal, Lda”, representada pelo seu gerente, Aurélio Dieguez Garcia, assinaram, esta tarde, a escritura pública de compra e venda de uma parcela de terreno de 20.000 metros quadrados, situado no Polo Industrial da Lagoa.

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O lote de terreno, devidamente infraestruturado, destina-se à instalação de uma unidade industrial, com uma área de 10.000 metros quadrados, para a produção de componentes interiores para veículos de alta gama, das principais marcas mundiais, casos de Mercedes, Abarth, BMW, Jaguar, Ford e Volkswagen.

Com perto de 200 colaboradores, a nova plataforma empresarial da “Sergalpo Portugal, Lda”, contribuirá para a criação de mais 100 novos postos de trabalho, dos quais 20 qualificados e 5 superiores, elevando para cerca de 300 o número de trabalhadores na empresa.

Prevendo um investimento próximo de 3 milhões de euros, a “Sergalpo Portugal, Lda”, de acordo com Aurélio Dieguez Garcia, tem como objetivo alargar a capacidade de produção e armazenamento da empresa, visando expandir e aumentar o volume de negócios.

A escolha de Monção deve-se à sua situação geográfica, junto à fronteira com a Galiza, bem como às condições logísticas e funcionais oferecidas pela estrutura empresarial. Prevê-se que entre em funcionamento antes do final do ano.

Para António Barbosa, este investimento empresarial constitui “uma boa noticia para Monção” revelando “a capacidade de atração do nosso território” e “a vontade dos empresários em se instalarem no concelho”, potenciando, em paralelo, “o crescimento da economia local e o aumento dos postos de trabalho”.

Com o Polo Industrial da Lagoa preenchido, o Município de Monção, consciente da importância da componente empresarial, como instrumento de geração de emprego e riqueza, lançou a Zona Empresarial Responsável do Alto Minho (ZERAM). Situada em Messegães, compreende uma área superior 60.000 m2. A obra avança a breve prazo, prevendo-se que esteja concluída em 2022.

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ABERTURA DO MUSEU MONÇÃO & MEMÓRIAS

Novo equipamento, localizado na Rua da Independência, retrata a história da gente e do território, albergando o viver e o sentir do povo monçanense, ao longo dos séculos.

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O Museu Monção & Memórias, equipamento cultural que retrata a história da gente e do território, foi aberto ao público no passado dia 24 de setembro, sábado, no âmbito das comemorações do 25 de abril, resultando da requalificação urbanística do Edifício Souto D`El Rei, imóvel datado do século XVII.
Localizada na Rua da Independência, a nova estrutura vem reforçar a oferta cultural e turística do Município de Monção. No espaço exterior, pode-se apreciar uma obra de arte da autoria de Bordalo II, a mítica Coca, dragão do imaginário monçanense, feita a partir de objetos deitados ao lixo.
Descerrada a placa, António Barbosa, realçou a importância de mais um equipamento cultural no concelho. “Trata-se de um espaço que revela muito daquilo que somos como povo. A nossa história, os nossos costumes, a nossa identidade. Está tudo neste edifício requalificado e adaptado à nova funcionalidade. Com o Museu Monção & Memórias, recuperamos o passado, valorizamos o presente, e ganhamos o futuro”.
A operação urbanística do Edifício Souto D`El Rey, enquadrada na politica municipal de reabilitação do edificado com valor identitário e patrimonial, teve como objetivo a recuperação integral do imóvel, renovando a sua imagem a adaptando-o para receber um novo equipamento cultural, albergando o viver e sentir do povo monçanense ao longo dos séculos.
A recuperação daquele imóvel secular, em pleno centro histórico da vila, envolve duas vertentes. Por um lado, promove a reabilitação arquitetónica e patrimonial e, por outro, constitui mais um elemento relevante para a divulgação da componente cultural e turística do nosso concelho.

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MONÇÃO: A COCA DE BORDALO II

Artista plástico inspirou-se na Coca, dragão lendário de Monção, para transmitir uma mensagem de sustentabilidade e consciencialização ambiental. Criação artística está patente no espaço exterior do novo Museu Monção & Memórias.

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Uma escultura feita de lixo com oito metros de altura e quatro de largura, da autoria do artista plástico Bordalo II e inspirada na Coca, dragão imaginário de Monção, foi inaugurada no passado sábado, 24 de abril, coincidindo com a abertura do novo Museu Monção & Memórias.

Com forte impacto visual e uma acentuada componente ecológica, a obra "colorida" é feita de "plástico de alta densidade, partes de ecopontos, partes de para-choques de carros", entre outro tipo de "lixo, desperdícios, e resíduos que causam contaminação e poluição".

Em declarações à imprensa, Bordalo II disse"Agarrei numa personagem que não existe para alertar para uma realidade que existe. A necessidade de preservação da natureza. A minha ideia foi alterar o conceito original da história da Coca, que é um bicho mau, levando-nos a questionar a ação do homem no presente. Se calhar, agora é o bicho homem que assume o papel, outrora, atribuído à Coca”

Artur Bordalo nasceu em Lisboa em 1987. O nome artístico, Bordalo II, nasce de uma homenagem ao seu avô, o pintor e artista plástico Real Bordalo. Com trabalhos em várias cidades do mundo, Bordalo II usa objetos abandonados, desperdícios e refugos procedentes de obras, ruinas de edifícios, carros e fabricas, para criar verdadeiras obras de arte.

Além da beleza estética e abordagem contemporânea das suas criações, a utilização artística destes materiais revela-nos uma espécie de critica ao mundo em que vivemos, um mundo em que objetos, outrora valiosos, perdem, rapidamente, o valor ou importância.

Bordalo II confronta a sociedade com o seu próprio consumismo, criando, a partir de algo que foi deitado fora, peças que nos fazem pensar ou, como diz o artista, “pôr a mão na consciência”. Pretende denunciar “uma sociedade extremamente materialista” e promover “uma sustentabilidade ecológica e social”.

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ILUSTRADOR FAUSTO ISORNA EXPÕE EM MONÇÃO

A exposição intitulada "El Cielo de las Ilusiones", da autoria do ilustrador Fausto Isorna, estará patente ao público até ao final do mês de maio, na Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho.

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Sinopse da exposição, segundo o artista: "La exposición consta de un núcleo central que se titula El Cielo de las Ilusiones, entendido esto en su acepción de percepción errónea o confusa de un estímulo, en este caso visual. Los títulos de las obras son fruto de la técnica de corta y pega. El resto de la exposición es una muestra de otros trabajos realizados dentro de este universo de collage, algunos de ellos para libros o carteles.Las obras recogidas en esta exposición han sido realizadas con la técnica del collage, que como bien se sabe consiste en recortar fotos, dibujos, telas, papeles de colores o cualquier otra cosa susceptible de ser encolada sobre papel o cartón. A modo de samplers, las obras de otros autores sobresalen de la música de fondo; algunas son anónimas, pero otras no disimulan su origen. Para su realización no se ha utilizado ningún método informático".

A entrada é livre!

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Foto: La Voz de Galicia

Horário da Sala de Exposições Temporárias da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho: (ENQUANTO DURAR O ESTADO DE EMERGÊNCIA)

De segunda a sexta feira: das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h00 

sábado e domingo: encerrada

NORMAS A RESPEITAR NO ÂMBITO DA PANDEMIA: 

A permanência nas instalações da Casa Museu de Monção/Universidade do Minho está condicionada ao respeito pelas medidas implementadas para proteção de todos, nomeadamente:

  • Manter o distanciamento físico.
  • Seguir as indicações existentes.
  • Usar máscara de proteção durante todo o tempo que permanecer no edifício (a CMM não disponibiliza máscaras para os utilizadores).
  • Lavar e/ou higienizar as mãos.

Capacidade máxima de 5 pessoas na Sala de Exposições Temporárias 

A colaboração de todos é fundamental.

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MONÇÃO COMEMORA O 25 DE ABRIL

O POVO O DEU

O POVO O HÁ DADO

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24 de abril

10h00 | Visita à Escultura "BRUMA", de Ana Almeida Pinto

Local: Antiga Ponte do Comboio

Ana Almeida Pinto

Artista multidisciplinar, Ana Almeida Pinto trabalha e reflete sobre a motivação humana, a nostalgia como força motriz do processo e a relação entre vontade e poder. Adequa a fisicalidade e simbologia dos materiais com os quais trabalha e usa a narrativa do processo de construção para significar os conceitos desenvolvidos.

Nascida no Porto, em 1984, Ana Almeida Pinto apresenta-se ao público, regularmente, desde 2007, com destaque para o projeto Resistência, resultado de uma residência artística, realizada nas Oficinas do Convento, em Montemor-o-Novo, 2016, e a participação no Simpósio de Arte e Sustentabilidade, em Braga, 2018, onde criou duas esculturas, a partir de resíduos industriais.

Uma obra artística que reflete o saudosismo e a memória da presença do comboio em Monção, cuja linha férrea foi desativada no primeiro dia de 1989.

11h00 | Abertura do Museu Monção & Memórias e visita à Obra de Arte do Artista Bordalo II

Local: Rua da Independência

Museu Monção & Memórias

Englobado na requalificação da Rua da Independência, que passou a ter apenas utilização pedonal, o Museu Monção & Memórias resulta da recuperação do Edifício Souto D`El Rei, imóvel datado do século XVII, com brasão/escudo português esquartelado (Pereira, Sousa, Lobato e Castro). Constituído por dois pisos, a traseira dá acesso à Rua da Boavista.

A operação urbanística desenvolvida no Edifício Souto D`El Rey, enquadrada na politica municipal de reabilitação do edificado com valor identitário e patrimonial, teve como objetivo a recuperação integral do imóvel, renovando a sua imagem a adaptando-o para receber um novo equipamento cultural, albergando as memórias da gente e do território.

Assim, a recuperação daquele imóvel secular, em pleno centro histórico da vila, envolve duas vertentes. Por um lado, promove a reabilitação arquitetónica e patrimonial e, por outro, constitui mais um elemento relevante para a divulgação da componente cultural e turística do nosso concelho.

Obra de arte de Bordalo II

Artur Bordalo nasceu em Lisboa em 1987. O nome artístico, Bordalo II, nasce de uma homenagem ao seu avô, o pintor e artista plástico Real Bordalo. Com trabalhos em várias cidades do mundo, Bordalo II usa objetos abandonados, desperdícios e refugos procedentes de obras, ruinas de edifícios, carros e fabricas, para criar verdadeiras obras de arte.

Além da beleza estética e abordagem contemporânea das suas criações, a utilização artística destes materiais revela-nos uma espécie de critica ao mundo em que vivemos, um mundo em que objetos, outrora valiosos, perdem, rapidamente, o valor ou importância.

Bordalo II confronta a sociedade com o seu próprio consumismo, criando, a partir de algo que foi deitado fora, peças que nos fazem pensar ou, como diz o artista, “pôr a mão na consciência”. Pretende denunciar “uma sociedade extremamente materialista” e promover “uma sustentabilidade ecológica e social”.

Uma criação artística com forte impacto visual e uma acentuada componente ecológica que reflete a importância da preservação das tradições como baluarte da identidade cultural do nosso país.

25 de abril

10h00 | Sessão Solene e entrega de títulos honoríficos

Local: Cine Teatro João Verde

Discursos oficiais alusivos ao 25 de abril e entrega de títulos honoríficos a pessoas e instituições locais.

Instituição de Mérito | Medalha de Prata

Foto Aliança e Filarmónica Milagrense

Mérito Desportivo | Medalha de Prata

Luis Teixeira Brito (a título póstumo)

22 a 25 de abril

21h00 | Minissérie “O Povo o Deu, o Povo o Há Dado”

𝘌𝘮 𝘥𝘪𝘳𝘦𝘵𝘰 𝘯𝘢 𝘗𝘢́𝘨𝘪𝘯𝘢 𝘖𝘧𝘪𝘤𝘪𝘢𝘭 𝘥𝘦 𝘍𝘢𝘤𝘦𝘣𝘰𝘰𝘬 𝘥𝘦 Monção Arte & Cultura

Regressar às origens, revisitar lugares, cheiros e lembranças, desencadeia num homem uma viagem vertiginosa ao passado e aos tempos duros da ditadura. Uma visão diferente sobre um dos acontecimentos mais marcantes da história recente de Portugal.

Com texto de IIídio Castro, narração de Valeriano Varela e Tita Pinheiro, o elenco é constituído por monçanenses pertencentes aos dois grupos de teatro amadores existentes no concelho.

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MONÇÃO CELEBRA DIA MUNDIAL DO LIVRO E DOS DIREITOS DE AUTOR

Rede Intermunicipal das Bibliotecas Públicas Municipais do Alto Minho (RIBAM) celebra data, 23 de abril, sexta-feira, com arranque do projeto “Clube de Leitura Online”. A primeira convidada é Isabel Pires de Lima, docente na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e ex-Ministra da Cultura.

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O Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor foi instituído, pela UNESCO, no dia 23 de abril de 1995, devendo-se ao facto de, naquele dia, terem nascido e falecido escritores de renome mundial. Casos de William Shakespeare, cujo nascimento (1564) e falecimento (1616) decorreu nesse dia, de Miguel Cervantes, falecido em 1616, e de Vladimir Nabokov, nascido em 1899.

Para assinalar a data, a Rede Intermunicipal das Bibliotecas Públicas Municipais do Alto Minho (RIBAM), estrutura que engloba dez bibliotecas publicas do distrito, uma por cada concelho, arranca com o projeto “Clube de Leitura Online”.

A convidada da primeira sessão, sob a moderação de Maria José Areal, é Isabel Pires de Lima, docente na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e ex-Ministra da Cultura. A sessão tem início às 15h00, podendo ser visualizada pelo público, acedendo à página do Facebook da RIBAM, através da plataforma ZOOM.

A RIBAM foi constituída na sequência de um acordo de cooperação entre a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) e a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), integrando as bibliotecas públicas municipais dos dez municípios do Alto Minho: Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira.

MONÇÃO COMEMORA 25 DE ABRIL

O POVO O DEU / O POVO O HÁ DADO

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24 de abril

10h00 | Visita à Escultura "BRUMA", de Ana Almeida Pinto

Local: Antiga Ponte do Comboio

Ana Almeida Pinto

Artista multidisciplinar, Ana Almeida Pinto trabalha e reflete sobre a motivação humana, a nostalgia como força motriz do processo e a relação entre vontade e poder. Adequa a fisicalidade e simbologia dos materiais com os quais trabalha e usa a narrativa do processo de construção para significar os conceitos desenvolvidos.

Nascida no Porto, em 1984, Ana Almeida Pinto apresenta-se ao público, regularmente, desde 2007, com destaque para o projeto Resistência, resultado de uma residência artística, realizada nas Oficinas do Convento, em Montemor-o-Novo, 2016, e a participação no Simpósio de Arte e Sustentabilidade, em Braga, 2018, onde criou duas esculturas, a partir de resíduos industriais.

Uma obra artística que reflete o saudosismo e a memória da presença do comboio em Monção, cuja linha férrea foi desativada no primeiro dia de 1989.

11h00 | Abertura do Museu Monção & Memórias e visita à Obra de Arte do Artista Bordalo II

Local: Rua da Independência

Museu Monção & Memórias

Englobado na requalificação da Rua da Independência, que passou a ter apenas utilização pedonal, o Museu Monção & Memórias resulta da recuperação do Edifício Souto D`El Rei, imóvel datado do século XVII, com brasão/escudo português esquartelado (Pereira, Sousa, Lobato e Castro). Constituído por dois pisos, a traseira dá acesso à Rua da Boavista.

A operação urbanística desenvolvida no Edifício Souto D`El Rey, enquadrada na politica municipal de reabilitação do edificado com valor identitário e patrimonial, teve como objetivo a recuperação integral do imóvel, renovando a sua imagem a adaptando-o para receber um novo equipamento cultural, albergando as memórias da gente e do território.

Assim, a recuperação daquele imóvel secular, em pleno centro histórico da vila, envolve duas vertentes. Por um lado, promove a reabilitação arquitetónica e patrimonial e, por outro, constitui mais um elemento relevante para a divulgação da componente cultural e turística do nosso concelho.

Obra de arte de Bordalo II

Artur Bordalo nasceu em Lisboa em 1987. O nome artístico, Bordalo II, nasce de uma homenagem ao seu avô, o pintor e artista plástico Real Bordalo. Com trabalhos em várias cidades do mundo, Bordalo II usa objetos abandonados, desperdícios e refugos procedentes de obras, ruinas de edifícios, carros e fabricas, para criar verdadeiras obras de arte.

Além da beleza estética e abordagem contemporânea das suas criações, a utilização artística destes materiais revela-nos uma espécie de critica ao mundo em que vivemos, um mundo em que objetos, outrora valiosos, perdem, rapidamente, o valor ou importância.

Bordalo II confronta a sociedade com o seu próprio consumismo, criando, a partir de algo que foi deitado fora, peças que nos fazem pensar ou, como diz o artista, “pôr a mão na consciência”. Pretende denunciar “uma sociedade extremamente materialista” e promover “uma sustentabilidade ecológica e social”.

Uma criação artística com forte impacto visual e uma acentuada componente ecológica que reflete a importância da preservação das tradições como baluarte da identidade cultural do nosso país.

25 de abril

10h00 | Sessão Solene e entrega de títulos honoríficos

Local: Cine Teatro João Verde

Discursos oficiais alusivos ao 25 de abril e entrega de títulos honoríficos a pessoas e instituições locais.

Instituição de Mérito | Medalha de Prata

Foto Aliança e Filarmónica Milagrense

Mérito Desportivo | Medalha de Prata

Luis Teixeira Brito (a título póstumo)

22 a 25 de abril

21h00 | Minissérie “O Povo o Deu, o Povo o Há Dado”

𝘌𝘮 𝘥𝘪𝘳𝘦𝘵𝘰 𝘯𝘢 𝘗𝘢́𝘨𝘪𝘯𝘢 𝘖𝘧𝘪𝘤𝘪𝘢𝘭 𝘥𝘦 𝘍𝘢𝘤𝘦𝘣𝘰𝘰𝘬 𝘥𝘦 Monção Arte & Cultura

Regressar às origens, revisitar lugares, cheiros e lembranças, desencadeia num homem uma viagem vertiginosa ao passado e aos tempos duros da ditadura. Uma visão diferente sobre um dos acontecimentos mais marcantes da história recente de Portugal.

Com texto de IIídio Castro, narração de Valeriano Varela e Tita Pinheiro, o elenco é constituído por monçanenses pertencentes aos dois grupos de teatro amadores existentes no concelho.

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MONÇÃO COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

Instituída a 18 de abril de 1982, pelo Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios (COMOS), a celebração deste dia, amanhã, tem como objetivo promover os monumentos e sítios históricos e valorizar o património português, procurando, ao mesmo tempo, alertar para a necessidade da sua conservação e proteção.

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Constitui, também, uma ótima oportunidade para conhecermos os monumentos e os sítios do nosso país. Em Monção, com 33 freguesias dispersas pelo núcleo urbano e pelas áreas geográficas do Vale do Gadanha e do Vale do Mouro, temos muito para oferecer a quem pretende passar momentos agradáveis, e enriquecedores.

À história ancestral e identidade endógena do nosso território, juntamos as muralhas fernandinas, rodeadas de paisagens deslumbrantes, as ruelas do casco urbano, com tanto para contar, uma gastronomia requintada e apaladada, que faz as delicias dos comensais, e a hospitalidade e generosidade de um povo, disposto a recebe-lo(a) como merece.

Os lugares de montanha assemelham-se a imensos e belos jardins, recortados pelo serpentear tranquilo dos rios Mouro e Gadanha, que deslizam por vales profundos e generosos, em direção ao rio Minho. Passear por estes lugares é um regalo para o olhar e um descanso para a alma.

Uma visita feita à sua medida. Com património diversificado (natural, religioso, arqueológico, civil, etnográfico e militar), casas apalaçadas, turismo em espaço rural, a alegria genuína das nossas gentes, o pulsar das coletividades e o legado dos nossos antepassados, que teimamos em preservar.