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BLOGUE DO MINHO

Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes do Minho e Galiza

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V ENCONTRO NACIONAL DE MOLINOLOGIA

A cada dois anos o país dos moinhos junta-se num encontro para partilhar e publicar conhecimento, ideias e projetos, num ambiente informal e construtivo que envolve uma grande diversidade de participantes e instituições, autarquias, museus, associações, empresários, empreendedores económicos e sociais, agentes culturais e ativistas que, no conjunto, realizam a importante obra de salvaguarda e valorização do património molinológico português, um dos mais relevantes do mundo.

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Desta vez, realiza-se a 9 e 10 de Novembro próximo, na cidade do Montijo,  o V Encontro Nacional de Molinologia, relativamente ao qual remetemos o respetivo cartaz, programa e boletim de inscrição.

Deste modo vimos pelo presente meio convidar à participação no encontro e à apresentação de uma comunicação nas sessões de comunicações versando a tecnologia tradicional, os engenhos, o saber e o saber fazer dos moinhos, os moleiros e as dimensões imateriais, históricas e etnotecnológicas dos moinhos portugueses.

Numa outra vertente do encontro, da parte da tarde, convidamos ainda os interessados para a participação no Workshop “Já – Viveiro de projetos” onde promotores públicos, privados e indivíduos com ideias de projetos de recuperação e viabilização de moinhos poderão conhecer as oportunidades de mercado, financiamento e tendências atuais de forma desenvolver melhor o seu projeto através da interação e partilha com outros promotores.

Os interessados poderão ainda participar na visita de dia 10, que se inicia nos diversos moinhos do Montijo e segue até final do dia pelos moinhos do Oeste.

Participe, contamos consigo e com a sua experiência para continuarmos, juntos, a promover os moinhos de Portugal.

Jorge Miranda

Rede Portuguesa de Moinhos

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MOINHOS ABREM AS PORTAS A QUEM OS QUEIRA VISITAR

Mais uma vez estamos a preparar os Moinhos Abertos!

Mais um ano em que esperamos uma grande participação e repetir o êxito da nossa atividade conjunta e em que  pretendemos reeditar, pelo 13º ANO CONSECUTIVO a iniciativa Moinhos Abertos de Portugal.

Em 2018 conseguimos em conjunto 367 moinhos abertos e mais de 30.000 visitantes.

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O que é o “Dia dos Moinhos Abertos”?

O conceito desta atividade é extremamente simples:

Fazer funcionar em simultâneo e abrir ao público para acesso livre tantos moinhos quantos for possível em todo o país!

Quem pode participar na organização?

Todos: Moinhos Abertos é uma iniciativa aberta e gratuita!

Esta é uma  iniciativa de alcance nacional e ampla divulgação com o único objetivo de chamar a atenção dos Portugueses para o inestimável valor patrimonial dos nossos moinhos tradicionais, por forma a motivar e coordenar vontades e esforços de proprietários, organizações associativas, autarquias locais, museus, investigadores, molinólogos, entusiastas e amigos dos moinhos.  Promovida desde 2007 pela Etnoideia esta iniciativa tem o apoio da TIMS, Sociedade Internacional de Molinologia sendo divulgada internacionalmente por todo o mundo.

Este dia, além de chamar a atenção para os moinhos tradicionais portugueses poderá também servir para identificar problemas e oportunidades, germinar projetos e ideias, ou mesmo para levar a cabo pequenas beneficiações (limpezas, pinturas, consertos de coberturas, etc.) com a participação de ativistas e visitantes que o pretendam, preservando os moinhos e criando dinâmicas em torno deles.

Por isso, apelamos à sua participação ativa, através do seu envolvimento pessoal e das organizações a que pertence ou com as quais se relaciona.

Como otimizar os seus impactos?

Você:

  • Mobilizando antecipadamente entusiastas, amigos dos moinhos, instituições e moinhos cujos proprietários e moleiros podem ser contactados por cada um de nós (contamos consigo também para o fazer).
  • Durante este dia, cada moinho deverá estar aberto e se possível a funcionar, sendo desejável a organização de algumas atividades como as sugeridas na ficha de programação em anexo, ou outras.
  • Divulgando pelos seus contactos e redes sociais o Cartaz “Moinhos Abertos 2019”, em anexo  e afixando-os nos moinhos e locais adequados (JPEG para impressão e afixação local);
  • Reencaminhando a informação da brochura e programa final logo que disponível para a sua rede de contactos. Acreditamos desta forma vir a alcançar uma ampla divulgação e impacto público.

A organização:

  • Irá divulgar junto da comunicação social nacional e regional, redes sociais e mailing a todas as pessoas e organizações constantes dos nossos ficheiros. No site da Rede ficarão disponíveis todas aas informações e por correio eletrónico serão enviados materiais de divulgação para todas as Câmaras Municipais e para todas as Juntas de Freguesia do País.
  • Irá paginar uma brochura ilustrada com informações sobre os moinhos, horários e como visitar ao longo de todo o ano que ficará disponível permanentemente online em moinhosdeportugal.org.

Como participar na organização?

Esta participação é livre, espontânea e aberta a todos pelo que pode participar na organização das seguintes formas:

  • Dinamização da abertura, nos dias 6 e/ou 7 de Abril (Sábado e Domingo), dos moinhos a que está ligado, se possível organizando atividades e animações e congregando moleiros, amigos, Juntas de Freguesia, Câmaras Municipais, Museus, etc.
  • Convite a outros moinhos e pessoas para participar.
  • Para isso terá que enviar até 3 de Março:
    • Ficha de programação Excel com informações sobre os moinhos que vão estar abertos (ficha em anexo a preencher no ficheiro Excel com todos os moinhos, identificando um a um e enviando uma foto por cada moinho com o nome do moinho no nome do ficheiro. Esta ficha inclui todas as informações necessárias para a identificação dos moinhos e respetivo programa de atividades, organizadores, indicações úteis, etc).

IMPORTANTE: NÃO SERÃO ACEITES OUTROS FORMATOS OU INFORMAÇÕES NÃO CONSTANTES NA FICHA DADO QUE ISSO PROVOCA PROBLEMAS NA PAGINAÇÃO).

  • Declaração de consentimento ao abrigo do RGPD(Regulamento Geral de Proteção de Dados) depois de assinada e digitalizada. Um exemplar por cada indivíduo do qual constarem dados pessoais na ficha do moinho respetivo nos Moinhos Abertos 2019.

ATENÇÃO: POR IMPERATIVOS LEGAIS NÃO PODERÃO SER ACEITES INSCRIÇÕES DE MOINHOS QUE CONTENHAM DADOS PESSOAIS SEM A RESPETIVA AUTORIZAÇÃO DO INDIVIDUO A QUE REFEREM. QUAISQUER DADOS PESSOAIS QUE CONSTEM DA FICHA DE PROGRAMAÇÃO EXCEL SEM DECLARAÇÃO DE CONSENTIMENTO ASSINADA SERÃO APAGADOS NA BROCHURA FINAL PODENDO PREJUDICAR O CONTACTO COM OS ORGANIZADORES.

RIO COURA VAI SER PROJETADO NO FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA

“O Rio e o Moleiro”, de Jorge Murteira

O filme “O Rio e o Moleiro”, realizado por Jorge Murteira, vai ser exibido na mostra de curtas metragens do 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília, após ter sido selecionado pelo CineEco de Seia, Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela.

RioCoura_Moleiro10p©ClaudiaFreire

No certame que terá lugar na capital do Brasil, entre 18 e 24 de março, será projetado o filme que integra a exposição ‘Impressão Digital em Terras de Coura’, patente no Museu Regional de Paredes de Coura, numa mostra comissariada por Cláudia Freire.

Filmado em Casaldate, Parada, “O Rio e o Moleiro” evoca a importância do rio como recurso e o papel das populações na sua preservação. Manuel Barbosa é o moleiro que mantém até hoje a trabalhar este engenho movido com a força da água do rio Coura.

O 8º Fórum Mundial da Água, que decorre na capital brasileira, contará com um Pavilhão de Portugal, onde decorrerão palestras e projeções de 15 curtas metragens portuguesas sobre o tema da água.

RioCoura_Moleiro4p©ClaudiaFreire

MUNICÍPIO DE FAMALICÃO E JUNTA DE ESMERIZ RECUPERAM MOINHO DE SÃO MARÇAL

Projeto de reabilitação foi apresentado publicamente na passada sexta-feira

O histórico Moinho de São Marçal, em Esmeriz, concelho de Vila Nova de Famalicão, vai ganhar uma nova vida. A Câmara Municipal e a Junta de Freguesia estão a trabalhar no projeto de salvaguarda, preservação e valorização deste importante legado cultural, patrimonial e paisagístico da freguesia e os trabalhos deverão arrancar no decorrer do próximo ano.

Câmara e Junta de Esmeriz recuperam Moinho de São Marçal (2)

A decisão de recuperar este engenho, que embora degradado ainda preserva o sistema de moagem tradicional, é para o presidente da Junta de Freguesia, Armindo Mourão, uma excelente notícia para a comunidade esmerizense que, recorda, “cresceu sempre virada para o rio Pelhe”.

O projeto, apresentado publicamente na passada sexta-feira, 1 de setembro, inclui ainda a requalificação da zona envolvente do moinho, conferindo assim à autarquia local a possibilidade de projetar um novo espaço de lazer para esta zona da freguesia de Esmeriz. “O moinho está situado numa zona de excelência, perto da escola e da estação de comboios, e é nosso desejo criar aqui uma zona ribeirinha para que todos possam desfrutar deste espaço”.

Câmara e Junta de Esmeriz recuperam Moinho de São Marçal (1)

O vereador do Ambiente da autarquia, Pedro Sena, que esteve presente na apresentação do projeto, vê também com bons olhos a decisão de recuperar o Moinho de S. Marçal, sobretudo pela importância que este representa não só para a freguesia de Esmeriz, como também para todo o concelho de Vila Nova de Famalicão. “É um projeto de grande importância porque vem devolver aos esmerizenses um património histórico e cultural que lhes diz muito e que está muito ligado ao crescimento e ao desenvolvimento da freguesia e do concelho”.  

Até ao momento foi já realizado o levantamento topográfico do moinho e do seu açude, trabalho complementado com a elaboração de um estudo arquitetónico por parte de uma equipa técnica especializada em património molinológico, encabeçada pelo arquiteto Bruno Matos, que adiantou que este projeto vem também conferir uma nova função ao moinho. “Queremos conciliar a preservação dos seus engenhos de moagem - de moinho de rodízio e azenha – e, ao mesmo tempo, rentabilizá-lo com produção de energia elétrica”, explica.

Localizado na rua dos Moleiros, em Esmeriz, na margem esquerda do rio Pelhe, recorde-se que o Moinho de S. Marçal, que apresenta características de relevante interesse histórico, arquitetónico e tecnológico, foi durante longas décadas um recurso fundamental da freguesia de Esmeriz, sobretudo pela importante atividade na moagem de cereais destinada à subsistência da população local e ao comércio de panificação no centro da cidade.

 

Câmara e Junta de Esmeriz recuperam Moinho de São Marçal (3)

IV ENCONTRO NACIONAL DE MOLINOLOGIA - MOINHOS2017 REALIZA-SE EM PONTE DE SOR

Ponte de Sor – Centro de Artes e Cultura. 17 de Junho (Sábado)

É já no próximo sábado: Os moinhos voltam a estar no centro das atenções: Dezenas de especialistas, empreendedores, moleiros, investigadores e autarcas de todo o país reúnem-se neste encontro bienal para passar em revista os projectos de reconstrução e revitalização económica e cultural dos moinhos tradicionais portugueses. Temas como a dinamização comunitária, o turismo sustentável, novos mercados e economia verde, tecnologias e engenhos tradicionais, misturam-se com histórias de moleiros contadas na primeira pessoa.

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Moinhos ' 2017

Após o sucesso do III Encontro em Albergaria-a-velha, em 2015, a Etnoideia organiza o IV Encontro Nacional de Molinologia dada a pertinência e urgência do tema na conjuntura atual.

A Câmara Municipal de Ponte de Sor é co-organizadora do encontro, perspectivando-se um programa de bom nível dado o rico património molinológico local e o dinamismo municipal na sua preservação e valorização de que destacamos a recuperação recente do Moinho de Vento de Foros de Arrão.

Porquê o Encontro?

Portugal precisa como nunca de desenvolver o seu interior e de qualificar as suas cidades. Os nossos moinhos são importantes ativos para o desenvolvimento sustentável, qualificação dos territórios, empreendedorismo ao nível das indústrias criativas e do turismo, por exemplo. Mas também para a construção da designada economia verde e para a qualificação ambiental das regiões e requalificação urbana, não esquecendo as importantes funções educativa, de lazer e de interação e coesão social. No entanto, o seu declínio acentuado pela crise e pelo envelhecimento dos detentores dos saberes tradicionais coloca em risco este importante património.

O que buscamos?

Por isso, mais do que nunca, é oportuno convocar a cidadania dos portugueses e as suas instituições autárquicas, associativas e económicas para a sua recuperação e valorização numa perspetiva de criação de riqueza e geração de oportunidades, tendo os jovens como prioridade e a estratégia Portugal 2020, em que os moinhos se integram claramente, como oportunidade de financiamento e ativação de processos de desenvolv-mento comunitário de base local integrando os moinhos tradicionais portugueses nas novas soluções para os territórios.

O IV Encontro Nacional de Molinologia desenvolve-se em duas vertentes. Por um lado, na recolha, aprofundamento e partilha do Saber e do Saber Fazer tradicionais ao nível da Etnotecnologia e da Molinologia Portuguesa. Por ou-tro, na apresentação e reflexão conjunta de projetos de desenvolvimento envolvendo a reabilitação e valorização de moinhos tradicionais em Portugal.

ENCONTRO NACIONAL DE MOLINOLOGIA REALIZA-SE EM PONTE DE SOR

Inscrições abertas. IV Encontro Nacional de Molinologia. 17 e 18 de Junho. Ponte de Sor

A Rede Portuguesa de Moinhos vai realizar em Ponte de Sor, a 17 e 18 de Junho de 2017,  o IV Encontro Nacional de Molinologia que congrega pessoas e instituições de todo o país dada a pertinência e urgência do tema na conjuntura atual.

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A Etnoideia e a Câmara Municipal de Ponte de Sor e a Etnoideia são co-organizadoras deste IV Encontro Nacional, que apresenta um programa diversificado dado o rico património molinológico local e o dinamismo municipal na sua preservação e valorização, de que destacamos a recuperação recente do Moinho de Vento e criação do forno comunitário de Foros de Arrão.

O Encontro desenvolve-se em duas vertentes. Por um lado, a recolha, aprofundamento e partilha do Saber e do Saber Fazer tradicionais ao nível da Etnotecnologia e da Molinologia Portuguesa. Por outro, a apresentação e reflexão conjunta de projetos de desenvolvimento envolvendo a reabilitação e valorização de moinhos tradicionais em Portugal.

Depois do sucesso do III Encontro (2015) em Albergaria-a-Velha, em que estiveram presentes cerca de 120 pessoas de todo o país, entre proprietários de moinhos, empreendedores, estudiosos, investigadores, moleiros, associações  e autarquias locais,  espera-se um encontro igualmente vivo e dinâmico demonstrando a vitalidade dos projectos de reabilitação dos moinhos tradicionais portugueses que continua a bom ritmo pelo país.

Secretariado e informações:

Etnoideia

Oeiras Golf & Residence

Rua Sacrovir Moreira, 29

2730-287 Barcarena

A/C Paulo Lopes

Tlf: +351 214 324 358

Tlm: +351 960 120 335

www.moinhosdeportugal.org

Mailto: paulo.lopes@etnoideia.pt

MOINHOS DE D’APARDAL EM RIBA DE ÂNCORA ABERTOS AO PÚBLICO NO FIM-DE-SEMANA

A Junta de Freguesia de Riba de Âncora vai associar-se às comemorações do Dia Nacional dos Moinhos, que se assinala a 7 de abril, com a abertura dos moinhos de D’Apardal, para visita livre, nos dias 8 e 9 de abril.

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Recorde-se que os Moinhos de D’Apardalencontravam-se “praticamente destruídos”. Em 2015, a Junta de Freguesia de Riba de Âncora e a Câmara Municipal de Caminha, com a colaboração das associações da freguesia, decidiram investir na recuperação daquele património da freguesia. E, no dia 16 de agosto de 2015, dia em que se assinala o Dia da Comunidade da Freguesia de Riba de Âncora, os Moinhos D’Apardalforam inaugurados, na presença de Miguel Alves, presidente da Câmara Municipal de Caminha, Paulo Alvarenga de Araújo, presidente da Junta de Riba de Âncora, Luis Mourão, presidente da Assembleia Municipal de Caminha e de muitos populares.

Esta intervenção consistiu na recuperação de 4 moinhos, que se encontravam ao total abandono e não eram intervencionados há já vários anos. Dos trabalhos fizeram parte a limpeza do local e a reconstrução dos moinhos propriamente dita. Para a limpeza, um trabalho árduo, foi imprescindível a colaboração do Conselho Diretivo de Baldios bem como da Associação Cultural e Recreativa de Riba de Âncora. A Câmara Municipal de Caminha forneceu todo o material necessário para a obra em si e ainda disponibilizou mão-de-obra, através dos funcionários do Município.

A recuperação do património da freguesia é uma prioridade para o presidente da Junta de Freguesia. Esta obra veio juntar-se à criação do Núcleo Museológico da Memória Arte e Ofícios de Riba de Âncora, à intervenção da Capela do Espirito Santo, à recuperação dos vários fontanários e lavadouros, entre outras obras.

Para além da abertura dos Moinhos de D’Apardal, o Município de Caminha vai também assinalar o Dia Nacional dos Moinhos com a promoção do percurso pedestre 'Vamos ao Moinho', na Serra d'Arga, no dia 8 de abril. O objetivo é divulgar os moinhos tradicionais que existem na Serra d'Arga e sensibilizar os cidadãos para o seu inestimável valor patrimonial. A participação no percurso é gratuita, mas a inscrição é obrigatória.

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ENCONTRO NACIONAL DE MOLINOLOGIA REALIZA-SE EM PONTE DE SOR

Moinhos ' 2017. III Encontro Nacional de Molinologia. Ponte de Sor

9 de Abril - kickoff (abertura de inscrições)

3 e 4 de Junho - Encontro

Após o sucesso do III Encontro em Albergaria-a-velha, em 2015, a Etnoideia organiza o IV Encontro Nacional de Molinologia dada a pertinência e urgência do tema na conjuntura atual.

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A Câmara Municipal de Ponte de Sor é co-organizadora do encontro, perspectivando-se um programa de bom nível dado o rico património molinológico local e o dinamismo municipal na sua preservação e valorização de que destacamos a recuperação recente do Moinho de Vento de Foros de Arrão.

Porquê o Encontro?

Portugal precisa como nunca de desenvolver o seu interior e de qualificar as suas cidades. Os nossos moinhos são importantes ativos para o desenvolvimento sustentável, qualificação dos territórios, empreendedorismo ao nível das indústrias criativas e do turismo, por exemplo. Mas também para a construção da designada economia verde e para a qualificação ambiental das regiões e requalificação urbana, não esquecendo as importantes funções educativa, de lazer e de interação e coesão social. No entanto, o seu declínio acentuado pela crise e pelo envelhecimento dos detentores dos saberes tradicionais coloca em risco este importante património.

O que buscamos?

Por isso, mais do que nunca, é oportuno convocar a cidadania dos portugueses e as suas instituições autárquicas, associativas e económicas para a sua recuperação e valorização numa perspetiva de criação de riqueza e geração de oportunidades, tendo os jovens como prioridade e a estratégia Portugal 2020, em que os moinhos se integram claramente, como oportunidade de financiamento e ativação de processos de desenvolv-mento comunitário de base local integrando os moinhos tradicionais portugueses nas novas soluções para os territórios.

O IV Encontro Nacional de Molinologia desenvolve-se em duas vertentes. Por um lado, na recolha, aprofundamento e partilha do Saber e do Saber Fazer tradicionais ao nível da Etnotecnologia e da Molinologia Portuguesa. Por ou-tro, na apresentação e reflexão conjunta de projetos de desenvolvimento envolvendo a reabilitação e valorização de moinhos tradicionais em Portugal.

PERCURSO PEDESTRE ‘VAMOS AO MOINHO’ DÁ A CONHECER VALOR PATRIMONIAL DA SERRA D’ARGA

Percurso decorre no dia 8 de abril, pelas 14H00

O Município de Caminha vai assinalar o Dia Nacional dos Moinhos com a promoção do percurso pedestre ‘Vamos ao Moinho’, na Serra d’Arga, no dia 8 de abril. O objetivo é divulgar os moinhos tradicionais que existem na Serra d’Arga e sensibilizar os cidadãos para o seu inestimável valor patrimonial. A participação no percurso é gratuita, mas a inscrição é obrigatória.

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Com concentração agendada para as 14H00, no Centro de Interpretação da Serra d’Arga, o percurso ‘Vamos ao Moinho’ tem uma extensão aproximada de 9 quilómetros e um grau de dificuldade fácil. Os participantes vão percorrer caminhos antigos, atravessar pontes e linhas de água, bem como vão visitar os moinhos da Gandra, do Covão, da Fichua, das Pombas de Baixo, das Traves, entre outros.

Este percurso pretende dar a conhecer as diferentes formas de utilização de energia hidráulica, nomeadamente as que são utilizadas nos moinhos de água da Serra d’Arga, alguns deles ainda em funcionamento e de elevado valor arquitetónico. Para além de divulgar o património da Serra d’Arga, ‘Vamos ao Moinho’visa sensibilizar os participantes para a necessidade da sua preservação.

REDE PORTUGUESA DE MOINHOS REALIZA CURSO INTENSIVO DE MOLINOLOGIA

CURSO INTENSIVO DE MOLINOLOGIA – 25 a 27 de Novembro

Inscrições limitadas até 15 de Novembro (folheto de inscrição e condições em anexo)

A pedido de vários membros da Rede Portuguesa de Moinhos (RPM), vai ser organizado um curso intensivo de molinologia de um só fim-de-semana (25 a 27 de Novembro) no centro do país, rentabilizando custos de deslocações (aconselha-se a partilha de carros e existe estação de comboios a 3 Km do local pelo que o Intercidades é também uma opção) e possibilitando melhor acesso a partir de todos os pontos do país.

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Aproveitando a época baixa, a organização reservou as instalações do Solar do Morgadio, em Santa Comba Dão, com condições especiais e em exclusivo para o grupo de formação da RPM, o que permitirá um ambiente familiar e de grande proximidade entre todos os participantes, muitos deles amigos e conhecidos de longa data nestas andanças dos moinhos tradicionais portugueses.

A organização espera que, além de um bom programa de formação em molinologia este seja um fim-de-semana bem passado com uns serões à lareira e uns passeios de pausa pela vasta propriedade do solar ou pelo lago da Agueira na Srª da Ribeira, mesmo ali ao lado.

Não podia faltar a ida ao moinho e desta vez para mexer e aprender a por em funcionamento na Ribeira dos Aldrogãos. O mesmo moinho e padaria de onde virá o pão centeio do pequeno-almoço, misturado com os doces de frutos da quinta e o queijo fresco de cabra feito na aldeia, ou para molhar ao almoço no azeite produzido na quinta e regar a coisa com um Dão de excelência uma vez que estaremos na região demarcada.

Enfim, amigos, moinhos e boa companhia são o que se espera neste fim-de-semana que será certamente memorável…

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